SAÚDE: DR. MARCO MENELAU FALA ALERTA QUE A DEFICIÊNCIA DE VITAMINA C É A CAUSA DE MUITAS DOENÇAS E NÃO É DO INTERESSE DA INDÚSTRIA FARMACÊUTICA INFORMAR A POPULAÇÃO

Na sessão SAÚDE desta quarta-feira o Dr. Marco Menelau esclarece sobre a deficiência e a importância da Vitamina C para o nosso corpo e a nossa saúde. Faz uma grave denúncia contra a indústria farmacêutica e ao corporativismo médico quanto a desinformação dessa deficiência. E enfatiza que precisamos de 2 a 3 g por dia dessa vitamina. Veja quais são os 9 sinais de que seu corpo está deficiente de Vitamina C! Não deixe de ver esse vídeo!

Fonte: 

Publicado em 14 de mar de 2019

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HRTM EM MOSSORÓ REALIZA CAPTAÇÃO DE ÓRGÃOS PARA TRANSPLANTE

Hospital Tarcísio Maia, em Mossoró, realiza captação de órgãos

Órgãos foram enviados para Natal, Porto Alegre e Belo Horizonte

Redação
27/06/2022 | 11:52

O Hospital Regional Tarcísio Maia (HRTM), em Mossoró, realizou neste domingo (26) uma dupla captação de órgãos para transplante. Os órgãos foram doados pelos familiares de dois pacientes da cidade de Serra do Mel, ambos vítimas de traumatismo craniano.

Foram enviados dois rins para Natal, um rim para Porto Alegre-RS, e um fígado para Belo Horizonte-MG, transportados com o apoio da Força Aérea Brasileira (FAB).

Segundo a SESAP, o hospital Tarcísio Maia chegaou a 40 captações, coordenadas pela Comissão Intra-Hospitalar de Doação de Órgãos e Tecidos para Transplantes (CIHDOTT/HRTM).

“Reforçamos a importância desse gesto das famílias dos doadores, que transformaram sua perda em esperança para os pacientes que terão sua vida renovada”, disse Rogéria Medeiros, coordenadora da Central de Transplantes do RN.

Fonte: Agora RN

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SAÚDE: TEMPERATURAS MAIS BAIXAS NO PAÍS FAVORECEM A CIRCULAÇÃO DE VÍRUS CAUSADORES DE DOENÇAS RESPIRATÓRIAS

Saiba como reduzir os riscos de doenças respiratórias durante o inverno

Temperaturas mais baixas favorecem a circulação dos vírus causadores de infecções como gripes, resfriados e Covid-19; veja como se proteger

Lucas Rocha

da CNN

em São Paulo

Marcelo Camargo/Agência Brasil

início do inverno é motivo de atenção para as doenças respiratórias. As temperaturas mais baixas, registradas em grande parte do país, favorecem a circulação dos vírus causadores de infecções como gripes, resfriados e Covid-19.

Um dos fatores que provoca o aumento na transmissão das doenças de inverno é o comportamento das pessoas, que permanecem mais tempo confinadas em espaços fechados e sem ventilação. O ressecamento das vias aéreas pode causar desconforto, dificultar a respiração e piorar quadros de sinusite, bronquite, asma e rinite.

Cuidados básicos, incluindo a vacinação contra a gripe e contra a Covid-19, contribuem para reduzir as chances de infecção e de agravamento das doenças.

O otorrinolaringologista Carlos Barone Júnior, do Hospital Federal do Andaraí (HFA), explica como minimizar os efeitos do tempo seco e da baixa umidade, que são os principais fatores que contribuem para o aumento da circulação de vírus e fungos no ambiente.

“Cobertores e casacos, que ficam muito tempo guardados no armário, fazem aumentar as doenças de inverno, sobretudo respiratórias. As mucosas nasais ressacadas também contribuem bastante”, disse o médico.

Vacinação contra a gripe

A campanha nacional de vacinação contra a gripe teve início no dia 4 de abril e foi prorrogada até a próxima sexta-feira (24). A iniciativa tem como foco crianças entre 6 meses e 5 anos de idade, trabalhadores da saúde, gestantes, puérperas, indígenas, idosos e professores.

De acordo com o Ministério da Saúde, a partir do dia 25 de junho, estados e municípios poderão ampliar a campanha para toda a população a partir de 6 meses de vida, enquanto durarem os estoques da vacina.

Neste ano, foram distribuídas quase 80 milhões de doses de imunizantes contra a gripe. Desse total, mais de 34 milhões foram aplicadas, de acordo com o levantamento do Ministério da Saúde disponível na plataforma LocalizaSUS.

A vacinação contra a gripe previne o surgimento de complicações decorrentes da infecção pelo vírus influenza, reduzindo os riscos de morte e de pressão sobre o sistema de saúde.

Cuidados básicos ajudam a prevenir doenças de inverno

Diferenças entre gripe, rinite e Covid-19

As doenças de inverno podem apresentar um conjunto de sintomas semelhantes. Porém, alguns sinais podem ajudar a diferenciar as doenças.

No caso da gripe, os sintomas são mais intensos, duradouros, e a febre é alta, diferentemente dos resfriados, que são mais curtos e com sintomas mais brandos.

rinite provoca espirros em sequência, além de acontecer, geralmente, em crises que podem se repetir após 4 a 6 horas.

Já a Covid-19 apresenta quadros bastante variáveis de uma pessoa para outra. Quando presentes, a perda do olfato e paladar podem ser duradouras.

Vacinação reduz riscos de Covid-19 grave

Causada pelo vírus SARS-CoV-2, a Covid-19 pode provocar uma grande variedade de manifestações clínicas. O Ministério da Saúde classifica os casos em cinco níveis, de acordo com a severidade: assintomáticos, leves, moderados, graves e críticos.

Os casos leves apresentam sintomas como tosse, dor de garganta ou coriza, que podem vir acompanhados ou não de perda do olfato e do paladar, diarreia, dor abdominal, febre, calafrios, dor muscular, fadiga e dor de cabeça.

Já os casos moderados podem incluir, além dos sintomas leves, tosse e febre persistentes e sinais de piora progressiva de outros sintomas relacionados à doença, como cansaço intenso, falta de apetite e diarreia. Nesse estágio, os pacientes podem apresentar pneumonia sem sinais de gravidade.

O desenvolvimento da Síndrome Respiratória Aguda Grave (SRAG) é considerado pelo Ministério da Saúde um caso grave da Covid-19. A SRAG é uma complicação da Síndrome Gripal (SG), que apresenta sintomas como falta de ar ou desconforto respiratório, pressão persistente no tórax e saturação de oxigênio menor que 95% –a queda acentuada da saturação pode indicar redução da oferta de oxigênio no organismo.

Fase mais grave da doença, os casos críticos apresentam sintomas como a sepse (resposta inflamatória que se espalha pelo organismo), desconforto respiratório agudo, insuficiência respiratória ou pneumonia graves. Os pacientes podem precisar de suporte respiratório e internação em unidades de terapia intensiva (UTIs).

vacinação contra a Covid-19 induz a formação de uma resposta imunológica específica contra o novo coronavírus. Assim, quando uma pessoa vacinada é exposta ao vírus, o organismo conta com anticorpos neutralizantes e com a resposta de outras células de defesa, que atuam para reduzir os danos da infecção, prevenindo o agravamento e os riscos de morte.

Bronquiolite e pneumonia em crianças

A queda de temperatura também é favorável para a circulação do vírus sincicial respiratório (VSR), que pode causar infecções nas vias respiratórias, principalmente em crianças menores de 5 anos. O Ministério da Saúde alerta que a prevenção e o diagnóstico precoce podem ajudar a evitar os casos graves.

O VSR é uma das principais causas de infecções das vias respiratórias e pulmões em recém-nascidos e crianças pequenas, que podem causar bronquiolite e pneumonia. O período de sazonalidade do vírus normalmente tem início em maio e se estende até o mês de setembro, podendo se alongar em algumas regiões.

Entre janeiro e abril de 2022, foram notificados no sistema do Ministério da Saúde cerca de 3.600 casos de SRAG causados pelo vírus sincicial. A maior parte dos casos ocorreu em crianças menores de 4 anos.

Os sintomas mais comuns são febre baixa, dor de garganta e de cabeça e secreção nasal. Os pacientes também podem ter febre alta, tosse persistente, dificuldade para respirar, chiado no peito, lábios e unhas arroxeados, que indicam a necessidade de atendimento médico.

Embora o vírus possa afetar pessoas de qualquer idade, os quadros mais graves acontecem em crianças menores de 2 anos, especialmente com menos de 6 meses. Em casos de infecção, o diagnóstico é clínico e pode ser feito a partir de exame de painel viral que detecta a presença do vírus.

Medidas podem ajudar a reduzir os riscos de bronquiolite e pneumonia, como evitar o contato ou exposição da criança com outra pessoa contaminada, reforçar os cuidados básicos de higiene como lavagem frequente das mãos com água e sabão e limpeza dos objetos que podem estar contaminados, como brinquedos.

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SAÚDE: DICAS DO SAMUEL DALLE LASTE, SAIBA COMO MELHORAR A SUA VIDA SEM FUGIR DA DOR

Na nossa coluna SAÚDE desta terça-feira você vai entender que a dor faz parte da nossa evolução e ensina como encarar a dor para melhorar a sua vida. Assista ao vídeo inédito de dicas do Dr. Samuel Dalle Laste e comece a entender como isso funciona.

Fonte:

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SAÚDE: SAIBA O QUE É UM ACUMULADOR COMPULSIVO

Por BBC

 

Edward Brown está ciente de seu problema e está tentando superá-lo e ajudar outras pessoas na mesma situação. — Foto: BBCEdward Brown está ciente de seu problema e está tentando superá-lo e ajudar outras pessoas na mesma situação. — Foto: BBC

Xícaras, potes vazios, latas, bichos de pelúcia, potes de plástico, CDs… Na casa de Edward Brown, pode-se achar quase tudo.

Empilhados uns sobre os outros sem nenhuma lógica aparente, os objetos que ele acumulou ao longo de sua vida tornaram sua casa um lugar difícil de habitar.

“Não há espaço para as pessoas trocarem de roupa se vierem aqui”, diz o homem de 60 anos de Blackburn, uma cidade industrial no norte da Inglaterra, à BBC.

Edward reconhece ter um problema, mas demonstra dificuldade em lidar com ele. “(A tendência) de colecionar coisas às vezes sai do controle.”

Ele sofre da síndrome de acumulação compulsiva, transtorno mental que faz alguém ter grande dificuldade em se livrar de objetos que não têm valor ou são de pouca importância para outras pessoas.

“Essa dificuldade muitas vezes leva a uma desordem considerável, tornando um espaço intransitável” e onde “os quartos não podem ser usados ​​para o que foram projetados: você não pode usar a cozinha para cozinhar ou o quarto para dormir”, diz Gregory Chasson, psicólogo e professor do Instituto de Tecnologia de Illinois, nos Estados Unidos.

Desde jornais, revistas, recipientes de comida, sapatos e cabos, até guarda-chuvas ou tampinhas de garrafa. Coisas em bom estado ou destruídas pelo uso e tempo tornam-se objetos preciosos para o acumulador.

Síndrome leva à desordem considerável, tornando um espaço intransitável — Foto: Getty Images via BBCSíndrome leva à desordem considerável, tornando um espaço intransitável — Foto: Getty Images via BBC

Trata-se de uma condição que não faz distinção entre homens e mulheres, cultura ou situação socioeconômica.

Ela afeta pelo menos 2,6% da população mundial, com percentuais maiores em pessoas com mais de 60 anos e naquelas com outros diagnósticos psiquiátricos, como ansiedade ou depressão, segundo a Associação Americana de Psiquiatria.

E a gravidade de seus sintomas, segundo um estudo publicado no periódico científico Journal of Psychiatric Research, “ficou significativamente pior” durante a pandemia de covid-19.

‘Como se fosse minha irmã’

Outra característica importante é o forte impulso que as pessoas com esse transtorno têm de adquirir e guardar objetos.

“Não é apenas o caos, mas também o desejo de comprar coisas ou colecionar objetos de graça, ou guardar objetos que entraram passivamente em sua vida“, diz Christiana Bratiotis, professora da Escola de Trabalho Social da Universidade da Colúmbia Britânica, no Canadá.

“Eles querem preservá-los por causa das crenças que têm em relação a esses objetos e por causa da forte ligação emocional que têm com eles.”

Bratiotis diz que alguns de seus pacientes podem lhe dizer coisas como: “Esta coleção de objetos significa tanto para mim quanto minha irmã. E separar-se dela seria como cortar todos os laços com ela”.

Acumuladores querem preservar objetos por causa da forte ligação emocional que têm com eles — Foto: Getty Images via BBCAcumuladores querem preservar objetos por causa da forte ligação emocional que têm com eles — Foto: Getty Images via BBC

“Representa parte da identidade deles”, explica.

Soma-se a isso a crença de que, um dia, eles podem precisar desses objetos, seja para o uso pretendido, para um uso alternativo ou como parte de um projeto criativo.

Os perigos de acumular

Os perigos para a saúde de não abordar este problema são múltiplos e mais graves do que parecem, começando pelos físicos.

“A acumulação compulsiva pode levar a todos os tipos de perigos: riscos de incêndio, riscos de queda, riscos de lesões e um tremendo risco de infestação que aumenta a chance de desenvolver doenças como a asma”, observa Chasson.

Em termos de saúde mental, deixa aqueles que a sofrem isolados socialmente: os afetados não falam a ninguém sobre uma condição “estigmatizada pela sociedade, que a interpreta como preguiça, imoralidade ou falta de padrões pessoais e não a entende como um problema de saúde mental”, argumenta Bratiotis.

Embora muitos de nós possamos nos identificar com a tendência de guardar objetos porque são bonitos, por precaução, porque nos trazem boas lembranças ou porque achamos que podemos encontrar algum tipo de uso para eles, isso não necessariamente nos torna acumuladores compulsivos.

A acumulação torna-se uma condição diagnosticável quando causa prejuízo ou sofrimento para o indivíduo ou aqueles ao seu redor — Foto: Getty Images via BBCA acumulação torna-se uma condição diagnosticável quando causa prejuízo ou sofrimento para o indivíduo ou aqueles ao seu redor — Foto: Getty Images via BBC

É importante entender que é um comportamento e, como tal, “ocorre em um continuum, variando de leve a grave”, explica Bratiotis.

Quando estamos diante de um caso de acumulação compulsiva ou simplesmente diante de uma pessoa com “alma de colecionador”?

“Às vezes é difícil distinguir”, diz Chasson, “mas torna-se um problema e uma condição diagnosticável quando causa prejuízo ou sofrimento para o indivíduo ou para aqueles ao seu redor.”

Também quando a atividade diária dentro de casa é impossibilitada pela desordem e pelo acúmulo.

Você provavelmente tem na mente a imagem de uma casa cheia até o teto de coisas inúteis, onde não cabe um alfinete, com uma montanha de objetos acumulados que mal deixa espaço para seu dono — uma pessoa de meia-idade ou mais velha — passar pelo portão.

Estes são os casos mais extremos e que chegam — por razões óbvias — ao noticiário e aos programas de TV.

Para obter uma imagem mais precisa, é preciso recorrer a fotos como estas abaixo, que é um dos recursos usados ​​para avaliar quando a acumulação vira um problema de saúde mental.

Imagens mostram o que pode ser um acumulador compulsivo — Foto: FROST RO, STEKETEE G, TOLIN DF, RENAUD S. via BBCImagens mostram o que pode ser um acumulador compulsivo — Foto: FROST RO, STEKETEE G, TOLIN DF, RENAUD S. via BBC

As imagens mostram uma sala, uma cozinha, um quarto, ordenadas de um a nove de acordo com o número de objetos acumulados, sendo a primeira sem desordem e nona a situação mais grave.

Eles vêm de um estudo publicado no periódico científico Journal of Psychopathology and Behavioral Assessment em 2008 e indicam que, a partir da terceira foto, estamos na presença de um acumulador compulsivo.

Causas

A acumulação de objetos, porém, é apenas a manifestação do problema, sua face mais óbvia.

“Sob a desordem, tanto metafórica quanto literalmente, estão partes desse problema que são menos visíveis, mas ainda assim são fatores muito importantes para o desenvolvimento desse comportamento”, explica Bratiotis.

Existem certos traços de personalidade — dificuldade em tomar decisões, perfeccionismo e procrastinação— que, quando combinados, podem predispor um indivíduo a desenvolver o acúmulo compulsivo.

Diferentemente de um colecionador, que guarda um tipo de objeto específico, um acumulador guarda todo tipo de coisas — Foto: Getty Images via BBCDiferentemente de um colecionador, que guarda um tipo de objeto específico, um acumulador guarda todo tipo de coisas — Foto: Getty Images via BBC

“Sabemos que essas pessoas tomam decisões mais lentamente e questionam sua decisão quase imediatamente depois de tomá-la”, diz ele.

Não existe uma causa única para este distúrbio. “Não é apenas biologia evolutiva, não é apenas genética ou neurobiologia, mas todas essas coisas desempenham um papel”, afirma o pesquisador.

“Sabemos que o cérebro de um acumulador compulsivo funciona de maneira diferente”, explica Bratiotis, observando que essas diferenças foram observadas em tomografias computadorizadas de pessoas que foram solicitadas a realizar tarefas que envolviam guardar e descartar bens.

“Entendemos que a combinação dessas causas com algumas experiências de vida e, em particular, experiências em torno da perda é o que leva a esse problema”, acrescenta, que apesar de se tornar evidente na meia-idade, começa a se desenvolver na infância ou na idade adulta.

“Pesquisas sugerem que em mais de 50% dos casos o problema surge entre as idades de 11 e 20”, diz Bratiotis.

“Ele pode se manifestar com coisas como guardar objetos que outros consideram lixo, mas é acima de tudo o processo de pensamento e as crenças que os cercam“, diz Chasson.

O que acontece é que isso se torna óbvio mais tarde, acrescenta a psicóloga, porque as crianças normalmente têm pessoas que organizam as coisas por elas.

Acumulador precisa perceber que tem prejuízos
Acumulador precisa perceber que tem prejuízos

Tratamento

Até hoje, não há cura para o transtorno de acumulação compulsiva. Mas o tratamento mais promissor é a terapia cognitivo-comportamental especializada na condição.

O objetivo é mudar a maneira como as pessoas pensam para modificar seu comportamento e melhorar como elas se sentem.

“Os resultados têm sido moderados. Não são irrelevantes, mas tampouco são totalmente bem-sucedidos”, lamenta

Bratiotis.Alguns acumuladores sentem o desejo de comprar coisas — Foto: Getty Images via BBCAlguns acumuladores sentem o desejo de comprar coisas — Foto: Getty Images via BBC

Também se busca fazer “intervenções para reduzir a gravidade e o impacto de suas consequências, melhorar a qualidade de vida (da pessoa que sofre do transtorno) e manter os progressos”, explica Chasson.

“E há outras modalidades como grupos de autoajuda com facilitadores ou diferentes abordagens em grupo”, acrescenta.

Da mesma forma, há muito que a família ou amigos podem fazer para ajudar.

Primeiro, você deve abordar o problema “com empatia e carinho, em vez de assumir uma posição acusatória”, recomenda Bratiotis.

“Você pode dizer ‘estou preocupado com você morando nesta casa, porque sei que você está passando por algo difícil e não pode usar este corredor porque está bloqueado e não quero que você caia’.

É diferente de dizer ‘você precisa limpar este corredor porque você vai cair'”, ressalva Bratiotis.

Também é importante reconhecer que, por mais bem-intencionados que sejam, amigos e familiares nem sempre são as melhores pessoas para ajudar, acrescenta ela.

Ainda assim, podem oferecer ao acumulador apoio na busca e obtenção de intervenção externa.

Edward Brown, o acumulador de Blackburn, está lutando para melhorar sua situação e ajudou a criar um grupo de apoio em sua cidade para outras pessoas em condições semelhantes.

Ele diz que está “entusiasmado para apoiar acumuladores compulsivos e ver suas vidas melhorarem”.

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SAÚDE: CIRURGIAS ELETIVAS ESTÃO SUSPENSAS TEMPORARIAMENTE NO HUOL

Por g1 RN

 

Hospital Universitário Onofre Lopes (HUOL) cancelou internações para cirurgias eletivas. — Foto: Sérgio Henrique Santos/Inter TV CabugiHospital Universitário Onofre Lopes (HUOL) cancelou internações para cirurgias eletivas. — Foto: Sérgio Henrique Santos/Inter TV Cabugi

O Hospital Universitário Onofre Lopes (HUOL) suspendeu as internações para cirurgias eletivas. A medida foi anunciada nesta segunda-feira (13) e ocorre pela falta de material médico hospitalar.

