RESUMO DA SEMANA: CIRO NOGUEIRA NA CASA CIVIL e INCÊNDIO NA ESTÁTUA DE BORBA GATO

Bom dia! Neste domingo você vai ver, aqui no RESUMO DA SEMANA tudo que rolou de mais relevante nos fatos políticos desta semana que passou, sob o comando de Larissa Pansani no programa SEMANA DA PAN. Então, se não teve tempo de acompanhar aproveite para se atualizar!

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SE HOUVER PROBLEMAS NO MINISTÉRIO DA SAÚDE CHEGAREMOS AOS CULPADOS, AFIRMOU BOLSONARO

Se houver problemas na Saúde, vamos chegar aos culpados, diz Bolsonaro

Presidente cumpre agenda em Presidente Prudente, no interior de São Paulo; ministro da Saúde, Marcelo Queiroga, o acompanhou

Rafaela Lara, da CNN, em São Paulo

 Atualizado 31 de julho de 2021 às 16:34

Bolsonaro comenta possíveis irregularidades na Saúde: 'Se aparecer, vamos responsabilizar culpados' | Brasil | O Dia

O presidente Jair Bolsonaro (sem partido) afirmou neste sábado (31), durante cerimônia de federalização de um hospital oncológico em Presidente Prudente, no interior de São Paulo, que se houver problemas no Ministério da Saúde, o ministro Marcelo Queiroga e ele chegarão aos “possíveis culpados”.

“Pode ser que apareça algum problema no Ministério dele [Marcelo Queiroga]. Afinal de contas, o orçamento diário dele é de R$ 550 milhões, não é fácil coordenar, fiscalizar esses recursos. Se aparecer problemas, seremos os primeiros a colaborar com investigações e chegar na responsabilização dos possíveis culpados”, disse Bolsonaro.

Ao mencionar um possível “problema” na pasta comandada por Queiroga, o presidente não citou as suspeitas levantadas pela CPI da Pandemia sobre a aquisição da vacina Covaxin.

Segundo depoimento do deputado Luis Miranda (DEM-DF), Bolsonaro foi informado sobre um suposto pedido de propina na compra dos imunizantes indianos e teria relacionado o nome do deputado federal Ricardo Barros (PP-PR), líder do governo na Câmara, ao saber das supostas irregularidades. Barros nega envolvimento com a negociação do imunizante.

O presidente voltou a afirmar que não há denúncias de corrupção em seu governo. “Estamos completamos dois anos e meio sem qualquer denúncia de corrupção.”

Segundo Bolsonaro, Queiroga se adaptou rapidamente “ à nossa maneira de trabalhar”. O presidente citou ainda a realização da Copa América no Brasil como exemplo da agilidade do ministro da Saúde diante dos protocolos que precisavam ser feitos para o campeonato acontecer.

“Falei para ele: vamos ter Copa América no Brasil, Queiroga. Ele disse que teria protocolo dentro de uns dias. Falei: Queiroga, é agora, é o protocolo da Libertadores, ele me disse que sim e resolvemos em 10 minutos.”

Mais cedo, o presidente realizou um passeio de moto com apoiadores em Presidente Prudente. Esse foi o sexto passeio de moto do presidente com seus apoiadores e o primeiro após ele ter sido internado com suboclusão intestinal.

Fonte: CNN

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ANÁLISE POLÍTICA: AS MENTIRAS DE BOLSONARO GERAM REJEIÇÃO À PAUTA DA TRANSPARÊNCIA, POR FELIPE MOURA BRASIL

N a nossa coluna ANÁLISE POLÍTICA deste sábado o destaque é o âncora do Salve, Salve, BandNews, Felipe Moura Brasil, que comenta os ataques de Jair Bolsonaro ao sistema eleitoral durante a live desta quinta-feira (29). O presidente admitiu que não tem provas das alegadas fraudes nas eleições. Bolsonaro disse que tem “indícios fortíssimos” e, como demonstração, exibiu vídeos e teorias já desmentidas que circulam na internet. Nos últimos meses, o presidente vem defendendo a adoção do voto impresso para as eleições de 2022. O comentário está muito bom, não perca!

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POLÍTICA: BOLSONARO RESTABELECE A VERDADE QUE O STF TENTA ESCONDER

Bolsonaro dá dura resposta ao STF e restabelece a verdade

Luiz Fux e Jair Bolsonaro - Foto: STF; PRLuiz Fux e Jair Bolsonaro – Foto: STF; PR

Nesta quinta-feira, 29, o Supremo Tribunal Federal (STF) afirmou que ‘não proibiu o governo federal de agir na pandemia”.

“Uma mentira contada mil vezes não vira verdade!”, disse a Corte, por meio das redes sociais.

O fato tomou uma proporção enorme e gerou grande revolta nas redes sociais.

Até que o próprio presidente Jair Bolsonaro, decidiu explicar todo o caso.

Em fortes palavras, Bolsonaro disse tudo o que estava “engasgado”.

Leia na íntegra:

O Presidente da República e o STF.

– O Governo Federal agiu e segue agindo, durante toda a pandemia, enviando recursos a Estados e Municípios, bem como material hospitalar. Mobilizou toda sua estrutura federal, incluindo as aeronaves da FAB, para transportar remédios, oxigênio, materiais diversos e, sobretudo, pacientes.

– O nosso Governo também criou programas para a manutenção de empregos (PRONAMPE), bem como despendeu R$ 320 bilhões para atender os mais necessitados que foram obrigados a ficar em casa, sem meios de sobrevivência, via Auxílio Emergencial.

– Fake news desestimularam o tratamento inicial da doença, desrespeitando, inclusive, parecer do Conselho Federal de Medicina que atribui ao médico a decisão de receitar, com aquiescência do paciente ou familiar, o tratamento off-label (fora da bula).

– O Supremo Tribunal Federal (STF) decidiu, em abril de 2020, que “não compete ao Poder Executivo afastar, unilateralmente, as decisões dos governos estaduais, distrital e municipais que adotaram importantes medidas restritivas como a imposição de quarentena, suspensão de atividades de ensino, restrições de comércio, atividades culturais e à circulação de pessoas.”

– Desta forma, o STF delegou poderes para que estados e municípios fechassem o comércio, decretassem lockdown, fechassem igrejas, prendessem homens e mulheres em praças públicas ou praias, realizassem toque de recolher, etc.

– O Governo Federal, por duas vezes, foi ao STF para que decretos de governadores, que violavam incisos do art. 5° da Constituição Federal, que trata das liberdades individuais, fossem declarados inconstitucionais. Lamentavelmente estas ações sequer foram analisadas.

– Em nenhum momento este governo deixou de respeitar o sagrado direito à liberdade de expressão de todos. Cometem atos antidemocráticos exatamente os que querem, pelo uso da força, calar quem se manifesta.

– Sempre defendi, mesmo sob críticas, que o vírus e o desemprego deveriam ser combatidos de forma simultânea e com a mesma responsabilidade. A fome também mata.

– A vacina é uma realidade em nosso Governo. Fora os países produtores da mesma, o Brasil é aquele que mais investe em imunizantes e que mais vacinou sua população.

– Mais do que nunca, o momento continua sendo o da união de todos no combate ao mal comum: o vírus, que é mortal para muitos.

QUE DEUS ABENÇOE O NOSSO BRASIL.

Presidente Jair Bolsonaro.

Fonte: Jornal da Cidade Online

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QUESTIONADO SOBRE CRÍTICAS A BOLSONARO, ATUAL MINISTRO-CHEFE DA CASA CIVIL CIRO NOGUEIRA DIZ QUE ‘TODOS EVOLUÍMOS’

Ciro Nogueira fala sobre críticas anteriores a Bolsonaro: ‘Todos evoluímos’

Senador foi nomeado ministro-chefe da Casa Civil

Mathias Brotero, da CNN, em Brasília

 Atualizado 29 de julho de 2021 às 20:52

Jair Bolsonaro e Ciro NogueiraBolsonaro e Ciro Nogueira aparecem abraçados em cerimônia no Piauí em maio deste ano. Agora na Casa Civil, Ciro não deve abrir mão do controle do PP, mas deve dar guarida ao presidente nas eleições de 2022 Foto: Isac Nóbrega/PR

Apesar de ainda não ter sido empossado, o senador licenciado Ciro Nogueira já pode ser chamado de ministro-chefe da Casa Civil. Após deixar uma reunião com o ministro da Economia, Paulo Guedess, nesta quinta-feira (29), Nogueira disse à CNN que “já está trabalhando” e que a cerimônia de posse está marcada para a próxima quarta-feira (4), às 16 horas.

A confirmação de que Nogueira assumiria o cargo veio na última terça-feira (27), após ter se reunido com o presidente Jair Bolsonaro (sem partido). Pelas redes sociais, o parlamentar disse que buscará “equilíbrio” e “avanços”.

Sem entrar detalhes, o novo ministro disse que a reunião com o ministro Guedes serviu para tratar de uma pauta que será discutida, na próxima segunda-feira (2), com os presidentes da Câmara, Arthur Liraa (PP-AL), e do Senado, Rodrigo Pacheco (DEM-MG).

Ciro Nogueira assume uma das pastas mais próximas ao chefe do Poder Executivo. Algumas das principais responsabilidade da Casa Civil são de assessorar o presidente da República na coordenação dos ministérios e na articulação política com o Congresso Nacional.

Apesar da proximidade que terá com o Bolsonaro, Ciro Nogueira nem sempre foi um apoiador de primeira hora do presidente da República. Durante uma entrevista em 2017, por exemplo, Nogueira disse ter restrições com o então deputado federal, por Bolsonaro ter um caráter “fascista” e “preconceituoso”.

Questionado pela reportagem sobre críticas feitas a Bolsonaro, o ministro disse que: “Todos evoluímos”, citando dois políticos que para ele servem como “grande referência”: Petrônio Portella, Ministro da Justiça pelo Piauí no começo do governo Figueiredo e responsável pelo processo de abertura política após a ditadura, e Winston Churchill, ex-primeiro ministro do Reino Unido.

“Ninguém erra e ninguém deixa de melhorar, quando você se transforma para melhorar”, disse Nogueira. Questionado pela reportagem se sua presença no Governo pode contribuir para que Jair Bolsonaro (sem partido) se filie ao partido, Ciro Nogueira respondeu que “essa é uma decisão do Presidente”.

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CIRO NOGUEIRA TEM CARTA BRANCA DO PRESIDENTE PARA MONTAR SUA EQUIPE NA CASA CIVIL E LIDERAR ARTICULAÇÕES POLÍTICAS

Bolsonaro dá carta branca para articulação política de Ciro Nogueira

Nas conversas que teve no Palácio do Planalto ao longo do dia, Ciro avaliou ser possível reaproximar antigos aliados do presidente

Caio Junqueira

Por Caio Junqueira, CNN  

Atualizado 27 de julho de 2021 às 20:01

Bolsonaro dá carta branca para articulação política de Ciro Nogueira na Casa Civil

O presidente Jair Bolsonaro (sem partido) deu carta branca ao senador Ciro Nogueira (PP-PI), segundo interlocutores dos dois, para ele montar sua equipe na Casa Civil e principalmente liderar as articulações políticas que ele achar necessárias com o Congresso e com o Judiciário.

A conversa ocorreu a sós na manhã desta terça-feira no Palácio do Planalto no gabinete do presidente, no terceiro andar do Palácio do Planalto. Depois, Ciro desceu até o segundo andar para uma reunião no gabinete do ministro das Comunicações, Fábio Faria.

Além de Ciro e Faria, estavam a ministra da Secretaria de Governo, Flávia Arruda, e o presidente da Câmara, Arthur Lira, todos integrantes do Centrão. O grupo depois subiu até o gabinete do presidente, onde foi feita uma foto, publicada nas redes sociais de Fábio Faria.

Nas conversas que teve no Palácio do Planalto ao longo do dia, Ciro avaliou ser possível reaproximar antigos aliados do presidente e investir nos políticos e partidos com potencial de aproximação. Um exemplo mencionado é o do ex-presidente do Senado Davi Alcolumbre (DEM-AP), que já esteve próximo de Bolsonaro, mas se afastou.

O líder do MDB, senador Eduardo Braga (AM), é outro nome a ser atraído. O partido inclusive deve se reunir na próxima semana para discutir o novo contexto político.

Ele também pretende conversar com integrantes do Judiciário que hoje estão em rota de colisão com o presidente Jair Bolsonaro, como os ministros do Supremo Tribunal Federal Luis Roberto Barroso e Alexandre de Moraes, que também integram o Tribunal Superior Eleitoral, onde tramitam ações de cassação de chapa Bolsonaro-Mourão. Mais à frente, Ciro não destaca inclusive abrir diálogo com a oposição.

Ciro diz que pretende inspirar sua operação política na pasta a outro piauiense que, como ele, ocupou o cargo rodeado de militares: Petrônio Portela, ministro da Justiça no começo do governo Figueiredo que lançou as negociações com o Congresso pela abertura política.

Era, portanto, um civil com a missão de distensionamento político especialmente com o Congresso. Algo semelhante ao papel que Ciro pretende ter, conforme a CNN mostrou nesta segunda-feira. Petrônio, aliás, é tio-avô dos filhos de Ciro com Iracema Portella, sua ex-mulher.

Fonte: CNN

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POLÍTICA: CIRO NOGUEIRA ACABA DE CONFIRMAR SUA CHEFIA NA CASA CIVIL

Ciro Nogueira encontra Bolsonaro e confirma que assumirá Casa Civil

Jair Bolsonaro e o senador do PP se reuniram na manhã desta terça-feira (27); pelas redes sociais, Ciro afirmou que buscará ‘equilíbrio’ e ‘avanços’

Rafaela Lara, da CNN, em São Paulo

 Atualizado 27 de julho de 2021 às 10:35

Senador Ciro Nogueira encontra Bolsonaro e confirma que assumirá Casa Civil - Agenda Capital

O senador Ciro Nogueira (PP-PI) se reuniu com o presidente Jair Bolsonaro (sem partido) na manhã desta terça-feira (27). Pelas redes sociais, ele confirmou que assumirá o cargo de ministro-chefe da Casa Civil e disse que buscará “equilíbrio” e “avanços”.

