CIÊNCIA E FICÇÃO: UM RELATO CIENTÍFICO PRECISO SOBRE AS CIVILIZAÇÕES MURIL E ANNUNNAKI – 2ª PARTE

Na edição da coluna CIÊNCIAS desta terça-feira temos a oportunidade de conhecer a história de civilizações supostamente extraterrestres, como os Muril e os Anunnaki, que habitaram o nosso planeta milhares de anos atrás e são citados nos hieroglifos sumérios. Nesta 2ª parte desse artigo vamos conhecer a história dos Anunnaki aqui na terra.

EM OUTROS TEMPOS NO CAMINHO DE PEABIRU -2ª PARTE

Os anunnaki chegaram à Terra alguns milhares de anos atrás, muito depois dos seres da civilização Muril.

E eles empregaram seus conhecimentos tecnológicos para erguerem construções e também para reconstruírem aquelas dos Muril que tinham sido ciclicamente destruídas por cataclismos globais. Reconstruíram edificações subterrâneas surpreendentes, verdadeiras cidades e outras magnificas construções deixadas pela civilização Muril, valendo-se dos recursos naturais da Terra.



Para os sumérios os anunnaki eram aqueles que desceram dos céus, para os hebreus os nefilin (elohim bíblicos) e para os antigos egípcios os neter. Eles possuidores de estatura física elevada em relação à humana, iniciaram o processo de exploração e de colonização da Terra – Imagem da Internet

A primeira expedição Anunnaki aterrissou inicialmente na região do Golfo Pérsico, onde estabeleceu a sua primeira base de operações em Eridu, termo que pode ser traduzido como lar longínquo construído. E a primeira deidade suméria Anu e sua esposa Antu eram “deuses supremos do Céu e da Terra”.

Filho deste casal, a segunda deidade na “hierarquia divina” era Enlil o senhor do espaço ou do mundo superior, que ditava leis e que controlava tudo que estava no céu e na terra através de suas naves (shen). Ele tinha como esposa Ninlil.

O terceiro deus hierárquico e irmão do anterior era Enki ou, o senhor do mundo inferior (da superfície) que desenvolveu a agricultura modificando o deslocamento de rios, criando canais e transformando áreas alagadas em terra firme e ainda trouxe a arte da fabricação de tijolos, de produtos cerâmico-metalúrgicos, entre outras tecnologias para a construção de cidades. Ele tinha como esposa Nin.ti.

O plano original destes seres era extrair ouro do mar, o que de fato foi feito, mas à medida que esse processo foi ficando inviável, a única alternativa foi extrair este minério do solo – e, a região escolhida como centro de comando foi aquela hoje conhecida como sudeste da África. Ali então foi erguido o complexo de Abzu, onde o casal de cientistas Enki e Ninti iniciaram também suas experiências genéticas.

Com a fertilização “in vitro” do óvulo de um hominídeo (homo erectus feminino) com o espermatozoide do jovem “deus” anunnaki Ninurta que resultou um embrião, este foi colocado no ventre da deusa mãe Nin.Ti/Ninhursag, permitindo a partir desta inseminação a primeira geração de seres humanos.

Estes cientistas repetiram experiências genéticas várias vezes, no intuito de formarem as primeiras gerações de híbridos humano-alienígenas, que eram estéreis. E, à medida que estes seres denominados de ”lulu” (trabalhadores primitivos cabeças negras) iam sendo criados e geneticamente aperfeiçoados, eram levados para trabalhos físicos dentro das minas de extração de metais, principalmente do ouro.

Posteriormente, Enki aperfeiçoou ainda mais por manipulação genética estes híbridos, usando seu próprio esperma para criar uma segunda geração de seres humano-alienígenas.

O homo sapiens macho e fêmea que dela se originou e que deu origem no final o homo sapiens sapiens, foi o resultado de sucessivas transferências genéticas alienígenas acontecidas alguns milhares de anos atrás, de acordo com textos sumérios, babilônios e do Antigo Testamento.


