BRASILEIRO ÍTALO FERREIRA CONQUISTA MEDALHA DE OURO EM TÓQUIO

Ítalo Ferreira é campeão olímpico no surfe e dá 1º ouro ao Brasil em Tóquio

Brasileiro venceu o japonês Kanoa Igarashi na primeira final da modalidade nas Olimpíadas

Leandro Silveira, colaboração para a CNN

 Atualizado 27 de julho de 2021 às 05:17

Brasileiro Ítalo Ferreira conquistou a primeira medalha de ouro para o BrasilBrasileiro Ítalo Ferreira conquistou a primeira medalha de ouro para o Brasil em Tóquio Foto: Francisco Seco/AP

Ítalo Ferreira é o primeiro campeão olímpico da história do surfe. O brasileiro alcançou o feito na madrugada desta terça-feira e levou a medalha de ouro ao superar o japonês Kanoa Igarashi na final da modalidade nas Olimpíadas de 2020, realizada na praia de Tsurigasaki, por 15,14 a 6,60, concluindo uma participação praticamente perfeita na disputa. Na bateria decisiva, deu um show de manobras, mesmo após ter sua prancha quebrada logo no começo da bateria.

A conquista faz Ítalo se consolidar como um dos grandes nomes da história do surfe na atualidade. Afinal, além de ser o primeiro medalhista olímpico de ouro da modalidade, também é o último campeão mundial, em conquista assegurada em 2019 – em função da pandemia do coronavírus, o campeonato não foi realizado no ano passado.

Gabriel Medina, outro brasileiro candidato ao pódio, ficou sem medalha depois de perder para Igarashi na semifinal e para o australiano Owen Wright na disputa pelo bronze.

“Eu vim com uma frase para o Japão: diz amém que o ouro vem. Eu treinei muito nos últimos meses, mas só tenho que agradecer a Deus por tudo isso, realizou o meu sonho e me deu a oportunidade de fazer o que amo. Meu intuito é ajudar as pessoas e a minha família. Entrei sem pressão na água e consegui o que queria”, disse Ítalo Ferreira, após a conquista, à TV Globo.

“Queria que a minha avó estivesse viva para ver isso. Sou muito feliz pelo que me tornei, pelo que fiz pelos meus pais. Sempre pedi para que esse sonho fosse realizado e ele aconteceu. Almejei bastante e sonhei. A frase que falei está ao lado da minha cama. Todos os dias eu orei às 3h da manhã, pedindo a Deus que realizasse meu sonho”, acrescentou emocionado.

A medalha de Ítalo é a quinta do Brasil nesta edição das Olimpíadas, se juntando às pratas de Kelvin Hoefler e Rayssa Leal no skate e aos bronzes de Daniel Cargnin no judô e de Fernando Scheffer na natação.

A final com prancha quebrada

A bateria decisiva começou com um problema inesperado para Ítalo, que viu a sua prancha se quebrar na sua primeira onda na final. Mas nem esse contratempo parece ter atrapalhado o brasileiro. Ele, afinal, logo conseguiu uma nota 7, emplacando uma série de manobras e batendo forte no topo da onda. Na sequência, ainda obteve um 5,5, abrindo uma boa vantagem.

E ela ainda seria ampliada. Em uma ótima ação, entrou de backside e atacou o topo da onda. Isso rendeu a ele a nota 7,77. Deixou, assim, Ítalo em vantagem de 14,77 a 5,56, ficando muito próximo de ser campeão olímpico. E o brasileiro não parou de melhorar.

Ele entrou de backside em outra onda, bateu forte no topo da onda e trocou de nota, por um 7,37. Assim, foi campeão com a vitória na bateria por 15,14 a 6,60, derrotando o algoz de Gabriel Medina nas semifinais.

A campanha de Ítalo Ferreira

Em sua trajetória nas Olimpíadas, Ítalo triunfou na primeira fase em uma bateria com três outros três surfistas, obtendo 13,67 pontos de 20 possíveis, conseguindo o melhor somatório entre todos os participantes dessa etapa. E isso se repetiria nas oitavas de final, quando passou pelo neozelandês Billy Stairmand, e nas quartas, contra o japonês Hiroto Ohhara. Nessa fase, inclusive, conseguiu a melhor onda do campeonato – 9,67. Já nas semifinais, venceu o australiano Owen Wright.

Em 2021, Ítalo ganhou uma das seis etapas do Circuito Mundial de Surfe, em que ocupa o segundo lugar no ranking. Agora, então, ampliou a sua trajetória vitoriosa no esporte como campeão olímpico, uma caminhada iniciada de modo improvisado, surfando na tampa de isopor que o seu pai usava para conservar o pescado em Baía Formosa, no Rio Grande do Norte.

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POLÍTICA: BRASILEIRO HONESTO NÃO CAI NA ARMADILHA DA NARRATIVA DA ESQUERDA E DA CPI COM RELATÓRIO PRONTO

Forte “recado” de general, presidente do Superior Tribunal Militar, deve frear ímpeto maligno da CPI

Fotomontagem - Foto: Jefferson Rudy/Agência SenadoFotomontagem – Foto: Jefferson Rudy/Agência Senado

É fato que todo brasileiro honesto, que não cai na armadilha da narrativa de esquerda e tem o olhar isento sobre os fatos que movem a política nacional, já sabe que a CPI da Pandemia, em curso no senado federal, foi criada única e exclusivamente com a finalidade de culpabilizar o Governo Federal.

Essa é a CPI da Inquisição, da Cortina de Fumaça e, principalmente, a CPI do Relatório Pronto.

Renan Calheiros, uma figura extremamente desgastada politicamente, e mesmo desmoralizado entre os seus pares, já sem o poder absoluto de outrora, que o tornou uma figura quase inatingível mesmo com os 17 inquéritos em curso no STF, buscava formas de “ressurgir no cenário nacional”.

Foi a partir daí que uniu-se o “útil” Renan ao “agradável” para a esquerda, louca por encontrar motivos para apear Jair Bolsonaro do poder. O “marionete” entraria em cena, como o relator da CPI.

Após quase um mês de um verdadeiro circo transmitido em cadeia nacional, já não há mais dúvidas de que o político alagoano entrou por aquela sala da comissão já com um relatório pronto debaixo do braço. Escolheu suas vítimas em conluio com a caterva de senadores oposicionistas, ávida pelo sangue conservador. Os questionou repetidamente, os induziu, os humilhou. Mas também se absteve, covardemente, de trocar sequer uma palavra, quando teve à sua frente, as mentes brilhantes que embasaram com provas e bom-senso tudo o que o governo propôs para combater um vírus desconhecido.

Mas para os que criaram a CPI, a partir, olha só, da ordem de um ministro do Supremo, tudo faz sentido. Desde os ataques até as fugas estratégicas.

Não importa mais o que venha acontecer nos próximos 60 dias, aproximadamente do colegiado, Quem entrar por aquela porta, depor e sair em seguida, seja a favor ou contra o governo de Bolsonaro, é apenas mais um para fazer o volume necessário para preencher as câmeras de televisão e as páginas de sites e jornais (quase todos, aliás, também com seus relatórios prontos, em reportagens mais do que determinadas e escolher o culpado).

É certo que, deste relatório, podemos esperar, sim, um pedido de impeachment do presidente da República. Mas é incerto que o congresso nacional tenha a coragem ou a “velha falta de isenção”, suficientes para dar prosseguimento a tal absurdo.

Sabemos que os partidos de direita jamais aceitariam isso, menos ainda os de centro, hoje em maioria, tanto na câmara quanto no senado, que começam somente agora a colher os sonhados frutos de uma aliança necessária e até benéfica, em que todos os lados ganham politicamente, e principalmente o brasileiro, que vê, finalmente, o país decolar sem as amarras impostas por um rancoroso Rodrigo Maia.

Há ainda o peso das ruas que se mostra por meio das gigantescas manifestações orgânicas da sociedade em apoio ao presidente e, ainda mais, nas incríveis recepções que reúnem milhares em torno da figura de Bolsonaro. Quem seria louco em abrir mão de ter a chance de explorar tamanha popularidade?

Sobraria, então, para o poder judiciário. Sim, o mesmo poder que determinou, na canetada, a abertura do tribunal de inquisição que vemos neste colegiado, é o que poderia, também no papel, intervir no processo, talvez afastando o presidente “até que se concluam as investigações”. Os que lêem este texto, provavelmente terão essa teoria como um verdadeiro absurdo. Mas não foi dessa forma que o Brasil se viu virado do avesso? Não foi o STF que deu poder absoluto a governadores e prefeitos no âmbito de uma pandemia desconhecida, tirando justamente o poder de Bolsonaro?

Seria isso tudo o que temos assistido, ainda mais desde abril do ano passado, uma série de ações arquitetadas já de olho em duas possibilidades?

A primeira o processo de impeachment, improvável em um governo que anda na linha e não tem uma única acusação de corrupção

A segunda, mais plausível, justamente, por meio do afastamento judicial, com o apoio da grande mídia aparelhada e cheia de ódio e vingança que escorre pelo canto da boca.

O que foi narrado acima parece ser de conhecimento inclusive dos mais altos escalões das Forças Armadas, que acompanham do alto de seu dever de imparcialidade, mas que também têm a obrigação de garantir a ordem, se a mesma estiver de fato em perigo.

Na semana passada, o próprio presidente do Superior Tribunal Militar (STM), Luiz Carlos Gomes Mattos em entrevista à revista Veja deu a entender que “há algo fora do normal no ar”.

“Houve alguma acusação de corrupção contra o presidente Bolsonaro? Ele se elegeu para combater a corrupção. De todas as maneiras estão tentando atribuir alguma coisa a ele e não conseguiram até agora. Deviam deixar o presidente governar mas não deixam. Quem critica Bolsonaro faz isso de manhã, de tarde, de noite, tudo atribuem ao presidente. Será que você aguentaria isso? E alguma coisa boa atribuem? O Brasil está crescendo, a economia está crescendo, mesmo com todas as dificuldades”, disse o General.

