PRIMEIRAS NOTÍCIAS DESTA TERÇA-FEIRA

Por G1

10/09/2019 02h00  Atualizado há 13 minutos


INTERNACIONAIS

Clipe pop em Israel

Clipe de Benjamin Netanyahu para eleições de Israel tem participação de artista pop — Foto: Netanyahu/Reprodução/Youtube

Clipe de Benjamin Netanyahu para eleições de Israel tem participação de artista pop — Foto: Netanyahu/Reprodução/Youtube

O partido Likud, do primeiro-ministro Benjamin Netanyahu, apostou em um clipe pop – com direito a breakdance, balões coloridos e artistas conhecidos da juventude de Israel – para a campanha das eleições israelenses marcadas para a próxima terça-feira (17). Veja vídeo aqui.

No clipe, o cantor Maor Edri, de 30 anos, ainda convoca os presidentes dos Estados Unidos, Donald Trump, e da Rússia, Vladimir Putin, para irem a Jerusalém – cidade que a Casa Branca reconheceu como capital israelense e para onde transferiu a embaixada norte-americana.

“Vamos, Putin. Vamos, Trump. Vamos a Jerusalém”, diz o refrão da música.

Rock in Rio

A cantora britânica Jessie J — Foto: Divulgação

A cantora britânica Jessie J — Foto: Divulgação

Jessie J não quer mais dançar sem ter vontade. A cantora britânica aproveitou boa parte da entrevista ao G1 para desabafar sobre “períodos difíceis” e “momentos ruins”. Ela passou por problemas de saúde mental e insatisfação profissional.

A volta ao Brasil neste mês, para shows no Rock in Rio e em São Paulo, será em uma nova fase. Segundo ela, mais livre e feliz.

“Não é tão fácil estar nessa indústria… Hoje, eu me sinto mais livre para botar tudo o que sinto na minha música”.

Aproveite e vote: No Rock in Rio 2019, quem vai ser a grande revelação do festival?

NACIONAIS

Saneamento básico

Área sem saneamento básico no Maranhão — Foto: Reprodução/TV Mirante

Área sem saneamento básico no Maranhão — Foto: Reprodução/TV Mirante

Quase 60% das obras de infraestrutura paralisadas no país são de saneamento básico, aponta estudo da Confederação Nacional da Indústria (CNI), ao qual o G1 teve acesso com exclusividade. São 429 das 718 obras de infraestrutura paradas, segundo dados do Ministério da Economia coletados pela CNI. As obras fazem parte do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC).

Nesta terça-feira, a especialista em infraestrutura da CNI, Ilana Ferreira, deve apresentar as conclusões do estudo na Comissão Especial que debate saneamento básico na Câmara dos Deputados.

As principais razões para as paralisações das obras de saneamento são “motivos técnicos” e “abandono pela empresa”. Há ainda problemas financeiros e orçamentários, judiciais, de desapropriação, ambientais, entre outros.

Debate sobre desigualdade racial

Marcelo Leal, Solange Sobral, Roberta Anchieta e Maurício Rodrigues: profissionais negros em cargos de destaque — Foto: Fábio Tito e Celso Tavares/G1

Marcelo Leal, Solange Sobral, Roberta Anchieta e Maurício Rodrigues: profissionais negros em cargos de destaque — Foto: Fábio Tito e Celso Tavares/G1

Além do fato de serem negros e estarem em cargos de liderança em empresas importantes, Marcelo Leal, Solange Sobral, Roberta Anchieta e Maurício Rodrigues têm outro ponto em comum em suas trajetórias profissionais: quando começaram suas carreiras, praticamente não havia referências de líderes negros nos locais em que trabalhavam. Os debates sobre desigualdade racial cresceram, mas falta de referências ainda é barreira para profissionais. Especialistas e profissionais negros dizem que a redução da desigualdade racial no mercado de trabalho caminha a passos lentos e pesquisas apontam que as empresas vêm demonstrando maior interesse pelo tema. Leia as entrevistas:

Delação da J&F

A procuradora-geral da República, Raquel Dodge — Foto: José Cruz/Agência Brasil

A procuradora-geral da República, Raquel Dodge — Foto: José Cruz/Agência Brasil

A Procuradora-Geral da República (PGR), Raquel Dodge, pediu ao Supremo Tribunal Federal (STF) para marcar com “urgência” o julgamento sobre a validade das delações premiadas de executivos e ex-executivos do grupo J&F. Cabe ao presidente do STF, Dias Toffoli, marcar a data. O relator, Edson Fachin, liberou o caso para julgamento em março.

Há cerca de dois anos, a PGR pediu a revogação dos acordos de delação de Joesley, Wesley Batista, Francisco de Assis e Ricardo Saud por suposta omissão de informações. Na ocasião, o então procurador-geral, Rodrigo Janot, entendeu que eles omitiram que o ex-procurador Marcelo Miller orientou o acordo enquanto ainda atuava no Ministério Público. À época, todos negaram que isso tivesse acontecido. Cabe ao STF decidir sobre a rescisão.

