ESTUDOS TEOLÓGICOS: O ENIGMÁTICO EVANGELHO DE SÃO TOMÉ – PARTE 2

A nossa coluna ESTUDOS TEOLÓGICOS desta quinta-feira vamos estudar a 2ª parte do evangelho de São Tomé. Um estudo sob a ótica da física quântica. O Evangelho de São Tomé trás muitas revelações importantes, inclusive a de que Jesus o tempo todo ensinou física quântica. Então vamos continuar desvendando esse enigmático evangelho!

Compreendendo o Evangelho de Tomé

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Jesus de Nazaré – O Cristo:  Quem descobrir o significado interior destes ensinamentos não provará a morte. Aquele que busca, continue buscando até encontrar. Quando encontrar, ele se perturbará. Ao se perturbar, ficará maravilhado e reinará sobre o Todo.”

O que o ser humano vê e pega para senti-lo, esta solidez que acha ter em mãos, ela é de fato uma miragem e assim também a sua percepção acerca do mundo físico em sua volta, como faz entender a física quântica.

Os cinco sentidos comuns humanos são limitantes, constatando como real apenas o que pode com eles provocar sensação e o entendimento físico. Aquele que se deixa conduzir mais envolvido com os mesmos, ele apenas vai experienciando emocionalmente sensações em um mundo fugaz e enganoso, dando-lhe a sensação de ter.

Ele em sua condição de experienciar esta realidade e também nela de “se iludir”, ele está comumente limitado ao campo do mental concreto na 3ª camada (física) de seu campo biomagnetico, por não conseguir “ir mais além” já na 5ª camada (mental sutil) deste mesmo campo, para começar então, a alcançar realmente outras realidades além do mundo físico, além da morte.

As existências destas realidades mais vibráteis e não mais sujeitas às experiências de espaço-tempo e da morte de um mundo físico, nelas se insere à “ciência da alma/do espirito”, que transcende a “ciência do mundo denso/físico” e, dos acanhados sentidos normais humanos.

A mente quântica (mental sutil) proporciona “ponte vibracional” para mundos não visíveis e energicamente mais acelerados, “deslocando-se” além do tempo cronológico medido em um espaço ou, do ponto A para o ponto B e vice-versa em uma realidade física.

Ela proporciona “um voar ondulatório” na velocidade imensurável do pensamento, quando todos os mundos imagináveis são possíveis, já o que não existe fisicamente não pode sequer ser imaginado.

O Espírito/Essência/Luz Divina é “Tudo O Que É”, dando vida ao pensamento e ao corpo. O corpo não tem o poder de criar, ainda que dê a ilusão de poder fazê-lo. O corpo é puramente um efeito ou, apenas um instrumento físico sem o poder real de criar.

Na realidade física Deus manifesta regendo Princípios (Leis) Universais. Com ele como “Pai” vibrando em sua mente e em seu coração Jesus mostrou-se aos seres humanos como seu “Filho Primogênito”.

 
Na primeira imagem construção moderna (capela) dos franciscanos, que cobre e protege o que restou da casa de Pedro, em Cafarnaum. E à sua frente estão registros arqueológicos, do que também restou das casas ali construídas naquele tempo bíblico. E na segunda imagem utensílios domésticos que estão naquele local e que foram utilizados naquela ocasião – Fotos de Antônio Carlos Tanur

Jesus de Nazaré – O Cristo:  “Se aqueles que vos guiam disserem, ‘olhem, o reino está no céu’ então, os pássaros do céu vos precederão, se vos disserem que está no mar, então, os peixes vos precederão. Pois bem, o reino está dentro de vós, e também está em vosso exterior. Quando conseguirdes conhecer a vós mesmos, então, sereis conhecidos e compreendereis que sois filhos do Pai vivo. Mas, se não vos conhecerdes, vivereis na pobreza e sereis essa pobreza.”

Aquele que não procura se clarear, se informar e se conhecer em sua verdadeira dimensão divina como extensão do Todo, ele não se desperta e, vivendo na pobreza e jugo de sua ignorância, não descobre o “Reino dos Céus” contido em si mesmo. Ele não se percebe como Jesus se percebeu na Consciência de O Cristo e, com ela como “Filho do Pai Vivo” a sua verdadeira e real riqueza.

