SEGUNDO PRESIDENTE BOLSONARO, MEDIDA PROVISÓRIA QUE ZERA OS IMPOSTOS FEDERAIS NO DIESEL E GÁS DE COZINHA ENTRARÁ EM VIGOR IMEDIATAMENTE

Bolsonaro zera tributação de diesel e gás de cozinha

Nova alíquota entrará em vigor imediatamente, informou o governo federal

Anna Gabriela Costa, da CNN,
em São Paulo 
Atualizado 01 de março de 2021 às 22:51

Bolsonaro zera tributação de diesel e gás de cozinha

O presidente Jair Bolsonaro (sem partido) editou um decreto e uma medida provisória para reduzir a zero as alíquotas da contribuição do PIS/CONFINS incidentes sobre a comercialização e a importação do óleo diesel e do GLP de uso residencial. A nova alíquota entrará em vigor imediatamente.

Em relação ao diesel, a diminuição estará em vigor durante os meses de março e abril de 2021. Quanto ao gás, a medida é permanente, não possuindo data para ser encerrada. A redução do gás somente se aplica ao GLP destinado ao uso doméstico e embalado em recipientes de até 13 quilos.

As duas medidas buscam amenizar os efeitos da volatilidade de preços e oscilações da taxa de câmbio e das cotações do petróleo no mercado internacional.

Para o atendimento à Lei de Responsabilidade Fiscal, como forma de compensação da referida desoneração, também foi editada uma medida provisória majorando a Contribuição Social sobre o Lucro Líquido (CSLL) das instituições financeiras, alterando as regras de IPI para a compra de veículos por pessoas com deficiência e encerrando o Regime Especial da Indústria Química (REIQ).

Para que o final do REIQ não impacte as medidas de combate à Covid-19, foi previsto um crédito presumido para as empresas fabricantes de produtos destinados ao uso em hospitais, clínicas, consultórios médicos e campanhas de vacinação que utilizem na fabricação desses produtos insumos derivados da indústria petroquímica, o que deve neutralizar o efeito do fim do regime para essas indústrias, que vigorará até o final de 2025.

A diminuição do PIS/COFINS no diesel e do gás de uso residencial implicará em uma redução da carga tributária de R$ 3,67 bilhões em 2021 neste setor. Para 2022 e 2023, a diminuição da tributação no gás implicará em uma diminuição de arrecadação de R$ 922,06 milhões e R$ 945,11 milhões, respectivamente. Considerando que as medidas estão sendo devidamente compensadas, esse benefício não implicará em diminuição da arrecadação total da União.

As novas alíquotas do diesel e do gás residencial entram em vigor imediatamente. Como serão feitas por decreto, não necessitam de aprovação do Congresso. Já as medidas compensatórias, editadas por MP, terão que ser confirmadas pelo Legislativo. As novas regras do IPI na aquisição de veículos por pessoas com deficiência entrarão em vigor imediatamente. Já o final do REIQ e o aumento da CSLL das instituições financeiras somente entrarão em vigor em 1º de julho de 2021.

O presidente já havia anunciado, no dia 18 de fevereiro, que a partir de 1º de março não haveria qualquer imposto federal incidindo sobre o preço do óleo diesel. Bolsonaro considerou o reajuste anunciado hoje pela Petrobras como “fora da curva” e “excessivo”.

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MP QUE FACILITA COMPRA DE VACINA CONTRA CORONAVIRUS É SANCIONADA COM VETO POR BOLSONARO

Com veto, Bolsonaro sanciona MP que facilita compra de vacinas contra Covid-19

Medida Provisória diz que Anvisa tem que dar autorização em cinco dias

Anna Gabriela Costa, da CNN, em São Paulo

 Atualizado 01 de março de 2021 às 23:20

Bolsonaro assina MP liberando R$ 20 bilhões para compra de vacinas contra Covid-19 - Jornal O Globo

presidente Jair Bolsonaro (sem partido) sancionou, nesta segunda-feira (1), com vetos, a Medida Provisória das vacinas. De acordo com o governo, a lei autoriza o Poder Executivo federal a aderir ao Instrumento de Acesso Global de Vacinas Covid-19 , o Covax Facility, e estabelece diretrizes para a imunização da população.

A Medida Provisória prevê dispensa de licitação e contém regras mais flexíveis para os contratos. O texto também determina que a aplicação de vacinas nos brasileiros deverá seguir o previsto no Plano Nacional de Operacionalização da Vacinação contra a Covid-19 do Ministério da Saúde.

“A medida se justifica ante a situação de crise sanitária mundial decorrente da Covid-19, para atender a necessidade da realização de ações que assegurem a imunização da população mediante a adesão do Brasil ao Covax Facility e aquisição de vacinas por meio desse instrumento”, informou o Ministério da Saúde.

Após a manifestação técnica dos ministérios competentes, o presidente decidiu vetar alguns pontos, o primeiro deles tratava sobre o dever da Anvisa de conceder autorização temporária de uso emergencial para a importação, a distribuição e o uso de qualquer vacina contra a Covid-19 pela União, pelos estados, pelo Distrito Federal e pelos municípios, em até cinco dias após a submissão do pedido.

“Dispensada a autorização de qualquer outro órgão da administração pública direta ou indireta, e desde que pelo menos uma das autoridades sanitárias estrangeiras elencadas no dispositivo tenha aprovado a vacina e autorizado sua utilização em seus respectivos países”, inclui o veto.

Em nota, o ministério da Saúde afirma que “a medida contrariava o interesse público ao tornar compulsória a autorização temporária de uso emergencial para a importação, de forma a dispensar a prévia análise técnica por parte da Anvisa acerca da segurança, qualidade e eficácia em cada caso, em prejuízo das competências legais da Agência para garantir o acesso a vacinas com qualidade, segurança e eficácia em território nacional, por meio de avaliação eventual risco de doença ou agravo à saúde da população”.

Outro ponto de veto foi o que previa que, “no caso de omissão ou de coordenação inadequada das ações de imunização de competência do Ministério da Saúde referidas neste artigo, ficam os estados, os municípios e o Distrito Federal autorizados, no âmbito de suas competências, a adotar as medidas necessárias com vistas à imunização de suas respectivas populações, cabendo à União a responsabilidade por todas as despesas incorridas para essa finalidade”.

Covax Facility

A Covax Facility é uma aliança internacional da Organização Mundial de Saúde (OMS), Gavi Alliance e da Coalition for Epidemic Preparedeness Innovations (CEPI), que tem como principal objetivo acelerar o desenvolvimento e a fabricação de vacinas contra a Covid-19 a partir da alocação global de recursos para que todos os países aderentes à iniciativa tenham acesso igualitário à imunização.

Trata-se de uma plataforma colaborativa, subsidiada pelos países-membros, que também visa possibilitar a negociação de preços dos imunizantes.

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PONTO DE VISTA: SALIM MATTAR NÃO É O PRIMEIRO NEM O ÚLTIMO A RECONHECER QUE FOI TRAÍDO POR BOLSONARO

Caro(a) leitor(a),

Acho que a reputação do sr. Salim Mattar, ex-secretário especial da desestatização é incontestável. Todos sabemos que este senhor é um mega empresário, dono da maior locadora de carros do Brasil, a LOCALIZA. Portanto, alguém que não precisa de maneira nenhuma de um cargo público para garantir a sua sobrevivência. É antes de tudo, um liberal patriota, que veio a fazer parte do governo Bolsonaro para ajudar a tirar o país do buraco em que, ainda, se encontra e recolocá-lo nos trilhos do progresso e da prosperidade. Quando ele deixou o governo, saiu discretamente. Assisti várias entrevistas com ele onde, ao ser questionado sobre o motivo da sua saída, sempre falava que por motivos particulares. Dizia que a sua missão já estava cumprida e outras amenidades. Agora, veio a público expor o real motivo da sua dissidência, aproveitando os últimos fatos políticos e a mudança de comportamento do presidente Bolsonaro com relação as políticas públicas liberais. Muita gente critica Moro pela forma como saiu do governo, lavando a roupa publicamente, mas a verdade é que, tanto ele como o sr. Salim Mattar foram traídos por Bolsonaro, que mostra sua verdadeira face agora. A face de quem nunca foi um liberal e que a sua real intenção é permanecer no poder tanto quanto Lula e o PT queriam. O título do artigo a seguir, publicado em O Antagonista diz tudo: “O governo não é liberal e eu acreditei no candidato Bolsonaro”. É o mesmo sentimento de Moro ao ser traído por Bolsonaro quando deixou o seu projeto ser totalmente desfigurado no texto final aprovado pelo Congresso Nacional e quando, também não fez nada sobre a questão do juiz de garantias, assim com tantas outras promessas feitas a Moro e não cumpridas. Portanto, como venho dizendo há um bom tempo, Bolsonaro não é confiável, enganou o seu eleitorado e os que acreditaram nele. Mas, como diz aquele velho jargão “me engana que eu gosto”, parece que é assim que o povo gosta mesmo!

Mattar: “O governo não é liberal e eu acreditei no candidato Bolsonaro”

Mattar: “O governo não é liberal e eu acreditei no candidato Bolsonaro”
Foto: Edson Lopes Jr./G5 Partners/Ministério da Economia

Salim Mattar, ex-secretário especial de Desestatização, também criticou a escolha de um general para o comando da Petrobras.

Me desculpe, estamos militarizando demais o país”, disse em entrevista à CNN Brasil. “O militar é para quartel. Temos que colocar um homem de mercado na Petrobras. Um homem que saiba o que é um departamento de relações com os investidores. Esse é o tipo de pessoa que precisamos em uma empresa listada. O governo brasileiro está mostrando que não é confiável.”

Afirmou ainda que a decisão de substituir Roberto Castello Branco no comando da empresa mostra mais uma vez que o governo Jair Bolsonaro não é liberal.

O governo não é liberal e eu acreditei no candidato Bolsonaro. No candidato que falava em privatizar a “TV da Dilma”, que é a EBC, a empresa do trem bala, que é a EPL. Ele falava em tirar o estado do cangote do cidadão. Mas foi um discurso de campanha. Eu deixei todos os meus negócios para ir para o governo. Fui motivado pelo desafio espetacular, que era um projeto de Brasil e não do governo.”

Fonte: O Antagonista

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ANÁLISE POLÍTICA: POLÍTICA COM HUMOR INTELIGENTE SÓ COM BÁRBARA

Como já falei aqui antes adoro a forma como a Bárbara lida com os fatos políticos, com muito humor e inteligência, desnudando os fatos de uma forma de fácil entendimento para qualquer um. Também já falei para ficar claro que concordo com o pensamento de direita liberal dela. porém quando se trata de Sergio Moro divirjo diametralmente dela, pois é onde ela expõe, sem querer, a sua parcialidade política ao deixar muito claro a sua obsessão, o seu amor incondicional por Bolsonaro, mostrando que a única pessoa que ela teme derrotar o nosso presidente nas urnas em 2022 é o próprio Moro e por isso fica provocando o mesmo a se expor na mídia para desgastar a sua imagem e derreter a sua popularidade, cujas últimas pesquisas eleitorais mostram os dois tecnicamente empatados.

Bem, feitos os devidos esclarecimentos convido você a assistir o último vídeo do TE ATUALIZEI dessa talentosa youtuber Bárbara!

Fonte:

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GOVERNADOR QUE DESTRÓI EMPREGOS DEVE BANCAR O AUXÍLIO EMERGENCIAL, DIZ BOLSONARO EM EVENTO NO CEARÁ

Bolsonaro critica restrições e diz que governadores devem pagar auxílio

Em evento no Ceará, presidente falou sobre medidas restritivas adotadas em estados brasileiros contra pandemia

Da CNN

 Atualizado 26 de fevereiro de 2021 às 22:41

Bolsonaro critica restrições e diz que governadores devem pagar auxílio

Em evento no Ceará, nesta sexta-feira (26), o presidente Jair Bolsonaro (sem partido) voltou a criticar a decisão de governadores em adotarem medidas restritivas contra a Covid-19, com o fechamento de comércios e a suspensão de circulação em determinados horários. E afirmou que “governador que destrói emprego, deve bancar o auxílio emergencial”. Oito estados brasileiros e o distrito federal passam a adotar as restrições a partir deste sábado (27). 

“O auxílio emergencial vem por mais alguns meses e, daqui pra frente, o governador que fechar o seu estado, o governador que destrói emprego, ele é que deve bancar o auxílio emergencial. Não pode continuar fazendo política e jogar para o colo do presidente da República essa responsabilidade”, disse o presidente.

As declarações do presidente da República ocorrem em meio ao temor de um colapso no sistema público de saúde em diversos estados.

