CIÊNCIA E FICÇÃO: UM RELATO CIENTÍFICO PRECISO SOBRE AS CIVILIZAÇÕES MURIL E ANUNNAKI

Nesta edição da coluna CIÊNCIAS desta sexta-feira temos a oportunidade de conhecer a história de civilizações supostamente extraterrestres, como os Muril e os Anunnaki, que habitaram o nosso planeta milhares de anos atrás e são citados nos hieroglifos Sumérios. Devido a extensão desse extraordinário artigo vamos dividi-lo em 4 partes. Então lhe convido a relaxar e ler com calma o conteúdo a seguir que trás informações preciosas da origem da humanidade.

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Em outros tempos no Caminho de Peabiru

Em outros tempos no Caminho de Peabiru

 

 

 

 

Este texto com informações escritas e visuais (imagens) está na forma de quatro subtextos, que neles as informações vão se somando, construindo e procurando clarear gradativamente no tempo acontecimentos, que passaram inicialmente pela civilização Muril e depois pelas presenças dos anunnaki.

A seguir pelo Caminho de Peabiru e suas trilhas antes e durante a colonização do continente sul-americano pelos europeus e finalmente hoje pelas atuais pesquisas de Dakila na região amazônica, instigadas pelo Quinto Princípio Universal ou o de Ritmo, que está sempre em ação pelo balanço do ir e do vir no tempo.

Assim, estes pesquisadores ao voltarem seu interesse ao início de tudo, se movem por este Princípio Universal, entretanto procuram mais do que em suas pesquisas arqueológicas naquela região, se identificarem pelo coração e pela mente com o proceder da civilização Muril.

Tê-la como modelo para os tempos atuais, como uma civilização que exercitou a Ciência Lilarial com sabedoria, com sentimento de vida e com o saber que conduz as consciências em harmonia às ondas modulares.

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A civilização Muril era constituída por seres que procediam em sintonia às Leis Universais. Quando aqui chegaram em uma época que já se perdeu no tempo, eles vieram de uma só vez, instalando-se por todo planeta, mas com a intenção de não interferirem na natureza, não a destruírem, mesmo prevalecendo de seu poder de domínio, através de tecnologias muitíssimas avançadas que possuíam.

Esta civilização a primeira que se instalou na Terra, quando aqui chegou foi para estuda-la, mapeando-a e demarcando-a, entre várias outras de suas pesquisas.

O centro de poder e de comando desta civilização que aqui se instalou, ele se localizou na região que hoje nela se acha a floresta amazônica. Nesta região ergueu-se Ratanabá como o centro do poder de um império e, nesta condição tornou-se capital do mundo.

A tecnologia desta civilização não era baseada em rodas, combustíveis e muito menos em eletrônica. Ela utilizava de luz condensada, propriedades da agua, energia escalar e frequência sonora, tecnologias muito mais avançadas que as tecnologias da ciência humana de hoje.

E em função destas suas tecnologias fazia o perfeito corte de pedras, que lhe permitiu erguer milhares e imponentes construções de pedra por toda a Terra, sendo a principal Ratanabá, que ainda se encontra boa parte oculta na floresta amazônica.

Estas edificações construídas pelos Muril possuíam galerias subterrâneas, que funcionavam como caminhos, ligando-as à Ratanabá. Resquícios destas estradas subterrâneas existem alguns deles ainda hoje, até mesmo debaixo de aguas oceânicas.

Ratanabá termo do idioma irdin (o primeiro falado na Terra), significa dos reinos para o mundo. “Ratan” pode ser traduzido como imperadores, império, império dominante. E “kinaba” pode ser compreendido como mundo, mundos ou, “os que transitam entre os mundos”. Portanto, da junção destas duas palavras se pode ter como significado final, do Império para o mundo ou dos reinos para o mundo ou ainda, capital do mundo.

O choque de um grande corpo celeste com a Terra gerando efeito cataclísmico sobre ela, atingiu Ratanabá e ocasionou perda de parte da extensão plana onde ela se localizava. Também, em função deste cataclismo os rios da região amazônica que originalmente fluíam para o norte, mudaram seus cursos para o sul.


Impacto de um corpo celeste modificou a topografia da região onde localizava Ratanabá, hoje ocupada pela floresta amazônica – Imagem Dakila Pesquisas

Com a destruição do centro do poder da civilização Muril, aquela região foi se transformando no que é hoje uma imensa e fechada floresta, escondendo tecnologias e soterrando artefatos desta civilização.

Antes deste cataclismo algumas das construções dos Muril funcionavam como indicadores, sinalizando a direção das estradas onde os caminhantes deveriam passar e depois descansar em Ratanabá, que na realidade era um gigantesco local de descida e de decolagem de aparelhos voadores desta civilização.

