PRIMEIRAS NOTÍCIAS DESTA SEXTA-FEIRA

06/09/2019 00h01  Atualizado há 6 horas


Lado oculto da Lua durante aproximação da sonda Chandrayaan-2 — Foto: ISRO

Lado oculto da Lua durante aproximação da sonda Chandrayaan-2 — Foto: ISRO

A missão em 7 tópicos

  1. Sonda Chandrayaan-2 foi lançada em julho
  2. Pouso é a parte crítica e está previsto para 17:25 (horário de Brasília)
  3. É a primeira missão da história a estudar um dos polos lunares
  4. Em abril, sonda israelense Beresheet foi destruída em acidente no pouso
  5. Missão indiana leva um pequeno jipe e, entre outros instrumentos, um painel para refletir raios laser disparados da Terra
  6. Se tudo der certo, frio de 150 graus vai inutilizar parte dos equipamentos depois de apenas um dia lunar
  7. Índia já conseguiu inserir uma sonda na órbita de Marte e segue para Lua com tecnologia praticamente 100% nacional

A Índia rumo a um clube seleto

O seleto clube de nações que já conseguiram pousar na Lua está prestes a ganhar mais um integrante. No final da tarde de hoje a Índia deve pousar seu módulo de exploração lunar, após mais de uma década de preparação.

A sonda Chandrayaan-2 foi lançada da base espacial indiana em julho deste ano e deste então tem alterado sua órbita, fazendo com que ela fique cada vez mais próxima da Lua. Mês passado, sua trajetória estava tão alongada que finalmente adentrou a região no espaço onde a força gravitacional lunar supera a gravidade da Terra e desde então a sonda está presa gravitacionalmente à Lua. A partir daí o movimento é o inverso, encolher as órbitas sucessivamente até que ocorra o pouso controlado.

Essa parte do pouso é a parte crítica em que tudo acontece muito rápido e intervenções do comando levam intermináveis 2 segundos para serem processadas. Se a nave está descendo a uma velocidade de 50 km/h (o que é pouco), até que uma manobra seja iniciada a sonda já desceu quase 30 metros. Toda a sequência de pouso é automática com as manobras podendo ser corrigidas através da análise da situação pela própria sonda.

Módulo de pouso Vikram montado no alto do orbitador Chandrayann. — Foto: ISRO

Módulo de pouso Vikram montado no alto do orbitador Chandrayann. — Foto: ISRO

Para você ter uma ideia do risco, basta lembrar que recentemente uma iniciativa israelense falhou justamente no processo de pouso. A sonda Beresheet teve uma falha no acionamento de seus foguetes quando ela ainda estava a 14 km de distância. Eles permaneceram desligados até que a sonda chegasse a 150 metros de distância da superfície. Nessa altitude os motores voltaram a funcionar, mas já era tarde demais, a Beresheet estava a 500 km/h e seus foguetes jamais conseguiriam freá-la para o pouso.

A missão da Chandrayaan-2 vem na esteira da sua antecessora que teve como missão mapear a Lua à busca de depósitos de gelo, especialmente de gelo de água. Com os mapas da Chandrayaan-1 em mãos, a segunda missão foi planejada para ir um pouco mais além. A Chandrayaan-2 é composta por três módulos, o orbitador (a Chandrayaan em si), um módulo de pouso chamado Vikran, em homenagem a um dos idealizadores do programa espacial indiano e um pequeno jipe chamado Pragyan (sabedoria em sânscrito).

O orbitador carrega a maior parte dos instrumentos científicos da missão, que inclui uma câmera para mapear a Lua em alta resolução, além de instrumentos capazes de analisar raios-X e infravermelho. Além disso, um radar vai ser usado para estudar o subsolo lunar. Outro instrumento da Chandrayaan não tem nada a ver com a Lua, mas sim com o Sol! Um equipamento capaz de monitorar as emissões de raios-X, especialmente útil durante os tempos de tempestade solar.

Já o módulo de pouso Vikram carrega instrumentos para medir a temperatura do solo a uma profundidade de 10 cm, um equipamento para medir o plasma lunar e um sismógrafo. Sim, o módulo Vikram tem um instrumento capaz de medir pequenos selenomotos (os terremotos lunares). Ainda que a Lua não possua movimentos tectônicos como a Terra, alguns abalos sísmicos foram registrados pelas missões Apollo e a missão chinesa Chang’e. Além desses instrumentos, o Vikram vai levar um painel para refletir raios laser disparados da Terra. Isso vai permitir não só medir a distância até o ponto de pouso na Lua, mas conhecer melhor os movimentos lunares que são tão sutis que são imperceptíveis sem medidas precisas.

O jipe Pragyan por sua vez também carrega sua suíte de instrumentos: um analisador de raios-X e um disruptor laser, que irá estudar a composição química de rochas lunares. O jipe foi projetado para rodar no máximo 500 m e tem capacidade de comunicação apenas com o módulo Vikram, que irá transporta-lo durante o pouso.

