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POLÍTICA:SEGUNDO DEPUTADO, GOVERNADORES PREJUDICAM A POPULAÇÃO AUMENTANDO PREÇO DOS COMBUSTÍVEIS COM INTUITO DE SABOTAR O GOVERNO FEDERAL

Exclusivo: Deputado denuncia sabotagem dos governadores para aumentar preço dos combustíveis (veja o vídeo)

Foto: TV JCOFoto: TV JCO

Em entrevista à equipe da TV JCO, em Brasília, o deputado federal Carlos Jordy (PSL-RJ) falou algumas verdades sobre o cenário político nacional e não poupou ninguém! Ele denunciou o golpe de alguns governadores para aumentar o preço dos combustíveis e sabotar o governo Bolsonaro:

“O presidente Bolsonaro não tem culpa alguma nisso. No início do ano, ele zerou os tributos federais sobre os combustíveis. Quando ele zerou, os governadores aumentaram ainda mais o ICMS para ter mais arrecadação”, explicou.

Ele também criticou a implantação do passaporte sanitário, segundo ele, um verdadeiro atentado aos direitos individuais.

“Muitos prefeitos totalitários, como Eduardo Paes, começam a tomar atitudes para forçar os cidadãos a se vacinar. Eu soube que o prefeito de Nitéroi, Axel Grael, que envergonha o nome da família Grael, que é uma família renomada de esportistas, está querendo implantar o passaporte sanitário em Niterói, minha cidade”, desabafou.

A culpa é do Bolsonaro?

Em análise certeira, o deputado Carlos Jordy mostrou como o velho sistema sente-se livre para agir:

“Os ministros do Supremo, sabendo que nada cai na conta deles, dobram a aposta. Eles fazem essa disputa pública de poder e, no final das contas, se a economia for mal, vai cair na conta do presidente Bolsonaro”, ressaltou.

Se eles infligem sofrimento ao povo para atingir o presidente, não merecem nossa confiança…

De forma corajosa, o deputado Carlos Jordy falou ainda sobre os crimes de Lula, a terceira via que tenta pavimentar caminho para os velhos caciques de esquerda, censura no Brasil e muito mais!

Confira:

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POLÍTICA: SENADOR DESTRUIU NARRATIVA DA OPOSIÇÃO QUE VEM SENDO DEFENDIDA PELA CPI

Na CPI, Marcos Rogério extermina narrativa esdrúxula de Aziz, Renan e Randolfe (veja o vídeo)

Marcos Rogerio - Foto: Edilson Rodrigues/Agência SenadoMarcos Rogerio – Foto: Edilson Rodrigues/Agência Senado

Nesta quinta-feira (16), o senador Marcos Rogério, mais uma vez, destruiu a narrativa da oposição, que vem sendo defendida pela Mesa da Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) da Covid.

Em sua manifestação, Marcos Rogério fez questão de questionar a declaração de que Bolsonaro seria ‘o pior presidente do Brasil’:

“Sério? Porque? Seria porque não deixou entrar no governo trambiqueiros?

Porque não permitiu negociatas no governo?

Porque não tinha companheiros operando nos ministérios? Na Petrobrás, nas autarquias, empresas públicas?

Não tinha os ‘Paulos Robertos Costas’, não tinha os ‘Cerveros’, não tinha ‘Youssefs’, não tinha ‘João Vacaris’…”

O senador apontou que nenhum governo está livre de tentativas de golpe ou de corrupção, mas salientou a diferença entre os que cedem à tentação e permitem que isso ocorra, o que não ocorre no governo de Bolsonaro:

“Agora, apontem concretamente onde houve uma fraude, um desvio, um pagamento de vantagem indevida, um esquema de corrupção, no Ministério da Saúde, no governo federal. Não encontraram e não apresentaram aqui, até aqui, narrativas. Também disseram: tem gente que chega na CPI e perde a memória!

Lamentavelmente, a perda seletiva de memória tem acontecido aqui. Esquece com quem falou, esquece sobre o que falou, sempre que a perda de memória é um elemento de defesa ou autoproteção.

Todavia, essa perda de memória tem precedente na história recente do Brasil: teve personagem no Brasil que esqueceu que era dono de sítio, teve personagem no Brasil que esqueceu que era dono de apartamento, se esqueceu de tanta coisa… Só quem não esquece é o povo brasileiro”, disparou ele.

