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SEGUNDO A MARINHA, AMERICANOS TESTARAM COM SUCESSO A TECNOLOGIA DE MÍSSEIS HIPERSÔNICOS

Estados Unidos testam com sucesso tecnologia de mísseis hipersônicos

Americanos anunciaram avanço armamentista após russos e chineses exibirem poderio bélico em exercícios militares

INTERNACIONAL

 por AFP

Pentágono pretende desenvolver novo míssil hipersônico até 2025

PIXABAY

Marinha dos Estados Unidos informou nesta quinta-feira (21) que os americanos testaram com sucesso a tecnologia de mísseis hipersônicos, um novo sistema bélico que já foi empregado por China e Rússia.

O teste, realizado na quarta-feira (20) nas instalações da Nasa na Virgínia, é um “passo vital no desenvolvimento de um míssil hipersônico comum desenhado pela Marinha”, reforçou em comunicado.

“Esse teste demonstrou tecnologias hipersônicas avançadas, capacidades e sistemas de protótipo em um entorno operacional realista”, explicou a Marinha.

Os mísseis hipersônicos, assim como os balísticos tradicionais, podem voar a mais de cinco vezes a velocidade do som (Mach 5). No entanto, são mais manobráveis do que os balísticos e podem traçar uma trajetória baixa na atmosfera, o que dificulta sua neutralização.

O embaixador Robert Wood, representante permanente dos Estados Unidos na Conferência do Desarmamento, expressou sua preocupação no começo desta semana após os informes de que a China tinha feito um teste em agosto com um míssil hipersônico com capacidade nuclear.

Segundo o jornal Financial Times, a China lançou um míssil hipersônico que completou uma volta ao mundo antes de aterrissar, falhando em alcançar seu objetivo.

“Estamos muito preocupados com o que a China está fazendo na frente hipersônica”, admitiu Wood, que na semana que vem deixará o cargo em Genebra depois de sete anos. A China insistiu em que o teste era rotineiro para uma nova missão espacial, e não para um míssil.

Wood advertiu que a Rússia também dispõe de tecnologia hipersônica e que, embora os Estados Unidos tenham se abstido de desenvolver capacidade militar nesse campo, agora não há outra opção a não ser responder da mesma forma.

A China apresentou em 2019 um míssil hipersônico de médio alcance, o DF-17, capaz de percorrer 2.000 quilômetros e que pode transportar ogivas nucleares.

O míssil mencionado no artigo do Financial Times é outro, de maior alcance. Pode ser posto em órbita antes de voltar à atmosfera para alcançar seu objetivo.

Rússia lançou recentemente um míssil hipersônico, o Zircon, de um submarino, e desde o fim de 2019 tem em serviço os mísseis hipersônicos com capacidade nuclear Avangard, capazes de viajar até Mach 27, mudando de rumo e altitude.

O Pentágono espera desenvolver suas primeiras armas hipersônicas até 2025 e disse que são uma de suas “maiores prioridades”.

Fonte: R7
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FUNCIONÁRIOS AMERICANOS QUE TRABALHAM NA EMBAIXADA NA COLÔMBIA RELATARAM SINTOMAS DA SÍNDROME DE HAVANA

Americanos na Colômbia relatam sintomas da síndrome de Havana

Sintomas começaram a aparecer na capital cubana, em 2016, e foram relatados por mais de 100 autoridades americanas

Kylie Atwood

da CNN

 Atualizado 13/10/2021 às 11:04

O presidente dos EUA, Joe Biden, assinou lei para atender americanos acometidos pela síndromeO presidente dos EUA, Joe Biden, assinou lei para atender americanos acometidos pela síndrome Reprodução/CNN Brasil (24.set.2021)

Funcionários americanos que trabalham na Embaixada na Colômbia relataram, nas últimas semanas, sintomas relacionados ao que as autoridades dos Estados Unidos estão chamando de síndrome de Havana. As informações são de um funcionário americano e uma segunda fonte consultada pela CNN.

Algumas autoridades que relataram os sintomas na Colômbia tiveram que ser evacuadas do país, disseram as fontes. Alguns dos afetados já haviam relatado sintomas da doença misteriosa quando estavam em outros países.

Pesquisadores nos Estados Unidos têm se esforçado para determinar o que está causando os sintomas. Os incidentes da síndrome de Havana começaram no final de 2016 em Cuba e desde então foram relatados casos na Rússia, China, Áustria e outros países ao redor do mundo. O governo de Joe Biden continua investigando o assunto.

Os sintomas foram percebidos por mais de 100 diplomatas, espiões e soldados norte-americanos em todo o mundo desde então.

Os incidentes na Colômbia estão agora entre os que os Estados Unidos estão investigando e ocorrem às vésperas da viagem do secretário de Estado americano, Tony Blinken, a Bogotá, que deve acontecer na próxima semana. Nesta terça-feira, o porta-voz do Departamento de Estado, Ned Price, não quis comentar sobre os incidentes ou sobre a viagem de Blinken.