Podcast o Assunto 🎧

Bolsonaro escolheu o subprocurador Augusto Aras para o cargo de procurador-geral da República: quais as consequências da indicação para o Ministério Público e para o governo? Renata Lo Prete conversa com o jornalista Matheus Leitão e com o cientista político Fabio Kerche para responder esta e outras perguntas. Ouça:

Emprego

 — Foto: Divulgação

— Foto: Divulgação

O índice que mede a expectativa de emprego no Brasil aponta para um quadro modesto do mercado de trabalho até o fim do ano, segundo pesquisa da consultoria ManpowerGroup. Entre os empresários consultados pelo levantamento, 18% preveem aumento no nível de contratação no quarto trimestre, 10% esperam queda e 70% projetam estabilidade. Entenda.

Gasto na educação

O investimento por aluno no Brasil está abaixo da média dos países desenvolvidos, segundo estudo da OCDE (Organização para Cooperação e Desenvolvimento Econômico). O país gasta 4,2% do PIB na área de educação (do ensino fundamental ao médio e técnico), mais do que a média de 3,2% dos países desenvolvidos, mas o investimento proporcional por aluno é menor (veja os valores de cada fase de ensino).

O pagode R&B de Thiaguinho está de volta?

'A fila anda', de Thiaguinho, marca volta do cantor ao pagode do início de carreira solo

‘A fila anda’, de Thiaguinho, marca volta do cantor ao pagode do início de carreira solo

G1 explica idas e vindas do cantor desde o Exaltasamba. “A fila anda”, música do novo álbum do cantor, mostra que ele ainda sabe escrever mirando na métrica de artistas que ele admira, como Usher, Neyo e Stevie Wonder. Ele também lançou músicas que fazem lembrar estilo de composição que havia largado.

Carcereiros

Assista ao trailer do filme "Carcereiros"

Assista ao trailer do filme “Carcereiros”

“Carcereiros” vira filme com Rodrigo Lombardi e Kaysar Dadour. Inspirado na série da Globo e no livro de Drauzio Varella, longa mostra rotina tensa de presídio e chega aos cinemas em 28 de novembro. ASSISTA ao trailer.

Salão de Frankfurt

Volkswagen ID.3 — Foto: André Paixão/G1

Volkswagen ID.3 — Foto: André Paixão/G1

Vem aí o Salão do Automóvel de Frankfurt. Maior evento do ano para carros, a feira começa hoje para a imprensa especializada, com a cobertura do G1. Carros elétricos serão o destaque, que também tem 12 marcas a menos do que em 2017. O G1 preparou uma lista dos 15 carros que deverão chamar a atenção. Na véspera, a Volkswagen já se antecipou e mostrou a versão final de seu elétrico compacto, chamado ID. A marca também aproveitou para mostrar uma modificação no seu logotipo.

Curtas e Rápidas:

  • RJ possui 12 mil animais em ONGs esperando um lar, diz instituto
  • Após sofrer bullying, menino tem sua versão de camiseta adotada por universidade nos EUA
  • Blog da Mariza Tavares: Cientista brasileiro pesquisa terapia genética para ganhar massa muscular

Futebol

  • 21h: Palmeiras x Fluminense

Amistoso da seleção

  • 0h: Brasil x Peru

Previsão do tempo

Confira os destaques da previsão do tempo

Confira os destaques da previsão do tempo

Fonte: G1

 

Por Blog do BG

Vaza Jato não apaga ladroagem de Lula na Lava Jato

A força-tarefa da Lava Jato em São Paulo deu à luz uma nova denúncia contra Lula, agora encrencado na companhia do irmão Frei Chico. A defesa do presidiário de Curitiba contesta as acusações. Atribui a investida a uma hipotética reação de procuradores ao conta-gotas que umedece o noticiário com mensagens extraídas do Telegram. Improvável. Se a novidade serve para alguma coisa é justamente para demonstrar que o caso da Vaza Jato não apaga os rastros pegajosos detectados pela Lava Jato.

Frei Chico recebeu mesada da Odebrecht entre 2003 e 2025 —começou beliscando R$ 3 mil. No final, mordia R$ 5 mil. No total, levou R$ 1,1 milhão. Foi justamente em 2015 que as ruas descanonizaram Lula. Naquele ano, o Pixuleco, boneco do mito do petismo vestido de presidiário, passou a ornamentar os protestos contra a corrupção. Os delatores da Odebrecht ofereceram o material para a decomposição. Coube ao dono da empreiteira, Emílio Odebrecht, pronunciar algo muito parecido com um epitáfio: “Bom vivant”

Um dos principais provedores dos confortos de Lula, Emílio evocou no seu depoimento à força-tarefa da Lava Jato uma frase que diz ter ouvido do general Golbery do Couto e Silva, criador do SNI e chefe do gabinete militar nos governos Ernesto Geisel e João Figueiredo: “Emílio, o Lula não tem nada de esquerda. Ele é um bon vivant.”.

