DESENVOLVIMENTO ESPIRITUAL: CONHEÇA OS REGISTROS AKÁSHICOS OU “LIVRO DA MEMÓRIA DE DEUS”

Na Live desta sexta-feira com a psicóloga e especialista em Constelação Familiar Selma Rodrigues, ao ser perguntado sobre o meu conceito de “Evolução”, afirmei com muita convicção que não há de se falar em evolução da consciência humana sem imaginarmos e/ou acreditarmos que a Consciência é única e permanente, que sempre existiu e sempre existirá, que está numa caminhada evolutiva e que o invólucro ao qual estamos envolvidos nada mais é do que casulos emprestados a essa consciência em cada fase de sua evolução. Essa caminhada evolutiva é registrada passo a passo. Portanto, não há de se falar em evolução sem falar de reencarnação. O texto a seguir, do extraordinário Edgard Cayce, explica como é feito esse registro através dos “Registros Akáshicos”. Convido você a ler e entender!

EDGAR CAYCE NOS REGISTROS AKÁSHICOS

 

Quando questionado sobre a fonte de suas informações, Edgar Cayce respondeu que havia essencialmente dois. O primeiro era o subconsciente do indivíduo para quem ele estava fazendo a leitura e o segundo eram os Registros Akáshicos.

Os Registros Akáshicos, também conhecidos como “O Livro da Vida” ou “Livro da Memória de Deus”, podem ser comparados ao sistema de supercomputador do universo – ou talvez o que hoje seria chamado de computação em nuvem. Eles são o depósito central de todos informações para cada pessoa que já viveu na Terra. Esses registros contêm todos os nossos pensamentos, ações, palavras, sentimentos e intenções. Eles têm uma enorme influência em nossa vida cotidiana, nossos relacionamentos, nossos sentimentos, nossos sistemas de crenças e as realidades potenciais que atraímos para nós. Edgar Cayce referiu-se aos registros da seguinte maneira:

Sobre o tempo e o espaço estão escritos os pensamentos, as ações, as atividades de uma entidade – como nas relações com seus arredores, sua influência hereditária; conforme direcionado – ou julgamento elaborado por ou de acordo com o que é o ideal da entidade. Consequentemente, como tem sido frequentemente chamado, o registro é o livro de recordações de Deus; e cada entidade, cada alma – como as atividades de um único dia de uma entidade no mundo material – faz o mesmo bom ou mau ou indiferente, dependendo da aplicação do eu da entidade …

– Edgar Cayce Reading 1650-1

Quando Cayce acessou os Registros Akáshicos de um indivíduo, ele teve a capacidade de selecionar as informações que seriam de maior ajuda para aquela pessoa naquele momento específico de sua vida. Frequentemente, uma leitura pode sugerir que apenas uma seleção do material disponível estava sendo fornecida, mas que o indivíduo estava recebendo aquilo que seria “mais útil e esperançoso”.

Ao discutir o Livro da Vida, ele afirmou que era, “O registro de Deus, de ti, da tua alma interior e do conhecimento da mesma.” (281-33) Quando questionado sobre a diferença entre o Livro da Vida e os Registros Akáshicos, ele explicou:

P. [O que significa] O Livro da Vida?
A. O registro que a própria entidade individual escreve sobre a meada de tempo e espaço, por meio da paciência – e é aberto quando o eu está sintonizado com o infinito, e pode ser lido por aqueles que estão em sintonia com essa consciência …
P. O Livro das Lembranças de Deus ?
A. Este é o Livro da Vida.
P. Os Registros Akáshicos?
A. Aquelas feitas pelo indivíduo, conforme indicado.

– Edgar Cayce Reading 2533-8

Cayce indicou que esses registros são mais do que apenas um depósito do passado quando afirmou:

Sim, temos o corpo aqui, e o registro como foi feito e como pode ser feito com a vontade quando exercida, e a condição independente da influência ou efeito da vontade que foi criada. Temos condições que poderiam ter sido, que são, e que podem ser. Não confunda ou cruze os três propósitos de nenhum dos dois.

– Edgar Cayce lendo 304-5

Por que e como nossas vidas são afetadas pelos Registros Akáshicos? Esses registros conectam cada um de nós uns aos outros. Eles contêm a essência de cada símbolo arquetípico ou história mítica que já tocou profundamente os padrões de comportamento e experiência humanos. Eles têm sido a inspiração para sonhos e invenções. Eles nos atraem ou nos repelem uns dos outros. Eles moldam e dão forma aos níveis de consciência humana. Eles são uma porção da Mente Divina. Eles são o juiz imparcial e o júri que tentam orientar, educar e transformar cada indivíduo para se tornar o melhor que pode ser. Eles incorporam uma gama em constante mudança de futuros possíveis que são colocados em potencial à medida que interagimos e respondemos às circunstâncias de nossas vidas.

As leituras de Cayce sugerem que cada um de nós escreve a história de nossas vidas por meio de nossos pensamentos, nossas ações e nossas interações com o resto da criação. Esta informação tem um efeito sobre nós aqui e agora. Na verdade, os Registros Akáshicos têm um impacto tão grande em nossas vidas e nos potenciais e probabilidades que atraímos para nós que qualquer exploração deles não pode ajudar, mas nos fornece insights sobre a nossa natureza e nosso relacionamento com o universo.

