PANDEMIA: A GOVERNADORA FÁTIMA CELEBROU A CHEGADA DE 80 RESPIRADORES ENVIADOS PELO MINISTÉRIO DA SAÚDE

Fátima confirma chegada de 80 respiradores enviados pelo Governo Federal ao RN

020 às 11:00

Foto: Reprodução/Twitter

Através das redes sociais, a governadora Fátima Bezerra(PT) celebrou a chegada de 80 respiradores enviados do governo federal ao Rio Grande do Norte. “Boa notícia! Recebemos neste domingo 40 respiradores para o RN e outros 40 para Natal. Após contatos com o ministro general Ramos, relatando a nossa situação aflitiva com relação à falta de respiradores, chegaram os equipamentos, que serão distribuídos nos leitos de UTI da Liga”, disse.

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ERNESTO ARAÚJO ANUNCIA QUE EUA VÃO DOAR 1000 RESPIRADORES AO BRASIL

Ministro das Relações Exteriores anuncia que EUA vão doar 1 mil respiradores ao Brasil

O ministro das Relações Exteriores, Ernesto Araújo, postou em seu Twitter que conversou neste domingo com representantes da Casa Branca e recebeu a notícia de que o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, determinou a doação de 1.000 respiradores ao Brasil, dentro da estratégia de cooperação dos dois países para combater o coronavírus.

O anúncio de Araújo ocorre no mesmo dia em que os Estados Unidos declaram que estão se preparando para anunciar uma proibição da entrada de viajantes que chegam do Brasil. “Acredito que hoje teremos uma nova decisão em relação ao Brasil, como fizemos com o Reino Unido, Europa e China, e esperamos que seja temporária”, disse Robert O’Brien, consultor de segurança nacional dos Estados Unidos, em entrevista à CBS.

“Devido à situação no Brasil, vamos tomar todas as medidas necessárias para proteger o povo americano”, acrescentou. Os Estados Unidos interromperam as viagens a partir da China, Europa e Grã-Bretanha à medida que o vírus se espalhava nessas áreas.

Também neste domingo, o Ministério da Infraestrutura informou a chegada ao Brasil de voo proveniente de Xiamen (China) fretado pelo governo com carga de 7,5 milhões de máscaras destinadas aos Estados para enfrentamento da covid-19. Desde o dia 6, o País já recebeu 48,2 milhões de máscaras – equivalente a 260 toneladas – de um total de 240 milhões de unidades adquiridas pelo Ministério da Saúde, de acordo com comunicado divulgado neste domingo.

Fonte: Blog do BG

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FARMACÊUTICA MODERNA ANUNCIA QUE COMEÇARÁ EM JULHO ENSAIOS DA VACINA COM MILHARES DE PESSOAS

A primeira vacina experimental contra a covid-19 testada em humanos mostra resultados promissores

A empresa norte-americana Moderna quer começar em julho os ensaios com milhares de pessoas

Funcionário leva trajes de proteção à sede da Moderna Therapeutics, em Cambridge (EUA), nesta segunda-feira.Funcionário leva trajes de proteção à sede da Moderna Therapeutics, em Cambridge (EUA), nesta segunda-feira.BRIAN SNYDER / REUTERS

MANUEL ANSEDE

18 MAY 2020 – 16:56 BRT

A primeira vacina experimental contra a covid-19 testada em humanos, desenvolvida em tempo recorde pela empresa norte-americana Moderna, mostrou ser “segura e bem tolerada em geral” em um primeiro teste com 45 voluntários saudáveis, conforme anunciou a empresa nesta segunda-feira. O protótipo gerou nos oito primeiros participantes níveis de anticorpos neutralizantes ―as defesas do corpo que se ligam ao vírus e bloqueiam sua capacidade de infectar as células― semelhantes ou superiores ao do sangue dos pacientes que superaram a doença, enfatizou a Moderna em um comunicado.

A empresa, com sede em Cambridge (Massachusetts, EUA), também informou que sua vacina experimental proporcionou “proteção completa” contra a multiplicação do vírus nos pulmões de ratos vacinados e depois infectados, de acordo com testes realizados em colaboração com o Instituto Nacional de Alergias e Doenças Infecciosas dos EUA (NIAID). Depois desses primeiros testes em animais e em várias pessoas, as autoridades norte-americanas autorizaram um estudo de fase 2 com 600 voluntários saudáveis ​​para ajustar a dose. Se tudo correr bem, a empresa planeja iniciar em julho a Fase 3: um ensaio com milhares de pessoas para demonstrar a segurança e a eficácia.

