PONTO DE VISTA: QUANDO SE CHEGA A COMPRAR MORAES COM XI JINPING É PORQUE ALGO DE MUITO ERRADO ESTÁ ACONTECENDO

Caro(a) leitor(a),

Quando os órgãos de imprensa, seja qual for o seu posicionamento ideológico, começam a comparar um membro do Supremo Tribunal Federal ao líder da maior República Comunista do mundo, o famigerado Xi Jimping, é porque algo de mioto errado está acontecendo no nosso país. Desde que esse bizarro inquérito das Fake News foi instaurado passando por cima da Constituição feito um tanque de guerra, os comentários e críticas de grande parte da mídia vêm se avolumando dia a dia. Chegamos ao ponto de mais de 7.000 advogados de todo o Brasil mover uma ação internacional que vai atingir 100 instituições, tais como o Tribunal de Haia, na Holanda. Gostaria muito de saber o que essa mídia de esquerda acha que vai acontecer se esse PL que tramita no Congresso for realmente sancionado e se essa escalada autoritária do STF não tiver um freio com ela própria? Por acaso esses pobres jornalistas acham que vão ser privilegiados e ter voz altiva num provável governo comunista aqui no Brasil? E que vão ter vida fácil? Estão redondamente enganados, mas não podemos correr o risco de pagar para ver, pois caso isso acontece vai atingir a todos os brasileiros incluindo eles e nao podemos deixar isso acontecer. Então, vamos divulgar o máximo essa publicação. Só a sociedade civil brasileira tem condições de mudar esse cenário!

Xi Jinping, lá, e Alexandre, “o pequeno”, aqui

Fotomontagem: JCO

Não há como deixar de comparar as atitudes e prisões arbitrárias decretadas, “monocraticamente”, pelo ditador chinês, Xi Jinping, por um lado e, por outro, os “sequestros” de cidadãos e cidadãs “fichas limpa”, recolhidos à prisão, por ordem do “supremo” Ministro Alexandre de Moraes, nos autos do inquérito “ditatorial” (das “Fake News”), Nº 4872.

No dito “inquérito”, o Supremo, tal qual o maior dos tiranos, concentra em si os papéis de “vítima”, ”polícia”, ”investigador”, ”acusador”, ”juiz”, e “órgão recursal”, tudo ao mesmo tempo.

Provavelmente incentivados pelos (maus) “exemplos” que o Partido Comunista Chinês já conseguiu exportar e “impor”para o Brasil – tanto que o embaixador chinês local ousou despejar um monte de desaforos contra gente “íntima” do Presidente Bolsonaro – demonstrando com essa atitude ter plena consciência de “domínio da situação”, de se considerar “já dono desse terreno”, sem qualquer reação à altura das autoridades brasileiras responsáveis, diplomáticas, ou militares, críticas, ou repressivas,apesar do “cocô” que o petulante chinês fez sobre a “soberania”(???) brasileira, numa atitude de indignidade diplomática jamais vista em qualquer parte do mundo.

Mas essa “moda” acabou sendo incorporada à plenitude pelo Supremo Tribunal Federal e seus membros, que mais parece estar seguindo à risca o modelo chinês de “gestão”, no caso, da “Justiça”.

E ficou tudo por isso mesmo. Os “supremos” Ministros “atropelaram” sem qualquer dó o estado-democrático-de-direito. Os poucos protestos surgiram somente nas redes sociais, na atualidade a única maneira das pessoas a protestar contra os nefastos destinos da sua pátria que se avizinham. Enquanto isso, a grande mídia não só faz um silêncio sepulcral em relação a essas arbitrariedades jurisdicionais, quanto, além disso, as avaliza, fortalece, formando coro contra todas as liberdades individuais.

