PREFEITURA DE SÃO PAULO E BLOCOS CONCORDARAM COM A REALIZAÇÃO DO CARNAVAL FORA DE ÉPOCA NA CAPITAL PAULISTA

Prefeitura de SP e blocos chegam a acordo para Carnaval fora de época em julho

Batizado de “Esquenta de Carnaval”, as autoridades disponibilizarão um formulário para que os blocos de rua manifestem seu desejo de desfilar nos dias 16 e 17

Danúbia Braga

da CNN

em São Paulo

 

A secretária municipal de Cultura de São Paulo, Aline Torres, anunciou, nesta quarta-feira (20), a proposta da prefeitura da capital paulista para realização de um Carnaval de rua fora de época nos dias 16 e 17 de julho. Segundo a secretária, os blocos concordaram com a ideia.

Batizado de “Esquenta de Carnaval”, as autoridades disponibilizarão um formulário online para que os blocos manifestem seu desejo de desfilar em julho.

Deve ser criado um “Comitê de Carnaval” para gerenciar a organização do evento, informou a secretária.

Para o feriado prolongado de Tiradentes, que acontece entre esta quinta (21) e domingo (24), a secretária reforçou que não existe autorização para que os blocos saiam na rua.

A Prefeitura chegou a pedir aos blocos que avisem caso pretendam desfilar em Tiradentes, para que se faça a limpeza depois. Mas, segundo a secretária, nenhum bloco entrou em contato até o momento.

Escolas de samba de São Paulo

Após dois anos em silêncio, os tambores voltarão a rufar no Sambódromo do Anhembi, na Zona Norte de São Paulo, a partir do dia 22 de abril, com os desfiles das escolas de samba do grupo especial do Carnaval.

Entre idas de vindas, as avenidas seriam preenchidas inicialmente com carros alegóricos e fantasias nos dias 25 e 26 de fevereiro. Entretanto, o aumento de casos de Covid-19 e o avanço da variante Ômicron adiaram a festa para o feriado de Tiradentes, em decisão conjunta com o Rio de Janeiro.

Com homenagens à fé nos orixás, aos antigos carnavais, a personalidades negras e manifestos contra o racismo e discriminações, as histórias que serão contadas na avenida são variadas, mas buscam o mesmo objetivo: a vitória.

Para a entrada no evento, a Prefeitura de São Paulo exige o passaporte vacinal, com ao menos duas doses; disponibilização de álcool em gel para higienização das mãos; medidas para adequação do ar em ambientes fechados, que sejam climatizados ou não, para minimização dos riscos de infecção.

Ainda solicitam o maior número possível de acessos de entradas e saídas de público, para que ocorram de maneira escalonada, sem provocar demais aglomerações.

Conforme adiantado pelo prefeito Ricardo Nunes (MDB)em entrevista à CNN, em 17 de março, os componentes estão dispensados da utilização de máscaras.

A decisão ocorreu após o poder municipal retirar a obrigatoriedade da utilização da medida de proteção contra o coronavírus em locais fechados, estabelecida depois do parecer do então governador de São Paulo, João Doria (PSDB). A liberação para ambientes externos aconteceu em 9 de março.

Anteriormente, no primeiro protocolo definido em janeiro, era necessária a utilização de máscaras para o público e membros das agremiações carnavalescas.

Veja o que pode e não pode entrar no Sambódromo do Anhembi:

O que pode entrar

  • Mochila;
  • Capa de chuva;
  • Bandeira sem mastro.

O que não pode entrar

  • Substâncias tóxicas;
  • Fogos de artifício;
  • Papel em rolo (jornais, por exemplo);
  • Balões em geral;
  • Armas de fogo, branca ou de qualquer espécie;
  • Comidas e bebidas em geral;
  • Bandeiras com mastro;
  • Guarda-chuvas.

Crianças menores de 6 anos não podem entrar. Entre 6 e 12 anos devem estar acompanhadas dos pais ou responsáveis. Já de 13 a 17 anos precisam estar assistidas por um responsável maior de idade.