Essa será a primeira missão de pouso lunar da Índia, mas também é a primeira missão da história a estudar um dos polos lunares, no caso o polo sul. Os polos são locais de difícil acesso pelas naves, por isso sempre ficou em segundo plano, mas é neles que estão os depósitos de gelo da Lua. Com a ajuda da própria Chandrayaan-1, depósitos de gelo foram encontrados em crateras nos polos da Lua em que a luz do Sol nunca consegue iluminar. Desse jeito, o gelo vindo de cometas que se chocaram com a Lua no passado ainda deve estar lá, intocado. É desse reservatório que missões futuras de colonização devem retirar a água para abastecer as bases. E é esse o interesse do mundo todo nesta missão.

O orbitador foi construído para cumprir sua missão principal em apenas um ano, mas a longevidade da missão anterior sugere que ele deve durar mais. Já os módulos de pouso e o jipinho não vão resistir a mais do que um dia lunar, que corresponde a 14 dias terrestres. Quando chegar a noite lunar, ambos vão deixar de receber luz do Sol (óbvio!) e com a escuridão vai chegar também o frio de uns 150 graus negativos. Não há eletrônica que sobreviva a isso. Para que uma missão possa durar mais do que 1 dia lunar, ela precisa usar aquecedores para passar o período de escuridão com um calorzinho que mantenha os equipamentos em estado saudável. As sondas chinesas têm aquecedores, mas a Índia não os incluiu nos seus módulos.

Por que, então, investir em uma missão tão curta?

Simples, para mostrar que o país possui desenvolvimento tecnológico suficiente para orbitar e pousar na Lua. E isso tudo com tecnologia praticamente 100% nacional. Aliás, o foguete lançador é indiano e todos os algoritmos que controlam as naves e os equipamentos foram desenvolvidos no país.

Apesar dos riscos altos, vale lembrar que a Índia conseguiu inserir uma sonda na órbita de Marte na sua primeira tentativa! E sua missão, que deveria ser de apenas 6 meses, já está em quase 5 anos!

De acordo com as últimas notícias, o pouso está previsto para acontecer às 17:25 (horário de Brasília) desta sexta feira dia 06.

Fonte: G1

Por G1

06/09/2019 03h08  Atualizado há 17 minutos


O ex-presidente do Zimbábue, Robert Mugabe, em foto de 3 de outubro de 2017 — Foto: Themba Hadebe / AP PhotoO ex-presidente do Zimbábue, Robert Mugabe, em foto de 3 de outubro de 2017 — Foto: Themba Hadebe / AP Photo

O ex-presidente do Zimbábue, Robert Mugabe, em foto de 3 de outubro de 2017 — Foto: Themba Hadebe / AP Photo

O ex-ditador do Zimbábue, Robert Mugabe, morreu nesta sexta-feira (6) aos 95 anos. O ex-presidente morreu em Singapura, onde recebia tratamento médico há alguns meses, mas a causa da morte não foi divulgada.

O presidente do Zimbabue, Emmerson Mnangagwa, confirmou a morte de Mugabe em nota no Twitter. “É com grande tristeza que anuncio a morte do pai fundador do Zimbabu, o antigo presidente Robert Mugabe. Que a sua alma descanse em paz eterna”, escreveu.

Mugabe morreu num hospital em Singapura, rodeado pela família e sua mulher, Grace. Ele vinha recebendo tratamento médico na cidade asiática há cinco meses.

Segundo Emmerson Mnangagwa, Mugabe já não era capaz de andar.

President of Zimbabwe

@edmnangagwa

It is with the utmost sadness that I announce the passing on of Zimbabwe’s founding father and former President, Cde Robert Mugabe (1/2)

6,395 people are talking about this

O presidente do Zimbábue, Robert Mugabe, durante discurso transmitido pela televisão — Foto: AP PhotoO presidente do Zimbábue, Robert Mugabe, durante discurso transmitido pela televisão — Foto: AP Photo

O presidente do Zimbábue, Robert Mugabe, durante discurso transmitido pela televisão — Foto: AP Photo

Por 37 anos, Mugabe foi o chefe de governo, uma ex-colônia britânica. No início de seu mandato, ele conseguiu unir a população, através de uma política de reconciliação racial. Por ter sido um dos ícones da luta pela independência do país, muitos o consideraram um herói que acabou com o governo da minoria branca na nação africana, ampliando o acesso à saúde e educação para a população negra.

Mas, no poder, Mugabe se revelou um autocrata, que manipulou eleições e levou a economia do Zimbábue à ruína.

Mugabe foi deposto por um golpe militar em novembro de 2017, o que pôs fim à sua liderança de 37 anos. Seus últimos anos de governo foram marcados por violações de direitos e corrupção.

Mugabe durante comício em Harare em 8 de novembro — Foto: Philimon Bulawayo / ReutersMugabe durante comício em Harare em 8 de novembro — Foto: Philimon Bulawayo / Reuters

Mugabe durante comício em Harare em 8 de novembro — Foto: Philimon Bulawayo / Reuters

Mugabe nasceu em 21 de fevereiro de 1924. Na década de 1970, liderou uma campanha de guerrilha contra o governo da ex-colônia britânica. Em 1979, a então primeira-ministra britânica Margaret Thatcher anunciou que o Reino Unido reconheceria oficialmente a independência da Rodésia, como era chamado o Zimbábue. Mugabe foi eleito primeiro-ministro no ano seguinte.