Price disse que qualquer funcionário dos EUA afetado pela doença misteriosa “receberá o atendimento imediato de que necessita”.

O Wall Street Journal foi o primeiro a relatar os incidentes na Colômbia.

As viagens internacionais de altos funcionários do governo Biden foram afetadas por dois incidentes relacionados à síndrome de Havana nos últimos meses.

O Departamento de Estado assumiu a tarefa de alertar as autoridades americanas sobre os casos, mas não está divulgando publicamente informações como o número de pessoas afetadas e a localização dos incidentes, dados que eram divulgados em coletivas de imprensa nos casos anteriores, que foram relacionados a Cuba e China.

Na semana passada, o presidente Joe Biden assinou uma lei para apoiar as vítimas da estranha síndrome que está adoecendo diplomatas, espiões e militares em todo o mundo.

“Tive o prazer de promulgar a Lei Havana para garantir que estamos fazendo todo o possível para cuidar do pessoal do governo dos Estados Unidos que passou por problemas anormais de saúde “, disse Biden. No comunicado, o presidente americano se referiu aos episódios como “incidentes” e não como “ataques”, como fizeram os principais legisladores do Comitê de Inteligência do Senado dos Estados Unidos.

“Tratar desses incidentes tem sido uma das prioridades do meu governo”, disse ele após a assinatura da lei, a portas fechadas, na sexta-feira.

(Texto traduzido, leia o original em inglês.)

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TALIBÃ FOI ELOGIADO PELOS EUA POR FACILITAR RETIRADA DE CIDADÃOS AMERICANOS DO AFEGANISTÃO

EUA elogiam ‘cooperação’ do Talibã em nova retirada do Afeganistão

113 passageiros, incluindo americanos, canadenses, alemães e ucranianos foram levados em voo fretado até Doha, no Qatar

INTERNACIONAL

 por AFP

Passageiros e tripulação chegaram à noite em Doha, no Qatar

KARIM JAAFAR/AFP – 9.9.2021

Os Estados Unidos elogiaram na quinta-feira (9) a “cooperação” e “flexibilidade” do Talibã no primeiro voo de evacuação desde sua retirada do Afeganistão.

“O Talibã cooperou para facilitar a partida de cidadãos americanos e residentes legais permanentes em voos charter” do aeroporto de Cabul, disse a porta-voz do Conselho de Segurança Nacional, Emily Horne, sobre o voo para o Qatar.

“Eles mostraram flexibilidade e foram práticos e profissionais ao lidar conosco nesse esforço”, acrescentou Horne, afirmando que a Casa Branca também agradeceu o Qatar pelos seus trabalhos.

A porta-voz enfatizou que os esforços continuarão para facilitar as evacuações de americanos e afegãos que trabalharam com a missão dos EUA.

O primeiro voo para evacuar civis de Cabul desde a retirada das tropas americanas no final de agosto pousou no Qatar nesta quinta-feira com 113 passageiros, incluindo americanos, canadenses, alemães e ucranianos, disse uma fonte próxima da operação à AFP, na capital Doha.

A porta-voz da Casa Branca, Jen Pskai, se recusou a dizer quantos americanos estavam a bordo do voo, dizendo que o governo dos Estados Unidos ainda não tem todos os detalhes.

O governo de Joe Biden disse anteriormente que cerca de 100 americanos ainda estavam no Afeganistão e que desejavam ir embora após a conclusão da ponte aérea realizada pelo exército dos Estados Unidos em agosto, em meio à tomada de poder dos talibãs, que levou à retirada de mais de 123.000 pessoas do país.

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ATAQUE DOS EUA CONTRA ESTADO ISLÂMICO-K FOI UMA RETALIÇÃO PELA MORTE DE 13 SOLDADOS AMERICANOS EM CABUL

EUA realizam ataque contra Estado Islâmico-k no Afeganistão

Ofensiva que matou um membro do grupo em Nangahar é uma retaliação ao ataque em Cabul que matou 13 soldados americanos

INTERNACIONAL

 Do R7, com informações da Reuters

Presidente Biden prometeu caçar os responsáveis pelo atentado em CabulPresidente Biden prometeu caçar os responsáveis pelo atentado em Cabul ,JONATHAN ERNST / REUTERS – 26.8.2021

Os Estados Unidos realizaram, na noite desta sexta (27), um ataque com drones contra um membro do Estado Islâmico em Nangahar, a leste de Cabul. A ação é uma resposta ao atentado ao aeroporto local, na última quinta-feira (26), que vitimou 13 soldados americanos e mais 161 afegãos. O Estado Islâmico reivindicou o ataque.

Com esta ofensiva, os americanos mataram uma pessoa que estaria envolvida no planejamento de possíveis novos ataques em Cabul. O porta-voz da Marinha, capitão William Urban, disse não ter informações a respeito de nenhuma vítima civil.

Nesta quinta-feira, o presidente Joe Biden fez um pronunciamento à imprensa sobre a situação crítica no Afeganistão e prometeu caçar os responsáveis pelo atentado. “Vamos caçá-los e fazê-los pagar. Defenderei nossos interesses com tudo o que estiver ao meu alcance”, disse o mandatário norte-americano.