Na entrevista, Mattos chegou a utilizar um termo que o mesmo Jair Bolsonaro tem repetido com alguma frequência: “A corda está esticando”. Sim, em minha visão pessoal, a corda, de fato já esticou praticamente até o seu limite e, para minha surpresa, ela é mesmo “bem elástica e resistente”.

O que faltaria, então, para que a mesma se rompesse? Talvez a pasta em que será exposto o relatório da CPI contenha em seu interior uma ferramenta. A faca ou a tesoura que será utilizada para cortar ou romper esta corda. Resta saber de quem será a mão que fará uso da mesma e se estará pronto para as consequência.

Fonte: Jornal da Cidade Online

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SAIBA QUAIS OS PROCEDIMENTOS PARA RETOMADA DO TURISMO NA EUROPA

Brasileiro que vive na Europa conta como está a retomada do turismo

Estudante mora em Madri e viajou para Roma por quatro dias para visitar pontos turísticos tradicionais do país

INTERNACIONAL

João Melo, Do R7*

Fillipi fez uma viagem de 4 dias para Roma, na Itália

ARQUIVO PESSOAL/FILLIPI ALBUQUERQUE

As restrições adotadas para conter a pandemia de covid-19 no mundo dificultou que brasileiros façam viagens ao exterior. Contudo, quem vive em países onde a vida está retomando a normalidade aos poucos, já consegue cruzar algumas fronteiras. Fillipi Albuquerque se mudou para a Espanha em janeiro deste ano para estudar administração na Universidade Carlos III de Madrid. Após meses sem muitas opções de lazer por conta da pandemia, o estudante conseguiu fazer um pouco de turismo pela Europa aproveitando a diminuição de casos e o avanço da campanha de vacinação.

Junto com uma amiga analisou qual seria um destino interessante para um passeio durante a pandemia e escolheram a Itália por não ter mais tantos espaços fechados.

“Nós demos uma olhada em alguns sites para ver quais atrações estavam abertas e também verificamos se tinha toque de recolher em Roma. Nossa intenção era fazer o máximo de coisas possível em 4 dias, e conseguimos aproveitar bastante a viagem”, diz Fillipi.

As pesquisas para encontrar passagens por um bom preço não exigiram muito da dupla. Segundo o estudante, foi possível encontrar tickets por 5 euros, cerca de 30 reais, para ir de Madri para Roma.

Procedimentos para viajar

O brasileiro conta que precisou realizar alguns procedimentos relacionados à prevenção de contágios da covid-19 antes de iniciar o tour.

O primeiro passo foi responder a um formulário online informando o endereço de hospedagem e quais locais esteve nos últimos dias antes da viagem. Além disso, foi preciso realizar um exame PCR 48 horas antes do embarque, o resultado gera um QR Code que precisa ser apresentado no momento do embarque comprovando a ausência do vírus.

Para voltar à Espanha, além do QR Code, Fillipi precisou apresentar também um exame PCR negativo feito em território italiano. Entretanto, ele conta que a averiguação das informações estava mais rígida do que no início da viagem.

“Os profissionais do aeroporto estavam verificando todas as informações do passaporte e do teste com muito cuidado. Tiveram, inclusive, algumas pessoas que foram barradas no embarque por não apresentarem algum dos documentos ou testes solicitados”, afirma.

O estudante passou um certo perrengue na procura por locais para fazer o PCR na Itália, isso porque esqueceu sobre a necessidade do exame para voltar para casa e não sabia onde realizar o teste.

“Dois dias antes de voltar, nós decidimos procurar clínicas em Roma que fazem o teste. Nós achamos que seria fácil, mas quando começamos a procurar simplesmente não encontramos locais disponíveis em uma lista de laboratórios que pode ser acessada no site do governo. Nós fomos até alguns deles, mas nenhum tinha horário vago.”

Voltando para o hostel, um rapaz que estava hospedado no mesmo local que eles indicou um laboratório onde havia feito o exame. No mesmo dia, o estudante e a colega foram até o local e conseguiram fazer o teste. O resultado saiu à noite e eles conseguiram ter todos os documentos em mãos para voltar a Madri.

Tanto na ida, o uso de máscaras dentro do avião era obrigatório e os comissários de bordo passavam com frequência para verificar se todos estavam usando o equipamento de proteção, mas o brasileiro notou que não houve uma medida rígida sobre o distanciamento entre os passageiros.

O turismo na Itália

O estudante de administração revela que não percebeu muita distinção entre as restrições da Espanha e as que foram encontradas na Itália.  “A maior diferença é em relação ao toque de recolher, uma vez que aqui em Madri já eliminaram essa medida. Na Itália, a restrição começa às 23h e meia hora antes as pessoas já estão voltando para casa.”

Ele afirma que não teve nenhuma experiência negativa relacionada à recepção dos italianos pelo fato de ser estrangeiro e acrescenta que teve uma estadia tranquila em um hostel. Apesar do local estar funcionando com um número reduzido de hóspedes, o quarto em que a dupla ficou foi compartilhado com mais duas pessoas, um italiano e um iraquiano.

Fillipi conta que conseguiu visitar a maioria dos pontos turísticos de Roma, como o Coliseu, a Fontana Di Trevi, as piazzas Di Spagna e Navona e também o Vaticano e as basílicas localizadas na região.

Ele explica que, como a cidade não estava cheia como o habitual, não precisou enfrentar grandes filas e nem comprar ingressos com muita antecedência. No que diz respeito a como os pontos turísticos estão lidando com o período pandêmico, o brasileiro precisou apenas ter a sua temperatura medida e passar álcool em gel para entrar nos espaços.

Após essa primeira experiência de turismo dentro do continente europeu, Fillipi já planeja outras viagens internacionais para serem feitas em breve.

“Dá para viajar tranquilamente para os países que estão com o turismo aberto. Na próxima semana já tenho outra viagem programada, agora para Portugal, mas eu vou de carro, então será um pouco mais tranquilo na questão do transporte.”

 Fonte: R7
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DIREITO-JUSTIÇA: NOTÍCIA CRIME CONTRA O PRESIDENTE DA ARGENTINA É AJUIZADA NO STF POR OFENSA AOS BRASILEIROS

Notícia-crime é ajuizada no STF contra presidente da Argentina por ofender o povo brasileiro

Alberto Fernandez - Foto: ReproduçãoAlberto Fernandez – Foto: Reprodução

O presidente argentino, que é advogado, Alberto Fernández, fez uma das afirmações mais graves da história entre as nações latino-americanas, em conferência oficial hoje, 09/06, em lado do primeiro-ministro espanhol, ao afirmar que os mexicanos vieram dos índios, os brasileiros da selva e só eles teriam sido privilegiados porque vindo de barcos da Europa.

O discurso não foi um mero lapso, pois ainda atribuiu a fala a um prêmio Nobel argentino que não disse isso, e na qualidade de chefe de Estado em evento oficial. A comoção foi imediata e uníssona em todos os jornais internacionais e nas redes sociais.

A afirmação grave, de cunho depreciativo, discriminatório e eventualmente racista foi imediatamente levada ao Supremo Tribunal Federal (STF) pelo advogado baiano e também professor de Direito Constitucional Henrique Quintanilha, que considerou “um grave desrespeito não só à igualdade e à dignidade humana dos povos, mas uma afronta direta à formação histórica e etnográfica da nação brasileira, remetendo a um abjeto sentimento de supremacismo europeísta de origem geográfica e racial só comparável ao triste episódio causado pelo Nazismo”.

O pedido foi protocolado no STF na madrugada de 09 para 10/06, leva o número PET 59761 e ainda não tem ministro relator definido.

O advogado pede, dentre outras coisas, que o Presidente argentino seja intimado por meio da Suprema Corte Argentina para prestar esclarecimentos sobre o que disse, como forma de subsidiar processo perante a Corte Interamericana de Direitos por violação do Art. 1º do tratado internacional assinado em San José da Costa Rica em 1969.

Veja a petição:

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POLÍTICA: EXÉRCITO BRASILEIRO NÃO CEDEU AS PICUINHAS DA “MÍDIA DO ÓDIO” NEM DE OPOSITORES AO GOVERNO BOLSONARO

Exército se impõe e não cede à pressão dos “esquerdopatas” e da “mídia do ódio”

Foto: Marcelo Camargo/Agência BrasilFoto: Marcelo Camargo/Agência Brasil

O Exército Brasileiro não cedeu às picuinhas da “mídia do ódio” nem tampouco de opositores ao Governo do presidente Jair Bolsonaro e mostrou, mais uma vez, que quem determina as decisões internas das Forças Armadas são os próprios militares.

A esquerda bem que tentou uma forçada de barra, utilizando-se da “mídia do ódio” para coagir a alta cúpula do Exército a abrir processo administrativo contra o General Eduardo Pazuello, ex-Ministro da Saúde, que esteve presente em uma motociata, no Rio de Janeiro, no final de maio.

Porém, após deliberação interna e, em resposta ao pedido formulado pelo jornal O GLOBO, que faz claramente oposição ao presidente da República, o Exército respondeu que o processo contém informações pessoais e, citando o dispositivo da Lei de Acesso à Informação (LAI) que garante, nessas situações, o sigilo por 100 anos, não se sujeitou às exigências da emissora carioca.

“A documentação solicitada é de acesso restrito aos agentes públicos legalmente autorizados e à pessoa a que ela se referir”, justifica o Exército, em nota.

“Magoada”, a Rede Globo, que perdeu contratos com o Governo Federal desde que Jair Bolsonaro assumiu a cadeira da presidência, choramingou a não entrega dos documentos e disse que cabe recurso à decisão do Exército junto à Controladoria-Geral da União (CGU); demonstrando que ainda não quer perder a “quebra-de-braço”.