A vacina da Moderna é uma das 118 experimentais registradas pela Organização Mundial da Saúde. Oito delas já estão sendo testadas em seres humanos. Os resultados preliminares promissores de algumas não garantem nem que sejam eficazes nem seguras. Além do mais, a da Moderna emprega uma tecnologia revolucionária nunca aprovada em uma vacina. A chave da virulência do novo coronavírus está nas proteínas de suas espículas, aquelas protuberâncias que fazem com que no microscópio pareça uma clava de espinhos medieval. Os cientistas da Moderna copiam a parte do material genético do vírus ―o RNA― que contém as instruções para produzir essa proteína da espícula. Ao injetar essa receita de RNA em uma pessoa, as células humanas fabricam somente a proteína do vírus e, em teoria, desencadeiam uma resposta imune sem risco.

“Estamos investindo para aumentar a capacidade de fabricação e maximizar a quantidade de doses que podemos produzir para ajudar a proteger o maior número possível de pessoas contra o SARS-CoV-2”, declarou Stéphane Bancel, diretor-executivo da Moderna. O diretor técnico da empresa é o farmacêutico espanhol Juan Andrés, que já alertou em março que não basta ter uma vacina. “A questão das vacinas, especialmente em pandemias, é a quantidade que se consegue ter disponível. Quantas pessoas poderão ser vacinadas? Especialistas dizem que há grupos de risco, sobretudo os idosos e os profissionais que estão na linha de frente nos hospitais. Possivelmente eles e as pessoas dedicadas às atividades de contato social serão os primeiros candidatos a receber a vacina”, explicou ele em entrevista ao EL PAÍS.

A Autoridade de Pesquisa e Desenvolvimento Biomédico Avançado dos EUA (BARDA) comprometeu 483 milhões de dólares (2,75 bilhões de reais) para financiar o desenvolvimento da vacina experimental da Moderna. A Coalizão para as Inovações em Prevenção de Epidemias [CEPI, fundada pelos Governos da Noruega e Índia, a Fundação Bill & Melinda Gates, a Wellcome Trust e o Fórum Econômico Mundial] também anunciaram apoio financeiro para esta vacina experimental já em 23 Janeiro, quando estavam confirmados apenas 581 casos da doença em todo o mundo.

O protótipo da Moderna não é a única vacina experimental de RNA, uma tecnologia que, se tiver confirmada sua eficácia e segurança, facilitaria a produção rápida e em massa de doses sem a necessidade de manipular vírus infecciosos. A empresa alemã BioNTech e a norte-americana Pfizer começaram a testar outro candidato semelhante à vacina em 23 de abril em um grupo de pessoas na Alemanha. Os projetos da Universidade Oxford e da empresa chinesa CanSino, ambos em testes em seres humanos, usam vírus do resfriado comum modificados com informações genéticas para produzir a proteína da espícula do novo coronavírus.

Fonte: El país

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ESTRUTURA DO CER É UTILIZADA COMO HOSPITAL DE CAMPANHA EM PARNAMIRIM E ABRE NA PRÓXIMA SEMANA

Hospital de Campanha de Parnamirim deve abrir na próxima semana

CER, localizado em Vida Nova, cedeu a estrutura para o funcionamento do hospital

Por Redação – Publicado em 18/05/2020 às 20:09

Hospital de Campanha contará com uma equipe composta por médicos internistas, infectologistas, plantonistas a cada 12 horas e enfermeiros

Parnamirim segue no processo de implantação de Hospital de Campanha, que vai utilizar o espaço físico do Centro Especializado em Reabilitação (CER). A unidade está sendo estruturada para atender pacientes com o quadro de Covid-19 em um sistema de retaguarda para a Unidade de Pronto Atendimento (UPA) de Nova Esperança, Hospital Maternidade do Divino Amor e Hospital Márcio Marinho, em Pirangi.

O CER, localizado em Vida Nova, vai ceder sua estrutura para o funcionamento do hospital, que deverá dar suporte à rede de saúde. De acordo com a Sesad, a previsão de abertura do local é até o final da próxima semana. A Secretária Terezinha Rêgo disse que a abertura ainda não pôde acontecer devido a atrasos dos fornecedores na entrega dos materiais já adquiridos. “Até o final desta semana, esperamos receber o material dos fornecedores, e finalizar a parte de estrutura e recursos humanos. Assim esperamos estar funcionando até o final da próxima semana”, disse.De acordo com a Sesad, o Hospital de Campanha contará com uma equipe composta por médicos internistas, infectologistas, plantonistas a cada 12 horas e enfermeiros. Técnicos de enfermagem, também a cada a cada 12 horas, fisioterapeutas, funcionários de limpeza e duas secretárias também atuarão na unidade, além de profissionais com serviços de assistência social, psicologia, bioquímicos, recepcionistas, enfermeiros e técnicos. O hospital de campanha terá 41 leitos de internação e 1 de estabilização. Ambos darão apoio aos pacientes com o quadro de COVID-19, com sintomas leves.