A explosão no aeroporto de Cabul acontece no momento em que os Estados Unidos fazem a retirada de cidadãos americanos e de suas tropas do Afeganistão após uma ocupação que durou vinte anos. Milhares de afegãos também tentam deixar o país.

Os talibãs e o ex-presidente Donald Trump assinaram, em 29 de fevereiro de 2020, um acordo histórico em Doha. O pacto previa a retirada completa das tropas estrangeiras até maio de 2021. Os talibãs se comprometeram a negociar com o governo afegão e também a reduzir os atos violentos.

O atual presidente, Joe Biden, deu continuidade ao acordo. Quando as tropas norte-americanas começaram a deixar o Afeganistão, o Talibã passou a controlar todas as regiões do país com grande velocidade e facilidade. A ofensiva do grupo fundamentalista dominou a capital Cabul no dia 15 de agosto, com a tomada do palácio presidencial após a fuga do presidente Ashraf Ghani.

A queda de Cabul provocou pânico generalizado na população. Milhares de pessoas correram para o aeroporto com a esperança de fugir enquanto os países ocidentais organizavam a retirada de seus cidadãos e de pessoas sob sua proteção. Foi neste cenário que houve o ataque ao aeroporto de Cabul.

Há ainda a expectativa, segundo o Pentágono, de que o Estado Islâmico volte a atacar nos próximos dias. A retirada das tropas americanas tem que acontecer até o dia 31 de agosto, que é o prazo acordado com o Talibã.

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DEPOIS DE 20 ANOS TROPAS AMERICANAS DEIXARÃO O AFEGANISTÃO

Como fica o Afeganistão depois da saída das tropas dos EUA e da Otan

País foi invadido após o 11 de setembro em uma tentativa de combater o terrorismo e de estabelecer uma democracia

INTERNACIONAL 

 Giovanna Orlando, do R7

Depois de 20 anos, americanos deixarão o Afeganistão

LUCAS JACKSON/REUTERS

Há 20 anos, os Estados Unidos sofreram o pior ataque terrorista da história do país, com a derrubada das Torres Gêmeas, em Nova York, no dia 11 de setembro. O atentado de autoria da Al-Qaeda, grupo radical árabe, deixou quase 3 mil mortos e teve um impacto direto na geopolítica mundial.

Como resultado, o governo norte-americano enviou militares para o Afeganistão, onde o líder do grupo terrorista, Osama Bin Laden, estaria escondido. A missão teve o apoio da ONU e dos países que fazem parte da Otan (Organização do Tratado do Atlântico Norte). Em 2011, o extremista foi capturado e morto, mas as Forças Armadas dos EUA continuaram ocupando o país.

Além da missão de eliminar o líder da Al-Qaeda, havia também o objetivo de instaurar a democracia no país, que enfrentava uma guerra civil contra o grupo Talibã, formado por fundamentalistas religiosos adeptos de uma leitura radical do Alcorão, o livro sagrado do Islã.

Agora, em 2021, o presidente Joe Biden anunciou a retirada de todas as tropas que atuam em território afegão. A saída dos norte-americanos e dos europeus já começou e a Base de Bagram, um dos principais centros operacionais da missão já foi entregue.

A situação no Afeganistão nunca foi simples e anos de ocupação e intervenções internacionais não mitigaram os problemas políticos, econômicos e sociais. A questão agora é: com a saída das tropas internacionais, como fica a situação do Afeganistão?

A criação do talibã

O talibã é um grupo fundamentalista religioso fundado nos anos 90 que defende a visão e leitura mais radical e fiel do Alcorão. Para eles, a sociedade deve viver da forma que foi ensinada pelo profeta Maomé e que se afasta dos princípios ocidentais e mais progressistas, como a igualdade entre homens e mulheres, direitos humanos e liberdade de expressão.

“Em sua fundação, o talibã teve o apoio do exército paquistanês, que queria restabelecer a ordem no Afeganistão e controlar o fluxo de imigrantes que chegava no país”, explica o professor de Relações Internacionais da ESPM, Gunther Rudzit.

O grupo conseguiu o controle em boa parte do território afegão, principalmente na região sul, e buscava o controle total do país para garantir que a sociedade fosse regida a partir das leis islâmicas.

Nos anos 90, os religiosos encontraram outro grupo que compartilhava a mesma doutrina, a Al-Qaeda, e se aproximou dos terroristas. “Durante a caçada dos americanos, o talibã foi acusado de ajudar a proteger Bin Laden e entrou no radar de grupos perigosos para os Estados Unidos”, diz o professor de Relações Internacionais da FGV, Leonardo Paz.

Depois de se instalar no Afeganistão, os Estados Unidos começaram a articular uma forma de instaurar uma democracia, com eleições populares, um governo central estável e alguma forma de desenvolvimento na região.