Assista ao vídeo:

 

FONTE: Jornal da Cidade Online

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POLÍTICA: REPERCUSSÃO DAS MANIFESTAÇÕES DO DIA 12 DE SETEMBRO COMENTADA PELO JORNALISTA CONSTANTINO

Constantino não perdoa e revela o “saldo” de 12 de setembro: “O fim da terceira via e o vexame do MBL” (veja o vídeo)

Rodrigo Constantino - Foto: ReproduçãoRodrigo Constantino – Foto: Reprodução

Nesta segunda-feira (13), o jornalista Rodrigo Constantino divulgou um vídeo em que comenta as repercussões das manifestações do último domingo (12).

Após o fiasco dos atos promovidos, que não conseguiu reunir militantes para os protestos contra o presidente Bolsonaro, Constantino analisou:

“Criou-se uma enorme expectativa, pelo menos dentro da bolha. Afinal, tínhamos o MBL e o Vem Pra Rua, movimentos que se vangloriam de ter mobilizado milhões para o impeachment da Dilma, convocando a sua militância, dessa vez, para as manifestações de domingo.”

Sobre a decepção com o resultado das suas manifestações, Constantino disparou:

“É o preço de se viver em uma bolha, com total desprezo pelo povo, bajulando uns aos outros da patota […] O que vimos ontem,foi o enterro fúnebre da tal ‘terceira via’ antes mesmo de ela atingir a infância.”

E escancarou o oportunismo:

“A oposição não tem um projeto de país, não faz críticas construtivas com espírito público, não adota uma postura coerente. Fica escancarado que tudo é jogo de poder, que desejam manter a política dentro do cercadinho da esquerda, com PT e PSDB fingindo disputar o poder dentro de um grande pluralismo ideológico, quando todos sabem se tratar de dois partidos de esquerda, primos”.

Constantino também criticou a ‘velha mídia’ que, apesar do fracasso das manifestações contra o presidente, continua com a pretensão de representar a opinião popular:

“Eles é que falam em nome da população brasileira, garantem. Mesmo sem ninguém ao lado nessa megamanifestação que marcaram e divulgaram amplamente”, apontou.

Fonte: Jornal da Cidade Online

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POLÍTICA: SENADOR CONSEGUIU 30 DAS 27 ASSINATURAS NECESSÁRIAS PARA ABERTURA DE CPI QUE INVESTIGARÁ CORRUPÇÃO DE GOVERNADORES E PREFEITOS NA PANDEMIA

Nova “CPI da Pandemia” pretende apurar denúncias de fraude e corrupção de governadores e prefeitos

Foto: Camila Souza/GovBAFoto: Camila Souza/GovBA

O senador Eduardo Girão já reuniu pelo menos 30 assinaturas das 27 necessárias para criar uma CPI que se propõe a investigar o uso de recursos públicos federais enviados a Estados e municípios durante a pandemia.

Girão quer que essa nova CPI apure denúncias de fraude e corrupção.

O ponto de partida é a compra de 300 respiradores, no valor de 48,7 milhões de reais, feita pelo Consórcio Nordeste.

O senador Girão encaminhará o pedido ao presidente do Congresso, senador Rodrigo Pacheco.

O requerimento deve ser apresentado na próxima semana, logo após o feriado de 7 de Setembro.

No decorrer da CPI da Pandemia, diversos documentos mostraram desvios em contratos assinados por governadores e prefeitos.

No caso do Consórcio Nordeste, os governadores compraram respiradores de uma empresa especializada na fabricação de peças íntimas e na importação de medicamentos à base de maconha.

Girão enumerou mais de 100 operações da Polícia Federal, desde o início da pandemia, para investigar contratos firmados por governos estaduais e prefeituras, com verbas repassadas pelo governo Bolsonaro. As cifras ultrapassam 3,2 bilhões de reais, segundo o senador. Desde abril de 2020, foram cumpridos 158 mandados de prisão temporária, 17 de prisão preventiva e 1.536 de busca e apreensão, em 205 cidades, de 26 Estados.

“Velhas raposas” da política, através da malfadada CPI, comandada por figuras nefastas como Aziz, Renan e Randolfe quebraram nosso sigilo bancário. Nada irão encontrar.

Fonte: Jornal da Cidade Online

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POLÍTICA: SENADOR PETISTA DO RN DEIXA CLARO QUE TEM NOJO DAS CORES DA BANDEIRA DO BRASIL

Hang escancara repulsa de senador petista pelas cores “verde e amarelo” (veja o vídeo)

Foto: Reprodução InternetFoto: Reprodução Internet

O empresário Luciano Hang, da rede de lojas Havan, divulgou um vídeo nas redes sociais, em que o senador petista pelo Rio Grande do Norte, Jean Paul Prates, tenta “humilhar” um depoente da CPI da Pandemia, por suas possíveis preferências pelas cores verde e amarelo.