“Acabo de aceitar o honroso convite para assumir a chefia da Casa Civil, feito pelo presidente Jair Bolsonaro. Peço a proteção de Deus para cumprir esse desafio da melhor forma que eu puder, com empenho e dedicação em busca do equilíbrio e dos avanços de que nosso país necessita”, escreveu o senador.

A reunião confirma a reforma ministerial anunciada por Bolsonaro na última semana. Com a confirmação, Ciro deverá buscar reconciliação com o Judiciário e se tornar um novo interlocutor entre o Executivo e o Supremo Tribunal Federal (STF).

Segundo informações do analista de política da CNN Caio Junqueira, Ciro terá aval político para as negociações em nome do governo com o Congresso, Judiciário e partidos.

O encontro entre Ciro e Bolsonaro deveria ter ocorrido na tarde desta segunda-feira (26), no entanto, o senador, que estava no México, enfrentou problemas técnicos com o voo e a data da reunião foi alterada.

Atualmente, quem ocupa o posto de ministro-chefe da Casa Civil é o general Luiz Eduardo Ramos. A confirmação de Ciro na Casa Civil é apenas uma parte da reforma ministerial de Bolsonaro.

Com a saída de Ramos do atual posto, ele deve ser realocado para a Secretaria-Geral da Presidência, atualmente chefiada por Onyx Lorenzoni. Lorenzoni, que já ocupou o cargo de ministro-chefe da Casa Civil, assumiria uma versão recriada da pasta do Trabalho, sob o nome do Ministério do Emprego e Previdência.

Na última semana, Bolsonaro afirmou que a aproximação do governo com o Centrão se dá “pela governabilidade” e que o nome atribuído aos partidos políticos de Centro é “pejorativo”.

Ele ainda disse que o PP passa a ser uma possibilidade de filiação para uma provável disputa das eleições em 2022. Bolsonaro está há mais de um ano sem partido e já foi filiado ao PP.

Fonte: Jornal da Cidade Online

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CULTURA: DECRETO QUE REGULAMENTA APOIO A CULTURA É ASSINADO POR BOLSONARO

Bolsonaro assina decreto que regulamenta o Programa Nacional de Apoio à Cultura (Pronac), conhecido como Lei Rouanet

Foto: © Isac Nóbrega/PR

O presidente Jair Bolsonaro assinou o decreto que regulamenta o Programa Nacional de Apoio à Cultura (Pronac), conhecido como Lei Rouanet. A norma, publicada nesta terça-feira (27) no Diário Oficial da União, incentiva o desenvolvimento de projetos culturais no país capitalizando e distribuindo recursos para o setor cultural. “Assinamos o decreto que regulamenta o Programa Nacional de Apoio à Cultura. O instrumento objetiva uma gestão eficiente, com controle de prestação de contas — e traz inédita valorização de Belas Artes e Arte Sacra”, comentou Bolsonaro hoje no Twitter.

 

Além de incentivar às Belas Artes, envolvendo a arquitetura, pintura, escultura, música, dança, teatro e literatura, o programa terá um plano anual que será desenvolvido pela Secretaria especial de Cultura, chefiada hoje por Mario Frias.

Entre os tipos de projetos listados como os que podem receber apoio do programa estão os que fomentam atividades culturais “com vistas à promoção da cidadania cultural, da acessibilidade artística e da diversidade”. Também podem ser apoiados os que desenvolvem atividades que fortaleçam e articulem as cadeias produtivas e os arranjos produtivos locais que formam a economia da cultura.

A lista inclui ainda iniciativas que promovam a difusão e a valorização das expressões culturais brasileiras no exterior, assim como o intercâmbio cultural com outros países. Ações com vistas a valorizar artistas, mestres de culturas tradicionais, técnicos e estudiosos da cultura brasileira, também são elegíveis.

O Pronac prevê ainda apoio as atividades culturais de caráter sacro, clássico e de preservação e restauro de patrimônio histórico material, tombados ou não. Também pode ser acionado para impulsionar festejos, eventos e expressões artístico-culturais tradicionais, além daquelas já tombadas como patrimônio cultural imaterial.

A Secretaria Especial de Cultura do Ministério do Turismo poderá escolher, mediante processo público de seleção, os programas, projetos e ações culturais a serem financiados e poderá designar comitês técnicos para essa finalidade.

Recursos

Segundo o decreto, o montante dos recursos destinados aos processos públicos de seleção e a sua respectiva distribuição serão definidos pelo ministro do Turismo e publicado no Diário Oficial da União, com base em proposta elaborada pelo Secretário Especial de Cultura do Ministério do Turismo, observado o estabelecido no plano anual do Pronac.

As empresas patrocinadoras interessadas em aderir aos processos seletivos promovidos pela Secretaria Especial de Cultura do Ministério do Turismo deverão informar, previamente, o volume de recursos que pretendem investir, bem como sua área de interesse, respeitados o montante e a distribuição dos recursos definidos pela Secretaria Especial.

Fonte: Blog do BG

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CIRO NOGUEIRA CONFIRMOU ENCONTRO PREVISTO COM BOLSONARO PARA TRATAR DE ASSUNTOS RELACIONADOS AO CARGO DE MINISTRO-CHEFE DA CASA CIVIL

Ciro Nogueira tem reunião prevista com Bolsonaro para definir cargo de ministro

Presidente do Progressistas, senador deve assumir Casa Civil; troca de cadeiras no ministério levaria Onyx Lorenzoni a nova pasta do Emprego e Previdência

Gregory Prudenciano, da CNN, em São Paulo *

 | Atualizado 25 de julho de 2021 às 21:27

Alex Silva Assú: Ciro Nogueira tem reunião prevista com Bolsonaro para definir cargo de ministro

O senador Ciro Nogueira (PP-PI) confirmou à CNN que tem um encontro previsto com o presidente Jair Bolsonaro (sem partido) nesta segunda-feira (26) para tratar de sua provável indicação ao cargo de ministro-chefe da Casa Civil. A expectativa em Brasília é que, depois do encontro, Bolsonaro anuncie as mudanças em sua equipe ministerial que vêm sendo aventadas ao longo da última semana.

Com a troca na Casa Civil, o atual titular da pasta, Luiz Eduardo Ramos, deve assumir a Secretaria-Geral da Presidência no lugar de Onyx Lorenzoni. A Onyx, teria sido prometido um novo ministério, fruto de um possível desmembramento da pasta da Economia que levaria à criação de um novo Ministério do Emprego e Previdência.

Na semana passada, quando Bolsonaro mencionou pela primeira vez os planos de fazer a mudança na Casa Civil, o senador Ciro Nogueira ligou para o presidente do Senado, Rodrigo Pacheco (DEM-MG), para dizer que aceitaria o convite pra assumir a vaga de ministro e que gostaria de ser uma “ponte” entre o Palácio do Planalto e o Congresso Nacional.

Com Ciro Nogueira despachando no Palácio do Planalto, Bolsonaro também pretende fortalecer a frente governista na CPI da Pandemia, facilitar a indicação de André Mendonça ao Supremo Tribunal Federal (STF) e minimizar eventuais resistências à recondução de Augusto Aras à Procuradoria-Geral da República (PGR).

Criação de novo ministério

Nomeado para comandar o que ficou conhecido no início do governo Bolsonaro como um “superministério” da Economia, o ministro Paulo Guedes agora, com as mudanças previstas, deve ceder espaço para a criação do novo Ministério do Emprego e Previdência.

A situação econômica também corrobora o ressurgimento da pasta, dado que a taxa de desemprego no Brasil, de 14,7%, está no nível mais alto da série histórica mantida pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), atingindo 14,8 milhões de brasileiros.

Mas, mesmo com a mudança, o ministro Paulo Guedes busca emplacar o atual secretário especial de Previdência e Trabalho, Bruno Bianco, no cargo de secretário-executivo da nova pasta do Emprego e Previdência.

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RESUMO DA SEMANA: BOLSONARO DIZ TER PROVAS DE FRAUDE EM 2014 E BRAGA NETTO NEGA AMEAÇA ÀS ELEIÇÕES

No RESUMO SEMANAL deste domingo você vai ver tudo que rolou no cenário político da semana que passou sob o comando de Nanny Cox, como o que disse Bolsonaro sobre ter provas de fraude em 2014 e a negativa de Braga Neto com relação a ameaças às eleições. Então não saia dai e comece logo a assistir o Semana da Pan. 

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ANÁLISE POLÍTICA: LULA E BOLSONARO POSAM DO QUE NÃO SÃO, POR FELIPE MOURA BRASIL

Neste sábado, aqui na coluna ANÁLISE POLÍTICA você vai se atualizar com as notícias vendo Felipe Moura Brasil,  O âncora do Salve, Salve, BandNews, falar sobre a queda de popularidade digital do ex-presidente Lula, medida pela consultoria Quest, após o petista defender a ditadura cubana em meio aos protestos da população contra o regime e ainda comentar sobre as duas primeiras missões que o senador Ciro Nogueira, líder do Centrão, terá à frente da Casa Civil do governo Bolsonaro. Uma delas é vencer as resistências no Senado à indicação do advogado-geral da União, André Mendonça, para o Supremo Tribunal Federal. A outra é construir um acordo para solucionar a questão do fundo eleitoral de R$ 5,7 bilhões, aprovado pelo Congresso. Então não perca tempo, aperte no play e se atualize!

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MINISTRA DO STF REJEITOU PEDIDO DE INTEGRANTES DO PT PARA OBRIGAR ARTHUR LIRA ANALISAR PEDIDO DE IMPEACHMENT CONTRA PRESIDENTE BOLSONARO

Cármen Lúcia nega ação para obrigar Lira a analisar pedido de impeachment

Pedido de integrantes do PT visava à análise de impeachment contra o presidente Jair Bolsonaro

Anna Gabriela Costa, da CNN, em São Paulo

 Atualizado 21 de julho de 2021 às 16:40

Cármen Lúcia nega ação do PT para obrigar Lira a analisar impeachment

A ministra do Supremo Tribunal Federal (STF) Cármen Lúcia rejeitou, nesta quarta-feira (21), um pedido de integrantes do Partido dos Trabalhadores (PT) para obrigar o presidente da Câmara, Arthur Lira (PP-AL), a analisar um pedido de impeachment contra o presidente Jair Bolsonaro (sem partido).

A ação faz referência especificamente a um pedido de impeachment protocolado por entidades da sociedade civil em maio de 2020.

Na decisão, Cármen Lúcia apontou motivos processuais para rejeitar o pedido. Na avaliação da ministra, o pedido não atende aos requisitos de um mandado de segurança – tipo de ação escolhido pelo deputado Rui Falcão (PT-SP) e pelo ex-prefeito de São Paulo Fernando Haddad.

O processo foi protocolado em 2 de julho e indeferido pela ministra nesta quarta-feira (21).

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POLÍTICA: CASO BOLSONARO SE LICENCIE DO CARGO PARA TRATAMENTO MÉDICO HÁ DÚVIDAS DE QUEM PODERÁ ASSUMIR A PRESIDÊNCIA

Saiba quem assume a Presidência da República numa eventual licença de Bolsonaro

Integrantes da equipe do vice-presidente Hamilton Mourão disseram à CNN que ele só deve retornar ao Brasil no domingo

Pedro Teixeira,
da CNN em Brasília
 Atualizado 15 de julho de 2021 às 07:58

 

Mesmo com o presidente Jair Bolsonaro (sem partido) internado, não há definição se ele pedirá algum tipo de licença ou se deve seguir despachando do hospital. Caso ele se licencie do cargo para o tratamento médico, há dúvidas sobre quem poderá assumir a presidência.

Isso porque o vice-presidente Hamilton Mourão (PRTB) viajou nesta quarta-feira (14) para Angola, onde vai participar da cúpula da comunidade dos países de língua portuguesa. À CNN, integrantes da equipe de Mourão disseram que ele só deve retornar ao Brasil no domingo (18).

Caso Bolsonaro precise se licenciar nesse período, o presidente da Câmara, Arthur Lira (PP-AL), seria o próximo na linha sucessória. Mas ele enfrentaria um impasse jurídico quanto a isso, pois se tornou réu em duas ações no Supremo Tribunal Federal (STF).

Em uma delas, o presidente da Câmara é acusado de ter recebido propina de R$ 106 mil. Já a outra ação, que foi arquivada em março deste ano, Lira e outros dirigentes do Progressistas eram acusados de comandar um esquema de corrupção na Petrobras.

O presidente da Câmara nega as acusações.

Se Lira for impedido de assumir a presidência da República num eventual afastamento do presidente Jair Bolsonaro, o próximo na linha sucessória é o presidente do Senado, Rodrigo Pacheco (DEM-MG).

Nota do hospital

O Hospital Vila Nova Star enviou na noite desta quarta-feira (14) uma nota à imprensa afirmando que Bolsonaro seguirá internado para “tratamento clínico conservador”, sem explicar exatamente no que consiste tal tratamento.

Segundo a nota, assinada pelo médico Antônio Luiz de Vasconcellos Macedo e sua equipe médica, o presidente foi diagnosticado com um quadro de “suboclusão intestinal”, isto é, obstrução do intestino.