“O povo não consegue mais ficar dentro de casa. O povo quer trabalhar. Esses que fecham tudo e fecham empregos estão na contramão daquilo que seu povo quer”, disse.

O presidente disse se sentir fortalecido ao visitar o nordeste. Ele afirmou ser alvo de ataques constantes, mas que não levarão à uma ação de desistência do mandato.

“Tenho certeza de quando quando deixar o governo, entregarei um Brasil, apesar da pandemia, muito melhor do que aquele que recebi em janeiro de 2019”, afirmou.

Auxílio emergencial

O presidente Jair Bolsonaro afirmou nesta quinta-feira (25) que a negociação pelo retorna do auxílio emergencial prevê o pagamento de mais quatro parcelas, agora em R$ 250 cada uma, a partir do mês de março.

“Estive hoje com o Paulo Guedes, a princípio o que deve ser feito é, a partir de março, por quatro meses, R$ 250 de auxílio emergencial. É o que está sendo disponibilizado”, afirmou o presidente, durante transmissão ao vivo nas redes sociais.

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ANÁLISE POLÍTICA: POLÍTICA COM HUMOR, POR BÁRBARA

A irreverente e bem humorada Bárbara é o destaque da coluna ANÁLISE POLÍTICA desta terça-feira, que vai comentar sobre o filho que nasceu do inquérito do Toffinho, da diferença no tratamento com o Daniel, sobre a alteração na Petrobras e mais. Então, separa a pipoca, fica confortável e divirta-se!

Fonte:

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BOLSONARO EDITA DECRETO QUE OBRIGA POSTOS DE COMBUTÍVEIS INFORMAR OS VALORES DE TIBUTOS POR MEIO DE PAINEL EM LOCAL VISÍVEL

Por G1

 

Bolsonaro assinará decreto para obrigar postos de gasolina a exibir composição de preços - Jornal O Globo

O presidente Jair Bolsonaro editou decreto que obriga postos de gasolina de todo o país a informar a composição do valor cobrado por combustíveis na bomba. O decreto foi publicado na edição da madrugada desta terça-feira (23) do Diário Oficial da União (DOU).

O decreto dispõe sobre a divulgação de informações aos consumidores referentes aos preços dos combustíveis automotivos. Os postos informarão aos consumidores os preços reais e promocionais dos combustíveis.

O decreto também diz que os postos revendedores de combustíveis automotivos ficam obrigados a informar os valores estimados de tributos por meio de painel em local visível. O painel terá os componentes do preço do combustível, como Imposto sobre Operações relativas à Circulação de Mercadorias (ICMS) e Prestação de Serviços de Transporte Interestadual e Intermunicipal e de Comunicação, entre outros tributos.

A norma entrará em vigor 30 dias após a data de sua publicação.

A Secretaria-Geral da Presidência da República informou que “a medida prevê mais clareza dos elementos que resultam no preço final e dará noção sobre o real motivo na variação de preços” e “fortalece um dos pilares da defesa do consumidor, que é o direito à informação”.

De acordo com o texto da assessoria de comunicação da Secretaria-Geral da Presidência , “como a oscilação nos preços dos combustíveis está atrelada aos preços das commodities no mercado internacional, e suas cotações variam diariamente, o consumidor muitas vezes não compreende o motivo da variação no preço final”.

Mudanças no cálculo do ICMS

No último dia 12 de fevereiro, Bolsonaro encaminhou ao Congresso Nacional um projeto de lei complementar que propõe mudanças no cálculo do ICMS sobre os combustíveis. Segundo o governo, a intenção é estabelecer uma “alíquota uniforme e específica” – ou seja, um valor fixo e unificado em todo o país – para cada combustível com base na unidade de medida, com as seguintes medidas:

  • que o ICMS será recolhido uma única vez sobre gasolina, diesel, álcool, querosenes e óleos combustíveis, biodiesel, gás natural e gás de cozinha, entre outros produtos do tipo;
  • que o ICMS será cobrado na refinaria – nos termos da lei, serão contribuintes do ICMS “o produtor e aqueles que lhe sejam equiparados e o importador dos combustíveis e lubrificantes”;
  • que a alíquota de ICMS para cada combustível será uniforme em todo o país, com um valor fixado em reais – e não como uma porcentagem do preço total;
  • que essa alíquota será definida por deliberação dos estados e do Distrito Federal;
  • que o ICMS sobre lubrificantes e combustíveis de petróleo será recolhido na unidade da Federação onde houver o consumo final;
  • que mudanças nessas alíquotas só terão validade após uma “carência” de 90 dias.

Em outra frente, Bolsonaro prometeu zerar tributos federais sobre o diesel durante dois meses e determinou a troca do atual presidente da Petrobras, Roberto Castello Branco, pelo general Joaquim Silva e Luna.

O presidente está insatisfeito com a política de preços da estatal e a troca foi entendida pelo mercado como uma intervenção política do Planalto, o que gerou forte abalo no valor de mercado da empresa.

Fonte: G1
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ANÁLISE POLÍTICA: BOLSONARO “DILMOU” DIZ O MERCADO, POR JOSÉ NÊUMANNE PINTO

Sábado é dia de ANÁLISE POLÍTICA, aqui no Blog do Saber e hoje temos o irreverente José Nêumanne Pinto com a seguinte pauta: 1 – A elite empresarial paulistana, que ainda não utilizou a própria força para pressionar o chefe do governo a mudar a política negacionista no combate à pandemia, agora diz que ele segue o caminho da ex-presidente petista, por estar interferindo na política de preços da Petrobrás. 2 – O PGR quinta coluna pediu a abertura de inquérito sobre crimes de desacato e infração de medida sanitária pelo deputado federal Daniel O Quê na carceragem da PF no Rio. Mais um sinal de indiferença do chefão da patota golpista. 3. O chefe do Executivo jura que a mãe tomou vacina da AstraZeneca, rejeitada na Europa, e não da Coronavac do Butantan, de que o Ministério da Saúde encomendou mais 30 milhões de doses. Tudo isso e muito mais. Por isso não perca e assista agora!

Fonte:

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O GENERAL JOAQUIM SILVA E LUNA É O INDICADO DE BOLSONARO PARA PRESIDÊNCIA DA PETROBRÁS

Bolsonaro indica general Joaquim Silva e Luna para presidência da Petrobras

André Jankavski, do CNN Brasil Business, em São Paulo

Atualizado 19 de fevereiro de 2021 às 21:49

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O presidente Jair Bolsonaro afirmou que o governo indicou o general Joaquim Silva e Luna para substituir o cargo do atual presidente da Petrobras, Roberto Castello Branco. Ele também vai atuar no conselho de administração da estatal. A decisão foi comunicada por meio de suas redes sociais.

Para assumir o cargo de CEO, Luna precisará ter a aprovação do conselho de administração da companhia. Caso a indicação não seja aceita, o presidente da república pode destituir o conselho e montar outro.

Joaquim Luna é general da reserva do Exército e ocupava a presidência da usina de Itaipu. Antes, ocupou o cargo de ministro da Defesa no governo do ex-presidente Michel Temer. Ele foi o primeiro militar a sentar na cadeira do Ministério, criado em 1999.

Castello Branco está no comando da Petrobras desde o início do governo de Jair Bolsonaro e foi indicado pelo ministro da Economia, Paulo Guedes. Na nota, assinada pela assessoria de comunicação social do Governo Federal, Bolsonaro afirmou que Luna assumirá o cargo após o “encerramento do ciclo, superior a dois anos, do atual presidente”.

O mandato de Castello Branco se encerra em março. O conselho de administração deve se reunir na terça-feira para discutir a troca.

A Petrobras, por meio de fato relevante, afirmou que recebeu o ofício para a substituição do governo, mas não foi além.

“A Petrobras esclarece que o presidente Roberto Castello Branco e demais Diretores Executivos da
empresa tem mandato vigente até o dia 20 de março de 2021. A Petrobras informa que novos fatos relevantes serão oportunamente divulgados ao mercado”, diz a nota.

O anúncio acontece após Bolsonaro demonstrar descontentamento com a atual política de reajustes da estatal. Em sua tradicional live de quinta-feira, Bolsonaro já deu sinais de que estava preparando mudanças. Nesta sexta-feira (19), em Pernambuco, foi ainda mais incisivo.

“Anuncio que teremos mudanças, sim, na Petrobras. Jamais vamos interferir nessa grande empresa, na sua política de preço, mas o povo não pode ser surpreendido com certos reajustes”, disse Bolsonaro. “Faça-os, mas com previsibilidade. É isso que nós queremos.”

As falas do presidente repercutiram no mercado nesta sexta-feira (19). As ações da Petrobras lideraram as quedas no Ibovespa: as preferenciais caíram 7,92%, enquanto as ordinárias, que dão direito a voto, recuaram 6,63%.

Mercado surpreso

Para o economista-chefe da corretora Necton, André Perfeito, caso a mudança seja feita dessa maneira abrupta, Bolsonaro “deu um perigoso passo fora da agenda que o sustenta no poder abrindo espaço para especulações sobre suas convicções liberais de fato.”

Para Henrique Esteter, analista da corretora Guide, foi “uma inteferência maior do que se esperava”. Antes, se imaginava uma mudança na política de preços, já que o presidente vinha se posicionando contra as altas.

Por isso, Esteter acredita que a mudança pode tornar a Petrobras mais uma vez um braço do governo no controle de preços dos combustíveis, tirando o foco da lucratividade e crescimento.

“A empresa vinha caminhando muito bem nos últimos meses e Castello Branco estava fazendo um trabalho fantástico”, diz ele.

Para Rafael Panonko, analista-chefe da Toro Investimentos, o discurso do presidente foi contraditório ao da atitude. Segundo Panonko, a interferência política na gestão vai fazer com que as ações despenquem ainda mais na próxima segunda-feira.

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BOLSONARO CONSIDERA AUMENTO DO DIESEL EXCESSIVO E VAI ZERAR IMPOSTOS FEDERAIS NO PRODUTO POR DOIS MESES

Bolsonaro zera imposto federal do diesel por dois meses

Emilly Behnke, Nicholas Shores, Daniel Galvão e Denise Luna, do Estadão Conteúdo

18 de fevereiro de 2021 às 21:16

Jair Bolsonaro (14 fev. 2021)Jair Bolsonaro: em live, presidente criticou o CEO da Petrobras Foto: Reprodução / CNN

Após novo reajuste da Petrobras, o presidente Jair Bolsonaro anunciou nesta quinta-feira, 18, que a partir de 1º de março não haverá qualquer imposto federal incidindo sobre o preço do óleo diesel. Bolsonaro considerou o reajuste anunciado hoje pela Petrobras como “fora da curva” e “excessivo”. Ele reforçou que não pode interferir na estatal, mas ressaltou que “vai ter consequência”.

Os impostos federais que incidem sobre o diesel são PIS, Cofins e Cide. Nesta quinta-feira, a Petrobras anunciou o quarto reajuste do ano. O óleo diesel vai ficar 15,2% mais caro a partir desta sexta-feira, 19, e a gasolina, 10,2%.

“A partir de primeiro de março também não haverá qualquer imposto federal no diesel por dois meses”, informou Bolsonaro em sua live semanal nesta quinta-feira (18).

Durante os dois meses de isenção de impostos federais, Bolsonaro afirmou que o governo estudará medidas para buscar zerar os tributos federais sobre o diesel. “Até para ajudar a contrabalançar esse aumento, no meu entender, excessivo da Petrobras”, disse.

O presidente sugeriu ainda, sem entrar em detalhes, que “alguma coisa” acontecerá na Petrobras nos próximos dias. “Eu não posso interferir e nem iria interferir (na Petrobras). Se bem que alguma coisa vai acontecer na Petrobras nos próximos dias, tem que mudar alguma coisa, vai acontecer”, disse.

A redução do PIS/Cofins no óleo diesel anunciada por Bolsonaro atende a demanda de caminhoneiros, base de apoio do presidente que tem pressionado o governo por conta do aumento do custo do combustível. Em ameaça indireta ao presidente da Petrobras, Roberto Castello Branco, o presidente citou que o comandante da estatal chegou a dizer que não tinha “nada a ver com os caminhoneiros”.

“Como disse o presidente da Petrobras, a questão de poucos dias, né: ‘eu não tenho nada a ver com caminhoneiro. Eu aumento o preço aqui não tenho nada a ver com caminhoneiro’. Foi o que ele (Castello Branco) falou, o presidente da Petrobras. Isso vai ter uma consequência, obviamente”, disse Bolsonaro. A Petrobras informou que não comentará as declarações do presidente.

