REFLEXÃO: O QUE A VIDA ESTÁ TENTANDO LHE ENSINAR?

Um texto muito inspirador sobre um questionamento que todos nós deveríamos fazer em alguns momentos de nossas vidas é o destaque desta sexta-feira, aqui na coluna REFLEXÃO: O que a vida está tentando me ensinar? Essa é a pergunta que todos deveríamos fazer quando estivermos numa situação de delicada, precisando tomar uma decisão muito séria. Ao ler o sábio texto a seguir você entenderá a importância dessa REFLEXÃO.

Quando doer, observe. A vida está tentando ensinar-lhe algo!

O que a vida está tentando me ensinar

A oportunidade que se perdeu é o título de um artigo do jornalista Roberto Pompeu de Toledo, publicado em um periódico de grande circulação nacional.

O ensaio versa sobre como está o Mundo depois dos ataques terroristas de 11 de setembro de 2001, e apresenta uma visão muito interessante que se inicia através das seguintes palavras:

As mortes, a dor, o medo e o luto não esgotam o assunto. Não bastasse isso, não bastasse a barbárie levada a limites impensáveis, o 11 de setembro deixou outro legado desastroso: o da oportunidade perdida.

No dia 12 de setembro de 2001, junto com o pânico, com o choro, com os trabalhos de resgate entre os escombros das torres gêmeas e a busca de culpados, misturada a esses elementos, raiava uma esperança.

Aquele terrível evento poderia ser o ponto de partida para um mundo mais amigo.

Era hora de agir em favor de um mundo menos conflitante e menos injusto. De congregar as nações em busca de soluções que tornassem o planeta Terra um lugar menos perigoso de se viver.

E assim o autor continua, lembrando depois tudo que poderia já estar diferente no Mundo e ainda não está, por muitos líderes não terem percebido que uma grande oportunidade estava sendo concedida ao Mundo.

A de recomeçar.

E como toda a transformação do Mundo passa primeiro pela nossa própria, esta é uma lição que podemos aplicar também em nossas vidas, através de uma visão diferente sobre o sofrimento que nos alcança.

Toda dor que surge em nossa vida é uma oportunidade grandiosa que recebemos. A oportunidade de amadurecer, de crescer, de reescrever nossas histórias, de recomeçar.

Imaginemos a vida nos dizendo: Pare um pouco, pense, reflita, recomece…

Um acontecimento desagradável; um flagelo destruidor; uma enfermidade; a partida de alguém; são chances que a vida nos dá para aprendermos lições preciosas.

Aquele de nós que tivesse o equilíbrio de perguntar: O que a vida está tentando me ensinar? – quando atingido por qualquer tipo de sofrimento, e conseguisse perceber as razões profundas dessas experiências, passaria a viver sem medos.

E com uma consciência espiritual fabulosa sobre as coisas deste Mundo.

A todo momento a existência está nos guiando sem percebermos.

A todo instante a vida ensina.

Constantemente a vida fala conosco, nos mostra caminhos, respostas, conseqüências.

Cabe-nos desenvolver a habilidade de escutar, de perceber em todos os níveis. Do sensorial, passando pelo racional, até o intuitivo, o que nos está sendo ministrado.

A revolta, a indignação e a vingança apenas complicam qualquer problema, enquanto a compreensão e resignação colocam-nos no caminho de resolvê-lo por completo.

Francisco de Assis sempre se referia à dor como sua irmãzinha querida, porque sabia do seu poder e utilidade.

Paulo de Tarso sempre se referia, em suas cartas, aos aguilhões que o machucavam e o faziam sofrer.

Como Francisco de Assis, ele também entendia sua dor, e dizia, inspirado:

Transbordo de júbilo no meio de todas as minhas atribulações.

* * *

A vida nos oferece oportunidades constantemente.

Será extremamente sábio aquele que conseguir perceber esses convites, essas lições, e extrair delas as forças para as mudanças necessárias.

Faça este exercício toda vez que um momento de crise se apresentar.