A medida atinge cirurgias ambulatoriais de menor complexidade. Ainda segundo a unidade médica, os pacientes foram informados sobre a suspensão com antecedência. O hospital segue com a realização de procedimentos urgentes e de alta complexidade.

De acordo com o hospital, fornecedores relataram dificuldade em entregar os equipamentos, fundamentais para realização dos procedimentos. Entre os utensílios, estão as vestimentas hospitalares.

Além disso, uma licitação que não foi concluída também impactou na suspensão do serviço. O hospital estima a normalização do serviço somente a partir do dia 22 de junho.

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SAÚDE: PREFEITURA DE NATAL PUBLICOU NO DOM UM DECRETO RECOMENDANDO USO DE MÁSCARA EM LOCAIS FECHADOS

Por g1 RN

 

Uso de máscaras foi recomendado pela Prefeitura do Natal nesta sexta-feira (10) — Foto: Augusto César/G1Uso de máscaras foi recomendado pela Prefeitura do Natal nesta sexta-feira (10) — Foto: Augusto César/G1

A Prefeitura de Natal passou a recomendar o uso de máscaras em ambientes fechados e transportes coletivos. O direcionamento consta em decreto publicado no Diário Oficial do Município (DOM) desta sexta-feira (10).

De acordo com o Decreto 12.533, o executivo tomou a decisão considerando o aumento dos casos de covid e outras doenças respiratórias. O secretário de saúde de Natal, George Antunes, falou que o percentual de casos positivos dos testes para covid saltou para a casa dos 30%.

“A situação pode se agravar, mesmo os quadros hoje sendo leves. Mas como o volume é grande, nós teremos alguns casos mais complicados. Já vimos situações, como em São Paulo, onde hospitais já estão voltando a ter alas exclusivas para a Covid. Aqui, no momento, nós não temos essa necessidade. E se tiver, temos um fator mais agravante aí: nós não temos a condição financeira hoje de ampliar leitos de internação clínica em Natal“, disse.

O decreto também estipula recomendações como o retorno de protocolos sanitários de prevenção não farmacológicas, como higienização das mãos e distanciamento social, bem como o incentivo para que a população conclua o esquema vacinal, incluindo as doses de reforço disponíveis.

Apesar do documento deixar margem para interpretação que a medida vale para todos os locais, a assessoria de comunicação da SMS reforçou que a recomendação vale apenas para ambientes fechados.

Na última terça-feira (7), o Governo do Estado já tinha publicado recomendação no mesmo sentido. Assim como o texto do executivo estadual, o decreto municipal não torna a medida obrigatória.

Fonte: G1 RN

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SAÚDE: CÂNCER, SINTOMA OU DOENÇA?

Na coluna SAÚDE desta sexta-feira você vai aprender qual a diferença entre doença e sintoma e a correta definição sobre Câncer numa mini-palestra muito interessante esclarecedora do Dr. Samuel Dalle Laste. Não deixe de assistir. Vale a pena conferir!

  • Fonte: Clinica Dalle Laste
  • Publicado em 7 de dez de 2018
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SAÚDE: SAIBA QUAIS OS MUNICÍPIOS RECEBERÃO A CARAVANA RN+ CORAÇÃO

RN+ Coração promove caravana de exames e consultas em 6 municípios

Redação/Portal da Tropical

Atualizado em:

Foto: Divulgação

Neste ano de 2022, o mês de conscientização da Cardiopatia Congênita aqui no Rio Grande do Norte será muito especial. A partir da parceria entre a Associação dos Amigos do Coração da Criança (AMICO) e o Governo do Estado, por meio da Secretaria de Saúde Pública (SESAP), o Programa RN+Coração, que visa promover o diagnóstico precoce das cardiopatias infantis por todo o estado, realizará a caravana “RN+Coração – Na estrada”.

Quase 60 voluntários levarão atendimento e exames de cardiologia pediátrica às crianças que deles necessitam, em seis dias de atendimento, iniciando por Natal, seguindo por Macaíba, São José de Mipibu, Currais Novos, Pau dos Ferros e Mossoró.  Os mutirões contam com o apoio do INCOR Natal, Hospital Rio Grande e Círculo do Coração de Pernambuco. O mutirão terá início na próxima sexta-feira (10), às 7h30, na sede da Amico.

“A expectativa da caravana é buscar e tratar aquelas crianças que sequer receberam os diagnósticos, tirar dúvidas sobre a cardiopatia congênita, além de diminuir a demanda reprimida daquelas que já têm um diagnóstico, mas, pela distância da capital, pela falta de conhecimento dos familiares e mesmo pela questão da regulação, não conseguem manter o tratamento necessário”, pontuou o cardiopediatra Raimundo Amorim, coordenador da iniciativa.

CARDIOPATIA CONGÊNITA

No Brasil, para cada mil nascidos vivos, de 8 a 10 bebês nascem com algum tipo de cardiopatia. De acordo com a Sociedade Brasileira de Cardiologia, são registrados anualmente cerca de 30 mil novos casos de cardiopatia no país; cerca de 20% terão cura espontânea e os demais provavelmente necessitarão de uma ou mais cirurgias cardíacas em algum momento da vida. A média nacional de crianças que conseguem um diagnóstico e tratamento se aproxima de 30% do total.

Aqui no RN, cerca de 500 crianças nascem com más formações cardíacas. No entanto, devido ao trabalho desenvolvido pela AMICO, a taxa das crianças que são tratadas se aproxima de 50%. “Com o RN+Coração, vamos avançar. Mais pais, irmãos, avós terão a chance de lutar pelos seus pequenos. O Programa trará mais vida para todo estado”, explicou o presidente da Amico, o anestesiologista Madson Vidal.

“Essa é mais uma ação do RN+ Coração que, além ter por objetivo o aumento dos diagnósticos e encaminhamentos das crianças cardiopatas ao tratamento necessário, vem promovendo capacitação dos profissionais de saúde, lutando pela universalização do teste do pezinho nas unidades e a informatização de todos os dados. Com todo esse trabalho digitalizado, num futuro a médio prazo produziremos um banco de dados de exames realizados e do apoio diagnóstico, e dessa forma teremos um diagnóstico situacional para avaliar as necessidades de nossas maternidades e mesmo dos municípios e respectivas regiões”, finalizou a subcoordenadora de Gestão da Educação na Saúde da Sesap, Larissa Monteiro, responsável pelo programa na Secretaria.

CRONOGRAMA | RN+CORAÇÃO

10/06/2022 – Natal
Local: AMICO
R. Prof. Almeida Barreto 1787 – Bairro: Lagoa Nova
7h30

11/06/2022 – Macaíba
Local: Instituto de Ensino e Pesquisa Alberto Santos Dumont (ISD)
Av. Santos Dumont, 1560 – Zona Rural

12/06/2022 – São José do Mipibu
Local: Centro Especializado em Reabilitação de São José de Mipibu
Av. Pedro Ferreira, S/N – Bairro: Bela Vista

18/06/2022 – Currais Novos
Local: Escola Estadual Tristão de Barros
R. Bernadete Xavier, 115 – Bairro: Centro

20/06/2022 – Pau dos Ferros
Local:

21/06/2022 – Mossoró
Local: UBS Duclécio Antônio de Medeiros
R. Poeta João Liberalino – Bairro: Presidente Costa e Silva

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SAÚDE: SAIBA QUAL O PERFIL DE MULHERES QUE SERÃO AFETADAS CASO ABORTO SOFRA RESTRIÇÕES NOS EUA

Por BBC

 

Protestantes a favor do direito ao aborto durante movimento nos EUA. — Foto: GETTY IMAGES/via BBCProtestantes a favor do direito ao aborto durante movimento nos EUA. — Foto: GETTY IMAGES/via BBC

Rebecca passa correndo pelos manifestantes até uma mãe de três filhos, sentada sozinha no banco do estacionamento de uma clínica de aborto. A mulher está com medo de voltar para a clínica. “E se alguém da minha igreja me vir?”, diz ela aos prantos.

Com um braço, Rebecca oferece um abraço, e com o outro ela segura seu guarda-chuva para proteger a mulher dos manifestantes antiaborto reunidos do lado de fora.

Rebecca Rehm Tuggle foi criada como católica, agora ela trabalha do lado de fora de uma pequena clínica no estado de Louisiana, no sul dos Estados Unidos. Ela ajuda os clientes a evitar manifestantes e a encontrar com segurança o caminho para dentro.

O Hope Medical Group é a única clínica na cidade de Shreveporte uma das apenas três no Estado, Louisiana, para uma população estimada de cerca de 920 mil mulheres em idade fértil (entre 15 e 44 anos).

Oito em cada dez pacientes desta clínica vivem abaixo do nível de pobreza nacional, e cerca de 60% se identificam como afro-americanas.

“Falei com uma mulher que veio fazer um aborto ontem, ela disse mal dar conta das coisas como estão hoje na vida dela. Não estou falando apenas de dinheiro, estou falando de tempo. Ela é mãe, tem dois empregos e mal consegue passar tempo com a criança que tem em casa”, diz Rebecca.

Depois que vazou um documento indicando que a Suprema Corte dos EUA poderá derrubar o direito legal nacional ao aborto, muitas pessoas como Rebecca temem o impacto de uma possível proibição. Há uma preocupação particular com mulheres de minorias étnicas que são desproporcionalmente representadas nas estatísticas de aborto.

Os negros representam 13% da população dos EUA, mas as mulheres negras constituem mais de um terço dos abortos relatados no país, e as mulheres hispânicas cerca de um quinto.

As mulheres mais pobres são mais propensas a procurar um aborto, revelam os dados, e as mulheres de minorias étnicas são mais afetadas pela desigualdade de renda. Além disso, a diferença de riqueza entre grupos brancos e não brancos está aumentando nas últimas décadas entre a população dos EUA.

Na linha da pobreza

O vazamento recente revelou que os juízes da Suprema Corte dos EUA podem ser a favor de anular a decisão conhecida como Roe versus Wade, que em 1973 estabeleceu o direito da mulher ao aborto nos EUA. O aborto não se tornaria imediatamente ilegal em todo o país – em vez disso, caberia a cada Estado decidir qual acesso ao procedimento médico as mulheres teriam em seu território.

O Instituto Guttmacher, um grupo de pesquisa pró-escolha, prevê que, se a decisão no caso Roe versus Wade for derrubada, o aborto pode ser proibido ou restringido em 26 estados – afetando mais da metade da população em idade fértil.

E as mulheres mais pobres, assim como as afro-americanas,   sofreriam o impacto, pois estes grupos são mais propensos a buscar um aborto, de acordo com registros oficiais.

Kathaleen Pittman, que trabalha como administradora da clínica de Louisiana, diz que a pobreza é a principal razão citada pelas mulheres ao interromper a gravidez. A maioria das clientes atendidas pela clínica paga pelo procedimento com fundos de organizações sem fins lucrativos.

“Tivemos pacientes contando com três fundos de aborto diferentes, tentando juntar o dinheiro”, diz ela.'Se eu sentar e pensar muito sobre o que pode trazer o amanhã, não serve em nada para a paciente', diz Kathaleen Pittman — Foto: VALERIA PERASSO/via BBC‘Se eu sentar e pensar muito sobre o que pode trazer o amanhã, não serve em nada para a paciente’, diz Kathaleen Pittman — Foto: VALERIA PERASSO/via BBC

A maioria já tem um ou mais filhos em casa, diz Kathaleen – em linha com estatísticas nacionais, que mostram que seis em cada 10 mulheres que abortam já são mães, segundo dados de 2019 do Centro de Controle e Prevenção de Doenças (CDC) .

“Só ver as mulheres na clínica é muito revelador. Todos os dias ouvimos de mulheres que têm que cancelar sua consulta porque o transporte falhou, a creche falhou… Qualquer dia perdido no trabalho para muitas dessas famílias é um problema real.”

Se o aborto se tornar ilegal na Louisiana, Kathaleen teme o pior: “Vamos ver mais pobreza, mais mortes”. As desigualdades de saúde para pacientes de baixa renda e grupos étnicos minoritários já são prevalentes.

De acordo com o CDC, em 2020, a taxa de mortalidade materna para mulheres negras não hispânicas foi quase três vezes maior do que a taxa para mulheres brancas não hispânicas.

Resumo: o que está acontecendo com o aborto nos EUA?

  • Um documento que vazou sugere que a Suprema Corte dos EUA pode decidir a anulação do direito nacional ao aborto. A decisão final está prevista para ocorrer a partir de junho ou julho.
  • Atualmente, os procedimentos de aborto estão disponíveis até cerca de 24 semanas de gravidez.
  • A Suprema Corte está considerando a possibilidade de permitir que os Estados proíbam o procedimento, restringindo-os para estágios muito iniciais da gravidez.
  • Nos últimos dez anos, menos mulheres fizeram abortos nos EUA, de acordo com estatísticas do CDC – os procedimentos relatados caíram quase 18% entre 2010 e 2019.

Batalha judicial

Se Roe versus Wade for derrubado, pelo menos 13 Estados em todo o país já têm leis que proibiriam ou restringiriam o aborto após o anúncio da decisão da Suprema Corte dos EUA.

Na Louisiana, a proibição viria imediatamente. A exceção seria para emergências médicas graves ou com risco de vida.

A Louisiana Right to Life (LARTL) é uma das maiores e mais antigas organizações antiaborto do Estado. Seu trabalho envolve a promoção das regulamentações restritivas que o Estado tem aprovado nos últimos anos. Mas a LARTL também se envolve no aconselhamento e ativismo, incluindo sessões de oração fora das clínicas.

“Acreditamos que não importa como a vida seja concebida, mesmo nos casos raros e horríveis de estupro e incesto, vale a pena proteger a vida”, diz Sarah Zargorski, diretora de comunicações da LARTL.

Sua organização acredita que os problemas que as mulheres negras e pobres enfrentam devem ser abordados reformulando a conversa sobre saúde materna.

“Tanto tempo foi gasto na chamada saúde reprodutiva, mas agora temos a oportunidade de nos concentrar na saúde materna real”.

A LARTL recentemente declarou que se opõe a qualquer legislação que criminalize a mãe.

“A mãe também é vítima de Roe, as mulheres foram enganadas por décadas sobre as ramificações do aborto”, diz ela.”Em última análise, o aborto é sempre perigoso, pois acaba com a vida do nascituro – devemos nos concentrar especificamente nas mulheres pertencentes a minorias, ajudando-as a fazer uma escolha de afirmação de vida, seja assumindo a maternidade ou entregando para adoção”.

A administradora da clínica, Kathaleen, tem uma visão diferente: “Se Roe versus Wade for derrubado, veremos mais dessas mulheres morrendo, não apenas por complicações da gravidez, mas por abortos sem auxilio profissional, porque não teriam acesso a uma interrupção segura”.

‘É sobre autonomia corporal’

Mais da metade da população negra nos EUA vive no Sul, onde em muitos estados os legisladores já criaram leis ou emendas para restringir o aborto de diferentes maneiras — por exemplo, impondo ultrassonografias obrigatórias, aconselhamento estatal ou períodos de espera antes do procedimento poder ser realizado.

Para Marcela Howell, presidente e CEO da In Our Own Voice — parceria nacional de organizações de mulheres negras com uma agenda de justiça reprodutiva — a anulação destacaria uma preocupação mais ampla:

“Não se trata apenas de aborto, para mulheres negras é sobre autonomia corporal”.

Ela diz que, embora Roe versus Wade tenha estabelecido o direito ao aborto, não removeu as barreiras financeiras e logísticas para mulheres negras abortarem, nem impediu que as regulamentações estaduais dificultassem o acesso aos procedimentos.

Tina Marshall, que fundou a Black Abortion Defense League, em Charlotte, na Carolina do Norte, conta que vê estes obstáculos diariamente.

“Na comunidade negra ninguém fala em aborto, mas todo mundo conhece alguém que já fez. Falo do meu aborto para normalizar”, diz ela.

Tina começou a fazer seu trabalho porque sentiu que pacientes negras podem querer o apoio de outra mulher negra, em vez de outros acompanhantes que são em sua maioria brancos.

Tia Tina, como ela é conhecida fora do Charlotte’s Preferred Women’s Health Center, interage com os grupos antiaborto no local.

“Fiquei absolutamente horrorizada quando comecei, com tantos homens brancos parados lá fora, tentando humilhar essas mulheres, enquanto atravessavam o estacionamento.”

“Ninguém protege as mulheres negras, exceto outras mulheres negras”, afirma.

Cherilyn Holloway tem uma visão diferente sobre o aborto. Ela é chefe da Pro-Black Pro-Life, uma organização que ela diz tentar abrir um diálogo sobre injustiça racial e aborto, que ela fundou após ter dois abortos.

“Eu tinha 15 anos na primeira vez e recebi um ultimato do meu pai que me fez sentir que não tinha escolha”, revela.

Cherilyn reconhece que as mulheres negras de baixa renda são desproporcionalmente afetadas pelas desigualdades, mas diz que recorrer ao aborto não é a resposta.

“Não temos um problema de gravidez. Temos um problema econômico”, avalia.

“Quando penso no argumento em torno do acesso ao aborto, por que apenas temos acesso a essa única coisa? Há todas essas outras disparidades, e esta é a única que estamos relatando.”

Independentemente de o aborto ser legal ou ilegal, ela o vê como “uma solução band-aid para um problema muito maior”.

“Aqui está a questão que sempre coloco. A solução para a taxa de mortalidade materna negra é mais abortos? É assim que estamos resolvendo este problema? Então, estamos preocupados que, se acabarmos com o aborto, mais mulheres negras grávidas vão morrer ao dar à luz. Mas não estamos solucionando o problema original.”

Menos clínicas, maiores distâncias

Caitlin Myers, professora de economia do Middlebury College, vem analisando quais os efeitos da derrubada do Roe versus Wade podem ter sobre as mulheres mais pobres.

Ela diz que as proibições estaduais provavelmente fechariam clínicas de aborto para 41% das mulheres americanas em idade reprodutiva e aumentariam a distância média de carro até um provedor de aborto — de 55 km para 450 km.

Sua pesquisa também mostra que muitas mulheres não poderão arcar com o custo destas viagens.

“Estamos prevendo que cerca de um quarto das mulheres que desejam abortar não conseguirão chegar a uma clínica de aborto nos estados em que o aborto ainda é legal — cerca de 100 mil mulheres no primeiro ano”.

Laurie Bertram Roberts é diretora executiva do Yellowhammer Fund, que oferece apoio financeiro para mulheres que buscam abortos no Alabama e no Mississippi.

Estes dois estados apresentam a maior porcentagem de mulheres negras que abortam nos EUA, de acordo com a Kaiser Family Foundation.

Sua própria experiência de ter tido um aborto negado em um hospital católico é uma das razões pelas quais ela abraçou esta carreira.

“Você sabe como é ser uma pessoa negra que deu à luz sete filhos?”, questiona.

Nos EUA, muita gente depende de seguros privados para financiar seus cuidados com a saúde, uma vez que o acesso aos serviços de saúde é muito caro e, na maioria das vezes, não há uma prestação universal de serviços de saúde financiada pelo governo.

Afro-americanos e hispânicos são menos propensos a ter seguro de saúde privado, devido à sua renda mais baixa e taxas mais altas de desemprego.

Quase um quarto (23,8%) das mulheres hispânicas e 12,5% das mulheres negras de 15 a 49 anos não têm seguro de saúde, em comparação com apenas 8,4% entre as brancas.

E a maioria das mulheres que recebem assistência federal por meio do Medicaid — o programa que oferece alguma cobertura de saúde para pessoas de renda muito baixa —, na maioria dos casos, é impedida de usar esses fundos para serviços de aborto, que podem custar algumas centenas de dólares.

“É muito avassalador pensar sobre qual será o impacto”, diz Laurie, comentando sobre o vazamento da decisão da Suprema Corte.

“No Alabama, tínhamos cinco clínicas, mas duas recentemente fecharam. Para substituir isso, para redirecionar todas essas mulheres, é muito esforço.”

“Você tem dois estados com altas taxas de mortalidade materna de mulheres negras, altas taxas de mortalidade infantil de crianças negras… não há outro desfecho a não ser que algumas mulheres negras vão morrer.”

No estado de Washington, Mercedes Sánchez trabalha com a sensibilização comunitária de populações etnicamente diversas na Cedar River Clinics.

Localizada em um estado onde o aborto provavelmente permanecerá legal, Mercedes já está preocupada que sua clínica possa não ser capaz de acomodar um fluxo cada vez maior de mulheres vindas de fora do estado para realizar o procedimento.