O ser humano para experienciar inteiramente em seu mundo físico, são necessárias suas três realidades: 1ª realidade temporal e física, para com seu corpo senti-la através de seus sentidos normais; 2ª realidade ainda temporal e mental, para com esta sua energia gerar emoção, pensamento e consciência, “alimentando” sua alma; 3ª realidade atemporal e de seu “espirito”/essência como motivo de existirem as duas realidades anteriores e, se manifestar “Eu Sou no que É”.

Estas três realidades na existência do ser humano se inserem no Segundo Princípio (Lei) Universal que menciona, na Mente Universal existem (no universo) muitos planos de existência com muitos graus de existência em sua criação. E nesta sua escada de vida tudo (em ressonância) se move em cima e embaixo, cujo fim é O Todo/Deus.

Na realidade de seu corpo físico estão presentes forças/energias opostas (forças bipolares), que o constituem, que vibram dentro dos átomos e que em equilíbrio lhe dão a ilusão de densidade, de matéria e de suporte físico para que em um mundo também aparentemente físico, ele o experiencie.

Na sua realidade emocional e em ressonância à sua primeira realidade (bipolar) estão experiências com sentido de dualidade conduzidas pelo pensamento, que impulsiona uma personalidade voltada para o agir e o reagir ou, por ações movidas com sentimentos antagônicos, de disputar, de competir.

O ser humano experiencia um mundo, que nele a disputa é estimulada tanto para subir em um pódio, quanto para fincar sua bandeira de vencedor no território daquele que foi derrotado.

Em seu cotidiano buscando sua sobrevivência, se impulsiona pelas suas duas primeiras realidades. São elas em seu mundo denso suas prioridades, impelindo-lhe subir no pódio da vida, buscando sucesso através de concorrências e de disputas, muitas vezes conflitantes e às vezes cruéis.

O que o ser humano deve mentalmente focar é em sua terceira e atemporal realidade. Em sua realidade eterna como sua essência/”espirito humano”, que irradia “luz viva”, vibrando em sintonia ao que “É”, que tudo sabe e que nada precisa, diferentemente da luz eletromagnética que “prisioneira” constitui o ilusório mundo da matéria.

Ele deve iluminar seus pensamentos e ações, trilhando mental e emocionalmente a Linha B ou do Meio de suas Três Linhas da Vida ABC. Conservando-se seus sentimentos equidistante dos extremos ou, da Linha A com sentimentos negativos e da Linha C com sentimentos positivos.

O ser humano reconquista sua “luz” nele velada, com os sentimentos de amor e de harmonia, cultivando-os na Linha B ou do Meio de suas Três Linhas da Vida.

 
Interior da casa de Simão Pedro em Cafarnaum (próxima de Betsaida e Corozaim), local e cidade as margens do lago da Galileia, onde Jesus residiu de modo estável – Fotos de Antônio Carlos Tanure

Jesus de Nazaré – O Cristo:  “Reconheça o que está diante de teus olhos, e o que está oculto a ti será desvelado. Pois não há nada oculto que não venha ser manifestado. Não mintais e não façais aquilo que detestais, pois, todas as coisas são desveladas aos olhos do céu. Pois não há nada escondido que não se torne manifesto, e nada oculto que não seja desvelado.”

Com seus (cinco) sentidos o ser humano “se põe” primeiro diante do mundo físico à sua frente para o experienciar e, só quando ele começa a se exercitar também com outros de seus sentidos (habilidades paranormais), que ele vai saindo (mentalmente) dos limites do denso e vai paralelamente ampliando seu entendimento e sua percepção para aceitar a existência de outros mundos, de outras realidades ou, do oculto que vai lhe sendo revelado.

Quando se diz “tudo é ilusão”, não quer dizer que as projeções mentais sobre o que se tem normalmente como realidade são ilusões. Quer dizer, todas as coisas que no mundo denso se mostram na rigidez de suas formas, dando-lhes a sensação de realidade, elas são ilusões de acordo com física quântica, que diz ser de fato seu interior, um mar (emaranhamento) de energia disforme e não rígida.

O que a visão física alcança e aceita como real, não é alcançável pelo processo de percepção/”visão” mental, que “sintoniza/vê” outros mundos mais sutis, que com suas Leis mostram-se em seu sentido vibracional mais verdadeiros, mais divinos.

