EQUIPE DO CORPO DE BOMBEIROS DO RN VIAJOU PARA AJUDAR NAS BUSCAS DE VÍTIMAS DO TEMPORAL EM PETRÓPOLIS  NO RJ

 Bombeiros do RN viajam para ajudar nas buscas em Petrópolis

Redação/Portal da Tropical

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Foto: Divulgação/CBM

Uma equipe do Corpo de Bombeiros Militares do Rio Grande do Norte viaja, neste domingo (20), para Petrópolis, no estado do Rio de Janeiro, com o objetivo de ajudar nas buscas de vítimas do temporal que atingiram a cidade na última semana. Até o momento, já foram mais de 150 mortes confirmadas.

“Estamos indo em direção a Petrópolis para auxiliar a população no resgate e salvamento de vítimas do ocorrido. Aos nossos familiares, as orações. À população de um modo geral, fica o nosso agradecimento por fazer parte da instituição e pode participar dessa operação gigantesca, disse o major Saulo Moisés, que comanda a potiguar.

Ao lado dele, viajaram também os sargentos Wagno Braga, Paulo Severiano e Martins, além da cadela farejadora Fênix. Desde quando chegou ao Corpo de Bombeiros do RN, em 2020, a cadela Fênix, ao lado da sua irmã Lia, passou por um intenso treinamento sob os comandos do major Saulo Moisés e do sargento Wagno Braga, que possui o Curso de Cinotecnia, realizado no Corpo de Bombeiros Militar do Estado de Santa Catarina.

Assim como aconteceu recentemente no sul da Bahia, de acordo com o comandante-geral do CBMRN, coronel Luiz Monteiro Júnior, o Corpo de Bombeiros Militar do RN estará sempre à disposição para atuar no apoio às vítimas do desastre em Petrópolis. “ O Corpo do RN não medirá os bombeiros para salvar vidas. Temos quatro militares especializados para esse tipo de ocorrência, além do nosso grande trunfo, que é a cadela Fênix”, disse.

Segundo a Defesa Civil municipal, foram registrados 60,5 mm de chuva em apenas uma hora. Na última terça (15), dia do primeiro temporal que devastou a cidade e deixou ao menos 150 mortos, foram registrados260 mm de chuva em seis horas.

Em razão do grande volume de chuva, o corpo alerta para a evacuação de moradores de risco do bairro Quitandinha.

A orientação é que os moradores de áreas de risco, que não tenham a opção de acolhimento em área segura, se desloquem para os pontos de apoio que funcionam na região.

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