PONTO DE VISTA: O BRASILEIRO NÃO PODE CONTINUAR ASSISTINDO O HUMOR NEGRO CIRCENSE DA CPI DA COVID. É SIMPLESMENTE FÉTIDO E INTRAGÁVEL

Caro(a) leitor(a),

Diante do comentário político, conciso, eloquente e convincente do jornalista Carlos Junior a seguir, não me resta muito a acrescentar, pois suas palavras são muito claras e cristalinas, para qualquer pessoa, até mesmo a da mais incipiente cognição entender o que está havendo no nosso congresso nacional. O circo que foi armado com o único objetivo de sangrar o governo Bolsonaro até a sua completa inanição é muito nítido e óbvio. Você me acompanha, aqui no Blog do Saber sabe que não estou nenhum pouco satisfeito com a postura de Bolsonaro diante dos políticos do Centrão e das negociações feitas para se manter no cargo a todo custo. Um custo muito alto, cuja fatura já começa a ser cobrada e o resultado nós já sabemos que será péssimo para o Brasil e os brasileiros. Mas não é tentando destituí-lo do cargo ou mesmo destruindo a sua imagem com o objetivo de inviabilizá-lo como candidato às eleições de 2022 que teremos um Brasil melhor no próximo ano. Muito pelo contrário. Toda a energia que está sendo empregada com esse objetivo vai deixar um rastro de destruição, caos e calamidade não na imagem de Bolsonaro, mas na economia, na educação, na saúde e principalmente na dignidade do povo brasileiro. Quando os gananciosos que só pensam no poder terminarem o seu confronto não restará muita coisa para governar, pois teremos uma economia quebrada, uma taxa de desemprego como nunca vista antes, um número de mortos pela covid muito maior do que se poderia imaginar até mesmo depois de terem sido ceifadas 420 mil vidas e a educação que há muito tempo anda na sarjeta, estará nos subterrâneos dos esgotos povoados por ratazanas, vermes e fedor. Pode ser muito forte o que estou falando, mas é iminentemente REAL. Venho clamando que você que lê este Blog  compartilhe estas informações com o máximo de pessoas que você ama e do seu conhecimento, pois não temos outra forma de lutar contra essa podridão que avança e só aumenta dia a dia na nossa sociedade. Por isso eu peço: compartilhe, compartilhe, compartilhe e compartilhe!

COLUNA: CPI da Covid tem objetivo político-eleitoral muito claro

Publicado em 07.05.2021

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Enquanto Europa e Estados Unidos presenciavam um aumento no número de casos e óbitos provocados pelo coronavírus em meados de setembro e outubro, prefeitos e governadores no nosso país desativavam hospitais de campanha e leitos para o atendimento de pacientes com a doença. Todos os sinais de que a segunda onda iria acontecer por aqui eram claros. Não via quem não queria. Os resultados estão aí para o leitor tirar suas próprias conclusões.

Parte importante do dinheiro enviado pelo governo federal aos estados e municípios acabou indo parar no bolso dos amigos do rei – e dos próprios reis. Não sou que digo isso: é a Polícia Federal (PF). O dito ‘Covidão’ colocou inúmeros gestores na mira da Justiça, com dois deles perdendo seus respectivos mandatos – os governadores Wilson Witzel (PSC-RJ) e Carlos Moisés (PSL-SC), mas este último conseguiu retornar ao cargo nesta sexta-feira (7).

Em um país sério – que não é evidentemente o caso do Brasil – e com pessoas sérias, tais fatos seriam motivos para banir da vida pública seus respectivos protagonistas, além de colocá-los no xilindró.

Temos no Senado Federal uma Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) instalada para supostamente investigar práticas e omissões do poder público no combate à pandemia. Os supracitados serão os alvos prioritários? Não. Quem irá sangrar e ter o dedo apontado na cara é o governo Bolsonaro.

A narrativa apresentada pelo establishment é a seguinte: o governo foi omisso ao não decretar um lockdown nacional, demorou para comprar vacinas e distribuiu remédios sem eficácia comprovada cientificamente. Vira e mexe a tragédia de Manaus (AM) é colocada na conta. Para os antibolsonaristas, tais fatos são mais do que suficientes para a instalação da CPI – muitos deles têm um juízo completamente formado da questão e não escondem o desejo de ver o presidente da República no banco dos réus.