Ironicamente, Lula foi atraído para a militância trabalhista, nos tempos sombrios de 1968, pelo irmão mais velho: José Ferreira de Melo, o Frei Chico. Nessa época, o agora presidiário tinha apenas 25 anos. Rapidamente, virou diretor de sindicato. Frei Chico era militante do Partido Comunista. Imaginou-se que Lula se enrolaria na mesma bandeira. Engano.

Em depoimento registrado no livro “Lula, o Filho do Brasil”, da jornalista Denise Paraná, Lula afirmaria muitos anos depois: “A minha ligação com o Frei Chico é uma ligação biológica. Ou seja, um negócio evidentemente de irmão para irmão. Não tinha nenhuma afinidade política com Frei Chico.”

Deu-se algo diferente na relação de Lula com Emílio Odebrecht. A dupla se deu muito bem. Desenvolveu-se entre eles um relacionamento extra-biológico, de natureza fisiológico-patrimonial, do tipo uma mão suja outra. Além de forrar a conta bancária de Lula com os milhões das pseudo-palestras e de providenciar confortos como a reforma do sítio de Atibaia, a Odebrecht bancava até pixulecos como a mesada do ex-comunista Frei Chico.

Nas planilhas da Odebrecht, o apelido de Frei Chico era “metralha”. O dinheiro do agrado mensal saía da caixa do departamento de propinas. Na época em que o nome do irmão escalou as manchetes, Lula dissera: “Se a Odebrecht resolveu dar R$ 5 mil de mesada para Frei Chico, o problema é da Odebrecht”.

Ao reiterar a velha desculpa, os defensores de Lula pedem aos brasileiros que façam como os petistas mais fervorosos, se fingindo de bobos para não prejudicar a reputação de um “perseguido político”. O único problema é que, nos 13 anos que o PT passou no poder, Lula fez consigo mesmo o que seus inimigos tentavam há quatro décadas, sem sucesso: desmoralizou-se.

O mito petista ofereceu em holocausto, em altares como o da Odebrecht, o maior patrimônio que um político pode almejar: a presunção de superioridade moral. Foi para o beleléu a aura de diferença heróica que o distinguia antes do mensalão.

Nesse contexto, a frase de Golbery, recitada aos investigadores pelo patriarca da Odebrecht, teve o peso de um epitáfio: “Aqui jaz um bon vivant”. A Vaza Jato pode destruir muita coisa, mas não faz sumir evidências reunidas pela Lava Jato.

JOSIAS DE SOUZA

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PSL escala Flávio Bolsonaro para desarticular CPI da Lava Toga

O senador Flávio Bolsonaro (PSL-RJ) recebeu do presidente nacional do partido, deputado Luciano Bivar (PE), pedido para entrar na articulação contra a criação da CPI da Lava Toga. Filho do presidente Jair Bolsonaro, Flávio é o único dos quatro senadores do PSL que não assinou a petição pela abertura da comissão.

A CPI é vista com poder para afetar a relação entre os Poderes. A articulação para enterrar a CPI é liderada pelo presidente do Senado, Davi Alcolumbre (DEM-AP), que classificou a tentativa de criação da comissão como inconstitucional.  “Se há entendimento de que a comissão não pode investigar decisão judicial, como vou passar por cima disso?”, questionou.

A senadora Maria do Carmo (DEM-SE) anunciou que vai retirar o nome na lista, que contava com 28 assinaturas; segundo ela, atendendo a Alcolumbre. O presidente do Senado, por sua vez, negou ter pedido diretamente a senadores que retirassem assinaturas, mas admitiu que tentou convencer parlamentares sobre seu posicionamento contrário à Lava Toga.

Procurados pelo Estadão/Broadcast, os senadores Major Olímpio (PSL-SP) e Soraya Thronicke (PSL-MS), afirmaram que não vão mudar de posição e negaram ter sido procurados por Flávio. A senadora Juíza Selma (PSL-MT) não quis se manifestar. Na noite desta segunda-feira, 9, a expressão “assina Flavio Bolsonaro” era o assunto mais comentado no Twitter entre internautas brasileiros.

Luciano Bivar disse ao Estadão/Broadcast ter pedido aos senadores do PSL que reconsiderassem o posicionamento, porque percebe na proposta um “uma afronta ao Poder Judiciárioo”. “Precisa-se fazer um entendimento melhor do que fazer uma CPI, isso não faz sentido”, disse o presidente da legenda, acrescentando que é preciso “apostar na governabilidade no nosso país.”

O pedido de Bivar a Flavio Bolsonaro vem em um contexto no qual os colegas da bancada no Senado se recusam a mudar de posição.

A intenção do dirigente partidário é que o filho do presidente convença os colegas no Senado. “Eu pedi para ele (Flávio) me ajudar nisso. Não sei qual foi a ação que ele teve”, disse Bivar. Após falar com a reportagem, o presidente do partido emitiu uma nota afirmando que “em momento algum foi dada ao senador Flavio Bolsonaro a incumbência de articular a referida retirada de assinaturas.”

