Por G1

 

O Espírito Santo se despede do ex-governador Gerson Camata, assassinado ontem. Termina o prazo para quem não votou no 2º turno das eleições justificar a ausência. Sai pesquisa sobre o gasto dos brasileiros no réveilllon. E ainda: a aposta nos bolões para a Mega da Virada e as fotos que marcaram o ano na retrospectiva do G1. O que é notícia nesta quinta-feira:

NACIONAIS

Adeus a Gerson Camata

Gerson Camata será velado hoje em Vitória — Foto: Reprodução/TV Gazeta

Gerson Camata será velado hoje em Vitória — Foto: Reprodução/TV Gazeta

O ex-governador do Espírito Santo Gerson Camata, assassinado ontemem Vitória, será velado e sepultado hoje. A despedida começa pela manhã no Palácio Anchieta e termina em um cemitério na cidade de Serra. O político foi morto ontem com um tiro após uma discussão com um ex-assessor por conta de uma ação na Justiça. O homem confessou o crime e está preso.

Lava Jato no RJ

O doleiro brasileiro Bruno Farina, investigado pela Lava Jato no Rio de Janeiro e sócio do ‘doleiro dos doleiros Dario Messer, foi preso pela Interpol na noite desta quarta-feira (26) no Paraguai, segundo informações do site do jornal ‘ABC Color’. Ele é acusado de formar uma organização criminosa que movimentou R$ 1,6 bilhão em 52 países.

Eleições 2018

Os eleitores que não compareceram às urnas no 2º turno das eleições em 28 de outubro têm até hoje para justificar a ausência. O não comparecimento sem justificativa é punido com multa que varia entre R$ 1,05 e R$ 3,51. Se o eleitor não votar e não justificar três vezes sem quitar as multas devidas, o título é cancelado, o que pode impedir o cidadão de obter passaporte e carteira de identidade, por exemplo.

Réveillon

O gasto médio do brasileiro com as compras e comemorações de réveillon este ano será de R$ 290,96, segundo mostra uma pesquisa feita pela Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL) e pelo Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil). Quase metade (47%) dos brasileiros consultados pelo levantamento e que vão festejar o Ano Novo pretendem comprar alguma peça de roupa para a chegada de 2019.

Retrospectiva G1

Em um ano com notícias impactantes, a retrospectiva do G1 mostra, mês a mês, as fotos que marcaram 2018.

Mega da Virada

As apostas na tradicional Mega da Virada estão a todo vapor. De acordo com a Caixa, são cerca de 13 mil lotéricas em todo o Brasil trabalhando para que algum sortudo comece o novo ano diferente com os R$ 280 milhões. Os bolões estão entre as apostas que mais dividem a opinião dos possíveis e futuros milionários. Há quem sonhe em ganhar a bolada sozinho e quem aposte nos bolões entre amigos, familiares, colegas de trabalho ou organizados pelas lotéricas. Veja algumas dessas histórias.

Previsão do tempo

O dia deve ser de temporais no Acre, Rondônia e grande parte do Amazonas. Em 10 capitais, principalmente as do Nordeste, o sol aparece com força, de acordo com os meteorologistas. Veja as temperaturas pelo país no vídeo abaixo:

Veja como fica a previsão do tempo

Veja como fica a previsão do tempo

Curtas e rápidas

Você compraria carro usado na mão do Queiroz?

