EUA DECIDEM DEIXAR DE EXIGIR TESTE DE COVID-19 PARA VIAJANTES INTERNACIONAIS

EUA deixam de exigir testes de Covid-19 a viajantes internacionais

Segundo a imprensa americana, medida passa a valer a partir da meia-noite do próximo domingo (12);

INTERNACIONAL  

por Agência EFE

EUA decidem deixar de exigir testes de covid-19 a viajantes internacionais

CAROLINE BREHMAN/EFE

Os Estados Unidos deixarão de exigir aos viajantes internacionais que façam teste negativo de Covid-19 realizado nas últimas 24 horas para entrar no país, anunciou no Twitter um dos porta-vozes da Casa Branca Kevin Muñoz.

O anúncio oficial acontecerá nesta sexta-feira (10) e marcará o fim de uma das principais medidas dos EUA para evitar a propagação da Covid-19 através de viagens internacionais.

A emissora CNN, que antecipou a notícia, explicou que a nova norma entrará em vigor a partir da meia-noite de domingo (12).

Os Centros de Controle de Doenças (CDC, na sigla em inglês) do governo reavaliarão a situação em 90 dias e decidirão se a exigência de testes de Covid-19 deve ou não ser reimplementada, disse a CNN, citando um alto funcionário do governo.

Os requisitos de Covid-19 para viajantes internacionais estavam em vigor desde janeiro de 2021 e foram implementados pelo presidente dos EUA, Joe Biden.

Inicialmente, as regras exigiam que os viajantes internacionais apresentassem comprovação de teste negativo realizado nos últimos três dias para entrar no país. Mas, em novembro do ano passado, quando a variante ômicron disparou o número de casos, Biden estabeleceu que os testes de Covid-19 deveriam ser realizados 24 horas antes da entrada em território americano.

Além disso, ficou estabelecido que quem não é cidadão americano ou residente permanente deve apresentar documentação que comprove que está vacinado contra a Covid-19.

Este requisito permanecerá em vigor, uma vez que a única alteração é a regra sobre testes de Covid-19.

As principais companhias aéreas dos EUA e o setor de turismo pressionam há meses o governo Biden para remover as restrições devido à Covid-19, argumentando que estavam prejudicando o turismo internacional.

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