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POLÍTICA: FUX EXPLICOU O MOTIVO DO CONVITE À BOLSONARO PARA REUNIÃO OFICIAL

Algo está mudando… Fux destaca lado humano de Bolsonaro (veja o vídeo)

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ANÁLISE POLÍTICA: BOLSONARO ALIMENTA FALSO “NÓS CONTRA ELES”, POR FELIPE MOURA BRASIL

Na coluna ANÁLISE POLÍTICA desta quarta-feira, aqui no Blog do Saber, o comentarista político Felipe Moura Brasil fala sobre a reunião do presidente Jair Bolsonaro com o presidente do Supremo Tribunal Federal, Luiz Fux. Foi o ministro que chamou Bolsonaro para uma conversa após o presidente fazer uma série de ataques ao ministro Luis Roberto Barroso, do STF, que também preside o Tribunal Superior Eleitoral. Fux disse que se tratou do primeiro passo de um processo de conciliação que também vai envolver os presidentes da Câmara e do Senado. Assista ao vídeo completo a seguir e acompanhe o que está acontecendo no cenário político nacional!

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PRESIDENTE DA CÂMARA SE POSICIONOU CONTRA DAR PROSSEGUIMENTO AOS PEDIDOS DE IMPEACHMENT CONTRA O PRESIDENTE BOLSONARO

Análise: Lira não vê impeachment como possibilidade e defende mudança no sistema

Analistas destacam pontos da entrevista exclusiva do presidente da câmara, Arthur Lira, concedida à CNN

Iuri Pitta
Renata Agostini
Daniela Lima
Gustavo Uribe

Por Iuri PittaRenata AgostiniDaniela Lima e Gustavo Uribe,

CNN  da CNN em São Paulo

 Atualizado 10 de julho de 2021 às 15:46

Análise: Lira não vê impeachment como possibilidade e defende mudança no sistema

Em entrevista exclusiva à CNN neste sábado (10), o presidente da Câmara, Arthur Lira (PP-AL), em que se posicionou contra dar prosseguimento aos pedidos de impeachment contra o presidente Jair Bolsonaro (sem partido).

“Nesse momento ele [Lira] se coloca como independente, como alguém que entende que esse momento é delicado, mas que as decisões não podem ser precipitadas em relação ao impeachment”, destaca Renata Agostini.

Agostini analisa que, durante a entrevista, Lira disse que não vê espaço para impeachment neste momento e que têm dúvidas se este movimento é o que a oposição realmente defende. Ela destaca um ponto quando Lira diz que não há como todo presidente do Brasil sofrer processos de impeachment e, por isso, ele se pergunta: será que não é o caso de o Parlamento se debruçar e na discussão sobre o semipresidencialismo, ou seja, uma constituição parlamentarista com o sistema atual presidencialista?

Agostini destaca que embora o debate público sobre a mudança no sistema eleitoral estivesse em curso, a entrevista foi o momento em que Arthur Lira falou publicamente que corrobora e quer trabalhar para que o sistema presidencialista, tal como funciona hoje, seja mudado.

Outro ponto importante na fala do presidente da Câmara foi a respeito das Forças Armadas. Ele reiterou o compromisso não só dele, mas do Parlamento em defender as instituições democráticas e deu um recado às Forças Armadas ao afirmar que comandantes militares não têm que dar opinião política.

Embora Arthur Lira tenha sinalizado que realizar uma mudança no sistema presidencialista seja importante para que 2022 seja um regime transitório, Gustavo Uribe analisa que em “ano pré-eleitoral é muito difícil a aprovação de medidas que tenham um certo impacto na sociedade, que são medidas polêmicas.”

Além disso, Uribe comenta que tal mudança deveria ser acatada pelo presidente que estiver ocupando o cargo a partir das próximas eleições.

“O sistema semipresidencialista enfraquece um pouco o poder do executivo, isso tem que ser bastante discutido com os partidos políticos e até com os próximos candidatos. O candidato que entrar em 2022, ou a reeleição de Bolsonaro, terá de se readaptar a este sistema. Precisa ver se este candidato estará disposto a abrir mão de bastante poder.”

(Publicado por Marina Motomura)

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SEGUNDO SENADOR, BOLSONARO AGE COM AUTENTICIDADE E SOFRE COM FALAS RETIRADAS DE CONTEXTO

Não vejo qualquer ameaça nas falas de Bolsonaro, diz senador governista

 

Para Marcos Rogério (DEM-RO), Bolsonaro age com ‘autenticidade’ e sofre com falas ‘retiradas de contexto’

Elis Franco e Gregory Prudenciano, da CNN, em São Paulo

 Atualizado 09 de julho de 2021 às 22:24

Não vejo qualquer ameaça nas falas de Bolsonaro, diz senador governista | EXPRESSO CNN - YouTube

O senador Marcos Rogério (DEM-RO), integrante da base governista e membro titular da CPI da Pandemia, afirmou à CNN nesta sexta-feira (9) não ver nenhuma ameaça do presidente Jair Bolsonaro (sem partido) à democracia brasileira. Para o parlamentar, o presidente da República se comunica de modo “autêntico”, tem suas falas tiradas de contexto e costuma reafirmar seu compromisso com a democracia e com a Constituição Federal.

“Não vejo nas falas do presidente Bolsonaro qualquer ameaça, seja à democracia ou à ordem democrática, ou ao estado de direito”, disse o senador. “São falas que, se não tiver esse filtro da consideração de quem é Bolsonaro, de como ele se expressa, pode ter uma leitura diferente, mas eu não vejo nele, em nenhum momento, qualquer tipo de ameaça à democracia”.

A defesa de Marcos Rogério tem como plano de fundo declarações de Bolsonaro a apoiadores feitas nesta sexta-feira. O presidente disse que não teria problemas em ser sucedido no cargo por outra pessoa, desde que a eleição ocorra com “voto auditável e confiável”, em referência ao voto impresso, uma bandeira de Bolsonaro. Segundo o presidente, se não houver voto impresso, “corremos o risco de não termos eleições no ano que vem”.

Em sua fala na manhã desta sexta-feira, Bolsonaro também atacou o presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), Luís Roberto Barroso, crítico da proposta de voto impresso e defende que o sistema eleitoral brasileiro é robusto e confiável. Bolsonaro disse que Barroso é “imbecil” e “idiota”.

Em nota, o TSE respondeu que “a realização de eleições, na data prevista na Constituição, é pressuposto do regime democrático” e que “qualquer atuação no sentido de impedir a sua ocorrência viola princípios constitucionais e configura crime de responsabilidade”.

‘Estilo’ do presidente agrada seus eleitores

“Ele sempre foi assim, desde quando era deputado federal, e talvez tenha sido eleito presidente da República justamente por essa autenticidade, por falar o que pensa, como pensa, e às vezes falar até sem pensar algumas coisas, mas é o jeito do presidente Bolsonaro”, disse Marcos Rogério.

“Muitos são bolsonaristas justamente por gostar desse estilo. Mas se você disser [a mim], ‘você concorda com essas expressões?’ Não.”, continuou.

O senador por Rondônia disse também que nunca o presidente da República, mesmo quando era deputado, se manifestou de maneira que atentasse contra os princípios constitucionais.

Questionado sobre declarações públicas de Bolsonaro, como a defesa da tortura por parte do estado na ditadura militar, ou os elogios feitos a Hugo Chávez e Alberto Fujimori quando esses líderes políticos fecharam os Congressos de seus países, Marcos Rogério disse que respeita “a opinião do eleitor”, que elegeu Bolsonaro mesmo conhecendo o perfil do então deputado, hoje presidente.

“São frases, falas, aqui e acolá, às vezes retiradas de contexto”, disse o político, que na sequência defendeu a solidez das instituições democráticas brasileiras e afirmou que “não é uma condição unilateral que vai determinar o rompimento desse status tão caro para o Brasil”.

Pesquisas

Quando perguntado sobre o mau momento de Bolsonaro nas pesquisas eleitorais para a 2022 e também sobre a crescente desaprovação ao governo federal, o senador Marcos Rogério disse ser “um pouco cético com pesquisas”, mas reconheceu ser necessária a consideração de que “o cenário que nós temos”. “Estamos no meio de uma pandemia, onde você tem reflexos sociais, econômicos, há uma inquietação”.

Para o senador, o cenário do Brasil neste momento será substituído nos próximos meses por condições melhores, conforme avançar a vacinação contra a Covid-19.

Fonte: CNN

 

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BOLSONARO INDICARÁ ADVOGADO DA AGU PARA VAGA NO STF

Quem é André Mendonça, nome de Bolsonaro para vaga no STF

Atual Advogado-Geral da União já foi ministro da Justiça e trabalhou com ministros do Supremo no passado

Giovanna Galvani, da CNN, em São Paulo

 Atualizado 06 de julho de 2021 às 23:59

Quem é André Mendonça, nome de Bolsonaro para vaga no STF

O presidente Jair Bolsonaro (sem partido) afirmou em reunião ministerial nesta terça-feira (06) que indicará o atual Advogado-Geral da União, André Mendonça, à vaga do ministro Marco Aurélio Mello no Supremo Tribunal Federal.

Advogado, pastor e ex-ministro da Justiça por um período no governo Bolsonaro, Mendonça já era aventado como um nome possível para o posto devido a alegações anteriores, por parte do presidente, de que o novo ocupante da Suprema Corte seria um jurista “terrivelmente evangélico”.

Natural de Santos, no litoral paulista, o advogado de 48 anos é formado pela Faculdade de Direito de Bauru, no interior de São Paulo. Tem também o título de doutor em Estado de Direito e Governança Global e mestre em Estratégias Anticorrupção e Políticas de Integridade pela Universidade de Salamanca, na Espanha.

Mendonça atua na Advocacia-Geral da União (AGU) desde 2000. Na instituição, exerceu os cargos de corregedor-geral e de diretor de Patrimônio e Probidade, dentre outros. Em 2019, ele assumiu o comando da AGU com a chegada de Bolsonaro à presidência, mas não ocupou apenas este cargo desde então.

Após a saída do ex-ministro Sergio Moro, Mendonça assumiu a pasta da Justiça e Segurança Pública em abril de 2020. No entanto, voltou para a AGU em abril de 2021 após a mais recente reforma ministerial do governo Bolsonaro, ocasionada após crise com o alto-escalão das Forças Armadas.

Nos últimos dias, com a proximidade da aposentadoria compulsória de Marco Aurélio Mello pelo seu aniversário de 75 anos, Mendonça limitou-se a comentar que qualquer indicado à vaga “certamente será um grande ministro”.

Relação com ministros do Supremo

Ao longo da carreira, Mendonça trabalhou com o ministro Dias Toffoli quando este chefiou a AGU, entre março de 2007 e outubro de 2009. Ele foi designado o 1º diretor do Departamento de Combate à Corrupção e Defesa do Patrimônio Público na gestão de Toffoli.

Além disso, foi coautor, ao lado do ministro Alexandre de Moraes, do livro “Democracia e Sistema de Justiça”, lançado em outubro de 2019 em homenagem aos 10 anos de Toffoli no Supremo.

No entanto, o atual AGU também sofreu críticas recentes do ministro Gilmar Mendes, que pode ser seu futuro colega de Corte.

Ao criticar o voto de Mendonça pelo fim de medidas restritivas que incluíam a proibição de celebrações religiosas com público, Mendes ironizou que o AGU parecia ter vindo “para a tribuna do Supremo de uma viagem a Marte”.

Apoio de evangélicos

Mendonça também é pastor presbiteriano da Igreja Presbiteriana Esperança, localizada em Brasília. Por isso, foi qualificado como “terrivelmente evangélico” pelo presidente Jair Bolsonaro em uma solenidade na Câmara dos Deputados em 2019, um qualificativo utilizado pelo presidente em relação ao seu futuro indicado à vaga no Supremo.

O nome de Mendonça também é aprovado por organizações evangélicas da área, como a Associação Nacional de Juristas Evangélicos (Anajure), que reiterou o apoio ao nome do AGU em ofícios enviados a Bolsonaro.

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ANÁLISE POLÍTICA: A MINISTRA ROSA WEBER DÁ UM PONTAPÉ NA BUNDA DO PGR

O comentário deste sábado aqui na coluna ANÁLISE POLÍTICA é do irreverente e sempre ácido José Nêumanne Pinto que fala sobre o despacho com cara de pé na bunda da ministra Rosa Weber do STF, no traseiro do sub PGR mandando ele tirar a bunda da poltrona e trabalhar. Assista ao vídeo completo e boa diversão!

Fonte:

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ECONOMIA: LEI QUE FACILITA CRÉDITO PARA EMPRESAS E FAMÍLIAS É SANCIONADA POR BOLSONARO

Bolsonaro sanciona lei que facilita crédito a famílias e empresas

FOTO: MARCELLO CASAL JRAGÊNCIA BRASIL

O presidente Jair Bolsonaro sancionou a lei que facilita o acesso de famílias e empresas ao crédito bancário. Conforme o texto publicado no Diário Oficial desta quinta-feira (1º), as instituições financeiras ficam dispensadas, até 30 de dezembro de 2021, exigir documentação de regularidade fiscal para liberar os recursos.

A proposta, originada em uma MP (Medida Provisória) do Planalto busca reduzir os impactos econômicos causados pela pandemia do novo coronavírus. O texto original concedia o benefício até 30 de junho, mas o prazo foi prorrogado pelos deputados.

“A sanção presidencial é de grande valia, pois auxiliará as medidas de combate aos efeitos econômicos e sociais decorrentes do enfrentamento à pandemia de covid-19, franqueará às empresas melhores condições de acesso ao mercado de crédito, bem como permitirá maior taxa de sobrevivência de empresas”, destaca o governo.

Entre os documentos que não serão cobrados de empresas e pessoas físicas estão a comprovação de quitação de tributos federais, a certidão negativa de inscrição na dívida ativa da União, a certidão de quitação eleitoral, a regularidade com o FGTS (Fundo de Garantia do Tempo de Serviço), a regularidade na entrega da Rais (Relação Anual de Informações Sociais) e a comprovação de pagamento do ITR (Imposto sobre a Propriedade Territorial Rural) para os tomadores de empréstimo rural.

