INVESTIGAÇÕES DA PF APONTAM ATUAÇÃO ORQUESTRADA DE DIFERENTES GRUPOS SOBRE AMEAÇAS À ANVISA

PF identifica atuação orquestrada de grupos diferentes em ameaças à Anvisa

Cúpula da agência recebeu mais de 150 e-mails depois de ter aprovado o uso da vacina contra a Covid-19 em crianças

Thais Arbex

Fachada da sede da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa)Fachada da sede da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa)Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil

As investigações da Polícia Federal (PF) sobre as mais recentes ameaças de morte a diretores e servidores da Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) apontam a atuação orquestrada de grupos diferentes. A cúpula da agência reguladora recebeu mais de 150 e-mails depois de ter aprovado o uso da vacina contra a Covid-19 em crianças de 5 a 11 anos.

A apuração da PF do Distrito Federal, sob o comando do superintendente Victor Cesar Carvalho dos Santos, já identificou que os ataques, feitos em dias e tempos diferentes, têm várias frentes —diferentemente do que aconteceu no primeiro caso, quando os investigadores concluíram que o crime foi cometido por um homem do Paraná que se posiciona contra vacinação de crianças contra a Covid-19.

Nesse caso, a Polícia Federal concluiu que houve crime de ameaça em e-mails enviados a diretores da Anvisa, e a Procuradoria da República no Distrito Federal denunciou o homem à 15ª Vara Federal de Brasília.

As ameaças a integrantes da agência se sucedem desde novembro, mas se intensificaram após a entidade autorizar, em 16 de dezembro, o uso de doses pediátricas da vacina da Pfizer em crianças de 5 a 11 anos.

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PF CONCLUI PRIMEIRO INQUÉRITO SOBRE AMEAÇAS A DIRETORES DA ANVISA

Por Camila Bomfim,

GloboNews — Brasília

 

PF conclui primeiro inquérito sobre ameaças a diretores da Anvisa
PF conclui primeiro inquérito sobre ameaças a diretores da Anvisa

Polícia Federal concluiu que houve crime de ameaça em e-mails enviados a diretores da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), em novembro, por um homem que se diz contrário à vacinação de crianças contra a Covid.

A TV Globo apurou que, na semana passada, a Procuradoria da República no Distrito Federal denunciou o homem à 15ª Vara de Federal de Brasília por crime de ameaça.

Com isso, caberá à Justiça avaliar se há elementos que justifiquem torná-lo réu, a fim de que responda a uma ação penal.

Na mensagem, o homem diz que pretende retirar o filho da escola para evitar que ele tenha que tomar uma “vacina experimental”, e que “quem ameaçar, quem atentar contra a segurança física do meu filho: será morto. Isso não é uma ameaça. É um estabelecimento”.

O delegado responsável pelas investigações diz que, ao fim dos depoimentos, “restou claro que o ‘estabelecimento’ prolatado […] seria mais que uma ameaça, mas uma certeza de que o mal injusto e grave ocorreria”.

Apesar disso, o chefe do inquérito decidiu não pedir o indiciamento do homem investigado porque a ameaça é um crime de menor potencial ofensivo — o Código Penal prevê detenção de um a seis meses para quem é condenado por essa conduta.

Uma instrução normativa em vigor desde 2016 proíbe os delegados da Polícia Federal de indiciar alguém por crimes de menor potencial ofensivo.

Novas ameaças e nova investigação

Quando as primeiras ameaças foram feitas e o primeiro inquérito foi aberto, a Anvisa ainda não tinha sequer avaliado a possibilidade do uso das vacinas contra a Covid na população infantil.

Na última quinta-feira (16), a diretoria colegiada da Anvisa aprovou o uso de doses pediátricas do imunizante da Pfizer em crianças de 5 a 11 anos. O Ministério da Saúde ainda avalia o tema e diz que anunciará uma decisão no dia 5 de janeiro.

Desde o anúncio, a diretoria da Anvisa e outros servidores da agência reguladora passaram a receber novas ameaças. A Polícia Federal já tinha aberto um segundo inquérito para apurar a continuidade das mensagens de intimidação, e deve incluir esses novos casos na mesma investigação.

Horas após o anúncio da Anvisa na quinta, o presidente Jair Bolsonaro usou uma transmissão ao vivo em redes sociais para cobrar, em tom intimidatório, a divulgação dos nomes dos responsáveis pela liberação das vacinas para crianças.

