SAÚDE: QUAIS OS SINTOMAS DO ALCOOLISMO E COMO IDENTIFICÁ-LOS

 Saiba como identificar os sintomas do alcoolismo

No Brasil, cerca de 10% da população sofre de alcoolismo; os homens correspondem a 70% dos casos e as mulheres, 30%

Da CNN

Em São Paulo

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Na edição desta sexta-feira (17) do quadro Correspondente Médico, do Novo Dia, o neurocirurgião Fernando Gomes falou sobre como identificar os sintomas do alcoolismo.

A fundadora da banda britânica Liberty X, Michelle Heaton, usou as redes sociais para falar sobre a luta que enfrenta contra o alcoolismo. Ela postou uma foto mostrando como estava o rosto dela na época em que consumia grande quantidade de bebidas alcoólicas e outra foto após começar o tratamento contra a doença.

Na publicação, a cantora disse que essa era a realidade dela há 20 semanas e hoje se sente mais forte mentalmente e fisicamente. No Brasil, cerca de 10% da população sofre de alcoolismo. Os homens correspondem a 70% dos casos e as mulheres, 30%.

Fonte: CNN

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SAIBA QUAL A IMPORTÂNCIA DE FAZER PAUSAS E EXERCÍCIOS APÓS MUITAS HORAS DE TRABALHO SENTADO

Exercícios de até 3 min ajudam quem trabalha muito tempo sentado, revela estudo

No quadro Correspondente Médico, neurocirurgião Fernando Gomes explicou a importância de fazer pausas para se movimentar durante o trabalho

Da CNN*

Em São Paulo

Dicas de alongamento após algumas horas na frente do PC! - TecMundo
Exercícios de até 3 min ajudam quem trabalha muito tempo sentado, diz estudo | Correspondente Médico

Na edição desta quinta-feira (16) do quadro Correspondente Médico, do Novo Dia, o neurocirurgião Fernando Gomes falou sobre a importância de fazer pausas e exercícios regulares após muitas horas sentado.

Pesquisa publicada na revista científica da Sociedade Americana de Fisiologia mostra que fazer pausas a cada meia hora e se movimentar por até três minutos faz bem para o nosso corpo. O estudo foi feito com pessoas de meia idade, com empregos sedentários e histórico de obesidade.

Os pesquisadores concluíram que subir escadas, fazer agachamentos ou andar, pelo menos, 15 passos durante esses intervalos melhorou o controle de açúcar no sangue. O estudo foi conduzido por cientistas de um instituto em Estocolmo, na Suécia.

“O corpo em movimento libera substâncias que estimulam o sistema nervoso. Falamos que existe um neurotrofismo envolvido com o processo ativo de se movimentar, ou seja, através da atividade muscular se liberam substâncias como a irisina, por exemplo, que impactam no funcionamento do cérebro e neurônios”, explicou Gomes.

“Até mesmo para se ter uma performance intelectual melhor no trabalho, ou até de rendimento, é importante que associe a concentração à psicomotricidade, o movimentar-se”, completou.

Sobre os exercícios de 3 minutos que podem ser feitos, o médico explicou que 15 passos são o suficiente para “lubrificar” as articulações dos membros inferiores e superiores. “Isso aumenta a frequência cardíaca, distrai do que se está fazendo e impulsiona o pulmão de forma diferente.”

“Subir escadas também é perfeito, além de agachamentos, esticando o braço e fazendo os movimentos de descer e subir umas 10 a 15 vezes, isso é o suficiente para impactar o corpo, como no metabolismo, através do controle e redução do açúcar no sangue”, explicou Fernando Gomes.

(*Com informações de Nicole Lacerda, da CNN, em São Paulo)

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SAÚDE: SAIBA QUAL PÃO É UMA OPÇÃO MAIS SAUDÁVEL COM SAMUEL DALLE LASTE

No vídeo de hoje, aqui na coluna SAÚDE do Blog do Saber o Dr. Samuel Dalle Laste dá uma dica sobre pão de fermentação natural. Quem pode comer e em que circunstância. Fala sobre todas as propriedades desse alimento e avalia os prós e os contras. Então não saia dai e assista ao vídeo completo!

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SAÚDE PÚBLICA : ESPECIALISTAS EXPLICAM OS PREJUÍZOS DE IGNORAR SINAIS DA DEPRESSÃO

O que falta para normalizarmos o cuidado com a saúde mental

Neste 15 de setembro, Dia Nacional de Prevenção e Combate à Depressão, especialistas explicam os prejuízos de ignorar os sinais da doença

Lucas Rochada CNN

em São Paulo

A saúde mental ainda é vista como secundária, e os transtornos mentais como sinais de fraquezaA saúde mental ainda é vista como secundária, e os transtornos mentais como sinais de fraqueza Kelly Sikkema/Unsplash

Uma conjuntivite e uma crise de ansiedade não têm o mesmo peso socialmente. Embora as duas situações possam ser incapacitantes, em geral, apenas a primeira tende a ser utilizada como motivo plausível para afastamento do trabalho.

Quando temos uma dor de dente, paramos o que estamos fazendo para buscar atendimento odontológico. Diante de sintomas depressivos, fazemos o possível para esconder que não estamos bem e tocar a vida como se fosse um dia normal.

De acordo com pesquisadores consultados pela CNN, esse é um retrato comum da sociedade que ainda negligencia o cuidado com a saúde mental. E parte da explicação está no entendimento da saúde mental como secundária ou na visão equivocada dos transtornos mentais como sinais de fraqueza ou falta de vontade.

Neste 15 de setembro, Dia Nacional de Prevenção e Combate à Depressão, psicólogos explicam os riscos de ignorar os sintomas de que a saúde mental não vai bem.

“A sociedade ainda tem um preconceito grande com relação aos transtornos mentais. Eles podem ser tão incapacitante quanto ou ainda mais do que qualquer outra doença”, afirma a psicóloga Karen Scavacini, da Associação Brasileira de Estudos e Prevenção do Suicídio (ABEPS).

A pesquisadora Joana Singer Vermes, do Instituto de Psiquiatria do Hospital das Clínicas da Universidade de São Paulo (USP), explica que o adoecimento psicológico pode se apresentar com diferentes nuances. “Normalizar é entender que todo mundo, em algum momento da vida, terá questões importantes de saúde mental. Pode ser um quadro ansioso ou depressivo, um luto mais complicado ou uma demência senil, por exemplo”, diz.

“As pessoas precisam entender que, do mesmo jeito que é impossível passar uma vida sem apresentar nenhum problema de saúde geral, não existe chance de nunca vivermos um adoecimento psicológico”, completa.

Saúdes física e mental ainda têm pesos e medidas diferentes

Enquanto as doenças em geral podem ser identificadas a partir de exames diagnósticos ou observadas diretamente, o entendimento dos transtornos relacionados à mente tende a passar por processos mais complexos, segundo os especialistas.

“Embora alguns exames sejam capazes de detectar déficits no funcionamento de neurotransmissores e hormônios que podem explicar parte do problema, não são capazes de dar conta de toda a miríade de questões envolvidas no sofrimento humano. Então, aquilo que a gente não vê, aquilo que não é palpável, fica debaixo do tapete”, explica Joana.

Segundo a professora Maria Julia Kovacs, do Instituto de Psicologia da USP, as pessoas também encontram dificuldades para procurar ajuda especializada pela ideia de que os distúrbios de origem mental possam ser resolvidos por conta própria.

“Ainda tem uma característica bastante negativa e uma ideia de que a própria pessoa pode controlar a sua depressão, diminuir a sua ansiedade, o que temos observado que não é o caso. Muitas pessoas relatam picos muito grandes de ansiedade, uso bastante intenso de álcool e outras drogas e mesmo o adoecimento psíquico com delírios, alucinações e grande sofrimento”, relata Maria Julia.

Sinais de que a saúde mental não vai bem

Os sintomas de transtornos mentais, como ansiedade ou depressão, são diversos e podem variar de uma pessoa para outra. No entanto, os especialistas citam alguns sinais que podem indicar a necessidade de ajuda especializada.

O psicólogo da Fundação Municipal de Saúde de Niterói e professor da Faculdade Maria Thereza (FAMATH) Maycon Rodrigo Torres destaca que as pessoas devem ficar atentas à qualidade das relações sociais. “É preciso observar de que maneira são mantidos os vínculos de trabalho, de amizade, de relacionamento e o quanto esses vínculos são saudáveis. É importante entender o quanto a presença entre outras pessoas se torna algo que dê prazer e bem-estar”, afirma.

Para o psicólogo, o isolamento é uma característica que deve ser avaliada com atenção. Segundo ele, é possível estar isolado mesmo diante de reuniões com familiares ou amigos.

O especialista diz que a avaliação psicológica considera o indivíduo em suas particularidades em uma análise do que é comum e do que pode ser um sinal de adoecimento.

“Costumamos trabalhar, em um processo de avaliação mais ampliado, qual é o normal de cada um, considerando a maneira como a pessoa se desenvolve para poder avaliar o momento presente. O quanto ela está satisfeita com a própria vida, o quanto ela consegue ter encontros que gerem prazer e bem-estar, o quanto ela consegue efetivamente se reconhecer como parte de um grupo ou da sociedade”, explica Torres.

Negligenciamento pode tornar o tratamento mais difícil

Quanto mais tarde uma pessoa busca o atendimento especializado, mais difícil pode se tornar o tratamento, de acordo com os especialistas.

“Há muitos estudos mostrando a importância das intervenções, tanto medicamentosas quanto psicoterápicas, o mais cedo possível. Quanto mais crônico o problema, mais resistente tende a ser o organismo ao tratamento”, explica Joana.

Segundo os pesquisadores, um dos principais riscos do negligenciamento no cuidado com a saúde mental é a possibilidade de que o sofrimento psíquico se torne comum para o indivíduo, que passa a perceber a vida como aquela condição do próprio adoecimento.

“Uma das coisas difíceis é que a doença pode passar a ser um traço, como se fizesse parte da personalidade. A vida acaba ficando muito entrelaçada na questão psiquiátrica, de forma que a pessoa não sabe como é viver de outra forma”, afirma Joana.

Para a psicóloga Karen Scavacini, da Associação Brasileira de Estudos e Prevenção do Suicídio (ABEPS), a ampliação da oferta de serviços públicos de saúde mental ainda é um desafio no Brasil. Para facilitar o acesso ao tratamento, ela criou o site Mapa da Saúde Mental, que permite a consulta de locais que oferecem o atendimento gratuito, voluntário ou com preços acessíveis no país.

A especialista pondera que o processo terapêutico não pode ser estabelecido do dia para a noite, mas funciona como uma jornada de autoconhecimento. “O terapeuta não vai dar soluções. Ele vai ajudar a pessoa a entender as questões e a trilhar os seus próprios caminhos de uma maneira mais saudável – e isso demora. Não tem ‘fast food’ na terapia”, afirma.

De acordo com a psicóloga, o tratamento pode ajudar as pessoas a entender as situações que trazem bem ou mal, além de ampliar a qualidade de vida, que envolve dormir bem, alimentação saudável, a prática de exercícios físicos e o entendimento dos relacionamentos positivos e negativos.

Para a psicanalista Ana Maria Stucchi Vannucchi, professora e diretora científica da Sociedade Brasileira de Psicanálise de São Paulo (SBPSP), o negligenciamento no cuidado compromete, a longo prazo, a evolução da sociedade.

“A criação de seres humanos que não possam se humanizar efetivamente compromete o desenvolvimento individual e, evidentemente, todo o desenvolvimento social, com fanatismos de toda natureza, autoritarismo, impossibilidade de desenvolvimento de parcerias e de um desenvolvimento mais democrático”, afirma.

De acordo com a psicanalista, os sintomas de transtornos mentais podem comprometer o desenvolvimento humano e a formação de vínculos afetivos “O acolhimento dessas emoções vai permitir o crescimento mental e o desenvolvimento pleno das capacidades”, conclui.

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SAÚDE: CASOS DA DOENÇA DA URINA PRETA ESTÃO SENDO MONITORADOS PELA PASTA DE EPIDEMIOLOGIA E MINISTÉRIO DA AGRICULTURA

Ministério da Agricultura monitora casos da doença da ‘urina preta’

Segundo a pasta, consumidor deve adquirir peixes com selo de inspeção oficial; a doença de Haff é causada pelo consumo de pescados contaminados

Rafaela Larada CNN

em São Paulo

Doença de Haff já foi notificada em diversos municípios do AmazonasDoença de Haff já foi notificada em diversos municípios do AmazonasFoto: Reprodução/CNN Brasil

Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa) informou nesta quarta-feira (15) que todos os casos notificados e em investigação sobre a doença de Haff – conhecida como “urina preta” – estão sendo acompanhados pelas equipes da pasta e de epidemiologia do Ministério da Saúde.

Os profissionais trabalham em cooperação com os Laboratórios Federais de Defesa Agropecuária e o Instituto Federal de Santa Catarina (IFSC).

O Mapa orienta que a população fique atenta na hora de comprar pescados, de forma geral. Peixes, mariscos e crustáceos comercializados devem conter o selo dos órgãos de inspeção oficiais.

Os produtos identificados pelo carimbo de inspeção na rotulagem possibilitam a rastreabilidade de sua origem, o que os torna seguros.

“É muito importante que a população esteja atenta aos informes, evitando assim informações especulativas que venham a ocasionar confusão a respeito do tema”, disse a diretora do Departamento de Inspeção de Produtos de Origem Animal (Dipoa), Ana Lúcia Viana.

Pesquisas sobre os possíveis agentes causadores estão sendo realizadas pelos laboratórios, a partir das amostras coletadas dos alimentos consumidos, bem como de material biológico dos próprios pacientes acometidos pela doença.

Por ter sido registrada em diversos biomas (rios, lagos, mares etc.) e espécies, não é possível, até o momento, determinar, com base nos casos analisados, os ambientes e animais envolvidos.

Com base nas análises preliminares, as equipes laboratoriais realizaram uma ampla pesquisa de amostras em busca de moléculas suspeitas, especialmente dos grupos das palytoxinas e ovatoxinas, apontadas como as mais prováveis toxinas causadoras doença de Haff.

Estas moléculas são análogas – podem ser produzidas por microalgas tóxicas – e estão presentes na maioria dos aquários marinhos.

O que é a doença de Haff

A doença de Haff ainda não tem causa definida e se caracteriza por ser uma síndrome em que ocorre uma rabdomiólise (ruptura de fibras musculares), com início súbito, apresentando rigidez, dores musculares e alterações de enzimas.

Os primeiros sinais e sintomas podem se manifestar nas primeiras 24 horas após o consumo de peixe cozido, lagostins e outros frutos do mar contaminados.

A enfermidade é considerada emergente e, por ter origem desconhecida, enquadra-se como evento de saúde pública, sendo necessária sua notificação compulsória.

No Brasil, foram registrados casos da doença em 2008 com algumas espécies peixeis de água doce como o Pacu (Mylossoma spp), tambaqui (Colossoma macropomum) e pirapitinga (Piaractus brachypomus), bem como peixes de água salgada, como a arabaiana/olho-de-boi (Seriola spp.) e badejo (Mycteroperca spp), além de novos casos em 2016 e, agora, em 2021.

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SAÚDE: DEVIDO FALTA DE PAGAMENTO POR PARTE DA SESAP, HOSPITAL WILSON ROSADO EM MOSSORÓ PODERÁ SUSPENDER ATENDIMENTO DO SUS

Wilson Rosado (HWR): Mais um hospital de Mossoró pode suspender atendimentos do SUS por falta de pagamento da Sesap

Hospital Wilson Rosado ameaça suspender serviços do SUS por falta de repasses

O Hospital Wilson Rosado (HWR) deve seguir o mesmo caminho da Liga Mossoroense de Estudos e Combate ao Câncer (LMECC) e paralisar atendimentos SUS por falta de pagamento. A Liga anunciou a suspensão dos serviços de quimioterapia e diagnóstico por imagem a partir desta segunda-feira (13). Já o HWR cobra os valores pactuados referentes às complementações dos serviços de Cardiologia, Neurocirurgia, Oncologia, cirurgias em geral e leitos de UTI, e programa reduzir os atendimentos a partir de quarta-feira (15). As informações são do Portal do Oeste.