Fonte: Jornal da Cidade Online

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EXÉRCITO BRASILEIRO DECIDIU NÃO PUNIR O GENERAL PAZUELLO POR PARTICIPAR DE ATO COM O PRESIDENTE BOLSONARO

Eduardo Pazuello não sofrerá punição do Exército

Participação de general do Exército em ato político ao lado de Jair Bolsonaro aconteceu no Rio de Janeiro, em 23 de maio

Da CNN

Atualizado 03 de junho de 2021 às 16:28

Eduardo Pazuello não sofrerá punição do Exército por participação em ato com Bolsonaro - Política - Diário do Nordeste

O Exército brasileiro decidiu não punir o general Eduardo Pazuello por ato com o presidente Jair Bolsonaro, realizado no Rio de Janeiro, em 23 de maio. A informação foi confirmada pelo analista da CNN Caio Junqueira, na tarde desta quinta-feira (3).

Em nota, disse que “em evento realizado na Cidade do Rio de Janeiro, no dia 23 de maio de 2021, o Centro de Comunicação Social do Exército informa que o Comandante do Exército analisou e acolheu os argumentos apresentados por escrito e sustentados oralmente pelo referido oficial-general”.

O analista Caio Junqueira reiterou um incômodo grande por parte de generais da ativa, em que a maior preocupação era de que seria preciso punir o general Eduardo Pazuello para evitar que a política não interferisse nos quartéis, a grande preocupação de militares da ativa.

O general Eduardo Pazuello, ex-ministro da Saúde, participou, sem máscara, de um ato político, no Rio de Janeiro, ao lado do presidente Jair Bolsonaro, também sem máscara, no dia 23 de maio. A participação aconteceu dias depois de o militar falar à CPI da Pandemia, no Senado.

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OPINIÃO: AS FALSAS NARRATIVAS DA “MÍDIA DO ÓDIO” TENTAM CAUSAR CONSTRANGIMENTOS ÀS FORÇAS ARMADAS, EM ESPECIAL O COMANDO DO EXÉRCITO BRASILEIRO

A autorizaçao de Pazuello e a falsa narrativa da “mídia do ódio”, uma farsa editorial

Foto reproduçãoFoto reprodução

A imprensa, o rádio, a literatura, a pintura, a música, o cinema, o teatro, são poderosas armas ideológicas de nosso partido (Kruschev)

Desde domingo, 23/05, grande parte da imprensa e meios de comunicação vem bombardeando o país, histericamente, com falsas narrativas sobre a presença do ex-ministro da Saúde Eduardo Pazuello, em colossal passeata de motociclistas no Rio de Janeiro, em apoio e homenagem ao Presidente da República, Jair Bolsonaro.

Para que se tenha uma ideia da magnitude do evento, mil policiais militares de quatro batalhões do Rio atuaram no esquema de segurança.

Entretanto é digno de registro que nenhum incidente foi registrado e todas as vias públicas foram encontradas perfeitamente limpas, sem restos de lanches (como pão com mortadela), sem lixo, sem vestígios de xixi ou fezes humanas – tal como ocorria nos governos petistas, que emporcalhavam tudo.

As falsas narrativas, todas com intenção de causar constrangimentos às Forças Armadas, em especial ao Comando do Exército, informam que a participação de Pazuello na manifestação “pode abrir uma nova crise militar no governo”. Percebam o malicioso “nova” colocado no texto, em mais outra falsa narrativa, para passar a falsa impressão de que há crises.

Destaco alguns títulos de notícias encontrados (dentre dezenas), escritas por alguns arautos do apocalipse:

– Exército ficará desmoralizado se não punir Pazuello;

– Para militares, Pazuello foi desleal com comandante;

– (Pazuello) “colocou em xeque a disciplina do Exército”.

Percebe-se claramente o objetivo dessa farsa editorial, planejada por grupos com interesses escusos: semear discórdia e divisões internas nas Forças Armadas, enfraquecendo-as. Para reflexão, apresento um excerto que li, há muitos anos, numa orientação do antigo Ministério da Guerra da URSS:

“Uma das tarefas fundamentais e primordiais, independentemente da situação política, é a decomposição das Forças Armadas e das Polícias burguesas. O enfraquecimento destes poderosos elementos far-se-á externamente por campanhas de descrédito…”

De modo geral as críticas (na verdade, meros pretextos) à participação de Pazuello no magnífico encontro de milhares de motociclistas no Rio de Janeiro decorreriam do fato dele ser general de divisão da ativa, estando proibido de se manifestar publicamente a respeito de assuntos de natureza político-partidária sem que esteja autorizado previamente.

Importante lembrar que era um domingo, Pazuello estava num evento absolutamente informal entre motoqueiros na condição de ex-ministro e não estava fardado. Em momento algum sua condição de militar foi invocada; nem mesmo essa condição contribuiu para potencializar o evento. As milhares de pessoas presentes viram o ex-ministro da Saúde, não o general.

Ainda assim, procurando a legislação a respeito, encontrei o Decreto nº 4.346 (Regulamento Disciplinar do Exército), de 26 de agosto de 2002. O referido Regulamento traz o Anexo I, intitulado “Lista de Transgressões” que, no item 57, tem a seguinte redação:

57. Manifestar-se, publicamente, o militar da ativa, sem que esteja autorizado, a respeito de assuntos de natureza político-partidária.

Em primeiro lugar, para desmistificar as falsas narrativas e fugir das armadilhas, não consta Eduardo Pazuello teria se manifestado a respeito de “assunto de natureza política-partidaria”. Essa é mais uma mentira que deve ser desconstruída.

Em segundo lugar e considerando-se que o ex-ministro Pazuello teria se manifestado em questão de natureza “político-partidária” (hipótese que se coloca apenas para fins de reflexão e argumentação), teríamos que enfrentar a questão da suposta “falta de autorização”. Houve ou não houve autorização?

EDUARDO PAZUELLO É AUTORIZADO PELO PRESIDENTE DA REPÚBLICA

Pois bem, ao contrário do que levianamente afirmam, o General de Divisão Eduardo Pazuello foi autorizado a participar do evento e até a manifestar-se sobre assunto de natureza “política-partidária”, caso quisesse.

O caso é de evidência e simplicidade franciscana. Equivale a um fato notório, que não precisa ser provado, conforme preconiza o CPC, art. 374, I. Ele foi autorizado pela autoridade suprema das Forças Armadas, o Presidente da República, nos termos do art. 142, caput, da Constituição Federal:

“As Forças Armadas, constituídas pela marinha, pelo Exército e pela Aeronáutica, são instituições nacionais permanentes e regulares, organizadas com base na hierarquia e na disciplina, sob a autoridade suprema do Presidente da República”.

Essa autorização, clara e evidente, porém não escrita, não formal, fica explícita diante das próprias circunstâncias, ou seja, a autoridade suprema das Forças Armadas (Presidente da República Jair Bolsonaro) no evento, ao lado de Eduardo Pazuello, inclusive elogiando-o. Os fatos falam e bastam por si só.

Em razão das circunstâncias, não houve um oficio, um memorando ou um ato formal para isso; a rigor, nem haveria necessidade, por se tratar de um domingo. Por óbvio, caso o evento fosse durante um dia útil da semana – quando Pazuello tem que cumprir o seu expediente normal de trabalho – as coisas ocorreriam de outra forma, até para justificar a ausência de Pazuello de sua unidade de lotação.

Portanto, é evidente que apesar das falsas narrativas e nesses tempos de pós-verdades, nesse episódio Pazuello estava devidamente autorizado pelo Presidente da República, autoridade suprema das Forças Armadas.

Caso queiram, o Regulamento Disciplinar do Exército, em seu Anexo I, item 57, pode ser alterado ou adequado, no sentido de esclarecer quem pode (ou não) autorizar, bem como qual deve ou pode ser a forma dessa autorização.

Vale lembrar que qualquer alteração no Regulamento Disciplinar do Exército (Decreto) é de competência privativa do Presidente da República, autoridade suprema das Forças Armadas, nos termos do art. 84, Inciso IV, da Constituição.

“Muitas vezes o óbvio surpreende mais que a realidade” (autor desconhecido)

Em tempos de “censura“, precisamos da ajuda do nosso leitor.

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EM DISCURSO NA OMS, QUEIROGA AFIRMA QUE GOVERNO BRASILEIRO ESTÁ ADOTANDO “FIRME RECOMENDAÇÃO” SOBRE MEDIDAS DE PREVENÇÃO CONTRA COVID-19

Queiroga diz na OMS que Brasil reforçou medidas de prevenção

Ministro defendeu distanciamento social em discurso durante a abertura da Assembleia Mundial da Saúde

Natália André, da CNN, em Brasília

 Atualizado 24 de maio de 2021 às 13:56

Queiroga diz na OMS que Brasil reforçou medidas de prevenção

Em discurso na Organização Mundial da Saúde (OMS) nesta segunda-feira (24), o ministro da Saúde, Marcelo Queiroga, afirmou que o governo brasileiro está adotando “firme recomendação” sobre medidas de prevenção contra a Covid-19.

A fala aconteceu durante a abertura da Assembleia Mundial da Saúde, que reuniu nesta manhã ministros de todo o mundo em uma cerimônia virtual. Queiroga começou agradecendo aos profissionais de saúde e se solidarizando com as vítimas de Covid-19 no Brasil e suas famílias. O ministro, no entanto, não citou os números de casos e óbitos do país.

Queiroga também falou sobre a campanha de vacinação. Segundo ele, mais de 90 milhões de doses já foram distribuídas, imunizando mais de 55 milhões de brasileiros. Porém, o dado diverge com o divulgado pelo próprio Ministério da Saúde: no Vacinômetro, base de dados da pasta sobre a vacinação no país, consta que mais de 55 milhões de doses foram aplicadas, número que não corresponde ao total de brasileiros imunizados já que as vacinas utilizadas no país são em duas doses.

Em relação às medidas sanitárias, Queiroga disse que o Brasil vem reforçando firmemente as recomendações de proteção contra a Covid-19. “Investimos recursos financeiros e humanos na promoção da saúde e na retomada da economia. A isso, somamos nossa firme recomendação de medidas não farmacológicas para toda a população”, afirmou o ministro. “Hoje, nossa maior esperança para permitir o retorno gradual e seguro à normalidade é a ampla vacinação.”

