NOVO MINISTRO DA JUSTIÇA NO HAITI ASSUME O CARGO EM MEIO A LUTA PELO PODER E GRAVES ACUSAÇÕES

Novo ministro da Justiça assume cargo no Haiti em meio à crise

Liszt Quitel chega ao poder em momento em que premiê é citado como um dos possíveis mentores da morte do presidente haitiano

INTERNACIONAL

por AFP

Liszt Quitel tem como missão encontrar os culpados pelo assassinato de ex-presidenteLiszt Quitel tem como missão encontrar os culpados pelo assassinato de ex-presidente RICHARD PIERRINI/AFP – 16.9.2021

O novo ministro da Justiça, Liszt Quitel, assumiu o cargo no Haiti nesta quinta-feira (16), em meio a uma luta pelo poder e graves acusações contra o primeiro-ministro como parte da investigação sobre o recente assassinato do presidente Jovenel Moise.

Já encarregado do Ministério do Interior desde julho, Quitel reconheceu a complexidade da situação que paralisa o instável país caribenho.

“Estamos vivendo um momento difícil, com necessidades urgentes de justiça e segurança”, declarou o agora ministro da Justiça, que terá que enfrentar as gangues que controlam setores de Porto Príncipe.

Quitel substituiu Rockefeller Vincent, deposto pelo primeiro-ministro Ariel Henry.

Henry também destituiu Bed-Ford Claude, o promotor-chefe de Porto Príncipe, esta semana, que pediu formalmente que o premiê fosse indiciado pelo assassinato de Moise.

Claude disse suspeitar que Henry realizou ligações telefônicas horas após o ataque com um dos principais suspeitos do assassinato do presidente, baleado em sua casa por mercenários armados. Nenhum agente responsável pela proteção de Moise ficou ferido no ataque.

Quitel é o quinto ministro da Justiça nomeado desde 2017, ano em que Jovenel Moise assumiu o poder. Afetado pela instabilidade e pela falta de meios para funcionar, o setor judiciário haitiano opera de forma extremamente lenta, resultando em superlotação nas prisões.LEIA TAMBÉ

De acordo com organizações de direitos humanos, mais de 85% dos detidos hoje nas prisões do país aguardam julgamento, alguns há vários anos.

Enquanto a classe política luta pelo poder, a insegurança cresce em todo o país, especialmente em Porto Príncipe. Gangues de criminosos fortemente armados controlam vários subúrbios da capital, onde realizam sequestros e de onde bloqueiam regularmente todo o acesso aos únicos terminais de petróleo do país.

Fonte: R7

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ALIADOS DO VICE-PRESIDENTE HAMILTON MOURÃO O ACOSENSELHAM RENUNCIAR O CARGO

Mourão é aconselhado por aliados a renunciar

O vice-presidente, porém, segundo interlocutores, tem refletido sobre o assunto desde a última observação que o presidente Jair Bolsonaro fez sobre ele

Caio Junqueira

Por Caio Junqueira, CNN  

 Atualizado 30 de julho de 2021 às 20:47

Mourão é aconselhado por aliados a renunciar

O vice-presidente Hamilton Mourão (PRTB) foi aconselhado no início da semana por um general da reserva muito próximo a ele a renunciar ao cargo. Mourão respondeu que não seria ainda o momento para deixar o governo.

O vice-presidente, porém, segundo interlocutores, tem refletido sobre o assunto desde a última observação que o presidente Jair Bolsonaro (sem partido) fez sobre ele comparando-o com um cunhado indesejado. Ele estava em viagem oficial a Lima, no Peru, quando soube da fala do presidente e desde então mostrou-se indignado.

Nos próximos dias, deverá ter uma conversa a sós com Bolsonaro para demonstrar seu incômodo, aumentado pelo fato de ele ter tido uma reunião com o presidente na última semana sem qualquer indisposição.

A decisão sobre deixar o governo, porém, sempre foi rechaçada por ele, mas nos últimos dias passou de improvável para possível. O impacto que isso teria tem sido analisado pelo vice-presidente.

A sua percepção é a de que sua saída abriria espaço para o impeachment de Bolsonaro tendo em vista que sua presença como sucessor direto tem servido como anteparo para o universo político apoiar a abertura do impeachment

Se ele deixar o posto, o sucessor direto de Bolsonaro passa a ser Arthur Lira, o mesmo que tem sob sua mesa o poder de decidir sobre o impeachment.

Em uma conversa que teve no final do ano com Bolsonaro, Mourão teria questionado o presidente sobre seu desempenho, pediu orientações sobre sua conduta e deixou claro a ele que se o presidente quisesse, iria embora. O presidente, segundo fontes, desconversou. A relação continuou distante e com as mais recentes declarações de Bolsonaro, ameaça afastar o vice de vez da órbita do presidente.

Fonte: CNN
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CIRO NOGUEIRA CONFIRMOU ENCONTRO PREVISTO COM BOLSONARO PARA TRATAR DE ASSUNTOS RELACIONADOS AO CARGO DE MINISTRO-CHEFE DA CASA CIVIL

Ciro Nogueira tem reunião prevista com Bolsonaro para definir cargo de ministro

Presidente do Progressistas, senador deve assumir Casa Civil; troca de cadeiras no ministério levaria Onyx Lorenzoni a nova pasta do Emprego e Previdência

Gregory Prudenciano, da CNN, em São Paulo *

 | Atualizado 25 de julho de 2021 às 21:27

Alex Silva Assú: Ciro Nogueira tem reunião prevista com Bolsonaro para definir cargo de ministro

O senador Ciro Nogueira (PP-PI) confirmou à CNN que tem um encontro previsto com o presidente Jair Bolsonaro (sem partido) nesta segunda-feira (26) para tratar de sua provável indicação ao cargo de ministro-chefe da Casa Civil. A expectativa em Brasília é que, depois do encontro, Bolsonaro anuncie as mudanças em sua equipe ministerial que vêm sendo aventadas ao longo da última semana.

Com a troca na Casa Civil, o atual titular da pasta, Luiz Eduardo Ramos, deve assumir a Secretaria-Geral da Presidência no lugar de Onyx Lorenzoni. A Onyx, teria sido prometido um novo ministério, fruto de um possível desmembramento da pasta da Economia que levaria à criação de um novo Ministério do Emprego e Previdência.

Na semana passada, quando Bolsonaro mencionou pela primeira vez os planos de fazer a mudança na Casa Civil, o senador Ciro Nogueira ligou para o presidente do Senado, Rodrigo Pacheco (DEM-MG), para dizer que aceitaria o convite pra assumir a vaga de ministro e que gostaria de ser uma “ponte” entre o Palácio do Planalto e o Congresso Nacional.

Com Ciro Nogueira despachando no Palácio do Planalto, Bolsonaro também pretende fortalecer a frente governista na CPI da Pandemia, facilitar a indicação de André Mendonça ao Supremo Tribunal Federal (STF) e minimizar eventuais resistências à recondução de Augusto Aras à Procuradoria-Geral da República (PGR).

Criação de novo ministério

Nomeado para comandar o que ficou conhecido no início do governo Bolsonaro como um “superministério” da Economia, o ministro Paulo Guedes agora, com as mudanças previstas, deve ceder espaço para a criação do novo Ministério do Emprego e Previdência.

A situação econômica também corrobora o ressurgimento da pasta, dado que a taxa de desemprego no Brasil, de 14,7%, está no nível mais alto da série histórica mantida pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), atingindo 14,8 milhões de brasileiros.

Mas, mesmo com a mudança, o ministro Paulo Guedes busca emplacar o atual secretário especial de Previdência e Trabalho, Bruno Bianco, no cargo de secretário-executivo da nova pasta do Emprego e Previdência.

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CHEFE DO COMANDO CONJUNTO DAS FORÇAS ARMADAS DO PERU RENUNCIOU O CARGO TRÊS DIAS ANTES DO PRESIDENTE ESQUERDISTA ASSUMIR O CARGO

Chefe das Forças Armadas do Peru entrega o cargo

Saída de general ocorre 3 dias antes da posse do esquerdista Pedro Castillo, que derrotou Keiko Fujimori nas eleições presidenciais

INTERNACIONAL

 por AFP

Pedro Castillo (foto) assume a presidência do Peru na quarta-feira

O chefe do Comando Conjunto das Forças Armadas do Peru, general do Exército César Astudillo, renunciou o cargo neste domingo (25), três dias antes do esquerdista Pedro Castillo assumir a presidência, informou uma fonte militar.

“A renúncia está confirmada, não vamos dar mais detalhes”, disse à AFP uma fonte do Comando Conjunto das Forças Armadas, que pediu anonimato.

De acordo com o jornal Perú 21, Astudillo solicitou seu passe de aposentadoria e pediu que fosse efetivado na quarta-feira (28).

Não foi confirmado se a decisão foi aceita pelo presidente interino, Francisco Sagasti, ou pela ministra da Defesa, Nuria Esparch, informou o jornal El Comercio.

Pedro Castillo toma posse justamente na quarta-feira (28).

Astudillo estava no comando do Comando Conjunto das Forças Armadas desde outubro de 2018 e foi o responsável pela mobilização militar em apoio à pandemia do coronavírus.

Em meio ao segundo turno eleitoral, um grupo de militares aposentados realizou passeatas de apoio à direitista Keiko Fujimori, mas os oficiais das Forças Armadas permaneceram à margem, respeitando a Constituição.

Castillo, de 51 anos, foi proclamado presidente eleito na última segunda-feira pelo JNE, que levou seis semanas para analisar as contestações e apelações antes de declará-lo o vencedor da votação de 6 de junho.

A posse de Castillo contará com a presença de alguns dirigentes de países vizinhos e do Rei da Espanha, Felipe VI.

Fonte: R7

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FORÇAS ARMADAS NEGOCIAM EXCEÇÕES NA PEC QUE VISA IMPEDIR QUE MILITARES PARTICIPEM DE CARGOS CIVIS

Militares negociam com Congresso exceções na ‘PEC do Pazuello’

Ideia que vem sendo debatida com o Congresso é aceitar a vedação quando o cargo for eminentemente político, mas liberá-los para cargos civis que sejam técnicos

Caio Junqueira

 Atualizado 24 de julho de 2021 às 00:56

Militares Negociam com Congresso exceções na "PEC do Pazuello"

As Forças Armadas negociam exceções na Proposta de Emenda Constitucional que visa impedir que militares participem de cargos civis. A ideia que vem sendo debatida com o Congresso é aceitar a vedação quando o cargo for eminentemente político, mas liberá-los para cargos civis que sejam técnicos.

São citados como exemplos as áreas cibernética, espacial e nuclear. O mesmo vale para empresas diretamente ligadas aos militares, como a Engeprom, Inbel e a Embraer-Defesa. A ideia é que todos os cargos que tenham relação direta com defesa e segurança nacional e que sejam civis possam ser ocupados por militares.

A reação nas forças em um primeiro momento foi de incômodo com a PEC, apresentada pela deputada federal Perpétua Almeida, do PC do B. Mas depois, de acordo com generais da ativa com que a CNN conversou, a avaliação é a de que o texto pode ter um aperfeiçoamento.

O texto diz que: “o militar da ativa somente poderá exercer cargos de natureza civil na Administração Pública, nos três níveis da Federação, desde que atendidos os seguintes requisitos: a) se contar menos de dez anos de serviço, deverá afastar-se da atividade; b) se contar mais de dez anos de serviço, passará automaticamente, no ato da posse, para a inatividade.”

Fonte: CNN

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POLÍTICA: CASO BOLSONARO SE LICENCIE DO CARGO PARA TRATAMENTO MÉDICO HÁ DÚVIDAS DE QUEM PODERÁ ASSUMIR A PRESIDÊNCIA

Saiba quem assume a Presidência da República numa eventual licença de Bolsonaro

Integrantes da equipe do vice-presidente Hamilton Mourão disseram à CNN que ele só deve retornar ao Brasil no domingo

Pedro Teixeira,
da CNN em Brasília
 Atualizado 15 de julho de 2021 às 07:58

 

Mesmo com o presidente Jair Bolsonaro (sem partido) internado, não há definição se ele pedirá algum tipo de licença ou se deve seguir despachando do hospital. Caso ele se licencie do cargo para o tratamento médico, há dúvidas sobre quem poderá assumir a presidência.