Robert Mugabe deteve o poder no Zimbábue durante 37 anos, antes de ser derrubado em novembro de 2017. Ele foi afastado depois que o Exército e o seu partido, a União Nacional Africana do Zimbabué – Frente Patriótica (ZANU-PF), retirarem apoio.

Parlamentares do Zimbábue comemoram a renúncia de Robert Mugabe — Foto: Jekesai Njikizana / AFP Photo

Parlamentares do Zimbábue comemoram a renúncia de Robert Mugabe — Foto: Jekesai Njikizana / AFP Photo

Manifestantes protestam contra o presidente do Zimbábue, Robert Mugabe — Foto: Mike Hutchings/ Reuters

Manifestantes protestam contra o presidente do Zimbábue, Robert Mugabe — Foto: Mike Hutchings/ Reuters

Anos importantes de Mugabe

  • 1924: Nasceu em 21 de fevereiro de 1924, na Rodésia, então colônia britânica na África
  • 1964: Foi preso por mais de uma década por criticar o governo da Rodésia
  • 1980: Ganhou as eleições pós-independência
  • 1996: Casou-se com Grace Marufu
  • 2000: Milícias pró-Mugabe invadem fazendas de brancos e atacam apoiadores da oposição
  • 2008: Ficou em segundo lugar no primeiro turno das eleições, atrás de Morgan Tsvangirai, que se retira do segundo turno em meio a ataques aos seus apoiadores
  • 2009: Em meio a um colapso econômico, empossou Tsvangirai como primeiro-ministro, em um conturbado governo nacional que durou quatro anos
  • 2017: Retirou do poder o antigo aliado Emmerson Mnangagwa, então vice-presidente, abrindo caminho para que sua mulher, Grace, o sucedesse. Forças armadas intervêm e Mugabe é retirado do comando do partido e acaba renunciando

Jovem lava um ônibus com foto do presidente Robert Mugabe em um terminal em Harare — Foto: Philimon Bulaway / Reuters

Jovem lava um ônibus com foto do presidente Robert Mugabe em um terminal em Harare — Foto: Philimon Bulaway / Reuters

Robert Mugabe apoaiva a mulher em suas ambições políticas — Foto: Jekesai Njikizana / AFP Photo

Robert Mugabe apoaiva a mulher em suas ambições políticas — Foto: Jekesai Njikizana / AFP Photo

Robert e Grace Mugabe se casaram em 1996 e têm três filhos; ela era datilógrafa do presidente — Foto: Jekesai Njikizana / AFP Photo

Robert e Grace Mugabe se casaram em 1996 e têm três filhos; ela era datilógrafa do presidente — Foto: Jekesai Njikizana / AFP Photo

O presidente do Zimbábue, Robert Mugabe, participa de comício em Chinhoyi — Foto: Philimon Bulawayo / Reuters

O presidente do Zimbábue, Robert Mugabe, participa de comício em Chinhoyi — Foto: Philimon Bulawayo / Reuters

O presidente do Zimbábue, Robert Mugabe — Foto: AFP Photo

O presidente do Zimbábue, Robert Mugabe — Foto: AFP Photo

Homem passa de bicicleta em frente a outdoor de aniversário dos 90 anos de Robert Mugabe. — Foto: Tsvangirayi Mukwazhi / AP PhotoHomem passa de bicicleta em frente a outdoor de aniversário dos 90 anos de Robert Mugabe. — Foto: Tsvangirayi Mukwazhi / AP Photo

Homem passa de bicicleta em frente a outdoor de aniversário dos 90 anos de Robert Mugabe. — Foto: Tsvangirayi Mukwazhi / AP Photo

Fonte: G1

 

Por Blog do BG

À beira da falência, companhia aérea francesa deixa milhares de brasileiros sem passagem

Aeronave é um Airbus A332 da companhia francesa Aigle Azur — Foto: Reprodução/EPTV

A companhia aérea francesa Aigle Azur, que entrou com pedido de recuperação judicial, suspendeu desde o início da semana dezenas de voos por falta de recursos para garantir o serviço. Pegos de surpresa, milhares de brasileiros que haviam comprado passagem ficaram sem o bilhete —e muitos deles não receberam, até o momento, o reembolso do valor pago.

Todos os voos para o Brasil (Campinas-Viracopos), Mali e Portugal foram cancelados subitamente nesta quinta-feira (5), “diante dos imperativos de segurança”, afirma um comunicado divulgado nesta manhã. Os trajetos à Ucrânia e Argélia, principal rota da companhia, estão bastante afetados. Todas as vendas de passagens a partir de 10 de setembro foram suspensas.

