REFLEXÃO: COMO REALMENTE NOS ENXERGAMOS, GRANDE OU PEQUENO?

Deixei para fazer as publicações desta terça-feira, ainda hoje pela manhã. Redigi primeiro o texto da coluna ARTIGOS, que fala do Orgulho, um dos sete vícios capitais e quão não foi a minha satisfação ao abrir o o blog da Beth Michepud para garimpar mais um belo texto e publicá-lo, aqui na coluna REFLEXÃO! O texto semanal desse blog maravilhoso, “Sabedoria Universal”, trata justamente de como nos enxergamos ao olhar no espelho, ou seja, quem pensamos que somos? Por isso convido você a ler esse breve, mas sábio texto, refletir e fazer o seu juízo de valor!

Quem pensamos que somos

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“Nosso sentido de quem somos determina o que percebemos como nossas necessidades e o que importa na nossa vida – e o que nos interessa tem o poder de nos irritar e perturbar. Podemos usar isso como um critério para descobrir até que ponto nos conhecemos.

O que nos interessa não é o que dizemos nem aquilo em que acreditamos, mas o que nossas ações e reações revelam como importante e sério. Portanto, talvez queiramos nos fazer a seguinte pergunta: o que me irrita e perturba?

Se coisas pequenas têm a capacidade de nos atormentar, então quem pensamos que somos é exatamente isto: pequeno. Essa é nossa crença inconsciente. Quais são as coisas pequenas? No fim das contas, todas as coisas são pequenas porque todas elas são efêmeras.

Podemos até dizer: “Sei que sou um espírito imortal” ou “Estou cansado deste mundo louco. Tudo o que quero é paz” – até o telefone tocar. Más notícias: o mercado de ações caiu, o acordo pode não dar certo, o carro foi roubado, nossa sogra chegou, cancelaram a viagem, o contrato foi rompido, nosso parceiro ou parceira foi embora, alguém exige mais dinheiro, somos responsabilizados por algo.

De repente ocorre um ímpeto de raiva, de ansiedade. Uma aspereza brota na nossa voz: “Não aguento mais isto.” Acusamos e criticamos, atacamos, defendemos ou nos justificamos, e tudo acontece no piloto automático.

Alguma coisa obviamente é muito mais importante agora do que a paz interior que um momento atrás dissemos que era tudo o que desejávamos. E já não somos mais um espírito imortal. O acordo, o dinheiro, o contrato, a perda ou a possibilidade da perda são mais relevantes. Para quem? Para o espírito imortal que dissemos ser?

Não, para nosso pequeno eu que busca segurança ou satisfação em coisas que são transitórias e fica ansioso ou irado porque não consegue o que deseja.

Bem, pelo menos agora sabemos quem de fato pensamos que somos. “(Eckhart Tolle -Um Novo Mundo)

Luz e Paz!

Fonte: Sabedoria Universal

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