REFLEXÃO: QUANDO NÃO CONSEGUIMOS DESCARTAR OS ERROS DO PASSADO O FARDO VAI FICANDO CADA VEZ MAIS PESADO

Hoje temos uma curta, mas, sabia e bela história para o nosso momento de REFLEXÃO. O tema é o peso dos erros que cometemos e não conseguimos descartar ao longo da nossa trajetória de vida. Quando isso acontece o fardo vai ficando cada vez mais pesado e não conseguimos nos desligar do passado e desta forma não conseguimos evoluir. Portanto, peço que leia o texto completo a seguir, reflita e faça seu juízo de valor! 

Sempre avante

 em 

 

Certamente, algum dia, nós já dissemos ou fizemos algo que não nos orgulhamos. Tenha sido por inexperiência, ignorância ou qualquer outra “razão”. Muito natural ter acontecido, já que estamos todos em um processo de aprendizagem e evolução. O que não é saudável nem edificante, é trazermos conosco tais lembranças. Afinal, o passado já está no último segundo, e nada do que fizermos agora vai mudá-lo. Esta breve estória ilustra a necessidade de desapegarmos no passado e seguir em frente.

“Relata-se que, num mosteiro, viviam dois monges que eram muito amigos e sempre cumpriam seus afazeres em conjunto. É fato que nesse monastério os monges não podem se aproximar de mulheres, nem ao menos, nelas tocar.

Certo dia, ao atravessarem a floresta para comprar mantimentos na cidade, se depararam com uma mulher que estava com dificuldades para atravessar o rio que dava acesso ao vilarejo e que se encontrava agitadíssimo.

Um dos monges disse:– Não podemos ajudá-la, fizemos voto de que não poderíamos tocar em mulher alguma. O outro monge replicou:– Também fizemos voto de ajudar a todas as pessoas e criaturas deste mundo, sem haver distinção. Então, este mesmo monge colocou a mulher em suas costas e atravessou o rio, deixando-a na outra margem.

Os dois monges seguiram caminho e durante a jornada houve uma grande pausa na conversação dos mesmos. Logo, o silêncio foi interrompido pelo monge que era contra a ideia de carregar a jovem, que disse: – Você não devia tê-la carregado, ela vai ser um peso para sua caminhada! O outro monge, sabiamente respondeu:– Eu deixei a mulher na outra margem do rio. No entanto, você é quem continua carregando a mulher na sua caminhada.”

O que continuamos carregando em nossas mentes que tempos atrás deveríamos ter deixado na margem do rio e que drena a nossa vida? O que retira a sua paz e sua vitalidade? Deixe o que ficou e siga em frente.

Luz e Paz!

Fonte: Sabedoria Universal

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