De acordo com o procedimento de recuperação, enquadrado pela justiça comercial francesa, a empresa tem o prazo até segunda-feira (9) para conseguir um comprador e evitar a falência.

“Está cheio de gente na frente, mas está tudo fechado. Nos telefones, ninguém atende, nem em francês, nem em inglês, nem em português”, afirma a estudante Thaís Diniz Oliveira, que se deslocou até a loja da Aigle Azur em Paris nesta manhã em busca de uma resposta, mas encontrou as portas fechadas e vários clientes indignados.

“Chamaram a polícia e os policiais disseram que não podiam fazer nada por enquanto. É inacreditável”, comenta a paulista, que sequer havia recebido uma mensagem de cancelamento dos bilhetes comprados pela mãe e o irmão.

Os dois viriam a Paris visitá-la pela primeira vez, na semana que vem. A família está de passagens compradas para passear em Barcelona, mas não sabe se será possível concretizar a viagem.

Festa de aniversário ameaçada

Já a engenheira de telecomunicações Mariela Mariano ficou sabendo menos de 48 horas antes do voo que pode não conseguir ir ao Brasil para comemorar o seu aniversário de 26 anos com a família e os amigos. Para comprar novas passagens, ela terá de pagar mais que o dobro do valor que havia gasto com a Aigle Azur, por cerca de €400 (R$ 1,8 mil).

“Está tudo organizado para a festa, e agora eles cancelam de última hora. Estou a ver navios, ninguém me deu nenhuma informação”, critica a engenheira, que mora na França desde 2016. A última vez que visitou a família no Brasil foi há um ano. Mariela tentou contato telefônico com a companhia, mas depois de meia hora de espera, a ligação, paga por minuto, caiu. “Está um caos”, frisa.

Bárbara Pocciotti, que tinha três voos marcados com a companhia, recebeu os cancelamentos a conta-gotas. O prejuízo por ter de adquirir novas passagens de última hora e em trechos simples já passa de € 800 (R$ 3,6 mil). “Por sorte, eu tenho uma reserva financeira que me permite comprar, mas imagine quem não tem? Já passei por isso, logo que vim morar na França. Quando você tem o dinheiro contado e cancelam uma passagem assim, acabou: você não vai mais”, diz a profissional do turismo. “É muita sacanagem! E o pior é que você não tem nem a quem recorrer, porque a companhia pode cancelar o voo com apenas 14 dias de antecedência, sem que aconteça nada.”

Para continuar lendo é só clicar aqui: https://www1.folha.uol.com.br/mercado/2019/09/a-beira-da-falencia-aerea-francesa-deixa-milhares-de-brasileiros-sem-passagem.shtml

FOLHAPRESS

NACIONAIS

Por Blog do BG

REAÇÕES FORTES: Escolha de Aras para PGR contraria Moro, MPF e apoiadores de Bolsonaro

O presidente Jair Bolsonaro indicou nesta quinta-feira, 5, o subprocurador Augusto Aras para o cargo de procurador-geral da República pelos próximos dois anos, ignorando a lista tríplice de nomes escolhidos em eleição pela classe. Crítico dos métodos da Lava Jato, classificados por ele como “personalistas”, Aras lançou candidatura avulsa em abril para suceder a Raquel Dodge. Sua indicação enfrentou duras reações do Ministério Público, da base aliada e de seus apoiadores nas redes sociais, além de expor o desprestígio do ministro da Justiça, Sérgio Moro, que foi escanteado das discussões sobre o comando da Procuradoria-Geral da República e defendia a escolha a partir da lista tríplice.

Diante das críticas, Bolsonaro chegou a apelar para que os eleitores apagassem comentários negativos. “Peço a vocês, vá no Facebook, você fez um comentário pesado, retira. Dá uma chance para mim. Você acha que eu quero colocar alguém lá (na PGR) para atrapalhar a vida de vocês? Não é”, disse o presidente, em transmissão ao vivo no Facebook nesta quinta. “Pessoal que votou em mim, tem pelo menos 20% falando que acabou a esperança dele, que vai votar no (Sérgio) Moro em 2022. Pessoal, atire a primeira pedra quem não cometeu um pecado. Eu tinha que escolher um nome”, afirmou Bolsonaro.

O bombardeio mais pesado partiu de integrantes da chamada “rede jacobina”, que costuma atacar sem piedade os críticos do presidente. Nos posts, eles definiram Aras como “esquerdopata”, destacaram citações dele com elogios a Che Guevara, Leonardo Boff e associações da extrema-direita a uma política do medo. “O senhor está apanhando do seu eleitorado por ter perdido a oportunidade única de apontar alguém não alinhado ao establishment. Decepção”, escreveu Leandro Ruschel, um dos influenciadores digitais pró-Bolsonaro, que tem 304 mil seguidores no Twitter.

É a primeira vez, em 16 anos, que um indicado para a Procuradoria-Geral não está na lista tríplice eleita pela Associação Nacional dos Procuradores da República (ANPR). O nome de Aras ainda precisa passar por sabatina no Senado e ser aprovado pela Casa. O mandato de Raquel Dodge, que tentou ser reconduzida ao cargo e não conseguiu, se encerra no dia 17.

