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OPINIÃO: A IMPRENSA DA DIREITA SEMPRE COLOCANDO PANOS QUENTES

No discurso do presidente Jair Bolsonaro desta manhã ele tenta explicar e até certo ponto consegue o desastroso discurso de ontem a noite. Está muito claro que se o discurso da noite anterior tivesse sido satisfatório ele não precisaria fazer outro hoje de manhã. Portanto, se o presidente ouvisse seus assessores não pagaria tantos micos e, ao invés da amargar uma imagem desgastada que hoje ostenta teria um belo índice de popularidade. Quando ele descobrir que temos dois ouvidos e uma boca pra ouvir mais e falar menos talvez consiga recuperar a popularidade perdida, se é que já não bastante tarde. Leia a reportagem a seguir e assista ao vídeo para tirar as suas conclusões!

Em novo e forte discurso, Bolsonaro acaba com a demagogia criada pela oposição e imprensa (veja o vídeo)

Jair Bolsonaro

Na manhã desta quarta-feira, 25, o presidente da República, Jair Bolsonaro, em entrevista coletiva na saída do Palácio da Alvorada, reforçou o pronunciamento de ontem, e expôs com ainda maior clareza a real situação brasileira.

Bolsonaro reforçou novamente a tese de que a economia será afetada de forma estrondosa se os governadores continuarem com suas decisões extremistas.

“Nós temos aproximadamente 38 milhões de autônomos no Brasil, uma parte considerável desses não estão ganhando o seu ganha pão, o que tinha na geladeira em casa já acabou, não tem renda e tem família. Na CLT, as empresas não estão produzindo nada, zero. […] Não tem como pagar o seu pessoal”, explicou Bolsonaro.

O chefe do Executivo ainda salientou que as medidas extremas irão afetar o produtor rural, que não irá mais produzir e, se caos persistir, servidores públicos também serão afetados.

“O que precisa ser feito? Botar esse povo para trabalhar, preservar os idosos, preservar aqueles que têm problema de saúde, mais nada além disso. Caso contrário o que aconteceu no Chile vai ser ‘fichinha’ perto do que vai acontecer aqui”, disse o presidente.

E continuou:

“Eu apelo a vocês da imprensa. […] Nós temos que tomar decisões nestes momentos difíceis, não é eu procurar a mídia e ter um discurso de calamidade e de histeria, como se eu fosse o pai todos os brasileiros. […] Alguns poucos governadores, em especial Rio e São Paulo, estão fazendo uma demagogia barata em cima disso e pra esconder outros problemas se colocam junto a mídia como salvadores da pátria.”

Confira:

da Redação

Fonte: Jornal da Cidade On Line

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