ESTUDOS TEOLÓGICOS: O ENIGMÁTICO EVANGELHO DE SÃO TOMÉ – PARTE 5

A nossa coluna ESTUDOS TEOLÓGICOS desta segunda-feira vamos estudar a 5ª parte do evangelho de Tomé. Um estudo sob a ótica da física quântica. O Evangelho de São Tomé trás muitas revelações importantes, inclusive a de que Jesus o tempo todo ensinou física quântica. Então vamos continuar desvendando esse enigmático evangelho!

Compreendendo o Evangelho de Tomé

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Jesus de Nazaré – O Cristo:   “Prestai atenção àquele que vive enquanto estais vivos, para que, ao morrerdes, não fiqueis procurando vê-lo sem conseguir.”

O ser humano experiencia em uma realidade físico-biológica, que a constata com seus sentidos normais e, entre eles utiliza-se mais constante sua visão física, que não mais a terá, quando estiver experienciando em outra e paralela realidade (morto) e, nela a maneira que antes via, procurando fisicamente constatar, não mais a terá.

O “mundo dos espíritos” (realidade 02) é um mundo invisível à visão física, ele faz parte ainda da terceira dimensão (com ela se entrelaça, faz transição), mas já em uma frequência de vibração percebida agora pela visão mental (“3ª visão”), como uma realidade mais translucida, mais sutilizada.

Não se consegue ver o vento, mas ele é sentido e, nesta analogia o mundo dos mortos (“espiritual”) está em uma frequência de realidade não fisicamente vista, mas pode ser sentida/percebida no mundo dos vivos, como suaves arrepios corpóreos motivados pela aproximação dos mortos (“espíritos”), entre muitas outras formas de interações com esta realidade paralela (entrelaçamento de seus campos de energia).

 
Imagens das ruas estreitas da atual Jerusalém que nelas hoje estão lojas comerciais. Na última foto calçando parte da rua, estão algumas pedras guardadas por policiais e que foram retiradas mais ou menos a cinco metros de profundidade, portanto elas são da verdadeira rua em que por ela passou Jesus, carregando a sua cruz dois mil anos atrás – Fotos de Antônio Carlos Tanure.

Jesus de Nazaré – O Cristo:  “Por que o homem (um samaritano carregando um cordeiro a caminho da Judéia) está carregando o cordeiro?  Enquanto o cordeiro estiver vivo (se for para mata-lo e come-lo), ele não o comerá, mas somente depois que o tiver matado e que o cordeiro se tornar um cadáver. Vós, também (não poderíeis fazer de outro modo) buscai um lugar para vós no repouso, a fim de que não vos torneis um cadáver e sejais devorados.”

O ser humano vive seu cotidiano buscando-se reencontrar, se perceber em sua verdadeira realidade divina mesmo que de forma inconsciente, mas quase sempre infelizmente se deixa conduzir de maneira contraria a este objetivo. Não caminha na Linha B ou do Meio de suas Três Linhas da Vida.

Ausenta-se do sentimento de tranquilidade, ao conduzir sua vida por conflitos e embates com interesses egoísticos e até cruéis, tornando-se” um cadáver que vai sendo devorado” e sendo destruído no turbilhão de suas próprias paixões.

Orgulho, vaidade, arrogância, ganancia e inveja são os “lixos” mais constantes que o ser humano vai mental e emocionalmente gerando e acumulando. Expressando-os através de seus pensamentos e ações, que vão moldando seu já “natimorto universo mental”, mas que interfere nos “universos” dos demais, através de rótulos e agressões fomentadores de diferenças e de destruição.

 
Para alguns historiadores é na Basílica acima, que está o Sepulcro de Jesus. Em seu altar é o local tradicionalmente considerado de sua crucificação. Nele está também a rocha do Calvário, que pode ser vista sob um vidro em ambos os lados do altar, que debaixo dele existe um buraco, onde sua cruz foi levantada junto com as de dois malfeitores – Imagens da Internet.

Jesus de Nazaré – O Cristo: “Dois repousarão sobre um leito: um morrerá, o outro viverá. Eu sou aquele que existe a partir do indivisível (respondendo a Salomé, a ele que tinha acomodado em seu divã e comido em sua mesa). Recebi algumas das coisas de meu pai…. Eu sou seu discípulo…. Por isso digo que, se for destruído, ele estará pleno de luz, mas, se ele estiver dividido, estará pleno de trevas.”

Jesus no mundo denso da matéria foi possuidor de corpo físico e tinha a noção dele ser temporal/passageiro, que morreria para ressuscita-lo e a seguir transmuta-lo, para um definitivo corpo de luz atemporal/eterno.

Ele como discípulo do “Pai” possuía o poder que dele recebia. E com ele veio ensinar ao ser humano (com seu próprio exemplo) como “diluir” seu corpo físico, transformando-o em um outro mais sutil, de mais luz, para não ficarem mais à mercê das “trevas” seu coração e sua mente. Não mais ficarem na “escuridão” provocada pelas sensações de seu corpo denso.

Os ensinamentos mencionados por ele e, muitos deles através de parábolas, tinham intenção de facilitar sua compreensão àqueles que os ouviam, mas mesmo assim foram poucos aqueles que os entendiam e mesmo assim ainda em parte, como hoje também são poucos, aqueles que os aceitam pela visão de um mundo quântico. Tendo-os pelo enfoque místico-religioso e não pela percepção energético-vibratória de uma visão mais cósmico-divina.

O ser humano é um ente em corpo denso, pensante e consciente provido dos sentimentos do desejo e da vontade conduzidos pela energia do pensamento. Ele (dentro do mundo quântico) é constituído em uma estrutura orgânica funcional (corpo), possuindo ao mesmo tempo partículas (elétrons/matéria) e ondas (biofótons/luz).

Assim constituído ele é um ser que fisicamente anda (bípede), mas também é um ser sutil, que com o seu corpo mental pode pelo seu pensamento “mover/voar” por realidades paralelas, além desta marcada e limitada pela sua noção de espaço-tempo que com ela experiencia.

