OPINIÃO: A ESQUERDA PODE TUDO, JUSTIFICA TUDO E FICA POR ISSO MESMO?

Caro(a) leitor(a),

É muito interessante como a esquerdopatia tem justificativa para tudo que passa pelo miolo mole dessa gente e o pior é que conseguem convencer as autoridades que avaliam e filtram o que pode e o que não pode ser livremente veiculado nas mídias em geral. Essa trupe consegue emplacar coisas como “Precisamos Matar o Presidente”, uma peça teatral que pretende incentivar o assassinato do presidente Bolsonaro. É algo surreal e bizarro. Não a ideia, não a vontade, mas a possibilidade de isso ser liberado livremente. A ideia, avontade e o pensamento existe em qualquer lugar do mundo. O que assusta e é de arrepiar é justamente essa possibilidade já citada. É incrível, mas é iminentemente real!

Grupo brasileiro vai estrear peça teatral ‘Precisamos Matar o Presidente’

Redação

Publicado em 26.02.2021

Por  

 

Reprodução

O grupo carioca Blabonga Cia Teatral, segundo o portal Diário do Rio, vai lançar a peça teatral “Precisamos matar o presidente”, do diretor e ator Davi Porto.

De acordo com o site, os organizadores do evento visam expandir um modelo de encenação virtual para apresentar ao público, a partir do dia 06 de março.

O conteúdo será transmitido online através da plataforma Doity.

Dessa vez, sob pretexto de manifestação artística e cultural, o grupo mira no atual governo, sob comando do presidente Jair Bolsonaro.

O espetáculo assim como qualquer outra arte nasce de uma necessidade. Seja ela financeira, romântica ou existencial. A pandemia acabou unindo todas essas necessidades que juntas ultrapassaram toda a relutância que existia de levar o teatro para o mundo virtual. Somada a necessidade surgiu o descaso do governo atual, que ainda transformou cada artista em inimigo do estado”, disse o diretor da obra, Davi Porto, ao Diário do Rio.

E acrescentou:

Eu acredito que na vida política tem muito aquela coisa de você repudiar as pessoas, de você discordar das pessoas. Isto é uma ordem natural, mas de repente tudo que restou foi o ódio. Entender esse ódio, esse sentimento e a relação com a vida dos artistas foi algo que me cativou. A ideia não é matar o presidente. A ideia não é matar ninguém. A ideia é transformar essa força, esse ódio, esse sentimento motriz em algo como o teatro.”

Reação

O secretário nacional de Fomento à Cultura do governo federal, André Porciúncula, usou as redes sociais para repudiar a peça teatral. Segundo ele, esse tipo de conteúdo tem sido promovido por ausência de dinheiro público, que em gestões anteriores eram disponibilizadas sem tanto rigor fiscal.

“Eis o tipo de ‘peça’ que uma elite militante doentia (agora desesperada com a perda do dinheiro público) promoveu na cultura nas últimas décadas. O resgate cultural será lento e trabalhoso, mas devolveremos a cultura a sanidade dos valores do homem comum”, declarou.

Lei de Segurança Nacional 

A exposição da peça teatral ‘Precisamos Matar o Presidente’ deve reacender um debate ainda mais aprofundado sobre Lei de Segurança Nacional (LSN).

Recentemente, o ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), usou como base a LSN para ordenar a prisão de Daniel Silveira, deputado federal, detido no dia 16 deste mês após publicar um vídeo em que tece críticas e xingamentos aos integrantes da Corte. No conteúdo divulgado em suas redes sociais, o parlamentar disse que os onze ministros do Supremo deveriam ser destituídos do cargo.

Um dos artigos citados da lei, citado por Moraes, foi o 18, que classifica como crime o ato de “tentar impedir, com emprego de violência ou grave ameaça, o livre exercício de qualquer dos Poderes da União ou dos estados”.

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