“Não sei se são os diretores e o presidente que chegaram a essa conclusão ou é o tal do corpo técnico, mas, seja qual for, você tem o direito de saber o nome das pessoas que aprovaram aqui a vacina a partir dos cinco anos para o seu filho. (…) Agora mexe com as crianças. Então quem é responsável é você pai. Tenho uma filha de 11 anos. Vou estudar com a minha esposa qual decisão tomar”, disse Bolsonaro.

A associação de servidores da Anvisa e o próprio diretor-presidente da agência, Antonio Barra Torres, repudiaram as falas em tom intimidatório. Veja detalhes no vídeo abaixo.

Fonte: G1

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ANVISA EXPEDIU OFÍCIO PEDINDO PROTEÇÃO POLICIAL AOS SEUS FUNCIONÁRIO APÓS SOFREREM AMEAÇAS

Anvisa recebe novas intimidações e cobra investigação da PGR e outras instituições

Agência informa que expediu ofícios pedindo novamente proteção policial aos seus funcionários

Leonardo Lopes

da CNN

em São Paulo

 

Em comunicado publicado neste domingo (19), a Anvisa informou que seus servidores receberam nova onda de ameaças nas últimas 24 horas. Por isso, a agência expediu ofícios pedindo, pela segunda vez, proteção policial aos seus membros.

“Tais solicitações já haviam sido feitas no último mês de novembro quando a Agência recebeu as primeiras ameaças”, informou o comunicado publicado no site da agência.

A ação acontece no mesmo dia em que Bolsonaro fez críticas à Anvisa, chamando de “inacreditável” o fato de ter sido aprovada pelos técnicos a vacinação contra Covid-19 para crianças de 5 a 11 anos.

Além disso, a Anvisa cobrou do governo federal, da Procuradoria-Geral da República (PGR) e da Polícia Federal (PF) que sejam feitas novas investigações para identificar os responsáveis pelas atividades criminosas.

Mesmo diante de eventual e futuro acolhimento dos pleitos, a Agência manifesta grande preocupação em relação à segurança do seu corpo funcional, tendo em vista o grande número de servidores da Anvisa espalhados por todo o Brasil”, escreveu a agência na nota.

Não é possível afastar neste momento que tais servidores sejam alvo de ações covardes e criminosas”, complementou.

Para proteger os dados pessoais dos envolvidos, a Anvisa decidiu não publicar as ameaças recebidas, mas informou que as autoridades responsáveis receberam os anexos.

A Anvisa segue em sua missão de proteger a saúde do cidadão”, finaliza o comunicado.

“Inacreditável”, diz Bolsonaro sobre aprovação da Anvisa

Neste domingo (19), durante conversa com apoiadores em Praia Grande, no litoral de São Paulo, o presidente Jair Bolsonaro classificou como “inacreditável” a decisão da Anvisa de aprovar o imunizante da Pfizer para vacinação de crianças, de 5 a 11 anos, contra a Covid-19.

“Criança é uma coisa muito séria. Não se sabem os possíveis efeitos adversos. É inacreditável. É inacreditável o que a Anvisa fez. Inacreditável”, disse.

Histórico de ameaças

No final de outubro, conforme informou a analista da CNN Basília Rodrigues, a Anvisa recebeu sua primeira ameaça de morte, contra os diretores da agência.

Os cinco diretores da Anvisa registraram ocorrência na PF. Em um e-mail, o responsável pela ameaça informou o nome e CPF, e afirmou que iria migrar o filho para o “homeschooling” – modalidade de ensino em casa que não tem aprovação em lei federal.

O autor do e-mail declara que, se houvesse a aprovação pela Anvisa da vacinação em crianças de 5 a 11 anos, não iria permitir a ida do filho ao ambiente escolar.

No início de novembro, houve uma nova ameaça contra servidores, diretores, funcionários terceirizados e seus familiares, caso vacinas contra a Covid-19 para crianças fossem aprovadas.

Segundo a Anvisa, as mensagens “aparentemente” não tinham o mesmo autor.

Vacinação de crianças

Na última quinta-feira (16), a Anvisa autorizou o uso da vacina da Pfizer contra a Covid-19 em crianças de 5 a 11 anos de idade no Brasil. A decisão foi divulgada após avaliação técnica do pedido submetido pela farmacêutica no dia 12 de novembro.