O ser humano experiencia seu ilusório cotidiano, nele vivenciando sentimentos constantes e alternados entre o que ele acha “certo e errado”, entre “o negativo e positivo”, não os percebendo como geradores de conflitos, que nele estão comumente inseridos.

E não os percebendo como forças interiores, não permite sua neutralização. Negando-os como parte de si mesmo, não permite verdadeiramente em suas “flutuações emocionais” a iluminação “de suas sombras”, que para removê-las precisa possuir sentimentos não mais conflitantes constituídos por dissimulações ou mesmo por mentiras, que o impelem se revelar mais unificado à sua real identidade divina.

Esta sua alternância emocional é a razão de sua impotência e de seu sofrimento, que o impede sair da prisão que ele próprio nela se coloca.  É não saber agir com a sabedoria para caminhar pela vida na Linha B (Neutra ou do Meio), de suas Três Linhas da Vida.

Mas, também é não saber caminhar quando necessário pelas duas outras Linhas A (-) e C (+), sem se deixar afetar pelas energias que delas vibram e irradiam. Ele precisa com maior clareza não tanto mais humana, “escapulir da Matrix”, que o condiciona a dissimular, mentir e enraivecer.

Como a Física Quântica sinaliza, “tudo é só um jogo, é só uma brincadeira”, portanto nada é de fato real, todos sofrimentos e alegrias são também ilusões emocionais. São oscilações (sentimentos) criadas para lhe dar a ilusão de movimento e de diferença ou, que está vivenciando (biologicamente) experiências em um mundo físico.

 
Lugar provável onde aconteceu a conhecida mensagem de Jesus, identificada como o Sermão da Montanha. Ele está localizado na margem noroeste do Mar da Galileia, entre Cafarnaum e Genesaré (Ginosar). Hoje este local é mais conhecido como Monte das Bem-Aventuranças e ainda como Monte das Beatitudes, bem cuidado pelas irmãs franciscanas, que ali construíram uma capela – Fotos de Antônio Carlos Tanure.

Jesus de Nazaré – O Cristo:  “Bem-aventurado o leão que se torna homem quando consumido pelo homem; maldito o homem que o leão consome, e o leão torna-se homem.”

Regido por Princípios (Leis) Universais o processo da Criação Mental do Universo (físico) consiste no abaixamento da Vibração até que é alcançado um grau bem inferior de energia vibratória, com o qual é manifestada a forma mais possível da Matéria. Este processo é chamado o estado de Involução, em que o Todo está envolvido dentro de sua criação.

Existem muitos planos de Existência, muitos planos inferiores de Vida, muitos graus de existência no Universo. E tudo depende do avançamento dos entes na escada evolutiva. E nesta Escada de Vida, tudo se move em cima e embaixo, cujo fim é O Todo.

A palavra ilusão significa algo passageiro, algo efêmero. Ela vem do latim “ludare” (brincadeira) ou “iludare” (jogando ou brincando com), que também deu origem a palavra “iludir”. O plano físico e mesmo outros planos mais sutis de existência são também no fundo ilusões. Não constituem Verdade Absoluta, mas expressões gradativas desta.

O ser humano pode até possuir a sensação do que acha que é ou que deve ser, mas não pode perceber verdadeiramente em essência “O que É”, com sua condição físico-corpórea carregando como bagagens conflitos emocionais.

Entretanto, ele pode em “iluminada batalha” consigo mesmo, “domando e moldando a fera nele contida”, se descobrir ainda na realidade física, possuidor de sua condição cocriadora.

 
Mensa Christi, é o nome dado uma igreja católica romana localizada em Nazaré, no norte de Israel, por conter em seu interior um grande bloco retangular de calcário (3,6 x 2,7 x 9 m), que segundo crença oral religiosa serviu de mesa, para Jesus ter com seus discípulos uma refeição – Fotos de Antônio Carlos Tanure

Jesus de Nazaré – O Cristo:  “O homem é como pescador sábio que lança sua rede ao mar e a retira cheia de peixinhos. O pescador sábio encontra entre eles um peixe grande e excelente. Joga todos os peixinhos de volta ao mar e escolhe o peixe grande sem dificuldade. Quem tem ouvidos para ouvir, ouça.”

Aquele que ama realmente o próximo como a si mesmo, por já perceber o Sentido Divino de Unidade expresso no Primeiro Princípio (Lei) Universal, ele está também como consequência amando a Deus.