Troque a reclamação, a indignação e o desapontamento pelo questionamento:

O que a vida está tentando me ensinar??

Redação do Momento Espírita com base no artigo de Roberto Pompeu de Toledo, publicado na revista Veja, de 18 de setembro de 2002, no artigo intitulado O significado do sofrimento, de Sergito de Souza Cavalcanti, extraído do site www.espirito.org.br e no cap. 7, versículo 4 da II epístola de Paulo de Tarso aos Coríntios

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REFLEXÃO: UMA AUTO AVALIAÇÃO – A PESSOA DIANTE DO ESPELHO, POR CAMILA ZEN

A nossa REFLEXÃO desta quarta-feira é sobre AUTO AVALIAÇÃO. É sobre você se colocar diante do espelho. A Camila Zen nos faz refletir através de uma parábola. Num mundo que espera a mudança nas outras pessoas, na sociedade, no país, essa parábola nos convida a observar a pessoa no espelho, e fazer uma auto avaliação importantíssima pra que a gente consiga ter a mudança que tanto esperamos no mundo. Portanto, não perca essa chance de expandir um pouco mais a sua consciência!

Fonte:

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REFLEXÃO: ATRAVÉS DA PRESENÇA E DA ACEITAÇÃO VOCÊ ALCANÇA A LIBERDADE

O texto a seguir, aqui na coluna REFLEXÃO desta terça-feira nos diz que devemos viver sob a égide da Presença e da Aceitação. Presença, pois quando vivemos plenamente no agora, como se não existisse passado ou futuro, encontramos a paz. Aceitação, já que de nada adianta negar o que não podemos controlar e quando agimos assim conseguimos nos libertar. Ao ler o texto completo a seguir você poderá refletir e chegar as suas conclusões!

Liberte-se

 em 

 

Suponho que todos concordem que estamos vivendo experiências inusitadas. Não há como discordar de que é mesmo uma fase de transformação, de evolução. Muitas vezes nos sentimos atordoados com os acontecimentos e somos, frequentemente, bombardeados por informações (nem sempre confiáveis) que podem nos tirar o equilíbrio. No texto que segue, Patricia Gebrim nos relembra a importância de nos libertar do externo e fazermos valer o que realmente tem valor.

“Às vezes a vida em que estamos inseridos se torna tão impactante que acabamos sendo absorvidos por ela. De repente parece que aquilo é tudo o que existe. As notícias na TV, as conversas das pessoas próximas, tudo vai ficando sombrio e o medo nos engole. Como sair disso?Qual é o antídoto? Eu aposto numa dupla muito poderosa:  presença e aceitação.

Presença, pois quando vivemos plenamente no agora, como se não existisse passado ou futuro, encontramos a paz. Respirar no presente permite que vivamos os pequenos presentes do dia a dia. A beleza do pôr do sol, a delicadeza do canto de um pássaro, a suavidade de uma flor. Viver o agora permite que não fiquemos aprisionados no medo do que virá. Não criamos expectativas. A ansiedade se dissolve. Não significa negar o que está acontecendo, e sim nos abstermos a fazer o que o momento nos pede, a dar o nosso melhor a esse momento. De melhor em melhor, criamos o melhor futuro, acreditem.

Aceitação, pois de nada adianta negar o que não podemos controlar. Há uma sabedoria imensa em aceitar o momento presente como uma fonte de evolução. Aceitar faz com que poupemos energia, uma energia que precisamos empregar em dar nosso melhor. Não aceitar o que não podemos controlar nos leva a lutas inúteis. Aceitar e aprender nos liberta. Na  aceitação plena deste momento como necessário, desbloqueamos nossas capacidades intuitivas e nossa imensa força criativa, tão necessária para elevar a todos nós.

Sinta estas palavras, e se puder, viva plenamente as pequenas belezas da sua vida, mesmo quando tudo parece tão sombrio. Expresse seu verdadeiro ser, sua essência. Liberte-se. Viva de dentro para fora, onde ninguém jamais pode calar sua voz ou cortar suas asas.”

Luz e Paz!

