Por G1

 

O presidente eleito, Jair Bolsonaro (PSL), recebe a visita do premiê israelense, Benjamin Netanyahu, nesta sexta-feira (28). O BC divulga o resultado das contas do setor público consolidado de novembro. O que mais vai ser notícia hoje:

NACIONAIS

Netanyahu no Brasil

Bolsonaro e Benjamin Netanyahu, primeiro-ministro de Israel, se reúnem hoje no Forte de Copacabana, no Rio de Janeiro. Os futuros ministros Ernesto Araújo (Relações Exteriores) e general Fernando Azevedo (Defesa) também participarão do encontro.

O premiê israelense, Benjamin Netanyahu — Foto: Ronen Zvulun/Reuters

O premiê israelense, Benjamin Netanyahu — Foto: Ronen Zvulun/Reuters

Além de se encontrar com o presidente eleito, o premiê israelense vai visitar líderes da comunidade judaica e se reunir com o secretário de Estado dos EUA, Mike Pompeo, e os presidentes de Honduras e Chile, que também virão para a posse de Bolsonaro.

Delação da Odebrecht

O senador e presidente nacional do MDB, Romero Jucá, durante pronunciamento no plenário do Senado — Foto: Pedro França/Agência Senado

O senador e presidente nacional do MDB, Romero Jucá, durante pronunciamento no plenário do Senado — Foto: Pedro França/Agência Senado

gabinete do senador Romero Jucá (MDB-RR) enviou para a Odebrecht rascunhos de um projeto antes mesmo de o Senado analisar o texto, segundo o blog da Andréia Sadi. A PGR pediu ao Supremo para anexar e-mails apresentados por delatores da construtora a uma ação em que o presidente nacional do MDB é réu na Lava Jato.

Contas do governo

O Banco Central divulga as contas do setor público consolidado (União, estados, municípios e empresas estatais) de novembro.

Retrospectiva G1

No especial desta sexta-feira da retrospectiva do G1relembre mortes de famosos e personalidades que marcaram o ano de 2018.

 — Foto: Arte/G1

— Foto: Arte/G1

Mega da Virada

A edição da Mega da Virada deste ano é a 10ª e pode pagar R$ 280 milhões. A dezena 10 foi sorteada três vezes e ocupa a ‘primeira colocação’ no ranking. Veja quais são as outras dezenas mais sorteadas ao longo de nove anos de concurso especial.

Curtas e rápidas

Previsão do tempo

Veja a previsão para sexta (28)

Veja a previsão para sexta (28)

Hoje é dia de…

  • Dia da Marinha Mercante
  • Dia do Petroquímico
  • Dia de Mauá
  • Dia Nacional do Cooperativismo de Crédito

Fonte: G1

 

Mordomias e regalias serão mantidas

A Agenda de Governo, assinada pelo futuro chefe da Casa Civil Onyx Lorenzoni e divulgada nesta quinta (28), não parece ter passado pelo crivo do presidente eleito Jair Bolsonaro. Marcado por obviedades, o documento mantém o que já se faz, e preserva mordomias e regalias que o eleitor de Bolsonaro esperava ver extintas. De carro oficial a auxílio-moradia e ajuda de custo de mudanças, tudo fica como está.
Em vez de extingui-las, novo governo manterá regalias tipo uso jatos da FAB “em serviço”, como é hoje, e a mordomia do carro oficial.
Ministro ganha bem, o suficiente para pagar o próprio aluguel, mas continuarão a ter “direito” a imóvel funcional ou a “auxílio-moradia”.
Continuarão a ter “direito” a carro oficial, além do ministro, todos os que eles nomearem, ou sejam, ocupantes de “cargos de natureza especial.
Outra aberração preservada é o cartão de crédito corporativo, a mais moderna forma de desperdiçar dinheiro público impunemente.
CLÁUDIO HUMBERTO
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Salários de diretores no Sesi e Senai estão bem acima da média do mercado e corte no Sistema S será dinheiro para as empresas diz futuro secretário

À frente da Secretaria de Política Econômica (SPE) do Ministério da Economia do governo Bolsonaro, o economista Adolfo Sachsida vai preparar a comunicação de defesa das reformas que serão necessárias para o ajuste das contas públicas. Segundo ele, a ideia é apresentar, antes mesmo das críticas que virão em relação às medidas, informações técnicas que mostrem a importância da aprovação das mudanças. Esse trabalho até já começou, no caso da defesa do corte das alíquotas das contribuições do chamado Sistema S (que inclui entidades como Senai, Senac e Sest). Sachsida disse que o corte representará dinheiro no bolso das empresas. “Precisamos de medidas que sigam a seguinte linha: todos que podem vão contribuir com o ajuste”, afirmou.
Qual será a prioridade da nova Secretaria de Política Econômica?