Vou me abster de citar exemplos dos casos repressivos do Supremo, contra brasileiros, porque todos os jornais estão “cheios” deles. Além do Jornalista Oswaldo Eustáquio, que já foi solto, mas teve que sair levando nas costas mais de metade da cadeia onde estava, e tantas outras restrições que só encontram equivalência em regimes prisionais da barbárie, uma boa porção de outras pessoas estão passando pelas mesmas arbitrariedades “supremas”.

A prisão sumária, arbitrária, e imotivada, do jornalista Eustáquio, a mando do Ministro do STF Alexandre de Moraes, Relator do “famigerado” Inquérito Nº 4872, deu-se à semelhança do terrível episódio ocorrido na República Popular da China, no dia 6 do corrente mês (julho/20), no qual foi preso o professor de direito Xu Zhangrun, da famosa Universidade de Tsinghua, levado que foi da sua casa, na periferia de Pequim, por 20 agentes da tirania chinesa.

O “crime” do professor Xu Zhangrun: publicar ensaio com críticas ao ditador chinês, Xi Jinping, por ter cometido erros “oficiais” durante a pandemia do novo coronavírus, e pelo seu empenho em perpetuar-se no poder.

E lamentavelmente é exatamente essa a “democracia” buscada pelo Supremo Tribunal Federal, e seu “Grupo dos Onze” (não confundir com a “cria” do Brizola,de 1963), consorciado com as presidências e a maioria dos parlamentares das Duas Casas legislativas Federais.

O que teria a “vigilante” Ordem dos Advogados do Brasil a dizer sobre essas arbitrariedades na China? Com um professor de direito? Será que esses meus ilustres colegas dirigentes da OAB não estão percebendo que essa política adotada por eles, de só valorizar tudo o que se passa do “lado” esquerdo, não significa outra coisa que prestar vassalagem antecipada aos prováveis novos donos do Brasil? Aos chineses?

E ajudando para que abram-se-lhes as portas brasileiras para aqui instalarem uma nova “colônia”, além daquelas que já impuseram na África, fazendo com que os brasileiros também tenham que conviver sob o tacão da soberania deles

Sérgio Alves de Oliveira

Advogado, sociólogo,  pósgraduado em Sociologia PUC/RS, ex-advogado da antiga CRT, ex-advogado da Auxiliadora Predial S/A ex-Presidente da Fundação CRT e da Associação Gaúcha de Entidades Fechadas de Previdência Privada, Presidente do Partido da República Farroupilha PRF (sem registro).

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ENQUANTO BRASIL REGISTRA NOVO RECORDE DE MORTES COM MAIS DE 1000 MORTES EM 24 HORAS BOLSONARO ANUNCIA PROTOCOLO PARA HIDROXICLOROQUINA

Brasil ultrapassa mil mortes por coronavírus notificadas em 24 horas, novo recorde na crise

Enquanto país soma 17.971 óbitos pela doença, informações minguam em coletivas do Ministério da Saúde sob comando de militar. Bolsonaro diz que pasta publicará protocolo para uso de hidroxicloroquina nesta quarta

O presidente Jair Bolsonaro.O presidente Jair Bolsonaro

JOANA OLIVEIRA
São Paulo – 19 MAY 2020 – 21:48

“Quem tem comorbidade, fica em casa. Quem não tem, vai trabalhar, pô!”, disse o presidente Jair Bolsonaro ao criticar, nesta terça-feira, as medidas de isolamento social, no mesmo instante em que o Ministério da Saúde divulgava a pior cifra da pandemia do novo coronavírus no Brasil: 1.179 óbitos registrados em 24 horas. Ainda que o número não signifique que todas as mortes se concentraram num único dia, mas sim a velocidade em que as autoridades concluem as investigações sobre as causas do falecimento, trata-se de, pelo menos, uma marca simbólica e preocupante. O país tornou-se o quinto a contabilizar mais de mil vítimas fatais em um único dia, depois dos Estados Unidos, França, Reino Unido e China. Nos próximos dias, todas as atenções estarão voltadas para os balanços, para verificar se o patamar alto se sustentará no tempo ou não. O presidente participava de uma live com o jornalista Magno Martins quando saíram os números que indicam que o país já soma 17.971 mortes por covid-19 e 271.628 casos da doença.

