MANOBRA MILITAR DA CHINA PERTO DE TAIWAN É UMA ADVERTÊNCIA APÓS DECLARAÇÃO DE BIDEN

China faz manobra militar perto de Taiwan como ‘advertência’ por declarações de Biden

Presidente americano afirmou que interveria militarmente na ilha em caso de uma ataque de Pequim

Porta-voz do exército da China destacou em fala que Taiwan é território chinês

DADO RUVIC/REUTERS – 28/04/2022

O Exército da China anunciou nesta quarta-feira (25) que realizou manobras militares perto de Taiwan como uma “advertência contra a conspiração entre as forças separatistas e os Estados Unidos”, depois que o presidente americano, Joe Biden, disse que seu país interviria militarmente se Pequim tentasse se apoderar da ilha.

“Esta é uma patrulha do Exército Popular de Libertação (EPL) em torno de Taiwan com o objetivo de prontidão de combate e exercícios de treinamento tanto no mar quanto no ar”, disse o coronel Shi Yi, porta-voz do Comando do Teatro Oriental, em comunicado.

Shi afirmou que os exercícios são “uma advertência solene contra o recente conluio entre os Estados Unidos e as ‘forças separatistas taiwanesas”.

“É hipócrita e fútil que os EUA tomem ações completamente opostas a suas palavras e frequentemente encorajem as ‘forças de independência de Taiwan’. Todos esses atos dos EUA só levarão a uma situação perigosa e terão sérias consequências para si mesmos”, declarou.

O porta-voz também enfatizou que “Taiwan é parte da China”, e por isso o país quer “salvaguardar firmemente a soberania e a segurança nacional, bem como a paz e a estabilidade na região”.

Na segunda-feira (23), a China reagiu com veemência às declarações de Biden de que os EUA continuam empenhados em defender Taiwan e que podem intervir militarmente no caso de uma invasão chinesa à ilha, que Pequim considera uma parte “inalienável” de seu território.

Em outubro passado, a China e os Estados Unidos tiveram uma discussão semelhante sobre Taiwan depois que Biden anunciou um “compromisso” explícito de defender a ilha no caso de uma invasão chinesa.

A China insiste em “reunificar” a República Popular com a ilha, que tem sido governada autonomamente desde que o partido Kuomintang lá se estabeleceu em 1949, após perder a guerra civil contra os comunistas.

Desde então, tem havido apelos crescentes para que Taiwan declare independência como um Estado soberano, o que irrita Pequim, que reitera que “a reunificação será alcançada”.

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BIDEN PARABENIZA MACRON PELA SUA REELEIÇÃO “REFERIDO-SE À FRANÇA COMO UM PARCEIRO-CHAVE DIANTE DOS DESAFIOS GLOBAIS”

Biden diz que irá cooperar com Macron para ‘defender a democracia’

O presidente dos Estados Unidos ainda se referiu à França como ‘um parceiro-chave diante dos desafios globais’

INTERNACIONAL

por AFP | com EFE

Joe Biden, presidente dos Estados Unidos, e Emmanuel Macron, presidente reeleito da França

KEVIN LAMARQUE/REUTERS

O presidente dos Estados Unidos, Joe Biden, parabenizou neste domingo (24) o presidente francês Emmanuel Macron por sua reeleição, referindo-se à França como “um parceiro-chave diante dos desafios globais”.

“Espero seguir com nossa estreita e contínua cooperação, incluindo o apoio à Ucrânia, a defesa da democracia e a luta contra as mudanças climáticas”, declarou.

Em breve discurso no Champ de Mars, em Paris, aos pés da Torre Eiffel, Macron prometeu “escutar o silêncio dos abstencionistas” e responder às razões da “raiva” daqueles que apoiaram sua rival, a ultradireitista Marine Le Pen, para tentar curar as feridas do país.

“A raiva que levou muitos de nossos compatriotas a votar na extrema direita também deve encontrar uma resposta”, disse. Embora não tenha antecipado como será essa resposta, reconheceu que esta votação o obriga “a considerar todas as dificuldades” e afirmou que essa será sua responsabilidade e daqueles que o rodeiam nos próximos cinco anos.

Em discurso em que reconhece a derrota, Le Pen anunciou que não desistirá e que vai liderar a campanha legislativa no próximo mês de junho para tentar unir toda a oposição ao presidente reeleito, Emmanuel Macro

Fonte: R7

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BIDEN FORMALIZA DESIGNAÇÃO DA COLÔMBIA COMO ALIADO ESTRATÉGICO FORA DA OTAN

Joe Biden oficializa Colômbia como ‘aliado importante da Otan’

Presidente dos Estados Unidos deu aos colombianos o título que apenas Argentina e Brasil possuem na América Latina

Iván Duque (à esq.) e Joe Biden (à dir.) em visita oficial do colombiano aos EUAIván Duque (à esq.) e Joe Biden (à dir.) em visita oficial do colombiano aos EUALATIN AMERICA NEWS AGENCY VIA REUTERS CONNECT – 10.3.2022

presidente dos Estados Unidos, Joe Biden, enviou uma carta nesta quinta-feira (21) à presidente da Câmara dos Deputados, Nancy Pelosi, para formalizar a designação da Colômbia como um aliado estratégico fora da Otan (Organização do Tratado do Atlântico Norte).Em comunicado transmitido pela Casa Branca, Biden afirma que essa designação é “um reconhecimento da importância da relação entre os Estados Unidos e a Colômbia e as contribuições cruciais colombianas para a segurança regional e internacional”.

Biden já havia feito o anúncio em março ao presidente Iván Duquedurante sua visita a Washington.

“A Colômbia é a pedra angular de nossos esforços compartilhados para construir um hemisfério próspero, seguro e democrático”, disse.

O status de “aliado importante não pertencente à Otan” (MNNA, na sigla em inglês), uma qualificação legal que os Estados Unidos concedeu a 18 países, proporciona benefícios em questões militares e comerciais. A Argentina e o Brasil, designados por Bill Clinton em 1998 e por Donald Trump em 2019, eram até agora os únicos latino-americanos.

Fonte: R7

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SECRETÁRIO DE ESTADO AMERICANO DECLARA QUE EUA E ISRAEL ESTÃO COMPROMETIDOS EM IMPEDIR QUE IRÃ TENHA BOMBA ATÔMICA

EUA e Israel se comprometem a impedir Irã de ter bomba atômica

Declaração foi feita pelo secretário de Estado americano, Antony Blinken; segundo ele, Biden defende acordo com Irã

Antony Blinken, secretário de Estado americano

OLIVIER DOULIERY/POOL/AFP – 4.3.2022

Estados Unidos e Israel mantêm seu compromisso de impedir que o Irã tenha uma bomba atômica, declarou o secretário de Estado americano, Antony Blinken, neste domingo (27), no momento em que ambos os países expressaram suas diferenças sobre a negociação com Teerã de seu programa nuclear.

“Na questão mais importante, coincidimos. Ambos estamos comprometidos, estamos determinados a que o Irã nunca terá uma bomba nuclear”, afirmou Blinken à imprensa em Jerusalém, ao lado do ministro israelense das Relações Exteriores, Yair Lapid.

Segundo Blinken, o presidente americano, Joe Biden, acredita que “o retorno a uma implementação plena” do acordo “é a melhor forma de pôr o programa iraniano de volta à estrutura, da qual escapou quando os Estados Unidos se retiraram do acordo”, em 2018, durante o governo de Donald Trump.

Israel vê com maus olhos possível acordo

Já Israel vê com maus olhos um possível acordo sobre o programa nuclear iraniano, seu principal inimigo.

“Temos divergências sobre o programa nuclear e sobre suas consequências, mas estamos abertos a um diálogo franco e honesto”, disse Lapid.

“Israel e os Estados Unidos trabalharão juntos para evitar que o Irã obtenha uma arma nuclear, mas, ao mesmo tempo, Israel fará o que for preciso para deter o programa nuclear iraniano”, frisou.

Também neste domingo, os Estados Unidos informaram que vão manter sanções contra a Guarda Revolucionária do Irã, mesmo que se chegue a um acordo com Teerã para limitar o programa nuclear iraniano, anunciou o enviado especial de Washington para esses assuntos, Robert Malley, no Fórum de Doha.

O Irã reivindica que, se o acordo sobre seu programa nuclear for retomado, a Guarda Revolucionária deve ser removida da lista de organizações terroristas dos Estados Unidos.

“Vão continuar sob sanções no âmbito da lei americana, e nossa percepção permanecerá a mesma”, afirmou o diplomata, reagindo às demandas de Teerã a esse respeito.

Os Guardiães da Revolução estão na lista devido a acusações sobre o envolvimento iraniano em apoio ao governo sírio, aos rebeldes huthis no Iêmen e ao grupo libanês Hezbollah.

Neste sábado (26), o chefe da diplomacia da União Europeia (UE), Josep Borrell, disse no Fórum de Doha que o acordo pode ser concluído em “questão de dias”.

O coordenador da UE encarregado de supervisionar as negociações nucleares com o Irã, Enrique Mora, está em Teerã e, na sequência, deve viajar para Washington.

Malley advertiu, por sua vez, que o acordo não está garantido, não é “inevitável”, tampouco está “na próxima esquina”.

“Estamos muito perto”, disse o enviado americano em relação às negociações, ressaltando, contudo, que essa é a situação em que se encontram há algum tempo.

“Acho que isso explica o que é preciso saber sobre a dificuldade dos temas”, completou.

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BIDEN ANUNCIA EM DISCURSO NA CASA BRANCA QUE VAI BANIR IMPORTAÇÕES DE VODCA, DIAMANTES E PESCADOS DA RÚSSIA

Biden decide banir as importações russas de vodca, diamantes e pescados

Presidente dos EUA também anunciou que países do G7 pretendem impedir que a Rússia negocie com FMI e Banco Mundial

INTERNACIONAL

Do R7, com AFP

O presidente dos EUA, Joe Biden, anuncia novas ações contra a Rússia

MANDEL NGAN / AFP

O presidente dos Estados Unidos, Joe Biden, anunciou nesta sexta-feira (11) que vai banir as importações russas de vodca, diamantes e pescados. Em discurso na Casa Branca, ele ainda anunciou que os países do G7 pretendem impedir que a Rússia negocie com o FMI e com o Banco Mundial.

Para Biden, “Putin é o agressor e deve pagar o preço”. Em meio à invasão russa, ele ressaltou que os EUA estão ao lado da democracia da Ucrânia e que fazem esforços para isolar ainda mais a Rússia. O país passa pela maior crise econômica desde 1991, quando ocorreu a queda da União Soviética.

Biden anunciou que os EUA e seus aliados decidiram excluir a Rússia do regime normal de reciprocidade que rege o comércio mundial, o que abre a porta para a imposição de tarifas alfandegárias punitivas contra Moscou.

Sobre os embates militares, ele garantiu que cada polegada do território da Otan será protegido. “Não vamos ter uma guerra da Otan contra a Rússia, isso resultaria em uma Terceira Guerra Mundial.”

Os países ocidentais estão preocupados com o possível uso de armas químicas por Moscou após a invasão da Ucrânia. O líder americano garante que os russos “pagarão um alto preço” se optarem pela medida.

Fonte: R7

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BIDEN ANUNCIOU QUE OS EUA VÃO BANIR A IMPORTAÇÃO DE PETRÓLEO, GÁS NATURAL E CARVÃO DA RÚSSIA

Biden proíbe importações de petróleo e gás natural russos para os Estados Unidos

Carvão também será afetado pela medida; anúncio foi feito em pronunciamento nesta terça-feira

Tiago Tortella

da CNN*

 

Os Estados Unidos vão banir a importação de petróleogás natural e carvão da Rússia, anunciou o presidente Joe Biden nesta terça-feira (8). A medida é mais uma tentativa de impactar a economia russa devido à guerra na Ucrânia.

“Hoje, estou anunciando que os Estados Unidos estão mirando na principal artéria da economia da Rússia. Estamos proibindo todas as importações de petróleo, gás e energia russos”, informou o presidente durante o pronunciamento na Casa Branca.

“Isso significa que o petróleo russo não será mais aceitável nos portos dos EUA e o povo americano dará outro golpe poderoso na máquina de guerra de Putin“, adicionou.

Biden afirmou que a decisão foi tomada após consultar aliados, como países da União Europeia – que não aderiram ao banimento -, e entende que este movimento pode aumentar o preço dos combustíveis no mundo, inclusive nos EUA.

“Nós entendemos que a guerra de Putin está causando danos e elevando preços, mas isso não é desculpa para que as empresas explorem os consumidores americanos. Este não é o momento de obter lucro em cima da situação”, pontou, acrescentando que as empresas que “estão saindo da Rússia estão dando exemplo para outras”.

Autoridades econômicas da Casa Branca estão envolvidas há mais de uma semana em como administrar o corte dessas importações. O Departamento de Energia informou que nas últimas duas semanas de fevereiro as importações russas de petróleo caíram para zero quando as empresas americanas cortaram os laços com o país, implementando sua própria proibição.

Também está sendo discutida a possibilidade de permitir a Venezuela de vender seu petróleo no mercado internacional, o que ajudaria a substituir o combustível russo. Outra possibilidade é a flexibilização de sanções ao Irã.

Os Estados Unidos já haviam liberado barris de petróleo de suas reservas para diminuir o impacto da guerra e sanções no preço do produto e seu fornecimento para outros países. O presidente americano também destacou que fará o possível para minimizar o efeito negativo da medida desta terça-feira nos EUA.

Incentivando o investimento em energia sustentável, Biden disse querer “que ninguém precise se preocupar com o preço da energia limpa, para que líderes como Putin não usem o petróleo como forma de manipulação política”.

As importações da Rússia representam uma pequena fatia do universo energético dos EUA – cerca de 8% em 2021, dos quais apenas cerca de 3% era petróleo bruto.

Esses esforços ficaram mais intensos nos últimos dias, pois ficou quase certo que os EUA iriam impor uma proibição nesta semana.

A Rússia alertou que o preço do barril de petróleo pode subir para US$ 300 se o Ocidente sancionar este produto. Com a guerra, o valor deste produto ultrapassou US$ 100 pela primeira vez desde 2014.

Enquanto isso, a União Europeia planeja reduzir as importações de gás russo em dois terços neste ano, visando eliminar a dependência antes de 2030. Quanto ao petróleo, a medida ainda não é dada como certa no bloco europeu, visto que diversos países dependem mais do produto russo quando comparado aos Estados Unidos.

Comentando sobre o conflito na Ucrânia, Biden afirmou que os ucranianos são um exemplo para o mundo e que o país “jamais será uma vitória para Putin”.

“Eles inspiraram o mundo com sua bravura, seu patriotismo, sua determinação desafiadora de viver em liberdade. A guerra de Putin causou um enorme sofrimento e perda desnecessária de vidas de mulheres, crianças, todos na Ucrânia – tanto ucranianos quanto, devo acrescentar, russos”, finalizou.

Medida vai a votação no Congresso americano

A presidente da Câmara dos Estados Unidos, Nancy Pelosi, disse que o banimento anunciado por Joe Biden mostra “a força e a determinação dos Estados Unidos em responsabilizar Putin por sua guerra premeditada e não provocada contra a Ucrânia”.

Em comunicado emitido nesta terça-feira (8), Pelosi informou que a medida será votada hoje e que o projeto de lei:

  • Proibirá a importação de produtos petrolíferos e energéticos russos para os Estados Unidos;
  • Tomará medidas para revisar o acesso da Rússia à Organização Mundial do Comércio e explorar como podemos diminuir ainda mais a Rússia na economia global;
  • Reautorizará e fortalecerá a Lei de Responsabilidade Global de Direitos Humanos Magnitsky para que os Estados Unidos possam impor mais sanções à Rússia.

Ela finalizou afirmando esperar uma votação bipartidária forte e que os “Estados Unidos não precisam escolher entre defender nosso valores democráticos e nossos interesses econômicos”.

Entenda o conflito

Após meses de escalada militar e intemperança na fronteira com a Ucrânia, a Rússia atacou o país do Leste Europeu. No amanhecer desta quinta-feira (24), as forças russas começaram a bombardear diversas regiões do país – acompanhe a repercussão ao vivo na CNN.