Transporte

Nos dias de desfiles do grupo especial, de acesso e das campeãs, serão ativadas duas linhas exclusivas de ônibus que irão ao Anhembi partindo das estações Portuguesa-Tietê e Palmeiras-Barra Funda das linhas 1 – Azul e 3 – Vermelha do Metrô, respectivamente.

Se for de Taxi, o desembarque será realizado entre a ponte da Casa Verde e a avenida Braz Leme. No momento da saída, serão montados quatro bolsões para embarque.

O transporte para pessoas portadoras de deficiência será realizado pelo serviço Atende da prefeitura, com operação entre 18h e 8h partido dos seguintes destinos em ida e volta: Metrô Portuguesa-Tietê; estacionamento do Pavilhão do Anhembi; e o posto da Companhia de Engenharia de Tráfego (CET), na avenida Olavo Fontoura.

Quem necessitar de estacionamento, poderá utilizar o do Pavilhão do Anhembi, com cobrança à parte e capacidade para quatro mil veículos.

Fonte: CNN

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FOLIÕES NO RIO DE JANEIRO FORAM FLAGRADOS DESRESPEITANDO A REGRA QUE PROÍBE DESFILE DE BLOCOS DE RUA

Apesar de proibição, foliões se aglomeram no Carnaval de rua do Rio de Janeiro

Decisão de proibir desfile dos blocos de rua foi anunciada pela prefeitura no mês passado, por causa do avanço da variante Ômicron

Lucas Madureira

da CNN

no Rio de Janeiro

Mesmo com proibição, foliões se aglomeram nas ruas do Rio de JaneiroMesmo com proibição, foliões se aglomeram nas ruas do Rio de Janeiro Lucas Neves/CNN

Apesar da determinação que proíbe o desfile de blocos de rua durante o Carnaval de 2022 no Rio de Janeiro, centenas de foliões foram flagrados desrespeitando a regra neste feriado. Neste final de semana, a equipe da CNN percorreu diversos bairros e constatou aglomeração em diferentes pontos da região do Centro da cidade, provocada por integrantes de blocos de rua. Até o momento, a prefeitura do Rio de Janeiro já encerrou oito blocos.

A decisão de proibir o carnaval de rua na cidade foi anunciada no mês passado pelo prefeito do Rio, Eduardo Paes. A medida teve como base o avanço da variante Ômicron, do coronavírus.

O decreto que proíbe o desfile dos blocos de rua pelo Rio de Janeiro autoriza a realização de festas em ambientes controlados, onde o acesso das pessoas pode ser permitido apenas mediante a apresentação do passaporte de vacinação contra a Covid-19.

Questionada pela CNN sobre a falta de fiscalização do carnaval de rua, a Secretaria Municipal de Ordem Pública (Seop) afirmou que os agentes possuem dificuldade para conseguir identificar os organizadores dos desfiles dos blocos, o que inviabiliza a aplicação de sanções, como multa. A pasta afirmou, no entanto, que os agentes públicos estão nas ruas fazendo abordagens com o intuito de orientar e conscientizar os foliões para evitarem aglomerações.

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DURANTE LIVE NAS REDES SOCIAIS PREFEITO DO RIO DE JANEIRO ANUNCIA CANCELAMENTO DO CARNAVAL DE RUA DESTE ANO

Prefeitura do Rio de Janeiro cancela Carnaval de rua deste ano

Desfiles dos blocos ainda podem acontecer em locais fechados, com restrição de público; decisão deve acontecer na próxima sexta-feira (7)

Camille Couto

Elis Barreto

da CNNno Rio de Janeiro

 

O prefeito do Rio de Janeiro, Eduardo Paes (PSD), anunciou nesta terça-feira (4) o cancelamento do Carnaval de rua da cidade. A informação foi dada pelo prefeito durante live nas redes sociais. A Prefeitura se reuniu nesta terça com representantes da Associação Independente dos Bloco da cidade (Sebastiana) para discutir o tema.