“Existe a filosofia política nos Estados Unidos naquela época de que o mundo seria mais seguro se todos os países fossem democracias”, diz Paz. “Uma maneira de estabilizar o Oriente Médio é fazendo com que os governos autoritários se tornassem democráticos. Eles derrubaram os governos e construíram novos que eram a imagem de uma democracia ocidental.”

O problema é que esses governos são frágeis e nem todo o país segue as normas democráticas. Mesmo com a presença dos americanos e europeus no território, o talibã e o radicalismo religioso nunca deixaram de existir.

“Eles subestimaram dramaticamente a capacidade de criar uma democracia em um país que nunca teve isso”, diz Paz. “A democracia não está funcionando bem, tem problemas de corrupção, estruturas, conflitos, tem uma guerra civil no país. Como você deixa um país nessa situação?”

Depois da morte de Bin Laden, o governo norte-americano não sinalizou que deixaria o Afeganistão. Por anos, tentaram negociar termos de rendição e paz com o talibã, mas sem sucesso.

Antes de ser presidente, Joe Biden foi vice de Barack Obama e visitou o Afeganistão para avaliar a situação local. Na visita, ele constatou que o problema era maior do que os norte-americanos podiam lidar, porém, os militares convenceram tanto a gestão de Obama quanto a gestão de Donald Trump da necessidade de continuar na região.

“Os militares não queriam que parecesse que eles estavam abandonando o país e que perderam a guerra, como foi no Vietnã”, explica Rudzit.

Com a chegada de Biden ao poder, uma data foi firmada e a retirada das tropas se tornou real. O prazo estabelecido foi até o dia 11 de setembro deste ano, data em que se completam 20 anos do ataque às Torres Gêmeas.

“O Biden percebeu, com a sua experiência em Washington no comitê das Forças Armadas e como vice-presidente, que um acordo nunca seria alcançado”, diz o professor da ESPM.

A tomada do controle

Desde que os EUA começaram a deixar o Afeganistão, o talibã vem conquistando partes significativas do território. O governo de Cabul, eleito com a intervenção internacional, pode não sobreviver e cair, deixando o país na mão dos religiosos fundamentalistas.

“Na visão ocidental, o pior cenário é o talibã controlar o país inteiro”, afirma Rudzit.

Enquanto o resto do mundo pode rejeitar o governo talibã, o país pode passar por um período de estabilidade interna, com menos grupos guerrilheiros surgindo e uma trégua na guerra civil. O grande problema é o retrocesso nos direitos humanos, das mulheres e grupos minoritários.

Segundo agências russas, um representante do talibã afirmou que o grupo rebelde já controla 90% das fronteiras do Afeganistão. O grupo se apodera de territórios rurais vastos, postos fronteiriços importantes e cercam as grandes cidades, controladas pelo governo.

Apesar dos avanços, o presidente do Estado-Maior Conjunto dos Estados Unidos, Mark Milley, disse que a vitória dos religiosos está longe de ser certa. O talibã não controla ainda nenhuma das cidades importantes, onde a maior parte da população vive.

O presidente dos EUA, Joe Biden, também disse que a tomada do poder pelo Talibã “não é inevitável”.

Fonte: R7
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BOAS NOTÍCIAS: AMERICANOS ELEGEM PLAYLIST DAS 30 MELHORES MÚSICAS PARA OUVIR EM VIAGENS DE CARRO

Uma PLAYLIST sensacional é o destaque da nossa coluna BOAS NOTÍCIAS desta sexta-feira. Uma pesquisa feita entre 2.000 americanos elegeu as melhores músicas para ouvir em viagens de carro de todos os tempos, pelos Estados Unidos. Eles revelaram que ter músicas favoritas prontas para ir é tão essencial que elas podem ser o definitivo sucesso ou fracasso para uma viagem bem-sucedida. Leia o artigo completo a seguir e veja a playlist com as 30 músicas escolhidos em ordem de preferência dos americanos. Se gostar aproveite para copiar e curtir!

Os americanos escolhem as melhores músicas para viagens de carro de todos os tempos – para sua lista de reprodução de verão

Seis em cada dez americanos têm uma lista de reprodução cuidadosamente selecionada para definir o clima ao fazer uma viagem, de acordo com uma nova pesquisa.

Em uma pesquisa com 2.000 americanos, os resultados revelaram que ter músicas favoritas prontas para ir é tão essencial que elas podem ser o definitivo sucesso ou fracasso para uma viagem bem-sucedida.

Não ter acesso a uma lista de reprodução foi o suficiente para constituir uma reviravolta para alguns: 35% dos entrevistados estariam realmente dispostos a “virar o carro” se não tivessem tudo o que precisam para tocar sua música de escolha.

Que músicas fazem parte das melhores playlists de road trip? As escolhas populares incluíram Sweet Home Alabama de Lynyrd Skynyrd (39%), Hotel California de The Eagles (29%) e Life is a Highway de Tom Cochrane (27%).

Além dos 59% que têm uma lista de reprodução com curadoria, 47% disseram ter uma memória de viagem ligada a uma determinada música.