De acordo com informações apuradas pelo PORTAL DO OESTE, a pendência de pagamentos vem de longe e inclui descumprimento de acordo feito em outubro de 2019, há quase dois anos. Na época, Hospital Wilson Rosado havia paralisado os serviços e aceitou um acordo com a Secretaria de Estado da Saúde Pública (SESAP) e a Secretaria Municipal de Saúde de Mossoró para o pagamento da dívida existente até então em 33 parcelas. No entanto, esse acordo jamais foi assinado e muito menos o pagamento das parcelas.

Fonte: Blog do BG

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SAÚDE: SEGUNDO PESQUISA, MAIS DA METADE DOS BRASILEIROS ESTÁ DORMINDO MAL DURANTE A PANDEMIA

Recuperar sono perdido leva mais tempo do que se imagina, diz estudo

Pesquisa recente mostra que sono pode não ser recuperado mesmo após noites de descanso nem mesmo nos mais jovens

Sandee LaMotteda

CNN

Mais da metade dos brasileiros está dormindo mal durante a pandemia, segundo pesquisa do Instituto do SonoMais da metade dos brasileiros está dormindo mal durante a pandemia, segundo pesquisa do Instituto do SonoGetty Images

Bocejando e exausto de mais uma noite de pouco sono? Parabéns, você se juntou à multidão de pessoas ao redor do mundo que sofrem de privação de sono, um problema sério que pode afetar sua saúde física e mental.

Os problemas do sono constituem uma “epidemia global que ameaça a saúde e a qualidade de vida de até 45% da população mundial”, segundo estatísticas do Dia Mundial do Sono.

Mas é fácil se recuperar desse déficit de sono, certo, especialmente se você for jovem? Uma boa noite de sono ou duas – e certamente uma semana inteira de sono – e você está de volta ao seu pleno funcionamento?

Infelizmente, um novo estudo recente revelou que pode não ser o caso, mesmo para pessoas mais jovens. Treze pessoas na casa dos 20 anos que dormiram 30% menos do que o necessário, por 10 noites, não recuperaram totalmente a maior parte de seu processamento cognitivo após sete noites de sono irrestrito para se recuperar.

“Este é um estudo bem-feito, embora pequeno, com várias medidas para examinar o impacto da privação parcial do sono – examinando principalmente a duração do sono usando actigrafia de pulso, alterações no EEG e desempenho cognitivo”, disse o Dr. Bhanu Prakash Kolla, especialista em medicina do sono no Centro de Medicina do Sono da Clínica Mayo em Rochester, Minnesota, que não participou do estudo.

“Os tempos de reação melhoraram ao longo de sete dias e voltaram aos níveis basais, enquanto outras tarefas cognitivas, incluindo a precisão, não se recuperaram completamente”, disse Kolla.

“O que o estudo mostrou que há coisas como memória e velocidade de processamento mental que não serão restauradas tão rapidamente”, disse o especialista em sono Dr. Raj Dasgupta, professor assistente de medicina clínica na Keck School of Medicine da University of Southern California, que também não participou do estudo.

“Definitivamente, a maior parte da perda de sono pode ser recuperada, mas há coisas que você simplesmente não vai recuperar rapidamente”, disse Dasgupta. “É por isso que é tão importante, em primeiro lugar, não ter dívidas de sono.”

Seu cérebro precisa dormir

Pode ter sido um pequeno estudo, mas ecoa os resultados de pesquisas anteriores. Um estudo de sono baseado em laboratório descobriu que as pessoas que dormiam menos de seis horas por noite durante duas semanas – e que pensavam que estavam bem – funcionavam tão mal em termos cognitivos e reflexos quanto as pessoas que foram privadas de sono por dois noites inteiras.

Isso porque o cérebro precisa de ciclos de sono ininterruptos para absorver novas habilidades, formar memórias-chave e reparar o corpo do desgaste do dia. Durante o sono, seu corpo está literalmente se reparando e se restaurando em um nível celular.

A falta crônica de sono, portanto, afeta sua capacidade de prestar atenção, aprender coisas novas, ser criativo, resolver problemas e tomar decisões.

Até mesmo pular o sono por apenas uma noite interrompe o funcionamento.

Ficar acordado por apenas 18 horas pode prejudicar sua capacidade de dirigir se você tivesse uma concentração de álcool no sangue de 0,05%, de acordo com os Centros de Controle e Prevenção de Doenças dos Estados Unidos. Pule 24 horas inteiras de sono e você logo estará com 0,10% – bem acima do limite de direção legal dos EUA de 0,08%.

Um estudo de 2017 descobriu que adultos saudáveis ​​de meia-idade que dormiram mal por apenas uma noite produziram uma abundância da proteína beta-amiloide, responsável pelas placas características do Alzheimer.

E um estudo publicado em junho descobriu que adultos mais velhos que têm dificuldade significativa em adormecer e que passam por despertares noturnos frequentes têm alto risco de desenvolver demência ou morrer prematuramente por qualquer causa.

Dependendo da idade, devemos dormir de sete a dez horas por noite. Mas 1 em cada 3 americanos não dorme o suficiente, de acordo com o CDC.

Além disso, 50 milhões a 70 milhões de americanos lutam com distúrbios do sono, como apneia do sono, insônia e síndrome das pernas inquietas, que podem arruinar o sono de uma boa noite.

O CDC chama isso de “problema de saúde pública”, porque o sono interrompido está associado a um risco maior de doenças, incluindo pressão alta, desempenho imunológico enfraquecido, ganho de peso, falta de libido, alterações de humor, paranoia, depressão e um risco maior de diabetes, derrame, doença cardiovascular, demência e alguns tipos de câncer.

O que fazer

Quanto tempo você vai demorar para se recuperar da falta de sono?

“Não sabemos isso exatamente”, disse Kolla. “Este estudo mostra que talvez algumas tarefas, especialmente em pacientes mais jovens em recuperação, podem demorar mais se se seguir a privação de sono.”

A chave, segundo os especialistas, antes de mais nada, é evitar ficar sem dormir.

“Precisamos priorizar o sono e tentar dormir pelo menos sete horas por noite”, disse Kolla. “Quando não podemos, é importante ter certeza de que temos algum tempo para nos recuperar e estar cientes de que a privação de sono afeta nosso humor e cognição.”

Você pode se preparar para um bom sono não fumando e mantendo a ingestão de álcool ao mínimo. Comer uma dieta bem balanceada, praticar exercícios regularmente, permanecer mentalmente ativo e manter a pressão arterial e os níveis de colesterol sob controle também melhoram o sono.

Você também pode resolver quaisquer problemas de sono treinando seu cérebro para dormir melhor. Os especialistas chamam isso de “higiene do sono” e sugerem definir uma rotina de hora de dormir projetada para relaxar e acalmar, que não inclui TV, smartphone ou outro dispositivo emissor de luz azul pelo menos uma a duas horas antes de dormir.

Fonte: CNN

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SAÚDE: TRIGO & GLUTEN PT.3 – MANIFESTAÇÕES E DOENÇAS AUTOIMUNES, POR DR. SAMUEL DALLE LASTE

Bom dia! Nesta quinta-feira você vai assistir, aqui na coluna SAÚDE do Blog do Saber, o terceiro vídeo da série especial TRIGO & GLUTEN do Dr. Samuel Dalle Laste, cujo tema é “Manifestações e Doenças Autoimunes”. Então se acomode na poltrona e aprenda tudo que ainda não sabe sobre o assunto.

Fonte:

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SAÚDE: SEGUNDO PESQUISA, METADE DOS JOVENS BRASILEIROS DE 18 A 24 ANOS CONSIDERAM SUA SAÚDE MENTAL RUIM

Metade dos jovens brasileiros relata problemas de saúde mental

Foto: Getty Images

Uma pesquisa realizada em capitais brasileiras mostrou que metade dos jovens de 18 a 24 anos consideram sua saúde mental como “ruim” (39%) ou “muito ruim” (11%). No mesmo grupo, somente 4% classifica sua saúde mental como muito boa. A análise lança luz sobre o atual período, altamente afetado pela pandemia da Covid-19.

O estudo — que avaliou respostas de homens e mulheres com 18 anos ou mais — mostra que os jovens se sentem mais afetados do que os outros grupos. Considerando o público geral, o número de pessoas que classificou a saúde mental como “muito ruim” foi de 5% e “ruim”, 25%.

Do total dos pesquisados, as queixas mais comuns foram: tristeza (42%), insônia (38%), irritação (38%), angústia ou medo (36%), além de crises de choro (21%).

Ao todo, 2 mil pessoas responderam ao questionário em São Paulo, capital, e nas regiões metropolitanas de Rio de Janeiro, Belo Horizonte, Curitiba e Salvador. O levantamento é da consultoria Ipec e foi apresentado pela Pfizer nesta quarta-feira.

O estudo também analisou a busca dos participantes por ajuda especializada: 21% chegaram a procurar ajuda profissional, e 11% fazem acompanhamento de maneira contínua. Os diagnósticos mais detectados foram de ansiedade, com 16% dos respondentes, e depressão, detectado em 8%. Também foram relatadas síndrome do pânico (3%) e fobia social (2%).

Em entrevista coletiva realizada pela farmacêutica, o médico e pesquisador do departamento de Psiquiatria da Unifesp Michel Haddad explicou que o aparecimento desse tipo de transtorno está ligado a uma série de fatores combinados.

— A escalada de transtornos mentais já acontece há pelo menos duas décadas, a pandemia só escancarou o problema — disse o especialista.

Em busca de soluções

O levantamento mostra as soluções buscadas pelos respondentes para aplacar o impacto psicológico imposto pela pandemia. Do total, 19% praticam atividade física ao ar livre, e 18% em casa. Outros (17%) apostam na leitura de livros. Embora, seja importante reafirmar, assim como desordens de saúde física, o tratamento de doenças que afetem a saúde mental necessitam de acompanhamento médico e, por vezes, de tratamento farmacológico.

Ao todo, quatro em cada cinco participantes declararam que a pandemia impactou sua saúde mental de alguma forma. Em especial, a preocupação com acúmulo de dívidas foi a mais relatada, com 23% dos respondentes. Na sequência, aparecem o medo de testar positivo para a Covid-19 (18%) e a morte de alguém próximo (12%).

Fonte: Blog do BG

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SAÚDE: TRIGO & GLUTEN (Pt.2) – O PERIGO PARA SUA SAÚDE INTESTINAL, POR DR. SAMUEL DALLE LASTE

No vídeo de hoje do Dr. Samuel Dalle Laste, aqui na coluna SAÚDE, vamos continuar com a segunda parte da série TRIGO e GLÚTEN [PARTE #2] – O perigo para sua saúde intestinal. Nessa série especial sobre trigo e glúten, o Dr. Samuel Dalle Laste irá abordar desde o contexto histórico desse cereal para entendermos como ele foi modificado ao longo do tempo, passando pelas repercussões que o glúten podem causar na nossa saúde, até desvendarmos por completo toda a bioquímica que envolve esse polêmico “nutriente”. Imperdível!

Fonte:

Dr. Samuel Dalle Laste
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SAÚDE: CAMPANHA DO MINISTÉRIO DA SAÚDE TEM OBJETIVO DE CHAMAR ATENÇÃO PARA O TEMA DOAÇÃO DE ÓRGÃOS

Doação de órgãos: RN tem 634 pacientes esperando por transplantes renal e de córnea

Redação/Portal da Tropical

 Atualizado em:

Foto: Divulgação/Alesp

O Setembro Verde, campanha desenvolvida nacionalmente pelo Ministério da Saúde, através do Sistema Nacional de Transplantes (SNT), tem o objetivo de chamar a atenção da sociedade para o tema de doação de órgãos, sensibilizando e levando esclarecimentos sobre esse importante assunto.

Para isso, a Subcoordenadoria Estadual de Transplantes de Órgãos (Sueto) preparou, para setembro, vários eventos e cursos, presenciais e virtuais, tendo como público alvo a população em geral e os profissionais de saúde, visto que ambos estão envolvidos no processo de doação.

Para a coordenadora da Sueto, a nefrologista Rogéria Medeiros, a mobilização e a informação acertada sobre o processo de doação de órgãos e transplante por parte da população são fundamentais, pois, pela legislação vigente, a doação de órgãos só ocorre pela autorização familiar. Portanto, a sociedade como um todo está envolvida com o complexo processo de doação e transplante de órgãos.

“Mesmo durante esse difícil período de Pandemia que estamos enfrentando desde o ano de 2020, o serviço de captação e transplante no estado do Rio Grande do Norte se manteve ativo, apesar da redução significativa no número de pacientes elegíveis para serem doadores, o que ocorreu também em todo o país”, explica.

Ela ressalta a importância do Setembro Verde pra reduzir o número de negativas familiares à doação. “ A campanha deve levar mais informação à sociedade sobre a captação e doação de órgãos, diminuindo a recusa familiar e aumentando o número de doações”. Para 2021 a Sueto tem como meta iniciar o transplante cardíaco no RN e, em 2022, o credenciamento do estado para realizar transplante hepático.

Números

Foram realizados, no período de janeiro a dezembro de 2020, 188 notificações para doação de órgãos, contudo, apenas 60 se concretizaram. Já no primeiro semestre de 2021, houve 96 registros, com apenas 22 doações efetivas. Atualmente, o estado do RN apresenta 244 pacientes em lista de espera para transplante renal e 390 pessoas aguardando transplante de córnea.

Fonte: Portal da Tropical _ Notícias

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SAÚDE: DICAS E CUIDADOS PARA PRATICAR EXERCÍCIOS COM SEGURANÇA DEPOIS DOS 50 ANOS

Por Bradesco Seguros.

 

Práticas de pouco impacto são as mais indicadas para quem está acima dos 50 anos — Foto: ShutterstockPráticas de pouco impacto são as mais indicadas para quem está acima dos 50 anos — Foto: Shutterstock

Atividade física é fundamental em qualquer idade. Com o passar dos anos, o corpo vai mudando e exigindo cuidados diferentes, mas a prática de exercícios deve estar sempre presente.

Reunimos algumas dicas para quem já passou dos 50 anos e quer se manter ativo ou mesmo iniciar agora a prática de atividades físicas – sim, sempre é tempo de começar!

Antes de começar

Como primeiro passo, é essencial ter em mente que práticas de pouco impacto são as mais indicadas para quem está acima dos 50 anos – a não ser, é claro, que já se tenha um histórico de preparo.

Para essa faixa etária, são importantes exercícios que melhorem a força dos membros e que trabalhem a coordenação motora e o equilíbrio. Mas é sempre bom lembrar: a atividade mais efetiva é aquela que você sente prazer ao realizar, e isso deve ser levado em conta. Esse momento precisa ser agradável e contínuo, e não uma fonte de aborrecimento.

Também é imprescindível que haja acompanhamento médico ou de um profissional da área. Avaliação e orientações individualizadas quanto ao tipo, frequência e intensidade dos exercícios vão ajudar a evitar eventuais desconfortos e lesões.

A partir daí, o leque de possibilidades é grande, assim como o de benefícios. A atividade física frequente diminui o risco de depressão, de doenças do coração, de osteoporose e muitos outros problemas.

Caminhada

Fortalece a musculatura e as articulações e melhora o ritmo cardíaco. Importante manter a postura mais ereta possível, usar tênis com amortecimento e começar com trajetos curtos, aumentando com o passar do tempo. É também uma atividade que pode envolver convívio social, interessante para os idosos.

Pilates e yoga

O pilates trabalha flexibilidade, força, e favorece a coordenação motora. Além disso, estimula a circulação sanguínea e ajuda a melhorar a postura.

Já a yoga traz alguns benefícios semelhantes – como flexibilidade, força e postura –, mas alia isso a exercícios de estabilidade e equilíbrio, além de alongar e tonificar os músculos.

Ambos trabalham bem a respiração e são fortes aliados também no alívio do estresse.

Hidroginástica e natação

Atividades na água são bastante completas por estimularem o movimento de todos os músculos do corpo, desenvolvendo força e resistência, essenciais para a manutenção física dos mais velhos. A água ainda favorece o relaxamento das articulações, aliviando as dores no corpo.

A prática de qualquer uma das modalidades melhora também a saúde dos pulmões e o ritmo cardíaco.

Andar de bicicleta

Pedalar é outra boa opção para quem tem mais de 50 anos porque ajuda a fortalecer as articulações, especialmente as dos joelhos, tornozelos e quadril, e ajuda a diminuir as dores provocadas pela artrite. Além disso, a atividade também trabalha a musculatura das pernas e do abdômen.