Horas mais cedo, o presidente russo, Vladimir Putin, autorizou uma “operação militar especial” na região de Donbas (ao Leste da Ucrânia, onde estão as regiões separatistas de Luhansk e Donetsk, as quais ele reconheceu independência).

O que se viu a seguir, porém, foi um ataque a quase todo o território ucraniano, com explosões em várias cidades, incluindo a capital Kiev. De acordo com autoridades ucranianas, dezenas de mortes foram confirmadas nos exércitos dos dois países.

Em seu pronunciamento antes do ataque, Putin justificou a ação ao afirmar que a Rússia não poderia “tolerar ameaças da Ucrânia”. Putin recomendou aos soldados ucranianos que “larguem suas armas e voltem para casa”. O líder russo afirmou ainda que não aceitará nenhum tipo de interferência estrangeira.

A Rússia vem reforçando seu controle militar em torno da Ucrânia desde o ano passado, acumulando dezenas de milhares de tropas, equipamentos e artilharia nas portas do país. Nas últimas semanas, os esforços diplomáticos para acalmar as tensões não tiveram êxito.

A escalada no conflito de anos entre a Rússia e a Ucrânia desencadeou a maior crise de segurança no continente desde a Guerra Fria, levantando o espectro de um confronto perigoso entre as potências ocidentais e Moscou.

Fonte: R7

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BIDEN ENFATIZA QUE REFORMA DA IMIGRAÇÃO É A COISA CERTA E ECONOMICAMENTE INTELIGENTE A SE FAZER E PEDE AO CONGRESSO APROVAÇÃO DE UMA VEZ POR TODAS

Biden pede ao Congresso dos EUA que aprove reforma da imigração ‘de uma vez por todas’

Em seu primeiro discurso do Estado da União, presidente norte-americano disse que decisão será ‘economicamente inteligente’

INTERNACIONAL

 Do R7, com informações da AFP

Joe Biden é aplaudido em seu primeiro discurso do Estado da União

GETTY IMAGES VIA AFP

O presidente dos EUA, Joe Biden, pediu na noite de terça-feira (1º) que o Congresso aprove a reforma da imigração “de uma vez por todas”, enfatizando que, além de ser “a coisa certa a fazer, é a coisa economicamente inteligente a fazer”.

“Se queremos promover a liberdade e a justiça, precisamos proteger a fronteira e consertar o sistema de imigração”, disse Biden sob aplausos durante seu primeiro discurso sobre o Estado da União.

O líder democrata garantiu que é possível fazer “as duas coisas”. Ele disse que seu governo instalou novas tecnologias para detectar melhor o tráfico de drogas e implementou patrulhas conjuntas com o México e a Guatemala “para capturar mais traficantes de pessoas”.

Biden também observou que mais juízes de imigração foram designados para lidar com mais casos de asilo “mais rápido” e que foram feitos acordos com “parceiros na América do Sul e Central para receber mais refugiados e proteger suas próprias fronteiras”.

O presidente dos EUA, que chegou ao poder em janeiro de 2021 prometendo uma política de imigração mais humana e a regularização de milhões de imigrantes indocumentados, enfatizou que ter uma fronteira segura não é incompatível com manter “a chama da liberdade acesa que levou gerações de imigrantes a esta terra.”

Em meio a aplausos vigorosos e vigorosos, ele pediu “fornecer um caminho para a cidadania” para jovens que vieram ao país ainda crianças com seus pais imigrantes, bem como para aqueles que vivem e trabalham nos Estados Unidos sob status temporário e para trabalhadores, trabalhadores rurais e trabalhadores essenciais.

Devemos “revisar nossas leis para que as empresas tenham os trabalhadores de que precisam e as famílias não esperem décadas para se reunir. Não é apenas a coisa certa a fazer, é economicamente inteligente”, ressaltou.

“É por isso que a reforma da imigração tem o apoio de todos, de sindicatos a líderes religiosos e da Câmara de Comércio dos Estados Unidos”, destacou. “Vamos fazer isso de uma vez por todas!”, disse ele em meio a novos aplausos.

Biden promoveu a reforma da imigração e propôs um caminho para a cidadania para 11 milhões de imigrantes indocumentados em um país que não tem uma lei desse tipo há 35 anos. Mas suas principais iniciativas pararam, sem apoio suficiente no Senado, onde ele enfrenta oposição frontal de republicanos e alguns democratas centristas.

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BIDEN LIBERA US$ 350 MILHÕES DE DÓLARES EM NOVAS AJUDAS MILITARES À UCRÂNIA

Presidente dos EUA aprova ajuda de US$ 350 milhões à Ucrânia

Joe Biden manteve uma conversa telefônica de 40 minutos com o líder ucraniano, Volodymyr Zelenski, nesta sexta-feira (25)

INTERNACIONAL

 Do R7, com informações da EFE

Biden libera 350 milhões de dólares em ajuda

BRENDAN SMIALOWSKI/AFP – 22.2.2022

O presidente dos Estados Unidos, Joe Biden, aprovou na noite desta sexta-feira (25) a liberação de até 350 milhões de dólares em novas ajudas militares à Ucrânia, que sofre ataques da Rússia desde quinta-feira (24).

Em um memorando, Biden autorizou o Departamento de Estado a direcionar até US$ 250 milhões em ajuda geral à Ucrânia e até US$ 350 milhões em “itens e serviços de defesa”, incluindo educação e treinamento militar.

O anúncio veio depois que o presidente dos EUA manteve uma conversa telefônica de 40 minutos com seu colega ucraniano, Volodymyr Zelenski, na sexta-feira (25), para discutir ajuda militar e sanções.

Embora a Casa Branca não tenha divulgado o conteúdo da conversa, Zelenski disse no Twitter que conversou com Biden sobre “fortalecer as sanções”, “assistência concreta à defesa” e “uma coalizão antiguerra”.

“Grato aos Estados Unidos pelo forte apoio à Ucrânia”, acrescentou o líder ucraniano.
Em reação ao ataque russo, Biden atingiu a Rússia com sanções a seus bancos e sua elite, além de restrições às exportações de alta tecnologia para a Rússia, entre outras medidas, às quais se somaram a punições econômicas contra o presidente Vladimir Putin e outras várias figuras do seu Governo.

Fonte: R7

ARTE/R7

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BIDEN DIZ QUE O IMPASSE COM A UCRÂNIA PODE SER RESOLVIDO DE FORMA DIPLOMÁTICA OU DE OUTRAS MANEIRAS

Biden diz a Putin que EUA estão prontos para ‘todos os cenários’

Em conversa, presidente afirmou que americanos estão dispostos a resolver impasse de maneira diplomática ou por outros meios

INTERNACIONAL

Do R7, com informações da AFP

Presidente Joe Biden em conversa telefônica com o líder russo Vladimir Putin

WHITE HOUSE/AFP – 12.2.2022

presidente dos Estados Unidos, Joe Biden, advertiu o líder russo Vladimir Putin que o governo americano está pronto para “todos os cenários”. Segundo o mandatário da Casa Branca, o impasse com a Ucrânia pode ser resolvido por meios diplomáticos ou de outras maneiras, sem especificar quais.

Em conversa por telefone neste sábado (12), Biden também afirmou que os Estados Unidos “responderão decisivamente e imporão custos rápidos e severos à Rússia” em caso de invasão da Ucrânia, segundo a Casa Branca.

De acordo com informações da agência AFP, um funcionário de alto escalão do governo americano revelou que a conversa entre os presidentes não provocará “mudança fundamental” sobre as tensões na Ucrânia.

“[A conversa] foi profissional, substantiva e durou mais de uma hora. Não houve mudança fundamental sobre o que se está desenvolvendo há várias semanas”, conta o funcionário da Casa Branca, que pediu para não ter a identidade revelada.

A expectativa nas últimas 24 horas era que a conversa entre Biden e Putin desacelerasse a escalada de tensões na Europa. Enquanto nações do Ocidente deslocam tropas para países no leste do continente, como a Polônia, os russos aumentam o contingente de militares nas proximidades da fronteira da Ucrânia.

Mais cedo neste sábado, Putin classificou como “especulações provocativas” quaisquer insinuações sobre uma invasão da Ucrânia. Enquanto isso, americanos afirmam que russos podem iniciar uma ofensiva militar até o fim dos Jogos Olímpicos de Inverno, no dia 20.

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DURANTE ENCONTRO COM CHANCELER ALEMÃO BIDEN PROMETE FECHAR GASODUTO SE A RÚSSIA INVADIR A UCRÂNIA

Joe Biden promete fechar gasoduto se a Rússia invadir a Ucrânia

Chanceler alemão, principal beneficiado com o polêmico Nord Stream 2, afirmou que estará alinhado com as decisões dos EUA

INTERNACIONAL

por AFP

Joe Biden fez anúncio durante encontro com o chanceler alemão Olaf Scholz

BRENDAN SMIALOWSKI/AFP – 07.02.2022

O presidente dos Estados Unidos, Joe Biden, prometeu nesta segunda-feira (7) “encerrar” a polêmica construção do gasoduto Nord Stream 2, para abastecer a Europa de gás russo, se Moscou invadir a Ucrânia.

Biden falou juntamente com o chanceler alemão, Olaf Scholz, que recebeu na Casa Branca. Esse último se manteve mais moderado e prometeu apenas estar unido ao presidente americano.

A declaração de Biden foi a mais contundente até agora sobre o futuro do novo gasoduto, já concluído, mas que ainda não começou a canalizar gás natural para a Alemanha.

Scholz foi menos claro sobre até onde iria para punir a Rússia se o país optasse por um ataque envolvendo seus mais de 100 mil soldados concentrados na fronteira da Ucrânia por ordem do presidente Vladimir Putin.

O chanceler alemão assinalou que ele e Biden estão “absolutamente unidos” em aplicar sanções contra a Rússia e afirmou que os dois não darão “passos diferentes”.

Ao ser questionado por jornalistas sobre o Nord Stream 2, Scholz evitou mencionar o gasoduto por seu nome ou confirmar se apoiaria uma eliminação da infraestrutura.

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BIDEN ENVIA MENSAGEM AOS TERRORISTAS DE TODO MUNDO

Biden diz que EUA irão ‘caçar e encontrar’ terroristas

Presidente norte-americano afirmou que líder do Estado Islâmico explodiu todo um andar de um prédio para não ser preso

INTERNACIONAL

 Do R7, com informações da AFP

O presidente dos EUA, Joe Biden. fez um pronunciamento rápido nesta quinta-feira (3) na Casa Branca, para comentar a operação das forças especiais do país que resultou na morte do líder Estado Islâmico (EI), Abu Ibrahim al-Hashimi al-Qurashi, na Síria.Biden assegurou que “a operação de ontem à noite removeu um grande líder terrorista do campo de batalha e enviou uma forte mensagem aos terroristas de todo o mundo: vamos caçar vocês e encontraremos vocês”.

“Em um último ato desesperado de covardia, e sem se importar com a vida de sua própria família ou de outras pessoas no prédio, ele escolheu explodir a si mesmo, não apenas o cinto (de explosivos), mas todo o terceiro andar do que enfrentar a justiça pelos crimes que cometeu, levando vários familiares com ele, como fez seu antecessor”, explicou.

Os soldados americanos que participaram da ação estão bem.

Segundo Biden, al-Qurashi subiu à liderança do Estado Islâmico em 2019, depois que outra operação de forças norte-americanas eliminou o antecessor Abu Bakr al-Baghdadi. “Desde então, o EI realizou ataques contra os EUA, seus aliados e incontáveis civis no Oriente Médio, na África e no Sul da Ásia. Ele supervisionou operações do grupo ao redor do mundo”, afirmou.

O presidente norte-americano também acusou al-Qurashi de ser o responsável pelo recente ataque contra uma prisão no norte da Síria onde estão detidos combatentes do EI.

“Ele também foi a força que moveu o massacre da minoria yazidi no norte do Iraque em 2014”, disse Biden, que citou massacres de vilas inteiras e a venda de mulheres e meninas yazidis como escravas, além do uso em massa de estupros “como arma de guerra”.

Fonte: R7

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IRRITADO COM PERGUNTAS BIDEN XINGA REPÓRTER SEM PERCEBER MICRONE LIGADO

Sem perceber microfone ligado, Joe Biden ofende repórter da Fox

Presidente dos EUA se irritou ao ser questionado sobre inflação no país

Maegan Vazquez

da CNN

 Atualizado 25/01/2022 às 00:21

 

O presidente dos Estados Unidos, Joe Biden, foi ouvido ao chamar um repórter do canal Fox de um “imbecil filho da p…” num microfone ligado após um evento da Casa Branca na segunda-feira (24) à tarde.

O comentário profano do presidente veio enquanto os repórteres gritavam perguntas ao sair da Sala Leste após uma reunião do Conselho de Concorrência da Casa Branca sobre os esforços para baixar os preços.

O correspondente da Fox na Casa Branca Peter Doocy perguntou a Biden: “Aceitaria uma pergunta sobre inflação? Acha que a inflação é uma responsabilidade política no meio do mandato?”

“É um grande trunfo — mais inflação”, disse Biden. “Que imbecil filho da p…”

O presidente tem ficado cada vez mais frustrado ao enfrentar publicamente questões difíceis nos últimos dias.

Na origem das frustrações em relação aos repórteres estão duas grandes crises com as quais a administração Biden continua a lidar: a de enfrentar a inflação e a perspectiva de uma invasão russa na Ucrânia.

Segundo a correspondente-chefe da CNN na Casa Branca, Kaitlan Collins, o presidente ligou para Doocy para pedir desculpas por sua declaração.

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BIDEN VAI OFERECER A PUTIN “VIA DIPLOMÁTICA” PARA RESOLVER TENSÃO SOBRE A UCRÂNIA

Biden e Putin conversarão por telefone sobre tensão na Ucrânia

Presidente dos EUA vai oferecer  ‘uma via diplomática’ ao líder russo; um novo encontro está marcado para o dia 10 de janeiro

Joe Biden e Vladimir Putin conversarão por telefone sobre a Ucrânia nesta quinta-feira (29)

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O presidente americano, Joe Biden, vai oferecer ao seu colega russo, Vladimir Putin, “uma via diplomática” para tentar resolver a tensão sobre a Ucrânia, durante a conversa por telefone que os dois terão na quinta-feira, informou a Casa Branca nesta quarta (29).

Biden e Putin falarão por telefone “para discutir várias questões, incluindo os próximos compromissos diplomáticos com a Rússia”, anunciou uma porta-voz da Casa Branca para questões de segurança. O porta-voz do Kremlin, Dmitri Peskov, confirmou a informação, especificando que o telefonema ocorrerá “na última hora da noite (horário de Moscou)”.

Biden, que falará com Putin de sua casa em Delaware, se dirá disposto a empreender “uma via diplomática”, mas os Estados Unidos, que seguem “profundamente preocupados” com a presença de tropas na fronteira com a Ucrânia, também estão “preparados para responder” em caso de invasão, afirmou um alto funcionário da Casa Branca.

Washington “gostaria que as tropas voltassem às suas áreas de treinamento habituais”, disse essa fonte.

O telefonema entre os chefes de Estado acontecerá duas semanas antes das negociações entre os dois países, marcadas para 10 de janeiro, sobre os tratados de controle de armas nucleares e a situação na fronteira russo-ucraniana, em que o Ocidente acusa Moscou de concentrar tropas para um possível ataque.

O governo Biden continua realizando “ampla diplomacia com nossos aliados e parceiros europeus, consultando e coordenando uma abordagem comum em resposta à concentração militar da Rússia na fronteira com a Ucrânia”, disse a porta-voz do Conselho de Segurança Nacional, Emily Horne, em um comunicado.

Na quarta-feira (29), o secretário de Estado americano, Antony Blinken, se reuniu com o presidente ucraniano, Volodimir Zelenski.

O chefe da diplomacia americana “reiterou o apoio inabalável dos Estados Unidos à independência, soberania e integridade territorial da Ucrânia em face do reforço militar da Rússia”, disse seu porta-voz, Ned Price.

Blinken e Zelenski falaram dos esforços para “resolver pacificamente o conflito no leste da Ucrânia e os próximos contatos diplomáticos com a Rússia”, acrescentou.