“Como uma pessoa que sente repulsa pelas cores da nossa bandeira, da nossa pátria, vai representar toda uma nação? O @senadorjean, do PT, é um grande exemplo de que, para a esquerda, não existe a democracia. Esse pessoal não tem argumentos, não aceitam o contraditório”.Reprodução InternetReprodução Internet

Hang acertou na mosca em sua análise, afinal, para um “esquerdopata”, a “democracia do dos sonhos” deve ser mesmo a de Cuba ou a da Venezuela.

Prates chega a dizer que tem nojo e ânsia de vômito por causa dos “falsos patriotas”.

Assista e responda se isso é o que o eleitor espera de seu “representante” no congresso.

Veja o vídeo:

 

Fonte: Jornal da Cidade Online

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POLÍTICA: HIPOCRISIA ESCRACHADA DE DE QUEM DEVERIA SER BOM EXEMPLO

Sem máscara, Aziz é flagrado com Marcelo Ramos em festa com aglomeração (veja o vídeo)

Foto: Reprodução/TwitterFoto: Reprodução/Twitter

O presidente da Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) da Covid, Omar Aziz, participou de uma festa em comemoração ao aniversário do deputado federal Marcelo Ramos, vice-presidente da Câmara.

A festa ocorreu no último sábado (28) e, conforme é possível ver no vídeo divulgado nas redes sociais, nenhum dos convidados fazia uso da máscara de proteção facial e não respeitavam o distanciamento social.

Além do Omar Aziz, participaram da festa de Marcelo Ramos, os vereadores Diego Afonso (PSL-AM) e Rosivaldo Cordovil (PSDB-AM), o deputado estadual Adjunto Afonso PDT-AM), e a deputada licenciada, Alessandra Campelo (MDB-AM).

Aziz publicou uma foto em que aparece ao lado do aniversariante, ambos sem máscara, em suas redes sociais:

“Prestigiando o aniversário do grande amigo Marcelo Ramos. Político hábil, deputado federal de grande envergadura, maduro o suficiente para ocupar a vice-Presidência da Câmara. Além de tudo grande aliado”, escreveu ele.

Hipocrisia escrachada!

Confira:

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POLÍTICA: SENADOR COLOCOU PRESIDENTE DO SENADO CONTRA PAREDE AO COBRAR PEDIDOS DE IMPEACHMENT CONTRA MINISTROS DO STF

Lasier Martins vai pra cima de Pacheco sobre impeachment de ministros do STF e exige decisão em plenário

Fotomontagem - Foto: Agência Brasil / Agência Senado / STFFotomontagem – Foto: Agência Brasil / Agência Senado / STF

Em discurso no plenário do senado federal, nesta quarta-feira (18), o senador Lasier Martins (PODE-RS) colocou o presidente da casa, Rodrigo Pacheco, contra a parede ao cobrar a resposta sobre todos os pedidos de impeachment contra os ministros do Supremo Tribunal Federal (STF) que já tiverem sido protocolados.

Lasier citou um projeto de sua autoria que regulamenta o procedimento obrigatório determinado pela Lei de Impeachment, e que determina que os pedidos devem ser lidos e decididos no prazo máximo de 15 dias, sobre o arquivamento ou a continuidade.

O senador lembrou que nos últimos dois anos, 38 pedidos de impeachment contra membros do STF foram arquivados, e que ainda restam 17 para análise, mas que os mesmos são levados para a advocacia do senado, que acaba realizando uma análise de mérito e decidindo previamente sobre os mesmos, quando a decisão deveria ser exclusiva do presidente do senado e dos parlamentares da casa.

“Uma das coisas mais estranhas é que temos 81 parlamentares, mas nesta matéria de impeachment, só uma pessoa decide. Nós precisamos compartilhar essa decisão.”

Lasier ainda jogou na cara de Rodrigo Pacheco que a vontade do povo não está sendo respeitada e que a promessa que fez ao assumir a presidência, sobre democratizar a casa, precisa ser cumprida.