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A boa notícia é que Fabrício Queiroz está bem. A ótima notícia é que o ‘faz-tudo’ de Flávio Bolsonaro emergiu do seu álibi hospitalar para revelar ao país que não é o sujeito desonesto que muitos imaginavam. Ao contrário, o amigo do clã Bolsonaro é um exemplo a ser seguido.
Se você está desempregado ou recebe um salário abaixo das necessidades, seus problemas acabaram. Largue tudo o que não está fazendo. Reorganize-se como um Queiroz. E realize o sonho da movimentação bancária “atípica”. Ele repousa sobre quatro rodas. E está ao alcance de todos.
“Eu sou um cara de negócios, eu faço dinheiro”, declarou Queiroz ao SBT. “Compro, revendo, compro, revendo. Compro carro, revendo carro, sempre fui assim. Gosto muito de comprar carro de seguradora. Na minha época lá atrás, comprava um carrinho, mandava arrumar, revendia. Tenho uma segurança.”
O resultado, como se sabe, foi estupendo. Entre janeiro de 2016 e janeiro de 2017, Queiroz movimentou R$ 1,2 milhão na sua conta bancária —média de R$ 100 mil por mês. Coisa incompatível com os cerca de R$ 23 mil que Queiroz recebia como motorista e segurança de Flávio Bolsonaro na Assembleia Legislativa do Rio e policial militar.
Queiroz poderia ter atuado como laranja do filho mais velho de Jair Bolsonaro. Ele poderia ter transformado sua conta em esconderijo para ocultar um pedágio extraído dos contracheques dos assessores do gabinete de Flávio Bolsonaro. O ‘faz tudo’ poderia ter efetuado vários saques na boca do caixa para distribuir dinheiro vivo aos Bolsonaro por baixo da mesa. Mas Queiroz estava apenas —quem diria?!?— comprando e revendendo automóveis.
A crise poupou Queiroz. Tudo poupou Queiroz. Ele parecia ter descoberto a camuflagem perfeita para passar pelo mundo incólume. Disfarçado de assessor do primogênito da dinastia Bolsonaro, Queiroz comercializaria veículos a vida inteira sem que ninguém suspeitasse. Mas de repente…
Sobreveio a Operação Furna da Onça, que pilhou uma penca de deputados estaduais fluminenses no contrapé. Acionado, o Coaf mapeou o vaivém atípico de dinheiro nas contas de dezenas de assessores da Alerj. Entre eles Fabrício ‘Compro e Revendo’ Queiroz…
Não fosse pela indiscrição do Coaf, Queiroz poderia se abster de declarar “não sou laranja”, pois ninguém suspeitaria que sua conta pudesse abrigar uma espécie de caixa dois com verbas da folha do gabinete de Flávio Bolsonaro.
Queiroz tampouco precisaria justificar os R$ 24 mil repassados à futura primeira-dama Michelle Bolsonaro —”O nosso presidente já esclareceu. Eu tive um empréstimo de R$40 mil e eu passei dez cheques de R$ 4 mil.”
Num mundo sem Coaf, Queiroz também não teria de fugir de uma pergunta sobre os oito assessores de Fabrício Bolsonaro que realizaram depósitos regulares em sua conta —”Esse mérito de dinheiro eu queria explicar ao Ministério Público.”
Agora que já veio à luz a explicação “plausível” que Flávio Bolsonaro dissera ter escutado do seu ex-assessor há 20 dias, a plateia já pode tirar suas próprias conclusões. Descobriu-se que Queiroz atribui a movimentação bancária atípica de R$ 1,2 milhão à compra e revenda de carros. Não foi exibido um mísero documento.
Quanto aos depósitos feitos na conta atípica por oito assessores de Flávio Bolsonaro, Queiroz nega a existência de uma “caixinha” fornida com verbas da folha do gabinete. Mas ele se nega a explicar o que motivou tantos depósitos. Alega que prestará os esclarecimentos ao Ministério Público. De resto, Queiroz ecoa o lero-lero sobre o “empréstimo” de R$ 40 mil supostamente recebido de Jair Bolsonaro. Mas não exibe comprovantes nem explica as razões que levaram um correntista atípico a pedir dinheiro emprestado.
A certa altura, Queiroz resumiu numa frase o objetivo de sua aparição às vésperas da posse de Jair Bolsonaro. “Quero pedir desculpa à família Bolsonaro. Tira a imprensa deles. Vem em cima de mim. Eu sou o problema, não eles.”
Quem não quiser fazer papel de bobo deve iniciar a avaliação sobre o caso respondendo rapidamente uma indagação tão simples quanto embaraçosa: Você compraria um carro usado na mão do Queiroz?
JOSIAS DE SOUZA
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Dessalinização que Bolsonaro busca em Israel já existe no Brasil desde 2004. Inclusive no RN