Acompanhando o presidente na transmissão ao vivo, o ministro da Infraestrutura, Tarcísio de Freitas, afirmou que a redução no PIS/Cofins por dois meses é uma “medida emergencial” enquanto o governo analisa formas de “combater a volatilidade do preço do diesel”.

Em outra frente, o governo enviou um projeto ao Congresso para que o ICMS, imposto estadual, tenha valor fixo. “A proposta nossa é que o Confaz (Conselho Nacional de Política Fazendária) decida qual é o valor do ICMS em cada tipo de combustível. Não é interferência nossa, o Confaz vai decidir”, destacou Bolsonaro. O presidente sugeriu ainda que o Confaz possa delimitar um valor máximo para os combustíveis em cada Estado.

Gás de cozinha

O gás de cozinha também terá impostos federais zerados. A redução, segundo Bolsonaro, será permanente. “Hoje à tarde, reunido com a equipe econômica, tendo à frente o ministro Paulo Guedes, decisão nossa, a partir de 1º de março agora, não haverá mais qualquer tributo federal no gás de cozinha, ad eternum”, afirmou.

“(O preço do gás de cozinha) está em média, hoje em dia, R$ 90, na ponta da linha, lá para o consumidor. E o preço na origem está um pouco abaixo de R$ 40. Então, se está R$ 90, os R$ 50 aí é ICMS, imposto estadual”, comentou.

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ECONOMIA: IMPOSTO DE IMPORTAÇÃO DE BICICLETAS SERÁ REDUZIDO, SEGUNDO ANUNCIOU O PRESIDENTE BOLSONARO

Bolsonaro anuncia redução no imposto de importação de bicicletas

Foto: Arquivo/Agência Brasil

O presidente Jair Bolsonaro anunciou na noite dessa quarta-feira (17) que o governo vai reduzir de 35% para 20% a alíquota do imposto de importação de bicicletas no Brasil até o final do ano. Em uma postagem nas redes sociais, em que aparece andando de bicicleta, o presidente escreveu que a medida foi uma decisão da Câmara de Comércio Exetior (Camex), do Ministério da Economia, e será publicada na edição de amanhã (18) do Diário Oficial da União (DOU).

“Atualmente o Imposto é de 35%. A CAMEX deliberou por diminuí-lo. Publicará no DOU de amanhã: para 30% em março/21; para 25% em julho/21; e para 20% em dezembro/21”, postou Bolsonaro.

Fonte: Blog do BG

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PSDB ENTRA COM AÇÃO PEDINDO SUSPENÇÃO DE FLEXIBILIZAÇÃO DO DECRETO DO PORTE DE ARMAS NO BRASIL

PSB entra com ação contra novos decretos de armas do governo Bolsonaro

Juliana Elias, da CNN Brasil, em São Paulo

Atualizado 16 de fevereiro de 2021 às 22:58

Arma Arma pistola
Foto: skaman306/gettyimages

Partido Socialista Brasileiro (PSB) apresentou nesta terça-feira (16) um Ação Direta de Inconstitucionalidade (ADI) em que pede a suspensão do conjunto de decretos editados na semana passada pelo governo do presidente Jair Bolsonaro, com novas flexibilizações para o porte de armas no Brasil. O pedido foi encaminhada ao ministro e presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), Luiz Fux.

A ação afirma que as medidas facilitam de “forma desmedida o acesso a armas e munições pelos cidadãos comuns” e fere a Constituição Federal em vários pontos, à medida que coloca direitos fundamentais como à segurança e à vida em risco.

Na sexta-feira (12), o governo federal publicou um pacote de quatro decretos (Decretos 10.627, 10.628, 10.629 e 10.630/2021) que alteram pontos do Estatuto do Desarmamento. As medidas flexibilizam as regras para aquisição e porte de armas de fogo e de munições pela população civil, profissionais e os chamados CACs, categoria que reúne colecionadores, atiradores e caçadores.

De acordo com o governo, as alterações servem para “desburocratizar procedimentos” e “aumentar a clareza das normas que regem a posse e porte de armas de fogo e a atividade dos colecionadores, atiradores e caçadores”.

Na ação de inconstitucionalidade do PSB, os advogados argumentam que as medidas colocam os brasileiros em risco.

“A ampla facilitação para o porte e aquisição de armas de fogo, inclusive de uso restrito, o aumento alarmante de munições disponíveis e a diminuição de fiscalização pelos órgãos competentes produz evidente retrocesso em direitos fundamentais, especificamente no que se refere a proteção à vida e à segurança dos cidadãos”, diz o documento.

Entre os princípios da Constituição que estariam sendo violados, a ação menciona os princípios da reserva legal, da legalidade, da separação dos poderes e o poder regulamentar do Presidente da República. “Isso porque, a pretexto de prestar regulamentação à norma, as disposições impugnadas vão em sentido diametralmente oposto à disciplina do Estatuto do Desarmamento (Lei n. 10.826/2003), ultrapassando a competência do Poder Executivo”, diz.

“Impõe-se o deferimento da medida cautelar para que sejam imediatamente suspensos os efeitos das inovações contidas nos Decretos n. 10.627, 10.628, 10.629 e 10.630, de 12 de fevereiro de 2021,  (…)  uma vez que presentes os requisitos legais da probabilidade do direito e do perigo na demora”, conclui a ação.

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ANÁLISE POLÍTICA: BOLSONARO CONSEGUIU UNIR OS CORRUPTOS

Nesta segunda-feira a ANÁLISE POLÍTICA é do irreverente José Nêumanne Pinto com a seguinte pauta: 1 – Bolsonaro conseguiu reunir todos os políticos velhacos do País, após vender a farsa de combater a corrupção, desmontar operações do MPF e por mais um “garantista” no STF para evitar concorrência de Moro em 2022 . 2 – Ameaçou direto do palácio mandar PF ao Maranhão para atemorizar Dino, que bateu: “ele confunde a Polícia Federal com milícias e milici anos”. Bingo! 3 – Hospitais das Forças Armadas no Amazonas têm 72% de leitos anticovid desocupados à espera de militares doentes. 4 -Ao contrário do que o presidente e Pazuello apregoaram, ministro não tem nenhuma expertise em logística. Então, prepare a pipoca, se acomode na poltrona e comece a se atualizar!

Fonte:

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SEGUNDO BOLSONARO, GOVERNADORES TÊM AUTONOMIA PARA DECIDIR PAGAR AUXÍLIO EMERGENCIAL

‘Governadores também podem dar auxílio emergencial’, diz Bolsonaro

Da CNN, em São Paulo

 Atualizado 13 de fevereiro de 2021 às 13:25

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Em uma declaração feita aos apoiadores na saída do Palácio da Alvorada na sexta-feira (12), o presidente Jair Bolsonaro (sem partido) afirmou que os governadores têm autonomia para decidir se vão ou não fazer o pagamento do benefício.

“Cobre os governadores. Os governadores podem dar o auxílio emergencial para vocês. Ele pode se endividar também porque o Governo [Federal] está se endividando. Agora, até quando vai durar isso daí? São 68 milhões de pessoas meu Deus do céu. Quando era 600 reais [o benefício] era quase 50 bilhões por mês em endividamento. Quem vai pagar essa conta são vocês”, afirmou Bolsonaro.

A fala de Bolsonaro aconteceu no mesmo dia em que governadores de todos os estados brasileiros se reuniram em uma vídeo conferência com o presidente do Congresso Nacional, Rodrigo Pacheco (DEM-MG), e o presidente da Câmara dos Deputados, Arthur Lira (PP-AL), para debater a possível volta do auxílio emergencial.

Vale ressatar que os estados não têm a mesma capacidade que o governo federal para se endividar, já que não podem emitir títulos públicos. Por essa razão, os entes dependem da ajuda da União.

O governo vem tendo que lidar com a tensão por parte de investidores sobre a situação fiscal do país. Com espaço limitado no orçamento da União, a saída para uma eventual extensão do auxílio emergencial é um novo orçamento de guerra, emenda criada pelo Congresso no ano passado para permitir gastos com a pandemia fora do limite constitucional imposto pelo teto de gastos.

Fonte: CNN

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VARIEDADES: BOLSONARO É ACUSADO POR PROFESSORA ABORTISTA DE PERSEGUIR PEDÓFILOS

Professora abortista acusa presidente de “perseguição a pedófilos”, vira piada na web e Bolsonaro responde

Fotomontagem: Jair Bolsonaro e Debora DinizFotomontagem: Jair Bolsonaro e Debora Diniz

Ativista pelo aborto e uma das defensoras da ADPF 442, ação no STF que tenta descriminalizar a interrupção da gravidez até a 12ª semana de gestação, Débora Diniz, professora da Universidade de Brasília (UnB), afirmou, em suas redes sociais, que uma das pautas prioritárias do presidente Jair Bolsonaro no Congresso Nacional é a “perseguição a pedófilos”.

“A pauta prioritária de Bolsonaro no Congresso Nacional tem de arma em casa e na rua para mais gente; crianças em ensino domiciliar; perseguição a pedófilos; vantagens para agronegócios até perseguição aos povos indígenas”, escreveu ela.

E completou:

“A perversidade parece complexa, mas não é. Segue a mesma lógica paranóica [sic] do patriarca que amplifica o medo para justificar a truculência. Por isso armas e pedófilos estão na mesma agenda: o patriarca espalha o pânico para justificar seu abuso de poder. Inclusive de ser ele mesmo um violentador sexual de crianças ou mulheres”.

Confira:

O “tiro” com a tentativa inescrupulosa de incriminar o presidente saiu pela culatra.

Nas redes sociais, internautas já estão se mobilizando contra o ‘estranho’ comentário de Débora Diniz.

“Pergunta: o que leva alguém a chamar de “perseguição a pedófilos” os PLs 3780/2020 e 1776/2015, que endurecem as penas para crimes de pedofilia? E o que leva alguém a chamar de “perseguição a indígenas” o PLC 119/2015, que busca EVITAR O ASSASSINATO de crianças indígenas?”, escreveu a deputada federal, Carla Zambelli.

“Pedófilo tem que ir pro inferno. E quem defende também!”, detonou o secretário de Cultura, Mário Frias

Sempre certeiro, Bolsonaro não ficou de fora e, com apenas uma “figurinha” em tom de deboche, mostrou o quão insano e indecente foi o comentário da professora.

Confira:

A falta de caráter da “esquerdalha” não tem limites!

Porém, o “veneno” é tanto que essa ‘turminha’ acaba infectada nos próprios comentários.

Uma piada pronta…

Fonte: Jornal da Cidade Online

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ALVARO DIAS CONFIRMA INVESTIMENTOS NO PROJETO DA ORLA DE PONTA NEGRA EM REUNIÃO COM BOLSONARO

Em Brasília, prefeito Álvaro Dias reúne-se com presidente da República e confirma investimentos no projeto da orla de Ponta Negra

03 fev 2021

Álvaro Dias se reúne com Bolsonaro e confirma investimentos no projeto da orla de Ponta Negra

O projeto de ampliação e engorda da orla de Ponta Negra, uma das obras de grande impacto para a cidade do Natal, chega a uma nova etapa de viabilidade. Em viagem oficial a Brasília, que incluiu audiência nesta terça-feira (2) com o presidente da República, Jair Bolsonaro, o prefeito Álvaro Dias ratificou com o governo federal o compromisso em garantir os investimentos necessários para a realização da obra que contempla a extensão da faixa de praia em dois quilômetros da orla.

Na audiência com o presidente Jair Bolsonaro, o prefeito Álvaro Dias apresentou temas como investimentos para a cidade do Natal e planejamento urbano. “O presidente Bolsonaro garantiu total apoio aos projetos e outras obras que sonhamos e planejamos para Natal”, destacou Álvaro, que foi ao encontro com o presidente acompanhado por auxiliares e pelos ministros potiguares Rogério Marinho (Desenvolvimento Regional) e Fábio Faria (Comunicações).

Em outra etapa da agenda, o prefeito Álvaro Dias tratou dos detalhes técnicos do projeto da engorda de Ponta Negra diretamente com o ministro do Desenvolvimento Regional, Rogério Marinho, pasta que é parceira do Município na obra. A audiência contou com a participação dos secretários municipais Thiago Mesquita (Meio-Ambiente e Urbanismo/Semurb), Carlson Gomes (Obras Públicas/Semov) e Joanna Guerra (Planejamento/Sempla). Também integrou a comitiva o secretário especial da Agência Reguladora de Serviços de Saneamento Básico do Município de Natal (Arsban).

