CIÊNCIA E FICÇÃO: UM RELATO CIENTÍFICO PRECISO SOBRE AS CIVILIZAÇÕES MURIL E ANUNNAKI – 3ª PARTE

Na edição da coluna CIÊNCIAS desta sexta-feira temos a oportunidade de conhecer a história de civilizações supostamente extraterrestres, como os Muril e os Anunnaki, que habitaram o nosso planeta há milhares de anos e são citados nos hieroglifos Sumérios. Nesta 3ª parte  vamos conhecer a história das cidades perdidas na região amazônica que já foram e continuam sendo motivo de expedições  já que se transformaram em lendas contadas pelos povos indígenas da amazônia.

Informações quando passadas oralmente de geração em geração, elas sem comprovação física acabam se transformando em lendas, como as que os povos indígenas vêm transmitindo sobre existências de cidades perdidas na densa floresta amazônica. Cidades como Akhaim, Akhanis e Akhakor que eram reverenciadas, mas ao mesmo tempo temidas.

Estas cidades mencionadas de geração em geração na forma de relatos sobre o Eldorado e tidas como lendas, elas mesmo assim sempre despertaram interesse e foram procuradas. Expedições já foram realizadas e continuam sendo feitas em sua busca na região amazônica, que dela o Brasil possui maior extensão junto aos países limítrofes.

  

 
A lenda do El Dorado é uma antiga narração feita pelos nativos sul-americanos aos espanhóis no tempo da colonização das Américas. Narração de uma cidade repleta de tesouros e com algumas de suas construções em ouro – Imagem da Internet.

Paitíti é mais uma narração de cidade lendária, que está oculta na região da floresta amazônica, entre o sudeste do Peru, o nordeste da Bolívia e o noroeste do Brasil constituído pelos territórios do Acre, Rondônia e Mato Grosso. Ela foi capital de um reino chamado de Grande Paitíti e como mito assemelha-se ao do Eldorado.

De acordo com alguns estudiosos quatro cataclismos globais mais recentes foram o grande cataclismo acontecido cerca de 550 mil anos atrás, formando “ilhas” de diversos tamanhos.

A segunda catástrofe global aconteceu cerca de 435 mil anos atrás e outra em torno de 180 mil anos, para finalmente em torno de 9.000 a.C., acontecer o ultimo cataclismo diluviano global.

Com o primeiro cataclismo formaram-se “ilhas”, uma delas se supõe com a extensão de um verdadeiro continente. E, em parte deste imenso território foi com o passar do tempo sendo construído um império composto por sete reinos.

Estes reinos possuíam seus limites nos atuais territórios da Bolívia Peru e Colômbia, incluía também parte do hoje território brasileiro, através dos Estados do Amazonas e do Mato Grosso, estendendo-se ao Planalto de Goiás.


Mapa focalizando a região amazônica, que possui maior extensão no território brasileiro e que praticamente inexplorado, deve provavelmente conter mais sítios arqueológicos de tempos mais antigos, esperando serem descobertos – Imagem da Internet

Registros arqueológicas do Caminho do Peabiru utilizado por povos indígenas antes da colonização das Américas, parecem indicar ser este o caminho no continente sul-americano, que estes povos o faziam pelo chão.

Mas, é bom lembrar também, como já foi mencionando no início deste texto, que outros caminhos por toda a Terra em tempos ainda muito mais remotos utilizados pela civilização Muril, foram percorridos muitos deles em galerias subterrâneas.

Hoje, quando se pensa sobre a floresta amazônica, a imagem mais comum que se forma à mente, é a de uma gigantesca área verde com inúmeros desafios à sobrevivência humana. Mas, o que as pesquisas arqueológicas mais recentes indicam, aquela região não era tão assim selvagem antes das presenças dos europeus. Ela já era densamente habitada, com os povos que ali existiam produzindo inúmeros objetos e praticando intensa agricultura.