Fonte: Agora RN

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CÃES FAREJADORES TREINADOS COMEÇAM A SER TESTADOS PARA DETECTAR PESSOAS INFECTADAS

Labradores e Cocker começam a ser testados para detectar pessoas com coronavírus pelo cheiro

Um cocker spaniel, cão de tamanho médio e orelhas compridas, usando uma roupa da entidade de treinamento, cheira objeto em teste para detectar cheiro de pessoa com coronavírusCães farejadores já são capazes de detectar odores de pessoas com algumas doenças, como certos tipos de câncer, malária e doença de Parkinson.

Agora, eles foram treinados para detectar pessoas com covid-19 pela instituição de caridade Medical Detection Dogs (Cães de Detecção Médica, em inglês) e começaram a ser testados contra o coronavírus.

A primeira fase dos testes, que estão sendo feitos no Reino Unido, também tem a participação da Escola de Higiene e Medicina Tropical de Londres e da Universidade de Durham. O projeto também recebe financiamento do governo britânico.

O ministro da Inovação, Lord Bethell, disse esperar que os cães possam fornecer “resultados rápidos” como parte da estratégia mais ampla de testes do governo.

O teste vai verificar se os cães farejadores — labradores e cocker spaniels — podem detectar o vírus em humanos a partir de amostras de odor antes que os sintomas apareçam.

Ele estabelecerá se os chamados cães de bio-detecção, que podem rastrear até 250 pessoas por hora, podem ser usados ​​como uma nova medida de alerta precoce para detectar a covid-19 no futuro.

A primeira fase envolverá a equipe do NHS (o sistema público de saúde do Reino Unido) nos hospitais de Londres coletando amostras de odores dos infectados com coronavírus e dos que não foram infectados. As amostras de hálito e odor corporal podem vir de várias fontes, incluindo máscaras faciais usadas.

Seis cães – Norman, Digby, Storm, Star, Jasper e Asher – passarão por treinamento para identificar o vírus a partir das amostras. A instituição disse que o treinamento pode levar de seis a oito semanas.

Estrada e aeroportos

Após uma fase inicial de teste de três meses, o governo decidirá onde acredita que os cães serão mais úteis.

Uma possibilidade é que eles possam ser usados ​​em pontos de entrada no país, como aeroportos, para detectar pessoas possivelmente contaminadas com o coronavírus. Os cães também poderiam ser usados ​​em centros de testes, como outra forma de triagem.

Mais de 10 anos de pesquisa coletada pela Medical Detection Dogs mostraram que os cães podem ser treinados para cheirar o odor de doenças com a diluição equivalente a uma colher de chá de açúcar em duas piscinas olímpicas.

Claire Guest, co-fundadora e diretora executiva da instituição, disse que “tem certeza de que nossos cães serão capazes de encontrar o odor da covid-19”. Se tudo der certo, os cães passarão para uma segunda fase.

“O segundo teste será prático, com pessoas. Depois esperamos trabalhar com outras agências para treinar mais cães para o mesmo trabalho”, diz ela.

Os cães foram treinados anteriormente para detectar a malária a partir de “amostras de odores nos pés” — meias de nylon usadas por crianças aparentemente saudáveis ​​na Gâmbia.

“Nosso trabalho anterior mostrou que a malária tem um odor característico e treinamos com sucesso os cães farejadores médicos para reconhecer pessoas doentes com precisão”, diz James Logan, da Escola de Higiene e Medicina Tropical de Londres.

“Isso, combinado com o conhecimento de que doenças respiratórias podem alterar o odor corporal, nos deixa esperançosos de que os cães também possam detectar a covid-19”.

Fonte: Blog do BG

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NISE YAMAGUCHI DEFENDE O USO DE HIDROXICLOROQUINA EM CASOS LEVES DE CORONAVÍRUS

Brasil não será um epicentro, e sim um exemplo’, afirma Nise Yamaguchi

Da CNN, em São Paulo
16 de Maio de 2020 às 21:24

A médica oncologista e imunologista, Nise Yamaguchi, cotada para assumir a pasta da saúde, defende uso da hidroxicloroquina em casos leves de coronavírus. Ela falou com exclusividade à CNN sobre o protocolo de adoção da substância, apresentado pelo presidente Jair Bolsonaro, que levou o ex-ministro Nelson Teich a pedir demissão do cargo.

Yamaguchi atualmente assessora o comitê de crise do governo contra o coronavírus. E no mesmo dia em que o ex-ministro Nelson Teich se reuniu com Bolsonaro para comunicar sua saída, a médica também tinha uma reunião agendada com o presidente. O encontro se deu em um almoço, após Teich ter pedido para deixar o cargo. “Até então eu não sabia que o ex-ministro tinha pedido a demissão, apesar de tê-lo encontrado rapidamente na ante sala”, afirma Nise.