Musculação

Uma série feita com acompanhamento, na academia, pode focar no fortalecimento dos músculos da cintura e das pernas, por exemplo. Porém, o importante é evidenciar a repetição e não o peso, já que uma carga maior pode causar dores e ser prejudicial para corpos de mais idade.

Alongamentos

O mais básico dos exercícios, deve ser feito antes e depois de qualquer outra atividade física, para evitar o aparecimento de lesões. Também pode ser feito de maneira isolada, com a vantagem de melhorar a amplitude dos movimentos, a flexibilidade e diminuir a rigidez das articulações.

Fonte: G1 

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SAÚDE: ENTENDA COMO FUNCIONA O CORAÇÃO E O SISTEMA CARDIOVASCULAR

Na nossa coluna SAÚDE desta quinta-feira não teremos um vídeo aula com os nossos costumeiros doutores naturalistas, mas sim um artigo maravilhoso, educativo e esclarecedor sobre o “coração”. O ciclo cardíaco é uma das maravilhas da natureza. A sincronia deste fenômeno é impressionante, apaixonante e vibrante. Neste texto você vai conhecer a fundo o funcionamento deste órgão poderoso e a perfeição da sua estrutura e do sistema cardiovascular. Então, convido você a ler o artigo completo a seguir!

ENTENDENDO O CORAÇÃO

ENTENDENDO O CORAÇÃO

No artigo anterior falamos sobre a saúde do coração e da importância de pensarmos holisticamente. Manter nosso corpo nutrido com alimentos e emoções saudáveis. Agora gostaria de convidá-lo para um passeio no ciclo cardíaco.

O ciclo cardíaco é uma das maravilhas da natureza. A sincronia deste fenômeno é impressionante, apaixonante. Vários eventos acontecem e para entendê-lo, vou te convidar para entrarmos nos mecanismos envolvidos neste processo.
Tudo começa com um impulso elétrico gerado em células especializadas numa região do átrio direito chamada de nó sino atrial. Estas células possuem uma capacidade de automatismo, isto é, geram automaticamente e repetidamente um impulso. Isso desde a oitava semana de vida intrauterina! Especula-se que o ritmo do coração materno, gera o estímulo eletromagnético que inicia o “pulsar” das células do coração do bebê recém-organizado. Desde os primórdios de nossas vidas temos essas células especializadas pulsando incessantemente.

Essa ritmicidade das células do nó sino atrial ocorre devido à troca de cargas elétricas e de partículas através da membrana celular, o que gera um potencial elétrico que percorre todo o músculo cardíaco. Íons de sódio, potássio, cálcio e magnésio fluem para dentro e fora da célula criando um movimento de cargas que induz a abertura e o fechamento de canais, que de forma sincronizada, culminam na transmutação dessa energia elétrica em energia mecânica com a contração ritmada e organizada das células musculares. A concentração plasmática destes elementos químicos pode influenciar na harmonia dos batimentos cardíacos.

A contração das fibras musculares do coração é então controlada por uma descarga elétrica que surge na região do nó sino atrial e flui através de vias elétricas do sistema de condução. A frequência da descarga elétrica é também influenciada pelos impulsos nervosos e pelos níveis hormonais que circulam na corrente sanguínea. O sistema nervoso autônomo (SNA) regula a frequência cardíaca através de seus dois componentes: o sistema nervoso simpático (SNS) e o parassimpático (SNPS). O SNS aumenta a frequência cardíaca, pela liberação de adrenalina, através de vários nervos. O SNPS supre o coração através de um único nervo, o nervo vago, que libera acetilcolina e diminui os batimentos cardíacos. Com isto em mente, podemos entender porque uma emoção como o medo afeta o coração, pois através dos nervos do sistema nervoso simpático ocorre a liberação de adrenalina e elevação dos batimentos cardíacos.

O hormônio tireoidiano também influencia a frequência cardíaca. Quando há excesso deste hormônio, a frequência cardíaca torna-se muito elevada, no entanto quando há deficiência do mesmo, o coração passa a bater muito lentamente.

Nos dias atuais precisamos pensar de maneira mais abrangente. É muito importante deixarmos de ver o coração apenas como uma bomba responsável pela circulação de sangue através de todo sistema circulatório, gerando pressão e levando oxigênio e nutrientes aos tecidos. Entendermos o coração como um órgão inserido num organismo, e que reage às mudanças do meio, que recebe influência de todos os órgãos e que além de sangue leva e traz informações a todas as células.

Esta é a missão da nova cardiologia, a cardiologia da energia ou cardioenergética, que vem nos últimos anos desvendando os mistérios por trás do funcionamento deste órgão tão importante na nossa fisiologia. Nosso coração vem sendo massacrado por este atual e moderno “estilo de vida”. Somos educados para sermos sempre os melhores e este estilo agressivo e competitivo agride o funcionamento harmônico do coração.

Não é por acaso que na atualidade as doenças cardiovasculares constituem a principal causa de morte nos países desenvolvidos e em desenvolvimento. Precisamos entender como o coração funciona, para que, ao harmonizar o corpo como um todo – emoções, glândulas endócrinas, elementos químicos do sangue – possamos dar condições para o seu funcionamento em plenitude.
Até a próxima!

– Dra. Lara Regina Ferreira Alves

Fonte: Revista Saúde Quântica

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RN REGISTRA TAXA DE OCUPAÇÃO DE LEITOS CRÍTICOS PARA COVID-19 ABAIXO DE 50% HÁ UM MÊS

Taxa de ocupação de UTIs Covid no RN segue abaixo de 50% há um mês

Nesta terça-feira 24, a taxa está em 37,3%. Há 259 leitos críticos disponíveis e 94 ocupados por pacientes com Covid-19

Redação 24/08/2021 | 08:04 Desde julho, as internações diminuíram.

Foto: Ney Douglas

Ocupação de leitos Covid fica abaixo de 50% pela primeira vez desde novembro de 2020 no RN | Rio Grande do Norte | G1

O Rio Grande do Norte registra a taxa de ocupação de leitos críticos para pacientes com Covid-19 abaixo de 50% há cerca de um mês. No dia 22 de julho, o índice chegou a 50,44% em todo o estado – eram 341 UTIs disponíveis e 172, ocupadas. Desde então, as internações diminuíram. O dado é da plataforma Regula RN. Nesta terça-feira 24, a taxa está em 37,3%. Há 259 leitos críticos disponíveis e 94 ocupados por pacientes com Covid-19. Vale ressaltar que a diminuição de leitos de julho até agora se deve à reversão das UTIs para acomodar outros pacientes. A fila de espera por um leito de UTI Covid segue zerada. Na Região Metropolitana de Natal, a taxa de ocupação de leitos críticos é de 39,2%. No Seridó, taxa é de 29,4%. No Oeste, a ocupação está em 33,3%. No total, há ainda 158 leitos críticos Covid desocupados no RN.

Fonte: Agora RN

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SAÚDE: TRIGO & GLUTEN EP.1 – COMO O TRIGO DEIXOU DE SER TRIGO, POR DR. SAMUEL DALLE LASTE

Hoje estamos começando uma série de vídeos do Dr. Samuel Dalle Laste que vai desmistificar a dupla Trigo & Gluten que tanto tormenta a vida de milhões de pessoas neste país e no mundo. Neste primeiro vídeo especial Dalle Laste conta como o trigo deixou de ser trigo e foi modificado. Então não deixe de assistir e aprender tudo sobre essa famigerada dupla! 

Fonte:

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SAÚDE: TODAS AS SALAS DE VACINAÇÃO DE NATAL PASSARÃO A DISPONIBILIZAR A VACINA CONTRA GRIPE

Por G1 RN

 

A vacina da gripe protege contra as influenzas A (H1N1), A (H3N2) e B, mas não contra o novo coronavírus. — Foto: Andrea Rego Barros/Prefeitura do Recife

A vacina da gripe protege contra as influenzas A (H1N1), A (H3N2) e B, mas não contra o novo coronavírus. — Foto: Andrea Rego Barros/Prefeitura do Recife

Todas as 65 salas de vacinação em Natal passam a oferecer a vacina contra a gripe a partir desta quarta-feira (18). Com isso, os pontos extras como a praça Augusto Leite e o ginásio Nélio Dias deixam de funcionar.

O público alvo da vacina da gripe é a população com mais de seis meses de idade. Para se vacinar, a pessoa deve levar comprovante de residência, documento com foto e cartão de vacinação.

O Ministério da Saúde orienta que haja intervalo de pelo menos 14 dias entre doses das vacinas contra a Covid e Influenza.

Quem tomou a Coronavac, contra a Covid, deve esperar concluir o esquema vacinal com a segunda dose e aguardar 14 dias para tomar a vacina contra Influenza.

Quem tomou Oxford ou Pfizer, deve contar 14 dias após a primeira dose para tomar a vacina da Influenza e aguarde mais 14 dias para tomar a segunda dose do imunizante contra o novo coronavírus.

“Vamos disponibilizar a vacina de Influenza em todas as salas de vacinação até durar o estoque. O intervalo necessário de 14 dias entre a vacina contra o Coronavírus e a Influenza retardou um pouco o cumprimento da meta até o momento, porém, com a ampliação de mais salas de vacina, estamos dando mais acesso a população”, explica o secretário de Saúde de Natal, George Antunes.

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SAÚDE: SAIBA COMO GANHAR MASSA MAGRA NA TERCEIRA IDADE

Tenho 73 anos, faço musculação, mas sigo perdendo massa magra. Tem solução

Daniel Navas

Colaboração para o VivaBem

17/08/2021 04h00

Tenho 73 anos, faço musculação, mas sigo perdendo massa magra. Tem solução? - 17/08/2021 - UOL VivaBem

Com o passar dos anos, a perda de músculos é inevitável, devido à sarcopenia. O problema, que é comum na terceira idade, atinge cerca de 15% dos brasileiros a partir dos 60 anos, e em torno de 46% após os 80 anos, segundo a Sociedade Brasileira de Geriatria e Gerontologia.

Essa diminuição de massa magra pode ser causada por alterações hormonais e fisiológicas do próprio envelhecimento. Isto porque, ao longo do tempo, os níveis de testosterona diminuem, provocando a perda da quantidade e do tônus muscular. Entretanto, com ajuda médica é possível reduzir ou até reverter este quadro.

Quando ocorre uma perda exagerada da massa magra, outras causas metabólicas e hormonais devem ser investigadas. Algumas doenças endocrinológicas, como diabetes, distúrbios da tireoide ou paratireoides ou suprarrenais, por exemplo, podem ter relação com a redução de músculos no corpo. Neste sentido, é importante a avaliação de um médico endocrinologista, além de um geriatra, para indicar um tratamento adequado.

Além disso, a diminuição da massa magra também pode estar associada à dieta. Para o aumento da musculatura, é necessária uma ingestão adequada de proteínas e carboidratos. Para isto, o ideal é que um nutrólogo ou nutricionista seja consultado.

Em geral, os adultos devem consumir 0,8 a 1 g de proteína por kg de peso ao dia. Para o idoso, esta necessidade aumenta para 1,2 g por kg de peso ao dia. Já para quem precisa recuperar massa muscular, a quantidade de proteína vai para 1,5 g por kg de peso todos os dias. Então, por exemplo, se você estiver realmente perdendo musculatura e o seu peso é de 70 kg, será necessário consumir 105 g de proteína ao longo de 24 horas. Para se ter uma ideia, um bife de 100 g de carne vermelha contém, em média, 23 g de proteína. Sem esquecer que o aporte calórico também precisa aumentar. Afinal de contas, as calorias dão a energia necessária.

Os exercícios de força são, sem dúvidas, os mais potentes para o ganho de massa magra. Então, além da musculação, exercícios funcionais com o peso do próprio corpo ou pesos extras e até mesmo o pilates também podem contribuir para o aumento de músculos no organismo. A melhor modalidade deve ser definida entre o médico e o preparador físico, que devem estar em constante comunicação.

Outro ponto de extrema importância que merece atenção é se você está respeitando o intervalo entre os treinos. Um grupo muscular precisa de descanso entre um exercício e outro —em média 48 horas —, a fim de que haja reconstituição da fibra muscular. E também não podemos esquecer dos exercícios cardiorrespiratórios. Isso porque, além dos músculos, o coração e os pulmões também precisam estar fortes. Associar exercícios de força aos aeróbicos é fundamental.

Fontes: Betina Saad, geriatra e professora de geriatria da UFRN (Universidade Federal do Rio Grande do Norte); Bianca Vilela, fisiologista do exercício pela Unifesp (Universidade Federal de São Paulo), palestrante e produtora de conteúdo; Carlos Roberto Galia, chefe do serviço de traumatologia e ortopedia do Hospital Moinhos de Vento, em Porto Alegre; Guilherme Rollin, chefe do serviço de endocrinologia e nutrologia do Hospital Moinhos de Vento; João Pereira, educador físico da Bodytech, no Rio de Janeiro.

Fonte: Vivabem uol

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SAÚDE: SAIBA QUAIS OS BENEFÍCIOS DO VINHO TINTO PARA A SAÚDE

Do combate do Alzheimer a diabetes e acne, novos estudos mostram dez benefícios do consumo do vinho tinto.

Efeitos, no entanto, só são observados com a ingestão moderada da bebida, ou seja, de uma a duas taças diárias.

O Globo 10/08/2021 | 14:55.

Do combate do Alzheimer a diabetes e acne, novos estudos mostram dez benefícios do consumo do vinho tinto - Jornal O Globo