O homo sapiens Adão é o resultado do processo de transferência genética alienígena feita pelos seus criadores, “deuses” anunnaki – Imagem da Internet

Seres de 49 raças com suas origens em vários pontos do universo não puderam impedir a criação da raça adâmica pelos seus criadores (anunnaki), portanto não puderam impedir a criação do homem e da mulher.

Mas, estes seres cósmicos em escala evolutiva superior e utilizando-se da própria condição da natureza humana, vêm estimulando os seres humanos para que deem seus saltos quânticos, percebam através de suas almas que são possuidores de essência divina, que são portadores de Energia/Luz Viva.

Eles vêm estimulando o corpo mental do homem-animal que geneticamente surgiu, induzindo-o ao processo da individualização de sua consciência, mas sem interferirem diretamente em sua evolução.

Os seres alienígenas das 49 raças (atualmente mais presentes os de Ophiúcus) sempre estiveram atuantes em relação à humanidade, intuitivamente direcionando os seres humanos, principalmente aqueles que já alcançaram frequência mental mais acelerada e o necessário padrão evolutivo, para que já se percebam em suas verdadeiras condições (vibracionais) de seres universais e multidimensionais.

Os anunnaki criadores dos seres humanos são de um outro mundo também físico, possuidores de tecnologias muito avançadas. Entretanto, não geradores de emoção não possuem alma e, sem ela não alcançam o sentimento/emoção que ser humano possui e que com ele pode mentalmente vibrar, para alcançar frequência cocriadora.

  

 
Historicamente o ser humano sempre procurou várias maneiras de se identificar com seus deuses criadores. Neste sentido, no Antigo Testamento o termo mitra aparece, fazendo referência às vestes sacerdotais, como um adorno usado por pessoas destacadamente posicionadas ou como sinal de nobreza quase divina. Hoje com uma fenda na parte superior e duas fitas que caem sobre as espáduas, este adorno distingue hierarquia religiosa – Imagens da Internet

Construções piramidais quando estão sendo pesquisadas em sítios arqueológicos, elas podem ser fisicamente vistas, mas muitas outras erguidas em tempos ainda mais remotos continuam escondidas no subsolo, esperando serem descobertas.

Algumas destas construções tinham a intenção de gerar frequência vibracional de mudança, de estimularem a vida ainda primitiva (selvagem) daquela época, já visando pelas Leis Universais milhares de anos à frente o surgimento do ser humano e a transição planetária atual.

Em tempos mais antigos hominídeos ainda não geneticamente modificados, possuíam inteligência incipiente, portando sendo ela pouca desenvolvida, não possuíam por motivo obvio o recurso de expressarem oralmente, apesar de que nesta época seus quatro sentidos já tinham sido desenvolvidos, a sua visão que ainda estava desenvolvendo completamente.

Posteriormente, estes seres já geneticamente modificados como “protótipos humanos” iam física e mentalmente desenvolvendo o “dom” de se expressarem através de palavras e, fazendo deste “dom” instrumento, para que seu pensamento fosse cada vez mais sendo “construído” através de vibrações sonoras que exteriorizavam, eles iam cada vez mais também se estimulando para a capacidade de raciocínio.

Estes seres criados geneticamente pelos anunnaki tiveram funcionalmente desenvolvido seu SNC e com ele capacidade maior para uma vida inteligente de relação social, que nela infelizmente se inseriu o sentimento consciente de egoidade, gerando-os obstáculos de toda sorte.

 
Australopithecus, Homo habilis, Homo erectus, Homo sapiens neanderthalensis e homo sapiens sapiens – “o caminho” físico, mental e emocional pelo qual passou o atual ser humano – Imagens da Internet.

A equipe do egiptólogo Zahi Hawass encontrou mais recentemente debaixo da pata dianteira da Esfinge/Egito, duas placas que mencionam: “depois do diluvio houve um intervencionismo genetico de criaturas, compondo (produzinto) os seres humanos”. 

