SEGUNDO BIDEN, OS EUA NÃO PEDIRÃO NADA EM TROCA PELAS VACINAS CONTRA COVID-19 QUE DOARÃO À OUTROS PAISES

Covid-19: Biden diz que EUA não doarão vacinas em troca de favores

Mais de 90 países receberão 500 milhões de doses do imunizante da Pfizer por meio do consórcio Covax

INTERNACIONAL

 Do R7, com EFE

Presidente dos Estados Unidos, Joe Biden, participa esta semana da cúpula do G7

EFE/EPA/NEIL HALL

O presidente norte-americano, Joe Biden, afirmou nesta quinta-feira (10) que os Estados Unidos não pedirão nada em troca pelas vacinas contra a covid-19 que doarão a outros países.

“Nossas doações de vacinas não incluem pressões por favores”, disse o mandatário, ao acrescentar que os EUA estão tomando a iniciativa para salvar vidas e “para acabar isto (a pandemia)”.

Em declarações à imprensa que o acompanha na cúpula do G7, em Cornwall, no Reino Unido, Biden anunciou formalmente a compra e a doação por parte dos EUA de 500 milhões de doses da vacina da Pfizer.

Os imunizantes serão entregues a 92 países que não têm condições de adquirir doses para imunizar a população por meio do consórcio Covax. O Brasil não faz parte da lista de países que receberão as doses dos EUA.

As entregas começarão em agosto com previsão de entregar até 200 milhões de doses do imunizante até o fim deste ano.

Segundo a Casa Branca, as outras 300 milhões de doses serão entregues até junho de 2022. Todas as doses serão produzidas em fábricas nos EUA.

Fonte: R7
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AUTORIDADES COMERCIAIS AMERICANAS E CHINESAS TIVERAM A PRIMEIRA CONVERSA TELEFÔNICA DESDE QUE BIDEN SE TORNOU PRESIDENTE DOS EUA

China e EUA têm primeira aproximação após guerra comercial

Autoridades comerciais conversaram por telefone pela 1ª vez; relações entre dois países se deterioraram durante governo Trump

EUA e China aceitam voltar a negociar

REUTERS/JASON LEE/ILLUSTRATION/FILE PHOTO

Autoridades comerciais chinesas e americanas tiveram a primeira conversa telefônica desde que Joe Biden se tornou presidente dos Estados Unidos, anunciou nesta quinta-feira (27) o ministério do Comércio da China.

As relações entre Pequim e Washington se deterioraram durante a presidência de Donald Trump, marcada por um conflito comercial entre as duas grandes potências mundiais.

O vice-primeiro-ministro chinês, Liu He, conversou com Katherine Tai, Representante do Comércio dos Estados Unidos (USTR), em uma “troca construtiva” e em uma “atitude de igualdade e respeito mútuo”, de acordo com um comunicado divulgado pelo ministério.

“A embaixadora Tai falou sobre os princípios que orientam a administração Biden-Harris, com foco nas políticas comerciais (…) ao mesmo tempo que mencionou as questões que preocupam”, afirma, em um comunicado curto, o escritório da representante americana do Comércio.

Washington confirmou uma “reunião virtual” e uma conversa “sincera e pragmática”.

Este foi o primeiro contato entre Tai, designada para o posto em março, e Liu He, principal conselheiro econômico do presidente Xi Jinping e negociador chefe na guerra comercial.

Os dois países assinaram um acordo em janeiro de 2020, com o objetivo de encerrar dois anos de guerra comercial, que continha dispositivos sobre a proteção da propriedade intelectual e as condições de transferência de tecnologia, grandes exigências dos Estados Unidos.

O acordo prevê ainda que as duas partes devem ter encontros de etapa a cada seis meses.

Mas o novo governo Biden anunciou em abril que faria um balanço das promessas cumpridas pela China no âmbito do acordo.

A “capacidade” da China de cumprir seus compromissos com os Estados Unidos é uma “prioridade”, disse Katherine Tai.

Compromissos

Com o acordo comercial, a China se comprometeu a aumentar em pelo menos 200 bilhões de dólares em 2020 e 2021 as compras de produtos e serviços americanos para tentar reduzir o desequilíbrio da balança comercial, muito favorável ao gigante asiático.

Mas no fim do primeiro trimestre de 2021, Pequim havia cumprido apenas entre 61% e 75% das compras previstas, de acordo com um estudo de Chad Brown, pesquisador do Peterson Institute for International Economics (PIIE), que utilizou dados do comércio internacional publicados pelos dois países.

O acordo comercial denominado “fase 1” manteve as tarifas dos Estados Unidos de 25% sobre uma gama de produtos chineses e componentes industriais que representavam 250 bilhões de dólares, assim como as medidas de retaliação chinesas de mais de 100 bilhões de dólares sobre as importações procedentes dos Estados Unidos.

O governo dos Estados Unidos afirmou em março que não está disposto a retirar as tarifas, mas se declarou disposto a negociar com a China.

As tarifas foram adotadas para “remediar uma situação comercial desequilibrada e injusta”, declarou Katherine Tai, antes de acrescentar que a suspensão das taxas poderia ter consequências negativas na economia americana.

Fonte: R7
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BIDEN PEDIU QUE SERVIÇO DE INTELIGÊNCIA REDOBRE ESFORÇOS PARA DESCOBRIR A ORIGEM DA PNDEMIA

Biden ordena mais esforços para descobrir origem da pandemia

Serviço de inteligência tem 90 dias para descobrir se vírus surgiu no contato de humano com animal infectado ou em laboratório

INTERNACIONAL

 Da EFE

Presidente dos Estados Unidos, Joe Biden

KEVIN LAMARQUE/REUTERS – 20.05.2021

O presidente dos Estados Unidos, Joe Biden, disse nesta quarta-feira (26) que pediu para que os serviços de inteligência “redobrem os esforços” para investigar a origem da pandemia de covid-19, após ter ganhado força recentemente a teoria de que o novo coronavírus surgiu em um laboratório em Wuhan, na China.

“Pedi aos serviços de inteligência para que redobrem seus esforços para coletar e analisar informações que possam nos aproximar de uma conclusão definitiva, e que me informem em 90 dias”, revelou Biden em comunicado emitido pela Casa Branca.

O mandatário explicou que os EUA avaliam agora “dois cenários prováveis”: se o coronavírus surgiu do contato humano com um animal infectado ou de um acidente de laboratório.

Biden destacou que duas das corporações dos serviços de inteligência americanos estão mais inclinados para o primeiro cenário, enquanto outro pende para o segundo.

“Cada um com uma confiança baixa ou moderada, mas a maioria não acredita que haja informação suficiente para avaliar que um seja mais provável que o outro”, declarou.

O presidente americano também disse que os EUA e aliados pressionarão a China para que participe de uma investigação internacional “completa, transparente e baseada em provas” e para proporcionar acesso a todos os dados e provas relevantes.

O principal epidemiologista do governo, Anthony Fauci, afirmou na terça-feira que “não está convicto” de que o vírus tenha se desenvolvido de forma natural e defendeu a realização de mais investigações sobre suas origens.

Na terça-feira (25), os EUA pediram à Organização Mundial da Saúde (OMS) estudos “independentes e transparentes” sobre a origem do coronavírus Sars-CoV-2, causador da covid-19.

Fonte: R7
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BIDEN PROMETEU AJUDAR A ORGANIZAR OS ESFORÇOS PARA RECONSTRUIR GAZA

Biden diz que ajudará a ‘reconstruir Gaza’ e apoia solução pacífica

Presidente dos EUA sinalizou que favorece a política de dois Estados e prioriza a segurança israelense na região

INTERNACIONAL

 por AFP

Biden falou que pretende ajudar a organizar esforços para reconstruir a Faixa de Gaza

BRENDAN SMIALOWSKI / AFP – 21.5.2021

O presidente dos Estados Unidos, Joe Biden, prometeu nesta sexta-feira (21) ajudar a organizar os esforços para “reconstruir Gaza” e disse que a criação de um Estado palestino ao lado de Israel é a “única resposta” para o conflito.

“Precisamos de uma solução de dois Estados. É a única resposta”, declarou o presidente americano durante entrevista coletiva na Casa Branca por ocasião da visita do presidente sul-coreano, Moon Jae-In.

Biden também pediu a Israel que ponha fim às “lutas entre comunidades” em Jerusalém, que estiveram na origem dos confrontos dos últimos dias.”Não há mudança em meu compromisso com a segurança de Israel, ponto final, nenhuma mudança”, enfatizou o presidente americano, no entanto, acrescentando que “não haverá paz” até que a região “inequivocamente” reconheça a existência de Israel.

“Mas eu digo a vocês que há uma mudança. A mudança é que ainda precisamos de uma solução de dois Estados. É a única resposta, a única resposta”, insistiu o presidente dos Estados Unidos.

Solução para a paz

A ideia de uma solução de dois Estados, com um Estado palestino soberano ao lado de Israel e Jerusalém como capital compartilhada, tem sido a pedra angular de décadas de diplomacia internacional com o objetivo de encerrar o violento conflito na região.

Mas a política americana sob o governo de Donald Trump foi criticada por ser abertamente pró-Israel e ignorar os palestinos.

Um plano de paz no Oriente Médio elaborado pelo conselheiro e genro de Trump, Jared Kushner, foi anunciado como uma solução de dois Estados. O plano, porém, previa um Estado palestino com soberania limitada e cuja segurança estava nas mãos de Israel.

A proposta foi categoricamente rejeitada pelos líderes palestinos.

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A CASA BRANCA EMITIU UM DECRETO DE BIDEN REVOGANDO VÁRIOS DECRETOS EXECUTIVOS DE TRUMP

Biden revoga ordem de Trump para limitar proteções de redes sociais

Trump exigia revogação de normas que tirava responsabilidade de empresas por conteúdos publicados por seus usuários

INTERNACIONAL

por Reuters

Trump tentou, sem sucesso, regulamentar redes sociais durante seu governo

BRENDAN SMIALOVSKI / AFP – 27.4.2021

O presidente dos Estados Unidos, Joe Biden, revogou um decreto de seu antecessor Donald Trump dirigido a agências reguladoras para limitarem proteções de responsabilidade para empresas de redes sociais.

A Casa Branca emitiu um decreto de Biden na noite de sexta-feira revogando vários decretos executivos de Trump. A Casa Branca não respondeu imediatamente a um pedido por comentários.

O Centro pela Democracia e Tecnologia, que havia entrado na Justiça para bloquear o decreto de Trump de maio de 2020, elogiou a medida de Biden, argumentando que o decreto de Trump “era uma tentativa de utilizar ameaças de retaliação para coagir empresas de redes sociais a permitirem que desinformação e discurso de ódio passassem sem checagens em suas plataformas”.

Trump exigiu, sem sucesso, que a Comissão de Comunicações Federais (FCC, na sigla em inglês) limitasse proteções para empresas de mídias sociais sob o Ato de Decência nas Comunicações, de 1996, que protege empresas de responsabilização por conteúdos publicados por seus usuários e permite que elas removam postagens legais, porém condenáveis.

Fonte: R7

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A TURQUIA RESPONDERÁ DE VÁRIAS MANEIRAS A DECLARAÇÃO DE BIDEN SOBRE O MASSACRE DE ARMÊNIOS, AFIRMOU O PORTA-VOZ DO PRESIDENTE TURCO

Turquia promete resposta após EUA reconhecerem genocídio armênio

Porta-voz do presidente Tayyip Erdogan disse que haverá reação de diferentes formas e graus nos próximos dias e meses

NTERNACIONAL

 por Reuters

I5/04/2021 – 14H48

Presidente da Turquia, Recep Tayyip Erdogan

ADEM ALTAN / AFP

declaração do presidente norte-americano, Joe Biden, de que o massacre de armênios pelo Império Otomano constituiu um genocídio é “simplesmente ultrajante” e a Turquia responderá de várias maneiras nos próximos meses, disse o porta-voz presidencial da Turquia neste domingo (25)

Biden rompeu no sábado (24) com décadas de comentários cuidadosamente calibrados da Casa Branca sobre os assassinatos de 1915, para deleite da Armênia e a comunidade armênia nos Estados Unidos, mas tensionando ainda mais a relação entre Washington e Ancara, dois aliados da Otan.

“Haverá uma reação de diferentes formas e graus nos próximos dias e meses”, disse à Reuters Ibrahim Kalin, porta-voz e conselheiro do presidente Recep Tayyip Erdogan.

Kalin não especificou se Ancara restringiria o acesso dos EUA à base aérea de Incirlik no sul da Turquia, que tem sido usada para dar suporte à coalizão internacional que luta contra o Estado Islâmico na Síria e no Iraque, ou outras medidas que possa tomar.

As autoridades turcas condenaram imediatamente a declaração de Biden feita no sábado, e Kalin disse que Erdogan trataria do assunto após uma reunião de gabinete na segunda-feira.

“Em um momento e local que consideramos apropriados, continuaremos a responder a esta lamentável e injusta declaração”, disse ele.

A Turquia aceita que muitos armênios que viviam no Império Otomano foram mortos em confrontos com as forças otomanas na Primeira Guerra Mundial, mas nega que as mortes tenham sido sistematicamente orquestradas e constituído um genocídio.

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BIDEN EM CONVERSA POR TELEFONE COM FAMILIARES DE GEORGE FLOYD SE DIZ “ALIVIADO” E CONDENOU O RACISMO

Biden comemora decisão do caso George Floyd e condena racismo

Presidente dos EUA disse em pronunciamento que preconceito é uma ‘mancha’ na história do pais e pede soluções

INTERNACIONAL

Do R7, com AFP

Biden fez um pronunciamento na Casa Branca após o veredicto ser anunciado

POOL VIA GETTY IMAGES / AFP – 20.4.2021

O presidente Joe Biden se disse “aliviado” ao saber do veredicto, durante uma conversa por telefone com familiares de George Floyd que eles divulgaram nas redes sociais, pouco após o júri decidir pela culpa do ex-policial Derek Chauvin na morte de Floyd, em maio do ano passado.

“Estamos todos tão aliviados”, disse Biden. “Vocês são uma família incrível. Teria adorado estar aí para abraçá-los”, acrescentou, prometendo levar os familiares de Floyd à Casa Branca no Air Force One.

No Salão Oval, o presidente fez um pronunciamento formal sobre o veredicto transmitido pela televisão.

Em sua fala, Biden denunciou o “racismo sistêmico” que “mancha” a alma dos Estados Unidos.

“O veredicto de culpa não trará George de volta”, disse o presidente. Mas pode marcar o momento de uma “mudança significativa”, acrescentou, pedindo unidade à nação e para não deixar que os “extremistas que não têm nenhum interesse na justiça social” tenham “êxito”.

Mais cedo, o presidente havia considerado as provas do crime “devastadoras”.

“Rezo para que o veredicto seja o correto. Acho que é devastador do meu ponto de vista. Não diria isto se o júri não estivesse isolado”, disse Biden a jornalistas no Salão Oval, enquanto o júri deliberava a portas fechadas.

Em 25 de maio de 2020, Chauvin foi filmado em vídeo ajoelhado por mais de nove minutos sobre o pescoço de Floyd, mesmo quando o homem corpulento de 46 anos, algemado, implorava, “Por favor, não consigo respirar”.

As imagens, registradas por pedestres que testemunharam a prisão de Floyd, acusado de comprar cigarros com uma nota falsa de 20 dólares, foram assistidas por milhões de pessoas dentro e fora do país.

Tensão e comemorações

Tropas da Guarda Nacional foram mobilizadas em Minneapolis e Washington, a capital do país, devido a temores de distúrbios.

Minneapolis tem sido cenário de protestos noturnos desde que Daunte Wright, um jovem negro de 20 anos, foi morto a tiros em um subúrbio desta cidade de Minnesota em 11 de abril por uma policial branca.

Cerca de 400 manifestantes marcharam na cidade na segunda-feira pedindo a condenação de Chauvin, repetindo em coro: “O mundo está olhando, nós estamos olhando, façam o certo”. Depois, comemoraram o veredito e se abraçaram nas ruas.

O veredicto também vai afetar os três ex-colegas de Derek Chauvin — Alexander Kueng, Thomas Lane e Tou Thao —, que serão julgados em agosto por “cumplicidade em assassinato”.

Fonte: R7
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PRESIDENTE MEXICANO ANUNCIOU QUE IRÁ PROPOR AO PRESIDENTE AMERICANO UM PLANO PARA “ORDENAR” A MIGRAÇÃO IRREGULAR

Presidente mexicano irá propor plano de imigração a Biden

Andrés Manuel López Obrador ampliar programa social na América Central que oferece ajuda econômica a produtores

INTERNACIONAL

AFP

Policiais vigiam fronteira entre México e EUA

JOSE LUIS GONZALEZ/REUTERS – 6.9.2019

O presidente do México, Andrés Manuel López Obrador, anunciou neste domingo (18) que irá propor a seu homólogo norte-americano, Joe Biden, um plano para “ordenar” a migração irregular.

López Obrador disse em mensagem postada em suas redes sociais que as propostas serão apresentadas a Biden durante a cúpula virtual sobre o clima que o democrata convocou para os dias 22 e 23 de abril.

A iniciativa do presidente de esquerda consiste em “ampliar” seu programa social Semeando Vida na América Central, por meio do qual ajudas econômicas são concedidas a produtores inscritos.

“Isso nos permitirá ordenar o fluxo migratório. Em março essa situação transbordou”, declarou López Obrador.

Se sua proposta se concretizar, acrescentou, seria uma “terceira etapa” do TMEC, o novo acordo de livre comércio entre México, Estados Unidos e Canadá que substituiu o TLCAN em julho de 2020.

Os centro-americanos do programa Sembrando Vida teriam direito a vistos de trabalho temporário após os três primeiros anos e, depois de mais três anos, poderiam solicitar a cidadania norte-americana, de acordo com a proposta de López Obrador.

Diante do aumento dos fluxos migratórios, na última quarta-feira o presidente mexicano instou o Congresso dos Estados Unidos a aprovar o orçamento de 861 milhões de dólares solicitado por Biden para combater a pobreza na América Central.