Sobre a curta gestão, de penas 29 dias de Teich, ela diz que o ex-ministro deixou de herança para o seu substituto no Ministério da Saúde a sugestão de um modelo de plano de gestão. E comentou outros pontos positivos de seu período: “Me parece que ele trabalhou bastante com o General Pazuello na organização, na detecção da transparência das compras e dos gastos. Existe a Advocacia Geral da União, o Tribunal de Compras da União está, hoje, dentro do Ministério da Saúde. Isso é absolutamente necessário num momento de tantas epidemias. Até epidemia de outros problemas que a gente não deveria ter no momento, que são sociais, que são as formas como as pessoas lidam com as oportunidades de negócios. Eu acho que essa é uma grande herança desse momento tão dramático que a gente vive em que a moral e a ética são essenciais”, diz.

Ela também defendeu Nelson Teich em sua fala crítica sobre a sensação do Brasil estar navegando às cegas, dizendo na interpretação dela, ele se referia à baixa taxa de testagem. “Eu entendi que faltavam testes para dizer quanto da população já havia sido contaminada. Não é o que ele não sabia o que fazer”. E afirmou que o ex-ministro estava começando a pensar em estruturar centros de diagnósticos mais precoces, algo que ela defende veementemente.

“O que eu sinto nesse momento é que essa questão da Covid-19 ficou central não só no Ministério da Saúde, mas na interligação com a Casa Civil, com o Ministério da Infraestrutura, da Economia, da Ciência e Tecnologia, dos Direitos Humanos. Não é uma coisa que possa ser abordada de forma isolada. Tem que trabalhar com o Congresso Nacional (…) Eu acredito que essa é a essência de toda uma logística relacionada à forma como a Covid-19 deva ser dinamizada e enfrentada”, afirma.

Sobre a elaboração do novo protocolo do governo, defendido por Bolsonaro, que visa aumentar a utilização da hidroxicloroquina, Nise Yamaguchi diz não estar envolvida. “Não estou ajudando o novo protocolo, mesmo porque eu não fui chamada para esta posição, continuo atuando como médica que sou, com a capilaridade que tenho com todas as sociedades e conselhos federais e estaduais, e como brasileira que sou. O que tenho feito de apoio é porque realmente me dói ver esta situação. Para mim, eu deixo uma clínica privada, eu deixo uma situação delicada, pacientes, mas acredito que no momento a gente precisa oferecer um tratamento que salva vidas e muda o curso da doença e da pandemia”, diz se referindo ao uso da hidroxicloroquina.

Um levantamento do Conselho Federal de Farmácia mostrou que a venda de hidroxicloroquina aumentou 67% no primeiro trimestre de 2020, cerca de 400 mil remédios foram vendidos no período. Anvisa precisou rever os protocolos e agora, para comprar remédios a base de cloroquina na farmácia, é preciso de receita médica e o número de caixas está restrito em cinco.

Nise Yamaguchi diz que o medicamento está faltando não apenas nas farmácias, como também no SUS. “Nós precisamos disponibilizar para a população. Isso é fundamental, tanto na produção, quanto na importação de insumos, distribuição e acesso”, diz. Yamaguchi ressalta a importância da cloroquina chegar para todos e ser bem distribuída a todas as regiões. Sobre isso, ela reforça que o general Eduardo Pazuello, ministro interino da Saúde, é especialista na área de logística. “Me parece que ele está disponibilizando algum decreto nesta direção, mas a produção ainda não está resolvida”, afirma.

A médica chegou a afirmar que se uma mudança de postura na forma como estão enfrentando a doença no Brasil for tomada, o Brasil não será um epicentro, e sim um exemplo. “Eu tenho a certeza que estas normas podem ser incorporadas rapidamente a um modelo de atuação que seja ágil, concreto e eficiente”.

Fonte: CNN

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UNIVERSIDADE DE OXFORD PROMETE CONCLUIR TESTES CLÍNICOS DA VACINA ATÉ AGOSTO

Oxford já prevê concluir pesquisa de vacina até agosto

O grupo de pesquisadores da Universidade de Oxford que está na corrida para desenvolver uma vacina contra o coronavírus prometeu finalizar em agosto os testes clínicos da vacina, que já foi aplicada em 1,1 mil voluntários no fim de abril. Mas a Agência Europeia de Medicamentos se mostrou cética quanto à promessa de ter uma cura para a covid-19 no mercado ainda neste ano, pois o desenvolvimento e o licenciamento desse tipo de medicamento leva mais tempo, e, no cenário mais otimista, isso aconteceria no prazo de um ano.

Em entrevista à Rádio 4 da BBC, o professor de Medicina da universidade e diretor não executivo da farmacêutica Roche, Sir John Bell, disse  nesta quinta, 14, que se as etapas da pesquisa de Oxford continuarem a dar certo o governo britânico terá aprovado a vacina no começo de setembro e começado a fabricá-la para a população. Agora, o grupo precisa avaliar se as pessoas que receberam a dose contra o coronavírus foram infectadas ou não – para ver se encontraram uma vacina com potencial para acabar com a pandemia.