Aras pode assumir a Procuradoria em um momento de crise interna e fragilidade institucional. Nesta quarta, 4, Raquel sofreu a maior baixa de sua gestão, com a entrega coletiva de cargos de procuradores que atuam na Lava Jato.

Críticas. Em entrevista ao Estado em maio, Aras defendeu uma “disruptura” no Ministério Público e disse que o procurador-geral não pode ser personalista, “que se promove todos os dias como se a instituição tivesse de dar pão e circo para o povo, para a mídia, porque essa instituição deve submissão à Constituição e às leis do País”.

Na avaliação dele, em alguns casos as delações premiadas – um dos pilares da Lava Jato – foram usadas para atingir adversários com “fins espúrios”.

“O agente público não deve agir com a quebra da impessoalidade. Não precisamos criminalizar a política, não precisamos destruir o legado empresarial do brasileiro. Precisamos preservar os valores brasileiros”, disse Aras, em entrevista à TV Bandeirantes, em maio.

Tradicionalmente, a escolha do procurador-geral é discutida com o ministro da Justiça, mas Aras não procurou Moro. Bateu em outras portas, como a do senador Flávio Bolsonaro (PSL-RJ), que o avalizou. O ministro, por sua vez, comentou a indicação no Twitter de forma protocolar, deixando claro que a decisão foi do presidente.

O compartilhamento de dados da Receita, do Coaf e do Banco Central com o MP sem prévia autorização judicial será uma das principais questões que o novo procurador terá de enfrentar. A medida barrou investigação contra Flávio.

Em nota, a ANPR disse que a escolha de Aras representa “um retrocesso institucional e democrático” e convocou os procuradores para um protesto.

FAUSTO MACEDO / ESTADÃO

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Popularidade de sub-Moro transtorna Bolsonaro

Sergio moro vive um inusitado paradoxo: Popularíssimo na sociedade, ele se tornou um ministro impopular no gabinete do presidente da República, cujo prestígio declina. Segundo o Datafolha, a taxa de aprovação de Moro é 25 pontos maior do que a de Jair Bolsonaro: 54% a 29%. O atrito de Bolsonaro com Moro se deve a dois sentimentos nocivos: a inveja e o medo.

Os governos costumam ter um excesso de cabeças e carência de miolos. O governo de Bolsonaro sofre do mesmo mal, só que opera com uma cabeça só. Bolsonaro é o tipo de político que segue a teoria da palmeira única. Não convive muito bem com a ideia de dividir o gramado com outra palmeira, sobretudo se essa outra árvore tem quase o dobro do seu prestígio.

Da inveja para o medo é um pulinho. O presidente passou a enxergar o ex-juiz da Lava Jato como um potencial rival na sucessão de 2022. Corre o risco de transformar a neurose em realidade. Até outro dia, o sonho de Sergio Moro era fazer um bom trabalho no ministério e ganhar uma poltrona no Supremo Tribunal Federal. Empurrado para escanteio, nada impede que passe a enxergar na política sua melhor alternativa.

A mesma pesquisa que exibe a musculatura de Sergio Moro informa que os ministros Paulo Guedes, com 38% de aprovação; e Tarcísio de Freitas, com 36%, também colecionam índices de popularidade acima dos 29% atribuídos a Bolsonaro.

No momento, além de ser um sub-Moro, o presidente está empatado com o ministro das queimadas, Ricardo Salles (aprovação de 30%), e o ministro do marxismo cultural, Abraham Weintraub (29%). Bolsonaro talvez fizesse um bem a si mesmo se esquecesse 2022 para se concentrar no essencial no presente: a recuperação da economia.

JOSIAS DE SOUZA

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Nem tanto, nem tão pouco. Quanto você vai investir na vida de corredor depende apenas de você e seus objetivos

Por Breno Perruci/@eaiboracorrer

A corrida é um esporte cercado de alguns estigmas e um deles é bem controverso. Há quem afirme que é super barato já que basta comprar só um par de tênis e pronto. Por outro lado há quem fuja dele dizendo que existe um universo paralelo no qual é necessário fazer altos investimentos. Bom, posso garantir que nem tanto, nem tão pouco. Como diz meu professor Leo Lopes, tudo depende de onde você tá e onde quer chegar. No meu instagram o @eaiboracorrer toco sempre nesses pontos.

De uma vez por todas pra ser um corredor “na vera” não basta apenas comprar os tênis. Evidente que um bom par de tênis é essencial e isso não significa que seja caro. A dica primordial nesse caso é, busque conforto e existem modelos bons e bem em conta. O bê a bá manda também ao menos ter acompanhamentos profissionais de um professor de educação física ou uma assessoria esportiva e um nutricionista. Isso não quer dizer gastar muito também, até porque há opções com variados perfis e preços. Mas, não deixe de tê-los, porque essa é a estrutura indicada pra você correr bem, com saúde, risco baixo de lesões e boas possibilidades de evolução.