Uma das principais fontes escritas destas informações é o diário de Frei Gaspar de Carvajal, dominicano espanhol que ainda em 1542 na expedição de Francisco de Orellana, desceu o rio Amazonas de sua nascente no Peru até sua foz próxima à ilha de Marajó, no Pará.


Reminiscência do que foi o Caminho do Peabiru indica a presença de uma estrada ramificada, que por ela transitava em tempos passados os vários povos indígenas do continente sul-americano. Partes da estrada principal eram calçadas nas regiões mais difíceis de caminhar – Imagem da Internet.

Foi através da narração de Frei Gaspar de Carvajal, que estabeleceu a primeira relação entre o grande rio do novo mundo descoberto pela colonização europeia e a palavra “amazona”.

Esta denominação foi motivada pela visão deste narrador de guerreiras nativas às margens deste rio, que ele as associou ao mito grego das amazonas, dando nome de Amazonas ao extenso rio daquela região.

Ele também registrou nas margens dos vários afluentes deste grande rio densidade populacional. Esta informação e outras em suas crônicas foram consideradas exageradas, fantasiosas pelos estudiosos. Porém, estudos mais recentes de pesquisadores e arqueólogos brasileiros estão confirmando estes dados.

Tais relatos vêm hoje sendo confirmado por pesquisas arqueológicas naquela área, que nela estão sendo encontrados continuamente objetos de pedra e de cerâmicas ricamente trabalhadas, que vão reconstruindo a história dos povos que ali habitaram, como os da cultura Marajoara, Santarém, Guarita e Maracá.

Um aspecto da cultura marajoara que chama atenção dos arqueólogos são os desenhos presentes nos objetos, que lembram animais misturados com caracteres humanos (figuras antropozoomorfas) e os objetos tapajônicos (Santarém) que chamam atenção por representarem também diferentes perspectivas.

Os Guarita ocupavam na Amazônia os territórios entre os rios Negro e Solimões e, os arqueólogos ainda não sabem se eles eram um povo em uma só aldeia ou, se em várias delas articuladas politicamente à uma aldeia central, que funcionava como uma espécie de capital.  Quanto aos Maracá suas urnas funerárias são encontradas na superfície de abrigos rochosos, em cavernas no sul do Amapá.

 

 
Objetos arqueológicos respectivamente das Culturas Marajoara, Santarém,
Guarita e Maracá – Imagens da Internet

Sobre estas antigas culturas na região amazônica brasileira dizem os estudiosos em arqueologia do Instituto Mamirauá: ”não se pode dizer que é um só sítio arqueológico. O que está se vendo é um complexo arqueológico de vários sítios, que podem ter histórias diferentes, mas que estão interligadas”.

Nesta área de pesquisas foi descoberta uma grande quantidade de vestígios de pelo menos cinco ocupações humanas diferentes. Dentre essas descobertas estão também cerâmicas da tradição Pocó, que podem ter até mais de 3 mil anos.

Estes pesquisadores constataram ainda, que perto deste complexo arqueológico foi encontrada uma floresta de castanheiras e que embora ela se estenda por quilômetros ao longo do rio, não ultrapassa 500 metros de largura.

Esta floresta compactada de castanheiras não natural constatada nesta área, ela indica atividades agrícolas durante centenas e centenas de anos. Outra evidencia neste sentido é também a presença de terra preta ali, compondo um solo extremamente fértil associado a ocupação humana durante longa data

 

 
Objetos arqueologicos que estão sendo encontrados e pesquisados na região amazonica, eles indicam que aquela região foi em tempos passados intensamente habitada por um longo periodo -. Imagens da Internet.

Pesquisas de outros estudiosos levam ainda a supor, que antes do descobrimento do Brasil os índigenas já utilizavam de um caminho principal, que ligava o litoral brasileiro ao Andes peruanos e que dele derivavam muitas outras trilhas intercomunicantes espalhadas pelo territorio brasileiro, chamadas também de peabirus.

O tronco principal deste caminho ligava o litoral do Estado de São Paulo ao Andes, cruzando o interior do continente sul-americano. Ele  ainda se estendia ao litoral de Santa Catarina (com registros arqueologicos até hoje  de sua existencia) e continuava alcançando a região litoranea do Rio Grande do Sul.

