NO REINO UNIDO, EPI’S USADOS POR PROFISSIONAIS DE SAÚDE SÃO TRANSFORMADOS EM CADEIRAS ESCOLARES ENTRE OUTROS OBJETOS

Hospitais transformam EPIs em cadeiras escolares no Reino Unido

Máquina compacta máscaras e aventais usados pelos profissionais da saúde para fabricar vários outros objetos de plástico

TECNOLOGIA E CIÊNCIA J

oão Melo, Do R7*

Cinco hospitais já estão fazendo essa transformação

DIVULGAÇÃO/THERMAL COMPACTION GROUP

O Serviço Nacional de Saúde do Reino Unido (NHS, na sigla em inglês) está utilizando uma tecnologia para transformar em cadeiras escolares os EPIs (Equipamentos de Proteção Individual), como máscaras usadas para a prevenção contra o contágio da covid-19 e aventais.

Para fazer esta transformação, o Thermal Compaction Group, empresa do País de Gales, desenvolveu uma máquina capaz de compactar sacos com grandes quantidades de EPIs em blocos de plásticos em apenas uma hora, fazendo com que este material possa ser reutilizado.

Os blocos possuem cerca de um metro de comprimento e, após serem processados, podem ser utilizados como matéria-prima para uma grande variedade de produtos, como cadeiras escolares e caixas de ferramentas, entre outros objetos.

A máquina é especializada em compactar o polipropileno, exatamente o material utilizado na produção dos EPIs, e já está sendo utilizada em um hospital no País de Gales, e em quatro hospitais na Inglaterra.

Plásticos são compactados em blocos

“Estamos retirando o que é designado como plástico descartável de um fluxo de resíduos muito caro para o NHS, recuperando o plástico e transformando-o em uma fonte inerte de polipropileno que é, em seguida, reutilizado em vários produtos”, destacou Matt Rapson, diretor ambiental do Thermal Compaction Group, em entrevista à Sky News.

A empresa afirma que outros 11 hospitais administrados pelo Serviço Nacional de Saúde do Reino Unido receberão as máquinas que diminuem o tamanho do lixo em cerca de 85% durante o processo de compactação.

Roz Davies, gerente do Royal Cornwall Hospital, afirma que a instituição utiliza cerca de 10 mil máscaras por dia, e espera que essa tecnologia mude a forma como o Reino Unido de maneira geral lida com EPIs descartáveis.

“O uso de máscaras cresceu extraordinariamente este ano, mas agora temos a opção de reciclá-las, assim como outros itens como capas de teatro e aventais que antes seriam transportados para fora da Cornualha para incineração especializada”, destacou Davies.

Fonte: R7
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BOAS NOTÍCIAS: AVIÃO HIPERSÔNICO SERÁ REALIDADE EM 10 ANOS

O avião hipersônico é o destaque da nossa coluna BOAS NOTÍCIAS deste domingo, que sai da prancheta da Agência Espacial do Reino Unido e começa a se tornar realidade. A previsão é que até o ano 2030 já seja possível viajar de São Paulo a Nova York em 1 hora ou de Londres a sidney em 4 horas. Leia a reportagem completa a seguir conheça os detalhes!

Viagem de SP à Nova Iorque será de 1 hora com avião hipersônico

A Agência Espacial do Reino Unido anunciou a criação do “avião espacial” hipersônico, com tecnologia capaz de atingir a velocidade da luz.

A aeronave poderá levar passageiros de Londres até Sidney em 4 horas, cinco vezes mais rápido que os voos atuais, que duram cerca de 22 horas. E de São Paulo à Nova Iorque em apenas uma hora.

O CEO da Agência, Graham Turnock, anunciou que o Reino Unido estaria trabalhando mais estreitamente com a Austrália em um acordo de “primeira ponte espacial do mundo”, para transportar passageiros de um continente para o outro em apenas quatro horas.

O projeto, que leva o nome de Synergetic Air-Breathing Rocket Engine (SABRE), está sendo desenvolvido pela Reaction Engines e conta com o financiamento de empresas do setor.

Motor hipersônico

A velocidade incrível será possível por conta de um novo motor hipersônico que os cientistas da Reaction Engines estão desenvolvendo atualmente.

Ele é alimentado por uma combinação de hidrogênio e oxigênio.

Um dos desafios do voo hipersônico é garantir que a parte mecânica resista ao calor e não derreta, para isso a tecnologia faz com que o ar resfrie por minúsculos tubos de congelados e depois utiliza esse calor capturado para fornecer energia ao motor.

“Nosso pré-resfriador pega o ar que chega a 1.000 graus centígrados e o resfria a zero em um vigésimo de segundo”, disse Shaun Driscoll, da Reaction Engines.

Os testes de equipamentos e a construção de mecanismos para a realização do avião espacial custaram até agora para o governo britânico cerca de 60 milhões de libras e segue em ritmo acelerado.

Os dirigentes prometem voos de teste programados para começar agora em 2020 e comerciais para 2030.

Com informações Revista L’Officiel

Fonte: Só Notícia Boa

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