Bolsonaro afirmou que o Ministério da Saúde publicará nesta quarta-feira um novo protocolo para autorizar o uso da hidroxicloroquina no tratamento de casos de covid-19 já nos estágios iniciais da doença, quer dizer, quando aparecerem os primeiros sintomas. O atual protocolo recomenda o uso da medicação, sem eficácia comprovada e com riscos de efeitos colaterais, apenas para tratar casos graves de infecção pelo novo coronavírus. Na segunda-feira, a Sociedade Brasileira de Imunologia (SBI) publicou uma série de diretrizes sobre o tratamento farmacológico da covid-19, desaconselhando o uso da substância, “visto que diferentes estudos mostram não haver benefícios para os pacientes” que a utilizaram e devido aos efeitos colaterais (principalmente problemas cardíacos) que podem levar à morte dos pacientes.

“Minha mãe tem 93 anos e está sendo cuidada pelos meus irmãos no interior de São Paulo. Eu estou aqui com minha caixinha de cloroquina em Brasília. Se depender de mim, se ela precisar, vai tomar”, disse Bolsonaro, lembrando que seu homólogo estadunidense, Donald Trump, afirmou tomar cloroquina preventivamente há duas semanas. “Quem é de direita toma cloroquina, quem é de esquerda toma Tubaína”, arrematou o presidente brasileiro, que insiste em polarizar o uso do medicamento que levou à queda de dois ministros da Saúde.

Durante a live, Bolsonaro deixou claro que não tem previsão para nomear um substituto de Nelson Teich, que pediu exoneração na última sexta-feira (16/05), no Ministério da Saúde. “Deixa o Pazuello lá por enquanto. Ele está bem”, disse, referindo-se ao general Eduardo Pazuello, secretário-executivo da pasta, que assumiu como ministro interino. O presidente afirmou ainda que “Teich tem ligado para Pazuello” para “dar dicas”. “Diferentemente do outro lá, que fica criticando”, acrescentou, referindo-se, implicitamente, a Luiz Henrique Mandetta, que foi demitido por ele no dia 16 de abril.

Bolsonaro também comentou os embates políticos com os governadores que têm determinado medidas de isolamento social em seus estados, incluindo lockdown (bloqueio total), mas negou gerar atritos com esses gestores. “Eu nunca provoquei governador”, disse quando perguntado se não ofereceria uma “trégua em favor da economia e da saúde”. O presidente convidou, em suas próprias palavras, os governadores para uma reunião na quinta-feira, em que será discutido um Projeto de Lei que viabilizará 60 bilhões de reais para os Estados.

Problemas na comunicação

A troca de ministros à frente do Ministério da Saúde tem prejudicado a divulgação de dados e ações referentes à pandemia do novo coronavírus no Brasil. Se, durante a gestão de Luiz Henrique Mandetta, eram realizadas coletivas de imprensa diárias de até duas horas com a atualização das informações, agora que o sucessor Nelson Teich deixou o cargo, essas coletivas mal falam da pandemia.

No início da crise sanitária no Brasil, a imprensa recebia até mesmo detalhes técnicos das ações de enfrentamento do coronavírus e, se bem que a forma de comunicação de Teich era menos prolixa e enfática que a de Mandetta, bem como as informações passadas eram menos detalhadas, ambos transmitiam as informações mais relevantes aos jornalistas. Nestas segunda e terça-feira, dois primeiros dias úteis desde que Nelson Teich pediu exoneração, as coletivas de imprensa do Ministério da Saúde têm sido menos frutíferas. A covid-19 perdeu protagonismo para informações sobre atenção básica e outras atividades de praxe do SUS. Os secretários e secretárias da pasta que sentaram-se à mesa em ambos os dias atuam em outras áreas que não aquelas diretamente relacionadas ao combate ao coronavírus e, muitas vezes, dizem que não podem responder perguntas específicas sobre o assunto.