Quando solicitado a descrever essas lembranças relacionadas à música, um entrevistado disse: “Mudando-se para o Colorado há alguns anos, ouvi As We Ran do The National Parks pela primeira vez e [meio que] se tornou um hino para ir para o oeste para recomeçar . ”

CONFIRA: Americanos entrevistados sobre as melhores canções de dança de todos os tempos – essencial para festas de dança com zoom socialmente distantes

Conduzida pela OnePoll em nome da Christian Brothers Automotive , a pesquisa investigou o conteúdo das listas de reprodução dos americanos – especialmente as diferenças entre as gerações.

Quarenta e dois por cento dos entrevistados disseram que “não suportavam” a música que seus pais tocavam em viagens de carro enquanto cresciam, e 52% acreditam que as habilidades de criação de playlists de sua geração são superiores às de outras gerações, com a geração do milênio mais propensa a concordar ( 61%).

Quando se trata de como os entrevistados ouvem música, curtir álbuns direto pode ser inútil, já que apenas 10% disseram que fazem isso.

Quase metade (42%) prefere reproduzir aleatoriamente toda a sua biblioteca e deixar que o destino determine o que estão ouvindo, seguido por 26% que gostam de ter uma lista de reprodução de músicas definida.

MAIS: Músico engenhoso transforma gotas de chuva em música de outro mundo – ESCUTE

“À medida que começamos a ver o número de caixas COVID-19 diminuir e mais clientes vinham às nossas lojas para preparar seus carros para a viagem, pudemos sentir sua esperança e entusiasmo”, disse Donnie Carr, presidente da Christian Brothers Automotive. “A ansiedade deles nos fez pensar em todas as coisas que tornam as viagens de carro divertidas e no topo dessa lista está ouvir boa música enquanto você dirige.”

Os comentários de Carr ecoam o que os entrevistados indicaram, já que 78% se sentem confortáveis ​​em fazer uma viagem nos próximos meses.

QUE MÚSICAS ESTARIAM NA LISTA DE REPRODUÇÃO ULTIMATE ROAD TRIP?

  1. Sweet Home Alabama, Lynyrd Skynyrd 39%
  2. Hotel Califórnia, The Eagles 29%
  3. A vida é uma estrada, Tom Cochrane 27%
  4. Take Me Home Country Roads, John Denver 26%
  5. Na estrada novamente, Willie Nelson 25%
  6. Estrada da Cidade Velha, Lil Nas X 25%
  7. Cala a boca e dirija, Rihanna 24%
  8. Rodovia para o Inferno, ACDC 23%
  9. Caia na estrada Jack, Ray Charles 20%
  10. Aqui vou eu de novo, Whitesnake 18%
  11. Não me impeça agora, rainha 18%
  12. Siga seu próprio caminho, Fleetwood Mac 18%
  13. Ramblin ‘Man, The Allman Brothers Band 17% (empatado)
  14. Paradise City, Guns ‘N Roses 17% (empatado)
  15. Rota 66, Chuck Berry 17%
  16. Carteira de habilitação, Olivia Rodrigo 16%
  17. Eu estive em toda parte, Johnny Cash 16%
  18. Mil milhas, Vanessa Carlton 15%
  19. Nascido para correr, Bruce Springsteen 15%
  20. Esta terra é a sua, Woody Guthrie 14%
  21. I’m Gonna Be (500 milhas), The Proclaimers 14% (empatado)
  22. Cruisin ‘, Smokey Robinson 14% (empatado)
  23. Todo dia é uma estrada sinuosa, Sheryl Crow 13%
  24. Como uma Rolling Stone, Bob Dylan 13%
  25. Greased Lightnin ‘, John Travolta 13%
  26. Dirija, os carros 12%
  27. Fabricado nos EUA, Demi Lovato 12%
  28. Little Deuce Coupe, The Beach Boys 12%
  29. Passeio, Lana Del Rey 11%
  30. Role com as mudanças, REO Speedwagon 11%
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CIÊNCIAS 1: MUITAS DÚVIDAS E MÁ INFORMAÇÃO ESTÃO TOMANDO CONTA DA OPINIÃO PÚBLICA SOBRE AS VACINAS

A guerra para desenvolvimento de vacinas contra a covid numa velocidade considerada absurda para desenvolvimento de vacinas pode causar um grave problema na população mundial, já que está se levantando muitas suspeitas em torno da idoneidade dessas vacinas e talvez muita gente de deixe de se vacinar por medo ou por falta de informação. Então, sugiro que leia o artigo completo a seguir para entender o que realmente está acontecendo!

Desinformação pode levar pessoas a rejeitar vacinas contra covid-19

Pesquisa com britânicos e americanos mostra que um número menor de pessoas do que seria preciso para atingir a imunidade de rebanho tomaria uma vacina contra a doença

Do repertório contra a covid-19, a opção vacina é a mais promissora – mas as pessoas precisam estar dispostas a tomá-la. Crédito: Bicanski/Pixnio

Teorias conspiratórias e desinformação alimentam a desconfiança e poderiam deixar a inoculação com vacinas contra covid-19 abaixo dos níveis necessários para proteger comunidades da doença nos Estados Unidos e no Reino Unido, revelou pesquisa divulgada nessa quinta-feira (12).