  
Para outros pesquisadores seria no local mostrado acima, localizado fora da atual Porta de Damasco e em um jardim, que está a tumba onde foi depositado o corpo de Jesus. Ao lado desta tumba tem uma pedreira que nela mostra algo semelhante a uma caveira (Gólgota) – Fotos de Antônio Carlos Tanure.

Jesus de Nazaré – O Cristo“Eu digo meus mistérios aos [que são dignos de meus mistérios]. Que a tua mão esquerda não saiba o que faz a tua mão direita. Havia um rico que tinha muito dinheiro. Ele disse: ‘Empregarei meu dinheiro para semear, colher, plantar e encher meu celeiro com o fruto da colheita, para que não me venha a faltar nada’. Essas eram suas intenções, mas naquela mesma noite ele morreu. Aquele que tem ouvidos para ouvir, ouça.”

Aqueles que eram mais próximos de Jesus foram por ele escolhidos pela riqueza de seus corações e por serem “dignos de seus mistérios”. Riqueza que eles depois procuraram acrescenta-la, inspirando-se nos exemplos e nos ensinamentos de Jesus, muitos destes transmitidos por parábolas, como as que incentivaram te prudência no mundo físico humano, comumente gerador de disputas.

Jesus os alertava para a sábia prudência de evitarem conflitos e não a de preocuparem em acumular riqueza passageira e ilusória dos bens materiais. Eles não deveriam esquecer, é de possuírem a verdadeira riqueza, a que não pode ser fisicamente vista.

A riqueza da iluminação da alma que deveria ser cultivada no coração de todos eles como bons sentimentos. A riqueza da alma com a iluminação pelo “espirito”, realmente com ela que ficam e a levam mesmo após a morte.


No interior da Basílica da Natividade um ponto marcado por uma estrela de prata, é tido como o local mais preciso que Jesus nasceu. – Foto de Antônio Carlos Tanure

Jesus de Nazaré – O Cristo:  “Um homem tinha convidados. E quando a ceia estava pronta, mandou seu servo chamar os convidados. O servo foi ao primeiro e disse-lhe: Meu mestre te convida. O outro respondeu: ‘Tenho dinheiro aplicado com alguns comerciantes. Eles virão me procurar esta noite para que eu lhes dê minhas instruções. Apresento minhas desculpas por não ir à ceia. O servo foi até outro e disse: Meu senhor está te convidando. Este disse-lhe: Acabo de comprar uma casa e precisam de mim hoje. Não terei tempo’. O servo foi a outro e disse-lhe: Meu senhor está te convidando’. Este disse-lhe: Um amigo vai se casar e coube-me preparar o banquete. Não poderei ir à ceia, peço ser desculpado. O servo foi a outro ainda e disse-lhe: Meu senhor está te convidando. Este disse-lhe: Acabo de comprar uma fazenda e estou saindo para buscar o rendimento. Não poderei ir, por isso me desculpo. O servo retornou e disse a seu senhor: Os que convidaste para a ceia mandam pedir desculpas. O senhor disse ao servo: Vai lá fora pelos caminhos e traze os que encontrares para que possam cear. Os homens de negócios e mercadores não entrarão no recinto de meu Pai’.”

Os seres humanos são exteriormente diferentes, mas interiormente possuem a mesma essência divina, como partículas de luz originárias de uma mesma Fonte. No momento estão todos em um mundo físico com suas diferentes personalidades e experiências, mas mesmo assim são convidados igualmente metamorfosearem seus corpos densos em corpos de luz, transmuta-los pela ressureição e se redescobrirem com a mesma luz, que de fato nunca deixaram de possui-la.

Em suas experiências cotidianas, alguns vivem o encanto pecuniário de ter e tendo vivem a ilusão dos rendimentos de ter cada vez mais. Outros preocupados com bens materiais com eles se ocupam, adquirindo-os cada vez mais, para não empobrecerem

Outros ainda ocupados com festividades e com ambientes de sensualidade deixam se envolver por eles, satisfazendo mais o corpo e menos a alma/”espírito”.

Estes que ainda não acordaram para sua verdadeira realidade, cobertos pelo véu da ilusão no mundo dos sentidos que nele experienciam, “não entrarão no Recinto do Pai”.

Entretanto, outros já estão trilhando o caminho do autoconhecimento e com ele se voltam à sua verdadeira realidade cocriadora, já tendo desenvolvidas algumas de suas habilidades mentais, que com elas se conduzem pelo coração. Paralelamente já começam a mergulhar dentro de si, tornando-se seus próprios juízes, não para se julgarem, mas para realmente se conhecerem.

Jesus de Nazaré – O Cristo: “Um homem de bem tinha uma vinha. Ele a alugou a camponeses para que cuidassem dela e pagassem-lhe com uma parte da produção. Ele enviou seu servo para que os arrendatários lhe entregassem o fruto da vinha. Eles pegaram seu servo e o espancaram, deixando-o à beira da morte. O servo voltou e contou a seu senhor o ocorrido. O senhor disse: Talvez não o tenham reconhecido. Ele enviou outro servo. Os camponeses também o espancaram. Então o proprietário enviou seu filho e disse: Talvez eles tenham respeito por meu filho. Como os camponeses sabiam que aquele era o herdeiro da vinha, pegaram-no e mataram-no. Quem tem ouvidos para ouvir, ouça.”

Com seu corpo físico o ser humano através de suas emoções dá à vida sua alma e se ilumina pelo seu espirito. Vivencia na realidade física, cultivando não só sentimentos relacionados aos interesses (honestos) de sua sobrevivência, mas muito mais ainda aqueles outros que o elevam, permitindo-lhe se perceber mais além, em sua verdadeira e original realidade.

Em suas experiências físico-biológicas em uma realidade de três dimensões, ele busca como objetivo a harmonia de bem viver consigo, com seus semelhantes e com o mundo ao seu derredor.

Aquele que assim não procede, não amando o próximo como a si mesmo e não percebendo que todos são filhos de um mesmo “Pai”, não é digno de voltar à “Casa Paterna”.