Procurado via assessoria de imprensa, Flavio Bolsonaro não se manifestou.

Mesmo negando ter sido procurado por Flávio Bolsonaro para mudar de posição, o líder do PSL no Senado, Major Olímpio (SP), deu o recado declarando que tentativas, de quem quer que sejam, não trarão resultado. “É mais fácil uma vaca passar voando na minha frente do que eu desistir. A saúva sabe a roça em que come. Quem quiser ouvir bastante desaforo venha tentar me convencer”, disse. “E não acredito que as senadoras irão mudar”, acrescentou.

Soraya Thronicke, por sua vez, afirmou que foi procurada por Bivar na tentativa passada de instalação da comissão, que terminou em arquivamento, mas não agora. Segundo ela, o dirigente partidário pediu que “raciocinem bem, com cautela, para que não tenhamos problemas com os 3 poderes”. Soraya lembrou que a bandeira do PSL é contra a corrupção e disse ao Estadão/Broadcast que não irá mudar. “Todos sabem meu posicionamento”, disse.

Requerimento é a terceira tentativa de criar CPI da Lava Toga

O novo requerimento da CPI da Lava Toga – ainda não protocolado – é a terceira tentativa de um grupo de senadores. O argumento é a suposta ilegalidade do inquérito aberto pelo STF para investigar ameaças contra magistrados. No bojo do “inquérito das fake news”, como ficou conhecido, foram determinados pelo ministro Alexandre de Moraes a suspensão de procedimentos de apuração da Receita Federal e o afastamento de auditores fiscais. Além disso, o ministro censurou uma publicação da revista eletrônica Crusoé.

Com a saída de Maria do Carmo da lista de apoiadores, a CPI perde a quantidade de 27 assinaturas necessárias para que um pedido seja protocolado oficialmente. “Nos termos que está sendo feita, não vai adiantar de nada. Isso não vai dar em nada e acabou-se. Em alguns aspectos eu era (favorável), pela agilidade que a Justiça precisa ter, mas em outros aspectos, não, pelo clima institucional. Os Poderes têm que ser harmônicos, nada de um estar brigando com o outro”, disse a senadora à reportagem.

O senador Alessandro Vieira (Cidadania-SE), idealizador do requerimento, tenta agora outros apoios. Na tentativa de enterrar o pedido, o presidente do Senado conversou com governistas que assinaram o requerimento. “Eu tinha uma preocupação de tirar o foco das reformas, mas acho que não há por parte do governo uma preocupação, basta ver as três assinaturas do PSL”, comentou o vice-líder do governo no Senado Izalci Lucas (PSDB-DF), um dos signatários do pedido.

ESTADÃO CONTEÚDO

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Polêmicas turbinam público de Bolsonaro nas redes, mas ‘sentimento negativo’ sobre presidente aumenta

Jair Bolsonaro

Nas redes sociais, ao menos, as declarações polêmicas aumentaram o alcance de Bolsonaro e sua repercussão – mais curtidas, mais retuítes e mais seguidores no Facebook, segundo levantamento preparado pela Diretoria de Análise de Políticas Públicas (DAPP) da Fundação Getúlio Vargas (FGV), a pedido da BBC News Brasil.

Mas isso não significa que a reação tenha sido sempre positiva. Dados do mesmo levantamento do DAPP-FGV, assim como uma análise da startup Arquimedes, mostram que algumas das “polêmicas” tiveram resultado negativo para o governo no Twitter.

“Quando Bolsonaro posta coisas polêmicas, ligadas à pauta de costumes ou que têm um conteúdo de confrontação, ele colhe de volta uma resposta expressiva de seus apoiadores”, diz o doutor em sociologia e diretor do DAPP-FGV, Marco Ruediger.

“Ele reforça a própria base de apoiadores com esse tipo de fala. Não o interessa deixar crescer algum oponente no campo da direita, então é um movimento para fidelizar o público dele.”

O período entre os dias 19 e 29 de julho é um bom exemplo do efeito que as falas polêmicas do presidente têm sobre as suas redes sociais.

A sequência começa com a fala captada acidentalmente sobre “governadores de Paraíba” (19 de julho); inclui a assertiva de que “falar que se passa fome no Brasil é uma grande mentira”(19); e segue com o questionamento dos dados do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe, também em 19 de julho).

Inclui ainda os ataques aos jornalistas Miriam Leitão, da TV Globo (20 de julho), e Glenn Greenwald, do site The Intercept Brasil (27 de julho); e termina com a fala sobre as circunstâncias da morte do pai do atual presidente da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), Felipe Santa Cruz (29 de julho).

Neste período de dez dias, Bolsonaro ganhou 26.029 novos seguidores em sua página oficial no Facebook. Parece pouco se comparado aos atuais 9,8 milhões de pessoas que acompanham o presidente por lá, mas não é: o número representa um incremento de 29,3% em relação aos seguidores amealhados nos dez dias anteriores (20.119).