Em 23 de abril, os pesquisadores injetaram nos 320 primeiros voluntários a vacina ChAdOx1 nCoV-19, que é a combinação do adenovírus de chimpanzé e do material genético de uma proteína encontrada na superfície do coronavírus – usada para infectar células humanas. Outro grupo recebeu uma vacina para meningite, pois os efeitos colaterais são similares aos causados pela ChAdOx1 nCoV-19: elevação da temperatura corporal, dor de cabeça e nos braços. Assim, os pacientes não teriam como saber qual das duas vacinas receberam.

Para descobrir se a vacina funciona, é preciso olhar nas estatísticas o nível de infecção dos dois grupos. E, para isso, é necessário que um pequeno grupo desenvolva a covid-19. E é nesta etapa que os pesquisadores se encontram. “A rapidez com que nosso time tenha os números necessários (para a avaliação) depende do nível de transmissão do vírus na população. Se a transmissão permanecer alta, poderemos ter dados suficientes em dois meses. Caso a transmissão caia, isso pode levar seis meses”, diz um post de 23 de abril da Oxford. “Até junho, devemos ter o número suficiente de pessoas com a doença. E, se eles não tiverem sido infectados, é bola para frente”, afirmou Bell à BBC.

Processo longo

Já o chefe do departamento de vacinas da Agência Europeia de Medicamentos, Marco Cavaleri, disse em conferência virtual que “são muito poucas as vacinas que chegam até o processo final de licença e, em muitos casos se requer provas adicionais para confirmar que não provocam nenhum efeito colateral grave”.

Ele ainda pontuou que não é possível descartar uma terceira etapa do processo de desenvolvimento da vacina, na qual o nível de proteção e os efeitos colaterais são investigados mediante provas em milhares de pessoas fora dos laboratórios – o que leva a determinar, entre outros fatores, se a vacina faz com que as pessoas se tornem mais suscetíveis ao contágio.

Por outro lado, a agência também tem 115 ensaios clínicos pendentes para os sintomas causados pelo coronavírus. Cavaleri afirmou que alguns desses ensaios poderiam ser aprovados na Europa ainda neste ano, mas não especificou qual método seria. 

Fonte: Blog do BG

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A NATUREZA AGRADECE EM NATAL

Planta Natal atinge marca de 4.000 mudas plantadas e fortalece ações de parcerias

Planta Natal atinge marca de 4.000 mudas plantadas e fortalece ações de parcerias

09 abr 2020

A capital potiguar ganhou nesta quarta-feira (08) mais 80 novas mudas de árvores de espécies nativas que foram plantadas na região próxima à Árvore do Mirassol, na Zona Sul, e em toda extensão da avenida Roberto Freire. A ação é mais uma iniciativa do programa Planta Natal e foi acompanhada pelo prefeito Álvaro Dias, que fez o plantio de uma muda de craibeira. O programa também fortalece as ações desenvolvidas com parceiros e por meio de doações.

Desde o início dos plantios até hoje, a cidade já conta com 4.000 novas árvores em todas as regiões. As ações se intensificaram nas últimas semanas. No período de 31 de março até esta quarta-feira, foram plantadas 486 mudas de espécies como oitis, aroeiras, pau-brasil, craibeiras, pajeús, ipês, jucás e patas de vaca.

Outro ponto importante do projeto é a participação da sociedade. Quem quiser, pode adotar áreas de plantio, bem como pode ajudar com a doação de garajaus e tutores, que são estruturas utilizadas para proteger as mudas em seus estágios iniciais de crescimento. “A contribuição da sociedade é muito importante para avançarmos com o Planta Natal. Solicitamos que os interessados entrem e contato e participem, já que essa é uma causa benéfica para todos”, afirma a coordenadora do projeto, Danielle Mafra.

A rede de supermercados Nordestão doou 60 garajais para o programa. O contato para os interessados pode ser feito pelo e-mail: plantanatal@natal.rn.gov.br. Os garajais de madeira são confeccionados pela Companhia de Serviços Urbanos de Natal (Urbana) com o material coletado em toda a cidade. A Prefeitura também iniciou uma campanha para receber cabos de vassoura, que serão utilizados como tutores nas mudas: “O cidadão pode deixar o cabo de vassoura que não irá mais utilizar ao lado dos sacos contendo o lixo doméstico que o pessoal da Urbana vai recolher e destinar para o programa”, disse Danielle.