Com certeza alguns ainda vão dizer que nem precisam disso tudo e vão teimar que bastam mesmo só os tênis. Eu insisto, você até vai correr assim, mas a possibilidade de não durar muito no esporte será imensa, seja pelas prováveis dores que terá e não saberá os motivos, seja pela falta de motivação porque vai chegar num ponto e não vai evoluir mais. Se você conseguir sucesso sozinho só com os seus tênis, parabéns, és um fenômeno da natureza.

Bom, mas vamos ao outro lado agora. Se você quer metas mais arrojadas e sonha alto nas corridas, aí claro que precisará investir um pouco mais. Observe que não usei o verbo gastar, usei investir e foi proposital porque literalmente trata-se disso. Nesse caso vale a pena ter um bom relógio com GPS e frequencímetro de precisão. Vale também um capricho maior aos detalhes na escolha dos tênis. Uma suplementação alimentar adequada. E algo que poucos levam em consideração, fazer treinamentos com foco na biomecânica, esse é um diferencial gigante. Por fim, o acompanhamento de um fisioterapeuta também se faz necessário. O gasto é maior? Lógico, ninguém aqui é tolo. Mas suas vitórias serão proporcionais e sua saúde agradece.

Vejam bem e lembrem o que falei no início. Tudo vai depender onde você tá, onde quer chegar e lógico, evidente, onde pode ir. Vai no @eaiboracorrer que sempre dou mais dicas e detalhes.

A ideia aqui é tirar alguns mitos. É mostrar que existem possibilidades para os que podem ir além no investimento, bem como para os que terão que ser mais contidos. Mas que existem, existem, só saber dar o tiro certo.

Agora é com você, se defina, veja suas possibilidades, trace suas metas e mãos à obra. Corra pela saúde, pela superação, pelo prazer, só não pare de correr.

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Indicação de Augusto Aras para a PGR foi recebida com alívio no STF

indicação de Augusto Aras para a PGR (Procuradoria-Geral da República) foi recebida até mesmo com alívio no STF (Supremo Tribunal Federal) e no Congresso. Outros nomes que circulavam como possíveis escolhidos eram considerados um desastre.

A escolha dele é vista também como uma derrota dos integrantes da Operação Lava Jato e daquele que foi a sua maior figura: o ministro da Justiça, Sergio Moro.

Além de não emplacar nomes de sua preferência, ele nem sequer foi consultado por Bolsonaro no processo de escolha.

Aras defendeu, em seu périplo entre magistrados e políticos, ideias que soam como música: atacou a espetacularização e a personalização promovidas pelo Ministério Público Federal e disse que elas levaram à debacle da economia brasileira

A atuação do MPF, argumenta, foi muitas vezes um atentado à honra de pessoas que depois se provaram inocentes.

Nas conversas nos tribunais e no Congresso, e também em público, ele atacou o que define como criminalização da política promovida por procuradores. Onde há mais de duas pessoas, diz, a solução será sempre política.

MÔNICA BERGAMO

 

Pacote de combate ao desemprego libera R$ 65 bilhões para empresas e cria agência de trabalho

O pacote de combate ao desemprego em estudo pelo governo prevê medidas em ao menos dez frentes.

Em uma delas, está prevista a liberação de até R$ 65 bilhões para capital de giro de empresas. Em outra, a ideia é criar uma espécie de rede de “agências de trabalho” privadas.

As propostas estão na mesa do ministro Paulo Guedes (Economia) e já foram apresentadas para um grupo seleto de empresários e banqueiros. Guedes ainda precisa dar o aval às sugestões de alguns de seus secretários.

Para estimular a atividade empresarial, a equipe econômica estuda uma mudança numa regra da Justiça do Trabalho, onde estão parados R$ 65 bilhões na forma de depósitos recursais –valor em juízo para poder recorrer de sentença trabalhista.

Desde 2017, a reforma trabalhista permitiu que seja apresentado um seguro como garantia, em vez do depósito em dinheiro, que compromete os limites de crédito das companhias. Mas isso não vale para processos anteriores à medida.

Por isso, uma das sugestões é aplicar a mesma norma para o estoque e liberar esses recursos para as empresas.

O time de Guedes quer também incentivos para a qualificação de desempregados e trabalhadores autônomos.

Guedes vai reunir a equipe para decidir sobre qual será a versão final do pacote de estímulo ao emprego e a data para lançar as medidas. Além disso, a equipe econômica quer criar um grupo técnico para acompanhar o andamento dos projeto e traçar metas.

Para viabilizar o projeto em tempo de aperto no Orçamento, podem ser usados recursos do Sistema S –que reúne instituições empresariais voltadas à capacitação e que recebem recursos públicos– e de entidades filantrópicas de educação.

Ainda na área de qualificação, o plano prevê incentivos fiscais para a empresa que investir no aprimoramento dos empregados.

Está em avaliação uma compensação de parte do PIS/Pasep, que seria maior no caso de trabalhador contratado por menos de um ano. O objetivo é aumentar a produtividade e reter os empregos no país.