Não só em Ratanabá principal construção desta civilização, mas também suas outras construções estão ainda hoje como gigantescos monumentos em ruinas espalhados por toda a Terra e alguns deles sendo pesquisados em sítios arqueológicos. E muitas destas ruinas foram pela sua solidez reaproveitadas por civilizações posteriores, erguendo sobre elas outras construções com vários propósitos.


Algumas ruinas dos Muril constituídas de solidas bases de pedra, quase sempre a maior parte delas maciças estruturas não visíveis ainda escondidas no subsolo destas antigas bases extraterrestres, foram sobre elas levantadas outras construções por civilizações posteriores, como se vê também hoje no Forte Príncipe da Beira, no município de Costa Marques/Rondônia – Imagem da Internet

Na Amazônia existe uma construção da civilização Muril, que está praticamente intacta sob o Forte Príncipe da Beira/RO. Existem em seu subsolo salões subterrâneos, sistema de tuneis e galerias que chegam passar por debaixo do rio Guaporé e que continuam em outras direções.

Galerias com a tecnologia dos Muril estão espalhadas pelo território brasileiro, elas são estradas subterrâneas que não foram destruídas por movimentações geológicas e que não foram ainda descobertas.

Estas galerias saindo de um único ponto ou de Ratanabá por ser naquela época a capital ou o centro do mundo, ligavam ainda os continentes. Quando afloravam à superfície, eram bases desta civilização e, algumas delas ainda hoje no território brasileiro são conhecidas como as de São José das Letras/MG, Pedra da Gávea/RJ e a da Serra do Roncador/MT, que é uma das mais ativas.

    
São José das Letras/MG, Pedra da Gávea/RJ e a da Serra do Roncador/MT (em atividade até hoje), são alguns pontos em território brasileiro que nele afloravam bases, dentro das rotas subterrâneas de comunicação com Ratanabá – Imagens da Internet

Entre várias de suas pesquisas na região amazônica, o que Dakila vem fazendo já trinta anos, em uma delas seus participantes realizaram pesquisas no Forte Príncipe da Beira/RO. Utilizaram-se de instrumentos sensíveis e próprios para o tipo de pesquisas que ali fizeram, no intuito de perscrutarem fendas nas solidas paredes, que no subsolo sustentam parte aflorada desta construção.

E o que estes sofisticados instrumentos acusaram do outro lado destas fendas, foram espaços (salas) contendo diversos artefatos metálicos, pequenos e grandes muito bem trabalhados, que não poderiam ser de uma cultura primitiva. Também pela “visão” através destes instrumentos, os objetos “vistos” não poderiam ser de cerâmica.

Nas galerias ali encontradas suas paredes em alguns trechos parecem possuir iluminação própria através de certa fluorescência e sua ventilação parece vir às vezes de cima e outras vezes de lado.

Os comprimentos destas galerias possuem várias medidas, cem, mil, dez mil e uma de até 107 mil metros sem encontrar o ponto de referência à frente ou o seu fim, mas estas constatações não puderam ser desvendadas, pela inesperada interrupção destas pesquisas

 

 

 

 No sobsolo sustentando o Forte Príncipe da Beira/RO, os pesquisadores de Dakila constataram sólida construção de pedra com fendas, que por elas através de instrumentos próprios, foram vistos em espaços/salas vários objetos metálicos de diversos tamanhos e formas muito bem trabalhados, além de notarem também em certas partes de suas galerias, as paredes ali pareciam possuir iluminação própria através de uma florescência – Imagens de Dakila Pesquisas

Dakila após sua descoberta debaixo do Forte Príncipe da Beira, imediatamente a comunicou ao Iphan, órgão governamental responsável pela preservação cultural e histórica do Brasil. Mas, para a surpresa de seus pesquisadores, em vez de agradecimentos eles foram impedidos por este órgão governamental, continuarem ali em suas pesquisas.

Em uma série de outras surpresas, cerca de oito meses após esta proibição os pesquisadores de Dakila foram “brindados” com mais uma, quando o Iphan mostrou em seu site apenas algumas peças quebradas de louça de uso doméstico e também comunicou, “que este forte abandonado por décadas estava agora (a partir de 2018) sendo estudado por arqueólogos, para ser restaurado como atração turística e que mais de quarenta mil peças já tinham sido encontradas nas escavações da parte interna daquela construção”.

Talvez, a informação desta grande quantidade de objetos como peças históricas encontradas no Forte Príncipe da Beira de uso dos militares, no período que ali ocuparam durante a colonização, seja também “cortina de fumaça”, para esconder o que verdadeiramente valioso deve ter sido colhido no subsolo daquela construção, originado de uma época muitíssimo antes da descoberta do continente americano pelos europeus.