“Já vemos muitas mulheres que vêm de outro estado. Vamos ver este problema se agravar.”

Enquanto isso, na clínica Hope, em Louisiana, Kathaleen já está tendo dificuldades para atender à demanda.

“Em um dia qualquer, temos 300 mulheres esperando uma consulta com a gente.”

“Eu mesma tive que enviar mulheres para lugares tão distantes quanto o Colorado”, diz ela — é uma jornada de 1.600 km.

“É assustador, mas o consenso em nossa clínica é que vamos fazer o que pudermos por estas pacientes enquanto pudermos.”

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SAÚDE: CIGARRO ELETRÔNICA É CLASSIFICADO COMO “EPIDEMIA DE NICOTINA ENTRE JOVENS”

Cigarro eletrônico: ‘Estamos criando uma legião de dependentes de nicotina’, diz Drauzio Varella

Foto: Reprodução

Um pequeno dispositivo surgiu como uma opção supostamente menos prejudicial à saúde do que o cigarro convencional – ou até mesmo uma forma de ajudar a parar de fumar. Com esse discurso enganoso, que se mantém até hoje, o cigarro eletrônico virou sensação nos últimos anos e é usado livremente em bares, festas e até escolas.

Na reportagem especial do Fantástico,  o doutor Drauzio Varella mostra que essa “moda” é, na verdade, uma armadilha, e explica também o que está sendo feito para combater o que especialistas já classificam como uma “epidemia de nicotina entre jovens”.

“(Os cigarros eletrônicos) Nada mais são do que dispositivos para administrar nicotina, a droga que provoca a dependência química mais escravizadora. Eu sei, porque senti no corpo. Eu fumei dos 17 aos 36 anos. Todo o esforço que nós fizemos para reduzir o número de fumantes será perdido. Estamos criando uma legião de dependentes de nicotina e de fumantes passivos, que ficarão com os pulmões doentes, agredidos pela fumaça dos que fumam os eletrônicos”, afirma Drauzio Varella.

Fonte: Blog do BG

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SAÚDE: DIA MUNDIAL SEM TABACO É CELEBRADO NESTA TERÇA-FEIRA (31) COM ALERTA SOBRE OS RISCOS QUE O HÁBITO DE FUMAR TRAZ PARA A SAÚDE

Dia Mundial sem Tabaco: confira dez passos para deixar de fumar

Sintomas da abstinência da nicotina estão entre os principais desafios no combate ao tabagismo; porém, reações são passageiras e tendem a desaparecer em algumas semanas

Lucas Rocha

da CNN

em São Paulo

Um dos passos quando se decide parar de fumar é eliminar lembranças do cigarro, como os cinzeirosUm dos passos quando se decide parar de fumar é eliminar lembranças do cigarro, como os cinzeirosKrisanapong Detraphiphat/Getty Images

Dia Mundial sem Tabaco, celebrado nesta terça-feira (31), promove a conscientização sobre os riscos que o hábito de fumar traz para a saúde. Cigarros, tabaco sem fumaça, dispositivos eletrônicos com diferentes essências e aromas. Com um leque variado de opções, o tabagismo se reinventa e continua a despertar o vício em pessoas em todo o mundo.

De acordo com a Organização Mundial da Saúde (OMS), a cada ano, mais de 8 milhões de pessoas morrem devido aos impactos da indústria do tabaco.

Para quem decide parar de fumar, os sintomas da abstinência da nicotina estão entre os principais desafios. No entanto, as reações, que podem incluir irritabilidade, dor de cabeça, e alterações do sono, são passageiras e tendem a desaparecer em algumas semanas.

tabagismo faz parte da Classificação Internacional de Doenças (CID) como uma doença crônica. Por isso, quem fuma está sujeito às recaídas –mas isso não deve ser motivo para não se tentar.

O ministério aponta dez passos para quem quer parar de fumar:

  1. Tenha determinação
  2. Marque um dia para parar
  3. Corte gatilhos do fumo
  4. Escolha um método
  5. Encontre substitutos saudáveis
  6. Livre-se das lembranças do cigarro
  7. Encontre apoio de amigos e familiares
  8. Escolha a melhor alimentação
  9. Procure apoio médico
  10. Troque experiências em um grupo de apoio

Para quem fuma, é comum receber recomendações de amigos e familiares sobre abandonar o vício. No entanto, para que o primeiro passo seja dado, a iniciativa deve partir do próprio fumante. As razões podem ser diversas, incluindo preocupações com a saúde, apelo estético ou por economia de dinheiro.

“É preciso desejar parar de fumar. A cessação do tabagismo é um processo que se inicia com a tomada da decisão de parar de fumar e se prolonga até que se alcance a abstinência”, diz o ministério.

Segundo especialistas, o início do processo deve ter data marcada e, de preferência, contar com o apoio de profissionais de saúde. Alguns conseguem parar de fumar de maneira abrupta, outros de forma gradual. A explicação está na diferença de impacto da nicotina no organismo de cada indivíduo. Uma data para lembrar pode contribuir para fortalecer o abandono ao cigarro.

Estratégias

Hábitos como tomar café, ingerir bebidas alcoólicas ou até mesmo refeições cotidianas podem estar associados ao costume de fumar. Descobrir quais são os “gatilhos” que despertam essa vontade ajuda a interromper o ciclo.

Nesse sentido, é possível evitar tomar café ou bebidas alcoólicas nas primeiras semanas do processo. Para quem fuma após as refeições, uma alternativa é passar a escovar os dentes imediatamente após se alimentar, com o objetivo de ter mais controle sobre a necessidade de fumar.

Estratégias como chupar gelo e comer cubinhos de frutas geladas podem ajudar a se livrar da fissura, que é a grande vontade de fumar. Outras opções de substituição ao cigarro incluem água gelada, palitos de cenoura crua, água de coco, cristais de gengibre e picolés de frutas.

Dicas para lidar com a síndrome de abstinência do cigarro

Existem diferentes formas de abandonar o cigarro, que variam entre métodos mais abruptos ou processos graduais. De acordo com os especialistas, é preciso identificar qual método funciona melhor para cada pessoa.

“Se a opção for diminuir a quantidade de cigarros diários, pode-se separar, logo pela manhã, a quantidade estipulada para o dia. Se fumava 20 cigarros, pode separar 15. Depois, vai diminuindo gradativamente. É importante ressaltar que o tempo de redução não deve ser longo. O foco deve ser a interrupção total do tabagismo”, diz o ministério.

Um dos passos quando se decide parar de fumar é eliminar lembranças do cigarro, como os cinzeiros espalhados pela casa. Pequenas modificações na rotina para reduzir os “gatilhos” para fumar são grandes aliadas.

Frequentar lugares onde é proibido fumar e evitar espaços que tenham pessoas fumando são medidas recomendadas.

A atividade física e os exercícios respiratórios também contribuem para aliviar os sintomas da abstinência da nicotina. O abandono do fumo aumenta a disposição física, a respiração e a qualidade de sono.

Apoio

Para quem busca apoiar alguém no combate ao fumo, deve-se evitar pressionar, cobrar ou criticar o fumante ao longo do processo.

O apoio pode ser feito de diversas maneiras, incluindo oferecer água e frutas, limpar o ambiente de memórias do cigarro e ter paciência diante da manifestação dos sintomas da abstinência.

Para parte dos fumantes, o apoio profissional é essencial neste momento. O tratamento do tabagismo é oferecido gratuitamente pelo Sistema Único de Saúde (SUS). O atendimento especializado conta com a participação de diversos profissionais, como médicos, psicólogos, enfermeiros, fisioterapeutas e dentistas.

Falar abertamente sobre as próprias experiências faz parte do engajamento no combate ao tabagismo.

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SAÚDE: SAIBA COMO O USO CONTÍNUO DE MÁSCARA DE PROTEÇÃO CONTRA COVID-19 CONTRIBUI PARA O AGRAVAMENTO DE LESÕES NA PELE

Acne, manchas e irritações: como o uso de máscara afetou a nossa pele

Utilização diária de máscara durante dois anos contribuiu para agravamento de lesões na pele, porém há várias formas de controlar e prevenir problemas

Da CNN Portugal

Foto: Boy_Anupong/Getty Images

Após dois anos de uso cotidiano de máscaras como medida de prevenção contra a Covid-19, a pele do rosto parece agora querer se vingar, com lesões e manchas que persistem no reflexo do espelho.

uso de máscara contribuiu para o aparecimento ou agravamento de lesões na pele, como a acne ou a rosácea, que consiste na vermelhidão na pele com vasos sanguíneos perceptíveis, sobretudo nas pessoas com peles mais sensíveis que acabam por apresentar mais reações ao contato com o tecido das máscaras.

A boa notícia é que existem hoje várias formas de controlar e prevenir alguns destes problemas, muitas delas podem ser feitas casa, como explicam especialistas à CNN.

Importância de uma rotina de cuidados de pele

Tal como os restantes órgãos do nosso corpo, a pele exige cuidados diários e uma boa rotina de higiene pode ajudar a prevenir o aparecimento de lesões cutâneas.

De acordo com a dermatologista Joana Dias Coelho, da Sociedade Portuguesa de Dermatologia e Venereologia, uma boa rotina de higiene inclui a lavagem do rosto, uma ou duas vezes por dia, com água morna, uma vez que “a água muito quente acaba por lesar a camada superficial e não tem benefícios” para a pele. Embora as águas de limpeza também “funcionem bem”, a especialista salienta a importância de lavar a pele com água natural: “Até pode ser no banho, se for mais prático”.

O segundo passo é a aplicação de produtos cosméticos, que dependem não somente do tipo de pele, como também da idade, explica a especialista. “Uma pele mais madura precisa de mais hidratação, se beneficia mais com a aplicação de séruns, além dos cremes de dia e de noite. Numa pele mais jovem, não são precisos tantos passos, basta a aplicação de um creme de dia e um creme de noite”.

Mas, afinal, quais são as diferenças entre os cremes para uso diário e os cremes de uso noturno? Ambos têm “composições diferentes”, nota a dermatologista, sendo que os cremes noturnos utilizam “substâncias mais irritativas, mas que alisam mais a pele”, promovendo a regeneração das células da pele. Por isso, os cremes usados à noite são ligeiramente mais espessos e demoram mais para serem absorvidos pela pele.

Os produtos que utilizamos devem ser adequados ao nosso tipo de pele, que pode ser mais oleosa, mista ou mais seca. Segundo a dermatologista, quem tem os “poros mais abertos, geralmente tem uma pele mais oleosa”. Mas o tipo de pele também se altera conforme a idade. “Até aos 20, 25 anos, a maior parte das pessoas tem pele oleosa, exceto se houver uma história de eczemas ou outras inflamações da pele. Só depois é que a pele começa a não ficar tão oleosa”, diz Joana.

Com o avançar da idade, é importante aplicar ainda “cremes com uma ação antirrugas, antioxidante – quer seja com vitamina C ou com ácido glicólico”, acrescenta a especialista.

Proteção solar sempre, faça chuva ou faça sol

Em períodos mais quentes, surge naturalmente uma maior procura por protetores solares, mas este não é um cuidado exclusivo para dias ensolarados. Os especialistas destacam a necessidade de utilizar protetor solar “o ano inteiro”, faça chuva ou faça sol.

E nunca uma proteção abaixo do fator 50, alerta o dermatologista Fernando Guerra, acrescentando que é frequente as pessoas utilizarem protetores solares com fator 30 durante o inverno e, quando chega o verão, não alteram a proteção por considerarem que não fará diferença.

Em outros momentos, prossegue o especialista, pessoas começam o verão com um protetor com fator 50 e vão diminuindo gradualmente a proteção ao longo do tempo, por considerarem que já estão bronzeadas e já não precisam de uma proteção tão elevada. Duas situações que, de acordo com o dermatologista, levam geralmente a queimaduras ou a outros problemas de pele.

Mas, à semelhança dos demais produtos para o rosto, os protetores solares também devem ser adequados ao nosso tipo de pele, como explica a dermatologista Joana Dias Coelho.

“Na proteção solar, é sempre melhor a utilização de protetores solares oil free (sem óleo) – na verdade, a maior parte dos produtos solares já têm uma composição oil free, pois há uma preocupação em não serem comedogênicos, quer dizer, não potencializar o aparecimento da acne”.

Utilizar maquiagem: sim ou não?

Para o dermatologista Fernando Guerra, o uso de maquiagem está permitido, desde que os produtos sejam “oil free e cosmeticamente bons”, lembrando que as farmácias já oferecem uma vasta gama de produtos de maquiagem com composição aprovada por dermatologistas.

Antes de colocar uma base, deve-se colocar primeiro o creme hidratante de rosto, o protetor solar de fator 50 e só depois a maquiagem, acrescenta o médico.

Alerta sobre o uso de retinol

Fernando Guerra alerta para a utilização, durante dias quentes, de retinol, um ingrediente derivado da vitamina A utilizado em alguns produtos, como séruns, e que atua contra o envelhecimento da pele. Só que “esta substância não se pode usar no verão, porque é sensível ao sol”. De acordo com o especialista, a exposição ao sol pode resultar em queimaduras ou outras lesões na pele.

O que fazer se as lesões persistirem?

Existem hoje no mercado vários produtos para o tratamento de pele com acne. No entanto, quando as lesões são persistentes, ativas e continuam a surgir em número maior, o tratamento pode precisar ser medicamentoso. A prescrição deve ser feita após consulta médica, de acordo com o diagnóstico realizado pelo dermatologista.

“Numa fase inicial, os cremes ajudam a controlar a oleosidade da pele. A cosmética evoluiu de uma maneira que nos permite ter hoje produtos cosméticos que ajudam bastante, mas quando temos lesões ativas e aparecem cada vez mais, são necessários medicamentos tópicos, de ingestão oral”, explica Joana Dias Coelho.

Além de todos estes cuidados mais específicos, os dermatologistas lembram que a prática de hábitos saudáveis também reflete na saúde da pele. É importante, por isso, ter uma alimentação saudável, variada e com verduras, uma vez que “a riqueza de nutrientes beneficia a qualidade da pele”.

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SAÚDE: DADOS ATUALIZADOS DO CORONAVÍRUS NO RN

RN não registra óbitos por Covid-19 nas últimas 24h; Novos casos são 84

A Secretaria Estadual de Saúde Pública (Sesap) atualizou os números do coronavírus nesta quinta-feira (26). São 505.133 casos totalizados. Novos casos nas últimas 24h são 84.

Com relação aos óbitos no Rio Grande do Norte, são 8.199. Óbitos em investigação são 1.422.

Recuperados são 496.234. Casos suspeitos somam 601 e descartados são 954.408. Estimativa de casos em acompanhamento: 700.

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SAÚDE: 04 SUPLEMENTOS QUE NÃO PODEM FALTAR NA SUA VIDA

Na nossa sessão de SAÚDE desta quinta-feira trouxe aqui uma palestra importantíssima para você que dá o maior valor a sua saúde e pretende ter uma vida longeva e saudável. Uma espetacular explanação do Dr. Marco Menelau, médio homeopata especializado em psicomedicina, sobre os 04 suplementos, que não podem faltar em sua vida! 

Por favor não deixe de assistir. É imperdível! Vai mudar a sua qualidade de vida!

Fonte: Marco Menelau

Publicado em 31 de ago de 2018

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SAÚDE: FIQUE ATENTO AOS SINAIS QUE INDICAM PROBLEMAS NA TIREOIDE

Cinco sinais que indicam problemas na tireoide

Neste 25 de maio, o Dia Internacional da Tireoide chama atenção para diagnóstico de alterações na glândula produtora de hormônios

Lucas Rocha

da CNN

em São Paulo

Alterações no ritmo de funcionamento da glândula podem levar a condições como o hipertireoidismo e o hipotireoidismoAlterações no ritmo de funcionamento da glândula podem levar a condições como o hipertireoidismo e o hipotireoidismoFoto: NoSystem images/Getty Images

Os hormônios produzidos pela tireoide são responsáveis pelo funcionamento do coração, cérebro, fígado e rins e interferem no crescimento e desenvolvimento das crianças e adolescentes, na regulação dos ciclos menstruais, na fertilidade, no peso, na memória, na concentração, no humor e no controle emocional.

Alterações no ritmo de funcionamento da glândula podem levar a condições como o hipertireoidismo, associado ao trabalho exagerado da tireoide, e hipotireoidismo, que consiste na funcionalidade mais lenta da glândula.

Nesta quarta-feira (25), o Dia Internacional da Tireoide promove a conscientização sobre a importância da detecção precoce e tratamento das doenças que afetam a glândula.

“A tireoide é importante por diversas funções vitais do nosso organismo e, por isso, deve-se fazer o check-up anualmente quando são realizados exames clínicos e de sangue, eventualmente também sendo incluídas dosagens dos hormônios TSH e T4 livre. O médico avaliará se há indicação para ultrassonografia, exame esse que pode detectar nódulos”, afirma a endocrinologista Lorena Lima Amato, membro da Sociedade Brasileira de Endocrinologia e Metabologia (SBEM).

“As causas são várias e podem ser virais, autoimunes ou por medicamentos que afetam essa produção hormonal, além de doenças congênitas. Os nódulos, que podem ser benignos ou malignos, são o segundo grupo de doenças que afetam a tireoide”, explica a endocrinologista Claudia Cozer, do Hospital Sírio-Libanês, de São Paulo.

O hipertireoidismo é a condição que ocorre quando a glândula produz muito hormônio. Os sintomas incluem irritabilidade, nervosismo, fraqueza muscular, perda de peso sem causa aparente, distúrbios do sono, problemas de visão e irritação nos olhos.

“A tireoide é nosso ‘gerador’, então quando temos uma alteração hormonal de hipotireoidismo, temos sinais de cansaço, desânimo, queda de cabelo, unha fraca, o intestino fica mais ressecado, sentimos mais sono e dificuldade para levantar de manhã. A condição diminui o metabolismo, ganhamos peso e retemos mais líquido, o funcionamento intestinal fica mais lento e o fluxo menstrual às vezes fica mais ralo”, afirma Claudia.

Por outro lado, nos casos de hipotireoidismo, ocorre o inverso: a tireoide não produz hormônio suficiente, podendo levar a quadros de fadiga, depressão, perda de memória, irregularidades menstruais e ganho de peso.

“Como alguns sinais e sintomas são inespecíficos, é importante procurar um médico para fazer uma dosagem laboratorial simples de hormônio da tireoide, que não tem um custo alto e é fácil de ser realizada”, diz a médica.

Sinais que indicam problemas na tireoide

Disfunções na tireoide podem acontecer com pessoas de qualquer idade. O diagnóstico precoce contribui para reduzir os riscos de complicações.

“As doenças são graves quando fogem ao controle de tratamento e atingem graus extremos. O hipertireoidismo pode dar arritmia cardíaca e crises de ansiedade que podem ser confundidas com quadros psiquiátricos. O hipotireoidismo pode dar queda da frequência cardíaca e diminuição de rendimento, mas é muito difícil alguém morrer disso hoje porque normalmente busca-se ajuda e acaba fazendo o diagnóstico precocemente”, diz Cláudia.

De acordo com os especialistas, diferentemente de grande parte das doenças, os distúrbios da tireoide não podem ser prevenidos com a adoção de hábitos de vida saudáveis.

“A maioria das doenças da tireoide não é prevenível por que elas têm caráter genético. São mais comuns em mulheres, em famílias e não tem idade definida. Há uma certa frequência mais constante em mulheres depois dos 60 anos de idade, mas não há como prevenir”, diz o endocrinologista Nelson Vinicius Gonfinetti, do Instituto Castro.

“Infelizmente, não há conduta, como alimentação, remédio ou atividade física, que previna doenças da tireoide. Agora, o equilíbrio é muito importante, como não viver sob alto estresse ou ter cuidado com as medicações que toma para não afetar o funcionamento da tireoide”, completa Cláudia.

Tratamento

O tratamento do hipotireoidismo é realizado com uma medicação que contém o hormônio da tireoide, na forma de comprimido. A dosagem deve ser prescrita pelo médico endocrinologista, de acordo com o quadro clínico do paciente.

No caso do hipertireoidismo, o tratamento depende da avaliação das causas da doença em cada paciente. As terapias incluem medicamentos que diminuem a quantidade de hormônio produzido pela glândula, remoção cirúrgica da tireoide e beta bloqueadores que controlam sintomas graves. O acompanhamento deve ser feito pelo endocrinologista a partir da dosagem hormonal verificada periodicamente.