Isso porque o vice-presidente Hamilton Mourão (PRTB) viajou nesta quarta-feira (14) para Angola, onde vai participar da cúpula da comunidade dos países de língua portuguesa. À CNN, integrantes da equipe de Mourão disseram que ele só deve retornar ao Brasil no domingo (18).

Caso Bolsonaro precise se licenciar nesse período, o presidente da Câmara, Arthur Lira (PP-AL), seria o próximo na linha sucessória. Mas ele enfrentaria um impasse jurídico quanto a isso, pois se tornou réu em duas ações no Supremo Tribunal Federal (STF).

Em uma delas, o presidente da Câmara é acusado de ter recebido propina de R$ 106 mil. Já a outra ação, que foi arquivada em março deste ano, Lira e outros dirigentes do Progressistas eram acusados de comandar um esquema de corrupção na Petrobras.

O presidente da Câmara nega as acusações.

Se Lira for impedido de assumir a presidência da República num eventual afastamento do presidente Jair Bolsonaro, o próximo na linha sucessória é o presidente do Senado, Rodrigo Pacheco (DEM-MG).

Nota do hospital

O Hospital Vila Nova Star enviou na noite desta quarta-feira (14) uma nota à imprensa afirmando que Bolsonaro seguirá internado para “tratamento clínico conservador”, sem explicar exatamente no que consiste tal tratamento.

Segundo a nota, assinada pelo médico Antônio Luiz de Vasconcellos Macedo e sua equipe médica, o presidente foi diagnosticado com um quadro de “suboclusão intestinal”, isto é, obstrução do intestino.

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LÍDER DO PARTIDO TRABALHISTA ISAAC HERZOG TOMA POSSE COMO PRESIDENTE DO ESTADO DE ISRAEL

Isaac Herzog assume como presidente de Israel

Líder do Partido Trabalhista como 11º presidente do Estado israelense, cargo mais simbólico que tem mandato de 7 anos

INTERNACIONAL

 por AFP

Herzog (de terno azul) chega à residência presidencial acompanhado da esposa, Michal

EMMANUEL DUNAND / AFP – 7.7.2021

Isaac Herzog, ex-líder do Partido Trabalhista, tomou posse nesta quarta-feira (7) como presidente do Estado de Israel, tornando-se a 11ª pessoa a ocupar este cargo, cujo papel é principalmente simbólico.

Com a mão esquerda sobre a Torá, ele jurou aos deputados da Knéset (Parlamento) “cumprir fielmente seu cargo de presidente”.

“Hoje me apresento a vocês honrado e emocionado”, disse Herzog, de 60 anos, acrescentando que quer ser “o presidente de todos”.

“Minha missão é, principalmente, fazer todo o possível para recuperar a esperança”.

Herzog foi eleito pelos deputados no início de junho, em meio à crise política, quando os opositores de Benjamin Netanyahu – o primeiro-ministro mais duradouro na história de Israel – realizavam negociações para tirá-lo do poder. Por fim, formaram um governo heterogêneo com o líder da direita radical Naftali Bennett à frente.

Em Israel, como em outros lugares, o poder Executivo é exercido pelo primeiro-ministro, enquanto o cargo de presidente é apolítico e em grande parte honorário. No entanto, possui a escolha de conceder indultos.

Herzog substitui como chefe de Estado Reuven Rivlin, de 74 anos, figura da direita israelense, que foi eleito em 2017 por um período não renovável de sete anos.

Apelidado “Buji”, Isaac Herzog foi eleito em 2 de junho com 87 votos dos deputados, contra 26 de sua adversária, Miriam Peretz, uma educadora sem experiência política, mas que é popular na sociedade israelense.

Herzog entrou pela primeira vez na Knéset em 2003, e na década seguinte assumiu ministérios, antes de tomar a liderança de um partido trabalhista em crise, em novembro de 2013.

Fonte: R7

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TRABALHOS DA CPI DO ARENA DAS DUNAS FORAM RETOMADOS E RELATORIA FICARÁ A CARGO DA DEPUTADA ISOLDA DANTAS

CPI da Arena das Dunas é retomada e indica relatoria

07 jul 2021

CPI da Arena das Dunas é retomada e indica deputada Isolda Dantas como relatora

A Comissão Parlamentar de Inquérito que investiga contrato firmado entre o Governo do Rio Grande do Norte e a empresa Arena das Dunas Concessões e Eventos S/A, que gerencia a Arena das Dunas, retomou os trabalhos na tarde desta terça-feira (6). Os parlamentares membros indicaram a relatoria do grupo, que ficará a cargo da deputada Isolda Dantas (PT). Os parlamentares garantiram que a investigação será técnica e afastaram a possibilidade de utilização da CPI da Arena das Dunas de maneira política.

Presidente da CPI, o deputado Coronel Azevedo (PSC) enalteceu a importância da comissão e a necessidade de que uma resposta seja dada à sociedade. Ressaltando que os apontamentos realizados pela Controladoria Geral do Estado estimaram a possibilidade de prejuízos de até R$ 421 milhões no contrato, o presidente da CPI disse que os deputados vão trabalhar para buscar o esclarecimento sobre as dúvidas.

“Hoje é um dia de grande dimensão. A abertura dos trabalhos para apurar possíveis irregularidades a construção e aplicação de recursos na Arena das Dunas é um marco para a sociedade potiguar. Uma série de porquês de interesse da sociedade não foram respondidos. A iniciativa do Poder Legislativo já gerou importantes desdobramentos, como a abertura por parte do Ministério Público, após a abertura da CPI, de inquérito civil público para apurar o contrato da Arena com o Governo. Faremos nosso trabalho com rigor, não estaremos fazendo política, mas sim a atividade parlamentar em sua plenitude”, disse Coronel Azevedo.

O vice-presidente da CPI, deputado Tomba Farias (PSDB), e os membros Kléber Rodrigues (PL) e Subtenente Eliabe (Solidariedade), também enalteceram a importância da investigação, mas garantiram o foco na investigação de maneira objetiva e técnica.

“É um momento importantíssimo para se apurar e investigar os gastos com a obra que foi alvo de polêmicas. A população precisa de esclarecimentos, de uma resposta. Não pode passar despercebida uma situação como essa e queremos que os responsáveis, se confirmadas as irregularidades, sejam punidos”, disse Eliabe. “Quero desejar um bom trabalho, empenho, dedicação, e principalmente seriedade e cuidado com o trabalho que será realizado. O trabalho é de prestar sempre um esclarecimento e dar um retorno à população, e não tratar de questões políticas. Estou aqui para tratar as coisas com responsabilidade. Estamos aqui para trabalhar em busca da verdade, que é um resultado claro e objetivo com relação ao que for averiguado”, disse Kléber Rodrigues, enquanto o vice-presidente Tomba Farias solicitou acesso aos demais documentos já colhidos pela CPI.

Relatora da comissão, Isolda Dantas também garantiu que não haverá foco em disputa política, seja com políticos que têm ou tiveram mandatos. Segundo ela, ainda pairam muitas dúvidas de todo o Rio Grande do Norte sobre o contrato e é necessário que as respostas sejam dadas.

“A CPI é um instrumento muito importante para a democracia, para o Parlamento. É uma ferramenta das minorias e por isso precisa ser feita com muito zelo e cautela. Não é um tribunal. Não vamos julgar. Vamos investigar e remeter aos órgãos competentes. Agradeço pela confiança e podem esperar de mim lisura e qualidade no trabalho. Não vamos transformar esse espaço em eleitoreiro ou de política vingativa. Vamos buscar as respostas que a sociedade norte-riograndense precisa”, garantiu.

A CPI

O pedido para instalação da CPI da Arena das Dunas foi aprovado em maio do ano passado e retomado após requerimento do deputado Kelps Lima, em 23 de junho deste ano. A CPI, que foi proposta pelo ex-deputado Sandro Pimentel, vai se debruçar sobre um relatório da Controladoria Geral do Estado que apontou que o governo potiguar teria desembolsado quase R$ 110 milhões a mais do que deveria ter sido pago ao Consórcio Arena das Dunas até maio de 2020, no contrato para gestão do estádio. O Consórcio Arena das Dunas Concessão e Eventos S/A tem contestado o relatório da Controladoria e apontou entendimentos controversos ao estabelecido no regramento da Parceria Público Privada (PPP). O prejuízo total até o fim do contrato pode chegar as R$ 421 milhões, ainda de acordo com o relatório da Control.

As reuniões da CPI vão ocorrer, inicialmente, às terças-feiras, de maneira híbrida. Ainda não há a confirmação sobre depoimentos e o primeiro passo a ser dado, de acordo com a relatora Isolda Dantas, é a composição do corpo técnico que auxiliará os trabalhos da comissão.

Fonte: Política em Foco
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PLANALTO DECIDIU MANTER NO CARGO O LÍDER DO GOVERNO NA CÂMARA, RICARDO BARROS

Planalto consulta Arthur Lira e decide manter Ricardo Barros na liderança

A avaliação é a de que uma demissão agora seria um atestado de que houve irregularidades na aquisição da vacina Covaxin

Caio Junqueira

Por Caio Junqueira, CNN  

 Atualizado 28 de junho de 2021 às 22:20

Após conversas durante o final de semana que se estenderam para esta segunda-feira (28), o Palácio do Planalto decidiu manter no cargo o líder do governo na Câmara, Ricardo Barros.

A avaliação é a de que uma demissão agora seria um atestado dcnnbrasil.com.br/…/cpi-da-pandemia-arrecada-27-assinaturas-necessarias-para-prorrogar-os-trabalhose que houve irregularidades na aquisição da vacina Cov CPI da Pandemia

Nos bastidores, o governo considera que pelo que se apresentou na CPI na sexta-feira, não é suficiente para tirá-lo da liderança do governo na Câmara. A avaliação é a de que é melhor aguardar pelo menos até que o próprio Barros vá a CPI para dar suas explicações.

Além disso, o governo tem questionado a credibilidade do deputado federal Luis Miranda, que já foi denunciado pelo Ministério Público por estelionato.

O deputado virou alvo da CPI da Pandemia depois que o deputado federal Luis Miranda disse que ouviu do presidente Jair Bolsonaro que o polêmico contrato para aquisição de vacinas Covaxin era “rolo” de Barros.

Nesta segunda-feira (28), ele ss senadores e disse que prestará esclarecimentos na comissão. Barros inclusive procurou o presidente da CPI, Omar Aziz, dizendo-lhe estar disposto a falar.  Ele também teria pontuado que as acusações a ele decorrem muito mais pelo fato de ter sido ministro da Saúde de Michel temer e nesta ocasião ter feito um contrato com a Global, dona da Precisa, na qual o material não foi entregue do que com o caso Covaxin.

A posição do presidente da Câmara, Arthur Lira, sobre o episódio, também foi determinante para a manutenção de Barros no cargo. Os dois são do mesmo partido, o PP, embora não integrem internamente o mesmo grupo.

Mas o Palácio do Planalto e Arthur Lira têm avaliações semelhantes sobre o deputado Luís Miranda e avaliaram nas conversas que é melhor seguir adiante e aguardar os desdobramentos.

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MINISTRO DO MEIO AMBIENTE RICARDO SALLES PEDE DEMISSÃO E PRESIDENTE BOLSONARO NOMEIA INTEGRANTE DA PASTA PARA O CARGO

Ricardo Salles pede a Bolsonaro demissão do Ministério do Meio Ambiente

Joaquim Álvaro Pereira Leite, que já trabalhava na pasta sob o comando de Salles, foi nomeado pelo presidente como novo ministro do Meio Ambiente

Guilherme Venaglia, da CNN, em São Paulo

 Atualizado 23 de junho de 2021 às 17:57

Ricardo Salles pede a Bolsonaro demissão do Ministério do Meio Ambiente

O advogado Ricardo Salles pediu demissão ao presidente Jair Bolsonaro (sem partido) do cargo de ministro do Meio Ambiente, que ocupava desde o início do atual governo, em janeiro de 2019.

Em dois anos e seis meses, Ricardo Salles teve uma gestão marcada por tensões com parlamentares, organizações não-governamentais e países estrangeiros. O ministro também enfrenta um processo junto ao Supremo Tribunal Federal (STF), em que é acusado de relação com esquema de desvio de madeira ilegal.