Outra inovação trazida pela MP trata da determinação de que micro e pequenas empresas, cooperativas com faturamento anual de até R$ 4,8 milhões e setores mais afetados pela pandemia recebam tratamento diferenciado na captação de crédito ofertado com recursos públicos.

Aposentados e pensionistas também deverão ter acesso a condições facilitadas em empréstimos viabilizados com verbas oficiais até o final do ano, nos termos do regulamento a ser editado pelo Poder Executivo.

Fonte: Blog do BG

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POLÍTICA: SEGUNDO ONYX LORENZONI, BOLSONARO QUER QUE A PF INVESTIGUE DEPUTADO QUE INVENTOU A “SUPOSTA ” CORRUPÇÃO NO CONTRATO PARA COMPRA DA VACINA COVAXIN

Onyx desmascara deputado e Bolsonaro aciona a PF (veja o vídeo)

Onyx Lorenzoni - Foto: Alan Santos/PROnyx Lorenzoni – Foto: Alan Santos/PR

Nesta quarta-feira, 23, o ministro da Secretaria-Geral da Presidência, Onyx Lorenzoni, revelou que o presidente Jair Bolsonaro quer que a Polícia Federal abra um processo para investigar as declarações do deputado federal Luís Miranda (DEM-DF) que inventou a suposta “corrupção” no contrato para a compra da vacina indiana Covaxin.

“O presidente da República, Jair Bolsonaro, determinou que a Polícia Federal abra uma investigação sobre as declarações do deputado Luís Miranda, sobre as atividades do seu irmão, servidor do Ministério da Saúde, e sobre todas essas circunstâncias expostas no dia de hoje”, disse Onyx.

Segundo Onyx, será aberto um processo interdisciplinar na Controladoria-Geral da União para investigar as atividades de Luís Ricardo.

O parlamentar teve acesso direto e indevido aos contratos firmados pelo Ministério da Saúde.

Em fortes palavras, o ministro não poupou críticas ao deputado:

“Deus tá vendo [ele] mentir deslavadamente. […] Vai ter que pagar, vai ter que se ver conosco”.

Confira:

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CIDADES DE JUCURUTU E PAU DOS FERROS NO RN, RECEBRÃO NESTA QUINTA-FEIRA A VISITA DO PRESIDENTE BOLSONARO E DO MINISTRO ROGÉRIO MARINHO

Nesta quinta-feira, Bolsonaro e Rogério Marinho visitam Jucurutu e Pau dos Ferros

24 jun 2021

Bolsonaro vai desembarcar em Mossoró na manhã desta quinta-feira para compromissos em Jucurutu e Pau

O governo federal realiza, nesta quinta-feira (24), pela manhã, visita técnica à Barragem de Oiticica, localizada em Jucurutu, região Seridó do RN. O evento, que contará com a presença do presidente da República, Jair Bolsonaro (sem partido), e do ministro do Desenvolvimento Regional, Rogério Marinho, terá anúncio de liberação de R$ 38 milhões para garantir a continuidade do empreendimento. Ainda na quinta-feira, à tarde, o chefe do Executivo, acompanhado do ministro, assinará a Ordem de Serviço para a construção do Ramal do Apodi. A cerimônia será realizada em Pau dos Ferros, município da região Alto Oeste do estado.
Atualmente, a barragem de Oiticica, que vai receber as águas do Eixo Norte do Projeto de Integração do Rio São Francisco, está com mais de 90% de execução e deve estar concluída até dezembro de 2021. A barragem vai garantir segurança hídrica a cerca de 330 mil pessoas nos municípios potiguares de São José do Seridó e Caicó, além do Vale do Açu e da região central do Estado. O investimento total na obra é de R$ 657,2 milhões, sendo que R$ 638,2 milhões são da União e R$ 19 milhões são de contrapartida do governo do estado.
Já o Ramal do Apodi vai levar as águas do Eixo Norte do Projeto de Integração do Rio São Francisco a 54 municípios nos estados do Rio Grande do Norte (32), Paraíba (13) e Ceará (9), beneficiando 750 mil pessoas. Também ampliará em 700 mil hectares a área para agricultura irrigada na região. O investimento federal no empreendimento é de R$ 938,5 milhões.
Barragem Poço de Varas
Durante o evento à tarde, deve ser assinada, ainda, a Ordem de Serviço para a revisão do Projeto Executivo da Barragem Poço de Varas, localizada no município potiguar Coronel João Pessoa. O projeto original foi elaborado pelo Departamento Nacional de Obras Contra as Secas (Dnocs) há dez anos e precisa passar por atualização do levantamento cadastral e estudos ambientais. O investimento federal nesta primeira etapa será de R$ 1,07 milhão. Quando concluída, a previsão é que a barragem garanta abastecimento a 42,4 mil pessoas, além de contribuir com pequena irrigação, piscicultura e lazer.
Fonte: Política em Foco
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MINISTRO DO MEIO AMBIENTE RICARDO SALLES PEDE DEMISSÃO E PRESIDENTE BOLSONARO NOMEIA INTEGRANTE DA PASTA PARA O CARGO

Ricardo Salles pede a Bolsonaro demissão do Ministério do Meio Ambiente

Joaquim Álvaro Pereira Leite, que já trabalhava na pasta sob o comando de Salles, foi nomeado pelo presidente como novo ministro do Meio Ambiente

Guilherme Venaglia, da CNN, em São Paulo

 Atualizado 23 de junho de 2021 às 17:57

Ricardo Salles pede a Bolsonaro demissão do Ministério do Meio Ambiente

O advogado Ricardo Salles pediu demissão ao presidente Jair Bolsonaro (sem partido) do cargo de ministro do Meio Ambiente, que ocupava desde o início do atual governo, em janeiro de 2019.

Em dois anos e seis meses, Ricardo Salles teve uma gestão marcada por tensões com parlamentares, organizações não-governamentais e países estrangeiros. O ministro também enfrenta um processo junto ao Supremo Tribunal Federal (STF), em que é acusado de relação com esquema de desvio de madeira ilegal.

Em breve discurso, Salles disse que cumpriu, ao longo de 2 anos e meio, as orientações do presidente Jair Bolsonaro. “Procurando colocar em prática, a orientação que foi colocada pelo senhor presidente da República Jair Bolsonaro desde o primeiro dia de governo. Orientação essa que foi de equilíbrio entre desenvolvimento econômico e preservação do Meio Ambiente”, disse.

A saída do ministro foi oficializada em edição extra do Diário Oficial da União, com a nomeação de Joaquim Álvaro Pereira Leite como novo ministro do Meio Ambiente. Ele já atuava na pasta, como secretário da Amazônia e Serviços Ambientais, tendo chegado ao governo já sob a gestão de Ricardo Salles.

Segundo o currículo oficial do novo ministro, ele iniciou a sua carreira profissional como produtor de café, tendo sido por 23 anos conselheiro da Sociedade Rural Brasileira (SRB), entre 1996 e 2019.

No governo Bolsonaro, iniciou a trajetória como diretor do Departamento Florestal. No posto, que exerceu entre julho de 2019 e abril de 2020, era responsável, entre outras coisas, pelo combate ao desmatamento ilegal.

Passagem pela pasta

Ricardo Salles afirmou que sua gestão incluiu uma prioridade para a agenda ambiental urbana, com políticas voltadas ao saneamento básico. Ele citou também a atuação em relação aos parques. E, sem citar as investigações que questionam isso, afirmou que atuou para fortalecer órgãos de fiscalização, Ibama e ICMBio.

O agora ex-ministro afirmou que as medidas que adotou sofreram “contestações” na Justiça por motivações políticas e o que vê como resistências às políticas do presidente Jair Bolsonaro. Salles confirmou, assim como consta no Diário Oficial, que deixa o Ministério “a pedido”.

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PRESIDENTE BOLSONARO TEVE PEDIDO PARA DERRUBAR LOCKDOWN NOS ESTADOS NEGADO PELO MINISTRO DO STF ROBERTO BARROSO

Barroso nega pedido de Bolsonaro para derrubar lockdown em estados

Pedido negado nesta quarta-feira (23) foi assinado pelo presidente Jair Bolsonaro e pelo advogado-geral da União, André Mendonça

Gabriela Coelho*, da CNN, em Brasília

Atualizado 24 de junho de 2021 às 00:33

Barroso nega pedido de Bolsonaro para derrubar lockdown em estados

O ministro do STF (Supremo Tribunal Federal) Luís Roberto Barroso negou nesta quarta-feira (23) o pedido do presidente Jair Bolsonaro (sem partido) para derrubar medidas restritivas como o lockdown nos estados brasileiros.

Conforme informou a analista da CNN Thaís Arbex, a ação que pedia que fossem declaradas inconstitucionais medidas de governadores e prefeitos por lockdown e toques de recolher em razão da pandemia da Covid-19 foi apresentada ao STF no dia 27 de maio.

A ação mirava medidas decretadas nos dias anteriores pelos governadores de três estados: Ratinho Júnior (PSD), do Paraná; Paulo Câmara (PSB), de Pernambuco; e Fátima Bezerra (PT), do Rio Grande do Norte.

Formalmente, o pedido — assinado pelo presidente Jair Bolsonaro e pelo advogado-geral da União, André Mendonça — era uma Ação Direta de Inconstitucionalidade (ADI) apresentada pela Advocacia-Geral da União (AGU), entidade que representa juridicamente o presidente e servidores federais.

A AGU afirmou que Bolsonaro não estava questionando decisões anteriores do STF, que reconheceu direito de governadores e prefeitos decretarem medidas sanitárias de restrição ao deslocamento, mas sim que “algumas dessas medidas não se compatibilizam com preceitos constitucionais inafastáveis”.

“[A ação] considera que algumas dessas medidas não se compatibilizam com preceitos constitucionais inafastáveis, como a necessidade de supervisão parlamentar, a impossibilidade de supressão de outros direitos fundamentais igualmente protegidos pela Constituição e a demonstração concreta e motivada de que tais medidas atendem ao princípio da proporcionalidade”, afirmou a AGU à época.

Liberdades

A ação ia além de lockdown ou toque de recolher e citava também o que chamou de “interdição de forma genérica e indiscriminada das liberdades de locomoção, de trabalho e de exercício das atividades econômicas em geral”.

A AGU argumentava ainda que as medidas seriam “desproporcionais”, uma vez que o Brasil já iniciou “uma consistente campanha de vacinação” contra a Covid-19.

Na última segunda-feira (21), o procurador-geral da República, Augusto Aras, se manifestou dizendo que a ação proposta pelo presidente perdeu o objeto — ou seja, não havia o que decidir.

Após o pedido de arquivamento da PGR, Bolsonaro protocolou nesta terça-feira (22) um aditamento da ação – o termo jurídico para um complemento, um acréscimo feito ao que havia sido apresentado antes.

No aditamento, Mendonça afirma que as medidas do Paraná e do Rio Grande do Norte ainda seguem em vigor, uma vez que os governadores Ratinho Júnior e Fátima Bezerra, respectivamente, teriam assinado decretos de teor semelhante aos inicialmente questionados.

De acordo com Barroso, porém, o pedido foi negado “por ausência da verossimilhança do direito alegado e grave periculum in mora inverso, consistente no risco de agravamento de contágio e morte, em razão da pandemia”.

(*Com informações de Thaís Arbex e Guilherme Venaglia)

Fonte: CNN

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ANÁLISE POLÍTICA: NADA AVANÇOU MAIS NO GOVERNO BOLSONARO DO QUE A IMPUNIDADE, POR FELIPE MOURA BRASIL

Hoje o comentário aqui na coluna ANÁLISE POLÍTICA é do âncora do Salve, Salve BandNews! Ele fala sobre um levantamento que mostra que um em cada quatro senadores que vão analisar as mudanças na Lei de Improbidade Administrativa respondem a ações na Justiça por contratos suspeitos firmados quando eram prefeitos ou governadores. Segundo o jornal O Estado de São Paulo, 37 parlamentares são alvos de ações penais ou por improbidade, ou seja, crimes de prejuízo aos cofres públicos ou de enriquecimento ilícito. Assista ao vídeo, reflita e tire suas conclusões!

Fonte:

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INTEGRANTES DA CPI DA PANDEMIA NÃO DESCARTAM POSSIBILIDADE DE OUVIR BOLSONARO PRESENCIALMENTE

CPI da Pandemia: oposição discute ouvir Bolsonaro presencialmente

Há dúvidas entre os senadores quanto à legalidade de uma convocação do presidente da República pela comissão

Fernando Molica

Por Fernando Molica, CNN  

 Atualizado 22 de junho de 2021 às 18:38

CPI da Pandemia: oposição discute ouvir Bolsonaro presencialmente

Integrantes da CPI da Pandemia, entre eles, o relator, Renan Calheiros (MDB-AL) não descartam a possibilidade de ouvir o presidente Jair Bolsonaro presencialmente. Há dúvidas, porém, quanto à legalidade de uma convocação.

O artigo 148 do Regimento do Senado diz que uma CPI pode “tomar o depoimento de qualquer autoridade”, mas essa possibilidade ainda não é consensual. O mesmo artigo diz que uma CPI pode convocar ministros de Estado, mas não trata do presidente. Opositor de Bolsonaro, o senador Alessandro Vieira (Cidadania-SE), ex-delegado de polícia, diz acreditar que a CPI não tem esse poder. “Mas vale estudar a questão”, completou.

Na avaliação de senadores do G-7, que reúne oposicionistas e independentes, depoimentos e documentos reforçam a responsabilidade de Bolsonaro nas principais decisões relacionadas ao combate à pandemia.

Como revelou a analista Thais Arbex, da CNN, o grupo já cogitava ouvir o presidente por escrito. Novos fatos, porém, reforçaram a intenção de ele ser chamado a depor presencialmente.

Há muita expectativa em relação ao depoimento, adiado para a próxima semana, do empresário Francisco Maximiano, da Precisa Medicamentos, que atuou como intermediária do laboratório indiano Bharat Biotech na compra da vacina Covaxin.