Há muito mais coisas em nossas vidas, nossas histórias e nossa influência individual sobre nossos amanhãs do que talvez tenhamos ousado imaginar. Ao acessar as informações dos Registros Akáshicos, o banco de dados do computador do universo, muito pode ser revelado para nós. O mundo como o percebemos coletivamente é apenas uma sombra tênue da realidade.

Saiba mais sobre os Registros Akáshicos de Edgar Cayce nos Registros Akáshicos  de Kevin J. Todeschi.

Fonte: EdgardCayce.org

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AUTOCONHECIMENTO: A AVENTURA DE SER HUMANO CONFIRMA QUE ESTAMOS AQUI NUMACAMINHADA EVOLUTIVA

O site Trabalhadores da Luz é uma das ricas fontes de informações sobre AUTOCONHECIMENTO, aqui no Blog do Saber. Apesar disso publico muito pouco conteúdo desse maravilhoso site, pois tenho consciência de que a maioria dos leitores desse blog ainda não estão preparados para assimilar positivamente as revelações dos mentores desse respeitável e sábio site. Entretanto, é muito fácil perceber quando um determinado artigo e/ou mensagem tem o poder de provocar o interesse e a compreensão desse público tão carente do despertar da consciência. O texto de deste sábado, nesta coluna, “A aventura de ser um um humano”, na minha percepção, conecta com o leitor desse blog, pois explica muito realisticamente o que é 3ª,4ª e 5ª dimensões. Outros textos e artigos que publiquei aqui sobre esse tema não tiveram o esclarecimento e clareza que o texto a seguir tem. Portanto, convido você, que está interessa em expandir sua consciência a ler na integra esse texto esclarecedor! 

A aventura de ser um Humano

Mensagem de 15 de Março de 2021

Há milhares de anos, a humanidade tomou uma decisão: uma decisão de viver com um sentimento de separação interior. Naquela época, os espíritos tinham se cansado de encarnar como espíritos plenamente conscientes no mundo físico. Eles queriam mais desafios na vida.. Eles queriam transformar a vida em um mistério, uma verdadeira experiência humana, independente e verdadeira, e não apenas uma extensão do espírito na matéria.

Tenham em mente que, no estado natural da vida espiritual, como espíritos livres nos reinos mentais, há bem poucas limitações.

As pessoas podem manifestar qualquer coisa que elas precisem, deslocar-se instantaneamente no espaço, mudar para uma posição diferente no tempo, tudo na velocidade do pensamento. Nos reinos mentais, as pessoas podem visitar os amigos ou acompanhá-los, explorando o universo, tudo através do poder do pensamento. É por isto que eles são chamados de reinos mentais..

Para ser mais específico, os reinos mentais existem na consciência da quinta dimensão e são o domínio de sua alma ou do seu ser interior.

Entre o mundo físico da terceira dimensão e o reino da quinta dimensão do seu ser interior se encontra o reino espiritual ou astral da quarta dimensão, habitado por pessoas no início das principais etapas da vida após a morte. Nos estágios finais da vida após a morte, as pessoas entram na quinta dimensão para considerarem as suas opções para uma maior experiência.

A encarnação física é sempre voluntária. Nada obriga uma alma a encarnar em outra vida física. É sempre uma decisão a um nível pessoal e do grupo de alma, se retornam à vida física na Terra.

Há milhares de anos, a experiência física era uma extensão plenamente consciente do espírito na matéria. As pessoas sabiam que elas estavam como espíritos, conectadas aos seus eus internos e ao universo como um todo..

“E se”, elas disseram, “viéssemos à existência física e não soubéssemos quem nós éramos? Poderíamos dedicar todas as nossas vidas à busca de respostas para o mistério. Imaginem que desafio seria!”

A Humanidade, então, tomou a decisão conjunta de mergulhar ainda mais em uma realidade mais focada e mais densa. Seu foco era dirigido aos sentidos físicos, juntamente com um desligamento dos níveis superconscientes e subconscientes do pensamento.

Ao manter um foco firme no mundo “externo” dos sentidos, os seres humanos poderiam até acreditar que eles estariam fixos em um local no espaço e trancados em um continuum do tempo.

Imaginem, a vida física se tornaria tão intensa, tão real, tão convincente!

Agora, a maioria das pessoas adora passeios emocionantes, como aqueles nos parques de diversão. E se o passeio parecer assustador, tanto melhor! Passeios de montanha russa são assustadores.

Os antigos Trens Fantasma nos parques do Reino Unido eram assustadores. Os Castelos Assombrados da Disney, em seus Parques Temáticos na Califórnia, Flórida, Paris e Tóquio, são todos aterrorizantes. Tão aterrorizantes que, quando o passeio termina, as pessoas dizem:

“Isto foi ótimo! Querem mais uma volta de novo?”

A vida pode ser amedrontadora, também. Uma vida passada sem uma conexão constante e consciente com a sua verdadeira natureza interior é sempre um desafio.