Como sempre acontece em qualquer parte do mundo, pesquisas que envolvem presenças de civilizações com possível evidencia alienígena, elas são sempre encobertas ou mesmo impedidas de continuarem por interesses não confessos, ocultos.


Pedaços de vasilhames de louça de uso doméstico, foi o que o Iphan mostrou em seu site como descoberta no Forte Príncipe da Beira – Imagem Dakila Pesquisas

Como as pesquisas no Forte Príncipe da Beira foram impedidas, os participantes de Dakila continuando em suas pesquisas, adentraram pela floresta amazônica em direção à Serra da Muralha (divisa RO/AM) e, foi ali em um determinado ponto que encontraram o marco zero, ou de onde partiu a primeira demarcação da civilização Muril.

Deste marco que os Muril definiram não só a construção de Ranatabá, como também suas outras construções/bases espalhadas pelo mundo.

  
Marco zero ou de onde se originou a primeira demarcação da civilização Muril – Imagens de Dakila Pesquisas

As bases de pesquisas e de estudos da Civilização Muril eram marcadas por cristais facetados com cerca de 10 metros de comprimento, possuindo a forma de um lápis sextavado comprido com uma ponta. Estes marcos confundem os arqueólogos e cientistas, que não tendo certeza o que realmente são, os associam às formações da própria natureza.

Estas tecnologias cristalinas emitem para qualquer parte do universo sinais, que com eles são identificadas várias informações, entre elas o local de suas emissões. E no território amazônico brasileiro mesmo soterrado está ativo um destes cristais especialmente fundido, parecendo se encontrar em torno de 79 metros de profundidade no centro de uma destas bases.


Obelisco na avenida principal de Belo Horizonte/MG e também presenças em locais destacados em muitas outras cidades do mundo, recordam uma das tecnologias da civilização Muril – Imagem da Internet

Outras constatações da presença da civilização Muril são os geoglifos que serviam como sinalizadores ou mapas para serem vistos também do céu, sinalizando com suas presenças as bases desta civilização, tanto na superfície quanto no subsolo.

A denominação “templos” com sentido de cunho místico-religioso foi dada posteriormente a estas bases, que são de fato construções antiguíssimas espalhadas por toda a Terra e que depois abandonadas pela civilização Muril, muitas delas em ruinas foram reaproveitas por outras civilizações, que sobre elas ergueram outras construções, deturpando a verdadeira finalidade de sua construção original.

Assim, muitas das escritas e desenhos ritualísticos (hieróglifos, petróglifos e outros) que estão hoje nestas construções, eles são informações posteriores e não correspondem verdadeiramente às de seus iniciais construtores.

 
Pedra do Ingá/PB com seus petróglifos faz parte também de história da civilização Muril – Imagens da Internet

Como já foi mencionado, a civilização Muril não dilapidava natureza, a intenção destes seres como viajantes do espaço em todos os planetas que os tinham especiais como a Terra, era de criar diversas bases que funcionassem como centros de pesquisas e de conhecimento.


Locais infelizmente desmatados na região amazônica estão mostrando do alto, gigantescos hierógligos como figuras escavadas às vezes simetricas ou não, mas sempre parecendo direcionar ou sinalizar pontos/bases de apoio da civilização Muril, como parece também assim mostrar o contorno do Forte Prncipe da Beira – Imagens de Dakila Pesquisas

O interesse de alguns governos estrangeiros e de organizações não governamentais (ONG’s) sobre a região amazônica, com os primeiros às vezes até transvestidos destes últimos, nele estão também incluídos os artefatos e as tecnologias ali presentes de Ratanabá, que ainda permanecem escondidos e protegidos pela selva.

Este interesse que muito dele é realmente cobiça, dissimula-se como alertas para proteção da natureza ou como protestos para preservação ambiental.

Muito deste interesse está voltado ao que de fenomenal ainda se acha naquela região escondido pela floresta. Não só as riquezas minerais daquela região são cobiçadas, mas também artefatos e tecnologias de Ranatabá ali existentes.

Se estes artefatos e estas tecnologias caírem em mãos do poder político-militar de alguns governos do mundo, eles tornarão este planeta palco de conflitos e de beligerância ainda mais intensos do que os atuais.

Conflitos e beligerância induzidos por procedimentos compulsivos humanos totalmente opostos aos da civilização Muril, que se voltava ao verdadeiro sentido do conhecimento, do verdadeiro construir e de se realizar, que se a humanidade soubesse tê-los sabiamente como exemplos e com eles se conduzisse, poderia mudar sua história.

Após a finalização de suas pesquisas e de seus estudos os Muril foram embora, deixando aqui de sua civilização o que restou de suas construções.

Fonte: Pegasus Portal

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