O imunizante chegou a ser citado em carta de Bolsonaro ao primeiro-ministro da Índia, Narendra Modi. O Ministério Público Federal identificou indícios de crime na compra da vacina pelo Ministério da Saúde e vai investigar a negociação.

Um outro depoimento que, na avaliação de senadores, pode complicar a situação de Bolsonaro é o de Jurema Werneck, diretora da Anistia Internacional no Brasil e coordenadora do Movimento Alerta, que reúne dados sobre a pandemia.

Ela deverá apresentar projeções que revelariam quantas mortes pela covid-19 poderiam ter sido evitadas caso o governo federal tivesse tomado medidas mais efetivas para o combate ao novo coronavírus.

Senadores governistas tentam evitar que Bolsonaro seja ouvido, alegam que investigar Bolsonaro não está entre os objetivos da CPI.

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ANÁLISE POLÍTICA: SEM INTERMEDIÁRIOS, ENTRELINHAS, POR ALEXANDRE GARCIA

Na coluna ANÁLISE POLÍTICA desta segunda-feira o comentarista político Alexandre Garcia diz que Bolsonaro é seu porta-voz e sua marqueteira é a mídia. O presidente não precisa de marqueteiro. Segundo Alexandre Garcia sua popularidade é tão grande que não precisa de intermediário e por isso mesmo demitiu o porta-voz e extinguiu o cargo. Assista ao vídeo completo e tire suas conclusões!

Fonte:

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INTEGRANTES DA CÚPULA DA CPI DA PANDEMIA DEFENDEM QUE BOLSONARO ENTRE NO ROL DOS INVESTIGADOS PELA COMISSÃO

CPI vê espaço para investigar Bolsonaro e avalia depoimento por escrito

A CNN apurou que o único impedimento da comissão em relação ao presidente é a sua convocação para prestar esclarecimentos presencialmente

Thais Arbex

Por Thais Arbex, CNN  

 Atualizado 20 de junho de 2021 às 18:09

CPI vê espaço para investigar Bolsonaro e avalia depoimento por escrito

Integrantes da cúpula da CPI da Pandemia passaram a defender que o presidente Jair Bolsonaro (sem partido) entre no rol de investigados pela Comissão Parlamentar de Inquérito e, como primeiro passo para consolidar a medida, avaliam pedir que Bolsonaro preste depoimento por escrito aos senadores.

CNN apurou que a equipe jurídica que auxilia o relator da CPI, senador Renan Calheiros (MDB-AL), após avaliar precedentes do STF (Supremo Tribunal Federal), tem a convicção que o único impedimento da comissão em relação ao presidente é a sua convocação para prestar esclarecimentos presencialmente. A avaliação é a de que outras medidas, inclusive a própria investigação sobre ações e omissões de Bolsonaro no combate à pandemia, podem ser adotadas pelos senadores.

Nesse cenário, a cúpula da CPI da Pandemia costura um caminho para que, em breve, Bolsonaro seja instado a responder a uma série de questionamentos por escrito. Uma das preocupações dos senadores é garantir que, uma vez aprovado o pedido, ele não seja derrubado pelo Supremo.

CNN apurou que, entre integrantes da corte, não há um consenso sobre a possibilidade de comissão investigar o presidente da República, mas a avaliação é a de que, se for elencado como testemunha, Bolsonaro tem a prerrogativa de depor por escrito.

Em entrevista à imprensa na sexta-feira (18), o senador Renan Calheiros afirmou que estuda incluir Bolsonaro na lista de investigados pela CPI da Pandemia. “Aparecendo fatos óbvios, como tem aparecido, a CPI vai ter que responsabilizar. Diante de provas, não há como não responsabilizar. Seria um não cumprimento do nosso papel”, afirmou.

Procurada, a Secretaria de Comunicação da Presidência da República não se manifestou.

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CASA CIVIL DIVULGOU BALANÇO DAS AÇÕES DO GOVERNO BOLSONARO DURANTE OS 900 DIAS À FRENTE DO CARGO

Governo federal destaca reação da economia em balanço das ações ao completar 900 dias de trabalho

Foto: Isac Nóbrega/PR

A Casa Civil da Presidência da República divulgou, neste sábado (19), um balanço das ações do governo do presidente Jair Bolsonaro durante os 900 dias à frente do cargo.

O governo destaca a reação da economia, com crescimento de 1,2% do PIB no primeiro trimestre de 2021 e o auxílio às famílias mais vulneráveis por meio do auxílio emergencial. Segundo o comunicado, a primeira parcela do auxílio emergencial 2021 chegou a um total de 39,1 milhões de famílias e o valor total investido nos repasses para a primeira parcela totalizou R$ 8,9 bilhões.

O governo também comemorou a geração de 837 mil empregos com carteira assinada no primeiro trimestre do ano e a manutenção de empregos por meio de mais de 500 mil acordos pelo Programa Emergencial de Manutenção do Emprego e da Renda.

Na quinta-feira (17), o presidente revogou mais 305 atos normativos do governo federal, na ação que chamou de ‘revogaço’, cujo objetivo, segundo a Secretaria Geral da Presidência foi reduzir a burocracia com a extinção de normas que já perderam a eficácia legal.

Vacinação

De acordo com o balanço, mais de 110 milhões de doses de vacinas contra a doença já foram enviadas a todos os estados, “o que coloca o país em quarto lugar no ranking mundial de países que mais aplicam vacinas contra a covid-19”. A expectativa reiterada pela pasta é de que “até o fim do ano, todos os brasileiros, que assim o desejarem, serão vacinados”.

Importações e Infraestrutura

A casa Civil cita também a redução de 10% da alíquota do Imposto de Importação de Bens de Capital e de Informática e Telecomunicações, medida que foi aprovada em reunião do Comitê-Executivo de Gestão (Gecex), da Câmara de Comércio Exterior (Camex), do Ministério da Economia. A expectativa do governo é baratear a importação de máquinas e equipamentos utilizados no setor produtivo, além de diminuir o preço de celulares e computadores importados.

Na área de infraestrutura, a Casa Civil destacou a inauguração de pontes na Região Norte, em especial a sobre o Rio Parnaíba, ligando a região sul do Piauí ao Maranhão. Cita também os leilões dos terminais portuários que firmaram mais de R$ 610 milhões em investimentos e a concessão de 22 aeroportos brasileiros, o que, segundo a pasta, garante R$ 6,1 bilhões em investimentos e uma arrecadação de R$ 3,3 bilhões em outorgas.

Wi-Fi Brasil e Turismo

Criado com o objetivo de levar conectividade em alta velocidade a todas localidades do país, o programa Wi-Fi Brasil contabiliza, desde janeiro de 2019, 13.671 localidades beneficiadas, “sendo mais de 80% das conexões instaladas nas regiões Norte e Nordeste”.

Nos últimos 100 dias, 159 obras turísticas foram concluídas em todo o país, com o investimento de aproximadamente R$ 110 milhões. “Foi facilitado o acesso a crédito e adiamento de pagamentos para empresas do setor com dificuldades financeiras por conta do novo coronavírus. Houve aumento do limite para os financiamentos de obras civis para implantação, ampliação, modernização e reforma de empreendimentos turísticos”, diz a nota.

Fonte: Blog do BG

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APOSENTADORIA DE MARCO AURÉLIO ABRE ESPAÇO PARA O PRESIDENTE BOLSONARO INDICAR SEGUNDO MINISTRO DA CORTE

Veja quem são os próximos ministros do STF a se aposentar

Presidente Jair Bolsonaro poderá indicar segundo ministro da corte após saída de Marco Aurélio

Leonardo Lellis, da CNN, em São Paulo

 Atualizado 18 de junho de 2021 às 15:36

Plenário do STFPlenário do STF (Supremo Tribunal Federal)
Foto: Carlos Moura/SCO/STF

 Com a aposentadoria do ministro Marco Aurélio, que deixará o Supremo Tribunal Federal no próximo dia 12 de julho, quando completa 75 anos, o presidente Jair Bolsonaro (sem partido) poderá indicar o segundo integrante da principal corte do país dentro de seu mandato.

No ano passado, Bolsonaro indicou o então desembargador Nunes Marques para a cadeira de Celso de Mello, que também se aposentou como ministro. Agora, os mais cotados para a vaga de Marco Aurélio são André Mendonça, advogado-geral da União, e Augusto Aras, procurador-geral da República.

A idade de 75 anos como limite para aposentadoria compulsória do serviço público está em vigor desde 2015, na época do governo Dilma Rousseff (PT). Naquela ocasião, com a base governista em avançado processo de esfacelamento, a Câmara dos Deputados, sob liderança do então presidente Eduardo Cunha, aprovou a ampliação de 70 para 75 anos a idade de aposentadoria compulsória.

Na prática, a proposta de Emenda à Constituição retirou de Dilma as chances de nomear mais quatro ministros que se aposentariam até 2018. Entretanto, o tema voltou ser discutido entre parlamentares da base de apoio a Bolsonaro. A deputada Bia Kicis (PSL-DF) apresentou uma nova PEC para revogar a regra em vigor e restabelecer a idade de 70 anos como limite, ampliando o número de indicações que poderiam ser feitas por Bolsonaro.

Há ainda propostas legislativas para alterar o processo de nomeação à principal corte do país, como a indicação a partir de uma lista tríplice ou a limitação do mandato dos ministros a dez anos.

Veja abaixo quando os atuais ministros devem se aposentar

– Marco Aurélio Mello: julho de 2021 (indicado por Collor em 1990)

– Ricardo Lewandowski: maio de 2023 (indicado por Lula em 2006)

– Rosa Weber: outubro de 2023 (indicada por Dilma em 2011)

– Luiz Fux: abril de 2028 (indicado por Dilma em 2011)

– Cármen Lúcia: abril de 2029 (indicada por Lula em 2006)

– Gilmar Mendes: dezembro de 2030 (indicado por FHC em 2002)

– Edson Fachin: fevereiro de 2033 (indicado por Dilma em 2015)

– Luís Roberto Barroso: março de 2033 (indicado por Dilma em 2013)

– Dias Toffoli: novembro de 2042 (indicado por Lula em 2009)

– Alexandre de Moraes: dezembro de 2043 (indicado por Temer em 2017)

– Nunes Marques: maio de 2047 (indicado por Bolsonaro em 2020)

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BOLSONARO VOLTOU A MENCIONAR QUE O BOLSA FAMÍLIA DEVE SER REAJUSTADO EM CERCA DE 50%

Bolsonaro reafirma que Bolsa Família deve aumentar para R$ 300

A negociação para aumentar o benefício está sendo conduzida pelo ministro da Economia, Paulo Guedes, mas esbarra em limitações orçamentárias

Pedro Duran, CNN, Rio de Janeiro

17 de junho de 2021 às 17:36

Em encontro com empresários no Rio de Janeiro, o presidente Jair Bolsonaro voltou a mencionar que o Bolsa Família deve ser reajustado em cerca de 50%, passando de cerca de R$ 190 para R$ 300. A negociação para aumentar o benefício está sendo conduzida pelo ministro da Economia, Paulo Guedes, mas esbarra em limitações orçamentárias. O anúncio já tinha sido feito nessa quarta-feira (16/6) em entrevista à SIC TV, afiliada da TV Record em Rondônia.

“Temos conversado com Paulo Guedes. A operação da nossa economia tem coração. E ele está propenso a conceder um reajuste de 50% para o Bolsa Família a partir do final desse nosso ano que vivemos. Sabemos que a importância, hoje em média R$ 192, e deve passar pra R$ 300. Sabemos que é pequeno também, mas é uma ajuda para aqueles que não têm como conseguir algo no mercado de trabalho e eles têm que sobreviver. São aproximadamente 20 milhões de pessoas nessa situação. Gostaríamos até que não fosse necessário fazer isso aí, mas no momento se faz mais que necessário, se faz essencial”, disse ele.

Por cerca de 15 minutos o presidente discursou a 150 empresários e autoridades reunidos no hotel Windsor da Barra da Tijuca, na zona Oeste do Rio de Janeiro. O evento foi organizado pelo Movimento “Rio Produtivo”, uma junção de associações comerciais que tem pouco mais de seis meses e reúne 11 entidades empresariais que representam os setores da Indústria, Supermercados, Hotelaria, Comércio, Turismo, Serviços, Alimentação e Eventos.

Em sua fala, Bolsonaro ainda voltou a criticar o que chamou de “política nefasta” do “fique em casa” e também a postura de governadores. “Alguns governadores, com inexperiência, porque não sabiam como conduzir a questão, ou por excesso adotaram medidas que prejudicaram e muito a nossa economia”, disse ele, que ainda exaltou o auxílio emergencial. “Somente no ano passado gastamos um pouco mais de R$300 bilhões com o auxílio emergencial, isso é mais que dez anos de Bolsa Família”, completou.

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POLÍTICA: LÍDER DO GOVERNO DO RN CLASSIFICOU COMO “ELEITOREIRA” A CPI DA COVID-19

CONTRADIÇÃO: Líder do governo Fátima defende CPI contra Bolsonaro, mas critica investigação no RN

O líder do Governo Fátima Bezerra (PT) na Assembleia, deputado estadual Francisco do PT, classificou como “eleitoreira” a CPI da Covid que está prestes a ser instalada no parlamento para apurar as ações e omissões da gestão estadual no curso da pandemia.

“A motivação desta CPI nada mais é do que as eleições de 2022, essa é a nossa opinião”, disse o deputado petista em entrevista nesta quarta-feira (16) à 96 FM.

Quando questionado se sua opinião é a mesma em relação à CPI da Covid em curso no Senado, que está apurando as ações e omissões do Governo Federal durante a pandemia, a fala do deputado muda.

