SAÚDE: PRÓXIMO DIA 26 SERÁ COMEMORADO O DIA  MUNDIAL DE PREVENÇÃO CONTRA O CÂNCER UTERINO

Orientações profissionais de saúde sobre o câncer uterino

Redação/Portal da Tropical

 Atualizado em:

Para marcar o Dia Mundial de Prevenção do Câncer do Colo do Útero, comemorado no próximo dia 26, a Fundação do Câncer lançou hoje (24) o Guia Prático. A comunidade orientações sobre a divulgação para profissionais de saúde e profissionais que trabalham na Atenção Básica de Saúde – enfermeiros, técnicos e comunitários.

O Guia Prático de Prevenção do Câncer de Colo do Útero – Orientações Profissionais de Saúde tem o objetivo de aumentar o objetivo de aumentar o HPV (sigla em inglês) e o rastreamento da doença. Acesse aqui o guia em formato digital.

A iniciativa faz parte do estudo Conhecimento e Prática da População sobre Prevenção do Câncer de Colo do Útero, que teve a primeira parte divulgada em fevereiro deste ano. Nesta segunda etapa do levantamento foram estudados 727 profissionais de saúde, Miranda Corrêa, investigadora em coletiva pela Fundação do Câncer e responsável pela pesquisa.

“Nós sobre o público-alvo da privacidade como frequências, as doses são ideais e os entre elas; damos informações gerais sobre segurança do imunizante, dúvidas que encontramos no levantamento. Há algumas orientações práticas para checar se, quando crianças e adolescentes vão a consultas por outro motivo, elas estão vacinadas contra o HPV. Se não ajudar, os profissionais recomendem a imunização, para aumentar a cobertural, que é pequena”, disse Flávia.

CoNúmeros
obtidos no Brasil, a primeira dose da vacina entre 9 e 14 anos após a duração das meninas contra o HPV dose caiu para 57%.

Os números são mais baixos entre os representantes do sexo masculino: 58% tomaram a dose e apenas 36%, informaram a. “A desinformação dos meninos e adolescentes é maior que a das meninas. Os pais e responsáveis ​​não têm muita noção de que os meninos também se beneficiam da vacina, que protege contra outros de câncer, como boca, faringe e anal”.

Para Fá-lo, não foram também permitidos a falar contra o HPV para meninos, em 2017, que incentivam muito bem os benefícios que os meninos têm. “Eles não têm que se vacinar apenas para proteger as meninas contra o do colo do útero, mas também se beneficiam diretamente da vacina. Isso é importante veicular. Foi uma das coisas que identificamos na pesquisa”.

As ferramentas também ajudam a combater notícias falsas (notícias falsas) contra o HPV iniciação sexual precoce ou não é segura para a saúde, tema na primeira fase do estudo. A vacina também não provoca efeitos adversos relacionados ao local da injeção, como dor leve, rubor, edema. “São os eventos mais comuns. Eventos graves não foram relacionados à música”, disse Flávia. Mais de 400 milhões de doses de vacina contra o HPV já aplicadas no mundo; no Brasil, mais de 50 milhões.

Entre os perigos, 14% dos que não tinham como informações específicas da vacina uma das formas de prevenção a, o que torna a saúde séria, contra o HPV está disponível no Sistema Único de Resistência, contra o HPV está disponível no Sistema Único de Prevenção Saúde (SUS) para meninas de 9 a 14 anos e meninos de 11 a 14 anos. São indicadas duas doses, com intervalo de seis meses entre elas. Pessoas imunossuprimidas também devem ser vacinadas.

Rastreamento
O levantamento mostrou que 75% dos profissionais ouvidos iniciaram o rastreamento de mulheres contra o câncer de colo do útero antes dos 25 anos, ou seja, fora da faixa recomendada, que é a partir dos 25 até os 64 anos, o que gera desperdício de recursos humanos e insumos. Além disso, a periodicidade é de três anos após dois exames, sem periodicidade anual, com três anos de idade, com três anos.

Devem ser priorizadas para o rastreamento de mulheres que nunca fizeram o exame Papanicolau ou que fizeram mais de três anos. Flávia quando começar a adolescente que existe uma prática equivocada de começar de material preventivo a adolescente na atividade sexual. Outra prática errada refere-se à coleta de exame por suspeita de material vaginal ou corrimento.

“O exame não é para isso. O Papanicolau é para detecção de lesão precursora do câncer de colo do útero”. A pesquisadora afirmou que o problema de se colher material antes de 25 anos é que o rastreamento abaixo pode ser mais prejudicial do que benéfico. “Porque abaixo dos 25 anos, a gente tem o pico de prevalência de infecção por HPV. Então, a maioria das mudanças que vamos encontrar nestas adolescentes e jovens é sempre a essa infecção, e ela regride espontaneamente em mais de 95% das vezes”. F lembradas que não são guiadas em são amostras em muitos países, só Brasil.

A Fundação do Câncer pretende oferecer aos profissionais de saúde um curso de reciclagem, provavelmente no segundo semestre, baseado nos resultados encontrados na pesquisa. A primeira etapa do levantamento mostrou que muitas mulheres não fazem o exame preventivo por desconhecimento ou por vergonha. O estudo concluído ainda, escolaridade, cor da renda da pele menor, escolaridade, residência em renda de menor idade e rural são fatores associados ao conhecimento e práticas equivocadas ainda para satisfação da baixa urbana contra o HPV e ao rastreamento do câncer de colo uterino.

Mortality
Esse tipo de câncer atinge cerca de 16.710 mulheres por ano no Brasil e gera, pelo menos, 6.500 mortes. O cirurgião oncológico Luiz Augusto Maltoni, diretor executivo da Fundação do Câncer, disse que a ideia da entidade é informar à população que a doença tem cura e é possível prevenir uma vacina disponível no sistema público de saúde. Por isso, o tema foi definido como útero e uma redução da mortalidade”, afirmou Maltoni.

A fundação quer, com o guia, crianças e adolescentes, o papel dos profissionais de saúde, que também trabalham para a sociedade não e na mobilização contra o HPV de saúde. “Por isso, temos trabalhado e vamos trabalhar este ano até atingir os objetivos de redução do número de casos, da mortalidade desse tipo de câncer. É fundamental o papel da informação correto para a população sobre o controle da doença”, disse ele.

Maltoni acredita que será possível contribuir para o Brasil diminuir como diferenças regionais em termos de mortalidade por câncer de colo do útero. Dados do Instituto Nacional do Câncer (Inca) começaram que, em 2019, um taxa padronizada de mortalidade pela população mundial na Região Norte foi de mortes 12,58 por 10 mil mulheres, representando a primeira causa de câncer feminino nessa região.

No Nordeste, a taxa de mortalidade de 6,66/100 mil foi a segunda causa e na Região Centro-Oeste, com taxa de 6,32/100 mil, a terceira causa. As regiões Sul e Sudeste tiveram como menores taxas (4,99/100 mil e 3,71/100 mil, respectivamente) representando quinta e sexta posições, entre os óbitos por câncer em mulheres.

Fonte: Portal da Tropical _ Notícias

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