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SAÚDE: SEGUNDO DADOS DO MINISTÉRIO DA SAÚDE, A TAXA DE MORTALIDADE MATERNA NO RN DOBROU EM UM ANO

RN mais que dobra taxa de mortalidade materna em um ano

Redação/Portal da Tropical

 – Atualizado em: 

Covid-19 e isolamento social podem ter contribuído para aumento dos óbitos | Foto cedida

No Rio Grande do Norte, a taxa de mortalidade materna registrou um aumento de 103% entre 2020 e 2021, revelam os dados registrados no Painel de Monitoramento de Mortalidade do Ministério da Saúde, No ano de 2020 a razão de mortalidade materna foi de 72,5 por 100 mil nascidos vivos, enquanto em 2021 foi de 147,2 por 100 mil nascidos vivos. A taxa é superior à média nacional, que foi de 107 mortes. A Covid-19 e o isolamento contribuíram para o aumento dos óbitos. A mortalidade materna ocorre durante a gestação ou até 42 dias após o término da gravidez. Também se considera nesta categoria, a morte após um ano do parto, se houver causa relacionada com ou agravada pela gravidez, ou por medidas em relação a ela, como mortalidade materna tardia.

“A Covid-19 trouxe um agravamento na saúde materna em diversos sentidos. Primeiro pelo aumento da morbidade e mortalidade nas gestantes e puérperas acometidas pela doença, como também pelo afastamento das mulheres do consultório médico com temor em contrair a doença, e, dessa forma, descuidando de outras enfermidades, como hipertensão e diabetes. Além disto, diversas unidades básicas de saúde reduziram o atendimento devido ao isolamento social e de as unidades de terapia intensiva (UTIs) estarem superlotadas”, elenca os motivos Elvira Mafaldo, secretária executiva da Associação de Ginecologia e Obstetrícia do Rio Grande do Norte (Sogorn).

De acordo com o Ministério da Saúde, 92% dos casos de mortalidade materna são por causas evitáveis; dentre as principais, destacam-se a hipertensão, hemorragia, infecções puerperais e doenças do aparelho circulatório complicadas pela gravidez, pelo parto ou pelo aborto. Nestes últimos anos, mais uma causa foi somada a essa lista, o que gerou forte impacto sobre os casos: a Covid-19. Antes da pandemia, a média era de 50 por 100 mil nascidos vivos. Apesar de menor, a taxa ainda era alta se comparada ao ideal, a Organização Mundial de Saúde preconiza que a taxa deve ser inferior a 20.

Com essa disparada de casos no contexto da pandemia, a especialista analisa, se tornou ainda mais difícil ao Brasil atingir a meta de redução da razão de mortalidade materna (RMM) para 30 mortes por 100 mil nascidos vivos até 2030, desafio esse assumido para os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável. Infelizmente, o Brasil já não havia conseguido cumprir a meta prevista anteriormente de 35 óbitos por 100 mil nascidos vivos até 2015.

Para mudar esse cenário, Elvira Mafaldo elenca como necessário um planejamento reprodutivo adequado; o acesso aos métodos contraceptivos para os casais (conhecendo o mecanismo de ação, de efeitos colaterais, reversibilidade); o direito a consulta pré-concepcional; o acesso às vacinas e exames necessários para uma saúde adequada antes de engravidar; um pré-natal de qualidade e resultados de exames em tempo hábil, além da certeza de ter uma maternidade de referência onde a gestante possa ser atendida não só no parto, mas também caso haja alguma intercorrência durante a gravidez. “Somente assim, poderemos proporcionar à mulher uma melhor qualidade de saúde durante a sua vida reprodutiva e enfim alcançar a meta estabelecida ao País”, pontua.

Fonte: Portal da Tropical _ Notícias

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SAÚDE: POLIOMIELITE VOLTA A SER UM RISCO NO BRASIL EM MEIO À BAIXA COBERTURA VACINAL

Erradicada há 30 anos, poliomielite volta a assombrar o Brasil em meio à baixa cobertura vacinal

Em campanha oficial desde 1980, a taxa vacinal cai desde 2015 e chegou a 67,8% no ano passado. Os fatores vão de notícias falsas à ausência de campanhas de imunização. Especialistas são unânimes em afirmar que a doença pode voltar. A polio atingiu cerca de 26 mil crianças entre 1968 e 1980.

SEXTA, 20/05/2022, 06:38Bem-estar & Saúde

A cobertura vacinal contra a polio cai desde 2015 e ano passado atingiu a marca de 67,8% em 2021. Foto: Reprodução/ Portal Rolândia Flickr (Crédito: )A cobertura vacinal contra a polio cai desde 2015 e ano passado atingiu a marca de 67,8% em 2021. Foto: Reprodução/ Portal Rolândia Flickr

POR DEBORAH FORTUNA (deborah.fortuna@cbn.com.br)

Erradicada há 30 anos, a poliomielite volta a ser um risco no Brasil, após queda na taxa de vacinação. Sobreviventes da doença são unânimes: vacina salva e evita as sequelas que o vírus traz. Queda da imunização tem vários fatores e ocorre desde 2015. Especialista diz que faltam campanhas para incentivo em massa.

O que parecia ser um passado enterrado, voltou a assombrar. Em meio à baixa taxa de vacinação contra a poliomielite no país, especialistas são unânimes: a doença pode voltar. A poliomielite atingiu cerca de 26mil crianças entre 1968 e 1980. E as que sobreviveram garantem que tomar a vacina faria toda a diferença. A queda na imunização é um marco lamentável para a história do país hoje.

Sandra Ramalhoso tinha apenas três meses quando começou a ter febre. O ano era 1963. Depois do diagnóstico da poliomielite, foram várias as tentativas de salvar a criança: ela chegou a usar um pulmão de aço — um equipamento cilíndrico que permite respirar em casos de paralisia dos músculos.

‘Minha mãe conta que eu parecia um trapo um pano, não tinha forças, não sustentava minha cabeça, não mexia os braços nem pernas.’

A paralisia atingiu as pernas de Sandra, e ela também tem dificuldades em mover os braços. Depois de sobreviver, foram anos para tratar a doença: cirurgias, fisioterapias, exercícios. Na adolescência, usou duas órteses, e apenas depois das muletas é que aprendeu a subir e descer escadas.

‘Eu, como mulher, como vocês imaginam que eu usava absorventes? Frequentava escolas? São coisas que as mães, os pais não pensam no risco que seus filhos estão correndo? Risco dessa doença voltar, de trazer novos casos. Eu fico pensando: como você não evita uma doença sabendo que ela evitável?’, lamenta.

Apesar de já ter vacina disponível anos antes, foi apenas nos anos de 1980 que o Ministério da Saúde lançou a primeira campanha oficial contra a doença. A taxa, no entanto, vem caindo desde 2015 e chegou a 67,8% no ano passado.
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Antes da vacina, em 1953, Zilda Reis conta que viu a filha cair e não levantar mais. Era poliomielite. O diagnóstico veio depois de dez mil cruzeiros gastos em consultas. Na época, quando o médico disse que a filha não iria mais andar, Zilda nem sequer conhecia o vírus.

‘Com dois anos de doença, ela começou a mexer os dedinhos do pé. No dia que ela mexeu, eu agradeci tanto. Era um sinal que estava voltando aos pouquinhos. Eu sei que para mim, era um sofrimento. O sofrimento é eterno’, lembra.

Um sofrimento eterno inclusive para Josete Lacerda, que contraiu a doença em 1967, quando já dava os primeiros passos. As sequelas permanecem até hoje, e desde 2015, Josete tem a chamada síndrome pós-polio, uma síndrome que após um período de estabilização, pode provocar nova perda das funções musculares.

‘comecei a apresentar essa fraqueza, a busca por esse diagnóstico que foi uma luta muito grande. O conhecimento ainda é muito pouco. Porque realmente nós fomos esquecidos’. E ela também tem um recado: ‘Só quem teve pólio, só quem sofre as consequências da pólio sabe o que é esse vírus por falta de uma gota. Se eu tivesse tomado uma gotinha, eu não estaria hoje numa cadeira de rodas’.

Os fatores para a queda da vacinação são variados: movimentos antivacina, circulação de notícias falsas, mas principalmente ausências de campanha de vacinação em massa.
O pesquisador Fernando Verani, da Escola Nacional de Saúde Pública da FioCruz, avalia que faltam incentivos. O problema, segundo ele, é que os casos podem chegar por outros se o Brasil não estiver com mais de 95% de cobertura vacinal – como ocorreu com o sarampo, erradicado em 2016, mas que voltou dois anos depois. Mas o pesquisador garante: ainda dá tempo de evitar o pior – se as campanhas aumentarem.

‘O fato de não haver poliomielite não quer dizer que não podemos ter se pararmos de vacinar. Sim, podemos. Ainda há tempo de se reverter se começarmos ontem. O Brasil tem uma estrutura do SUS fabulosa, jamais podemos esquecer disso, é preciso mobilizar. Falta uma política que foque em estratégias mais concretas do que foram feitas no brasil e deram resultado’.

A luta, agora, é para evitar que o Brasil caminhe os mesmos passos de Israel ou Malawi, onde a doença estava erradicada, mas voltou a registrar casos neste ano por causa da baixa vacinação. A campanha aqui, no entanto, ainda enfrenta desafios: por meses o Programa Nacional de Imunizações ficou sem um chefe titular, desde que a coordenadora se demitiu em julho do ano passado. Uma nova coordenadora só foi nomeada em abril. Além disso, a pasta diminuiu entre 2020 e 2021 o gasto com publicidade para vacinação contra a poliomielite. E o alerta continua.

Fonte: CBN

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SAÚDE: O QUE NÃO TE CONTARAM SOBRE GORDURA VISCERAL

NA COLUNA SAÚDE DESTA SEXTA-FEIRA TEMOS MAIS UMA MINI-PALESTRA DO DR. SAMUEL DALLE LASTE. DESTA VEZ, SOBRE GORDURA VISCERAL. AQUI VOCÊ VAI FICAR SABENDO O QUE É, COMO SE FORMA, O QUE PODE CAUSAR, COMO EVITAR, ENFIM, TUDO SOBRE ESSE GRANDE VILÃO DA SAÚDE. VALE A PENA CONFERIR!

Fonte: Clinica Dalle Laste

Publicado em 26 de jul de 2019

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SAÚDE: ACABA HOJE TERÇA-FEIRA (17) O PERÍODO DE INSCRIÇÃO PARA 2ª ETAPA DO REVALIDA 2022

Revalida 2022: prazo de inscrição para a 2ª etapa acaba hoje

Redação/Portal da Tropical

 Atualizado em:

Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil

Nesta terça-feira (17), acaba o período de inscrições na segunda etapa do Exame Nacional de Revalidação de Diplomas Médicos Expedidos por Instituições de Educação Superior Estrangeira (Revalida) 2022. Os interessados devem se inscrever por meio do Sistema Revalida. O pagamento da taxa poderá ser feito até o dia 20 próximo.

Provas
A prova de habilidades clínicas será aplicada nos dias 25 e 26 de junho. Os locais de aplicação e a quantidade de vagas disponíveis serão informados ao participante também por meio do sistema do exame, no momento da inscrição.

O Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep) destaca que, se o limite de uma determinada cidade for atingido, o sistema desabilitará a opção pelo local. Dessa forma, o interessado deverá optar por outro lugar de preferência, conforme disponibilidade de vagas.

Como previsto em edital, para a garantia das condições logísticas e de segurança do exame, o Inep poderá acrescentar, suprimir ou substituir cidades de aplicação. Caso isso ocorra, o participante será realocado para uma cidade próxima que possua a estrutura e os requisitos adequados. Durante o período de inscrição, os interessados também poderão solicitar atendimento especializado.

Revalida
Aplicado pelo Inep desde 2011, o objetivo do Revalida é avaliar habilidades, competências e conhecimentos necessários para o exercício profissional adequado aos princípios e necessidades do Sistema Único de Saúde (SUS). O ato de apostilamento da revalidação do diploma é atribuição das universidades públicas que aderirem ao instrumento unificado de avaliação representado pelo Revalida.

Fonte: Portal da Tropical _ Notícias

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SAÚDE: ENTENDA MELHOR O QUE É METABOLISMO E QUAL A SUA IMPORTÂNCIA PARA A NOSSA SAÚDE

Este vídeo explica de forma clara e simples, o que é o metabolismo e como ele funciona. Dr. Marco explica a tríade funcional do metabolismo, que é a assimilação, a transformação e a eliminação, e revela o quanto o metabolismo é importante para a saúde do corpo humano. Vale a pena conferir.

Fonte:

Publicado em 2 de out de 2018

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SAÚDE: PACIENTES COM SINTOMAS DE DENGUE, ZICA OU CHIKUNGUNYA PODEM REALIZAR TESTE NA REDE MUNICIPAL DE SAÚDE EM NATAL

Pacientes com sintomas de Dengue, Zica e Chikungunya podem realizar testes gratuitos em Natal

Redação/Portal da Tropical

 Atualizado em:

Foto: Agência Brasília

Pacientes com sintomas leves ou graves de Dengue, Zika e Chikungunya podem realizar testes do tipo PCR e sorológicos na rede municipal de saúde de Natal. De acordo com a Secretaria Municipal de Saúde da capital(SMS), pessoas com sintomas leves como coriza e dor de cabeça podem ser atendidas nas Unidades Básicas de Saúde (UBS), já pacientes com sintomas graves como vômito, febre persistente, falta de ar, palidez, sonolência, diarreia constante e prostração devem buscar a rede de urgência para avaliação médica e encaminhamento aos postos de coleta.

A coleta é realizada nos postos distritais do município, através de kits enviados pelo Ministério da Saúde, e encaminhados para análise no Laboratório Central de Saúde Pública do Rio Grande do Norte (Lacen-RN).

Segundo a SMS, há também a oferta de testes rápidos em toda a rede, para pacientes que apresentam sintomas como febre, dor de cabeça, moleza no corpo e estejam entre o 1º e 5º dia dos sintomas.

Os exames analisam os índices de IGG (imunoglobulinas de memória, que indicam se o paciente já teve a doença) e IGM (imunoglobulinas que indicam infecção ativa), no caso do PCR para Zika e Chikungunya; e os índices de IGM, no caso da sorologia para Dengue. Em ambos os casos, eles também devem cumprir critérios para que o resultado apresente maior eficácia, sendo 1º ao 6º dia de sintomas para PCR e após o 8º dia de sintoma para sorologia.

“Nós estamos realizando esses exames, sem marcação prévia, tendo como estratégia identificar infecção ativa para que a gente possa inclusive perceber onde está havendo maior número de casos recentes. Além disso, também podemos verificar quantas pessoas já tiveram adoecimento, como valor epidemiológico para nosso monitoramento estatístico”, comenta George Antunes, Secretário Municipal de Saúde de Natal.

Fonte: Portal da Tropical _ Notícias

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SAÚDE: SAIBA QUAIS OS SINTOMAS QUE CARACTERIZAM A SÍNDROME DE BURNOUT

CNN Sinais Vitais aborda a saúde mental no ambiente de trabalho

Síndrome de Burnout pode apresentar sinais como exaustão, falta de energia e baixa realização profissional

Lucas Rocha

Alexandre Petillo

Carolina Marcelino

da CNN

em São Paulo

 

Exaustão emocional, falta de energia e baixa realização profissional são apenas alguns dos sintomas que caracterizam a Síndrome de Burnout. A condição, definida pela OMS como “resultante de um estresse crônico associado ao local de trabalho que não foi adequadamente administrado”, passou a ser reconhecida como fenômeno ocupacional.

“O Burnout vem caracterizado em três dimensões que é a exaustão emocional, a despersonalização e a baixa realização profissional. A exaustão emocional, a característica dela é um esgotamento. A imagem que a gente pode fazer é de um palitinho de fósforo que queimou até o final. Então, se esgotou em termos de combustível, acabou”, explica a psicóloga Miryam Mazieiro, do Instituto de Psiquiatria da Universidade de São Paulo (USP).

A Síndrome de Burnout é o tema do CNN Sinais Vitais desta semana. O programa, apresentado pelo cardiologista Roberto Kalil, vai ao ar neste domingo (15), às 19h30, reforçando o conteúdo diversificado com a marca CNN Soft.

Diferentes fatores contribuem para que as pessoas permaneçam mais tempo “ligadas” ao trabalho. Novas tecnologias, a grande competição no mercado de trabalho, a necessidade de se produzir mais e mais rápido e o aumento da modalidade de trabalho em casa, o home office, são algumas questões que tornam difícil desconectar a mente.

A psiquiatra Alexandrina Maria Meleiro, da Associação Nacional de Medicina do Trabalho, afirma que o Brasil se tornou um terreno fértil para o desenvolvimento da Síndrome de Burnout.

“O Brasil é o primeiro país no mundo no índice de ansiedade – 9,3% dos brasileiros têm ansiedade. E é o quinto no mundo de depressão, só perdendo na América para os Estados Unidos. Então, nós temos uma incidência muito alta, uma prevalência de depressão e ansiedade e claro que isso atinge o trabalhador. Em média, 30% são afastados e é um dos motivos de mais incapacidade para o trabalhador”, afirma Alexandrina.

No episódio, o cardiologista Roberto Kalil conversa com Catarina Dahl, consultora de saúde mental, álcool e outras drogas da Organização Pan-Americana da Saúde (Opas) e da Organização Mundial da Saúde (OMS), sobre a inclusão da síndrome na lista das doenças ocupacionais reconhecidas pela OMS.

Os indivíduos diagnosticados passam a ter as mesmas garantias trabalhistas e previdenciárias previstas para as demais doenças do trabalho. Catarina destaca como algumas profissões ficaram mais propensas a ter trabalhadores acometidos pela síndrome durante a pandemia de Covid-19.

“Tem uma série de profissões que são, digamos assim, mais comuns de se observar esse tipo de fenômeno. Trabalhadores da área da saúde, submetidos a situações de extremo estresse, tendo que lidar com perdas muito significativas, com o medo de contaminação, com incerteza às vezes com condições de trabalho que não são favoráveis”, pontua.

No Rio de Janeiro, a equipe da CNN conversa com uma atleta olímpica, que também sofreu com o Burnout: a ginasta Flávia Saraiva.

“Eu tive a síndrome em 2019, foi um ano que juntou muita coisa. Muitas competições, foram mais de dez competições, e para ginástica é muita coisa. Acabei tendo uma lesão no joelho e fiquei meio desanimada”, conta Flávia.

“Voltava a treinar, ficava muito cansada. Comecei a ter muita dificuldade de dormir, dormia no máximo três horas por noite. Para quem treina 7 horas por dia, precisa dormir no mínimo 8 horas de sono por noite, e não dormia nada. Chegava no ginásio e chorava, sentia medo”, completa a ginasta.

Para sair dessa dinâmica, a ginasta relata que precisou entender e aceitar o que estava passando. “As pessoas que me ajudaram muito foram meu treinador, as minhas colegas de treino, a minha psicóloga, minha família, porque eu precisava desse abraço”, relembra Flávia.

O episódio também apresenta outros casos da Síndrome de Burnout e novos modelos de tratamento para a condição.

Fonte: CNN

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SAÚDE: NESTE DIA 12 DE MAIO FOI INSTITUÍDO A DIA NACIONAL DE CONSCIENTIZAÇÃO À FIBROMIALGIA

Sem cura, fibromialgia causa dores crônicas e acomete 2,5% da população mundial

Nesta quinta-feira (12) é instituído o Dia Nacional de Conscientização à Fibromialgia

Ingrid Oliveira

da CNN

em São Paulo

Fibromialgia atinge mais mulheres do que homensFibromialgia atinge mais mulheres do que homensGetty Images

Neste dia 12 de maio foi instituído o Dia Nacional de Conscientização à Fibromialgia. A síndrome é caracterizada por dores musculares generalizadas e crônicas e não tem cura.

De acordo com a Sociedade Brasileira de Reumatologia, a doença afeta 2,5% da população mundial, com maior incidência em mulheres entre 30 a 50 anos de idade.

No início do mês, a atriz Franciely Freduzeski, de 43 anos, que participou da novela “O Clone”, revelou o diagnóstico da doença.

Em um post no Instagram, Franciely disse “dor crônica não é uma dor normal, fibromialgia não é simples e nem tem uma cartilha a ser seguida. Paciência, paciência, paciência, paciência e paciência.”

À CNN, a médica acupunturista Patrícia Evelyne, membro do Colégio Médico Brasileiro de Acupuntura, disse que os pacientes de fibromialgia enfrentam dificuldades para descrever a dor.

“Geralmente os pacientes têm dificuldade em localizar a dor. Ela pode ser em queimação, pontada ou um peso. A dor é intensidade moderada a forte e muitas vezes o paciente tem a sensação de inchaço [mãos, antebraços] e dormência”, afirma.