Hoje, o passeio no Parque de Diversões da separação interior está chegando ao fim. A Mudança para a Nova Realidade está acontecendo hoje. Estamos nos tornando mais e mais conscientes de nossa natureza interior. Aqueles que compreendem a ideia da Nova Realidade irão desenvolver ativamente esta conexão interior e não apenas esperar que isto os surpreenda, enquanto se revela lentamente.

E, lembrem-se: Este passeio intenso através do mundo físico foi sempre uma escolha. Podemos não nos lembrar de quando a escolha foi feita, mas, a um nível de alma, estivemos de bom grado entrando e partindo do parque temático da vida física na Terra, desde então.

Encarnamos para a experiência da vida física, e para ajudarmos a transformar esta realidade para o seu estado derradeiro. Aquele que, hoje, está surgindo gradualmente.

Estes são os dias da transformação, o tempo da Mudança. O passeio assustador está chegando ao fim. Como uma cultura, estamos prestes a nos encontrarmos e a nos conectarmos interiormente.

Owen Waters — Fonte: www.SpiritualDynamics.net
Regina Drumond – reginamadrumond@yahoo.com.br: Tradução — Marco Iorio Júnior — Editor exclusivo do Trabalhadores da Luz

Fonte: Trabalhadores da Luz

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DESENVOLVIMENTO ESPIRITUAL: TEMOS QUE TIRAR O MELHOR APRENDIZADO NESSAESCALADA EVOLUTIVA

O texto a seguir nos trás uma grande reflexão sobre o nosso aprendizado aqui nessa caminhada evolutiva. Que pode ser longo ou menos longa de acordo com o grau de empenho e de despertar da alma de cada um. Você pode abreviar substancialmente essa caminhada se fizer bom uso do livre arbítrio, mas também pode ficar patinando em várias encarnações desnecessárias se usar mal essa liberdade. Então lhe convido a ler o texto completo a seguir para entender como isso funciona!

A grande escola

Imagem ilustrativa remetendo a vida depois da morte
Lightwise / 123rf

A passagem dos espíritos (somos espíritos num corpo perecível) pela vida corporal é necessária para que possamos cumprir por meio de uma ação material os desígnios cuja execução Deus nos confia. É necessária para o nosso bem, visto que a atividade que somos obrigados a exercer nos auxilia no desenvolvimento da inteligência.

Sendo soberanamente justo, Deus tem de distribuir tudo igualmente por todos os seus filhos; assim é que estabeleceu para todos o mesmo ponto de partida, a mesma aptidão, as mesmas obrigações a cumprir e a mesma liberdade de proceder. Qualquer privilégio seria uma preferência, uma injustiça. Mas a encarnação, para todos os espíritos, é apenas um estado transitório. É uma tarefa que Deus nos impõe, quando iniciamos a vida, como primeira experiência do uso que faremos do livre-arbítrio.

Os que desempenham com zelo essa tarefa transpõem rapidamente e menos penosamente os primeiros graus da iniciação e mais cedo gozam do fruto de seus labores. Os que, ao contrário, usam mal da liberdade que Deus lhes concede retardam a sua marcha e, tal seja a obstinação que demonstrem, podem prolongar indefinidamente a necessidade da reencarnação, e é quando se torna um castigo. S. Luís. (Paris, 1859)

Uma comparação vulgar fará com que se compreenda melhor essa diferença. O escolar não chega aos estudos superiores da ciência, senão depois de haver percorrido a série das classes que até lá o conduzirão. Essas classes, qualquer que seja o trabalho que exijam, são um meio de o estudante alcançar o fim e não um castigo que se lhe inflige. Se ele é esforçado, abrevia o caminho, no qual, então, menos espinhos encontrará. Outro tanto não sucede àquele a quem a negligência e a preguiça obrigam a passar duplamente por certas classes. Não é o trabalho da classe que constitui a punição; esta se acha na obrigação de recomeçar o mesmo trabalho. Assim acontece com o homem na Terra. Para o espírito do selvagem, que está apenas no início da vida espiritual, a encarnação é um meio de ele desenvolver a sua inteligência; contudo, para o homem esclarecido, em quem o senso moral se acha largamente desenvolvido e que é obrigado a percorrer de novo as etapas de uma vida corpórea cheia de angústias, quando já poderia ter chegado ao fim, é um castigo, pela necessidade em que se vê de prolongar sua permanência em mundos inferiores e desgraçados.

Aquele que, ao contrário, trabalha ativamente pelo seu progresso moral, além de abreviar o tempo da encarnação material, pode também transpor de uma só vez os degraus intermédios que o separam dos mundos superiores. Pergunta: não poderiam os espíritos encarnar uma única vez em determinado globo e preencher em esferas diferentes suas diferentes existências? Semelhante modo de ver só seria admissível se, na Terra, todos os homens estivessem exatamente no mesmo nível intelectual e moral. As diferenças que há entre eles, desde o selvagem ao homem civilizado, mostram quais os degraus que eles têm de subir. A encarnação, aliás, precisa ter um fim útil.

Fonte: Eu Sem Fronteira

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