A dosagem da vacina para esta faixa etária será ajustada e menor (um terço) que aquela utilizada por maiores de 12 anos. Segundo a Anvisa, a proposta é ter frascos diferentes, com dosagem específica para cada grupo.

Os frascos serão diferenciados pela cor, roxa para adultos e adolescentes e laranja para crianças, de acordo com a Pfizer.

O início da campanha de imunização de crianças será definido pelo Ministério da Saúde, que afirma que irá aguardar uma audiência pública para discutir o tema.

A audiência, de acordo com o ministro Marcelo Queiroga, irá acontecer no dia 4 de janeiro.

A Câmara Técnica de Assessoramento em Imunização da Covid-19 (CTAI Covid-19), que aconselha o governo federal em questões relacionadas à vacinação contra o coronavírus, acompanhou a Anvisa em parecer favorável à imunização infantil.

Com informações de Basília Rodrigues e Lucas Rocha, da CNN

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EUA TESTAM RESISTÊNCIA DE SATÉLITE A AMEAÇAS DA CHINA E RÚSSIA

EUA fazem exercício de guerra para testar resistência de satélites a ataques

Prática acontece após russos abaterem um satélite de comunicação ultrapassado, e contou com apoio do Reino Unido, Canadá e AustráliaMike

Mike Stone

da Reuters

Vice-secretária de Defesa dos EUA Kathleen Hicks conversa com vice-comandante do Comando de Treinamento e Prontidão Espaciais, brigadeiro Todd Moore, durante visita a Base da Força Espacial no ColoradoVice-secretária de Defesa dos EUA Kathleen Hicks conversa com vice-comandante do Comando de Treinamento e Prontidão Espaciais, brigadeiro Todd Moore, durante visita a Base da Força Espacial no Colorado13/12/2021 Força Aérea dos EUA/Sargento. Brittany A. Chase/Divulgação

Os Estados Unidos estão testando a resistência de satélites a ameças da China e da Rússia quilômetros acima da superfície da Terra. Isso acontece poucas semanas depois de os russos abaterem um satélite de comunicação obsoleto.

As simulações com auxílio de computadores incluem o possível abate de satélites rastreadores de mísseis, interferência e outros “efeitos” de guerra eletrônica, que são táticas possíveis em uma guerra espacial. Satélites de verdade não são utilizados na prática.

Durante uma visita à Base da Força Espacial de Schriever, no Colorado, a vice-secretária de Defesa Kathleen Hicks acompanhou o exercício de treinamento espacial simulado “Bandeira Espacial”, realizado pelas forças norte-americanas. Foi o 13º exercício do tipo e o terceiro envolvendo parceiros como o Reino Unido, o Canadá e a Austrália.

Líderes do Pentágono estão visitando bases do país nesta semana, enquanto o esboço de orçamento de 2023 do governo Biden ganha corpo. O Departamento da Defesa espera direcionar fundos do orçamento para garantir que as Forças Armadas possam conter ameaças da China e da Rússia.

Satélites são vitais para comunicações militares, navegação por posicionamento global e sistemas de sincronização necessários em caso de um conflito armado.

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ARTIGO: A ESPIRITUALIDADE É O ÚNICO CAMINHO PARA SOBREVIVER ÀS AMEAÇAS QUE NOS CERCAM