Em junho de 2019, o México lançou o Plano de Desenvolvimento Integral para El Salvador, Guatemala e Honduras, no qual se comprometeu a fazer transferências econômicas para as pessoas inscritas em programas sociais.

Mais de 172 mil migrantes sem documentos foram detidos em março na fronteira dos Estados Unidos com o México, um aumento de 71% em um mês e o nível mais alto em 15 anos.

Fonte: R7
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CARTA DE BOLSONARO À BIDEN É UM GESTO IMPORTANTE E SINALIZA TENTATIVA DE SE ACERTAR EM TORNO DO ASUNTO MEIO AMBIENTE

Waack: Carta de Bolsonaro para Biden é aproximação inédita com Washington

Comprometimento com redução do desmatamento visa obter financiamentos e doses excedentes de vacinas

William Waack

Por William Waack, CNN  

 Atualizado 14 de abril de 2021 às 22:48

Waack: Carta de Bolsonaro para Biden é aproximação inédita com Washington

carta que o presidente brasileiro acabou de mandar para o presidente americano é uma reaproximação inédita com Washington desde que Donald Trump, o amigo de Jair Bolsonaro (sem partido), perdeu as eleições.

O gesto é importante, sinaliza uma tentativa de se acertar em torno de um assunto de relevância planetária, que é o meio ambiente. O tom da carta é amistoso, cooperativo, e o conteúdo é prático.

O Brasil resolveu finalmente se comprometer com metas de desmatamento em troca de financiamentos. Conta-se também com a boa vontade dos americanos no caso da obtenção de vacinas.

Fonte: CNN

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DURANTE UMA ABORDAGEM, POLICIAL DISPARA TIRO CONTRA UM JOVEM NEGRO NOS EUA

Biden pede calma após morte de jovem negro perto de Minneapolis

Daunte Wright de 20 anos morreu após levar um tiro disparado por um policial durante uma abordagem

INTERNACIONAL  

Do R7

Presidente dos EUA, Joe Biden

GETTY IMAGES VIA AFP

O presidente dos Estados Unidos, Joe Biden, lamentou nesta segunda-feira (12) o falecimento “trágico” do jovem negro Daunte Wright, que levou um tiro na véspera disparado pela polícia durante um controle de tráfego, pedindo que as manifestações sejam “pacíficas” após uma primeira noite de tensões.

Enquanto isso, o prefeito de Minneapolis, Jacob Frey, decretou toque de recolher na noite desta segunda-feira, após incidentes registrados no domingo (11).

“Devemos ter paz esta noite”, disse Frey ao anunciar a medida que vigorará entre as 19h locais e as+s 6h de terça-feira, e que também será adotada na vizinha Saint Paul e nos três condados da região metropolitana, incluindo o de Hennepin, onde ocorreu o incidente onde o jovem de 20 anos morreu.

A região está sob alta tensão, pois em Minneapolis é celebrado o julgamento contra Derek Chauvin, o policial branco acusado do assassinato de George Floyd no ano passado.

“Quero voltar a deixar claro: não há absolutamente nenhuma justificação, nenhuma, para os saques”, declarou Biden, embora tenha dito que as manifestações pacíficas são “compreensíveis”.

“Sabemos que a raiva, a dor, o sofrimento que existe na comunidade negra neste contexto é real, grave e importante”, acrescentou o presidente democrata.

“Mas isso não justifica a violência”, pontuou. “Deveríamos ouvir a mãe de Daunte, que pede paz e tranquilidade”.

“O que aconteceu” no domingo em Brooklyn Center, subúrbio de Minneapolis, “é verdadeiramente trágico, mas acho que é preciso esperar para ver o que mostra a investigação”, disse o presidente a jornalistas.

O chefe de polícia do Brooklyn Center informou que uma policial confundiu sua arma de serviço com um taser – pistola elétrica – quando atirou em Daunte Wright no domingo.

“Foi um tiro acidental que resultou na morte trágica do senhor Wright”, acrescentou o chefe da polícia, que divulgou o vídeo da detenção.

Biden qualificou as imagens de “bastante explícitas. A pergunta é: foi um acidente, foi intencional? Isso será determinado por uma investigação completa”.

Consultado sobre o julgamento de Derek Chauvin, o presidente disse ter a esperança “de que haja um veredicto que conte com o apoio de uma grande maioria”.

Enquanto isso, os Minnesota Twins suspenderam seu jogo contra os Red Socks em Boston nesta segunda-feira por causa da morte de Wright, confirmou o clube da Grande Liga de Beisebol.

Fonte: R7
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CUBA LEVANTOU UMA BANDEIRA GIGANTE DE CONCRETO EM FRENTE A EMBAIXADA DOS EUA EM HAVANA

Cuba levanta bandeira de concreto em frente à embaixada dos EUA

Cubanos esperavam que uma relação melhor com o governo Biden, mas esta não é a prioridade do atual presidente norte-americano

INTERNACIONAL

Da EFE

Local tem grande importância simbólica em Cuba

AFP / YAMIL LAGE – 01.04.2021

Cuba levantou uma bandeira gigante de concreto em frente à embaixada dos Estados Unidos em Havana, enquanto as esperanças de uma mudança na política de Washington sob o governo de Joe Biden se esvaem.

A nova obra é construída na Tribuna anti-imperialista, localizada em frente à embaixada dos Estados Unidos, na orla do Malecón, local de grande importância simbólica em Cuba.

Nem o Granma, jornal do Partido Comunista no poder (PCC, único), nem o portal oficial Cubadebate, que costuma anunciar com grande alarde esse tipo de iniciativa, publicaram uma linha da nova estrutura de 12 metros de altura.

Em sua página no Facebook, a estatal Construtora e Manutenção (Ecom), responsável pela obra, deu as primeiras pistas. “Em nossa Tribuna anti-imperialista já está sendo hasteada esta obra monumental: nossa bandeira, que nunca foi mercenária e na qual uma estrela brilha com mais luz quanto mais solitária”, disse.

A gigantesca bandeira é erguida no mesmo local da plataforma onde as autoridades cubanas ergueram 138 bandeiras cubanas em 2006, um monumento contra o terrorismo que foi inaugurado pelo então presidente Fidel Castro em fevereiro de 2006. A nova estrutura, ainda em construção, tem gerado fortes críticas nas redes sociais.

Fonte: R7
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IRMÃ DE KIM JONG-UN DÁ RECADO AO GOVERNO BIDEN ‘ SE QUER PAZ NÃO CAUSE PROBLEMAS’

Coreia do Norte alerta EUA: ‘se quer paz, não cause problema’

Irmã de Kim Jong-un aproveitou visita de diplomatas dos EUA à Coreia do Sul para dar recado ao governo Biden

INTERNACIONAL

 por Reuters – Internacional

Relação entre o regime de Kim Jong-un e os EUA esfriou ainda no governo Trump

KCNA VIA REUTERS – 6.3.2021

A irmã do líder da Coreia do Norte, Kim Yo-jong, criticou os atuais testes militares na Coreia do Sul e alertou o novo governo dos Estados Unidos a não “causar problema” se quiser a paz, reportou a imprensa estatal na terça-feira (16, no horário local).

A declaração acontece um dia antes da chegada do principal diplomata e do chefe de Defesa norte-americanos em Seul para uma primeira rodada de conversa com seus equivalentes sul-coreanos.

“Aproveitamos essa oportunidade para alertar o novo governo dos EUA que tenta deixar o cheiro de pólvora em nossa terra”, disse Kim em nota publicada pela agência de notícias estatal KCNA. “Se quiser dormir em paz pelos próximos quatro anos, era melhor não ter causado um problema em seu primeiro passo”.

A Coreia do Norte até agora rejeitou os pedidos dos Estados Unidos para engajar em diálogo, afirmou a Casa Branca na segunda-feira, confirmando o esfriamento nas relações que começou no governo de Trump e se estende para o mandato de Biden. 

O líder Kim Jong Un participou de três reuniões históricas com Trump e trocou uma série de cartas, mas o governo do país asiático encerrou as negociações e afirmou que não participaria mais enquanto os Estados Unidos não abandonassem sua política de hostilidade.

Tropas norte-americanas e sul-coreanas iniciaram um exercício militar conjunto, que foi limitado a simulações de computador por conta do risco com o coronavírus, além das iniciativas contínuas de engajar em negociações com o Norte.

Fonte: R7

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BIDEN INSTRUIU OS ESTADOS A TORNAREM TODOS OS ADULTOS ELEGÍVEIS PARA A VACINA A PARTIR DO DIA 1º DE MAIO

Biden anuncia vacina para todos os adultos a partir de 1º de maio

Em pronunciamento nesta quinta-feira (11), o presidente dos EUA afirmou que quer acelerar a imunização em todo o país

INTERNACIONAL

 Do R7, com Reuters

Biden anuncia que todos os adultos poderão ser vacinados a partir de maio

TOM BRENNER/REUTERS –11-03-2021

O presidente dos EUA, Joe Biden, disse nesta quinta-feira (11) que instruiu os estados a tornarem todos os adultos elegíveis para a vacina contra o coronavírus até 1º de maio e pediu aos americanos em um discurso na televisão que permanecessem vigilantes contra o vírus, horas depois de ter assinado um projeto de estímulo de US$ 1,9 trilhão.

Em um discurso forte, Biden disse que estava trabalhando para acelerar as vacinações contra a covid-19 para criar um maior senso de normalidade no país até o feriado do Dia da Independência de 4 de julho.

Essa data é uma nova meta para o presidente, que alertou os americanos que mais dor e morte ainda viriam do vírus que matou mais de 530 mil pessoas nos Estados Unidos. Em um relato sobre as dificuldades que a pandemia trouxe ao país, Biden disse: “Fotos e vídeos de 2019 parecem ter sido tirados em outra época. As últimas férias. O último aniversário com amigos. O último feriado com família extensa.”

“Embora fosse diferente para todos, todos nós perdemos algo”, disse ele, observando que o vírus foi recebido com “negações por dias, depois semanas, depois meses, que levaram a mais mortes, mais infecções, mais estresse, mais solidão.”

Mas à medida que o estímulo financeiro do projeto de lei de alívio recém-promulgado atinge um número crescente de pessoas vacinadas, Biden ofereceu um otimismo cauteloso a um país que, como o resto do mundo, está cansado de restrições à pandemia e dores econômicas.

Biden disse que estava ordenando aos estados que tornem todos os adultos elegíveis para receber uma vacina contra o coronavírus até 1º de maio. A Casa Branca disse que teria fornecimento de vacina suficiente para vacinar a população até o final de maio. Cerca de 10% dos americanos já foram totalmente vacinados.

O presidente também disse que mais tropas americanas ajudariam no esforço de vacinação, acrescentando que famílias e amigos devem poder se reunir novamente em pequenos grupos até 4 de julho, feriado que muitos americanos comemoram com festas ao ar livre, cachorros-quentes e fogos de artifício.

A Casa Branca também está buscando expandir o número de pessoas capazes de administrar injeções para incluir dentistas, optometristas, paramédicos, veterinários e estudantes de medicina. Biden fez campanha no ano passado com a promessa de que enfrentaria a pandemia de maneira mais eficaz do que o presidente republicano Donald Trump, e buscou encorajar e modelar comportamentos, como o uso de máscaras, que Trump evitou.

Ele encorajou os americanos a manterem os esforços de mitigação – usando máscaras, mantendo-se socialmente distante e praticando boa higiene – para interromper a disseminação do vírus conforme o ritmo das vacinações aumenta. Vários estados têm afrouxado as restrições.

“Enfrentamos e superamos um dos períodos mais difíceis e sombrios da história desta nação, o mais sombrio que já conhecemos”, disse Biden, acrescentando: “Prometo que você sairá mais forte”.

Fonte: R7
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‘SE TIVERMOS EXCEDENTES VAMOS COMPARTILHAR COM O RESTO DO MUNDO’, DISSE BIDEN SOBRE DOSES DE VACINA CONTRA COVID-19

Biden promete compartilhar vacinas excedentes dos EUA

Presidente dos EUA encomendou mais 100 milhões de doses, mesmo após garantir imunizantes para todos os adultos do país

INTERNACIONAL

Da EFE

O presidente dos Estados Unidos, Joe Biden, confirmou nesta quarta-feira (10) que o governo norte-americano compartilhará doses de vacinas contra a covid-19 que excederem a necessidade do país, o que parece provável com base nos contratos negociados.

“Se tivermos excedentes, vamos compartilhar com o resto do mundo”, disse Biden durante um ato na Casa Branca para comemorar o acordo com o qual a farmacêutica Merck Sharp & Dohme ajudará a fabricar a vacina da Janssen, farmacêutica da Johnson & Johnson.

Biden encomendou cerca de 100 milhões de novas doses, que espera receber no segundo semestre, embora o governo já tenha garantido em fevereiro as doses suficientes para vacinar todos os adultos do país.

Excesso de doses

A acumulação de doses por parte dos EUA e outros países ricos gerou preocupação entre alguns especialistas, que advertem que o fenômeno pode estar repercutindo na incapacidade de outros países com menos recursos conseguirem doses suficientes no curto prazo, o que pode aumentar o risco de mutações do coronavírus.

O mandatário disse nesta quarta-feira que o governo americano doará US$ 4 bilhões (cerca de R$ 22,7 bilhões) à aliança Covax para o desenvolvimento e a distribuição equitativa de vacinas até 2022, e que compartilhará com outros países os excedentes que possa ter ao vacinar toda a população americana.

“Isto (a pandemia) não é algo que possa ser parado com uma vala ou um muro, por mais alto que seja. Não estaremos seguros até que o mundo esteja seguro. Vamos garantir inicialmente o cuidado dos americanos, depois vamos tentar ajudar o resto do mundo”, declarou.

A nova encomenda da Casa Branca à Johnson & Johnson visa assegurar um fornecimento mais do que suficiente para o caso de Pfizer e Moderna, as outras fabricantes cujas vacinas já foram aprovadas no país, se depararem com problemas de fabricação.

A porta-voz da Casa Branca Jen Psaki disse durante à imprensa que também é possível que os excedentes de vacinas possam ser utilizados para vacinar menores de idade nos Estados Unidos, uma vez provada a eficácia nessa faixa etária.

O governo Biden também quer reservar unidades caso sejam necessárias para “aumentar a imunidade” daqueles que já foram vacinados, caso seja verificado que a resposta imunológica gerada pelos imunizantes de Pfizer, Moderna e Johnson & Johnson diminui com o tempo, acrescentou Psaki.

Os Estados Unidos são o país mais afetado pela pandemia no mundo em termos absolutos, com mais de 29 milhões de casos de covid-19 e 528 mil mortes por complicações da doença.

Fonte: CNN
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BIDEN VAI OFERECER UMA PERMISSÃO MIGRATÓRIA, CONHECIDA COMO STATUS DE PROTEÇÃO TEMPORÁRIA A 320 MIL VENEZUELANOS QUE JÁ ESTÃO NOS EUA

Biden vai oferecer proteção migratória a 320 mil venezuelanos

Programa vai oferecer aos refugiados e imigrantes que estão nos EUA a chance de residir e trabalhar legalmente

INTERNACIONAL

Da EFE

Biden deve anunciar programa para venezuelanos nesta terça (9)

KEVIN DIETSCH / POOL VIA EFE – EPA – 8.3.2021

O presidente norte-americano, Joe Biden, planeja conceder a cerca de 320 mil venezuelanos que já estão nos Estados Unidos uma permissão migratória conhecida como Status de Proteção Temporária (TPS), com a qual poderão trabalhar e residir legalmente no país.

Dois integrantes da cúpula do governo anteciparam a medida de Biden, que valerá por 18 meses e pode ser prorrogada. Apenas venezuelanos que já estão nos EUA a partir desta segunda-feira, 8 de março de 2021, poderão se candidatar.

A medida entrará oficialmente em vigor na terça-feira, quando for publicada no Federal Register, o diário oficial do governo no qual as leis, regulamentos e avisos públicos são divulgados. A partir de então, os venezuelanos terão 180 dias para aderir ao programa.

Como vai funcionar

Para ter acesso ao benefício, é necessário provar que não tem registro criminal e pagar taxas no total de US$ 545 ao Serviço de Cidadania e Imigração dos EUA (USCIS, na sigla em inglês), que processará os pedidos.

O TPS é um programa de imigração criado em 1990 com o qual os EUA concedem autorizações extraordinárias a imigrantes de nações afetadas por guerra, desastres naturais, epidemias ou outras condições que tornam insegura a volta aos países de origem.

Neste caso, Biden decidiu conceder TPS aos venezuelanos porque acredita que eles não podem retornar ao país natal em segurança devido às “condições extraordinárias” que a Venezuela atravessa atualmente, disseram os dois funcionários, que falaram com os repórteres sob condição de anonimato.

“A designação se deve às condições extraordinárias e temporárias na Venezuela, que impedem os cidadãos que aqui se encontram de retornar em segurança. Existe uma situação humanitária complexa com fome generalizada, desnutrição e a presença crescente de grupos armados não estatais e infraestruturas em ruínas”, disse uma das fontes, segundo a qual o governo estima que cerca de 320 mil venezuelanos podem se beneficiar do TPS.

Antes de deixar o cargo, o ex-presidente Donald Trump suspendeu a deportação de imigrantes irregulares venezuelanos por um período de 18 meses e também concedeu a eles autorizações temporárias de trabalho.

Trump tomou esta medida com base em uma licença chamada Partida Forçada Adiada (DED) e que os presidentes dos EUA têm utilizado ao longo da história por razões de política externa, por exemplo, para exercer pressão sobre um determinado país.