Em breve discurso, Salles disse que cumpriu, ao longo de 2 anos e meio, as orientações do presidente Jair Bolsonaro. “Procurando colocar em prática, a orientação que foi colocada pelo senhor presidente da República Jair Bolsonaro desde o primeiro dia de governo. Orientação essa que foi de equilíbrio entre desenvolvimento econômico e preservação do Meio Ambiente”, disse.

A saída do ministro foi oficializada em edição extra do Diário Oficial da União, com a nomeação de Joaquim Álvaro Pereira Leite como novo ministro do Meio Ambiente. Ele já atuava na pasta, como secretário da Amazônia e Serviços Ambientais, tendo chegado ao governo já sob a gestão de Ricardo Salles.

Segundo o currículo oficial do novo ministro, ele iniciou a sua carreira profissional como produtor de café, tendo sido por 23 anos conselheiro da Sociedade Rural Brasileira (SRB), entre 1996 e 2019.

No governo Bolsonaro, iniciou a trajetória como diretor do Departamento Florestal. No posto, que exerceu entre julho de 2019 e abril de 2020, era responsável, entre outras coisas, pelo combate ao desmatamento ilegal.

Passagem pela pasta

Ricardo Salles afirmou que sua gestão incluiu uma prioridade para a agenda ambiental urbana, com políticas voltadas ao saneamento básico. Ele citou também a atuação em relação aos parques. E, sem citar as investigações que questionam isso, afirmou que atuou para fortalecer órgãos de fiscalização, Ibama e ICMBio.

O agora ex-ministro afirmou que as medidas que adotou sofreram “contestações” na Justiça por motivações políticas e o que vê como resistências às políticas do presidente Jair Bolsonaro. Salles confirmou, assim como consta no Diário Oficial, que deixa o Ministério “a pedido”.

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CASA CIVIL DIVULGOU BALANÇO DAS AÇÕES DO GOVERNO BOLSONARO DURANTE OS 900 DIAS À FRENTE DO CARGO

Governo federal destaca reação da economia em balanço das ações ao completar 900 dias de trabalho

Foto: Isac Nóbrega/PR

A Casa Civil da Presidência da República divulgou, neste sábado (19), um balanço das ações do governo do presidente Jair Bolsonaro durante os 900 dias à frente do cargo.

O governo destaca a reação da economia, com crescimento de 1,2% do PIB no primeiro trimestre de 2021 e o auxílio às famílias mais vulneráveis por meio do auxílio emergencial. Segundo o comunicado, a primeira parcela do auxílio emergencial 2021 chegou a um total de 39,1 milhões de famílias e o valor total investido nos repasses para a primeira parcela totalizou R$ 8,9 bilhões.

O governo também comemorou a geração de 837 mil empregos com carteira assinada no primeiro trimestre do ano e a manutenção de empregos por meio de mais de 500 mil acordos pelo Programa Emergencial de Manutenção do Emprego e da Renda.

Na quinta-feira (17), o presidente revogou mais 305 atos normativos do governo federal, na ação que chamou de ‘revogaço’, cujo objetivo, segundo a Secretaria Geral da Presidência foi reduzir a burocracia com a extinção de normas que já perderam a eficácia legal.

Vacinação

De acordo com o balanço, mais de 110 milhões de doses de vacinas contra a doença já foram enviadas a todos os estados, “o que coloca o país em quarto lugar no ranking mundial de países que mais aplicam vacinas contra a covid-19”. A expectativa reiterada pela pasta é de que “até o fim do ano, todos os brasileiros, que assim o desejarem, serão vacinados”.

Importações e Infraestrutura

A casa Civil cita também a redução de 10% da alíquota do Imposto de Importação de Bens de Capital e de Informática e Telecomunicações, medida que foi aprovada em reunião do Comitê-Executivo de Gestão (Gecex), da Câmara de Comércio Exterior (Camex), do Ministério da Economia. A expectativa do governo é baratear a importação de máquinas e equipamentos utilizados no setor produtivo, além de diminuir o preço de celulares e computadores importados.

Na área de infraestrutura, a Casa Civil destacou a inauguração de pontes na Região Norte, em especial a sobre o Rio Parnaíba, ligando a região sul do Piauí ao Maranhão. Cita também os leilões dos terminais portuários que firmaram mais de R$ 610 milhões em investimentos e a concessão de 22 aeroportos brasileiros, o que, segundo a pasta, garante R$ 6,1 bilhões em investimentos e uma arrecadação de R$ 3,3 bilhões em outorgas.

Wi-Fi Brasil e Turismo

Criado com o objetivo de levar conectividade em alta velocidade a todas localidades do país, o programa Wi-Fi Brasil contabiliza, desde janeiro de 2019, 13.671 localidades beneficiadas, “sendo mais de 80% das conexões instaladas nas regiões Norte e Nordeste”.

Nos últimos 100 dias, 159 obras turísticas foram concluídas em todo o país, com o investimento de aproximadamente R$ 110 milhões. “Foi facilitado o acesso a crédito e adiamento de pagamentos para empresas do setor com dificuldades financeiras por conta do novo coronavírus. Houve aumento do limite para os financiamentos de obras civis para implantação, ampliação, modernização e reforma de empreendimentos turísticos”, diz a nota.

Fonte: Blog do BG

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POLÍTICO DE CENTRO-DIREITA, GUILLERMO LASSO OCUPARÁ A PRESIDÊNCIA DO EQUADOR POR QUATRO ANOS

Guillermo Lasso toma posse como novo presidente do Equador

Cerimônia de posse do empresário que terá mandato de quatro anos conta com a presença de Jair Bolsonaro e outro líderes

INTERNACIONAL

Do R7

Guillermo Lasso ocupará a presidência do Equador por quatro anos

EFE/ JOSÉ JÁCOME

O empresário, banqueiro e político de centro-direita Guillermo Lasso tomou posse nesta segunda-feira (24) como novo presidente do Equador para os próximos quatro anos, durante uma cerimônia realizada na Assembleia Nacional, em Quito, com a presença de autoridades de vários países amigos.

O juramento foi feito pela presidente da Assembleia Nacional, Guadalupe Llori, que também entregou a Lasso a faixa presidencial e o Grande Colar da Ordem Nacional ao Mérito, a mais alta condecoração do Estado equatoriano.

Fonte: R7
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DEZ DIAS APÓS TER SIDO ANUNCIADA SECRETÁRIA DE ENFRENTAMENTO À COVID-19 DEIXA O CARGO

 

Secretária de Enfrentamento à Covid-19 deixa cargo 10 dias após ser anunciada

Ministério da Saúde confirmou que Luana Araújo não exercerá a posição e que busca outra pessoa com “perfil profissional semelhante”

Anna Satie, da CNN em São Paulo
 Atualizado 22 de maio de 2021 às 19:17
Secretária de Enfrentamento à Covid-19 deixa cargo 10 dias após ser anunciada

Ministério da Saúde confirmou neste sábado (22) que a secretária extraordinária de Enfrentamento à Covid-19, a infectologista Luana Araújo, não exercerá o cargo, dez dias após ter sido anunciada.

De acordo com nota, a pasta busca outro nome com “perfil profissional semelhante: técnico e baseado em evidências científicas”.

“A pasta agradece à profissional pelos serviços prestados e deseja sucesso na sua trajetória”, diz o comunicado.

Araújo foi anunciada no último dia 12 pelo ministro Marcelo Queiroga durante o lançamento da campanha de conscientização sobre medidas preventivas e vacinação contra Covid-19. A secretaria foi criada no dia anterior para centralizar as ações de combate à pandemia.

Em publicação no LinkedIn, a médica agradeceu a Queiroga pela oportunidade e diz deixar o cargo “pela porta da frente”. Ela não compartilhou o motivo da saída.

“Neste curto período de atuação, ainda que sem nomeação oficial, pude desenvolver trabalhos em várias frentes, incluindo o plano de testagem agora apresentado pelo Ministro da Saúde”, escreveu.

“Saio desta experiência como entrei: pela porta da frente, com a consciência e o coração tranquilos, ciente de que neste curto período entreguei o melhor da minha capacidade de acordo com os princípios que tenho como profissional especialista na área: ética, cientificidade, agilidade, eficiência, empatia e assistência”.

Fonte: CNN

 

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BRUNO COVAS DECIDE SE LICENCIAR POR 30 DIAS DO CARGO DE PREFEITO PARA TRATAMENTO CONTRA O CÂNCER

Com câncer, Bruno Covas decide se licenciar do cargo de prefeito de São Paulo

O vice-prefeito Ricardo Nunes (MDB) assumirá a prefeitura da capital paulista após autorização da Câmara Municipal

Caio Junqueira

Por Caio Junqueira, CNN  

 Atualizado 02 de maio de 2021 às 18:54

Bruno Covas decide se licenciar do cargo de prefeito por 30 dias para tratar câncer | Jovem Pan

Com câncer no sistema digestivo, Bruno Covas (PSDB) irá se licenciar do cargo de prefeito de São Paulo por 30 dias para realizar o tratamento contra a doença. A informação foi confirmada à CNN pelo vice-prefeito Ricardo Nunes (MDB).

Em nota, a prefeitura de São Paulo afirmou que o tucano precisará se dedicar integralmente ao tratamento de novos focos da doença, o que “não será compatível com as suas responsabilidades e compromisso com a cidade e os paulistanos”.  O ofício com o pedido de afastamento será enviado nesta segunda-feira (3).

Para a mudança da chefia da capital, é preciso que seja aprovado um projeto de lei na Câmara Municipal de São Paulo. Ricardo Nunes afirmou que enviará ao presidente da Casa, Milton Leite (DEM), o pedido para que a licença de 30 dias de Covas seja a partir de terça-feira (4).

O presidente da Câmara Municipal, Milton Leite (DEM), informou que assim que notificado dará publicidade ao pedido de licença médica e comunicará o vice-prefeito que passa a responder pelo comando da cidade. Segundo Leite, o processo é meramente formal, não havendo necessidade de qualquer tipo de aprovação pela Casa.

Nunes disse que conversou com o prefeito Bruno Covas, que informou estar seguindo uma orientação médica para que fique em repouso.

Tratamento e internação

Na última terça-feira (27), Bruno Covas, que tem 40 anos, recebeu alta hospitalar após internação no hospital Sírio-Libanês. Segundo o boletim médico, ele recebeu tratamento quimioterápico e imunoterápico, ambos “bem tolerados”.

Com a liberação do hospital, Covas prossegue com aplicações dos tratamentos com duração de 48 horas a cada duas semanas, informou o boletim.

Em post feito no Instagram, Bruno Covas publicou o boletim médico de sua alta. “Partiu casa! Mais uma vitória entre muitas batalhas. Agradeço a todos pelas rezas, orações e pensamentos positivos. O tratamento continua. O carinho e força que recebi durante todos esses dias são essenciais para continuar lutando e acreditando”, escreveu na publicação.

Quando foi internado pela última vez, a equipe médica encontrou novos pontos de câncer em Covas, que desde 2019 foi diagnosticado com a doença no trato digestivo. No dia 21 de abril, os médicos informaram que o prefeito apresentou também acúmulo de líquidos nos pulmões e no fígado.

No dia 16 de abril, o prefeito também usou as redes sociais para comentar o boletim médico em que foi revelado que ele apresenta novos pontos de câncer no fígado e nos ossos.

“Abaixar a cabeça!? De jeito nenhum. Vou seguir lutando. Ainda tenho muito trabalho a fazer. Obrigado a todos pelo carinho de sempre. Rezas, orações, pensamentos positivos que recebo de todos os cantos me fazem mais forte nessa batalha. #forçafocoefé”, escreveu Covas, no Instagram.