Tenho visto tanta gente adoecendo e morrendo de graça que fico pensando! O mundo está realmente muito perigoso, agressivo, ácido e difícil de sobreviver, com tantas bactérias e vírus espalhadas aos milhões e até bilhões ou será que o ser humano está a cada dia mais frágil apesar de todo o avanço da ciência e da tecnologia? Quando olhamos para o passado e vemos o quão era difícil a sobrevivência do homem num mundo tão hostil e cercado de grandes feras por todos os lados e mais adiante a ameaça saiu do mundo macro, das feras, para o mundo microscópico, os grandes surtos pandêmicos como a peste negra, a peste bubônica, a gripe espanhola e tantas outras  de  facilmente percebemos que as ameaças a que o homem foi submetido ao longo de sua trajetória terrestre nunca ultrapassaram a sua capacidade de dominá-las ou bani-las da face da terra, ou seja, os meios para combater e exterminar essas ameaças sempre estiveram ao alcance do intelecto e dos recursos materiais. Mas sempre foi muito difícil e custoso para a humanidade alcançar essas vitórias sobre essas ameaças. Isso ocorre justamente por causa do desequilíbrio evolutivo mente-corpo-espírito. A humanidade sempre deu ênfase ao desenvolvimento  intelectual e material e ignoraram o desenvolvimento espiritual. Neste plano, infelizmente, ainda estamos na idade da pedra. O desenvolvimento espiritual não requer 5% do esforço e consumo de energia que o desenvolvimento intelectual e material necessitam, pois envolve apenas o esforço pessoal, o conhecimento, a leitura, a meditação, os exercícios mentais, exercícios físicos e uma alimentação saudável. A autocura é algo palpável, real e iminente. Ela está no nosso DNA. Só falta assumirmos o comando e aprendermos a vibrar em altas frequências e nada, absolutamente nada, que vibre em baixa frequência jamais nos atingirá.

 

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PONTO DE VISTA: UMA BELA OPORTUNIDADE PRA FAZER UMA FAXINA NO ESGOTO FÉTIDO DO STF

Caro(a) leitor(a),

Sabe as aquelas coisas cabeludas que povoa o imaginário do povo brasileiro, que temos certeza que acontece, mas ninguém fala porque não consegue provar? Então, o povo brasileiro sabe que acontecem fatos escabrosos, surreal e bizarros nas entranhas do Supremo Tribunal Federal. Entretanto como não temos provas esses fatos vão passando e caindo no esquecimento. Por exemplo, Todos sabemos que a saída de Joaquim Barbosa do STF não foi meramente porque ele resolveu se aposentar e ir curtir a família. A verdade é que ele foi ameaçado de morte e/ou seus familiares e ele preferiu se afastar do que arriscar a própria vida ou a de seus familiares. Um dia essa verdade completa virá a tona, pois ela sempre vem. Da mesma forma é muito provável que esses ministros sofram esse tipo de assedio. Como sabemos a advogada do André do Rap, que conseguiu a soltura do bandido é sócia de ex-assessor do ministro Marco Aurélio, que concedeu o Habeas Corpus. É muita ingenuidade nossa acreditar que isso é só uma mera coincidência. Dá até pra imaginar as ameaças do bandido através da advogada sobre o ministro Marco Aurélio. Então minha gente, o que o ministro Barroso revelou no artigo a seguir só confirma o que estou falando. O jogo é pesadíssimo e esses togados, para sobreviverem e/ou se darem bem dançam conforme a música da bandidagem, pode crer! É muito importante que esse artigo a seguir seja divulgado com força, pois é uma revelação do presidente do STF que, em função da pressão que a população fizer pode vir muitas outras verdades a tona e acabarmos fazendo uma faxina no esgoto porco e nojento do STF.

Barroso abre o jogo e diz que dois ministros mudaram voto sobre prisão em 2ª instância, por pressão das forças da corrupção e aliados

Luis Roberto BarrosoLuis Roberto Barroso

O ministro Luis Roberto Barroso afirma textualmente que dois ministros do Supremo Tribunal Federal (STF), que antes votaram pela prisão de condenados em segunda instância, mudaram de posição após pressão “dos que pretendem que tudo permaneça como sempre foi”.

A afirmação é estarrecedora, pois admite, pela primeira vez na história, que ministros da suprema corte brasileira estão suscetíveis a pressões externas de forças nocivas ao país, gente poderosa e corrupta.

“A corrupção contra-atacou com todas as suas forças e aliados, até conseguir desfazer a medida”, diz Barroso.

A declaração do magistrado é parte do conteúdo do livro de sua autoria denominado “Sem data venia: um olhar sobre o Brasil e o mundo”.

Barroso não cita o nome dos tais ministros, mas deixa claro suas identidades ao revelar que ambos apoiaram a prisão em 2ª instância em 2016, e mudaram de posição em 2019, ao votarem para que o cumprimento da pena fosse iniciado apenas após o trânsito em julgado.

Enquadram-se no caso os ministros Gilmar Mendes e Dias Toffoli, que votaram em 2016 pela prisão após a condenação em segunda instância, e, em 2019, mudaram de posição.

A situação no STF, que já anda bastante conturbada, deve agravar-se.