“A reunião com o ministro Rogério Marinho foi bastante promissora porque conseguimos destravar os critérios burocráticos do projeto e alinhavar os detalhes técnicos com base na licença concedida pelo Idema”, comentou o prefeito Álvaro Dias, por telefone, de Brasília. Em dezembro, o Instituto de Desenvolvimento Sustentável e Meio Ambiente do Rio Grande do Norte emitiu a licença prévia da obra que será constituída de blocos de concreto pré-moldados. O enrocamento servirá como estrutura de contenção, encosta e estabilização da erosão existente na área.

“Nossa intenção é concluir esta grande obra em um espaço de tempo menor possível. É importantíssima porque vai conter os danos ao calçadão, embelezar nossa orla e potencializar ainda mais nosso Turismo. É uma obra sonhada por todos, temos certeza de que vamos conseguir realizá-la”, aposta Álvaro Dias. Ele ressaltou a importância do projeto prever cerca de 40 metros de faixa de areia na maré alta e 80 metros na maré baixa. “Vamos ter uma nova praia para um banho mais segura e mais confortável”, explicou o gestor.

Toda a apresentação do projeto e de outras pautas de infraestrutura para a cidade do Natal foi acompanhada de perto pelo ministro-chefe da Secretaria de Governo, general Luiz Eduardo Ramos Baptista Pereira, além do secretário nacional da Defesa Civil, Alexandre Lucas Alves.

Ainda constou da agenda oficial em Brasília, nesta terça, uma reunião com o setor técnico da Defesa Civil, durante a qual a equipe da Prefeitura apresentou todos os estudos que o Idema solicitou para a emissão da licença. Agora, os técnicos do Município darão início à próxima etapa, que será a abertura do processo licitatório para contratação da empresa responsável pela obra.

Fonte: Política em Foco

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ANÁLISE POLÍTICA: PRESIDENTE ACLAMADO, VAZAMENTOS PEGAM MORNO, DEM SOLTA A MÃO DE MAIA E MUITO MAIS, POR BÁRBARA

Segunda-feira é dia de política com humor aqui na coluna ANÁLISE POLÍTCA sob o comando da irreverente Bárbara. Comungo com os a maioria dos comentários ácidos dela com postura liberal, menos do pensamento dela sobre Sergio Moro. Vocês ainda vão saber o porquê. Mas vale a pena registrar aqui os comentários equivocados dela sobre ele. No vídeo de hoje ela comenta como a semana deve ter sido difícil para Maia já que seu próprio partido, aparentemente, soltou sua mão e também vazamentos sobre as conversas de seu Morno, Mourão dando caneladas e mais. Deixa estar e vamos em frente!

Fonte:

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SEGUNDO BOLSONARO SÓ EXISTE UMA VAGA ABERTA NOS MINISTÉRIOS DO SEU GOVERNO

Só tem uma vaga’, diz Bolsonaro sobre possível reforma ministerial

Matheus Prado, da CNN

Atualizado 30 de janeiro de 2021 às 11:35

Só tem uma vaga', diz Bolsonaro ao negar reforma ministerial | Brasil | Pleno.News

O presidente Jair Bolsonaro disse neste sábado (30) que só existe uma vaga aberta nos ministérios de seu governo, o da Secretaria-Geral. A vaga é interinamente ocupada por Pedro Sousa. “Não tem nada de mudança nos ministérios. Só tem a vaga do Pedro, da Secretaria-Geral”, disse.

Na sexta-feira (29), o mandatário havia sugerido que poderia recriar as pastas da Cultura, do Esporte e da Pesca, caso isso ajudasse a destravar pautas do seu interesse na Câmara dos Deputados.

“Eu disse que os três (Marcelo Magalhães (Esportes), Mário Frias (Cultura) e Jorge Seif (Pesca)) mereciam ser ministros, mas não está previsto. Não é fácil criar ministério. Tem burocracia, aumento de gastos.”

Questionado sobre uma possível volta de Onyx Lorenzoni ao Planalto para ocupar a Secretaria-Geral, o presidente desconversou, mas disse que o deputado era “um coringa”. “Conheço o Onyx há muito tempo e confio nele para ocupar qualquer posição”, afirma. A mudança abriria uma vaga no Ministério da Cidadania.

É bom lembrar que, segundo apuração de Thais Arbex e Barbara Baião, o presidente também havia voltado a discutir a recriação do Ministério das Cidades. A ideia é que a pasta seja desmembrada do atual Desenvolvimento Regional, hoje sob o comando de Rogério Marinho.

De acordo com relatos feitos à CNN, a pasta poderia abrigar uma indicação do PL, de Valdemar da Costa Neto. A discussão ganhou fôlego por conta de um impasse na formação da nova Mesa Diretora da Câmara. Com a adesão do PSL ao grupo do deputado Arthur Lira (PP-AL) na disputa pela sucessão da Casa, a recriação do Ministério das Cidades seria uma saída para contemplar o PL.

Eleições na Câmara e no Senado

Após dizer que, “se Deus quiser”, Arthur Lira (PP-AL) seria eleito presidente da Câmara, o presidente foi mais contido neste sábado. “Sou simpático ao Arthur Lira e sou simpático ao Rodrigo Pacheco (DEM-MG). O que a gente precisa é que o Parlamento volte a trabalhar”, diz.

Questionado sobre as pautas priotárias para o governo no legislativo, ele citou “reformas, privatização da Eletrobras e dos Correios, regulação fundiária”. “O importante é pautar. Se perdermos, é do jogo. A decisão é do plenário.”

Nessa linha, afirmou ainda que o atual presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), não pautou as privatizações no Congresso pois é “aliado de partidos de esquerda, que são estatizantes”. “A gente quer privatizar, mas é difícil”, afirma.

Banco do Brasil

O mandatário também comentou a quase demissão de André Brandão da presidência do Banco do Brasil. “Dou autonomia, mas eu tenho que tomar conhecimento das decisões antes. Não posso saber pela mídia, Não posso ser surpreendido.”

À época, Bolsonaro se irritou por ter sabido dois dias antes apenas que Brandão fecharia 361 unidades do Banco do Brasil. A informação, contudo, chegou a ele pela política. Prefeitos que teriam unidades do banco fechadas reclamaram a deputados, que, por sua vez, fizeram suas queixas ao governo.

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ANÁLISE POLÍTICA: BOLSONARO COMPRA CONGRESSO POR R$ 3 BILHÕES, POR JOSÉ NÊUMANNE PINTO

Neste sábado, aqui na coluna ANÁLISE POLÍTICA, temos o irreverente Nêumanne Pinto, como sempre com seus comentários contundentes, cuja pauta é: 1 – Presidente comprou eleições para Lira na presidência da Câmara e Pacheco no Senado por R$ 3 bilhões em emendas parlamentares, e recriou 3 ministérios para atender o Centrão, repetindo autogolpe de Maduro na Venezuela. 2 – No sábado 30 de janeiro, às 17 horas, será publicado vídeo Nêumanne Entrevista Kim Kataguiri da semana com bastidores desse vexame. 3 – Brasil ficou estagnado em 94.º lugar em 180 países, abaixo da média latino-americana, 43, e da mundial 41, no ranking da Transparência Internacional. 4 – Johnson & Johnson anunciou eficácia de 66% de sua vacina contra covid 19. Então, você não pode perder essa resenha!

Fonte:

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BOLSONARO NEGA TROCA DE MINISTRO DAS RELAÇÕES EXTERIORES E ENVIA RECADO PARA MOURÃO

O que menos precisamos é de palpiteiros’, diz Bolsonaro sobre Mourão

Da CNN, em São Paulo

28 de janeiro de 2021 às 22:43

Bolsonaro ataca "palpiteiros" e desautoriza Mourão sobre saída de chanceler

Durante fala a apoiadores no cercadinho do Palácio do Planalto nesta quinta-feira (28), o presidente Jair Bolsonaro (sem partido) comentou a fala do vice-presidente, Hamilton Mourão, sobre a possibilidade de o ministro das Relações Exteriores, Ernesto Araújo, sair do cargo. Bolsonaro negou a informação.

“O vice falou que eu ‘tô’ para trocar o chefe do Itamaraty. Quero deixar bem clara uma coisa: tenho 22 ministros efetivos e um que é interino, e é aí que podemos ter um nome diferente ou efetivação do atual. Nada mais além disso,” disse Bolsonaro.

“Lamento que gente do próprio governo agora passe a dar palpites no tocante a troca de ministros. O que nós menos precisamos é de palpiteiros no tocante a formação do meu ministério. Deixo bem claro: eu que escolho os ministros e mais ninguém. Se alguém quiser escolher ministro, se candidata em 2022 e boa sorte.”

Fonte: CNN

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BOLSONARO VAI A FESTA DO DIA DA ÍNDIA EM BRASÍLIA, APÓS LIBERAÇÃO DA VACINA

Após liberação de vacinas, Bolsonaro vai à festa do Dia da Índia em Brasília

Da CNN, em São Paulo*

27 de janeiro de 2021 às 00:01

Jair Bolsonaro ÍndiaPresidente Jair Bolsonaro participa da festa do Dia da República, o Dia da Índia, em BrasíliaFoto: Presidência da República/Divulgação

O presidente Jair Bolsonaro (sem partido) compareceu à festa do Dia da Índia, em Brasília, nesta terça-feira (26), data em que o país asiático comemora a Constituição que formou a sua república.

O convite a Bolsonaro foi feito pela embaixada da Índia no Brasil e acontece depois da chegada de um lote de 2 milhões de doses de vacinas contra a Covid-19, produzidas pelo laboratório indiano Sérum a partir da fórmula da AstraZeneca e de Oxford.

Segundo apuração da colunista da CNN Basília Rodrigues, o presidente havia antecipado a interlocutores que aceitaria o convite feito pessoalmente pelo embaixador Suresh K. Reddy em busca de mais vacinas “made in India”.

No discurso, o presidente não mencionou as vacinas, mas chamou a Índia de “país irmão do Brasil” e disse se considerar amigo do primeiro-ministro indiano, Narendra Modi.

“Cada vez mais, Brasil e Índia se aproximam. Nunca o nosso relacionamento esteve tão bem”, afirmou Bolsonaro.

Com informações de Gabriel Hirabasi, da CNN, em Brasília

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ANÁLISE POLÍTICA: BOLSONARO DECRETOU CAÇA AO BUTANTAN

O destaque deste sábado, aqui na coluna ANÁLISE POLÍTICA é o comentário do irreverente e dissidente do Bolsonarismo, José Nêumanne Pinto, cuja pauta é: 1 – O presidente proibiu ministros de manterem contato com Doria e determinou devassa de eventuais falhas de licitação feitas pelo Butantan, que produziu os 6 milhões de doses de vacina, pelos quais ele nada pagou, usados no fictício plano de imunização do general Pesadelo. 2 – O ineficiente Estado brasileiro é o único responsável pelos abomináveis casos de fura-fila registrados pelo País afora. 3 – Diplomatas norte-americanos dizem que não há uma só verdade na carta do capetão sem noção ao presidente Joe Biden. 4 – Procuradores federais contestam adesão de Aras ao autogolpe do caloteiro-mor do Brasil. Então, não deixe de assistir, pois está simplesmente demais!

Fonte:

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ANÁLISE POLÍTICA: CHINA NEGA INSUMOS PARA VACINA APÓS SER INSULTADA POR BOLSOBARO, POR JOSÉ NÊUMANE

Estamos de volta com o irreverente e destemido José Nêumanne Pinto, aqui na coluna ANÁLISE POLÍTICA, comentando dentre outros assuntos sobre a Indignação dos chineses com insultos proferidos pela famiglia Bolsonaro e pelo chanceler Ernesto Araújo, que passaram a dificultar entrega de insumos para vacinas coronavac e da AstraZeneca, o que impede Pazuello de dar datas do plano de vacinação na resposta ao STF. 2 – Fiocruz não produziu uma só das 160 milhões que Ministério da Saúde diz que Brasil comprou na vacina da AstraZeneca, de fato produzida no laboratório indiano Serum. 3 – Ministro da Saúde espera entrega de 2 milhões de doses em Mumbai, mas Brasil fica fora da lista dos países para os quais a Índia anuncia exportação da vacina. O vídeo está imperdível. Então, comece logo a assistir!

Fonte:

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POR CAUSA DE FALAS CRÍTICAS AO PRESIDENTE BOLSONARO FEITAS PELO ADVOGADO MARCELO FELLER, MINISTRO DA JUSTIÇA REQUISITA INQUÉRITO POLICIAL

Ministro da Justiça requisita inquérito policial contra advogado que criticou Bolsonaro na CNN

 POLÍTICA

Ministro da Justiça requisita inquérito policial contra advogado que criticou Bolsonaro na CNN - 20/01/2021 - Mônica Bergamo - Folha

O ministro André Mendonça, da Justiça, pediu mais um inquérito com base na Lei de Segurança Nacional para investigar falas críticas ao presidente Jair Bolsonaro. O alvo agora é o advogado Marcelo Feller, de São Paulo. A Polícia Federal, subordinada a Mendonça e ao presidente, já abriu uma investigação.

