SEGUNDO MINISTÉRIO DA CIDADANIA MAIS DE 151 MIL INDÍGENAS RECEBERAM O AUXÍLIO EMERGENCIAL

151 mil indígenas receberam o auxílio Emergencial

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Segundo dados oficiais do Ministério da Cidadania, mais de 151 mil indígenas receberam o Auxílio Emergencial implementado pelo Governo Federal para garantir aos brasileiros uma renda mínima durante o período da pandemia.

O número corresponde aos índios cadastrados no Bolsa Família e no Cadastro Único para Programas Sociais do Governo Federal.

Ao todo mais de 66,1 milhões de pessoas foram beneficiadas.

A região Norte concentra o maior número de beneficiários indígenas, com 71.093 atendidos. Em seguida vêm as regiões Nordeste (39.020), Centro-Oeste (24.892), Sul (11.165) e Sudeste (4.896).

Ao todo, o Governo Federal já investiu R$ 233,5 milhões em repasses para a população indígena.

Fonte: Conexão Política

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POLÍTICAS PÚBLICAS: RAFAEL GRECA, PREFEITO DE CURITIBA DIZ QUE IRÁ REABRIR O COMÉRCIO A PARTIR DE SEXTA-FEIRA

Numa decisão baseada em parecer técnico-científico do Comitê de Técnica e Ética Médica de Curitiba, o prefeito de Curitiba, Rafael Greca, diz que reabrirá comércio e relaxará isolamento social a partir desta sexta-feira. Leia a reportagem completa e tire suas conclusões!

Prefeito de Curitiba diz que irá reabrir o comércio e relaxar isolamento a partir de sexta-feira (17)

A decisão do prefeito foi baseada em uma resolução do Comitê de Técnica e Ética Médica de Curitiba

Tiago Netto

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Imagem: Reprodução

A decisão do prefeito foi baseada em uma resolução do Comitê de Técnica e Ética Médica de Curitiba. A cidade tem 8 mortes por covid-19 e 358 casos confirmados.

No pedido, o prefeito solicitou também que todos os cidadãos usem máscaras e mantenham o distanciamento social com responsabilidade.

“Se o negócio for pequeno, coloca o balcão na porta, vende na porta. Se o negócio for grande, divide a área de circulação por 9m², com a distância de 3 metros para cada lado que impede que o vírus se aproxime de nós”, disse o prefeito.

Greca também pediu para que idosos, pessoas com baixa imunidade, com câncer, em algum tipo de tratamento ou até mesmo se recuperando de alguma doença, permaneçam em casa.

Colunista do Conexão Política. Brasileiro com muito orgulho e apaixonado por esta nação. Cristão.

Fonte: Conexão Política

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POLÍTICAS PÚBLICAS: UM DEBATE SOBRE OS PRÓS E CONTRAS DO ISOLAMENTO VERTICAL

Caro(a) leitor(a),

Em meio a uma infinidade de questionamentos e debates sobre as diversas formas de enfrentamento dessa pandemia mundial surge o mais novo debate lançado à sociedade pelo presidente Jair Bolsonaro: o isolamento vertical. Essa controversa política pública virou o foco das críticas e elogios dos maiores formadores de opinião atualmente em destaque no Brasil. Isso inclui, principalmente os especialistas da saúde que, em boa parte está condenado a forma como Bolsonaro quer a execução. Portanto leia o texto a seguir que analisa com imparcialidade os pró e os contra dessa política pública. 

REDAÇÃO GALILEU

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O que é o isolamento vertical e por que ele pode não funcionar ...Isolamento vertical propõe que apenas grupos de risco sejam isolados. Acima: pessoas atravessam esquina da Avenida Paulista em faixa de pedestres. (Foto: Jacek Dylag/Unsplash)

O pronunciamento feito pelo presidente Jair Bolsonaro na última terça-feira (24) sobre a pandemia de Covid-19 chamou atenção por diversos motivos. Além de comparar a doença causada pelo novo coronavírus com uma gripe comum, o governante contradisse as indicações dos especialistas a respeito do distanciamento social: segundo o presidente, a melhor forma de conter a doença sem prejudicar a economia é o chamado “isolamento vertical”.

Mas, afinal, o que é esse tal “isolamento vertical”?

Se no distanciamento social (ou “isolamento horizontal”) a ideia é restringir o contato entre as pessoas o máximo possível para impedir a transmissão da doença, no isolamento vertical, o foco são as pessoas com mais de 65 anos e aquelas que têm condições pré-existentes (o chamado “grupo de risco”), além dos já infectados, claro.

Quem defende essa alternativa acredita que o distanciamento social dessa parcela da população é suficiente. Ou seja, escolas, postos de trabalho e estabelecimentos comerciais podem continuar abertos — só não devem ser frequentados pelo grupo de risco.

David L. Katz, médico da Universidade Yale, nos Estados Unidos, defende em um artigo publicado no The New York Times que a medida também ajuda o sistema de saúde a focar na população que é especialmente vulnerável e a fornecer a essas pessoas os recursos necessários. “Esse foco em uma parcela muito menor da população permitiria que a maioria da sociedade voltasse à vida como de costume e talvez evitasse o colapso de vastos segmentos da economia”, escreveu Katz.

O médico acredita que, mesmo que outras pessoas fossem contaminadas, a grande maioria desenvolveria infecções leves por coronavírus, o que permitiria que os recursos médicos se concentrassem naqueles com casos realmente graves. “Uma vez que a população em geral fosse exposta e, se infectada, se recuperasse e ganhasse imunidade natural, o risco para os mais vulneráveis ​​cairia dramaticamente”, observou Katz. “Enquanto estivéssemos protegendo os verdadeiramente vulneráveis, uma sensação de calma poderia ser restaurada à sociedade.”

