Por G1

 

CNJ discute proposta que regulamenta auxílio-moradia de até R$ 4,3 mil para juízes. A pauta do Supremo em 2019: prisão após 2ª instância ficou para abril. Executivos da JBS prestam depoimento. Menos vagas no Sisu. Os desafios que podem fazer o Brasil perder certificado de erradicação do sarampo. E os 10 hits que marcaram 2018.

NACIONAIS

Auxílio-moradia dos juízes

O Conselho Nacional de Justiça (CNJ) deve discutir hoje a proposta de regulamentação do auxílio-moradia. O valor do benefício pode chegar a até R$ 4.377,73. No último dia 26 de novembro, o ministro Luiz Fux, do Supremo Tribunal Federal, suspendeu o auxílio-moradia após o presidente Michel Temer sancionar o reajuste de 16,38% nos salários do ministros do STF. Mas o ministro deixou em aberto a possibilidade de haver regulamentação do auxílio para casos específicos.

Prisão após 2ª instância

Delações da JBS

Quatro executivos da JBS – Joesley Batista, Wesley Batista, Ricardo Saud e Francisco de Assis – prestam depoimentos hoje no processo de rescisão das delações premiadas. Os interrogatórios foram agendados pelo ministro Edson Fachin e eles serão ouvidos sobre suposta omissão e má-fé.

Incêndio no AM

Equipe do G1 sentiu laje tremer e saiu de casa junto com moradores — Foto: Rickardo Marques/G1

Equipe do G1 sentiu laje tremer e saiu de casa junto com moradores — Foto: Rickardo Marques/G1

Um incêndio de grandes proporções atingiu 600 casas de madeira e de alvenaria na Zona Sul de Manaus, ontem à noite. Ao menos 4 pessoas se feriram.

Educação

Quase quatro (36,5%) em cada dez brasileiros de 19 anos não concluíram o ensino médio em 2018, idade considerada ideal para esta etapa de ensino. Entre eles, 62% não frequentam mais a escola e 55% pararam de estudar ainda no ensino fundamental. Os dados foram divulgados pelo movimento Todos pela Educação, com base na Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (PnadC), do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

Guia de carreiras

A edição do primeiro semestre de 2019 do Sistema de Seleção Unificada (Sisu) vai ter um número menor de vagas do que a do ano anterior. Apesar da redução ser pequena, é a primeira vez que isso acontece nos dez anos de história do sistema, criado pelo Ministério da Educação como um vestibular centralizado para universidades públicas, usando a nota do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem).

Sarampo

 — Foto: Reprodução / TV Morena

— Foto: Reprodução / TV Morena

Até dezembro, o Brasil registrou mais de 10 mil casos de sarampo. A doença estava erradicada no país, mas a importação do vírus vindo da Venezuela provocou dois surtos: um no Amazonas e outro em Roraima. Se até fevereiro de 2019 o país ainda tiver novos casos, pode perder o certificado de erradicação da doença concedido pela Organização Mundial de Saúde.

Retrospectiva: os 10 hits que marcaram 2018

Na cabeça do brasileiro em 2018 colaram desde um hit chiclete sobre sentar e quicar a um modão de arrastar o chifre no asfalto. “Envolvimento”, da MC Loma e as Gêmeas Lacração, a “Largado às traças”, de Zé Neto e Cristiano marcaram um ano de batidão e sofrência. Em vídeo, o G1 repassa as 10 músicas que fizeram mais sucesso no ano no Brasil: tem rap marrento, sertanejo sofrido, brega-funk festeiro, funk internacional, pagonejo conservador…

Loteria

 — Foto: Marcelo Brandt / G1

— Foto: Marcelo Brandt / G1

O concurso 2.108 da Mega-Sena pode pagar um prêmio de R$ 48 milhões para quem acertar as seis dezenas. O sorteio acontece às 20h (horário de Brasília) em Conselheiro Pena (MG).

Curtas e Rápidas:

Previsão do tempo

Previsão do tempo para terça (18/12)

Previsão do tempo para terça (18/12)

Hoje é dia de…

  • Dia Nacional do Museólogo

Fonte: G1

 

Depoimento de João de Deus tem computador com problema, curto circuito, frigobar queimado e agente atropelado

O médium João de Deus na Delegacia de Investigação Criminal de Goiás Foto: Daniel Marenco / Agência O Globo
O médium João de Deus na Delegacia de Investigação Criminal de Goiás Foto: Daniel Marenco / Agência O Globo

 
O interrogatório do médium João de Deus na delegacia de Investigação Criminal de Goiás, na noite de domingo, foi marcado por momentos de tensão. Quando começaram a confrontar o líder espiritual com as denúncias de abuso sexual, o computador usado pelos investigadores para registrar o depoimento começou a dar problemas, o teclado travou em algumas letras e a impressora começou a imprimir sem que tivesse recebido qualquer comando, relataram ao GLOBO os investigadores.
Em determinado momento, houve um curto circuito na sala da delegacia, quando a delegada Karla Fernandes, que conduziu a oitiva do médium, tentou ligar uma extensão conectada ao ar-condicionado. Até um frigobar da sala queimou.
— Começou dando um problema no computador, no teclado do computador, uma letra ficou travada. Mas o depoimento não chegou a ser prejudicado — tranquilizou o delegado-chefe da Polícia Civil de Goiás, André Fernandes, no dia seguinte ao ocorrido.
Segundo os investigadores, os “incidentes” estruturais na delegacia acabaram perdendo o ar de imprevisto por se tratarem de João de Deus. Dois fatos anteriores, envolvendo um fotógrafo de uma agência estrangeira e um escrivão da polícia, já tinham antecipado o clima de mistério.
O escrivão foi atropelado quando seguia para o trabalho, em Anápolis, onde inicialmente a polícia pretendia colher o interrogatório do médium. Ele quebrou o braço com o impacto. Na noite de sexta-feira, correu na cidade de Abadiânia que espíritos haviam amaldiçoado “um povo” que passara o dia “vigiando” a casa de João de Deus, à espera que médium se entregasse à Justiça após a decretação de sua prisão.
“O povo” era uma equipe de jornalistas e fotógrafos que dava plantão no local desde às 5h da manhã, e só saiu por volta 22h30 horas depois que um fotógrafo de uma agência estrangeira teve um mal súbito, desmaiou e ficou desacordado por alguns minutos.
A imprensa deixou então lo local às pressas para levar o fotógrafo ao hospital. Em minutos, corriam boatos na cidade sobre o episódio, sempre associados aos “poderes de João de Deus”.
O GLOBO