A tecnologia também é uma grande aliada do Planta Natal. Em algumas mudas, foram instaladas placas com a tecnologia de georeferenciamento através do QR-Code para o cidadão obter informações a respeito da espécie plantada, suas características, a data do plantio, e outras questões. Além disso, no site www.plantanatal.com.br os interessados podem conferir um histórico com as ações de plantio, e tem também detalhes sobre dicas de plantio, quais as melhores mudas para serem plantadas e um painel onde se confere em tempo real quantas mudas foram plantadas na cidade desde o início do programa.

“Em meio a essa pandemia da Covid-19, estamos trabalhando também em outras frentes para melhorar a qualidade de vida do cidadão. O Planta Natal é um projeto ousado que implementamos e estamos atingindo uma marca bem expressiva até o momento. O plantio dessas mudas é fundamental para a atual e para as futuras gerações, pois reduzem a velocidade dos ventos, aumentam a umidade, que refresca o ar das cidades, amenizam a poluição atmosférica e acústica, além de protegerem o solo e a fauna. A ação, além do benefício estético, trará conforto térmico para a cidade, favorecendo cada vez mais a valorização das pessoas”, detalhou Álvaro Dias.

Fonte: Política em Foco

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BOAS NOTÍCIAS VEM DO SISTEMA HÍDRICO DO RN

Relatório do Volume dos Principais Reservatórios do RN

Relatório do Volume dos Principais Reservatórios do RN

07 abr 2020

O Governo do Estado do Rio Grande do Norte, por meio do Instituto de Gestão das Águas do RN (Igarn), monitora 47 reservatórios com capacidade superior a 5 milhões de metros cúbicos, responsáveis pela segurança hídrica potiguar. O Relatório do Volume dos Principais Reservatórios Estaduais, divulgado nesta segunda-feira (06), indica que a barragem Armando Ribeiro Gonçalves, maior reservatório estadual, com capacidade para 2,37 bilhões de metros cúbicos, atualmente acumula 790.298.286 m³, percentualmente, 33,3% da sua capacidade total. No mesmo período de 2019 o manancial estava com 676.720.000 m³, que correspondiam a 28,20% do seu volume máximo.

As reservas hídricas superficiais totais do Estado atualmente são de 1.439.787.749, percentualmente, 32,89% do volume máximo que os mananciais monitorados pelo Igarn conseguem acumular juntos, que é de 4.376.444.842 m³. No início de abril de 2019, as reservas hídricas potiguares acumulavam 1.249.274077 m³, que representavam 28,54% da capacidade total estadual.

A barragem Santa Cruz do Apodi, segundo maior manancial estadual, com capacidade para 599.712.000 m³, atualmente acumula 173.357.310 m³, percentualmente, 28,91% do volume máximo que consegue represar. No início de abril do ano passado o reservatório acumulava 140.444.620 m³, o que representava 23,42% da sua capacidade.

O reservatório Umari, localizado em Upanema, com capacidade para 292.813.650 m³, acumula atualmente 142.988.458 m³, percentualmente, 48,83% do seu volume máximo. Em 2019, no mesmo período, a barragem estava com 118.602.771 m³, que representavam 40,50% do seu volume total.

A barragem de Pau dos Ferros continua recebendo recarga e já acumula 13.674.986 m³, percentualmente, 24,93% da sua capacidade total, que é de 54.846.000 m³. No mesmo período de 2019 o reservatório estava com 1.072.922 m³, que representavam 1,96% do seu volume máximo. Este já é o maior volume de águas acumulado no manancial desde 2012.

O reservatório de Lucrécia recebeu boa recarga e já acumula 6.702.971 m³, que representam 27,08% da capacidade total do manancial que é de 24.754.574 m³. A última vez que o açude da cidade chegou a este volume foi em julho de 2012. No mesmo período do ano passado o reservatório estava com 3.231.912 m³, que representavam 13,06%da sua capacidade.

Já o açude de Pilões, que estava seco até o dia 04 de março, acumula atualmente 621.875 m³, que representam 10,54% da sua capacidade que é de 5.901.875 m³. No mesmo período do ano passado o reservatório estava com 105.500 m³, percentualmente, 1,79% do seu volume total.

O reservatório Marechal Dutra, também conhecido como Gargalheiras, acumula atualmente 12.434.773 m³, percentualmente, 27,99% da sua capacidade total que é de 44.421.480 m³. No mesmo período de 2019 o manancial estava seco.

Até o momento, sete reservatórios sangraram nesta quadra chuvosa, são eles: Apanha Peixe, localizado em Caraúbas; açude Dourado, localizado em Currais Novos; o açude do município de Encanto; Riacho da Cruz II, localizado em Riacho da Cruz; açude Pataxó, localizado em Ipanguaçu; açude Beldroega, localizado em Paraú e Santo Antônio de Caraúbas, localizado em Caraúbas.