Jesus de Nazaré – O Cristo: “Mostrai-me a pedra que os construtores rejeitaram; ela é a pedra angular (pedra fundamental, ou o elemento essencial ao que se procura com harmonia construir). Se alguém que conhece o todo ainda sente uma deficiência pessoal, ele é completamente deficiente. Bem-aventurados os que são odiados e perseguidos. Mas os que vos perseguirem não encontrarão lugar.”

No tempo de Jesus os hebreus, israelitas e judeus constituíam o povo que na bíblia é descrito como “o escolhido de Deus ”. Eram orientados em sua crença religiosa por sacerdotes, com finalidade de os conduzir de acordo com leis de suas antigas escrituras.

Jesus expressava com sabedoria sempre realçando a necessidade na vida do ser humano os sentimentos do amor e da harmonia, porque só com eles pode-se construir solidamente, apesar de não poder fisicamente vê-los. Eles são como pedra angular e básica, que a partir dela outras são acrescentadas, para que se “erga uma solida construção” neste e em outros mundos.

Entretanto, a sabedoria contida em suas palavras não era compreendida. Era questionada e quase sempre rejeitada por aqueles que viviam em função de velhas e já mortas letras de antigas escrituras.

Letras que não permitiam com elas, alguém realmente se encontrar (interiorizar-se), não alcançar a percepção do verdadeiro significado do amor universal, energia que em sintonia com o Cosmo Jesus a vibrava com toda a força de seu poder mental, dando-lhe vida com seu exemplo, “no amai o próximo como a ti mesmo”.

 
Na imagem à esquerda vista aérea do vilarejo essênio de Qumran que foi destruído pelos romanos e que está em uma zona árida e quente próximo ao Mar Morto, onde foram encontrados na caverna mostrada na imagem à direita jarros com manuscritos, que continham documentos, revelações, leis, usos e costumes desta comunidade (“Manuscritos do Mar Morto“). Informações arqueológicas sobre os essênios são colhidas dentro de um período que vai do ano 150 (a.C) ao ano 70 (d.C.). – Imagens da Internet

Jesus de Nazaré – O Cristo: “Bem-aventurados aqueles que foram perseguidos em seu interior. São eles que realmente conheceram o pai. Bem-aventurados os famintos, porque se encherá o ventre de quem tem desejo. Aquilo que tendes vos salvará se o manifestardes. Aquilo que não tendes em vosso interior vos matará se não o tiverdes dentro de vós. Destruireis esta casa e ninguém será capaz de reconstruí-la […]”

Cada um possui sua riqueza velada dentro de si, em sua pureza original. Ela só vai sendo mostrada, na medida em que seu dono vai aumentando sua sintonia mental com o “Pai”, ao se iluminar pelo coração e se divinizar como cocriador.  Nesta riqueza encontra o sentido de se viver em plena e real abundancia, que deve ser preservada daqueles, que ”sendo mortos por dentro” e vazios dela, tentam usurpa-la.

A Boa Nova de Cristo mostra-se à humanidade como “um divisor de aguas”. Aquele que com ela vive em estado de graça, já percebe ter em mãos a chave de seu maior poder, o de gerar como cocriador através de seu pensamento seu próprio universo (mental). Sua própria e eterna casa, que não deve ser destruída, porque ninguém mais será capaz de reconstruí-la.

Aquele em sintonia à Boa Nova de Cristo não mais se sujeita a ser empurrado por crenças com conceitos dogmáticos, porque se conduz agora direcionado por novos conhecimentos.

Jesus de Nazaré – O Cristo: “Dize a meus irmãos para que partilhem os bens de meu pai comigo (disse lhe um homem). Ó, homem, quem me institui partilhador? Eu não sou um partilhador, sou? (Perguntando seus discípulos).

Jesus veio este mundo para mostrar aos seres humanos como conseguir “a salvação eterna”, libertando-se de seu penoso ciclo encantatório. Ele veio ensinar que todos podem consegui-la, mas com cada um se esforçando para alcança-la, porque um não pode obtê-la para o outro, já que um não pode ressuscitar e transmutar para o outro. Nesta caminhada o objetivo é de todos, mas a caminhada é de cada um.

Ele com seu exemplo foi ao mesmo tempo estimulador e “partilhador” desta esperança, ressuscitando seu corpo físico (revivendo-o), para depois definitivamente transmuta-lo.

Ensinou para que se alcance este feito, uns devem se apoiar nos outros, devem buscar a união através do sentimento do amor, que fortalece o sentimento da harmonia, eficaz antidoto ao sentimento de dualidade, de disputa que todos por natureza físico-corpórea o possuem., experienciando em um mundo energeticamente também de (bi) polaridades.

É a ocasião de cada um atravessar com sua mente e seu coração o mundo de energias opostas em que nele fisicamente se acha, para que possa se perceber unificado à sua verdade, à sua divindade cocriadora e com ela alcançar o Mundo de Luz Viva e Autoconsciente.

 
Basílica da Anunciação em Nazaré e debaixo dela o local onde se supõe que morou Maria mãe de Jesus – Fotos de Antônio Carlos Tanure.

Jesus de Nazaré – O Cristo: “A colheita é grande, mas os operários são poucos. Portanto, implorai ao senhor para que envie operários para a colheita. Ó senhor, há muitas pessoas ao redor do bebedouro, mas não há nada na cisterna. Muitos estão aguardando à porta, mas são os solitários que entrarão na câmara nupcial.”

O cristianismo que se iniciou com Jesus através do que mencionou e fez, auxiliou não só aqueles que realmente o escutaram Ele iniciou um momento ímpar na história da humanidade, ao dar início nítidas mudanças nos modelos comportamentais humanos da época, com grandes reflexos futuros.

Naquela época muitos que o ouviram, não alcançaram o verdadeiro sentido do que transmitia, mesmo ele utilizando em grande parte o recurso de alegorias, para facilitar melhor a assimilação de suas informações.