Fonte: Jornal da Cidade Online

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ESPORTE: JOGADORA SE RECUSA A FAZER HOMENAGEM À MARADONA, SENTA NO GRAMADO COMO DEMONSTRAÇÃO DE DESCONTENTAMENTO

FOTO: Jogadora se recusa a homenagear Maradona, senta no gramado de costas e recebe ameaças de morte

 DIVERSOSESPORTE

Neste fim de semana, o mundo se encheu de homenagens a Diego Armando Maradona, falecido na última quarta-feira, aos 60 anos. Mas uma jogadora não quis fazer parte da série de homenagem e preferiu expressar claramente o seu descontentamento.

Paula Dapena, de 24 anos, que atua no Viajes Interrías, da Espanha, optou por sentar no gramado durante o minuto de silêncio. no último sábado. Isso aconteceu em um amistoso que terminou com a derrota da sua equipe para o Deportivo La Coruña por 10 a 0.

“As minhas colegas olharam para mim e riram, porque sabiam que não iria segui-las. Há poucos dias lutamos contra a violência de gênero e esses gestos não foram feitos. Não guardaram minuto de silêncio para as vítimas e não estou disposta a fazer para um agressor”, declarou, lembrando da acusação de estupro que Maradona enfrentou.

Além disso, Dapena, que rapidamente sofreu uma onda de críticas nas redes sociais e até ameaças de morte, disse: “Para ser jogadora, tenho que ser a primeira pessoa com valores além das habilidades que ele tinha, que sabemos serem qualidades e dons espetaculares no futebol”.

Fonte:Blog do BG

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SEGURANÇA: EXERCÍCIOS NAVAIS DO MALABAR COMEÇARAM POR PARTE DO JAPÃO, ÍNDIA, AUSTRÁLIA E EUA EM RESPOSTA AS AMEAÇAS CHINESAS

Em resposta às ameaças chinesas, Japão, Austrália, Índia e EUA iniciam exercícios navais do Malabar

Thaís Garcia

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Na terça-feira (3), navios de guerra e aeronaves das quatro nações da aliança ‘The Quad’ – Japão, Austrália, Índia e Estados Unidos – deram início ao exercício militar conjunto anual do Malabar, na Baía de Bengala, perto do extremo sul do subcontinente indiano, com a Austrália voltando aos exercícios pela primeira vez em 13 anos.

O exercício naval ocorre em menos de um mês após uma reunião altamente simbólica do The Quad, em Tóquio, no Japão, dos principais diplomatas de quatro dos mais poderosos países democráticos da região Indo-pacífico. Embora poucas conclusões concretas tenham emergido dessa conversas, elas foram amplamente interpretadas como uma mensagem conjunta desses países à China.

O exercício militar não está formalmente vinculado ao fórum ‘The Quad’, mas observadores dizem que os participantes esperam transformar o exercício em um contrapeso à influência militar e política cada vez mais potente de Pequim na região.

A primeira fase dos exercícios vai até sexta-feira (6), enquanto uma segunda fase será realizada no final deste mês.

Os exercícios deste ano, sua 24ª iteração, incluem uma variedade de “treinamento tático de ponta”, incluindo exercícios antissubmarinos e antiaéreos “que são projetados para aumentar a interoperabilidade” entre os militares dos quatro países, disseram a Força de Autodefesa Marítima e a Marinha dos EUA em declarações distintas.

“Malabar oferece uma oportunidade para marinhas com ideias semelhantes, compartilhando uma visão comum de um Indo-pacífico mais estável, aberto e próspero, para operar e treinar lado a lado”, disse o Comandante Ryan T. Easterday, comandante do contratorpedeiro USS John S. McCain, que participava do exercício naval.

O comandante também deu a entender o que parecia ser uma indireta velada à China, dizendo que a cooperação era a chave para a estabilidade no Indo-pacífico.

“Uma abordagem colaborativa para a segurança e estabilidade regional é importante agora mais do que nunca, para deter todos os que desafiam um Indo-pacífico livre e aberto.”

As preocupações com o comportamento chinês entre as quatro nações aumentaram nos últimos anos. De sua sangrenta disputa de fronteira com a Índia e seu posicionamento marítimo com o Japão, às suas lutas diplomáticas e econômicas com a Austrália e sua rivalidade de superpotência incipiente com os EUA, todos os quatro têm, pelo menos em algum nível, expressado insatisfação e irritabilidade com Pequim.