“A CPI do Senado ela atingiu os requisitos regimentais, segundo o próprio Supremo Tribunal Federal, portanto ela foi instalada em razão disso. Se ela for transformada em palanque eleitoral também está errado”, pontuou o deputado. Ele acrescenta que “há uma série de ações inadequadas do Governo Federal que justificam aquela CPI”.

Fonte: Blog do BG

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ANÁLISE POLÍTICA: BOLSONARO QUER UM COFRE PARTIDÁRIO PARA CHAMAR DE SEU, POR FELIPE MOURA BRASIL

O âncora do Salve, Salve BandNews! avalia a nova convenção do Patriota para negociar as mudanças necessárias no estatuto do partido que abrem caminho para a filiação do presidente Jair Bolsonaro, de olho nas eleições de 2022. O encontro, realizado no interior de São Paulo, teve a participação do ex-ministro do Tribunal Superior Eleitoral Admar Gonzaga, que tentou criar a Aliança pelo Brasil, mas não teve sucesso.

Fonte:

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VARIEDADE: BOLSONARO AMEAÇA VETAR TEXTO SOBRE “PASSAPORTE IMUNIDADE”, CASO SEJA APROVADO NA CÂMARA

Eu não acredito que passe pelo Parlamento. Se passar, eu veto”, diz Bolsonaro, sobre ‘passaporte imunidade’

Foto: Pablo Jacob/Agência O Globo/10-06-2021

O presidente Jair Bolsonaro criticou nesta terça-feira um projeto em tramitação no Congresso que cria uma espécie de “passaporte de imunidade” para pessoas que já foram vacinadas contra a Covid-19. O texto foi aprovado pelo Senado e será analisado agora pela Câmara. Bolsonaro disse que, caso a proposta seja aprovada, ele irá vetá-la.

— O que tu acha do passaporte da Covid? Aquela onda aí, estou nas mídias sociais — questionou o presidente a apoiadores, no Palácio da Alvorada. — Sem comentários. A vacina vai ser obrigatória no Brasil? Não tem cabimento.

Bolsonaro refutou comparações com a exigência de vacinas feitas por alguns países, dizendo que cada país faz as suas regras:

— Alguns falam: “Para você viajar, tem que ter um cartão de vacinação”. Cada país faça as sua regras. Se para ir para tal país tem que ter tomado tal vacina, se você não tomar, você não entra.

O projeto cria o chamado Certificado de Imunização e Segurança Sanitária (CSS), documento que liberaria acesso a eventos culturais e esportivos, reservas naturais e cruzeiros, entre outros locais que tenham empregado restrições.

Bolsonaro afirmou que não acredita que o projeto será aprovado, mas já adiantou que ele seria vetado. O Congresso pode derrubar um veto presidencial.

— Eu não acredito que passe pelo Parlamento. Se passar, eu veto e o Parlamento tem o direito…Tem o direito, não. Vai analisar o veto. Se derrubar, aí é lei.

Fonte: Blog do BG

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ANÁLISE POLÍTICA: REAÇÃO DOS DESAFIADOS, POR ALEXANDRE GARCIA

Como você já sabe, segunda-feira é dia de ANÁLISE POLÍTICA, aqui no Blog do Saber, com o competente comentarista político Alexandre Garcia, que faz a leitura nas entrelinhas do seu artigo semanal, cujo título é “Reação dos desafiados”. Ele comenta sobre essa extrema polaridade política, onde “os pessimistas provocam e o vigor brasileiro” responde. Aqui ele se refere a motociata deste sábado com mais de 300 mil motos comandada pelo presidente Bolsonaro. Então assista ao vídeo, reflita e tire suas conclusões!

Fonte:

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OPINIÃO: A ESQUERDA NÃO ADMITE FRAUDE NAS URNAS, MAS NÃO RECONHECE O PRESIDENTE ELEITO. O PRESIDENTE ELEITO AFIRMA QUE HOUVE FRAUDE, MAS NÃO ADMITE ANULAR AS ELEIÇÕES. DEU PRA ENTENDER?

Caro(a) leitor(a),

Estamos passando por uma situação muito delicada e ao mesmo tempo esdruxula politicamente nesse país. O ódio exacerbado e as provocações constantes de ambas as partes , iniciadas bem lá atrás, ainda na campanha das eleições de 2018 nos faz viver um eterno clima de disputa política, como se o resultado das urnas, numa eleição pacífica e democrática não fosse suficiente ou tivesse a legitima outorga para dar o devido poder a um presidente. Começando pelo próprio presidente, devidamente empossado, afirma que houve fraude no primeiro turno, onde ele teria sido eleito. Ora, se houve fraude no primeiro turno ele está admitindo que a sua posse é ilegítima. Do outro lado uma esquerda inconformada, com o apoio da grande imprensa não reconhece Bolsonaro como o legitimo presidente do Brasil boicotando 24 horas por dia, sete dias por semana esse governo que agoniza e não consegue governar. Então o cotidiano, a vida do brasileiro e do Brasil se reduz a um interminável palanque eleitoral, com um lado que não acredita que houve fraude nas eleições e desta forma legitimando-a, mas insistindo em não reconhecer um governo eleito democraticamente e do outro um presidente que foi eleito democraticamente insistindo em dizer que houve fraude nas eleições que o elegeram. Isso não é apenas esdruxulo, mas bizarro e surreal.

Bolsonaro emociona multidão ao fazer gesto semelhante ao de Ayrton Senna (veja o vídeo)

Foto Reprodução/InternetFoto Reprodução/Internet

Durante a motociata ocorrida em São Paulo no último sábado (12), o presidente Jair Bolsonaro emocionou seus apoiadores ao fazer um gesto semelhante ao do ídolo brasileiro Ayrton Senna.

O passeio de moto que foi organizado por apoiadores do presidente, levou uma multidão às ruas, para acompanhar a passagem do mandatário.

Ao descer de sua moto, o presidente recebeu a bandeira do Brasil de um dos participantes e, aos gritos de “mito”, foi ovacionado.

Confira:

Fonte: Jornal da Cidade Online

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BOLSONARO DEMONSTROU DISPOSIÇÃO PARA ENTRAR EM CONTATO COM NOVO PREMIÊ ISRAELENSE PARA PARABENIZÁ-LO PELA VITÓRIA

Mesmo com saída de Netanyahu, Bolsonaro tentará manter aliança com Israel

Segundo diplomatas brasileiros, presidente pretende entrar em contato nos próximos dias com o novo primeiro-ministro de Israel, Naftali Bennett

Gustavo Uribe

Por Gustavo Uribe, CNN  

 Atualizado 13 de junho de 2021 às 17:58

Mesmo com saída de Netanyahu, Bolsonaro tentará manter aliança com Israel

O presidente Jair Bolsonaro (sem partido) pretende entrar em contato nos próximos dias com o novo primeiro-ministro de Israel, Naftali Bennett, na tentativa de manter a aliança estratégica entre Brasil e Israel.

Segundo integrantes do Palácio do Itamaraty, neste domingo (13), o presidente demonstrou disposição em entrar em contato com o novo premiê israelense para parabenizar a sua vitória

Antes mesmo da vitória, que encerrou um período de 12 anos de Benjamin Netanyahu como primeiro-ministro, assessores presidenciais já mantinham contato com integrantes da equipe de campanha de Bennett.

A aposta de diplomatas brasileiros é de que o americano George Birnbaum, um dos conselheiros políticos do novo primeiro-ministro, seja a ponte do governo federal na aproximação com Bennett.
Netanyahu era considerado um dos aliados estratégicos do governo brasileiro no cenário internacional.

Com a derrota de Donald Trump nos Estados Unidos, o ex-premiê israelense se tornou uma das principais referências de Bolsonaro como um governo estrangeiro que apoia a sua gestão.
Por isso, nas palavras de diplomatas brasileiros, tornou-se estratégico que o presidente brasileiro atue neste momento para manter com Bennett uma aliança estratégica.

Fonte: CNN

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PRESIDENTE BOLSONARO AVALIA REORGANIZAR A ARTICULAÇÃO POLÍTICA NO SENADO

Planalto quer mudar articulação política no Senado

A ideia em análise é substituir o líder do governo no Senado, Fernando Bezerra Coelho, do MDB de Pernambuco

Caio Junqueira e Larissa Rodrigues

 Atualizado 11 de junho de 2021 às 21:27

Planalto quer mudar articulação política no Senado

 O presidente Jair Bolsonaro (sem partido) avalia reorganizar a articulação política no Senado. A ideia na mesa é substituir o líder do governo na Casa, Fernando Bezerra Coelho, do MDB de Pernambuco.

O presidente disse a interlocutores estar incomodado com o MDB em razão principalmente da forma como seus integrantes têm atuado na CPI da Pandemia. O líder do partido no Senado, Eduardo Braga, e o relator da CPI, Renan Calheiros, têm tido posturas críticas ao governo. Assim como a senadora Simone Tebet, que tem usado suas falas no colegiado para criticar as posições do Palácio do Planalto, como o uso de máscaras.

A eventual saída de bezerra, porém, seria de comum acordo. A ele interessaria um afastamento do governo, uma vez que pretende lançar seu filho, Miguel, prefeito de Petrolina, ao governo do Pernambuco em 2022. O estado é tradicionalmente um reduto do ex-presidente Lula, que deve disputar com Bolsonaro a Presidência em 2022.

Além disso, Bezerra foi indiciado pela Polícia Federal dentro de uma investigação que apura recebimento de propina durante o período em que o senador foi ministro da Integração Nacional, no governo da ex-presidente Dilma Rousseff (PT). Com o afastamento teria mais tempo para cuidar da sua defesa.

O presidente avalia nomes para substituir Bezerra, mas quer amarrar já alguém de algum partido que pode estar na aliança em 2022. Uma das possibilidades é fazer o senador Marcos Rogério, o mais aguerrido defensor do governo na CPI. Por outro lado, partidos do Centrão apoiam a indicação do ex-presidente da Casa, Davi Alcolumbre. O senador do Democratas já foi procurado por Bolsonaro, mas ainda está em dúvida se deve aceitar comandar a liderança do governo no Senado.

Fonte: CNN
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DEPUTADO FICA SURPRESO COM A FALTA DE EDUCAÇÃO E DE RESPEITO DA GOVERNADORA FÁTIMA BEZERRA PARA COM O PRESIDENTE BOLSONARO E TAXA COMO “CRIME INSTITUCIONAL”

José Dias taxa postura de Fátima Bezerra contra o presidente como “crime institucional”

Em meio à politização da COVID-19 no Brasil, a governadora Fátima Bezerra chegou a dizer que o presidente Jair Bolsonaro tem “desvios caráter e mental” em manifestação assinada pela Procuradoria Geral do Estado (PGE) e enviada ao Supremo Tribunal Federal (STF). A própria gestora reconheceu que errou e pediu para retirar os termos da peça. Mas a iniciativa da governadora foi alvo de críticas do deputado José Dias que taxou o caso como “crime institucional”, durante a sessão plenária da Assembleia Legislativa.

“Confesso que me surpreendi com a postura da governadora do Estado no mandato de segurança contra o governo federal, isso não é só uma prova da falta de educação e de respeito de uma autoridade para com o presidente da República, mas é crime institucional. É claro que isso serviu para mostrar ao Brasil o quanto estamos infelicitados, ter uma governadora que é capaz de ser absolutamente mal-educada”

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GOVERNADORA DO RN RECUA E SOLICITA A PGE/RN QUE PETIÇÃO COM OFENSAS A BOLSONARO SEJA SUBSTITUIDA

Fátima arrega depois de dizer que Bolsonaro tem “desvio mental e de caráter”

Foto: reprodução/Twitter

Depois de enviar uma manifestação ao STF (Supremo Tribunal Federal), na qual diz que posições apresentadas pelo presidente Jair Bolsonaro são “fruto do desvio mental e de caráter” (veja aqui), a governadora Fátima Bezerra recuou e solicitou à Procuradoria Geral do Estado do RN (PGE/RN) que a petição que citava os termos fosse substituída por outra sem os termos que a governadora disse agora considerar “inadequados no tratamento com quaisquer autoridades públicas”.

Fonte: Blog do BG

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POLÍTICA: SEGUNDO FÁTIMA BEZERRA, ENTRAR NA JUSTIÇA CONTRA MEDIDAS RESTRITIVAS ABUSIVAS DE GOVERNADORES É DESVIO MENTAL E DE CARÁTER

Bolsonaro tem “desvio mental e de caráter”, diz Fátima Bezerra

Foto: Anderson Riedel/PR

A governadora do Rio Grande do Norte, Fátima Bezerra (PT), criticou a ação judicial do presidente Jair Bolsonaro (sem presidente) contra medidas restritivas adotadas para frear a pandemia do novo coronavírus. Em manifestação enviada ontem ao STF (Supremo Tribunal Federal), ela diz que posições apresentadas pelo presidente são “fruto do desvio mental e de caráter” de Bolsonaro.

Bezerra faz referência ao trecho da petição apresentada pelo presidente em que ele diz que os decretos estaduais de restrição “determinam a paralisação de tudo que é considerado não essencial, como se a sobrevivência exclusivamente biológica fosse a única demanda passível de ser protegida pelo direito”.

“Desconsideram o caráter complexo e multifacetário de expressões da dignidade e da personalidade humana, como a dignidade do trabalho, a dignidade de manter um empreendimento econômico e a dignidade de poder buscar o sustento seu e de seus dependentes”, escreveu o presidente no documento de 27 de maio, assinado em conjunto com o advogado-geral da União, André Mendonça.

Em sua manifestação, a governadora diz que “sem a sobrevivência exclusivamente biológica, ou seja, sem a vida humana, não existe dignidade, personalidade, trabalho, empreendimentos econômicos ou busca pelo sustento próprio ou de quaisquer dependentes”. “A não ser que o requerente [Bolsonaro] consiga demonstrar que existam outros tipos de sobrevivência diversas da biológica.”