A função será formular a política econômica e preparar as narrativas para as reformas. Preparar um amplo conjunto de evidências para acompanhar as reformas. Nós identificamos que, na vez passada, o governo (Temer) teve um problema de comunicação. Muitas vezes, ele saía atrás. A questão da reforma da Previdência foi emblemática. O governo estava, no fundo, atacando os privilégios, mas a narrativa ficou contra ela. Então, toda vez que houver uma medida, vamos preparar informações técnicas de resultados empíricos dando suporte às medidas do governo. Não é que o governo está querendo mudar algo porque é mau, ruim, neoliberal. Precisamos mostrar que alguns ajustes na economia vão ser necessários.
Quanto à reforma da Previdência, há uma grande expectativa?
Existe, sim. Mas, se me permite, eu gostaria de falar sobre o Sistema S. Nós temos hoje no Brasil 12 milhões de desempregados, 13 milhões em subemprego. São 25 milhões de pessoas em situação financeira terrível. Temos de resolver essa situação. Ao mesmo tempo, existe uma herança maldita do PT. Ele acabou com as contas públicas. Elas estão esgotadas. Nós precisamos ajudar os desempregados, mas, ao mesmo tempo, não temos dinheiro. Acabou o dinheiro. Então, precisamos de medidas que sigam a seguinte linha: todos que podem vão contribuir com o ajuste. Nessa linha, temos de procurar como é possível dinamizar o emprego, mas sem usar dinheiro público. Precisamos que outros ajudem. Vamos identificar.
Como assim?
Nós sabemos que, se abaixar o custo de contratação do trabalho, vai ter mais emprego. Onde podemos fazer isso? Vamos procurar. Uma das possibilidades é no Sistema S. Ele cumpre várias funções importantes. De maneira alguma eu quero dizer que o Sistema S não é bom. Ele cumpre várias tarefas extremamente importantes. Contudo, quanto será que ganha um diretor do Sesi, do Senai? Quando olhamos salários, me parece que o salário dos dirigentes do Sistema S estão acima do mercado. Não é pouco.
Para ler a entrevista completa é só clicar aqui: https://economia.estadao.com.br/noticias/geral,corte-no-sistema-s-sera-dinheiro-para-as-empresas,70002659721

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Aliados são principais adversários de Bolsonaro

No próximo dia 2 de janeiro, passadas as festividades da posse, começa o governo de Jair Bolsonaro. O início da nova gestão será marcado por duas peculiaridades. A oposição está estilhaçada, eis o primeiro traço particular da atual conjuntura política. A segunda particularidade é complementar à primeira: com as forças rivais fragmentadas, os aliados de Bolsonaro assumem, paradoxalmente, a posição de principais adversários do novo presidente.
Em condições normais, o Partido dos Trabalhadores seria um opositor duro de roer nesta largada do governo do capitão. Mas o PT tem outras três prioridades: Lula, Lula e Lula. Enrolado na bandeira do Lula Livre, o partido afugenta até velhos aliados no Congresso. O PSDB que, em tese, poderia se opor a Bolsonaro, está dividido. Um pedaço do tucanato apodrece junto com Aécio Neves. Outra ala, agarrada a João Doria, toma o atalho da direita, que conduz ao colo de Bolsonaro.
Rodeado de inimigos frágeis, Bolsonaro convive com fortes adversários cordiais. São familiares e amigos que se dedicam a demonstrar o seu potencial destrutivo. No pelotão de frente estão os filhos do presidente: Flávio, Carlos e Eduardo Bolsonaro. Os três têm mandatos eletivos, influência junto ao pai e disposição para produzir encrencas. Fornecem ministros precários, assessores atípicos e ofensas típicas.
Além de lidar com os membros de sua própria dinastia, Bolsonaro administra os humores do general Hamilton Mourão, um vice que pode virar versa; e toureia as primeiras reivindicações de seus aliados temáticos, como o pedido da bancada ruralista envolvendo a anistia de uma dívida de R$ 17 bilhões com o Funrural. De resto, líderes de partidos amigos, que julgam ter recebido de Bolsonaro menos atenção do que merecem, aguardam na curva pelos erros do capitão. Com aliados assim, o novo presidente dispensa adversários.
JOSIAS DE SOUZA
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Filhos de Bolsonaro terão que amadurecer, avaliam militares