Veja o vídeo:

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POLÍTICA: PT AINDA SE MOSTRA INCAPAZ DE LIDAR COM OS ERROS COMETIDOS NOS 13 ANOS EM QUE GOVERNOU O PAÍS

Editorial O Globo diz que esquerda insiste no modelo econômico que fracassou, cita erros do PT e corrupção desmascarada

Foto: Reprodução

Faltando pouco mais de um ano para as eleições de 2022, o Partido dos Trabalhadores (PT) ainda se mostra incapaz de lidar com um dos maiores erros cometidos nos 13 anos em que governou o país. Não se trata apenas da corrupção desmascarada pela Operação Lava-Jato. Mas da principal causa dela: a crença irracional no modelo econômico nacional-desenvolvimentista, que resultou em repetidos fracassos ao longo da história brasileira. Outros partidos (sobretudo de esquerda) padecem do mesmo mal.

Uma nova evidência do custo desse erro é um estudo recente do Instituto Brasileiro de Economia (Ibre), da Fundação Getulio Vargas (FGV). De autoria de Adriano Pires e Luana Furtado, ambos da consultoria Centro Brasileiro de Infraestrutura (CBIE), e do economista do Ibre/FGV Samuel Pessôa, ele apresenta números novos para dimensionar as consequências nefastas da mão pesada do Estado na economia.

O levantamento conclui que o custo de construção da Refinaria Abreu e Lima, no litoral sul de Pernambuco, uma decisão do governo Lula baseada em cálculos políticos, foi o maior na comparação com unidades de refino semelhantes inauguradas em 11 diferentes países — da Coreia do Sul à Índia, incluindo China e México.

Analisando o valor investido, chega-se à estarrecedora marca de US$ 160 mil gastos para cada barril diário de capacidade instalada, o quíntuplo da média das obras analisadas. A unidade que mais se aproxima da brasileira em termos de custo é a construída na província de Alberta, no Canadá, dedicada ao refino de óleo oriundo de areia betuminosa, atividade sabidamente mais cara. Mesmo assim, o preço final da usina canadense foi 23% inferior ao da brasileira.

A história da Abreu e Lima é de chorar de desgosto. O orçamento para a construção foi aprovado em 2005 com um valor estimado em US$ 2,3 bilhões. O projeto original previa uma parceria com a venezuelana PDVSA e a conclusão da obra em 2011. Em 2006, após uma revisão, o valor pulou para US$ 4 bilhões. Como diz o estudo do Ibre, “a mudança foi atribuída à variação cambial e a modificações no perfil do petróleo venezuelano” que seria refinado em parte da Abreu e Lima.

Três anos mais tarde, um novo salto no orçamento, desta vez maior, para US$ 13,4 bilhões. Não pararia aí. Em 2014, os números oficiais avaliavam a obra em US$ 18,5 bilhões. A refinaria acabou entrando em operação em 2014 com metade da capacidade anunciada no projeto inicial, já que a parceria com os venezuelanos nunca se concretizou. Não é coincidência que, entre os condenados pela Lava-Jato, constem vários nomes ligados a desvios durante a obra.

Como ao menos a refinaria entrou em operação, esse péssimo histórico ainda é melhor que o do Complexo Petroquímico do Rio de Janeiro (Comperj), outra iniciativa do governo Lula. A refinaria fluminense ainda tem futuro incerto após 15 anos de seu anúncio e investimento de US$ 12,5 bilhões, segundo o Tribunal de Contas da União.

Seria no mínimo salutar que os dirigentes do PT e outros defensores do nacional-desenvolvimentismo esclarecessem se aprenderam com o desperdício dos elefantes brancos, a corrupção decorrente do capitalismo de compadrio e a ilusão de políticas industriais que soam brilhantes quando saem da cabeça dos intelectuais, mas se mostram trágicas ao encontrar a realidade.

Opinião – O Globo

Fonte: Blog do BG

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OPINIÃO: OSWALDO EUSTÁQUIO NÃO DEIXA PEDRA SOBRE PEDRA E DISPARA CONTRA AS ARBITRARIEDADES QUE ESTÃO ACONTECENDO NO PAÍS

Oswaldo Eustáquio escancara “golpe” contra Bolsonaro e revela onde a trama vai começar (veja o vídeo)

Oswaldo Eustáquio (Reprodução)Oswaldo Eustáquio (Reprodução)

Em entrevista imperdível à TV JCO, o jornalista Oswaldo Eustáquio não deixou pedra sobre pedra, disparando contra as arbitrariedades que estão acontecendo no país.