Zelensky também mencionou “esforços diplomáticos para alcançar a paz” e enfatizou em um tuíte que havia recebido garantias de “total apoio americano” para “combater um ataque russo”.

Esta será a segunda conversa telefônica entre as duas lideranças em menos de um mês. No início de dezembro, Joe Biden ameaçou Vladimir Putin com sanções “como nunca viu” se atacasse a Ucrânia.

A Rússia afirma ter agido em resposta ao que considera uma hostilidade do Ocidente e recentemente apresentou dois projetos de um tratado para impedir a expansão da Otan e encerrar as atividades militares das potências ocidentais perto das fronteiras russas. Acima de tudo, quer evitar que a Ucrânia se torne membro da Aliança Atlântica.

A negociação de 10 de janeiro é tensa. O ministro das Relações Exteriores da Rússia, Serguei Lavrov, descartou “concessões” desde o início e os Estados Unidos já haviam alertado sobre alguns pedidos russos considerados “inaceitáveis”.

Essas negociações bilaterais precederão uma reunião marcada para 12 de janeiro entre a Rússia e a Otan. Ela é seguida de outra no dia 13 de janeiro entre Moscou e a Organização para a Segurança e Cooperação na Europa (OSCE), da qual os Estados Unidos fazem parte, um porta-voz americano relatou na segunda-feira.

Em 2014, a Rússia anexou parte do território ucraniano, a península da Crimeia, manobra pela qual foi alvo de sanções.

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BIDEN ASSINA ORDEM QUE ENCERRA RESTRIÇÃO DE PASSAGEIROS PROCEDENTES DA ÁFRICA DO SUL

EUA encerrarão restrição de voos procedentes do sul da África

Governo Biden barrou a entrada de passageiros de pelo menos oito países africanos após o surgimento da variante Ômicron

Passageiro de pelo menos oito países africanos poderão voltar a entrar nos EUA

PIXABAY

O presidente dos Estados Unidos, Joe Biden, assinou nesta terça-feira (29) uma ordem que encerrará daqui três dias as restrições de passageiros procedentes da África do Sul e de outros sete países do sul do continente africano.

As medidas entraram em vigor em 29 de novembro, como tentativa de impedir a chegada e a expansão da variante Ômicron do novo coronavírus, identificada pela primeira vez na região.

“As restrições às viagens impostas pela anterior ordem, já não são necessárias para proteger a saúde pública”, afirmou o presidente, que assinou o novo texto na residência de Delaware, onde celebrou o Natal com a família.

A medida afetava África do Sul, Botsuana, Lesoto, Namíbia, Malaui, Moçambique, Suazilândia e Zimbábue, impedindo o acesso de qualquer cidadão não americano que tenha estado nestes países 14 dias antes do desembarque nos EUA.

A Organização Mundial da Saúde (OMS) chegou a criticar a restrição, imposta pelo governo americano e de diversas outras nações, por “punir” aqueles que identificaram a nova variante.

O primeiro caso da Ômicron nos Estados Unidos foi detectado em 1º de dezembro, na Califórnia, e, segundo o Centro de Controle de Doenças do país (CDC), a variante já é dominante, superando a Delta.

Fonte: R7
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BIDEN ABRIRÁ COM DISCURSO REUNIÃO DA CÚPULA MUNDIAL PELA DEMOCRACIA COM REPRESENTANTES DE QUASE 100 PAÍSES

Biden recebe mais de 100 países na cúpula mundial pela democracia

Encontro virtual foi muito criticado pela China e pela Rússia e deixou de fora oito países das Américas

INTERNACIONAL

 por AFP

O presidente Joe Biden caminha até repórteres enquanto sai da Casa Branca

CHIP SOMODEVILLA/GETTY IMAGES VIA AFP – 08.12.2021

O presidente Joe Biden, que assumiu o cargo em um momento de crise política nos Estados Unidos, recebe nesta quinta-feira (9) representantes de mais de 100 países para uma Cúpula pela Democracia, muito criticada por China e Rússia, e da qual foram excluídos oito países das Américas.

Para a Casa Branca, o encontro, que será virtual devido à pandemia da Covid-19, encarna a liderança dos Estados Unidos em uma luta existencial entre democracias e ditaduras ou autocracias.

“Não se enganem, estamos em um momento de avaliação democrática”, afirmou Uzra Zeya, subsecretária de Estado para Segurança Civil, Democracia e Direitos Humanos.

“Não é nenhum segredo que as democracias em todo o mundo enfrentam desafios cada vez maiores devido a ameaças novas e inovadoras. Países de praticamente todas as regiões do mundo experimentaram graus de retrocesso democrático”, adverte.

Biden vai abrir com um discurso a reunião, que durante dois dias reunirá representantes de quase 100 governos, além de ONGs, empresas, organizações filantrópicas e legislaturas.

Mas o pano de fundo é preocupante: as regras democráticas americanas foram desafiadas por Donald Trump, com sua tentativa de reverter o resultado eleitoral de 2020.

E mesmo antes da reunião, um clima de tensão foi criado sobre quem deveria integrar e quem deveria ficar de fora da lista.

China e Rússia, que Biden considera autocracias, ficaram deliberadamente de fora, o que segundo estes países estimula uma “brecha ideológica”.

“Nenhum país tem o direito de julgar o vasto e variado panorama político do mundo com um único critério”, escreveram Anatoly Antonov e Qin Gang, os embaixadores da Rússia e da China em Washington.

O que irritou Pequim foi o convite do governo americano a Taiwan, ilha governada democraticamente e que a China continental considera parte de seu território, embora não esteja sob seu controle.

Na segunda-feira, Washington também anunciou que não enviará funcionários do governo aos Jogos Olímpicos de Inverno de Pequim em fevereiro, como forma de protesto pelas violações dos direitos humanos, incluindo o “genocídio” contra o grupo étnico dos uigures na região de Xinjiang.

Austrália, Reino Unido e Canadá se uniram ao boicote diplomático, mas seus atletas disputarão os Jogos. E mais uma vez a Rússia se uniu a China para criticar a decisão.

O presidente Jair Bolsonaro foi convidado para participar da cúpula. Na América Latina e Caribe foram excluídos os governos de oito países: Nicarágua, Cuba, Bolívia, El Salvador, Honduras, Guatemala, Haiti e Venezuela, mas Juan Guaidó, líder opositor venezuelano a Nicolás Maduro, foi convidado.

Fonte: R7

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BIDEN ADVERTIU PUTIN SOBRE SANÇÕES AMERICANAS SEM PRECEDENTES CASO A RÚSSIA ATAQUE A UCRÂNIA

Biden diz que ameaçou Putin com sanções ‘nunca vistas’

Presidente dos EUA disse ter avisado Putin que adotará punições econômicas pesadas se houver invasão à Ucrânia

Biden prometeu fortalecer a presença militar norte-americana na Europa em caso de ataque

ALEX BRANDON / AFP – 8.12.2021

O presidente dos Estados Unidos, Joe Biden, declarou nesta quarta-feira (8) que advertiu o russo, Vladimir Putin, sobre sanções sem precedentes americanas caso a Rússia ataque a Ucrânia.

Um dia depois de uma cúpula virtual entre os dois, Biden contou que disse a Putin que os Estados Unidos retaliariam com sanções “como nunca antes vistas” no caso de um ataque russo à Ucrânia.

“Deixei bem claro que, se invadir a Ucrânia, haverá consequências, graves consequências, consequências econômicas como nunca visto antes”, declarou Biden a repórteres na Casa Branca.

O presidente americano também alertou que, além das medidas econômicas, Washington fortalecerá sua presença militar nos territórios dos países da Otan no Leste Europeu se Moscou atacar a Ucrânia.

“Provavelmente teríamos de reforçar nossa presença nos países da Otan para tranquilizar especialmente os que estão no flanco oriental. Além disso, deixei claro que também forneceríamos capacidades defensivas aos ucranianos”, lembrou.

Biden, porém, considerou que enviar tropas dos Estados Unidos para defender a Ucrânia de um eventual ataque da Rússia “não está sendo considerado” por seu governo, porque o país não faz parte da aliança da Otan.

“A ideia de que os Estados Unidos usarão a força unilateralmente para confrontar a Rússia no caso de uma invasão da Ucrânia não está sendo considerada neste momento”, afirmou.

“Temos uma obrigação moral e uma obrigação legal para com os nossos aliados da Otan nos termos do artigo cinco. É uma obrigação sagrada. E essa obrigação não se estende à … Ucrânia”, argumentou.

Fonte: R7

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BIDEN DEVE ANUNCIAR QUE NENHUM FUNCIONÁRIO DO GOVERNO COMPARECERÁ AS OLIMPÍADAS DE PEQUIM EM 2022

Governo Biden deve anunciar boicote às Olímpiadas de Pequim nesta semana

Nenhum funcionário da administração comparecerá aos Jogos de Inverno, que acontecem em fevereiro do ano que vem

Kaitlan Collinsda CNN

Tela em restaurante de Pequim mostra reunião virtual entre presidentes dos Estados Unidos, Joe Biden, e da China, Xi JinpingTela em restaurante de Pequim mostra reunião virtual entre presidentes dos Estados Unidos, Joe Biden, e da China, Xi JinpingReuters

governo Biden deve anunciar nesta semana que nenhum funcionário do governo dos EUA comparecerá às Olimpíadas de Pequim em 2022, implementando um boicote diplomático aos jogos, de acordo com várias fontes ouvidas pela CNN.

A medida permitiria aos EUA enviar uma mensagem no cenário mundial para a China, sem impedir que os atletas norte-americanos participem. O Conselho de Segurança Nacional, que vem discutindo a ação, preferiu não comentar o assunto.

O presidente Joe Biden disse a repórteres no mês passado que estava avaliando um boicote diplomático enquanto legisladores democratas e republicanos, incluindo a presidente da Câmara, Nancy Pelosi, defendiam um em protesto contra os abusos dos direitos humanos na China.

A cúpula virtual do mês passado entre Biden e o presidente chinês Xi Jinping – vista como uma das conversas diplomáticas mais importantes da presidência de Biden – não rendeu avanços significativos.

No entanto, serviu como reinício para as relações após a deterioração acentuada durante o último ano do governo Trump e hostilidade contínua no governo Biden.

Ao longo da reunião de novembro, Biden e Xi engajaram em um “debate saudável”, de acordo com um alto funcionário do governo americano presente nas discussões. Biden levantou preocupações sobre direitos humanos, a agressão chinesa contra Taiwan e questões comerciais.

Quase todas as principais questões em que Biden se concentra – incluindo relacionadas à cadeia de suprimentos, mudança climática, Coréia do Norte e Irã – têm ligação com a China.

Biden há muito argumenta que as democracias podem ter resultados mais eficazes do que as autocracias como a China, e usou a proposta de lei de infraestrutura bipartidária para mostrar como os partidos políticos nas democracias podem trabalhar juntos.

Enquanto isso, Xi cimentou sua consolidação de poder depois que o Partido Comunista Chinês adotou uma resolução histórica elevando-o em estatura à de seus dois predecessores mais poderosos – Mao Zedong e Deng Xiaoping. Ele busca um terceiro mandato no 20º Congresso do Partido no próximo outono.

(Texto traduzido. Clique aqui para ler o original em inglês)

Fonte: CNN

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SEGUNDO PORTA-VOZ DA CASA BRANCA, BIDEN TEM INTENÇÃO DE CONCORRER À PRESIDÊNCIA DOS EUA EM 2024

Biden tem intenção de concorrer novamente à Presidência em 2024

Crise do Afeganistão e gestão do coronavírus fizeram aprovação pública do presidente norte-americano cair nos últimos meses

INTERNACIONAL

por Reuters

Aos 79 anos, Joe Biden é o presidente mais velho da história dos Estados Unidos

KEVIN LAMARQUE/REUTERS – 9.9.2021

O presidente dos Estados Unidos, Joe Biden, tem a intenção de concorrer à reeleição em 2024, afirmou a porta-voz da Casa Branca, Jen Psaki, nesta segunda-feira (22).

Biden, de 79 anos, sofreu uma queda na aprovação pública nos últimos meses, levando alguns dos democratas a se perguntarem se ele buscaria um segundo mandato de quatro anos.

“Ele quer. É a intenção dele”, disse Psaki, enquanto Biden voava a bordo do Força Aérea Um para um evento de Ação de Graças com as tropas norte-americanas em Fort Bragg, no Estado da Carolina do Norte.

Os democratas ficaram abalados com as vitórias dos republicanos nas eleições estaduais da Virgínia neste mês, e como uma vitória democrata apertada em Nova Jersey.

Alguns têm cogitado a viabilidade de uma candidatura da vice-presidente Kamala Harris em 2024, caso Biden decida não concorrer de novo. Uma pesquisa recente do USA Today e da Universidade de Suffolk mostrou que ela tem aprovação de 28% no cargo.

Biden passou pelo primeiro exame físico na sexta-feira (19) desde que tomou posse em janeiro e médicos constataram que ele está caminhando de forma rígida e atribuíram frequentes episódios de tosse a refluxos ácidos. Os médicos afirmaram que ele está apto para trabalhar.

As perspectivas políticas de Biden pareciam estar balizadas na semana passada após a aprovação de um plano de infraestrutura de 1 trilhão de dólares. Ainda está sendo debatido um outro pacote de 2 trilhões de dólares de investimentos em segurança social.

Fonte: R7

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ANÁLISE POLÍTICA: UM BALANÇO DO GOVERNO BIDEN, POR RODRIGO CONSTANTINO

Nesta quarta-feira, aqui na coluna ANÁLISE POLÍTICA você vai conhecer melhor quem é Biden e o seu governo através do esclarecedor e coerente comentário do jornalista Rodrigo Constantino, que mostrar ponto a ponto, todos os desatinos e contradições do presidente mais festejado dos últimos tempos ao tomar posse no lugar de Trump. Vale a pena assistir ao vídeo a seguir, não apenas porque o Rodrigo Constantino mora nos EUA e acompanha de perto todos os movimentos da política de lá, mas porque seus comentários sobre a política da terra do tio Sam, ao contrário dos da política tupiniquim, são isentos de parcialidade ou qualquer tipo de torcida. Desta forma, são tomados de uma lucidez e confiabilidade incríveis.

Fonte:

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BIDEN PROÍBE AUTORIDADES DA NICARÁGUA DE ENTRAREM NOS EUA

Estados Unidos proíbem entrada de autoridades da Nicarágua no país

Decreto de Joe Biden é resposta ao pleito nicaraguense que elegeu Daniel Ortega à Presidência pela quarta vez consecutiva

Comunidade internacional acusa Daniel Ortega de manipulação das eleições

CESAR PEREZ/AFP – 8.11.2021

O presidente dos Estados Unidos, Joe Biden, proibiu nesta terça-feira (16) que membros do governo da Nicarágua entrem nos Estados Unidos, em resposta a um processo eleitoral considerado pelos americanos fraudado em favor do presidente nicaraguense, Daniel Ortega.

A proibição de Biden se aplica a todas as “autoridades eleitas”, incluindo aparentemente Ortega e a esposa, a vice-presidente Rosario Murillo, além de membros das forças de segurança, juízes, prefeitos e outros vistos como ameaça à democracia no país centro-americano.

“Os atos abusivos e repressivos do governo Ortega e daqueles que o apoiam levam os Estados Unidos a agir”, disse Biden em um decreto.

O decreto do presidente Biden se dá apenas um dia depois que os Estados Unidos, o Reino Unido e o Canadá impuseram sanções às autoridades nicaraguenses em resposta à eleição do dia 7 de novembro, classificada por muitos países de farsa.

As ações foram tomadas após a reeleição de Ortega para um quarto mandato consecutivo, na sequência de uma campanha em que sete rivais políticos foram presos e houve grande repressão à imprensa.

Ortega, um ex-líder marxista de guerrilha, chama os críticos americanos de “imperialistas ianques” e os acusa de tentar prejudicar o processo eleitoral da Nicarágua. Cuba, Venezuela e Rússia ofereceram apoio a Ortega.

Sanções anteriores, como congelamentos de ativos e proibições de viagens a certas autoridades da Nicarágua, impostos por Biden e por Donald Trump, não conseguiram dissuadir Ortega, e muitos analistas estão céticos quanto ao impacto das novas medidas.

