CIÊNCIAS: UMA POSSÍVEL CURA PARA A RETINITE PIGMENTOSA ESTÁ EM FASE DE TESTES CLÍNICOS NA HUNGRIA

Um grande avanço da CIÊNCIA no campo da deficiência visual é o nosso destaque desta quinta-feira na coluna CIÊNCIAS e vem lá de Budapeste na Hungria, através de um tratamento revolucionário de edição de genes, que pode curar um tipo de cegueira que afeta cerca de uma em cada 4.000 crianças. O trabalho do biólogo celular Botond Roska está passando por testes clínicos. Ele descobriu uma possível cura para a retinite pigmentosa. Então, convido você a ler o artigo completo a seguir para conhecer os detalhes dessa grande descoberta!

O Prêmio Körber de Ciência Europeia deste ano vai para um cientista húngaro cujo tratamento revolucionário de edição de genes pode curar um tipo de cegueira que afeta cerca de uma em cada 4.000 crianças.

O trabalho do biólogo celular Botond Roska contra um tipo de doença degenerativa dos olhos está atualmente passando por testes clínicos.

Crédito: Botund Roska / Laitr Keiows 

Roska receberá o prestigioso prêmio e um subsídio de € 1 milhão por seu trabalho pioneiro na retina humana, que o colocou entre os líderes mundiais no estudo da oftalmologia – trabalho que incluiu o esforço presumivelmente meticuloso de identificar mais de 100 tipos diferentes de células de retina e seus inter-relações complexas.

Para isso, ele descobriu uma possível cura para a retinite pigmentosa, um grupo de doenças genéticas raras que causa mutações nos genes que codificam as proteínas necessárias para fazer fotorreceptores humanos – a célula que identifica a luz e nos permite ver.

Ao contrário de outras formas de degeneração visual que se correlacionam com a idade, a retinite pigmentosa geralmente começa na infância e pode levar à cegueira.

Embora raro, é uma das causas mais comuns de cegueira degenerativa.

O trabalho de Roska em novas terapias genéticas, que ele realiza na Universidade de Basel, na Suíça, envolve a reprogramação de células da retina em fotorreceptores, substituindo as danificadas e restaurando a luz e a cor nas retinas cegas.

O Prémio Körber é atribuído todos os anos a um único europeu nas disciplinas das ciências da vida e das ciências físicas.

Este é o quinto grande reconhecimento que o cientista de Budapeste conquistou desde que abandonou o violoncelo e começou a estudar medicina: em seu currículo já está o Prêmio Louis-Jeantet de Medicina por suas descobertas sobre o processamento de informação visual e a Ordem de Santo Estêvão da Hungria do Presidente János Áder, entre outros prêmios.

Fonte: Good News Network

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