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POLÍTICA: BLINDAGEM DE GOVERNADORES E PREFEITOS PELA CPI DA COVID É UMA FRAUDE CONTRA O POVO BRASILEIRO

Isso é uma fraude contra o povo brasileiro”, afirma senador Eduardo Girão sobre “blindagens” da CPI da Covid (veja o vídeo)

Foto: Edilson Rodrigues/Agência SenadoFoto: Edilson Rodrigues/Agência Senado

Em postagem no Twitter, nesta quarta-feira (5), o senador Eduardo Girão (Podemos-CE), denunciou que os integrantes da Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) da Covid-19 estariam “blindando” governadores e prefeitos para não investigar onde foram investidos os recursos federais encaminhados pelo Governo Bolsonaro a Estados e municípios no combate à pandemia do coronavírus.

“BLINDAGEM A GOVERNADORES E PREFEITOS É FRAUDE COM O POVO BRASILEIRO! Se quisermos fazer justiça, precisamos ouvir alternadamente os agentes públicos dos dois pedidos legítimos de CPI. Para cada pedido com foco no governo federal, deverá ter outros relativo a Estados e municípios!”

“O meu requerimento é um requerimento muito claro. Não tem como a gente tentar interpretar da maneira como a gente quer. O meu requerimento, assinado por 45 colegas respeitáveis aqui, a maioria do Senado Federal, é para investigar bilhões de reais de verbas federais enviadas para Estados e municípios. Não tem outra forma de se entender diferente. Inclusive, eu relaciono os fatos determinados, que são operações da Polícia Federal que todo o Brasil tomou conhecimento”, advertiu.

“Se a gente entender diferente do que a gente fez, do pedido de CPI aprovado e a pensado, é uma interpretação que a gente quer! Seja para “blindar” “A”, “B” ou “C”, eu acredito que isso é uma fraude contra o povo brasileiro”, concluiu.

De fato, o senador tem razão. Não se poderia esperar algo diferente com Renan, Aziz e Randolfe direcionando os trabalhos.

A CPI está completamente desmoralizada e o povo está vendo tudo.

Confira o vídeo:

Fonte: Jornal da Cidade Online

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GOVERNO DOS EUA ESTÁ EM CONTATO COM PRESIDENTE DO BRASIL PARA FORNECER AJUDA À HOSPITAIS DO PAÍS

Casa Branca trabalha com governo brasileiro para auxiliar hospitais

Medida está sendo tomada por conta da aceleração da pandemia no Brasil e vai girar em torno de R$ 108 milhões

INTERNACIONAL

por Agência Estado

Auxílio vai girar em torno de R$ 108 milhões, segundo a porta-voz da Casa Branca

A porta-voz da Casa Branca, Jen Psaki, afirmou nesta terça-feira (4), que o governo dos Estados Unidos está em contato com o Brasil para fornecer ajuda a hospitais diante da aceleração da  pandemia no país.

Durante uma coletiva de imprensa, a assessora informou que o auxílio deve ficar em torno de US$ 20 milhões (cerca de R$ 108 milhões na cotação atual) em medicamentos usados para a intubação de pacientes.

Segundo Jen Psaki, as negociações envolvem a Organização Pan-americana de Saúde (Opas) e ainda não estão finalizadas.

Recentemente, a Casa Branca anunciou que ajudaria no combate à crise sanitária na Índia, que tem registrado recordes de casos e mortes por covid-19.

Durante a coletiva de imprensa, a porta-voz informou que a ajuda enviada pela Casa Branca à Índia inclui 1.500 cilindros de oxigênio, 550 concentradores de oxigênio e uma unidade de geração de oxigênio em grande escala.

Ao ser questionada se uma parte dos estoques da vacina da AstraZeneca que serão doados pelos EUA irão para o Brasil, Psaki se limitou a responder que há “uma gama de solicitações” do mundo inteiro pelos imunizantes.

Fonte: R7
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DIREITO: BRASILEIRO DE 21 ANOS É UM DOS ADVOGADOS MAIS JOVEM APROVADO PARA ATUAR NOS EUA

Por Carolina Cruz, G1 DF

 

Brasiliense Mateus Costa Ribeiro na Universidade de Harvard, em 2020 — Foto: Arquivo pessoal Brasiliense Mateus Costa Ribeiro na Universidade de Harvard, em 2020 — Foto: Arquivo pessoal

No dia 15 de abril, a Corte Suprema de Nova York vai receber o juramento de um dos advogados mais jovens já credenciados no Estado. Ele é o brasiliense Mateus de Lima Costa Ribeiro, de 21 anos, aprovado em exame do New York State Bar Association — equivalente à Ordem dos Advogados do Brasil (OAB).

“É o resultado de muita dedicação. O que você colhe está completamente ligado a coisas que você fez em 7, 8, 10 anos”, disse Mateus ao G1.

A dedicação de Mateus começou cedo. Com o incentivo dos pais — dois advogados — ele passou no vestibular da Universidade de Brasília (UnB), para o curso de Direito, aos 14 anos. Com 18 anos, ele se formou, e ficou conhecido como o mais jovem a ser aprovado para a OAB e também a fazer sustentação perante o Supremo Tribunal Federal (STF) — com causa ganha (relembre o caso mais abaixo).

Em 2019, o brasiliense foi aprovado para um mestrado na Universidade de Harvard, nos Estados Unidos, considerada uma das melhores do mundo. Segundo ele, a experiência o fez “rever todas as premissas”.

“Quando cheguei lá, percebi que havia muita demanda por pessoas que entendem tanto o universo jurídico brasileiro quanto o americano, e o mestrado em Harvard abre a porta para você fazer a prova do Bar”, conta.

“Acho que a vida não é sobre ter um plano é sobre sempre adaptar o seu plano”, diz Mateus.

‘Habeas corpus’ para sair do castigo e ver jogo, aos 10 anos

Advogado Mateus Ribeiro, 18 anos, recebe carteira da OAB no Distrito Federal — Foto: TV Globo/Reprodução

Mateus reconhece que faz parte de uma exceção. “A realidade de estudar fora, de aprender e falar bem inglês, de ter acesso a um país diferente é um negócio que precisa crescer cada vez mais, que precisa, cada vez mais, deixar de ser a exceção”, disse.

Na família, Mateus não foi o único a seguir o direito e se formar cedo. Ele foi quem quebrou o recorde do irmão, João Costa Ribeiro Neto, que conquistou a carteira da OAB aos 20 anos. A irmã, Clarissa Costa Ribeiro, foi graduada em direito aos 20 anos.

Em entrevista à TV Globo, em 2018, o jovem contou que os primeiros passos rumo à advocacia foram dados ainda antes do vestibular, aos 10 anos de idade. Na tentativa de escapar de um castigo, ele recorreu a uma estratégia que os pais já conheciam: um pedido de habeas corpus (assista abaixo).

“Meu irmão sugeriu que eu impetrasse um habeas corpus que seria julgado pelo meu pai, para eu poder ir pra sala ver o jogo do Corinthians”, conta Mateus.

Ainda criança, ele se destacava não só nas “manobras de defesa”, mas também na habilidade com a leitura. Mateus chegou a ler 86 livros em um ano

Advogado aos 18 anos

Antes do mestrado em Harvard, o jovem atuou, por um ano, como advogado. Ele defendia, principalmente, causas que envolvem Direito Constitucional e, neste período, foi o mais jovem a realizar uma sustentação oral no STF.

Mateus defendeu a tese de que apenas o estado pode legislar sobre o Direito do Trabalho. O entendimento representou a maioria da Corte em julgamento que contou com 7 votos favoráveis e 4 contrários.

“Eu cheguei lá como um advogado normal, até com aquelas roupas todas, difícil de fato das pessoas identificarem que eu era tão novo. E foi ótimo, porque eles não me trataram diferente e ao final da sustentação eu falei que tinha apenas 18 anos naquela ocasião. E aí, nossa, os ministros elogiaram e ficaram surpresos”, lembra.

O ministro relator do processo, Luiz Edson Fachin, definiu Mateus como “ilustre causídico [advogado]” e o parabenizou

Advogado mais jovem do país a defender uma tese no STF estréia na tribuna e recebe elogios

Questionado se a idade já causou alguma situação diferente na profissão, Mateus nega. “Eu nunca quis ser definido pela minha idade. Eu nunca quis que eu fosse tratado de uma maneira especial, diferente ou pior por ser um advogado que estava na profissão mais cedo que o normal”, aponta.

“Eu acho que quando você demonstra maturidade na sua profissão as pessoas reagem bem a isso e consideram que, dado a sua conduta, você merece. Eu acho que sempre fui muito bem recebido”, diz Mateus.

A prova do “Bar”, em New York, ocorreu em outubro de 2020, quando ele tinha 20 anos. No mesmo mês, Mateus voltou ao Brasil e, atualmente, ele trabalha em um escritório de advocacia em São Paulo, que presta apoio jurídico a empresas brasileiras que fazem operações internacionais.

“Pretendo trabalhar e ajudar a economia do Brasil justamente como uma ponte entre as empresas daqui e o mercado financeiro de Nova York. Empresas que estão se financiando para crescer, contratar pessoas. Sinto esse chamado, de ser essa ponte [entre os dois países]”, conta.

Fonte: G1
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GOVERNO BRASILEIRO RESTRINGE TEMPORÁRIAMENTE ENTRADA DE ESTRANGEIROS POR VIA AQUÁTICA E TERRESTRE NO PAÍS

Covid-19: Brasil restringe fluxo de estrangeiros por via terrestre e aquaviária

Por Diego Freire, da CNN, em São Paulo

Atualizado 26 de janeiro de 2021 às 04:20

Fronteira terrestre entre Uruguai e BrasilFronteira entre Uruguai e Brasil Foto: Marcelo Pinto/APlateia

Em portaria publicada durante a madrugada no Diário Oficial da União (DOU), o governo brasileiro anuncia a “restrição temporária” para a entrada de estrangeiros no território do país por rodovias, meios terrestres ou transporte aquaviário a partir desta terça-feira (26).

