DESENVOLVIMENTO ESPIRITUAL: UM HERÓI ANÔNIMO CHAMADO MAGO ABEL

Neste domingo, na nossa coluna DESENVOLVIMENTO ESPIRITUAL temos uma bela história sobre altruísmo, abnegação, doação, generosidade e amor ao próximo. Uma singela homenagem de um cidadão movido pelas boas lembranças e pela Gratidão a um herói anônimo que salvou a sua querida mãe da morte por afogamento. O advogado Maurício Filho relembra uma passagem triste, mas com final feliz graças a esse abnegado herói anônimo cuja identidade o autor da história veio a descobrir muitos anos depois. Ele se chama Abel Tinoco e é amigo querido de longa data, desde os tempos de colégio e da nossa meninice. O autor narra dois fatos ocorridos que demonstram o desprendimento, a coragem, a solidariedade e a compaixão oriundos desse cidadão que não mede esforços na hora de ajudar alguém que precisa. Então convido você a ler o texto completo a seguir e conhecer esse personagem ímpar que tenho o orgulho e prazer de dizer: É meu amigo!

*Mago Abel – Um herói anônimo_*

Muitos anos atrás caminhava pela beira da praia de Pirangi um jovem junto com dois outros amigos, era cedo, poucas pessoas estavam na praia naquela hora, Pirangi ainda era um recanto calmo de veraneio aonde as pessoas se conheciam pelo nome, as portas estavam sempre abertas e as redes nas varandas, a tranquilidade reinava.
Chegando já próximo do trapiche ele avista uma pessoa dentro d’água se afogando, sem pensar direito ele resolve entrar na água e, sem avaliar o risco da própria vida socorreu a senhora que se afogava, conseguindo trazer ela para a beira mar, e prestar os socorros para ela expelir a água engolida.
Após se recuperar, a quase afogada, uma senhora baixinha, agradeceu muito, e disse que era natural de Acari e acostumada a tomar banho de açude, mas que havia sido surpreendida com um “buraco” água, e sido arrastada pela correnteza , termina agradecendo muito e diz que por toda a vida vai rezar por ele, que segue seu caminho e não teve mais notícias daquela senhora.
Se passaram muitos anos e o então jovem, se inscreve como um dos voluntários para os testes da vacina desenvolvida pela universidade de Oxford e aqui no Rio Grande do Norte coordenados pelo CePCLIN. Em uma das muitas “_consultas/entrevistas_”, que os voluntários participam, entre as perguntas a médica lhe indaga de onde ele é, na conversa menciona que é de Natal, e que passa o verão em Pirangi, no seguir da conversa descobre que possuem conhecidos em comum e ele recorda do quase afogamento e conta a história .
Neste momento a médica diz, está senhora que vc salvou é a minha mãe. Hj ela tem 88 anos, é lúcida e ativa , e ele pergunta, será que ela lembra da história?
Quando chega em casa, médica vai ao apartamento da mãe e pergunta se ela recorda do fato? E a mãe diz que sim e conta a história da mesma forma que ela havia ouvido na consulta, inclusive a parte da oração , falando que até hj rezava por aquele homem .
Resolve então gravar um áudio aonde a mãe dela conta a história e envia para o “jovem “, que, ao ouvir, fica emocionado ao saber que aquela senhora ainda estava vida e que se recordava e rezava por ele.
Está é a história contada de forma impessoal e sem mencionar os nomes dos personagens, em especial sem identificar quem foi o herói .
Pois bem, os personagem da história são: (a) o herói tem nome e apelido, o nome é Abel Tinôco, mas por nós conhecido como “Mago Abel” , um amigo meu de longas datas, que conheci exatamente na praia de Pirangi do Norte e que até recentemente eu desconhecia ser ele o herói; (b) a senhora é Dona Rosa, minha mãe; e  (c) a médica é a minha irmã Vitória.
Por que contar esta história, conto, pela curiosidade do ocorrido e por vermos que, naquele dia, Abel agiu sem pensar, eis que não sabia quem era aquela pessoa que estava se afogando, ele simplesmente entrou na água e socorreu, sem esperar recompensa ou agradecimentos.
Somente com o tempo, e muito tempo mesmo, é que ele descobre que aquela senhora era mãe de um amigo, e a descoberta deu-se quanto Abel mais uma vez é um herói anônimo, pois como um dos muitos voluntários, ou cobaias como foram chamados no início, se prontificou a receber a vacina para atestar a sua segurança e permitir que a população pudesse ser vacinada.