Peabiru na língua tupi “pe” siginifica caminho  e “abiru” gramado/capim amassado, portanto  esta palavra identifica  caminho, que dele os indigenas já o utilizavam muito antes do descobrimento do continente sul-americano pelos europeus e que possuindo em torno de 1,40 metro de largura era constituido de grama e de calçamento, este ultimo em locais mais dificeis de transitar.

Ainda o siginificado da palavra peabiru, de acordo  com o Barão de Capanema, era devido  os incas chamarem seu território de”biru“ e dai, a denominação Caminho de Peabiru como mistura de “pe-biru”, que equivaleria caminho para o “biru”.

E embora não existam informações acerca da razão pela qual o “projeto inca” não ter sido  totalmente concretizado, o “correio dos guaranis” pelas trilhas deste caminho foi uma de suas evidencias, permitiindo naquela epoca comunicação entre seus habitantes. Este correio rudimentar chamado “parejhara” alcançava extensa região do territorio brasileiro.

A região amazônica desperta  hoje e cada vez mais o interesse não só dos brasileiros, como também do restante do mundo.

O Observatório Astronômico do Parque Arqueológico do Solstício nas proximidades da cidade litorânea de Calçoene, no Estado do Amapá, é um conjunto de monólitos que pela sua semelhança compara-se de certo modo, com o enigmático monumento paleolítico da Inglaterra.

Este sítio arqueológico também chamado de Rego Grande, por estar aquela região banhada pelo rio com este mesmo nome, possui 127 monólitos erguidos em um raio de 30 metros. Estas pedras com o comprimento de mais 4 metros estão dispostas, para que no solstício de inverno do hemisfério norte elas apontem para os principais astros do céu amazônico e para que o sol ao meio dia fique em posição exata no centro delas.

 

 Atualmente a teoria mais aceita sobre os monólitos do Observatório Astronômico de Calçoene, no Amapá, indica sua origem o interior da Amazônia, porque na região deste sitio arqueológico foram encontradas uma série de cerâmicas enterradas, que possuem aparente correlação às peças cerâmicas cerimoniais Aristé ou Cunani (semelhantes às marajoaras) – Imagens da Internet

Mas, esta descoberta que vem atraindo a atenção de estudiosos e de pesquisadores de todo o mundo, ninguém ainda tem certeza de fato, qual o seu real propósito e como este conjunto de pedras maciças foi feito.

Segundo a tradição guarani o Caminho de Peabiru foi aberto por um ancestral civilizador chamado Sumé, que também com os nomes de Zumé, Pay Sumé ou Tumé era possuidor de uma longa barba branca e tinha o poder de caminhar sobre as águas.

Este “ser” estando entre estes índios, transmitiu para eles uma série de conhecimentos, como a agricultura, dominio do fogo, a organização social e também foi ele que criou a rota do Caminho de Peabiru (com  seu sentido leste-oeste), para que  alcançassem terras distantes, onde seus parentes (incas) que usavam roupas eram possuidores de objetos de ouro e de prata, moravam em cidades de pedras localizadas em montanhas muito altas.

 
Caminho de Peabiru um provavel milenar e misterioso conjunto de trilhas, tendo a principal delas sempre o sentido leste-oeste, era utilizado por povos indigenas muito antes da chegada dos europeus no continente sul-americano. Este caminho era tido principalmente pelos guaranis como sagrado, por o associar com o deslocamento do sol e também por o associar (subjetivamente) à busca do paraiso ou à terra sem males – Imagens da Internet

Através do caminho de peabiru era realizada entre os indios locais intensa troca de mercadorias e de serviços, sem que eles fizessem nestas transações o uso de moeda. Os índios do litoral forneciam sal e conchas ornamentais, os índios mais interiorizados (distantes do litoral) forneciam penas de aves maiores para enfeites, feijão, milho e outros alimentos e os incas ainda mais distantes forneciam objetos de metal (prata, ouro e outros metais).