O TPS carece, em princípio, de tais conotações políticas. O DED permanecerá em vigor, e os venezuelanos podem solicitar qualquer uma das autorizações, de acordo com os funcionários

Fonte: R7

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A INDICADA POR BIDEN PARA ASSUMIR O ESCRITÓRIO DE ADMINISTRAÇÃO E ORÇAMENTO RENUNCIOU DEVIDO A FALTA DE APOIO NO SENADO

Por falta de apoio, indicada de Biden desiste de ministério nos EUA

Neera Tanden foi indicada por Biden para assumir Escritório de Administração e Orçamento e estava esperando confirmação

INTERNACIONAL

 Da EFE

Neera Tanden desiste de cargo ministerial por falta de apoio do Senado

ANDREW HARNIK/POOL VIA REUTERS – 10.2.2021

A indicada pelo presidente dos Estados Unidos, Joe Biden, para assumir o Escritório de Administração e Orçamento, Neera Tanden, renunciou nesta terça-feira (3) ao processo de confirmação devido à falta de apoio no Senado, no que representa o primeiro revés do chefe de Estado no Congresso na formação de seu gabinete.

Em um comunicado divulgado pela Casa Branca, Biden declarou que aceitou o pedido de Tanden para reverter sua nomeação após pelo menos um dos 50 senadores democratas, Joe Manchin, ter anunciado dias atrás que votaria contra ela.

“Tenho o maior respeito por seu histórico de realizações, sua experiência e seus conselhos”, afirmou o presidente na nota oficial, na qual ressaltou que espera que Tanden trabalhe em seu governo de alguma outra maneira.

O comunicado da Casa Branca incluiu uma carta da indicada, na qual agradeceu ao presidente e sua equipe o esforço para conseguir sua ratificação pelo Senado. “Agora parece claro que não há nenhum caminho a ser percorrido para se conseguir a confirmação”, reconheceu.

“Não quero seguir em frente minha indicação para me tornar uma distração de suas outras prioridades”, disse Tanden, ex-conselheira de Hillary Clinton que traz em seu currículo dezenas de tweets agressivos contra senadores republicanos e também alguns democratas, como Bernie Sanders, que tiveram que votar em sua confirmação.

Com a oposição de Manchin e não tendo certeza do apoio de outros senadores democratas como o próprio Sanders, a Casa Branca havia lançado nos últimos dias uma tentativa para cortejar os republicanos mais moderados, mas não conquistou apoio.

Ainda não houve anúncio oficial para a substituição de Tanden, mas a favorita é Shalala Young, que originalmente seria a vice-diretora do Escritório de Administração e Orçamento.

Young teve nesta terça uma audiência no Senado para o cargo de vice-diretora, e os legisladores republicanos deixaram clara sua disposição de apoiá-la como nova indicada.

Outros dois dos indicados de Biden que terão que navegar por um complexo processo do Senado são os da Secretaria da Saúde, Xavier Becerra, e da Secretaria do Interior, Deb Haaland.

Fonte: R7
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O CAPITÓLIO SEDE DO CONGRESSO PODERÁ SER ALVO DE UM NOVO ATENTADO EM DISCURSO DE BIDEN

Polícia alerta para possível ataque ao Capitólio em discurso de Biden

Sessão conjunta da Câmara e do Senado, que ainda não foi marcada, poderia ser alvo de extremistas mais uma vez

INTERNACIONAL

DA EFE 

O Capitólio, sede do Congresso, poderia ser alvo de um novo atentado

SHAWN THEW / EFE – EPA – 8.2.2021

A chefe da Polícia do Capitólio dos Estados Unidos, Yogananda Pittman, alertou nesta quinta-feira (25) sobre um possível plano de extremistas para atacar o edifício do Congresso quando o presidente Joe Biden pronunciar seu primeiro discurso diante das duas câmaras legislativas, ainda sem data definida.

“Sabemos que membros de milícias que estiveram presentes no dia 6 de janeiro manifestaram seus desejos de atacar o Capitólio e matar o máximo de membros (do Congresso) possível, com uma ligação com o discurso sobre o Estado da União, sobre o qual sabemos que ainda não há uma data definida”, disse Pittman.

No dia 6 de janeiro, centenas de apoiadores do ex-presidente Donald Trump invadiram o Capitólio enquanto as duas câmaras realizavam uma sessão conjunta para certificar a vitória eleitoral de Biden, que ainda não havia sido reconhecida pelo ex-mandatário. Cinco pessoas morreram durante o ataque.

Esquema de segurança

Com base nas informações da polícia, Pittman considera “prudente” que as forças de segurança do Capitólio mantenham as medidas de segurança.

Após o ataque à sede do Congresso, as autoridades instalaram várias barreiras ao redor do edifício e mobilizaram a Guarda Nacional, uma corporação militar da reserva.

Pittman frisou que os extremistas que invadiram o Capitólio não estavam apenas interessados em atacar legisladores e agentes de segurança, mas também “queriam enviar uma mensagem simbólica à nação sobre quem estava a cargo do processo legislativo”, advertiu.

De acordo com a imprensa americana, a expectativa é que Biden faça o seu discurso, semelhante ao do Estado da União (como ainda não completou um ano no poder, focaria em explicar os planos e realizações nas primeiras semanas de governo), em sessão conjunta do Congresso, depois da aprovação de um terceiro pacote de estímulo econômico em meio à pandemia.

Pittman, que substituiu o antigo chefe da Polícia do Capitólio, Steven Sund, após a demissão depois do ataque, disse que os serviços secretos reunidos antes do ataque mostraram que não havia “nenhuma ameaça crível”.

“Foi insinuado que o departamento não sabia ou ignorava informações cruciais que indicavam que ocorreria um ataque da magnitude que vivemos em 6 de janeiro”, afirmou, acrescentou que tal informação nunca existiu.

“Embora soubéssememos da probabilidade de violência por parte de extremistas, nenhuma ameaça crível indicava que dezenas de milhares atacariam o Capitólio dos EUA, nem as informações recebidas pelo FBI ou qualquer outro parceiro de segurança indicavam tal ameaça”, argumentou.

Fonte: R7
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OPINIÃO: A HIPOCRISIA AVANÇA A PASSOS LARGOS E NIGUÉM ESTÁ FAZENDO NADA

Caro(a) leitor(a),

A manchete a seguir já diz tudo sobre o comportamento da esquerda que vem assolando não só o nosso país, mas boa parte dos países onde a democracia imperava soberana há muito tempo, como é o caso dos Estados Unidos. A hipocrisia é patente e explícita. E o pior é que eles agem assim com a cara e a coragem e estão ganhando terreno. A direita e os liberais  precisam aprendera lutar e combater esses sangue-sugas  que estão tentando destruir todas as conquistas da democracia. Não podemos ficar inertes, de braços cruzados. Temo de fazer a nossa parte. Eu já estou fazendo a minha e você?

Bispos respondem à hipocrisia de Biden: ‘Pare de financiar abortos ou pare de alegar ser católico’

Publicado em 01.02.2021

 

O bispo da cidade texana de Tyler, Joseph Strickland, enviou uma mensagem a Joe Biden, instando-o a parar de usar fundos federais para promover e financiar o aborto em todo o mundo. “Você alega ser católico, mas obviamente está ignorando os ensinamentos princípios básicos da fé católica. Por favor, tome a decisão de seguir o ensino católico ou pare de alegar ser católico”, disse ele no Twitter.

“Presidente Biden, por favor, pare de gastar nossos dólares de impostos para financiar abortos em todo o mundo. Você afirma ser católico, mas obviamente está ignorando os ensinamentos básicos da fé católica. Por favor, tome a decisão de seguir o ensino católico ou parar de alegar ser católico”, escreveu o Bispo J. Strickland, em 30 de janeiro.

 

Não foi a primeira que autoridades católicas se expressaram a respeito da hipocrisia da “fé” de Biden.

Na semana passada, o arcebispo americano Joseph F. Naumann, presidente do Comitê de Atividades Pró-Vida da Conferência dos Bispos dos EUA, e David J. Malloy, presidente do Comitê Internacional de Justiça e Paz, expressaram sua firme oposição à nova ordem executiva assinada por Biden que reverte o legado pró-vida de Donald Trump e permite o envio de fundos financiados pelos contribuintes para ONGs que promovem e fornecem abortos em outros países.

Ambos denunciaram que a decisão do Governo Biden, que anula a chamada “Política da Cidade do México“, que separa o aborto das atividades de planejamento familiar, impedindo entidades que oferecem aconselhamento ou promovem o aborto de receber financiamento público, viola a dignidade humana e é incompatível com o ensino católico.

A Política da Cidade do México foi criada pelo presidente Ronald Reagan para proteger os bebês em gestação do aborto. Todo presidente democrata reverteu a regra, usando dinheiro dos EUA para promover o aborto. E todo presidente republicano restabeleceu a política.

Nesse sentido, os bispos lamentaram que “um dos primeiros atos oficiais de Biden como presidente promova ativamente a destruição de vidas humanas nos países em desenvolvimento”. “Esta ordem é incompatível com o ensino católico”, disseram eles, enquanto conclamavam Biden a priorizar “os mais vulneráveis, incluindo os nascituros”.

Biden, que foi vice-presidente junto a Barack Obama em um mandato no qual organizações pró-aborto como a Planned Parenthood recebia 4.000 milhões de dólares em recursos federais, também eliminou a proibição de que recursos públicos sejam usados ​​para subsidiar clínicas de abortistas e encaminhar pacientes para o aborto.

Joseph F. Naumann também falou sobre a decisão de Joe Biden, chamando-a de “perturbadora e trágica” por negar aos nascituros seu direito humano mais básico, o direito à vida. Naumann lembrou que “desde o primeiro século, a Igreja afirma o mal moral de cada aborto provocado, um ensinamento que não mudou e permanece o mesmo”.

“A remoção das restrições do Estado pavimentou o caminho para a morte violenta de mais de 62 milhões de crianças não-nascidas e de inúmeras mulheres que experimentam a dor da perda, do abandono e da violência”, acrescentou.

Cristã e Correspondente Internacional na Europa.

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RAINHA ELIZABETH SE ENCONTRARÁ COM BIDEN E OUTROS LÍDERES ANTES DA REUNIÃO DO G7

Rainha Elizabeth receberá Biden antes da cúpula do G7 em junh0

Cúpula deste ano vai falar sobre recuperação da economia das principais potências globais durante a pandemia do coronavírus

 Reuters – Internacional

Rainha Elizabeth se encontrará com Biden e outros líderes antes de reunião do G7

BEN STANSALL/POOL VIA REUTERS – 15.10.2020

A Rainha Elizabeth receberá o novo presidente dos EUA, Joe Biden, e outros líderes mundiais no Palácio de Buckingham antes de uma cúpula do G7, que reúne grandes economias do mundo, em junho, informou o jornal Sunday Times.

Descrevendo-o como uma recepção de “soft power”, o Sunday Times disse que a rainha seria acompanhada pelo príncipe de Gales, a duquesa da Cornualha e o duque e a duquesa de Cambridge. O palácio se recusou a comentar a informação.

O Reino Unido anunciou planos para realizar a primeira cúpula presencial do G7 em quase dois anos, em junho, na Cornualha, sudoeste da Inglaterra. O primeiro-ministro Boris Johnson espera que a reunião forje um consenso de que a economia global deve se recuperar da pandemia covid-19 de maneira sustentável e pró-livre comércio.

Fonte: R7

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GOVERNO BIDEN DEVE MUDAR POLÍTICA EM RELAÇÃO A CUBA

Governo Biden vai revisar políticas de Trump em relação a Cuba

Segundo a Casa Branca, políticas como a que colocou a ilha no papel de nação patrocinadora do terrorismo devem ser revistas

INTERNACIONAL

por Reuters – Internacional

Governo Biden deve mudar políticas em relação a Cuba

KEVIN LAMARQUE / REUTERS – 28.1.2021

O governo do novo presidente dos Estados Unidos, Joe Biden, irá revisar a política do país em relação a Cuba, informou a Casa Branca nesta quinta-feira (28), após o ex-presidente Donald Trump retroceder o histórico alívio das tensões com Havana realizado na era Obama.

“Nossa política em relação a Cuba é governada por dois princípios. Primeiramente, o apoio à democracia e aos direitos humanos –isso estará no cerne das nossas iniciativas. Em segundo lugar estão os americanos, especialmente os cubano-americanos, os melhores embaixadores pela liberdade em Cuba. Então iremos revisar as políticas do governo Trump”, afirmou a secretária de imprensa da Casa Branca, Jen Psaki, em um briefing a jornalistas.Trump agiu de maneira rigorosa com a ilha caribenha após tomar posse em 2017, aumentado restrições de viagens e de remessas e impondo sanções em embarques de petróleo venezuelano destinadas ao país.

A política era popular entre a grande população cubana-americana no sul da Flórida, o que ajudou Trump a vencer no Estado em novembro, apesar da vitória do democrata Biden, o ex-vice-presidente de Barack Obama, na disputa nacional.

Nove dias antes de Trump deixar o cargo, seu governo anunciou no dia 11 de janeiro que estava recolocando Cuba em uma lista norte-americana de Estados nacionais patrocinadores de atividades terroristas, uma medida que poderia complicar os esforços de Biden para retomar a melhora das relações com a ilha de governo socialista.

Fonte: R7

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RESUMO DA SEMANA: POSSE DE BIDEN, PAZUELLO X TRATAMENTO PRECOCE E FURA-FILAS DA VACINA

No RESUMO DA SEMANA deste domingo você vai ver os principais fatos da política nacional desta semana sob o comando de Vitor Brown, dentre eles: a posse de Biden, a polêmica da fala do ministro da saúde, Eduardo Pazuello, sobre tratamento precoce e os fura-filas da vacinação contra a Covid-19 em todo o país. Então não saia dai, se acomode na poltrona e se atualize!

Fonte:

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BIDEN LANÇOU UM PLANO PARA PROVER “ALÍVIO ECONÔMICO” ÀS FAMÍLIAS, COMUNIDADES E EMPRESAS

Biden lança plano de auxílio a famílias e empresas

Pandemia de covid-19 impactou a economia dos EUA que hoje têm mais de 10 milhões de pessoas sem emprego

INTERNACIONAL

 Do R7

Presidente dos Estados Unidos, Joe Biden

EFE/EPA/AL DRAGO

O presidente dos Estados Unidos, Joe Biden, lançou nesta sexta-feira (22) um plano para prover “alívio econômico emergencial e equitativo” para as famílias, comunidades e empresas afetadas pela pandemia de covid-19.

As instruções fazem parte de um conjunto de medidas orçadas em aproximadamente US$ 1,9 trilhão que Biden enviará ao Congresso, onde os democratas têm maioria em ambas as câmaras.

“A pandemia mergulhou os EUA em uma crise econômica. Mais de 10 milhões de pessoas estão sem emprego, 14 milhões de inquilinos estão com pagamentos atrasados, 29 milhões de adultos e ao menos 8 milhões de crianças sofrem com insegurança alimentar”, argumenta o texto do plano divulgado pela Casa Branca.

Fonte: R7
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A CHINA FELICITOU BIDEN PELA SUA POSSE E MANIFESTOU ESPERANÇA QUE SEU GOVERNO AJUDE OS DOIS PAÍSES A RETORNAR AO “RESPEITO MÚTUO E À COOPERAÇÃO”

China parabeniza Biden e pede ‘respeito mútuo’ entre os países

Relação entre os dois países foi afetada pela guerra comercial lançada por Donald Trump em 2018

INTERNACIONAL

 Da EFE

Presidente da China, Xi Jinping

JASON LEE / REUTERS – 19.12.2019

A China felicitou, nesta quinta-feira (21), Joe Biden por sua posse como o novo presidente dos Estados Unidos e manifestou a esperança de que seu governo seja “bem-sucedido” e ajude os dois países a retornar “ao respeito mútuo e à cooperação”.

“O governo do ex-presidente Trump – e, principalmente, de seu secretário de Estado, Mike Pompeo – quebrou muitas pontes que devem ser reconstruídas. Danificou estradas que devem ser reparadas. Os dois governos devem ter a coragem de ouvir um ao outro e respeitarem uns aos outros”, disse a porta-voz do Ministério das Relações Exteriores chinês, Hua Chunying.

Ela acrescentou que “se ambos estivermos dispostos a consertar, o faremos.”

Fonte: R7

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UM INÉDITO ESQUEMA DE SEGURANÇA FARÁ PARTE DA POSSE DE BIDEN NESTA QUARTA FEIRA

Posse de Biden terá esquema de segurança inédito nesta 4ª

Ao invés de multidões e desfile em carro aberto, milhares de membros da Guarda Nacional patrulham uma Washington isolada

Do R7

Operários montam cerca perto do Capitólio, em Washington (EUA)

Por conta da pandemia do novo coronavírus, a posse do presidente eleito Joe Biden, na próxima quarta-feira (20) já seria um evento diferente de outras posses ao longo da história dos EUA, sem as multidões de antigamente. No entanto, a invasão do Capitólio por apoiadores do presidente Donald Trump, no último dia 6, mudou tudo isso.

Um imenso esquema de segurança vai tentar garantir que cenas parecidas com as registradas na sede do Congresso não se repitam. Para isso, o Serviço Secreto dos EUA, que organiza a vigilância em grandes eventos no país desde 1998, reuniu dezenas de agências, desde a Guarda Nacional até os departamentos de polícia de Washington e cidades próximas, além das agências de inteligência do país.

 

Mais de 20 mil homens da Guarda Nacional farão a segurança nas ruas e prédios mais importantes de Washington, como o Capitólio, a Casa Branca e monumentos nacionais. O FBI intensificou o monitoramento para localizar possíveis ameaças, além de tentar deter os líderes e participantes da invasão ao Capitólio.

Em várias cidades, pessoas que postaram ameaças em redes sociais contra Biden e outros membros do Partido Democratas já foram detidas. Mesmo com tudo isso, o presidente eleito já afirmou que fará o juramento para o cargo ao ar livre, diante do Capitólio, como vem sendo feito há séculos.

Tradições descartadas

O tradicional desfile em carro aberto pelas ruas da capital foi descartado por questões de segurança. As plateias, que antigamente preenchiam o percurso para saudar o novo presidente, darão lugar a um especial que será transmitido pela TV e internet.