Direto da Costa Rica, sede da Corte Interamericana de Direitos Humanos, onde foi apresentar denúncia contra o ministro Alexandre de Moraes pela prisão do deputado federal Daniel Silveira, Eustáquio fez um verdadeiro raio-x do turbulento cenário político brasileiro:

“Eu sou uma prova viva de abuso de autoridade.

Fui brutalmente espancado, agredido e torturado na prisão. A PGR arquivou o inquérito nº 4828, que chamavam de atos antidemocráticos, e descobriram que nada pesava sobre mim.

Diante disso, fui declarado inocente, nem acusado fui, nem denunciado fui, mas meu sigilo telefônico continua sendo quebrado”, explicou.

Eustáquio criticou duramente a postura da Câmara em relação ao deputado Daniel Silveira:

“O presidente da Câmara se ajoelhou ao STF. Eu não estou aqui para criticar o Arthur Lira, mas eu quero dizer para vocês que o Arthur Lira tem vários processos no STF.

E, quando ele é investigado pelo STF, ele tem nas mãos a possibilidade de desafiar o STF, mas com vários processos, ele não faz.

A Constituição é muito clara: Daniel não pode estar preso sem anuência do Congresso Nacional, ou seja, se o Congresso Nacional falar ‘revoga a prisão do Daniel Silveira’, a prisão tem que ser revogada no ato que isso for julgado em plenário”, analisou.

Ainda durante a entrevista, Oswaldo apontou o desequilíbrio de poderes e deixou claro que quem tem mandado no Brasil é o STF e, para ele, existe uma clara provocação dos ministros desta instituição ao presidente Bolsonaro:

“Ele [STF] está provocando, cada vez mais, o presidente Bolsonaro. Pra quê? Para que Bolsonaro tome uma atitude.

E quando Bolsonaro tomar essa atitude, vão dizer: ‘É golpe’. A esquerda está planejando isso. Existe a trama de um golpe contra o presidente. O Senado é o lugar da CPI do golpe.

É no Senado que eles estão, agora, preparando um relatório para chamar o presidente de genocida, corrupto e encaminhar para a Câmara o pedido de impeachment”, alertou.

Fonte: Jornal da Cidade Online

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POLÍTICA: FUTURO DO PROCESSO ELEITORAL BRASILEIRO ESTÁ UM PASSO DE SER DECIDIDO PELO CONGRESSO NACIONAL

Não querer transparência nas eleições é o verdadeiro ataque às instituições democráticas” (veja o vídeo)

Filipe Barros e Luiz Philippe de Orleans e Bragança - Foto: Agência CâmaraFilipe Barros e Luiz Philippe de Orleans e Bragança – Foto: Agência Câmara

O futuro do processo eleitoral brasileiro está a um passo de ser decidido pelo Congresso Nacional.

Exatamente na véspera do histórico 1º de agosto, onde milhões de cidadãos foram às ruas do país lutar por uma eleição mais transparente, a TV JCO reuniu dois personagens centrais para discutir a atual conjuntura: os deputados federais pelo PSL Felipe Barros – responsável pela relatoria da PEC do voto auditável impresso – e Luiz Philippe de Orleans e Bragança, autor da PEC que pretende descentralizar as competências do TSE nos quesitos administrativos e judiciais.

Durante mais de uma hora de debate, os dois parlamentares da base governista deixaram bem claro as intenções da mudança do atual sistema de votação, onde o Tribunal Superior Eleitoral insiste em defender cegamente a segurança das urnas eletrônicas de primeira geração.

Nas palavras do deputado Filipe Barros, são dois os principais gargalos de nosso processo eleitoral: o registro individual de voto (onde não há certeza de que o voto do indivíduo foi computado) e a apuração secreta feita pelo TSE.

A prova cabal da oposição do TSE a um processo mais aparente ficou evidente na última quinta-feira (29/7). Durante a live do presidente Jair Bolsonaro, o Twitter oficial do TSE tentava rebater cada fala, oferecendo respostas batidas às questões ainda mais ultrapassadas.

“Eu tenho experiência pessoal. Já trabalhei em tecnologia durante cinco anos. Não existe sistema infalível em lugar nenhum do mundo. Até os sistemas de segurança de todos os países são falíveis. Não é possível que o do STF seja o único inviolável do mundo. Vamos pontuar a questão política. Em outros países mais desenvolvidos, com democracia mais avançadas onde o eleitorado cobra com muito mais agressividade… Esses países já definiram que não é possível deixar uma autarquia que se autoregulamenta com 100% do controle do processo sem poder fazer uma contestação pública. Eles só olham do ponto de vista do controle do estado”, ressaltou o deputado federal Luiz Philippe de Orleans e Bragança.