Fonte: R7

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A PEDIDO DO PRESIDENTE BOLSONARO, PAZUELLO DEVE GANHAR CARGO NO PALÁCIO DO PLANALTO

Ex-ministro da Saúde, Pazuello deve assumir cargo no Palácio do Planalto

Apesar de ter demitido Pazuello do cargo de ministro, o presidente indicou que deseja mantê-lo por perto

Renata Agostini
Por Renata Agostini, CNN  
 Atualizado 18 de abril de 2021 às 17:16
O presidente Jair Bolsonaro e o ministro da Saúde Eduardo PazuelloBolsonaro determinou à equipe que encontrasse um espaço para abrigar no governo o general Foto: Carolina Antunes/PR (16.set.2020)

A pedido do presidente Jair Bolsonaro (sem partido), o ex-ministro da Saúde Eduardo Pazuello deve ganhar um cargo no Palácio do Planalto. Está em discussão alçá-lo ao comando da “Secretaria Especial de Modernização do Estado”, informou à CNN um auxiliar presidencial.

A secretaria é subordinada à Secretaria-Geral da Presidência, comandada por Onyx Lorenzoni. Assumindo o cargo, Pazuello será encarregado, por exemplo, de “formular a política nacional de modernização do Estado” e ainda coordenar a definição de diretrizes para a “transformação digital de serviços públicos”.

Bolsonaro determinou à equipe que encontrasse um espaço para abrigar no governo o general, que deixou o comando da Saúde há quase um mês. Ao entregar o cargo para Marcelo Queiroga, ele se reapresentou ao Exército, já que não chegou a se transferir para a reserva.

Apesar de ter demitido Pazuello do cargo de ministro, o presidente indicou que deseja mantê-lo por perto. O general é alvo de inquérito por causa da crise em Manaus e está na mira do Tribunal de Contas da União (TCU), onde ministros defendem sua responsabilização por omissões durante a pandemia.

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QUEIROGA SÓ PODERÁ ASSUMIR O MINISTÉRIO DA SAÚDE QUANDO DEIXAR O CARGO DE SÓCIO-ADMINISTRADOR EM EMPRESA DE SERVIÇOS MÉDICOS

Cargo em empresa retarda posse de Queiroga no Ministério da Saúde

A equipe de Jair Bolsonaro esqueceu-se de checar se Queiroga constava como administrador de alguma empresa na Receita Federal

Fernando Molica

Por Fernando Molica, CNN  

Atualizado 20 de março de 2021 às 15:26

O cardiologista Marcelo Queiroga, indicado para ser o novo ministro da SaúdeO cardiologista Marcelo Queiroga, indicado para ser o novo ministro da SaúdeFoto: Fábio Rodrigues Pozzebom/Agência Brasil

Anunciado, no último dia 15, como futuro ministro da Saúde, o médico Marcelo Queiroga só poderá assumir o cargo quando deixar a função de sócio-administrador de uma empresa de serviços médicos em João Pessoa (PB), o Cardiocenter – Centro de Diagnóstico e Tratamento das Doenças Cardíacas.

A lei 8.112, de 1990, proíbe que servidores públicos da União participem “de gerência ou administração de sociedade privada”. Consultado, a advogado Bruno Barata, especialista em direito administrativo, explicou  que ministros de Estado podem ser sócios, mas não administradores de empresas privadas.

Disponível na página da Receita Federal e consultado no fim da manhã deste sábado (20), o CNPJ (Cadastro Nacional da Pessoa Jurídica) do Cardiocenter informa que Queiroga é, entre os 19 sócios da empresa, que funciona no Hospital Alberto Urquiza Wanderley, da Unimed, o único com a função de administrador.

O currículo do futuro ministro, disponível na plataforma LinkedIn, informa que ele é diretor do Cardiocenter e diretor técnico do Serviço de Hemodinâmica e Cardiologia Intervencionista do Hospital Unimed João Pessoa.

Na manhã de sexta (19), a CNN enviou mensagem para o Whatsapp de Queiroga, perguntou se sua condição de sócio-administrador do Cardiocenter estaria atrasando sua posse no ministério e se ele deixaria o cargo na empresa privada. Até o início da tarde deste sábado (20), Queiroga não havia respondido aos questionamentos, também encaminhados à assessoria de imprensa da Sociedade Brasileira de Cardiologia, entidade que o médico preside.

A CNN também entrou em contato com o Ministério da Saúde e, através da assessoria de imprensa, a pasta informou, por telefone, que não responde por Queiroga uma vez que ele ainda não é ministro e que só responderia às perguntas depois da posse do futuro  ministro.

Fonte: CNN

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PRESIDENTE DO BANCO DO BRASIL RENUNCIA AO CARGO

André Brandão renuncia ao cargo de presidente do Banco do Brasil

A saída do executivo acontecerá no dia 1º de abril, após seis meses à frente da instituição

Natália Flach, do CNN Brasil Business, em São Paulo

 Atualizado 18 de março de 2021 às 20:37

O novo presidente do Banco do Brasil, André Brandão

O presidente do Banco do Brasil, André Brandão, renunciou ao cargo nesta quinta-feira (18). A saída do executivo acontecerá no dia 1º de abril, apenas seis meses após ter assumido o comando da instituição, de acordo com fato relevante publicado na Comissão de Valores Mobiliários.

Segundo o documento, Brandão entregou a renúncia ao presidente Jair Bolsonaro, ao ministro da Economia, Paulo Guedes, e ao presidente do conselho do BB, Hélio Lima Magalhães.

nome escolhido pelo governo para substituir Brandão no cargo é Fausto de Andrade Ribeiro, presidente da BB Administradora de Consórcios desde setembro de 2020.

As conversas sobre a possível saída de Brandão começaram pouco depois de Bolsonaro anunciar, em suas redes sociais, que haveria troca no comando da Petrobras, com a saída de Roberto Castello Branco para entrada do general Joaquim Luna e Silva. Na ocasião, o presidente disse “semana que vem tem mais”.

Brandão chegou a reclamar com Guedes de que estaria sem condições para trabalhar diante das especulações sobre sua saída do cargo. Por causa do rumor de mercado, as ações do banco recuaram 5% no dia 26 de fevereiro.

Em janeiro, Bolsonaro já teria tentado demitir Brandão, depois que o BB anunciou um plano de economia que incluía o fechamento de 361 agências e cerca de 5 mil demissões voluntárias.

Dança das cadeiras

Brandão, que é ex-presidente do HSBC, substituiu Rubem Novaes no comando do Banco do Brasil, em setembro do ano passado. Novaes disse, em entrevista à CNN, que saiu por causa dos conflitos políticos de Brasília e por acreditar que o banco precisa de um executivo mais afinado com as inovações tecnológicas necessárias para enfrentar a concorrência das fintechs.

Não me adaptei à cultura de privilégios, compadrio e corrupção de Brasília“, afirmou Novaes.

O executivo teve atritos com o alto escalão do governo e enfrentou dificuldades para levar adiante os planos de privatizar o banco.

Fonte: CNN

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O MINISTRO DA SAÚDE DO PARAGUAI ANUNCIOU QUE DEIXARÁ O CARGO EM MEIO A CRISE NA SAÚDE

Ministro da Saúde paraguaio deixa cargo em meio à crise e críticas

Anúncio da saída de Julio Mazzoleni sai um dia depois dele garantir que não renunciaria ao comando do Ministério

INTERNACIONAL

 Da EFE

Ministro deixa o cargo após crise e críticas sobre condução da pandemia

EFE/ NATHALIA AGUILAR

O ministro da Saúde Pública do Paraguai, Julio Mazzoleni, anunciou nesta sexta-feira (5), após encontro com o presidente, Mario Abdo Benítez, que deixará o cargo em meio a uma crise provocada pela falta de medicamentos nos hospitais públicos do país e às críticas pela gestão da pandemia da covid-19.

“Decidimos em conjunto que eu deixo o cargo do Ministério da Saúde Pública para que possamos gerar a paz necessária para enfrentar este desafio. Tomara que essa decisão sirva para a união do país”, disse o agora ex-titular da pasta, em declaração exibida pela televisão estatal paraguaia.

O anúncio ocorreu após Mazzoleni, ontem, ter garantido durante entrevista coletiva que não renunciaria, após pedido formal aprovado no Senado.

O ministro foi muito criticado durante a semana por grupos de médicos e outros funcionários do setor da Saúde, que denunciaram a falta de medicamentos e insumos, especialmente, os voltados para pacientes infectados pelo novo coronavírus.

Além disso, o trabalho do Ministério foi contestado diante da demora da chegada das vacinas no Paraguai, que até agora se limitam a 4 mil doses da Sputnik V, que já foram aplicadas em profissionais da Saúde.

Mazzoleni admitiu ontem que não poderia dar as datas exatas para a chegada de mais meio milhão de doses do agente imunizante produzido na Rússia, além de 4,3 milhões de doses que chegarão através do consórcio Covax, criado pela Organização Mundial da Saúde (OMS).

O ministro deixa o cargo no quando o Paraguai contabiliza 164.310 casos de infecção pelo novo coronavírus desde o início da pandemia e 3.256 vítimas da covid-19.

De acordo com informações divulgadas pelo Gabinete da Presidência do Paraguai, o vice-ministro Julio Borba seguirá como ministro interino da Saúde, até a escolha de um sucessor a Mazzoleni.

Fonte: R7

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PRESIDENTE DO INEP, ÓRGÃO RESPONSÁVEL PELO ENEM É EXONERADO DO CARGO

Alexandre Lopes é exonerado da presidência do Inep, órgão responsável pelo Enem

Ato publicado no Diário Oficial da União durante a madrugada, assinado pelo ministro-chefe da Casa Civil, exonera Lopes, desde 2019 à frente do Inep

Por Diego Freire, da CNN, em São Paulo

 Atualizado 26 de fevereiro de 2021 às 04:00

Presidente do Inep Alexandre Lopes fala sobre segurança na aplicação do EnemAlexandre Lopes na presidência do Inep (16.jan.2021)Foto: Reprodução / CNN

Em portaria publicada no Diário Oficial da União (DOU) desta sexta-feira (26), Alexandre Ribeiro Ferreira Lopes foi exonerado da presidência do Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep), a autarquia federal vinculada ao Ministério da Educação (MEC) responsável pela realização do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) e do Exame Nacional de Desempenho de Estudantes (Enade).

A exoneração foi assinada pelo ministro-chefe da Casa Civil, Walter Braga Netto. Não há, no ato, a nomeação de um substituto.

Na mesma edição, foi publicada a exoneração do chefe de gabinete da presidência do órgão, Marcelo Silva Pontes, em portaria assinada pelo ministro da Educação, Milton Ribeiro.

Servidor público federal, Alexandre Lopes, é analista de comércio exterior desde 1999. É graduado em Engenharia Química, pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), e em Direito, pela Universidade de Brasília (UnB). Assumiu a presidência do Inep em 20 de maio de 2019.

Após adiamento em virtude da pandemia, o Enem de 2020 começou a ser aplicado em janeiro de 2021, com recordes de abstenções.

O exame, que teve novidades como a implementação do Enem Digital, foi mantido no início do 2021 em meio a pedidos para que as provas fossem novamente postergadas.

Fonte: CNN

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MINISTRO DAS COMUNICAÇÕES DESISTIU DE SE EXONERAR DO CARGO E REASSUMIR MANDATO DE DEPUTADO PARA VOTAR EM ARTHUR LIRA

Faria desiste de exoneração para atender suplente e fazer gesto a evangélicos

Thais Arbex

Por Thais Arbex, CNN  

Atualizado 29 de janeiro de 2021 às 18:47

Fábio Faria (político) – Wikipédia, a enciclopédia livre

O ministro das  Comunicações, Fábio Faria (PSD), desistiu de se exonerar do cargo para reassumir o mandato de deputado na Câmara e votar em Arthur Lira (PP-AL) na disputa pelo comando da Casa.

Para fazer um gesto à bancada evangélica, Faria atendeu a um pedido de sua suplente Carla Dickson (PROS-RN).Dickson, que tem uma relação próxima com o ministro e está na linha de frente da campanha de Lira.

A deputada tem atuado a favor do líder do PP principalmente na bancada evangélica. A CNN apurou que o ministro das Comunicações consultou o presidente Jair Bolsonaro sobre não voltar à Câmara só para participar da eleição.

O mandatário do Palácio do Planalto deu o aval. Nesta manhã, o Diário Oficial da União trouxe a exoneração de dois ministros que são parlamentares do DEM, Tereza Cristina (Agricultura) e Onyx Lorenzoni (Cidadania), para voltarem à Câmara e votarem no líder do PP na eleição da próxima segunda-feira (1º).