O reumatologista não consegue diagnosticar a doeça por exames laboratoriais ou de imagem, sendo feito de forma clínica.

A análise criteriosa do paciente, exames físicos e outros que auxiliam a afastar condições que podem causar sintomas semelhantes.

No post de Franciely, a atriz pediu empatia àqueles que sofrem de dor crônica.

“Não julgue, não aponte quem tem dor crônica, se torna mais difícil ainda lutar contra ela porque acabamos nos cansando de ter que provar que temos dor. Graças a mim, amigos, remédios fortes, como a morfina, estou conseguindo desenrolar, levar a minha vida. Não critique quem toma remédio! No meu caso não tomo porque quero e tenho acompanhamento médico”, escreveu.

Tratamento e qualidade de vida

Como o diagnóstico da doença é totalmente clínico e suas causas não são específicas, o especialista deve adaptar o tratamento para cada.

Segundo o Ministério da Saúde, o não reconhecimento pleno da doença, inclusive para obtenção de licença médica, pode afetar o equilíbrio psicológico dos fibromiálgicos, já sobrecarregados por terem de lidar com uma síndrome incurável que prejudica consideravelmente sua qualidade de vida e desempenho profissional.

Evelyne explica que o tratamento é feito de forma multidisciplinar, com várias especialidades cuidando da paciente com fibromialgia.

“Inclui reumatologista, fisioterapia, acupuntura, médico da dor entre outros profissionais. As dores podem ser aliviadas por medicação, bloqueios, acupuntura, terapia, psicoterapia, exercícios físicos”, disse.

No depoimento nas redes sociais, a atriz disse que o dia a dia de quem tem fibromialgia é exaustivo por causa de todos os males que a síndrome causa causa fora a dor.

“Sentar dói, ficar em pé dói, se mexer dói,se movimentar dói. Avião dói, carro dói, bicicleta dói. Tudo acaba sendo negociado durante o dia para não se tornar tão doloroso a chegada da noite. É viver do limite sem chegar no limite para não ficar de cama e o ruim não ficar pior”, compartilhou.

A média acupunturista destaca que, apesar de a doença não ter cura, o tratamento visa sempre o bem-estar do paciente.

“O tratamento é conservador e visa a diminuição da dor para uma melhor qualidade de vida”, afirma.

O presidente da Sociedade Brasileira de Reumatologia, Ricardo Xavier, disse em comunicado que “esta parece ser a melhor maneira de reverter a sensibilidade aumentada à dor na fibromialgia”.

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SAÚDE: DESCUBRA COMO GARANTIR A EREÇÃO SEM REMÉDIO, POR DR. SAMUEL DALLE LASTE

Nesta quinta-feira, aqui na coluna SAÚDE você vai assistir ao 3º vídeo da série AMOR & SEXO, com o Dr. Samuel Dalle Laste, que vai falar tudo sobre potência sexual masculina sem remédios. Por isso não deixe de assistir esse vídeo valioso que pode transformar a sua vida sexual.

Fonte:

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MÉDICOS QUE FAZEM PARTE DA COOPERATIVA MÉDICA DO RN SUSPENDERAM ATENDIMENTOS PELO SUS POR FALTA DE PAGAMENTOS

Por g1 RN — Natal

 

Médicos de cooperativa suspendem atendimento na rede pública de Natal por atraso de pagamento da prefeitura — Foto: Allan TorresMédicos de cooperativa suspendem atendimento na rede pública de Natal por atraso de pagamento da prefeitura — Foto: Allan Torres

Médicos que fazem parte da Cooperativa Médica do Rio Grande do Norte suspenderam o atendimento SUS em vários hospitais de Natal. Eles alegam atraso no repasse feito pela prefeitura.

Os procedimentos de alta e média complexidade – incluindo as cirurgias eletivas – estão suspensos desde o último dia 5.

Em comunicado destinado aos médicos de alta e média complexidade, a Coopmed-RN informou que “não recebeu nenhum repasse referente ao SUS que encontra-se em atraso” e que, “sendo assim, manteremos a paralisação até que tenhamos alguma sinalização do pagamento”.

A dívida com 200 médicos é referente a três meses de atraso e chegaria a R$ 3,5 milhões, segundo a Coopmed.

Em Natal, há convênio vigente com hospitais da Liga Contra o Câncer, Rio Grande, Memorial, Paulo Gurgel, Hospital do Coração e Varela Santiago.

No Hospital Rio Grande, por exemplo, houve redução de 75% nas cirurgias cardíacas, oncológicas e ortopédicas.

g1 tentou contato com a prefeitura de Natal, através da Secretaria Municipal de Saúde, mas até a última atualização desta matéria não houve retorno.

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SAÚDE: SIBA QUAIS OS 30 SINTOMAS MAIS PERSISTENTES DA COVID-19

Trinta sequelas e sintomas persistentes da Covid-19; confira a lista

Um dos estudos sobre o tema, publicado na e Clinical Medicine, revela que já foram identificados 203 sintomas associados à Covid de longa duração

Bárbara Cruz

da CNN

Entre as sequelas mais comuns da Covid-19, médicos apontam fadiga, dificuldade respiratória e disfunção cognitivaEntre as sequelas mais comuns da Covid-19, médicos apontam fadiga, dificuldade respiratória e disfunção cognitivaGetty Images

A infecção pela Covid-19 até pode ser assintomática, mas isso não a impede de deixar marcas. De acordo com as informações mais recentes, são aqueles pacientes que tiveram a doença em níveis mais graves que possuem maior probabilidade de ficar com prevalência de sintomas e sequelas após serem contagiados com o SARS-CoV-2.

Pessoas com casos mais leves da doença têm relatado dificuldades nas semanas ou meses seguintes à infecção.

“Ainda não tivemos tempo suficiente para perceber como vai ser esta evolução”, diz à CNN Portugal Andreia Leite, professora na Escola Nacional de Saúde Pública, que trabalha em um estudo que irá avaliar a persistência da ‘covid longa’ em Portugal.

“Tem ocorrido grande dificuldade em definir a covid longa”, admite, bem como as sequelas que ficam em uma “condição pós-covid”.

“A condição pós-covid é um diagnóstico de exclusão”, assinala ainda a investigadora. “Se alguém teve covid e começa com determinado sintoma é preciso perceber se é, de fato, esta a justificação, até porque existe um conjunto de outras causas para estes vários sintomas, o que torna a abordagem mais difícil”, resume.

“Este processo não pode ser deixado para as agências, prestadores de cuidados de saúde ou investigadores, mas requer vasta discussão, incluindo, nomeadamente, as pessoas afetadas.”

Sequelas e sintomas

Segundo uma revisão de estudos sobre a ‘long covid’, que estima que as sequelas da doença a longo prazo terão um impacto substancial na saúde pública, existem mais de 50 sintomas distintos relatados pós-infecção por covid-19, sendo os mais prevalentes a fadiga e dificuldades respiratórias, seguidas por perturbações do olfacto e paladar, cefaleias, dor no peito, névoa mental e perda de memória, bem como perturbações do sono.

Confira uma lista de 30 dos sintomas relatados e, se for o seu caso, marque uma consulta.

  • Fadiga
  • Dor de cabeça
  • Dificuldades respiratórias
  • Dor de garganta
  • Lesões pulmonares
  • Dor no peito
  • Tosse persistente
  • Dor muscular e articular
  • Ansiedade
  • Depressão
  • Insônias
  • Dificuldade de concentração
  • Névoa mental
  • Perda de memória
  • Perda de olfacto
  • Perda de paladar
  • Irritações cutâneas
  • Perda de apetite
  • Vômitos
  • Dor abdominal
  • Refluxo gastroesofágico
  • Diarreia
  • Incontinência urinária e fecal
  • Alterações no ciclo menstrual
  • Queda de cabelo
  • Arrepios
  • Suor abundante
  • Arritmias e palpitações cardíacas
  • Inflamação do miocárdio
  • Edema dos membros

A “condição pós-covid”

Bernardo Gomes, médico de Saúde Pública, lembra a definição da Organização Mundial da Saúde (OMS), que considera “condição pós-covid” os sintomas que surgem três meses após infecção, que duram pelo menos dois meses e não podem ser explicados por um diagnóstico alternativo.

Para o especialista, é importante, em termos de sequelas, dissociar aquelas que são efetivamente decorrentes da Covid-19 e outras que possam surgir de circunstâncias de doença mental ou até decorrentes de alterações de estilos de vida determinados pelas medidas pandêmicas.

Segundo os estudos mais recentes, sintomas pós-covid são mais comuns em adultos do que em crianças e mais habituais em doentes não vacinados do que em pessoas que tomaram a vacina.

“E há outra circunstância: pessoas que podem não ter nada na fase pós-aguda e aparecem com quadros, passado algum tempo, que se encaixam na possibilidade de long covid”, acrescenta Bernardo Gomes.

Entre as sequelas mais comuns da Covid-19, o médico aponta fadiga, dificuldade respiratória e disfunção cognitiva. “No entanto, temos outros quadros de afecção do sistema nervoso.

Na prática, as suas consequências traduzem-se em alterações inesperadas do ritmo cardíaco, arritmias, disfunções do sistema digestivo que persistem”. O médico lembra ainda que há doenças cujo número de casos parece ter aumentado no pós-covid, nomeadamente a diabetes, fenômeno que se considera agora estar ligado a uma resposta autoimune exacerbada ao SARS-CoV-2, mas que ainda terá de ser devidamente aprofundado.

“Não jogamos contra um único inimigo, jogamos contra o vírus e as suas questões agudas mas também contra uma reação imunitária exagerada que chegou a causar mortes. E ainda um terceiro inimigo, que deriva do segundo, percebemos que existem reações desreguladas ao vírus que podem ter um eco futuro e não se percebem num primeiro momento”, frisa o especialista de Saúde Pública.

“Infelizmente, vamos tendo cada vez mais casos destes, a expectativa é de que venha muita gente a ser afetada, ainda vai ter um impacto social importante”.

O mesmo diz a investigadora Andreia Leite: “É esperado que haja algum impacto do ponto de vista social e econômico, para além do impacto nos serviços de saúde”, refere, acrescentando que ainda não existe uma “imagem clara” da frequência da Covid-19 a longo prazo e suas sequelas, mas que serão certamente precisos muitos recursos para a “marcha diagnóstica” necessária nestes casos, que incluem a realização de exames complementares ou referenciação dos doentes para diferentes especialidades.

A professora da Escola Nacional de Saúde Pública lembra ainda que estas sequelas e sintomas do pós-covid são geralmente mais frequentes em doentes hospitalizados ou que tiveram doença grave e, em alguns casos, resolvem-se espontaneamente, mas em outros acabam por persistir “por um período longo e com impacto no dia a dia, na qualidade de vida, na diminuição das horas de trabalho ou obrigando a ter funções revistas”.

Segundo a Organização Mundial da Saúde, entre 10% a 20% das pessoas que tiveram Covid-19 sofrem de sintomas após recuperarem da fase aguda da infecção, uma condição “imprevisível e debilitante” que afeta também a saúde mental.

E um estudo publicado na eClinicalMedicine revela mesmo que já foram identificados 203 sintomas associados à covid de longa duração e que envolvem 10 órgãos diferentes do corpo humano. O estudo foi realizado com dados de 56 países e envolveu mais de três mil pessoas, tendo concluído que 56 dos 203 sintomas identificados persistiram por sete meses.

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SAÚDE: 05 ALIMENTOS QUE VOCÊ DEVE CONSUMIR PARA TER UMA SAÚDE MELHOR

Na sessão de SAÚDE desta terça-feira mais um vídeo do Dr. Marco Menelau sobre alimentação. Aqui ele descreve 5 alimentos funcionais que não devem faltar na dieta do buscador da saúde! O azeite de oliva, a flor de sal, a maçã, a água com limão e o mel de abelha.

Fonte: 

Publicado em 2 de set de 2018

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SAÚDE: SEGUNDO PESQUISA, PESSOAS COM TRANSTORNOS DE HUMOR SÃO MAIS PROPENSAS A DESENVOLVER DOENÇAS CRÔNICAS

Ter ansiedade ou depressão aumenta o risco de desenvolver doenças crônicas, diz estudo

Pesquisa analisou mais de 40 mil adultos nos EUA; pessoas diagnosticadas com esses transtornos tiveram problemas como asma, hipertensão ou cânceres ao longo da vida

Megan Marples

da CNN

Casos de depressão e ansiedade tiveram picos durante a pandemia
Casos de depressão e ansiedade tiveram picos durante a pandemiaPexels

 

Mulheres de todas as idades e homens mais jovens com certos transtornos de humor são mais propensos a desenvolver certas doenças crônicas, de acordo com uma nova pesquisa.

Pesquisadores de um estudo retrospectivo publicado na revista JAMA Network Open analisaram dados de saúde de 40.360 adultos do Condado de Olmsted, em Minnesota, do sistema de conexão de registros médicos do Rochester Epidemiology Project. Este banco de dados coleta informações médicas contínuas de pessoas que vivem no condado.

A equipe de pesquisa dividiu os adultos em três faixas etárias por sexo: 20, 40 e 60 anos. Cada participante foi classificado com base em se eles comemoraram os aniversários dessas idades entre 2005 e 2014. O estudo também incluiu um acompanhamento em 31 de dezembro de 2017.

Mulheres em todas as três faixas etárias e homens na faixa dos 20 anos que tinham depressão e ansiedade, ou só depressão tinham um risco significativamente maior de desenvolver uma condição crônica, em comparação com participantes sem ansiedade ou depressão.

Algumas das 15 condições crônicas observadas no estudo incluíram hipertensãoasma, doença pulmonar obstrutiva crônica (DPOC) e a maioria dos cânceres.

“Nós tendemos a pensar nos jovens como vitais, em forma e saudáveis. Também tendemos a pensar que as condições médicas crônicas afetam apenas as pessoas mais velhas. Infelizmente, para as pessoas que sofrem de doenças mentais, a realidade pode ser bem diferente”, disse Jasmin Wertz, professor de psicologia na Escola de Filosofia, Psicologia e Ciências da Linguagem da Universidade de Edimburgo, no Reino Unido, que não esteve envolvido no estudo.

De todas as mulheres do estudo, as mulheres na faixa dos 20 anos eram mais propensas a desenvolver doenças crônicas se tivessem ansiedade e depressão, com um aumento de mais de 61% no risco em comparação com participantes sem nenhum transtorno mental.

As mulheres na faixa dos 60 anos eram menos propensas se tivessem apenas ansiedade, com um aumento de mais de 5% no risco em comparação com participantes sem ansiedade nem depressão.

Dos homens do estudo, aqueles com ansiedade e depressão no grupo de 20 anos eram mais propensos a desenvolver uma condição crônica, com um aumento de risco de quase 72% em comparação com o grupo controle, e os homens com ansiedade no grupo de 60 anos eram menos provavelmente com uma redução de mais de 8% no risco.

Possíveis explicações para as disparidades

A equipe de pesquisa não conseguiu determinar por que as mulheres eram mais propensas a serem afetadas do que os homens, mas existem algumas hipóteses possíveis, disse o autor do estudo, William Bobo, professor de psiquiatria e presidente e consultor do departamento de psiquiatria e psicologia da Mayo Clínica em Jacksonville, Flórida.

Existem diferenças sexuais na frequência de transtornos depressivos e de ansiedade diagnosticados e isso pode ter desempenhado um papel”, disse ele.

As mulheres são mais propensas a serem diagnosticadas com transtorno de ansiedade do que os homens e duas vezes mais propensas a serem diagnosticadas com depressão, de acordo com a Clínica Mayo.

Fatores hormonais, biológicos e psicológicos também podem desempenhar um papel, acrescentou Bobo.

Os participantes com ansiedade e depressão também foram afetados por várias condições crônicas, não apenas uma ou duas, disse Wertz.

Mais pessoas podem ser afetadas

O estudo não incluiu doenças crônicas que as pessoas já tinham quando entraram no estudo, e sim analisou os dados coletados em cada marco, disse Kyle Bourassa, pesquisador avançado do Centro de Pesquisa, Educação e Clínica em Geriatria do Durham VA Health Care System em Carolina do Norte. Ele não participou do estudo.

Alguém que está na faixa etária de 60 anos pode ter tido ansiedade e/ou depressão durante a maior parte de sua vida e já desenvolveu doenças crônicas aos 60 anos por causa disso, explicou.

“Esta foi uma boa decisão para ser cauteloso com as estimativas do estudo, mas também pode resultar em subestimar o efeito entre os idosos estudados aqui”, disse Bourassa.

Mais de 86% dos participantes eram brancos, o que é outro fator limitante, segundo Wertz.

Existem grandes disparidades raciais e étnicas na saúde mental e física porque as pessoas que vêm dessas minorias muitas vezes não têm acesso a cuidados de saúde de qualidade, disse ela.

Isso significa que pessoas com origens de minorias raciais e étnicas podem ter uma maior associação entre ansiedade e depressão, o que pode se traduzir em um risco maior de desenvolver condições crônicas do que o relatado, explicou Wertz.

Como diminuir seu risco

Existem tratamentos comportamentais e farmacológicos para ansiedade e depressão, que demonstraram melhorar o bem-estar do paciente, disse Bourassa.

As descobertas feitas a partir deste estudo sugerem que esses tratamentos também podem melhorar a saúde física, especialmente quando as pessoas são mais jovens, disse ele.

Incluir atividade físicameditação consciente e sono em sua rotina diária também demonstrou diminuir a ansiedade e a depressão, de acordo com Bourassa.

Além dessas atividades, evitar fumar e beber muito pode ajudar a diminuir o risco de desenvolver uma condição crônica, disse ele.

Se você sentir que pode ter ansiedade ou depressão, converse com seu médico ou terapeuta para criar um plano de tratamento, disse Wertz. A Aliança Nacional de Saúde Mental dos Estados Unidos também tem uma linha de apoio, acrescentou ela.

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SAÚDE: 04 SUPLEMENTOS QUE NÃO PODEM FALTAR NA SUA VIDA

Na nossa sessão de SAÚDE desta quinta-feira trouxe aqui uma palestra importantíssima para você que dá o maior valor a sua saúde e pretende ter uma vida longeva e saudável. Uma espetacular explanação do Dr. Marco Menelau, médio homeopata especializado em psicomedicina, sobre os 04 sucplementos que não podem faltar em sua vida! 

Por favor não deixe de assistir. É imperdível! Vai mudar a sua qualidade de vida!

Fonte: 

Publicado em 31 de ago de 2018

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SAÚDE: TAXA DE EXCESSO DE PESO NOS JOVENS BRASILEIROS DE 18 A 24 ANOS AUMENTOU MAS DE 70%

Excesso de peso aumenta mais de 70% entre jovens de 18 e 24 anos

Já pessoas acima de 35 anos engordaram acima da média do país desde 2006, de acordo com dados do Ministério da Saúde

Nathalie Hanna Alpaca

da CNN*No Rio de Janeiro

Sobrepeso não é um fenômeno novo, mas aumenta a cada anoSobrepeso não é um fenômeno novo, mas aumenta a cada ano I Yunmai/Unsplash

Nos últimos 15 anos, a taxa de excesso de peso dos jovens brasileiros de 18 a 24 anos aumentou de 20,65%, em 2006, para 35,71%, em 2021 – uma alta de mais de 70%. Em pessoas de 25 a 34 anos, houve um salto de 37,67% para 54,41%, com um crescimento de 44% no período. Os dados foram obtidos por meio do sistema Vigilância de Fatores de Risco e Proteção para Doenças Crônicas por Inquérito Telefônico (Vigitel), do Ministério da Saúde.

De acordo com Gilberto Kac, professor titular do Instituto de Nutrição Josué de Castro da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), o sobrepeso não é um fenômeno novo, mas aumenta a cada ano.

Não tem dúvida que o excesso de peso e obesidade são problemas graves. Eles podem gerar diabetes, hipertensão, vários tipos de câncer, problemas osteoarticulares e cardiovasculares. Observamos que esse obstáculo cresce cada vez mais em países desenvolvidos, como no Reino Unido e Estados Unidos, mas, nos últimos anos, vemos isso principalmente em países subdesenvolvidos e de baixa renda, como o Brasil.

Gilberto Kac

Kac ressalta que é mais comum que esses problemas de saúde se manifestem em pessoas mais velhas. Mas, segundo o nutricionista, os jovens podem sofrer riscos precoces de acordo com o quadro de saúde, principalmente em casos de sedentarismo.