Biden, que durante mais de 30 anos pegou o trem todos os dias para ir da cidade onde mora, Wilmington, no Estado de Delaware, também precisou mudar seu meio de transporte para chegar à posse sem ficar exposto.

Fonte: R7
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QUARTA FEIRA BIDEN TOMARÁ POSSE COMO PRESIDENTE DE UM PAÍS MERGULHADO EM UMA CRISE ECONÔMICA E TAMBÉM O MAIS ATINGIDO PELA PANDEMIA

Biden planeja início de governo com medidas agressivas

Logo no primeiro dia, novo presidente pretende retornar ao Acordo de Paris e apresentar uma reforma imigratória, entre outros

INTERNACIONAL

 Do R7

Joe Biden tomará posse como presidente dos EUA na quarta-feira

KEVIN LAMARQUE / REUTERS – 16.1.2021

Na próxima quarta-feira (20), o democrata Joe Biden tomará posse oficialmente como presidente eleito dos EUA e, segundo a imprensa norte-americana, não vai perder tempo para se distanciar das políticas adotadas por seu antecessor, Donald Trump.

Biden vai assumir o comando de um país mergulhado em uma profunda crise econômica, além de o mais atingido no mundo pela pandemia do novo coronavírus. Com isso, de acordo com o New York Times, o novo presidente vai baixar de dezenas de decretos nos primeiros dez dias, para colocar a administração para andar sem depender do Congresso.

Apenas no primeiro dia de mandato, o democrata pretende assinar decretos que incluem o fim de um veto de entrada de cidadãos de países islâmicos, a volta ao Acordo Climático de Paris, ampliar limites das moratórias de despejos e débitos estudantis, tornar obrigatório o uso de máscaras em prédios federais e em viagens interestaduais, além de ordenar que agências busquem meios de reunir famílias de imigrantes separadas na fronteira.

Tudo isso está em um memorando que circulou entre os membros da futura administração, assinado por Ron Klain, o futuro chefe de gabinete da Casa Branca. Além de todos os decretos, o governo pretende aprovar rapidamente o pacote de estímulo econômico de US$ 1,9 trilhão (cerca de R$ 10 trilhões) anunciado por Biden na semana passada.

Reforma imigratória

Outra medida de impacto, mas que ainda não tem um caminho bem definido é uma proposta de reforma imigratória, que poderá ajudar até 11 milhões de imigrantes ilegais a terem a possibilidade de obter a cidadania. Sem falar na promessa de campanha de vacinar até 100 milhões de pessoas contra a covid-19 nos primeiros 100 dias de governo.

Segundo o Times, a legislação imigratória vai incluir os cerca de 450 mil jovens que fazem parte do programa DACA, criado no governo Barack Obama, que inclui pessoas que entraram nos EUA durante a infância e adolescência e cresceram como ilegais no país. Esse público foi um dos alvos preferidos de Trump durante seu governo, mas ele não conseguiu na Justiça encerrar as políticas do seu antecessor.

A projeto vai incluir uma ampliação de ajuda econômica a países da América Central, como Honduras, Guatemala e El Salvador, onde a violência e a falta de perspectivas levou milhares de pessoas a tentarem entrar nos EUA ilegalmente.

Fonte: R7
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US$ 1,9 TRILHÃO É O PLANO DE ESTÍMULO ECONÔMICO ANUNCIADO POR BIDEN

 

Biden anuncia plano de estímulo econômico de US$ 1,9 trilhão

Presidente eleito dos EUA tomará posse dia 20. Ele quer 100 milhões de doses de vacina contra covid-19 nos primeiros 100 dias

INTERNACIONAL

 Da EFE

Joe Biden anunciou plano de recuperação econômica dos EUA

OFFICE OF THE PRESIDENT ELECT / EPA / EFE

O presidente eleito dos Estados Unidos, Joe Biden, anunciou nesta quinta-feira (14) um pacote de estímulo econômico de US$ 1,9 trilhão a ser avaliado pelo Congresso e que inclui bilhões em recursos adicionais para vacinação e testes de covid-19. Ele tomará posse na próxima quarta-feira (20).

Apenas seis dias antes de tomar posse, o político democrata revelará o chamado “Plano de Resgate Americano”, com o qual espera reanimar o setor produtivo do país mais afetado pela pandemia do novo coronavírus, com 23,3 milhões de contágios e 387.103 mortes, de acordo com a Universidade Johns Hopkins.

A iniciativa, que deve ser endossada pelo Congresso, assim como os pacotes previamente aprovados, inclui uma rodada de pagamentos diretos de US$ 1.400 a pessoas físicas, um suplemento de seguro-desemprego de US$ 400 por semana até setembro, uma extensão das licenças remuneradas e aumentos no crédito tributário por filhos, de acordo com um resumo divulgado a jornalistas.

O pacote também inclui US$ 160 bilhões para o programa de vacinação do país, US$ 20 bilhões para distribuição de doses, e US$ 50 bilhões para testes.

Está previsto um investimento de US$ 170 bilhões em escolas e instituições de ensino superior, incluindo US$ 130 bilhões para garantir que as instituições educacionais possam reabrir com segurança, apesar da pandemia.

A proposta contempla um aumento do salário mínimo federal para US$ 15 por hora e estipula US$ 350 bilhões em fundos de emergência para os governos estaduais e municipais.

Em dezembro, o Congresso aprovou um pacote de estímulo econômico de US$ 900 bilhões que incluía o pagamento de US$ 300 por semana a cada desempregado e prorrogou até 31 de janeiro uma regra suspendendo despejos que deveriam expirar no final do ano passado.

Além disso, o pacote incluiu US$ 325 bilhões em ajuda a pequenas e médias empresas, US$ 45 bilhões para sistemas de transporte público, US$ 13 bilhões em assistência alimentar e US$ 82 bilhões para permitir que as escolas consertassem suas instalações e as tornassem aptas para o ensino em meio à pandemia.

Para as companhias aéreas, o plano destinou US$ 15 bilhões para pagar os salários dos trabalhadores.

Em março do ano passado, o Congresso americano aprovou outro pacote de ajuda, de US$ 2,2 trilhões, o maior da história do país.

Fonte: R7

 

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MAIS DE 20 MIL SOLDADOS REFORÇAM A SEGURANÇA PARA POSSE DE BIDEN

Com segurança reforçada, posse de Biden terá mais de 20 mil soldados

Até então, seriam deslocadas entre 10 e 15 mil pessoas para fazer a guarda durante cerimônia do próximo dia 20

INTERNACIONAL

 Da EFE

Até então, seriam deslocados cerca de 15 mil soldados à cerimônia

EFE/EPA/MICHAEL REYNOLDS

O chefe da Polícia de Washington, Robert Contee, anunciou nesta quarta-feira (13) que foi ampliado para mais de 20 mil o número de membros da Guarda Nacional mobilizados para os dias anteriores e o da cerimônia de posse do presidente eleito dos Estados Unidos, Joe Biden, que assumirá o poder no dia 20 de janeiro.

Até então, cerca de 10 mil a 15 mil soldados seriam mobilizados a partir deste fim de semana. Muitos chegaram na noite passada ao interior do Capitólio, que no dia 6 de janeiro foi invadido por uma turba violenta de apoiadores do presidente em fim de mandato, Donald Trump.

De acordo com o Pentágono, o número de soldados da Guarda Nacional destinados a reforçar a segurança em Washington se aproxima de 30 mil, além da Polícia do Capitólio, da Polícia de Parques Nacionais, da polícia local e do Serviço Secreto.

“Acredito que podemos esperar mais de 20 mil efetivos da Guarda Nacional que estarão no Distrito de Columbia”, informou o chefe da Polícia de Washington.

Segundo fontes do Departamento de Defesa consultadas pelo jornal “The Washington Post”, a determinação final sobre as forças que serão necessárias na capital durante a posse dependerá dos requerimentos do Serviço Secreto, encarregado da segurança presidencial.

Até o momento, neste fim de semana 10 mil soldados serão mobilizados em Washington, o dobro de toda a presença militar atual dos EUA no Afeganistão.

Fonte: R7

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RECOLOCAÇÃO DE CUBA, PELOS EUA, COMO PATROCINADOR DO TERRORISMO, PODE DIFICULTAR RELAÇÕES COM PAÍS APÓS POSSE DE BIDEN

EUA recolocam Cuba como país ‘patrocinador do terrorismo’

Iniciativa a poucos dias do fim do governo Trump pode dificultar uma retomada das relações após a posse de Joe Biden

INTERNACIONAL 

Da EFE

Pompeo acusou Cuba de 'patrocinar terrorismo'

MENAHEM KAHANA / POOL VIA EFE – EPA – ARQUIVO

O governo dos Estados Unidos, ainda sob a presidência Donald Trump, voltou a colocar Cuba em sua lista de patrocinadores do terrorismo, da qual o país havia sido retirado em 2015 durante o segundo mandato de Barack Obama durante o processo de “degelo” na relação bilateral.

Nove dias antes de Trump deixar a Casa Branca, o secretário de Estado, Mike Pompeo, anunciou uma decisão que pode complicar as chances de o presidente eleito, Joe Biden, retomar rapidamente a aproximação com Havana.

“Com esta ação, vamos mais uma vez responsabilizar o governo cubano e enviar uma mensagem clara: o regime dos Castro deve acabar com seu apoio ao terrorismo internacional e à subversão da justiça americana”, disse Pompeo em comunicado.

Fonte: R7
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TRUMP ANUNCIOU QUE NÃO VAI À POSSE DE BIDEN NO PRÓXIMO DIA 20

Trump será 1º presidente em 151 anos a não ir à posse do sucessor

Em quase dois séculos e meio de história, republicano será apenas o quarto presidente a deixar de fazer a transição de poder

INTERNACIONAL

  Do R7

Trump anunciou que não irá à posse de Biden, no próximo dia 20

Se cumprir o que prometeu na última sexta-feira (8) e não comparecer à posse do presidente eleito dos EUA, Joe Biden, marcada para o próximo dia 20, Donald Trump romperá uma tradição de 151 anos na democracia norte-americana. Ele será o primeiro presidente a não participar da transição de poder desde 1869 e apenas o quarto na história do país.

Trump levou quase dois meses para reconhecer a vitória de Biden e ainda sustenta, sem apresentar provas de fato, que perdeu a eleição presidencial de 2020 por conta de fraudes na votação. Depois de receber críticas e perder membros de seu gabinete por incentivar uma invasão de seus apoiadores ao Congresso, no momento em que o resultado eleitoral era certificado, o presidente abaixou o tom, mas avisou que não vai participar da cerimônia.

Fonte: R7

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BIDEN TERÁ MAIORIA NO SENADO APÓS VITÓRIA DOS DEMOCRATAS NA GEÓRGIA

Democratas vencem na Geórgia e Biden terá maioria no Senado

Raphael Warnock e Jon Ossoff venceram por uma pequena margem de votos a disputa pelas duas últimas cadeiras

INTERNACIONAL |

 Do R7

Democrata Joe Biden terá maioria no Senado e na Câmara nos primeiros anos de mandato

O estado da Geórgia realizou o segundo turno da eleição para o Senado, na terça-feira (5), e os dois candidatos democratas na disputa Raphael Warnock e Jon Ossoff venceram, respectivamente, com uma pequena margem, os republicanos Kelly Loeffler e David Perdue.

Com esse resultado, o Senado fica dividido em 50 cadeiras para cada partido. No entanto, a vice-presidente eleita, Kamala Harris, que é democrata, tem o papel de decidir o desempate e deve favorecer seu partido. Pela legislação norte-americana, Kamala assume também a presidência da Câmara Alta, o Senado dos EUA, a partir de 20 de janeiro.

Com as vitórias do partido, Joe Biden vai governar durante os dois primeiros anos de seu mandato com a maioria no Senado, que era controlado pelos republicanos desde 2015, quando Barack Obama ainda estava na Casa Branca. O democrata conta também com maioria na Câmara que é presidida pela deputada Nancy Pelosi.

Eleição histórica

Raphael Warnock, de 51 anos, é pastor na Igreja Batista Ebenezer, em Atlanta, que foi dirigida por Martin Luther King.

Com a vitória se tornou o primeiro senador negro na história da Geórgia e o primeiro democrata negro a ser eleito para o Senado no estados do sul.

“Esta noite, mostramos que com esperança, trabalho árduo e pessoas ao nosso lado, tudo é possível”, disse Warnock a seus apoiadores, em um discurso virtual transmitido por várias mídias. Sua adversária ainda não admitiu a derrota.

Derrota republicana

O atual presidente, Donald Trump, segue em sua batalha online para reverter o resultado das urnas. No Twitter, suas postagens fazem denúncias de que a eleição nos estado da Geórgia foi fraudada, mas não foram apresentadas provas.

No último domingo (3), o jornal Washington Post publicou trechos de uma ligação telefônica entre Trump e o secretário de Estado da Geórgia, Brad Raffensperger. No diálogo, o presidente tentou pressionar para que o resultado da eleição fosse alterado.

Trump também direcionou postagens ao vice-presidente, Mike Pence, com um pedido para que o Congresso não reconheça nesta quarta-feira (6) a eleição de Joe Biden.

“Os Estados querem corrigir seus votos, que agora sabem que foram baseados em irregularidades e fraudes, além de que o processo corrupto nunca recebeu aprovação legislativa. Tudo que Mike Pence precisa fazer é mandá-los de volta para os Estados Unidos, E NÓS GANHAMOS. Faça isso Mike, este é um momento de extrema coragem!”, publicou o presidente.

Derrota republicana

Um segundo turno em eleição norte-americana é uma ocorrência rara e ainda se junta ao fato de ambas as cadeiras estarem em disputa. A vaga do senador David Perdue é a que estaria em jogo normalmente seguindo o calendário eleitoral. Ele foi eleito em 2014 e cumpriu os seis anos regulamentares.

A cadeira ocupada por Kelly Loeffler está em uma eleição especial porque o senador Johnny Isakson, eleito em 2016, se aposentou em 2019 por motivos de saúde. O governador do Estado, Brian Kemp, apontou Loeffler para ocupar o cargo ao longo de 2020 até a votação de terça-feira.

Ao contrário de outros Estados, a Geórgia não teve apenas dois candidatos para cada vaga. Na votação de Perdue e Ossoff, havia um candidato independente na lista e na de Loeffler e Warnock, mais um republicano e um democrata. Como nenhum candidato teve mais de 50% dos votos, foi necessário realizar um segundo turno.

Fonte: R7
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ATÉ A POSSE DO PRESIDENTE DOS EUA, TODO CONTATO ENTRE OS DOIS PAÍSES SÓ SERÁ FEITO VIA EMBAIXADA, POR DECISÃO DO ITAMARATY

Itamaraty define que até a posse de Biden contato só será via embaixadas

Caio Junqueira

Por Caio Junqueira, CNN  

Atualizado 16 de dezembro de 2020 às 21:04

Fundação de pesquisa do Itamaraty vira think tank olavista durante a pandemia - Jornal O Globo

O Itamaraty decidiu que, até a posse do presidente dos Estados Unidos, Joe Biden, todo o contato entre os dois países só será feito por meio das embaixadas. Ou seja, não haverá até o dia 20 de janeiro nenhum contato direto entre o Palácio do Planalto e a Casa Branca.

Até lá, o contato será feito pelas representações dentro dos países. Em Brasília, via Itamaraty e a embaixada dos Estados Unidos, hoje ocupada por Todd Chapmann, que é próximo ao presidente Jair Bolsonaro (sem partido).

Em Washignton, pela embaixada do Brasil, chefiada por Nestor Foster, junto à equipe do presidente eleito Joe Biden.

Esta foi a forma que a diplomacia brasileira encontrou para tentar se aproximar de Biden depois de o presidente Jair Bolsonaro ter sido o último mandatário de países democráticos a reconhecer sua vitória.

Ainda assim, a aposta é a de que o Brasil começará de uma posição de força e não de uma de fraqueza no relacionamento com Biden, principalmente porque há interesses permanentes entre os dois países quanto a situação geopolítica, que criam convergências inescapáveis para os dois países, independentemente de questões políticas mais pontuais. Parte da diplomacia, contudo, acredita que será uma tarefa árdua a reconstrução.

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NESTA SEGUNDA FEIRA VITÓRIA DE BIDEN DEVERÁ SER RATIFICADA PELO COLÉGIO ELEITORAL

 

Colégio Eleitoral deve ratificar vitória de Joe Biden nesta 2ª

Delegados dos 50 Estados vão depositar seus votos e encerrar mais uma etapa da complicada eleição presidencial norte-americana

INTERNACIONAL

Fábio Fleury, do R7

Colégio Eleitoral deve confirmar vitória vitória de Biden na fase indireta da eleição

Mike Segar / Reuters – 11.12.2020

Em mais uma etapa do complicado processo eleitoral dos EUA, os delegados do Colégio Eleitoral se reunirão em seus Estados de origem nesta segunda-feira (14) para ratificar os resultados da eleição presidencial do último dia 3 de novembro. O democrata Joe Biden deve obter a maioria dos votos e vencer o atual presidente, Donald Trump.

Os envelopes, no entanto, serão lacrados e enviados para o Congresso, em Washington. Lá, logo após tomar posse, no dia 6 de janeiro, os parlamentares da Câmara dos Representantes vão abrir e contar os votos, encerrando definitivamente a eleição. A posse está marcada para 20 do mesmo mês.

Na última sexta-feira, a Suprema Corte dos EUA rejeitou um último recurso, pedido pelo procurador-geral do Texas, Ken Paxton, e apoiado por outros Estados governados por republicanos, por congressistas do partido e pelo próprio Trump. Com isso, a votação do Colégio Eleitoral deve prosseguir normalmente.

Última cartada

Para o professor de Relações Internacionais do IBMEC-RJ, Leonardo Paz, a última cartada dos republicanos para buscar, no tapetão, a reeleição de Trump, demonstra a cada vez mais profunda divisão na política norte-americana.

“Acho que isso marca uma polarização ainda mais forte. É uma irresponsabilidade porque fica minando a fé das pessoas no processo eleitoral, mas ao mesmo tempo mantém o Trump relevante, ele teve uma votação muito expressiva”, afirma Paz, que vê na manutenção das instituições a principal consequência dessa decisão.