Na segunda-feira, o EL PAÍS perguntou aos secretários que se o Brasil solicitaria à farmacêutica norte-americana Gilead o acesso ao antiviral redemsivir, cujo direito de uso foi cedido pela empresa para 127 países testarem o medicamento no tratamento da covid-19. A questão não foi respondida.

Nesta terça-feira, a secretária de Atenção Primária, Daniela Ribeiro, apresentou uma campanha para incentivar a doação de leite materno durante a pandemia, e a diretora substituta do Departamento de Ações de Programas Estratégicas, Maria Dilma Teodoro, anunciou a criação do TelePsi, um canal de atendimento psicológico aos profissionais de saúde que tenham ansiedade ou depressão durante a luta contra o novo coronavírus. Questões sobre protocolos, medicamentos e demais ações de enfrentamento à pandemia sequer foram mencionadas.

O EL PAÍS perguntou quantos dos cinco mil médicos cubanos que deveriam ser recontratados pelo Governo para atuar na pandemia (um edital foi lançado no dia 26 de março) foram readmitidos e quantas vagas ainda estavam disponíveis, mas a pergunta foi ignorada.

Fonte: El País

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OPINIÃO: O AUTORITARISMO DO STF ESTÁ FORA DE CONTROLE! QUEM VAI PARAR?

É lamentável, mas, segundo J R Guzzo, teremos que nos contentar com a passagem do tempo para nos vermos livres dos incompetentes togados do STF, pois se dependermos do senado nada acontecerá para acabar com essa insegurança jurídica e crise institucional que estamos vivendo atualmente neste país. É absolutamente imoral e surreal todas as atrocidades que o STF está promovendo e submetendo à sociedade brasileira. Paciência tem limite e não podemos mais continuar apenas assistindo tudo isso. J R Guzzo, um dos fundadores da revista Veja acaba de ser censurado pela revista por ter escrito artigo forte e contundente. Quem está certo? Guzzo? a Veja? Quando chegamos a este ponto é sinal de que algo de muito errado e danoso está acontecendo! Leiam o artigo “A FILA ANDA” de J. R. Guzzo a seguir e entendam porquê!

O artigo de J.R. Guzzo, que aniquila o STF, “CENSURADO” pela Revista Veja

Indubitavelmente, transformou a revista num dos mais importantes veículos de comunicação do país.

Um jornalista íntegro, que nessa nova e lastimável fase de Veja, ficou gigantesco ante a pequenez da revista.

Sua saída era questão de tempo.

E aconteceu com a censura de seu último artigo. Uma crítica contundente ao Supremo Tribunal Federal (STF).

A ordem para que Guzzo fosse retirado das páginas da revista veio certamente do atual diretor de redação, um “zé qualquer” desconhecido e desrespeitoso, que mancha a história da revista, hoje um mero panfleto.

Eis o artigo de Guzzo, o mestre do jornalismo interpretativo no Brasil, que aqui no Jornal da Cidade Online será infinitamente mais lido do que seria na Veja:

A FILA ANDA

Um dos grandes amigos do Brasil e dos brasileiros de hoje é o calendário. Só ele, e mais nenhum outro instrumento à disposição da República, pode resolver um problema que jamais deveria ter se transformado em problema, pois sua função é justamente resolver problemas — o Supremo Tribunal Federal.

O STF deu um cavalo de pau nos seus deveres e, com isso, conseguiu promover a si próprio à condição de calamidade pública, como essas que são trazidas por enchentes, vendavais ou terremotos de primeira linha.