Mas, alguns que antes tinham realmente preparadas suas mentes e seus corações para escuta-lo com os “ouvidos da alma”, alcançaram a sabedoria contida em seus ensinamentos e através deles se candidataram “entrar na câmara nupcial, unindo seu – unir seu coração ao do “Pai”.

 
Cesaréia de Filipe é onde está hoje o Parque Nacional de Banias, uma das nascentes do Rio Jordão. Jesus quando ali esteve perguntando a Pedro quem ele era e, ele respondendo, “tu és o Messias, o Filho do Deus vivo”, Jesus então lhe disse, feliz es tu, Simão, filho de Jonas, porque não foi um ser humano que te revelou isso, mas o meu “Pai”, por isso…te darei as chaves do “Reino dos Céus” – Fotos de Antônio Carlos Tanure

Jesus de Nazaré – O Cristo:  O Reino do Pai é semelhante ao comerciante que tinha uma consignação (encomenda) de mercadorias e nelas descobriu uma pérola. Esse comerciante era astuto. Ele vendeu as mercadorias e adquiriu a pérola maravilhosa para si. Vós também deveis buscar esse tesouro indestrutível e duradouro, que nenhuma traça pode devorar nem o verme destruir.” Eu sou a luz que está sobre todos eles. Eu sou o todo. De mim surgiu o todo e de mim o todo se estendeu. Rachai um pedaço de madeira, e eu estou lá. Levantai a pedra e me encontrareis lá.”

O ser humano impulsionando-se pela sua inteligência mesclada pela sua curiosidade, vive em um mundo físico, que o experiencia através de seus cinco sentidos, quando pode construir várias opções de vida. Mas, se ele conduz sua vida com sapiência, ele possui uma só opção que com ela constrói e adquire um só “tesouro indestrutível e duradouro”, que realmente enriquece sua vida.

Esta sua opção traduzida como a sabedoria do amor, ele a tem como “uma preciosa perola”, que com ela sente sua vida se conduzir com mais clareza, com mais percepção e com mais iluminação em sua maneira de pensar e de agir.

Ela que lhe permite harmonizar com todos e com tudo, para que vivencie e desfrute desta sua verdadeira “riqueza, que nenhuma traça pode devorar nem o verme destruir” e que creditada ao seu favor a desfrutará além mesmo deste mundo.

Jesus de Nazaré – O Cristo:  “Por que viestes ao deserto? Para ver um caniço agitado pelo vento? E para ver um homem vestido com roupas finas como vosso rei e vossos homens importantes? Esses usam roupas finas, mas são incapazes de discernir a verdade. Bem-aventurados os que ouviram a palavra do Pai e que realmente a guardaram (respondendo uma mulher na multidão, que lhe tinha dito, bem-aventurado o ventre que te portou e os seios que te nutriram). Pois virão dias em que direis: “Bem-aventurado o ventre que não concebeu, e os seios que não amamentaram. Aquele que reconheceu o mundo encontrou o corpo, mas aquele que encontrou o corpo é superior ao mundo. Quem enriqueceu, torne-se rei, mas quem tem poder que possa renunciar a ele.”

Aqueles que no mundo físico são ricos, importantes e poderosos e, por eles mesmos assim se encantam pelo que possuem por fora e não por dentro, “são incapazes de discernir a verdade” do que realmente possui valor.

Plantam o orgulho, vaidade e egoísmo no deserto estéril de suas vidas, não permitindo que nelas cresça floresça o amor, verdadeiro alimento da alma e o verdadeiro encanto da vida.

Aqueles outros que escutam a palavra do “Pai” no “Filho do Homem” e realmente a guardam, praticando-a, apesar de estarem em corpos físicos, seus corações e mentes não estão neste mundo, que o renunciando tornam-se superiores a ele. “Fazem-se reis, enriquecem-se, possuem o real poder e a verdadeira riqueza”.

A mentalização quando não corretamente gerada e direcionada magnetiza e fortalece o eu individual – o “ego”, formando quadros mentais, que magneticamente atraem mais realizações de desejos materiais e que conduzidos quase sempre de maneira egocêntrica, não permitem a assimilação de sentimentos mais amplos e verdadeiros de realização cocriadora.

E a meditação em seu real processo (mental) de se interiorizar, não é se deixar conduzir pelo relaxamento físico prazeroso, muitas vezes confuso e até mesmo ocioso. É se deixar conduzir de fato pela oração – ou, pela ação mental própria de um cocriador momentaneamente interiorizando-se em sintonia direta com a Mente Universal Criadora –  com o “Pai”.

 
Algumas oliveiras no Jardim do Getsemani”, em Jerusalém possuem centenas de anos, talvez passando de mil anos de existência – Fotos de Antônio Carlos Tanure

Jesus de Nazaré – O Cristo: “Aquele que está perto de mim está perto do fogo, e aquele que está longe de mim está longe do Reino. As imagens manifestam-se ao homem, mas a luz que está nelas permanece oculta na imagem da luz do Pai. Ele tornar-se-á manifesto, mas sua imagem permanecerá velada por sua luz. Quando vedes vossa semelhança, vós vos rejubilais. Mas, quando virdes vossas imagens que surgiram antes de vós, e que não morrem nem se manifestam, quanto tereis de suportar!”

Jesus com seu poder divino cocriador expressou-o com sua habilidade mental, que com ela manipulou a matéria, utilizando-se de sua energia crística/kundalini (frequência de luz/cor vermelha – “fogo”). Nestes momentos no mundo físico (3ª dimensão) utilizava desta energia com a força de sua vontade (espirito santo), para suas realizações, inclusive para realizar seus “milagres”.

Aqueles que o acompanhavam e testemunhavam seus “milagres” como manifestações do “Reino” ou, do poder do “Pai” dado ao “Filho”, não sabiam que para estas suas realizações acontecessem, era necessária através de sua vontade a presença da energia cristica/kundalin, que é a energia da vida (biológica) e de realização no mundo físico e que comumente é velada à visão física.