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GOVERNO DA FLÓRIDA APRESENTARÁ PROCESSO CONTRA BIDEN POR OBRIGAR EMPREGADORES VACINAR FUNCIONÁRIOS CONTRA COVID-19

Flórida processará EUA por vacinação obrigatória em empresas

Ron DeSantis, governador do estado, chamou de ‘inconstitucional’ e classificou como imposição a medida adotada por Joe Biden

INTERNACIONAL

 por Agência EFE

Ron DeSantis deverá entrar com ação contra o governo federal nesta sexta-feira (5)Ron DeSantis deverá entrar com ação contra o governo federal nesta sexta-feira (5)
REUTERS/CARLOS BARRIA – 31/07/18

O governador da Flórida, o republicano Ron DeSantis, anunciou nesta quinta-feira (4) que apresentará processo contra uma medida do governo do presidente Joe Biden que obriga que os empregadores vacinem os funcionários contra a Covid-19, ordem que considera “inconstitucional”.

A gestão de Biden avisou que as empresas privadas com mais de cem funcionários deverão garantir a partir de 4 de janeiro que seus trabalhadores se vacinem contra a Covid-19. DeSantis, que considera “ilegal” e não autorizada pelo Congresso a chamada Norma Temporária de Emergência, disse que apresentará a ação judicial nesta sexta-feira (5) no Tribunal de Apelações da 11ª Circunscrição dos EUA, em Atlanta.

O republicano, que tentará ser reeleito em 2022, moveu uma série de processos e leis em completa oposição ao governo de Biden, principalmente sobre a gestão da pandemia, mas também sobre a política de imigração.

De acordo com o governo de DeSantis, a ordem de Biden afetará quase 9 mil empregadores e 4,5 milhões de empregados que constituem 60% da força de trabalho da Flórida.

“O governo federal não pode impor unilateralmente uma política médica sob o pretexto de regulamentação do local de trabalho”, disse o republicano. A procuradora-geral do estado, Ashley Moody, argumentou que a ideia é impedir o “alcance excessivo” de Biden.

Moody disse que o presidente “não tem o poder de impor políticas de saúde” através da Administração de Segurança e Saúde no Trabalho, do Departamento do Trabalho. Se não quiserem ser vacinados, os trabalhadores dessas grandes empresas serão obrigados a se submeter a testes semanais e também a usar máscara a todo momento.

Essa é a medida mais significativa implementada até agora pelo governo para combater a pandemia no ambiente de trabalho, uma vez que pode afetar até 84 milhões de trabalhadores no setor privado, de acordo com estimativas da Casa Branca.LEIA TAMBÉM

Uma segunda medida que também entrará em vigor em 4 de janeiro é a vacinação obrigatória para todos os trabalhadores das instalações médicas que participam dos programas públicos Medicare ou Medicaid.

Essa ordem afeta mais de 17 milhões de trabalhadores. Cerca de 70% da população adulta nos Estados Unidos já recebeu o ciclo vacinal completo – esse número aumentou nos últimos meses, desde que o governo começou a pressionar as empresas a forçar seus trabalhadores a tomar a vacina.

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BIDEN SE REUNIRÁ COM MANDATÁRIO TURCO COM OBJETIVO DE EVITAR FUTURAS CRISES DIPLOMÁTICAS

Biden se encontrará com Erdogan para evitar crises diplomáticas

 Turquia recentemente esteve perto de expulsar dez embaixadores ocidentais, incluindo norte-americanos

INTERNACIONAL

por Agência EFE

ATUALIZADO EM 30/10/2021 – 21H18

Presidente dos EUA, Joe Biden, se encontrará com mandatário turco, Recep Tayyip Erdogan

RICCARDO ANTIMIANI/AFP

O presidente dos Estados Unidos, Joe Biden, se reunirá no domingo (31), em Roma, com o mandatário turco, Recep Tayyip Erdogan, com o objetivo de evitar futuras crises diplomáticas, como quando Ancara recentemente esteve perto de expulsar dez embaixadores ocidentais, incluindo americanos, entre outras questões, informou à imprensa um funcionário do alto escalão do governo dos EUA, que pediu anonimato.

Erdogan voltou atrás na semana passada com a expulsão dos embaixadores da Alemanha, Dinamarca, França, Finlândia, Holanda, Suécia, Noruega, Nova Zelândia, Canadá e Estados Unidos, que haviam solicitado em carta a libertação do empresário e ativista turco Osman Kavala, que está sob custódia há quatro anos.

Os diplomatas criticaram os contínuos atrasos no julgamento do ativista, que “lançaram uma sombra sobre o sistema judiciário turco”, e lembraram que o Tribunal Europeu dos Direitos Humanos já ordenou sua libertação, o que não ocorreu.

Erdogan considerou essas frases uma tentativa inaceitável de “dar lições” à Turquia e, no último dia 23, anunciou que havia “instruído o Ministério das Relações Exteriores” a declarar o mais rápido possível persona non grata os dez embaixadores, uma medida formal que implica na expulsão de um diplomata.

Sobre essa situação, o funcionário americano disse que Biden dirá a Erdogan que os dois países precisam encontrar “uma maneira de evitar crises como essa no futuro”.

“Uma ação precipitada não beneficiará a parceria e aliança entre os Estados Unidos e a Turquia”, disse a fonte.

Além disso, ele ressaltou que se Erdogan tivesse cumprido sua ameaça de expulsar os diplomatas, a reunião de amanhã certamente não aconteceria.

Nessa reunião, Biden e Erdogan também discutirão os interesses da Síria, Líbia e Turquia em vários sistemas de defesa e aeronaves fabricados nos Estados Unidos.

Por outro lado, o mesmo funcionário anunciou que Biden se encontrou hoje com a chanceler alemã Angela Merkel e seu vice-chanceler, Olaf Scholz, candidato social-democrata à chancelaria daquele país, como uma transição para a próxima mudança de poder na Alemanha.

A cúpula começou hoje com uma sessão dedicada à economia e saúde globais e terminará amanhã com uma entrevista coletiva do primeiro-ministro da Itália, Mario Draghi, que resumirá os acordos alcançados em questões como tributação, pandemia, recuperação econômica e mudança climática.

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CARTA DE DEPUTADOS ENVIADA A CASA BRANCA PEDE QUE STATUS DO BRASIL DE PARCEIRO GLOBAL DA OTAN SEJA RETIRADO

Biden é pressionado a diminuir status militar do Brasil na Otan

Mais de 60 congressistas assinaram carta para Casa Branca

Da CNN

em São Paulo

 

Uma carta elaborada por 63 deputados democratas foi enviada à Casa Branca pedindo que o apoio ao status do Brasil de parceiro global da Organização do Tratado do Atlântico Norte (Otan) seja retirado. As informações são do analista de Internacional da CNN Lourival Sant’Anna.O argumento é que o governo do presidente brasileiro Jair Bolsonaro (sem partido) é uma ameaça à democracia. O pedido ao presidente norte-americano Joe Biden é que o país volte ao status anterior ao do governo de Donald Trump.

A carta vai de desencontro à relação de aliado militar que o Brasil vinha construindo com os Estados Unidos. Além do apoio para parceiro global da Otan, em 2019 o país também se tornou parceiro preferencial militar dos norte-americanos.

Fonte: CNN
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CANCELAMENTO DO CONTRATO DE SUBMARINOS GERA CRISE DIPLOMÁTICA E MACRON VAI FALAR COM BIDEN

Crise diplomática: Macron vai falar com Biden, diz porta-voz francês

Governo francês afirma não ter sido consultado por seus aliados sobre o cancelamento da venda de submarinos para a Austrália

INTERNACIONAL

 por Reuters – Internacional

O presidente francês Emmanuel Macron

REUTERS – 17.09.2021

O presidente francês Emmanuel Macron irá conversar com o presidente dos EUA Joe Biden nos próximos dias, disse o porta-voz do governo francês neste domingo (19), em meio a uma crise diplomática desencadeada pelo cancelamento do contrato de submarinos que a Austrália firmou com Paris.

A França disse na sexta-feira (17) que iria convocar seus embaixadores de Washington e de Canberra para consulta sobre o acordo de segurança trilateral também envolvendo a Grã-Bretanha que afundou a demanda multibilionária por submarinos franceses.

“O presidente Biden pediu para falar com o presidente da República e haverá uma conversa entre eles nos próximos dia”, disse Gabriel Attal, porta-voz do governo francês, ao canal de notícias BFM TV. A França está buscando “esclarecimentos” sobre o cancelamento de uma demanda por submarino, disse Attal.

O sucateamento do contrato, firmado em 2016, causou a fúria do governo francês, que afirma não ter sido consultado por seus aliados. O governo australiano, no entanto, diz ter deixado suas preocupações claras durante meses.

Após o “choque” inicial do cancelamento, as discussões precisariam ocorrer sobre cláusulas contratuais, com compensação para o lado francês, acrescentou Attal.

Fonte: R7

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SEGUNDO BIDEN, É PROVÁVEL NAS 24 OU 36 HORAS OUTRO ATAQUE TERRORISTA NO AEROPORTO DE CABUL

Biden diz que outro ataque terrorista no aeroporto de Cabul é ‘altamente provável’ nas próximas horas

Presidente norte-americano afirmou ainda que ataque retaliatório dos EUA não foi o último

Barbara StarrPaul LeBlanc

da CNN

29/08/2021 às 00:31 | Atualizado às 01:01

O presidente dos EUA, Joe Biden, enviou mais soldados ao Afeganistão para uma "retirada segura" do paísO presidente dos EUA, Joe Biden, enviou mais soldados ao Afeganistão para uma “retirada segura” do país. Getty Images

Outro ataque terrorista ao aeroporto de Cabul, no Afeganistão é “altamente provável nas próximas 24 ou 36 horas”, afirmou o presidente dos Estados Unidos, Joe Biden, após ser informado por comandantes. Horas após a comunicação ter sido feita, a embaixada dos EUA em Cabul emitiu um alerta de segurança.

“Devido a uma ameaça específica e confiável, todos os cidadãos dos EUA nas proximidades do aeroporto de Cabul (HKIA), incluindo o portão Sul (Círculo do Aeroporto), o novo Ministério do Interior e o portão próximo ao posto de gasolina Panjshir, no lado noroeste do aeroporto, devem deixar a área do aeroporto imediatamente “, dizia o alerta.

A declaração do presidente, feita neste sábado (28), veio horas após o Pentágono afirmar que dois alvos de “alto nível” do grupo Estado Islâmico-K foram mortos e outro ferido em um ataque de drones dos EUA no Afeganistão; uma medida de retaliação após o ataque terrorista que matou 13 militares dos EUA e pelo menos 170 pessoas fora do aeroporto na quinta-feira (26).

“Este ataque não foi o última”, disse Biden em seu comunicado. Ele prometeu “caçar qualquer pessoa envolvida naquele ataque hediondo e fazê-la pagar”.

“A situação no terreno continua a ser extremamente perigosa e a ameaça de ataques terroristas no aeroporto continua alta”, disse Biden, acrescentando que pediu aos comandantes que “tomem todas as medidas possíveis para priorizar a proteção da força”.

Ataque

Os Estados Unidos informaram que dois membros de “alto escalão” do Estado Islâmico de Khorasan foram mortos e um ficou ferido após o ataque conduzido por drones na sexta-feira (27), definido como uma ação contraterrorista. Nenhum civil foi ferido ou morto.

As informações são do Pentágono, a sede do Departamento de Defesa americano, e foram repassadas em coletiva de imprensa neste sábado (28).

De acordo com o general William Taylor, um dos alvos era um facilitador do Estado Islâmico-K, enquanto o outro era um estrategista.

contra-ataque aéreo não tripulado ocorreu na província de Nangarhar e veio após uma explosão, conduzida pelo Estado Islâmico-K, que deixou mais de 170 mortos e centenas de feridos nos arredores do aeroporto de Cabul.

(Texto traduzido, leia original em inglês aqui)

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REUNIÃO ENTRE PRESIDENTE DOS EUA E PRIMEIRO MINISTRO DE ISRAEL IRÁ MARCAR UMA NOVA ETAPA NA RELAÇÃO ENTRE OS DOIS PAISES

Biden e Bennett se reúnem para reforçar laços entre EUA e Israel

Primeiro encontro do primeiro-ministro israelense com o presidente dos EUA ocorre em momento turbulento, após volta do Talibã

INTERNACIONAL

 Eugenio Goussinsky, do R7

Bennett embarca para encontro com presidente Joe Biden, em Washington

GPO/AVI OHAYON/24-08-21

A reunião entre o primeiro-ministro de Israel, Naftali Bennett e o presidente dos Estados Unidos, Joe Biden, nesta quinta-feira (26), na Casa Branca, em Washington, irá marcar uma nova etapa nas relações entre os dois países.  Será o primeiro encontro entre ambos desde a posse do novo governo israelense, em 13 de junho último.

Para Biden, a reunião ganha em importância, em um momento no qual o governo americano tem sido alvo de críticas após a volta ao poder do grupo radical Talibã, no Afeganistão, no último dia 16. O governo dos Estados Unidos acusado de falhas de planejamento para a retirada das tropas americanas do país.

“Biden sofreu um revés com a chegada do Talibã, isso em um primeiro momento gera apreensão em Israel, devido a questões de segurança. Para Biden, a reunião ganha importância no sentido de retomar por inteiro uma aliança histórica, garantir a proteção e reforçar laços e compromissos dos Estados Unidos com Israel”, afirma ao R7 a professora Marília Pimenta, coordenadora do curso de Relações Internacionais da Fecap (Fundação escola de Comércio Álvares Penteado), em São Paulo.

Para a professora, a chegada do Talibã provocou, mesmo que Israel não esteja diretamente envolvido na guerra local, uma instabilidade maior na região.

“A saída desastrosa das tropas americanas tem repercussão em Israel. Acredito que haverá uma espécie de cobrança de Bennett em relação a este tema. A preocupação é que o Afeganistão, como ocorreu anteriormente, se torne refúgio de grupos terroristas, como a Al-Qaeda, que tenham o objetivo de realizar atentados”, destacou Marília.

Apesar de ambos terem se mantido como aliados ao longo das últimas décadas, o objetivo de Bennett também é o de reaproximar os dois países em relação a vários temas, após um período de dificuldades de sintonia entre o governo de Benjamin Netanyahu, antecessor de Bennett, e os democratas.

“Há uma nova administração nos Estados Unidos e um novo governo em Israel, e trago comigo, de Jerusalém, um novo espírito de cooperação, que se baseia na conexão especial e de longa data entre os dois países”, afirmou Bennett, sobre a adminisntração de Joe Biden, que assumiu o poder em janeiro de 2021, em meio a uma relação mais fria com o então primeiro-ministro Netanyahu, do direitista partido Likud.

Ao R7, o encarregado de negócios da embaixada de Israel no Brasil, David Atar, destacou que Joe Biden é um velho amigo do Estado de Israel.

“Nós estamos trabalhando em estreita colaboração com a administração do governo Biden. O Estado de Israel e os Estados Unidos mantêm uma forte aliança baseada nos laços compartilhados de valores democráticos e direitos humanos”, observou Atar.

Atar acrescentou que, no encontro, serão discutidas não só alternativas para evitar que o Irã desenvolva se projeto nuclear, mas também para impedir que o governo iraniano atrapalhe os acordos que Israel vem firmando com países árabes como os Emirados Árabes Unidos, o Bahrein, o Sudão e o Marrocos.

“Os dois têm boa comunicação, Biden ligou para Bennett apenas duas horas depois que o novo líder israelense foi empossado. Israel também contou com o firme suporte americano durante os últimos incidentes violentos no Oriente Médio. Durante o encontro, os principais assuntos devem focar em formas de prevenir o armamento nuclear do Irã e como deter os esforços iranianos em desestabilizar e enfraquecer os países árabes aliados no Oriente Médio”, ressaltou Atar.

Posição de Bennett

Bennett também defende bandeiras da direita, sendo líder do Yamina, um partido nacionalista secular. Por outro lado, dentro de um governo de união nacional, que assumiu o poder após mais de 12 anos de Netanyahu no cargo, a premissa básica que ele vem adotando é a da conciliação.

