Por G1

 

MP aguarda decisão da Justiça sobre o pedido de prisão de João de Deus. O que se sabe do atirador da catedral de Campinas. Bolsonaro passa por novos exames em SP. Cinema: o que esperar do novo ‘Mogli’.

NACIONAIS

João de Deus

Justiça de Goiás vai decidir se aceita ou não pedido de prisão preventiva de João de Deus

Justiça de Goiás vai decidir se aceita ou não pedido de prisão preventiva de João de Deus

O Ministério Público Estadual de Goiás (MP-GO) pediu a prisão preventiva do médium João de Deus, suspeito de praticar abusos sexuais em mulheres durante tratamentos espirituais, em Abadiânia, na região central de Goiás. Ele diz ser inocente. A Justiça acatará ou não o pedido a qualquer momento. O G1 acompanha.

Ataque em Campinas

Policia vai notificar testemunhas para prestarem depoimento em Campinas

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Atrito com vizinhos, infância alegre e vivência católica: o que se sabe do atirador que matou 5 na catedral de Campinas.

Bolsonaro

O presidente eleito Jair Bolsonaro fará exames hoje no hospital Albert Einstein, em São Paulo. Ele deve desembarcar na capital paulista por volta de 9h30 e viajar ao Rio após o procedimento médico.

PIS-Pasep

Começa a ser pago hoje o abono salarial PIS do calendário 2018-2019, ano-base 2017, para os trabalhadores da iniciativa privada nascidos em dezembro. No caso do Pasep, que é pago para servidores públicos por meio do Banco do Brasil, o pagamento começa para quem tem final da inscrição 4.

Cinema

Por que há um novo “Mogli” pouco mais de dois anos depois do lançamento do live action da Disney? G1 explica. Veja também trailers de ‘Aquaman’, ‘Colette’ e ‘Intimidade entre estranhos’, que estreiam nesta semana nos cinemas.

Curtas e Rápidas:

Previsão do tempo

Veja como fica o tempo na quinta-feira (13)

Veja como fica o tempo na quinta-feira (13)

Hoje é dia de…

  • Dia do Cego
  • Dia Nacional do Forró
Fonte: G1

Caso Coaf é o primeiro teste da estratégia de poder e comunicação de Bolsonaro

Por Bruno Boghossian
Passaram-se sete dias desde a revelação de que um assessor de Flávio Bolsonaro movimentou R$ 1,2 milhão em um único ano e deu umcheque de R$ 24 mil à mulher de Jair. De saída, a família julgou que devia poucas explicações, mas o episódio tem potencial para depreciar um dos principais ativos do próximo presidente.
Bolsonaro já demonstrou que pretende governar com o poder das redes sociais, escorado em sua popularidade. Embora pareça uma boa ideia, a estratégia carrega seus riscos. Se o presidente depende de constante aprovação, manchas na imagem também podem drenar sua força.
O silêncio e as explicações dadas pela metade não abafaram o caso. Informações que vieram a público ao longo da semana acentuam as suspeitas de que o gabinete de Flávio na Assembleia do Rio obrigava funcionários a devolverem parte de seus salários —mecanismo conhecido como “pedágio” ou “rachadinha”.
Fabrício Queiroz, ex-motorista de Flávio, não conseguiu justificar os depósitos que recebia em sua conta no dia do pagamento dos outros servidores. Também não disse por que sacava o dinheiro logo depois. Não há provas de que os Bolsonaros tenham se beneficiado de alguma ilegalidade, mas as interrogações não ajudam a família.

As suspeitas levantadas são especialmente danosas porque Bolsonaro se elegeu sob a bandeira da rejeição ao sistema e da tolerância zero com a corrupção. A cobrança de pedágio é um dos hábitos mais ordinários da velha política —assim como a contratação de funcionários fantasmas e o recebimento de auxílio-moradia sem necessidade.

O presidente eleito dobrou a aposta nesta quarta (12). Ao fim de uma transmissão no Facebook, disse: “Se algo estiver errado, que paguemos a conta”. Assim, Bolsonaro reforça o exercício do poder em linha direta com seus eleitores, como afirmou em sua diplomação. Se não conseguir apresentar um esclarecimento completo sobre o caso, ele pode conhecer o lado amargo desse plano.

Governadores eleitos pedem a Moro liberação de recursos para presídios

Em crise financeira e sem capacidade para investir na segurança pública, governadores eleitos se reuniram nesta quarta-feira, 12, com o futuro ministro da Justiça, Sérgio Moro, e pediram a ele que os recursos do Fundo Penitenciário (Funpen) sejam automaticamente repassados aos Estados. Hoje o dinheiro é liberado apenas após a aprovação de um projeto apresentado pelos governos estaduais.
Segundo o governador eleito do Distrito Federal, Ibaneis Rocha (MDB), a distribuição dos recursos seria feita de acordo com a população carcerária. O repasse seria maior para onde há maior concentração de presos.
A transferência automática é um dos seis pontos fundamentais apresentados pelos governadores na reunião com Moro e os presidentes das cortes superiores do Judiciário. A justificativa dos governadores eleitos é que o dinheiro do Funpen poderia ser usado na construção de novas unidades prisionais ou na revitalização das atuais.
Em entrevista após o encontro, Ibaneis e os governadores eleitos de São Paulo, João Doria (PSDB), e do Rio de Janeiro, Wilson Witzel (PSC), não souberam dizer se o futuro governo Bolsonaro concorda com o repasse.
“Dos governadores, respondo pelo meu Estado e a destinação vai ser usada do modo correto. Não há a menor possibilidade de esse recurso ser usado para custeio”, afirmou Doria.
ESTADÃO CONTEÚDO
DO BLOG: A senadora Fátima Bezerra esteve presente na reunião e foi uma das que questionou ao futuro ministro qual será a linha de atuação e o que será prioridade.

Endividado, PT suspende viagens de dirigentes e revê contratos de aluguel

Painel / FOLHA SP
Apertando o cinto Asfixiada por dívida superior a R$ 4 milhões após a campanha eleitoral, a direção do PT decidiu tomar medidas para equilibrar suas finanças. Viagens de funcionários e dirigentes serão suspensas até janeiro. A folha de pagamento do diretório nacional será revista, assim como aluguéis e contratos com prestadores de serviços. “As reservas financeiras mantidas pelo PT esgotaram-se”, diz comunicado assinado pela presidente da sigla, Gleisi Hoffmann, e pelo tesoureiro, Emídio de Souza.
Pires na mão Os petistas dizem que o dinheiro do Fundo Partidário, que deve render R$ 93 milhões para a legenda no próximo ano, é insuficiente para seus compromissos. Eles planejam lançar uma campanha de arrecadação na internet e pedir contribuições a parlamentares e filiados.
Passando a limpo Os dirigentes também prometem apresentar em breve à executiva nacional novas regras para controle interno, incluindo um sistema de conformidade nos moldes dos que têm sido adotados por empresas para inibir a prática de corrupção.
Com juros Outra preocupação dos petistas são as ações que enfrentam na Justiça. A Procuradoria-Geral da República pede a devolução de R$ 19 milhões do Fundo Eleitoral gastos no período em que o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva manteve registro como candidato mesmo preso.
Fonte: Blog do BG

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