A  dessalinização , apontada pelo presidente eleito Jair Bolsonaro como solução a ser buscada em Israel para a falta de água no semiárido nordestino, já é realidade no Brasil  desde 2004, quando o governo federal lançou o programa Água Doce. Coordenada pelo Ministério do Meio Ambiente (MMA), a ação atende hoje 230 mil pessoas e não conta com parceria do governo israelense. Segundo o ministério, a tecnologia “é a mesma utilizada nas grandes usinas de dessalinização instaladas pelo mundo”.
Os sistemas de dessalinização implantados pelo projeto, em parceria com instituições federais, estaduais e municipais, captam as águas subterrâneas salobras e salinas. Essa água bruta passa pelo dessalinizador e é distribuída para a comunidade por meio de chafarizes.
Os efluentes gerados no processo de dessalinização são encaminhados para tanques de evaporação. Em algumas comunidades, estes resíduos vão para um sistema integrado de produção, onde são produzidas tilápias e forragem para o rebanho local. No Rio Grande do Norte, há uma unidade piloto implantada que utiliza energia solar fotovoltaica, aponta o MMA.
No total, há 575 sistemas de dessalinização em funcionamento, sendo 234 no Ceará, 44 na Paraíba, 29 em Sergipe, 10 no Piauí, 68 no Rio Grande do Norte, 45 em Alagoas e 145 na Bahia. Outras 147 estações estão em obras. Os estados de Pernambuco, Minas Gerais e Maranhão também firmaram convênios e estão, no momento, na fase inicial de diagnóstico. O número geral de sistemas contratados, nas mais diversas etapas, é de 924.
O investimento médio para cada sistema de dessalinização é de R$ 250 mil, considerando os custos relativos ao diagnóstico, implantação (equipamento e obras), apoio à gestão e um ano de monitoramento e manutenção. Um sistema atende, em média, 400 pessoas, informou o Ministério do Meio Ambiente.
A ideia de fortalecer as relações entre Brasil e Israel foi sacramentada quando Bolsonaro declarou, assim que foi eleito, que iria transferir a embaixada brasileira de Tel Aviv para Jerusalém. Segundo uma fonte da equipe de transição do próximo governo, existe a expectativa de o Brasil aumentar suas exportações para aquele mercado. A balança comercial com o país foi desfavorável ao Brasil em US$ 767 milhões no ano passado.
O GLOBO
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Equipe econômica de Bolsonaro vê falta de entrosamento como entrave a reforma

Painel
Pedras no caminho Integrantes da equipe econômica de Jair Bolsonaro (PSL) atribuíram nos últimos dias a desentendimentos com o time do futuro chefe da Casa Civil, Onyx Lorenzoni (DEM-RS), parte da responsabilidade pela demora na definição do projeto do novo governo para a reforma da Previdência. Arestas em discussões técnicas sobre as mudanças nas aposentadorias retardaram o avanço da equipe, diz um deles. Também não há consenso sobre a melhor estratégia para ganhar celeridade no Congresso.
Osso duro Um dos obstáculos que apontam é a necessidade de incorporar sugestões dos irmãos economistas Arthur e Abraham Weintraub, que trabalham com Onyx e defendem um sistema batizado como fásico, com benefícios menores para quem se aposentar mais cedo e com pouco tempo de contribuição.
Digestão Auxiliares do futuro ministro da Economia, Paulo Guedes, tiveram dificuldade para compreender a proposta dos irmãos, que colaboram com Bolsonaro desde a campanha eleitoral, mas aceitaram adotar alguns aspectos no projeto final.
PAINEL FOLHA

PF descobre em Cumbica que ‘volume excessivo’ no sutiã da passageira era cocaína


A Polícia Federal prendeu, no Aeroporto Internacional de São Paulo, em Guarulhos/Cumbica, em ações entre sexta-feira, 21, e domingo, 23, oito passageiros tentando embarcar com drogas em voos internacionais. Na sexta, 21, a PF prendeu um casal de brasileiros, ele com 23 anos, ela com 25, tentando embarcar para Frankfurt, na Alemanha, transportando aproximadamente 20 quilos de cocaína em fundo falso da mala.
Em outra ação, já no sábado, 22, a PF prendeu um italiano de 83 anos de idade, tentando embarcar para Lisboa, com cerca de três quilos de cocaína em fundo falso da mala.
No mesmo dia outra equipe de policiais, que fiscalizava as bagagens despachadas, prendeu uma brasileira de 54 anos que tinha como destino final Paris. O aparelho de raio-x detectou que uma mala continha substâncias ‘com aparência de droga’. O narcoteste, realizado por perito criminal federal, resultou positivo para cocaína, com aproximadamente dois quilos que estavam em três volumes dentro de um embrulho de papel de presente.
Outra equipe de policiais, em nova ação, abordou uma brasileira de 25 anos, que ia embarcar para Lisboa. Ela confessou ter engolido cápsulas com drogas. Encaminhada para o hospital e após a extração foi realizado o teste na substância que resultou positivo para cocaína.
Já no domingo, 23, policiais federais prenderam uma outra brasileira de 26 anos, que tinha como destino final Hong Kong, após ser detectado que havia um ‘volume excessivo’ no sutiã da passageira, que posteriormente confessou estar transportando droga.
No plantão policial, após a revista pessoal, foi constatado que nos bojos do porta-seios havia um forro e substância líquida acondicionada em preservativos. A pericia constatou que se tratava de cocaína líquida.