São ações e pessoas como _Mago Abel_ que nos fazem acreditar na humanidade, crer que existe esperança de que vamos conseguir superar os momentos de dificuldades, pois se não fosse a atitude corajosa e impensada dele, muito provavelmente no próximo domingo eu não poderia comemorar o dia das mães com Dona Rosa viva, e se não fosse a atitude altruísta dele e de muitos outros voluntários, muitas e muitas pessoas domingo também não teriam suas mães para comemorar a data.
Então, para os heróis anônimos como Mago Abel, meu muito obrigado por permitir que muitos tenham o que comemorar no Dia das Mães.
Um abraço amigo !!
*Mago Abel – Um herói anônimo_*
Muitos anos atrás caminhava pela beira da praia de Pirangi um jovem junto com dois outros amigos, era cedo, poucas pessoas estavam na praia naquela hora, Pirangi ainda era um recanto calmo de veraneio aonde as pessoas se conheciam pelo nome, as portas estavam sempre abertas e as redes nas varandas, a tranquilidade reinava.
Chegando já próximo do trapiche ele avista uma pessoa dentro d’água se afogando, sem pensar direito ele resolve entrar na água e, sem avaliar o risco da própria vida socorreu a senhora que se afogava, conseguindo trazer ela para a beira mar, e prestar os socorros para ela expelir a água engolida.
Após se recuperar, a quase afogada, uma senhora baixinha, agradeceu muito, e disse que era natural de Acari e acostumada a tomar banho de açude, mas que havia sido surpreendida com um “buraco” água, e sido arrastada pela correnteza , termina agradecendo muito e diz que por toda a vida vai rezar por ele, que segue seu caminho e não teve mais notícias daquela senhora.
Se passaram muitos anos e o então jovem, se inscreve como um dos voluntários para os testes da vacina desenvolvida pela universidade de Oxford e aqui no Rio Grande do Norte coordenados pelo CePCLIN. Em uma das muitas “_consultas/entrevistas_”, que os voluntários participam, entre as perguntas a médica lhe indaga de onde ele é, na conversa menciona que é de Natal, e que passa o verão em Pirangi, no seguir da conversa descobre que possuem conhecidos em comum e ele recorda do quase afogamento e conta a história .
Neste momento a médica diz, está senhora que vc salvou é a minha mãe. Hj ela tem 88 anos, é lúcida e ativa , e ele pergunta, será que ela lembra da história?
Quando chega em casa, médica vai ao apartamento da mãe e pergunta se ela recorda do fato? E a mãe diz que sim e conta a história da mesma forma que ela havia ouvido na consulta, inclusive a parte da oração , falando que até hj rezava por aquele homem .
Resolve então gravar um áudio aonde a mãe dela conta a história e envia para o “jovem “, que, ao ouvir, fica emocionado ao saber que aquela senhora ainda estava vida e que se recordava e rezava por ele.
Está é a história contada de forma impessoal e sem mencionar os nomes dos personagens, em especial sem identificar quem foi o herói .
Pois bem, os personagem da história são: (a) o herói tem nome e apelido, o nome é Abel Tinôco, mas por nós conhecido como “Mago Abel” , um amigo meu de longas datas, que conheci exatamente na praia de Pirangi do Norte e que até recentemente eu desconhecia ser ele o herói; (b) a senhora é Dona Rosa, minha mãe; e  (c) a médica é a minha irmã Vitória.
Por que contar esta história, conto, pela curiosidade do ocorrido e por vermos que, naquele dia, Abel agiu sem pensar, eis que não sabia quem era aquela pessoa que estava se afogando, ele simplesmente entrou na água e socorreu, sem esperar recompensa ou agradecimentos.
Somente com o tempo, e muito tempo mesmo, é que ele descobre que aquela senhora era mãe de um amigo, e a descoberta deu-se quanto Abel mais uma vez é um herói anônimo, pois como um dos muitos voluntários, ou cobaias como foram chamados no início, se prontificou a receber a vacina para atestar a sua segurança e permitir que a população pudesse ser vacinada.
São ações e pessoas como _Mago Abel_ que nos fazem acreditar na humanidade, crer que existe esperança de que vamos conseguir superar os momentos de dificuldades, pois se não fosse a atitude corajosa e impensada dele, muito provavelmente no próximo domingo eu não poderia comemorar o dia das mães com Dona Rosa viva, e se não fosse a atitude altruísta dele e de muitos outros voluntários, muitas e muitas pessoas domingo também não teriam suas mães para comemorar a data.
Então, para os heróis anônimos como Mago Abel, meu muito obrigado por permitir que muitos tenham o que comemorar no Dia das Mães.
Um abraço amigo !!

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