E nas questões de segurança, há uma grande convergência entre os vários partidos de Israel, principalmente em relação  a essa preocupação com a ameaça iraniana. Bennett adiantou que o tema será prioritário nas conversas com Biden.

“Vamos lidar com muitas frentes, especialmente a frente iraniana, e especialmente o salto do programa nuclear iraniano, nos últimos dois ou três anos. Em particular, discutiremos o plano para bloquear este programa”, disse Bennett.

O primeiro-ministro israelense irá tentar persuadir Biden a não retomar o acordo com o Irã, após negociações recentes ocorridas em Viena, com países europeus e a China, em relação aos planos de obtenção de armamento nuclear pelo governo iraniano. O pacto foi selado em 2015, mas os Estados Unidos, em 2018, na administração de Donald Trump, se retiraram do acordo.

“O Irã está fazendo rápidos progressos em seus esforços de enriquecimento de urânio e já reduziu significativamente o tempo necessário para adquirir materiais a serem usados para a construção de uma única bomba nuclear”, destacou.

O primeiro-ministro ressaltou, ainda, que as conversas irão girar também em torno de “várias ações para fortalecer a superioridade militar israelense”.

“O que precisamos fazer, e o que estamos fazendo, é formar uma coalizão regional de países árabes razoáveis, junto conosco, que vai se defender e bloquear essa expansão e esse desejo de dominação do Irã”, disse Bennett.

“Somos a âncora precisa da estabilidade, da disposição de fazer o trabalho para manter a região do Oriente Médio mais segura”, completou o primeiro-ministro, a respeito da reunião.

Temas como a pandemia atual e intercâmbio tecnológico também estarão na pauta.

“Paralelamente, trataremos também das esferas da alta tecnologia, da economia, da inovação, da crise climática que nos preocupa a todos e – claro – do combate ao coronavírus”, ressaltou Bennett.

As relações entre Estados Unidos e Israel tiveram início já em 1948, quando o governo americano reconheceu a fundação do Estado de Israel. Desde então, a aproximação ganhou força principalmente no fim dos anos 60, com a chegada de Lyndon Johnson ao poder nos Estados Unidos, após Israel ter se aliado com países como França e Inglaterra em combates com o Egito em 1956

Fonte: R7

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BIDEN AUTORIZOU O ENVIO DE 5 MIL SOLDADOS NOTE-AMERICANOS AO AFEGANISTÃO

Biden anuncia envio de 5 mil soldados ao Afeganistão

Avanço do Talibã no país motivou ação do presidente norte-americano; grupo extremista se aproxima de Cabul, capital afegã

INTERNACIONAL

Do R7, com AFP

Biden autorizou o envio de 5 mil soldados norte-americanos ao Afeganistão

OLIVER CONTRERAS / POOL VIA EFE – EPA – 10.8.2021

O presidente norte-americano, Joe Biden, anunciou, neste sábado (14), o envio de 5 mil soldados ao Afeganistão. A decisão ocorre em meio ao forte avanço do Talibã, que já domina metade das capitais de províncias no país do Oriente Médio.

Um novo grupo de militares dos Estados Unidos chegou a Cabul, capital afegã, neste sábado, para garantir a retirada segura dos funcionários da embaixada e civis afegãos que trabalharam para as forças norte-americanas, segundo informações do Pentágono.

“Ao longo dos últimos dias, estive em contato próximo com nosso tim de segurança [no Afeganistão] para orientá-los sobre como proteger nossos interesses e valores durante o encerramento da nossa missão militar no Afeganistão”, começou Biden, no comunicado publicado no site oficial da Casa Branca.

“Baseado nas recomendações do nosso corpo diplomático, militares e agentes de inteligência, autorizei o envio de cerca de 5 mil soldados para garantir que tenhamos uma retirada organizada e segura dos funcionários norte-americanos no país, e também dos afegãos que ajudaram nossas tropas durante nossa missão, além daqueles que se encontram em risco com o avanço do Talibã”, continuou o presidente.

Na nota divulgada pela Casa Branca, Biden cita ainda outras medidas a serem tomadas em relação ao país do Oriente Médio, que viu o grupo extremista avançar em território nacional depois que os Estados Unidos decidiram se retirar de lá. Biden lembrou ainda os motivos que levaram os EUA a passarem duas décadas em missão no Afeganistão, citando os atentados de 11 de setembro de 2001.

“A América chegou ao Afeganistão há 20 anos para derrotar as forças que atacaram este país [os Estados Unidos] em 11 de setembro. Essa missão resultou na morte de Osama bin Laden, há uma década, e na queda da al Qaeda. E ainda assim, 10 anos mais tarde, quando me tornei presidente, um pequeno número de tropas norte-americanas ainda permanece em território afegão, em perigo, com um prazo curto para ser retirado de lá ou voltar a combate aberto”, disse Biden.

Talibãs chegam perto de Cabul

Neste sábado, forças do Talibã tomaram uma importante cidade no norte do Afeganistão, expulsando tropas afegãs, e se aproximaram ainda mais de Cabul, onde não apenas os EUA, mas outros países ocidentais, se apressam para retirar seus cidadãos.

A queda de Mazar-i-Sharif, confirmada por uma autoridade do conselho da província, foi outra importante captura dos militantes linha-dura, que têm varrido o país nas últimas semanas, enquanto as forças lideradas pelos EUA se retiram.

Depois que um contingente inicial desembarcou na capital afegã na sexta-feira (13), a operação americana parece acelerar, conforme os insurgentes se aproximavam de Cabul.

Bill Urban, porta-voz do Comando Central dos Estados Unidos, havia dito mais cedo que os soldados “continuam” chegando, mas não especificou quantos estavam no solo até agora ou se as retiradas começaram.

Apoio a militares e civis

Nesta semana, quase 4.200 pessoas ainda trabalhavam na embaixada dos Estados Unidos em Cabul. Além disso, milhares de afegãos que trabalharam para os Estados Unidos durante a ocupação de 20 anos no país devastado pela guerra, como intérpretes ou motoristas, e suas famílias, estão tentando partir o mais rápido possível, temendo retaliação do Talibã. Muitos deles solicitarão vistos especiais de imigrante (SIV) para permanecer nos Estados Unidos.

O Pentágono estima que terá de retirar cerca de 30.000 pessoas antes de concluir sua retirada do Afeganistão até 31 de agosto, prazo estabelecido pelo presidente Joe Biden.

Os combatentes do Talibã se aproximavam de Cabul depois de derrotar as forças armadas afegãs nos últimos 10 dias. Neste sábado, o presidente afegão, Ashraf Ghani, prometeu evitar mais derramamento de sangue e disse que negociações estavam em andamento para tentar encerrar os combates, sem oferecer detalhes específicos.

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BIDEN AVALIA MEDIDAS PARA RESTABELECER A INTERNET MÓVEL EM CUBA

Biden afirma que EUA estudam como restaurar a internet em Cuba

Presidente norte-americano diz que poderia enviar vacinas anticovid, mas que precisaria de “garantias” do governo

INTERNACIONAL

 por AFP

Biden avalia medidas para restabelecer a internet móvel em Cuba

CHIP SOMODEVILLA / GETTY IMAGES VIA AFP – 15.7.2021

Os Estados Unidos estão analisando se podem restaurar o acesso à internet em Cuba, restrito à população por autoridades cubanas no contexto de protestos históricos contra o governo, disse o presidente Joe Biden nesta quinta-feira (15).

“Eles cortaram o acesso à Internet. Estamos considerando se temos capacidade tecnológica para restaurar esse acesso”, afirmou o presidente dos Estados Unidos durante uma entrevista coletiva com a chanceler alemã, Angela Merkel.

Biden também estava aberto a enviar “quantidades significativas” de vacinas anticovid para a ilha caribenha, que vivencia um forte aumento nos casos por coronavírus e está desenvolvendo suas próprias vacinas em meio a uma crise econômica agravada pela pandemia.

“Eles têm um problema de covid em Cuba. Estaria disposto a doar quantidades significativas de vacinas se, de fato, me garantissem que uma organização internacional administraria essas vacinas e faria de forma que os cidadãos comuns tivesse acesso a essas vacinas”, informou.

Em Cuba, sob governo comunista desde a revolução liderada por Fidel Castro em 1959, milhares de cubanos tomaram as ruas de 40 cidades no domingo gritando: “Estamos com fome!”, “Liberdade!” E “Abaixo a ditadura!”.

“Há várias coisas que consideraríamos fazer para ajudar o povo cubano”, acrescentou o líder democrata, “mas exigiriam” uma “garantia” de que “o governo não se aproveitaria deles” em seu próprio benefício.

Sanções de Trump permanecem

Nesse sentido, descartou a possibilidade de permitir novamente o envio formal de remessas a Cuba, suspensas por seu antecessor, o republicano Donald Trump.

“Não faria isso agora porque na verdade é muito provável que o regime confisque essas remessas ou grande parte delas”, acrescentou Biden.

Como candidato, Biden havia se mostrado favorável a suspender as restrições às remessas, a segunda fonte de divisas de Cuba depois da exportação de serviços médicos.

Mas até agora ele não reverteu essa ou outras políticas de Trump, que ampliou o embargo econômico que os Estados Unidos aplicam desde 1962 a Cuba para forçar uma mudança de regime.

Trump, que chegou ao poder em 2017, fez questão de apagar assim a reaproximação à ilha feita pelo ex-presidente democrata Barack Obama, de quem Biden era vice-presidente, desde 2015.

Fonte: R7
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SEGUNDO BIDEN, GOVERNO DO AFEGANISTÃO TEM CAPACIDADE PARA SE SUSTENTAR APÓS RETIRADA DOS SOLDADOS AMERICANOS

Biden acredita que governo afegão se sustentará após saída dos EUA

Autoridades dos dois países temem um avanço do grupo Talibã após retirada das tropas norte-americanas

INTERNACIONAL

Da EFE

Autoridades dos dois países teme ofensivas do grupo Talibã nos próximos meses

FE/EPA/SAMUEL CORUM

O presidente dos Estados Unidos, Joe Biden, disse nesta sexta-feira (2) que o governo do Afeganistão tem capacidade para se sustentar após a retirada dos soldados americanos de seu território, apesar da ameaça do Talibã.

Biden foi questionado sobre a retirada dos EUA no final de um discurso na Casa Branca sobre o desemprego e horas depois de saber que as forças dos EUA haviam transferido o controle da base aérea de Bagram, sua principal instalação militar no Afeganistão, para as autoridades afegãs.

“Reunimo-nos com o governo afegão aqui na Casa Branca, no Salão Oval, creio que eles têm capacidade para manter o governo”, declarou o presidente americano, que lembrou que as forças armadas do seu país ficaram destacadas em solo afegão por 20 anos.

Por outro lado, expressou preocupação com o fato de as autoridades afegãs terem de lidar com uma série de questões internas e ressaltou que precisam gerar apoio em nível nacional para sustentar o governo.

Biden também foi questionado se os EUA fornecerão assistência para proteger a capital afegã diante das previsões de que ela pode cair nas mãos do Talibã nos próximos seis meses, ao que respondeu que seu país planejou “um capacidade de longo prazo que poderia agregar valor”

Ainda assim, enfatizou que “os afegãos terão que ser capazes de fazer isso sozinhos com a Força Aérea que têm” e que os EUA estão ajudando a manter.

A retirada dos soldados americanos começou em 1º de maio e deve ser concluída até 11 de setembro, por ocasião do 20º aniversário dos ataques terroristas contra os EUA.

As forças americanas e da OTAN têm evacuado gradualmente todas as suas bases no país, deixando para o fim suas principais fortificações, como a base de Bagram, entregue esta sexta-feira, e a base de Cabul, que ainda abriga as tropas da Aliança Atlântica.

Biden destacou nesta sexta-feira que a retirada das forças americanas está ocorrendo de acordo com o planejado e que não será totalmente concluída nos próximos dias, embora queira ter certeza de que haverá tempo suficiente para concluí-la até setembro.

Nesse sentido, explicou que algumas tropas americanas continuarão no país asiático em setembro dentro do processo de “redução racional” com os aliados.

Depois de ser questionado três vezes por jornalistas sobre o Afeganistão, Biden ficou exasperado e disse: “Não vou responder a mais perguntas sobre o Afeganistão”.

Em seguida, visivelmente irritado, acrescentou: “Olhem, é 4 de julho… Este é um fim de semana de feriado, vou comemorá-lo, temos coisas importantes acontecendo”.

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SEGUNDO DONALD TRUMP, BIDEN CAUSOU A PIOR CRISE MIGRATÓRIA DA HISTÓRIA DOS EUA

Trump vai à fronteira com México para criticar políticas de Biden

Ex-presidente diz que falará sobre “pior crise migratória do país” quando visitar a cidade de Weslaco, no Texas

INTERNACIONAL

 por AFP

Trump critica "pior crise migratória da história" dos EUA

BRANDON BELL / GETTY IMAGES NORTH AMERICA / GETTY IMAGES VIA AFP

Donald Trump comparecerá à fronteira com o México nesta quarta-feira (30) para criticar “a pior crise migratória” da história dos Estados Unidos, causada segundo ele por seu sucessor, Joe Biden, e para retomar o fio condutor de sua Presidência: a luta contra a imigração ilegal.

Uma “fronteira sul destruída”, “uma verdadeira zona de desastre”, afirma Trump diante da possibilidade de uma nova candidatura presidencial em 2024. O republicano não perdeu sua retórica desde sua “reclusão” em suas propriedades na Flórida e Nova Jersey.

Com essas palavras, o republicano anunciou seu primeiro compromisso desde que deixou a Casa Branca em 20 de janeiro. O ex-presidente estará em Weslaco, uma pequena cidade no extremo sul do Texas, perto da fronteira.

A calma reinou neste município na manhã desta quarta-feira, antes da chegada do ex-presidente. Uma caminhonete repleta de bandeiras Trump simboliza a reminiscência de sua popularidade neste estado conservador.

Mais precisamente no Texas, em 12 de janeiro, ele fez sua última visita oficial para falar sobre imigração.

Junto com o governador do Texas, Greg Abbott, e uma delegação de parlamentares republicanos, ele se encontrará com autoridades por volta das 11h30 (13h30 de Brasília) para uma reunião de “segurança da fronteira” e, em seguida, visitará, uma hora depois, uma parte do “muro” que separa os Estados Unidos do México.

“Construam o muro!”, ouvia-se com frequência em seus comícios antes de sua eleição em 2016.

Durante seus quatro anos como presidente, aproximadamente 600 quilômetros foram levantados, embora a maioria desses trechos tenha sido apenas melhorias em cercas já existentes.

Para os republicanos, o programa do bilionário funcionou, mas a chegada de Biden à Casa Branca com a promessa de uma política de imigração “mais humana” gerou um efeito de atração ao país.

A primavera foi marcada por prisões recordes na fronteira sul dos Estados Unidos, de 3.200 quilômetros.Em maio, cerca de 180.000 pessoas foram presas após entrarem ilegalmente, o maior número em 15 anos.

A oposição acusa a vice-presidente, Kamala Harris, responsável por gerenciar a migração irregular, de ignorar a “crise”.

O governador do Texas decretou em meados de junho que o estado continuará a construir o muro fronteiriço. E a governadora republicana da Dakota do Sul, Kristi Noem, acaba de anunciar que enviará dezenas de soldados da Guarda Nacional de seu estado para a fronteira, apesar de estar a mais de 2.000 quilômetros de distância.

Os democratas acusam os republicanos de manipulação política e garantem que o aumento de migrantes na fronteira se deve a vários fatores, ao mesmo tempo em que relembram a polêmica política da separação das famílias imposta por Trump.

Sob sua presidência, quase 4.000 crianças migrantes foram separadas de suas famílias. No início de junho, mais de 2.000 ainda não haviam se reunido com seus entes queridos.

“Palhaços”

“Por quatro anos, os republicanos ficaram em silêncio enquanto Trump sabotava nosso sistema migratório”, afirmou o porta-voz do Partido Democrata, Ammar Moussa, nesta quarta-feira, chamando a visita do ex-presidente de um “espetáculo de palhaços”.

Banido das redes sociais desde o ataque dos seus apoiadores ao Capitólio em 6 de janeiro, Trump mantém muita influência em seu partido.