Mas, com as vindas cada vez mais constantes de portugueses e principalmente de espanhois ao novo mundo, este harmonico sistema de troca começou a ser desfeito, porque os peabirus foram se tornando cada vez mais  conhecidos destes europeus, na mesma proporção em que a ganancia dos mesmos ia cada vez mais também aumentando, pela possibilidade através destas trilhas encontrar  riquezas incalculaveis guardadas pelos indigenas e assalta-las.

 
Em Machu Picchu a primeira fotografia é da Pedra de Intihuatana e a segunda foto foi tirada também nesse local, no dia 02/09/2018, em torno das 12:00 horas, focalizando diretamente o sol, considerado pelos antigos incas uma divindade, o deus solar Inti. Mais informações neste Site com o texto: Incas os filhos do Sol – Fotos de Antônio Carlos Tanure

Há mais de 500 anos a expedição de Juan Díaz de Solís ao retornar à Europa através de três caravelas desta expedição, uma delas acabou naufragando ao tentar acessar a Ilha de Santa Catarina, no local onde hoje é conhecido como Praia de Naufragados. Dos 15 tripulantes apenas 11 sobreviveram e passaram a viver ao sul desta Ilha.

Os índios Carijós que acolheram estes náufragos, deram atenção especialmente a um deles, ao português Aleixo Garcia que casou com uma índia desta tribo e que para ele estes índios passaram diversas informações, entre elas a de um caminho que chegava a uma região de montanhas (Peru), onde seus habitantes eram possuidores de objetos de ouro, chegando a lhe mostrar alguns deles trazidos de lá.

Em 1524 o naufrago Aleixo Garcia decidiu averiguar as informações dos índios contadas repetidas vezes para ele. Reuniu cerca de 2 mil índios amigos e com seus companheiros de naufrágio, eles partiram em uma longa viagem de exploração por uma boa parte da América do Sul, através do Caminho de Peabiru.

Ele demorou cerca de quatro meses até chegar à Bolívia, onde ali ele saqueou algumas peças de ouro e já retornando foi morto por indígenas no Paraguai, mas parte do ouro saqueado foi levada para o Brasil (Santa Catarina).

 
Para alguns estudiosos Aleixo Garcia que se tornou líder dos índios Carijós, ele aparece na literatura espanhola e latino-americana, como o verdadeiro descobridor do império inca, tendo contato com esta avançada cultura, ao utilizar o Caminho de Peabiru e alcançar a Bolívia e os limites do Peru, tendo antes passado pelo território brasileiro e paraguaio – Imagens da Internet

Outros dois relatos sobre o Caminho de Peabiru um diz, que em 1531 Martim Afonso de Souza fundador da Vila São Vicente, enviou uma expedição  seguindo esta trilha, mas esta expedição foi trucidada pelos guaranis. Outro menciona, que em novembro de 1541, o espanhol Álvar Núñez Cabeza de Vaca em sua caminhada por estas trilhas, partindo da foz do rio Itapocu no litoral norte de Santa Catarina, acabou por descobrir no final de janeiro de 1542, as Cataratas do Iguaçu.

 
No seculo XVII bandeirantes paulistas como Antônio Raposo Tavares trilharam também o Caminho de Peabiru para atacar missões jesuitas, que fizeram uso desta trilha para atividades de evangelização e aldeamento de indígenas – Imagens da Internet

O Caminho de Peabiru para alguns pesquisadores possuia até mesmo 4.000km, ao  ligar a costa do oceano atlantico à costa do oceano pacifico cortando todo o interior do continente sul-americano, para ligar o litoral de Santa Catarina ao do Chile, depois de passar pelos territorios do Paraná e de São Paulo no Brasil e pelos territorios do Paraguai, Bolivia e Peru.

As rotas deste caminho eram sinalizadas muitas vezes por informações fornecidas pela propria natureza através de montanhas como Monte Crista/SC, de rios e de outras referencias naturais que com elas os indios se direcionavam e, para alcança-las utilizavam também inscrições rupestres e outros simbolos marcadores. Às vezes ainda ao lado deste caminho eles fabricavam alguns de seus utensilios.