Também no domingo, a PF prendeu na fila de check-in um casal de brasileiros ‘que aparentavam certo nervosismo’. O homem de 21 anos, ela de 22, tinham Lisboa como destino. Após submeter suas malas no aparelho de raio-x, ‘foi identificada a existência de matéria orgânica na bagagem’.
Duas malas foram abertas e nelas os federais encontraram seis invólucros, com cerca de cinco quilos de cocaína.
Todos os presos foram encaminhados a um presídio estadual, à disposição da Justiça.
ESTADÃO CONTEÚDO
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Temer vai excluir corrupção do indulto natalino, diz Jungmann

O ministro da Segurança Pública, Raul Jungmannconfirmou nesta quarta-feira, 26, que o presidente Michel Temer excluirá crimes de corrupção do indulto natalino deste ano, conforme antecipou a Coluna do Estadão. Segundo o ministro, o decreto será assinado até sexta-feira, 28. A decisão foi acertada nesta quarta, durante reunião no Palácio do Planalto.

Jungmann também ressaltou que o texto excluirá, além de corrupção, crimes contra a administração pública e sexuais contra crianças. O indulto é voltado para extinção da pena para condenados por crimes comuns (não hediondos). “Precisa cumprir requisitos de tempo de pena cumprida e bom comportamento. Os requisitos são bem rigorosos se comparados aos anteriores”, acrescentou o ministro ao Broadcast Político.
Esta semana, Temer mudou de ideia e decidiu que vai conceder o benefício a presidiários mesmo sem o Supremo Tribunal Federal (STF) ter concluído julgamento sobre o decreto do ano passado, contestado pela Procuradoria-Geral da República (PGR). Sem o decreto, seria a primeira vez que o presidente não assinaria o indulto de Natal desde a redemocratização do País. O chefe do Executivo pode conceder esse indulto aos detentos uma vez ao ano e cada decreto possui critérios específicos.
O presidente Temer vai acatar o pedido feito pelo defensor público-geral federal em exercício, Jair Soares Júnior, que solicitou que o decreto de indulto fosse editado para este ano, alegando que o Brasil possui a terceira maior população carcerária do mundo. “Neste contexto, a Defensoria Pública da União entende que a não edição do decreto de indulto no presente ano agravará sobremaneira o estado de coisas inconstitucionais vivenciado no sistema carcerário, razão pela qual se faz necessária a edição de novo decreto de indulto antes de encerrado o ano de 2018, nos termos do Decreto nº 9.246, de 21 de dezembro de 2017”, pediu.
De acordo com a DPU, os condenados por crimes contra a administração pública “se tratam de absoluta minoria se comparados com a grande massa de condenados e encarcerados que podem ser contemplados pelo indulto, como forma de política criminal”.
Mais cedo, o ministro Marco Aurélio Mello, do STF, reforçou que o instrumento é tradicional no País. “O indulto é uma tradição no Brasil e eu não sei porque nós não concluímos o julgamento da Adin (ação direta de inconstitucionalidade) que impugnou o anterior, de 2017. Agora precisamos pensar nas verdadeiras panelas de pressão que são as penitenciárias brasileiras”, afirmou, questionado por jornalistas na saída do velório do advogado Sigmaringa Seixas.
ESTADÃO CONTEÚDO

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Supremo pode proibir João de Deus de atuar

Instado a decidir sobre pedido de liberdade para João de Deus, o Supremo pode impedi-lo de exercer a atividade profissional. Um ministro ouvido pela Coluna compara o caso ao de Roger Abdelmassih, que perdeu o direito de atuar como médico. Também acusado de abuso sexual por dezenas de mulheres, o médium recorreu à Corte para tentar deixar a prisão. Pelo menos cinco dos onze ministros do Supremo já se consultaram com João de Deus. Os magistrados podem se declarar impedidos de atuar nas ações que o envolvem, mas essa é uma decisão de foro íntimo.
Algoritmo. O pedido de habeas corpus foi distribuído a Gilmar Mendes, mas caberá ao presidente do STF, Dias Toffoli, decidir a respeito do caso no plantão do Judiciário. Os dois ministros e Luís Roberto Barroso já se consultaram com o médium. A Coluna apurou que Luiz Fux e Rosa Weber também o conhecem.
Deixa disso. O médium teria participado, inclusive, da posse de Rosa Weber na presidência do TSE em agosto. Desde quinta-feira, a Coluna questiona o TSE sobre quem o convidou, mas sem resposta. Fux também não se manifestou.
COLUNA DO ESTADÃO

Fonte: Blog do BG
 

 

 

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