Aberrações malignas da natureza, como todo mundo sabe, podem ser resolvidas pela ação do Corpo de Bombeiros e demais serviços de salvamento. Mas o STF é outro bicho. Ali a chuva não para de cair, o vento não para de soprar e a terra não para de tremer — não enquanto os indivíduos que fabricam essas desgraças continuarem em ação. Eles são os onze ministros que formam a nossa “corte suprema”, e não podem ser demitidos nunca de seus cargos, nem que matem, fritem e comam a própria mãe no plenário.

Só há uma maneira da população se livrar legalmente deles: esperar que completem 75 anos de idade. Aí, em compensação, não podem ser salvos nem por seus próprios decretos. Têm de ir embora, no ato, e não podem voltar nunca mais. Glória a Deus.

Demora? Demora, sem dúvida, e muita coisa realmente ruim pode acontecer enquanto o tempo não passa, mas há duas considerações básicas a se fazer antes de abandonar a alma ao desespero a cada vez que se reúne a apavorante “Segunda Turma” do STF — o símbolo, hoje, da maioria de ministros que transformou o Supremo, possivelmente, no pior tribunal superior em funcionamento em todo o mundo civilizado e em toda a nossa história.

A primeira consideração é que não se pode eliminar o STF sem um golpe de Estado, e isso não é uma opção válida dos pontos de vista político, moral ou prático.

A segunda é que o calendário não para. Anda na base das 24 horas a cada dia e dos 365 dias a cada ano, é verdade, mas não há força neste mundo capaz de impedir que ele continue a andar.

Levará embora para sempre, um dia, Gilmar Mendes, Antônio Toffoli, Ricardo Lewandowski. Antes deles, já em novembro do ano que vem e em julho de 2021, irão para casa Celso Mello e Marco Aurélio — será a maior contribuição que terão dado ao país desde sua entrada no serviço público, como acontecerá no caso dos colegas citados acima. E assim, um por um, todos irão embora — os bons, os ruins e os horríveis.

Faz diferença, é claro. Só os dois que irão para a rua a curto prazo já ajudam a mudar o equilíbrio aritmético entre o pouco de bom e o muitíssimo de ruim que existe hoje no tribunal. Como é praticamente impossível que sejam nomeados dois ministros piores do que eles, o resultado é uma soma no polo positivo e uma subtração no polo negativo — o que vai acabar influindo na formação da maioria nas votações em plenário e nas “turmas”.

Com mais algum tempo, em maio de 2023, o Brasil se livra de Lewandowski. A menos que o presidente da época seja Lula, ou coisa parecida, o ministro a ser nomeado para seu lugar tende a ser o seu exato contrário — e o STF, enfim, estará com uma cara bem diferente da que tem hoje.

O fato, em suma, é que o calendário não perdoa. O ministro Gilmar Mendes pode, por exemplo, proibir que o filho do presidente da República seja investigado criminalmente, ou que provas ilegais, obtidas através da prática de crime, sejam válidas numa corte de justiça. Mas não pode obrigar ninguém a fazer aniversário por ele. Gilmar e os seus colegas podem rasgar a Constituição todos os dias, mas não podem fugir da velhice.

O Brasil que vem aí à frente, por esse único fato, será um país melhor. Se você tem menos de 25 ou 30 anos de idade, pode ter certeza de que vai viver numa sociedade com outro conceito do que é justiça. Não estará sujeito, como acontece hoje, à ditadura de um STF que inventa leis, censura órgãos de imprensa e assina despachos em favor de seus próprios membros. Se tiver mais do que isso, ainda pode pegar um bom período longe do pesadelo de insegurança, desordem e injustiça que existe hoje.

Só não há jeito, mesmo, para quem já está na sala de espera da vida, aguardando a chamada para o último voo. Para estes, paciência. (Poderiam contar, no papel, com o Senado — o único instrumento capaz de encurtar a espera, já que só ele tem o poder de decretar o impeachment de ministros do STF. Mas isso não vai acontecer nunca; o Senado brasileiro é algo geneticamente programado para fazer o mal).

Para a maioria, a vitória virá com a passagem do tempo.

Fonte: Jornal da Cidade On Line

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