E está determinado a continuar tendo peso na política americana.Depois de meses quase em silêncio, sua agenda se acelera. O magnata do mercado imobiliário voltou a fazer comícios no último sábado, em Ohio, como início de sua campanha para as eleições parlamentares e locais de novembro de 2022.

Diante de milhares de apoiadores, ele repetiu suas acusações infundadas a respeito do “roubo” na última eleição, ao perder para Biden. E deu a entender que vai tentar uma nova candidatura nas próximas eleições presidenciais.

Ele fará outro grande comício neste sábado em Sarasota, na Flórida.

Fonte: R7
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SEGUNDO BIDEN, A CHINA TENTA SE PROTEGER COMO NAÇÃO RESPONSÁVEL PELA PANDEMIA E QUESTIONA FALTA DE INTERESSE DE DESCOBRIR ORIGEM DO CORONAVÍRUS

Biden questiona desejo da China de descobrir origem do coronavírus

Presidente dos EUA pede mais cooperação do governo chinês na investigação sobre como o coronavírus passou para humanos

INTERNACIONAL

 por Reuters

Biden pediu que a China ajude a esclarecer as origens da pandemia

KEVIN LAMARQUE / REUTERS – 16.6.2021

O presidente dos Estados Unidos, Joe Biden, disse que a China está tentando se projetar como uma nação responsável em relação à pandemia de covid-19, mas que não estava claro se Pequim está realmente tentando entender as origens do coronavírus.

Questionado se ele chamaria o presidente chinês, Xi Jinping, de “velho amigo para velho amigo” para pedir-lhe que readmitisse os investigadores da Organização Mundial da Saúde, Biden afirmou: “Vamos esclarecer uma coisa: nos conhecemos bem, não somos velhos amigos. É apenas profissional.”

Biden deixou claro que continua cético quanto à cooperação da China com a investigação da OMS.

“A China está se esforçando muito para se projetar como uma nação responsável e muito acessível, e eles estão tentando muito falar sobre como estão ajudando o mundo em termos de covid-19 e vacinas”, disse Biden.

“Olha, certas coisas você não precisa explicar para as pessoas do mundo, elas veem os resultados. A China está realmente tentando ir a fundo nisso?”

Biden ordenou em maio que assessores encontrassem respostas para a origem do vírus que causa a covid-19, relatado pela primeira vez na cidade chinesa de Wuhan, e disse que as agências de inteligência dos EUA estão analisando outras teorias, incluindo a possibilidade de um acidente de laboratório na China.

Uma equipe liderada pela OMS que passou quatro semanas em e ao redor de Wuhan em janeiro e fevereiro com pesquisadores chineses disse em seu relatório que o vírus provavelmente foi transmitido de morcegos para humanos por meio de outro animal, e que a “introdução por meio de um incidente de laboratório” era extremamente improvável.

Mas especialistas disseram que alguns dados foram omitidos, e Washington diz que o estudo foi “insuficiente e inconclusivo”.

A China tem afirmado repetidamente que “politizar” a questão dificultará as investigações.

Fonte: R7

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SEGUNDO BIDEN, OS EUA NÃO PEDIRÃO NADA EM TROCA PELAS VACINAS CONTRA COVID-19 QUE DOARÃO À OUTROS PAISES

Covid-19: Biden diz que EUA não doarão vacinas em troca de favores

Mais de 90 países receberão 500 milhões de doses do imunizante da Pfizer por meio do consórcio Covax

INTERNACIONAL

 Do R7, com EFE

Presidente dos Estados Unidos, Joe Biden, participa esta semana da cúpula do G7

EFE/EPA/NEIL HALL

O presidente norte-americano, Joe Biden, afirmou nesta quinta-feira (10) que os Estados Unidos não pedirão nada em troca pelas vacinas contra a covid-19 que doarão a outros países.

“Nossas doações de vacinas não incluem pressões por favores”, disse o mandatário, ao acrescentar que os EUA estão tomando a iniciativa para salvar vidas e “para acabar isto (a pandemia)”.

Em declarações à imprensa que o acompanha na cúpula do G7, em Cornwall, no Reino Unido, Biden anunciou formalmente a compra e a doação por parte dos EUA de 500 milhões de doses da vacina da Pfizer.

Os imunizantes serão entregues a 92 países que não têm condições de adquirir doses para imunizar a população por meio do consórcio Covax. O Brasil não faz parte da lista de países que receberão as doses dos EUA.

As entregas começarão em agosto com previsão de entregar até 200 milhões de doses do imunizante até o fim deste ano.

Segundo a Casa Branca, as outras 300 milhões de doses serão entregues até junho de 2022. Todas as doses serão produzidas em fábricas nos EUA.

Fonte: R7
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AUTORIDADES COMERCIAIS AMERICANAS E CHINESAS TIVERAM A PRIMEIRA CONVERSA TELEFÔNICA DESDE QUE BIDEN SE TORNOU PRESIDENTE DOS EUA

China e EUA têm primeira aproximação após guerra comercial

Autoridades comerciais conversaram por telefone pela 1ª vez; relações entre dois países se deterioraram durante governo Trump

EUA e China aceitam voltar a negociar

REUTERS/JASON LEE/ILLUSTRATION/FILE PHOTO

Autoridades comerciais chinesas e americanas tiveram a primeira conversa telefônica desde que Joe Biden se tornou presidente dos Estados Unidos, anunciou nesta quinta-feira (27) o ministério do Comércio da China.

As relações entre Pequim e Washington se deterioraram durante a presidência de Donald Trump, marcada por um conflito comercial entre as duas grandes potências mundiais.

O vice-primeiro-ministro chinês, Liu He, conversou com Katherine Tai, Representante do Comércio dos Estados Unidos (USTR), em uma “troca construtiva” e em uma “atitude de igualdade e respeito mútuo”, de acordo com um comunicado divulgado pelo ministério.

“A embaixadora Tai falou sobre os princípios que orientam a administração Biden-Harris, com foco nas políticas comerciais (…) ao mesmo tempo que mencionou as questões que preocupam”, afirma, em um comunicado curto, o escritório da representante americana do Comércio.

Washington confirmou uma “reunião virtual” e uma conversa “sincera e pragmática”.

Este foi o primeiro contato entre Tai, designada para o posto em março, e Liu He, principal conselheiro econômico do presidente Xi Jinping e negociador chefe na guerra comercial.

Os dois países assinaram um acordo em janeiro de 2020, com o objetivo de encerrar dois anos de guerra comercial, que continha dispositivos sobre a proteção da propriedade intelectual e as condições de transferência de tecnologia, grandes exigências dos Estados Unidos.

O acordo prevê ainda que as duas partes devem ter encontros de etapa a cada seis meses.

Mas o novo governo Biden anunciou em abril que faria um balanço das promessas cumpridas pela China no âmbito do acordo.

A “capacidade” da China de cumprir seus compromissos com os Estados Unidos é uma “prioridade”, disse Katherine Tai.

Compromissos

Com o acordo comercial, a China se comprometeu a aumentar em pelo menos 200 bilhões de dólares em 2020 e 2021 as compras de produtos e serviços americanos para tentar reduzir o desequilíbrio da balança comercial, muito favorável ao gigante asiático.

Mas no fim do primeiro trimestre de 2021, Pequim havia cumprido apenas entre 61% e 75% das compras previstas, de acordo com um estudo de Chad Brown, pesquisador do Peterson Institute for International Economics (PIIE), que utilizou dados do comércio internacional publicados pelos dois países.

O acordo comercial denominado “fase 1” manteve as tarifas dos Estados Unidos de 25% sobre uma gama de produtos chineses e componentes industriais que representavam 250 bilhões de dólares, assim como as medidas de retaliação chinesas de mais de 100 bilhões de dólares sobre as importações procedentes dos Estados Unidos.

O governo dos Estados Unidos afirmou em março que não está disposto a retirar as tarifas, mas se declarou disposto a negociar com a China.

As tarifas foram adotadas para “remediar uma situação comercial desequilibrada e injusta”, declarou Katherine Tai, antes de acrescentar que a suspensão das taxas poderia ter consequências negativas na economia americana.

Fonte: R7
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BIDEN PEDIU QUE SERVIÇO DE INTELIGÊNCIA REDOBRE ESFORÇOS PARA DESCOBRIR A ORIGEM DA PNDEMIA

Biden ordena mais esforços para descobrir origem da pandemia

Serviço de inteligência tem 90 dias para descobrir se vírus surgiu no contato de humano com animal infectado ou em laboratório

INTERNACIONAL

 Da EFE

Presidente dos Estados Unidos, Joe Biden

KEVIN LAMARQUE/REUTERS – 20.05.2021

O presidente dos Estados Unidos, Joe Biden, disse nesta quarta-feira (26) que pediu para que os serviços de inteligência “redobrem os esforços” para investigar a origem da pandemia de covid-19, após ter ganhado força recentemente a teoria de que o novo coronavírus surgiu em um laboratório em Wuhan, na China.

“Pedi aos serviços de inteligência para que redobrem seus esforços para coletar e analisar informações que possam nos aproximar de uma conclusão definitiva, e que me informem em 90 dias”, revelou Biden em comunicado emitido pela Casa Branca.

O mandatário explicou que os EUA avaliam agora “dois cenários prováveis”: se o coronavírus surgiu do contato humano com um animal infectado ou de um acidente de laboratório.

Biden destacou que duas das corporações dos serviços de inteligência americanos estão mais inclinados para o primeiro cenário, enquanto outro pende para o segundo.

“Cada um com uma confiança baixa ou moderada, mas a maioria não acredita que haja informação suficiente para avaliar que um seja mais provável que o outro”, declarou.

O presidente americano também disse que os EUA e aliados pressionarão a China para que participe de uma investigação internacional “completa, transparente e baseada em provas” e para proporcionar acesso a todos os dados e provas relevantes.

O principal epidemiologista do governo, Anthony Fauci, afirmou na terça-feira que “não está convicto” de que o vírus tenha se desenvolvido de forma natural e defendeu a realização de mais investigações sobre suas origens.

Na terça-feira (25), os EUA pediram à Organização Mundial da Saúde (OMS) estudos “independentes e transparentes” sobre a origem do coronavírus Sars-CoV-2, causador da covid-19.

Fonte: R7
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BIDEN PROMETEU AJUDAR A ORGANIZAR OS ESFORÇOS PARA RECONSTRUIR GAZA

Biden diz que ajudará a ‘reconstruir Gaza’ e apoia solução pacífica

Presidente dos EUA sinalizou que favorece a política de dois Estados e prioriza a segurança israelense na região

INTERNACIONAL

 por AFP

Biden falou que pretende ajudar a organizar esforços para reconstruir a Faixa de Gaza

BRENDAN SMIALOWSKI / AFP – 21.5.2021

O presidente dos Estados Unidos, Joe Biden, prometeu nesta sexta-feira (21) ajudar a organizar os esforços para “reconstruir Gaza” e disse que a criação de um Estado palestino ao lado de Israel é a “única resposta” para o conflito.

“Precisamos de uma solução de dois Estados. É a única resposta”, declarou o presidente americano durante entrevista coletiva na Casa Branca por ocasião da visita do presidente sul-coreano, Moon Jae-In.

Biden também pediu a Israel que ponha fim às “lutas entre comunidades” em Jerusalém, que estiveram na origem dos confrontos dos últimos dias.”Não há mudança em meu compromisso com a segurança de Israel, ponto final, nenhuma mudança”, enfatizou o presidente americano, no entanto, acrescentando que “não haverá paz” até que a região “inequivocamente” reconheça a existência de Israel.

“Mas eu digo a vocês que há uma mudança. A mudança é que ainda precisamos de uma solução de dois Estados. É a única resposta, a única resposta”, insistiu o presidente dos Estados Unidos.

Solução para a paz

A ideia de uma solução de dois Estados, com um Estado palestino soberano ao lado de Israel e Jerusalém como capital compartilhada, tem sido a pedra angular de décadas de diplomacia internacional com o objetivo de encerrar o violento conflito na região.

Mas a política americana sob o governo de Donald Trump foi criticada por ser abertamente pró-Israel e ignorar os palestinos.

Um plano de paz no Oriente Médio elaborado pelo conselheiro e genro de Trump, Jared Kushner, foi anunciado como uma solução de dois Estados. O plano, porém, previa um Estado palestino com soberania limitada e cuja segurança estava nas mãos de Israel.

A proposta foi categoricamente rejeitada pelos líderes palestinos.

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A CASA BRANCA EMITIU UM DECRETO DE BIDEN REVOGANDO VÁRIOS DECRETOS EXECUTIVOS DE TRUMP

Biden revoga ordem de Trump para limitar proteções de redes sociais

Trump exigia revogação de normas que tirava responsabilidade de empresas por conteúdos publicados por seus usuários

INTERNACIONAL

por Reuters

Trump tentou, sem sucesso, regulamentar redes sociais durante seu governo

BRENDAN SMIALOVSKI / AFP – 27.4.2021

O presidente dos Estados Unidos, Joe Biden, revogou um decreto de seu antecessor Donald Trump dirigido a agências reguladoras para limitarem proteções de responsabilidade para empresas de redes sociais.

A Casa Branca emitiu um decreto de Biden na noite de sexta-feira revogando vários decretos executivos de Trump. A Casa Branca não respondeu imediatamente a um pedido por comentários.

O Centro pela Democracia e Tecnologia, que havia entrado na Justiça para bloquear o decreto de Trump de maio de 2020, elogiou a medida de Biden, argumentando que o decreto de Trump “era uma tentativa de utilizar ameaças de retaliação para coagir empresas de redes sociais a permitirem que desinformação e discurso de ódio passassem sem checagens em suas plataformas”.

Trump exigiu, sem sucesso, que a Comissão de Comunicações Federais (FCC, na sigla em inglês) limitasse proteções para empresas de mídias sociais sob o Ato de Decência nas Comunicações, de 1996, que protege empresas de responsabilização por conteúdos publicados por seus usuários e permite que elas removam postagens legais, porém condenáveis.

Fonte: R7

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A TURQUIA RESPONDERÁ DE VÁRIAS MANEIRAS A DECLARAÇÃO DE BIDEN SOBRE O MASSACRE DE ARMÊNIOS, AFIRMOU O PORTA-VOZ DO PRESIDENTE TURCO

Turquia promete resposta após EUA reconhecerem genocídio armênio

Porta-voz do presidente Tayyip Erdogan disse que haverá reação de diferentes formas e graus nos próximos dias e meses

NTERNACIONAL

 por Reuters

I5/04/2021 – 14H48

Presidente da Turquia, Recep Tayyip Erdogan

ADEM ALTAN / AFP

declaração do presidente norte-americano, Joe Biden, de que o massacre de armênios pelo Império Otomano constituiu um genocídio é “simplesmente ultrajante” e a Turquia responderá de várias maneiras nos próximos meses, disse o porta-voz presidencial da Turquia neste domingo (25)

Biden rompeu no sábado (24) com décadas de comentários cuidadosamente calibrados da Casa Branca sobre os assassinatos de 1915, para deleite da Armênia e a comunidade armênia nos Estados Unidos, mas tensionando ainda mais a relação entre Washington e Ancara, dois aliados da Otan.

“Haverá uma reação de diferentes formas e graus nos próximos dias e meses”, disse à Reuters Ibrahim Kalin, porta-voz e conselheiro do presidente Recep Tayyip Erdogan.

Kalin não especificou se Ancara restringiria o acesso dos EUA à base aérea de Incirlik no sul da Turquia, que tem sido usada para dar suporte à coalizão internacional que luta contra o Estado Islâmico na Síria e no Iraque, ou outras medidas que possa tomar.

As autoridades turcas condenaram imediatamente a declaração de Biden feita no sábado, e Kalin disse que Erdogan trataria do assunto após uma reunião de gabinete na segunda-feira.

“Em um momento e local que consideramos apropriados, continuaremos a responder a esta lamentável e injusta declaração”, disse ele.

A Turquia aceita que muitos armênios que viviam no Império Otomano foram mortos em confrontos com as forças otomanas na Primeira Guerra Mundial, mas nega que as mortes tenham sido sistematicamente orquestradas e constituído um genocídio.