Além dos jovens, pessoas acima de 35 anos engordaram acima da média do país em todos os anos disponibilizados pelo Ministério da Saúde. Em 2006, 48,55% dos brasileiros apresentavam sobrepeso na faixa etária de 35 a 44 anos. Em 2021, esse número foi de 62,38%. O mesmo ocorreu nos indivíduos de 45 a 54 anos: de 54,74% saltaram para 64,39%.

O professor Gilberto Kac analisa que há diversos fatores que impulsionam esse aumento, como o sistema alimentar atual e a falta de atenção do poder público.

Existe uma questão de poder aquisitivo e de acesso. Há vários conglomerados industriais que pressionam esses indivíduos, por meio do marketing, para fazer o consumo de produtos ultraprocessados, como biscoitos e refrigerantes, e outros itens com características de baixo custo. Além disso, a falta de regulamentação governamental e a rotulagem frontal desses produtos deveriam ter programas muito mais avançados para proteger a população desse tipo de formação de paladar.

Gilberto Kac

Em dados gerais, 42,74% da população brasileira estava acima do peso em 2006. Já em 2021, último ano divulgado pelo sistema do órgão federal, esse índice era de 57,25%.

Economia afetada

Os problemas de saúde causados pelo sobrepeso podem afetar até a economia, segundo a economista e professora da Ibmec Vivian Almeida. Ela explica que quanto mais pessoas doentes, maiores as chances da produtividade do mercado ser atingida negativamente.

“Pessoas com doenças crônicas, de todas as faixas etárias, podem afetar a produtividade, principalmente os jovens, que são a raiz e energia da população economicamente ativa. O físico faz grande parte disso, desde o trabalho braçal até o intelectual. Então isso tende a escalonar. É um processo e um problema instigante, que pode afetar o PIB do país. A economia somos nós. A pessoa é a economia. Se a saúde da pessoa não estiver boa, nada estará 100%”, avalia.

Além da saúde, Vivian pontua que a alta nos preços dos alimentos causados pela inflação faz com que as pessoas procurem uma saída, como alimentos mais baratos e ultraprocessados.

“É possível observar uma perda do consumo há um tempo. Paulatinamente e de modo convergente, a perda de renda e o consumo mostra uma piora na alimentação. Exemplo disso temos os ultraprocessados, que são atrativos por muitas questões: mais baratos, acesso. Se observarmos pelo lado do consumo, esse vai sendo o efeito no corpo do brasileiro. Em média, a piora de alimentação está relacionado à piora de saúde”, completa a especialista.

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SAÚDE: NO DIA MUNDIAL DE COMBATE A ASMA SAIBA QUAIS OS FATORES CAUSADORES DA DOENÇA

Dia Mundial de Combate à Asma: especialistas destacam importância do tratamento

Asma não tem cura, mas o adesão ao tratamento reduz impactos dos sintomas que podem melhorar e até mesmo desaparecer ao longo do tempo

Lucas Rocha

da CNN

em São Paulo

Tratamento da asma é feito com base em corticosteroides inalados, que atuam no controle da inflamação dos brônquiosTratamento da asma é feito com base em corticosteroides inalados, que atuam no controle da inflamação dos brônquiosGetty Images

A asma afeta cerca de 10% da população, sendo responsável pela morte de aproximadamente 2 mil pessoas a cada ano. A doença inflamatória crônica das vias respiratórias pode ser causada por diversos fatores como ácaros da poeira, mofo, pólen, vírus, rinite, excesso de peso e predisposição genética.

Os principais sintomas da asma são falta de ar, chiado no peito, tosse, sensação de cansaço e dor no peito, principalmente após esforço físico e até mesmo ao falar.

Dia Mundial de Combate à Asma, celebrado anualmente na primeira terça-feira do mês de maio, chama atenção para a importância do controle da doença.

A asma não tem cura, mas o tratamento adequado pode reduzir os sintomas e ampliar a qualidade de vida dos pacientes. No Brasil, o tratamento pode ser realizado gratuitamente pelo Sistema Único de Saúde (SUS), a partir de Unidades Básica de Saúde (UBSs).

“Ainda é muito comum se ouvir que a bombinha para asma vicia e que quando as crises melhoram, não precisa mais seguir com a medicação”, diz o médico. Segundo Bianchi, os desafios o controle da doença incluem a falta de adesão ao tratamento pelos pacientes.

Além do abandono dos cuidados, a Associação Brasileira de Alergia e Imunologia aponta uma série de lacunas no cuidado da asma, como o custo e acesso aos medicamentos.

O pneumologista Diego Ramos, da Medicina Interna Personalizada (MIP), afirma que ainda há desigualdade de acesso ao diagnóstico e tratamento da asma.

“Um dos desafios para o controle da asma é o conhecimento da doença e a conscientização entre os profissionais de saúde, além de lacunas na prescrição de inaladores e no monitoramento da adesão e capacidade de uso desses dispositivos”, diz.

Segundo o especialista, o Dia Mundial de Combate à Asma deve ampliar a conscientização do público em geral e dos profissionais de saúde de que a asma é uma doença crônica e não aguda.

Adesão ao tratamento

O tratamento da asma é feito com base em com corticosteroides inalados, que atuam no controle da inflamação dos brônquios, estruturas que ligam a traqueia aos pulmões. Os medicamentos reduzem os sintomas e ajudam a prevenir as crises.

Os especialistas alertam que a interrupção do tratamento sem a supervisão médica pode ser prejudicial à saúde.

“Durante as crises de asma, o uso de corticosteroide oral em doses preconizadas deverá ser utilizado com parcimônia e sob orientação médica. A falta de controle da doença pode resultar em crises graves e levar até à morte”, diz Bianchi.

De acordo com o Ministério da Saúde, a asma pode desencadear uma série de complicações, como redução na capacidade de realizar atividades, insônia, alterações permanentes no funcionamento dos pulmões, tosse persistente, dificuldade para respirar, hospitalização e internação por ataques severos.

Diagnóstico

diagnóstico da asma deve ser feito a partir de exames clínicos, considerando o histórico do paciente. Sinais como chiado, tórax exageradamente cheio de ar, presença de rinite alérgica e histórico familiar com doenças alérgicas e asma são alguns dos indicativos da doença. Exames para alergia e provas de função respiratória também auxiliam no diagnóstico.

“O diagnóstico de asma é um diagnóstico clínico e os exames são realizados para excluir doenças que podem causar ou simular asma. Em questão de riscos, sempre depende da gravidade da doença, mas a gente ainda tem mesmo com o aprimoramento do tratamento a mortalidade de cerca de quatro a cinco pessoas por dia no país com a doença”, diz Ramos.

Vacinação contra a gripe

O vírus influenza, causador da gripe comum, pode agravar o quadro clínico de pessoas que vivem com asma. A Associação Brasileira de Alergia e Imunologia (ASBAI) recomenda a vacinação contra a doença para pessoas acima de 60 anos e indivíduos com doenças cardiovasculares crônicas e respiratórias crônicas, incluindo a asma e a doença pulmonar obstrutiva crônica (DPOC).

“Um dos principais fatores desencadeantes de crise de asma são as infecções virais respiratórias, destacando-se o rinovírus. Mas o vírus da gripe, o influenza, também causa as exacerbações e, ao se vacinar, diminui-se a chance de contrair influenza e, consequentemente, de evoluir para crises de asma”, explica Bianchi.

Ao reduzir os riscos da infecção pelo vírus da gripe, a vacinação também protege as pessoas de infecções bacterianas oportunistas que são mais fáceis de serem contraídas após a infecção viral.

“Ao se vacinar, o paciente de asma diminui a chance da influenza e, portanto, de uma pneumonia bacteriana secundária. Esse risco de evoluir com uma infecção secundária pode ser maior para um paciente com asma”, diz o médico.

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SAÚDE: SAIBA QUAIS OS MALES CAUSADOS PELA SOLIDÃO

Como a solidão pode fazer mal à saúde física e mental

“A solidão associa-se a psicopatologias, como ansiedade, depressão e stress, mas também em nível físico, como a hipertensão e problemas cardiovasculares”, diz a psicóloga Ana Valente.

Daniela Costa Teixeira

da CNN

Saúde mental mais fragilizada, obesidade e problemas cardíacos. Estas são apenas algumas das consequências diretas da solidãoSaúde mental mais fragilizada, obesidade e problemas cardíacos. Estas são apenas algumas das consequências diretas da solidão Freepik

A solidão é uma das principais responsáveis por fazer com que as pessoas se isolem. Porém, também pode ser uma consequência direta desse isolamento, gerando um círculo vicioso em que a pessoa se isola por se sentir só e sente-se só porque está isolada.

Por ser um sentimento, a solidão varia muito de pessoa para pessoa. Mas uma coisa é certa: não escolhe gêneros, nem tampouco a idade. E o percurso de vida, sobretudo quando marcado por “experiências negativas nas relações com os outros”, pode ser determinante para uma maior vulnerabilidade à solidão, diz Marta Calado, psicóloga na Clínica da Mente.

São vários os gatilhos que deixam uma pessoa mais vulnerável à solidão e à vontade de se isolar. A psicóloga Ana Valente dá exemplos: “viver sozinho, condições econômicas mais frágeis, doenças que condicionam a mobilidade, ser cuidador informal, viuvez, desemprego, o local onde se vive, se está mais junto de outros ou não”.

Mas destaca que a solidão “muitas vezes tem a ver com a nossa saúde psicológica e com a nossa história de vida, que pode contribuir para que estejamos mais sozinhos e isolados e para que haja o desenvolvimento de sentimento de solidão”.

E como se diagnostica a solidão? Avaliando o quão bem a pessoa está consigo mesma.

“Os profissionais de saúde têm de saber distinguir uma tendência satisfatória para o isolamento, para ter um tempo para desenvolver as próprias reflexões, daquilo que é sentir a solidão. Quando nos sentimos em solidão não queremos necessariamente estar sozinhos. Sentimos no peito um aperto, um vazio. Sentimos que a vida das outras pessoas está preenchida. Temos de lidar com a emoção da tristeza, de decepção, de frustração”, esclarece a psicóloga Marta Calado.

Sentir-se só sem estar sozinho

Apesar de ser associada ao isolamento, a solidão pode afetar uma pessoa até mesmo quando está em casa, junto da sua família, perto dos seus amigos ou no seu local de trabalho. Há quem se sinta só mesmo quando tem companhia e a pessoa consegue percebê-lo “quando não se sente integrada, se sente rejeitada”.

Esta ‘solidão acompanhada’ “é uma das muitas experiências que faz com que o indivíduo ganhe mecanismos de defesa, de proteção e não se exponha tanto aos outros”. No entanto, “sem perceber, acaba por levar uma vida mais centrada em objetivos individuais ou restrita a grupos”, até porque a pessoa pode sentir-se só na presença apenas de determinadas pessoas ou grupos e não sempre que está acompanhada, diz Marta Calado.

De acordo com a psicóloga, a pessoa pode carecer de um sentimento de pertencimento em casa junto da família, mas encontrá-lo “na família do coração, que são os amigos que escolheu”.

Ana Valente acrescenta que este sentimento de solidão quando não se está efetivamente sozinho foi notório durante a pandemia da Covid-19, sobretudo junto dos mais novos, que “não conseguiram ter sentimentos de pertencimento e não se conseguiram identificar” com quem dividiam teto.

O sentimento de solidão na presença de outras pessoas causa aquilo que Marta Calado chama de “conflito interno”: uma “ambiguidade emocional, com impacto psicológico e comportamental”, especialmente quando a solidão é sentida junto de pessoas com que se está constantemente, como pode acontecer em ambiente familiar ou de trabalho.

Como a solidão afeta a saúde física e mental

A solidão e o isolamento social são capazes de impulsionar uma série de problemas mentais e físicos, ao mesmo tempo que pode ser também consequência deles mesmos. “A solidão associa-se a psicopatologias, como ansiedade, depressão e stress, mas também em nível físico, como a hipertensão e problemas cardiovasculares”, diz Ana Valente.

E por “associa-se” entende-se que é causa e efeito, que pode levar ao sentimento de solidão, mas que este mesmo sentimento pode impactar a saúde física e mental da pessoa.

Uma pessoa que lida constantemente com o sentimento de solidão pode apresentar “alterações de sono ou no apetite. A pessoa pode chorar, ter uma maior desconcentração, sente tristeza, pode ter pensamentos intrusivos e constantes que a levam pensar porque não ser suficiente e interessante para os outros”, continua Marta Calado.

Olhando para o impacto na saúde física, não faltam evidências científicas que comprovem a relação entre a solidão e o isolamento com problemas de saúde. Em 2019, um estudo publicado na PLOS One revela que o isolamento social está associado a uma maior propensão de inatividade física, má alimentação e uso de medicamentos psicotrópicos, fatores que podem desencadear problemas de saúde como a obesidade ou depressão, por exemplo.

“O isolamento social pode ser menos prevalente em idades mais jovens, mas é ainda mais fortemente associado a más condições de saúde e comportamentos do que em idades mais avançadas”, como mostra a pesquisa.

Já um outro estudo, do mesmo ano, mas publicado na revista BMC Public Health, dá conta de que também os mais velhos ficam mais vulneráveis com o isolamento social e consequente solidão.

Os achados sugerem que “o maior isolamento social em homens e mulheres mais velhos está relacionado com a redução da atividade física objetiva diária e um maior tempo sedentário”, dois fatores também com impacto direto na saúde física.

“O isolamento social percebido (PSI) [solidão] está ligado ao aumento do risco de doenças crônicas e mortalidade”, explica um estudo de 2015 publicado na PNAS, que mostra uma maior tendência para inflamação e uma menor capacidade para responder contra vírus.

Um estudo publicado em 2017 pela Associação Americana de Psicologia dá um exemplo disso, afirmando que as pessoas solitárias que foram expostas ao rinovírus eram mais propensas a desenvolver sintomas de constipação do que as pessoas que não eram solitárias.

Mas há outros impactos igualmente penosos, como uma maior propensão para doenças físicas, como hipertensão, doenças cardíacas, obesidade, sistema imunitário enfraquecido, ansiedade, depressão, declínio cognitivo, doença de Alzheimer e até a morte, revela o Instituto Nacional de Envelhecimento dos Estados Unidos. Além disso, deixa os idosos ainda mais vulneráveis aos efeitos do envelhecimento no cérebro. Segundo um estudo, os idosos em isolamento social ou num estado de solidão mostram função cognitiva pior quatro anos depois.

“Sem dúvida que alguém que se sente em solidão não sente bem-estar e satisfação psicológica”, atira Marta Calado, explicando que, nos mais velhos, é comum a tomada de antidepressivos quando o sentimento de solidão é uma constante.

“É natural que pessoas que estão mais sozinhas tomem um antidepressivo para saber tolerar mais facilmente esta gestão emocional, a falta de entusiasmo, alegria e de oportunidades de encontrar ânimo. Até porque esta situação de vida com estas repercussões psicológicas terá repercussões físicas, porque o isolamento faz com que pessoas tenham a tendência a não se movimentar tanto, a ter problemas físicos, como contraturas musculares, dores, cólicas, tensão acumulada.”

Cientistas da Universidade de McGill, no Canadá, revelaram no ano passado uma espécie de assinatura nos cérebros de pessoas solitárias, espelhada em variações no volume de diferentes regiões do cérebro, bem como na forma como essas regiões se comunicam entre si nas redes cerebrais.

Na prática, diz o estudo publicado na Nature Communications, as alterações cerebrais das pessoas solitárias estavam centradas naquilo a que se chama de “rede-padrão”, um conjunto de regiões cerebrais envolvidas em pensamentos internos, como recordar, fazer projeções ou pensar em outras pessoas.

“Cientistas descobriram que as redes-padrão das pessoas solitárias eram mais fortemente ligadas e, surpreendentemente, o seu volume de massa cinzenta nas regiões da rede-padrão era maior”. No entanto, as pessoas solitárias continuam à mercê de um declínio cognitivo mais precoce e do aparecimento mais rápido de sinais de demência, explica o Science Daily.

Apesar de ser uma associação já várias vezes feita pela ciência, a verdade é que ainda “é incerto” se os efeitos do isolamento social ou da solidão “são independentes ou se a solidão representa o caminho emocional pelo qual o isolamento social prejudica a saúde”, segundo um estudo publicado na Proceedings of the National Academy of Sciences.

Prevenir a solidão e evitar o isolamento

“Cabe a todos nós ter o papel comunitário e dentro da sociedade”, diz Ana Valente. A psicóloga defende que “cuidar dos nossos, seja a família ou vizinhos” ajuda que a pessoa que esteja só deixe de se sentir, pelo menos um pouco, só, seja porque está sendo ajudada ou porque está ajudando.

“Todos podemos fazer algo no combate à solidão, até porque isso é muito positivo para o bem-estar e saúde mental de quem ajuda”, frisa.

Ana Valente considera ainda que o “autocuidado” deve ser o ponto de partida, incluindo-se nesta tarefa hábitos como “cuidar da saúde física e mental, fazer atividade física e ter uma alimentação saudável”.

Mas é também preciso saber filtrar e, sobre isto, a psicóloga fala da importância de “ter algum cuidado e filtrar informação e programas de televisão”, sobretudo os que optam por conteúdos mais dramáticos e que podem levar a estados de tristeza”, acrescenta Marta Calado.

Um dos segredos para que a pessoa não sinta necessidade de se isolar é “fazer coisas de que gosta. Pode ser ouvir música, dar uma caminhada, fazer voluntariado, encontrar um papel ativo dentro da comunidade em que a pessoa está inserida”, sendo esse último ponto mais vantajoso até para os mais velhos, sobretudo quando se reformam e perdem a rotina habitual e até, em alguns casos, o seu propósito.

“Ter um papel ativo dentro da comunidade traz emoções positivas e faz com que os sentimentos mais negativos diminuam, incluindo a solidão”, aponta Ana Valente.

Manter as rotinas e ter planeamento diário “no sentido de ocupar as 24 horas do nosso dia com tarefas, seja ligar para um amigo ou familiar, passear com o animal de estimação, ter a tarefa de fazer as compras diárias, falar com vizinhos, acompanhar ou tomar conta dos netos do vizinho” é, para Marta Calado, também uma forma de fazer frente à solidão.

Apesar de as redes sociais serem associadas ao isolamento, em alguns casos podem ser a ferramenta essencial para manter contatos e encurtar distâncias, diminuindo a sensação de solidão. O isolamento físico continua, mas manter ligações com outros, mesmo que digitais, pode ajudar a pessoa a sentir-se menos só.

Fonte : CNN
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SAÚDE: SAIBA COMO TER UMA LONGEVIDADE SAUDÁVEL SAINDO DA ZONA DE CONFORTO

Hoje você vai assistir, aqui na coluna SAÚDE uma dica muito importante e fundamental para quem pretende chegar aos 80 ou 90 anos com qualidade de vida. O Dr. Samuel Dalle Laste fala sobre a maior vilã e obstáculo para se conseguir essa proeza a boa e velha Zona de Conforto. Saiba como driblar essa vilã e garantir uma longevidade saudável.

Fonte:

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SAÚDE: GRUPO DE ALUNOS EM ESCOLA NO RECIFE TEM SURTO COLETIVO DE ANSIEDADE

Surto de ansiedade coletiva acende alerta sobre saúde mental de estudantes

Neste episódio do E Tem Mais, Carol Nogueira apresenta um panorama da preocupação com impactos psicológicos e emocionais da pandemia em crianças e adolescente

Da CNN*

Em São Paulo

Surto de ansiedade coletiva acende alerta sobre saúde mental de estudantes | CNN Brasil

Um grupo de 26 alunos de uma escola do ensino médio de Recife (PE) precisou ser atendido por profissionais de saúde no início deste mês, depois de apresentar sintomas de ansiedade. O caso de surto coletivo ocorreu na primeira semana de exames depois do retorno das aulas presenciais, após dois anos de restrições impostas pela pandemia de Covid-19.

Em São Paulo, um levantamento realizado com estudantes da rede estadual de ensino fundamental e médio apontou que cerca de dois terços das crianças e adolescentes apresentaram sintomas de depressão e ansiedade.

Neste episódio do E Tem Mais, Carol Nogueira apresenta um panorama da preocupação com novos casos de transtornos de ansiedade em crianças e adolescentes. Para descrever as possíveis explicações para esse cenário e os caminhos para cuidar melhor da saúde mental dos jovens brasileiros, participam deste episódio o professor de psiquiatria da infância e adolescência Guilherme Polanczyk, da USP, e a psicóloga Marilene Kehdi.