Mais polêmicas e vida pessoal

As postagens de Bolsonaro também fazem mais sucesso quando ele aborda temas polêmicos ou assuntos ligados à vida pessoal – e menos quando promove iniciativas do governo.

No período analisado pelo DAPP-FGV, uma das postagens mais bem-sucedidas de Bolsonaro no Facebook era uma foto do atirador de elite do Batalhão de Operações Especiais (Bope) da Polícia Militar do Rio – o profissional tinha acabado de atingir um homem que sequestrou um ônibus na ponte Rio-Niterói. A foto gerou 532 mil reações.

“Parabéns aos policiais do Rio de Janeiro pela ação bem sucedida que pôs fim ao sequestro do ônibus na ponte Rio-Niterói nesta manhã. Criminoso neutralizado e nenhum refém ferido. Hoje não chora a família de um inocente”, escreveu o presidente ao lado da imagem do policial com o fuzil erguido.

A imagem puxou para cima o engajamento (isto é, a quantidade de “likes”, comentários e compartilhamentos) de Bolsonaro nas redes no dia 20 de agosto – e a data acabou sendo a terceira melhor para Bolsonaro no período analisado (de 15 de maio a 20 de agosto de 2019).

Para efeito de comparação, o pior dia de Bolsonaro no Facebook, no período da análise, foi em 28 de maio (com apenas 1,27% de engajamento, ante 11,42% do dia 20 de agosto).

Naquele dia de maio, Bolsonaro publicou três vezes no Facebook. Tiveram baixa repercussão um trecho de entrevista à rede Record sobre economia (35 mil reações) e um vídeo da TV Brasil sobre iniciativa do Ministério da Justiça e Segurança Pública (25 mil).

A postagem que mais engajou as pessoas naquele dia foi o vídeo de um encontro do presidente com o humorista Carlos Alberto de Nóbrega (149 mil reações).

O DAPP-FGV também compilou os números de “likes” e compartilhamentos de Bolsonaro no Twitter, desde maio de 2018 até o fim de julho deste ano.

O desempenho de Bolsonaro na rede cresceu de forma vertiginosa ao longo da eleição presidencial – o auge foi no dia 8 de outubro, dia seguinte ao 1º turno de votação.

Naquele dia, as postagens de Bolsonaro no twitter receberam nada menos que 900.338 “likes” e 246.185 retuítes. Após o pico nas eleições, o desempenho de Bolsonaro no Twitter caiu fortemente em janeiro de 2019.

Ao longo do ano, cresceu de forma constante, e no fim de julho já alcançava a metade do engajamento da época da eleição.

Reação nem sempre é positiva

As postagens polêmicas podem até aumentar o alcance de Bolsonaro, mas não necessariamente têm impacto positivo sobre a imagem dele nas redes sociais: o número de pessoas falando sobre o presidente e seguindo suas publicações aumenta, mas a maioria emite uma opinião negativa sobre ele.

Resultados parecidos surgem no levantamento do DAPP-FGV e em análises da startup Arquimedes, consultada pela reportagem.

Para descobrir como as redes sociais estão reagindo, os pesquisadores usam uma técnica chamada “análise de sentimento” – resumidamente, consiste em usar um conjunto de regras estatísticas para avaliar a reação dos usuários a uma postagem ou figura pública, por exemplo.

“Nem sempre essa repercussão toda (nas redes sociais) tem um resultado positivo para ele. De um mês para cá (ao longo de agosto), o sentimento positivo tem caído. Mesmo que o número de interações tenha aumentado, o número de pessoas falando bem do presidente diminuiu”, diz Ruediger.

Como presidente da República, diz o sociólogo, Bolsonaro aglutina também seguidores e interações com pessoas que não são exatamente apoiadores: pessoas que fazem oposição ao governo podem sentir que é importante seguir o presidente no Twitter, por exemplo.

A Arquimedes é uma startup de análise de dados baseada em São Paulo. Para avaliar como os internautas estão se sentindo em relação ao governo, a empresa desenvolveu uma ferramenta chamada Índice de Sentimento Arquimedes (ISA).

Embora seja impactado também pelas falas polêmicas de Bolsonaro, o ISA avalia a opinião das pessoas sobre o governo como um todo. Por isso, também é afetado por medidas concretas do presidente, como a decisão de indicar o filho Eduardo Bolsonaro para a Embaixada do Brasil nos EUA.

Segundo analistas da Arquimedes, a sequência de “caneladas” de Bolsonaro, no fim de julho, acabou tendo efeito negativo sobre a opinião dos internautas a respeito do presidente no Twitter.

“O período foi de queda (da avaliação do governo), até ele encontrar uma polêmica que funcionou para ele, que foi a discussão sobre o pai do presidente da OAB. (Os seguidores de Bolsonaro) levantaram a questão de Felipe Santa Cruz ter sido filiado ao PT; de ter uma imagem de ‘sindicalista’. Então, isso despertou o sentimento anti-PT na base dele”, diz um analista Arquimedes.

