OPINIÃO: O INQUÉRITO DAS FAKE NEWS E O SHOW DE CAIO COPPOLLA

Caro(a) leitor(a),

Nesta quarta-feira a noite tivemos mais show de Caio Coppolla no Grande Debate, programa da CNN, que com muita perspicácia e argumentos fundamentados mostro que esse inquérito é, como já venho falando aqui, uma aberração do juridiquê e que, mais uma vez, o STF extrapola  suas prerrogativas constitucionais e autoritariamente, desta vez ao que tudo indica, unanimemente, externalizando o perfil político e degradante da atual suprema corte. Vale a pena assistir a esse debate para entender com clareza a quem a sociedade brasieira, infelizmente, está entregue. As consequências dessa bizarrice podem ser imprevisíveis, mas também desastrosas! 

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PONTO DE VISTA: RESUMINDO, A DEMISSÃO DE MORO SE DEU PELA FALTA DE CARÁTER E OMBRIDADE DE BOLSONARO

Caro(a) leitor(a),

Nos argumentos iniciais de “O Grande Debate” da CNN Brasil da última quinta-feira, Caio Coppolla fazia sua análise sobre a ainda provável demissão do Ministro Sergio Moro, que só aconteceu na manhã da sexta-feira. Com incomparável eloquência o comentarista lembrou do compromisso firmado publicamente por Bolsonaro da total autonomia concedida a Sergio Moro na sua pasta. Depois de ler as palavras do presidente ele enfatiza a questão moral e ética a qual um governante está comprometido e que ao longo desses 16 meses de governo mudou o discurso e contrariou em vários episódios tais promessas feitas ao ex-juiz. Convido você a ver esse vídeo esclarecedor, já que o presidente, parte da imprensa e dos políticos estão tentando sujar a imagem da nossa maior reserva moral e ética, confundindo institucionalidade com amizade conduzindo seus argumentos para a seara emocional. Principalmente a deputada Carla Zambelli, que passou todo o dia do sábado dando entrevista e entregando outros trechos de sua conversa com Moro pelo whatsapp na tentativa de sensibilizar opinião pública, passando a ideia de traição do ex-ministro. O problema é muito simples, o presidente tirou o ex-juiz do seu ofício, fez ele arriscar toda a sua estabilidade econômico-financeira de 22 anos de magistratura por puro patriotismo e não cumpriu com a palavra firmada. Para um homem do caráter de Sergio Moro isso sim é quebrar totalmente a confiança. Portanto, não adianta agora o presidente e a deputada vir falar em amizade, em companheirismo e consideração se o primeiro a desconsiderar e não dar a devida importância as suas promessas foi o próprio presidente. Para mim, também chegou ao fim toda e qualquer confiança no presidente Bolsonaro! 

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OPINIÃO: MANIFESTAÇÕES AMEAÇÃO LEGISLATIVO E JUDICIÁRIO?

Caro(a) leitor(a),

Nesta terça-feira o brilhante comentarista político Caio Coppolla deu um verdadeiro show ao falar sobre as crítica e a indignação da grande mídia de esquerda, dos parlamentares e dos ministros do STF sobre a participação do presidente Jair Bolsonaro na manifestação popular de domingo passado. O indignação e o medo desa turma é real e iminente, mas não é por causa da participação de Bolsonaro. Até porque em momento nenhum o presidente apoiou intervenção militar ou golpe. O medo dessa turma é porque o povo está pedindo essa intervenção e eles já entenderam que o brasileiro já está consciente que o poder emana do povo e também porque o povo apoia o presidente. Esses são os ingredientes que enchem de pavor esses corruptos. Mas assista ao vídeo de Coppolla, reflita e tire sua conclusão!

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OPINIÃO: PODERES INDEPENDENTES NO BRASIL ERA UM GRANDE TEATRO ANTES DE BOLSONARO

Caro(a) leitor(a),

Um grande VIVA e aplausos para o comentarista Caio Coppola que estreou na CNN Notícias nesta segunda-feira em grande estilo, pedindo a Deus para iluminar a sua mente e parece que Deus atendeu o seu pedido, pois foi um verdadeiro show, que se eu fosse você não deixaria de assistir o vídeo do artigo a seguir!

