PRIMEIRAS NOTÍCIAS DESTA QUINTA-FEIRA

Por G1

05/09/2019 03h30  Atualizado há 42 segundos


INTERNACIONAIS

Chile e Brasil

Declarações de Bolsonaro em resposta a Michelle Bachelet geram críticas

Declarações de Bolsonaro em resposta a Michelle Bachelet geram críticas

O Ministro das Relações Exteriores do Chile, Teodoro Ribera, se reúne hoje com o ministro Ernesto Araújo, numa visita programada antes de o presidente Jair Bolsonaro contestar declarações da ex-presidente chilena Michelle Bachelet, alta comissária para os direitos humanos da ONU. Ela disse que houve uma redução do espaço democrático no Brasil e criticou a violência policial no país. Bolsonaro afirmou que Bachelet defende “direitos de vagabundos” e mencionou o pai dela, morto na ditadura chilena.

NACIONAIS

Queimadas na Amazônia

A fumaça e as chamas das queimadas na Amazônia em Altamira (PA) — Foto: João Laet / AFP Photo

A fumaça e as chamas das queimadas na Amazônia em Altamira (PA) — Foto: João Laet / AFP Photo

Estudo do Instituto de Pesquisa Ambiental da Amazônia (Ipam) aponta que 33% das queimadas registradas na Amazônia neste ano estão localizadas em propriedades privadas. A análise utilizou os registros de focos de calor do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe) no bioma amazônico detectados pelo Aqua, satélite de referência para os dados. O número de queimadas foi cruzado com oito classes fundiárias e também com alertas de desmatamento do sistema de Detecção de Desmatamento em Tempo Real (Deter).

🎧 Podcast 🎧

O tema do podcast O Assunto é: A voz e a luta dos índios xikrin contra invasores na Amazônia. Renata Lo Prete conversa com o repórter Victor Ferreira, da GloboNews, que foi à Terra Indígena Trincheira-Bacajá, entre os dois municípios paraenses com maior área desmatada e mais focos de incêndios neste ano: Altamira e São Félix do Xingu. Na região, vivem os índios da etnia xikrin, que vem denunciando ameaças de morte e invasões na terra indígena, além de áreas com desmatamento e garimpos ilegais. O repórter conta essa história, fala sobre como os indígenas reagem à construção da usina hidrelétrica de Belo Monte e aos invasores. Victor conta o que viu, e ouviu, de devastação. Ouça:

Abuso de autoridade

Abuso de autoridade: cúpula do Congresso alertado Planalto sobre risco com vetos

Abuso de autoridade: cúpula do Congresso alertado Planalto sobre risco com vetos

O presidente Jair Bolsonaro decidiu fazer 36 vetos a dispositivos do projeto que trata do abuso de autoridade. O prazo para a sanção da lei termina hoje. O projeto foi aprovado pelo Congresso Nacional em agosto e define as situações que podem ser classificadas como abuso. O texto tem 44 artigos. Foram vetados 36 dispositivos (trechos desses artigos).

Desfalque na Lava Jato

Seis procuradores pedem desligamento da força-tarefa da Lava Jato na PGR

Seis procuradores pedem desligamento da força-tarefa da Lava Jato na PGR

Seis procuradores pediram desligamento da Operação Lava Jato na Procuradoria-Geral da República. Eles faziam parte do grupo que investigava políticos com foro privilegiado na operação. O pedido é motivado, segundo eles, por “grave incompatibilidade de entendimento dos membros desta equipe com a manifestação enviada pela PGR ao STF”. A TV Globo apurou que o conteúdo envolve a delação do empreiteiro Léo Pinheiro, da OAS.

Teto de gastos

O presidente da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia (DEM-RJ) — Foto: GloboNews / Reprodução

O presidente da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia (DEM-RJ) — Foto: GloboNews / Reprodução

O presidente da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia (DEM-RJ), afirmou ontem que o teto para os gastos públicos é “sólido” e que revisar a norma para aumentar as despesas seria “besteira”. Mais cedo, o presidente Jair Bolsonaro foi questionado se há a possibilidade de o governo flexibilizar a regra, e ele respondeu que “é uma questão de matemática” já que as despesas obrigatórias têm aumentado.

“O teto está sólido. Não adianta aumentar gasto se não reduzir despesa, é besteira. Vai ter que aumentar imposto e aumentar multa e dívida”, afirmou Maia.