Como justificativa, o texto cita recomendações da Anvisa diante dos potenciais riscos das duas variantes do novo coronavírus detectadas originalmente no Reino Unido e na África do Sul – ambas consideradas versões mais contagiosas do vírus causador da Covid-19.

Não há previsão de quando as regras da portaria deixarão de vigorar e uma exceção permite o trânsito na fronteira brasileira com o Paraguai, desde que “obedecidos os requisitos migratórios”.

O conjunto de medidas é assinado pelo ministro-chefe da Casa Civil, Walter Braga Netto; o ministro de Justiça e Segurança Pública André Mendonça; e o ministro da Saúde, Eduardo Pazuello

Via aérea liberada

A portaria afirma que as restrições não impedem a entrada de estrangeiros no país por via aérea, “desde que obedecidos os requisitos migratórios adequados à sua condição, inclusive o de portar visto de entrada, quando este for exigido pelo ordenamento jurídico brasileiro”.

Para entradas por avião, o governo brasileiro exige, desde dezembro, o comprovante de um teste negativo para a Covid-19 do tipo RT-PCR, que precisa ter sido realizado em um intervalo de no máximo 72 horas antes do embarque.

Ficam proibidos, porém, voos internacionais para o Brasil que tenham origem ou passagem por aeroportos do Reino Unido ou da África do Sul. De forma temporária, também fica suspensa a autorização de embarque ao Brasil de viajantes estrangeiros procedente ou com passagem pelos dois países nos últimos 14 dias.

Em outra exceção, o texto também permite a entrada aquaviária de tripulação marítima “para exercício de funções específicas a bordo de embarcação ou plataforma em operação em águas jurisdicionais”, desde que obedecidos requisitos migratórios.

Exceções na entrada de estrangeiros

Em alguns outros casos, a portaria prevê que a entrada no país seja permitida – para profissionais estrangeiros em missão a serviço de organismo internacionais, funcionários estrangeiros acreditos ao governo brasileiro ou transportadores de cargas, entre outros.

Algumas das exceções não se aplicam a estrangeiros provenientes da Venezuela por meios terrestres ou aquaviários.

Também fica liberado o tráfego de residentes fronteiriços em cidades-gêmeas, mediante a apresentação de documento de residente fronteiriço. As restrições, em geral, não impedem a entrada de estrangeiros no país por via terrestre entre o Brasil e o Paraguai, desde que “obedecidos os requisitos migratórios adequados à sua condição, inclusive o de portar visto de entrada, quando este for exigido pelo ordenamento jurídico brasileiro”.

O texto enfatiza que as restrições valem para a entrada de estrangeiros e não se aplicam a brasileiros natos ou naturalizados.

Mesmo entre os estrangeiros, a portaria prevê algumas exceções, como a liberação da entrada de imigrantes com residência em caráter definitivo no Brasil, além de cidadãos de outros países que sejam cônjuges, pais ou filhos de brasileiros.

PORTARIA Nº 652, DE 25 DE JANEIRO DE 2021

Dispõe sobre a restrição excepcional e temporária de entrada no País de estrangeiros, de qualquer nacionalidade, conforme recomendação da Agência Nacional de Vigilância Sanitária – Anvisa.

OS MINISTROS DE ESTADO CHEFE DA CASA CIVIL DA PRESIDÊNCIA DA REPÚBLICA,DA JUSTIÇA E SEGURANÇA PÚBLICA E DA SAÚDE, no uso das atribuições que lhes conferem o art. 87, parágrafo único, incisos I e II, da Constituição, e os art. 3º, art. 37 e art. 47 da Lei nº 13.844, de 18 de junho de 2019, e tendo em vista o disposto no art. 3º,caput, inciso VI, da Lei nº 13.979, de 6 de fevereiro de 2020, e

Considerando a declaração de emergência em saúde pública de importância internacional pela Organização Mundial da Saúde em 30 de janeiro de 2020, em decorrência da infecção humana pelo coronavírusSARS-CoV-2(covid-19);

Considerando que é princípio da Política Nacional de Segurança Pública e Defesa Social, previsto no inciso VI docaputdo art. 4º da Lei nº 13.675, de 11 de junho de 2018, a eficiência na prevenção e na redução de riscos em situações de emergência que possam afetar a vida das pessoas;

Considerando a necessidade de dar efetividade às medidas de saúde para resposta à pandemia daSARS-CoV-2(covid-19)previstas na Portaria nº 356/GM/MS, de 11 de março de 2020, do Ministério da Saúde;

Considerando que são definidos como serviços públicos e atividades essenciais os de trânsito e transporte internacional de passageiros e os de transporte, armazenamento, entrega e logística de cargas em geral, conforme descrito nos incisos V e XXII do § 1º do art. 3º do Decreto nº 10.282, de 20 de março de 2020;

Considerando a manifestação da Agência Nacional de Vigilância Sanitária – Anvisa, com recomendação de restrição excepcional e temporária de entrada no País; e

Considerando o impacto epidemiológico que a nova variante do coronavírusSARS-CoV-2(covid-19), identificada no Reino Unido da Grã-Bretanha e Irlanda do Norte e na República da África do Sul, pode causar no cenário atual vivenciado no País; resolvem:

Art. 1º Esta Portaria dispõe sobre a restrição excepcional e temporária de entrada no País de estrangeiros de qualquer nacionalidade, nos termos do disposto no inciso VI docaputdo art. 3º da Lei nº 13.979, de 6 de fevereiro de 2020, em decorrência de recomendação técnica e fundamentada da Agência Nacional de Vigilância Sanitária – Anvisa por motivos sanitários relacionados com os riscos de contaminação e disseminação do coronavírusSARS-CoV-2(covid-19).

Art. 2º Fica restringida a entrada no País de estrangeiros de qualquer nacionalidade, por rodovias, por outros meios terrestres ou por transporte aquaviário.

Art. 3º As restrições de que trata esta Portaria não se aplicam ao:

I – brasileiro, nato ou naturalizado;

II – imigrante com residência de caráter definitivo, por prazo determinado ou indeterminado, no território brasileiro;

III – profissional estrangeiro em missão a serviço de organismo internacional, desde que identificado;

IV – funcionário estrangeiro acreditado junto ao Governo brasileiro; e

V – estrangeiro:

a) cônjuge, companheiro, filho, pai ou curador de brasileiro;

b) cujo ingresso seja autorizado especificamente pelo Governo brasileiro em vista do interesse público ou por questões humanitárias; e

c) portador de Registro Nacional Migratório; e

VI – transporte de cargas.

§ 1º As restrições previstas nesta Portaria não impedem o ingresso, por via aérea ou aquaviária, de tripulação marítima para exercício de funções específicas a bordo de embarcação ou plataforma em operação em águas jurisdicionais, desde que obedecidos os requisitos migratórios adequados à sua condição, inclusive o de portar visto de entrada, quando este for exigido pelo ordenamento jurídico brasileiro.

§ 2º As restrições previstas nesta Portaria não impedem o desembarque, autorizado pela Polícia Federal, de tripulação marítima para assistência médica ou para conexão de retorno aéreo ao país de origem relacionada a questões operacionais ou a término de contrato de trabalho.

§ 3º A autorização a que se refere o § 2º fica condicionada a termo de responsabilidade pelas despesas decorrentes do transbordo firmado pelo agente marítimo, com anuência prévia das autoridades sanitárias locais, e à apresentação dos bilhetes aéreos correspondentes.

§ 4º Nas hipóteses de entrada no País por rodovias, por outros meios terrestres ou por transporte aquaviário, as exceções de que tratam o inciso II e as alíneas “a” e “c” do inciso V docaputnão se aplicam a estrangeiros provenientes da República Bolivariana da Venezuela.

Art. 4º As restrições de que trata esta Portaria não impedem:

I – a execução de ações humanitárias transfronteiriças previamente autorizadas pelas autoridades sanitárias locais;

II – o tráfego de residentes fronteiriços em cidades-gêmeas, mediante a apresentação de documento de residente fronteiriço ou de outro documento comprobatório, desde que seja garantida a reciprocidade no tratamento ao brasileiro pelo país vizinho; e

III – o livre tráfego do transporte rodoviário de cargas, ainda que o motorista não se enquadre no rol de que trata o art. 3º, na forma prevista na legislação.

Parágrafo único. O disposto no inciso II docaputnão se aplica à fronteira com a República Bolivariana da Venezuela.

Art. 5º Excepcionalmente, o estrangeiro que estiver em país de fronteira terrestre e precisar atravessá-la para embarcar em voo de retorno a seu país de residência poderá ingressar na República Federativa do Brasil com autorização da Polícia Federal.

Parágrafo único. Na hipótese prevista nocaput:

I – o estrangeiro deverá dirigir-se diretamente ao aeroporto;

II – deverá haver demanda oficial da embaixada ou do consulado do país de residência; e

III – deverão ser apresentados os bilhetes aéreos correspondentes.

Art. 6º As restrições de que trata esta Portaria não impedem a entrada de estrangeiros no País por via terrestre entre a República Federativa do Brasil e a República do Paraguai, desde que obedecidos os requisitos migratórios adequados à sua condição, inclusive o de portar visto de entrada, quando este for exigido pelo ordenamento jurídico brasileiro.

Art. 7º As restrições de que trata esta Portaria não impedem a entrada de estrangeiros no País por via aérea, desde que obedecidos os requisitos migratórios adequados à sua condição, inclusive o de portar visto de entrada, quando este for exigido pelo ordenamento jurídico brasileiro.