A demissão temporária dos ministros acontece em meio ao movimento do Palácio do Planalto para garantir a vitória de Lira na disputa com Baleia Rossi (MDB-SP), o candidato do atual presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ).

Fonte: CNN

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PRIMEIRO MINISTRO DA ITÁLIA RENUNCIOU AO CARGO EM MEIO À PANDEMIA

Entenda a crise política na Itália que levou à renúncia do premiê

Giuseppe Conte perdeu maioria no Senado e tenta formar coalisão para 3º governo. Enquanto isso, outros partidos almejam cargo

INTERNACIONAL

Giovanna Orlando, do R7

Giuseppe Conte renunciou ao cargo de primeiro-ministro em meio à pandemia de covid-19 na Itália
YARA NARDI/REUTERS – 19.1.2020

No meio de uma pandemia e um entrave para conseguir vacinas, a Itália entrou também em uma crise política. Na última terça-feira (26), o primeiro-ministro Giuseppe Conte anunciou que renunciava ao cargo e agora atua como premiê interino do país, enquanto busca uma nova base de apoio no Parlamento para voltar a governar.

“O premiê só é premiê pelo apoio que ele tem no Parlamento e no Senado”, resume o professor de Relações Internacionais da Universidade de São Paulo (USP), Kai Enno Lehmann.

Conte perdeu na semana passada o apoio do Senado italiano depois que o ex-premiê, Matteo Renzi, deixou a coalizão, que garantia maioria absoluta ao primeiro-ministro, por não concordar com a forma como o governo italiano está gerenciando a pandemia e a recessão econômica.

A covid-19 afetou governos, economias e a popularidade de líderes antes queridos pelo mundo, mas Conte havia conseguido se manter estável durante a primeira onda no país. Segundo o professor, a aprovação do premiê chegava a 70%, com discursos sobre a importância do isolamento e distanciamento social e fechamento de comércio não essencial, mas “é difícil sustentar esse discurso por meses”, analisa.

Com uma pandemia que volta ainda pior em novas ondas, a população passou a exigir mais do governo. Atualmente, o país enfrenta imbróglios para conseguir vacinas e pretende processar a farmacêutica AstraZeneca por não entregar as doses prometidas.

Sem maioria, sem governo

Sem a maioria no Senado, Conte perdeu a governabilidade e as chances de aprovar projetos de lei.

Na Itália, não é incomum ouvir que primeiros-ministros renunciaram e tentaram reorganizar a base de apoio. E essa, inclusive, é a segunda vez que Conte faz isso. Em 2019, o premiê perdeu o apoio dos partidos de direita, com quem tinha uma coalizão, e renunciou. Ele voltou ao poder depois de conseguir formar uma maioria com partidos de centro e esquerda. Agora, ele precisa encontrar um caminho para voltar ao poder.

Autoridades na Itália alertam para possível ‘situação descontrolada

“O país tem um histórico de instabilidade entre primeiros-ministros, e apenas Silvio Berlusconi conseguiu terminar o mandato sem renunciar alguma vez desde a Segunda Guerra Mundial”, elucida o professor. Em todos os outros mandatos houve algum tipo de instabilidade que forçou os mandatários a renunciarem.

Até 1994, a Itália tinha um partido comunista muito popular, mas nenhuma sigla queria entrar em coalizão com eles. Com isso, para encontrar uma maioria eram formadas alianças com partidos menores ou o partido cristão democrata em troca de favores, cargos e privilégios, o que criou um sistema instável no país.

Mesmo com reformas políticas, institucionais e no sistema eleitoral, esse sistema continua vigente e a instabilidade nunca foi vencida. “Você pode mudar o sistema, mas quem já está dentro continua sendo quem já era”, diz o professor.

Como fica a Itália?

Conte continua trabalhando como premiê interino, mas não tem poder para tomar decisões que precisem ser votadas. Ele continua buscando apoio para conseguir uma maioria no Senado, o que não deve ser uma tarefa tão difícil, aponta o especialista.

“Ele tem os argumentos, é só usar”, diz. E, de fato, Conte pode tentar argumentar de vários lados para conseguir formar uma base.

De um lado, a pandemia não permite que o poder fique vacante tanto tempo, já que decisões precisam ser tomadas o tempo inteiro para garantir a estabilidade do poder, e a necessidade de negociar com empresas fabricantes de vacinas torna urgente a resolução da crise.

De outro lado, está a possibilidade de o presidente Sergio Mattarella convocar novas eleições caso uma solução interna não seja apresentada, e ninguém, nem os políticos e nem a população, querem uma eleição no momento.

Caso Conte falhe na tarefa de formar um novo governo com maioria no parlamento, “o presidente decide se dá outra chance ou se encarrega essa tarefa a outro político, ou se convoca novas eleições”, explica o especialista.

Até agora, Conte enfrenta dificuldades em organizar o terceiro governo, e Matteo Renzi, do Itália Viva, já está de olho no cargo, além de partidos como o antissemita Movimento 5 Estrelas e o centro-esquerdista Partido Democrático (PD), segundo a Ansa.

Fonte: R7
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APÓS ALEGAÇÕES DE QUE HAVIA RECEBIDO A VACINA ANTES DOS GRUPOS PRIORITÁRIOS, CHEFE DO ESTADO -MAIOR DA ESPANHA RENUNCIA AO CARGO

Chefe do Estado-Maior espanhol renuncia após acusação de furar fila da vacina

Da Reuters

 Atualizado 23 de janeiro de 2021 às 18:23

O chefe do Estado-maior da Espanha, Miguel Angel VillaroyaO chefe do Estado-maior da Espanha, Miguel Angel Villaroya

O chefe do Estado-maior da Espanha renunciou ao cargo neste sábado (23), após as alegações de que havia recebido a vacina contra Covid-19 antes dos grupos prioritários.

A ministra da Defesa, Margarita Robles, pediu explicações ao general Miguel Angel Villaroya, chefe do Estado-Maior de Defesa do país, depois dos relatos da mídia na última sexta-feira (22) sobre a sua vacinação.

Em um comunicado sobre a demissão do general, o Ministério da Defesa indicou, mas não afirmou explicitamente, que Villaroya havia sido vacinado. “O general nunca pretendeu tirar proveito de privilégios injustificáveis que manchariam a imagem das Forças Armadas e colocariam em dúvida a sua honra”, disse.

Ainda de acordo com o órgão, “Villaroya tomou decisões que considerou corretas, mas que prejudicaram a imagem pública das Forças Armadas”.

No início da pandemia, o general comentou na mídia o papel dos militares em ajudar na limpeza dos asilos e no cuidado com os idosos residentes.

Os espanhóis reagiram com indignação à notícia. Outros líderes militares também foram acusados de se vacinarem antes do indicado pelo plano de vacinação do país.

“General Villarroya e outros colegas, meu companheiro tem 67 anos, tem Alzheimer e é cego. Estamos esperando a vacina. Um balconista e uma ex-enfermeira e nós estamos no primeiro grupo. Você é mais importante?” tweetou um usuário com o nome de @ Marcosendra1.

As taxas de infecção em todo o país aumentou desde o final de dezembro. Foram 42.885 novos casos adicionados à contagem na sexta-feira, elevando o número a um total de 2.499.560 casos. Mais 400 novas mortes foram notificadas, contabilizando um total de 55.441 vítimas do vírus.

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POUCAS HORAS ANTES DE DEIXAR O CARGO DONALD TRUMP CONCEDEU CLEMÊNCIA AO EX-ASSESSOR ESTEVE BANNON

Trump concede perdão presidencial ao ex-assessor Steve Bannon

Poucas horas antes de deixar o cargo, presidente perdoou 73 pessoas e reduziu a pena de outras 70

INTERNACIONAL

 Do R7, com Reuters

Ex-assessor é acusado de fraude e chegou a ser preso em agosto de 2020

ANDREW KELLY/ REUTERS / 31.08.2020

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, concedeu clemência ao ex-assessor Steve Bannon como parte de uma onda de indultos e comutações emitidas em suas horas finais no cargo, mas não perdoou a si mesmo, membros de sua família ou o advogado Rudy Giuliani.

Trump deixa o cargo nesta quarta-feira (20), quando Joe Biden é empossado como o próximo presidente do país. Funcionários da Casa Branca argumentaram com Trump que ele não deveria perdoar a si mesmo ou sua família porque pode parecer que eles são culpados de crimes, de acordo com uma fonte familiarizada com a situação.

Bannon, que foi um conselheiro-chave na corrida presidencial de Trump em 2016, foi acusado no ano passado de burlar os partidários do próprio presidente por causa de um esforço para levantar fundos privados para construir o muro do presidente na fronteira EUA-México. Ele se declarou inocente.

“Bannon foi um líder importante no movimento conservador e é conhecido por sua perspicácia política”, disse a Casa Branca em um comunicado. Funcionários da Casa Branca aconselharam Trump a não perdoar Bannon. Os dois homens reacenderam recentemente seu relacionamento, enquanto Trump buscava apoio para suas alegações não comprovadas de fraude eleitoral, disse uma autoridade ligada ao presidente.

Como parte de mais de 140 indultos e comutações, Trump também perdoou Elliott Broidy, um ex-grande arrecadador de fundos para Trump que se confessou culpado no ano passado por violar leis de lobby estrangeiras, e o ex-prefeito de Detroit Kwame Kilpatrick, que cumpria uma pena de prisão de 28 anos em acusações de corrupção.

Os rappers Lil Wayne e Kodak Black, que foram processados por crimes federais com armas, também receberam perdões.

Giuliani, que esteve à frente dos esforços malsucedidos de Trump para derrubar a eleição presidencial de 2020, não foi acusado de um crime, mas os investigadores têm investigado suas atividades na Ucrânia.

Trump foi cassado pela Câmara, liderada pelos democratas, na semana passada, sob a acusação de incitar a invasão do Capitólio dos Estados Unidos em 6 de janeiro por partidários do presidente. Ele pode enfrentar um julgamento no Senado e ser impedido de concorrer à presidência novamente se for condenado.

Fonte: R7
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EM SEUS ÚLTIMOS DIA NO CARGO, TRUMP SE PREPARA PARA EMITIR CERCA DE 100 INDULTOS E COMUTAÇÕES

Trump prepara cerca de 100 perdões presidenciais nos últimos dias de mandato

Por Jeremy Diamond, Kevin Liptak, Jamie Gangel, Pamela Brown e Kaitlan Collins, da CNN

18 de janeiro de 2021 às 00:23

Trump fala a jornalistas antes de viajar ao TexasTrump, que vinha distribuindo indultos e comutações em um ritmo constante antes do Natal, fez uma pausa nos dias que antecederam e logo após os tumultos de 6 de janeiro no Capitólio Foto: Kevin Lamarque/Reuters (12.jan.2021)

O presidente Donald Trump está se preparando para emitir cerca de 100 indultos e comutações em seu último dia completo no cargo na terça-feira (19), de acordo com três fontes da CNN americana próximas à Casa Branca. O último grande lote de ações de clemência que inclui criminosos de colarinho branco, rappers famosos e outros.

A partir de agora, porém, não se espera que os perdões incluam o próprio Trump.

A Casa Branca realizou uma reunião no domingo para finalizar a lista de indultos, disseram duas fontes.

Trump, que vinha distribuindo indultos e comutações em um ritmo constante antes do Natal, fez uma pausa nos dias que antecederam e logo após os tumultos de 6 de janeiro no Capitólio dos Estados Unidos, de acordo com autoridades.

Os assessores disseram que Trump estava singularmente focado na contagem do Colégio Eleitoral nos dias anteriores, impedindo-o de tomar decisões finais sobre indultos. Funcionários da Casa Branca esperavam que eles fossem retomados após 6 de janeiro, mas Trump recuou depois de ser acusado de incitar os distúrbios.

Inicialmente, dois lotes principais estavam prontos para lançamento, um no final da semana passada e um na terça-feira. Agora, as autoridades esperam que o último lote seja o único – a menos que Trump decida no último minuto conceder perdões a aliados controversos, membros de sua família ou a si mesmo.

Espera-se que o lote final de ações de clemência inclua uma mistura de perdões voltados para a reforma da justiça criminal e outros mais controversos garantidos ou concedidos a aliados políticos.