Em julho do ano passado, quando integrava o quadro “O Grande Debate”, da CNN, Feller citou estudos e disse que o discurso do presidente era responsável por pelo menos 10% das mortes por Covid-19 no país. Na época, o ministro do STF (Supremo Tribunal Federal) Gilmar Mendes tinha acusado o Exército de se associar a um “genocídio” na crise do novo coronavírus. Feller também comentou: “Não é o Exército que é genocida, é o próprio presidente, politicamente falando”.

No pedido à PF, Mendonça disse que a acusação pode “lesar ou expor a perigo de lesão” o próprio regime democrático “e a pessoa do Presidente da República”. Ele também já pediu investigações com base na Lei de Segurança Nacional também contra os colunistas da Folha Ruy Castro e Helio Schwartsman, contra o jornalista Ricardo Noblat e o cartunista Aroeira.

O advogado Alberto Toron, que representa Feller, diz que a iniciativa “revela uma faceta opressiva contra a liberdade de expressão e crítica e, mais ainda, contra a liberdade de imprensa, pois Feller falava na condição de debatedor contratado da CNN”. O advogado vai impetrar um habeas corpus pedindo o trancamento da investigação. “Feller disse o que hoje todos dizem: que o presidente tem responsabilidade sobre a política que resultou nessa multidão de mortos”, afirma.

E o movimento de ex-alunos de faculdades de prestígio ganhou novos manifestos pelo impeachment do presidente Jair Bolsonaro, justamente por considerá-lo responsável pelos resultados das políticas de combate à pandemia —considerados desastrosos.

Médicos que estudaram na Faculdade de Medicina da USP defendem o afastamento do presidente em carta ao presidente da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia (DEM-RJ). Nela, eles criticam a “condução inepta, irresponsável e criminosa” do governo Bolsonaro no enfrentamento da Covid-19. O abaixo-assinado passava na quarta (20) de 700 assinaturas.

Um manifesto de ex-estudantes de medicina da Unifesp com o mesmo pedido também acusa o presidente de crime de responsabilidade. E já somava mais de 400 assinaturas na quarta (20).

Fonte: Blog do BG

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POLÍTICA: RODRIGO MAIA ESTÁ SE DESPEDINDO DA PRESIDÊNCIA DA CÂMARA EM GRANDE ESTILO

Os bastidores da guerra entre o governo Bolsonaro e a turma do Baleia pela presidência da Câmara

Imagem em destaque

Rodrigo Maia está se despedindo da presidência da Câmara dos Deputados, pelo que parece, em grande estilo, esbanjando dinheiro público.

Desde a posse do presidente Bolsonaro, o ‘Botafogo’, como é conhecido no esquema de propina da Odebrecht, tem engavetado mais projetos do que nunca e deixado caducar medidas importantes para o crescimento do país.

Mas, caro leitor, se você pensa que Maia largou o osso do poder, está muito enganado! Ele uniu a esquerda para eleger seu sucessor na presidência, Baleia Rossi, deputado federal por São Paulo e presidente nacional do MDB.

Isso mesmo, PT e MDB unidos – a narrativa do golpe que teria derrubado Dilma Rousseff foi esquecida.

Na próxima edição da revista A Verdade, que vai ao ar às 15h desta segunda-feira, 18, revelaremos os bastidores da guerra pela presidência da Câmara.

A turma do Baleia vem com tudo para tentar paralisar o país até 2022.

Mas o governo Bolsonaro sabe disso, e já preparou seu arpão!

Fonte: Jornal da Cidade Online

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ANÁLISE POLÍTICA: NARRATIVA, PRESIDENCIÁVEIS, MANAUS -DESABAFO

Um desabafo contundente da nossa comentarista política Bárbara com relação ao caos em Manaus é o destaque da nossa coluna ANÁLISE POLÍTICA desta segunda-feira. Por isso, no vídeo de hoje não vai dar pra rir da situação. Quanto mais eles falam, mais claro fica. Narrativas são o novo normal, pelo menos é o que eles querem que nós acreditemos. Então assista ao vídeo completo a seguir e se Atualize!

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O PRESIDENTE BOLSONARO DESAFIOU O GOVERNADOR DE SÃO PAULO JOÃO DÓRIA A REDUZIR A REDUZIR IMPOSTOS ESTADUAIS SOBRE COMBUSTÍVEIS

Bolsonaro desafia Doria a zerar imposto sobre combustível

Emilly Behnke, da Agência Estado

15 de janeiro de 2021 às 20:18

Jair Bolsonaro em BrasíliaO presidente Jair Bolsonaro: guerra aberta com Doria Foto: Reprodução/CNN

O presidente da República, Jair Bolsonaro, desafiou nesta sexta-feira, 15, o governador de São Paulo, João Doria (PSDB), a reduzir os impostos estaduais sobre combustíveis. O presidente afirmou que “topa” reduzir os tributos federais sobre combustíveis caso Doria e demais governadores também reduzam os impostos incidentes de competência dos Estados.

“Eu topo zerar todos os impostos federais de combustível. Eu topo, se os governadores fizerem a mesma coisa”, disse Bolsonaro em entrevista ao apresentador José Luiz Datena. “Eu zero hoje (os do) governo federal, se o Doria zerar os impostos do combustível, sem problema nenhum”, declarou.

Na quinta, em live nas redes sociais, Bolsonaro citou que tem conversado com os ministérios da Infraestrutura, Economia e Minas e Energia sobre o preço dos combustíveis e do gás de cozinha.

Nesta sexta-feira, o presidente também repetiu que a Câmara de Comércio Exterior (Camex) deverá zerar a tarifa de importação de pneus, em prol de caminhoneiros.

Ele comentou ainda que uma outra medida da Camex irá zerar a taxa de importação de cilindros de oxigênio, em falta no Amazonas, onde a situação da pandemia da covid-19 se encontra agravada.

A Camex deve se reunir ainda nesta sexta, após as notícias do aumento, há três semanas, do imposto de importação de cilindros de oxigênio terem tido forte repercussão negativa, para tentar reverter a alíquota.

ICMS

O desafio a Doria sobre os impostos que incidem em combustíveis foi uma reação de Bolsonaro ao aumento do Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) em São Paulo. No ano passado, a Assembleia Legislativa (Alesp) autorizou a redução linear de 20% nos benefícios fiscais concedidos a setores da economia como medida de ajuste fiscal.

“Eu, governo federal, diminuímos o imposto de quase tudo”, comentou. “Agora tem governador que está aumentando o ICMS como o de São Paulo, eu tiro aqui, o cara aumenta aí, e quando dá problema o cara quer jogar no meu colo”, comentou.

Nesta sexta-feira, Doria publicou decretos que mantiveram os benefícios fiscais para alimentos, insumos agrícolas e remédios genéricos na cobrança do ICMS. Ele também retirou o limite mensal para isenção do imposto sobre a cobrança de energia elétrica em imóveis rurais. Na avaliação de Bolsonaro, a medida ocorre por “pressão” já que a população estava insatisfeita.

“Não tinha nem que ter aumentado. Quando você aumenta, por exemplo, o ICMS de combustível, reflete em tudo. Tudo tem frete em cima disso aí”, disse Bolsonaro. O presidente também voltou a negar que haja a possibilidade de tabelamento de preços por conta do aumento nos preços de produtos da cesta básica, como ocorreu com o arroz no fim do ano.

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BOLSONARO QUER APROVAÇÃO DE UMA PROPOSTA DE EMENDA QUE REINSTITUI O COMPROVANTE DO VOTO EM PAPEL

Pauta antiga de Bolsonaro, voto impresso retorna ao debate de olho em 2022

Guilherme Venaglia, da CNN, em São Paulo

13 de janeiro de 2021 às 05:00

Urna com voto impressoProtótipo de urna eletrônica com impressora acoplada

Instado a comentar a invasão do Capitólio – sede do Congresso dos Estados Unidos em Washington –, o presidente Jair Bolsonaro (sem partido) retomou uma de suas mais antigas pautas: o voto impresso. Apesar dos debates nos EUA não envolverem o voto eletrônico, Bolsonaro estabeleceu um paralelo com possíveis contestações dos resultados no Brasil.

“Se nós não tivermos o voto impresso em [20]22, uma maneira de auditar o voto, nós vamos ter problema pior que os Estados Unidos”, disse o presidente brasileiro a apoiadores, no dia 7 deste mês. No mesmo dia, em transmissão ao vivo nas redes sociais, ele defendeu a análise do tema pelo Congresso Nacional.

Bolsonaro quer a aprovação de uma proposta de emenda à Constituição (PEC) que tramita no Congresso Nacional, de autoria de uma apoiadora do governo, a deputada Bia Kicis (PSL-DF).

A PEC, se aprovada, reinstitui o comprovante em papel do voto. O voto impresso foi considerado inconstitucional em 2018 pelo Supremo Tribunal Federal (STF) e é criticado pela Justiça Eleitoral, que o vê como alternativa custosa e insegura.

Em entrevista à CNN, a deputada rejeita a comparação com os Estados Unidos e diz querer articular um apoio “suprapartidário” ao seu projeto. “Temos deputados dos mais diversos partidos que apoiam o voto impresso. É um projeto suprapartidário”, diz Bia Kicis.

Questionada se o projeto não dá vasão à tese defendida pelo presidente Jair Bolsonaro, de que houve fraude nas eleições presidenciais de 2018, a deputada afirma querer separar as discussões.

“Falar em fraude, em invasão ao Capitólio, desvia o foco da questão. Eu quero tratar da transparência das nossas eleições”, argumenta.

Segurança das eleições

No Brasil, o voto é realizado inteiramente pelo sistema eletrônico desde as eleições de 2002.

Segundo o Tribunal Superior Eleitoral (TSE), o sistema é seguro. “Tanto quanto a capacidade humana é capaz de prover segurança, o sistema é seguro e nunca se revelou vulnerável até aqui”, disse, em agosto de 2020, o ministro Luís Roberto Barroso, presidente do TSE.

De acordo com o TSE, o sistema eletrônico de votação é colocado à prova em testes públicos realizados constantemente e nunca se comprovou nenhuma fraude.

Artigo da área técnica do tribunal argumenta ainda que há a proteção por assinaturas digitais e que a urna eletrônica não possui conexão com a internet ou qualquer outro sistema, o que impediria uma invasão ao equipamento.

A última tentativa de introduzir o voto impresso foi em 2015, quando o então deputado Jair Bolsonaro o apresentou como uma emenda à minirreforma eleitoral feita naquele ano. Aprovada no Congresso, a medida acabou considerada inconstitucional pelo STF em 2018.

A então procuradora-geral da República, Raquel Dodge, apresentou uma ação direta de inconstitucionalidade (ADI) questionando o voto impresso.

Para a chefe da PGR na ocasião, o voto impresso criaria situações em que falhas na impressora ou até um sequenciamento das cédulas permitiria identificar em quem determinado eleitor votou. O princípio constitucional do voto secreto é um dos principais pontos legais que regem as eleições no Brasil.

A emenda aprovada em 2015 acabou suspensa em junho de 2018 e foi invalidada em setembro do mesmo ano.

Durante a sessão, todos os 10 ministros votantes criticaram a lei e defenderam a segurança da urna eletrônica. Destes, dois – Dias Toffoli e Gilmar Mendes – ainda votaram a favor da aplicação da lei, por ter sido aprovada no Congresso, mas gradualmente, com período de adaptações que mitigassem os riscos e os custos.

O advogado e cientista político Marcus Vinicius Pessanha, do escritório Nelson Wilians Advogados, afirma que o resultado reflete uma tendência no ordenamento jurídico brasileiro, de forte endosso ao sistema eletrônico de votação.

“O panorama jurídico em relação ao voto impresso é praticamente pacífico de que o sistema atual é eficaz para garantir a segurança e a liberdade do voto”, diz Pessanha à CNN.

“A nossa legislação é bastante concreta no sentido de que a votação no Brasil acontece unicamente através da urna eletrônica”, completa.

Como funcionaria o voto impresso

Se transformada em emenda constitucional e mantida na Justiça, a PEC apresentada pela deputada Bia Kicis retoma a ideia de que impressoras sejam acopladas à urna eletrônica, com um recipiente lacrado e transparente onde esses votos seriam armazenados.