Além dos benefícios para o coração, o vinho tinto tem impactos para a prevenção de uma série de doenças Foto: Marcelo de Jesus / Agência O GLOBO Não é de hoje que o vinho tinto é apontado pela ciência como um protetor para a saúde cardíaca. A fonte maior dos benefícios vem de um composto que aparece em abundância na natureza, os polifenóis. Nas plantas ele desempenha o papel de proteção contra o sol, insetos e microrganismos. No corpo humano, atua principalmente no combate aos radicais livres, as moléculas que causam o envelhecimento. O principal polifenol do vinho é o resveratrol, mas há outros, como os taninos, os flavonoides, a quercetina, a antocianina e o ácido elágico, encontrados em menor quantidade. De uns tempos para cá, no entanto, pesquisas passaram a identificar efeitos até pouco inimagináveis, como a prevenção de espinhas e a redução do risco de doenças neurodegenerativas. Alguns desses mecanismos estão relacionados aos radicais livres, outros, não. Mas todos têm em comum os polifenóis. Além disso, o álcool em si contribui para evitar a sobrecarga nas artérias. Segundo estudo de pesquisadores do Kingston General Hospital, da Queen’s University, no Canadá, e publicado na revista científica da Associação Americana do Coração, os polifenóis do vinho relaxam a parede das artérias e evitam a agregação plaquetária, reduzindo assim o risco de aterosclerose, trombose e hipertensão. Doses moderadas para garantir o efeito Os benefícios, no entanto, só são identificados com doses moderadas da bebida. De acordo com a Organização Mundial da Saúde (OMS), isso significa a ingestão diária de 90ml por mulheres e 180ml por homens — uma e duas taças, respectivamente. A diferença na quantidade se deve ao fato de que o organismo feminino absorve mais rapidamente a bebida. Isso ocorre porque elas produzem quantidades menores de uma enzima chamada álcool desidrogenase (ADH), que é liberada pelo fígado e usada para metabolizar o álcool. — O vinho também tem vantagem sobre outras bebidas, já que geralmente é consumido junto com a comida, o que reduz o risco do uso excessivo — destaca Antonio Carlos do Nascimento, médico endocrinologista e escritor do livro “Vinho: saúde e longevidade”. Doses acima do volume recomendado pela OMS podem ter o efeito contrário no corpo. O consumo exagerado está ligado a vários problemas de saúde, como cirrose hepática, impotência sexual, hipertensão e até mesmo câncer, além do risco de dependência química. Os vinhos com maior quantidade de polifenóis são os tintos e não necessariamente ele deve custar alto. — Os mais densos, como os feitos da uva Tannat, são os melhores para a saúde. O vinho mais barato que não fica envelhecendo tem mais benefício para a saúde se comparado com vinhos caros que ficam reservados por anos e vão perdendo elementos neste tempo, embora melhorem no sabor — destaca o endocrinologista. O suco de uva Os polifenóis são encontrados também no suco de uva integral, mas em menor quantidade do que no vinho tinto. O motivo está na preparação da bebida: na fabricação do suco de uva, a fruta é aquecida e macerada para liberar o sumo, passando pouco tempo em contato com a casca, região que concentra a maior quantidade de polifenóis. Já na produção do vinho, o líquido que vai para a fermentação inclui as cascas da uva, aumentando o tempo de contato. Quem tem algum tipo de restrição ao vinho, vale substituir por suco de uva integral. Pesquisadores do Centro de Pesquisa em Alimentos da Fapesp desenvolveram uma técnica que aumenta a concentração de resveratrol na uva, elevando em até 70% o teor da substância no suco de uva, o que tornaria os benefícios do suco bem semelhantes ao do vinho. O consumo de vinho cresceu no Brasil Segundo dados da Organização Internacional da Vinha e do Vinho (OIV), o consumo de vinho no Brasil cresceu 18,4% em 2020. O país passou de 360 milhões de litros, em 2019, para 430 milhões no ano passado, o maior aumento entre os países associados à entidade, a maior do setor. Em 2020, o brasileiro bebeu, em média, 2,6 litros de vinho no ano. Em 2019, esse número era de 2 litros ao ano por pessoa. O aumento no país está associado ao isolamento social provocado pela pandemia da Covid-19 — a facilidade de comprar vinhos online e o maior tempo em casa favoreceu. No mundo, os Estados Unidos lideram o consumo em números absolutos, com 3,3 bilhões de litros por ano. Já os líderes no consumo per capita são os imbativeis Portugal (51,9 litros per capita ao ano), Itália (46,6 litros) e França (46 litros). Top 10 dos benefícios do vinho tinto 1. Ajuda a combater o Alzheimer Um copo de vinho ao dia pode reduzir o risco de desenvolver a doença, que é neurodenegerativa.A bebida deixa em nosso intestino compostos antioxidantes únicos que são capazes de proteger os neurônios cerebrais de danos. 2. Aumenta a densidade óssea O vinho tinto é rico em silício, um mineral essencial para o bom funcionamento do corpo humano que contribui para a densidade mineral óssea, ajudando a reduzir o risco de desenvolver doenças como a osteopenia e a osteoporose. Além disso, ajuda estimula a produção de colágeno, substância com poder rejuvenescedor natural, atuando com ótimo potencial na regeneração de tecidos. 3. Impulsiona o sistema imunológico O resveratrol aumenta a capacidade do corpo de criar moléculas anti-inflamatórias, o que pode levar a uma melhora no sistema imunológico. O antioxidante ajuda as bactérias intestinais saudáveis a florescer, estimulando a produção de células T e aumentando a resposta imunológica do corpo. 4. Ajuda a reduzir o risco de diabetes tipo 2 O resveratrol melhora a sensibilidade à insulina, hormônio secretado pelo pâncreas, com importante função no metabolismo dos carboidratos no sangue. Isso ajuda o corpo a reduzir seus níveis de açúcar, evitando o diabetes do tipo 2. 5. Reduz acne O resveratrol consegue inibir o crescimento de algumas bactérias que contribuem para o aparecimento das espinhas. 6. Afia o raciocínio A bebida tem sido associada à uma melhora na função cognitiva de homens e mulheres, sobretudo acima dos 50 anos. Ela atua na formação de novas memórias, aprendizado, vocabulário e emoções. 7. Mantém o coração forte A bebida está associada a um menor risco de morte por doenças cardíacas — o consumo moderado pode diminuir em até 50% o risco de doença isquêmica do coração, por exemplo. Isso ocorre porque os polifenóis promovem a vasodilatação das artérias e diminuem a agregação plaquetária, reduzindo o risco de hipertensão. 8. Ajuda a reduzir os níveis de colesterol ruim O perfil lipídico dos polifenóis reduz as chances do LDL (colesterol ruim) de oxidar, que é o principal fator causador da aterosclerose. Em contrapartida, as substâncias encontradas no vinho aumentam a concentração da apolipoproteína, a principal proteína do HDL, o colesterol bom. 9. Reduz o risco de AVC Atua como um anticoagulante natural, ajudando a quebrar os coágulos sanguíneos que podem entupir as artérias e causar um acidente vascular cerebral (AVC). 10. Promove vida longa A descoberta veio dos estudos que analisaram os benefícios da dieta mediterrânea, baseada no consumo de alimentos frescos e naturais como azeite, frutas, legumes e cereais. Mas no centro dela está o vinho. Os polifenóis ativam uma proteína que atua como um agente antienvelhecimento, o que explica por que as pessoas que seguem a dieta por anos tendem a viver mais, ser mais felizes e saudáveis.

Fonte: Agora RN

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SAÚDE: AUMENTAR O COLÁGENO DE VERDADE É COM DR. MARCO MENELAU

No vídeo desta quinta-feira, aqui na coluna SAÚDE, você vai saber como aumentar o colágeno de verdade no seu organismo. Por isso você não pode perder essa aula fundamental para você aprender com se rejuvenescer e, todos os sentidos. Então comece logo a assistir esse vídeo fantástico.

Fonte:

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SAÚDE: SAIBA TUDO SOBRE O TRIGO E GLUTEN, POR DR. SAMUEL DALLE LASTE

Nesta quinta-feira, aqui na coluna SAÚDE do Blog do Saber o Dr. Samuel Dalle Laste vai começar a desvendar pra você toda a verdade sobre o trigo e o gluten, numa série especial. Portanto, convido você a assistir o vídeo completo a seguir para aprender a dieta correta no consumo do trigo.

Fonte:

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SAÚDE: SAÍBA PARA QUE SERVE O PRÓPOLIS E COMO TOMAR, POR DR. SAMUEL DALLE LASTE

No vídeo anterior apresentado, aqui na coluna SAÚDE o Dr. Samuel Dalle Laste falou sobre o mel, suas propriedades e como consumi-lo com inteligência, eficiência e otimização. No vídeo desta quinta-feira ele vai te ensinar o que ainda não te contaram sobre o incrível própolis. Portanto, se você que ter mais saúde e não adoecer assista ao vídeo a seguir completo.

Fonte:

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SAÚDE: EMPRESÁRIA QUE VENDEU E NÃO ENTREGOU RESPIRADORES AO RN E SECRETÁRIO EXECUTIVO DO CONSÓRCIO NORDESTE ESTARÃO ENTRE OS PRIMEIROS CONVOCADOS À DEPOR NA COMISSÃO

Dona da empresa que vendeu e não entregou respiradores e Carlos Garbas serão os primeiros convocados da CPI da Covid no RN

 

A CPI da Covid no Rio Grande do Norte vai convocar a dona da empresa Hempcare, a empresária paulista Cristiana Prestes Taddeo, e o secretário executivo do Consórcio Nordeste, Carlos Gabas. Eles estarão entre os primeiros convocados pela Comissão Parlamentar de Inquérito. Convites que serão oficializadas na semana que vem, na abertura dos trabalhos na Assembleia Legislativa, que irá apurar a aquisição dos respiradores pelo Consórcio Nordeste e a edição dos decretos publicados pelo estado com as medidas sanitárias de combate à pandemia.

Reportagem publicada pela revista Veja publicada na sexta-feira (23) revelou detalhes das investigações sigilosas sobre a compra de 300 respiradores feita pelo Consórcio Nordeste que jamais foram entregues, causando prejuízo de R$ 48 milhões.

O inquérito, inicialmente conduzido pela polícia baiana, apresentou a Hempcare como ponta de uma rede criminosa. O negócio, desde o início, foi planejado para dar errado. Vasculhando o contrato, os investigadores detectaram uma série de ilegalidades para facilitar e agilizar ao máximo a negociação. (Veja mais detalhes em reportagem que foi repercutida neste blog AQUI).

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SAÚDE: CADASTRO PARA XEPA DA VACINA CONTRA COVID-19 TEVE INÍCIO NESTA QUINTA-FEIRA (22) EM NATAL

Natal inicia a partir desta quinta-feira cadastro para a xepa da vacina contra a Covid-19

Saiba como se cadastrar na xepa da vacina em Natal | Rio Grande do Norte | G1

A partir desta quinta-feira (22) pessoas a partir de 18 anos, residentes em Natal, que morem no entorno de uma das 35 UBS que vacinam contra a Covid-19 ou no entorno de um dos quatro drives, podem se cadastrar para a xepa da vacina.

Caso haja sobra de vacina, a UBS fará contato telefônico pedindo o comparecimento da pessoa em até 20 minutos para receber o imunizante. As salas de vacinação das 35 UBS funcionam até às 15h. Havendo sobra de imunizante, a UBS vacinará até 15h30. Os drives funcionam até às 16h e, se houver doses disponíveis, funcionarão até às 16h30. Caso a pessoa contactada não chegue, seu cadastro vai para o último lugar da ordem cronológica.

“Se hoje houver sobra, nossa equipe já inicia hoje a vacinação. Essa ação é muito importante, porém lembro às pessoas que em Natal há poucas sobras de vacina, pois tentamos otimizar o máximo o fluxo para que não haja perda. O imunizante da Oxford após aberto pode ser armazenado por até 48h, os imunizantes Coronavac e Pfizer têm durabilidade de até seis horas, então se houver sobras serão com esses dois últimos”, explica o secretário municipal de Saúde, George Antunes.

A SMS Natal, com intuito de dar transparência nessa ação, vai disponibilizar no prazo de até 72 horas no site https://vacina.natal.rn.gov.br/ , a data, número do cadastro e local onde a pessoa foi vacinada. Para maior agilidade na inserção dos dados é importante que a pessoa esteja cadastrada no RN Mais Vacinas.

Fonte: Blog do BG

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SAÚDE: MEL FAZ BEM PRA SAÚDE? SAIBA COM DR. SAMUELDALLE LASTE

No vídeo de hoje, aqui na coluna SAÚDE, você vai saber tudo sobre o MEL com o Dr. Samuel Dalle Laste. Vai saber das suas propriedades e até onde ele é alimento saudável e também quando deixa de ser. Vai aprender como identificar o MEL alimento saudável e muito mais. Então assista ao vídeo completo e não seja mais enganado(a)! 

Fonte:

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SAÚDE: CHÁS PODEM AUXILIAR NA QUALIDADE DO SONO E NO COMBATE A INSÔNIA

Chás podem ajudar a combater a insônia?

Bárbara Therrie

Colaboração para VivaBem

21/07/2021 04h00

Eles podem ser tomados quentinhos e possuem diversos sabores e componentes, mas será que ajudam quem está tendo dificuldades para dormir ou quem acorda durante à noite.

Sim, os chás podem auxiliar na melhora da qualidade de sono e no combate à insônia, mas, atenção, não são todos, alguns podem até piorar a condição, tudo dependerá das substâncias contidas em cada um.

Chás de cores claras, como erva-cidreira, camomila, passiflora e valeriana, têm efeitos calmantes e relaxantes. Eles possuem princípios ativos que atuam em um grupo de receptores de sinalização do sistema nervoso central, chamado GABA, causando sonolência, sedação e condições em geral que favorecem o sono.

Já os chás de cores escuras, como o chá-mate e o chá preto contêm cafeína, o que aumenta o estado de alerta, prejudicando o sono. A exceção é o chá verde, que apesar de ter cor clara, possui precursores da cafeína na sua composição e, por isso, entra nessa última lista.

Vale dizer que as propriedades calmantes de alguns chás também ajudam a amenizar o estresse, nervosismo, alterações de humor, depressão e ansiedade.

É sabido que todos esses fatores são prejudiciais e aumentam os índices de insônia, ou seja, ao conter esses sintomas por meio da ingestão de chás naturais contribui-se para a qualidade do sono.

Chá de saquinho ou da folha?

Se você está pensando em tomar um chazinho para dormir melhor, pode estar se perguntando qual o melhor para essa finalidade: o de saquinho ou feito da folha?.

Cada pessoa deve escolher sua forma de preparo preferida. O mais importante é se certificar da boa procedência e qualidade da matéria-prima.

Uma dica quando for escolher o de saquinho é optar por aqueles que têm só a planta como ingrediente, evitando os que possuem conservantes adicionados pela indústria.

Beber o chá quente contribui com uma melhor noite de sono? 

Bebidas quentes ajudam a relaxar, causam bem-estar, aquecem o corpo e auxiliam na redução da pressão arterial, consequentemente levam à redução dos níveis de cortisol na circulação, favorecendo uma boa noite de sono.

Mas cuidado com a temperatura, não pode ser muito elevada, deve ser agradável.

Qual a quantidade recomendada.

O mais indicado é tomar 1 xícara de chá 1 hora antes de dormir. Tomar líquidos em excesso à noite pode aumentar a vontade de urinar e fazer com que você acorde de madrugada para ir ao banheiro, piorando o quadro de insônia.

Por fim, ter um ritmo regular é fundamental para um sono reparador. O cortisol e a noradrenalina são os neurotransmissores da atenção e estresse, eles precisam baixar seus níveis para que os outros sistemas de sono entrem em ação.

Criar rotinas que sinalizem ao seu corpo que está chegando a hora de dormir auxilia no ajuste de todas essas funções neuro-hormonais. O cérebro precisa entender que chegou a hora de descansar, o chá quente pode ser esse sinal de que está chegando a hora de dormir.

Fontes: Davi Sobral, otorrinolaringologista especialista em sono da Associação Brasileira do Sono – Regional Bahia e coordenador do Ambulatório de Sono do Hospital Irmã Dulce, em Salvador; Patricia Nehme, nutricionista da Associação Brasileira do Sono; e Maria Fernanda Naufel, nutricionista, pós-doutoranda em Nutrição pela Unifesp (Universidade Federal de São Paulo) e pesquisadora do Instituto do Sono.

Fonte: VivaBem Uol

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SAÚDE: DURAÇÃO DA IMUNIDADE DAS VACINAS CONTRA COVID-19 NO ORGANISMO É INFLUENCIADA POR DIVERSOS FATORES E VARIA DE PESSOA PRA PESSOA

O que a ciência sabe sobre a duração da imunidade das vacinas contra a Covid-19

Especialistas explicam que o desenvolvimento da imunidade é influenciado por diversos fatores e pode variar de uma pessoa para outra

Lucas Rocha, da CNN, em São Paulo
20 de julho de 2021 às 04:30

Profissional da saúde prepara vacina contra Covid-19 em Santos (SP)
Foto: Guilherme Dionízio/Estadão Conteúdo (22.jun.2021)

Desde o início das campanhas de vacinação no mundo, a comunidade científica global busca responder quanto tempo dura a proteção das vacinas disponíveis contra a Covid-19. Segundo especialistas consultados pela CNN, o desenvolvimento da imunidade é influenciado por diversos fatores e pode variar de uma pessoa para outra.

Além disso, a ausência de um teste específico que indique se uma pessoa está protegida também torna difícil estimar com precisão a duração da imunidade. No entanto, alguns estudos recentes fornecem algumas pistas.

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O que dizem os estudos
A Pfizer divulgou um comunicado em que afirma, com base nos resultados dos estudos de fase três, que a eficácia de sua vacina é de pelo menos seis meses após a vacinação com a segunda dose.

Em entrevista à CNN, o coordenador do teste clínico da vacina no Brasil, Cristiano Zerbini, adiantou resultados de um estudo que será publicado no periódico científico New England Journal of Medicine.

Os resultados apontam que sete dias após a 2ª dose da vacina da Pfizer houve proteção de 95% a 100% contra a Covid-19. Depois de seis meses, a proteção se manteve em 100% em um grupo de pessoas, mas chegou a reduzir para 86% em outras, principalmente na América Latina, incluindo Brasil e Argentina.

“Notamos que há uma diminuição de 6% da efetividade a cada 2 meses”, disse Zerbini à CNN. A imunidade robusta da vacina da Pfizer também foi verificada em um estudo publicado na revista científica Nature.

Segundo um estudo realizado pela Universidade de Oxford, os níveis de anticorpos induzidos por uma única dose da vacina da AstraZeneca diminuem gradualmente, mas permanecem elevados por pelo menos um ano. A pesquisa não avaliou a duração da proteção após a segunda dose.

A farmacêutica Janssen divulgou que seu imunizante de dose única gera uma forte resposta de anticorpos neutralizantes que não diminuem com o tempo. Os estudos consideram um prazo de oito meses e também avaliam a ação das células do sistema imunológico.