Em estreia na CNN Brasil, Caio Coppolla defende governo Bolsonaro e relembra que Congresso brasileiro era comprado

O debate foi sobre a atuação do presidente Jair Bolsonaro.

Redação

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Em estreia na CNN Brasil, Caio Coppolla defende governo Bolsonaro e relembra que Congresso brasileiro era comprado 16

Reprodução | CNN Brasil

Caio, que saiu recentemente da Jovem Pan, ficará responsável por apresentar o quadro ‘Grande Debate’, em que falará sobre vários temas polêmicos, que envolvem, inclusive, posicionamentos políticos abertamente.

Logo na estreia, ele elogiou o governo Bolsonaro e teceu fortes críticas ao Congresso.

Para Caio, parlamentares que buscam continuamente enfraquecer o governo, na verdade é reflexo da quebra de paradigmas da velha política.

Ainda segundo ele, tudo no Brasil era comprado — o que impedia a autonomia dos Poderes.

Os poderes da república devem ser independentes e harmônicos entre si. Essa é a expressão do texto constitucional. Só que até 2019, o Congresso brasileiro não era independente, porque o congresso era comprado. Comprado com liberação de verba pública, comprado com liberação de cargos, loteamento de ministérios, financiamento de campanhas eleitorais e até com propina. Tá aí o mensalão e o petrolão”, declarou.

Assista ao vídeo!

Carlos Jordy

@carlosjordy

Caio Coppolla explica as verdadeiras razões por tensionamentos entre Governo e Congresso: o rompimento com o presidencialismo de coalizão e o fim das negociatas entre os Poderes.

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OPINIÃO: GENERAL HELENO E O CONGRESSO CHANTAGISTA

Na OPINIÃO de Caio Coppolla o tal “presidencialismo de coalização” dos governos tucano, petista e emedebista e o toma-lá-da-cá acabou a partir de 2019 e deixou os tais parasita, carrapatos acostumados a serem maiores que o boi,  sem hospedeiro, com síndrome de abstinência. Por isso a reação pra lá de escandalosa sobre o: “nós não podemos aceitar esses caras chantagearem a gente”, do General Heleno por ocasião de uma cerimônia oficial de hasteamento da bandeira nacional. Leia o irretocável artigo a seguir e conheça o lado sóbrio, equilibrado e isento desse imbróglio político.

General Heleno e o Congresso chantagista

General Heleno, Ministro do Gabinete de Segurança Institucional: flagrado em momento agudo de sinceridade

Por ocasião de uma cerimônia oficial de hasteamento da bandeira nacional, o General Heleno (Ministro Chefe do Gabinete de Segurança Institucional, GSI) foi gravado durante o evento, em conversa privada, queixando-se do Parlamento a outros Ministros: “nós não podemos aceitar esses caras chantagearem a gente”. A esse comentário, seguiu-se um sonoro xingamento.

Uma falta de respeito sem precedentes – nunca antes na história desse país

Coitados dos nossos parlamentares de notável saber e ilibada reputação.

Imagina insinuar que esses ínclitos deputados e senadores, essa comunhão de santos que ora e labora todos os dias pelo bem da nação, está chantageando o governo para obter mais dinheiro e poder.

A população de bem, que apoia os políticos e por eles se sente representada, está envergonhada com tantas palavras venenosas. Como o Ministro ousa sugerir a convocação do eleitor às ruas para pressionar seus eleitos? É fascismo!

É um escândalo. Onde já se viu xingar políticos em uma conversa entre colegas?

Ironia à parte, aquele que dessa forma nunca pecou, que atire a primeira crítica. Mesmo considerando que a liturgia do cargo obriga o Ministro a posturas em geral mais comedidas, trata-se de uma manifestação particular para uma audiência reservada. Desagradável, porque a verdade em estado muito cru tende a ser desconfortável… mas segue o jogo.

E o fato é que as salas de Brasília estão bem familiarizadas com linguagem de baixo calão – basta ver a postura indecorosa de Deputados da esquerda radical ao interpelarem Ministros de Estado em audiências públicas. O que realmente desestabilizou o alto clero do Congresso, não foi a forma grosseira da fala, mas o seu conteúdo verídico: a constatação da natureza “chantagista” de setores do Parlamento.