O Japão, em particular, está em alerta com a presença crescente de navios do governo comunista chinês perto das ilhas Senkaku, administradas pelos japoneses, no Mar da China Oriental. Essas pequenas e desabitadas ilhas são reivindicadas pela China e o Japão avistou navios chineses perto das ilhas por 285 dias este ano e também pelo 59º dia consecutivo.

Especialistas dizem que a presença chinesa perto de Senkaku é parte de uma tentativa gradual de mudar o status quo em torno das ilhotas.

Os exercícios navais de Malabar fornecem uma chance altamente visível para os países se oporem à China. Pequim tem criticado os exercícios do The Quad e Malabar, alegando que eles “fazem parte de uma tentativa de forjar uma aliança militar destinada a controlar a China”.

Especialistas disseram que dadas as economias, capacidades militares e localizações geográficas dos quatro países do The Quad, o exercício de Malabar representa mais um passo em direção a um cenário de pesadelo para os planejadores militares chineses ao criarem uma aliança de fato.

Malabar foi iniciado pela Índia e os EUA em 1992 e adicionou o Japão como parceiro permanente em 2015. Após mais de uma década de ausência, a Índia convidou a Austrália a participar este ano “para aumentar a cooperação com outros países no domínio da segurança marítima e à luz de uma maior cooperação de defesa com a Austrália ”, disse o Ministério da Defesa da Índia em um comunicado no início deste mês.

A ministra da Defesa australiana, Linda Reynolds, destacou na terça-feira (3) que o exercício é como um símbolo da melhoria dos laços entre os militares australianos e indianos.

“Índia e Austrália são parceiros naturais no Indo-pacífico, e o Exercício MALABAR é uma demonstração clara da profundidade da confiança e cooperação entre nossas organizações de defesa”, disse ela em um comunicado.

Não está claro se os exercícios de Malabar acabarão sendo formalizados dentro da arquitetura do The Quad, mas tudo leva a crer que os exercícios deste ano são um passo nessa direção.

“Um Malabar expandido aponta para o surgimento de uma coalizão marítima estruturada no Indo-pacífico, totalizando uma arquitetura marítima de defesa emergente em relação a uma China revisionista”, escreveu o analista Jagannath Panda no início deste ano, no site do think tank do Centro de Estudos Estratégicos e Internacionais, ‘Asia Maritime Transparency Initiative – AMTI‘ (Iniciativa de Transparência Marítima da Ásia).

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OS BASTIDORES DA REUNIÃO MINISTERIAL CITADA POR MORO DENUNCIAM PALAVRÕES, DISCUSSÕES E AMEAÇAS

Palavrões, discussões e ameaças: os bastidores da reunião no planalto citada por Moro à PF

Palavrões, briga de ministros, anúncio de distribuição de cargos para o Centrão e ameaça do presidente Jair Bolsonaro de demissão “generalizada” a quem não adotasse a defesa das pautas do governo. De acordo com participantes na reunião citada por Sérgio Moro, ex-titular da pasta da Justiça e Segurança Pública, é este o conteúdo do vídeo requisitado pelo ministro Celso de Mello, do Supremo Tribunal Federal, e que o Palácio do Planalto quer evitar divulgar na íntegra.

Na tarde desta quinta-feira, 7, a Advocacia-Geral da União pediu ao decano pra enviar somente trechos da reunião de 22 de abril, que sejam ligadas ao Moro e Bolsonaro. Segundo o ex-ministro, na ocasião o presidente o pressionou na frente dos colegas a trocar o comando da Polícia Federal.

Na noite de quarta-feira, 6, o governo pediu que Celso de Mello reconsiderasse o pedido do vídeo por se tratar de “assuntos sensíveis de Estado.” Conforme o Estadão informou, o Planalto também cogitou alegar não ter o conteúdo na íntegra mas apenas trechos da reunião, pois as gravações são “pontuais e curtas”.

O encontro de cerca de duas horas, cujos bastidores hoje mobilizam Brasília, ocorreu no terceiro andar do Palácio do Planalto, dois dias antes da demissão de Moro, e é considerado o mais tenso do governo até aqui. A agenda com o presidente foi convocada inicialmente para apresentação do programa Pró-Brasil, de recuperação econômica, e teve a participação de 26 autoridades, incluindo o vice Hamilton Mourão, todos os ministros e presidentes dos bancos. Outros auxiliares diretos de Bolsonaro também acompanharam.