Entretanto, o especialista pondera que não existem estudos que corroborem essa hipótese — enquanto pesquisas demonstrando a eficácia do distanciamento social não param de ser publicadas.

De acordo com os cientistas que defendem a intervenção horizontal, o problema é simples: se pessoas que não fazem parte do grupo de risco contraírem a doença, o risco de transmitirem para alguém que de fato pertence ao grupo é alto. Isso porque muitos idosos vivem com pessoas mais jovens ou estão em constante contato com os netos, por exemplo.

Imagine uma criança cuja mãe trabalha em uma grande empresa. Ela leva o filho para a escola todas as manhãs e o busca no horário do almoço, deixando-o na casa dos avós para passar o resto do dia. A noite a tarefa de buscar a criança é do pai, que trabalha como vendedor, entrando em contato com diversas pessoas durante o dia. Se nesse ínterim qualquer membro da família tiver entrado em contato com alguém infectado, as chances de contaminarem os avós da criança, que fazem parte do grupo de risco, é muito alta.

E não é só isso. A ideia de que casos graves ocorrem apenas em maiores de 65 anos não é de todo correta. Segundo uma pesquisa do Centros de Controle e Prevenção de Doenças dos Estados Unidos (CDC), 47% dos casos mais graves de Covid-19 no país eram de pessoas com menos de 65 anos.

Para o infectologista Luis Fernando Aranha, da Sociedade Beneficente Israelita Brasileira Albert Einstein, os dois tipos de isolamento podem apresentar vantagens. “De maneira geral, o isolamento, vertical ou horizontal, tem o benefício de diminuir o contato físico, que é o que pode acabar com uma epidemia”, comenta.

Fonte: Galileu

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POLÍTICAS PÚBLICAS: BOLSONARO DESAFIA GOVERNADORES A ZERAR IMPOSTOS SOBRE COMBUSTÍVEL

Hoje de manhã Bolsonaro fez um desafio aos governadores. Ele propôs todos zerarem os impostos sobre os combustíveis. Ele zeraria os impostos federais e os governadores zerariam o ICMS. Isso é quase utópico e se realmente acontecesse Bolsonaro poderia se considerar emancipado da dependência do prestígio de Sergio Moro e estaria virtualmente reeleito em 2022. Resta saber qual a reação dos governadores e da opinião pública, que é quem os coloca lá.

URGENTE: Bolsonaro promete zerar impostos sobre combustíveis se governadores zerarem o ICMS

Davy Albuquerque

Publicado em 05.02.2020

URGENTE: Bolsonaro promete zerar impostos sobre combustíveis se governadores zerarem o ICMS 15

Reprodução

A declaração foi feita há pouco, em frente ao Palácio da Alvorada.

“Eu zero o federal se eles zerarem o ICMS. Está feito o desafio aqui agora. Eu zero o federal hoje, eles zeram o ICMS. Se topar, eu aceito”, assegurou ele.

Em breve mais informações!

Colunista político e editor-chefe do Conexão Política; Fundador do Movimento Brasil Conservador. Brasileiro com orgulho, cristão por convicção, política por vocação.

Fonte: Conexão Política

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POLÍTICAS PÚBLICAS: A HOMOSSEXUALIDADE NÃO É UMA DOENÇA, É UMA EXPERIÊNCIA

Em POLÍTICAS PÚBLICAS desta quinta-feira o tema é a “homossexualidade”. Na Alemanha, a terapia para homossexuais foi proibida veementemente, com penas severas para os terapeutas que transgredirem a norma com aplicação de multas, prisão e até cassação da licença para atuarem. Segundo o Ministro da Saúde alemão, Jens Spahn, a homossexualidade não é uma doença e a terapia “prejudicaria” ainda mais o homossexual. Leia o artigo a seguir e tire suas conclusões!

Alemanha proíbe terapia para homossexuais que pedem ajuda

Thaís Garcia

Publicado em 19.12.2019

Alemanha proíbe terapia para homossexuais que pedem ajuda 19

Imagem: Shutterstock

O governo alemão apresentou na quarta-feira (18) um projeto de lei que permite que os provedores da terapia para homossexuais que pedem ajuda recebam multas e até prisão. A promoção de tais terapias também será proibida.

A terapia foi intitulada intencionalmente pela agenda LGBT como “cura gay”, para que ganhasse uma conotação negativa na sociedade. Dessa maneira, homossexuais que desejam procurar ajuda teriam maior dificuldade de exercer sua liberdade de escolha, e profissionais da psicologia – que oferecem essa ajuda – seriam facilmente punidos, correndo o risco de sofrer a cassação de sua licença profissional.

Segundo o Ministro da Saúde alemão, Jens Spahn, a terapia “prejudicaria” ainda mais o homossexual.

“A homossexualidade não é uma doença. É por isso que o termo por si só é enganador. Essas chamadas terapias deixam você doente e não saudável”, disse Jens Spahn.

Segundo Spahn, a proibição também tem uma “mensagem social” para todos que “lutam com o homossexualismo”.

“Está tudo bem com quem você é”, disse Spahn.

A terapia para homossexuais que a desejam também será totalmente proibida para menores de idade, e nos “casos mais extremos”, pode levar a um ano de prisão.

Em outros países na Europa, políticos também debatem sobre uma possível proibição da terapia.

Na Holanda, por exemplo, a maioria da Segunda Câmara pediu ao gabinete que acabasse com esses “atos indigestos” no final de maio deste ano. Apenas quatro partidos da direita conservadora – SGP, CU, FVD e PVV – votaram contra o pedido.

Correspondente Internacional na Europa. Cristã, casada, mãe e bacharel em Relações Internacionais.
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