Caro(a) leitor(a),

Só num país como o Brasil, “o país das maravilhas”, acontece algo tão bizarro como esse inquérito instaurado pelo STF contra os procuradores da MPF, onde o ministro Alexandre de Moraes é investigador, julgador, relator e vítima ao mesmo tempo. Não! Não é apenas bizarro, também é surreal e mal assombrado. Enfim, não consigo achar na língua portuguesa uma palavra para definir essa barbaridade! Deveria ser constrangedor e vergonhoso para os ministros do STF. Creio que alguns deles, os que têm vergonha na cara, estão se sentindo assim. Tipo, Rosa Weber, Luiz Fux, Barroso e até Edson Fachin. Agora, os insanos Dias Toffoli, Gilmar Mendes e Ricardo Levandowisk, os três patetas, não devem estar nem ai, pois são três sem noção!

Dodge diz que Moraes, além de investigador e julgador, é o relator e a vítima. Impossível a “neutralidade”

No momento, o importante é aprovar as reformas para o país não quebrar. Uma interferência entre poderes poderia provocar uma crise institucional e até guerra civil.

Numa democracia devemos cobrar sim uma atitude dos “nobres” senadores. Pedidos de impeachment não faltam. Basta o Davi Alcolumbre acolhê-los.

Enquanto isso, a Procuradora Geral da República, segundo nota de Renan Ramalho em O Antagonista, “recorre contra suspensão de fiscalizações da Receita” (apenas uma dessas barbaridades):

Raquel Dodge pediu à Primeira Turma do STF para derrubar decisão de Alexandre de Moraes que suspendeu apurações da Receita sobre 133 contribuintes, incluindo autoridades e as mulheres de Gilmar Mendes e Dias Toffoli.

Ela diz que a suspensão, bem como o afastamento de dois auditores, não estavam no objeto inicial do inquérito, aberto por Toffoli sob o pretexto para apurar notícias falsas sobre os ministros.

“Como o inquérito tramita sob sigilo e ainda não foi enviado à PGR, não se sabe ao certo se outros fatos, além do previsto na portaria de instauração e dos outros dois tratados na decisão agravada, também não se encontram, atualmente, sendo investigados”, diz a PGR.

“Há uma peculiaridade agravante: além de exercer o papel processual de investigador e julgador, o ministro-relator é potencial vítima dos fatos investigados. Não há como imaginar situação mais comprometedora da imparcialidade e neutralidade dos julgadores”, diz em outro trecho.

#STFVergonhaNacional

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