OPINIÃO: O SISTEMA PRESIDENCIAL DE COALIZÃO É UM CÂNCER E ESTÁ FALIDO

Caro(a) leitor(a),

Não é de hoje que se tornou público e notório as relações perigosas de Dias Toffoli com advogados suspeitos e executivos das empreiteiras OAS e ODEBRESCHT, como por exemplo a reforma feita na casa dele pela OAS ou da atuação da mulher dele em uma banca de advocacia e que depositava uma mesada de R$ 100 mil em sua conta. Esses fatos foram manchete em vários jornais de grande circulação, não é segredo pra ninguém! Mas, infelizmente, a nossa bendita Constituição praticamente blindou esses togados e para puni-los ´quase impossível. Até quando vamos ficar de braços cruzados assistindo a tudo isso e morrendo de inanição? Então, não dá mais para continuar da forma que está. Temos que fazer uma revolução na nossa política. Mudar o regime político é primordial e essencial. O presidencialismo de coalizão é totalmente inviável. Precisamos de um novo plebiscito para aprovar a mudanção para o parlamentarismo. Isso precisa crescer nas redes sociais. Por isso, você que é brasileiro, patriota e quer dias melhores para o seu país, divulgue essa publicação para o máximo de pessoas possível!

As “relações perigosas” e as perguntas que Dias Toffoli se nega a responder

O empresário Marcelo Odebrecht revelou que o ministro Dias Toffoli era “O Amigo do Amigo do Meu Pai”.

Por conta disso, uma revista foi censurada e surgiu, em seguida, o malfadado “Inquérito das Fake News”.

Uma verdadeira “Ditadura da Toga” foi instalada no Brasil.

Autoridades que deveriam zelar pelo cumprimento do texto constitucional, estão pisoteando a nossa Constituição.

Paralelamente, no caso específico do ex-presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), questionado pela revista que havia mandado censurar, sobre uma teia de ‘relações perigosas’ que mantinha, ele permanece calado.

Diz a revista:

“Marcelo Odebrecht detalha tratativas da empreiteira com advogados de confiança de Toffoli à época em que ele era advogado-geral da União para cooptá-lo com o fim de favorecer a empreiteira.

A reportagem mostrou ainda detalhes de pagamentos de outra empreiteira, a OAS, para uma reforma na casa do ministro.

No depoimento, prestado em maio passado, Marcelo apontou os advogados Sérgio Renault e Luiz Tarcísio Teixeira Ferreira como os intermediários da relação da empreiteira com Toffoli. A frente de aproximação com o então advogado-geral da União do governo Lula teria sido coordenada por Adriano Maia, então diretor jurídico do grupo.

A respeito dessa teia de relações, vista pelo grupo de procuradores que até junho atuava nos casos da Lava Jato que envolve autoridades com foro privilegiado como possível ‘fato penalmente relevante’, que merece ser investigado, as seguintes perguntas foram enviadas a Toffoli:

Em algum momento o sr., como advogado-geral da União, seja como ministro do Supremo, habilitou os advogados Luiz Tarcísio Teixeira Ferreira e Sérgio Renault a atuarem como seus interlocutores junto à Odebrecht? Se sim, por quê?

Em que bases se dava a relação do sr. com os referidos advogados?

Que relação o sr. mantinha com o advogado Adriano Maia no período em que atuou como advogado-geral da União?”

Toffoli permanece no mais absoluto silêncio.

da Redação

Fonte: Jornal da Cidade Online

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