Fonte: Sabedoria Universal

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REFLEXÃO: A PUNIÇÃO CABE DENTRO DA EDUCAÇÃO NOS DIAS DE HOJE?

O texto a seguir para nossa REFLEXÃO é sobre Punir e Educar. Com educar os nossos filhos de forma que seja na medida certa, sem excessos nem omissões? Não é fácil educar e talvez seja a mais difícil das missões, justamente porque cada ser humano é único e reage de inúmeras formas diferentes a uma determinada ação. O exemplo do texto a seguir é emblemático e pode ajudar você a agir da maneira certa e eficaz na educação do seu filho ou filha. Portanto, leia, reflita e faça o seu juízo de valor!

Punir e recompensar não é verdadeiramente educar | UNINTER NOTÍCIAS

Punir e educar

Quando o telefone tocou Santiago não poderia imaginar a notícia que lhe seria dada.

“Senhor Santiago?” – perguntou uma voz severa.

“Sim.” – respondeu apreensivo.

“Sou o delegado Lima.

Seu filho Fábio foi preso em flagrante, minutos atrás, quando furtava um CD de uma loja em um Shopping.”

Embora o delegado continuasse falando, nada mais foi registrado por Santiago.

O choque da notícia atingiu-o como um violento soco.

Ficou calado, segurando o telefone mesmo depois do término da ligação.

Não podia crer naquilo.

“Por quê?” – perguntava a si mesmo.

Enquanto dirigia-se para a delegacia onde estava detido o filho, pensava nos sacrifícios que fizera ao longo dos anos para oferecer à família conforto e bem-estar.

Longas e extenuantes jornadas de trabalho.

Anos e anos sem férias.

Economias e empréstimos bancários para garantir aos filhos tudo que lhes era essencial e necessário para crescerem fortes e felizes.

Não podia lhes dar tudo o que queriam, mas fazia o possível para oferecer-lhes tudo o que precisavam.

Priorizava a saúde e a educação dos pequenos.

Tratava-os com amor e com atenção, mesmo quando chegava tarde do trabalho e os encontrava às turras e fazendo manhas.

Sabia que não era um pai perfeito.

Reconhecia em si mesmo defeitos e vícios, mas não conseguia encontrar justificativa para a atitude do filho.

Por que Fábio teria feito aquilo?

Sentia-se mortificado de vergonha.

Seu filho, um ladrão!

Onde teriam ido parar os ensinamentos e os valores que acreditara ter incutido na cabeça daquele menino?

A dor inicial foi cedendo lugar à ira, e quando Santiago chegou à delegacia e foi levado à presença do filho não se conteve.

Sem dizer nenhuma palavra esbofeteou a face do rapaz na frente dos policiais que ali estavam.

Fábio não reagiu, nem disse nada.

Lágrimas escorreram pelo seu rosto.

Depois dos procedimentos burocráticos inevitáveis, o rapaz foi liberado e eles partiram silenciosos para casa.

Durante o trajeto nada foi dito.

Na realidade, Santiago estava arrependido pela sua reação brutal, mas não conseguia encontrar uma forma de contornar a situação.

Fábio, por sua vez, estava envergonhado e sentia-se a última das criaturas.

Acreditava não ser merecedor nem mesmo do perdão do pai pelo seu gesto impensado.

Quando chegou em casa, Fábio trancou-se no quarto.

Santiago largou seu corpo no sofá, pesadamente.

Levou alguns instantes para dar-se conta da urgente necessidade de conversar com o filho.

Tomado por um impulso, correu até o quarto de Fábio e, como ele não respondia aos seus chamados, arrombou a porta.

Graças à providência divina, chegou a tempo de evitar uma tragédia ainda maior.

A severa punição que infligira publicamente ao filho, e que agora atormentava a sua própria consciência, estimulara o desequilibrado rapaz a buscar a fuga da vida pelas vias equivocadas do suicídio.

Jamais puna quando estiver irado.

Nos momentos de raiva somos capazes de ferir até mesmo as pessoas que amamos.