“(O processo) não teria chance de vingar, mas ele tentou por todos os caminhos possíveis. O importante foi o posicionamento da Suprema Corte, foi a segunda ação que chegou lá e foi rapidamente negado, inclusive pelos três juízes indicados por Trump”, analisa.

Segundo o professor, a votação do Colégio Eleitoral deve transcorrer normalmente, inclusive por conta de uma outra decisão da Suprema Corte, que obriga os delegados dos Estados a votar no candidato que venceu a votação popular. Em outras eleições, já houve delegados que mudaram votos, mas em uma escala que não afetou o resultado geral.

Preocupações republicanas

Outra decisão importante e que pode definir os rumos dos dois primeiros anos do mandato de Biden acontece no dia 5 de janeiro: a eleição especial das duas vagas do Estado da Geórgia no Senado.

“Se os democratas vencerem, ficam com uma rara maioria tríplice, com a presidência, a Câmara e o Senado. Isso ajudaria demais o partido e o presidente, que pode aprovar vários projetos com facilidade”, explica Paz.

Projetos como a inclusão de representantes de Washington (DC) e Porto Rico no Congresso poderiam sair do papel. “Isso que tira o sono dos republicanos, porque seriam mais dois Estados em que os democratas vão bem e que podem desequilibrar o Colégio Eleitoral por vários anos”, ressalta o professor.

Desde a década de 1990, o único candidato republicano a vencer no voto popular foi George W. Bush, em 2004. O próprio Bush, em 2000, e Trump, em 2016, perderam na contagem geral da eleição, mas conquistaram a presidência graças ao Colégio Eleitoral. Todas as outras eleições foram vencidas pelos democratas.

 

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A APRTIR DE JANEIRO BIDEN REITERA O RETORNO DOS EUA AO ACORDO DE PARIS

 

Biden reitera retorno dos EUA ao Acordo de Paris a partir janeiro

Presidente eleito afirmou que convocará uma cúpula mundial sobre o tema em seus “primeiros 100 dias” na Casa Branca

INTERNACIONAL

Da EFE

 

Biden deve tomar posse no dia 20 de janeiro

Mike Segar / Reuters – 11.12.2020

O democrata Joe Biden, virtual presidente eleito dos Estados Unidos, garantiu neste sábado (12) que o país voltará ao Acordo do Clima de Paris “no primeiro dia” de seu governo, e que convocará uma cúpula mundial sobre o tema em seus “primeiros 100 dias” na Casa Branca.

“Os Estados Unidos voltarão ao Acordo de Paris no primeiro dia de minha presidência e começarei imediatamente a trabalhar com meus colegas em todo o mundo para fazer tudo o que puder, incluindo convocar os líderes das maiores economias para uma cúpula do clima em meus primeiros 100 dias no cargo”, disse Biden, em um comunicado.

A cerimônia de posse do novo presidente americano está agendada para o próximo dia 20 de janeiro.

Trump volta a criticar Acordo de Paris em reunião do G20

O anúncio de Biden coincide com a comemoração do quinto aniversário do Acordo de Paris, onde foi estabelecido que o aumento da temperatura média global no final do século deve ser inferior a 2 graus Celsius em relação aos níveis pré-industriais, e recomenda um máximo de 1,5 graus.

Biden acrescentou que seu governo aumentará “a ambição de metas domésticas” em matéria de clima e colocará “o país em um caminho sustentável para atingir emissões líquidas zero até 2050”.

Os EUA, um dos principais promotores do pacto durante a presidência de Barack Obama, não participam desde que o presidente Donald Trump, muito crítico do acordo, certificou a sua saída este ano.

Fonte: R7

 

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BIDEN FORMA UM TIME ECONÔMICO COM MULHERES NO GOVERNO

 

Nova equipe econômica do governo dos EUA terá 4 mulheres

Presidente eleito vai divulgar nome dos membros da nova equipe nesta terça-feira (1º), mas confirmou que Janet Yellen será secretária do Tesouro

INTERNACIONAL

Da AFP

Biden forma time econômico com mulheres

Joshua Roberts/Reuters – 25.11.2020

O presidente eleito dos Estados Unidos, Joe Biden, selecionou Janet Yellen, ex-presidente do Federal Reserve (Fed, banco central americano), para comandar o Tesouro e anunciou uma equipe econômica com a qual busca romper as barreiras raciais e de gênero e superar a crise decorrente da pandemia.

Depois de fazer história ao escolher Kamala Harris, a primeira mulher e primeira pessoa de ascendência afro-americana e sul-asiática a ganhar a vice-presidência, Biden nomeou quatro mulheres de diferentes origens para cargos importantes em sua equipe econômica, assim como o primeiro subsecretário negro do Tesouro.

Nesta terça-feira (1º), Biden e Harris devem apresentar publicamente os selecionados.

“Esta é a equipe que nos ajudará a reconstruir nossa economia melhor do que nunca”, disse Biden em um comunicado divulgado na segunda-feira.

A posse do democrata está prevista para 20 de janeiro.

Os Estados Unidos, país do mundo com mais mortes por covid-19, enfrentam um desemprego de 6,9%, o dobro do que era antes da pandemia. O crescimento registrado no terceiro trimestre segue abaixo de 2,9%, na comparação com o mesmo período de 2019.

O Senado deve aprovar a nomeação de Yellen, mesmo que os republicanos mantenham a maioria na Câmara alta após as duas eleições parciais que serão realizadas em janeiro no estado da Geórgia.

O presidente do Comitê de Finanças do Senado, o republicano Chuck Grassley, disse à imprensa que Yellen deve receber “uma opinião favorável”.

Se o prognóstico for concretizado, Yellen se tornará, aos 74 anos, a primeira mulher a chefiar o Tesouro americano – equivalente ao Ministério da Economia -, depois de ser a primeira mulher a presidir o poderoso Fed, entre 2014 e 2018.

“Estamos enfrentando grandes desafios como país no momento”, disse Yellen no Twitter após ter sua nomeação revelada.

Uma prioridade absoluta para ela será obter a aprovação no Congresso de um novo plano de ajuda para os mais atingidos pela pandemia, quando expirar o enorme pacote de estímulo econômico aprovado em março.

A tarefa não será fácil, pois ainda não se sabe se os democratas manterão o controle do Senado em janeiro, ao contrário do que aconteceu quando Barack Obama assumiu o cargo em 2009 em meio à crise financeira.

“Para que possamos nos recuperar, devemos restaurar o sonho americano, uma sociedade onde cada pessoa pode realizar seu potencial e sonhar ainda maior para seus filhos”, tuitou Yellen.

Também na segunda-feira, Biden anunciou a nomeação de Wally Adeyemo como subsecretário do Tesouro. Advogado nascido na Nigéria, ele é ex-vice-conselheiro de Segurança Nacional e atual presidente da Fundação Obama.

‘Com responsabilidade’

Além de Yellen, outras três mulheres foram indicadas para altos cargos econômicos.

Neera Tanden, presidente do “think tank” Center for American Progress, será nomeada para chefiar o Escritório de Administração e Orçamento da Casa Branca, tornando-se a primeira sul-asiática e americana a ser escolhida para o cargo.

Embora Biden tenha elogiado a trajetória de Tanden, ex-assessora de Hillary Clinton durante a campanha de 2016, a indicação, que não tem o apoio unânime dos democratas mais progressistas, pode ser bloqueada no Senado, em um momento em que os republicanos já se manifestam contrários.

A afro-americana Cecilia Rouse, reitora da Escola de Assuntos Públicos e Internacionais da Universidade de Princeton, foi nomeada para presidir o Conselho de Consultores Econômicos do Presidente (CEA).

Heather Boushey, descrita como uma “economista eminente” especialista em desigualdade e atualmente presidente do Washington Center for Equitable Growth, também assumirá um cargo no CEA, juntamente com Jared Bernstein, um amigo de Biden que foi seu conselheiro quando o presidente eleito era vice-presidente de Obama.

Vários cargos importantes na formulação de políticas econômicas, como o Representante Comercial dos Estados Unidos (USTR, na sigla em inglês) e o secretário de Comércio, ainda não foram anunciados.

Essas nomeações são aguardadas com ansiedade no exterior, já que o governo Donald Trump travou uma guerra comercial com a China e abalou as relações comerciais com os principais aliados dos Estados Unidos.

Biden disse que sua equipe econômica representa a diversidade da América.

“É composta por funcionários públicos comprovados, respeitados e inovadores que ajudarão as comunidades mais afetadas pela covid-19 e abordarão as desigualdades estruturais em nossa economia”, garantiu Biden.

Na segunda-feira, os estados cruciais de Arizona e Wisconsin certificaram oficialmente a vitória de Biden na eleição presidencial, cimentando ainda mais sua vitória e a derrota de Trump, que buscava o segundo mandato e ainda não admitiu o triunfo do democrata.

 

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JANET YELLEN É ANUNCIADA POR BIDEN COMO PRÓXIMA SECRETÁRIADO TESOURO

 

Biden anuncia Janet Yellen como próxima secretária do Tesouro

Presidente eleito, que só assume cargo em janeiro de 2021, está montando equipe. Na última semana, ele anunciou nomes para política externa

INTERNACIONAL

Da EFE

Janet Yellen será nova secretária do Tesouro

Christopher Aluka Berry/Reuters – 4.1.2019

O democrata Joe Biden, virtual vencedor das eleições presidenciais dos Estados Unidos, anunciou nesta segunda-feira os membros de sua eventual equipe econômica na Casa Branca, entre eles Janet Yellen como secretária do Tesouro.

Como secretário adjunto do Departamento do Tesouro, Biden escolheu Wally Adeyemo. A equipe econômica ainda conta com Neera Tanden, como diretora do Escritório de Administração e Orçamento; Cecilia Rouse, como presidente do Conselho de Assessores Econômicos; e Jared Bernstein e Heather Boushey, como membros do Conselho de Assessores Econômicos.

Se confirmada pelo Senado, Yellen será a primeira mulher a dirigir o Departamento do Tesouro em seus 231 anos de história, e também a primeira pessoa a também ter exercido ao longo da carreira a presidência do Conselho de Assessores Econômicos e do Federal Reserve (Fed, banco central).

Como secretária do Tesouro, ela será responsável por liderar o trabalho do futuro governo na recuperação econômica da crise causada pela pandemia do novo coronavírus, que deixou milhões de pessoas desempregadas.

Como presidente do Fed entre 2014 e 2018, ela se destacou, entre outras fatores, por prestar mais atenção do que de costume à função de promover um mercado de trabalho forte, além de manter a inflação, o que rendeu críticas de republicanos que consideravam que ela estava passando dos limites.

Junto a Yellen no Tesouro estará Adeyemo, especialista em política macroeconômica e proteção ao consumidor com vasta experiência em segurança nacional.

Além de Yellen, Tanden também pode marcar época ao ser confirmada como diretora do Escritório de Administração e Orçamento, tornando-se a primeira mulher de origem indiana a liderar o departamento.

Até então presidente e diretora executiva do think thank Center for American Progress, Tanden foi escolhida por Biden para chefiar um escritório responsável pelos gastos e planos políticos do governo, desde a elaboração de propostas orçamentárias da Casa Branca até a redação de iniciativas de políticas nacionais e a aprovação dos testemunhos da maioria dos funcionários do governo perante o Congresso.

A seleção de Rouse também marca outra nomeação sem precedentes, e que também deve ser aprovada pelo Senado. Ela pode se tornar a primeira negra a dirigir o Conselho de Assessores Econômicos em seus 74 anos de história.

Rouse é economista e decana da Escola de Assuntos Públicos e Internacionais da Universidade de Princeton, e já foi membro do órgão que agora poderá comandar.

Bernstein e Boushey, escolhidos para o Conselho de Assessores Econômicos, foram, respectivamente, economista-chefe nos primeiros anos de mandato de Barack Obama, e cofundador do Washington Center for Equitable Growth.

 

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CONFIRMADA A LIDERANÇA DE BIDEN EM WISCONSIN APÓS CONTAGEM DE VOTOS

Wisconsin encerra recontagem e confirma liderança de Biden

Nos dois maiores condados do Estado, candidato democrata teve liderança de 20 mil votos sobre o atual presidente, Donald Trump

INTERNACIONAL

por Reuters

Recontagem em Wisconsin confirma vitória de Biden

ROBERTO SCHMIDT / AFP

A recontagem das cédulas da eleição presidencial nos dois maiores condados de Wisconsin terminou neste domingo (29), confirmando que o democrata Joe Biden derrotou o presidente Donald Trump no Estado crucial por mais de 20 mil votos.

O condado de Dane encerrou sua recontagem neste domingo, segundo o escrivão do condado, alguns dias depois de encerrada a recontagem do condado de Milwaukee. Cada recontagem terminou com poucas mudanças no resultado final dos mais de 800 mil votos depositados no Estado. No final, a vantagem de Biden sobre Trump em Wisconsin aumentou em 87 votos.

Fonte: R7

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DOIS MESES ANTES DE SUA CHEGADA À CASA BRANCA, BIDEN COMPLETA 78 ANOS DE IDADE

 

Biden completa 78 anos dois meses antes de sua chegada à Casa Branca

Político do Partido Democrata será o 46° dos EUA a partir do dia 20 de janeiro; de 2009 a 2017 ocupou a vice-presidência no governo Obama

INTERNACIONAL

Do R7, com AFP

Presidente eleito dos EUA, Joe Biden

O político democrata Joe Biden comemora seu 78º aniversário nesta sexta-feira (20), exatamente dois meses antes do dia em que assunmirá a Casa Branca, quando sucederá o presidente Donald Trump.

Quem é Joe Biden, novo presidente eleito dos EUA

Biden será o 46° presidente norte-americano. Durante o período de 2009 a 2017, foi vice-presidente de Barack Obama.

Quando tomar posse em 20 de janeiro de 2021, se torna é o presidente mais velho a ocupar o cargo na história dos Estados Unidos.

Sua equipe de campanha não anunciou nenhum evento específico para o aniversário.

Saiba o que muda para o Brasil com a eleição de Joe Biden

Em sua agenda para este dia, está uma reunião, em seu reduto de Wilmington, Delaware, com a presidente da Câmara de Representantes, Nancy Pelosi, e com o líder da minoria democrata no Senado, Chuck Schumer.

Fonte: R7

 

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RECONTAGEM DOS VOTOS CONFIRMOU VITÓRIA DE BIDEN NA GEÓRGIA

 

Recontagem não alterou a vitória de Biden, diz Secretário da Georgia

Brad Raffensperger disse que ‘não havia dúvida’ de que o estado certificaria a vitória de Biden na sexta-feira (20)

INTERNACIONAL

Do R7, com Reuters

 

Secretário de Estado da Geórgia, Brad Raffensperger disse que terminou recontagem

O secretário de Estado da Geórgia, Brad Raffensperger, disse na quinta-feira (19) que uma recontagem manual das cédulas nas urnas no estado havia confirmado Joe Biden como o vencedor da eleição de 3 de novembro na Geórgia.

Uma recontagem foi feita depois que resultados não oficiais mostraram Biden à frente do presidente Donald Trump por cerca de 14.000 votos.

Raffensperger disse que “não havia dúvida” de que o estado certificaria a vitória de Biden na sexta-feira (20).

“A auditoria ficou muito próxima do que tínhamos nas reportagens da noite das eleições”, disse Raffensperger à estação local WSB-TV. “É tão perto, não é um dedal cheio de diferenças.”

 

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ELEIÇÕES PARA SENADOR PODE DETERMINAR OS PRÓXIMOS QUATRO ANOS DA POLÍTICA NORTE-AMERICANA

 

Em meio à recusa de Trump para reconhecer a vitória de Joe Biden, duas vagas no Senado ainda estão abertas e serão decididas em 5 de janeiro

INTERNACIONAL

Fábio Fleury, do R7

 

Disputa por vagas da Geórgia no Senado ainda está em aberto

Duas semanas após a eleição presidencial dos EUA, o presidente Donald Trump ainda não reconheceu a derrota para o presidente eleito, Joe Biden. Com o processo de transição atrasado, o Partido Republicano tem decisões importantes a tomar, já que no dia 5 de janeiro haverá uma votação que pode determinar os próximos 4 anos da política norte-americana.

Nesse dia, acontecerá um segundo turno para decidir as duas vagas do Estado da Geórgia no Senado. O republicano David Perdue concorrerá contra o democrata Jon Ossoff na eleição regular e a republicana Kelly Loeffler disputará uma eleição especial contra o democrata Raphael Warnock.

Os dois representantes republicanos são os atuais ocupantes dos cargos, mas se os democratas conseguirem vencer, garantirão o controle do Senado para seu partido, que além do presidente eleito conseguiu manter sua maioria na Câmara dos Representantes.

No caso da eleição especial entre Loeffler e Warnock, os dois disputam para ocupar o cargo até concluir o mandato do senador Johnny Isakson em 2023. Ele abandonou o Senado no fim de 2019, por questões de saúde, e deixou o cargo desocupado.

A Geórgia ainda precisa realizar uma recontagem manual dos votos para a eleição presidencial, que teve uma vitória muito apertada de Biden, em um Estado onde os democratas não venciam desde que Bill Clinton foi eleito pela primeira vez, em 1992.

Disputa apertada pelo Senado

A apuração dos votos da eleição do último dia 3 mostrou um crescimento democrata no Senado. O partido tem no momento 48 das cadeiras, contra 50 dos republicanos. Caso Warnock e Ossoff vençam na Geórgia, garantem um empate entre os dois partidos.

“É dessa votação que sairá o resultado final da composição dessa casa. Se os democratas vencerem, garantem metade dos votos do Senado e quem desempata é a vice-presidente (Kamala Harris)”, explica Lucas Leite, professor de Relações Internacionais da FAAP-SP.