Ele é aquele que busca redescobrir e reencontrar o que de fato nunca deixou de ser. E, com este sentido, sabiamente focado e sem mais perda de energia mental, ele deve sobretudo, “fisgar este seu grande e excelente peixe”.

A verdadeira prisão é aquela que ele cria para si mesmo e que dela deve aprender a sair, porque só ele pode dela se libertar, tornando seu dia a dia sem amarras emocionais, pensando e agindo de maneira menos dispersa, com mais objetivo.

Ele deve aprender sair da inconsistência e da inconsciência que o aprisionam à “Matrix”, que é geradora de suas ilusões e que incauto vai nela se aprisionando cada vez mais por sentimentos confusos e conflitantes, distanciando-se do que é em essência.

Aquele que já se despertou para sua verdadeira realidade multidimensional e divina, ele já é conhecedor da tecnologia mental da Boa Nova de Cristo, que com ela pode transformar a matéria de seu corpo em energia, como fez Jesus, quando deu seu exemplo ao alcançar a vida eterna através de sua ressurreição – ou, do reviver de seu corpo físico, para logo a seguir transmuta-lo.

Ele já é também um persistente viajor na trilha do autoconhecimento em uma busca muitas vezes perturbadora, mas que vai também lhe permitindo maravilhado mesmo ainda em sua limitada condição humana, se perceber cocriador sintonizado pela mente e coração ao “Pai”.

 
O “mar” da Galileia, também conhecido como “mar” de Tiberíades ou lago de Genesaré, é um extenso lago de água doce localizado ao norte de Israel, possuindo comprimento máximo em torno de 19 quilômetros e largura máxima cerca de 13 km Segundo a bíblia grande parte dos ensinamentos de Jesus aconteceu nas margens deste lago – Fotos de Antônio Carlos Tanure

Jesus de Nazaré – O Cristo:  “Eis que o semeador saiu, encheu sua mão e semeou. Algumas sementes caíram na estrada; os pássaros vieram e as recolheram. Algumas caíram sobre rochas, não criaram raízes no solo e não produziram espigas. Outras caíram em meio a um espinheiro, que sufocou as sementes e os vermes as comeram. E outras caíram em solo fértil e produziram bons frutos; renderam sessenta por uma e cento e vinte por uma.”

Tudo é possível àquele que crê ou, que foca sua mente com um desejar verdadeiro ao que busca. Aquele que não se deixa vitimar pelos próprios pensamentos, ele se liberta, harmoniza suas emoções, que com elas vai transformando para melhor sua vida e a de outros. Libertar-se, é possuir “fé” (desejo profundo), mas com obras porque sem elas (sem agir) é estéril.

Aquele já realmente consciente de sua condição cocriadora, não fica seduzido com falsos sonhos no mundo estéril dos sentidos e das sensações, que constituído por emoções dispersas, mais o iludem.

Ele que já “planta em terreno fértil”, já sabe que qualquer uma de suas emoções (sentimentos) pode ser trabalhada, transformada e direcionada, para que em seu cotidiano colha mais o sentimento da harmonia, que com ele possa primeiro melhor se conhecer, para depois possa também melhor assim proceder com os demais.

Neste seu “salto quântico” ele já está começando a unir em si as “Linhas ABC da Vida” ou, já está começando a utilizar a tríade pensamento, desejo e vontade como uma única energia focalizada em um único ponto de seu campo biomagnetico (aura), direcionando-a ao seu vórtice (chakra) do frontal, quando então começa a se tornar verdadeiramente senhor de seu mundo interior e, fazer dele trampolim para alcançar não só outras realidades, outras dimensões, como também se tornar criador de seus próprios universos (mentais).

Jesus de Nazaré – O Cristo:  “Eu lancei fogo sobre o mundo, e eis que estou cuidando dele até que queime.”

Os seres humanos em seu dia a dia se conduzem, tentando adaptar melhor ao que eles mesmos não sabem o que é, mas julgando-se sabe-lo, vão se tornando cada vez mais incautos, aprisionando-se às suas ilusões.

Aprisionam-se em um mundo de competição movido por sentimentos de inveja, vaidade e orgulho, entre outros, que com eles tanto agridem, quanto por eles são agredidos, gerando para todos infindáveis problemas emocionais e psicológicos, que deles quase sempre não conseguem se libertar. Não conseguem ficar livres desta angustiante prisão, que nela uns vão colocando os outros.