O estudo, com 8 mil voluntários nos dois países, mostrou que menor número de pessoas “certamente” receberia uma vacina contra a covid-19 do que os 55% da população que cientistas estimam ser preciso para proporcionar a chamada “imunidade de rebanho”.

“Vacinas só funcionam se as pessoas as tomam. A desinformação atua sobre os receios e incertezas existentes a respeito de novas vacinas [contra covid], além das novas plataformas que estão sendo usadas para desenvolvê-las”, disse Heidi Larson, professora da Escola de Higiene e de Medicina Tropical de Londres, que coliderou a pesquisa.

“Isso ameaça minar os níveis de aceitação de vacinas contra covid-19”, acrescentou ela, que também é diretora da iniciativa internacional Vaccine Confidence Project.

O estudo chega no momento em que um dos maiores esforços de criação de vacinas mostrou resultados promissores nesta semana.

Na segunda-feira, a Pfizer informou que sua vacina experimental contra a covid-19 tem eficácia de mais de 90%. Ela se baseia em dados provisórios de testes de estágio avançado. Os dados foram vistos como um passo crucial na luta para conter uma pandemia que já matou mais de 1 milhão de pessoas.

Fonte: Revista Planeta

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MAIS DE 9O MILHÕES DE PESSOAS NOS EUA VOTARAM ANTECIPADAMENTE

Por que os votos antecipados nos EUA estão batendo recordes?

Mais de 90 milhões de americanos já enviaram cédulas com votos desde setembro. Especialista explica fatores para alta participação deste ano

INTERNACIONAL

Do R7

 

Mais de 70 milhões de pessoas nos EUA votaram antecipadamente e por correio

As eleições nos EUA permitem o voto por correio para a votação antecipada que começou em setembro, dois meses antes da data oficial. Até agora, faltando dias para as eleições no dia 3 de novembro, mais de 90 milhões de norte-americanos já enviaram seus votos, número que representa cerca de 60% da participação da população no pleito de 2016.

O número recorde cria uma expectativa de que essa pode ser uma das eleições com o maior comparecimento nas urnas na história dos EUA, onde o voto não é obrigatório e costuma registrar altíssimo número de abstenções.

Conscientização e pandemia

Segundo a professora de Relações Internacionais da ESPM-SP, Denilde Holzhacker, há três motivos que justificam a alta participação dos americanos neste momento.

“A primeira é a grande campanha de conscientização que está sendo feita por uma série de grupos e ongs pró-participação, que tem feito esse chamado para que as pessoas votem, com a participação de celebridades e atletas”, explica.

Pelas redes sociais, diversos famosos já divulgaram que votaram antecipadamente e convidaram os seguidores a fazer o mesmo.

Por outro lado, o presidente Donald Trump criticou a forma como as eleições deste ano acontecerão e questionou a legitimidade e segurança dos votos por correio. “Isso pode ter aflorado a presença maciça de jovens e grupos diferentes para antecipar o voto”, analisa a especialista.

E, por último, a questão da pandemia da covid-19. Com as medidas de restrição e distanciamento social, milhares de pessoas preferem não arriscar ir presencialmente às cabine de votação, então o voto por correio acaba sendo a solução ideal para votar sem correr o risco de ser infectado.

Além disso, “a pandemia fez com que muito estados facilitassem as regras de antecipação do voto” e o envio das cédulas por correio”, diz Denilde.

Mesmo com a praticidade de enviar o voto por correio e poder votar antecipadamente, alguns estados já estão vendo longas filas, situação que pode se tornar ainda mais dramática na próxima terça-feira (3).

Fonte: R7

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COMPORTAMENTO: PESQUISA COM 2000 AMERICANOS REVELA QUE MAIORIA ADMITE TER SE TORNADO UMA PESSOA MELHOR ESTE ANO

Uma nova pesquisa com 2000 americanos analisou as mudanças positivas que virão neste momento desafiador – e as maneiras pelas quais os entrevistados estão redefinindo as prioridades do que valorizam. Dois terços deles acreditam que se tornaram pessoas melhores. Então convido você a ler o artigo completo a seguir e conhecer os detalhes e os números dessa pesquisa!

Dois terços dos americanos acreditam que se tornaram uma pessoa melhor este ano

Por Seven Shooter

Dois terços dos americanos disseram que a quarentena os tornou uma pessoa melhor, de acordo com uma nova pesquisa.

A pesquisa com 2.000 americanos com mais de 21 anos analisou as mudanças positivas que virão neste momento desafiador – e as maneiras pelas quais os entrevistados estão redefinindo as prioridades do que valorizam.

Os resultados revelaram que 55% dos entrevistados ficaram um pouco envergonhados com algumas das coisas que valorizavam antes da quarentena, e os muitos meses passados ​​em casa deram a 70% a chance de aprender mais sobre si mesmos.

Encomendada por Coravin e conduzida pela OnePoll, a pesquisa descobriu que a quarentena, compreensivelmente, mudou a visão dos americanos sobre a vida.