§ 1º Para fins do disposto nocaput, o viajante de procedência internacional, brasileiro ou estrangeiro, deverá apresentar à companhia aérea responsável pelo voo, antes do embarque:

I – documento comprobatório de realização de teste laboratorialRT-PCR, para rastreio da infeção pelo coronavírusSARS-CoV-2(covid-19), com resultado negativo ou não reagente, realizado nas setenta e duas horas anteriores ao momento do embarque, observados os seguintes critérios:

a) o documento deverá ser apresentado no idioma português, espanhol ou inglês;

b) o teste deverá ser realizado em laboratório reconhecido pela autoridade de saúde do país do embarque;

c) na hipótese de voo com conexões ou escalas em que o viajante permaneça em área restrita do aeroporto, o prazo de setenta e duas horas será considerado em relação ao embarque no primeiro trecho da viagem;

d) o viajante que realizar migração que ultrapasse setenta e duas horas desde a realização do testeRT-PCRdeverá apresentar documento comprobatório da realização de novo teste com resultado negativo ou não reagente para o coronavírusSARS-CoV-2(covid-19)nocheck-inpara o embarque à República Federativa do Brasil;

e) as crianças com idade inferior a doze anos que estejam viajando acompanhadas estão isentas de apresentar documento comprobatório de realização de teste laboratorialRT-PCRdesde que todos os acompanhantes apresentem documentos comprobatórios de realização de teste laboratorial com resultado do testeRT-PCRnegativo ou não reagente para o coronavírusSARS-CoV-2(covid-19), realizado nas setenta e duas horas anteriores ao momento do embarque;

f) as crianças com idade igual ou superior a dois e inferior a doze anos que estejam viajando desacompanhadas deverão apresentar documento comprobatório de realização de teste laboratorialRT-PCRcom resultado negativo ou não reagente para o coronavírusSARS-CoV-2(covid-19), realizado nas setenta e duas horas anteriores ao momento do embarque;

g) as crianças com idade inferior a dois anos estão isentas de apresentar documento comprobatório de realização de teste laboratorialRT-PCRpara viagem à República Federativa do Brasil;

h) os tripulantes das aeronaves estão isentos de apresentar documento comprobatório de realização de teste laboratorialRT-PCR, desde que cumpram o seguinte protocolo:

1. ausência de contato social e autoisolamento enquanto permanecer em solo brasileiro no deslocamento entre o aeroporto e o hotel, quando necessário – o operador aéreo deverá providenciar o deslocamento entre a aeronave e as acomodações individuais da tripulação em meio de transporte particular e garantir que as medidas de higiene sejam aplicadas e que o distanciamento físico entre as pessoas seja assegurado desde a origem até o destino;

2. ausência de contato social e autoisolamento enquanto permanecer em solo brasileiro no alojamento – a tripulação deverá permanecer em residência ou em quarto de hotel, neste último caso, deverá ser observado o seguinte:

2.1. a acomodação será ocupada por apenas um tripulante;

2.2. a acomodação será higienizada antes e depois da sua ocupação;

2.3. a tripulação não utilizará as instalações comuns do hotel;

2.4. a tripulação realizará as refeições na acomodação;

2.5. se o serviço de quarto do hotel não estiver disponível, o tripulante solicitará refeição do tipo “para viagem”;

3. cuidados com a saúde e auto monitoramento – a tripulação deverá:

3.1. monitorar regularmente os sintomas, inclusive febre e outros sintomas associados ao coronavírusSARS-CoV-2(covid-19);

3.2. evitar o contato com o público e com os demais tripulantes;

3.3. permanecer no quarto do hotel, exceto para procurar atendimento médico ou para executar atividades consideradas essenciais;

3.4. lavar as mãos com frequência com água e sabão, quando possível, ou utilizar álcool em gel;

3.5. usar máscara; e

3.6. observar o distanciamento físico quando for necessário deixar o hotel;

4. em casos de sintomas – caso a tripulação apresente sintomas associados ao coronavírusSARS-CoV-2(covid-19) no território brasileiro, deverá:

4.1. comunicar o fato ao operador aéreo;

4.2. buscar auxílio médico para avaliação de possível acometimento pelaSARS-CoV-2(covid-19); e

4.3. em caso de resultado positivo, cooperar com monitoramento adicional, de acordo com os protocolos adotados pelo sistema de saúde local;

5. saúde ocupacional – serão adotadas as seguintes medidas:

5.1. os responsáveis pelos programas de saúde ocupacional dos operadores aéreos manterão contato permanente com as tripulações, de forma a assegurar a realização do automonitoramento por parte de seus colaboradores e a execução de protocolos sanitários que reduzam os fatores de risco associados à exposição àSARS-CoV-2(covid-19); e

5.2. o operador aéreo implementará programa de educação com o objetivo de orientar as tripulações sobre as medidas sanitárias a serem adotadas durante o período de enfrentamento àSARS-CoV-2(covid-19);

6. plano de gerenciamento da saúde dos tripulantes – incumbe aos operadores aéreos:

6.1. elaborar e manter plano de gerenciamento permanente da saúde dos tripulantes, com a avaliação de risco quanto à exposição da tripulação àSARS-CoV-2(covid-19);

6.2. demonstrar, sempre que lhes for solicitado, a documentação comprobatória de execução das medidas de mitigação daSARS-CoV-2(covid-19), sem prejuízo das ações de fiscalização, monitoramento e controle a serem exercidas pelas autoridades competentes; e

II – comprovante, impresso ou em meio eletrônico, do preenchimento da Declaração de Saúde do Viajante – DSV nas setenta e duas horas que antecederem o embarque para a República Federativa do Brasil, com a concordância sobre as medidas sanitárias que deverão ser cumpridas durante o período em que estiver no País.

§ 2º O viajante de que trata este artigo estará isento do cumprimento das medidas estabelecidas no § 1º na hipótese de paradas técnicas, no território brasileiro, de aeronaves procedentes do exterior, desde que não ocorra desembarque de viajantes sem autorização prévia da autoridade sanitária.

§ 3º Ficam proibidos, em caráter temporário, voos internacionais com destino à República Federativa do Brasil que tenham origem ou passagem pelo Reino Unido da Grã-Bretanha e Irlanda do Norte e pela República da África do Sul.

§ 4º Fica suspensa, em caráter temporário, a autorização de embarque para a República Federativa do Brasil de viajante estrangeiro, procedente ou com passagem pelo Reino Unido da Grã-Bretanha e Irlanda do Norte e pela República da África do Sul nos últimos quatorze dias.

§ 5º A autoridade migratória, por provocação da autoridade sanitária, poderá impedir a entrada no território brasileiro de pessoas não elencadas no art. 3º que não cumprirem os requisitos previstos no § 1º ou que descumprirem o disposto no § 4º.

§ 6º O viajante que se enquadre no disposto no art. 3º, com origem ou histórico de passagem pelo Reino Unido da Grã-Bretanha e Irlanda do Norte e pela República da África do Sul nos últimos quatorze dias, ao ingressar no território brasileiro, deverá permanecer em quarentena por quatorze dias.

Art. 8º O descumprimento do disposto nesta Portaria implicará, para o agente infrator:

I – responsabilização civil, administrativa e penal;

II – repatriação ou deportação imediata; e

III – inabilitação de pedido de refúgio.

Art. 9º Atos normativos e orientações técnicas poderão ser elaborados pelos Ministérios de modo a complementar as disposições constantes nesta Portaria, desde que observado o âmbito de competência do Ministério.

§ 1º Os órgãos reguladores poderão editar orientações complementares ao disposto nesta Portaria, incluídas regras sanitárias sobre serviços, procedimentos, meios de transportes e operações.

§ 2º As orientações técnicas editadas pelos Ministérios e pelos órgãos reguladores antes da entrada em vigor desta Portaria permanecem válidas.

Art. 10. Os Ministérios poderão encaminhar à Casa Civil da Presidência da República, de forma fundamentada, casos omissos nesta Portaria e pedidos de casos excepcionais, quanto ao cumprimento de determinações sanitárias, para o atendimento do interesse público ou de questões humanitárias.

§ 1º A Casa Civil da Presidência da República solicitará, em prazo adequado à urgência da demanda, a manifestação:

I – da Anvisa;

II – de outros órgãos cuja pertinência temática tenha relação com o caso, se entender necessário; e

III – dos Ministérios signatários deste normativo.

§ 2º A decisão, por consenso, dos Ministérios signatários será comunicada pela Casa Civil da Presidência da República.

Art. 11. Os Ministérios, no âmbito de suas competências, deverão adotar as providências necessárias ao cumprimento do disposto nesta Portaria.

Art. 12. Fica revogada a Portaria nº 651, de 8 de janeiro de 2021, dos Ministros de Estado Chefe da Casa Civil da Presidência da República, da Justiça e Segurança Pública e da Saúde.

Art. 13. Esta Portaria entra em vigor na data de sua publicação.

WALTER SOUZA BRAGA NETTO

Ministro de Estado Chefe da Casa Civil

da Presidência da República

ANDRÉ LUIZ DE ALMEIDA MENDONÇA

Ministro de Estado da Justiça e Segurança Pública

EDUARDO PAZUELLO

Ministro de Estado da Saúde

§ 4º 

Art. 4º As restrições de que trata esta Portaria não impedem:

I – a execução de ações humanitárias transfronteiriças previamente autorizadas pelas autoridades sanitárias locais;

II – o tráfego de residentes fronteiriços em cidades-gêmeas, mediante a apresentação de documento de residente fronteiriço ou de outro documento comprobatório, desde que seja garantida a reciprocidade no tratamento ao brasileiro pelo país vizinho; e

III – o livre tráfego do transporte rodoviário de cargas, ainda que o motorista não se enquadre no rol de que trata o art. 3º, na forma prevista na legislação.

Parágrafo único. O disposto no inciso II docaputnão se aplica à fronteira com a República Bolivariana da Venezuela.

Art. 5º Excepcionalmente, o estrangeiro que estiver em país de fronteira terrestre e precisar atravessá-la para embarcar em voo de retorno a seu país de residência poderá ingressar na República Federativa do Brasil com autorização da Polícia Federal.

Parágrafo único. Na hipótese prevista nocaput:

I – o estrangeiro deverá dirigir-se diretamente ao aeroporto;

II – deverá haver demanda oficial da embaixada ou do consulado do país de residência; e

III – deverão ser apresentados os bilhetes aéreos correspondentes.

Art. 6º As restrições de que trata esta Portaria não impedem a entrada de estrangeiros no País por via terrestre entre a República Federativa do Brasil e a República do Paraguai, desde que obedecidos os requisitos migratórios adequados à sua condição, inclusive o de portar visto de entrada, quando este for exigido pelo ordenamento jurídico brasileiro.

