RN LIDEROU AS CONTRATAÇÕES DE UM NOVO LEILÃO NACIONAL PARA CONTRATAÇÃO DE ENERGIA EÓLICA REALIZADO PELA ANEEL

Por G1 RN

 

Torres eólicas na praia de Tourinhos, em São Miguel do Gostoso — Foto: Augusto César Gomes/G1Torres eólicas na praia de Tourinhos, em São Miguel do Gostoso — Foto: Augusto César Gomes/G1

Maior produtor de energia eólica no país, o Rio Grande do Norte liderou as contratações em um novo leilão nacional para contratação de energia, realizado pela Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) e a Câmara de Comercialização de Energia Elétrica (CCEE) nesta quinta-feira (8).

A previsão é que sejam investidos mais de R$ 1,4 bilhão na implantação dos projetos no estado. Ao todo, são 20 projetos de novas usinas eólicas para operação a partir de 2024 e 2025. Foram contratados 350,6 MW em geração de energia.

O valor equivale a quase três vezes o contratado para o segundo colocado no leilão, que foi o estado de São Paulo, com 131 MW. A Paraíba ficou na terceira posição, com 100 MW.

O Rio Grande do Norte possui mais de 20 empresas de geração de energia com projetos em operação, de acordo com boletim divulgado pela Secretaria de Desenvolvimento do Estado em março. Além disso, são mais de 180 empreendimentos em operação, que colocam o estado na liderança nacional em potência instalada, com 5,2 GW.

O estado possui ainda 52 empreendimentos em construção (1,8 GW) e outros 78 contratados (3,1 GW).

“14 das maiores empresas do mundo do setor eólico estão aqui”, diz o secretário de Desenvolvimento Econômico, Jaime Calado. De acordo com ele, a qualificação profissional, além da geografia privilegiada são os principais atrativos do estado.

“Temos aqui cursos voltados especificamente para o mercado eólico e por isso estamos gerando emprego de qualidade. Além disso, formamos um grupo de trabalho, composto por pesquisadores e outros agentes, especialmente focado nas energias renováveis, o que irá potencializar ainda mais este trabalho que estamos desenvolvendo, com incentivos e inovação”, enfatizou.

Pesquisadores avaliam, por exemplo, a futura instalação de torres eólicas no mar.

Fonte: G1 RN

Deixe uma resposta