A variação diária do Índice de Sentimento Arquimedes pode ser acompanhada aqui.

Segundo este analista, os apoiadores de Bolsonaro na internet se dividem entre uma parte mais ideológica, identificada com o escritor Olavo de Carvalho, e grupos mais pragmáticos, que defendem a pauta anticorrupção representada pelo ministro da Justiça e Segurança Pública, Sergio Moro, ou o liberalismo de Paulo Guedes, ministro da Economia.

‘Bolsonaro está falando para um nicho’

Deysi Cioccari é cientista política e estuda a trajetória midiática de Bolsonaro desde antes da campanha eleitoral de 2018. Segundo ela, as pesquisas de opinião mais recentes mostram que o presidente está dialogando apenas com seu eleitorado mais fiel – algo como 23% dos brasileiros, que apoiaram o atual presidente da República desde o começo da corrida eleitoral de 2018.

Na segunda-feira (02/09), pesquisa do instituto Datafolha mostrou um aumento da rejeição de Bolsonaro. O número de pessoas que consideram o governo “ruim” e “péssimo” subiu de 33% na última pesquisa do instituto, realizada no começo de julho, para 38% no último levantamento.

Conduta de Deltan Dallagnol deve ser alvo de novo embate no CNMP

A atuação do chefe da força-tarefa da Lava Jato de Curitiba, Deltan Dallagnol, deve ser alvo de nova discussão no Conselho Nacional do Ministério Público, nesta terça (10). A expectativa no órgão é a de que o corregedor Orlando Rochadel libere seu entendimento a respeito de recurso de Renan Calheiros (MDB-AL) contra o procurador. Não há expectativa de que o CNMP acolha pedido de suspensão de Dallagnol, mas há, sim, chances de que um terceiro processo disciplinar seja aberto contra ele.

O emedebista acusa Deltan de ter usado suas redes sociais para atacá-lo e influenciar a eleição de presidente do Senado.

CNMP virou palco de forte queda de braço. Se de um lado há entusiastas de uma punição, do outro, aliados do chefe da força-tarefa de Curitiba também se movimentam. A indicação de Luciano Nunes Maia ao colegiado, já aprovada pelo Senado, não foi encaminhada pelo Ministério da Justiça, sob a alçada de Sergio Moro.

Maia é parente do ministro do Superior Tribunal de Justiça, Napoleão Maia, um crítico dos métodos da Lava Jato –dos quais ele próprio já foi alvo.

PAINEL FOLHA

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E TERÁ COMO? Carlos Bolsonaro diz que país não terá transformação rápida por vias democráticas

O vereador Carlos Bolsonaro (PSC-RJ), filho do presidente Jair Bolsonaro (PSL), escreveu na noite desta segunda-feira (9) em rede social que, por vias democráticas, não haverá as mudanças rápidas desejadas no país.

A postagem do filho do presidente foi alvo de críticas de políticos e da OAB (Ordem dos Advogados do Brasil), que viram nela uma ofensa ao sistema democrático brasileiro.

“Por vias democráticas a transformação que o Brasil quer não acontecerá na velocidade que almejamos… e se isso acontecer. Só vejo todo dia a roda girando em torno do próprio eixo e os que sempre nos dominaram continuam nos dominando de jeitos diferentes!”, disse Carlos.

A família Bolsonaro tem um histórico de declarações de exaltação ao período da ditadura militar, que vigorou no Brasil de 1964 a 1985.

“Não há como aceitar uma família de ditadores”, reagiu Felipe Santa Cruz, presidente nacional da OAB, que chegou a ser atacado recentemente pelo presidente Jair Bolsonaro, que fez referências à morte do pai dele na ditadura. “É hora dos democratas do Brasil darem um basta. Chega”, disse à Folha.

Além de afirmar que não haverá transformações rápidas no país por vias democráticas, Carlos escreveu que o atual governo tenta colocar o Brasil “nos eixos”, mas que os “avanços são ignorados, e os malfeitores esquecidos”. Após ser criticado, escreveu mais tarde: “Agora virei ditador? Pqp! Boa noite a todos!”

Apontado como responsável pela estratégia do presidente nas redes sociais, Carlos provocou turbulências no primeiro semestre após ataques a integrantes do governo do pai, mas vinha evitando polêmicas nos últimos meses.

As postagens desta segunda foram feitas enquanto seu pai, Jair Bolsonaro, está internado em um hospital de São Paulo após passar por cirurgia no domingo (8), a quarta decorrente da facada que levou há um ano durante ato de campanha em Juiz de Fora (MG).

O vice-presidente, general Hamilton Mourão, alvo recorrente de ataques de Carlos, ficará no comando da Presidência da República até quinta-feira (12).

O PSDB se manifestou em repúdio às declarações do filho do presidente e afirmou que “a democracia é a única opção possível.”

Parlamentares ligados a partidos de esquerda também se manifestaram. A deputada federal Sâmia Bomfim (PSOL-SP) chamou a postagem de “inequívoco ataque à democracia”.