Com o controle das duas casas do Legislativo, Biden teria muito mais facilidade para implementar suas políticas. No mandato de Trump, o fato de os democratas terem dominado a Câmara fez com que as votações de projetos precisassem de mais negociação e resultou até mesmo no processo de impeachment, do qual ele foi absolvido no início deste ano pela maioria republicana do Senado.

“Os republicanos ainda têm força e poderão se tornar um grande obstáculo ao presidente eleito no Senado”, afirma Leite. Para ele, a vitória de Biden e a boa votação dos candidatos democratas ao Senado na Geórgia indicam uma “tendência” de que o Estado possa dar um bom resultado ao partido. “Mas as diferenças ainda são muito pequenas”, ressalta.

Para o professor, o reconhecimento da derrota por parte de Trump ainda deve ocorrer. “Imagino que sim, porque ele não tem apoio pra fazer outra coisa. Por isso tenta atrapalhar o processo e questiona-o tanto. Acho que Trump pode tentar estender ao máximo esse tempo antes de reconhecer”, analisa.

 

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TRUMP SE CONTRADIZ E REVELA DESESPERO AO RECONHECER VITÓRIA DE BIDEN E DEPOIS VOLTAR ATRÁS

 

Trump reconhece vitória de Biden, mas volta atrás

Minutos antes, presidente disse que concorrente havia vencido porque tinha ‘roubado’. Em tweet, ele afirma que ainda há um longo caminho pela frente

INTERNACIONAL

Do R7

Trump nega ter reconhecido vitória de Biden

Minutos depois de postar no Twitter que Joe Biden havia vencido as eleições presidenciais, o presidente Donald Trump voltou atrás e disse que “não reconheceu nada”.

“Ele só venceu pelos olhos da mídia das fake news. Eu não concedo NADA! Nós ainda temos um longo caminho a seguir. Essa foi uma eleição fraudada!”, disse o presidente pelo Twitter.

Desde o dia 7 de novembro, o candidato democrata Joe Biden é chamado pela imprensa de presidente eleito, depois de projeções apontarem que ele havia vencido no estado chave da Pensilvânia. Com o fim das apurações na última semana, Biden havia conquistado 290 delegados, enquanto Trump tinha 232. Para ser eleito, um candidato precisa de 270 delegados.

O presidente se recusa a reconhecer a derrota e dar início ao processo de transição de poder. Ele pediu a recontagem de votos na Geórgia, Michigan e Wisconsin, mas apenas a Geórgia afirmou que vai recontar as cédulas.

Trump e sua equipe seguem alegando que as eleições foram fraudadas, apesar de não haver indícios de fraude ou erros. As autoridades afirmaram no começo da semana que essas foram as eleições mais seguras da história dos Estados Unidos.

Fonte: R7

 

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BOAS NOTÍCIAS: BRASILEIRA VAI INTEGRAR EQUIPE DE BIDEN NO COMBATE À COVID-19

Aqui na coluna BOAS NOTÍCIAS desta terça-feira você vai conhecer quem é a história de uma brasileira que se destacou na luta contra a Covid-19 e agora foi chamada a fazer parte do conselho consultivo contra Covid do governo Biden nos Estados Unidos. Mais uma brasileira que se destaca internacionalmente!

Equipe de transição de Biden anuncia conselho consultivo contra Covid; brasileira está na lista

Por G1

 

Joe Biden e Kamala Harris no discurso em que a dupla comemorou a vitória nas eleições dos EUA — Foto: ANDREW HARNIK/REUTERS via BBCJoe Biden e Kamala Harris no discurso em que a dupla comemorou a vitória nas eleições dos EUA — Foto: ANDREW HARNIK/REUTERS via BBC

A equipe de transição do presidente eleito dos Estados UnidosJoe Biden, anunciou nesta segunda-feira (9) o conselho consultivo para o combate à Covid-19. Entre os membros anunciados está a brasileira Luciana Borio.

Borio é pesquisadora sênior de saúde global do Conselho de Relações Exteriores dos EUA, ex-diretora de preparação médica e de biodefesa do Conselho de Segurança Nacional do país e ex-cientista-chefe interina da FDA (sigla em inglês para Food and Drug Administration), órgão equivalente à Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) – veja mais abaixo.

equipe de especialistas em saúde pública vai aconselhar Biden, a vice-presidente, Kamala Harris, e a equipe de transição do governo para enfrentar a pandemia. O conselho consultivo será liderado pelos copresidentes David Kessler, Vivek Murthy e Marcella Nunez-Smith.

“Lidar com a pandemia do coronavírus é uma das batalhas mais importantes que nosso governo enfrentará, e serei guiado pela ciência e por especialistas“, afirmou Biden no comunicado.

Segundo o presidente eleito dos EUA, o conselho consultivo “ajudará a moldar a abordagem para gerenciar o aumento nas infecções relatadas; garantir que as vacinas sejam seguras, eficazes e distribuídas de forma eficiente, equitativa e gratuita; e proteger as populações em risco”.

Na campanha, Biden prometeu uma estratégia completamente diferente da adotada por Donald Trumpa começar por garantir que as decisões de saúde pública seriam amparadas na ciência e informadas por profissionais da áreaEssa era uma das principais promessas do democrata.

Pandemia nos EUA

Atual presidente americano e derrotado por Biden na disputa eleitoral, Donald Trump chegou a dizer em março que o coronavírus iria simplesmente “desaparecer”. No final de outubro, o chefe de gabinete de Trump afirmou “não vamos controlar a pandemia” e voltou a comparar o vírus com a da gripe.

São mais de 10 milhões de casos no país, e o número óbitos passa de 237 mil. Na sequência, vêm Índia (8,5 milhões e 126 mil, respectivamente) e Brasil (5,6 milhões e 162 mil).

Além dos copresidentes e da cientista brasileira, o conselho terá como membros Rick Bright, Ezekiel Emanuel, Atul Gawande, Celine Gounder, Julie Morita, Michael Osterholm, Loyce Pace, Robert Rodriguez e Eric Goosby.

Quem é Luciana Borio

Luciana Borio, em foto de setembro de 2014 — Foto: Alex Wong/Getty Images North America/Getty Images via AFP/ArquivoLuciana Borio, em foto de setembro de 2014 — Foto: Alex Wong/Getty Images North America/Getty Images via AFP/Arquivo

O comunicado da equipe de transição de Biden diz que Borio é especialista em biodefesa, doenças infecciosas emergentes, desenvolvimento de produtos médicos e emergências complexas de saúde pública.

A cientista brasileira é pesquisadora sênior de saúde global do Conselho de Relações Exteriores americano e já foi diretora de preparação médica e de biodefesa do Conselho de Segurança Nacional do país e cientista-chefe interina da FDA.

Borio também já foi diretora do escritório de contraterrorismo e de ameaças emergentes e comissária assistente para política de contraterrorismo do Conselho de Segurança Nacional, segundo o comunicado da equipe de transição de Biden.

Alerta de 2018

Borio vive desde o fim da década de 1980 nos EUA, segundo a BBC, e era assessora da Casa Branca em maio de 2018 quando alertou, durante um simpósio, que uma pandemia de gripe seria a principal ameaça à segurança sanitária do país.

“Estamos preparados para responder a uma pandemia? Receio que a resposta seja não”, afirmou Borio durante uma palestra para marcar os 100 anos da pandemia de gripe espanhola, de acordo com a BBC.

Naquele mês, Trump decidiu fechar o departamento que era chefiado por Borio e que seria responsável pela resposta a uma nova pandemia. Em março de 2020, o presidente americano afirmou que “ninguém sabia que haveria uma pandemia ou epidemia dessa proporção”.

Fonte: G1

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O QUE REPRESENTA PARA O MUNDO A VITÓRIA DE BIDEN?

 

O que a vitória de Biden significa para o resto do mundo

De Pequim a Berlim, repórteres da BBC analisam o impacto da mudança ideológica na Casa Branca para 12 países

INTERNACIONAL

por BBC NEWS BRASIL

A apuração de votos nos Estados Unidos foi observada de perto no exterior

Após dias de incerteza, o democrata Joe Biden venceu a eleição presidencial dos EUA, conforme apontam as projeções da BBC.

Durante os quatro anos de Donald Trump na presidência dos Estados Unidos, a relação do país com o mundo mudou profundamente.

Repórteres da BBC em diversas capitais, de Pequim a Berlim, explicam como as notícias da vitória de Biden estão sendo recebidas e o que isso pode significar para as relações com os EUA.

China

Vitória de Joe Biden oferece outro desafio para o sistema chinês, escreve John Sudworthem Pequim

Você pode pensar que Pequim ficaria feliz em ver Donald Trump ir embora. Em quatro anos, ele moveu uma guerra comercial contra a China, aplicou uma série de sanções ao país e tentou culpá-lo pela pandemia do coronavírus.

Mas alguns analistas apontam que as autoridades chinesas podem estar agora silenciosamente decepcionadas. Não porque tenham qualquer simpatia por Trump, mas porque uma segunda passagem dele pela Casa Branca era vista por alguns como uma oportunidade. Divisivo em casa, isolacionista no exterior, Trump parecia a Pequim a própria personificação do tão esperado e esperado declínio do poder dos EUA.

Essa era a mensagem transmitida pelos boletins de notícias televisivos controlados pelo Partido Comunista do país. Eles se concentraram não na eleição em si, mas nos protestos, no rancor e nas crescentes taxas de infecção pelo coronavírus nos Estados Unidos.

A China pode, é claro, tentar tirar vantagem da disposição de Joe Biden de buscar cooperação em grandes questões como a mudança climática. Mas o democrata também prometeu trabalhar para consertar as alianças dos Estados Unidos, o que pode ser muito mais eficaz em restringir as ambições de superpotência da China do que a abordagem autônoma de Trump.

A vitória de Biden oferece ainda outro desafio para um sistema chinês desprovido de controle democrático. Longe de ser um declínio dos valores americanos, a própria transição de poder é a prova de que esses valores perduram.

Índia

As raízes de Kamala Harris são uma fonte de orgulho na Índia, mas Narendra Modi pode obter uma recepção mais fria de Biden do que seu predecessor, escreve Rajini Vaidyanatha, em Delhi

A Índia tem sido um parceiro importante para os EUA – e, de maneira geral, isso não deve mudar sob a presidência de Biden.

A nação mais populosa do sul da Ásia continuará sendo um aliado fundamental na estratégia indo-pacífica da América para conter a ascensão da China e no combate ao terrorismo global.

Dito isso, a química pessoal entre Biden e o primeiro-ministro indiano, Narendra Modi, pode fluir um pouco pior. Trump evitou criticar as polêmicas políticas internas de Modi, que muitos dizem discriminar os muçulmanos do país.

Biden foi muito mais franco. O site de sua campanha pediu a restauração dos direitos de todos na Caxemira e criticou o Registro Nacional de Cidadãos e a Lei de Emenda da Cidadania, duas medidas que geraram protestos em massa.

A nova vice-presidente, Kamala Harris, ela própria filha de mãe indiana, também se manifestou contra algumas das políticas do governo nacionalista hindu. Mas suas raízes indianas provocaram comemorações em massa em grande parte do país. É um momento de imenso orgulho nacional o fato de que a filha de uma indiana que nasceu e foi criada na cidade de Chennai logo será a número dois na Casa Branca.

Coreias

A Coreia do Norte certa vez descreveu Biden como um “cachorro raivoso” – mas agora Kim Jong-un fará cálculos cuidadosos antes de tentar provocar o novo presidente dos EUA, escreve Laura Bicker, em Seul

É provável que o presidente Kim Jong-un preferisse mais quatro anos de Donald Trump.

A reunião sem precedentes dos líderes e as demais negociações geraram incríveis oportunidades de fotos para os livros de história, mas muito pouco material foi assinado. Nenhum dos lados conseguiu o que queria: a Coreia do Norte continuou a construir seu arsenal nuclear e os EUA seguiram aplicando sanções rígidas ao país asiático.

Joe Biden, por outro lado, exigiu que a Coreia do Norte mostre que está disposta a abandonar seu programa de armas nucleares antes de sinalizar qualquer reunião com Kim Jong-un. Muitos analistas acreditam que, a menos que a equipe de Biden inicie um diálogo com Pyongyang muito cedo, os dias de “fogo e fúria” podem retornar.

Kim pode querer chamar a atenção de Washington com um retorno aos testes de mísseis de longo alcance, mas não vai querer aumentar as tensões a ponto de o país já empobrecido ser atingido com ainda mais sanções.

A Coreia do Sul já alertou o Norte para não seguir um caminho de provocações.

Seul pode ter tido dificuldade para lidar com Donald Trump às vezes, mas, na ansiedade para pôr fim à guerra de 70 anos na península coreana, o presidente Moon elogiou Trump por ter tido a “coragem” de se encontrar com o líder da Coreia do Norte. A Coreia do Sul observará de perto qualquer sinal de que Biden está disposto a fazer o mesmo movimento.

Reino Unido

A “relação especial” entre EUA e Reino Unido pode sofrer um rebaixamento com Joe Biden no comando, escreve a correspondente Jessica Parker, em Londres

Eles não serão vistos como aliados naturais: Joe Biden, o democrata experiente, e Boris Johnson, o bombástico defensor do Brexit.

Ao analisar como o relacionamento futuro deles pode funcionar, vale a pena considerar o passado. Especificamente naquele ano de 2016, quando Donald Trump ganhou a Casa Branca e o Reino Unido votou pela saída da União Europeia. Tanto Joe Biden quanto seu chefe na época, Barack Obama, não esconderam que preferiam outro resultado em relação ao Brexit.

As recentes manobras do governo do Reino Unido em relação ao Brexit não foram bem aceitas pelos democratas e pelo lobby irlandês, incluindo o presidente eleito dos EUA. Biden disse que, se eleito, não permitiria que a paz na Irlanda do Norte se tornasse uma “vítima do Brexit”, afirmando que qualquer futuro acordo comercial EUA-Reino Unido dependeria do respeito ao Acordo de Belfast.

Lembra que Donald Trump certa vez chamou Boris Johnson de “Trump britânico”? Bem, Biden aparentemente concordou, uma vez que descreveu o primeiro-ministro do Reino Unido como o “clone físico e emocional” de Trump. Portanto, é possível que Joe Biden inicialmente esteja mais ansioso para falar com Bruxelas, Berlim ou Paris do que Londres. A “relação especial” pode enfrentar um rebaixamento.

No entanto, os dois líderes ainda podem encontrar algum terreno comum. Afinal, os países que lideram têm laços diplomáticos antigos e profundos, principalmente nas áreas de segurança e inteligência.

Rússia

Um governo mais previsível pode ser uma esperança para a Rússia na vitória de Biden, escreve Steven Rosenberg em Moscou

O Kremlin tem um senso de audição apurado. Isso quer dizer que Moscou ouviu em alto e bom som quando, recentemente, Joe Biden classificou a Rússia como “a maior ameaça” para a América.

O Kremlin também tem boa memória. Em 2011, o vice-presidente Biden teria afirmado que, se fosse Putin, não se candidataria novamente à presidência: seria ruim para o país e para si mesmo. O presidente Putin provavelmente não se esqueceu do comentário.

Biden e Putin não são uma combinação perfeita no paraíso geopolítico. Moscou teme que a presidência de Biden signifique mais pressão e mais sanções vindas de Washington. Com um democrata na Casa Branca, poderia ser hora de retribuir a suposta intervenção da Rússia nas eleições americanas de 2016?

Um jornal russo afirmou recentemente que, sob o governo de Trump, as relações EUA-Rússia haviam mergulhado “no fundo do mar”. Mas comparou Biden a uma “draga” que iria “cavar ainda mais fundo”. Não é de admirar que Moscou tenha esse sentimento de afundamento.

No entanto, para o Kremlin, pode haver um sinal de esperança. Comentaristas russos preveem que um governo Biden será, pelo menos, mais previsível do que a equipe de Trump. Isso pode tornar mais fácil chegar a um acordo sobre questões urgentes, como New Start, o crucial tratado de redução de armas nucleares entre os EUA e a Rússia que expira em fevereiro.

Moscou vai querer deixar a era Trump e tentar construir uma relação de trabalho com a nova Casa Branca. Não há garantia de sucesso.

Alemanha

Os alemães esperam voltar à normalidade com seu principal aliado assim que Donald Trump partir, escreve Damien McGuinness, em Berlim.

A Alemanha vai suspirar aliviada com o resultado das eleições americanas.

Apenas 10% dos alemães confiam no presidente Trump em relação à política externa, de acordo com o Pew Research Center. Ele é mais impopular na Alemanha do que em qualquer outro país pesquisado. Até mesmo a Rússia de Putin e a China de Xi Jinping têm mais simpatia pelo republicano que a Alemanha.

Além de ter uma relação ruim com a chanceler Angela Merkel – é difícil imaginar dois líderes com personalidades tão apostas -, o presidente Trump é acusado de minar o livre comércio e desmantelar as instituições multilaterais das quais a Alemanha depende economicamente.

Apesar disso, os EUA são o maior parceiro comercial da Alemanha e a relação transatlântica é crítica para a segurança europeia. Portanto, a presidência de Trump foi uma jornada difícil.

Os ministros alemães criticaram os pedidos do presidente nos últimos dias para que a contagem de votos parasse fosse suspensa e suas alegações infundadas de fraude eleitoral. A ministra da Defesa, Annegret Kramp-Karrenbauer, chamou a situação de “explosiva”.

Há uma consciência aqui de que as principais diferenças políticas entre Washington e Berlim não desaparecerão sob a presidência de Biden. Mas Berlim espera trabalhar com um presidente que valorize a cooperação multilateral.

Irã

Vitória de Biden pode trazer Teerã de volta à mesa de negociações, escreve o correspondente do Serviço Persa da BBC, Kasra Naji

Nas semanas anteriores à eleição dos EUA, o presidente Trump disse com bastante otimismo que, uma vez reeleito, o primeiro telefonema que receberia seria de líderes iranianos pedindo para negociar.

Aquele telefonema para o republicano, se ele tivesse vencido, nunca iria acontecer. Negociar com seu governo teria sido impossível para o Irã. Seria muito humilhante.