Outra medida em estudo envolve parcerias para que empresas privadas passem a atuar como uma espécie de agência de trabalho.

O QUE TRAZ O PACOTE PARA GERAR EMPREGOS E EVITAR DEMISSÕES

  1. Liberação de recursos para empresas

    Há estoque de R$ 65 bilhões de depósitos recursais – valor em juízo para poder recorrer de sentença trabalhista; Proposta é substituir recursos retidos por seguros e liberar o dinheiro para capital de giro

  2. Parceria com agências de emprego

    Parceiro público ou privado poderá ajudar um desempregado a se recolocar no mercado; Em troca, fica com metade do valor do seguro-desemprego que o beneficiário receberia

  3. Criação do Emprega+

    Novo programa daria “voucher” para que desempregado se qualifique; Pela projeção do governo, 4,4 milhões de cidadãos podem ser treinados em quatro anos

  4. Estímulo à qualificação

    Estabelece compensação de parte do PIS/Pasep para empresa que investir no empregado; Qualificação para desempregados e autônomos contaria com recursos do Sistema S ou de filantrópicas de educação

  5. Instituição do programa Emprego verde e amarelo

    Prevê desoneração da folha de pagamento e redução de 50% no FGTS para empresa que contratar jovem ou profissional desempregado há mais de dois anos; Pode ser bancada com 10% de recursos do Sistema S e ajustes na renúncia fiscal do governos

  6. Reformulação do MEI

    Prevê criação de novas faixas, diferentes limites de renda e de contribuição para ampliar a formalização; Número de empregados permitido para o MEI passa de um para dois

  7. Reconfiguração do Sine

    O sistema sofreria redução de postos físicos, com perspectiva de privatização; Hoje, apenas 3,13% das admissões formais ocorre via Sine

  8. Criação do programa CERTSimples

    Novo tipo de serviço promoveria transparência de informações sobre micro e pequenas empresas para bancos; A perspectiva é que ocorra redução dos spreads em créditos para esse grupo

  9. Redução de aposentadorias por invalidez

    A proposta é reabilitar beneficiários em condições de atuar em outra atividade, como serviços em escritórios; Prevê também reabilitação profissional de usuários de drogas

  10. Ampliação de microcrédito

    Elevação da oferta de crédito em comunidades, sem comprovação de renda e educação financeira baixa; Seriam usados R$ 10 bilhões do Banco do Nordeste, cuja bem-sucedida metodologia seria ampliada para o país

FOLHAPRESS

 

LOCAIS

FUNDO PARTIDÁRIO: ‘Fundão Sem Vergonha’ abre o seu dinheiro para defesa de políticos corruptos. Vejam como votaram os deputados potiguares

A lei do Fundo Partidário, aprovada na Câmara, já batizada de “Fundão Sem Vergonha”, é uma das mais ousadas investidas da classe política contra o Tesouro Nacional.

A partir de agora, o cidadão roubado pelo político terá de pagar os advogados dele, o corrupto processado. Terá de pagar também as multas da Justiça a candidatos que cometam delitos eleitorais. Além disso, partidos agora poderão comprar, com dinheiro do Fundão Sem Vergonha, carrões, aviões e sedes suntuosas.

Criada a pretexto de financiar obras nas bases eleitorais, a emenda parlamentar pode ser usada para bancar a campanha dos políticos.

Pela lei aprovada, ladrões notórios e já presos, como Lula, Eduardo Cunha e Sérgio Cabral, terão advogados pagos pelas vítimas do roubo já que estando filiados a partidos políticos e o dinheiro pode ser usados para isso.

A Câmara devia estar em transe ao aprovar no Fundão Sem Vergonha que o dinheiro público pagará até multas de políticos em campanha.

CLÁUDIO HUMBERTO

BANCADA POTIGUAR

DO BLOG: Da bancada Potiguar votaram a favor da modificação da nova lei do fundo partidário, Benes Leocádio, Beto Rosado, Natália Bonavides, Walter Alves e Rafael Mota. General Girão foi o único que votou contra, contrariando a orientação até do seu partido, o PSL.

Os deputados João Maia e Fábio Faria estavam ausentes da sessão.

 

Comércio de Natal terá horário diferenciado no feriado de 7 de setembro

Por TRIBUNA DO NORTE

O comércio de Natal terá alterações neste sábado (07), quando o Brasil comemora o dia da independência da república. O transporte público da capital, bem como horário de funcionamento de shoppings e outros estabelecimentos, terão horários diferenciados.

Segundo a Câmara de Dirigentes Lojistas de Natal, o Alecrim terá abertura facultativa das 8h às 16h. O comércio da Cidade Alta também terá abertura opcional. Os grandes magazines terão abertura semelhante a do Alecrim. As lojas da zona Norte, por sua vez, estarão fechadas.

Os shoppings centers também terão horários diferenciados, com as lojas de departamento abrindo em expediente fora do habitual. Confira o funcionamento por shopping ao final da matéria.