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SAÚDE: PESSOAS QUE NÃO SE INFECTAM COM CORONAVÍRUS AINDA É UM MISTÉRIO DA CIÊNCIA

Por que algumas pessoas não se infectam com o coronavírus

Mesmo morando na mesma casa de pessoas infectadas e tendo contato direto com o vírus, alguns indivíduos simplesmente não se infectam — e a ciência procura respostas para esse mistério

Elmer Huerta

da CNN

Foto: Christoph Burgstedt (Getty Images)

Este ainda é um do maiores mistérios da ciência nos últimos dois anos: por que existem pessoas que não se infectam com o novo coronavírus? Os cientistas procuram responder a esta questão e três estudos podem trazer alguma clareza a esta questão.

O médico Elmer Huerta analisa ao que se sabe até agora.

A infecção por coronavírus: o que ainda é um mistério para a ciência

Segundo dados dos Centros de Controle e Prevenção de Doenças (CDC) dos Estados Unidos, 43,3% dos americanos possuem anticorpos contra SARS-CoV-2, o que implicaria que pouco mais da metade da população não teve a infecção. Além de cuidar bem de si mesmos durante a pandemia, não está exatamente claro por que mais da metade dos americanos não foram infectados.

Da mesma forma, um dos mistérios dessa pandemia é explicar por que algumas pessoas, por exemplo o marido ou a esposa de uma pessoa infectada, não contraíram o novo coronavírus apesar de morarem na mesma casa e dormirem na mesma cama.

Mais um exemplo: das 36 pessoas que foram intencionalmente infectadas com SARS-CoV-2 em um estudo de desafio, apenas 18 foram infectadas.

Qual foi o mecanismo pelo qual, apesar de estarem infectados com a mesma quantidade de vírus, as outras 18 pessoas não desenvolveram a infecção e nem sequer produziram anticorpos neutralizantes?

Hoje veremos algumas possíveis explicações para esse fenômeno.

Como nosso corpo responde a uma infecção?

Antes de mais nada, lembremos que, quando o vírus entra no corpo de uma pessoa, ele desencadeia a resposta imune, que compreende basicamente duas etapas importantes:

  • O desenvolvimento de linfócitos T, ou células de memória;
  • E a produção de anticorpos neutralizantes pelos linfócitos B.

As células T de memória rastreiam o vírus invasor. Não reconhecendo, demoram alguns dias para ordenar aos linfócitos B que produzam anticorpos neutralizantes específicos contra o vírus invasor.

Se o vírus já for conhecido, esses linfócitos T, além de ordenar a produção de anticorpos neutralizantes específicos, podem atacá-lo e destruí-lo diretamente.

Estudos recentes postulam duas teorias para explicar o fenômeno pelo qual alguns seres humanos podem ser resistentes à infecção pelo novo coronavírus.

Teorias sobre a resistência à infecção do novo coronavírus

A primeira teoria diz que certas pessoas são capazes de eliminar o novo coronavírus. Isso graças aos anticorpos neutralizantes e células T de memória que eles têm em seu corpo, produto de terem sofrido de resfriados antigos.

Existem quatro tipos de coronavírus que causam 30% dos resfriados em humanos.

A segunda teoria diz que certos seres humanos são capazes de produzir substâncias dentro de suas células. São substâncias que não apenas destroem o vírus invasor, mas também destroem a célula infectada.

Três estudos apoiam a primeira teoria, aquela que diz que ter sofrido vários resfriados durante a vida, anticorpos neutralizantes e células de memória direcionadas contra esses vírus podem proteger de forma cruzada contra o novo coronavírus.

Estudos para descobrir por que algumas pessoas não pegam coronavírus

No primeiro estudo, pesquisadores britânicos testaram repetidamente o sangue de um grupo de profissionais de saúde altamente expostos ao vírus durante a primeira onda da pandemia, quando as vacinas ainda não estavam disponíveis.

O que eles encontraram foi algo muito surpreendente.

Os profissionais de saúde expostos ao vírus que não desenvolveram a doença — e nem foram capazes de produzir anticorpos neutralizantes — formaram células de memória especiais, que foram apelidadas de células T reativas cruzadas.

Pensa-se que tendo resfriados causados ​​pelos quatro coronavírus antigos, eles estimularam a formação de células T de memória que foram capazes de neutralizar o novo coronavírus.

O interessante é que essas células T de memória cruzada não atacaram o pico, mas as estruturas internas do vírus. Isso abre a possibilidade de desenvolver novos tipos de vacinas, não direcionadas ao pico, mas às estruturas internas do vírus.

segundo estudo mostrou que as crianças produzem duas vezes mais células T reativas cruzadas que os adultos, sugerindo que essa é a explicação por que as crianças não apresentam tantos sintomas quanto os adultos quando infectadas.

No terceiro estudo, foi demonstrado que as pessoas que moravam na mesma casa e não estavam infectadas também eram pessoas que produziam maior número de células T com reação cruzada.

Genética, um fator chave

Esses três estudos postulam então a teoria de que certos seres humanos — com a genética certa — são capazes de não se infectarem com o SARS-CoV-2. A razão é que eles armazenaram células de memória produzidas por infecções passadas com outros coronavírus. Essas células de memória destroem o vírus.

Especialistas estimam que entre 10 a 15% dos seres humanos são capazes de produzir esses linfócitos de reação cruzada.

A segunda teoria também é muito interessante e diz que alguns seres humanos (especialmente crianças) possuem uma quantidade maior de substâncias naturais chamadas de receptores de reconhecimento de padrões (PRR) dentro de suas células.

Esses PRRs fazem parte do sistema de defesa do organismo e sua missão é destruir qualquer microrganismo que consiga penetrar no interior da célula.

Uma variedade desses receptores, chamados RIG-I, é muito ativa na destruição de vários tipos de vírus, incluindo o vírus influenza A  que entra nas células. E um estudo europeu recente descobriu que o número de receptores RIG-I é maior em crianças do que em adultos, o que explica por que as crianças não desenvolvem formas graves da doença.

As conclusões dos estudos

Em suma, parece que certas pessoas, por meio de mecanismos geneticamente determinados, são capazes de não serem infectadas pelo coronavírus. Ou porque são protegidos de forma cruzada por infecções antigas por outros coronavírus ou porque produzem substâncias dentro de suas células que destroem o vírus.

Conhecer esse tipo de detalhe é importante para o desenvolvimento de novas vacinas ou medicamentos que possam dar proteção à maioria dos humanos sensíveis à infecção.

Fonte: CNN

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SAÚDE: SEGUNDO QUEIROGA, PORTARIA QUE ENCERRA EMERGÊNCIA EM SAÚDE PÚBLICA DEVE SER PUBLICADA ATÉ QUARTA-FEIRA

Portaria deve ser publicada até quarta-feira, diz Queiroga à CNN

Em pronunciamento, ministro da Saúde afirmou que atual cenário epidemiológico do país permite o encerramento do estado de emergência decretado com a pandemia do coronavírus

Gustavo Uribeda CNN

em Brasília

Marcelo Queiroga, ministro da SaúdeMarcelo Queiroga, ministro da SaúdeWalterson Rosa/MS

O ministro da Saúde, Marcelo Queiroga, disse à CNN que a portaria que encerra a emergência em saúde pública deve ser publicada até esta quarta-feira (20) no Diário Oficial da União (DOU).

“Nenhuma política pública essencial ao enfrentamento da Covid-19 será interrompida”, ressaltou.

Em pronunciamento, na noite deste domingo (17), o ministro afirmou que o atual cenário epidemiológico do país permite o encerramento do estado de emergência decretado com a pandemia do coronavírus.

“Graças à melhora do cenário epidemiológico, à ampla cobertura vacinal da população e à capacidade de assistência do SUS, temos condições de anunciar o fim da Emergência de Saúde Pública de Importância Nacional – a ESPIN. Nos próximos dias, será editado um ato normativo disciplinando essa decisão”, disse.

O Ministério da Saúde avalia conceder um prazo de adaptação de pelo menos 30 dias, com possibilidade de prorrogação.

No pronunciamento, o ministro ressaltou ainda a cobertura vacinal no Brasil e falou que a decisão não significa o fim da pandemia do novo coronavírus.

“Esta medida, no entanto, não significa o fim da Covid-19. Continuaremos a conviver com o vírus. Hoje, mais de 73% da população brasileira completou o esquema vacinal e mais de 71 milhões receberam a dose de reforço. Temos vacinas disponíveis e os brasileiros acessam livremente essa política pública”, ressaltou.

Neste domingo (17), o Brasil registrou 22 mortes por Covid-19, segundo dados divulgados pelo Conselho Nacional de Secretários de Saúde (Conasss). Esse é o menor número registrado desde 29 de março de 2020, no início da pandemia, quando o país também teve 22 mortes pela doença.

Fonte: CNN

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SAÚDE: DIETA CETOGÊNICA, O QUE É E COMO AGE NO METABOLISMO – PARTE 1 – POR DR. SAMUEL DALLE LASTE

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SAÚDE: ÔMEGA 3, POR QUE ELE É TÃO IMPORTANTE PARA SUA SAÚDE?

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SAÚDE: O QUE NÃO TE CONTARAM SOBRE GORDURA VISCERAL

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SAÚDE: SAIBA COMO CORRIGIR SEU COMPORTAMENTO PARA TER UMA BOA NOITE DE SONO SEM O USO DE REMÉDIOS

Conheça os perigos das pílulas para dormir e como evitá-los

Sedativos seriam a causa de até meio milhão de “mortes em excesso” nos Estados Unidos; especialista discorre sobre como corrigir nossos comportamentos para alcançar uma boa noite de sono

Sandee LaMotte

da CNN

Mais da metade dos brasileiros está dormindo mal durante a pandemia, segundo pesquisa do Instituto do Sono
Mais da metade dos brasileiros está dormindo mal durante a pandemia, segundo pesquisa do Instituto do SonoGetty Images

Histórias que envolvem erros com pílulas para dormir são lendários.

Pergunte a qualquer comissário de voo, e você vai ouvir casos divertidas de pessoas sonolentas tirando suas roupas ou até mesmo se levantando e urinando no assento.

Mas o uso de comprimidos também pode ser mortal. Até meio milhão de “mortes em excesso” nos Estados Unidos foram causadas pelo uso de medicamentos para o sono chamados sedativo-hipnóticos, de acordo com um estudo de 2010.

As pessoas com prescrições para esses remédios, que incluem zolpidem e temazepam, tinham mais de quatro vezes mais probabilidade de morrer em acidentes e por condições de saúde decorrentes do uso em comparação com aquelas que não faziam uso dessas drogas, disse o estudo. Mesmo aquelas que tomaram menos de dois comprimidos por mês tinha três vezes mais probabilidade de morrer do que aquelas que não ingeriram.

Se você estiver usando ou pensando em usar esse tipo de remédio ou algum tipo de promotor do sono, o que precisa saber para agir com segurança? Conversamos sobre isso com a doutora Jing Wang, professora assistente de medicina pulmonar, de cuidados críticos e do sono na Faculdade de Medicina de Icahn, no Monte Sinai, na cidade de Nova York.

A conversa foi ligeiramente editada para maior clareza.

Quando alguém procura você por causa de insônia ou outro distúrbio do sono, implorando por uma ajuda para dormir, você receita um remédio para dormir para alívio imediato?

Dr. Jing Wang: Não, com certeza não. Nós tentamos muito, muito mesmo não fazer isso. Quando alguém chega com insônia, fazemos um longo exame de histórico médico e de sono. É muito importante que a pessoa compartilhe detalhes pessoais para que possamos identificar qual a fonte da insônia, se é comportamental, ou medicamentosa ou tem uma doença relacionada.

Eu pergunto o horário de dormir e o que a pessoa faz à noite, para tentar encontrar seus estressores físicos e emocionais. Será que essa pessoa fica vendo telas no trabalho e em casa?

Depois vamos ao ponto em que a pessoa começa pronta para a cama: “Você tem rotinas? Você tem uma hora de dormir regular?”, pergunto. Frequentemente, a insônia é perpetuada pelo que fazemos em resposta a não conseguir dormir. As pessoas são muito criativas de formas que podem não ser úteis: ficam navegando no telefone, checando e-mails ou respondendo mensagens de trabalho, ou dormem com a TV ligada. São elementos que as expõem à luz azul, que envia um sinal ao cérebro para despertar. Tem também aquelas que falam que se levantam e malham em seguida, que não é definitivamente algo a se fazer!

Quando uma pílula pode ser aconselhada?

Nossa primeira abordagem é apresentar aos pacientes uma forma de terapia cognitiva-comportamental denominada CBTL, que é específica para insônia. Ela educa os pacientes sobre comportamento saudável do sono, como horários regulares de dormir e acordar, mantendo telas e luzes azuis fora do quarto, fazendo coisas relaxantes antes da cama, e assim por diante. São as associações que nosso cérebro faz com nosso ambiente do sono e como nossos comportamentos ou atividades podem afetar.

Uma pessoa que estiver sofrendo com um início muito agudo de insônia, com um fator identificável ou mudança em sua vida, pode passar por um teste a curto prazo de uma ajuda de sono por algumas semanas ou um mês, e depois fazer só checkups regulares.

E definimos expetativa claras sobre a utilização a curto prazo, porque não queremos apenas prescrever uma ajuda ao sono e ter a pessoa voltando sempre durante 30 anos. Queremos chegar à raiz do problema de uma forma mais saudável, corrigindo o que está desencadeando a insônia.

Por que o uso de longo prazo de um medicamento para o sono não é saudável?

Depende, porque os povos têm respostas diferentes e podem ser suscetíveis em maneiras diferentes. Alguns desses promotores do sono podem se tornar viciantes, e assim que a pessoa sente que não pode dormir sem ele.

Podem ser perigosos se misturados com álcool ou determinados remédios para dor. Alguns causam sonolência diurna e podem interferir com a condução e outras atividades motoras.

Os sedativos têm sido associados a alucinações e comportamentos dissociativos. As pessoas dirigem, cozinham, perambulam e telefonam, tudo sem qualquer lembrança de quando eles acordaram. Depois de acordar, as pessoas podem ser suscetíveis a sonolência e confusão, como um efeito de ressaca.

Vamos falar sobre medicamentos vendidos sem receita. Eles são um problema?

Qualquer medicação é uma faca de dois gumes: tem utilidade, mas tem sempre efeitos colaterais.

Um dos conselhos mais fortes que dou aos pacientes é que eles devem evitar esse tipo de remédio. Eles podem ter efeitos secundários não previstos, tais como deixá-lo agitado em vez de sonolento. Há potencial para interação com sedativos receitados que os pacientes também podem estar usando. E há sempre um potencial do uso indevido ou em excesso porque as pessoas pensam que, como não exige receita, é seguro.

Veja o caso da melatonina. Algumas pessoas relataram tomar 30 ou mesmo 60 miligramas de melatonina e isso pode ser perigoso; nós só não sabemos ainda. Não é um produto regulamentado, portanto substâncias outras além da melatonina podem ser misturadas no comprimido. Ela pode gerar dores de cabeça, um dos efeitos colaterais conhecidos da melatonina. Ou interferir com o seu ritmo circadiano se tomada no momento errado.

Os anti-histamínicos, por exemplo, criam boca seca, tonturas e uma espécie de sensação de ressaca no dia seguinte. Podem também ter efeitos anticolinérgicos, como retenção urinária, visão desfocada, constipação e náuseas. O uso crônico e regular desses agentes tem sido associado, em alguns estudos, ao aumento do risco de demência.

Por fim, a utilização de auxiliares de sono sem receita pode potencialmente atrasar a visualização dos seus problemas de sono e a procura de cuidados. É quando a pessoa pensa que não há motivo para ver o médico do sono ou falar com o seu médico sobre os meus problemas para dormir porque pode comprar livremente algo na farmácia.

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SAÚDE: VEJA OS PONTOS DE VACINAÇÃO CONTRA GRIPE E SARAMPO QUE COMEÇA NESTA SEGUNDA-FEIRA (04) NO RN

Por g1 RN

 

A vacina contra a gripe — Foto: Arquivo g1A vacina contra a gripe — Foto: Arquivo g1

Começa nesta segunda-feira (4), em todo o país, a campanha nacional de vacinação contra o sarampo, de forma simultânea com a campanha contra a Influenza (gripe).

O Rio Grande do Norte espera vacinar mais de 1,2 milhão de pessoas pertencentes aos grupos prioritários para influenza.

Para o sarampo a população-alvo desta campanha são as crianças de seis meses a menores de 5 anos (4 anos, 11 meses e 29 dias), além dos trabalhadores da saúde.

São 207.896 crianças a serem vacinadas no RN contra o sarampo. A meta é vacinar, no mínimo, 95% dessas crianças.

Para a influenza a meta é vacinar, no mínimo, 90% de cada um dos grupos prioritários: crianças de seis meses a menores de 5 anos, gestantes, puérperas, idosos com 60 anos e mais, povos indígenas, professores, trabalhadores da saúde e demais grupos definidos pelo Ministério da Saúde.

As vacinas tríplice viral (sarampo+caxumba+rubéola) e influenza serão ofertadas para administração na mesma visita ao serviço de saúde para crianças e trabalhadores da saúde respeitando a etapa de cada grupo.

De acordo com o Ministério da Saúde, para estes dois imunizantes, a vacinação simultânea é uma atividade recomendada pelo Programa Nacional de Imunizações para redução de oportunidades perdidas de vacinação.

Etapas

Influenza

  • 4 a 30 de abril: idosos e trabalhadores de saúde
  • 2 de maio a 3 de junho: crianças de seis meses a menores de 5 anos, gestantes, puérperas, professores, povos indígenas, pessoas com comorbidades, deficiência permanente, forças de segurança e forças armadas, trabalhadores de transporte coletivo e caminhoneiros, trabalhadores portuários, funcionários e população do sistema de privação de liberdade e adolescentes e jovens em medidas socioeducativas

Sarampo

4 de abril a 3 de junho: crianças de seis meses a menores de 5 anos e trabalhadores da saúde

Dia D – Sarampo e Influenza

30 de abril: Todos os grupos prioritários para as duas vacinas.

Pontos de vacinação em Natal

Segundo a Secretaria Municipal de Saúde de Natal, os locais de aplicação da vacina no município serão todas as unidades básicas de saúde, além dos pontos extras abaixo, sendo os pontos de drive-thru exclusivos para gripe e sarampo.

Além das duas vacinas, a capital potiguar segue a campanha de imunização contra a Covid-19.

Shopping Via Direta
Domingo a Domingo
Drive-thru ( exclusivo influenza e sarampo) – 9h às 16 h
Pedestre (influenza, sarampo e covid) – 9h às 21 h

Ginásio Nélio Dias
Domingo a Domingo – 9h às 16 h
Drive-thru (exclusivo influenza e sarampo)
pedestre ( influenza, sarampo e covid)

Shopping Midway Mall
Segunda a sábado – 10h às 17h
3° piso (exclusivo covid)
2° piso (exclusivo influenza e sarampo)

Comjol Roberto Freire
Segunda a sábado – 9h às 16 h
Somente covid

Partage Norte Shopping
Segunda a sábado -14h às 20 h
Somente covid

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SAÚDE: MATERNIDADE JANUÁRIO CICCO ESTÁ FAZENDO AGENDAMENTO PARA MUTIRÃO DE COLETA DE EXAME PAPANICOLAU

Maternidade Januário Cicco realizará mutirão de prevenção ao câncer de útero

Redação/Portal da Tropical

 Atualizado em:

Foto: Marcos Elias de Oliveira Júnior

A Maternidade Escola Januário Cicco, da Universidade Federal do Rio Grande do Norte (MEJC-UFRN), vinculada à Rede Ebserh, realizada no dia 8 de abril um mutirão de coleta de exames de Papanicolau. As mulheres interessadas em participar devem ter entre 26 e 64 anos e realizar agendamento prévio através do número (84) 99432-8456.

De acordo com o Instituto Nacional do Câncer (INCA), o câncer de colo do útero é o terceiro tumor atrás mais frequente na população apenas do câncer de mama e de colorretal.

O exame preventivo, conhecido também como Papanicolau, é uma avaliação ginecológica, indicada para mulheres sexualmente ativas, e tem como objetivo a prevenção do câncer do colo uterino. O acusa, entre outras doenças, a infecção do órgão pelo HPV, que é o vírus responsável pelo procedimento do câncer do colo do útero.

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SAÚDE: VOCÊ SABIA QUE A VITAMINA B12 PREVINE O INFARTO E O AVC?

Na sessão SAÚDE desta quinta-feira veja mais uma mini-palestra do Dr. Marco Menelau. Desta vez sobre as propriedades da Vitamina B12. Ela previne o infarto e AVC entre outras coisas. Assista ao vídeo e saiba tudo sobre essa vitamina!