Em relatos reservados, dois ministros disseram ao Estadão que a ameaça de demissão não foi direcionada ao ex-juiz da Lava Jato, mas foi um recado a todos os integrantes do primeiro escalão. Segundo participantes do encontro, o presidente cobrou alinhamento às pautas dele e cumprimento irrestrito de suas ordens.

Foi neste contexto, sempre de acordo com os relatos feitos ao Estadão, que Bolsonaro pediu acesso às informações de inteligência. À reportagem, presentes na reunião evitaram confirmar se o presidente exigiu a troca do comando da PF. Dois deles alegaram não “se lembrar.”

No entanto, de acordo com um dos participantes, o presidente disse que quem não estivesse satisfeito poderia ir embora. Outro auxiliar disse que Bolsonaro falou poderia demitir quem quisesse.

A cobrança de Bolsonaro a seu primeiro escalão foi feita com muitos palavrões. Apesar disso, auxiliares observam que é comum o presidente, às portas fechadas e à vontade, usar termos que não atendem aos bons modos. Nestas ocasiões, para evitar vazamentos, todos os participantes são obrigados a deixar o celular do lado de fora da sala. O único que costuma ser exceção é o ministro-chefe do Gabinete de Segurança Institucional (GSI), Augusto Heleno. Já o telefone do presidente costuma ficar nas mãos de um ajudante de ordens.

Fotos feitas pela Secretaria Especial de Comunicação (SECOM) da reunião do dia 22 de abril mostram os participantes com as feições cerradas. Em várias delas, Moro está com os braços cruzados e o semblante tenso. Pelos registros, é possível verificar que há uma câmera de vídeo no local.

Até agora a Secom não respondeu os questionamentos sobre a existência do vídeo. Nos bastidores, auxiliares do Planalto passaram a alegar que só havia trechos pontuais da gravação. O argumento confronta uma declaração do próprio presidente que, no dia 28 de abril, admitiu que os encontros do primeiro escalão são filmados, e os vídeos guardados em um cofre. Bolsonaro chegou a prometer que divulgaria o vídeo da reunião com Moro para mostrar como ele trata os ministros, mas dois depois recuou alegando que recebeu o conselho para “não divulgar para não criar turbulência.”

Outro “assunto sensível” tratado pelo presidente, que também poderia ser motivo de “turbulência”, foi aproximação do governo com líderes dos partidos do centro. Bolsonaro comunicou que entregaria cargos às legendas e provocou reações. Moro, segundo o Estado apurou, teria demonstrando discordância.

O encontro foi convocado para a apresentação do Pró-Brasil, programa de recuperação econômica anunciado pelo ministro-chefe da Casa Civil, Walter Braga Netto, com o incentivo do ministro do Desenvolvimento Regional, Rogério Marinho, e sem o aval do ministro da Economia, Paulo Guedes.

Diante dos colegas de Esplanada, Guedes e Marinho se desentenderam sobre gastos públicos para incentivar a retomada da economia após o fim da pandemia da coronavírus. Marinho disse Guedes era apegado a dogmas. O ministro da Economia, por usa vez, respondeu dizendo que tinha estudado o que ninguém estudou. E acrescentou que que o plano Pró-Brasil era “completamente maluco”. Na mesma oportunidade, o ministro da Educação, Abraham Weintraub, teria feito duras críticas ao ministro do STF.

O pedido do vídeo foi deferido por Celso de Mello, na terça-feira, dia 5, no inquérito que apura as acusações do ex-ministro Sérgio Moro de tentativa de ‘interferência política’ de Bolsonaro no comando da Polícia Federal.

Foram citados o chefe da Secom, Fabio Wanjgarten, o chefe da assessoria especial da Presidência, Célio Faria Junior, e o ministro-chefe da Secretaria-Geral, Jorge Oliveira, que obriga a apresentar as gravações. Os três receberam a notificação na quarta-feira, 6. Faria e Jorge Oliveira alegam que não cabe a eles gravar ou manter registros de audiovisual das reuniões. A Secom não respondeu.

ESTADÃO CONTEÚDO

Fonte: Blog do BG

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