Alguns entrevistados ganharam tempo e flexibilidade para mergulhar em novos hobbies e descobrir novas paixões – a escassez de produtos de panificação no supermercado era uma prova disso. E, 35% disseram que querem continuar com esses hobbies quando a quarentena terminar.

Esta oportunidade de explorar interesses pessoais além do trabalho levou 27% dos entrevistados a indicar que esperam alcançar um melhor equilíbrio entre trabalho e vida após a quarentena.

Estar perto das pessoas de quem gostamos foi um tema importante para os entrevistados, pois 46% desejam passar mais tempo de qualidade com amigos e familiares e 38% planejam criar relacionamentos mais significativos com as pessoas ao seu redor.

PRINCIPAIS COISAS QUE AS PESSOAS JÁ NÃO ACEITAM:
Passar bons momentos pessoalmente com a família ou amigos 52,28%
Abraços 41,23%
Viajar para novos destinos 32,53%
Um passeio relaxante no parque 31,99%
Compras em uma loja 31,73%
Uma noite em um restaurante 31,39 %
Reuniões de família extensa 30,86%
Participando de eventos pessoalmente 28,92%
Parando para tomar um café a caminho do trabalho 25,90%
Conhecendo novas pessoas 25,70% Encontros
semanais de café com amigos 24,36
Happy hour pós-trabalho 23,69%
Conversando com colegas de trabalho durante o almoço 23,56%
Ter um fim de semana tranquilo em casa é fora do comum 22,96%
Uma tarde na praia 22,36%
Mandar meus filhos para a escola pela manhã 21,49%
Participar de eventos esportivos 21,22%
Vaguear por uma livraria 20,68%
Assistir aos eventos esportivos dos meus filhos 18,14%
Ir à academia 17,54%
Deixar meus filhos irem brincar 16,06%

COISAS QUE AS PESSOAS QUEREM FAZER APÓS O BLOQUEIO AUTO-REFLEXÃO:
Passe mais tempo de qualidade com amigos e família 45,60%
Trabalhe para criar relacionamentos mais significativos com seus entes queridos 37,70%
Continue novos hobbies que comecei durante a quarentena 34,80%
Participe de eventos presenciais após participar de seu virtual homólogos durante a quarentena 29,40%
Mover-se para estar mais perto de seus entes queridos 27,90%
Foco em alcançar um melhor equilíbrio trabalho / vida 26,60%
Mudar de carreira para ter um trabalho mais significativo 21,80%

Fonte: Good News Network

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COMPORTAMENTO: DEPOIS DE 6 MESES DE PANDEMIA PESQUISA CONSTATA QUE AMERICANOS ESTÃO MAIS RESPONSÁVEIS FINANCEIRAMENTE

Na nossa coluna COMPORTAMENTO desta sexta-feira temos como destaque a primeira pesquisa feita nos Estados Unidos sobre a mudança de hábitos e de comportamento dos americanos depois de seis meses de pandemia de Covid-19. Entre outras coisas a pesquisa constatou que o americano médio está mais responsável financeiramente e dois em cada três participantes disseram que a pandemia os transformou em pessoas frugais. Então convido você a ler o artigo completo a seguir e conhecer os detalhes dessa pesquisa!

Os americanos estão creditando a crise da COVID por ajudá-los a se tornarem mais responsáveis ​​financeiramente

Cultivar seus próprios vegetais, mudar para papel higiênico de uma folha e comer muitas sobras – essas são apenas algumas das maneiras pelas quais as pessoas estão ganhando centavos durante a pandemia de COVID-19, de acordo com esta nova pesquisa.

Curiosamente, mais da metade dos americanos entrevistados atribuem à pandemia COVID-19 o fato de finalmente ensiná-los a ser espertos com seu dinheiro.

Na verdade, uma pesquisa semelhante de dois anos atrás mostra que o número de adultos norte-americanos que se sentem muito espertos com seu dinheiro aumentou de apenas 42% em 2018 para 51% em 2020.

Outros dois em cada três participantes disseram que a pandemia os transformou em pessoas frugais.

As pesquisas de 2.000 americanos, ambas conduzidas pela OnePoll em nome do Slickdeals , investigaram como a pandemia mudou a mentalidade das pessoas sobre seu dinheiro e como elas definem ser “barato” versus ser “frugal”.

A última pesquisa foi feita para espelhar a realizada em 2018 como um meio de comparar o quanto os resultados mudaram ao longo de dois anos e uma pandemia global.

Derrubar o mínimo (15-20%), independentemente do serviço foi considerado pelas pessoas em 2020, ser “barato”; no entanto, poupar na ponta em 2018 foi votado como um ato de frugalidade. Talvez isso possa ser explicado por uma mudança na gratidão para com os trabalhadores da linha de frente?

Recusar-se a participar das rodadas no bar foi considerado barato pelos entrevistados, assim como calcular sua participação na conta do grupo até um centavo.

Outras ações baratas? Ainda usando eletrônicos muito desatualizados, re-presenteando e diluindo recipientes de sabão com água.