Chantagear é condicionar o seu próprio comportamento à obtenção de uma vantagem, geralmente injusta e/ou ilegal. A fala do General denota que o Congresso não é movido por interesse público, mas por interesse próprio. Se os congressistas estivessem de fato preocupados com o Brasil, atuariam sempre por convicção política, considerando a vontade popular, sem condicionar seu voto e sua pauta legislativa a benefícios e conveniências, de natureza lícita ou ilícita.

Peguemos o exemplo do Pacote AntiCrime, em sua versão original, submetido ao Congresso pelo Ministério da Justiça e Segurança Pública. Essa legislação previa inovações como o confisco alargado de bens dos criminosos, o agravo de pena para crimes praticados com armas de fogo, o fim da progressão de regime para líderes de organizações criminosas e a criminalização do crime de caixa 2 eleitoral – todas essas medidas amplamente endossadas pela população e gestadas pelo Ministro mais popular do governo recém-eleito, Sérgio Moro. Atuar pela aprovação do Pacote AntiCrime era uma decisão que beirava a obviedade para qualquer parlamentar com um mínimo de espírito público. Mas o Congresso condicionou a aprovação dessas medidas a outras questões, de natureza diversa…

Por isso que nós observamos o fenômeno da Proposta de Emenda Constitucional do Orçamento Impositivo, que beneficiava diretamente os parlamentares, ser aprovada em poucas horas; ao passo que uma lei infraconstitucional, como o Pacote Anticrime, foi fatiada, engavetada por meses e desfigurada. Fica parecendo que se o governo não ceder muito aos caprichos legislativos, acaba perdendo na queda de braço. Porque no caso “hipotético” de um Congresso chantagista, a moeda de troca é o voto… e as vantagens pretendidas são cargos, influência política e verbas públicas.

Assim funcionava o tal “presidencialismo de coalização” dos governos tucano, petista e emedebista. A compra de apoio político no Congresso, por meio do loteamento de Ministérios, da distribuição de postos em empresas estatais, do repasse de verbas federais e do desvio de dinheiro público em esquemas de corrupção (como Mensalão e Petrolão). Esse toma-lá-da-cá acabou a partir de 2019 e deixou muito parasita sem hospedeiro, com síndrome de abstinência – e aqui estamos falando de carrapatos acostumados a serem maiores que o boi.

Só que o mais triste é observar que, na sua sanha insaciável por verbas públicas, os parlamentares contam com a condescendência de uma imprensa muitas vezes enviesada e maniqueísta, que enxerga, de um lado, um Congresso de anjos e do outro, um Governo de demônios.

Caio Coppolla
Editor do Boletim e comentarista político

Fonte: Boletim Coppolla

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GEOPOLÍTICA 2: A DEPORTAÇÃO EM MASSA DE BRASILEIROS NOS EUA POR CAIO COPPOLLA

O destaque desta quarta-feira na nossa coluna GEOPOLÍTICA é A “deportação em massa” de brasileiros nos EUA sob olhar de Caio Coppolla, que nos trás dados e números reais dessa celeuma esclarecendo como são as tratativas entre os governos dos EUA, México e Brasil. Vale a pena ler esse artigo esclarecedor desse brilhante jornalista!

CONSIDERAÇÕES SOBRE A “DEPORTAÇÃO EM MASSA” DE BRASILEIROS NOS EUA

O “muro”de Trump: combate à imigração ilegal é prioridade e bandeira de campanha. Foto: Reuters

CONHEÇA OS FATOS

Transcrevemos alguns trechos de matéria do O Estado de S. Paulo relatando aumento sensível na deportação de brasileiros dos Estados Unidos e denúncias de excessos das autoridades de imigração americanas no processo de detenção e expulsão desses imigrantes ilegais:

Número de imigrantes do Brasil detidos na fronteira sul bate recorde, aumentando de 1.504, em 2018, para 17.893, em 2019, e leva governo americano a expulsar ilegais para Ciudad Juárez, uma das cidades mais violentas do México”.