Dos 47 mananciais monitorados pelo Igarn, 5 permanecem em nível de alerta, com volumes inferiores a 10% da sua capacidade total, o que corresponde a 10,63% dos mananciais. Já os que estão secos são 2, percentualmente, 4,25% dos açudes monitorados. No mesmo período do ano passado os reservatórios com menos de 10% da sua capacidade total eram10, percentualmente, 21,27% dos mananciais monitorados. Já os secos eram5, percentualmente, 10,63%.

Os mananciais que permanecem em nível de alerta são: Passagem das Traíras, em São José do Seridó, com 1,64% (porém o reservatório passa por obras não sendo possível grande acumulo); o açude Itans, em Caicó, que está com 3,88%; açude Esguicho, em Ouro Branco, com 0,74% ; açude Zangarelhas, em Jardim do Seridó, com 0,45% e o açude Jesus, Maria José, localizado em Tenente Ananias, que está com 9,81% da sua capacidade total.

Os reservatórios que permanecem secos são: o açude Inharé, localizado em Santa Cruz e o açude Trairi, em Tangará.

Fonte: Política em Foco

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CASOS DE CORONAVÍRUS DESACELERAM NA EUROPA

Números na Espanha, França, Itália, Alemanha, Bélgica começam a melhorar e países já analisam fim da quarentena

coronavírus ainda faz novos doentes e provoca mortes todos os dias na Europa, mas esses números diários estão decrescendo em alguns países.

Enquanto parte dos governos estendeu as quarentenas, a redução no contágio faz crescer a discussão sobre como retomar a atividade, paralisada há quase um mês na Itália e há três semanas na maioria dos outros países.

Neste domingo, a Espanha divulgou o menor crescimento de mortes diárias em nove dias: 674 em 24 horas, elevando o total para 12.418. O número de novas infecções subiu 5%, também a menor taxa de crescimento desde o começo da crise.

A Espanha tem neste domingo 130.759 infectados, o segundo maior no mundo, atrás dos EUA. O país entrou em quarentena em 15 de março, 11 dias depois da primeira morte.

Apesar da queda nos novos registros, ainda há hospitais com capacidade de atendimento esgotada, e o governo espanhol renovou as medidas de isolamento até 25 de abril.

SEM CAOS NA BÉLGICA

Na Bélgica, o número diário de internações em UTIs teve neste domingo sua maior redução: houve 16 novos pacientes internados, o menor número desde 20 de março, quando começaram os registros oficiais.

Em quarentena desde o dia 17 de março, seis dias depois da primeira morte, a Bélgica não enfrentou colapso nos hospitais nesta pandemia. A ocupação dos leitos para cuidados intensivos se manteve em cerca de 50% na última semana, com 1.261 casos graves de Covid-19.

MENOS PRESSÃO NA ITÁLIA E NA FRANÇA

Na Itália, que completa um mês de quarentena na próxima quinta (9), também caiu o número diário de internações em hospitais em UTI. De 1.276 novas entradas diárias em hospitais e 120 novos casos em UTI em 23 de março, passou a 201 internações diárias e 15 casos em UTI na sexta (3).

Entre sexta e sábado, o número total de internados em UTIs caiu 74, e entre sábado e domingo, houve nova redução, de 17. No total, 3.977 doentes estão em cuidado intensivo no país.

Foi neste domingo o menor incremento no número de mortes em duas semanas, 525, e pela primeira vez, caiu o número de hospitalizados, de 29.010 para 28.949.

No mesmo pronuciamento em que anunciou uma prorrogação da quarentena até 13 de abril, o premiê Giuseppe Conte afirmou que espera o aval de cientistas para começar a relaxar as restrições, mas que, apesar de números recentes, não pode antecipar uma data.

Na noite de domingo, o Ministério da Saúde da França também divulgou número menor de mortes: 357, elevando o total a 5.889. Nas 24 horas anteriores, 441 pessoas haviam morrido.

O número de internações em UTIs caiu por seis dias consecutivos, para menos da metade: de 359 no dia 29 de março para 140 neste domingo.

BAZUCA” DE TESTES NA ALEMANHA

A desaceleração acontece também em países que têm intensificado o número de testes (o que aumenta o número de confirmações), como a Alemanha, que registrou números menores de novos casos em três dias seguidos.

Do sábado para domingo, foram 5.936 casos confirmados, elevando o total para 91.714, quarto maior número no mundo. Na véspera, o número de casos havia subido 6.082, e, de quinta para sexta, 6.174.

O número de mortes nas últimas 24 horas subiu para 184, depois de vários dias estacionado em 140. São 1.474 mortos até agora, nono maior número global.

Neste final de semana, a Alemanha atingiu a capacidade de testar 100 mil pessoas por dia, segundo o instituto de controle de doenças Robert-Koch, um crescimento de 14 vezes em relação ao começo de março. No total, já foram feitos 1,5 milhão de exames para detectar infectados.

Os alemães preparam agora um novo programa intensivo de testes, este para descobrir quem desenvolveu anticorpos contra o coronavírus —o que acontece quando o corpo entra em contato com o patógeno e reage à infecção, derrotando-a.