Quando ele dizia àquele que o procurava para ser curado, dizendo-lhe, que não foi ele que o tinha curado, mas: “tua fé te curou”, de fato ele apenas potencializava o campo de energia (biomagnetico) deste doente, para que seus vórtices de energia (chakras) entrassem em funcionamento de maneira harmônica e assim pudessem energeticamente acelerar, para que o próprio enfermo agora também se potencializando, realizasse mentalmente seu “milagre”, portanto sua própria cura.

Também, quando ele dizia ao enfermo depois de curado, “vá e não peques mais”, ele mais em sentido energético-vibratório e não em sentido moral de julgamento queria dize-lo, não desalinhe mais seus vórtices (chakras), não saia mais da frequência de equilíbrio (Linha B de suas Três Linhas da Vida), para que que não mais adoeça.

Jesus de Nazaré – O Cristo: “Adão surgiu de um grande poder e de uma grande riqueza, mas ele não se tornou digno de vós. Pois, se tivesse sido digno, não teria experimentado a morte. As raposas têm suas tocas] e as aves têm seus ninhos, mas o filho do homem não tem nenhum lugar para pousar sua cabeça e descansar. Miserável do corpo que depende de um corpo e da alma que depende desses dois.”

O primeiro ser humano (Adão) Homo sapiens que se tornou depois o Homo sapiens sapiens, apesar de ter sido uma criatura surgida de um grande poder e possuída de grande riqueza (qualidade), não se tornou digna de seu surgimento, pois se tivesse sido, ele não teria só experimentado a morte física, reviveria também seu corpo, ressuscitando-o e transmutando-o.

As criaturas de Deus possuem seus locais na Terra (condições de vida), que com eles se identificam, mas o “Filho do Homem” não o possuiu. Digno de compaixão aquele que vive apenas em função da necessidade física de seu corpo, miserável ele que (ausente do estado de graça) sua alma depende de sensações (físicas) que seu corpo gera.

O futuro do ser humano está sempre mudando. Todas possibilidades existem ou não em sua vida, quando ele pode então tomar qualquer rumo, tanto para melhor quanto para pior.

Depende de que “seu personagem” – o “eu/ego” define o que é necessário experienciar, através de sensações positivas ou negativas que direcionam sua vida, apesar às vezes são inconscientes estas escolhas, mas mesmo assim não deixam de ser escolhas geradoras de seus conflitos interiores.

Jesus de Nazaré – O Cristo:  “Os anjos e os profetas virão a vós e darão aquelas coisas que já tendes. E dai vós também a eles as coisas que tendes e dizei a vós mesmos: ‘Quando virão tomar o que é deles? Por que lavais o exterior da taça? Não compreendeis que aquele que fez o interior é o mesmo que fez o exterior? Vinde a mim, pois meu jugo (autoridade) é fácil e meu domínio é suave, e encontrareis repouso para vós.”

O ser humano é em essência luz divina. Algumas vezes é mencionado com sentido místico que ele é um “anjo em potencial”, mas para que realmente assim se mostre em sua verdade original como Luz Viva, “ele não deve ficar só lavando o exterior da taça” ou, só conduzindo por interesses exteriores que apenas satisfazem seus sentidos, mas buscando sobretudo, aqueles interiores essencialmente necessários e mais verdadeiros, que o capacitam a irradiar sua luz.

Ele é aquele como um filho, que “se interioriza para chegar ao Pai”, percebendo suave autoridade nesta aproximação, repouso em sua alma e em seu espirito amorosa e iluminada compreensão.

Este que assim procede, já possui consciência de sua condição em projetar seus desejos e a materializa-los a partir de si mesmo. Ele percebe agora “sua mente quântica” (mental sutil) evidenciar-se através de estados mentais mais profundos, gerando pensamentos com sentimentos (emoções) energeticamente mais sublimados, capacitando-o como cocriador, utilizar da energia da vida e de realização no mundo físico (energia cristica/kundalini) e com ela condição de manipular e criar matéria.

 
Na primeira imagem à esquerda é a reconstituição por recursos computorizados do Fórum Romano e na segunda à direita para comparação suas ruinas atuais. Em 63 a.C., o general Pompeu conquistou a Judeia, trazendo assassinatos, escravização aos judeus e fazendo anexação daquela região ao domínio romano. Entre 63 a.C. e 6 d.C.,aquele território transformou-se em principado vassalo de Roma – Imagens da internet

Jesus de Nazaré – O Cristo“Vós decifrastes a face do céu e da terra, mas não reconhecestes aquele que está diante de vós e não soubestes perceber este momento (respondendo aqueles que lhes disseram: dize-nos quem tu és, para que possamos crer em ti). Buscai e encontrareis. No entanto, aquilo que me perguntastes anteriormente e que não vos respondi então, agora desejo vos dizer mas vós não me perguntais sobre aquilo. Não deis aos cães o que é sagrado, para que eles não o joguem no lixo. Não atireis pérolas aos porcos, para que eles …”

Jesus respondendo aqueles que lhe perguntaram, “dize-nos quem tu és, para que possamos crer em ti”, ele respondendo disse-lhes, procuram pelas escrituras interpretar o sentido e o porquê estarem na terra buscando o céu, “mas são incapazes de identificarem o momento e o verdadeiro sentido da presença deste que está diante de vocês”.

Em outra ocasião dirigindo-se aos que o escutavam ele mencionou, que às vezes me perguntam algo, mas por não estarem preparados no momento para saber o que me perguntam, não lhes respondo, mas agora que quero dize-lo, não me perguntam. O alimento precioso “não é dado aos cães, que pode tê-lo no lixo, da mesma maneira não se joga perolas aos porcos”.

Jesus era enfático com informações associadas ao “Pai”. Passava-as como ensinamentos, usando exemplos do cotidiano e alguns deles na forma de narrações alegóricas, em sua tentativa que fossem entendidos e absorvidos.