“Os dados mais atuais, referentes aos primeiros meses do ano fiscal de 2020 (outubro, novembro e dezembro de 2019), mostram as prisões ainda em alta: foram 4.469 detenções no trimestre”.

“A maioria entra por El Paso, no Texas, cidade gêmea de Juárez, do lado mexicano. Segundo dados oficiais, existem hoje 28.316 brasileiros com ordem de deportação nos EUA, dos quais 983 já foram condenados. Há ainda 313 sob custódia do Serviço de Imigração e Alfândegas (ICE, na sigla em inglês) com ordem final de deportação autorizada.”

Em janeiro deste ano, “o governo americano ampliou o Protocolo de Proteção a Migrantes (MPP, na sigla em inglês), programa adotado pelo presidente Donald Trump. O MPP estabelece que os imigrantes devem permanecer no México enquanto tramitam seus pedidos de asilo nos EUA– antes, eles aguardavam julgamento em território americano.”

“A medida faz parte do esforço do governo para diminuir o número de solicitações de asilo, no momento em que Trump disputa a reeleição e precisa mostrar resultados concretos no combate à imigração ilegal, sua grande bandeira de campanha.”

Brasileiros reclamam do tratamento recebido pelas autoridades americanas, denunciando superlotação no cárcere, fome, frio e violência psicológica – inclusive contra crianças. A resposta do governo brasileiro foi tímida e protocolar.

Seguem trechos da reportagem da Gazeta do Povo, relatando bastidores e resultados do acordo inédito entre os governos americano e mexicano, que viabilizou a extradição de imigrantes ilegais de diferentes nacionalidades para o país de procedência (o México):

López Obrador, presidente do México: medo de “tarifaço” estimulou o governo mexicano a controlar melhor suas fronteiras. Foto: Reuters

“O chanceler do México, Marcelo Ebrard, anunciou que o fluxo de imigrantes ilegais que cruzam a fronteira para os Estados Unidos diminuiu 74,5% em oito meses, desde que o México apresentou seu plano de migração e desenvolvimento.”

“Em junho, o México se comprometeu com os Estados Unidos a tomar “medidas sem precedentes” para conter a migração, um acordo que foi a tábua de salvação para impedir a tarifação de suas exportações – 80% das quais vão para os EUA. Desde então, o governo López Obrador enviou cerca de 26 mil militares, além de agentes de imigração, para as fronteiras norte e sul.”

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O DIREITO DE EMIGRAR E IMIGRAR

Sede da ONU, em Nova Iorque: a carta das Nações Unidas consagrou o princípio da autodeterminação dos povos. Foto: ONU/Rick Bajornas

Precisamos estabelecer o alcance do direito de migração: transitar livremente no exterior e fixar residência em país estrangeiro são direitos naturais do homem?

Direitos naturais são aqueles inerentes à condição humana – são direitos universais, atemporais, que sequer dependem de Lei para legitimá-los. A vida é um direito natural; a liberdade é um direito natural. Não é o caso da imigração: o imigrante está sempre sujeito à legislação do seu país de destino.

A carta da ONU, no seu primeiro artigo, trata do “respeito à autodeterminação dos povos” – o direito de cada povo ao autogoverno em seu território, conforme escolhas próprias e sem qualquer ingerência de forças externas. Portanto, respeitadas as garantias fundamentais do indivíduo, cada povo tem o direito de criar suas próprias regras para receber e domiciliar estrangeiros – inclusive restringindo ou proibindo o trânsito de pessoas conforme suas previsões legais.

O ponto aqui é que a soberania dos Estados prevalece sobre o direito à imigração, porque deriva do direito natural de um povo se autodeterminar. Cruzar fronteiras (seja para lazer, para negócios ou para estabelecer domicílio) não é um direito absoluto; depende das leis e das políticas de imigração do Estado visitado.

Assim, quando um brasileiro tenta ingressar ilegalmente nos Estados Unidos, ele está sujeito às normas de deportação estipuladas pelo governo americano, que não viola direito pelo simples fato de recusar a permanência de nossos compatriotas.