Fundo eleitoral

Deputados reunidos no plenário da Câmara durante a sessão de quarta-feira (21) — Foto: Luis Macedo / Câmara dos Deputados

Deputados reunidos no plenário da Câmara durante a sessão de quarta-feira (21) — Foto: Luis Macedo / Câmara dos Deputados

O projeto aprovado pela Câmara retira a previsão de o fundo ser abastecido com 30% das emendas de bancada, abrindo margem para novo percentual. Valor para 2020 é de R$ 1,8 bi.

Inquéritos parados no Rio

O presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), Dias Toffoli — Foto: Nelson Jr./ SCO / STF

O presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), Dias Toffoli — Foto: Nelson Jr./ SCO / STF

Estão suspensas na Polícia Civil do Rio cerca de 140 investigações envolvendo o crime de lavagem de dinheiro. O motivo é a decisão do ministro e presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), Dias Toffoli, que interrompeu – temporariamente – inquéritos embasados em relatórios de inteligência financeira que não tivessem autorização judicial. A apuração sobre acusado de matar Marielle, por exemplo, está parada.

Poupança

O Banco Central divulga o desempenho de agosto da poupança. Em julho, os saques na caderneta superaram os depósitos em R$ 1,605 bilhão.

Produção de veículos

A Anfavea divulga nesta quinta-feira os dados de agosto sobre a produção de veículos. Em julho, a fabricação no Brasil cresceu 8,4%, mas as exportações seguiam em baixa, com queda de 15,3%.

Filho do capitão do penta

Cafu e o filho, Danilo — Foto: TV Globo / ReproduçãoCafu e o filho, Danilo — Foto: TV Globo / Reprodução

Cafu e o filho, Danilo — Foto: TV Globo / Reprodução

Danilo Feliciano de Moraes, filho mais velho do pentacampeão Cafu, morreu aos 30 anos ontem. Ele passou mal enquanto jogava futebol na casa da família, em Barueri, região metropolitana de São Paulo.

Andrada

Pelé e Andrada — Foto: Globoesporte.com / Reprodução

Pelé e Andrada — Foto: Globoesporte.com / Reprodução

Morreu Andrada, o goleiro que levou o milésimo gol de Pelé. Ex-jogador argentino tinha 80 anos e foi ídolo do Rosario Central e do Vasco. Além de sofrer o gol histórico, também foi reconhecido por ter sido um agente da repressão durante a ditadura na Argentina

Rock in Rio

Iza mostra exercícios ao som de Olivia Newton-John — Foto: Reprodução / Instagram

Iza mostra exercícios ao som de Olivia Newton-John — Foto: Reprodução / Instagram

Ao som de “Twist of fate”, de Olivia Newton-John, Iza faz agachamentos e gracinhas para a câmera. Vídeos assim nas redes sociais dela parecem brincadeira, mas a cantora de “Pesadão” pegou pesado mesmo para chegar bem aos dois principais festivais do Brasil em 2019. Ela fala sobre “pânico” após cirurgia por causa de uma lesão no joelho e de seu lado “atleta”. Ela faz pelo menos 100 abdominais e 100 agachamentos por dia.

E mais do festival:

Já a banda californiana Weezer vem ao Brasil em show que pode ter Dave Grohl do Foo Fighters e som “barquinho e violão”. Grupo volta após estreia em 2005 e passa por SP e pelo Rock in Rio.

“Dava para ver que éramos uma banda que passaria pelo teste do tempo”, diz guitarrista ao G1.

Weezer: Como será o show no Rock in Rio 2019?

Weezer: Como será o show no Rock in Rio 2019?

Andy Muschietti, diretor de ‘It’

'É definitivamente mais fácil trabalhar com crianças', diz diretor de 'It - Capítulo dois'

‘É definitivamente mais fácil trabalhar com crianças’, diz diretor de ‘It – Capítulo dois’

O palhaço assassino Pennywise está de volta em “It: Capítulo 2”, segunda parte do terror baseado no livro de Stephen King que estreia nesta quinta-feira no Brasil. O elenco infantil do filme de 2017 dá lugar a um elenco estrelado com nomes como Jessica Chastain (“X-Men: Fênix Negra) e James McAvoy (“Vidro”).