A proposta não prevê que o eleitor possa levar embora um comprovante do voto. No procedimento, o votante poderia observar pela transparência do recipiente se o voto computado pela urna eletrônica corresponderia ao que foi digitado por ele no equipamento.

A sugestão colocada na Câmara é que, em caso de contestação sobre o resultado, esses comprovantes possam ser contados para aferir o resultado.

Questionada pela CNN sobre como se procederia em situações de extravio ou danificação de parte dos acervos, a deputada argumenta que apenas uma proporção seria recontada.

“Estatísticos afirmam que recontando apenas 10%, 15% ou 20% das urnas você já consegue medir se houve desvio nos resultados. Pode ser até urnas sugeridas pelos partidos políticos ou sorteadas. Isso a comissão especial vai delimitar posteriormente”, disse Bia Kicis.

Tramitação no Congresso

A deputada Bia Kicis acredita que, desta vez, a aprovação da PEC que propõe garantiria a implementação do voto impresso.

“Antes, foram aprovadas leis ordinárias. Agora é uma PEC. Muda também que não temos mais uma procuradora-geral contrária para propor uma ação. O Augusto Aras [procurador-geral] é favorável a que o Congresso decida o que deve ser feito sobre isso”, disse a parlamentar.

A proposta começou avançando rapidamente, sendo aprovada na Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania (CCJC) da Câmara ainda em dezembro de 2019, ano em que foi apresentada, por 33 votos a favor e cinco contra.

Desde então, a PEC aguarda no escaninho da Mesa Diretora da Câmara dos Deputados, a quem compete criar uma comissão especial para analisá-la.

Os dois principais candidatos a presidente da Câmara, Arthur Lira (PP-AL) e Baleia Rossi (MDB-SP), admitem colocar o tema em pauta neste ano.

Para Marcus Pessanha, mesmo se tratando de uma PEC e sem a oposição do comando do Ministério Público, é praticamente certo que o tema volte a ser tratado no Supremo, talvez até antes mesmo de ser aprovado no Congresso.

“É cada vez mais comum que matérias, mesmo ainda no processo legislativo, sejam levadas ao Supremo Tribunal Federal. Nos últimos anos, o STF tem sido muito chamado a decidir em questões consideradas políticas”, explica.

Pessanha afirma que a força de uma PEC está em resultar em uma emenda constitucional, com mais força jurídica que uma lei ordinária, mas também pelo caráter político.

“PECs precisam ser aprovadas em dois turnos na Câmara e em dois turnos no Senado. Seria uma posição política forte dos legisladores. E o sistema jurídico é fluido e dialoga com as conveniências e posições da sociedade”, argumenta.

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POLÍTICA: DEVIDO A SAÍDA DA FORD DO BRASIL, MAIA FAZ DURAS CRÍTICAS A BOLSONARO E É DESMENTIDO PELO CHEFE DA SECOM

Maia “mente” sobre a saída da Ford do Brasil e é desmascarado por chefe da Secom

FotomontagemFotomontagem

Parece que o presidente da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia (DEM-RJ), ainda não aceitou muito bem a decisão do Supremo Tribunal Federal (STF) de proibir a sua reeleição à presidência da casa. A poucos dias de “entregar” o lugar. possivelmente para o favorito do pleito, Arthur Lira (PP-AL), o deemista tem feito duras e inacreditáveis críticas ao Governo Bolsonaro.

A mais recente “tacada” de “Botafogo” veio após o anúncio do fechamento de fábricas da Ford no Brasil. No Twitter, Maia comentou a determinação da empresa americana e disse que era o reflexo da “falta de credibilidade” do governo em segurança jurídica e sistema tributário.

Em resposta, o chefe da Secretaria Especial de Comunicação (Secom), Fábio Wajngarten, disse que Maia busca holofotes e que a deliberação da marca não tem relação com a situação atual do país.

“O fechamento da Ford é uma demonstração da falta de credibilidade do governo brasileiro, de regras claras, de segurança jurídica e de um sistema tributário racional. O sistema que temos se tornou um manicômio nos últimos anos, que tem impacto direto na produtividade das empresas”, alegou Maia.

E continuou:

“Espero que essa decisão da Ford alerte o Governo e o parlamento para que possamos avançar na modernização do Estado e na garantia da segurança jurídica para o capital privado no Brasil”.

Fábio Wajngarten não deixou “passar em branco” a publicação de Maia e acusou o atual presidente da Câmara de mentir sobre o assunto.

“A verdade dos fatos: a Ford mundial fechou fábricas no mundo porque vai focar sua produção em SUVs e picapes, mais rentáveis. Não tem nada a ver com a situação política, econômica e jurídica do Brasil. Quem falar o contrário mente e quer holofotes”, disparou o secretário de comunicação, também no Twitter

A decisão de encerrar a produção de veículos de passeio é global e foi tomada há dois anos. A Ford concluiu que reina absoluta na venda entre as picapes e utilitários. A “F-Series” é um fenômeno comercial e há vários anos emplaca a menor caminhonete da linha, a F-150, como o veículo mais vendido dos Estados Unidos. Porém, com os veículos leves, não acontece o mesmo. Além de não serem os modelos preferidos nas Terras do Tio Sam, vêm sofrendo fortíssima concorrência das montadoras europeias e asiáticas.

Assim, a matemática da montadora tem sido clara: ao invés de investir milhões de Euros no desenvolvimento de carros elétricos, como faz as concorrentes, a empresa resolveu apostar todo o seu conhecimento em caminhonetes, SUVs e o lendário Mustang.

Fonte: Jornal da Cidade Online

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ARTHUR LIRA DIZ QUE SUA PROPOSTA É DIALOGAR COM TODOS SO GRUPOS POLÍTICOS E NÃO REJEITA APOIO SEJA DA ESQUERDA OU DE BOLSONARO

Lira diz que sua candidatura não rejeita apoio nem de Bolsonaro, nem da esquerda

Guilherme Venaglia, da CNN, em São Paulo
 Atualizado 08 de janeiro de 2021 às 21.26
O deputado federal Arthur Lira (PP-AL)O deputado federal Arthur Lira (PP-AL)

Candidato a presidente da Câmara dos Deputados, o deputado federal Arthur Lira (PP-AL) afirmou nesta sexta-feira (8) que a sua proposta é dialogar com todos os grupos políticos.

Questionado sobre o apoio do presidente Jair Bolsonaro (sem partido), Lira disse em entrevista à CNN não rejeitar adesão de ninguém.

“O diferencial da nossa campanha é que nós temos contato direto com os deputados, independente de partido e independente de tendência, de centro, de direita ou de esquerda. Eu não rejeito apoio de ninguém, nem de nenhum partido”, disse o deputado.

Arthur Lira foi entrevistado pela âncora da CNN Carla Vilhena e pelos colunistas Caio Junqueira, Fernando Molica e Thaís Arbex.

A fala do deputado Arthur Lira acontece em um momento em que os partidos de esquerda se aproximam da candidatura do seu adversário, o deputado Baleia Rossi (MDB-SP), aliado do atual presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ).

Uma das apostas da campanha de Lira é a de defecções na base de apoio do candidato do MDB. Partidos como o PT, que apoiam Baleia Rossi, se apresentam rachados. Dos 51 deputados petistas, apenas 28 votaram em favor do apoio ao candidato de Maia.

‘A Câmara não tem dono’

Arthur Lira fez críticas a Baleia Rossi e Rodrigo Maia. O discurso do deputado do PP é de que o atual presidente da Câmara dirige a Casa com “centralismo”, definindo a pauta dos debates entre os parlamentares. A promessa de Lira é ir em outro caminho caso seja eleito.

“A pauta não é do presidente e a Câmara não tem dono”, criticou. “Não cabe a mim nem ao atual presidente definir a pauta do Brasil”, prosseguiu.

“A Câmara vai voltar a ter previsibilidade, o deputado vai voltar a ter voz e nós vamos respeitar as proporcionalidades da Casa”, disse Arthur Lira.

Segundo ele, a intenção é que a Câmara tenha uma “agenda” pré-definida dos temas a serem votados.

O candidato a presidente da Câmara afirmou que a prioridade será a PEC emergencial, para poder criar um novo programa social. Ele voltou a criticar a defesa de Rossi, que propôs a convocação de uma sessão emergencial para analisar temas a respeito da Covid-19, em especial a prorrogação do auxílio emergencial.

“No sentido restrito de tudo que o patrocinador da campanha do deputado Baleia pregou de responsabilidade de teto de gastos, eu pergunto de onde viriam os recursos para o alargamento do auxílio emergencial ou o aumento da renda do Bolsa Família”, afirmou o deputado.

Fonte: CNN

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POLÍTICA: ALEGANDO APOLOGIA À TORTURA, PT APRESENTA NOVO PEDIDO DE IMPEACHMENT CONTRA BOLSONARO

PT apresenta novo pedido de impeachment contra Bolsonaro por ‘apologia à tortura’

 POLÍTICA

Foto: Adriano Machado/Reuters 

O PT apresentou nessa quinta-feira, 7, novo pedido de impeachment contra o presidente Jair Bolsonaro na Câmara dos Deputados. Desta vez, a bancada mencionou a ocasião em que o presidente ironizou e levantou dúvidas sobre as sessões de tortura às quais a ex-presidente Dilma Rousseff foi submetida durante a ditadura militar. Em conversa com apoiadores no dia 28 de dezembro, Bolsonaro riu e disse querer ver um raio X que prove que a mandíbula da ex-presidente sofreu uma fratura.

O pedido de impeachment é assinado pelos deputados federais Rogério Correia (PT-MG) e Rui Falcão (PT-SP) e pela ex-ministra Eleonora Menicucci. É o 60º pedido protocolado para retirar Bolsonaro do cargo – todos seguem em análise, com exceção de três que foram arquivados. Cabe ao presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), abrir e dar seguimento formal aos pedidos ou arquivá-los.

O ato de apologia a crime é tipificado no artigo 287 do Código Penal. Já a tortura é crime hediondo, imprescritível e inafiançável de acordo com a Constituição. “Ao ofender a presidenta Dilma, duvidar da tortura, dar gargalhada, coisa que ele já tinha feito no passado, como deputado, ele o fez agora como presidente da República e, como presidente, esse crime hediondo é também crime de responsabilidade, passivo de impeachment”, disse o deputado Rogério Correia, em nota.

O pedido será protocolado na Mesa Diretora da Câmara. De acordo com o PT, o documento terá também assinaturas de presas e presos políticos, além de entidades de defesa dos direitos humanos.

Fonte: Blog do BG

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A ‘ECONOMIA ESTÁ VOLTANDO EM V’, DIZ PAULO GUEDES APÓS FALA DE BOLSONARO

Após fala de Bolsonaro, Guedes diz que ‘economia está voltando em V’

 

Thais Arbex

Por Thais Arbex, CNN  

 Atualizado 05 de janeiro de 2021 às 20:43

Paulo Guedes e Jair Bolsonaro conversam em evento em Brasília

Horas depois de o presidente Jair Bolsonaro afirmar que o “Brasil está quebrado”, o ministro da Economia, Paulo Guedes, disse à CNN que Bolsonaro fazia referência ao esgarçamento das contas públicas. “A economia está voltando em V e o setor privado está decolando”, afirmou Guedes.

A declaração de Bolsonaro foi mal recebida por destoar das posições apresentadas por Guedes e por sua equipe econômica, que têm afirmado constantemente que a economia do país está em recuperação acelerada.

O ministro da Economia disse, no entanto, que não há divergência com Bolsonaro. “O presidente reforçou o compromisso do governo com o teto de gastos”, afirmou Guedes.

Bolsonaro afirmou a apoiadores nesta terça-feira que o Brasil está quebrado e que ele não consegue fazer nada.

“Chefe, o Brasil está quebrado, e eu não consigo fazer nada. Eu queria mexer na tabela do Imposto de Renda, teve esse vírus, potencializado por essa mídia que nós temos. Essa mídia sem caráter. É um trabalho incessante de tentar desgastar para tirar a gente daqui e atender interesses escusos da mídia”, disse o presidente.

Fonte: CNN 

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O PRESIDENTE BOLSONARO JÁ CONSIDERA FATO CONSUMADO A PRORROGAÇÃO DO AUXÍLIO EMERGENCIAL POR SEIS MESES

Bolsonaro aposta em prorrogação do auxílio emergencial por mais seis meses

 POLÍTICASAÚDE

Bolsonaro aposta em prorrogação do auxílio emergencial por mais seis meses - Diário do Poder

O presidente Jair Bolsonaro já considera fato consumado a prorrogação do auxílio emergencial por seis meses, contrariando recomendações da área econômica do governo. Bolsonaro deixou claro em conversas ao telefone, nos últimos dias, que gosta da ideia. Ele sabe que o repique do covid-19 deixou o fim da pandemia ainda mais distante e que o governo terá de ajudar os brasileiros que precisam desse suporte financeiro. Para o presidente, o Congresso vai aprovar a prorrogação já em fevereiro. A informação é da Coluna Cláudio Humberto, do Diário do Poder.