Um dos estudos mais recentes sobre a Coronavac, publicado no New England Journal of Medicine, destaca que a vacina alcançou uma efetividade de cerca de 86% no Chile. Apesar dos dados positivos, a pesquisa não indica a persistência de anticorpos ou da ação de células de defesa ao longo do tempo.

Dose de reforço x terceira dose
O presidente da Sociedade Brasileira de Virologia, Flávio Fonseca, explica que há uma diferença entre dose de reforço e terceira dose. “A terceira dose acrescenta uma dose aos protocolos atuais. Para uma vacina funcionar, você tomaria a primeira, segunda e terceira doses. Isso é diferente de uma dose reforço, que é dada depois de algum tempo, como acontece por exemplo com a febre amarela ou a tríplice viral. Essa dose é dada depois de algum tempo para compensar a queda da resposta imune”, diz.

Segundo os especialistas, ainda são necessárias evidências científicas para determinar a necessidade de uma terceira dose das vacinas contra a Covid-19. “A resposta que temos com base nos estudos publicados é que os protocolos incluem duas doses, com exceção da vacina da Janssen, que é de dose única. Portanto, uma terceira dose não é necessária para que sejam conferidas as respostas protetoras garantidas em bula”, afirma Flávio.

A opinião também é compartilhada pelo presidente do Comitê Científico da Sociedade Brasileira de Imunologia (SBI), João Viola. “Não há nada concreto sobre a terceira dose ser importante ou não. Se isso realmente vai aumentar a imunidade e trazer uma eficácia maior do que a que já temos nesse momento e prolongar a resposta imune, ainda não está certo”, complementa.

O especialista defende a prioridade da imunização da população com as duas doses. “Nesse momento, eu diria que é muito mais necessário usar as doses que temos para completar mais rapidamente a imunização da população. Ainda temos uma baixa cobertura nacional”, diz.

Em relação à variante Delta, os especialistas afirmam que, apesar de uma certa resistência, a linhagem ainda é suficientemente sensível às duas doses dos imunizantes. “A variante Delta não é motivo para aplicação de uma terceira dose. São mais especulações do que conclusões baseadas em evidências”, diz Flávio.

Nesta segunda-feira (19), a Pfizer inicia um estudo com mais de 10 mil voluntários pelo mundo com a aplicação de uma dose de reforço. No Brasil, 885 pessoas participarão dos testes. Os voluntários serão acompanhados por um ano, e em até dois meses os pesquisadores devem ter uma análise preliminar que mostrará os efeitos da dose de reforço. “Vamos esperar os resultados da ciência antes de querer tomar a terceira dose e misturar vacinas”, disse o coordenador do teste clínico da vacina no Brasil, Cristiano Zerbini.

O Governo de São Paulo anunciou, nesta segunda-feira, que vai iniciar uma nova campanha de vacinação contra a Covid-19 em 17 de janeiro de 2022. Segundo o secretário estadual de Saúde, Jean Gorinchteyn, não há um estudo que comprove a necessidade de uma terceira dose. “Isto não é reforço, isto é uma necessidade que nós temos de estar sempre anualmente fazendo uma proteção”, afirmou, em entrevista coletiva.

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) autorizou nesta segunda-feira a realização de um estudo clínico para avaliar a segurança, a eficácia e a imunogenicidade de uma terceira dose da vacina da AstraZeneca em participantes do estudo inicial que já haviam recebido as duas doses do imunizante, com um intervalo de quatro semanas entre as aplicações.

Entenda os mecanismos que conferem a imunidade
A indução da resposta imune pode ser feita por diferentes metodologias. As vacinas consideradas clássicas, como a Coronavac, utilizam o vírus inativado ou atenuado, incapaz de se replicar. Outro tipo de tecnologia é utilizado para as vacinas genéticas, como a da Pfizer, que utiliza o material genético do novo coronavírus, e da AstraZeneca e da Janssen, que utilizam um vírus enfraquecido para transportar os genes virais para dentro das células, desencadeando a resposta imune.

Segundo os especialistas, a geração da imunidade contra a Covid-19 é um processo complexo, que envolve diferentes estruturas do organismo. O principal alvo dos estudos de eficácia das vacinas são os anticorpos neutralizantes, capazes de bloquear a entrada do vírus nas células humanas.

No entanto, os especialistas afirmam que não é possível estimar a proteção de uma pessoa vacinada somente a partir da avaliação da presença de anticorpos neutralizantes. O presidente da Sociedade Brasileira de Virologia, Flávio Fonseca, explica que a proteção contra a doença também envolve a resposta celular, que consiste na ativação de outras células do sistema imunológico.

Dessa forma, ainda que uma pessoa não tenha desenvolvido uma grande quantidade de anticorpos neutralizantes, é possível que ela esteja protegida pela ação das outras células de defesa do organismo.

Nível de imunidade pode ser influenciado por diversos fatores
Apesar das diferenças de tecnologia, todas as vacinas disponíveis no Brasil são seguras e eficazes. No entanto, uma série de fatores do organismo podem influenciar a potência e a duração da resposta imunológica.

O presidente da Sociedade Brasileira de Virologia explica que a resposta imunológica pode ser menos eficaz em pessoas que fazem parte dos extremos de idade, como idosos e crianças abaixo de cinco anos. A resposta imunológica também pode ser mais baixa em pessoas que apresentam algum tipo de alteração na imunidade, como pacientes com câncer e doenças autoimunes.

Cientistas buscam teste que indique a proteção após a vacinação
O pesquisador Jorge Kalil Filho, professor da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (USP), destaca que o conhecimento sobre a imunidade em relação à Covid-19 é dinâmico e tem sido ampliado ao longo da pandemia.

“No início da pandemia, eu dizia que quem teve a doença estava protegido. Como não havia variantes, as pessoas que já tinham tido a doença montavam uma resposta protetiva que se mantinha. As reinfecções surgiram com as variantes”, afirma.

Segundo Kalil, até o momento, não há um teste específico que permita confirmar o nível de proteção de uma pessoa vacinada contra a Covid-19.

Avaliação da duração da imunidade requer tempo
A diretora da Sociedade Brasileira de Imunizações (SBIm), Mônica Levi, explica que além dos testes laboratoriais, a eficácia e a duração da imunidade induzida pelas vacinas podem ser avaliadas em estudos de efetividade, que fazem o acompanhamento de grandes populações vacinadas.

Segundo Mônica, cada laboratório produtor de vacina desenvolve uma metodologia própria de quantificação de anticorpos e da ativação da resposta celular. Por isso, não é possível comparar os números de anticorpos dos estudos entre imunizantes diferentes. “O mais importante é comparar os vacinados com os não vacinados e ver os números de casos entre os que receberam ou não a vacina”, explica.

A especialista diz que o tempo de aplicação das vacinas contra a Covid-19 no mundo é relativamente curto, o que limita a resposta com base em evidências sobre a duração da imunidade.

Todas as vacinas são eficazes
As vacinas contra a Covid-19 são desenvolvidas a partir de diferentes tecnologias, mas todas têm o objetivo comum de induzir a resposta imunológica, que envolve a produção de anticorpos neutralizantes contra o SARS-CoV-2, vírus causador da doença, e a ativação de células de defesa do organismo. Os imunizantes oferecem proteção, porque previnem a doença, especialmente nas formas graves, reduzindo as chances de morte e internações.

Fonte:CNN

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SAÚDE: CONHEÇA DOIS GRÃOS MARAVILHOSOS PARA SUBSTITUIR O ARROZ E O FEIJÃO, POR DR. MARCO MENELAU

No vídeo desta quinta-feira, aqui na coluna SAÚDE o Dr. Marco Menelau vai lhe ensinar como substituir e/ou reduzir substancialmente o amido da sua alimentação, retirando o arroz e o feijão da sua alimentação diária. Então assista ao vídeo completo a seguir e ganhe muita SAÚDE.

Fonte:

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SAÚDE: UMA BOA DIETA ESTÁ ALIADA A UMA BOA NOITE E SONO

Dormir mal piora alimentação, mas dieta pode ser aliada do sono;

Simone Cunha

Colaboração para o VivaBem

13/07/2021 04h00

Dormir bem é aliado para prevenir Covid-19

Além do fato de serem necessidades fisiológicas, sono e alimentação têm uma relação importante. Pesquisas sugerem que os alimentos consumidos podem afetar o sono, assim como os padrões de sono tendem a afetar as escolhas alimentares. “Eles têm uma ligação íntima, um sono ruim piora a alimentação e comer mal pode piorar o sono, como num ciclo vicioso”, confirma a nutricionista Patrícia Nehme, doutora em ciências da FSP/USP (Faculdade de Saúde Pública da Universidade de São Paulo).

Segundo a especialista, há evidências de que as pessoas que apresentam um sono ruim costumam ter dietas de pior qualidade, com menos proteínas e fibras, consumindo maior quantidade de ultraprocessados, amido, gordura saturada e açúcar. “Indivíduos que dormem pouco —menos de quatro a cinco horas por dia — procuram por dietas mais calóricas, na tentativa de consumir mais energia, que é exigida pelo organismo para compensar o débito de sono”. Mas esses alimentos interferem nas ondas do sono, impedindo que se chegue à fase mais profunda e restauradora, deixando o sono leve e, muitas vezes, fragmentado. Relacionadas.

De acordo com a médica otorrinolaringologista Sandra Doria Xavier, especialista em medicina do sono pela Associação Médica Brasileira e membro do Instituto do Sono, ao ingerir açúcar, ocorre pico de glicose e de insulina, caracterizando um estado de alerta. “Consequentemente, são liberados hormônios como cortisol e adrenalina, que se opõem completamente ao estado de relaxamento que precisamos quando queremos dormir”, exemplifica. Já a gordura saturada e os carboidratos processados têm digestão mais difícil, o que ‘compete’ com o sono, dificultando o relaxamento necessário nesse momento de descanso.

Para Xavier, é certo que, ao melhorar a alimentação, é possível favorecer os mecanismos fisiológicos de indução de sono e proporcionar restabelecimento energético adequado ao longo da noite. Por outro lado, melhorando o sono, há melhor equilíbrio entre os hormônios da fome e saciedade, favorecendo a ingestão alimentar e controle do peso corporal.

O sono de má qualidade influencia na atividade metabólica: há diminuição do hormônio que gera saciedade (leptina) e aumento do hormônio que gera fome (grelina), fazendo com que o indivíduo busque por alimentos mais calóricos”, afirma a médica. No entanto, esse cuidado com a dieta deve ocorrer ao longo do dia, e não somente próximo ao horário de sono. Afinal, há necessidade de fazer refeições ao longo do dia com intervalos curtos para não ocorrer longos períodos de jejum, e a última refeição deve ser leve e realizada até três horas antes do horário habitual de dormir.

Interior da casca de banana vai ajudar a limpar e fortalecer as folhas da planta - Getty Images/iStockphoto - Getty Images/iStockphoto

Os alimentos amigos do sono Há evidências de que a adesão à dieta mediterrânea possa ter repercussões positivas na duração e qualidade do sono, segundo dados de um estudo que acompanhou 1.596 pacientes com 60 anos ou mais de idade nos anos de 2012 a 2015. Isso porque ela é baseada no alto consumo de frutas frescas, hortaliças verdes e amarelas, cereais, leguminosas, oleaginosas, peixes, leite e derivados, vinho e azeite de oliva. Além disso, preconiza-se o baixo consumo de carnes vermelhas, gordura animal, produtos industrializados —em especial os ultraprocessados. “É uma dieta rica em carboidratos complexos, fibras e ácidos graxos monoinsaturados, com alimentos ricos em triptofano.

Alimentos ricos em triptofano e/ou vitamina B e magnésio ajudam a promover sono com boa qualidade, com episódios de sono profundo ao longo da noite. “Os aminoácidos triptofano e o precursor L-triptofano (TRP) encontrados nos alimentos são transportados para o cérebro, sendo precursores envolvidos na síntese de melatonina e serotonina”, confirma Claudia Moreno, professora associada da FSP/USP e vice-presidente da Associação Brasileira de Sono.” A melatonina é fundamental na indução e manutenção do sono e a serotonina auxilia no relaxamento essencial para boa noite de sono.

– Os alimentos ricos em triptofano são os peixes, peru, ovo, nozes, castanhas, leguminosas (feijão, lentilha, soja), semente de abóbora, arroz integral, entre outros. Também parecem ser úteis para o sono a ingestão de vitamina B e magnésio, pois ajudam na disponibilidade do triptofano no corpo. Entre os alimentos que possuem magnésio estão as frutas como uva, banana e abacate; grãos e derivados, como granola, gérmen de trigo e aveia; sementes e nozes como gergelim, amendoim, semente de girassol; leite, soja, grão-de-bico, peixes, beterraba, couve e espinafre. Entre os alimentos com vitaminas do complexo B estão os peixes, castanhas, abacate, vegetais verdes como couve e espinafre.

Também foi considerado que o carboidrato tem relação com o sono e que os integrais, por sua estrutura complexa, mantêm a glicemia equilibrada à noite, favorecendo um sono melhor e mais profundo. “Isso significa que os carboidratos associados garantem melhor qualidade do sono, indicado pela redução da latência do início do sono e sono de ondas lentas. Além disso, alguns alimentos ricos em carboidratos são boas fontes de triptofano”, garante Xavier. E nessa lista estão: aveia, kiwi e banana.

Aliás, estudos recentes consideraram o kiwi e a cereja dois alimentos com melhores resultados na indução do sono. “O consumo de dois kiwis uma hora antes da hora de dormir aumentou a qualidade do sono em pacientes com queixas de insônia”, comenta Xavier.

kiwi - Getty Images - Getty Images

7 alimentos para um sono tranquilo

O médico nutrólogo Edson Credidio, doutor em ciências de alimentos pela Unicamp (Universidade Estadual de Campinas), indica alguns alimentos que podem —e devem — ser consumidos para ajudar a ter um sono tranqui.

Mel

Adicione um fiozinho de mel ao seu leite ou chá algumas horas antes de se deitar. A pequena quantidade de glicose reduzirá os níveis de orexina, um neurotransmissor que aumenta o seu nível de alerta.

Grãos integrais

Se você está se sentindo um pouco inquieto antes de deitar, coma um pedaço de pão ou torrada integral. Os grãos integrais incentivam a produção de insulina, o que ajuda as vias neurais a obter triptofano.

Banana

A fruta é rica em potássio, um mineral que é essencial para ter uma noite profunda de sono. Banana também contém triptofano e magnésio, fazendo com que essa fruta funcione como um sedativo natural.

Laticínios

São uma fonte natural de sono —induzindo triptofano — e o teor de cálcio de produtos lácteos tem um efeito impulsionador positivo nos aminoácidos.

Aveia

É uma fonte natural de melatonina. Se você precisa de um lanche antes de dormir, coma uma pequena tigela de mingau de aveia ou um biscoito de aveia.

Iogurte

Uma pequena tigela de iogurte com alguns de seus ingredientes favoritos adicionados pode ser o que você precisa para adormecer. Isso porque o iogurte contém cálcio, que é necessário para o processamento de hormônios indutores do sono, triptofano e melatonina.

Suco de cereja

A fruta é rica em melatonina, e um estudo recente revelou que beber suco de cereja regularmente ou comer cerejas pode ajudar a regular os seus ciclos de sono.

Fonte: VivaBemuol

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SAÚDE: EQUIPE MULTIPROFISSIONAL DO HUOL ESTÁ ATUANDO NA REABILITAÇÃO DE PACIENTES PÓS-COVID

HUOL oferta atendimento de reabilitação das sequelas pós-covid

Redação/Portal da Tropical

 Atualizado em:

Foto: Huol/UFRN

A equipe multiprofissional da Unidade de Reabilitação do Hospital Universitário Onofre Lopes (HUOL), vinculado à Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN) e à rede Ebserh, está atuando na reabilitação de pacientes pós-covid-19. O objetivo é auxiliar na recuperação das sequelas decorrentes da doença. Para obter atendimento, o usuário precisa de encaminhamento médico com a descrição da sequela que está apresentando.

As marcações são presenciais, na recepção da própria Unidade de Reabilitação, que conta com equipe formada por profissionais de fisioterapia e terapia ocupacional. Os usuários com encaminhamento passarão por triagem inicial para inclusão em um programa específico voltado aos casos pós-covid. As sessões terapêuticas são individuais, duas vezes por semana, com duração de até 30 minutos.