As informações transmitidas no canal do Dr. Marco Menelau, não visam o tratamento de doenças específicas, possuem apenas um caráter informativo de educação em saúde! Por este motivo, não devem ser utilizadas para o auto-diagnóstico, o auto-tratamento e a auto-medicação. Procure sempre seu médico

Fonte: Dr. Marco Menelau

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SAÚDE: FUNCIONÁRIOS DA SAÚDE PÚBLICA DO RN PARALISARAM AS ATIVIDADES NESTA SEGUNDA-FEIRA POR TEMPO INDETERMINADO

Greve dos médicos da saúde pública do RN começa nesta segunda-feira

Redação/Portal da Tropical

 Atualizado em:

Foto: Letícia França

Os funcionários que trabalham, nos serviços públicos de saúde do Rio Grande do Norte nesta segunda-feira do Norte, a paralisação das atividades por tempo indeterminado. Na semana passada, atuavam em estado de greve de greve e segunda, segunda-feira, já em estado de quinta-feira (24 de dezembro), data de início desta feira.

De acordo com o Sindicato dos Médicos do Rio Grande do Norte (Sinmed), com a decisão, fica suspensa a realização de consultas ambulatoriais e realização de cirurgias eletivas. Já o atendimento de urgência de sofredor de 30% no quadro de profissionais.

Conforme informado, do presidente Geraldo Ferreira, do presidente tomando os cuidados para minimizar os transtornos à população que precisa dos serviços de saúde. “Os atendimentos de urgência e emergência serão preservados para que a população não sobre ainda mais, castigada por um governo que não cuida da saúde”, afirmou.

Ainda em segundo lugar, pelo menos, 2,000, reivindicam a inclusão de internível de 3%, reajustados pelo Plano de Cargos, Remuneração e Remuneração (PCCR), paridade salarial entre ativos e aposentados e gratificação por qualificação.

Em assembléia realizada no dia de alteração categoria17 de proposta de envio pelo secretário de Saúde, Cipriano Ma, com relação às mudanças, Plano de Mudanças e Rem. internível e inclusão da gratificação por especialização.

No entanto, de acordo com o Simed, no dia 2 de março o comunicado foi divulgado que a inclusão da divulgação do Estado havia sido elaborada para a proposta do Governo do Estado. Rio Grande do Norte (Separar o estado de atendimento da Secretaria de Estado) Por causa disso mesmo dia, os problemas de saúde, decidirão o estado de atendimento da Secretaria de Saúde, com a pressão de uma negociação por parte do Estado do Rio Grande do Norte (Se). Passados ​​dois dias, sem nenhuma recepção contraproposta da secretaria, os médicos então iniciaram o início da greve com a paralisação nos atendimentos para esta feira.

Posicionamento da Sesap

A Sesap informou ao Portal da Saúde Tropical que, durante a manhã desta feira, ainda não foram observadas alterações nos serviços de atendimento no âmbito da saúde pública do RN. Em nota, a secretaria explicou também que, a respeito da identificação dos médicos sobre o incentivo à qualificação, “a qual diz que a seguir a legislação deve ser feita a partir da qualificação da qualificação superior à exigência de carga” .

“Ressalte-se ainda que cerca de 10% do quadro de médicos apresentação documentação e o Sindicato dos Médicos não respondeu às convocações para a elaboração do novo Plano de todos os carros, Carreiras e Remuneração, reivindicando a mudança para finalização e finalização e ”, afirmou a Sesap.

Com relação ao interno, a Sesap destacou que, em negociação com o sindicato, foi acertado o reajuste de 2% a partir de abril e um acréscimo de 0,5% a partir de dezembro, levando em conta a paridade entre ativos e inativos. “Os médicos receberam seguidos reajustes, até 2018, em quatro anos seguidos de aumento, o que não ocorreu como outras categorias. A gestão da Sesap reforça sua provisão em negociação e manterá diálogo com a categoria, reforçando a necessidade de manutenção do melhor atendimento à população”, concluiu em nota.

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SAÚDE: PRÓXIMO DIA 26 SERÁ COMEMORADO O DIA MUNDIAL DE PREVENÇÃO CONTRA O CÂNCER UTERINO

Orientações profissionais de saúde sobre o câncer uterino

Redação/Portal da Tropical

 Atualizado em:

Para marcar o Dia Mundial de Prevenção do Câncer do Colo do Útero, comemorado no próximo dia 26, a Fundação do Câncer lançou hoje (24) o Guia Prático. A comunidade orientações sobre a divulgação para profissionais de saúde e profissionais que trabalham na Atenção Básica de Saúde – enfermeiros, técnicos e comunitários.

O Guia Prático de Prevenção do Câncer de Colo do Útero – Orientações Profissionais de Saúde tem o objetivo de aumentar o objetivo de aumentar o HPV (sigla em inglês) e o rastreamento da doença. Acesse aqui o guia em formato digital.

A iniciativa faz parte do estudo Conhecimento e Prática da População sobre Prevenção do Câncer de Colo do Útero, que teve a primeira parte divulgada em fevereiro deste ano. Nesta segunda etapa do levantamento foram estudados 727 profissionais de saúde, Miranda Corrêa, investigadora em coletiva pela Fundação do Câncer e responsável pela pesquisa.

“Nós sobre o público-alvo da privacidade como frequências, as doses são ideais e os entre elas; damos informações gerais sobre segurança do imunizante, dúvidas que encontramos no levantamento. Há algumas orientações práticas para checar se, quando crianças e adolescentes vão a consultas por outro motivo, elas estão vacinadas contra o HPV. Se não ajudar, os profissionais recomendem a imunização, para aumentar a cobertural, que é pequena”, disse Flávia.

CoNúmeros
obtidos no Brasil, a primeira dose da vacina entre 9 e 14 anos após a duração das meninas contra o HPV dose caiu para 57%.

Os números são mais baixos entre os representantes do sexo masculino: 58% tomaram a dose e apenas 36%, informaram a. “A desinformação dos meninos e adolescentes é maior que a das meninas. Os pais e responsáveis ​​não têm muita noção de que os meninos também se beneficiam da vacina, que protege contra outros de câncer, como boca, faringe e anal”.

Para Fá-lo, não foram também permitidos a falar contra o HPV para meninos, em 2017, que incentivam muito bem os benefícios que os meninos têm. “Eles não têm que se vacinar apenas para proteger as meninas contra o do colo do útero, mas também se beneficiam diretamente da vacina. Isso é importante veicular. Foi uma das coisas que identificamos na pesquisa”.

As ferramentas também ajudam a combater notícias falsas (notícias falsas) contra o HPV iniciação sexual precoce ou não é segura para a saúde, tema na primeira fase do estudo. A vacina também não provoca efeitos adversos relacionados ao local da injeção, como dor leve, rubor, edema. “São os eventos mais comuns. Eventos graves não foram relacionados à música”, disse Flávia. Mais de 400 milhões de doses de vacina contra o HPV já aplicadas no mundo; no Brasil, mais de 50 milhões.

Entre os perigos, 14% dos que não tinham como informações específicas da vacina uma das formas de prevenção a, o que torna a saúde séria, contra o HPV está disponível no Sistema Único de Resistência, contra o HPV está disponível no Sistema Único de Prevenção Saúde (SUS) para meninas de 9 a 14 anos e meninos de 11 a 14 anos. São indicadas duas doses, com intervalo de seis meses entre elas. Pessoas imunossuprimidas também devem ser vacinadas.

Rastreamento
O levantamento mostrou que 75% dos profissionais ouvidos iniciaram o rastreamento de mulheres contra o câncer de colo do útero antes dos 25 anos, ou seja, fora da faixa recomendada, que é a partir dos 25 até os 64 anos, o que gera desperdício de recursos humanos e insumos. Além disso, a periodicidade é de três anos após dois exames, sem periodicidade anual, com três anos de idade, com três anos.

Devem ser priorizadas para o rastreamento de mulheres que nunca fizeram o exame Papanicolau ou que fizeram mais de três anos. Flávia quando começar a adolescente que existe uma prática equivocada de começar de material preventivo a adolescente na atividade sexual. Outra prática errada refere-se à coleta de exame por suspeita de material vaginal ou corrimento.

“O exame não é para isso. O Papanicolau é para detecção de lesão precursora do câncer de colo do útero”. A pesquisadora afirmou que o problema de se colher material antes de 25 anos é que o rastreamento abaixo pode ser mais prejudicial do que benéfico. “Porque abaixo dos 25 anos, a gente tem o pico de prevalência de infecção por HPV. Então, a maioria das mudanças que vamos encontrar nestas adolescentes e jovens é sempre a essa infecção, e ela regride espontaneamente em mais de 95% das vezes”. F lembradas que não são guiadas em são amostras em muitos países, só Brasil.

A Fundação do Câncer pretende oferecer aos profissionais de saúde um curso de reciclagem, provavelmente no segundo semestre, baseado nos resultados encontrados na pesquisa. A primeira etapa do levantamento mostrou que muitas mulheres não fazem o exame preventivo por desconhecimento ou por vergonha. O estudo concluído ainda, escolaridade, cor da renda da pele menor, escolaridade, residência em renda de menor idade e rural são fatores associados ao conhecimento e práticas equivocadas ainda para satisfação da baixa urbana contra o HPV e ao rastreamento do câncer de colo uterino.

Mortality
Esse tipo de câncer atinge cerca de 16.710 mulheres por ano no Brasil e gera, pelo menos, 6.500 mortes. O cirurgião oncológico Luiz Augusto Maltoni, diretor executivo da Fundação do Câncer, disse que a ideia da entidade é informar à população que a doença tem cura e é possível prevenir uma vacina disponível no sistema público de saúde. Por isso, o tema foi definido como útero e uma redução da mortalidade”, afirmou Maltoni.

A fundação quer, com o guia, crianças e adolescentes, o papel dos profissionais de saúde, que também trabalham para a sociedade não e na mobilização contra o HPV de saúde. “Por isso, temos trabalhado e vamos trabalhar este ano até atingir os objetivos de redução do número de casos, da mortalidade desse tipo de câncer. É fundamental o papel da informação correto para a população sobre o controle da doença”, disse ele.

Maltoni acredita que será possível contribuir para o Brasil diminuir como diferenças regionais em termos de mortalidade por câncer de colo do útero. Dados do Instituto Nacional do Câncer (Inca) começaram que, em 2019, um taxa padronizada de mortalidade pela população mundial na Região Norte foi de mortes 12,58 por 10 mil mulheres, representando a primeira causa de câncer feminino nessa região.

No Nordeste, a taxa de mortalidade de 6,66/100 mil foi a segunda causa e na Região Centro-Oeste, com taxa de 6,32/100 mil, a terceira causa. As regiões Sul e Sudeste tiveram como menores taxas (4,99/100 mil e 3,71/100 mil, respectivamente) representando quinta e sexta posições, entre os óbitos por câncer em mulheres.

Fonte: Portal da Tropical _ Notícias

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SAÚDE: O QUE É STRESS OXIDATIVO, POR DR. SAMUEL DALLE LASTE

Na coluna SAÚDE desta quinta-feira você vai entender o que é STRESS OXIDATIVO com mais uma palestra do Dr. Samuel Dalle Laste e também como os anti-oxidantes funcionam e protegem seu organismo das doenças crônicas. Assista o vídeo e ganhe saúde. Vale a pena conferir!

Fonte: 

Publicado em 5 de jul de 2019

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SAÚDE: SAIBA QUAIS OS MITOS E VERDADES SOBRE O SONO

Mitos que podem estar impedindo você de ter uma boa noite de sono

Estudos mostram que a maioria das pessoas está praticando maus hábitos de sono sem saber

Sandee LaMotte

da CNN*
 Atualizado 18/03/2022 às 13:19
Andisheh A/Unsplash

Quais são seus mitos e verdades sobre o sono? Aquelas coisas que você tem certeza absoluta que deve fazer — e não fazer — para ter uma boa noite de sono.

Estudos mostram que a maioria de nós está praticando maus hábitos de sono sem saber – o que pode levar a sérias consequências para a saúde. Como suas crenças sobre o sono se comparam?

Mito ou verdade? Se você ficar na cama tempo suficiente, você vai adormecer

Mito. Quando se trata de dormir sem não, especialistas dizem que este é um grande problema. Deitar na cama, mesmo com os olhos fechados, por mais de 15 a 20 minutos é uma das piores coisas que você pode fazer, pois treinará seu cérebro para associar a cama à falta de sono. Pode levar à insônia crônica, disse Michael Grandner, psicólogo clínico e especialista em sono, à CNN em uma entrevista anterior.

“É contra-intuitivo, mas passar o tempo na cama acordado transforma a cama na cadeira do dentista”, disse Grandner, que dirige o programa de pesquisa de sono e saúde da Universidade do Arizona e da Clínica de Medicina do Sono Comportamental no Banner Centro Médico Universitário de Tucson, no Arizona.

Mito ou verdade? Você não deve verificar seu smartphone se acordar à noite

Verdade. Proibir smartphones (ou qualquer dispositivo elétrico que emita luz azul) do quarto uma hora ou mais antes de dormir e durante toda a noite é uma obrigação para um bom sono, dizem os especialistas. A luz diz ao corpo para parar de produzir melatonina, o auxiliar natural do sono do corpo, e estudos mostraram que a luz azul é especialmente tóxica para o sono.

Portanto, quando você sair da cama após 20 minutos de insônia, evite luz forte, assistir TV ou verificar as redes sociais. Em vez disso, mantenha as luzes fracas e faça algo sem sentido, como dobrar meias. Melhor ainda, tente fazer um desses truques para relaxar a mente e se preparar para dormir.

Mito ou verdade? Você não deve deixar seu cachorro ou gato dormir na sua cama

Na verdade, depende. Não muito tempo atrás, a resposta de qualquer especialista em sono teria sido um não definitivo. Mas hoje, alguns especialistas estão vendo os benefícios de se abraçar na cama com um ente querido peludo, pelo menos para um grupo seleto de pessoas.

“Os animais de estimação estão voltando”, disse o especialista em sono Raj Dasgupta, professor associado de medicina clínica da Escola de Medicina Keck da Universidade do Sul da Califórnia. “Para pessoas com ansiedade, depressão ou estresse pós-traumático, ter um companheiro de cama pode ser útil para promover o sono”.

As crianças também podem dormir bem com um animal de estimação acompanhando-as, mostraram estudos. Mas as pessoas que têm sono leve podem ter seu sono perturbado por muitos “microdespertares”, que podem ser prejudiciais à saúde. Nesses casos, os donos podem achar que precisam manter os animais no chão à noite ou bani-los completamente do quarto.

Mito ou verdade: Exercitar-se à noite atrapalha o sono

Esse é um mito que costumava ser um fato “antigamente”, disse Dasgupta.

“Agora, os dados mostram que o exercício a qualquer momento é melhor do que não se exercitar devido a todos os benefícios médicos e ajuda na redução do estresse, o que ajuda no sono”, disse ele. “Os dados sobre não se exercitar à noite são quando você está fazendo exercícios extremos, como exercícios do tipo atleta olímpico”.

As pessoas que se exercitavam por 35 minutos antes de dormir, dormem tão bem quanto nas noites em que não se exercitavam, segundo um estudo de 2011. Se malhar à noite afeta seu sono, especialistas sugerem se exercitar no início da noite para que sua frequência cardíaca e temperatura corporal possam voltar ao normal antes de você dormir.

“Se você me perguntar quando é o momento perfeito para se exercitar, acho que será de manhã e ao ar livre à luz do dia. Isso redefine o ritmo circadiano e começa o dia com vigor”, disse Dasgupta. “Mas se o exercício noturno é melhor para você, tudo bem.”

Mito ou verdade? Você pode recuperar o sono nos fins de semana

Quem não acredita nessa? Infelizmente, a ciência diz que estamos errados. Podemos nos sentir melhor depois de dormir em um sábado ou domingo de manhã, mas isso prejudicará nossa saúde geral do sono, dizem especialistas. Ao alterar a hora de acordar e dormir nos finais de semana (ou dia a dia), seus ritmos de sono não são previsíveis, o que pode alterar o ritmo circadiano do corpo.

“Você quer construir um ritmo confiável, muito parecido com o baterista contando a batida para a banda”, disse Grandner. “Ao controlar quando você acorda e vai para a cama, você está definindo o ritmo.”

Supere esse mito indo para a cama e acordando no mesmo horário todos os dias, mesmo nos fins de semana, férias ou depois de uma noite de sono ruim.

“O cérebro gosta de regularidade e previsibilidade”, acrescentou. “Acordar no mesmo horário todos os dias e adicionar luz e movimento assim que acordar definirá seus outros ritmos para o dia e aumentará a energia e o humor”.

Fonte: CNN

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SAÚDE: SEGUNDO PESQUISA, SEIS EM CADA DEZ BRASILEIROS APRESENTAM EXCESSO DE PESO ‘

Obesidade é uma doença crônica que atinge mais de um quarto da população adulta brasileira

Dados da Pesquisa Nacional de Saúde (PNS) de 2019, realizada em parceria com o Ministério da Saúde, apontam que seis em cada dez brasileiros apresentam excesso de peso e a porcentagem de adultos com obesidade chegou a 26,8%, ou seja, mais de um quarto da população. Uma realidade alarmante que representa um grande problema de saúde pública e necessita de medidas urgentes para reverter a situação.

13/03/2022 às 09:00

Saúde Não Se Pesa

Os números da obesidade no Brasil têm crescido de modo expressivo em todas as faixas etárias. Entre os adultos, mais de 100 milhões estão acima do peso, com prevalência maior no público feminino (62,6%).

Outro dado alarmante é que a cada três crianças e adolescentes, entre 5 e 19 anos, um está acima do peso – sendo 11% com obesidade e 17,2% com sobrepeso.

As transformações, através das décadas, no mundo globalizado, mudaram os hábitos e o estilo de vida da população. Muitas crianças e adolescentes trocaram as brincadeiras ao ar livre por jogos eletrônicos e os alimentos industrializados ficaram cada vez mais acessíveis, tomando o lugar dos alimentos saudáveis. Além disso, a genética, hormônios, fatores psicológicos, alguns medicamentos e complicações neurológicas – fatores que não estão sob nosso controle – podem levar ao ganho de peso. Até 70% das causas da obesidade podem estar relacionadas à genética, histórico familiar e etnia.

Muito além dos padrões de estética, a obesidade é uma doença crônica, definida pela Organização Mundial de Saúde (OMS) como o acúmulo anormal ou excessivo de gordura no corpo. Sua principal causa é a desproporção energética entre as calorias consumidas e as calorias gastas. Esse processo provoca um desequilíbrio geral no organismo, que pode desencadear ou agravar muitas outras doenças como: diabetes tipo 2, doenças cardiovasculares (hipertensão, acidente vascular cerebral, insuficiência cardíaca congestiva e embolia pulmonar), apneia do sono, problemas no fígado, de circulação sanguínea e até alguns tipos de câncer.

Por ser uma doença multifatorial, que engloba fatores genéticos, metabólicos, sociais e psicológicos, a obesidade exige tratamento multidisciplinar, individualizado e a longo prazo.

A boa notícia é que todos os tipos de obesidade: leve, moderada e grave – têm tratamento, que deve ser contínuo, como no caso das demais doenças crônicas.

A procura por um profissional de saúde é essencial para iniciar o tratamento, que deverá ser personalizado, pois cada pessoa tem um histórico diferente. Em alguns casos, pode ser recomendado o uso de medicamentos e, em outros, até mesmo, uma cirurgia.

Para ajudar com informações sobre o assunto, foi criado o portal Saúde Não Se Pesa. O movimento foi lançado em 2016 pela Novo Nordisk, empresa global de saúde que tem como objetivo melhorar a qualidade de vida de pessoas com obesidade.

O site conta com conteúdos sobre tratamentos e diagnóstico, além de depoimentos de pessoas com obesidade e uma janela que abre um link para ajudar na busca por um médico especialista.

Todos devem buscar a melhoria da qualidade de vida, por meio do bem-estar físico, mental e social. O único padrão que importa é o padrão da saúde.

Fonte: CNN

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SAÚDE: SAIBA O QUE É DISBIOSE INTESTINAL, POR DR. SAMUEL DALLE LASTE

Na sessão SAÚDE desta sexta-feira temos a última palestra do Dr. Samuel Dalle Laste da série “Intestino o segundo Cérebro”, com o tema “O que é DISBIOSE Intestinal?”. Não deixe de ver. Vale a pena conferir!

Você sabe o que é Disbiose? No segundo vídeo sobre Saúde do Intestino, Dr. Samuel Dalle Laste fala sobre esse desequilíbrio da flora bacteriana intestinal causador da carência de vitaminas no corpo.

Fonte: 

Publicado em 20 de jul de 2018

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