REFLEXÃO: A AUSÊNCIA DA MENTE QUE NOS LEVA AO ENCONTRO DA NOSSA ESSÊNCIA

O texto que publicamos hoje, aqui na coluna REFLEXÃO é de autoria de Eckhart Tolle e sendo ele quem é não poderia deixar de ser algo para uma profunda REFLEXÃO,  pois vai de encontro ao que nós temos de mais puro, belo e pessoal: a nossa essência, o nosso Eu Cósmico. Por isso lhe convido a ler essa maravilha de texto e depois refletir profundamente sobre o assunto!

Um hiato de ausência da mente

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Um grande desafio é calar a mente. Aquela que, sem mais nem menos, começa a nos atribuir pensamentos e ideias que são exatamente contrárias ao nosso real desejo. E se, por ventura, dermos atenção à ela, é certeza de que o monstrinho que vai se criando dentro de nós, se torne imenso a ponto de nos levar ao pessimismo total, ansiedade e depressão. Quando conseguimos identificar esta invasão, podemos calar a mente, ou ao menos não deixar que tome proporções que certamente vão nos prejudicar. O texto que segue é do livro O Poder do Agora, de Eckhart Tolle. Este trecho nos convida a perceber a dimensão de nosso poder. Espero que apreciem.

“Quando escutar um pensamento, esteja ciente não só do pensamento, mas também de si próprio como testemunha do pensamento. Surge então uma nova dimensão de consciência. E, enquanto ouve o pensamento, sentirá uma presença consciente – a do seu eu mais profundo – por trás do pensamento, subjacente a ele. O pensamento perderá então o poder que tem sobre si e rapidamente abrandará, porque você deixou de estimular a mente através da sua identificação com ela. É o começo do fim do pensar involuntário e compulsivo.

Quando um pensamento abranda, você sente uma descontinuidade no caudal da mente – um hiato de ausência de mente. Ao princípio, os hiatos serão curtos, talvez de alguns segundos, mas gradualmente tornar-se-ão mais prolongados. Quando esses hiatos ocorrem, você sente uma certa quietude e uma certa paz dentro de si. É o início do seu estado natural de união sentida com o Ser, a qual é geralmente ofuscada pela mente. Com a prática, a sensação de quietude e de paz será mais profunda. De facto, a sua profundidade não tem fim. Sentirá igualmente uma subtil emanação de alegria a surgir bem do fundo de si: a alegria do Ser.”

Luz e Paz!

Fonte: Sabedoria Universal

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