PONTO DE VISTA: O DIABÓLICO DIAS TOFFOLI TENTA DAR MAIS UM GOLPE CONTRA A DEMOCRACIA

Caro(a) leitor(a),

Precisamos ficar atentos e alertas quanto a essa questão do juiz de garantias que foi introduzido no texto do projeto de lei do pacote anticrime pelo congresso nacional, que foi condenado pelo ministro Sergio Moro, mas inexplicavelmente sancionado pelo presidente Bolsonaro e agora passa a ser de total interesse do presidente do STF Dias Toffoli. Nós já sabemos o porquê disso. É muito fácil concluir que esse expediente do juiz de garantias é mais uma artimanha da Organização Criminosa, cujo STF faz parte, para proteger a bandidagem e principalmente os criminosos do colarinho branco. A coisa é tão absurdamente explícita que a Associação dos Magistrados Brasileiros – AMB entrou com Ação Direta de Inconstitucionalidade (ADIN) no STF contra a criação do Juiz de Garantias. SÓ isso já é suficiente para qualquer cidadão com pelo menos dois neurônios na cabeça entenda que é algo absurdo e que só virá a beneficiar os criminosos. Portanto, caro(a) leitor(a) precisamos começar 2020 nos mobilizando. Ir paras as ruas é a única saída para que consigamos manter a Ordem e o Progresso nesse país. 

Em primeira reunião do ano, Toffoli discute “juiz de garantias” e interesse é preocupante

O juiz de garantias determina que cada processo penal seja acompanhado por dois juízes: o juiz de garantias atua apenas na fase da investigação criminal, e o prosseguimento da apuração e a sentença ficam a cargo de outro magistrado.

No texto original do pacote anti-crime – criado pelo ministro Sérgio Moro – não continha a parte referente ao juiz de garantias, a inclusão foi feita pelo Congresso. Moro pediu a exclusão da figura, porém o pacote anti-crime foi sancionado com o juiz de garantias incluso.

A reunião incluindo Toffoli no CNJ será o primeiro compromisso do ministro fora do STF este ano. O grupo é composto por dois ministros do Superior Tribunal de Justiça (STJ) e mais sete magistrados.

O grupo de trabalho criado por Toffoli, terá como meta avaliar e elaborar um estudo relativo aos efeitos da aplicação da norma nos órgãos do Judiciário. O prazo para a conclusão dos trabalhos do ato normativo é 15 de janeiro.

A questão intrigante é o alucinado empenho que Toffoli está dando ao caso… Afinal, qual o seu real interesse no assunto?

da Redação

Fonte: Jornal da Cidade On Line

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