FÍSICA QUÂNTICA: A GLANDULA PINEAL COMO FERRAMENTA PARA LIGAR O MUNDO FÍSICO AO NÃO FÍSICO – PARTE 4

Nesta terça-feira estamos publicando a 4ª parte do artigo acerca da glândula pineal como uma ferramenta para ligar o mundo físico ao não físico. Este trecho, tanto quanto o anterior eu super recomendo pelo fato de detalhar ainda mais todas as características e realçar o trabalho dessa importante glândula na produção dos hormônios melatonina e serotonina e a correlação desse ciclo de trabalho dia/noite com os astros sol e lua. Confesso que pela primeira consegui entender o funcionamento dessa poderosa glândula com mais clareza. Portanto, convido você a ler o texto completo a seguir e expandir a sua mente!

Um novo campo abre para a ciência com os estudos e as pesquisas da glândula pineal, principalmente através da ciência médica e nela especificamente, pela especialidade Astrobiologia.

De um lado está o conhecimento teórico-científico atual relacionado à mecânica quântica, com possibilidade da existência de outras realidades ou de outras dimensões e, de um outro lado está a percepção associada também à existência de realidades, mas estas como dimensões do corpo e da alma.

Entretanto, estes dois entendimentos apesar de mencionarem distintas noções de realidades, já começam a ter pontos de convergência.

Hoje a ciência tradicional com seus estudos em laboratórios de pesquisas, já se aproxima da comprovação científica, que integra o corpo e a alma e, tudo já leva a crer, que o órgão responsável por esta integração é a glândula pineal.

 

Na tomografia a glandula pineal tendo cristal de apatita ela aparece como um ponto branco – Imagens da Internet

A psicobiofísica é a ciência que integra a psicologia, a física e a biologia. Em relação a biologia ela estuda no cérebro o lobo frontal responsável pela razão. Esta ciência pesquisa como o cérebro funciona eletricamente através de estudos, que se estendendo à física servem de substrato ao pensamento crítico, que por sua vez estende-se à psicologia.

A glândula pineal provavelmente seja a única estrutura do corpo humano, que sendo estudada pelo enfoque das três ciências anteriormente mencionadas, parece possuir capacidade de captar informações que estão além do mundo físico. Mas, não basta só a existência desta glândula no cérebro humano, é também necessária a estrutura cônica-cerebral que vai até o córtex frontal.

Esta glândula converte ondas eletromagnéticas em estímulos neuroquímicos e isto foi comprovado cientificamente pelos cientistas Vollrath e Semm, em seus artigos publicados na revista científica Nature, de 1988.

Os seres de outras realidades interferem ou interagem com o ser humano através de seu campo eletromagnético – biomagnetico (aura), que é convertido pela glândula pineal em estímulos eletro neuroquímicos.

   
O mundo paralelo interage com o ser humano através de seu campo eletromagnético – biomagnetico (aura) – Fotos de Antônio Carlos Tanure

Aquele que vibra pensamentos e emoções ao nível da frequência do mental sutil (5ª camada de seu campo biomagnetico), ele assim procedendo já alcança possibilidade de sintonizar com outras realidades, em processo mental de intermediação.

A ciência oficial já não nega de imediato vida após a morte. Interação com mundo paralelo ou de vibração mais acelerada já está sendo pesquisada em centros medico-científicos.

Assim, não existe oposição gratuita à interação entre o que é chamado de mundo “espiritual” ou realidade 02 e o que é chamado de mundo físico tido“real” ou realidade 01. Estudos neste sentido já estão começando a ser realizados por metodologia cientifica.

De acordo com Dr. Sérgio Felipe de Oliveira, psiquiatra, doutor em neurociências e mestre em Ciências pela Universidade de São Paulo, a glândula pineal é um órgão perto do centro do cérebro, que coordena a produção de proteínas, enzimas e hormônios no organismo humano.

Ele menciona, que o organismo humano como em “uma fábrica” funciona em etapas, desde de suas menores partes ao nível microscópico até às suas maiores partes ao nível anatômico. Todas as partes desta “sofisticada fabrica” têm que estar bem coordenadas, com cada uma delas funcionando bem em função de sua natureza, para no final o que está sendo produzido, se mostre com correção.

A glândula pineal coordena a natureza externa/biosfera com a natureza interna do organismo humano, adaptando a primeira à necessidade da segunda, para transformar a química do corpo humano de acordo com a ausência e a presença do Sol ou, quando é noite e dia.

Assim, na medida em que vai anoitecendo, a glândula pineal vai aumentando a produção do hormônio melatonina e também estimulando a sonolência própria de sua função. E, o inverso também acontece, quando vai amanhecendo e o Sol aparecendo, vai diminuindo a sua produção e, se inicia o despertar.

O despertar agora com o dia já claro pela luz do Sol o hormônio produzido é serotonina, envolvido no ritmo biológico, regulando apetite, ansiedade, aprendizado, memória e atividade motora.