Ele queria mostrar àqueles que o ouviam, se usassem corretamente seus pensamentos com iguais sentimentos conduzidos pelo coração, podiam alcançar em plenitude o que buscavam. Insistia que o poder de cura das doenças físicas e sobretudo da alma estavam ao alcance de todos, como um poder neles literalmente inserido, que precisava apenas ser descoberto e utilizado.

Jesus de Nazaré – O CristoQuem busca, encontrará, e [quem bate] terá permissão para entrar. Se tendes dinheiro, não o empresteis a juro, mas dai-o àquele de quem não o recebereis de volta. O Reino do Pai é como [uma certa] mulher. Ela tomou um pouco de fermento, [escondeu-o] na massa, e fez com ela grandes pães. Quem tem ouvidos para ouvir, ouça!”

Aquele que busca se informar, que busca o conhecimento e com eles realmente se conhecer, ele neste seu processo de se interiorizar, “chega à porta” que por ela entrando, ao dar a si mesmo esta permissão, percebe se iluminando e se inserindo ao “Reino do Pai”.

Aquele que possui sua consciência vivificada por pensamentos iluminados, ele é Luz Viva que soma, ao se propagar. Ele é possuidor deste “fermento divino”, que nele atuando, faz crescer/ampliar sua sensibilidade de alma que mais iluminada, faz que outros também se iluminem.

Ele já experiencia a ocasião de sincronicidade da atividade cerebral, da conexão direta entre aqueles que já atingiram a necessária frequência mental, para dela se utilizando, poderem fazer a leitura do campo um do outro.

Ele já vivencia o momento da “comunhão dos santos” ou, ficar ciente não só das palavras que saem pela boca do próximo, mas o que é sobretudo, dito pelo seu pensamento saindo de seu coração. Ele se insere neste momento, que é daqueles, que já começam a se mostrar como fagulhas/faíscas divinas da Criação – como “pedacinhos” da Energia Suprema Criadora/Deus, que ainda no mundo físico já se unem.

 
Os relatos romanos fazem referências de cristãos sendo martirizados em locais de Roma (em anfiteatros e arenas), mas não pormenorizadamente. No Coliseu construído entre 70 e 90 d.C., onde eram realizados diversos espetáculos com os vários jogos, é bem provável que nele não tenham acontecidos estes martírios – Fotos de Antônio Carlos Tanure

Jesus de Nazaré – O Cristo: “O Reino do Pai é como uma certa mulher que estava carregando um cântaro cheio de farinha. Enquanto estava caminhando pela estrada, ainda distante de casa, a alça do cântaro partiu-se e a farinha foi caindo pelo caminho atrás dela. Ela não se deu conta, pois não tinha percebido o acidente. Quando chegou em casa, colocou o cântaro no chão e percebeu que ele estava vazio. O Reino do Pai é como um certo homem que queria matar um homem poderoso. Em sua própria casa ele desembainhou a espada e enfiou-a na parede para saber se sua mão poderia realizar a tarefa. Então ele matou o homem poderoso.”

O ser humano quando nasce e ainda criança é isento de premeditações, de maldades e de barreiras emocionais próprias de uma vida adulta. Na sua pureza e ingenuidade inicial de ser, é mais fácil para ela sintonizar pelo coração com o “Reino do Pai”.

Mas, na medida em que ela vai crescendo, tornando-se adulto, ele vai competindo em busca de sua sobrevivência, vai despertando sentimento de disputa (inserindo-o combativo no mundo da dualidade) e vai inversamente perdendo seu estado de graça original, vai desaparecendo a criança que nele existia.

Como adulto, voltando-se mais em conquistar e ganhar o mundo, vai gerado disputas e conflitos, que se tornam poderosos e dolorosos grilhões (energéticos) e que o prendem à ilusória realidade física. E para deles se livrar, deve se exercitar na árdua tarefa de mergulhar dentro de si e, de lá resgatar a criança, trazer de volta o que deixou de ser.

Aquele que “entra no Reino do Céu”, se faz como uma criança, que se ilumina e se guia com a visão/percepção de seu coração e não com a visão lógica impelida pelo frio raciocínio/entendimento de um adulto.

O ‘”vencedor” é aquele que se mostra como uma feliz e alegre criança grande, caminhando pela vida de forma destemida e sem medo pela ausência do egoísmo e da arrogância. Ele  foca (mentalmente) mais em ser do que mais em ter, conservando-se sua alma livre de um mundo comumente movido por excessivas disputas e conflitos.

Jesus de Nazaré – O Cristo.” Ele disse-lhes: Estes que estão aqui que fazem a vontade de meu Pai são meus irmãos e minha mãe. São eles que entrarão no Reino de meu Pai (respondendo os discípulos, que lhe disseram, teus irmãos e tua mãe estão aguardando lá fora. Dai a César o que é de César, dai a Deus o que é de Deus, e dai a mim o que é meu (quando lhe mostraram uma moeda de ouro e lhe disseram, que os homens de César exigem tributos).

Os que reúnem, buscando unirem suas almas, assemelhando-se, fazem a vontade do “Pai”, que com ele já são unidos em “espirito”. Estes pais, mães e irmãos de diferentes famílias humanas, tornam-se filhos de um mesmo “Pai” e formam uma imensa família de um sutil/iluminado “Reino”.

Conseguem formar uma só família, depois de vencerem a atração de um mundo aprisionador por estimular disputas, que através delas geram a ilusão de ter. Conseguem agora perceber, que a verdadeira posse como sua real riqueza sempre esteve velada dentro de si e, que agora com a Boa Nova de Cristo podem exterioriza-la com novos conhecimentos,  conduzidos pelo “Filho do Homem”.

Com estes novos conhecimentos que os identificam  como possuidores de infinita riqueza e como cocriadores, sabem que para assim se mostrarem, devem se conduzir mentalmente na frequência da quinta dimensão com a força de seu pensamento, para que possam com ela movidos por desejo profundo na frequência da quarta dimensão ou, já no mundo do bioplasma começarem a plasmar nesta frequência de realidade o que é chamado de “milagre”, para depois já na realidade física (terceira dimensão) possam mostra-lo finalmente já materializado pela força de sua vontade.