Comments

Policial ex-assessor de Flávio Bolsonaro presta depoimento na quarta-feira. Ele, esposa, duas filhas, enteada e o pai da enteada trabalharam com Flávio

Fabrício Queiroz foi assessor de Flávio Bolsonaro por mais de dez anos Foto: Reprodução/Facebook
O policial militar Fabrício Queiroz, ex-assessor do deputado estadual e senador eleito Flávio Bolsonaro (PSL-RJ), vai depor ao Ministério Público do Rio amanhã à tarde. A informação foi confirmada pelo jornalista Lauro Jardim, colunista do GLOBO. Desde que relatório do Conselho de Controle de Atividades Financeiras (Coaf) veio à tona, no último dia 6, apontando movimentações “atípicas” em sua conta, o ex-assessor está em silêncio e em lugar incerto.
Além de Queiroz, que atuava como motorista e segurança de Flávio até outubro, outros 74 servidores e ex-servidores da Assembleia Legislativa do Rio (Alerj) aparecem no relatório do Coaf.
Entre janeiro de 2016 e janeiro de 2017, Queiroz movimentou R$ 1,2 milhão. Entre as transações estava o pagamento, em cheque, de R$ 24 mil para a futura primeira-dama, Michelle Bolsonaro. O presidente eleito Jair Bolsonaro afirmou tratar-se do pagamento de parte de uma dívida de R$ 40 mil.
A conta recebeu depósitos em dinheiro vivo e sem identificação em datas próximas aos pagamentos de salários para servidores da Alerj.
Além de Queiroz, trabalharam ou trabalham no gabinete de Flávio a mulher do PM, Márcia Aguiar; as filhas Nathalia e Evelyn Melo de Queiroz; e a enteada Evelyn Mayara de Aguiar Gerbatim. O pai de Evelyn Mayara, Márcio da Silva Gerbatim, também foi funcionário do senador eleito.
O GLOBO foi na segunda-feira novamente aos endereços de Queiroz e não encontrou nenhum integrante da família. Perguntado sobre as suspeitas sobre o ex-assessor do filho, seu amigo há mais de 30 anos, Bolsonaro encerrou a entrevista com jornalistas durante a inauguração de um colégio militar em Duque de Caxias. Flávio também compareceu à solenidade, mas não falou do assunto.
O GLOBO
Comments

Dos 594 parlamentares, só sete senadores e três deputados abriram mão do auxílio-mudança. Nenhum do RN

Só sete dos 81 senadores abdicaram de receber, até o momento, os R$ 33,7 mil de auxílio-mudança pagos no início e no término do mandato. Para bancar o benefício, a Casa reservou R$ 3,6 milhões, dos quais metade vai para os que estão de saída. Os senadores Ana Amélia (PP), Eduardo Braga (MDB), Randolfe Rodrigues (Rede) e Paulo Paim (PT) abriram mão da ajuda de custo do fim do período. Já Major Olímpio (PSL), Mara Gabrilli (PSDB), Oriovisto Guimarães (Pode) e novamente Eduardo Braga recusaram o montante para o começo dos trabalhos.
Éramos três. Major Olímpio e Mara Gabrilli também renunciaram à ajuda de custo pelo término do mandato de deputado federal. Na Câmara, além deles, apenas Elvino Bohn Gass (PT-RS) abdicou da verba. A Casa tem 513 parlamentares.
É festa! O auxílio-mudança é pago a senadores e deputados que têm casa em Brasília e não pretendem se mudar. Os que se reelegeram recebem o valor duplicado. O “penduricalho” está previsto desde 2014.
COLUNA DO ESTADÃO

FHC revela ter votado nulo para presidente no 2º turno


O ex-presidente Fernando Henrique Cardoso (PSDB) disse em palestra na noite desta segunda-feira, 17, que votou nulo para presidente no segundo turno deste ano. “Eu não votei nele (Jair Bolsonaro, presidente eleito), e também não votei no PT”, disse o tucano.
A palestra de FHC marcou o encerramento do programa de formação de jovens “Legado para Juventude”, iniciativa foi idealizada por ele e pela educadora Daniela de Rogatis. No evento, ele também lançou o livro “Legado Para a Juventude Brasileira – Reflexões sobre um Brasil do qual se orgulhar”.
O ex-presidente e a educadora começaram a idealizar o projeto em 2013, no auge das manifestações de junho. A iniciativa é voltada à preparação de jovens lideranças empresariais e ao aprofundamento do debate sobre a transição geracional em diversos setores da sociedade brasileira.

Estadão Conteúdo

Fonte: Blog do BG
 

Deixe uma resposta