No EDITORIAL desta sexta-feira a Delação premiada do ex-presidente da FECOMÉRCIO, Orlando Diniz, que coloca pela primeira vez o judiciário no olho do furacão. A corrupção sistêmica e endêmica que hoje atinge o país como um todo não poderia assim ser se não tivesse uma forte contribuição do judiciário, pois como já vimos após 04 anos de Lava-jato e do episódio mais recente da política: o caso do assessor parlamentar de Flávio Bolsonaro, juntamente com mais 21 deputados, ficou muito claro que a prática da corrupção e do lesa-pátria é corriqueiro. Hoje tratar a coisa pública com honestidade e transparência é a exceção. 

URGENTE: Ex-presidente da Fecomércio delata e dá início a “Lava Toga”


Os rumores são intensos no sentido de que o Superior Tribunal de Justiça (STJ) estaria vivendo momentos de absoluto pânico e terror, informa o site O Antagonista.
Pelo menos três ministros do STJ teriam sido citados na delação premiada de Orlando Diniz, ex-presidente da Fecomércio (RJ).
No esquema, diversos escritórios de advocacia podem ter sido utilizados para a lavagem de dinheiro.
Nesse caso, inclui-se a banca de Cristiano Zanin, defensor do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, que abocanhou a bagatela de R$ 68 milhões.
2019 é prenúncio de um ano agitadíssimo e intenso na luta contra a corrupção.

da Redação
Fonte: Jornal da Cidade On Line

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