  
O triunfo era uma cerimônia civil e rito religioso da Roma Antiga, para homenagear o conquistador, que usava uma coroa de louros, que se vestia com bordados de roxo a ouro em uma toga “pintada” (regalia que o identificava como quase divino) e que em uma carruagem puxada por quatro cavalos saia em procissão pelas ruas de Roma, acompanhado pelo seu exército, cativos e os despojos de sua guerra. O final desta procissão era no Templo de Júpiter, no Monte Capitolino, quando ele oferecia um sacrifício e os símbolos de sua vitória aos deuses. Depois disso, ele tinha o direito de ser mencionado como o “homem de triunfo” para o resto de sua vida. Ruínas do Fórum Romano e arredores – Fotos de Antônio Carlos Tanure

Jesus de Nazaré – O Cristo“Quem não odeia seu [pai] e sua mãe como eu não pode se tornar meu [discípulo]. E quem não ama seu [pai e] sua mãe como eu não pode se tornar meu [discípulo]. Porque minha mãe [ … ], mas [minha] verdadeira [mãe] deu-me a vida. Ai dos fariseus, porque eles são como um cachorro dormindo na manjedoura dos bois, pois eles não comem nem permitem que os bois comam. Feliz do homem que sabe por onde os ladrões vão entrar, porque dessa forma [ele] pode se levantar, passar em revista seu domínio e armar-se antes deles invadirem.”

Aqueles que verdadeiramente dão vida a um ser humano não são seu pai e sua mãe, que apenas emprestam seus corpos físicos e através da genética nasça também fisicamente o filho/filha, que deve mesmo assim agradece-los e ama-los, para que possa ser amado também pelo “Pai”, que é a verdadeira Fonte da vida, permitindo que todos nasçam.

Alguns que fazem leis e as pregam em locais que os constroem para isto (sinagogas),veem o mundo pela sua visão humana e não pela divina, que se julgando possui-la, verdadeiramente não se iluminam e ainda não permitem que outros alcancem a iluminação.

Aquele que já começa a enxergar com os olhos do “Filho do Homem” deve se cautelar, fortalecendo sua mente e coração, para não deixar sejam invadidos por aqueles que incapazes de se construírem por dentro, ainda roubam de outros a capacidade de poder assim construírem.

A Terra é uma gigantesca e estufa e também um grande berçário, que nela a Mente Universal/“O Pai” faz surgir e florescer o que é conhecido como vida. E, para além dela por todo o universo físico e ainda além dele na Multidimensionalidade se mostra o Sentido de Deus, como Luz Viva Criadora Autoconsciente.

A Real Natureza Divina e Criadora não é a mesma do ser humano cocriadora, que apenas se conduz em sintonia com o enunciado do 2º Principio (Lei) Universal. Quando ele cultiva belos e ornamentais jardins, nutritivos alimentos em hortas e pomares, entre outros cultivos, ele apenas os cuida sem ser sua verdadeira fonte como origem de vida.

A Terra é viva, mas não é concebível assim pelo entendimento humano, que apenas constata o efeito desta realidade. Seu “Real Sentido de Vida” (dentro do Analema Solar) só pode ser constatado em uma outra frequência de realidade, além da 1ª Muralha que a circunscreve e a identifica como o 1º primeiro e físico mundo.

Jesus de Nazaré – O Cristo:  “Qual foi o pecado que cometi ou em que fui vencido? Porém, quando o noivo deixar a câmara nupcial, então que eles jejuem e orem (Jesus respondendo aqueles que lhe diziam, oremos e jejuemos hoje). Quem conhece o pai e a mãe será chamado filho de prostituta. Quando fizerdes de dois, um, vos tornareis filhos do homem, e quando disserdes: ‘Montanha, move-te! ’, ela se moverá.”

Aquele que vence em si condutas, que com elas poderia realizar faltas ou erros consigo mesmo e com o próximo emocionalmente desequilibrando-se (“pecando”), ele assim resistindo está realmente em constante e verdadeira prece que alcança o “Pai”, por agir com o coração e não com a boca apenas (“rezando”), pedindo perdão.

Ele é aquele que se enobrece e se sublima já conhecendo seus semelhantes como irmãos, e filhos do mesmo “Pai”. Com esta sua percepção já com sentimento do Sentido de Unidade, ele já começa também já se perceber em sua consciência cocriadora e com ela sua possibilidade de gerar seus próprios universos mentais.

 
\À esquerda como era a Basílica de Constantino e hoje à direita como está em ruínas. Constantino se tornou imperador romano no ano 306 d.C. E no ano de 323 d.C. depois do Concílio de Nicéia, tomou medidas (por conveniência), para evitar que a fé cristã fosse destruída por perseguição externa ou por conflitos internos. Ele não só preservou o cristianismo como também deu um passo da maior importância para torná-lo a religião dominante da Europa – Imagens da Internet

Jesus de Nazaré – O Cristo: “O Reino é como um pastor que tinha cem ovelhas. Uma delas, a maior de todas, extraviou-se. Ele deixou as noventa e nove e foi procurá-la, até encontrá-la. Depois de ter passado por todo esse incômodo, ele disse à ovelha: ‘Eu me interesso por ti mais do que pelas noventa e nove’. Quem beber de minha boca tornar-se-á como eu. Eu mesmo me tornarei ele, e as coisas que estão ocultas ser-lhe-ão reveladas.”

Os seres humanos que já estão em sintonia com o “Reino do Pai”, vivenciando sentimentos de amor e de harmonia não devem perde-los, inspirando-se em comportamentos, que outros julgando engrandecê-los, os incorporam.

Sentimentos de vaidade, orgulho e ganancia, entre outros, que depois de incorporados torna-se difícil deles se libertarem, dificultando a volta de sentimentos que antes os exteriorizavam e que sempre estiveram guardados em seus corações.

Sentimentos que o “Filho do homem” propagou e que capacitam aqueles que os exercitam, sublimarem de sua condição instintivo-humana e se perceberem em sua real condição divina, para absorverem conhecimentos até então ocultos, que lhes serão revelados e, que se postos em pratica se assemelharão a ele.

