PONTO DE VISTA: A COMUNIDADE INTERNACIONAL PRECISA POR UM FREIO NISSO OU FICAREMOS SEM OPÇÃO

Caro(a) leitor(a),

A situação nesse conflito entre Rússia e Ucrânia é delicadíssima e muito grave, pois ao peitar os Estados Unidos e a União Europeia e iniciar uma guerra covarde o ditador Wladimir Putin abre caminho para uma escalada armamentista sem precedentes e mostra que está disposto a conquistar toda a região territorialmente, como já demonstra ameaçando a Suécia e a Finlândia diante da inércia dos aliados da OTAN. Isso é péssimo, pois a coisa vai caminhar para uma situação fora de controle, que pode culminar com uma 3ª guerra mundial. A passividade da comunidade internacional, apenas assistindo de camarote o massacre da Rússia sobre a Ucrânia, abre um forte precedente pra que Putin amplie a sua hegemonia em toda a região da Criméia. E se isso acontecer é temerário acreditar que ele vai se contentar com isso.

Então, apesar da delicadíssima situação a comunidade internacional precisa se posicionar urgentemente, com sanções econômicas e, se for necessário, militares também.

Após invadir Ucrânia, Rússia faz ameaças contra Finlândia e Suécia

Declaração acende alerta na Europa.

Arquivo | Flickr

Depois de invadir a Ucrânia, a Rússia voltou a subir o tom e realizou ameaças que aumentam as tensões no cenário europeu.

A porta-voz do Ministério das Relações Exteriores da Rússia, Maria Zakharova, sinalizou nesta sexta-feira (25) eventual retaliação contra Finlândia e Suécia se eles passarem a integrar a Organização do Tratado do Atlântico Norte (OTAN).

Desde a última semana, o grupo militar internacional ficou ainda mais no centro dos conflitos entre Ucrânia e o governo do presidente Vladimir Putin.

“Todos os estados membros da Organização para a Segurança e Cooperação na Europa [OSCE] em sua capacidade nacional, incluindo Finlândia e Suécia, reafirmaram o princípio de que a segurança de um país não pode ser construída à custa da segurança de outros”.

A fala ocorre no mesmo dia em que representantes dos dois países europeus se reuniram com o conselho da Aliança Atlântica.

“A adesão à Otan provocaria graves retaliações militares e políticas”, garantiu.

Fonte: Conexão Política

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