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A DEPORTAÇÃO PARA O PAÍS DE PROCEDÊNCIA

O presidente americano em discurso ao Congresso: “leis que faliriam nossa nação”. Foto: AP

Críticos mais ferrenhos (e desavisados) das políticas americanas de combate à imigração ilegal  argumentam que a deportação para o país de procedência (no caso, para o México) configura tratamento indevido aos nossos compatriotas. Contudo, é interessante observar que essas regras são similares àquelas previstas na própria Lei de Migração brasileira (Lei nº 13.445/17).

O artigo 50 da Lei trata da deportação de “pessoa que se encontre em situação migratória irregular em território nacional” e, anteriormente, o artigo 47 prevê que essa deportação pode ser feita “para o país de nacionalidade ou de procedência do migrante” – ou seja, o país pelo qual o migrante entra em território nacional. É exatamente a situação dos brasileiros que tentam ingressar ilegalmente nos Estados Unidos pelo México: se forem detidos, nossos compatriotas estarão sujeitos à deportação para o Brasil ou para o México.

Por isso, considerando nossa própria legislação, criticar a política de deportação americana para o país de procedência é, de certa forma, apontar o dedo pro espelho sem reconhecer o próprio reflexo. A diferença é que, no processo de regularização da situação migratória nos EUA, o processo tramita com o imigrante já deportado – uma forma de desestimular a “indústria do asilo”, muito mais em voga por lá do que por aqui. Se o Brasil fosse um país mais atraente a estrangeiros, teríamos sérios problemas em manter indivíduos irregulares em território nacional por longos períodos (como prevê a atual legislação, que estipula prazo mínimo de 60 dias). Do monitoramento dos imigrantes em processo de regularização ao custo de uso dos serviços públicos, os desafios seriam enormes e, muito provavelmente, impeditivos.

Nesse sentido, vale a pena destacar um trecho do discurso do Presidente Trump ao Congresso Americano (State of the Union, 2020), em que ele denuncia a irresponsabilidade de parlamentares do Partido Democrata ao criarem incentivos para a imigração ilegal, garantindo benefícios de assistência social e cobertura de saúde para pessoas em situação irregular no país:

Mais de 130 legisladores nesta Câmara endossaram a criação de leis que faliriam nossa nação ao oferecer cobertura de saúde gratuita a milhões de imigrantes ilegais, obrigando os pagadores de impostos a subsidiar atendimento grátis a qualquer estrangeiro que entrasse ilicitamente em nossas fronteiras.

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AS DENÚNCIAS DE TRATAMENTO DESUMANO

Nenhuma ilegalidade cometida pelos brasileiros imigrantes autoriza (ou relativiza) qualquer violação de direitos por parte das autoridades americanas. A sabedoria popular já ensina que “um erro não justifica outro”.

Juridicamente, o imigrante ilegal assume o risco de ser deportado e julgado conforme os rigores da lei, mas não de ser destratado e ter sua integridade física violada. Há, inclusive, relatos de maus-tratos a crianças brasileiras sujeitas a fome, frio, superlotação no cárcere e violência psicológica.

Essas denúncias são gravíssimas, devem ser apuradas e, se procedentes, o governo brasileiro tem sim obrigação institucional e moral de se manifestar enfaticamente a respeito – e não varrer o problema para debaixo do tapete a pretexto de manter suas boas relações com a administração americana.

Ex-embaixador brasileiro em Washington, Rubens Ricupero, se antecipou um pouco à conclusão dos fatos e teceu duras críticas ao alinhamento Brasil-Estados Unidos, descrevendo um país de joelhos: “Se imaginaria que um país que fez tantas genuflexões aos EUA, como o Brasil, pelo menos seria tratado com um pouco menos de dureza. Mas eles nem se dão o trabalho de fazer isso.” Fiquemos atentos: parceria não pode significar submissão e o respeito aos direitos fundamentais dos brasileiros no exterior deve ser uma prioridade para o nosso governo.

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A “DEPORTAÇÃO EM MASSA DE TRUMP”

Imagem de centro de detenção para imigrantes: fotos da gestão Obama atribuídas falsamente a Trump. Foto: Lusa

Reproduzo aqui dados compilados em matéria da Gazeta do Povo com enorme potencial de surpreender os leitores do Boletim:

“No governo Obama, o total de deportações foi de mais de 385 mil por ano fiscal, entre 2009 e 2011, com o auge em 2012, com 409 mil deportações. No governo Trump, as deportações caíram para cerca de 226 mil no ano fiscal de 2017, depois subiram para mais de 250 mil em 2018.”