  

  
Restam ainda em pontos isolados de algumas matas e de algumas localidades pequenos trechos do Caminho de Peabiru. Os trechos mais dificieis de transitar eram pavimentados. Este caminho era também sinalizado com inscrições rupestres e simbolos astronômicos de origem indígenas. Ainda, ao lado destas trilhas os indigenas às vezes fabricavam alguns de seus utensilios – Imagens da Internet

O Caminho de Peabiru mesmo como  um conjunto com muitas ramificações, estas eram  especificas e identificadas em seu conjunto, parecendo tudo a ver com o Sol, em uma assimilidade à cultura incaica, que tinha neste corpo celeste sua dividade principal.

Como já foi mencionado, este caminho sempre em seu sentido acompanhando o trajeto do Sol, ele também levava (subjetivamente) os indigenas estimulados pela sua memoria ancestral, à terra sem males.

Estes povos buscando a sabedoria como “percepção filosofica”, a  associava aos seus valores interiorizados na busca de Deus ou, no reencontro com suas dividindades.

 
No templo de Qoricancha o disco solar e o ouro com seu dourado (primeira imagem) associavam-se para simbolizar a principal divindade inca Inti, o deus solar Viracocha e o sentido do divino interiorizado em cada um. E ainda nesse templo o perfeito alinhamento das janelas (segunda imagem), Cusco/Peru. Mais informações neste Site com o texto: Incas os filhos do Sol – Fotos de Antônio Carlos Tanure

Através de registros pontuais arqueológicos pode-se supor, que o Caminho de Peabiru estava  fisicamente presente por todo o continente sul-americano como uma imensa rede de trilhas, que eram utilizadas pelos indigenas para seus interesses materiais/comerciais, mas também através delas buscavam o “espiritual”, como a trilha que levava a Cahuachi, nome que significa lugar onde vivem os videntes, hoje um sítio arqueológico no Peru.

Este local centro de peregrinação da cultura Nazca, que viveu sua época de esplendor entre os séculos I e V, ele está no meio do deserto e próximo às Linhas de Nazca.

Como centro de peregrinação sua população crescia nas datas de eventos cerimoniais importantes, que pareciam envolver as Linhas de Nazca  No local havia uma necrópole chamada Chauchilla, outro monumento responsável por estas viagens periódicas.

 
Na primeira foto Pirâmide de Adobe no Sítio Arqueológico Cahuachi e na segunda foto ao fundo geoglifos na montanha, em Nazca/Peru. Em 1994 eram apenas conhecidos 30 geoglifos naquela região, mas já em 2015 com o desenvolvimento de tecnologias, pesquisas naquela região já revelavam 40 deles. E mais recente em 2018, análises que foram feitas por cientistas da Universidade Yamagata/Japão e da IBM revelaram 143 geoglifos na forma de animais, de humanoides e de objetos – Imagens da Internet

Outra cultura que desenvolveu na região do hoje Peru, entre 700 a.C. – 200 d.C., foi a enigmática cultura pré-incaica Paracas, que produzia primorosos trabalhos têxteis em algodão e em lã, além de produzir refinadas cerâmicas. Ela também possuía pratica da deformação craniana com uma finalidade estética e ritual.

Contudo, alguns crânios dos Paracas o volume craniano chega a ser 25 por cento maior e 60% mais pesado do que um crânio humano convencional, significando que eles não poderiam ter sido intencionalmente deformados para finalidades descritas anteriormente.

Estes crânios também contêm somente um osso parietal, ao invés de dois como nos crânios dos seres humanos. O fato destas características cranianas não serem resultados de deformações artificiais, a causa deste formato alongado perdura como mistério, que fomenta várias suposições.

 
Descobertas arqueológicas de alguns crânios alongados da civilização Paracas anterior à de Nazca e também tapetes confeccionados com a figura de seres alados, o significado deles perdura como um mistério – Imagens da Internet

Fonte: Pegasus Portal

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