Sob o presidente Trump, as sanções dos EUA e uma política de pressão máxima deixaram o Irã cambaleando à beira do colapso econômico. Ele retirou os EUA do acordo nuclear. Pior ainda, ordenou o assassinato do general Qasem Soleimani, um amigo próximo do líder supremo aiatolá Ali Khamenei. Vingar-se pelo assassinato dele continua no topo de sua agenda linha dura.

A eleição de Joe Biden torna as negociações com o governo dos EUA muito mais fáceis para o Irã. O presidente eleito não tem a mesma bagagem. Ele disse que quer usar a diplomacia e voltar ao acordo nuclear com o Irã.

Mas a linha dura do Irã não chegará à mesa facilmente. Quando os americanos foram às urnas em 3 de novembro, o líder iraniano afirmou que a eleição “não teria efeito” nas políticas de Teerã. “O Irã seguiu uma política sensata e calculada que não pode ser afetada por mudanças de personalidade em Washington”, disse ele.

Milhões de iranianos pensaram de forma diferente enquanto assistiam silenciosamente ao desenrolar das eleições nos Estados Unidos em suas telas ilegais de TV via satélite, convencidos de que seu futuro dependia dos resultados e esperando que uma vitória de Biden resultasse no alívio das sanções.

Israel

Há expectativas de uma redefinição de grande parte da política de Donald Trump para o Oriente Médio, escreve Tom Bateman, em Jerusalém

O presidente Trump sobrecarregou os dois pólos do Oriente Médio. Ele procurou recompensar e consolidar os aliados regionais tradicionais dos americanos, enquanto isolava seus adversários em Teerã.

Joe Biden tentará reconectar a política dos EUA para o Oriente Médio de volta à forma como a deixou como vice-presidente de Barack Obama: aliviando a campanha de “pressão máxima” de Trump sobre o Irã e com o objetivo de voltar a aderir ao acordo nuclear de 2015 abandonado pelo Casa Branca há dois anos.

Essa perspectiva horroriza Israel e países do Golfo, como a Arábia Saudita e os Emirados Árabes Unidos. Um ministro israelense disse em resposta à provável vitória de Biden que a política terminaria com “um violento confronto israelense-iraniano, porque seremos forçados a agir”.

O resultado também muda drasticamente a abordagem dos EUA no conflito israelense-palestino. O plano de Trump foi visto como favorecendo fortemente Israel e dando-lhe a chance de anexar partes da Cisjordânia ocupada. Isso foi arquivado em favor de acordos históricos para estabelecer laços entre Israel e vários estados árabes.

Este esforço para a “normalização” regional provavelmente continuará sob Biden, mas ele pode tentar desacelerar as controversas vendas de armas dos EUA para o Golfo e provavelmente buscará mais concessões por parte dos israelenses. A anexação agora parece definitivamente fora de questão e Biden também fará objeções à construção de novos assentamentos israelenses.

Mas não haverá a “reviravolta completa” que um oficial palestino exigiu esta semana. A retórica retornará ao entendimento tradicional de uma “solução de dois Estados”, mas as chances de se fazer muito progresso no processo de paz israelense-palestino parecem pequenas.

Egito

Há grandes esperanças entre ativistas de que o governo Biden aumente a pressão sobre os direitos humanos no Egito, escreve Sally Nabil, no Cairo

O presidente do Egito, Abdul Fattah al-Sisi, apoiado pelos militares, tinha um relacionamento muito bom com Donald Trump. Teria sido melhor para ele manter um amigo na Casa Branca, mas agora terá que começar um novo capítulo com Joe Biden.

Os críticos do presidente Sisi acusaram o governo Trump de fechar os olhos a seus supostos abusos de direitos humanos. O Egito recebe US$ 1,3 bilhão em ajuda militar dos EUA por ano. Em 2017, uma pequena parcela dessa ajuda foi suspensa por questões envolvendo direitos humanos, mas foi liberada no ano seguinte.

A vitória de Joe Biden na Casa Branca é considerada uma boa notícia por muitos grupos de direitos humanos aqui. Os ativistas esperam que o novo governo dos EUA pressione o governo egípcio para que mude suas políticas opressivas em relação à oposição, com dezenas de milhares de presos políticos supostamente na prisão. As autoridades egípcias sempre negaram ter encarcerado esses grupos, desafiando a credibilidade de relatórios críticos de direitos humanos.

“As relações EUA-Egito sempre foram estratégicas, independentemente de quem se senta no Salão Oval”, disse Ahmed Sayyed Ahmed, um analista político.

“A parceria vai continuar, mas a retórica dos democratas sobre os direitos humanos pode não ser bem recebida por alguns egípcios, que veem isso como uma intromissão nos assuntos de seu país.”

Cuba

Após duras sanções, a vitória de Biden traz alívio, escreve o correspondente da BBC em Cuba, Will Grant

Uma presidência de Biden é exatamente o que a maioria dos cubanos esperava. Na verdade, a maioria das pessoas na ilha veria com bons olhos quase qualquer pessoa na Casa Branca além de Donald Trump. Suas sanções trouxeram dificuldades reais e os cubanos estão exaustos após quatro anos de hostilidade implacável.

Joe Biden, por outro lado, revive as memórias do recente ponto alto nas relações cubano-EUA sob o presidente Obama. Na verdade, o ex-vice-presidente teria contribuído para tornar possíveis os dois anos de distensão.

O governo comunista em Havana, sem dúvida, continuará a dizer que todos os presidentes dos EUA são essencialmente feitos do mesmo material. Mas entre as pessoas na fila de produtos básicos e lutando para pagar as contas, o sentimento predominante será de grande alívio.

A única desvantagem do ponto de vista dos cubanos? Biden agora está bem ciente de como o tratamento duro do presidente Trump em relação rendeu-lhe frutos entre os eleitores na disputada Flórida.

Eles temem que Biden possa estar muito menos inclinado a aliviar algumas das medidas de Trump do que estaria em outro momento.

Canadá

Justin Trudeau verá um aliado em seu novo vizinho, escreve Jessica Murphy, em Toronto

O primeiro-ministro canadense prometeu aprofundar os laços com os EUA independentemente de quem vencesse a eleição presidencial, mas é provável que o alívio tenha sido sentido em Ottawa quando ficou claro que o democrata Joe Biden havia conquistado a vitória.

A relação do Canadá com os Estados Unidos tem sido difícil sob o presidente Trump, embora tenha suas realizações, que incluem a renegociação bem-sucedida do Acordo de Livre Comércio da América do Norte, junto com o México.

Mas Justin Trudeau deixou claro que sentia uma afinidade política com o ex-presidente Barack Obama, que o endossou durante as recentes eleições federais canadenses. Esse sentimento de cordialidade se estende ao homem que atuou como vice-presidente de Obama, Joe Biden.

Em Biden, o Partido Liberal de Trudeau encontrará um aliado em questões como mudança climática e multilateralismo. Mas isso não significa que não haja possibilidades de atrito com seu governo. O presidente Trump autorizou a construção do oleoduto Keystone XL de Alberta para o Texas, um projeto visto como chave para o setor de energia em dificuldades do Canadá, mas o presidente eleito Biden se opõe ao projeto.

E o plano econômico “Buy American” de Joe Biden para reanimar a indústria dos EUA após a pandemia do coronavírus será uma preocupação, dada a profunda dependência do Canadá do comércio com os EUA.

Fonte: R7

 

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ESPECIALISTAS RECOMENDAM PRAGMATISMO AO GOVERNO BOLSONARO NAS RELAÇÕES COM BIDEN

Por Lucas Vidigal, G1

 

Vitória de Biden deve provocar mudanças nas relações diplomáticas entre Brasil e EUA

Vitória de Biden deve provocar mudanças nas relações diplomáticas entre Brasil e EUA

O futuro das relações entre Brasil e Estados Unidos com Joe Biden na Casa Branca depende da capacidade do governo brasileiro de abandonar o apoio personalista a Donald Trump e adotar uma postura pragmática com o novo presidente americano, segundo especialistas ouvidos pelo G1 sobre o que muda entre Brasília e Washington a partir de agora.

“Vai depender do grau de pragmatismo que o Brasil vai apresentar em relação a Biden. Caso o governo sinalize que o aliado são os EUA, e não Trump, as relações podem se encaminhar bem”, analisa Leonardo Paz, pesquisador do Núcleo de Prospecção e Inteligência Internacional da Fundação Getúlio Vargas (FGV).

Desde o começo da campanha presidencial nos EUA, o presidente Jair Bolsonaro não escondeu a torcida pela reeleição de Trump, quem ele diz considerar um amigo.

O brasileiro também demonstrou publicamente irritação com as declarações de Biden sobre impor “consequências econômicas” ao Brasil caso o país não pare de “derrubar a floresta”. A fala do democrata foi interpretada pelo Planalto e por aliados bolsonaristas como um ataque à soberania

Para o professor de relações internacionais Juliano Cortinhas, da Universidade de Brasília (UnB), o alinhamento automático do governo brasileiro à pessoa de Trump não foi benéfico e coloca o Brasil sob risco de isolamento.

“Individualizar política externa é um erro imenso, e isso certamente isola o Brasil com a vitória de Biden”, critica.

Na visão de Carlos Gustavo Poggio, doutor em relações internacionais e professor da Faap, divergências entre Bolsonaro e Biden não necessariamente vão se traduzir em uma relação ruim entre Brasília e Washington. Para ele, o governo brasileiro deve caminhar rumo a uma via pragmática.

“É difícil fazer qualquer previsão. A gente pode esperar, porém, que o Brasil faça uma política mais pragmática. Na política interna já vemos essa mudança”, analisa.

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Veja abaixo o que muda e o que deve ficar igual na relação entre Brasil e EUA com Biden na Casa Branca:

Veja abaixo o que muda e o que deve ficar igual na relação entre Brasil e EUA com Biden na Casa Branca:

O que tende a mudar

Meio ambiente

Biden deve se unir a outros países, especialmente os da União Europeia, para pressionar governos a reduzir emissões de carbono e aumentar a preservação. Se o desmatamento e as queimadas nos ecossistemas brasileiros piorarem, os EUA podem fazer coro às pressões sobre o Planalto.

No entanto, para o professor Juliano Cortinhas, da UnB, a aplicação de medidas econômicas, como sanções, é difícil de ir adiante porque envolve uma série de negociações internas. Ele não descarta, porém, que a Casa Branca e o Congresso decidam adotar esse tipo de pressão sobre o Brasil.

“A aplicação de sanções não é algo automático, mas é mais possível que elas venham com Biden do que com Trump”, avalia Cortinhas.

Direitos humanos

Com a mudança na Casa Branca, sai uma abordagem mais conservadora por parte dos EUA, como a defesa do direito à vida desde a concepção, e ganham força questões relativas aos direitos da mulher e de minorias.

Assim, devem ficar mais raros gestos como a assinatura do documento conhecido como Declaração de Genebra, assinado pelo Brasil e por países como Hungria e Egito. Entre outras coisas, o documento repudia o aborto.

Também deve haver maior pressão dos EUA sobre a qualidade das democracias no mundo. Biden já disse que quer se encontrar com líderes de outros países na Conferência pela Democracia. Nesse encontro proposto, as lideranças devem debater temas como combate à corrupção e ao autoritarismo.

Quando era vice-presidente, Biden entregou, em 2014, à então presidente Dilma Rousseff uma série de documentos sobre a ditadura militar brasileira, com relatórios americanos sobre censura, tortura e assassinatos.

Na avaliação de Carlos Gustavo Poggio, da Faap, esses fatores podem significar um ponto de pressão sobre o Brasil, dependendo do quão positivas ou negativas estiverem as relações com os EUA.

“Os EUA só assinariam um acordo novo com o Brasil se houvesse mudanças na questão de direitos humanos”, afirma Poggio.

Covid-19

Caso a pandemia continue nos próximos meses com a mesma gravidade, o presidente eleito deve adotar medidas nacionais de restrições, inclusive a obrigatoriedade do uso da máscara. Isso aumentará a pressão internacional para que o Brasil reforce as políticas de combate ao coronavírus.

Para ajudar o Brasil no auge da pandemia, Trump enviou respiradores e estoques de hidroxicloroquina — medicamento que já se mostrou ineficaz para tratar a Covid-19, segundo diversas pesquisas. Inclusive, nem mesmo o republicano tomou o medicamento quando se infectou com o novo coronavírus.

Não está claro ainda se haverá alguma política dos EUA sob Biden de ajudar o Brasil caso a pandemia volte a piorar no país. Outra questão que precisará ser acompanhada nos próximos meses é o papel do governo americano na produção e distribuição de vacinas para outros países.

O que NÃO tende a mudar

Venezuela

Embora possa haver uma mudança no tom da Casa Branca, o repúdio ao regime de Nicolás Maduro é um dos poucos consensos entre republicanos e a ala majoritária do Partido Democrata, mais moderada, da qual Biden faz parte. Portanto, o Brasil deve continuar próximo dos EUA na pressão por mudanças no governo venezuelano.

“A pressão sobre a Venezuela continua, inclusive com discurso militarizado. Mas os venezuelanos têm apoio de milícias russas, o que não é um problema simples de resolver”, avalia Juliano Cortinhas.

China e 5G

Durante a campanha, Biden também subiu o tom com o governo de Xi Jinping, em uma mostra de que as rusgas entre Washington e Pequim devem continuar. Assim, a Casa Branca deve manter os questionamentos sobre segurança da informação do 5G oferecido pela chinesa Huawei durante os anos em que o assunto estiver em pauta no Brasil.

Para Leonardo Paz, da FGV, a China é outro tema que une as alas mais tradicionais democratas e republicanas. Segundo o pesquisador, possivelmente os EUA vão manter a pressão sobre as decisões do Brasil sobre a Huawei e o 5G — e é a resposta das autoridades brasileiras que vão ditar os rumos da discussão.

“Esse é um assunto muito sério, e não dá para ignorar a questão em torno da empresa chinesa. Mas vale lembrar que o último evento envolvendo espionagem e comunicação ocorreu em 2013 pelos EUA sob o governo do democrata Barack Obama. E a presidente brasileira à época era Dilma [Rousseff]”, comenta Paz.

Comércio e acordos

A não ser que a relação se deteriore muito, os acordos assinados no governo Trump, como o de salvaguardas tecnológicas para a Base de Alcântara (MA), devem continuar valendo. Novas iniciativas dependerão da capacidade de diálogo entre Biden e Bolsonaro.

Porém, segundo os professores ouvidos pelo G1, os recentes acordos beneficiaram mais os EUA do que o Brasil. Não houve, na avaliação deles, grandes parcerias no governo Trump que tenham trazido novidades significativas ao país.

“Houve muitos tapinhas nas costas, mas sem mudanças estruturais. Não vi ganhos concretos chegarem ao Brasil”, analisa Carlos Gustavo Poggio, da Faap.

Fonte: G1
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NESTA TERÇA FERIA (3) OS EUA DECIDE QUEM SERÁ SEU FUTURO PRESIDENTE

 

Trump ou Biden? EUA decidem seu futuro presidente nesta 3ª

Votação começa às 8h desta terça e vai até 2h de quarta; além do presidente, eleitores também votam em deputados e senadores e alguns governadores

INTERNACIONAL

Fábio Fleury, do R7

 

Eleitores decidirão entre Biden e Trump para os próximos 4 anos nos EUA

Um dos processos eleitorais mais disputados, polarizados e decisivos da história dos EUA entra em sua reta final nesta terça-feira (3). Na eleição geral de 2020, que promete bater recorde de comparecimento, milhões de norte-americanos vão votar para presidente, deputados, senadores, alguns governadores e também propostas de lei.

Diferentemente do Brasil, a votação vai se estender por muitas horas e, na prática, já começou há semanas, com os votos antecipados. As primeiras urnas serão abertas às 8h (horário de Brasília) no Maine, o estado mais ao leste. E as últimas serão fechadas apenas às 2h de quarta-feira no Havaí.

Da mesma forma, o resultado dificilmente será conhecido rapidamente. Mais de 95 milhões de eleitores votaram antes do dia oficial nesta terça, um recorde absoluto e mais que o dobro dos 47 milhões de 2016. Com isso, espera-se um comparecimento total na faixa dos 60 a 65% do eleitorado, que também seria uma marca histórica.

O que está em disputa?

No centro da disputa está o cargo de presidente. O republicano Donald Trump busca a reeleição e, assim como em 2016, seu futuro dependerá dos votos do Colégio Eleitoral. O favorito nas pesquisas é o democrata Joe Biden, ex-vice-presidente na gestão de Barack Obama.

Além do futuro mandatário, que assume o cargo em janeiro, o país terá um novo Congresso. Todos os 435 cargos de deputados na Câmara estão em disputa, assim como um posto de senador por estado. Também serão definidos os governadores de 11 estados e nos territórios de Porto Rico e Samoa Americana.

Cada estado também pôde colocar em suas cédulas questões a ser decididas em forma de referendo. Arizona, Dakota do Sul e New Jersey votarão sobre legalização do uso recreativo da maconha, enquanto Nebraska e Mississipi decidirão sobre o uso medicinal. Porto Rico terá um referendo sobre uma tentativa de se tornar um estado (que precisaria ser aprovada pelo Congresso).

Ainda não é o fim

O processo da eleição norte-americana, no entanto, não vai se encerrar tão cedo. Além da apuração dos votos que serão depositados nesta terça, ainda será necessário validar e consolidar todos os votos antecipados, que precisam ser verificados manualmente e em muitos estados isso só acontece após a votação normal.

Conforme os resultados forem sendo definidos para cada estado, os olhos se voltarão para o Colégio Eleitoral. O candidato que vence em um determinado estado fica com os votos de todos os delegados, independente da margem de vitória. Em 2016, Trump perdeu no voto popular, mas venceu em diversos estados com menos de 2% de vantagem contra a democrata Hillary Clinton.

Depois que a votação popular for declarada, o Colégio Eleitoral deverá se reunir em meados de dezembro para a formalização dos votos. Após a posse do novo Congresso em 3 de janeiro, as cédulas do colégio serão totalizadas e o próximo presidente dos EUA será oficializado. A posse está marcada para 20 de janeiro.