Os perdões são um dos vários itens que Trump deve concluir antes que sua presidência termine nesta semana.

Os distúrbios de 6 de janeiro que levaram ao segundo impeachment de Trump complicaram seu desejo de perdoar a si mesmo, a seus filhos e ao advogado pessoal Rudy Giuliani. A esta altura, os assessores não acham que ele o fará, mas alertam que apenas Trump sabe o que fará com sua última parcela do poder presidencial antes de deixar oficialmente o cargo em 20 de janeiro.

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FLÁVIO BOLSONARO RENUNCIOU O CARGO DE TERCEIRO -SECRETÁRIO DA MESA DIRETOTA DO SENADO

Flávio Bolsonaro renuncia a cargo na Mesa Diretora do Senado

 POLÍTICA

Flávio Bolsonaro renuncia a cargo na Mesa Diretora do Senado - Jornal MidiamaxO senador Flávio Bolsonaro (Republicanos-RJ), filho mais velho do presidente da República, renunciou ao cargo de terceiro-secretário da Mesa Diretora do Senado.

A informação foi confirmada nesta segunda-feira (21) pela assessoria de imprensa do senador, que não havia informado o motivo da renúncia até a publicação desta reportagem.

Flávio Bolsonaro encaminhou no dia 11 deste mês um ofício ao presidente da Casa, o senador Davi Alcolumbre (DEM-AP,) informando que não iria mais ocupar o cargo a partir do dia 14.

A renúncia do senador pelo Rio de Janeiro acontece pouco mais de um mês antes das eleições que vão decidir a sucessão na presidência do Senado, além da renovação da Mesa Diretora.

Alcolumbre vem se reunindo com o presidente Jair Bolsonaro (sem partido) em busca de apoio para um indicado seu para a presidência do Senado.

O atual presidente da Casa saiu em defesa de Flávio em determinados momentos, quando a investigação do Ministério Público sobre o esquema das rachadinhas começou a ganhar força.

Em dezembro do ano passado, Alcolumbre havia dito que o filho 01 do presidente era “bem intencionado” e que não devia ser enquadrado pelo Conselho de Ética pois as acusações se referiam ao período anterior a seu mandato no Senado.

No início de novembro deste ano, Flávio Bolsonaro foi denunciado pelo Ministério Público do Rio de Janeiro sob acusação de liderar uma organização criminosa para recolher parte do salário de seus ex-funcionários em benefício próprio.

A denúncia, apresentada ao Órgão Especial do Tribunal de Justiça, se refere à suposta “rachadinha” em seu antigo gabinete na Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro, onde exerceu o mandato de fevereiro de 2003 a janeiro de 2019.

A cada nova denúncia e acusação, cresce a pressão, principalmente por parte de partidos de oposição, pela instauração de um processo no Conselho de Ética no Senado, o que ainda não aconteceu.

Fonte: Blog do BG

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INDICAÇÃO DE DIPLOMATA PARA CARGO EM GENEBRA É REJEITADO PELO SENADO

Senado rejeita indicação de diplomata para cargo em Genebra

Nome de Fabio Mendes Marzano para o cargo de delegado permanente do Brasil em Genebra foi rejeitado por 37 parlamentares

BRASIL

por Reuters

Indicação havia sido aprovada por comissão na Casa

Edilson Rodrigues/Agência Senado

O Senado rejeitou, nesta terça-feira (15), a indicação do diplomata Fabio Mendes Marzano para o cargo de delegado permanente do Brasil em Genebra, em votação com placar de 37 votos contrários e 9 favoráveis, além de uma abstenção.

Marzano, que é formado pelo IME (Instituto Militar de Engenharia), ocupa atualmente o cargo de secretário de Assuntos de Soberania Nacional e Cidadania do Itamaraty, tendo servido nas embaixadas da Espanha, do Peru, da Venezuela e dos Estados Unidos e na Delegação do Brasil junto à Unesco, além de ter sido chefe da Assessoria de Assuntos Internacionais do STF (Supremo Tribunal Federal), segundo a Agência Senado.

diplomata fora aprovado para o cargo em Genebra em sabatina na Comissão de Relações Exteriores do Senado, mas acabou sendo rejeitado na votação realizada no plenário da Casa.

Durante a sabatina, Marzano fora questionado pela senadora Kátia Abreu (PP-TO) sobre seu posicionamento quanto ao Acordo Mercosul-União Europeia e até que ponto a questão ambiental interfere como barreira criada pelos produtores rurais da Europa para que o tratado não ocorra, mas não respondeu.

A senadora protestou, dizendo que o fato de um indicado a embaixador em Genebra se recusar a comentar os temas apontados pelos senadores é “lamentável e envergonha o Itamaraty, o Senado e o Brasil”. A senadora acrescentou que o Itamaraty está virando “uma casa dos terrores”, onde os embaixadores estão impedidos de expressar suas opiniões.

Fonte: R7
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TRUMP ANUNCIA QUE DEIXARÁ O CARGO O PROCURADOR-GERAL DOS EUA

 

Procurador-geral dos EUA deixará o cargo, anuncia Trump

Destino de Barr estava em questão desde que ele disse não ter encontrado sinal de fraude nas eleições de novembro, contradizendo Trump

INTERNACIONAL

Do R7, com Reuters

Bill Barr negou fraudes na eleição de 2020

John Amis – 21.09.2020/EFE

Em postagem na noite desta segunda-feira (14), o presidente dos EUA, Donald Trump, anunciou que o procurador-geral William Barr deixará o cargo pouco antes do Natal e o procurador-geral adjunto, Jeff Rosen, se tornará o procurador-geral interino

“Tive uma reunião muito agradável com o procurador-geral Bill Barr na Casa Branca. Nosso relacionamento tem sido muito bom, ele tem feito um excelente trabalho! De acordo com a carta, Bill partirá pouco antes do Natal para passar as férias com sua família. O procurador-geral adjunto Jeff Rosen, uma pessoa notável, será o procurador-geral interino. O altamente respeitado Richard Donoghue assumirá as funções de procurador-geral adjunto. Obrigado a todos!”, escreveu Trump em sua conta no Twitter.

Barr, em uma carta a Trump vista pela agência Reuters, disse que deixaria seu posto em 23 de dezembro. A carta foi enviada logo após Barr ter informado o presidente sobre a revisão do Departamento de Justiça das alegações da campanha de Trump de fraude eleitoral na eleição de 2020. Nele, Barr prometeu que as alegações “continuariam a ser perseguidas”.

Na carta, Barr também elogiou o que chamou de recorde histórico de Trump, dizendo que ele ajudou a impulsionar a economia, fortalecer os militares e conter a imigração ilegal.

O destino de Barr nos últimos dias da administração Trump estava em questão desde que ele disse na semana passada que uma investigação do Departamento de Justiça não encontrou nenhum sinal de fraude nas eleições de novembro, contradizendo as alegações do presidente. A equipe jurídica de Trump acusou Barr de não conduzir um inquérito adequado.

 

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COM RENÚNCIA DO MINISTRO DO INTERIOR, GOVERNO PERUANO TEM PRIMEIRA BAIXA

Governo peruano tem 1ª baixa com renuncia do ministro do Interior

Rubén Vargas permaneceu apenas 14 dias no cargo em meio a um contexto de mal-estar entre ex-comandantes militares e policiais

INTERNACIONAL

Da AFP

Presidente do Peru, Francisco Sagasti

REUTERS/Sebastian Castaneda – 19.11.2020

O ministro peruano do Interior, Rubén Vargas, renunciou nesta quarta-feira (2), após receber criticas por uma reforma policial, tornando-se a primeira baixa do novo governo de Francisco Sagasti.

Vargas permaneceu apenas 14 dias no cargo e entregou sua carta de renúncia à presidente do Conselho de Ministros, Violeta Bermúdez, após ser duramente questionado pela oposição parlamentar e pela imprensa por causa de uma proposta de reforma do chefe da polícia e outros 17 generais como parte de uma renovação institucional.

Francisco Rafael Sagasti é o terceiro presidente do Peru em uma semana

“Apresento ao seu gabinete minha renúncia imediata como titular do Ministério do Interior. Somos totalmente conscientes de que esta gestão para melhorar nossa Polícia Nacional do Peru não se esgota com a designação de um ministro”, escreveu Vargas em carta difundida por jornalistas nas redes sociais.

O Congesso preparava um pedido de interpelação, seguido de uma eventual censura nos próximos dias.

Em sua carta, Vargas defendeu as demissões da cúpula policial e ressaltou que ocorreram para que a polícia recuperasse a confiança da cidadania.

A renúncia ocorre em um contexto de mal-estar entre ex-comandantes militares e policiais pela forma como o governo pretende reformar a polícia.

A isto se soma o boato de uma greve da polícia em repúdio à medida e denúncias de corrupção.

Vargas é o sexto ministro do Interior do Peru de 2020, um reflexo da crise institucional que o país atravessa.

A covid-19 atingiu de forma notável a polícia: mais de 500 agentes morreram e 33.700 se contagiaram, segundo cifras oficiais.

O presidente Sagasti ordenou em 24 de novembro uma reforma policial para a qual nomeou um novo chefe na instituição e deu baixa a 18 generais.

As mudanças foram apresentadas como reação à violenta repressão contra manifestantes, que deixou dois jovens mortos e mais de uma centena de feridos durante os protestos de 14 de novembro contra o governo de Manuel Merino, que durou apenas cinco dias.

O ministro demissionário tinha assumido a pasta em 19 de novembro e o presidente Sagasti lhe tinha ratificado sua confiança no domingo, descartando uma renúncia.

“Não estamos para entradas, saídas, nem jogos de xadrez em um momento tão crítico por um grupo de oficiais inconformados, a maioria dos quais é questionada”, disse o presidente em entrevista a quatro emissoras de televisão.

Fonte: R7

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JANET YELLEN É ANUNCIADA POR BIDEN COMO PRÓXIMA SECRETÁRIADO TESOURO

 

Biden anuncia Janet Yellen como próxima secretária do Tesouro

Presidente eleito, que só assume cargo em janeiro de 2021, está montando equipe. Na última semana, ele anunciou nomes para política externa

INTERNACIONAL

Da EFE

Janet Yellen será nova secretária do Tesouro

Christopher Aluka Berry/Reuters – 4.1.2019

O democrata Joe Biden, virtual vencedor das eleições presidenciais dos Estados Unidos, anunciou nesta segunda-feira os membros de sua eventual equipe econômica na Casa Branca, entre eles Janet Yellen como secretária do Tesouro.

Como secretário adjunto do Departamento do Tesouro, Biden escolheu Wally Adeyemo. A equipe econômica ainda conta com Neera Tanden, como diretora do Escritório de Administração e Orçamento; Cecilia Rouse, como presidente do Conselho de Assessores Econômicos; e Jared Bernstein e Heather Boushey, como membros do Conselho de Assessores Econômicos.

Se confirmada pelo Senado, Yellen será a primeira mulher a dirigir o Departamento do Tesouro em seus 231 anos de história, e também a primeira pessoa a também ter exercido ao longo da carreira a presidência do Conselho de Assessores Econômicos e do Federal Reserve (Fed, banco central).

Como secretária do Tesouro, ela será responsável por liderar o trabalho do futuro governo na recuperação econômica da crise causada pela pandemia do novo coronavírus, que deixou milhões de pessoas desempregadas.

Como presidente do Fed entre 2014 e 2018, ela se destacou, entre outras fatores, por prestar mais atenção do que de costume à função de promover um mercado de trabalho forte, além de manter a inflação, o que rendeu críticas de republicanos que consideravam que ela estava passando dos limites.

Junto a Yellen no Tesouro estará Adeyemo, especialista em política macroeconômica e proteção ao consumidor com vasta experiência em segurança nacional.

Além de Yellen, Tanden também pode marcar época ao ser confirmada como diretora do Escritório de Administração e Orçamento, tornando-se a primeira mulher de origem indiana a liderar o departamento.

Até então presidente e diretora executiva do think thank Center for American Progress, Tanden foi escolhida por Biden para chefiar um escritório responsável pelos gastos e planos políticos do governo, desde a elaboração de propostas orçamentárias da Casa Branca até a redação de iniciativas de políticas nacionais e a aprovação dos testemunhos da maioria dos funcionários do governo perante o Congresso.