O presidente gosta da ideia de prorrogar o auxílio emergencial porque sabe que sua popularidade será “turbinada” novamente.

Ele não está preocupado com a “paternidade” da prorrogação do auxílio. O povo sempre será grato a quem paga o benefício, isto é, o governo. Para o especialista Murilo Hidalgo, presidente do Paraná Pesquisas, a prorrogação do auxílio será determinante na reeleição de Bolsonaro. Bolsonaro terminou o ano pandêmico de 2020 com a popularidade maior que a de 2019, e isso tem a ver com o auxílio pago aos mais pobres.

Fonte: Blog do BG

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ENTREVISTA: ROBERTO JEFFERSON ABRE O JOGO E FALA TUDO PARA RODRIGO CONSTANTINO NO CONSTATUDO

Caro(a) leitor(a),

Em outras ocasiões eu não publicaria aqui algo tão longo, com uma hora e meia de duração, mas como estamos num período de recesso de natal e ano novo, onde a maioria das pessoas estão de férias e com mais tempo para outras atividades, oportunamente nesta semana aconteceu uma live do Rodrigo Constantino entrevistando o presidente do PTB e mensaleiro Roberto Jefferson. Como todos sabemos, o homem não tem papas na língua e abriu o verbo, falou tudo sobre a política atual, os principais atores como: Doria, Bolsonaro, Rodrigo Maia, Davi Alcolumbre e, principalmente, sobre os ministros do STF. É uma ENTREVISTA imperdível, que você não pode deixar de assistir. Esse cara pode ter muitos defeitos, mas uma coisa temos que lhe creditar, ele é corajoso, viu!

Fonte:

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ANÁLISE POLÍTICA: BOLSONARO SABE MUITO BEM QUEM É CRIVELLA

Na coluna ANÁLISE POLÍTICA desta quarta-feira temos o irreverente José Nêumanne Pinto comentando entre outras coisa da prisão preventiva de Marcelo Crivella, prefeito do Rio de Janeiro. Veja os outros assuntos: 1 – Em live de 5 de outubro em prédio público, o presidente da República disse que conhece muito bem o prefeito afastado do Rio, que foi preso e cuja candidatura à reeleição apoiou explícita e publicamente, o que configura crimes eleitoral e de responsabilidade. 2 – O Conselho Nacional da Ordem dos Médicos da França apresentou queixa por charlatanismo contra 2 médicos que recomendaram o uso da cloroquina, propagada no Brasil pelo capitão. 3 – A PGR abriu apuração preliminar sobre compra de imóveis no Rio de 2011 a 2015 por Eduardo Bolsonaro com dinheiro vivo. 4 – Escândalos de racismo, abuso de autoridade e importunação sexual revelam ambiente permissivo asqueroso, incentivado por palavras e obras do chefe do governo.

Fonte:

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ANÁLISE POLÍTICA: A VACINA DO FAZ DE CONTA, POR ALEXANDRE GARCIA

Uma vacina que parece oração sem sujeito, nem predicado é tema central do comentário, aqui na coluna ANÁLISE POLÍTICA deste domingo, do super competente Alexandre Garcia. São as bizarrices de um país surreal do faz de conta, que até os comentaristas políticos têm dificuldades para analisar os fatos. Mas não deixe de assistir ovídeo completo a seguir, reflita e tire suas conclusões!

Fonte:

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PODCAST: A MAIS NOVA BRIGA ENTRE RODRIGO MAIA E BOLSONARO

Governo tenta reverter pauta do auxílio emergencial

SEXTA, 18/12/2020, 08:56

Andrea Sadi fala sobre a mais nova briga entre o presidente da Câmara, Rodrigo Maia, e o presidente Jair Bolsonaro. O assunto foi pautado para hoje após Bolsonaro jogar a responsabilidade do não pagamento do 13º para beneficiários do Bolsa Família sobre Maia. Durante a live, Bolsonaro respondeu a um seguidor dizendo que não teria o pagamento porque Rodrigo Maia deixou a MP caducar. Maia reagiu e chamou Bolsonaro de mentiroso.

O novo namorado de Andréia Sadi | CLAUDIA

Fonte: CBN

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ANÁLISE POLÍTICA: RÉU CONFESSO BOLSONARO ADMITE QUE RECEBEU R$ 89 MIL DE MILICIANO ATRAVÉS DA CONTA DA PRIMEIRA DAMA

Nesta sexta-feira o irreverente José Nêumanne Pinto está mais matador do que nunca. Veja a pauta tire suas conclusões: 1 – Jair Bolsonaro confessou que R$ 89 mil depositados em conta de sua mulher, Michelle, pelo presidiário Fabrício Queiroz, ex-sibtenente PMRJ, em cuja conta o MPRJ achou depósitos do ex-capitão PMRJ Adriano, chefe da milícia de Rio das Pedras e do Escritório do Crime, e da mulher, Márcia Aguiar, de fato pertenciam a ele. 2 – No mesmo dia, o chefe do governo elogiou o massacre do Carandiru. 3 – No editorial “O demolidor da Republica e seus cúmplices”, o Estadão diz que o presidente da República trata todos os cidadãos brasileiros, à exceção dos próprios familiares, como “inimigos em potencial”. 4 – O economista Roberto Macedo constatou, em artigo para o jornal, que a economia brasileira está estagnada desde 1980 e em depressão desde 2016.

Fonte:

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BOLSONAROS DIZ QUE POR O STF NÃO GOSTAR DE ARMAS, NÃO PODE REVOGAR A ISENÇÃO DE IMPOSTO

STF não pode revogar a isenção de imposto por não gostar de arma, diz Bolsonaro

 JUDICIÁRIOPOLÊMICA, POLÍTICA


Foto: Alan Santos/PR

Em evento em Porto Seguro (BA), nesta quinta-feira, 17, o presidente Jair Bolsonaro fez referência à decisão do Supremo Tribunal Federal (STF) que suspendeu a alíquota zero para importação de revólveres e pistolas. O governo havia zerado a taxa na semana passada por meio de resolução da Câmara de Comércio Exterior (Camex). Na segunda-feira, 14, uma decisão do ministro Edson Fachin suspendeu a medida.

“Não pode o chefe do Executivo, ‘eu não gosto de armas, vou aumentar o imposto’. Ou alguém do Supremo fala: ‘eu não gosto de arma, vou revogar a isenção da Camex de 20% para armas’. Nós devemos ter consciência, cada um de nós, parlamentares, ministros do Executivo, ministros do Supremo Tribunal Federal, termos consciência do nosso tamanho”, afirmou Bolsonaro.

Antes da fala, ele citou que no passado o governo do Rio de Janeiro chegou a aumentar em 200% o Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) para a venda de armas de fogo e de munição, algo que depois foi revertido, relatou o presidente.

“Nós não somos maiores que os nossos poderes, e nenhum de nós é maior do que a vontade popular”, acrescentou Bolsonaro. Na semana passada, a isenção da alíquota para importação de armas e revólveres foi comemorada por Bolsonaro em suas redes sociais. A medida iria valer a partir de janeiro de 2021.

A decisão de Fachin ainda deve ser analisada pelo plenário do Supremo, algo ainda sem previsão para ocorrer. Com a suspensão, a alíquota atual de 20% está mantida. A suspensão determinada por Fachin atendeu ao pedido do PSB, que contestou a resolução da Camex.

Fonte: Blog do BG

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PODCAST: ENTRE BOLSONARO E SEU VICE MOURÃO, O CLIMA ESTÁ POUCO AMIGÁVEL

 

Clima pouco amigável entre Bolsonaro e Mourão

Natuza Nery fala do distanciamento do presidente da República e seu vice. Bolsonaro enxerga seu vice como um conspirador.

SEGUNDA, 14/12/2020, 09:45

Conversa de Política – Natuza Nery

Natuza Nery firma-se como analista competente de política da GloboNews - Jornal Opção

Fonte:CBN

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POLÍTICA: MAIA CONSULTA NOME DA ESQUERDA PARA DISPUTA CONTRA CANDIDATO DE BOLSONARO

Bloco cobra para esta segunda nome para disputar contra candidato de Bolsonaro; Maia consulta esquerda

O bloco de partidos que discute um candidato à sucessão do presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM), cobra uma definição para esta segunda-feira (14) do nome que vai disputar contra Arthur Lira (PP-AL), candidato do presidente Jair Bolsonaro (sem partido).

Partidos do bloco, como MDB e PSL, temem que, quanto mais tempo sem definição, melhor para a candidatura de Lira, que já está em campo em articulações há algumas semanas.

Maia promete a aliados que definirá o nome nesta segunda – e, segundo o blog apurou, a disputa está entre Aguinaldo Ribeiro (PP-BP) e Baleia Rossi (MDB-SP).

O entrave é saber qual nome os partidos de esquerda – fiel da balança na disputa – apoiarão com mais facilidade.

Está prevista para a tarde desta segunda uma reunião de partidos para bater o martelo sobre o nome.

Bolsonaro e Temer

Entre os acenos do governo ao MDB, em busca de votos para Arthur Lira, está a relação cada vez mais próxima de Bolsonaro com Michel Temer – cacique do MDB.

Os candidatos à sucessão da Câmara já procuraram Temer em busca de apoio.

Por ora, Temer defende Baleia Rossi, por ser do seu partido, mas está aberto a conversas se o emedebista for preterido, por exemplo.

De olho nisso, fontes do governo têm dito nos bastidores que Temer pode ajudar o governo nas relações exteriores, como uma ponte com Joe Biden, com quem o ex-vice de Dilma Rousseff manteve boa relação no período do governo Barack Obama (2009 a 2017).

Assessores de Temer, no entanto, descartam a ida dele para um ministério de Bolsonaro.

Na terça-feira (15), em São Paulo, Bolsonaro e Temer devem se encontrar em um evento para homenagear o embaixador do Líbano no Brasil.

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O PRESIDENTE DA EMBRATUR GILSON MACHADO SERÁ NOMEADO POR BOLSONARO, NOVO MINISTRO DO TURISMO

Gilson Machado será novo ministro do Turismo

 POLÍTICATURISMO


Foto: Igo Estrela/Metrópoles

O presidente da Embratur, Gilson Machado, será nomeado como novo ministro do Turismo pelo presidente Jair Bolsonaro. A informação foi confirmada à CNN por três fontes do governo.

Ele substitui Marcelo Álvaro Antônio, que foi demitido do posto nesta quarta-feira (9). Machado foi convidado por Bolsonaro em conversa nesta tarde no Palácio do Planalto.

O anúncio oficial será feito em breve. Há pouco, porém, o próprio Eduardo Bolsonaro, filho do presidente, publicou mensagem nas redes sociais parabenizando Machado pelo novo cargo.

Perfil

Gilson é membro do trade turístico da Rota dos Milagres (AL) e do Convention Bureaux de Maragogi (AL). Ele coordenou a equipe de transição do atual governo, nas pastas do Turismo e do Meio Ambiente.

Antes de assumir o cargo de presidente da Embratur, atuava como secretário nacional de Ecoturismo e Cidadania Ambiental, do Ministério do Meio Ambiente (MMA), onde também exerceu o cargo de secretário de Florestas.

No instituto, Machado era responsável pela execução da Política Nacional de Turismo, no que diz respeito à promoção, marketing e apoio à comercialização dos destinos, serviços e produtos turísticos brasileiros no mercado internacional.

Fonte: Blog do BG
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BOLSONARO TENTA UMA REAPROXIMAÇÃO COM O PRESIDENTE DO SENADO ALCOLUMBRE

Para evitar surpresas no Senado, Bolsonaro tenta recomposição com Alcolumbre

 

Caio Junqueira
Por Caio Junqueira, CNN  
 Atualizado 08 de dezembro de 2020 às 23:31
Alcolumbre e Maia querem reunião com Bolsonaro para discutir orçamento - Jornal O Globo

O presidente Jair Bolsonaro (sem partido) tenta uma reaproximação com o presidente do Senado, Davi Alcolumbre (DEM-AP) 

O senador foi convidado para uma conversa no Palácio do Planalto, que acabou acontecendo no início da noite desta terça-feira. No encontro, o tema foi a sucessão no Senado. Alcolumbre disse que vai apresentar o seu candidato nas próximas semanas. Bolsonaro perguntou se ele já tinha nomes de sua preferência e o senador disse que não. O presidente então disse que o Planalto não terá um candidato divergente do dele e que quer apoiar o candidato escolhido por ele.