Este registro arqueológico reforça a hipotese, que uma civilização muito avançada produziu/criou os seres humanos, fazendo da Terra um canteiro genetico experimental.

E nesta informação talvez esteja ainda a resposta do elo perdido, que os arqueologos e outros pesquisadores não o encontrando, não podem explicar a evolução humana em um tempo relativamente curto, que não se encaixa dentro dos estudos e da conclusão de Darwin.

Também como reforço desta hipotese alguns outros estudiosos mencionam, que em suas pesquisas a carga dos elementos quimicos compondo o DNA humano possui padrão numerico e que ele ao ser trocado por letras do alfabeto hebraico, “escrevem” os nomes Javé e El, “deuses” da antiga civilização Sumeria Enki e Enlil, como se nesta “coincidencia” estes “deuses” quizessem “assinar” seus nomes no DNA humano.

O poder anunnaki está até hoje presente acompanhando o desenrolar da historia evolutiva humana. Estes seres por terem um ano de vida equivalendo cerca de três mil e seissentos anos de vida dos seres humanos, esta diferença lhes possibilita este acompanhamento, já que existem absudarmente mais do que os humanos.

E somando à sua milenar existencia, eles como  possuem estrutura molecular diferente a do ser humano que se baseia no DNA e possuem também a condição de tomarem a forma que desejarem, desta maneira sem serem reconhecidos acompanham ao longo dos milenios a humanidade, direcionando-a como seus líderes, conduzindo-a voltados aos seus interesses, em varias ocasiões e em varios campos da atuação humana.

 
Na historia da humanidade os anunnaki (seus descendentes) que atuam mentalmente em sintonia à frequencia de Enlil, envolvem-se mais com o poder/controle militar associado ao poder/controle religioso, tão comumente hoje visto no oriente médio. E aqueles na frequencia de Enki se envolvem mais veladamente com o poder/controle politico-social das massas, como governo oculto – Imagens da Internet.

O significado de Matrix está hoje cada vez mais sendo estudado e debatido por pensadores e cientistas em todo o mundo. Estes estudiosos acreditam existir uma inteligencia paralela à inteligencia humana. Inteligencia que controla  esta última, não deixando que os seres humanos se voltem  para os seus proprios e verdadeiros interesses, sobrepondo-os com os seus.

E parece que este controle utiliza-se quimicamente do carbono no corpo humano, uma molecula tetravalente como também é tetravalente a molecula de silicio, o que favorece a conexão entre elas, produzindo ponte de interação entre o meio holografico exterior-controlador e o meio bio-fisico humano.

Ponte de interação ainda mais intesificada com a presença da proteína que caracteriza o fator Rh no sangue humano e que parece acionar a onipresença controladora e exterior dos anunnaki.

O fator Rh do sangue que foi demonstrado primeiramente no macaco-rhesus, é uma proteína encontrada em torno de 85% da população mundial e, o restante que não a possui sua história genética associa-se aos Shemsu Hor, aos seguidores de Hórus ou do deus dos céus e dos vivos, antes mesmo do Egito antigo e dos sumérios, há mais de 13.000 anos.

Aqueles que hoje continuam não possuindo esta proteína, portanto com Rh negativo perpetuando esta linhagem, normalmente possuem liderança e com ela exercitam o poder em seus vários aspectos.

No transcorrer dos vários ciclos civilizatórios da humanidade com civilizações mais antigas e outras nem tanto, as ruinas arqueológicas destes tempos sempre causam interesse aos pesquisadores, através de informações que colhem in loco e, mesmo também através de informações que são oralmente passadas de gerações em gerações, como as que foram fornecidas pelos índios aos conquistadores espanhóis e aos colonizadores portugueses, tendo suas fontes de origens já perdidas no tempo.

Fonte: Pegasus Portal

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