A glândula pineal vai aumentando a produção de melatonina, na medida que vai escurecendo – Imagem da Internet

De acordo com Dr. Sérgio Felipe de Oliveira, Astrobiologia é uma ciência que envolve todos os seres viventes possuidores da glândula pineal e não só o ser humano. E ela funciona como um relógio controlador da natureza interna do organismo humano, compatibilizando-o de acordo com a natureza externa ao derredor.

Assim, não só o ser humano como também todos os seres viventes, são possuidores desta glândula, que coordena seus organismos de acordo com a presença do Sol, mas também com a da Lua, que são respectivamente seus indutores de acordar/trabalhar e de dormir/descansar.

Como “observa” a glândula pineal estes dois corpos celestes, para que possa coordenar    os seres viventes para os momentos de movimentar e de parar em suas vidas, a ciência tradicional ainda não sabe.

O que ela sabe, é que na parte central do cérebro chamado de guia encéfalo originam três brotos. Dois deles prolongam para fora e dão origem os olhos em suas órbitas. O terceiro vai dar origem a glândula pineal, que permanece onde já está bem perto do centro do cérebro.

Portanto, já a partir de suas formações existe uma relação entre os olhos e a glândula pineal. A retina dos olhos capta a luz, que vai servir não só à mente para formar imagens, mas também para sinalizar à glândula pineal momentos como dia e como noite, que são “sentidos” por ela respectivamente como mais claro e mais escuro

A glândula pineal com o padrão de uma glândula endócrina produz hormônio melatonina, que cai na circulação sanguínea com a necessidade de chegar em todas células do corpo.

E este hormônio que ela produz varia de quantidade na dependência das presenças do Sol ou da Lua e, o porquê destas interferências astrofísicas são desconhecias pela ciência oficial. Só agora elas começam a ser pesquisadas pela especialidade medica Astrobiologia, diz o estudioso e pesquisador da neurociência Dr. Sérgio Felipe de Oliveira.

Esta ciência procura identificar onde “localiza” o que é chamado por alguns de “mundo espiritual” e por outros de realidade paralela 02, onde se acham os “mortos” ou os que fisicamente “já se foram”.

Astrobiologia em seus estudos e pesquisas pergunta, este mundo ou realidade está em algum local do universo? Ele está mais próximo e está relacionado ao Sol e à Lua?

Esta ciência pergunta ainda, este mundo está em qualquer ponto da Via Láctea? Ou, está em outra dimensão paralela ao espaço físico ocupado pelo Sol e pela Lua, portanto, está em uma outra dimensão deste espaço sideral (astrofísico), como uma alternativa razoavelmente mais aceita?

E a glândula pineal pela sua sensibilidade e própria funcionalidade em função das presenças físicas do Sol e da Lua, possuiria uma melhor percepção deste espaço astrofísico não fisicamente visível e sinalizado energeticamente por estes dois corpos celestes? Ela ao capta-lo, funcionaria de acordo com ele?

Os corpos celestes Sol e Lua que são presenças visíveis na realidade física humana, são ao mesmo tempo referencias não visíveis deste espaço astrofísico, chamado por alguns de mundo de realidade 02 e por outros de “mundo espiritual” já mencionados? Será que a glândula pineal capta as ondas magnéticas deste espaço, que está relacionado a estes dois corpos celestes?

Hoje, impressiona mesmo em ruinas, o que foi deixado por uma civilização no Vale do Teotihuacán – México, destacando-se ali a Pirâmide do Sol, a Praça da Lua e a estrada dos mortos. Estas ruinas da civilização Teotihuacán trazem à ciência arqueológica muitas perguntas e poucas repostas do verdadeiro sentido destas imponentes e milenares construções. Talvez estejam ali como símbolos, que informam conhecimentos de uma época ainda muito mais antiga, portanto informações de tempos já havidos e já perdidos de uma outra ciência – Imagens da Internet

É necessário que se acrescente nesta parte do texto, a muito os pesquisadores de Dakila sabem, que destes dois corpos celestes fisicamente visíveis Sol e Lua originam-se anéis, que energeticamente invisíveis são delimitadores de realidades paralelas.

Realidades como mundos onde se acham seres, não mais ostentando corpos densos como os corpos físicos humanos, inclusive, existindo aqueles que os possuindo ainda na Terra, não os tem mais depois que transpuseram estes anéis ou, depois que “morreram”.

Estes anéis estão em volta do sistema Terra ou, da realidade 01 inserida dentro do primeiro anel, que depois dele está o espaço astrofísico ou a realidade 02 invisível delimitada por um segundo anel, onde se encontram aqueles que já fizeram sua passagem para esta realidade paralela ou, para este “mundo espiritual”.

No espaço astrofísico relacionado ao Sol os anéis delimitadores identificam espaços de vibração mais acelerada, compatível com mundos também mais vibráteis. Mas é no espaço astrofísico da Lua através de seu anel, que “entrelaça” a realidade 01 física visível à realidade não visível 02 ou, a realidade paralela dos que já sem mais corpos físicos, “fizeram sua passagem”, morreram.