Ao contrário do que se pensa, a mudança não facilitou a vida do diretor das duas partes, Andy Muschietti. Ele e sua irmã, a produtora Barbara Muschietti, falam ao G1 sobre dirigir Jessica Chastain e James McAvoy.

Curtas e Rápidas:

 

Reforma da Previdência avança no Senado. Veja os próximos passos no Congresso

reforma da Previdência deu na quarta-feira um importante passo no Senado, com a aprovação da admissibilidade da matéria pela  Comissão de Constituição e Justiça (CCJ), partindo para a avaliação do plenário. Mas ainda há um longo caminho a percorrer e o projeto poderá sofrer alterações.

Para evitar que o texto principal, aprovado pela Câmara em agosto seja alterado e tenha de retornar para reavaliação dos deputados, o relator da proposta no Senado, Tasso Jereissati (PSDB-CE) desmembrou a proposta em duas partes. A principal terá a retirada de alguns pontos, mas preservará a espinha dorsal do texto aprovado, podendo ser promulgada rapidamente.

A segunda é a Proposta de Emenda Constitucional (PEC) paralela, com mudanças efetivas, como inclusão de estados e municípios, que, depois de aprovada pelos senadores, terá de passar pelo crivo da Câmara.

Com o resultado da votação das duas propostas nesta quarta na CCJ, elas serão encaminhadas ao plenário do Senado para receber emendas. Se a proposta principal receber sugestões de novas modificações, o que exige 27 assinaturas de senadores, ela precisa voltar para a CCJ para que as emendas sejam apreciadas pelo relator.

Tasso terá 48 horas para analisar as sugestões e, após um intervalo de cinco sessões do plenário da Casa, remeterá o texto de volta para a votação do colegiado. Se houver acordo, esse prazo pode ser encurtado. Aprovada em dois turnos (mínimo de 41 votos),  a reforma será promulgada.

De acordo com o cronograma, a votação deve ocorrer no dia 24 de setembro em primeiro turno e no dia 10 de outubro, em segundo. Já a PEC paralela terá de retornar obrigatoriamente para a CCJ, se receber emendas ou não. Na Comissão, será designado um relator que vai elaborar um parecer e ele será votado normalmente quanto à sua admissibilidade.

A tendência é que o senador Tasso Jeiressati seja escolhido também como relator desse texto. Só depois disso, essa PEC será encaminhada ao plenário do Senado para votação.

Segundo a presidente da Comissão, Simone Tebet (MDB-MS), esse processo pode demorar uma semana ou um pouco mais, com a realização de audiências.

Aprovada em dois turnos no plenário do Senado, a PEC seguirá para a Câmara dos Deputados, onde passará pela CCJ da Casa, por uma comissão especial e pelo plenário, também em dois turnos – onde será necessário 308 votos para ser aprovada.

Confira os principais pontos da reforma da Previdência

O GLOBO

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Governo planeja cortar ministérios do Turismo, Direitos Humanos e Desenvolvimento Regional

O governo desenha uma nova reforma administrativa que prevê mais uma redução no número de ministérios até o fim do ano. O projeto, conduzido pela Secretaria de Desburocratização, Gestão e Governo Digital do Ministério da Economia, e que já está sendo acompanhado pela Casa Civil, planeja a fusão de seis pastas para que se tornem apenas três.

O governo desenha uma nova reforma administrativa que prevê mais uma redução no número de ministérios até o fim do ano. O projeto, conduzido pela Secretaria de Desburocratização, Gestão e Governo Digital do Ministério da Economia, e que já está sendo acompanhado pela Casa Civil, planeja a fusão de seis pastas para que se tornem apenas três.

Reforma mais ampla

A proposta é que a estrutura do Ministério do Meio Ambiente, comandado por Ricardo Salles, incorpore a pasta do Turismo, inclusive por já manter uma secretaria de Ecoturismo. A tendência é que Marcelo Álvaro Antônio (PSL-MG), envolvido no escândalo das candidaturas laranja que colaborou para a queda de Gustavo Bebianno da Secretaria-Geral, perca o status de ministro. No caso das demais pastas, o Ministério da Infraestrutura deve receber as atribuições da pasta de Desenvolvimento Regional, e o Ministério da Cidadania, as dos Direitos Humanos. O plano de reorganização da Esplanada, no entanto, não determina qual ministro ficaria à frente das novas pastas.