A deputada federal Tabata Amaral (PDT-SP) reforçou o coro em defesa da democracia e afirmou que “o nosso avanço será pela pluralidade e não pela censura e repressão.”

Na campanha de 2018, uma declaração de outro filho do atual presidente, o deputado federal Eduardo Bolsonaro (PSL-SP), sobre fechar o STF (Supremo Tribunal Federal) foi repudiada no meio jurídico e político.

Em vídeo gravado em julho e disponível na internet, mas que veio à tona a uma semana do segundo turno, ele respondia a pergunta sobre uma hipotética possibilidade de ação do Exército em caso de o STF impedir que Bolsonaro assuma a Presidência.

“Cara, se quiser fechar o STF, sabe o que você faz? Você não manda nem um jipe. Manda um soldado e um cabo. Não é querer desmerecer o soldado e o cabo, não”, disse.

Nesta segunda, Eduardo Bolsonaro também provocou polêmica ao tirar uma foto ao lado do pai no hospital. Na imagem, ele exibe uma arma na cintura. O presidente prometeu indicar Eduardo para ser embaixador do Brasil em Washington.

Segundo pesquisa Datafolha feita no mês passado, 70% da população diz acreditar que os filhos de Jair Bolsonaro mais atrapalham do que ajudam seu governo.

LOCAIS

Culpa do atraso de Natal é do Plano Diretor, diz presidente da Fecomércio

Com a revisão do Plano Diretor de Natal a ser enviada só em novembro para a votação na Câmara, o que torna quase impossível a apreciação dela no Legislativo este ano, tanto as lideranças empresariais, especialistas, como o prefeito Álvaro Dias culpam o atual mecanismo legal de ocupação do solo urbano pelo atraso da cidade.

Pelo menos foi o que ficou claro durante do seminário “Desenvolve Natal”, promovido pelo sistema Fecomércio nesta segunda-feira, 9, com a presença de especialistas nacionais para debater o Plano Diretor da Capital, cuja última atualização já passa dos 12 anos.

Com uma presença seleta de autoridades, empresários, políticos e profissionais das áreas de engenharia e arquitetura, entre os principais dirigentes de entidades dessas áreas, logo na abertura ficou claro o foco do evento, que também teve na audiência secretário municipal de Meio Ambiente e Urbanismo, Daniel Nicolau: criticar duramente o atual Plano Diretor da cidade.

Em seu pronunciamento de abertura do seminário, que contou com especialistas como o urbanista Carlos Leite, professor da Universidade Mackenzie (SP), o presidente do sistema Fecomércio, Marcelo Queiroz, deu o tom dessas críticas.

Disse, entre outras coisas, que “há um forte sentimento e uma firme constatação em nossa cidade de que o atual Plano Diretor não tem conseguido promover o seu esperado desenvolvimento, no sentido mais amplo”.

Foi mais longe e acrescentou que “em alguns locais da cidade os sinais de decadência são visíveis, mesmo em áreas nobres dos bairros centrais, com toda a infraestrutura pronta para servir ao cidadão”.

Para Queiroz, “ o atual Plano Diretor não foi capaz de induzir um adensamento adequado nessas áreas, fazendo com que o crescimento dos últimos 16 anos fosse direcionado para bairros periféricos da nossa cidade, sem a devida infraestrutura, ou para municípios vizinhos que compõem a região metropolitana, provocando uma injustificada e desnecessária pressão no sistema viário e de transporte público, com aumento no tempo médio de deslocamento de pessoas, quando comparado a cidades de porte bem maior do que Natal”.

Em suas ácidas observações, que depois viriam a ser endossada pelo próprio prefeito Álvaro Dias, Queiroz afirmou que a falta de uma política inclusiva e inteligente de aproveitamento do solo urbano fez com que os bairros centrais da cidade, com toda a estrutura existente como água, energia, esgoto, vias públicas transportes e escolas “se tornassem áreas proibidas às camadas sociais mais vulneráveis”.

E, para completar a sessão de pancadaria contra o atual Plano Diretor, Queiroz completou dizendo o seguinte: “Frases como ‘temos um ótimo Plano Diretor em Natal’ e ‘precisamos apenas de pequenos ajustes’, foram repetidas à exaustão, o que me parece ser um grande equívoco”.

AGORA RN

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DURAS CRÍTICAS AO ATUAL PLANO DIRETOR: Natal só espera aval do Estado para demolir ruínas do Reis Magos, diz Álvaro Dias

O prefeito Álvaro Dias disse, nesta segunda-feira, 9, na abertura do seminário “Desenvolve Natal”, promovido pela Federação do Comércio, no auditório do Hotel Barreira Roxa, que a Secretaria de Meio Ambiente e Urbanismo de Natal (Semurb) só aguarda a decisão do Governo do Estado para autorizar a demolição do hotel Reis Magos, na Praia do Meio.