A melhor forma de educar é fazer com que crianças e jovens repensem suas atitudes e aprendam com os próprios erros.

Pense nisso!

Equipe de Redação do Momento Espírita, com base no capítulo 4 do livro Pais Brilhantes Professores Fascinantes, de Augusto Cury, Ed. Sextante, 10ª edição.

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REFLEXÃO: A SUA REALIDADE É FRUTO DAS SUAS DECISÕES

Partindo do princípio que você é 100% responsável pela sua realidade, podemos concluir que a sua realidade é fruto das suas decisões. Na edição deste domingo, aqui na coluna REFLEXÃO, cujo título é “Decisões” você terá a oportunidade de confirmar essa máxima e de repente transformar a sua realidade para muito melhor. Então, convido você a ler o texto completo a seguir. 

Saiba como tomar decisões de alto risco

Decisões

A nossa existência pode ser comparada a imenso mapa sobre o qual nos movimentamos, e onde a todo instante tomamos decisões sobre o rumo que vamos seguir.

Nesse caminhar, as opções são inúmeras. Existem os atalhos, precipícios, atoleiros, cipoais, rios caudalosos, campos floridos.

E, conforme a nossa decisão, teremos as consequências correspondentes.

Existem pessoas que, antes de se movimentarem, traçam com cuidado o seu trajeto. Estendem a visão mental e abrangem todo o percurso que vão percorrer, para evitar surpresas desagradáveis.

Essas dificilmente se enroscam nos espinheiros ou ficam presas em areias movediças. E geralmente superam com facilidade os obstáculos do caminho.

São indivíduos visionários. Ao estender o olhar para além do que as vistas alcançam, estabelecem com acerto o melhor trajeto e as melhores estratégias para alcançar seu destino.

Mas existem pessoas que andam às voltas com os obstáculos que não enxergam, embora estejam a poucos metros de distância.

São criaturas que não têm visão. Não programam suas atividades e por isso sofrem e fazem os outros perderem tempo com suas trapalhadas.

É a dona de casa que decide fazer um bolo e, só depois que já está com as mãos na massa verifica que faltam alguns ingredientes.

Se antes de começar tivesse checado se dispunha dos ingredientes necessários, teria um sofrimento a menos.

A falta de visão também causa estresse e problemas no trânsito.

É o motorista que dirige como se estivesse no quintal da sua casa; não percebe os sinais de trânsito, semáforos, pedestres e outros tantos motoristas que dependem de suas ações para tomar decisões.

Esse tipo causa sérios problemas, pois além de colocar a própria vida em risco, também é um perigo para os outros.

Não usa as setas adequadamente, entra na contramão, pára em local proibido, e geralmente causa confusão e acidentes na via pública.

Pessoas assim são como toupeiras, esses animaizinhos que cavam túneis sob o chão e não têm nenhuma noção de para onde estão indo, pois são praticamente cegos.

Já as pessoas visionárias são como águias. Voam alto e, antes de mergulhar para apanhar seu alimento, buscam uma visão panorâmica do terreno e dificilmente erram o alvo.

É assim que vamos encontrar no meio em que nos movimentamos, pessoas águias e pessoas toupeiras.

A falta de visão tem infelicitado muitas criaturas, pois quando estas se deparam com os obstáculos imprevistos do caminho, se desesperam e perdem o rumo.

Isto se pode constatar diariamente, tanto nos círculos de pessoas comuns quanto nos círculos de pessoas públicas, ambiciosas, cuja cegueira não lhes permite ver que a ganância e o crime sempre conduzem ao lodo.

São livres decisões provocando conseqüências inevitáveis…

Um falso movimento, uma falta de visão, e podemos entrar por caminhos de difícil retorno…

Por essa razão, vale pensar bem antes de iniciar a caminhada. Vale a pena se perguntar: “Aonde eu quero chegar?

Que caminho tomarei: o mais fácil ou o correto?

Terei a meu favor os bons ventos da honestidade e da dignidade?”

Pense que as intenções são decisivas para as consequências.