Os cortes ministeriais estão inseridos num projeto maior de reforma administrativa do Estado que é confeccionado no Ministério da Economia. Um decreto deverá ser editado nas próximas semanas para estabelecer os parâmetros de um plano de eficiência que inclui a racionalização de funções e gastos.

Também está na mesa, no âmbito da reforma administrativa, o plano de nova Proposta de Emenda à Constituição (PEC) que altera as regras de estabilidade para servidores públicos. Contudo, não há consenso, no ministério, sobre acabar com a estabilidade de servidores da ativa ou apenas com a de novos concursados.

O ministro Paulo Guedes já afirmou, em junho, não vislumbrar a demissão de servidores da ativa. Em comissão da Câmara, o ministro afirmou que não teria de demitir servidores públicos para “desinchar a máquina pública” porque 40% dos funcionários públicos deverão se aposentar nos próximos cinco anos, segundo as contas da pasta.

— Não precisa demitir. Só desacelerar as entradas que esse excesso vai embora — disse o ministro.

O presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), também tem afirmado que dará prioridade para o tema da reforma administrativa quando a proposta chegar à Casa.

— Para mim, (a reforma administrativa) é prioridade número um. Sem reduzir o tamanho do Estado, não se reduz carga tributária — afirmou o deputado, após participar de um almoço da Associação Brasileira de Relações Institucionais em um restaurante do Rio.

Procurado pelo GLOBO, o Ministério da Economia afirmou que “prepara uma proposta de transformação do Estado que inclui estratégia, estrutura e pessoas, com foco na prestação de serviços de qualidade ao cidadão”. Segundo a nota, “não há decisão sobre modelos, instrumentos ou unidades que serão unificadas ou extintas”.

A pasta ainda afirmou que, “desde a transição, a equipe técnica vem elaborando alternativas para melhorar qualidade dos serviços públicos e otimizar o funcionamento da máquina”. O ministério disse ainda que “alguns estudos mais antigos foram resgatados e outros novos foram desenhados” e que ainda não há uma proposta “validada pelo governo”.

O GLOBO

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FIQUE ATENTO. O MUÍDO JÁ COMEÇOU: STTU implantará sete novos semáforos para pedestres na cidade

Reportagem de Yuno Silva para a Tribuna do Norte

Os motoristas que transitam pela Av. Hermes da Fonseca no bairro do Tirol, zona Leste de Natal, nas proximidades do Aeroclube e do 16º Batalhão de Infantaria Motorizado do Exército (16º BIMtz), notaram a presença de um novo semáforo e novas faixas de pedestres entre as ruas Alberto Maranhão e Joaquim Fagundes nesta quarta-feira (4). Essa é a primeira mudança de uma série de intervenções viárias previstas pela Secretaria Municipal de Mobilidade Urbana (STTU) para implementação ao longo do mês de setembro. Ao todo serão instalados sete novos sinais, combinados com faixas de pedestres – quatro na Av. Salgado Filho, um na Av. Bernardo Vieira e dois na Hermes da Fonseca.

As alterações propostas pela STTU obedecem as regras regulamentadas pela Lei número 12.587/2012, que institui as diretrizes da Política Nacional de Mobilidade Urbana – que estabeleceu a pirâmide de prioridade da mobilidade urbana, onde pedestres estão no topo seguido (na ordem) por ciclistas, transporte público, transporte de carga, carros e motos particulares.

Os novos equipamentos atendem requisitos de acessibilidade, com sinais sonoros e informações disponíveis em braile.

“Ainda estamos na fase de testes, mas antes dessas mudanças serem efetivadas foram feitos estudos no sentido de conciliar a segurança de pedestres e motoristas com a fluidez do tráfego. Alguns semáforos terão botoeiras (para fechar só quando houver pedestres para atravessar), para permitir a travessia segura dos pedestres sem prejudicar o trânsito, enquanto em outros pontos as faixas serão relocadas e os novos sinais estarão sincronizados aos equipamentos que já existem”, explicou Walter Pedro, secretário adjunto de Trânsito da STTU.

O gestor destacou que o modelo a ser implantado na capital do Rio Grande do Norte segue padrões já aprovados em outras cidades como São Paulo. “Na Av. Paulista vemos faixas de pedestres recuadas, funcionando em combinação com semáforos. Adaptamos esse modelo para a nossa realidade”.