“Espero que o governo estadual tenha a sensatez de autorizar a demolição, já que não há impedimento para isso por parte do Conselho de Cultura da cidade e do Instituto Histórico e Artístico Nacional”, afirmou.

Álvaro Dias disse que as mudanças que serão introduzidas na revisão do Plano Diretor de Natal já deveriam ter sido feitas há muito tempo e, a exemplo do que afirmou antes dele o presidente da Fecomercio, Marcelo Queiroz, responsabilizou o atual Plano Diretor da Cidade pelo atraso de Natal em relação à demais capitais do Nordeste.

O prefeito também responsabilizou o atual PD, cuja revisão será enviada pela Semurb à Câmara para apreciação e votação até novembro, de ter expulsado cerca de 300 mil habitantes de Natal para cidades da região metropolitana, como Parnamirim e São Gonçalo do Amarante.

“Olhem as ruas largas e o comércio pujante de Parnamirim, cuja Plano Diretor não engessou seu desenvolvimento”, afirmou Dias.

Sobre a orla marítima Natal, o prefeito também culpou o atual Plano Diretor pelo atraso, que afugenta os turistas ao invés de atraí-los. “Temos que autorizar a verticalização dessas áreas, o que não é permitido. Existem restrições descabidas na orla de Natal, quando isso não existe nas outras capitais do Nordeste”, lembrou.

Acrescentou que “o Plano Diretor de Natal tem contribuído para atraso, não é moderno, é arcaico e impõe uma série de restrições para quem quer empreender”.

O prefeito aproveitou para rebater críticas feitas nas redes sociais sobre a instalação de novos semáforos na cidade e pelas multas distribuídas por agentes da STTU.

“Os semáforos, que existem para proteger os pedestres, já reduziram em 40% a letalidade dos acidentes em Natal neste ano e, por isso, vamos continuar colocando semáforos onde for necessários e os agentes de trânsito continuarão multando quem infringir as leis de trânsito”, declarou.

AGORA RN

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STTU suspende quatro tipos de multas aplicadas por câmeras de monitoramento. Em 2018 foram aplicadas quase 213 mil multas em Natal

O videomonitoramento por câmeras em Natal, instalado em 2017, foi parcialmente suspenso  pela Secretaria de Mobilidade Urbana (STTU). A medida, implantada desde a última sexta-feira (06), foi tomada em caráter  cautelar após uma decisão judicial expedida na última quinta-feira (05), pela 1ª Vara Federal do Ceará, em Fortaleza, que determinou a suspensão do uso dos equipamentos na capital cearense. A medida vale apenas para uso indevido de celular, excesso de velocidade e carga, avanço de sinal vermelho, não uso do cinto de segurança e ausência de farol baixo durante o dia.

À TRIBUNA DO NORTE, a STTU salientou que, quem já pagou as multas não tem como recorrer e quem foi multado até a sexta-feira (06), deverá pagar a taxa normalmente. A secretaria disse ainda que as multas por excesso de velocidade continuarão sendo aplicadas pelos outros equipamentos disponíveis, como os fotosensores e radares de velocidade. As ausências de farol baixo durante o dia, alvo da decisão, não são alvos das câmeras natalenses.

O despacho, em primeira instância, já está valendo nas esferas de governos municipais, estaduais e federais. A decisão aponta que o Conselho Nacional de Trânsito (Contran) tem um prazo de 60 dias para apresentar uma nova resolução adotando as mudanças impostas pela sentença.  A resolução é fruto de uma ação civil pública do Ministério Público Federal (MPF) e cabe recurso.

A decisão da Justiça Federal, por sua vez, não abarca outros tipos de multas aplicadas pelo videomonitoramento, como por exemplo parar em cruzamento de vias, estacionamento irregular, faixa exclusiva para transporte público, retorno em locais proibido

Número de multas caiu em 2019
O número de infrações registradas pela STTU em Natal teve queda em 2019. De janeiro a julho, foram registradas 80.934 multas, entre as aplicadas pelos fiscais e pelos equipamentos eletrônicos. O número de infrações, contudo, é menor em relação ao mesmo período do ano passado: 127.322 sanções, com redução de 36%.

O assunto foi tema de reportagem da TN na edição do último dia 30 de agosto. Deste montante, os agentes de trânsito foram responsáveis por 72% das multas aplicadas aos motoristas da capital. Ao todo, foram 58.610 ocorrências tabuladas pelos “amarelinhos” neste ano.

Embora sejam responsáveis pela maior quantidade de ocorrências, os fiscais da STTU apresentam uma queda com relação ao mesmo período de 2018, quando registraram 78.182 transgressões no trânsito. Eles encerraram o ano com 126.316 multas. O total de punições no ano passado, juntando irregularidades notificadas pelos agentes e pelos equipamentos eletrônicos foi de 212.925.

Para continuar lendo só clicar aqui: http://www.tribunadonorte.com.br/noticia/sttu-suspende-parcialmente-multas-por-videomonitoramento-como-medida-cautelar/459095

TRIBUNA DO NORTE

 

 

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