As atividades inseridas no projeto incluem:

Técnicas de relaxamento e alongamento corporal;
Técnicas de reorganização da rotina ocupacional;
Auriculoterapia;
Ventosaterapia;
Técnicas de fortalecimento e resistência muscular;
Uso de eletro e termoterapia.

As principais sequelas pós-covid apresentam cansaço excessivo, tosse, nariz obstruído, sensação de falta de ar, perda de paladar, dores de cabeça e no corpo, diarreia, confusão mental e diminuição de memória.

De acordo com a chefe da Reabilitação do HUOL, Ivania Cleide Cavalcanti, a síndrome pós-covid é caracterizada por sequelas funcionais, neurológicas e pulmonares, que exigem cuidado multidisciplinar e especializado. “O tratamento é importante para a recuperação funcional do indivíduo e retorno às atividades cotidianas,” explica.

Serviço

O que: Reabilitação pós-covid-19.
Especialidades: Fisioterapia e terapia ocupacional.
Público: Curados da covid-19 ainda com sequelas da doença.
Requisitos: Encaminhamento médico com a descrição da sequela, documento de identificação e cartão SUS.
Agendamentos: De segunda a sexta-feira, das 8h às 11h30 e das 13h às 16h30, na recepção da Unidade de Reabilitação.

Fonte: Portal da Tropical – Notícias

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SAÚDE: OS PRINCIPAIS SINTOMAS DE DISBIOSE INTESTINAL, POR SAMUEL DALLE LASTE

No vídeo de hoje, aqui na coluna SAÚDE o Dr. Samuel Dalle Laste da uma super dica sobre DISBIOSE INTESTINAL. Ele enumera todos os sintomas e sinais que podem indicar essa patologia. Portanto, não perca tempo e comece logo assistir ao vídeo a seguir e aprenda como identificar essa doença!

Fonte:

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GOVERNO DO RN PAGA DÍVIDA À COOPERATIVA E MÉDICOS VOLTAM A FAZER CIRURGIAS ELETIVAS

Por G1 RN

 

Cirurgias eletivas serão retomadas no RN — Foto: Breno Esaki/Agência SaúdeCirurgias eletivas serão retomadas no RN — Foto: Breno Esaki/Agência Saúde

Médicos cooperados suspenderam uma paralisação iniciada na última quinta-feira (1º) e decidiram retomar a realização de cirurgias de média e alta complexidade contratadas pelo governo do Rio Grande do Norte.

A decisão foi tomada após pagamento de parte dívidas do governo com as cooperativas, desde 2020, e a elaboração de um pagamento dos serviços já faturados em 2021. Os valores envolvidos não foram divulgados.

O comunicado sobre a suspensão da paralisação foi enviado pela Cooperativa Médica do Rio Grande do Norte (Coopmed) aos profissionais ainda nesta terça-feira (6).

Os médicos ligados à cooperativa atendem em unidades como o Hospital Walfredo Gurgel, o Hospital Memorial e a Liga Contra o Câncer, de acordo com a Coopmed.

Em nota, a Secretaria de Saúde Pública afirmou que pagou o débito com cooperativas de médicos e de anestesistas nesta terça-feira (6), para viabilizar o retorno das cirurgias eletivas.

“O pagamento cumpre o acordo feito em reunião na sexta-feira (2), com representantes das cooperativas. Na ocasião, foi acertado o pagamento dos anestesistas e outros profissionais para que as categorias continuem os serviços cirúrgicos no estado, evitando assim o prejuízo para a população”, afirmou a pasta.

Segundo a Cooperativa, foi pago valor referente a novembro de 2020 e o governo marcou data para o pagamento de dezembro de 2020.

Fonte: G1 RN
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SAÚDE: SAIBA QUAIS OS TIPOS SANGUÍNEOS E A RELAÇÃO COM AS DOENÇAS

Conhece as diferenças entre os tipos sanguíneos e a relação com doenças?

 Marcelo Testoni

Colaboração para VivaBem*

05/07/2021 04h00

Conhece as diferenças entre os tipos sanguíneos e a relação com doenças? - 05/07/2021 - UOL VivaBem

São muitos os tipos sanguíneos e quem os descobriu foi o médico e cientista austríaco Karl Landsteiner. No início do século 20, ele teve a ideia de misturar gotas de seu sangue e de outros colegas em laboratório, notando que as combinações causavam, ou não, a aglutinação dos glóbulos vermelhos. A partir daí obteve o sistema “ABO” e o Nobel de Medicina em 1930. ”

Os grupos sanguíneos são classificados através da existência de proteínas específicas nas membranas das hemácias e que se expressam como antígenos ou aglutinogênios”, explica Ariette Luize Pires, hematologista do Hospital Português, em Salvador.

Quando existe a presença dos antígenos A na superfície das hemácias, o sangue é classificado como tipo A. Quando existe a presença dos antígenos B, o sangue é tipo B. Quando presentes os antígenos A e B, o sangue é tipo AB. Agora, quando não existe a presença nem do antígeno A nem do antígeno B na superfície das hemácias, o sangue é classificado como tipo O ou zero”.

Por isso não se pode transfundir sangue em alguém sem saber seu tipo, as reações são graves. Para identificar é realizada uma tipagem sanguínea, processo de coleta e análise do sangue.

Sobre os sinais + ou – do tipo sanguíneo, a médica complementa que quando existe a presença de um outro antígeno no sangue, o D, esse é classificado como fator Rh positivo. Não estando presente, o sangue é fator Rh negativo. Rh vem de rhesus, macacos usados em testes iniciais.

Quem doa para e recebe de quem?

O sangue do tipo A é um dos mais comuns, sobretudo na Europa, onde está presente na maioria da população de países como Portugal, Suíça e Noruega, por exemplo. Sua maior frequência, porém, ocorre em algumas populações aborígenes da Austrália e de indígenas de Montana, nos Estados Unidos.

Se for A+ pode doar para AB+ e A+ e receber doação de A+, A-, O+ e O-. Já o tipo A- pode doar para A+, A-, AB+ e AB- e receber de A- e O-.

O segundo tipo de sangue, o B, ao contrário de A, é menos disseminado. “No Brasil é muito raro, não passa de 8% da população. No entanto, é mais comum na Ásia Central e em algumas regiões da Índia”, informa Fábio Pires dos Santos, hematologista da BP – A Beneficência Portuguesa de São Paulo, esclarecendo que os tipos sanguíneos são determinados pelos genes e sua disseminação ocorreu com as migrações humanas pelo mundo por milhares de anos.

Por conter anticorpos contra A, B só pode receber doação de sangue de pessoas do tipo B ou O. Assim, B+ recebe de B+, B-, O+ e O- e doa para B+ e AB+. Quanto a B-, recebe de B- e O- e doa para quem é B+, B-, AB+ e AB-.

Se B é um sangue raro, AB é mais raro ainda. Paquistão, Japão e as duas Coreias são os países que mais o concentram, mesmo assim fica em torno de 10% de suas respectivas populações. Como não possui anticorpos em seu plasma, é compatível com sangue de qualquer tipo, mas com algumas limitações.

AB+ só doa para AB+ e recebe de todos (A+, A-, B+, B-, AB+, AB-, O+, O-). No entanto, AB- pode doar para AB+ e AB-, mas só aceita receber se for A-, B-, O- e AB-.

Quanto ao tipo O, ele lidera em praticamente todo o mundo. Em Chile, Egito, Mongólia, Zimbábue ultrapassa 50% entre as populações. Não à toa também seja o doador universal. Porém, possui anticorpos anti-A e anti-B, só podendo receber sangue do mesmo tipo.

O+ doa para A+, B+, O+ e AB+ e recebe de O+ e O-. Já O- doa para A+, B+, O+, AB+, A-, B-, O- e AB- (todos) e recebe de volta apenas O-.

Maneiras de descobrir o seu

Os exames básicos para se descobrir o tipo sanguíneo (tipagem sanguínea ABO e Rh) são realizados pela maioria dos laboratórios de análises clínicas, utilizando produtos reagentes que identificam a presença dos antígenos que definem se os glóbulos vermelhos são A, B ou AB, incluindo fator Rh. E na ausência de antígenos A e B, conclui-se que as hemácias são do tipo O.

Deve sempre ser feita a tipagem das grávidas e dos bebês quando nascem, pois embora hoje em dia tenhamos medicações para prevenir a incompatibilidade sanguínea entre mãe e feto, esse problema pode levar a graves consequências [como aborto], se não detectado”, ressalta Carolina Kassab Wroclawski, hematologista pelo Hospital Israelita Albert Einstein e da clínica de oncologia médica Clinonco (SP).

É o teste do pezinho o exame que identifica o tipo sanguíneo de um recém-nascido. Mas em qualquer idade pode ser realizada uma tipagem, seja para detectar alguma doença ou em um check-up, por exemplo.

Em todos os testes é realizada a contraprova. Já nos bancos de doação de sangue há recursos mais avançados, para definir outros sistemas de grupos sanguíneos e incluir testes adicionais que têm por implicação aumentar a segurança das transfusões.

Por falar em segurança, atualmente muitos estudos também tentam compreender a relação entre os tipos sanguíneos e doenças. Principalmente após cientistas europeus publicarem em 2020, no periódico científico The New England Journal of Medicine, que o tipo sanguíneo A pode elevar o risco de sintomas graves e complicações da covid-19.

O problema em si não seria o sangue, mas, sim, alterações genéticas contidas nele relacionadas a uma resposta inflamatória do organismo.

Mas o tema é recente e por isso mais estudos estão e devem ser desenvolvidos a respeito. De acordo com André Marinato, hematologista pelo HCFMRP-USP (Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto da Universidade de São Paulo) e consultor da Central Nacional Unimed, também já foi relatado pela American Heart Association que em pessoas dos tipos A e B a frequência de tromboses e doenças cardiovasculares é maior quando comparada com o grupo sanguíneo O. Assim como também a probabilidade para ter câncer de estômago.

Em se tratando do grupo O, Ariette Pires complementa que, em escala populacional (quando se observa e compara entre milhares de pessoas) e em pequeno grau de magnitude, estaria relacionado a uma predisposição aumentada para úlceras gástricas, tumores gastrointestinais e risco acrescido a agentes infecciosos.

Em contrapartida, a proteção contra malária seria mais eficiente. Já no grupo B, câncer de ovário e pâncreas, assim como em AB, onde a propensão de se ter problemas de memória e AVC sugere também ser maior.

No entanto, isso não comprova relação de causa e efeito, ou seja, não se pode afirmar que o tipo sanguíneo é protetor ou causador de doenças, apenas que existem correlações, e a origem delas ainda precisa ser descoberta”, aponta Marinato.

Os grupos sanguíneos poderiam servir de triagem inicial para medidas personalizadas de promoção de saúde e prevenção de doenças. Porém, estamos no começo. Até lá, é importante ressaltar que controlar fatores de risco reduz a incidência de doenças, independente do tipo sanguíneo”, finaliza o hematologista do HC de Ribeirão Preto.

A doação de sangue é um gesto solidário de doar uma pequena quantidade do próprio sangue para salvar a vida de pessoas que se submetem a tratamentos e intervenções médicas de grande porte e complexidade, como transfusões, transplantes, procedimentos oncológicos e cirurgias.

Além desses casos, o sangue também é indispensável para que pacientes com doenças crônicas graves —como doença falciforme e talassemia— possam viver por mais tempo e com mais qualidade, além de ser de vital importância para tratar feridos em situações de emergência ou calamidades.

Uma única doação pode salvar até quatro vidas. Faça sua parte, independentemente de parentesco entre o doador e quem receberá a doação.

Podem doar sangue pessoas entre 16 e 69 anos e que estejam pesando mais de 50 kg. Além disso, é preciso apresentar documento oficial com foto e menores de 18 anos só podem doar com consentimento formal dos responsáveis.

Pessoas com febre, gripe ou resfriado, diarreia recente, grávidas e mulheres no pós-parto não podem doar temporariamente. No caso de covid-19, o critério mundialmente aceito é 30 dias após a melhora dos sintomas.

O procedimento para doação de sangue é simples, rápido e totalmente seguro. Não há riscos para o doador, porque nenhum material usado na coleta do sangue é reutilizado, o que elimina qualquer possibilidade de contaminação.

Para doar sangue, basta procurar as unidades de coleta de sangue, como os Hemocentros da sua cidade, para checar se você atende aos requisitos necessários para a doação.

Existem impedimentos temporários e também impedimentos definitivos. No mais, basta estar imbuído pelo desejo de ajudar o próximo.

Fonte: VivaBemuol

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SAÚDE: SAIBA QUAIS OS 7 BENEFÍCIOS DO ARROZ

É saudável consumir arroz todo dia? Veja 7 benefícios do cereal. 

Samantha Cerquetani

Colaboração para o VivaBem

05/07/2021 04h00

Getty Images/iStockphotoImagem: Getty Images/iStockphoto

O arroz é bastante consumido nas principais refeições em todo o mundo, mas aqui seu maior sucesso é na dupla com o feijão. A preferência pelo cereal tem explicação: é muito versátil, tem sabor neutro, ou seja, combina com diversos alimentos e temperos, pode ser consumido todos os dias e ainda tem uma textura macia e é fácil de ser digerido.

Há diversos tipos de arroz, mas os mais consumidos são o branco e o integral. Ambos são fontes de carboidrato, cálcio, magnésio, fósforo, potássio e selênio. Além disso, têm pequenas quantidades de proteínas e fibras. Quanto às calorias, em 100 g do alimento integral cozido sem sal e óleo há 108 kcal; já na mesma quantidade de arroz branco temos 131 kcal.

De acordo com Marcella Garcez, nutróloga e diretora da Abran (Associação Brasileira de Nutrologia), apostar nas versões integral ou com grãos e prepará-lo com temperos frescos, ervas, especiarias e preferencialmente com pouco sal deixa o prato ainda mais nutritivo e saudável.

Além disso, vale investir na combinação brasileira com feijão ou com lentilha, ervilha e favas, para ingerir proteínas completas. “Dessa forma, aumentam os benefícios. É um erro cortar o arroz da dieta por acreditar que ele engorda. O consumo moderado é muito importante para o organismo”, destaca Patrícia Modesto, nutricionista do Hospital São Camilo.

A seguir, veja os principais benefícios do arroz e as diferenças entre o branco e o integral.

1. Aumenta a energia

O arroz, assim como os outros cereais, é uma fonte de carboidrato, e sua maior função é fornecer energia ao organismo. Muita gente ainda acredita que os carboidratos são vilões da alimentação e apenas engordam. No entanto, esse nutriente fornece energia para o cérebro e o corpo realizarem suas atividades diárias, por isso cortar o carboidrato de vez pode prejudicar o metabolismo. Em 100 g de arroz branco há 30 g de carboidratos, e no integral temos 23,5 g.

2. Previne doenças cardiovasculares

O arroz integral possui um composto chamado lignana, que protege contra as doenças cardíacas. Isso porque reduz a quantidade de gordura no sangue e controla a pressão arterial e a inflamação nas artérias. Diversos estudos apontam que consumir grãos integrais como o arroz diminui o risco de problemas no coração.

3. Ajuda no funcionamento do intestino

Consumir regularmente arroz nas refeições ajuda no funcionamento intestinal. Esse benefício ocorre por conta da presença das fibras no alimento, que melhoram o trânsito intestinal e facilitam a eliminação das fezes. Em 100 g do arroz integral há 2,12 g de fibras; já no branco encontramos 1,2 g.

4. Reforça a imunidade

As fontes de fibras solúveis e insolúveis presentes no arroz mantêm o equilíbrio da microbiota intestinal. Ter um intestino saudável ajuda a melhorar as defesas do organismo contra agentes causadores de doenças. Além disso, o arroz contém minerais como zinco e selênio, que contribuem com o bom funcionamento do sistema imune.

5. Controla o colesterol “ruim”

Mais uma vez as fibras são responsáveis por esse benefício. Elas evitam que o colesterol consumido seja decomposto e digerido mais rapidamente. Elas carregam as moléculas de gordura para o bolo fecal, ajudando a eliminá-las por meio das fezes. Sendo assim, incluir arroz na dieta diminui a quantidade de colesterol considerado “ruim” (LDL) para o organismo.

6. Reduz os níveis de açúcar no sangue

Devido à presença do magnésio e das fibras, o consumo regular de arroz integral ajuda a diminuir os níveis de açúcar no sangue, o que reduz o risco de desenvolver diabetes do tipo 2.