Art. 7º As restrições de que trata esta Portaria não impedem a entrada de estrangeiros no País por via aérea, desde que obedecidos os requisitos migratórios adequados à sua condição, inclusive o de portar visto de entrada, quando este for exigido pelo ordenamento jurídico brasileiro.

§ 1º Para fins do disposto nocaput, o viajante de procedência internacional, brasileiro ou estrangeiro, deverá apresentar à companhia aérea responsável pelo voo, antes do embarque:

I – documento comprobatório de realização de teste laboratorialRT-PCR, para rastreio da infeção pelo coronavírusSARS-CoV-2(covid-19), com resultado negativo ou não reagente, realizado nas setenta e duas horas anteriores ao momento do embarque, observados os seguintes critérios:

a) o documento deverá ser apresentado no idioma português, espanhol ou inglês;

b) o teste deverá ser realizado em laboratório reconhecido pela autoridade de saúde do país do embarque;

c) na hipótese de voo com conexões ou escalas em que o viajante permaneça em área restrita do aeroporto, o prazo de setenta e duas horas será considerado em relação ao embarque no primeiro trecho da viagem;

d) o viajante que realizar migração que ultrapasse setenta e duas horas desde a realização do testeRT-PCRdeverá apresentar documento comprobatório da realização de novo teste com resultado negativo ou não reagente para o coronavírusSARS-CoV-2(covid-19)nocheck-inpara o embarque à República Federativa do Brasil;

e) as crianças com idade inferior a doze anos que estejam viajando acompanhadas estão isentas de apresentar documento comprobatório de realização de teste laboratorialRT-PCRdesde que todos os acompanhantes apresentem documentos comprobatórios de realização de teste laboratorial com resultado do testeRT-PCRnegativo ou não reagente para o coronavírusSARS-CoV-2(covid-19), realizado nas setenta e duas horas anteriores ao momento do embarque;

f) as crianças com idade igual ou superior a dois e inferior a doze anos que estejam viajando desacompanhadas deverão apresentar documento comprobatório de realização de teste laboratorialRT-PCRcom resultado negativo ou não reagente para o coronavírusSARS-CoV-2(covid-19), realizado nas setenta e duas horas anteriores ao momento do embarque;

g) as crianças com idade inferior a dois anos estão isentas de apresentar documento comprobatório de realização de teste laboratorialRT-PCRpara viagem à República Federativa do Brasil;

h) os tripulantes das aeronaves estão isentos de apresentar documento comprobatório de realização de teste laboratorialRT-PCR, desde que cumpram o seguinte protocolo:

1. ausência de contato social e autoisolamento enquanto permanecer em solo brasileiro no deslocamento entre o aeroporto e o hotel, quando necessário – o operador aéreo deverá providenciar o deslocamento entre a aeronave e as acomodações individuais da tripulação em meio de transporte particular e garantir que as medidas de higiene sejam aplicadas e que o distanciamento físico entre as pessoas seja assegurado desde a origem até o destino;

2. ausência de contato social e autoisolamento enquanto permanecer em solo brasileiro no alojamento – a tripulação deverá permanecer em residência ou em quarto de hotel, neste último caso, deverá ser observado o seguinte:

2.1. a acomodação será ocupada por apenas um tripulante;

2.2. a acomodação será higienizada antes e depois da sua ocupação;

2.3. a tripulação não utilizará as instalações comuns do hotel;

2.4. a tripulação realizará as refeições na acomodação;

2.5. se o serviço de quarto do hotel não estiver disponível, o tripulante solicitará refeição do tipo “para viagem”;

3. cuidados com a saúde e auto monitoramento – a tripulação deverá:

3.1. monitorar regularmente os sintomas, inclusive febre e outros sintomas associados ao coronavírusSARS-CoV-2(covid-19);

3.2. evitar o contato com o público e com os demais tripulantes;

3.3. permanecer no quarto do hotel, exceto para procurar atendimento médico ou para executar atividades consideradas essenciais;

3.4. lavar as mãos com frequência com água e sabão, quando possível, ou utilizar álcool em gel;

3.5. usar máscara; e

3.6. observar o distanciamento físico quando for necessário deixar o hotel;

4. em casos de sintomas – caso a tripulação apresente sintomas associados ao coronavírusSARS-CoV-2(covid-19) no território brasileiro, deverá:

4.1. comunicar o fato ao operador aéreo;

4.2. buscar auxílio médico para avaliação de possível acometimento pelaSARS-CoV-2(covid-19); e

4.3. em caso de resultado positivo, cooperar com monitoramento adicional, de acordo com os protocolos adotados pelo sistema de saúde local;

5. saúde ocupacional – serão adotadas as seguintes medidas:

5.1. os responsáveis pelos programas de saúde ocupacional dos operadores aéreos manterão contato permanente com as tripulações, de forma a assegurar a realização do automonitoramento por parte de seus colaboradores e a execução de protocolos sanitários que reduzam os fatores de risco associados à exposição àSARS-CoV-2(covid-19); e

5.2. o operador aéreo implementará programa de educação com o objetivo de orientar as tripulações sobre as medidas sanitárias a serem adotadas durante o período de enfrentamento àSARS-CoV-2(covid-19);

6. plano de gerenciamento da saúde dos tripulantes – incumbe aos operadores aéreos:

6.1. elaborar e manter plano de gerenciamento permanente da saúde dos tripulantes, com a avaliação de risco quanto à exposição da tripulação àSARS-CoV-2(covid-19);

6.2. demonstrar, sempre que lhes for solicitado, a documentação comprobatória de execução das medidas de mitigação daSARS-CoV-2(covid-19), sem prejuízo das ações de fiscalização, monitoramento e controle a serem exercidas pelas autoridades competentes; e

II – comprovante, impresso ou em meio eletrônico, do preenchimento da Declaração de Saúde do Viajante – DSV nas setenta e duas horas que antecederem o embarque para a República Federativa do Brasil, com a concordância sobre as medidas sanitárias que deverão ser cumpridas durante o período em que estiver no País.

§ 2º O viajante de que trata este artigo estará isento do cumprimento das medidas estabelecidas no § 1º na hipótese de paradas técnicas, no território brasileiro, de aeronaves procedentes do exterior, desde que não ocorra desembarque de viajantes sem autorização prévia da autoridade sanitária.

§ 3º Ficam proibidos, em caráter temporário, voos internacionais com destino à República Federativa do Brasil que tenham origem ou passagem pelo Reino Unido da Grã-Bretanha e Irlanda do Norte e pela República da África do Sul.

§ 4º Fica suspensa, em caráter temporário, a autorização de embarque para a República Federativa do Brasil de viajante estrangeiro, procedente ou com passagem pelo Reino Unido da Grã-Bretanha e Irlanda do Norte e pela República da África do Sul nos últimos quatorze dias.

§ 5º A autoridade migratória, por provocação da autoridade sanitária, poderá impedir a entrada no território brasileiro de pessoas não elencadas no art. 3º que não cumprirem os requisitos previstos no § 1º ou que descumprirem o disposto no § 4º.

§ 6º O viajante que se enquadre no disposto no art. 3º, com origem ou histórico de passagem pelo Reino Unido da Grã-Bretanha e Irlanda do Norte e pela República da África do Sul nos últimos quatorze dias, ao ingressar no território brasileiro, deverá permanecer em quarentena por quatorze dias.

Art. 8º O descumprimento do disposto nesta Portaria implicará, para o agente infrator:

I – responsabilização civil, administrativa e penal;

II – repatriação ou deportação imediata; e

III – inabilitação de pedido de refúgio.

Art. 9º Atos normativos e orientações técnicas poderão ser elaborados pelos Ministérios de modo a complementar as disposições constantes nesta Portaria, desde que observado o âmbito de competência do Ministério.

§ 1º Os órgãos reguladores poderão editar orientações complementares ao disposto nesta Portaria, incluídas regras sanitárias sobre serviços, procedimentos, meios de transportes e operações.

§ 2º As orientações técnicas editadas pelos Ministérios e pelos órgãos reguladores antes da entrada em vigor desta Portaria permanecem válidas.

Art. 10. Os Ministérios poderão encaminhar à Casa Civil da Presidência da República, de forma fundamentada, casos omissos nesta Portaria e pedidos de casos excepcionais, quanto ao cumprimento de determinações sanitárias, para o atendimento do interesse público ou de questões humanitárias.

§ 1º A Casa Civil da Presidência da República solicitará, em prazo adequado à urgência da demanda, a manifestação:

I – da Anvisa;

II – de outros órgãos cuja pertinência temática tenha relação com o caso, se entender necessário; e

III – dos Ministérios signatários deste normativo.

§ 2º A decisão, por consenso, dos Ministérios signatários será comunicada pela Casa Civil da Presidência da República.

Art. 11. Os Ministérios, no âmbito de suas competências, deverão adotar as providências necessárias ao cumprimento do disposto nesta Portaria.

Art. 12. Fica revogada a Portaria nº 651, de 8 de janeiro de 2021, dos Ministros de Estado Chefe da Casa Civil da Presidência da República, da Justiça e Segurança Pública e da Saúde.

Art. 13. Esta Portaria entra em vigor na data de sua publicação.

WALTER SOUZA BRAGA NETTO

Ministro de Estado Chefe da Casa Civil

da Presidência da República

ANDRÉ LUIZ DE ALMEIDA MENDONÇA

Ministro de Estado da Justiça e Segurança Pública

EDUARDO PAZUELLO

Ministro de Estado da Saúde
Este conteúdo não substitui o publicado na versão certificada.

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DOIS TRABALHOS DO RN SERÃO SELECIONADOS PARA PARTICIPAR DE OFICINA ONLINE COM PROFISSIONAIS RENOMADOS NA INDÚSTRIA DO CINEMA BRASILEIRO

Por G1 RN

 

Mostra de Cinema de Gostoso será virtual em 2021 — Foto: Rogério VitalMostra de Cinema de Gostoso será virtual em 2021 — Foto: Rogério Vital

Estão abertas as inscrições para a segunda edição do Gostoso Lab, promovido pela Mostra de Cinema de Gostoso com o objetivo de selecionar seis projetos de longa-metragem da região Nordeste em fase de desenvolvimento. Os trabalhos deverão ser enviados através de formulário online, até as 18h (horário de Brasília) do dia 3 de fevereiro.