Demonizar o governo Trump por inaugurar uma nova era de deportações em massa é demonstrar total desconhecimento de causa sobre o assunto. Na verdade, o grande algoz da imigração na Casa Branca foi o presidente Barack Obama, à época apelidado de “deporter in chief” (deportador-em-chefe) – um trocadilho com a expressão “comander in chief” (comandante-em-chefe), uma das atribuições de Estado do presidente americano.

Contudo, setores da imprensa americana, que confundem análise e jornalismo com torcida e militância, trabalharam (e trabalham) diuturnamente para estigmatizar o presidente republicano, chegando ao cúmulo de atribuir à gestão Trump imagens dos centros de detenção durante a gestão Obama. As fotos mostravam crianças “enjauladas”, entre outras cenas de partir o coração.

#Fakenews

Fonte: Boletim Coppolla


Caio Coppolla

Editor do Boletim e comentarista político

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OPINIÃO: ENTENDA PORQUE SÓ O CAPITALISMO PODE SALVAR O MEIO AMBIENTE

Na nossa coluna OPINIÃO desta quinta-feira trago mais artigo exclusivo do publicado no Boletim Coppolla desta quarta-feira do jornalista Leandro Narloch, comentarista da CNN Brasil onde ele demonstra categoricamente que só o capitalismo moderno pode salvar a natureza. A seguir a nota do editor, Caio Coppolla sobre este brilhante artigo e depois leia o artigo completo e tire suas conclusões!

O estereótipo do “capitalista malvadão”, arqui-inimigo da natureza, é uma das maiores vitórias narrativas da esquerda e não condiz com a realidade dos fatos econômicos contemporâneos. O ecossocialismo capturou a agenda da preservação da natureza e deu à causa seu viés anticapitalista, divisionista e sectário. Exemplos desse discurso panfletário são abundantes:

Nas imensas plantações que alimentam o mundo, defensivos agrícolas, utilizados para manter cultivos saudáveis e viabilizar a agricultura em larga escala, são vilanizados como agrotóxicos cancerígenos – estranhamente, a qualidade e expectativa de vida aumentaram no mundo conforme a população incauta foi se envenenando. Já na Amazônia, queimadas sazonais ou para agricultura de subsistência são atribuídas ao agronegócio, tão demonizado pela elite intelectual urbana que ignora os rigorosos padrões de qualidade e sustentabilidade desse mercado exportador e competitivo. Climatologistas, incapazes de acertar com precisão a previsão do tempo da semana seguinte, tem certeza absoluta que mudanças climáticas (ou seria “aquecimento global”?) são essencialmente antropogênicas, causadas por atividade humana predatória – provavelmente fruto da ganância capitalista.

Neste Boletim especial, o artigo exclusivo do jornalista politicamente incorreto, Leandro Narloch, vai na contramão dessa narrativa ao pegar carona nos fatos. O autor, que é fundador da iniciativa www.instagram.com.br/ArvoreDoFuturo (plataforma que compila dados e informações sobre avanços ambientais no mundo desenvolvido), é categórico ao afirmar que só o capitalismo moderno pode salvar a natureza. Convido nossos Assinantes a desfrutarem dessa leitura incomum, que serve tanto como vacina pra cantilena ecossocialista, quanto como antídoto pra eco-chatice alienada.

Caio Coppolla
Editor do Boletim e comentarista político

SÓ O CAPITALISMO PODE SALVAR O MEIO AMBIENTE

Leandro Narloch, Jornalista, autor best seller, comentarista da CNN Brasil e fundador da @ArvoreDoFuturo 

O título acima pode soar absurdo – afinal, toda hora vemos pequenos garimpos ou grandes mineradoras causando tragédias ambientais, carros poluindo cidades, florestas sendo derrubadas para garantir lucros e consumo. Mas é isso mesmo: só o capitalismo pode garantir a preservação do meio ambiente.