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BIDEN EM CONVERSA POR TELEFONE COM FAMILIARES DE GEORGE FLOYD SE DIZ “ALIVIADO” E CONDENOU O RACISMO

Biden comemora decisão do caso George Floyd e condena racismo

Presidente dos EUA disse em pronunciamento que preconceito é uma ‘mancha’ na história do pais e pede soluções

INTERNACIONAL

Do R7, com AFP

Biden fez um pronunciamento na Casa Branca após o veredicto ser anunciado

POOL VIA GETTY IMAGES / AFP – 20.4.2021

O presidente Joe Biden se disse “aliviado” ao saber do veredicto, durante uma conversa por telefone com familiares de George Floyd que eles divulgaram nas redes sociais, pouco após o júri decidir pela culpa do ex-policial Derek Chauvin na morte de Floyd, em maio do ano passado.

“Estamos todos tão aliviados”, disse Biden. “Vocês são uma família incrível. Teria adorado estar aí para abraçá-los”, acrescentou, prometendo levar os familiares de Floyd à Casa Branca no Air Force One.

No Salão Oval, o presidente fez um pronunciamento formal sobre o veredicto transmitido pela televisão.

Em sua fala, Biden denunciou o “racismo sistêmico” que “mancha” a alma dos Estados Unidos.

“O veredicto de culpa não trará George de volta”, disse o presidente. Mas pode marcar o momento de uma “mudança significativa”, acrescentou, pedindo unidade à nação e para não deixar que os “extremistas que não têm nenhum interesse na justiça social” tenham “êxito”.

Mais cedo, o presidente havia considerado as provas do crime “devastadoras”.

“Rezo para que o veredicto seja o correto. Acho que é devastador do meu ponto de vista. Não diria isto se o júri não estivesse isolado”, disse Biden a jornalistas no Salão Oval, enquanto o júri deliberava a portas fechadas.

Em 25 de maio de 2020, Chauvin foi filmado em vídeo ajoelhado por mais de nove minutos sobre o pescoço de Floyd, mesmo quando o homem corpulento de 46 anos, algemado, implorava, “Por favor, não consigo respirar”.

As imagens, registradas por pedestres que testemunharam a prisão de Floyd, acusado de comprar cigarros com uma nota falsa de 20 dólares, foram assistidas por milhões de pessoas dentro e fora do país.

Tensão e comemorações

Tropas da Guarda Nacional foram mobilizadas em Minneapolis e Washington, a capital do país, devido a temores de distúrbios.

Minneapolis tem sido cenário de protestos noturnos desde que Daunte Wright, um jovem negro de 20 anos, foi morto a tiros em um subúrbio desta cidade de Minnesota em 11 de abril por uma policial branca.

Cerca de 400 manifestantes marcharam na cidade na segunda-feira pedindo a condenação de Chauvin, repetindo em coro: “O mundo está olhando, nós estamos olhando, façam o certo”. Depois, comemoraram o veredito e se abraçaram nas ruas.

O veredicto também vai afetar os três ex-colegas de Derek Chauvin — Alexander Kueng, Thomas Lane e Tou Thao —, que serão julgados em agosto por “cumplicidade em assassinato”.

Fonte: R7
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PRESIDENTE MEXICANO ANUNCIOU QUE IRÁ PROPOR AO PRESIDENTE AMERICANO UM PLANO PARA “ORDENAR” A MIGRAÇÃO IRREGULAR

Presidente mexicano irá propor plano de imigração a Biden

Andrés Manuel López Obrador ampliar programa social na América Central que oferece ajuda econômica a produtores

INTERNACIONAL

AFP

Policiais vigiam fronteira entre México e EUA

JOSE LUIS GONZALEZ/REUTERS – 6.9.2019

O presidente do México, Andrés Manuel López Obrador, anunciou neste domingo (18) que irá propor a seu homólogo norte-americano, Joe Biden, um plano para “ordenar” a migração irregular.

López Obrador disse em mensagem postada em suas redes sociais que as propostas serão apresentadas a Biden durante a cúpula virtual sobre o clima que o democrata convocou para os dias 22 e 23 de abril.

A iniciativa do presidente de esquerda consiste em “ampliar” seu programa social Semeando Vida na América Central, por meio do qual ajudas econômicas são concedidas a produtores inscritos.

“Isso nos permitirá ordenar o fluxo migratório. Em março essa situação transbordou”, declarou López Obrador.

Se sua proposta se concretizar, acrescentou, seria uma “terceira etapa” do TMEC, o novo acordo de livre comércio entre México, Estados Unidos e Canadá que substituiu o TLCAN em julho de 2020.

Os centro-americanos do programa Sembrando Vida teriam direito a vistos de trabalho temporário após os três primeiros anos e, depois de mais três anos, poderiam solicitar a cidadania norte-americana, de acordo com a proposta de López Obrador.

Diante do aumento dos fluxos migratórios, na última quarta-feira o presidente mexicano instou o Congresso dos Estados Unidos a aprovar o orçamento de 861 milhões de dólares solicitado por Biden para combater a pobreza na América Central.

Em junho de 2019, o México lançou o Plano de Desenvolvimento Integral para El Salvador, Guatemala e Honduras, no qual se comprometeu a fazer transferências econômicas para as pessoas inscritas em programas sociais.

Mais de 172 mil migrantes sem documentos foram detidos em março na fronteira dos Estados Unidos com o México, um aumento de 71% em um mês e o nível mais alto em 15 anos.

Fonte: R7
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CARTA DE BOLSONARO À BIDEN É UM GESTO IMPORTANTE E SINALIZA TENTATIVA DE SE ACERTAR EM TORNO DO ASUNTO MEIO AMBIENTE

Waack: Carta de Bolsonaro para Biden é aproximação inédita com Washington

Comprometimento com redução do desmatamento visa obter financiamentos e doses excedentes de vacinas

William Waack

Por William Waack, CNN  

 Atualizado 14 de abril de 2021 às 22:48

Waack: Carta de Bolsonaro para Biden é aproximação inédita com Washington

carta que o presidente brasileiro acabou de mandar para o presidente americano é uma reaproximação inédita com Washington desde que Donald Trump, o amigo de Jair Bolsonaro (sem partido), perdeu as eleições.

O gesto é importante, sinaliza uma tentativa de se acertar em torno de um assunto de relevância planetária, que é o meio ambiente. O tom da carta é amistoso, cooperativo, e o conteúdo é prático.

O Brasil resolveu finalmente se comprometer com metas de desmatamento em troca de financiamentos. Conta-se também com a boa vontade dos americanos no caso da obtenção de vacinas.

Fonte: CNN

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DURANTE UMA ABORDAGEM, POLICIAL DISPARA TIRO CONTRA UM JOVEM NEGRO NOS EUA

Biden pede calma após morte de jovem negro perto de Minneapolis

Daunte Wright de 20 anos morreu após levar um tiro disparado por um policial durante uma abordagem

INTERNACIONAL  

Do R7

Presidente dos EUA, Joe Biden

GETTY IMAGES VIA AFP

O presidente dos Estados Unidos, Joe Biden, lamentou nesta segunda-feira (12) o falecimento “trágico” do jovem negro Daunte Wright, que levou um tiro na véspera disparado pela polícia durante um controle de tráfego, pedindo que as manifestações sejam “pacíficas” após uma primeira noite de tensões.

Enquanto isso, o prefeito de Minneapolis, Jacob Frey, decretou toque de recolher na noite desta segunda-feira, após incidentes registrados no domingo (11).

“Devemos ter paz esta noite”, disse Frey ao anunciar a medida que vigorará entre as 19h locais e as+s 6h de terça-feira, e que também será adotada na vizinha Saint Paul e nos três condados da região metropolitana, incluindo o de Hennepin, onde ocorreu o incidente onde o jovem de 20 anos morreu.

A região está sob alta tensão, pois em Minneapolis é celebrado o julgamento contra Derek Chauvin, o policial branco acusado do assassinato de George Floyd no ano passado.

“Quero voltar a deixar claro: não há absolutamente nenhuma justificação, nenhuma, para os saques”, declarou Biden, embora tenha dito que as manifestações pacíficas são “compreensíveis”.

“Sabemos que a raiva, a dor, o sofrimento que existe na comunidade negra neste contexto é real, grave e importante”, acrescentou o presidente democrata.

“Mas isso não justifica a violência”, pontuou. “Deveríamos ouvir a mãe de Daunte, que pede paz e tranquilidade”.

“O que aconteceu” no domingo em Brooklyn Center, subúrbio de Minneapolis, “é verdadeiramente trágico, mas acho que é preciso esperar para ver o que mostra a investigação”, disse o presidente a jornalistas.

O chefe de polícia do Brooklyn Center informou que uma policial confundiu sua arma de serviço com um taser – pistola elétrica – quando atirou em Daunte Wright no domingo.

“Foi um tiro acidental que resultou na morte trágica do senhor Wright”, acrescentou o chefe da polícia, que divulgou o vídeo da detenção.

Biden qualificou as imagens de “bastante explícitas. A pergunta é: foi um acidente, foi intencional? Isso será determinado por uma investigação completa”.

Consultado sobre o julgamento de Derek Chauvin, o presidente disse ter a esperança “de que haja um veredicto que conte com o apoio de uma grande maioria”.

Enquanto isso, os Minnesota Twins suspenderam seu jogo contra os Red Socks em Boston nesta segunda-feira por causa da morte de Wright, confirmou o clube da Grande Liga de Beisebol.

Fonte: R7
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CUBA LEVANTOU UMA BANDEIRA GIGANTE DE CONCRETO EM FRENTE A EMBAIXADA DOS EUA EM HAVANA

Cuba levanta bandeira de concreto em frente à embaixada dos EUA

Cubanos esperavam que uma relação melhor com o governo Biden, mas esta não é a prioridade do atual presidente norte-americano

INTERNACIONAL

Da EFE

Local tem grande importância simbólica em Cuba

AFP / YAMIL LAGE – 01.04.2021

Cuba levantou uma bandeira gigante de concreto em frente à embaixada dos Estados Unidos em Havana, enquanto as esperanças de uma mudança na política de Washington sob o governo de Joe Biden se esvaem.

A nova obra é construída na Tribuna anti-imperialista, localizada em frente à embaixada dos Estados Unidos, na orla do Malecón, local de grande importância simbólica em Cuba.

Nem o Granma, jornal do Partido Comunista no poder (PCC, único), nem o portal oficial Cubadebate, que costuma anunciar com grande alarde esse tipo de iniciativa, publicaram uma linha da nova estrutura de 12 metros de altura.

Em sua página no Facebook, a estatal Construtora e Manutenção (Ecom), responsável pela obra, deu as primeiras pistas. “Em nossa Tribuna anti-imperialista já está sendo hasteada esta obra monumental: nossa bandeira, que nunca foi mercenária e na qual uma estrela brilha com mais luz quanto mais solitária”, disse.

A gigantesca bandeira é erguida no mesmo local da plataforma onde as autoridades cubanas ergueram 138 bandeiras cubanas em 2006, um monumento contra o terrorismo que foi inaugurado pelo então presidente Fidel Castro em fevereiro de 2006. A nova estrutura, ainda em construção, tem gerado fortes críticas nas redes sociais.

Fonte: R7
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IRMÃ DE KIM JONG-UN DÁ RECADO AO GOVERNO BIDEN ‘ SE QUER PAZ NÃO CAUSE PROBLEMAS’

Coreia do Norte alerta EUA: ‘se quer paz, não cause problema’

Irmã de Kim Jong-un aproveitou visita de diplomatas dos EUA à Coreia do Sul para dar recado ao governo Biden

INTERNACIONAL

 por Reuters – Internacional

Relação entre o regime de Kim Jong-un e os EUA esfriou ainda no governo Trump

KCNA VIA REUTERS – 6.3.2021

A irmã do líder da Coreia do Norte, Kim Yo-jong, criticou os atuais testes militares na Coreia do Sul e alertou o novo governo dos Estados Unidos a não “causar problema” se quiser a paz, reportou a imprensa estatal na terça-feira (16, no horário local).

A declaração acontece um dia antes da chegada do principal diplomata e do chefe de Defesa norte-americanos em Seul para uma primeira rodada de conversa com seus equivalentes sul-coreanos.

“Aproveitamos essa oportunidade para alertar o novo governo dos EUA que tenta deixar o cheiro de pólvora em nossa terra”, disse Kim em nota publicada pela agência de notícias estatal KCNA. “Se quiser dormir em paz pelos próximos quatro anos, era melhor não ter causado um problema em seu primeiro passo”.

A Coreia do Norte até agora rejeitou os pedidos dos Estados Unidos para engajar em diálogo, afirmou a Casa Branca na segunda-feira, confirmando o esfriamento nas relações que começou no governo de Trump e se estende para o mandato de Biden. 

O líder Kim Jong Un participou de três reuniões históricas com Trump e trocou uma série de cartas, mas o governo do país asiático encerrou as negociações e afirmou que não participaria mais enquanto os Estados Unidos não abandonassem sua política de hostilidade.

Tropas norte-americanas e sul-coreanas iniciaram um exercício militar conjunto, que foi limitado a simulações de computador por conta do risco com o coronavírus, além das iniciativas contínuas de engajar em negociações com o Norte.

Fonte: R7

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BIDEN INSTRUIU OS ESTADOS A TORNAREM TODOS OS ADULTOS ELEGÍVEIS PARA A VACINA A PARTIR DO DIA 1º DE MAIO

Biden anuncia vacina para todos os adultos a partir de 1º de maio

Em pronunciamento nesta quinta-feira (11), o presidente dos EUA afirmou que quer acelerar a imunização em todo o país

INTERNACIONAL

 Do R7, com Reuters

Biden anuncia que todos os adultos poderão ser vacinados a partir de maio

TOM BRENNER/REUTERS –11-03-2021

O presidente dos EUA, Joe Biden, disse nesta quinta-feira (11) que instruiu os estados a tornarem todos os adultos elegíveis para a vacina contra o coronavírus até 1º de maio e pediu aos americanos em um discurso na televisão que permanecessem vigilantes contra o vírus, horas depois de ter assinado um projeto de estímulo de US$ 1,9 trilhão.

Em um discurso forte, Biden disse que estava trabalhando para acelerar as vacinações contra a covid-19 para criar um maior senso de normalidade no país até o feriado do Dia da Independência de 4 de julho.

Essa data é uma nova meta para o presidente, que alertou os americanos que mais dor e morte ainda viriam do vírus que matou mais de 530 mil pessoas nos Estados Unidos. Em um relato sobre as dificuldades que a pandemia trouxe ao país, Biden disse: “Fotos e vídeos de 2019 parecem ter sido tirados em outra época. As últimas férias. O último aniversário com amigos. O último feriado com família extensa.”

“Embora fosse diferente para todos, todos nós perdemos algo”, disse ele, observando que o vírus foi recebido com “negações por dias, depois semanas, depois meses, que levaram a mais mortes, mais infecções, mais estresse, mais solidão.”

Mas à medida que o estímulo financeiro do projeto de lei de alívio recém-promulgado atinge um número crescente de pessoas vacinadas, Biden ofereceu um otimismo cauteloso a um país que, como o resto do mundo, está cansado de restrições à pandemia e dores econômicas.

Biden disse que estava ordenando aos estados que tornem todos os adultos elegíveis para receber uma vacina contra o coronavírus até 1º de maio. A Casa Branca disse que teria fornecimento de vacina suficiente para vacinar a população até o final de maio. Cerca de 10% dos americanos já foram totalmente vacinados.

O presidente também disse que mais tropas americanas ajudariam no esforço de vacinação, acrescentando que famílias e amigos devem poder se reunir novamente em pequenos grupos até 4 de julho, feriado que muitos americanos comemoram com festas ao ar livre, cachorros-quentes e fogos de artifício.

A Casa Branca também está buscando expandir o número de pessoas capazes de administrar injeções para incluir dentistas, optometristas, paramédicos, veterinários e estudantes de medicina. Biden fez campanha no ano passado com a promessa de que enfrentaria a pandemia de maneira mais eficaz do que o presidente republicano Donald Trump, e buscou encorajar e modelar comportamentos, como o uso de máscaras, que Trump evitou.

Ele encorajou os americanos a manterem os esforços de mitigação – usando máscaras, mantendo-se socialmente distante e praticando boa higiene – para interromper a disseminação do vírus conforme o ritmo das vacinações aumenta. Vários estados têm afrouxado as restrições.