O Centro Helmhotz de Pesquisa de Infecções (HZI) vai coordenar um estudo com 100 mil participantes, para detectar a presença dos anticorpos.

Em tese, um resultado positivo poderia significar imunidade. “Indivíduos imunes poderiam ter um certificado semelhante ao de vacinação, que os isentasse de restrições em algumas atividades, afirmou o coordenador do estudo, Gérard Krause.

‘PASSAPORTE DE IMUNIDADE’ NO REINO UNIDO

É essa uma das estratégias também do Reino Unido, que vem estudando a ideia de um “passaporte de imunidade”, segundo o secretário da Saúde, Matthew Hancock. O país negocia 17,5 milhões testes de anticorpos e tem planos para submeter um quarto da população a eles em meados deste mês.

Conselheira-adjunta para assuntos médicos do governo britânico, Jennie Harries disse também neste domingo que regiões do país em que haja mais imunidade podem voltar à atividade antes. O retorno será feito “com muita cautela”, no entanto, para evitar uma segunda onda de infecções.

A ideia é arriscada, segundo cientistas, porque ainda não se sabe com certeza se quem se curou da doença desenvolveu imunidade duradoura. “Certificados de imunidade podem dar uma falsa segurança, que leve as pessoas a reduzirem cuidados indispensáveis”, escreveu a professora de imunologia da Universidade de Edimburgo, Eleanor Riley, no jornal britânico Guardian.

Se depender desses “passaportes”, a volta ao normal dos britânicos vai atrasar: nenhum dos nove diferentes tipos de kits de teste recebeu aprovação até este final de semana.

Além disso, o Reino Unido entrou em quarentena apenas duas semanas depois de registrada a primeira morte: em 21 de março foram fechados bares e restaurantes, no dia 23, suspensas as aulas e apenas no dia 24 houve ordem para que saídas de casa fosem evitadas.

Embora tenha divulgado um número positivo neste final de semana —o pico esperado para internações em UTI caiu de 30 mil leitos com equipamento de respiração para 18 mil—, há relatos de superlotação e falta de equipamentos em hospitais brigânicos, e o número de casos está em aceleração. Chegou a 47.806 neste domingo, com 4.934 mortos.

O pouco tempo de quarentena e a crise nos hospitais não impede, porém, uma pressão crescente por um “mapa da retomada” no Reino Unido. Recém-escolhido líder do Partido Trabalhista, Keir Starmer pediu um plano púlbico em entrevista à rede de TV BBC: “O governo precisa publicar a estratégia de saída do lockdown. O público quer saber quando isso vai terminar”.

A oposição se soma a vozes dentro do próprio governo, como Rishi Sunak, o equivalente ao ministro das Finanças no Reino Unido.

Segundo o Sunday Times, Sunak tem pedido que a pasta da Saúde comece a discutir um cronograma para a retomada da atividade econômica, algo que ainda não é possível do ponto de vista técnico, segundo um dos principais conselheiros do governo, o epidemiologista Neil Ferguson, do Imperial College.

OS PIONEIROS ESLOVÁQUIA E DINAMARCA

A volta ao normal não será simples, como mostra preocupação recente do governo da Eslováquia, primeiro país europeu a reabrir parte das lojas, em 28 de março, quando não registrava nenhuma morte por Covid-19.

A Eslováquia adotou confinamento total no dia 12 de março, quando apenas dez pessoas haviam contraído o coronavírus. Foram proibidas viagens, e as fronteiras ficaram abertas apenas para residentes no país. Todos os eventos culturais, esportivos e religiosos foram suspensos, assim como partidas esportivas. O governo eslovaco também proibiu visitas a hospitais e casas de idosos e suspendeu aulas em todas as escolas.

Na última quinta (2), após o registro do primeiro caso fatal no país, o premiê Igor Matovic voltou a cogitar um fechamento mais rigoroso, mas o recuo não tem apoio da oposição.

Na Dinamarca, outro país que mencionou publicamente como retomar as atividades, a primeira-ministra Mette Frederiksen alertou que, quando ela acontecer, será “gradual, suave e controlada”.

O país escandinavo foi um dos primeiros a reagir depois que a Itália decretou quarentena, em 9 de março. Dois dias depois, o governo dinamarquês proibiu viagens entre seu país e a Itália, e no dia 14 fechou as fronteiras para todos os não residentes.

Também fechou bares, restaurantes, lojas e suspendeu as aulas em todas as escolas.

Em entrevista em 30 de março, quando havia 2.577 casos confirmados e 77 mortes no país nórdico, Mette disse que reavaliaria as medidas de restrição depois da Páscoa. Neste domingo, o país registra 4.369 casos e 179 mortes.​

FOLHAPRESS

Fonte: Blog do BG

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