A seleção de Rouse também marca outra nomeação sem precedentes, e que também deve ser aprovada pelo Senado. Ela pode se tornar a primeira negra a dirigir o Conselho de Assessores Econômicos em seus 74 anos de história.

Rouse é economista e decana da Escola de Assuntos Públicos e Internacionais da Universidade de Princeton, e já foi membro do órgão que agora poderá comandar.

Bernstein e Boushey, escolhidos para o Conselho de Assessores Econômicos, foram, respectivamente, economista-chefe nos primeiros anos de mandato de Barack Obama, e cofundador do Washington Center for Equitable Growth.

 

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SERGIO MORO ASSUMIRÁ O CARGO DE DIRETOR NO BRASIL DA CONSULTORIA AMERICANA ALVAREZ & MARSAL

Sergio Moro é contratado como diretor de consultoria americana

 

Renata Agostini

Por Renata Agostini, CNN  

 Atualizado 29 de novembro de 2020 às 21:37

Sergio Moro faz pronunciamento e anuncia demissão do Ministério da Justiça e SegSergio Moro faz pronunciamento e anuncia demissão do Ministério da Justiça e Segurança Pública

 O ex-ministro Sergio Moro americana assume em algumas semanas o cargo de diretor no Brasil da consultora Alvarez & Marsal.

A informação foi confirmada à coluna pelo presidente da empresa no país, Marcelo Gomes.

O ex-juiz da Lava Jato, que deixou a magistratura para ingressar no governo Jair Bolsonaro, vai comandar a área de disputas e investigações da companhia, que tem sede em São Paulo. Ele começa no cargo já em dezembro deste ano.

Moro pediu demissão do posto de ministro da Justiça em abril deste ano. Ele saiu do governo acusando o presidente de tentar interferir politicamente na Polícia Federal.

Fonte: CNN
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EM MEIO A POLÊMICA DE UMA ORDEM ILEGAL PARA SACRIFICAR POPULAÇÃO DE VISONS, MINISTRO DINAMARQUÊS RENUNCIOU AO CARGO

 

Ministro dinamarquês renuncia após polêmica de sacrifício de visons

Mamíferos foram identificados com uma mutação do novo coronavírus que poderia afetar a eficácia das futuras vacinas contra a covid-19

INTERNACIONAL

Da EFE

Mogens Jensen renunciou ao cargo nesta quarta-feira (18)

O ministro de Agricultura e Alimentação da Dinamarça, Mogens Jensen, renunciou ao cargo nesta quarta-feira (18), em meio à polêmica gerada pela emissão de uma ordem ilegal para sacrificar toda a população de visons da Dinamarca, após ter sido identificada nesses animais uma mutação do novo coronavírus que poderia afetar a eficácia das futuras vacinas contra a covid-19.

O governo dinamarquês ordenou no dia 4 o sacrifício dos 15 milhões de visons nas fazendas da Dinamarca, o maior produtor mundial.

No entanto, dias depois, foi descoberto que não havia base legal para a medida, apenas onde havia sido detectado o contágio ou em áreas próximas, mas na terça-feira foi obtido o apoio necessário para a realização de uma reforma que permitisse a ordem.

“Está claro que é absolutamente necessário para mim ter a confiança dos partidos do Parlamento para exercer o meu cargo, e acredito que não tenho mais o apoio requerido. Por isso, sinto que devo apresentar a minha renúncia”, declarou Jensen à emissora televisão pública “DR”.

A renúncia de Jensen já era esperada, após vários partidos de centro e esquerda que dão maioria parlamentar ao governo social-democrata de Mette Frederiksen retiraram sua confiança. A primeira-ministra já havia afirmado várias vezes que a responsabilidade pelo ocorrido era do ministro.

O anúncio veio pouco antes da divulgação de três comunicados internos das autoridades. O primeiro mostra “com clareza” que o Ministério da Alimentação cometer um “erro”, pelo qual Jensen voltou a se desculpar.

Primeiros casos em junho

Os primeiros casos de coronavírus em visons foram detectados em junho. O governo ordenou o sacrifício de todos os animais nas fazendas afetadas, enquanto aumentava as medidas de controle no resto das instalações.

De acordo com reportagens da imprensa dinamarquesa, as autoridades de saúde alertaram em setembro sobre as dificuldades de controlar a propagação da doença nas fazendas e recomendaram o isolamento de criadores e funcionários, mas este conselho não foi seguido.

Somente há duas semanas, quando o Instituto Serológico, o centro de referência para doenças infecciosas, advertiu que algumas das variantes podem afetar as vacinas, o governo ordenou o sacrifício de toda a população de visons.

A reforma legal, que será aprovada nesta semana, proibirá a criação de visons até 31 de dezembro de 2021 e o transporte de espécimes vivos para o país, além de estabelecer o pagamento de 30 coroas dinamarquesas por peça aos criadores que sacrificarem seus visons antes do dia 19, enquanto os partidos políticos continuam a negociar indenizações para os proprietários.

Mais de 200 pessoas foram infectadas com uma das cinco mutações do vírus detectadas nos visons, 12 delas com a chamada “Cluster 5”, que enfraquece a capacidade de criar anticorpos e pode afetar futuras vacinas, mas nenhum caso novo foi detectado em dois meses.

Além do sacrifício dos visons, as autoridades impuseram restrições em sete municípios do norte da Jutlândia, a área mais afetada, incluindo o fechamento de bares e restaurantes e uma recomendação para limitar a circulação.

Fonte: R7

 

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APÓS RENÚNCIA DE EVO MORALES, COMO SERÁ O PRIMEIRO PLEITO NA BOLÍVIA?

Eleições na Bolívia: como será o primeiro pleito após renúncia de Evo Morales?

Sob acusações de fraudes, o ex-presidente deixou o cargo, mas análises posteriores concluíram que auditoria da OEA que colocou a votação em questão estava incorreto. Agora, o partido de Morales chega às novas eleições como favorito

INTERNACIONAL

por 

BBC NEWS BRASIL

A Bolivia teve muitos protestos populares no último ano

Getty Images

Era quase meia-noite de 20 de outubro de 2019, data em que foram realizadas as últimas eleições nacionais da Bolívia, e o país ainda não sabia se Evo Morales permaneceria na Presidência.

Um ano depois do cancelamento daquela polêmica eleição, os bolivianos voltam às urnas neste domingo para decidir quem será o primeiro presidente eleito após os quase 14 anos de governo de Morales e após o mandato interino de Jeanine Áñez.

Morales renunciou em 10 de novembro em meio a uma mobilização social que, somada ao motim de grande parte dos policiais bolivianos e ao pedido de renúncia feito pelas Forças Armadas, acabou por destituí-lo do poder.

Depois um ano marcado pela pandemia do coronavírus, as eleições deste domingo chegam com o partido fundado por Morales, o Movimento pelo Socialismo (MAS), como favorito nas pesquisas, com o candidato Luis Arce Catacora.

Catacora foi Ministro da Economia e Finanças de Morales por quase todo seu mandato (exceto por dois anos devido ao câncer) e lidera as intenções de voto, mas em uma situação bem diferente da época em que a vitória do MAS era garantida com mais de 60% dos votos.

As pesquisas de opinião na Bolívia colocam em segundo lugar Carlos Mesa, ex-presidente e jornalista que, desde 2019, se tornou o maior adversário do MAS. E em terceiro lugar vem Luis Fernando Camacho, conhecido como o “Bolsonaro boliviano” e um dos líderes da revolta que contribuiu para a queda de Morales.

O que aconteceu nas últimas eleições?

Morales renunciou à presidência 21 dias após as eleições do ano passado, em meio a uma onda de protestos de rua acusando-o de fraudes eleitorais.

Uma auditoria realizada pela Organização dos Estados Americanos (OEA) apontou que havia ocorrido irregularidades nas votações e que os resultados não eram confiáveis.

No entanto, a OEA não constatou ocorrência de fraudes, e diversos estudos acadêmicos em 2020 analisaram o método utilizado pela entidade e chegaram à conclusão que as análises da organização estavam incorretas.

No entanto, a auditoria da OEA continua sendo um dos principais argumentos dos detratores de Morales que o acusam de trapacear nas eleições de 2019.

Uma missão de observadores da União Europeia chegou a propor a realização de um segundo turno. Ambos os eventos multiplicaram a suscetibilidade e a crise política da época.

Em 10 de novembro, horas depois dos resultados preliminares dessa auditoria da OEA, Morales renunciou à Presidência, denunciando ter sido vítima de um golpe.

Dois dias depois, Jeanine Áñez assumiu, e sua posse foi endossada pelo Tribunal Constitucional da Bolívia. Menos de 48 horas após a saudação do Palácio do Governo, ela disse à BBC News Mundo, serviço em espanhol da BBC, que seu principal objetivo era convocar novas eleições e que não concorreria nelas.

Porém, em janeiro deste ano, ela tomou uma decisão contrária e decidiu ser candidata, em uma época em que as pesquisas lhe davam altos índices de aprovação.

Áñez acabou renunciando à candidatura no final de setembro, diante do seu fraco desempenho nas pesquisas. Ela disse ter feito isso para que “Evo não voltasse”.

Decisão semelhante foi tomada por dois outros partidos políticos que retiraram suas candidaturas menos de duas semanas antes das eleições.

Durante o governo de transição, foram tomadas decisões que iam além do restabelecimento de um mandato constitucional. Por exemplo, grande parte do serviço diplomático foi alterado, e as relações com países como Cuba e Venezuela foram rompidas.

E as mudanças dos titulares de cargos governamentais foram constantes e não foram livres de escândalos de corrupção.

Foi golpe ou não foi golpe?

Desde a renúncia de Morales, a controvérsia sobre se sua saída foi um golpe ou não está no centro da polarização política no país.

“Golpe” é uma das palavras que o ex-presidente repete com insistência, e seus seguidores o apoiam. Morales agora está na Argentina, depois de ter ido inicialmente para o México e passado por Cuba.

Morales foi encurralado a tal ponto que o anúncio de sua renúncia foi feito no Chapare (centro da Bolívia), onde sempre foi invencível nas urnas.

Com milhares de seus seguidores em estado de alerta, ele afirmou que a Polícia e os militares o abandonaram e garantiu que o golpe contra ele tinha sido bem sucedido.

Poucos dias antes houve um grande motim policial, e nas horas antes de sua queda as Forças Armadas “sugeriram” que ele se afastasse.

A maior central sindical do país também pediu sua renúncia, e os protestos contra ele se mantiveram intensos por três semanas, deixando cidades como La Paz e Santa Cruz paralisadas.

Sebastián Michel, ex-vice-ministro de Morales e agora porta-voz da campanha de Catacora, enumera diferentes razões que ele diz terem resultado no sucesso do que ele chama de golpe contra o ex-presidente.

“Foi uma conspiração política em que subornos foram feitos a comandantes das Forças Armadas e da Polícia Nacional. Não é um golpe de todos os militares, mas de alguns comandantes”, disse ele à BBC News Mundo.

Michel acredita que o ocorrido causou uma perda significativa da legitimidade dos militares perante a sociedade boliviana e que por isso “são repudiados na rua”.

“Um elemento central é que as Forças Armadas não podem pedir a renúncia de um governo. É o mesmo que se você estivesse na rua e um ladrão com uma arma se aproximasse de você e pedisse sua carteira. Quando você a entrega, não é uma transferência voluntária, ele está roubando você”, acrescenta.

O porta-voz inclui entre seus argumentos a polêmica sucessão presidencial que levou Áñez ao poder e as mortes ocorridas nos dias após a renúncia de Morales, que ainda não foram esclarecidas.

‘Recuperação da democracia’

Muito diferente da leitura do porta-voz do partido de Evo Morales é a opinião de Javier Issa, atual vice-ministro do Regime do Interior da Bolívia.

“A sucessão foi constitucional. Em nenhum momento houve golpe. Há renúncias expressas do ex-presidente, do ex-vice-presidente e do ex-presidente do Senado”, diz à BBC News Mundo.

Issa acrescenta que o que aconteceu há um ano foi um ato de “recuperação da democracia”, já que, diz ele, o MAS havia “criado um esquema para governar por muito mais tempo”.