Walter Pedro informou que a intenção é priorizar a segurança do pedestre, sem prejuízos ao trânsito, e que as mudanças são parte da política pública regulamentada pela Política Nacional de Mobilidade Urbana aprovada em 2012.
A segunda intervenção será adotada a partir da próxima segunda-feira (9), quando serão instalados novos semáforos na Av. Salgado Filho na altura da Rua Auris Coelho (proximidades do Complexo Viário do 4º Centenário), no bairro de Lagoa Nova. Também serão implantadas novas faixas de pedestres, e será permitida a conversão no sentido zona Sul para quem vier pela Auris Coelho. A passarela que existe no local será removida.

“Com essas mudanças, facilitamos a travessia de pedestres entre paradas de ônibus que estão frente a frente, mas em lados opostos da via, e que até então não tinham uma ligação efetiva”, disse o secretário adjunto de Trânsito da STTU.

A Secretaria também irá monitorar o comportamento do trânsito para definir se será necessária a abertura ou o fechamento de retornos. A remoção do radar que monitora a velocidade, na altura do 16º BIMtz, sentido zona Sul-centro.
Intervenções viárias previstas pela STTU a serem implantadas ao longo do mês de setembro
1. Av. Hermes da Fonseca, no Tirol, entre as ruas Alberto Maranhão e Joaquim Fagundes: implantação de novas faixas de pedestres e instalação de novos semáforos – equipados com botoeira, temporizador, sinais sonoros e informações em braile;2. Av. Salgado Filho na altura da Rua Auris Coelho, em Lagoa Nova: implantação de novas faixas de pedestres e instalação de novos semáforos – equipados com botoeira, temporizador, sinais sonoros e informações em braile. O canteiro central será aberto para permitir conversão em direção à zona Sul;3. Av. Salgado Filho cruzamento com a Av. Amintas Barros: as faixas de pedestres serão recuadas – deslocadas para mais distante do cruzamento – e instalados novos semáforos equipados com temporizador, sinais sonoros e informações em braile;

4. Av. Salgado Filho cruzamento com a Av. Nascimento de Castro: semelhante ao formato a ser adotado no cruzamento com a Av. Amintas Barros;

5. Av. Salgado Filho cruzamento com a Av. Bernardo Vieira: semelhante ao formato a ser adotado no cruzamento com a Av. Amintas Barros;

6. Av. Hermes da Fonseca na altura do Museu Câmara Cascudo e 16º BIMtz: semelhante ao modelo adotado na Av. Hermes da Fonseca entre as ruas Alberto Maranhão e Joaquim Fagundes;

7. Av. Bernardo Vieira, nas Quintas, nas proximidades do viaduto da Urbana: modelo de intervenção semelhante ao adotado nos cruzamentos da Av. Salgado Filho com a Av. Amintas Barros. Equipamento será equipado com botoeira, para que o semáforo só feche quando houver pedestres para atravessar.

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Polícia Federal já espera demissão de diretor-geral escolhido por Moro e ministro silencia

A saída do diretor-geral da Polícia FederalMaurício Valeixo, já é dada como certa pela corporação. Nos bastidores, a PF avalia que o ministro da Justiça, Sérgio Moro, foi “emparedado” pelo presidente Jair Bolsonaro, vem sofrendo sucessivas derrotas no governo e perderá de vez o poder de comando se não tiver carta branca para indicar o substituto de Valeixo. A troca está sendo vista na PF como uma “capitulação” do ministro a interesses políticos.

Moro silenciou nesta quarta-feira, 4, diante de repórteres quando questionado se pretendia dispensar Valeixo. Em menos de três minutos, ele encerrou a entrevista, alegando ter outros compromissos. A atitude foi considerada “ridícula” por um integrante da cúpula da PF. O ministro conversou com Valeixo, por telefone.

Estado apurou que só o que falta, agora, é acertar a data da dispensa do diretor-geral, que tem férias de dez dias marcadas para a próxima segunda-feira.

O nome mais cotado para substituir Valeixo é o do atual secretário de Segurança do Distrito Federal, Anderson Gustavo Torres. O delegado é amigo do titular da Secretaria-Geral da Presidência, Jorge Oliveira, desde a época em que o atual ministro era chefe de gabinete do deputado Eduardo Bolsonaro (PSL-SP), filho do presidente. Torres, por sua vez, era assessor parlamentar de Fernando Francischini, hoje deputado estadual pelo PSL do Paraná. Alinhado com a pauta de segurança pública de Bolsonaro, o delegado representaria uma mudança de perfil no cargo.