Por outro lado, comprar roupas em uma loja de segunda mão era considerado “frugal”, assim como comprar produtos alimentícios fora de marca, comprar eletrônicos sem nome e sempre buscar ofertas ou cupons ao ir às compras.

 

 

Os participantes também consideraram monitorar o uso de eletricidade e aquecimento em casa para manter as contas de serviços públicos baixas, para um comportamento frugal.

De acordo com a pesquisa, o americano médio se torna uma pessoa frugal aos 31 anos, com um em cada quatro afirmando que se tornou mais econômico quando era ainda mais jovem. Dois em cada três americanos também disseram que consideram ser considerados frugais um elogio.

“A pandemia de coronavírus afetou a situação financeira de muitas pessoas e trouxe um novo enfoque à importância de priorizar os gastos”, disse Josh Meyers, CEO da Slickdeals. “Vemos uma mudança em direção a gastos mais inteligentes, com 65% dos entrevistados indicando que a pandemia os transformou em uma pessoa frugal, e 67% relatando que ser chamado de frugal é na verdade um elogio.”

A pesquisa também descobriu que ser financeiramente consciente pode ser importante na cena do namoro.

Dois terços dos entrevistados disseram que realmente acham que usar um cupom no primeiro encontro é totalmente aceitável. Na verdade, 45% disseram que ficariam felizes em usar um cupom no primeiro encontro.

Três em cada quatro dizem que quanto mais envelhecem, mais desejável é para uma perspectiva romântica com uma mentalidade financeira inteligente.

BARATO OU FRUGAL?

BARATO
– Derrubando o valor mínimo aceitável (15-20%), independentemente do serviço
– Recusando-se a participar das rodadas no bar
– Calculando sua parte de uma conta de grupo até o centavo
– Mantendo eletrônicos desatualizados ou gastos, contanto que eles ainda mal funciona
– Reutilizar saquinhos de chá ou filtros de café
– Comer alimentos alguns dias após a data de validade
– Aumentar a longevidade do sabão diluindo garrafas de sabão com água
– Re-presentear

FRUGAL
– Acompanhamento regular do consumo de eletricidade (desligar luzes / aparelhos quando não estiverem em uso)
– Acompanhamento regular do termostato doméstico (mantendo o calor o mais baixo possível)
– Assistir a filmes em casa em vez de no cinema
– Fazer compras em segundo lugar- lojas de roupas de mão
– Compra de produtos alimentícios fora de marca
– Compra de produtos eletrônicos sem nome (como fones de ouvido da pedra fundamental)
– Pare de beber enquanto está em bares ou restaurantes / só bebe álcool em casa
– Buscando ofertas ou cupons para todas as compras

Fonte: Good News Network

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ACORDO ASSINADO ENTRE EUA E POLÔNIA PERMITIRÁ AUMENTAR O NÚMERO DE SOLDADOS AMERICANOS NO PAÍS EUROPEU

 

EUA e Polônia assinam acordo para estreitar cooperação militar

Com o pacto, parte das 12 mil tropas americanas instaladas na Alemanha deverão ser realocadas no território polonês

INTERNACIONAL

Da EFE

Polônia é um dos aliados mais próximos do governo de Donald Trump

Os governos de Estados Unidos e Polônia assinaram neste sábado (15) um acordo de cooperação militar que permitirá aumentar o número de soldados americanos no país europeu. A medida faz parte de um plano de redistribuição de tropas na Europa elaborado pelo Pentágono.

O acordo foi assinado em Varsóvia pelo ministro da Defesa polonês, Mariusz Blaszczak, e pelo secretário de Estado americano, Mike Pompeo, na última parte de sua viagem pela Europa Central e Oriental.

“O que é extremamente importante é que não só nos beneficiamos desta cooperação, mas (o acordo) também traz segurança para nossa parte da Europa”, afirmou o recém reeleito presidente polonês Andrzej Duda na cerimônia de assinatura.

O acordo estipula que em outubro deste ano será estabelecido na Polônia o quartel-general do Comando Avançado do 5º Corpo do Exército dos EUA, que comandará todas as tropas do país americano no flanco oriental da Otan.

O pacto também estabelece um marco legal para a “presença permanente” das tropas americanas estacionadas na Polônia, tanto a atual como qualquer expansão potencial futura.

Parte das 12 mil tropas americanas instaladas na Alemanha como parte do plano de redistribuição de tropas do Pentágono deverá ser realocada na Polônia.

O governo polonês defendeu a decisão de dividir os custos (incluindo despesas com alimentação e alojamento para os soldados americanos), argumentando que os soldados poloneses também utilizarão a infraestrutura e que todo o país se beneficiará de uma maior segurança.

As estimativas do governo do país europeu são de um custo anual de pelo menos 500 milhões de zlotys (US$ 135,4 milhões).

Com o partido ultraconservador Lei e Justiça (PiS) no poder desde 2015, a Polônia é um dos aliados mais próximos do governo do presidente americano Donald Trump.

 

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