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SEM VOTOS GARANTIDOS PARA APROVAÇÃO, DEPUTADOS GOVERNISTAS ESPERAM PRORROGAÇÃO DE PRAZO PARA VOTAÇÃO DA REFORMA DA PREVIDÊNCIA

Por Igor Jácome, G1 RN

 

Assembleia Legislativa do Rio Grande do Norte; ALRN; Palácio José Augusto; Assembleia do RN — Foto: ALRN/DivulgaçãoAssembleia Legislativa do Rio Grande do Norte; ALRN; Palácio José Augusto; Assembleia do RN

Os blocos de partidos que fazem parte do grupo governista na Assembleia Legislativa do Rio Grande do Norte fizeram obstruções e impediram a votação do projeto de reforma da previdência estadual, na sessão desta terça-feira (28). Apesar de 20 dos 24 deputados estaduais estarem presentes na sessão virtual, com a manobra, apenas 10 permaneceram aptos a votar a matéria.

O projeto de reforma é uma emenda à constituição e, portanto, precisa de pelo menos 15 parlamentares para votação. Além disso, é necessária maioria absoluta nas duas sessões de votação – ou seja, 15 votos “sim” entre os 24 parlamentares. Esta é a sexta vez que a matéria tem votação adiada por falta de quórum.

Com obstruções apenas aos projetos de emenda à constituição, os deputados puderam votar outras matérias que aguardavam análise no Legislativo. Nas sessões anteriores, os parlamentares governistas não marcavam presença nas sessões virtuais e, sem número mínimo de 13 presentes, os projetos voltavam a ficar na pauta para as sessões seguintes.

Segundo o governo do estado, o Rio Grande do Norte tem até a próxima sexta-feira (31) para aprovar e sancionar a reforma da previdência do estado, sob pena de ficar sem repasse de verbas federais e ter que implantar o mesmo modelo da reforma da União no regime previdenciário estadual.

Os argumentos são refutados por um bloco de 11 deputados considerados de oposição e independentes, que consideram que a portaria federal que trata sobre o assunto é inconstitucional e afirmam que outros estados já conseguiram decisões judiciais favoráveis sobre o assunto.

“Não existe essa obrigatoriedade. Houve uma interpretação extremamente errônea por parte do governo”, considerou o deputado Gustavo Carvalho (PSDB).

Se o prazo do regimento da Assembleia Legislativo for seguido, mesmo que consiga votar o projeto em primeiro turno, o governo não teria tempo suficiente para aprovar a matéria no segundo, porque não necessários cinco dias entre ambas as votações. Na semana passada, porém, o presidente da Casa, Ezequiel Ferreira (PSDB), disse que se houver consenso entre os líderes, ambas as sessões poderiam ser realizadas no mesmo dia, como aconteceu na Câmara Federal.

Expectativa de ampliação do prazo

Ao anunciar a obstrução do bloco dos partidos PT e PL do Rio Grande do Norte, o deputado Ubaldo Fernandes (PL) afirmou que a medida foi tomada por causa da falta de consenso com o grupo de oposição e a expectativa de ampliação do prazo estabelecido pela União a nível nacional.

O mesmo argumento foi usado pelo deputado Souza Neto (PSB), líder do bloco PSB/PSol “Estamos aguardando nesse momento a prorrogação desse prazo, então a orientação do bloco é que para continuemos em obstrução”, afirmou.

O deputado Sandro Pimentel (Psol) não seguiu a obstrução do partido e informou que o Psol nacional já questionou ao Supremo Tribunal Federal a constitucionalidade da portaria federal que criou o prazo de 31 de julho para as reformas estaduais.

A deputada Eudiane Macedo (Republicanos) também apresentou obstrução em nome do bloco formado com o deputado Albert Dickson (Pros) e Bernardo Amorim (Avante).

Fonte: G1 RN
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