O entendimento do mundo não visível, aproxima-se mais da mecânica quântica, “construída” pela “leitura matemática” do infinitamente pequeno ou, do sem sentido de distância no que na realidade física se convencionou ser chamado de espaço.

Os pesquisadores de Dakila já possuidores da sabedoria da informação começam a dar seu “salto quântico”, quando começam também a gerarem a “neblina” e aprenderem transpô-la, para alcançarem além da realidade física o mundo paralelo.

  
Aqueles já em frequência mental acelerada e possuidores da sabedoria da informação, já começam a construir seu futuro, com a força direcionada de seu pensamento – Imagens da Internet

Aquele que seu processo cocriador ou de realização mental, foi “construído” durante a noite, relaciona-se ao seu futuro e, se foi durante o dia ele relaciona-se ao seu passado.

A luz do Sol na frequência de 162 mil hertz projeta o passado ou, à realidade presente-passado. E, luz/penumbra da Lua na frequência de 84 mil hertz, projeta o futuro.

Estes marcadores de tempo como luzeiros no firmamento do céu separam o dia e a noite. O grande luzeiro (Sol) “governa” o dia e o pequeno luzeiro (Lua) “governa” a noite.  Eles separam a luz e as trevas e, o ser humano neste contexto de existir, se insere no grande relógio do tempo.

O ser humano desde que foi criado, se conduz pelo grande relógio do tempo, que em função dele experiencia, ao se mover/trabalhar durante o dia e parar/descansar durante a noite. Este seu conduzir “regido” pelas presenças hormonais serotonina-melatonina, insere no primeiro de seus ciclos do tempo, possibilitando-lhe também fisicamente enxergar e constatar.

Hoje, ele em seu constante constatar fisicamente, conhecer e mentalmente despertar, abre para ele uma melhor compreensão do início de tudo, com conhecimentos cada vez mais precisos da radiação da luz, através de tecnologias mais avançadas.

Com seus atuais conhecimentos fornecidos pela Ciência Lilarial, ele agora já sabe mais verdadeiramente através desta nova ciência, a radiação de fundo são ondas moduladoras entrelaçadas originadas da irradiação primaria, que navegam pelo Cosmo e carregam informações dos padrões originais de tudo que é, foi e será criado.


A radiação de fundo como ondas moduladoras entrelaçadas originadas da irradiação primaria, navegam pelo Cosmo – Imagem da Internet

De acordo com Dr. Sérgio Felipe de Oliveira, a glândula pineal é sensível às dimensões astrofísicas, que vibrando em velocidade infinita, mostram (comparativamente) como estradas totalmente desimpedidas, enquanto a realidade física como a da Terra vibrando muitíssimo mais devagar, mostra-se nesta comparação como um caminho repleto de empecilhos.

Ainda de acordo com ele, para facilitar a compreensão de uma dimensão mais acelerada, como a quarta dimensão associada à noção de tempo, deve-se imaginar um ventilador com três pás, que não estando em movimento podem não só serem vistas, como também os espaços entre elas.

Mas, se as três pás forem movimentando com velocidade cada vez maior, a visão das mesmas antes individualizadas vai cada vez mais desaparecendo, na mesma proporção que vão desenvolvendo mais velocidade (acelerando), até que ficando sem espaços entre elas, se mostram como um só corpo.

Com este exemplo, pode-se concluir, o que flui ou o que move está associado à noção de tempo (menos ou mais rápido), que está inserida em tudo em que o ser humano experiencia em seu dia a dia ou, no que ele sente como espaço em sua realidade física.

O que é chamado de matéria, é de grosso modo formado por átomos constituídos pelos seus núcleos e pelos seus elétrons externos e, são estes girando em grande velocidade, que dão a visão ilusória de matéria.

O que o ser humano julga ver, grande parte dele é espaço vazio e, se a matéria em suas formas de objetos tem aparente consistência, ela é dada pelos elétrons que neles giram externamente em altíssima velocidade.

Ele está cada vez mais vai alcançando a compreensão dos segredos do universo e com eles procurando encontrar novas saídas para outros mundos em sua irrevogável jornada evolutiva, assim se sincroniza com os marcadores do ciclo do grande relógio do tempo, buscando o eterno caminho da Luz, que tudo criou.

A ocasião de agora é a de se sintonizar à frequência moduladora, para se ascender à uma outra realidade mais vibrátil (5ª dimensão). Portanto, é o momento dele mentalmente se estimular o máximo e aumentar a potencialidade de sua glândula pineal através das frequências de luz, para que alcance “passagem” às dimensões de realidade mais vibrátil, de mais luz.

A ocasião é de estimular o máximo a potencialidade da glândula pineal através de frequências de luz – Imagem da Internet

A “Janela” já está aberta, entrelaçando a realidade 01 daqueles que nela ainda biologicamente vivos experienciam e a realidade paralela 02 ou daqueles que “já se foram/morreram”.

Portanto, interações entre estas duas realidades estão cada vez mais se consolidando, permitindo perceber de maneira mais consistente que a vida continua, que não existe a morte com o sentido de tudo terminado com o seu “séquito” de tristeza e de perda total.

Fonte: Pegasus Portal

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