E como reclamar das consequências infelizes, senão de nós mesmos, que não tivemos a devida atenção antes de dar os primeiros passos?

Se você tem encontrado muitos obstáculos, e suas ações resultam sempre em sofrimento para você ou para os que o rodeiam, vale pensar um pouco mais antes de decidir.

Por mais que a pressa tente fazer com que você decida sem planejar, detenha-se um instante e lembre-se que a pressa não é boa conselheira, principalmente quando atropela.

Se a providência requer urgência, menos apressada deve ser.

Portanto, já que caminhar é nossa rotina constante, dedicar um tempo para analisar o roteiro mais seguro, é questão de sabedoria.

Afinal, alguns minutos dedicados ao planejamento da rota podem evitar muito tempo de sofrimento e dissabores.

Pense nisso, e lembre-se de que o Universo se mantém em harmonia porque tem a governá-lo um olhar soberanamente abrangente e infinitamente sábio.

Redação do Momento Espírita

Fonte: Momento de Reflexão

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REFLEXÃO: APRENDENDO A LIDAR COM O INESPERADO, POR EDGAR MORIN

Selecionei um texto muito interessante, de uma sabedoria incrível, do grande pensador francês Edgar Morin, onde do alto dos seus 99 anos nos ensina como lidar com o inesperado superando todos os obstáculos e para encarar tempos tenebrosos de expansão totalitária e covid-19. Por isso convido você a ler esse texto de grande profundidade, refletir e fazer o seu juízo de valor!

Nos seus 99 anos, o pensador francês *Edgar Morin* concedeu uma entrevista.
Eis alguns trechos, selecionados por Rosa Freire d’Aguiar:
“Surpreendi-me com a pandemia mas em minha vida estou habituado a ver chegar o inesperado. A chegada de Hitler foi inesperada para todos. O pacto germano-soviético foi inesperado e inacreditável. O início da guerra da Argélia foi inesperado. Eu só vivi pelo inesperado e pelo hábito com crises. Nesse sentido, estou vivendo uma crise nova, enorme, mas que tem todas as caraterísticas da crise. Isto é, de um lado suscita a imaginação criativa e, de outro, suscita medos e regressões mentais. Buscamos todos a salvação providencial, só que não sabemos como.
É preciso aprender que na história o inesperado acontece, e acontecerá de novo. Pensamos viver certezas, com estatísticas, previsões, e com a ideia de que tudo era estável, quando já tudo começava a entrar em crise. Não nos demos conta. Precisamos aprender a viver com a incerteza, isto é, ter a coragem de enfrentar, de estar pronto para resistir às forças negativas.
A crise nos torna mais loucos e mais sábios. Uma coisa e outra. Grande parte das pessoas perde a cabeça e outras tornam-se mais lúcidas. A crise favorece as forças mais contrárias. Desejo que sejam as forças criativas, as forças lúcidas e as que buscam um novo caminho, aquelas a se imporem,  embora ainda sejam muito dispersas e fracas. Com razão podemos nos indignar mas não devemos nos trancar na indignação.
Há algo que esquecemos: há vinte anos começou um processo de degradação no mundo. A crise da democracia não é apenas na América Latina, mas também nos países europeus. A dominação do lucro ilimitado que controla tudo está em todos os países. Idem a crise ecológica. O espírito deve enfrentar as crises para dominá-las e superá-las. Do contrário somos suas vítimas.
Vemos hoje instalarem-se os elementos de um totalitarismo. Este, não tem mais nada a ver com o do século passado. Mas temos todos os meios de vigilância a partir de drones, de celulares, de reconhecimento facial. Existem todos os meios para surgir um totalitarismo de vigilância. O problema é impedir que esses elementos se reúnam para criar uma sociedade totalitária e invisível para nós.
Às vésperas dos 100 anos, o que posso desejar? Eu desejo força, coragem e lucidez. Precisamos viver em pequenos oásis de vida e de fraternidade.”
Fonte: Entrevista completa – Instituto Humanitas Unisinos
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REFLEXÃO: APRENDENDO A RESSIGNIFICAR O QUE PASSOU PARA VIVER UM FUTURO TRANSFORMADOR

Ressignificar é, antes de mais nada, REFLEXÃO. É para pensar, enxergar e encarar os erros e fraquezas, ter coragem de admiti-los, se perdoar, fazer a devida correção de rumo e seguir em frente com a consciência ampliada, expandida, buscando a transformação e a sua melhor versão. Dai a importância da leitura do texto a seguir. Vai ajudar a abrir sua mente para viver um 2021 realmente transformador!