7. Fácil de ser digerido

O arroz é um alimento de fácil digestão. Tanto o branco quanto o integral são alimentos que podem ser ingeridos todos os dias e não pesam no estômago. Por isso, muitas vezes, são alimentos indicados para pessoas que estão doentes, com enjoos ou diarreia, por exemplo.

O arroz integral é mais saudável do que o branco?

Sim. De acordo com os especialistas entrevistados por VivaBem, o arroz integral tem mais nutrientes e maior quantidade de fibras quando comparado com o branco (veja tabela comparativa abaixo).

A diferença nutricional pode ser considerada pequena, mas como o arroz branco passa por um processamento, perde-se parte dos nutrientes, minerais e vitaminas. “A grande diferença entre o arroz branco e integral é a quantidade de fibras, muito maior no integral. E também a presença de alguns minerais como fósforo e potássio em quantidades maiores. Quanto às fibras, o arroz branco tem muito pouco e 100 g de arroz integral já oferece 10% da recomendação diária de fibras alimentares, portanto é uma boa fonte”, diz Garcez.

Mas não há nada de errado em variar o consumo entre os tipos de arroz e evitar a monotonia alimentar.

Formas de preparo e como consumir

Geralmente, o arroz é preparado com ingredientes simples do dia a dia como água, sal, cebola e alho. “A melhor forma de preparo do arroz é evitar usar gorduras saturadas e temperos prontos. O ideal é deixar de lado os industrializados que prometem agilizar o preparo, mas contêm sódio em excesso”, destaca Gisele Cerqueira, nutricionista do Hospital Teresa de Lisieux (BA).

Além do preparo tradicional, é possível variar bastante nas receitas. Ao cereal, podem ser incluídos vegetais como cenourabrócolisbeterraba e abobrinha. O cereal também é ingrediente de risotos, bolinhos, tortas, massas, panquecas e sopas. Há ainda o arroz de forno, uma preparação bastante popular.

Cerqueira ainda indicou um preparo de arroz branco com linhaça:

Ingredientes

  • 1 xícara (chá) de arroz branco
  • 1 colher (de sopa) de linhaça dourada
  • 2 dentes de alho
  • 1/2 cebola picada
  • 1 fio de azeite
  • 2 xícaras (chá) de água

Modo de preparo

Refogue o arroz com todos os ingredientes. Adicione a água em fogo baixo. Quando estiver soltinho, desligue o fogo.

Riscos e quantidade ideal

O arroz é considerado um alimento seguro para a maioria das pessoas. Uma questão que já foi levantada é sobre a quantidade de arsênico presente no cereal e se isso poderia ser prejudicial. Mas diversos estudos apontam que a quantidade encontrada está bem abaixo do limite estabelecido e não causa riscos à saúde.

Por ser fonte de carboidrato, a única recomendação é não exagerar no consumo para evitar o ganho de peso. Em relação à quantidade ideal, ela varia de acordo com o indivíduo. Um adulto saudável, por exemplo, pode ingerir cerca de 5 colheres (de sopa) por refeição.

O arroz não oferece todos os aminoácidos e ácidos graxos essenciais, nem mesmo vitaminas e minerais em quantidades diárias necessárias. Por isso, é fundamental que acompanhe outros alimentos como leguminosas, vegetais e carnes.

“Vale ressaltar que existem outras opções de carboidratos que devem ser consideradas no consumo diário. Nesses casos, deve-se reduzir em 2 colheres (de sopa) de arroz para não exagerar na quantidade de carboidratos em uma única refeição”, diz Modesto.

Propriedades nutricionais

A seguir, veja as propriedades nutricionais de uma porção (100 g) dos alimentos:

Arroz branco cozido sem sal ou óleo

Calorias: 131 kcal
Carboidratos: 30 g
Proteínas: 2,38 g
Fibras: 1,20 g
Cálcio: 5,17 mg
Ferro: 0,33 mg
Magnésio: 24,1 mg
Fósforo: 19,7 mg
Potássio: 17,4 mg
Selênio: 1,70 mcg
Vitamina E: 0,03 mg

Arroz integral cozido sem sal ou óleo

Calorias: 108 kcal
Carboidratos: 23,5 g
Proteínas: 2,44 g
Fibras: 2,12 g
Cálcio: 2,02 mg
Ferro: 0,10 mg
Magnésio: 22, 8 mg
Fósforo: 41 mg
Potássio: 29,1 mg
Selênio: 0,81 mcg
Vitamina E: 0,19 mg

Referência: TBCA (Tabela Brasileira de Composição de Alimentos).

Fonte: VivaBemuol
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SAÚDE: SAIBA QUAIS OS CUIDADOS COM A SAÚDE QUE UM IDOSO COM PARCEIRO MUITO JOVEM DEVE TOMAR

Idoso com parceiro muito jovem? É bom tomar alguns cuidados com a saúde

Idoso com parceiro muito jovem? É bom tomar alguns cuidados com a saúde - 02/07/2021 - UOL VivaBem

Amor e atração não têm idade. Mas quando o assunto é o envolvimento de um idoso, seja homem ou mulher, com um parceiro 20, 30, 40 anos mais jovem, é preciso que ambos estejam cientes que, cedo ou tarde, sua saúde e disposição vão interferir na dinâmica da relação.

Claro que a sociedade e a tecnologia em prol da medicina avançaram muito e os tratamentos de reposição hormonal e medicações para impotência ajudam os idosos a não ficarem para trás.

Entretanto, ainda assim a demanda de um parceiro jovem é diferente da de um parceiro maduro”, aponta Paulo Camiz, geriatra e professor do HC-FMUSP (Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo).

Segundo ele, sobre sexualidade, os jovens são naturalmente muito mais ativos e podem transmitir ISTs (infecções sexualmente transmissíveis) que o idoso pode supor que pela idade não pega mais. Um grande equívoco.

Dados do Boletim Epidemiológico do Ministério da Saúde sobre HIV/Aids, publicado em 2018, apontam que o número de pacientes com mais de 60 anos diagnosticados com HIV em 2007 era de 168. Em 2018, 627.

O último boletim, de 2020, reportou 38,5% de aumento no coeficiente de mortalidade por Aids em idosos de ambos os gêneros nos últimos dez anos. Para a maioria, o assunto sexo, o que inclui buscar informações e usar camisinha, ainda é tabu….

Alertas à saúde física e mental

Idosos são mais vulneráveis às ISTs —o impacto delas costuma ser maior no organismo deles do que em jovens—, por conta das mudanças biológicas inerentes ao envelhecimento e do aparecimento de doenças crônicas, como diabetes, hipertensão e alterações no colesterol.

O geriatra Camiz aponta que quando a diferença etária é muito alta, o mais velho também tende a se cobrar muito mais em termos estéticos e de desempenho físico e pode se prejudicar.

Se tomar remédio para o coração, a associação de nitrato, presente em muitas fórmulas, com o Viagra, por exemplo, pode causar queda brusca de pressão, AVC, infarto e até a morte…

Por isso, para tomar a pílula azul, é preciso se consultar com um médico. A indicação também vale para os idosos que desejam frequentar academia e se suplementar.

Alimentação, expectativas, rotina —o que inclui horários para acordar e dormir e ritmo para cumprir tarefas dento e fora da relação— devem ser alinhados considerando particularidades.

Para a saúde e o casal não serem prejudicados, ainda mais devido a uma eventual projeção paterna, ou de filhos dentro da relação”, explica Yuri Busin, doutor em neurociência do comportamento e diretor do CASME (Centro de Atenção à Saúde Mental  Equilíbrio).

Em se tratando do emocional..

Se com o acúmulo de anos, os idosos podem ter se “blindado” às decepções e desilusões amorosas, por outro lado, eventualmente se aparentam estar muito sensíveis, dependentes, em recuperação de cirurgia ou tratamento de alguma doença de risco, devem ser poupados de discussões, cobranças e situações que possam fazê-los se sentir infantilizados, retrógrados ou inferiorizados, como quando são alvos de comentários ou piadas na frente de outras pessoas.

Se a pessoa se tolheu ao longo da vida inteira com medo de julgamentos, ou para atender expectativas da família e da sociedade, agora envelhecida, mas lúcida, autônoma e com a liberdade de se expressar e ser do jeito que é, não deve ser cerceada”, afirma Natan Chehter, geriatra da SBGG (Sociedade Brasileira de Geriatria e Gerontologia), acrescentando que para uma relação ser positiva, ambos devem querê-la e se sentirem seguros e felizes um com o outro.

Família deve acompanhar. 

Não é porque se tem mais de 60 anos que é preciso dar satisfações de sua vida íntima para os outros, ainda mais sendo alguém ativo e com as faculdades mentais preservadas..

Porém, filhos e amigos devem participar do que acontece com ele, principalmente para evitar que sofra algum tipo de abuso, coerção ou golpe e saber se tem descuidado da saúde. É esperado inclusive do idoso que namora uma interação maior e não o contrário.

Autora do estudo “Gênero e Velhice”, Edivana dos Santos, psicóloga pela Escola Bahiana de Medicina e Saúde Pública e mestre pela UFBA (Universidade Federal da Bahia) aponta que, para o idoso, ter alguém representaria melhorias no aspecto social de sua vida.

Ele terá alguém para se relacionar e possivelmente junto com a companheira, outras pessoas se aproximarão, como amigas, familiares e vizinhos, ampliando seu círculo social de amizades”.

Quando isso não ocorre, então é importante um monitoramento, por vezes discreto, com telefonemas, ou até direto, com visitas surpresas, a depender da situação, para evitar que o idoso seja colocado em risco.

Quem está próximo precisa ficar atento a qualquer mudança de comportamento, alterações de humor, tristezas repentinas, perdas de sono, de apetite, apatia, gastos excessivos e uso de álcool e drogas. Podem sinalizar problemas no relacionamento. Por isso, procure ter uma conversa assertiva ou peça ajuda”, orienta Myriam Albers, psicóloga especializada pela Uniad (Unidade de Pesquisa em Álcool e Drogas) e da Clínica Maia (SP)…

Fonte: VivaBem uol

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SAÚDE: EQUIPE DE MULTIPROFISSIONAIS DO HOSPITAL NATAL SUL COMEMORA 200 ALTAS HOSPITALAR DE PACIENTES DA COVID-19

Hospital de Campanha Natal Sul registra 200 altas de pacientes com covid-19

Redação / Portal da Tropical

 Atualizado em:

Foto: Joana Lima/Prefeitura de Natal

Trabalhando incansavelmente desde a abertura no dia 25 de março, a equipe multiprofissional do Hospital Natal Sul, instalado pela Prefeitura de Natal e voltado exclusivamente para atender pacientes com Covid-19, comemora a marca de 200 pessoas que venceram a doença e receberam alta hospitalar. A paciente de número 200 a receber alta no Hospital Natal Sul foi Joseane Silva Pereira, de 50 anos.

“Ela chegou com mialgia, dispneia, tosse seca, vômito, diarréia e fizemos um tratamento com protocolo de medicamentos aliado ao catéter nasal. É uma senhora com pressão alta, diabetes, obesa e que já teve trombose no membro inferior direito, que esteve conosco do dia 21 ao dia 27 e hoje sai vitoriosa. Estamos muito felizes aqui”, afirma o diretor médico do Hospital Natal Sul, Edney Agra.

O prefeito de Natal, Álvaro Dias, comemora a marca desta unidade que trata pacientes com covid e parabeniza os profissionais da saúde. “São 200 pacientes internados naquela unidade hospitalar que receberam alta e sem nenhum óbito. Uma grande vitória para todos os profissionais da saúde que merecem os parabéns, todos aqueles que atuam e trabalham naquela instituição”, afirma o prefeito.

Segundo o diretor técnico da unidade de saúde, Raiff Villarim, o sucesso na recuperação dos pacientes se deve ao empenho da equipe multiprofissional que está na linha de frente de combate à doença, levando assistência segura aos internados, como também ao tratamento em tempo hábil.

“Esta paciente começou a sentir os sintomas em casa dia 11 e só chegou ao hospital dia 21. Ela já chegou bem debilitada. Pedimos a população que não espere agravar a doença para poder ir ao hospital. O tratamento precoce é fundamental para tratar em tempo hábil e recuperar o mais rápido possível o paciente. Vir assim que sentir os sintomas e pronar o paciente [manobra hospitalar colocando a pessoa de barriga para baixo]  fazem toda a diferença em sua evolução”, afirma.

Com esse trabalho, os 200 pacientes curados passam a integrar a lista das mais de 12.500 pessoas recuperadas da Covid-19 no RN. O diretor Edney Agra reforça ainda a preocupação de que as solicitações por leito tenham diminuído nos últimos meses não só pelo aumento da vacinação como também pelos pacientes que não estão indo para o hospital logo no início da doença. “Pedimos à população que se dirija ao hospital até o 7º dia da doença. Aqui no hospital temos uma farmácia estruturada. Tratar precocemente a doença significa prevenir para não piorar”, garante.

“Tive dez dias de diarréia e dor no peito para poder procurar o hospital. Sabia que estava grave e tive muito medo de morrer, mas quando entrei neste hospital os profissionais me passaram uma segurança muito grande. Fui acolhida, me deram atenção. Estou cheia de gratidão. Receber alta é uma sensação maravilhosa. Estou saindo daqui com um outro olhar da vida. Fazer coisas simples que deixei para depois. A primeira coisa que quero fazer ao chegar em casa é abraçar minhas filhas e sentir o prazer de estar em casa novamente”, desabafa Joseane.

Hospital

Localizado às margens da BR-101, próximo ao Campus da UFRN, o Hospital Natal Sul opera com 41 leitos exclusivos de Covid -19, sendo 33 leitos de enfermaria clínica, dois de estabilização, dois de admissão e quatro para pacientes com suspeitas. O hospital recebe pacientes em estado de saúde no estágio intermediário da doença. Na semana passada, o hospital estava com 28 leitos ocupados. Nesta segunda-feira, 13 leitos estavam ocupados.

O Hospital Natal Sul tem atendimento voltado a usuários que, ao buscar as Unidades de Pronto Atendimento, centros covid ou Unidades Básicas de Saúde, demonstrem algum quadro clínico sugestivo de agravamento.

Na parte de recursos humanos, a equipe multidisciplinar da unidade conta com 138 funcionários dentre os quais 6 médicos plantonistas e intensivistas, 24 enfermeiros, 56 técnicos em enfermagem, 10 fisioterapeutas, 6 assistentes sociais, 4 psicólogas, 4 farmacêuticos, 6 técnicos em radiologia, 10 servidores da parte administrativa e 12 maqueiros.

Apesar da queda da incidência de covid-19 e consequentemente uma diminuição das internações em Natal, a população conta atualmente com dois hospitais exclusivos para tratamento da doença montados pela Prefeitura do Natal, que são o Hospital de Campanha, com capacidade para até 109 leitos de enfermaria e até 38 pacientes críticos, e o Hospital Natal Sul que atende até 41 pacientes de enfermaria. O Hospital Nivaldo Júnior permanece com atendimento para crianças com covid-19 e não covid-19 e o Hospital Municipal iniciou o atendimento a pacientes covid em suas enfermarias como também em uma de suas UTIs.

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SAÚDE: CONHEÇA O VERDADEIRO SEGREDO DA LONGEVIDADE, POR SAMUEL DALLE LASTE

Na nossa coluna SAÚDE desta as escolhas equilibradas-feira o Dr. Samuel Dalle Laste fala sobre o verdadeiro segredo da longevidade saudável, as escolhas equilibradas. Assista ao vídeo e entenda o verdadeiro significado, na DICA #44.

Fonte:

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SAÚDE: ESQUENTA A POLÊMICA SOBRE A ORIGEM DO COVID-19 APÓS IMAGENS DE MORCEGOS VIVOS NO QUE SERIA INTERIOR DE UM LABORATÓRIO

VÍDEO: Polêmica sobre origem da Covid esquenta após imagens de morcegos no que seria laboratório de Wuhan

Assista reportagem AQUI

O vírus da Covid-19 teria escapado de um laboratório chinês, antes de se espalhar pelo planeta? O debate em torno desta possibilidade está cada vez mais quente. Foram divulgadas agora imagens mostrando morcegos vivos no que seria o interior do laboratório de Wuhan, uma instalação de segurança máxima.

O laboratório, inaugurado com grandiosidade em 2017, agora é alvo de uma discussão internacional, após a divulgação de um vídeo que traz imagens de morcegos vivos no que seria o interior do laboratório.