Jesus veio à realidade física, para com seus ensinamentos e ações acontecessem à humanidade um novo ciclo civilizatório, que nele com outros procedimentos surgisse um novo modelo de vida. Para isso, utilizando-se da energia cristica (energia de luz/cor vermelha, kundalini) literalmente “lançou fogo sobre o mundo”.

Com esta sua energia (“fogo crístico”) para realização/materialização no mundo físico Jesus efetuou seus “milagres, para que estes funcionando como chamarizes, àqueles que o escutavam pudessem se despertar e se transformar em “novos homens”, experienciando um novo modelo de vida.

Ele plantou as sementes de um novo tempo, para que nele não mais existissem sentimentos de antagonismo e de disputa. Energias que não deveriam mais existir em um “Novo e Dourado Ciclo”, que nele os seres humanos conduziriam com comportamentos mais fraternos, verdadeiramente como filhos de um mesmo “Pai”.

 
Energia Crística para realização/materialização no mundo físico, Campus da UFMG, novembro de 2003 – Fotos de Antônio Carlos Tanure

Jesus de Nazaré – O Cristo:  “Este céu passará, e aquele acima dele passará. Os mortos não estão vivos e os vivos não morrerão. Nos dias em que consumistes o que estava morto, vós o tornastes vivo. Quando estiverdes morando na luz, o que fareis? No dia em que éreis um vos tornastes dois. Mas quando vos tornardes dois, o que fareis?”

Hoje a mecânica quântica demonstra que existe “algo” além do chamado mundo real, que não se pode comumente enxerga-lo. E nesse sentido, que Jesus em sua época procurou com outra linguagem informar.

Procurou mostrar que existem outras realidades e que também existem outras forças não fisicamente visíveis, mas podem ser constatadas pelos seus efeitos, quando ele criava e transformava a matéria, através de seus “milagres”.

Se ele falava de vida eterna, citando a ressureição, ele sabia que não havia morte. Ele sabia que (energeticamente) apenas “se vai” em outra forma de energia desta realidade de existência para outra. “Desloca-se” com outro tipo de corpo para além dos limites espaço e tempo ou, de um mundo mais denso para outros mais sutis, onde (em energia/luz) se existirá para sempre.

O ser humano deve desde agora ainda em corpo físico acostumar a pensar e agir movido pelos sentimentos de harmonia e de amor, energias que somam, que unem e, por isso, são constantes em realidades mais vibráteis, mais sutis e de mais luz.

Jesus de Nazaré – O Cristo:  “Não importa onde estiverdes, devereis dirigir-vos a Tiago, o justo, para quem o céu e a terra foram feitos.”

Tiago, o Justo, foi o líder do movimento cristão em Jerusalém nas décadas seguintes à crucificação de Jesus, embora informações sobre a sua vida sejam escassas e ambíguas, várias fontes primitivas o citam de diversas maneiras como sendo um irmão de Jesus em “sentido espiritual”, como meio-irmão ou ainda como um irmão de criação.

Para ele “quem o céu e a terra foram feitos”, foi para ele programado do futuro compromisso, que para exerce-lo, ele deveria possuir necessária capacidade de agir com o poder de julgar, punir ou recompensar. Ainda, de pensar e agir com justeza e assim saber direcionar e conduzir.

Compromisso cósmico-divino que as “Placas Físicas” também trazem em escrita universal dos símbolos, como mostram as fotos abaixo a “Placa” que foi “entregue” ao autor deste texto e que foi materializada “vinda” do futuro.

  
Aquele dimensional que já despertou suas habilidades (paranormais) alcança outras dimensões, utilizando-se de seu campo de energia como sua “tecnologia mental”, para zerar o tempo e gerar seu próprio “portal”/vórtice. Neste instante seu “mecanismo cérebro-mente” transforma-se em uma eficiente e “viva tecnologia” para este objetivo. Primeira foto é do “portal”/vórtice energético que ele mentalmente o induziu e a segunda e terceira fotos são de sua “Placa Física”, que naquele instante nesta conexão interdimensional lhe trouxe (materializou) na realidade física informações de seu futuro, em escrita universal dos símbolos (extraterrestre). Mais informações neste Site na Página O Portal e na Página Relatos com o texto: No milharal, “a entrega da Quinta Placa” – Fotos de Antônio Carlos Tanure

Fonte: Pegasus Portal

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