“É um nome natural e de total confiança do presidente, que nós apoiamos”, afirmou o deputado Felipe Francischini (PSL-PR), filho de Fernando e presidente da Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) da Câmara. Torres já atuou em áreas como inteligência e combate ao crime organizado.

A insistência de Bolsonaro em mudar o diretor-geral da PF desencadeou uma crise na corporação e se tornou novo foco de desgaste para Moro, que já perdeu o comando do Conselho de Controle de Atividades Financeiras (Coaf). Além do Coaf, o ministrou sofreu outros reveses, como o “desconvite” que foi obrigado a fazer à cientista política Ilona Szabó e o fato de Bolsonaro ter ignorado suas sugestões para o decreto de armas.

Em entrevista ao jornal Folha de S.Paulo, na terça-feira, Bolsonaro disse que estava “tudo acertado” com o ministro sobre a substituição de Valeixo.

Na prática, a cúpula da PF está alarmada com a interferência do presidente nos trabalhos internos desde que ele anunciou a saída do superintendente da corporação no Rio, Ricardo Saadi, no dia 15 de agosto.

Na época, a resistência de Valeixo em aceitar o nome sugerido por Bolsonaro, o do delegado superintendente da PF no Amazonas, Alexandre Saraiva, acabou por colocá-lo na mira do presidente. “Se eu não posso trocar o superintendente, posso trocar o diretor-geral”, afirmou Bolsonaro, na ocasião.

Em sua equipe, Valeixo se cercou de nomes que trabalharam com a Lava Jato, entre eles o de Igor Romário de Paula, ex-titular da operação no Paraná. Igor foi nomeado diretor de Investigação e Combate ao Crime Organizado (Dicor) da Polícia Federal, posto já ocupado por Valeixo. Além dele, foi indicado como diretor executivo Disney Rosseti, ex-superintendente da PF em São Paulo entre 2015 e 2018.

“Essa história de arejar a PF é que não entendemos. Se era para arejar, por que não se falou nisso em janeiro, quando foi trocada a administração da PF? O que deu errado de janeiro para cá? Por que esse movimento agora?”, criticou o presidente da Associação Nacional de Delegados da Polícia Federal, Edvandir Paiva, em referência à declaração de Bolsonaro de que era preciso dar uma “arejada” no comando da PF.

Bolsonaro nega que sua interferência na PF tenha ligação com a investigações envolvendo o senador Flávio Bolsonaro (PSL-RJ), seu filho primogênito. Flávio é suspeito de ter se beneficiado, quando era deputado estadual, em esquema de “rachadinha” na Assembleia Legislativa do Rio – irregularidade que consiste em fazer o servidor devolver parte do salário ao parlamentar.

No Planalto, auxiliares do presidente afirmam que a relação entre ele e Moro melhorou, mas os dois já tiveram conversas muito duras. Um dos momentos mais tensos ocorreu em 23 de agosto, antes da cerimônia do Dia do Soldado. Seis dias depois, momentos antes de descer a rampa que dá acesso ao Salão Nobre do Palácio do Planalto, ao lado do ministro, Bolsonaro e ele haviam tido um diálogo ríspido por causa da insistência do presidente em mudar a direção da PF. Naquele dia, Moro quase deixou o cargo.

Em um gesto de reaproximação, Bolsonaro o chamou de “patrimônio nacional” em cerimônia no Planalto.

Ex-superintendente da PF no Paraná por duas vezes, Valeixo trabalhou com Moro na investigação do caso Banestado, há 15 anos. O atual diretor-geral da PF ficou à frente da diretoria de Combate ao Crime Organizado durante três anos na gestão de Leandro Daiello, o mais longevo comandante da corporação.

A intenção de Bolsonaro não é só mexer na Polícia Federal. O presidente já sinalizou que vai fazer mudanças também na Agência Brasileira de Inteligência (Abin) e na Receita Federal.