comportamento dos filhos do presidente eleito também segue gerando incômodo. Militares dizem que, depois que o pai assumir a Presidência, será necessário um amadurecimento.

SALTO 

Parlamentares eleitos pelo PSL, por exemplo, relatam que o deputado Eduardo Bolsonaro (PSL-SP) já chegou a dizer que muitos deles, antes das eleições, eram “favelados” que só conseguiram votos por causa do pai. Agora, vão despachar na Câmara e ganhar salários polpudos.

CEGO

Por esse raciocínio, os parlamentares deveriam dar apoio incondicional ao futuro presidente, sem exigir espaços no governo.

DESLIGADO 

A coluna ouviu o relato de mais de um parlamentar, de estados diferentes, atribuindo a mesma expressão ao filho do presidente. Eduardo Bolsonaro não atendeu às ligações para comentar.

MIDAS 

O próprio Jair Bolsonaro, na campanha, disse em vídeo a deputados do PSL por SP: “Vocês sabem que se elegeram […] em grande parte por causa do meu trabalho como candidato a presidente”.
Mônica Bergamo / FOLHA

 

LOCAIS

Governo do Estado deverá pagar o 13º salário de 2017 dos ativos e um “vale” de R$ 5 mil para os inativos até este sábado dia 29

O BlogdoBG conseguiu confirmar que o Governo do Estado deverá pagar até este sábado o 13º salario de 2017 de todos os servidores ativos e que o servidores inativos que ganham acima de R$ 5 mil reais, deverão ter um “vale” no valor de R$ 5 mil.
Provocada pelo BlogdoBG, a assessoria de comunicação do governo informou que não tinha como confirmar essa informação, que teria que esperar o dia de hoje para ter certeza do que seria feito.
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 POLÍCIA

Justiça determina fim da greve dos policiais civis

O desembargador Saraiva Sobrinho determinou em decisão liminar a suspensão da greve dos policiais civis iniciada na última quarta-feira (27). A decisão foi concedida às 21h39 durante o plantão judicial. O pedido havia sido protocolado pela Procuradoria Geral do Estado nesta quinta-feira. Os agentes da Polícia civil e os escrivães haviam parado as atividades em razão do atraso no pagamento do décimo terceiro salário de 2017 e do salário do mês de novembro. O Governo pagou os valores apenas para quem recebe até R$ 5 mil.
Segundo o desembargador, a manutenção na greve coloca em risco a sociedade em virtude da “ofensa à Ordem Pública, corporificada a partir dos danos gerados à comunidade potiguar num todo, sobretudo pela carência da prestação de um serviço, senão o mais precípuo, de relevância ímpar à manutenção e tutela da paz social”. A decisão concedeu “a liminar para determinar a imediata suspensão do movimento paredista, de forma a se restabelecer a regular, plena e efetiva continuidade dos serviços relacionados à segurança pública, em todas as unidades do Estado, sob pena de multa diária de R$ 15.000,00 (quinze mil reais), em desfavor da parte demandada”.
A decisão da Justiça seguiu parecer enviado pelo Ministério Público Estadual, que considerou que “a atividade policial é carreira de Estado imprescindível a manutenção da normalidade democrática, sendo responsável pela garantia da segurança interna, ordem pública e paz social”. Para o MPE, “em se tratando de movimento grevista deflagrado por policiais civis, servidores ocupantes de cargo público cuja atividade diz respeito à segurança pública, considerada como serviço essencial, sua paralisação, mesmo que por parte da categoria, afigura-se ilegal e, sobretudo, ocasionará dano de difícil reparação, propiciando o avanço da violência, colocando em risco a sobrevivência, a saúde e a segurança da população”.
Tribuna do Norte
Fonte: Blog do BG

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