“Não havia independência de poderes quando o senhor Morales era presidente. Todos os poderes e instituições estavam a serviço do caudilho”, afirma.

Issa afirma que durante os 14 anos de governo de Evo, foram “montados” processos contra todos os adversários políticos. “Eles judicializaram a política”, conclui.

Violência

Mais de vinte pessoas morreram nos conflitos sociais que eclodiram após a renúncia de Morales, e o governo Áñez é questionado por isso.

Também ocorreram pelo menos duas mortes antes da renúncia do ex-presidente, mas os organismos internacionais observam uma diferença: as forças de segurança do Estado participaram dos eventos subsequentes.

“Há fortes indícios de uso excessivo e desproporcional da força dos militares e da polícia. Por isso, nosso apelo é esclarecer esses fatos”, disse María José Veramendi, pesquisadora da Anistia Internacional para a América do Sul.

A especialista coordenou uma equipe que fez trabalho de campo junto aos familiares das vítimas, autoridades judiciárias e governamentais. Ela aponta que um decreto presidencial que na época isentava as Forças Armadas de responsabilidade criminal é “uma violação de direito internacional”.

“Infelizmente, no período em que vigorou, ocorreram as mortes”, acrescenta.

Veramendi lembra, no entanto, que também durante o mandato de Morales e seus antecessores também ocorreram violações de direitos humanos.

“Todos devem ser investigados e punidos. Em nosso relatório, afirmamos expressamente que certas ações ocorreram antes das eleições de 20 de outubro de 2019. Por isso, a crise de impunidade no país deve ser enfrentada”, afirma.

E o coronavírus?

Menos de cinco meses depois do terremoto político que atingiu a Bolívia, o coronavírus chegou ao país e mudou tudo.

As eleições para escolher o sucessor de Morales aconteceriam no início de maio, depois foram adiadas para agosto e, finalmente, serão realizadas em 18 de outubro de 2020.

A quarentena e as restrições para evitar contágios significaram um golpe terrível para a economia do país e para a situação financeira dos bolivianos.

A principal reivindicação dos apoiadores de Morales era a realização das eleições o mais rápido possível para “redirecionar o país”. Mas, com a covid-19, a batalha política se concentrou nas responsabilidades pela emergência sanitária.

A atual governo diz que Morales deixou uma herança de pouco investimento em saúde, enquanto apoiadores do ex-presidente dizem que governo Áñez está sendo incompetente no enfrentamento da crise de saúde e da crise econômica.

E agora?

Morales não deixou de ser uma referência na política boliviana e sua influência está longe de desaparecer.

Em uma de suas falas públicas mais recente, ele afirmou que, se seu partido vencer as eleições, “no dia seguinte” ele estará de volta à Bolívia.

Porém, vários dirigentes sindicais e agricultores que acreditam que é hora de virar a página e construir novas lideranças.

Mesmo o candidato de seu partido repete que será ele quem governará a Bolívia em caso de vitória, e não o ex-presidente.

Fonte: R7

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EM MEIO A CRISE POLÍTICA PRESIDENTE DO QUIRGUISTÃO RENUNCIA AO CARGO

 

Presidente do Quirguistão renuncia ao cargo em meio a crise política

Com a saída de Sooronbay Jeenbekov, país será liderado por um governo interino que tem até três meses para realizar novas eleições

INTERNACIONAL

Da EFE

 

Presidente do Quirguistão renuncia ao cargo

Sultan Dosaliev/Serviço de Imprensa da Presidência do
Quirguistão/Divulgação via REUTERS – 4.10.2020

O presidente do Quirguistão, Sooronbay Jeenbekov, apresentou nesta quinta-feira (15) a renúncia do cargo, alegando ser uma tentativa para tirar a antiga república soviética de uma crise política e institucional iniciada após as eleições parlamentares do último dia 4.

“A integridade do país, a unidade da nossa população e a paz na sociedade são tudo para mim. Eu não me apego ao poder, não quero que a história se lembre de mim como o presidente que derramou sangue e atirou nos cidadãos. Por isso, tomei a decisão de renunciar”, disse o mandatário, em declarações veiculadas pela agência de notícias local AKIpress.

De acordo com a Constituição do Quirguistão, o presidente do Parlamento, Kanat Isaev, assumirá a presidência do país de maneira interina até a realização de novas eleições, que precisam acontecer em, no máximo, três meses.

No poder desde novembro de 2017, Jeenbekov já havia anunciado a intenção de entregar o cargo, mas antecipou que só o faria se os deputados aprovassem a formação de um novo governo e se houvesse pacificação nos protestos nas ruas de Biskek, capital do país.

A antiga república soviética, que se tornou independente em 1991, está em grave crise desde o pleito do dia 4, depois que apenas duas forças opositoras conseguiram cadeira no Parlamento, o que gerou acusações de fraude pelos partidos que não superaram a barreira dos 7% os votos, mínima para eleger representantes.

O resultado gerou conflitos nas ruas já no dia seguinte. Até o momento, o saldo dos distúrbios são uma morte e milhares de pessoas feridas.

A Comissão Eleitoral Central do Quirguistão anulou o resultado o dia seguinte à divulgação, mas os protestos não pararam e se intensificaram diante da cobrança de lideranças opositoras de que fosse aberto processo de impeachment do presidente, ou que o próprio líder renunciasse.

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A DEFESA DE WITZEL PEDIU A TOFFOLI O RETORNO DELE AO CARGO ATÉ QUE A DECISÃO SEJA ANALISADA PELA CORTE

Wilson Witzel faz pedido a Dias Toffoli para retornar ao cargo

Da CNN, em São Paulo

 Atualizado 05 de setembro de 2020 às 17:37

Wilson Witzel faz pedido a Dias Toffoli para retornar ao cargo | CNN Brasil

A defesa do governador afastado do Rio de Janeiro, Wilson Witzel (PSC), pediu ao presidente do Supremo Tribunal Federal, ministro Dias Toffoli, o retorno dele ao cargo até que a decisão seja analisada pela corte. Witzel foi afastado em votação do Superior Tribunal de Justiça.

A defesa alega que até agora ele não foi ouvido ainda nessa fase da investigação e cita ainda que é “frágil” o argumento dado pelo ex-secretário de Saúde do Estado, Edmar Santos, em delação premiada, de que teria recebido de Witzel R$ 15 mil.

A defesa diz ainda que “não há nenhuma prova de que ele no mandato estaria atrapalhando as investigações” e quer que ele seja reconduzido ao cargo de governador.

O PSC também pediu que o STF defina como deve ser o rito para o afastamento. O ministro Edson Fachin é o relator e decidiu levar a questão ao plenário, mas ainda não há data. Com isso, Toffoli é quem deve decidir sobre o pedido.

A comissão especial da Assembleia Legislativa do Rio, que analisa o processo de impeachment, tem até o próximo dia 15 para emitir um parecer. A defesa do governador afastado pediu para que 15 testemunhas sejam ouvidas, entre elas, cinco procuradores do Ministério Público Estadual e a subprocuradora Lindora Araújo, responsável pela denúncia.

Wilson Witzel foi afastado do governo do Rio de Janeiro por 180 dias por decisão do Superior Tribunal de Justiça (STJ), após pedido da Procuradoria-Geral da República na Operação Tris In Idem, que investiga irregularidades e desvios na saúde. Ele ainda enfrenta um processo de impeachment na Assembleia Legislativa (Alerj). O então vice-governador Cláudio Castro assumiu o comando do estado.

Fonte: CNN

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ALEGANDO PROBLEMAS DE SAÚDE, PRIMEIRO-MINISTRO DO JAPÃO RENUNCIA O CARGO

 

Primeiro-ministro do Japão renuncia ao cargo por problema de saúde

Shinzo Abe sofre de uma doença intestinal inflamatória e decidiu deixar o governo para continuar o tratamento

INTERNACIONAL

Do R7, com Reuters

Shinzo Abe ocupava o cargo de primeiro-ministro desde 2012

O primeiro-ministro do Japão, Shinzo Abe, renunciou nesta sexta-feira (28) ao cargo devido a problemas de saúde, encerrando um período à frente da terceira maior economia do mundo, durante o qual ele procurou retomar o crescimento, reforçar a defesa e impulsionar seu perfil global.

Em entrevista coletiva, o primeiro-ministro pediu desculpa aos japoneses por não conseguir concluir o mandato e afirmou que não há uma data exata para deixar o cargo.

Abe tem lutado contra a doença colite ulcerosa há anos e duas visitas recentes ao hospital em uma semana levantaram questões sobre se ele poderia permanecer no cargo até o final de seu mandato, em setembro de 2021.

Shinzo Abe não queria causar problemas ao se demitir repentinamente, mas sua condição havia reaparecido e estava em risco de piorar, informou a agência de notícias Jiji.

A renúncia irá desencadear uma corrida pela liderança no Partido Liberal Democrático, e o vencedor deve ser formalmente eleito no parlamento. O novo líder do partido manterá o cargo pelo resto do mandato de Abe.

Quem quer que ganhe a votação do partido provavelmente manterá as políticas de Abe enquanto o Japão luta contra o impacto do novo coronavírus, mas pode ter problemas em repetir a longevidade política de Abe.

Longevidade no cargo

Na segunda-feira (24), Abe, que estava no cargo desde 2012, ultrapassou o recorde de mais longo mandato consecutivo como premiê estabelecido por seu tio-avô Eisaku Sato há meio século.

A renúncia de Abe também ocorre em meio a um ambiente geopolítico incerto, incluindo uma intensificação do confronto entre os Estados Unidos e a China e antes da eleição presidencial dos EUA em novembro.

 

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BRUNO FUNCHAL É O NOVO SUBSTITUTO DE MANSUETO ALMEIDA NA SECRETARIA DO TESOURO NACIONAL

Bruno Funchal é nomeado novo secretário do Tesouro; Mansueto Almeida  deixa  cargo

Diego Freire, da CNN, em São Paulo

 Atualizado 15 de julho de 2020 às 02:52

O diretor de Programas do Ministério da Economia, Bruno FunchalBruno Funchal, nomeado novo secretário do Tesouro Nacional

O economista Bruno Funchal foi nomeado o novo secretário do Tesouro Nacional, em substituição a Mansueto Almeida, que declarou há um mês que deixaria o cargo. A nomeação de Funchal e a exoneração, a pedido, de Mansueto foram publicadas na edição desta quarta-feira (15) do Diário Oficial da União (DOU), em atos assinados pelo ministro-chefe da Casa Civil, Walter Braga Netto.

Ainda em junho, o ministro da Economia Paulo Guedes antecipou que Funchal seria o escolhido para substituir Mansueto.

Ex-secretário da Fazenda do estado do Espírito Santo no governo Paulo Hartung, Funchal até então atuou como diretor de Programas do Ministério da Economia. Ele defende a adoção unificada de critérios fiscais para os entes federativos.

Funchal participou das negociações do plano de ajuda a estados e municípios aprovado no Congresso, quando apoiou a adoção do repasse segundo um critério que estabelecia valor fixo, por entender que isso alinharia os interesses do executivo estadual com a União.

Mansueto: ‘direção do ajuste fiscal não muda’

Após repercussão negativa do mercado com o anúncio de sua saída, Manuseto falou à CNN em junho. Na ocasião, ele se disse cansado e ressaltou que sua saída foi uma decisão difícil em razão do bom relacionamento com Paulo Guedes. Segundo o analista da CNN, Igor Gadelha, ele deve seguir para a iniciativa privada.

Mansueto afirmou que é importante avançar nas reformas tributária e administrativa para conseguir recuperar parte da arrecadação perdida em razão da crise causada pela pandemia do novo coronavírus. “O maior desafio do pós-Covid é avançarmos nas reformas estruturais”, disse ele, citando a complexidade do sistema tributário brasileiro.

Nesta quarta-feira, a Câmara dos Deputados deve retomar os debates sobre a reforma tributária – tema considerado “urgente” pelo presidente da Casa, Rodrigo Maia (DEM-RJ).

O ministro falou também que o investidor não deve se preocupar com a saída dele do cargo e ressaltou a importância de construir viablidade política para avançar nas reformas. “Bom diálogo político acalma investidores”, disse.

Fonte: CNN

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