ESTADÃO CONTEÚDO

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Presidente do Chile condena falas de Bolsonaro sobre pai de Bachelet

O presidente do Chile, Sebastián Piñera, disse em pronunciamento nesta quarta-feira (4) não compactuar com as falas do presidente Jair Bolsonaro sobre o pai de Michelle Bachelet, alta comissária da ONU para direitos humanos e ex-mandatária do Chile.

Piñera, um dos principais aliados regionais de Bolsonaro, afirmou que “toda pessoa tem o direito de ter seu juízo histórico sobre os governos dos anos de 1970 e 1980, mas que essas visões devem ser expressas com respeito às pessoas”.

“Não compartilho em absoluto à menção feita pelo presidente Bolsonaro por respeito a uma ex-presidente do Chile e, especialmente, em um tema tão doloroso como a morte de seu pai.”

Piñera também reforçou que seu compromisso sempre foi com a democracia, a liberdade e os direitos humanos “em todo o tempo, lugar e circunstância”.

Bolsonaro atacou nesta quarta o pai de Michelle Bachelet, Alberto Bachelet, que foi torturado e morto pela ditadura militar de Augusto Pinochet.

A crítica veio após Bachelet dizer em uma entrevista coletiva em Genebra, na Suíça, que o Brasil sofre uma “redução do espaço democrático”, especialmente com ataques contra defensores da natureza e dos direitos humanos.

“Michelle Bachelet, seguindo a linha do [presidente francês Emmanuel] Macron em se intrometer nos assuntos internos e na soberania brasileira, investe contra o Brasil na agenda de direitos humanos (de bandidos), atacando nossos valorosos policiais civis e militares”, escreveu o presidente em uma rede social.

“Diz ainda que o Brasil perde espaço democrático, mas se esquece de que seu país só não é uma Cuba graças aos que tiveram a coragem de dar um basta à esquerda em 1973, entre esses comunistas o seu pai brigadeiro à época”, prosseguiu Bolsonaro, que publicou também uma foto de Bachelet, quando presidente, ao lado das ex-mandatárias Dilma Rousseff (Brasil) e Cristina Kirchner (Argentina).

Alberto Bachelet era general de brigada da Força Aérea e se opôs ao golpe militar dado por Augusto Pinochet em setembro de 1973. Ele foi preso e torturado pelo regime e morreu sob custódia, em fevereiro de 1974.

A ex-presidente chilena também foi presa e torturada por agentes de Pinochet em 1975.

Mario Dujisin, que foi chefe do Departamento Internacional e Imprensa Estrangeira do Chile até o golpe de Estado, repudiou as declarações afirmando que “dizer que os militares salvaram o Chile de uma ditadura cubana é uma falsidade e uma tremenda ignorância sobre quem era [o presidente chileno] Salvador Allende“.

“Mas é claro, isso seria pedir demais à pobre cabecinha do capitão-presidente. Suas especialidades são mentiras e insultos, especialmente dirigidos a mulheres, como a senhora Macron e a senhora Bachelet. Esse maravilhoso Brasil merece algo muito melhor”, afirmou Dujisi à Folha.

Na manhã desta quarta-feira, ao sair do Palácio da Alvorada para cumprir uma agenda em Anápolis (GO), Bolsonaro voltou a criticar Bachelet e a atacar seu pai.​

O presidente disse que a alta comissária da ONU “defende direitos humanos de vagabundos”.

“[Michelle Bachelet] está acusando que eu não estou punindo policiais, que estão matando muita gente no Brasil. Essa é acusação dela. Ela está defendendo direitos humanos de vagabundos”, afirmou.

“Eu acho que não preciso falar mais nada para ela. Quando tem gente que não tem o que fazer, vai lá para a cadeira de Direitos Humanos da ONU”, acrescentou o presidente.

FOLHAPRESS

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Intacto, Moro supera em 25 pontos aprovação de Bolsonaro, mostra Datafolha

Sergio Moro continua como o ministro mais bem avaliado do governo Jair Bolsonaro (PSL), com um patamar de apoio da população que supera o do próprio presidente.

A conclusão é da mais recente pesquisa nacional do Datafolha, feita na quinta (29) e sexta-feira (30) da semana passada. Segundo o levantamento, Moro é conhecido por 94% dos entrevistados, a taxa mais alta na Esplanada.

Dentre os que afirmam conhecê-lo, 54% avaliam sua gestão à frente do Ministério da Justiça e Segurança Pública como ótima ou boa. Outros 24% a consideram regular, e 20%, ruim ou péssima —2% não responderam.