Primeiro é preciso esclarecer: ao contrário do que ecossocialistas costumam dizer, não é exatamente o capitalismo que destrói a natureza. É a própria ação humana. Alteramos o meio ambiente muito antes de Adam Smith, James Watt ou David Ricardo existirem. Como qualquer outra espécie, dependemos de outras para sobreviver. Hoje ou na Idade da Pedra, o homem mata grandes animais para obter proteína, corta plantas para obter madeira e carboidratos.

Há milhares de anos, quando a revolução cognitiva do Neolítico nos levou para o topo da pirâmide alimentar, nos espalhamos como uma praga por ambientes que não estavam preparados para nos receber. A Austrália e a Nova Zelândia tinham centenas de espécies de megafauna que sobreviveram por milhões de anos. Quando os primeiros humanos chegaram ali, todas essas espécies desapareceram em poucos séculos.

É culpa do capitalismo? Só se o leitor considerar que já havia capitalismo entre os índios brasileiros ou quando os maoris chegaram à Nova Zelândia.

É verdade que a tecnologia e a produtividade criadas pelo capitalismo aumentaram esse potencial destrutivo. Mas também é verdade que o capitalismo criou o fenômeno contrário: a preocupação com a preservação da natureza. Só depois de um certo nível de prosperidade nos demos ao luxo de nos preocupar as florestas, a extinção dos animais, a qualidade da água e do ar.

Imagine, por exemplo, uma mãe perdida numa floresta com seus filhos, todos há dias sem comer. Se de repente ela tiver a oportunidade de caçar um macaco em extinção para evitar morrer de fome, eu aposto que não pensará duas vezes. Abaterá o bicho.  Mas, numa outra situação, se a família estiver de barriga cheia, com comida de sobra em casa e um bom dinheiro na conta bancária, poderá se dar ao luxo de poupar o pobre animal. E até gastar algum dinheiro apoiado um programa de preservação do mico-leão dourado ou do peixe-boi. A prosperidade não é só compatível: é necessária à preservação do meio ambiente.

Não à toa, a pauta ambiental é mais forte justamente nos países mais capitalistas e mais ricos. Nessas nações, grandes animais ameaçados estão se recuperando – é o caso de lobos, ursos e veados da Europa e da América do Norte. Já elefantes, rinocerontes e hipopótamos (quase todos de países pobres) ainda sofrem risco de extinção.

A inovação e a tecnologia têm ainda outra vantagem: nos tornam capazes de produzir mais utilizando menos recursos e causando menos impacto. Há 150 anos, quem quisesse desfrutar o luxo de ter uma fonte de luz artificial em casa precisaria abater um animal, cozinhar sua gordura e então montar velas. Outra opção era caçar uma baleia cachalote – cujo espermacete foi usado para velas com fumaça clara e sem cheiro. Hoje uma simples usina nuclear, sem emitir carbono na atmosfera, fornece energia para um país inteiro. E as baleias, que deixaram de ser fonte de energia, estão se recuperando em todo o mundo. Uma lata de refrigerante de 1994 utilizava seis vezes mais alumínio que as atuais. Em 1980, a produção de um quilo de milho exigia 18 metros quadrados de área: hoje, apenas 3 metros quadrados.

Por que isso aconteceu? Porque empresários, com o objetivo de lucrar o máximo possível, têm incentivos para reduzir a necessidade de matérias-primas, o custo do frete e extrair o máximo de suas áreas de cultivo.

Por causa desse aumento de eficiência, o mundo rico está, pela primeira vez na história, consumindo cada vez menos commodities e recursos naturais. Em 2015, os americanos consumiram 32% menos alumínio, 40% menos cobre e 15% menos aço que em 2000.

Certamente o sistema tem falhas – e as leis e a Justiça estão aí para punir quem polui. Mas isso não desmerece nem apaga as enormes vantagens ambientais que o capitalismo nos proporciona.

Autor:

Leandro Narloch(@lnarloch)
Jornalista, autor do Guia Politicamente Incorreto da História Brasileira e fundador da @ArvoreDoFuturo, plataforma que reúne dados e informações sobre os benefícios do capitalismo contemporâneo ao meio ambiente.