Pois bem, a realidade mostra que (I) prefeitos e governadores tiveram liberdade para decretar medidas restritivas após decisão do Supremo Tribunal Federal (STF), (II) a vacina Oxford/AstraZeneca foi comprada em agosto de 2020 pelo governo federal, em uma época que a sua equivalente da Pfizer/BioNTech sequer era lembrada e (III) há inúmeros estudos comprovando a eficácia de remédios como cloroquina e ivermectina – o uso de ambos não é e nunca foi obrigatório. Não me espanta que tais fatos sejam alardeados como crueldades do governo Bolsonaro, mas dá preguiça. Como dizia Nelson Rodrigues, nada é mais difícil e cansativo do que defender o óbvio. É um truque besta que não engana rigorosamente ninguém.

Se o governo Bolsonaro não tem culpa no cartório, por que temer a CPI? A resposta deve levar em consideração o presente estado de coisas no país. Ele demonstra a canalhice contida nessa farsa megalomaníaca vestida com trajes moralizantes.

Em primeiro lugar: essa CPI tem um objetivo político-eleitoral muito claro. Dos onze membros, apenas quatro são considerados governistas – e nem mesmo são. Uma investigação contra o Executivo conduzida por seus adversários declarados é uma piada de péssimo gosto. Ninguém é tonto o bastante para não admitir que a instalação dessa CPI visa desgastar Bolsonaro e minar a sua reeleição em 2022. O que querem os senhores Randolfe Rodrigues (Rede-AP), Renan Calheiros (MDB-AL), Humberto Costa (PT-PE) e tutti quanti é um palanque eleitoral antes do tempo. Além, é claro, tentar emplacar algum factoide para complicar a vida do governo na Justiça.

Cabe lembrar que não vivemos em uma democracia normal, muito menos em uma República. O atual regime de governo vigente no país é a juristocracia, no qual o Poder Judiciário governa, legisla e julga, ou seja, tem o poder absoluto nas mãos e não deve satisfações a ninguém. O inquérito do fim do mundo, conduzido pelo ministro Alexandre de Moraes, violou de modo irreversível as normas do Direto e do Código de Processo Penal, instaurando o relativismo jurídico a bel-prazer de quem julga. Se não há confiança no Judiciário – e ele se transformou em um poder onipotente e ilimitado –, a democracia morre. E como se pode confiar no Supremo com as repetidas declarações políticas de seus membros contra o chefe do Executivo?

A origem dessa CPI é autoexplicativa: decisão monocrática de um ministro do STF. O mesmo que disse que o presidente defendeu a tortura e a ditadura. Não há dúvidas de que esse circo foi montado contra o governo. A inclusão de prefeitos e governadores na investigação foi um prêmio de consolação muito chinfrim – além de ilegal, pois essa responsabilidade é das Câmaras Municipais e Assembleias Legislativas.

Se a preocupação fosse mesmo para com os responsáveis pela pandemia, o establishment estaria clamando por uma união do Brasil com as grandes nações em uma resposta conjunta contra a China. A ditadura comunista chinesa omitiu informações, perseguiu médicos e censurou jornalistas que nada mais fizeram do que o seu trabalho em alertar sobre a gravidade da doença enquanto era tempo. Isso sem falar na suspeita de o vírus ter sido criado em laboratório – eu não acredito nessa hipótese, mas o estudo de uma cientista embasa a possibilidade. Ao invés disso, a classe política abaixa as calças para a China e aponta o dedo em riste a Bolsonaro.

Não é pela saúde. É política pura e simples. Essa CPI da COVID é canalhice e nada mais.


Referências:

1.https://noticias.r7.com/prisma/augusto-nunes/os-larapios-do-covidao-03032021

2.https://www.poder360.com.br/coronavirus/medica-diz-que-coronavirus-foi-criado-em-laboratorio-chines-governo-nega/

Jornalista. Escreve sobre politica brasileira e americana com análises não vistas na grande mídia.

Fonte: Conexão Política

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