Em comparação, são 29% os entrevistados pelo Datafolha que aprovam o governo Bolsonaro, 30% os que o consideram regular e 38% os que avaliam como ruim ou péssimo (2% não responderam).

O titular da Justiça mantém esse nível de aprovação em meio às constantes “frituras” por parte do presidente, a derrotas no Congresso e à divulgação de mensagens que expuseram a sua proximidade com procuradores da Lava Jato e colocaram em dúvida a sua imparcialidade como juiz federal.

A avaliação de Moro se manteve intacta desde o último Datafolha, em julho, com variações dentro da margem de erro, que é de dois pontos percentuais, para mais ou para menos. Naquele mês, eram 55% os que consideravam sua gestão boa ou ótima, 21% avaliavam como regular e outros 21% como ruim ou péssima (3% não responderam).

 

FOLHAPRESS

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Filho mais velho de Cafu morre após infarto jogando bola

Danilo Feliciano de Moraes, filho mais velho do lateral-direito pentacampeão mundial, Cafu, morreu nesta quarta-feira (4). Aos 30 anos, ele foi vítima de um infarto enquanto jogava bola na casa da família, em Barueri, região metropolitana da cidade de São Paulo.

Segundo familiares do ex-jogador, Danilo havia participado de uma partida de dez minutos entre amigos e familiares. Enquanto esperava sentado outro jogo acontecer, para voltar a campo, passou mal.

Pessoas presentes no local tentaram reanima-lo ainda na casa. Após algum tempo, o levaram de carro até o hospital Albert Einstein, na unidade de Alphaville.

O hospital confirmou a entrada do paciente, mas não informou se ele chegou até lá com vida.

Danilo era solteiro e mais velho de três irmãos de Cafu com sua esposa Regina.

Cerca de quatro anos atrás, ele já havia sofrido outro infarto, também enquanto jogava bola na casa da família. Na ocasião, ficou alguns dias em observação protocolar em um hospital em São Paulo, mas recuperou-se.

As peladas de quarta-feira, com presença de amigos e familiares de Cafu, eram tradicionais e sempre aconteciam em sua residência em Barueri, muitas vezes acompanhadas de um churrasco.

FOLHAPRESS

Fonte: Blog do BG

 

LOCAIS

Por G1 RN

04/09/2019 19h25  Atualizado há 11 horas


Voos vão fazer parte do Aeroporto Aluízio Alves, em São Gonçalo do Amarante — Foto: Elias Medeiros/G1

Voos vão fazer parte do Aeroporto Aluízio Alves, em São Gonçalo do Amarante — Foto: Elias Medeiros/G1

A Gol Linhas Aéreas anunciou nesta quarta-feira (4) novos voos para o Aeroporto de Natal a partir do mês de novembro. A informação foi dada em uma reunião entre o presidente da companhia, Paulo Kakinoff, e a governadora do Rio Grande do Norte, Fátima Bezerra (PT). A comercialização dos novos voos já foi iniciada pela empresa.

Dos novos voos, serão três regulares a mais por semana para o Rio de Janeiro a partir de novembro. Os demais, serão sazonais, entre dezembro e março: sete novos semanais para São Paulo (Aeroporto de Congonhas), sete para Brasília e dois para Goiânia.

De acordo com o Governo do RN, a Gol aumentou o número de voos de 512 para 608 por mês no estado, um crescimento de 18,75%. A alíquota de Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) paga pela empresa no QAv será de 5%.

Desde junho, quando o Governo do RN assinou o decreto que reduz o imposto sobre combustível de aviões a até 0%, já foram anunciados mais 44 voos semanais para o Rio Grande do Norte, sendo 29 regulares e 15 sazonais. “Cabe ao governo fazer uma política tributária inteligente e transparente. A mudança que fizemos na cobrança do ICMS foi de forma responsável, dialogando com os setores interessados. Esperamos que, em breve, a Gol possa trazer mais voos e chegar à alíquota zero”, afirmou a governadora Fátima Bezerra.

Além dos novos voos já anunciados, a Gol informou que busca operar mais um voo internacional para Buenos Aires por semana na capital potiguar – a empresa já realiza um. Segundo a empresa, a requisição foi feita e está sob análise dos órgãos reguladores.

Fonte: G1RN

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