Ressignificar 2020 para viver um 2021 transformador

Número 2021 escrito na areia. Marcas de pés estão abaixo, seguidos por água de mar.
Kirill Ryzhov / 123RF

Oano de 2020 realmente ficará marcado como um ano de sobrevivência para a espécie humana. Foi um ano de perdas, construções e readaptações. O novo normal está aqui. Foram experiências boas e ruins que não iremos jamais esquecer. E é por isso que temos que ressignificar.

Quando digo ressignificar as experiências, peço aos leitores que deem um novo significado às nossas experiências. Isso serve para que possamos observar o que aconteceu sob outra perspectiva. Utilizando essa ressignificação, o que nos causa tristeza, sob outra perspectiva, pode se transformar em algo de extrema reflexão e aprendizagem, podendo ser transformado inclusive em alegria.

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É essa ressignificação que nos dá coragem para começar uma grande mudança. Dia após dia vamos nos reconstruindo e superando as adversidades.

Ressignificar nunca foi tão importante para nossa evolução como nos tempos em que estamos vivendo. É essa atitude que nos torna sobreviventes, pois é ela que nos cria esperança.

Mão estendida sobre paisagem de oceano.
Lukas / Pexels

Você pode escolher ser aquela pessoa que se prende em sentimentos ruins, que se perde na queixa, na resignação, nas lamúrias, não tendo tempo portanto de levantar asas para voo; ou pode simplesmente utilizar todas as experiências, sejam lá quais forem, porém sendo ressignificadas como parte do processo de metamorfose.

Que tenhamos coragem para explorar a nós mesmos, para encontrar um sentido que nos faça ancorar a vida com mais motivação em nossas profundezas. Que a resiliência seja a palavra-chave para todo o processo de ressignificação da sociedade.

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Sobrevivemos. E seguimos em frente. Vamos nos valorizar e curtir cada momento, pois esse é único. Que venha 2021.

Fernanda Colli
Escrito por Fernanda Colli
Fonte: Eu Sem Fronteiras
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REFLEXÃO: DESCUBRIR O REAL TAMANHO DO SEU PROBLEMA PODE SER A CHAVE PARA UMA VIDA SAUDÁVEL

Nesta quinta-feira, aqui na coluna REFLEXÃO a especialista em Yoga e Meditação Camila Zen nos ensina como medir o tamanho do nosso problema, algo que só você pode fazer. E isso deve ser feito o quanto antes, já que pode ser a chave pra viver uma vida com menos ansiedade e estresse. Então lhe convido a assistir o vídeo completo a seguir e conferir esse aprendizado!

Fonte:

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REFLEXÃO: O DESPERTAR DA CONSCIÊNCIA COMEÇA COM A NOSSA INTERIORIZAÇÃO

Nesta terça-feira tenho o prazer de publicar, aqui na coluna REFLEXÃO um texto que vai levar você a uma verdadeira viagem ao seu interior. É um daqueles textos que, ao lermos, não há como não nos sensibilizarmos e embarcarmos nessa viagem de interiorização para entrarmos em consonância com a nossa alma e sendo assim, também não como não voltarmos dessa viagem diferentes, mudados, evoluídos e crescidos. Então lhe convido a embarcar nessa nave alegórica e experimentar essa deliciosa viagem!

Desejo à você …

 em 

 

Hoje venho compartilhar com vocês este lindo texto, de autoria desconhecida, que mais parece uma prece nos trazendo vibrações de amor.