 

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VIRTUALMENTE EMPATADOS NA FLÓRIDA, BIDEN E TRUMP MOSTRAM SEUS CONTRASTES

Em estado crucial, Trump e Biden mostram seus contrastes na Flórida

Trump está virtualmente empatado com Biden na Flórida, com 49% dos consultados dizendo que votariam em Biden e 47% no atual presidente

INTERNACIONAL

por Reuters

 

Donald Trump ao lado da esposa, Melania Trump durante comício na Flórida

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, e seu adversário eleitoral democrata, Joe Biden, encontraram seus respectivos apoiadores nesta quinta-feira (29) no disputado Estado da Flórida, evidenciando as abordagens contrastantes em relação à nova onda da pandemia em meio à contagem regressiva para o dia da eleição.

As pesquisas de opinião mostram Biden com uma expressiva vantagem nacional, mas a corrida parece bem mais disputada nos Estados que desempenham um papel decisivo no resultado final.

Uma pesquisa Reuters/Ipsos publicada na quarta-feira mostra que Trump está virtualmente empatado com Biden na Flórida, com 49% dos consultados dizendo que votariam em Biden e 47% no atual presidente.

Com 29 votos no Colégio Eleitoral, o Estado é um grande prêmio na eleição da próxima terça-feira. A vitória de Trump na Flórida em 2016 foi vital para sua surpreendente eleição.

Milhares de pessoas, muitas delas sem máscaras, se aglomeraram em um evento ao ar livre em Tampa na quinta-feira para ouvir Trump caçoar de seu adversário, o ex-vice-presidente.

“Você imagina perder para esse cara? Você imagina?”, disse Trump, acrescentando que está confiante em conquistar seu segundo mandato.

Biden, em contraste, promoveu um comício drive-in em uma faculdade no Condado de Broward, ao norte de Miami, onde os presentes permaneceram em seus carros para evitar a possível propagação da doença.

“Donald Trump desistiu” de lutar contra a covid-19, disse Biden.

Com um olho no importante eleitorado latino da Flórida, o democrata rebateu o argumento dos republicanos de que Trump seria mais duro com os governos de esquerda de países como Cuba e Venezuela.

“O presidente Trump não pode fazer avançar a democracia e os direitos humano para os povos cubano e venezuelano, pois aceita e abraça ditadores por todo o mundo”, disse Biden.

Muitos dos latinos no sul da Flórida, ou seus familiares, deixaram Cuba ou Venezuela.

Alta de casos

A pandemia, que alterou a vida nos Estados Unidos, matou mais de 227.000 pessoas e causou milhões de perdas de empregos, está voltando com força total.

Trump rejeitou repetidamente a ameaça da pandemia, dizendo esta semana que seus oponentes e a mídia parariam de prestar atenção a ela logo após as eleições, mesmo com os líderes europeus lutando para conter uma segunda onda e especialistas em saúde pública prevendo um inverno difícil nos Estados Unidos.

Autoridades em Gastonia, Carolina do Norte, alertaram as pessoas que participaram de um comício de Trump em 21 de outubro que duas pessoas que participaram testaram positivo para covid-19.

“Por causa do grande número de contatos potenciais do comício e da incapacidade de alertá-los diretamente, a comunidade está sendo notificada para que possam avaliar seu próprio risco e tomar as medidas adequadas”, disseram as autoridades.

Fonte: R7

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ÚLTIMO DEBATE EM QUE BIDEN E TRUMP SE ENFRENTAM ANTES DAS ELEIÇÕES

 

Trump e Biden se enfrentam em último debate antes das eleições

R7 e Record News transmitem às 22h. Será o 1º encontro dos candidatos à Presidência dos EUA depois que presidente contraiu covid-19.

INTERNACIONAL

Do R7

 

Candidatos à Presidência se enfrentam em último debate antes das eleições

 

Os candidatos à Presidência dos EUA, Donald Trump e Joe Biden se enfrentarão nesta quinta-feira (22) no último debate antes das eleições no país, realizadas em novembro.

O debate será realizado na cidade de Nashville, no Tennessee, será transmitido pelo R7 e pela Record News a partir das 22h e terá tradução simultânea para o português.

Essa será a primeira vez que os dois se encontrarão depois que o presidente Donald Trump contraiu covid-19.

Na última semana, no dia 15, os dois tinham um segundo debate marcado, mas Trump se recusou a participar de um debate virtual e eles fizeram comícios separados.

O primeiro debate entre os dois foi marcado pelas interrupções de Trump cada vez que Biden tentava responder às perguntas do mediador. Depois das críticas, os organizadores decidiram que o microfone do adversário ficará mutado enquanto o outro está respondendo.

Entre as pautas deste debate estão a pandemia do novo coronavírus; disputas raciais, que se tornaram um tema essencial depois dos protestos antirracistas de junho; mudanças climáticas; família; projetos para a segurança nacional e liderança.

 

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DEBATE DO DIA 15 ENTRE BIDEN E TRUMP FOI CANCELADO PELA COMISSÃO ORGANIZADORA

Comissão cancela debate do dia 15 entre Trump e Biden

Segundo a entidade, o objetivo era garantir a segurança e a saúde de todos os envolvidos. A informação foi publicada nesta sexta-feira (9).

INTERNACIONAL

Do R7

Primeiro debate entre Donald Trump e Joe Biden aconteceu no dia 30 de setembro

Brian Snyder/REUTERS

A comissão organizadora dos debates presidenciais nos Estados Unidos cancelou o embate previsto entre os dois candidatos para o dia 15 deste mês. Segundo a entidade, o objetivo era garantir a segurança e a saúde de todos os envolvidos. A informação foi publicada nesta sexta-feira (9).

“As campanhas dos dois candidatos que se qualificaram para participar do debate fizeram uma série de declarações a respeito de suas respectivas posições quanto à disposição de participar do debate virtual no dia 15 de outubro, e cada um já anunciou planos alternativos para essa data”, diz trecho da nota.

A entidade anunciou que o outro debate programado para o dia 22 de outubro, ainda “está sujeito a considerações de segurança de saúde, e de acordo com todos os testes, o uso de máscaras, distanciamento social e outros protocolos exigidos, para acontecer na Belmont University em Nashville, Tennessee”.

Segundo a comissão, ambos candidatos concordaram em participar do debate programado para o dia 22

Fonte: R7

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MUDANÇAS QUE BIDEN PRETENDE FAZER NOS EUA, SE VENCER AS ELEIÇÕES PRESIDENCIAIS ESTE ANO

 

Trump x Biden: o que o candidato democrata promete mudar os EUA se vencer a eleição presidencial deste ano

Joe Biden tenta tirar Donald Trump da Casa Branca, mas o que ele faria se fosse eleito? A BBC mostra o que o democrata pretende fazer nos EUA, segundo suas promessas

INTERNACIONAL

POR BBC NEWS BRASIL

Economia, saúde, imigração: veja o que Biden mudaria se vencesse a eleição Biden pretende anular muitas das decisões de Trump

Quando lançou sua pré-candidatura à Presidência dos Estados Unidos, em abril de 2019, o democrata Joe Biden declarou que representava duas coisas: os trabalhadores que “construíram este país” e os valores que podem unificar a polarizada sociedade americana atual.

 

A pandemia do coronavírus, a crise que expôs o racismo no país e a depressão econômica histórica que se avizinha viraram 2020 de cabeça para baixo, representando um grande desafio para quem chegar à Casa Branca após as eleições de 3 de novembro.Esses acontecimentos obrigaram os candidatos a modificar algumas de suas propostas, prioridades e estratégias.

Muitos analistas veem a decisão de Biden, de 77 anos, de nomear a senadora Kamala Harris como sua vice — a primeira mulher negra a concorrer à vice-presidência na história do país — como parte dessas mudanças.

Porém, há uma coisa que não mudou: a proposta básica de Biden, que foi vice-presidente de Barack Obama, continua sendo de reconstruir e restaurar o que, em seu entender, se perdeu durante o atual governo.

Isso inclui pontos como alianças internacionais, avanço da classe média, proteção ambiental e direito à saúde.

Com o início da Convenção Nacional Democrata na segunda-feira (17/08), evento de quatro dias ao final do qual delegados do partido formalizarão as candidaturas de Biden e Harris, os correspondentes da BBC analisam quais são as principais propostas do rival de Donald Trump.

Coronavírus: programa nacional de teste e rastreamento

Não deve ser surpresa para ninguém que Biden pretende enfrentar a crise de saúde pública com uma resposta tecnocrática impulsionada pelo governo federal.

Em seus últimos dias como vice-presidente de Barack Obama, Biden deu início a um grande e ambicioso projeto federal para promover a pesquisa sobre câncer, conhecido como Cancer Moonshot.

Para enfrentar o coronavírus — o desafio mais imediato e óbvio que os Estados Unidos enfrentam hoje — Biden está propondo fornecer testes gratuitos para todos e contratar 100 mil pessoas para estabelecer um programa nacional de rastreamento de contatos.

Ele diz que quer criar pelo menos dez centros de testes em cada Estado e pedir às agências federais que distribuam recursos e forneçam orientação nacional mais forte por meio de especialistas.

Ele também acredita que todos os governadores devem exigir o uso de máscaras pela população.

Saúde: expansão do Obamacare

Biden diz que vai expandir o escopo do Affordable Care Act (ou ACA), mais conhecido como Obamacare, aprovado durante sua gestão como vice-presidente e que Trump tentou revogar. Seu plano é fazer com que cerca de 97% dos americanos tenham cobertura de saúde.

Embora fique aquém da proposta de seguro saúde universal, conhecido como “Medicare para Todos”, defendida pelos membros mais progressistas de seu partido, Biden promete dar a todos os americanos a opção de se inscrever em uma opção de seguro de saúde público semelhante ao Medicare, que oferece benefícios médicos aos idosos.

Ele também promete reduzir a idade de elegibilidade do Medicare de 65 para 60 anos. O Comitê para um Orçamento Federal Responsável, uma entidade apartidária, estima que o plano total de Biden custaria US$ 2,25 trilhões em dez anos.

Economia: salário mínimo e energia verde

Biden quer aumentar o salário mínimo para pelo menos US$ 15 (R$ 80) por hora, um movimento popular entre os jovens que se tornou uma espécie de plataforma de campanha do Partido Democrata em 2020.

Ele também propõe o fim do pagamento de salários abaixo do mínimo para os trabalhadores que recebem gorjetas.

E ele disse que reverterá os cortes de impostos da era Trump.

O democrata também colocou no centro das suas propostas eleitorais a construção de uma economia de energia limpa.

Ele quer um investimento de US$ 2 trilhões em energia verde, argumentando que o aumento da produção verde ajudará a classe trabalhadora, que ficaria com a maior parte dos novos empregos gerados

Meio ambiente: voltar ao Acordo Climático de Paris e adotar matriz de energia verde até 2050

Biden prometeu que, se ganhar, trará os Estados Unidos de volta ao acordo climático de Paris, do qual o país se retirou sob Trump.

Ele se comprometeu a alcançar 100% de “economia de energia limpa” até 2050 e descreveu as mudanças climáticas como “o desafio que definirá o futuro de nosso país”.

Indústria: priorizar produção nacional

O plano “Rebuild Better” de Biden propõe que o governo federal invista US$ 700 bilhões em materiais, serviços, pesquisa e tecnologia feitos nos Estados Unidos.

A proposta também visa a fortalecer as chamadas leis de “Compre Produtos Americanos”, que incluem ajustar a definição do que é considerado um bem de produção nacional.

Ele tem enfrentado críticas de Trump e democratas de esquerda, como o senador e ex-rival interno Bernie Sanders, por seu apoio anterior ao Acordo de Livre Comércio da América do Norte (Nafta), que os críticos dizem ter enviado empregos para o exterior.

Política externa: reparar a reputação do país (e talvez enfrentar a China)

A política de Biden se concentra na noção de “política externa para a classe média”, bem como na promessa de reparar as relações com os aliados tradicionais do país que Trump minou, particularmente com os países da Otan.

Em artigo de opinião publicado na revista Foreign Affairs, Biden escreveu que, como presidente, se concentrará primeiro nas questões internas, e que não fará novos acordos comerciais até que haja investimentos no país, por exemplo, em saúde e infraestrutura.

Biden também disse que a China deveria ser responsabilizada por práticas injustas, mas em vez de impor tarifas unilaterais, ele propôs formar uma coalizão internacional com outras democracias que a China “não poderá ignorar

Educação: pré-escola universal e expansão da educação universitária gratuita

Em uma notável mudança para a esquerda, Biden endossou várias políticas de educação que se tornaram populares dentro do partido: cancelamento de dívidas de empréstimos estudantis, expansão de faculdades gratuitas e acesso universal à pré-escola.

Estes seriam pagos com dinheiro recuperado ao se restabelecer impostos que foram cortados na era Trump.

A campanha de Biden chama a violência armada de “uma pandemia de saúde pública”.

Se vencer, o candidato prometeu dezenas de mudanças nas políticas de controle de armas dos Estados Unidos.

Biden diz que, se eleito, seu governo vai proibir a fabricação e venda de armas de assalto e pentes de alta capacidade, e exigir a checagem de antecedentes de todos os compradores de armas.

O candidato também promete encerrar a venda online de armas de fogo e munições, e incentivar os Estados a invocar leis que permitem à polícia confiscar temporariamente armas de indivíduos considerados perigosos.

Imigração: reverter as políticas de Trump

Se eleito, Biden diz que procurará desfazer imediatamente as políticas de imigração da era Trump. Em seus primeiros cem dias no cargo, ele promete reverter as políticas que separam os pais de seus filhos na fronteira, acabar com os limites dos pedidos de asilo e retirar restrições a viagens para vários países de maioria muçulmana.

Ele também promete proteger os chamados “sonhadores”, pessoas que foram trazidas ilegalmente para os Estados Unidos quando crianças e agora têm permissão para permanecer graças a uma política da era Obama.

Biden também quer garantir que essas pessoas possam receber auxílio federal para estudar.

Justiça: reforma do sistema penal, legalização da maconha e fim da pena de morte

Biden propôs uma série de políticas para reduzir o encarceramento, abordar disparidades de raça, gênero e renda no sistema judicial e reabilitar prisioneiros libertados.

Se eleito, Biden diz que removeria as sentenças mínimas obrigatórias, descriminalizaria a maconha (e retiraria as condenações anteriores por maconha) e acabaria com a pena de morte.

No entanto, Biden rejeitou pedidos para retirar fundos da polícia. Ele disse que parte desses recursos deveriam ser redirecionados para serviços sociais, como serviços de saúde mental, mas até agora evitou os planos de “defund” (retirar fundos) da polícia.

Essa bandeira começou a ser levantada por manifestantes após o assassinato brutal de George Floyd.

Em vez disso, a plataforma de Biden defende um investimento de US$ 300 milhões em um programa de policiamento comunitário e promete expandir o poder do Departamento de Justiça para lidar com casos de abuso policial.

 

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AMIGOS RICOS DE BIDEN ESTÃO DANDO UMA FORÇA NA ARRECADAÇÃO DO DEMOCRATA, NA CORRIDA PRESIDENCIAL

AMIGOS RICOS DE BIDEN ESTÃO DANDO UMA FORÇA NA ARRECADAÇÃO DO DEMOCRATA, NA CORRIDA PRESIDENCIAL
Official portrait of Vice President Joe Biden in his West Wing Office at the White House, Jan. 10, 2013. (Official White House Photo by David Lienemann)..This official White House photograph is being made available only for publication by news organizations and/or for personal use printing by the subject(s) of the photograph. The photograph may not be manipulated in any way and may not be used in commercial or political materials, advertisements, emails, products, promotions that in any way suggests approval or endorsement of the President, the First Family, or the White House.

Doadores ricos ajudam Biden a superar arrecadação de Trump

Biden e seus aliados receberam 282,1 milhões de dólares entre abril e junho, superando a arrecadação trimestral de Trump pela primeira vez

INTERNACIONAL

por Reuters – Internacional

Joe Biden fala para apoiadores durante comício na cidade de WilmingtonJoe Biden fala para apoiadores durante comício na cidade de Wilmington

Doadores ricos estão dando uma força para a arrecadação do democrata norte-americano Joe Biden para a corrida presidencial dos Estados Unidos.

Biden e seus aliados receberam 282,1 milhões de dólares entre abril e junho, superando a arrecadação trimestral do presidente republicano Donald Trump pela primeira vez

Indivíduos que contribuíram com 100 mil dólares ou mais deram 53 milhões, quase 20% da soma total, de acordo com os informes financeiros divulgados na noite de quarta-feira.

Entre os doadores que assinaram cheques de seis dígitos para Biden estão James Murdoch, filho do executivo de mídia Rupert Murdoch, o investidor liberal George Soros, Evan Williams, fundador do Twitter Inc, e o diretor Steven Spielberg, segundo os informes.

Trump e filiados angariaram 266 milhões de dólares no mesmo trimestre, ao menos 18 milhões de um grupo de doações de mais de 100 mil dólares que inclui Isaac Perlmutter, presidente da Marvel Entertainment LLC, e Safra Catz, presidente-executiva da Oracle Corp.

Os novos informes mostram como Biden está buscando recuperar o terreno perdido para Trump, que prepara um cofre para a reeleição desde que tomou posse, em 2017. A eleição acontece no dia 3 de novembro.

Biden começou a arrecadar grandes somas depois de se tornar o candidato virtual do partido, em abril, quando formou grupos de arrecadação conjuntos com o Partido Democrata que podem receber centenas de milhares de dólares de doadores individuais.

A campanha propriamente dita só pode receber 5.600 dólares por pessoa.

Agora Biden está arrecadando um pouco mais do que Trump e gastando menos, segundo os informes. Sua gerente de campanha, Jen O’Malley Dillon, disse no Twitter nesta quinta-feira que esta tem 242 milhões de dólares para gastar. Trump relatou 295 milhões de dólares disponíveis em 30 de junho.

Fonte: R7

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