Os chineses e os seus parceiros científicos do Ocidente sempre negaram que houvesse criação de morcegos no Instituto de Virologia de Wuhan. O fato pode reforçar a possibilidade de que o vírus da Covid-19 não tenha vindo de um animal na natureza, mas sim que ele tenha escapado de um laboratório chinês.

O engenheiro Gilles, francês que mora na Nova Zelândia, faz parte de um grupo virtual chamado ‘Drastic’ – são detetives amadores da internet, que investigam as origens do vírus da Covid-19. Foram eles que acharam o vídeo em um site chinês. “Não é fácil encontrar um vídeo desses, porque o título nem sempre traz as palavras-chave para facilitar a busca. Tem de vasculhar muito, até tropeçar naquilo que interessa”, diz Gilles.

Outra descoberta do grupo ‘Drastic’ foi em 2020: em um artigo científico, pesquisadores de Wuhan revelavam ter encontrado, sem explicar direito como, um novo vírus. Foram eles que descobriram que este vírus já tinha aparecido, só que com outro nome, em um outro artigo chinês, e que o vírus tinha sido colhido pelos pesquisadores em uma caverna infestada de morcegos, em 2012. Veja a reportagem completa acima.

Fonte: Blog do BG

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SAÚDE: 5 MOTIVOS PORQUE VOCÊ DEVERIA FAZER DIETA LOWCARB, POR MARCO MENELAU

A nossa coluna SAÚDE desta quinta-feira está focada na dieta Low carb. O Dr. Marco Menelau explica o porquê dele fazer dieta low carb e lhe dá 5 razões para fazer tal dieta. Por isso você não pode perder essa oportunidade. Então se acomode na poltrona e tecle no play agora mesmo!

Fonte:

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SAÚDE: COM INFECÇÃO POR COVID-19 EM QUEDA, ISRAEL RETIRA A OBRIGATORIEDADE DO USO DE MÁSCARAS EM LOCAIS FECHADOS

Israel retira obrigatoriedade de uso de máscara em locais fechados

Israelenses não precisam usar máscaras ao ar livre desde abril; novas infecções por Covid-19 estão em queda desde fevereiro

Reuters

 Atualizado 15 de junho de 2021 às 09:39

Israel retira restrições contra Covid-19Em abril, Israel retirou algumas restrições contra Covid-19; na foto, clientes sem máscaras em restaurante de Tel AvivFoto: Mostafa Alkharouf/Anadolu Agency via Getty Images (21.abr.2021)

Israel retirou a obrigatoriedade do uso de máscaras de proteção contra a Covid-19 aos seus cidadãos nesta terça-feira (15), encerrando uma de suas últimas restrições principais, já que novas infecções por Covid-19 continuaram a diminuir e o país continua a vacinar.

As crianças foram para a escola e os adultos trabalharam sem máscaras pela primeira vez em mais de um ano. Os israelenses não precisam usar máscaras ao ar livre desde abril.

Cerca de 55% dos 9,3 milhões de habitantes de Israel estão totalmente vacinados – participação praticamente inalterada pela expansão da elegibilidade deste mês para incluir jovens de 12 a 15 anos.

Israel registrou neste mês zero ou uma morte diária de Covid-19, mostram dados do Ministério da Saúde. As novas infecções estão em declínio constante, após uma queda acentuada em fevereiro e março.

O ministério disse que máscaras ainda serão exigidas para não vacinados ou funcionários em instalações médicas, além de pessoas em quarentena e de passageiros em voos comerciais. 

(Escrito por Dan Williams; edição por Andrew Heavens)

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SAÚDE: URBANA FARÁ NESTE SÁBADO O DIA D, DA VACINAÇÃO CONTRA COVID-19 PARA OS GARIS

Em Dia D neste sábado garis em Natal vacinam contra o coronavírus

A Companhia de Serviços Urbanos de Natal – Urbana, fará neste sábado (12), o Dia D da vacinação contra a Covid-19.

Todos os garis da Urbana terão seu dia de trabalho paralisado para que procurem os locais de vacinação. No caso dos funcionários da limpeza pública, Palácio dos Esportes e Ginásio Nélio Dias. A coleta domiciliar não será prejudicada.

“Em 5 de maio solicitamos ao secretário George Antunes vacina para os nossos garis da Urbana e das terceirizadas. Agora chegou a hora de imunizar os que fazem o importante serviço de limpeza da cidade”, disse o presidente da Urbana, Joseíldes Medeiros.

Os garis das terceirizadas serão imunizados no decorrer dos próximos dias, ação planejada com as empresas terceirizadas, para que não haja aglomeração nos locais de vacinação.

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SAÚDE: SAIBA O SIGNIFICADO DAS CORES DO SEU COCÔ, POR SAMUEL DALLE LASTE

Na última publicação da coluna SAÚDE postamos um vídeo onde o Dr. Samuel Dalle Laste falou sobre o formato das fezes e o que isso pode dizer sobre sua saúde. No vídeo desta quinta-feira ele continua falando sobre cocô, mas dessa vez sobre as suas cores e o que elas significam. Então, não saia dai, assista ao vídeo e fique por dentro da sua saúde! 

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ESPORTE-SAÚDE: QUEIROGA NÃO VÊ RISCOS EM REALIZAR COPA AMÉRICA NO BRASIL

Queiroga diz que não vê ‘risco adicional’ na realização da Copa América

Ministro da Saúde afirmou que outros eventos esportivos acontecem no Brasil e que não houve ‘sequer um caso de contaminação em campo’

Rafaela Lara, da CNN, em São Paulo

07 de junho de 2021 às 09:5

Ministro da Saúde, Marcelo Queiroga, na Câmara dos DeputadosMinistro da Saúde, Marcelo Queiroga, na Câmara dos Deputados Foto: Reprodução / CNN

O ministro da Saúde, Marcelo Queiroga, afirmou nesta segunda-feira (7) que não vê “risco adicional” na realização da Copa América no Brasil. O país foi anunciado como sede do campeonato pela Conmebol e confirmado pelo ministro-chefe da Casa Civil, Luiz Eduardo Ramos, na última terça-feira(1º).

Segundo Queiroga, o país recebeu outros eventos esportivos como o Campeonato Brasileiro que “ocorreu normalmente, com várias partidas, não houve sequer um caso de contaminação no campo.”

De acordo com o governo federal, a Copa América acontecerá em quatro estados a partir de 13 de junho – Brasília, Rio de Janeiro, Mato Grosso do Sul e Goiás. Para o ministro da Saúde, há um controle sanitário no Brasil que permite o monitoramento de casos da Covid-19 enquanto o evento acontece.

“As pessoas estão entrando no país seguindo as regras, com exames de RT-PCR. Com controle sanitário adequado, eu não vejo um risco adicional em função dessa competição. A vigilância em saúde existe. Os protocolos sanitários da CBF são validados por especialistas.”

Para Queiroga, não cabe ao ministério proibir o evento. “A prática de esportes não está proibida. A Copa América é um evento privado. Não compete ao Ministério da Saúde autorizar ou não.”

Reconvocação na CPI da Pandemia

O ministro da Saúde voltará a falar aos senadores da CPI da Pandemia nesta terça-feira (8). Ele foi reconvocado e deve prestar esclarecimentos sobre explicar contradições e sanar dúvidas dos membros da comissão a partir das declarações de outros depoentes já ouvidos.

“Eu retorno à CPI sem problemas. Os senadores são pessoas que têm um grande espírito público e acreditamos que querem buscar o melhor cenário para o nosso país”, disse Queiroga na manhã desta segunda-feira.

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SAÚDE: A PSIQUIATRIA NUTRICIONAL ESTUDA O IMPACTO DOS ALIMENTOS EM DOENÇAS TÃO COMPLEXAS COMO AS DA MENTE

Estudos confirmam a influência positiva de certos alimentos em doenças da mente, como depressão

Foto: iStock/Getty Images

Depois de um dia difícil, vem a deliciosa compensação com um bom prato de macarrão, o hambúrguer suculento ou o sorvete mergulhado em calda. Quem nunca fez isso? Tentar minimizar sentimentos e experiências ruins com comida recheada de gordura e açúcar é uma necessidade identificada desde sempre. Já na pré-história, os alimentos mais calóricos, que proporcionassem estoque de energia por mais tempo, eram escolhidos por homens e mulheres para se defender das agruras cotidianas.

Em fascinante processo de evolução, o cérebro então se condicionou a preferir pratos mais gordurosos ou açucarados diante de adversidades. A novidade: estudos recentes revelam que o tipo de comida que induz ao bem-estar, no avesso da tristeza, pode ser de outra família, bem menos apetitosa. Surtiram efeito positivo, em cuidadosas pesquisas, os frutos do mar, vegetais, feijão e leite fermentado (veja no quadro). Funcionam porque são ricos em nutrientes, naturalmente mais balanceados.

A descoberta resulta de uma área emergente da medicina batizada de “psiquiatria nutricional”. Ela estuda fartamente o impacto dos alimentos em doenças tão complexas como as da mente. Uma das maiores pesquisas já feitas, conduzida com 12 000 homens e mulheres ao longo de dois anos e publicada no American Journal of Public Health, mostrou que as pessoas afeitas a aumentar as porções de frutas e vegetais consumidos relataram ser mais felizes e satisfeitas com a vida, em relação às que não interferiram na dieta original. A explicação está na presença abundante de compostos específicos nesses alimentos, como vitaminas e minerais. Eles agem, basicamente, protegendo as células do efeito da oxidação. Entre as doenças mais influenciadas estão a depressão, a ansiedade e o stress crônico. Eles também têm mostrado capacidade de reduzir os danos causados pelo encolhimento cerebral, um mecanismo natural do passar da idade que pode levar a perda de memória e Alzheimer.

Foto: Arte/Veja

Uma das descobertas mais fascinantes está no papel protetor dos lactobacilos, bactérias saudáveis contidas em leites fermentados e alguns iogurtes. Esses microrganismos ajudam a equilibrar a flora intestinal, onde ocorre uma farta produção de serotonina, a molécula que nos leva ao estado de bem-estar. Um estudo feito no Centro de Saúde Mental, em Xangai, na China, mostrou a ligação de doenças psiquiátricas com o desequilíbrio do trato digestivo — que pode ser regulado com lactobacilos. Em 21 trabalhos analisados, os pesquisadores verificaram que o composto impactou positivamente em sintomas de ansiedade. Os efeitos foram vistos depois de doze semanas de consumo.

“Muito em breve será comum o paciente sair do consultório com uma dieta específica para a mente, assim como hoje já se faz com regimes para a saúde do coração, ossos e o emagrecimento”, diz Antônio Carlos do Nascimento, doutor em endocrinologia pela Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo e membro da Sociedade Americana de Endocrinologia. Houve um tempo em que a busca por se afastar dos prazeres da mesa, atrelada a dietas, impunha comer com os olhos. Agora, a ideia é comer com o cérebro.

Fonte: Blog do BG

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SAÚDE: ESPECTROFOTOMETRIA, UM MÉTODO NÃO INVASIVO E CONFORTÁVEL E RÁPIDO DE AVALIAR A SUA SAÚDE

A nossa coluna SAÚDE desta quinta-feira tem uma novidade incrível na área de diagnósticos. O Dr. Edmond Saab Junior nos apresenta a Espectrofotometria, um método analítico quantitativo capaz de avaliar sua saúde em Instantes. É um procedimento revolucionário por se tratar de um procedimento confortável e NÃO INVASIVO. Então convido você a assistir ao vídeo a seguir e conhecer esse novo método de avaliação da sua saúde. 

Fonte:

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SAÚDE: MAIS DA METADE DOS BRASILEIROS ESTÁ DORMINDO MAL

Oito mudanças de hábito que ajudam a dormir melhor

Mais da metade da população brasileira está dormindo mal durante a pandemia, segundo estudo. Algumas mudanças na rotina podem ajudar a resolver o problema

Fabiana Gonçalves, colaboração para a CNN23 de maio de 2021 às 04:30
A insônia, a perambulação noturna e a sonolência diurna são comuns em pessoas coMais da metade dos brasileiros está dormindo mal durante a pandemia, segundo pesquisa do Instituto do Sono

pandemia está tirando o sono dos brasileiros. Literalmente. Além de trocar a cama pelo computador ou pela televisão e se deitar mais tarde, as pessoas estão demorando mais para conseguir dormir e acordando diversas vezes durante a noite, desde que o coronavírus chegou ao país.

Esses são os dados preliminares de uma pesquisa realizada pelo Instituto do Sono e pela Associação Fundo de Incentivo à Pesquisa (AFIP) sobre os efeitos do isolamento físico causados pela pandemia de Covid-19 no padrão de sono.

Das 1.600 pessoas de 24 estados que responderam questionários online (entre 5 de junho de 2020 a 19 de julho de 2020), 55,1% disseram que passaram a dormir mal nesse período.

As razões para essa percepção do sono ruim são as mudanças de rotina impostas pela pandemia e as preocupações derivadas dela, segundo Sergio Brasil Tufik, médico neurorradiologista pela Faculdade de Medicina da USP e coordenador da pesquisa. “Muitos nem estão saindo de casa, perderam o emprego e a renda. Além disso, houve maior tempo de exposição às telas”, afirma.

Apesar de estarem dormindo mal, os brasileiros não estão dormindo menos horas. A pesquisa apontou uma média de 7 horas e oito minutos de sono. O número está dentro das recomendações da National Sleep Fundation (Fundação Nacional do Sono) dos Estados Unidos e da Organização Mundial da Saúde (OMS), que é entre 7h e 9h para a população adulta entre 18 e 64 anos (Veja quadro).

Fonte: CNN
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SAÚDE: A VITAMINA D TAMBÉM PROTEGE VOCÊ DO CÂNCER

Nesta quinta-feira o Dr, Menelau dá uma verdadeira aula, pra ninguém botar defeito, aqui na nossa coluna SAÚDE sobre a Vitamina D e focando nas suas propriedades anticâncer. Nesse vídeo ele ensina como se manter em dia com esta vitamina tão essencial. Por isso você não pode deixar de assistir o vídeo a seguir!

Fonte:

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SAÚDE: APLICAÇÃO DA VACINA ASTRAZENECA EM GRÁVIDAS NO RN FOI SUSPENSA APÓS RECOMENDAÇÕES DA ANVISA

Por Fernanda Zauli, G1 RN

 

Coordenadora de Vigilância em Saúde explica suspensão do uso da Astrazeneca em grávidas

Coordenadora de Vigilância em Saúde explica suspensão do uso da Astrazeneca em grávidas

A Secretaria Estadual de Saúde do Rio Grande do Norte (Sesap) suspendeu nesta terça-feira (11) a aplicação da vacina contra a Covid-19 da AstraZeneca em grávidas. A decisão foi tomada após a Agência de Vigilância Sanitária (Anvisa) recomendar na noite da segunda-feira (10) a suspensão imediata da aplicação do imunizante em grávidas.

A vacinação segue para puérperas com comorbidades, que são mulheres que deram à luz há 45 dias.

O texto da nota emitida pela Anvisa diz que a orientação é que “seja seguida pelo Programa Nacional de Imunização (PNI) a indicação da bula da vacina AstraZeneca e que a orientação é resultado do monitoramento de eventos adversos feito de forma constante sobre as vacinas Covid em uso no país”.

A Anvisa, no entanto, não relatou nenhum evento adverso ocorrido em grávidas no Brasil.

No Rio Grande do Norte as grávidas com comorbidades estavam sendo vacinadas apenas com o imunizante Astrazeneca. A vacina da Pfizer é aplicada apenas em Natal e não foi disponibilizada para esse público. Já a Coronavac está sendo aplicada apenas para 2ª dose por causa da escassez do imunizante.

As grávidas sem comorbidades ainda não entraram no grupo prioritário no Rio Grande do Norte.

A Secretaria Estadual de Saúde informou que aguarda uma orientação do Ministério da Saúde sobre a retomada vacinação de grávidas.

A coordenadora em Vigilância em Saúde da Sesap, Kelly Lima, explicou que a grávida que já tomou a primeira dose da Astrazeneca pode tomar a segunda dose. “Essa mulher, grávida, que já tomou a primeira dose e não teve nenhuma reação adversa deve, sim, completar o esquema vacinal e tomar a segunda dose”, disse.

Fonte: G1 RN
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