“Enfrentamos e superamos um dos períodos mais difíceis e sombrios da história desta nação, o mais sombrio que já conhecemos”, disse Biden, acrescentando: “Prometo que você sairá mais forte”.

Fonte: R7
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‘SE TIVERMOS EXCEDENTES VAMOS COMPARTILHAR COM O RESTO DO MUNDO’, DISSE BIDEN SOBRE DOSES DE VACINA CONTRA COVID-19

Biden promete compartilhar vacinas excedentes dos EUA

Presidente dos EUA encomendou mais 100 milhões de doses, mesmo após garantir imunizantes para todos os adultos do país

INTERNACIONAL

Da EFE

O presidente dos Estados Unidos, Joe Biden, confirmou nesta quarta-feira (10) que o governo norte-americano compartilhará doses de vacinas contra a covid-19 que excederem a necessidade do país, o que parece provável com base nos contratos negociados.

“Se tivermos excedentes, vamos compartilhar com o resto do mundo”, disse Biden durante um ato na Casa Branca para comemorar o acordo com o qual a farmacêutica Merck Sharp & Dohme ajudará a fabricar a vacina da Janssen, farmacêutica da Johnson & Johnson.

Biden encomendou cerca de 100 milhões de novas doses, que espera receber no segundo semestre, embora o governo já tenha garantido em fevereiro as doses suficientes para vacinar todos os adultos do país.

Excesso de doses

A acumulação de doses por parte dos EUA e outros países ricos gerou preocupação entre alguns especialistas, que advertem que o fenômeno pode estar repercutindo na incapacidade de outros países com menos recursos conseguirem doses suficientes no curto prazo, o que pode aumentar o risco de mutações do coronavírus.

O mandatário disse nesta quarta-feira que o governo americano doará US$ 4 bilhões (cerca de R$ 22,7 bilhões) à aliança Covax para o desenvolvimento e a distribuição equitativa de vacinas até 2022, e que compartilhará com outros países os excedentes que possa ter ao vacinar toda a população americana.

“Isto (a pandemia) não é algo que possa ser parado com uma vala ou um muro, por mais alto que seja. Não estaremos seguros até que o mundo esteja seguro. Vamos garantir inicialmente o cuidado dos americanos, depois vamos tentar ajudar o resto do mundo”, declarou.

A nova encomenda da Casa Branca à Johnson & Johnson visa assegurar um fornecimento mais do que suficiente para o caso de Pfizer e Moderna, as outras fabricantes cujas vacinas já foram aprovadas no país, se depararem com problemas de fabricação.

A porta-voz da Casa Branca Jen Psaki disse durante à imprensa que também é possível que os excedentes de vacinas possam ser utilizados para vacinar menores de idade nos Estados Unidos, uma vez provada a eficácia nessa faixa etária.

O governo Biden também quer reservar unidades caso sejam necessárias para “aumentar a imunidade” daqueles que já foram vacinados, caso seja verificado que a resposta imunológica gerada pelos imunizantes de Pfizer, Moderna e Johnson & Johnson diminui com o tempo, acrescentou Psaki.

Os Estados Unidos são o país mais afetado pela pandemia no mundo em termos absolutos, com mais de 29 milhões de casos de covid-19 e 528 mil mortes por complicações da doença.

Fonte: CNN
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BIDEN VAI OFERECER UMA PERMISSÃO MIGRATÓRIA, CONHECIDA COMO STATUS DE PROTEÇÃO TEMPORÁRIA A 320 MIL VENEZUELANOS QUE JÁ ESTÃO NOS EUA

Biden vai oferecer proteção migratória a 320 mil venezuelanos

Programa vai oferecer aos refugiados e imigrantes que estão nos EUA a chance de residir e trabalhar legalmente

INTERNACIONAL

Da EFE

Biden deve anunciar programa para venezuelanos nesta terça (9)

KEVIN DIETSCH / POOL VIA EFE – EPA – 8.3.2021

O presidente norte-americano, Joe Biden, planeja conceder a cerca de 320 mil venezuelanos que já estão nos Estados Unidos uma permissão migratória conhecida como Status de Proteção Temporária (TPS), com a qual poderão trabalhar e residir legalmente no país.

Dois integrantes da cúpula do governo anteciparam a medida de Biden, que valerá por 18 meses e pode ser prorrogada. Apenas venezuelanos que já estão nos EUA a partir desta segunda-feira, 8 de março de 2021, poderão se candidatar.

A medida entrará oficialmente em vigor na terça-feira, quando for publicada no Federal Register, o diário oficial do governo no qual as leis, regulamentos e avisos públicos são divulgados. A partir de então, os venezuelanos terão 180 dias para aderir ao programa.

Como vai funcionar

Para ter acesso ao benefício, é necessário provar que não tem registro criminal e pagar taxas no total de US$ 545 ao Serviço de Cidadania e Imigração dos EUA (USCIS, na sigla em inglês), que processará os pedidos.

O TPS é um programa de imigração criado em 1990 com o qual os EUA concedem autorizações extraordinárias a imigrantes de nações afetadas por guerra, desastres naturais, epidemias ou outras condições que tornam insegura a volta aos países de origem.

Neste caso, Biden decidiu conceder TPS aos venezuelanos porque acredita que eles não podem retornar ao país natal em segurança devido às “condições extraordinárias” que a Venezuela atravessa atualmente, disseram os dois funcionários, que falaram com os repórteres sob condição de anonimato.

“A designação se deve às condições extraordinárias e temporárias na Venezuela, que impedem os cidadãos que aqui se encontram de retornar em segurança. Existe uma situação humanitária complexa com fome generalizada, desnutrição e a presença crescente de grupos armados não estatais e infraestruturas em ruínas”, disse uma das fontes, segundo a qual o governo estima que cerca de 320 mil venezuelanos podem se beneficiar do TPS.

Antes de deixar o cargo, o ex-presidente Donald Trump suspendeu a deportação de imigrantes irregulares venezuelanos por um período de 18 meses e também concedeu a eles autorizações temporárias de trabalho.

Trump tomou esta medida com base em uma licença chamada Partida Forçada Adiada (DED) e que os presidentes dos EUA têm utilizado ao longo da história por razões de política externa, por exemplo, para exercer pressão sobre um determinado país.

O TPS carece, em princípio, de tais conotações políticas. O DED permanecerá em vigor, e os venezuelanos podem solicitar qualquer uma das autorizações, de acordo com os funcionários

Fonte: R7

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A INDICADA POR BIDEN PARA ASSUMIR O ESCRITÓRIO DE ADMINISTRAÇÃO E ORÇAMENTO RENUNCIOU DEVIDO A FALTA DE APOIO NO SENADO

Por falta de apoio, indicada de Biden desiste de ministério nos EUA

Neera Tanden foi indicada por Biden para assumir Escritório de Administração e Orçamento e estava esperando confirmação

INTERNACIONAL

 Da EFE

Neera Tanden desiste de cargo ministerial por falta de apoio do Senado

ANDREW HARNIK/POOL VIA REUTERS – 10.2.2021

A indicada pelo presidente dos Estados Unidos, Joe Biden, para assumir o Escritório de Administração e Orçamento, Neera Tanden, renunciou nesta terça-feira (3) ao processo de confirmação devido à falta de apoio no Senado, no que representa o primeiro revés do chefe de Estado no Congresso na formação de seu gabinete.

Em um comunicado divulgado pela Casa Branca, Biden declarou que aceitou o pedido de Tanden para reverter sua nomeação após pelo menos um dos 50 senadores democratas, Joe Manchin, ter anunciado dias atrás que votaria contra ela.

“Tenho o maior respeito por seu histórico de realizações, sua experiência e seus conselhos”, afirmou o presidente na nota oficial, na qual ressaltou que espera que Tanden trabalhe em seu governo de alguma outra maneira.

O comunicado da Casa Branca incluiu uma carta da indicada, na qual agradeceu ao presidente e sua equipe o esforço para conseguir sua ratificação pelo Senado. “Agora parece claro que não há nenhum caminho a ser percorrido para se conseguir a confirmação”, reconheceu.

“Não quero seguir em frente minha indicação para me tornar uma distração de suas outras prioridades”, disse Tanden, ex-conselheira de Hillary Clinton que traz em seu currículo dezenas de tweets agressivos contra senadores republicanos e também alguns democratas, como Bernie Sanders, que tiveram que votar em sua confirmação.

Com a oposição de Manchin e não tendo certeza do apoio de outros senadores democratas como o próprio Sanders, a Casa Branca havia lançado nos últimos dias uma tentativa para cortejar os republicanos mais moderados, mas não conquistou apoio.

Ainda não houve anúncio oficial para a substituição de Tanden, mas a favorita é Shalala Young, que originalmente seria a vice-diretora do Escritório de Administração e Orçamento.

Young teve nesta terça uma audiência no Senado para o cargo de vice-diretora, e os legisladores republicanos deixaram clara sua disposição de apoiá-la como nova indicada.

Outros dois dos indicados de Biden que terão que navegar por um complexo processo do Senado são os da Secretaria da Saúde, Xavier Becerra, e da Secretaria do Interior, Deb Haaland.

Fonte: R7
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O CAPITÓLIO SEDE DO CONGRESSO PODERÁ SER ALVO DE UM NOVO ATENTADO EM DISCURSO DE BIDEN

Polícia alerta para possível ataque ao Capitólio em discurso de Biden

Sessão conjunta da Câmara e do Senado, que ainda não foi marcada, poderia ser alvo de extremistas mais uma vez

INTERNACIONAL

DA EFE 

O Capitólio, sede do Congresso, poderia ser alvo de um novo atentado

SHAWN THEW / EFE – EPA – 8.2.2021

A chefe da Polícia do Capitólio dos Estados Unidos, Yogananda Pittman, alertou nesta quinta-feira (25) sobre um possível plano de extremistas para atacar o edifício do Congresso quando o presidente Joe Biden pronunciar seu primeiro discurso diante das duas câmaras legislativas, ainda sem data definida.

“Sabemos que membros de milícias que estiveram presentes no dia 6 de janeiro manifestaram seus desejos de atacar o Capitólio e matar o máximo de membros (do Congresso) possível, com uma ligação com o discurso sobre o Estado da União, sobre o qual sabemos que ainda não há uma data definida”, disse Pittman.

No dia 6 de janeiro, centenas de apoiadores do ex-presidente Donald Trump invadiram o Capitólio enquanto as duas câmaras realizavam uma sessão conjunta para certificar a vitória eleitoral de Biden, que ainda não havia sido reconhecida pelo ex-mandatário. Cinco pessoas morreram durante o ataque.

Esquema de segurança

Com base nas informações da polícia, Pittman considera “prudente” que as forças de segurança do Capitólio mantenham as medidas de segurança.

Após o ataque à sede do Congresso, as autoridades instalaram várias barreiras ao redor do edifício e mobilizaram a Guarda Nacional, uma corporação militar da reserva.

Pittman frisou que os extremistas que invadiram o Capitólio não estavam apenas interessados em atacar legisladores e agentes de segurança, mas também “queriam enviar uma mensagem simbólica à nação sobre quem estava a cargo do processo legislativo”, advertiu.

De acordo com a imprensa americana, a expectativa é que Biden faça o seu discurso, semelhante ao do Estado da União (como ainda não completou um ano no poder, focaria em explicar os planos e realizações nas primeiras semanas de governo), em sessão conjunta do Congresso, depois da aprovação de um terceiro pacote de estímulo econômico em meio à pandemia.

Pittman, que substituiu o antigo chefe da Polícia do Capitólio, Steven Sund, após a demissão depois do ataque, disse que os serviços secretos reunidos antes do ataque mostraram que não havia “nenhuma ameaça crível”.

“Foi insinuado que o departamento não sabia ou ignorava informações cruciais que indicavam que ocorreria um ataque da magnitude que vivemos em 6 de janeiro”, afirmou, acrescentou que tal informação nunca existiu.

“Embora soubéssememos da probabilidade de violência por parte de extremistas, nenhuma ameaça crível indicava que dezenas de milhares atacariam o Capitólio dos EUA, nem as informações recebidas pelo FBI ou qualquer outro parceiro de segurança indicavam tal ameaça”, argumentou.

Fonte: R7
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OPINIÃO: A HIPOCRISIA AVANÇA A PASSOS LARGOS E NIGUÉM ESTÁ FAZENDO NADA

Caro(a) leitor(a),

A manchete a seguir já diz tudo sobre o comportamento da esquerda que vem assolando não só o nosso país, mas boa parte dos países onde a democracia imperava soberana há muito tempo, como é o caso dos Estados Unidos. A hipocrisia é patente e explícita. E o pior é que eles agem assim com a cara e a coragem e estão ganhando terreno. A direita e os liberais  precisam aprendera lutar e combater esses sangue-sugas  que estão tentando destruir todas as conquistas da democracia. Não podemos ficar inertes, de braços cruzados. Temo de fazer a nossa parte. Eu já estou fazendo a minha e você?

Bispos respondem à hipocrisia de Biden: ‘Pare de financiar abortos ou pare de alegar ser católico’

Publicado em 01.02.2021

 

O bispo da cidade texana de Tyler, Joseph Strickland, enviou uma mensagem a Joe Biden, instando-o a parar de usar fundos federais para promover e financiar o aborto em todo o mundo. “Você alega ser católico, mas obviamente está ignorando os ensinamentos princípios básicos da fé católica. Por favor, tome a decisão de seguir o ensino católico ou pare de alegar ser católico”, disse ele no Twitter.

“Presidente Biden, por favor, pare de gastar nossos dólares de impostos para financiar abortos em todo o mundo. Você afirma ser católico, mas obviamente está ignorando os ensinamentos básicos da fé católica. Por favor, tome a decisão de seguir o ensino católico ou parar de alegar ser católico”, escreveu o Bispo J. Strickland, em 30 de janeiro.

 

Não foi a primeira que autoridades católicas se expressaram a respeito da hipocrisia da “fé” de Biden.

Na semana passada, o arcebispo americano Joseph F. Naumann, presidente do Comitê de Atividades Pró-Vida da Conferência dos Bispos dos EUA, e David J. Malloy, presidente do Comitê Internacional de Justiça e Paz, expressaram sua firme oposição à nova ordem executiva assinada por Biden que reverte o legado pró-vida de Donald Trump e permite o envio de fundos financiados pelos contribuintes para ONGs que promovem e fornecem abortos em outros países.

Ambos denunciaram que a decisão do Governo Biden, que anula a chamada “Política da Cidade do México“, que separa o aborto das atividades de planejamento familiar, impedindo entidades que oferecem aconselhamento ou promovem o aborto de receber financiamento público, viola a dignidade humana e é incompatível com o ensino católico.

A Política da Cidade do México foi criada pelo presidente Ronald Reagan para proteger os bebês em gestação do aborto. Todo presidente democrata reverteu a regra, usando dinheiro dos EUA para promover o aborto. E todo presidente republicano restabeleceu a política.

Nesse sentido, os bispos lamentaram que “um dos primeiros atos oficiais de Biden como presidente promova ativamente a destruição de vidas humanas nos países em desenvolvimento”. “Esta ordem é incompatível com o ensino católico”, disseram eles, enquanto conclamavam Biden a priorizar “os mais vulneráveis, incluindo os nascituros”.

Biden, que foi vice-presidente junto a Barack Obama em um mandato no qual organizações pró-aborto como a Planned Parenthood recebia 4.000 milhões de dólares em recursos federais, também eliminou a proibição de que recursos públicos sejam usados ​​para subsidiar clínicas de abortistas e encaminhar pacientes para o aborto.

Joseph F. Naumann também falou sobre a decisão de Joe Biden, chamando-a de “perturbadora e trágica” por negar aos nascituros seu direito humano mais básico, o direito à vida. Naumann lembrou que “desde o primeiro século, a Igreja afirma o mal moral de cada aborto provocado, um ensinamento que não mudou e permanece o mesmo”.

“A remoção das restrições do Estado pavimentou o caminho para a morte violenta de mais de 62 milhões de crianças não-nascidas e de inúmeras mulheres que experimentam a dor da perda, do abandono e da violência”, acrescentou.

Cristã e Correspondente Internacional na Europa.

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