Bolsonaro foi ao Supremo pedir que decretos com medidas restritivas adotadas por Rio Grande do Norte, Paraná e Pernambuco fossem derrubadas. Para o presidente, as medidas seriam inconstitucionais por ser uma “afronta aos direitos fundamentais ao trabalho, à livre iniciativa e à subsistência”.

Bezerra discorda, e pontua que a Constituição impõe à União, aos estados e municípios “o dever de zelar pela saúde da população”. A governadora ainda ressalta que a lei sobre enfrentamento à pandemia, assinada por Bolsonaro, permite a adoção de restrições.

Ela também indica que as medidas foram adotadas porque o estado registrava, em meados de maio, um alto número de mortes, de ocupação de leitos de UTI (Unidade de Terapia Intensiva), além da circulação de variantes do coronavírus. As restrições, segundo ela, também são importantes para conter aglomerações em festas clandestinas e eventos sociais, “dos quais as pessoas insistiam e ainda insistem em participar a despeito da gravidade do atual quadro pandêmico”.

Vacinação

Bolsonaro argumentou ao STF que a vacinação contra a covid-19 no país faria com que as restrições “mais excessiva (e desproporcional)”. A governadora rebateu. “É público e notório que a campanha de imunização brasileira ainda se encontra longe do mínimo necessário para se conter a pandemia.”

Até o momento, cerca de 11% da população já está imunizada. Bezerra diz que a iniciativa de Bolsonaro é uma “ameaça para o sistema público de saúde do Rio Grande do Norte”.

Os governos de Pernambuco e do Paraná também já se manifestaram e defenderam as medidas que tomaram.

O governador paranaense, Ratinho Júnior (PSD), escreveu que, “caso não houvesse a adoção de medidas restritivas”, a situação da pandemia no estado “seria pior”.

“Porque o número de óbitos aumentaria exponencialmente e o sistema de saúde entraria em colapso, impactando não só aqueles que estão acometidos pela doença da covid-19, mas também toda a sociedade que precise de serviços de saúde, quer na rede pública, quer na rede privada”. Ratinho também disse que “o estágio de vacinação atual não permite o abandono das medidas restritivas”.

Documento assinado pelo procurador-geral pernambucano, Ernani Varjal Medicis Pinto, também traz críticas a Bolsonaro, dizendo que a ação do presidente no STF “passa ao largo da complexidade do enfrentamento à pandemia”. “Roga-se bom senso de todas as esferas de governo para a superação da emergência sanitária”, escreveu Pinto, que diz que preservar vidas é obrigação dos governantes.

A ação de Bolsonaro no STF tem relatoria do ministro Luís Roberto Barroso. Não há prazo para que ele se manifeste após os estados terem apresentado suas posições. Procurada, a Presidência ainda não respondeu ao UOL sobre as falas do governo do Rio Grande do Norte.

Fonte: Blog do BG

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PONTO DE VISTA: NÃO PODEMOS BAIXAR A GUARDA NESTE MOMENTO, TEMOS QUE IR À LUTA!

Caro(a) leitor(a),

Na nossa coluna PONTO DE VISTA desta quarta-feira escolhi uma postagem publicada no Jornal da Cidade Online sobre a última manifestação do José Dirceu sobre a volta ao poder do PT e da esquerda no Brasil. Essa declaração gerou uma live do JCO muito esclarecedora e importante para o máximo de pessoas, que são patriotas e querem ver esse país sair do lamaçal e do brejo que se enfiou. A ameaça comunista é iminente e real. O risco que corremos de retroagirmos política, social e economicamente é enorme e só enxerga isso quem tem a informação na mão. Por isso peço que assistam essa live esclarecedora e compartilhem com quem você puder e achar que vale a pena. O meu PONTO DE VISTA de hoje é: o brasileiro precisa levantar a bunda da cadeira e ir a luta, através de manifestações de rua, assédio aos sites e redes sociais dos nossos representantes nas Câmaras, Assembleias Estaduais e Congresso Nacional, Ações judiciais junto ao STF pedindo impeachment dos representantes corruptos (inclusive ministros do próprio STF), ou seja, toda e qualquer ação que estiver ao nosso alcance como a que estou fazendo agora, escrevendo esse artigo e compartilhando com a audiência desse Blog. Vamos lá, você que está lendo isso aqui, faça alguma coisa, o que estiver ao seu alcance, vá a luta!!

AO VIVO: O plano de Zé Dirceu contra Bolsonaro / STF vai suspender Copa América? (veja o vídeo)

Fotomontagem: JCO (Reprodução)Fotomontagem: JCO (Reprodução)

O Jornal da Noite de hoje está imperdível, com a presença da advogada Flavia Ferronato e do comentarista político Mauro Fagundes.

Zé Dirceu está confiante de que vão voltar em 2023, fazendo até planos para ajudar Cuba, usando nosso dinheiro!

E o STF, em sessão extraordinária, vai decidir se a Copa América será decidida no Brasil ou não.

O presidente da CPI, Omar Aziz, disse, durante uma live, que na Amazônia existem pessoas que falam de pátria, família, mas, na verdade, são milicianos e fazem fake news!

E agora? A liberação do cultivo da maconha para uso medicinal e industrial foi aprovada por comissão da Câmara.

O presidente da França levou um tapa no rosto durante um evento. Será que não está na hora de ele se preocupar mais com o próprio país, do que com as girafas da Amazônia?

Termine o dia bem informado com o Jornal da Noite!

Assista AO VIVO e compartilhe:

Fonte: Jornal da Cidade Online

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BOLSONARO ASSINA PROCURAÇÃO DANDO AMPLOS PODERES PARA WASSEF REPRESENTÁ-LO JUDICIALMENTE

Bolsonaro dá a Wassef poderes para atuar em ações judiciais

A procuração, a que a CNN teve acesso, foi assinada pelo presidente no dia 6 de maio

Caio Junqueira

Por Caio Junqueira, CNN  

 Atualizado 08 de junho de 2021 às 21:00

Bolsonaro dá a Wassef poderes para atuar em ações judiciais

O presidente Jair Bolsonaro assinou uma procuração na qual dá amplos poderes para o advogado Frederick Wassef representá-lo judicialmente. O documento, a que a CNN teve acesso, foi assinado pelo presidente no dia 6 de maio.

Na procuração consta o endereço do escritório de Wassef, “rua das Figueiras, 644, Jardim dos Pinheiros, Atibaia-SP”, mesmo endereço onde Fabrício Queiroz foi preso no dia 18 de junho de 2020. Queiroz, amigo de longa data do presidente Jair Bolsonaro, é denunciado junto com o senador Flavio Bolsonaro no esquema das rachadinhas na Assembleia legislativa do Rio de Janeiro.

Pedido ao desembargadorPedido ao desembargador Néviton Guedes Foto: Reprodução

Bolsonaro confere a Wassef “amplos poderes para o foro em geral à defesa de seus direitos e interesses para representar o outorgante (Bolsonaro) em juízo ou fora dele em que for autor, réu, assistente, ou oponente, podendo propor contra quem de direito as ações competentes e defendê-la nas contrárias seguindo umas e outras até final decisão”.

Procuração Bolsonaro WassefProcuração de Bolsonaro a Wassef Foto: Reprodução

A procuração diz que Wassef poderá, em nome do presidente, “transigir, negociar, reconvir, concordar, discordar, ratificar, firmar compromissos ou acordos, receber e dar quitação, desistir, acompanhar quaisquer processos em todos os termos ou instâncias, representar (o presidente) perante qualquer repartição, autarquia ou órgão federal, estadual ou municipal”.

A procuração diz que esses poderes são concedidos “em especial no mandado de segurança 1000399802019410000, em tramitação no Tribunal regional Federal da 1ª Região”.

Trata-se da ação apresentada pela Ordem dos Advogados do Brasil de Minas Gerais e pelo Conselho Federal da OAB em favor do advogado Zanone Manuel de Oliveira Júnior, que defendeu Adélio Bispo, autor da facada contra Bolsonaro durante a campanha eleitoral de 2018. A ação pede a anulação de uma decisão que autorizou, dentre outros pontos, a quebra do seu sigilo bancário e a apreensão do seu celular.

No dia 13 de maio, uma semana após a assinatura da procuração pelo presidente, Wasseff anexou essa procuração nessa ação do caso Adélio. A expectativa é de que nos próximos dias já haja uma nova ofensiva jurídica de Wasseff nesse processo.

Procurados, nem a Secom da

Presidência da República nem Wassef se manifestaram.

Fonte: CNN

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POLÍTICA: EXÉRCITO BRASILEIRO NÃO CEDEU AS PICUINHAS DA “MÍDIA DO ÓDIO” NEM DE OPOSITORES AO GOVERNO BOLSONARO

Exército se impõe e não cede à pressão dos “esquerdopatas” e da “mídia do ódio”

Foto: Marcelo Camargo/Agência BrasilFoto: Marcelo Camargo/Agência Brasil

O Exército Brasileiro não cedeu às picuinhas da “mídia do ódio” nem tampouco de opositores ao Governo do presidente Jair Bolsonaro e mostrou, mais uma vez, que quem determina as decisões internas das Forças Armadas são os próprios militares.

A esquerda bem que tentou uma forçada de barra, utilizando-se da “mídia do ódio” para coagir a alta cúpula do Exército a abrir processo administrativo contra o General Eduardo Pazuello, ex-Ministro da Saúde, que esteve presente em uma motociata, no Rio de Janeiro, no final de maio.

Porém, após deliberação interna e, em resposta ao pedido formulado pelo jornal O GLOBO, que faz claramente oposição ao presidente da República, o Exército respondeu que o processo contém informações pessoais e, citando o dispositivo da Lei de Acesso à Informação (LAI) que garante, nessas situações, o sigilo por 100 anos, não se sujeitou às exigências da emissora carioca.

“A documentação solicitada é de acesso restrito aos agentes públicos legalmente autorizados e à pessoa a que ela se referir”, justifica o Exército, em nota.

“Magoada”, a Rede Globo, que perdeu contratos com o Governo Federal desde que Jair Bolsonaro assumiu a cadeira da presidência, choramingou a não entrega dos documentos e disse que cabe recurso à decisão do Exército junto à Controladoria-Geral da União (CGU); demonstrando que ainda não quer perder a “quebra-de-braço”.

Fonte: Jornal da Cidade Online

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POLICIAL: SEGUNDO BOLSONARO, HÁ 65 AÇÕES PARA CGU,PF E OUTROS ÓRGÃOS INVESTIGAREM SOBRE DESVIOS DE RECURSO DA COVID-19

CGU, PF e outros órgãos investigam em parceria 65 ações para apurar desvio de recursos da Covid-19

Foto: Divulgação/PFFoto: Divulgação/PF

Enquanto a Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) da Covid-19 segue ignorando o rombo deixado por governadores e prefeitos no combate ao coronavírus, o presidente Jair Bolsonaro compartilhou em suas redes sociais, nesta segunda-feira (7), que há 65 ações da Controladoria-Geral da União (CGU), Polícia Federal (PF) e outros órgãos públicos para apurar irregularidades na utilização de verbas federais destinadas ao enfrentamento da pandemia, nos últimos meses.

“Nos últimos dias, a Controladoria Geral da União, Polícia Federal – PF e outros órgãos públicos continuam realizando ações de combate à irregularidades nos repasses de recursos da Saúde aos estados e municípios.

São mais de 65 ações nos últimos meses.

Mais informações diárias sobre temas diversificados em nosso Telegram: “Jair M. Bolsonaro 1”.”, informou o presidente.Imagem em destaqueA “Operação Sangria”, no Amazonas, por exemplo, já está na quarta fase.

A “Operação Palude” foi deflagrada no final de maio e investiga desvio de recursos públicos no município Sergipe, em 2020. Segundo denúncias que chegaram à PF, houve fraude no procedimento adotado para a contratação de empresas responsáveis pela sanitização e desinfecção de espaços públicos e privados, com grande circulação de pessoas na cidade de Pacatuba. A CGU elaborou aprofundada análise sobre a regularidade das contratações suspeitas, a execução dos serviços e a destinação dos recursos ao município, no montante R$ 1,07 milhão, o que equivale a 65% do total das verbas recebidas para o controle da pandemia.

A “Operação Entrelaçados”, no Piauí, foi desencadeada também no final de maio e apura irregularidades na compra de equipamentos de proteção individual, suprimentos hospitalares, medicamentos e testes rápidos para detecção de Covid-19. Doze mandados de busca e apreensão já foram efetuados.

“A licitação foi do tipo menor preço por item, envolveu o valor total de R$ 1.242.694,00 e foi referente à aquisição de 33 itens, entre equipamentos de proteção individual, suprimentos hospitalares, medicamentos e testes rápidos para detecção da covid-19. A aquisição foi custeada com recursos federais do Fundo Nacional de Saúde”, informa a CGU.

Ainda de acordo com o órgão, as análises revelaram sobrepreço na contratação, estimado em R$ 696.536,00, vínculos entre as empresas contratadas, ausência de pesquisa de preços para a definição dos valores máximos admitidos para os 33 itens licitados, além de irregularidades no processo licitatório.

Fonte: Jornal da Cidade Online

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EXÉRCITO BRASILEIRO DECIDIU NÃO PUNIR O GENERAL PAZUELLO POR PARTICIPAR DE ATO COM O PRESIDENTE BOLSONARO

Eduardo Pazuello não sofrerá punição do Exército

Participação de general do Exército em ato político ao lado de Jair Bolsonaro aconteceu no Rio de Janeiro, em 23 de maio

Da CNN

Atualizado 03 de junho de 2021 às 16:28

Eduardo Pazuello não sofrerá punição do Exército por participação em ato com Bolsonaro - Política - Diário do Nordeste

O Exército brasileiro decidiu não punir o general Eduardo Pazuello por ato com o presidente Jair Bolsonaro, realizado no Rio de Janeiro, em 23 de maio. A informação foi confirmada pelo analista da CNN Caio Junqueira, na tarde desta quinta-feira (3).