Com o Desfile Cívico-Militar programado, a Secretaria de Mobilidade Urbana (STTU) vai interditar diversas ruas nos bairros de Tirol e Petrópolis. O bloqueio acontece das 06h às 12h e a pasta vai disponibilizar 50 agentes de mobilidade e nove viaturas,  entre motos e carros.

O corredor da Av. Prudente de Morais/Nilo Peçanha será interditado a partir da Av. Governador Juvenal Lamartine (Beira Canal) até a Rua Coronel Joaquim Manoel. As ruas Seridó, Potengi, Trairi, Otávio Lamartine, Mipibu, Monsenhor Severiano, Mossoró, Assú, Jundiaí, Apodi e Maxaranguape serão interditadas entre a Av. Floriano Peixoto e Av. Campos Sales. Já o corredor Av. Hermes da Fonseca/Rua Coronel Joaquim Manoel será interditado a partir da Av. Alexandrino de Alencar até a Av. Nilo Peçanha.

Em virtude das interdições, algumas linhas de ônibus da capital também vão sofrer alterações. A lista completa das linhas que terão mudanças previstas para este sábado está disponível no site da STTU.

Com o feriado, será aplicada a Tarifa Social, medida que reduz o valor da tarifa de R$ 3,90 para R$ 1,95 nas linhas comuns e de R$ 3,20 para R$ 1,60 nas linhas de bairro, apenas para o pagamento no cartão eletrônico. Caso o usuário pague com dinheiro, será cobrada a tarifa inteira de R$ 4,00 nas linhas comuns e R$ 3,20 nas linhas de bairro. Devido ao feriado, contudo, as linhas operarão com itinerários e horários de domingos e, por causa das interdições na Praça Cívica, sofrerão desvios.

O funcionamento dos trens urbanos de Natal no Feriado da Independência também sofrerá alterações. A Companhia Brasileira de Trens Urbanos (CBTU) informou que o sistema de Natal não funcionará no sábado.

Os trens estarão disponíveis novamente na segunda-feira (09), a partir das 05h05min na Linha Norte, no percurso Ceará-Mirim/Natal e 05h35min na Linha Sul, no percurso Parnamirim/Natal.

Desfile Cívico-Militar
Promovido pela Força Aérea Brasileira em 2019, a programação do dia 7 de setembro deste ano deverá ter início às 7h30 do dia 7 de setembro.

De acordo com a comunicação da FAB, a edição deste ano deve contar com 2.750 participantes de 18 escolas da rede pública e privada de Natal, além da participação de outras 15 instituições cívicas.

Ao todo, serão envolvidos 1.500 militares das Forças Armadas (Marinha, Exército e Aeronáutica), além dos auxiliares (Polícia Militar, Corpo de Bombeiros, Guarda Municipal e STTU). O desfile motorizado deverá contar com 190 veículos e a cerimônia deverá ser encerrada às 12h.

A assessoria de comunicação da Polícia Militar confirmou que haverá um reforço no efetivo para o entorno da Praça Pedro Velho (Praça Cívica) para a cerimônia. Aliado a isso, a PM fez um planejamento considerando a possibilidade de eventuais protestos para o 7 de setembro visando garantir a segurança dos natalenses envolvidos,  dentro de protocolo em situações de multidões, e o direito quanto a eventuais protestos, de forma que transcorram de forma ordeira.
Programação do comércio
Comércio de Rua
Alecrim: Abertura facultativa, das 08 às 16hsCentro da Cidade: Abertura facultativa.

Os grande magazines  (Riachuelo, Rio Center, C&A, Americanas e Leader) abrem das 08 às 16hs

Zona Norte: Fechado

Shoppings
Shopping 10 – Fechado

Midway Mall:

Lojas de departamento de 13 às 21h e demais lojas  de 15 às 21h.

Alimentação e lazer de 11 às 22h.

Natal Shopping:

Lojas: 15h às 21h.

Praça de alimentação: 11h às 22h.

Academia: 9h às 15h.

Praia Shopping:

Praça de Alimentação e Lazer: A partir das 11h.

Lojas e Quiosques: 15 às 21h.

Cinema conforme a

programação.

Shopping Cidade Jardim:

Alimentação e lazer: A partir das 11h.

Lojas e quiosque: A partir das 15h.

Americanas: Das 12h às 21h.

Shopping Via Direta:

Praça de Alimentação e Lazer: 12h às 22h.

Lojas e Quiosques: Abertura facultativa das 14h às 20h

Partage Norte Shopping Natal

Carrefour: 7h às 21h;

Academia: 8h às 18h;

Cosern: Fechada;

Praça de Alimentação/Lazer: 11h às 22h;

Lojas/Quiosques: 15h às 21h, sendo facultativo, a partir das 12h;

Cinema: Conforme sessões.

Supermercados
Funcionamento das 07 às 21hs

Linhas de ônibus de Natal que terão alteração neste sábado devido o desfile militar:
15/16, 17/78, 64/61/62, 70, 81 e 84, 21, 22/71, 41A, 33, 33A, 35/85,  37, 46, 51 e 78A/47, 40 e 56

Fonte: Blog do BG

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