A relação entre eles estremeceu após o governo comemorar a decisão do Supremo Tribunal Federal (STF) que barrou a possibilidade de reeleição de Alcolumbre.

O governo, porém, pretende deixar claro a Alcolumbre que o objetivo era eliminar a chance de recondução do presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ).

Além disso, há a avaliação de que Alcolumbre é um eleitor importante na sucessão do Senado e de que é preciso estar próximo a ele no processo de definição dos nomes.

Um interlocutor do presidente disse à CNN que ele é uma peça “primordial e fundamental” para quem quiser ter chances de se eleger. “Não dá para descartá-lo”, completou.

Nesse sentido, começa até mesmo a circular a ideia de que Alcolumbre apoie um nome que seja construído em conjunto com o Planalto. Caso, por exemplo, do líder do governo no Congresso, Eduardo Gomes (MDB-TO).

Gomes é próximo a Alcolumbre, mas até agora não figura na lista de nomes que o próprio Alcolumbre fez como possíveis candidatos. São eles: Antonio Anastasia (MG), Nelsinho Trad (MS) e Lucas Barreto (AP), do PSD, Rodrigo Pacheco (MG) e Marcos Rogerio (RO), do DEM, e Daniella Ribeiro (Progressistas). Por ora, Anastasia e Pacheco despontam como os preferidos do presidente do Senado.

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POLÍTICA: RODRIGO MAIA VOLTA CRITICAR MEMBROS DO GOVERNO BOLSONARO

Sem qualquer razão, Maia volta a atacar ministros do governo Bolsonaro

Fotomontagem: Ernesto Araújo, Ricardo Salles e Rodrigo MaiaFotomontagem: Ernesto Araújo, Ricardo Salles e Rodrigo Maia

Na segunda-feira (30), o presidente da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia, voltou a criticar a postura adotada por alguns membros do governo Bolsonaro.

Uma autêntica e inoportuna intromissão do presidente da Câmara no Poder Executivo.

Tentem imaginar se fosse o contrário…

Os alvos das críticas mais recentes de Maia são Ricardo Salles, ministro do Meio Ambiente, e Ernesto Araújo, ministro das Relações Exteriores.

Segundo Maia, a ‘vaidade de alguns membros do governo está prejudicando o Brasil:

“O Brasil está ficando para trás porque a vaidade dos homens prevalece em relação à racionalidade e ao bom senso”, declarou ele.

E acrescentou ainda:

“Os ministros do Meio Ambiente e das Relações Exteriores estão destruindo a imagem do Brasil lá fora. Vaidosos não devem ser, porque estão apanhando e não mudam nunca”, ironizou ele, que vem, há tempos, destilando ódio em críticas ao governo

Felizmente, a insana ousadia de Maia está prestes a acabar…

Assim que ele deixar a presidência da Cãmara e voltar a ser simplesmente o “Botafogo”.

Fonte: Jornal da Cidade Online

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DECISÃO DO STF SOBRE BOLSONARO BLOQUEAR PERFIS NA INTERNET É ADIADA À PEDIDO DE NUNES MARQUES

Por Fernanda Vivas e Márcio Falcão, TV Globo — Brasília

 

Pedido de Nunes Marques adia decisão do STF sobre bloqueio de perfis || Notícias |O Supremo Tribunal Federal (STF) adiou a conclusão do julgamento de uma das ações que discute se o presidente Jair Bolsonaro pode bloquear seguidores em perfis oficiais nas rede sociais.

No julgamento, em plenário virtual (no qual os ministros inserem os votos no sistema eletrônico), o tribunal analisa o caso específico de um jornalista e ex-candidato a vereador bloqueado pelo presidente em razão de postagens sobre queimadas na Amazônia.

A relatora, Cármen Lúcia, votou a favor do desbloqueio do usuário. O ministro Nunes Marques, contudo, apresentou destaque e, na prática, retirou o julgamento do plenário virtual. Com isso, os ministros deverão se reunir em uma sessão do STF para discutir o tema, o que não tem data prevista.

Em razão da pandemia do novo coronavírus, as sessões do STF têm sido feitas por videoconferência, sem que os ministros se reúnam em plenário.

Voto da relatora

Para Cármen Lúcia, as postagens do presidente Jair Bolsonaro são atos vinculados ao exercício do cargo.

A ministra disse ainda no voto que “ninguém é governante de uma República de si mesmo. Por gosto ou desgosto ideológico ou político, não se afasta do debate público o cidadão”.

Processo semelhante

No último dia 17, o ministro Nunes Marques também apresentou destaque em um processo semelhante, e o caso foi retirado do plenário virtual.

Na ação, um advogado foi bloqueado por Bolsonaro após ter feito críticas à atuação do presidente em relação à Polícia Federal. O processo está previsto para julgamento no dia 16 de dezembro.

Para o relator, ministro Marco Aurélio Mello, não cabe ao presidente da República “avocar o papel de censor de declarações em mídia social”, bloqueando o perfil do advogado, “no que revela precedente perigoso”.

Fonte: G1
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ALEXANDRE DE MORAES PRORROGA INQUÉRITO APÓS PEDIR PARECER DA PGR SOBRE DEPOIMENTO DE BOLSONARO

Moraes pede parecer da PGR sobre depoimento de Bolsonaro e prorroga inquérito

 

Daniela Lima
Thais Arbex

Por Daniela Lima e Thais Arbex, CNN  

Atualizado 27 de novembro de 2020 às 18:08

Alexandre de Moraes prorrogou por 60 dias o inquérito que investiga suposta interferência de Bolsonaro na PF

Alexandre de Moraes, do STF (Supremo Tribunal Federal), determinou a prorrogação por 60 dias do inquérito que apura a suposta interferência política do presidente Jair Bolsonaro na Polícia Federal.

No mesmo despacho, na tarde desta sexta-feira (27), Moraes pede ainda que o procurador-geral da República, Augusto Aras, se manifeste em até cinco dias, sobre a desistência de Bolsonaro em depor no inquérito.

Nesta quinta (26), Bolsonaro disse ao Supremo que não iria depor no caso. A Advocacia-Geral da União (AGU) informou que o presidente “declinava” de se explicar às autoridades e pediu que o processo fosse encaminhado à PF para elaboração de relatório final.

O depoimento do presidente é a etapa final para a conclusão do relatório dos investigadores. Assim que for finalizado, o parecer será enviado à Procuradoria-Geral da República (PGR), a quem cabe decidir se há provas suficientes para a apresentação de uma denúncia contra Bolsonaro.

As investigações apuram acusações do ex-ministro da Justiça e Segurança Pública, Sérgio Moro, sobre suposta interferência indevida de Bolsonaro para trocar o comando da PF. Em abril, o ex-juiz da Lava Jato deixou o governo após pressão do Planalto para substituir o então diretor-geral da corporação, Maurício Valeixo, pelo diretor da Abin, Alexandre Ramagem, um nome próximo da família presidencial.

Moro também é  investigado no inquérito sobre o crime de denunciação caluniosa.

Fonte: CNN

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PODCAST:A ESTRATÉGIA DE BOLSONARO COM A SAÍDA DE CELSO DE MELLO

Bolsonaro estava esperando a saída de Celso de Mello para poder colocar em campo estratégia final

Andrea Sadi analisa a postura do presidente Bolsonaro que decidiu não depor em inquérito que investiga suposta tentativa de interferência na Polícia Federal. Bolsonaro acha que esse inquérito dá uma espécie de palanque para o ex-ministro da Justiça, Sérgio Moro. ‘O objetivo dele político, antes do jurídico, é não dar esse espaço para Sérgio Moro’. A expectativa do governo é que esse inquérito seja arquivado o mais rápido possível. ‘Nos bastidores, alguns assessores dentro do governo acreditam que com o inquérito arquivado, Bolsonaro pode resgatar estratégia de nomear Alexandre Ramagem para o comando da Polícia Federal‘.

Furo' sobre Bolsonaro no JN consolida repórter Andréia Sadi

 

Fonte: CBN

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SOBRE O DEPOIMENTO PRESENCIAL QUE APURA INTERFERÊNCIA NA PF, BOLSONARO ABRIU MÃO

Bolsonaro abre mão de prestar depoimento presencial sobre interferência na PF

Gabriela Coelho, da CNN, em Brasília
 Atualizado 26 de novembro de 2020 às 17:40
NADA A TEMER: Bolsonaro abre mão de prestar depoimento presencial sobre interferência na PF - MATO GROSSO MAIS NOTÍCIAS

O Supremo Tribunal Federal (STF) foi informado pela Advocacia-Geral da União (AGU) nesta quinta-feira (26) que o presidente Jair Bolsonaro (sem partido) abriu mão de prestar depoimento presencial no inquérito que apura se ele tentou interferir na autonomia da Polícia Federal.

“Assim, o Peticionante vem, respeitosamente, a presença de V. Exa., declinar do meio de defesa que lhe foi oportunizado unicamente por meio presencial no referido despacho”, disse a AGU.

A Advocacia informou ainda que “roga pronto encaminhamento dos autos à Polícia Federal para elaboração de relatório final a ser submetido, ato contínuo, ainda dentro da prorrogação em curso, ao Ministério Público Federal”.

Segundo a AGU, “a publicização do inteiro teor de gravação da Reunião Ministerial de 22 de abril de 2020 demonstrou completamente infundadas quaisquer das ilações que deram ensejo ao presente Inquérito, o mesmo valendo para todos os demais elementos probatórios coletados nos presentes autos.”

Em outubro, o ministro Alexandre de Moraes, novo relator após a aposentadoria de Celso de Mello, solicitou que a Polícia Federal se manifestasse  sobre o andamento das investigações do inquérito.

A decisão atendeu a um pedido da defesa do ex-ministro Sergio Moro, que também é investigado no inquérito.

A investigação está parada no aguardo de uma outra decisão do STF, relacionada ao formato do depoimento do presidente Jair Bolsonaro à PF.

Então relator do caso, o ministro Celso de Mello votou pela definição de um depoimento presencial – foi o último voto de Mello antes da aposentadoria.

A Advocacia-Geral da União quer que Bolsonaro possa se manifestar por escrito.

“A defesa do ex-ministro Sergio Moro recebe com surpresa o declínio do presidente da República de atender à determinação para depor em inquérito no qual é investigado. A negativa de prestar esclarecimentos, por escrito ou presencialmente, surge sem justificativa aparente e contrasta com os elementos reunidos pela investigação, que demandam explicação por parte do presidente da República”, afirmou Rodrigo Sánchez Rios, advogado do ex-ministro Sergio Moro no STF.

Documento na íntegra

AGU Bolsonaro STF
Foto: Reprodução
AGU Bolsonaro STF

Fonte: CNN

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OPINIÃO: BOLSONARO É ELOGIADO POR PUTIN NO ENFRENTAMENTO À PANDEMIA

VÍDEO: Putin elogia Bolsonaro no enfrentamento da pandemia: “exemplo de relacionamento corajoso com o cumprimento de seu dever e a execução de suas obrigações na qualidade de chefe de Estado”

O presidente russo, Vladimir Putin, fez elogios ao presidente Jair Bolsonaro em referência ao enfrentamento da pandemia e ao fato de o brasileiro ter sido infectado e desenvolvido sintomas da covid-19.

A fala de Putin ocorreu logo ao término da Cúpula do BRICS, encontro de chefes de Estado de Brasil, Rússia, Índia, China e África do Sul realizado por videoconferência, por causa da pandemia do novo coronavírus.

Putin presidiu a Cúpula neste ano e, na fala em russo traduzida pela equipe de Bolsonaro no vídeo, fez referência ao enfrentamento da pandemia e ao fato de o brasileiro ter sido infectado e desenvolvido sintomas da covid-19.

“O senhor expressou as melhores qualidades masculinas e de determinação. O senhor foi buscar a solução de todas as questões, antes de tudo na base dos interesses do seu povo, seu País, deixando para depois as soluções ligadas ao problemas de sua saúde pessoal. Isso é para todos nós um exemplo de relacionamento corajoso com o cumprimento de seu dever e a execução de suas obrigações na qualidade de chefe de Estado”, disse o Putin, conforme a tradução divulgada por Bolsonaro.

“Não foi fácil para todos nós trabalharmos este ano, mas você também enfrentou pessoalmente esta infecção e passou pelas provações com muita coragem. Desejo a você tudo de melhor, em primeiro lugar, saúde. Todos nós vimos como não foi fácil para o senhor.”, segue outro trecho.

Fonte: Blog do BG

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