Fonte: Boletim Coppolla

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OPINIÃO: O COMENTÁRIO BRILHANTE DE COPPOLLA SOBRE A CARICATURA DE DOCUMENTÁRIO “DEMOCRACIA EM VERTIGEM”

Na nossa OPINIÃO desta quarta-feira trago um brilhante texto do brilhante Caio Coppolla sobre a falsa narrativa do filme documentário Democracia em Vertigem, da diretora Petra Costa que concorreu ao Oscar. No seu Boletim Coppolla ele republica o vídeo do seu comentário em junho de 2019 sobre o tal documentário onde relaciona 46 falsas narrativas, mas por ser muito longo escolheu as 5 principais. Vale a pena ler o artigo desse fenomenal comentarista político e rever o debate no Morning Show!

A esquerda americana ainda gosta mais dos Obamas do que do Lula, por isso “Democracia em Vertigem” não levou o Oscar – pra quem não sabe, a película vencedora da categoria, “Indústria Americana”, é da produtora dos antigos residentes da Casa Branca. Mas isso não significa, em absoluto, que o documentário ficcional da cineasta militante Petra Costa tenha fracassado; cabe a nós determinar se, mais uma vez, a história será contada por quem se apossa dela.

Neste Boletim especial, procuramos fazer nossa parte na desconstrução das mentiras e no esclarecimento dos fatos. Nosso vídeo em destaque antecede a indicação do filme fantasioso ao Oscar, mas já alerta para seus erros factuais e narrativas capciosas. Alguns meses depois, já em 2020, Luan Sperandio, em matéria especial para a Gazeta do Povo, destrincha mais de 40 inconsistências do documentário: “Ao longo de mais de duas horas, praticamente a cada três ou quatro frases o espectador encontra uma omissão importante, uma falsa narrativa ou uma indução conspiratória“. Menos de 1 mês depois, O Antagonista publica seus comentários sobre a entrevista da diretora Petra Costa à CNN americana com habitual carga nas tintas.

03 conteúdos que, apesar de não darem a exata dimensão dos absurdos veiculados em Democracia em Vertigem, ajudam a enriquecer o repertório de quem ainda não perdeu as forças para argumentar pela Verdade e persuadir quem ainda não se sensibilizou para Ela.

Comentário do editor. Publico aqui meu comentário radiofônico (de junho de 2019) sobre essa grande obra de fantasia delirante. Na ocasião, destaquei 5 mentiras factuais e 5 narrativas falaciosas, dentre mais de 40 pontos controversos que percebi assistindo ao filme. Reitero aqui o pedido que fiz à época: “Ver um ladrão ser tratado como um herói ofende muito nosso senso de Justiça, mas aqui eu queria fazer um apelo: toda a direita brasileira precisa assistir Democracia em Vertigem. Este é um documentário que todos aqueles que não se sentem representados por Lula e pelo PT têm que assistir. Porque Democracia em Vertigem é uma peça de propaganda política mentirosa travestida de arte; mente sobre fatos a serviço de uma narrativa. Por que devemos assistir a algo que não é verdadeiro? Porque o preço por não se interessar por política, por não debater política, é aceitar calado a versão de quem fala mais alto… e Democracia em Vertigem não apenas fala, mas grita a plenos pulmões. E não grita pra mim ou pra você que já está vacinado contra os mandos e desmandos do PT e sua cleptocracia; o problema são os milhares e milhares de jovens que vão ter contato com essa narrativa de agora em diante. E pra desconstruir uma mentira, é fundamental conhecê-la”. Minha fala começa em 8m40.

ASSISTA A SEGUIR A ÍNTEGRA DO COMENTÁRIO DE CAIO COPPOLLA EM JUNHO DE 2019

Fonte:

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OPINIÃO: CAIO COPPOLLA E LEANDRO NARLOCH FALAM SOBRE O POLITICAMENTE CORRETO

Finalmente Caio Coppolla dá o ar da graça, no Boletim Coppolla, e anuncia que estará em breve com seu novo programa na CNN. Ele faz um vídeo com o seu colega Leandro Narloch da CNN sobre o politicamente correto. Assista e tire suas conclusões!

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