Conhecimentos que utilizam da “tríade energética” pensamento/desejo/vontade, conduzidos respectivamente pela consciência/bioplasma/energia crística (kundalini) e respectivamente ainda manipulados aos níveis das frequências da quinta/quarta/terceira dimensões. Conhecimentos que postos em pratica realizam não só “milagres”, mas também outras tarefas (paranormais) voltadas ao interesse da humanidade.

Jesus de Nazaré – O Cristo: “O Reino é como o homem que tinha um tesouro [escondido] em seu campo sem saber. Após sua morte, deixou o campo para seu [filho]. O filho não sabia [a respeito do tesouro]. Ele herdou o campo e o vendeu. O comprador ao arar o campo encontrou o tesouro. Começou então a emprestar dinheiro a juros a quem queria. Quem encontrou o mundo e tornou-se rico, que renuncie ao mundo.”

Aquele que se conduz pelas Leis Universais, se conduz também pela mente e pelo coração em sintonia com os conhecimentos que o “Filho do Homem” transmitiu. Conhecimentos como verdadeiros tesouros, que antes o ser humano não tinha deles ciência e que agora procura vivencia-los e propaga-los.

Com esta propagação ele vai acumulando indestrutível riqueza. Vai se enriquecendo à medida em que vai desterrando-a de seu interior e permitindo que outros dela também usufluem. Riqueza que não é deste mundo, não é visível, mas é o seu mais verdadeiro e precioso tesouro.

O ser humano sabe hoje, que o pensamento não pode experimentar, o que ele pode fazer é interpretar e criar. Ele precisa de um mundo de relatividade ou de um mundo físico corpóreo, para com ele experimentar. E com estes conhecimentos torna-se mais fácil para ele agora, desenvolver suas habilidades mentais e com elas agir como cocriador.

Ele sabe ainda, que o pensamento se expressa como energia invisível e que determina a forma que esta energia deve assumir. A mecânica quântica sinaliza isto, ao mencionar que o pensamento pode influenciar de partícula em partícula o universo ao seu derredor, criando ou modificando a matéria. Inclusive, pode auxilia-lo a modificar seu corpo físico, transmutando-o.

A inteligência humana através da física quântica, especialmente da mecânica quântica, já é capaz de constatar/ver o emaranhamento no interior do átomo e já ter certeza que a matéria que constitui o mundo denso como ele se apresenta aos cinco sentidos humanos, é ilusório, não é real.

A mecânica quântica está desvendando o que aparentemente está posto aos olhos físicos humanos, mas fica por aí. Para ir mais além ”os recursos” já não estão mais no mundo dos sentidos ou do ver, do entender com a lógica e com o raciocínio que procura fisicamente comprovar.

Para ir além da mecânica quântica os “recursos” não são mais físicos, não são visíveis. Não são alcançáveis por cientistas em laboratórios de pesquisas, mas por “cientistas” que “´pesquisam” suas próprias almas e se interiorizam.

Fazem de si mesmos laboratórios mentais, indo além da luz eletromagnética de seus corpos físicos. Alcançam conscientes a Luz Viva contida em suas almas, que com ela se fazem como “portais” para alcançarem outras realidades, outras, dimensões.

Jesus de Nazaré – O Cristo: “Os céus e a terra se dobrarão diante de vós. E aquele que vive do Vivo não conhecerá a’ morte. Jesus não disse: ‘Quem se encontra é superior ao mundo? Ai da carne que depende da alma; ai da alma que depende da carne. Ele não virá porque é esperado. Não é uma questão de dizer: ‘eis que ele está aqui’ ou ‘eis que está ali’. Na verdade, o Reino do Pai está espalhado pela terra e os homens não o veem. Respondendo aos discípulos que lhe perguntaram, quando virá o Reino).”

Aquele que toma conhecimento das informações que o “Filho do Homem” transmitiu e, se verdadeiramente as experiencia, vivificando-as, ele domina Leis Universais, manipula a matéria. Torna-se superior a ela e alcança realidades paralelas e outras dimensões, com “os céus e a terra dobrando diante dele”

Em outro nível de consciência e em outro estado d’alma ele não mais sujeita aos apelos do mundo físico e dos sentidos. E, em frequência mental mais acelerada começa a se tornar cocriador e partícipe atuante do “Reino do Pai”.

Jesus de Nazaré – O Cristo:  “Eu mesmo vou guiá-la para torná-la macho, para que ela também possa tornar-se um espírito vivo semelhante a vós machos. Porque toda mulher que se tornar macho entrará no Reino do Céu (respondendo a Pedro, solicitando que Maria saísse do meio que estavam, porque as mulheres não são dignas da vida). ”

Na mulher mostra-se como seu princípio original ou causa primaria a fonte que é estática, que recebe e que gera.

No homem mostra-se como seu princípio original ou causa primaria a fonte que é dinâmica, que acende e que potencializa.

No homem vibra “o espirito” que proporciona capacidade de potencializar e acender o fogo/centelha da vida (energia da kundalini sublimada), para alcançar o “Reino do Céu” e de se fazer como “Filho Vivo do Pai”.

A mulher e o homem estão presentes em partes iguais e auxiliares na “fisiologia cósmico-divina”, que atua e materializa o “receptáculo físico” (corpo humano), que nele temporariamente “se deposita” o seu conteúdo em eterna essência (“espirito”), que o ilumina e que verdadeiramente o faz viver.

 

Fontes de pesquisas:
https://estiloadoracao.com › Personagens Bíblicos › Quem Foi o Apóstolo Tomé?
 https://www.ebiografia.com/sao_tome/
https://www.gdpatriarcajaco.org.br/livros/Apocrifo_Evangelho_Tome.pdf
https://www.sitedecuriosidades.com/curiosidade/megiddo-o-local-do-armagedom-fim-do-mundo.html
Apostilas de Dakila Pesquisas

Fonte: Pegasus Portal

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