Dos seis projetos de longa-metragem de ficção e/ou documentário selecionados, duas vagas estão reservadas para trabalhos do Rio Grande do Norte.

Consolidada no calendário dos principais festivais de cinema do Brasil e valorizada pelo impacto positivo na economia local do município de São Miguel do Gostoso, no Rio Grande do Norte, a Mostra de Gostoso está confirmada para o período de 24 a 28 de fevereiro, mas desta vez não vai acontecer na praia. Por causa da pandemia da Covid-19, esta edição será realizada em formato online, com acesso gratuito.

De acordo com a organização do evento, o Gostoso Lab configura-se como um espaço de discussão coletiva em torno do argumento, da narrativa, da realização, da produção e da distribuição de um longa-metragem. Os participantes terão oportunidade de trabalhar sob orientação e em interlocução com profissionais renomados da indústria audiovisual brasileira, sob tutoria do diretor Ramon Porto Mota, da roteirista Fernanda De Capua, da produtora Nara Aragão e do produtor e diretor do BrLab, Rafael Sampaio, responsável pela coordenação pedagógica.

A lista dos projetos selecionados será divulgada até 11 de fevereiro. Os responsáveis serão contatados pela organização do laboratório e deverão estar disponíveis para participar integralmente das atividades em formato online no período de 22 de fevereiro a 1º de março.

A expectativa da organização é que em novembro de 2021 seja realizada uma edição presencial, com a realização da 8ª Mostra de Cinema de Gostoso, no município de São Miguel do Gostoso, a 102 km de Natal.

Fonte: G1 RN
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COMPROMISSOS DO PRESIDENTE :EM CLIMA DE CELEBRAÇÃO BOLSONARO COMEMOROU OS RESULTADOS POSITIVOS DA CAIXA ECONÔMICA FEDERAL E RESSALTOU A RELIGIOSIDADE DO POVO BRASILEIRO

Como é bom estar à frente de uma nação que é mais de 90% cristã”

Jair BolsonaroJair Bolsonaro

Em clima de celebração, o presidente Jair Bolsonaro aproveitou, esta terça-feira (12), para comemorar os resultados positivos da Caixa Econômica Federal (CEF). Ele pontuou as medidas do seu governo no evento em comemoração aos 160 anos do banco público, no Palácio do Planalto.

Em seu discurso, Bolsonaro ressaltou a religiosidade dos membros integrantes do governo e exaltou a atuação de ministros, da Caixa e também da primeira-dama, Michelle Bolsonaro.

“Como é bom estar à frente de uma nação que mais de 90% do povo é cristão. O Estado é laico, mas seu presidente e seu ministério são cristãos. Quem diria, temos ministros, terrivelmente, católicos e três pastores entre nós”, declarou o presidente.

Enaltecendo a religião, Bolsonaro saiu em defesa da liberdade do povo brasileiro.

“A liberdade não tem preço. Quem vai mudar o Brasil não será um homem ou uma mulher, mas todos nós. Estamos aqui porque acreditamos em Deus”, afirmou.

Durante o evento, o chefe do Executivo elogiou o trabalho desempenhado pela Caixa e atribuiu ao presidente do banco, Pedro Guimarães, e à primeira-dama, a contratação de pessoas com deficiência, como ação de inclusão do governo.

“Também, senhora primeira-dama, você participou e você sabe o seu poder no governo. Em grande parte (devemos) a você e ao Pedro (Guimarães) a contração de três mil pessoas com deficiência. Isso era discurso no passado”, garantiu.

Jair Bolsonaro ressaltou que o governo se antecipou às demandas do setor em seu primeiro ano de gestão, ao expor as atividades da instituição bancária para lotéricos e representantes da categoria.

“Apresentamos para vocês uma cesta de direitos e de benefícios. Muitos se surpreenderam porque, geralmente, só se é atendido no Brasil, quando se faz reivindicações. Nós nos antecipamos a problemas, buscamos soluções. Nós trabalhamos dessa forma”, comemorou.

A equipe econômica, liderada pelo Ministro da Economia, Paulo Guedes e as ministras Tereza Cristina, da Agricultura, e Damares Alves, da Mulher, Família e Direitos Humanos também foram lembrados na ocasião.

Ao final da fala, Bolsonaro ainda mandou recado à imprensa brasileira em que afirmou que a mídia “nunca teve tanta liberdade” como no governo dele.

“Minha adorada imprensa, vocês nunca tiveram tanta liberdade como no nosso governo. Nunca se ouviu falar no meu governo de controle social da mídia ou democratização da mesma. Vocês têm liberdade demais, de sobra”, disse, em tom carinhoso, discordando das recentes censuras das mídias sociais a autoridades conservadoras.

“Elas não concorrem com vocês (imprensa), uma estimula a outra”, justificou.

Fonte: Jornal da Cidade Online

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PODCASTS: OS IMPACTOS DAS ELEIÇÕES DOS EUA NO GOVERNO BRASILEIRO

Eleição nos EUA pode ‘baixar a bola’ do governo brasileiro em relação a discursos ideológicos

Andréia Sadi fala sobre os impactos da eleição nos EUA no governo Bolsonaro. De acordo com assessores, no caso de uma vitória democrata, o presidente pode mudar o tom para fazer uma sinalização a Joe Biden, pois a vida comercial precisa seguir.

SEXTA, 06/11/2020, 08:08

Conversa de Política – Andréia Sadi

ONG de Direitos Humanos pede a libertação da Andreia Sadi

Fonte: CBN

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BOAS NOTÍCIAS: PARA NÃO SEPARAR A FAMÍLIA, CASAL BRASILEIRO ADOTA CINCO IRMÃOS

A nossa coluna BOAS NOTÍCIAS desta terça-feira trás uma bela história com final feliz. Um casal do Paraná adotou 5 irmãos que estavam em um abrigo e evitou que a família se separasse. Um ato de solidariedade e compaixão poucas vezes visto. Que Deus abençoe esse casal e sua nova família e lhes dê um futuro pleno e maravilhoso. Leia o artigo completo a seguir e saiba dos detalhes!

Casal brasileiro adota cinco irmãos pra não separar a família

Por redação

Um casal do Paraná adotou 5 irmãos que estavam em um abrigo e evitou que a família se separasse.

A nova mãe disse que foi amor à primeira vista. O coração disparou e ela teve a certeza de que eram os filhos dela.

“As crianças já vieram no meu colo e, assim, começou a nossa história”.

O processo de adoção levou um ano e em outubro, a crianças, com idades de 4, 5, 7, 8 e 9 anos, receberam os novos registros com os nomes dos novos pais.

A história

O casal, de Peabiru, no Paraná – que teve os nomes preservados – entrou com o processo de habilitação para adoção em 2018 e esperou a conclusão do procedimento e inclusão no Cadastro Nacional de Adoção (CNA) do Conselho Nacional de Justiça (CNJ).

Em 2019, eles retornaram ao Fórum de Peabiru e mudaram o perfil dizendo que aceitavam um grupo de irmãos de até sete anos de idade.

Em julho, veio o telefonema da Vara de Infância da Comarca de Palmital com a notícia: cinco irmãos precisavam de amor e de uma família, mas alguns estavam acima da idade pedida.

20 minutos depois o casal retornou a ligação para o Fórum dizendo um sonoro “sim” e foram conhecer as crianças no dia seguinte.

Vida nova

Depois a visita os pais alugaram uma casa maior, em Palmital, para poder ficar com as crianças no estágio de convivência. E deu tudo certo.

No mês passado saiu a guarda definitiva das crianças e elas receberam os registros com o sobrenome dos novos pais.

“Foi um momento simbólico receber o registro dos cinco. Não vivo mais sem essa gritaria, eles alegram a minha casa. Estamos muito felizes”, comemorou a mãe.

Fonte: sonoticiaboa.com.br

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CHINESES LOCALIZARAM CORONAVIRUS EM LOTE DE FRANGOS DE FRIGORÍFICO BRASILEIRO, E VETAM IMPORTAÇÃO PARA HONG KONG

Hong Kong veta importação de frango de frigorífico brasileiro

Medida ocorreu após chineses localizarem o novo coronavírus em um lote de frango do frigorífico Aurora

ECONOMIA

Da Agência Brasil

Ministério da Agricultura confirmou a decisão de Hong Kong

Hong Kong vetou a importação de frango do frigorífico brasileiro Aurora, localizado no Estado de Santa Catarina. O Ministério da Agricultura divulgou que recebeu o comunicado oficial confirmando a medida.

Ainda de acordo com o Ministério, a suspensão tem caráter temporário. Não foi informado, entretanto, qual será o tempo de vigência. Por meio de sua assessoria, a pasta informou que irá responder aos questionamentos das autoridades de Hong Kong.

A medida ocorreu após o novo coronavírus ser encontrado em um lote de frango do frigorífico exportado para a China. A alegação foi feita pela prefeitura de Shenzhen, na província de Guandong.

No dia 14, as Filipinas anunciaram a suspensão da importação de frango brasileiro. De acordo com o Departamento de Agricultura das Filipinas, a medida é transitória, mas não foi estabelecido prazo fixo ou limite para a vigência da proibição.

O Ministério da Agricultura anunciou no dia 13 que pediria explicações à China sobre o episódio. Em nota, o órgão afirmou que não há comprovação científica de transmissão da covid-19 por alimentos congelados.

A ABPA Associação Brasileira de Proteína Animal) também divulgou nota informando estar analisando a alegação de identificação “de traços de vírus em embalagem de produto de origem brasileira”.  No texto, a entidade argumentou que ainda não está claro em que momento teria havido a eventual contaminação.

A reportagem entrou em contato com o frigorífico Aurora, cuja assessoria respondeu que não se pronunciaria no momento.

Fonte: R7

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