Em nota, disse que “em evento realizado na Cidade do Rio de Janeiro, no dia 23 de maio de 2021, o Centro de Comunicação Social do Exército informa que o Comandante do Exército analisou e acolheu os argumentos apresentados por escrito e sustentados oralmente pelo referido oficial-general”.

O analista Caio Junqueira reiterou um incômodo grande por parte de generais da ativa, em que a maior preocupação era de que seria preciso punir o general Eduardo Pazuello para evitar que a política não interferisse nos quartéis, a grande preocupação de militares da ativa.

O general Eduardo Pazuello, ex-ministro da Saúde, participou, sem máscara, de um ato político, no Rio de Janeiro, ao lado do presidente Jair Bolsonaro, também sem máscara, no dia 23 de maio. A participação aconteceu dias depois de o militar falar à CPI da Pandemia, no Senado.

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ANÁLISE POLÍTICA: RESUMO DO DEBATE DE COPPOLLA X KATAGUIRI

Para quem não assistiu o debate entre Caio Coppolla e Kim Kataguiri que ocorreu no último sábado, ao vivo e arrebatou mais de 125 mil espectadores. Um retumbante repercussão que vale a pena ser vista e revista, pois serve de reflexão para todos os brasileiros nesse momento de extrema polarização e que nos falta uma terceira via para desafiar a mesmice e o retrocesso político em que o Brasil e os brasileiros estão lamentavelmente metidos. A meu ver o debate foi altamente positivo e útil, pois esclarece pontos importantes sobre esse momento nebuloso que estamos vivendo ao mesmo tempo que nos dá uma certeza: a de que não podemos chegar em 2022 sem a opção e o direito de um Brasil de futuro. Portanto sugiro que assista ao vídeo a seguir, faça sua reflexão e faça o seu juízo de valor!

Cortes do meu debate ao vivo (em 29/5) com o Deputado Federal Kim Kataguiri do MBL – a versão integral está em https://bit.ly/CaioXKim . Nesta edição, priorizei as minhas falas sobre os 5 temas em discussão: Eleições 2022, Bolsonaro e a Direita, Pandemia, Infraestrutura e Emprego. Há duas mensagens fundamentais que eu tentei transmitir ao longo do debate – a 1ª é essa aqui: “DESÂNIMO E DESESPERANÇA SÃO ARMAS DE COMUNICAÇÃO POLÍTICA – existe um Brasil que está dando certo e que está sendo varrido para debaixo do tapete por uma questão de militância” A 2ª mensagem é sobre a Eleição de 2022, no seu cenário mais provável (são os cortes iniciais deste vídeo, com as falas que eu transcrevo mais abaixo 👇🏼). 👉🏼 Por favor, COMPARTILHEM ESTE VÍDEO pra espalharmos essas duas mensagens e não deixem de assistir à versão completa no YouTube! 👊🏼🇧🇷 Tema “Eleições 2022”: “Eu sou um entusiasta da democracia e eu adoraria viver num país em que a realidade eleitoral nos propiciasse uma série de bons candidatos com os quais nós nos sentíssemos representados. Eu não tenho nenhum preconceito contra uma candidatura de 3ª via, de 4ª via, de 5ª via – isso seria salutar. Mas eu vivo no mundo real e, de tudo que foi falado no debate, eu gostaria de transmitir uma mensagem pro nosso espectador: NÃO EXISTE EQUIVALÊNCIA MORAL ENTRE LULA E BOLSONARO. Ainda que todas as acusações contra o atual Presidente da República fossem verdadeiras – e elas provavelmente não são – BOLSONARO ESTARIA PARA LULA ASSIM COMO UMA UNHA ENCRAVADA ESTÁ PARA UM PÉ QUEBRADO, e o Brasil precisa caminhar… e caminhar com o pé quebrado é infinitamente mais difícil.” “BOLSONARO, DE VEZ EM QUANDO, ENFRENTA O SISTEMA; LULA É O SISTEMA”. “E é uma pena ver jovens promissores como o Kim Kataguiri falando que em um eventual 2º turno (entre Lula e Bolsonaro) ANULARIAM O VOTO; eu repito: não existe equivalência moral entre Lula e Bolsonaro […] Nada chegaria aos pés do mal que seria para o Brasil a volta do LuloPetismo”. “Se fosse pra falar em uma metáfora de cinema: Bolsonaro é tipo um “RAMBO”: está na selva, é um sobrevivente, arranja confusão com cada um que cruza seu caminho; JÁ O LULA É O “PODEROSO CHEFÃO”: ele não move um músculo […] e tem um monte de gente fazendo o TRABALHO SUJO pra ele, inclusive o MBL, que fica desgastando o governo e pessoas da direita que não pensam estritamente como o Movimento.”

Fonte:

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CONFIRMADAO POR BOLSONARO A COPA AMÉRICA NO BRASIL E AS CIDADES QUE SEDIARÃO OS JOGOS

MT, RJ, DF e GO sediarão Copa América, diz governo

O anúncio foi feito pelo ministro da Casa Civil, Luiz Eduardo Ramos, que confirmou que as partidas serão disputadas sem público

Da CNN, em São Paulo*

 Atualizado 01 de junho de 2021 às 19:54

MT, RJ, DF e GO sediarão Copa América, diz governo

As partidas da Copa América no Brasil serão nos estados de Mato Grosso, Rio de Janeiro, Distrito Federal e Goiás. O anúncio foi feito nesta terça-feira (1º) pelo ministro-chefe da Casa Civil, Luiz Eduardo Ramos, no Twitter.

O ministro também confirmou que as partidas serão disputadas sem público.

Há menos de uma hora, em evento de transferência de tecnologia de vacina nesta tarde, Bolsonaro disse que a CBF, em colaboração com a Casa Civil, está escolhendo as cidades-sede em comum acordo com governadores.

De acordo com o presidente, quatro gestores estaduais já se prontificaram: os de Brasília, Rio de Janeiro, do Mato Grosso do Sul e de Goiás — no entanto, o estado confirmado por Ramos é Mato Grosso, não Mato Grosso do Sul. Outro também teria manifestado interesse, mas Bolsonaro não disse de qual estado. “Ao que tudo indica, o Brasil sediará a Copa América”, declarou.

O governo do Distrito Federal informou que “nada foi comunicado oficialmente”.

Em nota, o governador de Mato Grosso informou que entrou em contato com a direção da CBF. Mauro Mendes (DEM) recebeu a informação de que a cidade de Cuiabá está em análise e que “o governo acredita ser possível a realização dos jogos da Copa América”.

Já a prefeitura de Cuiabá demonstrou preocupação. “Diante da iminência de uma terceira onda da Covid-19, a prefeitura pede que a população não se descuide e vê com preocupação a realização da Copa América neste momento tão crucial em que novas variantes do vírus surgem a toda hora.”

O governador do Distrito Federal, Ibaneis Rocha (MDB), afirmou à CNN que vai “trabalhar para que seja um belo evento e para que não tenhamos efeitos negativos na saúde”

Em nota, o prefeito de Goiânia, Rogério Cruz (Republicanos), afirmou que recebeu uma ligação do governador goiano, Ronaldo Caiado (DEM), nesta terça-feira, “para consultá-lo sobre a realização da Copa América em Goiás”.

“O prefeito lembrou que os estádios da capital são geridos pelo Estado e que, estabelecidos protocolos sanitários seguros, é favorável à realização do torneio, assim como ocorreram partidas dos campeonatos nacionais da Série A e B, Copa Sul-Americana e Copa do Brasil em Goiânia”, informou a assessoria de Cruz em nota.

Ontem, a Conmebol (Confederação Sul-Americana de Futebol) confirmou que a Copa América seria no país, mas Ramos disse não haver “nada certo”. A confirmação oficial do governo só veio nesta terça.

A competição está prevista para acontecer entre 13 de junho e 10 de julho.

A realização da Copa América no país é motivo de críticas por especialistas em razão do momento de pandemia: além da inadequação de se fazer um evento festivo enquanto o país soma mais de 465 mil mortos pela Covid-19, os críticos apontam os riscos sanitários na chegada de viajantes de países vizinhos ao mesmo tempo em que tenta controlar a proliferação de variantes vindas do exterior.

(*Com informações de Bárbara Baião, Gustavo Uribe, Larissa Rodrigues e Leandro Resende, da CNN, em Brasília e no Rio de Janeiro)

Fonte: CNN

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ANÁLISE POLÍTICA: A PIOR AGLOMERAÇÃO DA PANDEMIA, ISSO A GLOBO NÃO CRITICA!

Na coluna ANÁLISE POLÍTICA deste sábado temos o incrível Caio Coppolla, como sempre muito conciso, coerente, racional e brilhante eloquência. Desta vez ele comenta sobre as manifestações de rua port odo o país da turma vermelha, do fique em casa, hoje.   E questiona: Como será que a REDE GLOBO e o jornalismo militante vão noticiar e criticar estes atos da Esquerda, em comparação (por exemplo) com a “MOTOCIATA” a favor do governo federal no último final-de-semana? 🤔 Também DENUNCIAR A PIOR AGLOMERAÇÃO DA PANDEMIA, fruto da irresponsabilidade e da falta de empatia do Sindicato dos Metroviários de SP (que prejudicou 2 milhões de trabalhadores promovendo uma GREVE-SURPRESA). E ainda pede: 👉🏼 PRA NOS AJUDAR a conscientizar cada vez mais pessoas sobre o viés da mídia e pra escancarar as contradições de quem se dizia tão preocupado em “salvar vidas”, por favor, COMPARTILHE ESTE VÍDEO (no YouTube, no Facebook, no Instagram e no Twitter) e envie o link do vídeo pros seus grupos de WhatsApp e Telegram. Então, vamos ajudar o Caio nessa empreitada hercúlea compartilhando esse vídeo para todos que você puder e achar que deve!

Fonte:

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BOLSONARO APRESENTA AÇÃO NO STF VISANDO IMPEDIR LOCKDOWN E TOQUE DE RECOLHER EM TODOS ESTADOS BRASILEIROS

Entenda medidas de PR, PE e RN, questionadas por Bolsonaro ao STF

Governadores dos três estados impuseram medidas restritivas ao comércio e à circulação para conter a disseminação da Covid-19

Guilherme Venaglia, da CNN, em São Paulo

28 de maio de 2021 às 18:46

Presidente Jair Bolsonaro durante anúncio do programa "Adote um Parque" - (BrasíPresidente Jair Bolsonaro durante anúncio do programa “Adote um Parque” – (Brasília – DF, 12/05/2021)Foto: Alan Santos/PR

ação apresentada pelo presidente Jair Bolsonaro (sem partido) ao Supremo Tribunal Federal (STF) visa impedir lockdown e toque de recolher em todos os estados brasileiros, mirando medidas decretadas nos últimos dias pelos governadores de três estados: Ratinho Júnior (PSD), do Paraná; Paulo Câmara (PSB), de Pernambuco; e Fátima Bezerra (PT), do Rio Grande do Norte.

Bolsonaro e o advogado-geral da União, André Mendonça, alegam na ADI (Ação Direta de Inconstitucionalidade) que os governadores excederam as suas prerrogativas e adotaram medidas “desproporcionais”.

“[A ação] considera que algumas dessas medidas não se compatibilizam com preceitos constitucionais inafastáveis, como a necessidade de supervisão parlamentar, a impossibilidade de supressão de outros direitos fundamentais igualmente protegidos pela Constituição e a demonstração concreta e motivada de que tais medidas atendem ao princípio da proporcionalidade”, afirma a nota divulgada pela AGU.

As medidas

Rio Grande do Norte

Em 21 de maio, a governadora Fátima Bezerra (PT) decretou uma quarentena severa em uma lista de 35 municípios do Rio Grande do Norte que compõem a “VI Unidade Regional de Saúde”. A capital Natal não foi incluída. Durante o período, apenas os serviços considerados essenciais poderão funcionar presencialmente.

A validade se iniciou a partir daquele dia, com extensão até o 6 de junho. No período, decidiu a governadora, vai vigorar um toque de recolher, com a proibição de circulação de pessoas aos domingos e feriados e em todos os dias, entre 22h e 5h da manhã seguinte.

Pernambuco

Em 24 de maio, o governador de Pernambuco, Paulo Câmara (PSB), decidiu endurecer as restrições para conter a Covid-19. Seguindo as regiões administrativas do estado e a situação da pandemia em cada uma.

Os municípios das gerências regionais II, IV e V estão com medidas adicionais que começaram em 26 de maio e irão direto até o dia 6 de junho. Uma segunda lista, com cidades de diferentes regiões, terá restrições excepcionais apenas nos próximos dois finais de semana, 29 e 30 de maio e 5 e 6 de junho. Nessa segunda relação, a capital Recife e a cidade de Olinda.

Ficam proibidas de funcionar presencialmente atividades como escolas e universidades, comércio, escritórios, clubes sociais, práticas esportivas coletivas, atividades recreativas em praias, calçadões e parques. Shoppings podem apenas abrir para atividades bancárias localizadas em seu interior e igrejas podem funcionar apenas para atividades administrativas e celebrações virtuais sem público.

O decreto foi acompanhado de uma lista de exceções, que abarcam serviços considerados essenciais.

Paraná

Em 25 de maio, o governador Ratinho Júnior (PSD) decidiu prorrogar no Paraná, até o dia 11 de junho, medidas que preveem a “restrição da circulação de pessoas” entre 20h de um dia e as 5h da manhã seguinte, bem como a proibição da venda de bebidas alcoólicas em todo o estado durante a mesma faixa de tempo.

O governo do estado também prorrogou as medidas de distanciamento social, com limitação da capacidade de atendimento e horário de funcionamento em atividades como bares, restaurantes, academias e shoppings centers.

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