“Que seja doce o teu olhar, e que teus olhos reconheçam a beleza além das externas aparências. Que sejam fortes os teus ombros, que erguem a tua face rumo ao horizonte, enquanto tu amparas quem de ti necessita.

Que sejam gentis as tuas mãos, servindo aos pequenos detalhes, porém necessários à completude. Que sejam fáceis os teus sorrisos, contagiando sem esforços, aqueles ao teu redor. Que sejam elevadas as tuas palavras, ao ressaltarem o que há de mais nobre, belo e edificante nos diferentes cenários.

Que seja sábio e virtuoso o teu silêncio enquanto lapidas, cuidadosamente, o teu mundo interior. Que a tua alma seja a expressão do teu divino espírito, expandindo-se por toda a Vida e além dela. Que sejam eternos os teus momentos na impermanência deste agora e que o passado, o presente e o futuro possam coexistir, harmoniosamente, em teu coração.

Que seja profundo o teu sentir e intenso o teu existencial amor. E que nada te afaste de ti, mas que tudo te inspire a continuar, pois não há maior motivação que a Vida em si mesma. Você é a vida em constante experimentação. Uma alma eterna que relembra, a cada dia, de sua divina essência ao se reconhecer no reflexo da Criação. E lembre-se: a beleza é parte integrante da sua alma, assim como você é uma parte indissociável do Universo. Muita honra e completude à todos nós.”

Luz e Paz!

Fonte: Sabedoria Universal

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REFLEXÃO: A DIFERENÇA ENTRE O ESSENCIAL E O FUNDAMENTAL POR MARIO SERGIO CORTELLA

Confesso que estou até agora refletindo sobre o a essência que do texto a seguir. Fiquei impressionado como uma REFLEXÃO pode nos deixar atônitos desta forma. O essencial e o fundamental é o tema da REFLEXÃO desta quinta-feira, aqui na coluna REFLEXÃO, que você não pode deixar de ler. Então, leia, reflita e faça o seu juízo de valor!

O essencial e o fundamental

 em 

 

Mário Sérgio Cortella, durante uma entrevista, discorreu sobre o essencial e o fundamental. Compartilho um trecho que nos convida a refletir.

“Eu gosto muito da frase de Benjamin Disraeli : “A vida é muito curta para ser pequena” .

Imagino que por trás houvesse uma intenção muito forte dele de nos advertir sobre a necessidade, sem abandonarmos a procura daquilo que é fundamental, isto é, aquilo que é fundamento, que apoia a nossa condição de vida – que a gente em nome dele não deixe de lado de fato o essencial que é aquilo que faz com que a vida tenha sentido e muita gente esquece.

O fundamental na vida como eu digo sempre é como uma escada. Ninguém tem uma escada para ficar em cima dela mas para ir a algum lugar, mas muitos se contentam grudar na escada e não deixar ninguém usar, a pessoa imagina que se sobe sozinha e que, se é a dona da escada, tem a vida garantida, o que não é verdade, afinal de contas. Meu avô todos os dias me fazia duas perguntas. Uma tem a ver com a vida que é muito curta e outra, com o que é fundamental e essencial.

“Quais são seus planos para o futuro?”, perguntava. Fiz isso com meus filhos e hoje faço com meus netos, isso é não deixar que se acalmem com relação a pensar o futuro, não é viver o futuro agora porque isso conduz a um sofrimento pela impossibilidade, mas pensar nele como sendo o lugar onde a gente vai estar. A segunda pergunta diária dele era: “na vida, o que você vai querer, ser alguém ou ser o mais rico do cemitério?”. Isso impacta e nos faz pensar o quanto que o fundamental tem seu lugar mas não pode nem ser exclusivo e aquele que ocupa toda a nossa existência. O fundamental ajuda a chegar ao essencial mas ele, em si, não é. Numa lembrancinha de Natal, o que vale é ter lembrado, por isso, a lembrança.

O que será transportado na lembrança que é o objeto material é absolutamente secundário e neste sentido o mundo do essencial é primário, é aquilo que está na fonte. O fundamental é secundário.”

Luz e Paz!

Fonte: Sabedoria Universal

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