Oposição afirma que voto impresso é partidário

A cruzada por uma eleição mais transparente é antiga. Em junho de 2019, a atual presidente da Comissão de Constituição e Justiça, deputada federal Bia Kicis (PSL-DF), apresentou a PEC 135/19, que pretende tornar obrigatória a impressão dos votos nas eleições nacionais.

Pelo texto, a proposta de Emenda à Constituição estabelece que, “no processo de votação e apuração das eleições, dos plebiscitos e dos referendos, independentemente do meio empregado para o registro do voto, é obrigatória a expedição de cédulas físicas conferíveis pelo eleitor”.

Um ano mais tarde, o STF mudou de ideia. Baseando-se em uma liminar concedida pela própria corte em 2018, os ministros do Supremo decidiram que a impressão dos votos seria inconstitucional.

Como de praxe, os opositores ao governo lançaram forte campanha contra o voto impresso auditável, acusando o sistema de “golpista”, “antidemocrático” e “retrógrado”.

Já o deputado Filipe Barros apresenta uma visão totalmente contrária aos ataques proferidos pela oposição e pelo próprio TSE, na figura de seu atual presidente, ministro Luís Roberto Barroso.

“Essa pauta não é partidária. Não é uma pauta minha, nem do presidente Bolsonaro. É do povo brasileiro, da democracia e do fortalecimento das instituições. Não querer transparência é o verdadeiro ataque às instituições democráticas.

Muito tem se falado da comprovação ou não de fraude. Nossas urnas não permitem comprovações efetivas e concretas de fraudes. Isso depende de softwares e softwares não deixam rastros. Numa democracia, o ônus de provar que tal sistema é confiável é do poder público, não da sociedade”, explicou o parlamentar.

Para Orleans e Bragança, nenhuma melhoria no sistema foi feita nos anos que antecedem o próximo ciclo de eleições presidenciais, marcados para 2022.

“Esse nosso pleito não é de agora. É uma questão antiga. Desde 2018 nenhuma melhoria foi levantada. Houve contestação contrária junto ao TSE, mas nada foi feito. Por que os ministros (do TSE) não tomam essa liderança, eles que estão com esse ativismo judicial – até dizendo para o legislativo quando ele é omisso? Por isso que cabe a nós tomar essa iniciativa para tornar o sistema mais transparente? Enquanto isso não mudar e não houver melhorias haverá suspeição do resultado”, frisou.

Pauta brasileira é considerada antiga em âmbito internacional

Embora o tema seja aparentemente novo quando pensamos no sistema eleitoral brasileiro, Barros expôs um detalhe que tem passado despercebido, tanto do público eleitor como da mídia em geral.

A discussão sobre a atual fragilidade das urnas usadas hoje pelo TSE (de primeira geração) é considerada ultrapassada para os padrões mundiais. O parlamentar destaca que apenas Brasil, Butão e Bangladesh ainda apostam no antigo sistema, enquanto as democracias mais avançadas o dispensaram há pelo menos vinte anos.

“Essa discussão que estamos fazendo agora, os países democráticos já fizeram, já se venceu, em meados dos anos 2000. Que ataque à democracia é esse se os outros já fizeram 21 anos atrás? Está se tentando criar essa narrativa. – Olha, veja, o presidente está fazendo discussões muito radicais e esse talvez não seja a hora de aprovar o voto impresso?

É uma narrativa idiota. Porque, veja: na penúltima vez que o congresso aprovou o voto impresso auditável, deu quatro anos para o TSE implementá-lo. No último ano, quando era para colocar o voto impresso, o declararam inconstitucional. O TSE sempre foi contra. A maior prova da necessidade de sua implementação é essa reação tão desproporcional do TSE”, apontou o deputado.

Ainda sobre a questão – considerada fechada por Barroso e o TSE – o deputado Luiz Philippe de Orleans e Bragança aproveitou para frisar que não se trata de pensar somente na disputa pela vitória das urnas. Para o parlamentar, a mudança no sistema de apuração e registro de votos seria uma questão para reforçar e definir a soberania nacional que, segundo ele, corre perigo.

“Precisamos trabalhar em prol deste destino. A soberania nacional brasileira precisa ser blindada de democracias obscuras criadas para se manterem no poder. Só o fato de que, quem quiser mudar precisará fazer um referendo, – só isso dá mais confiança. Isso é uma prerrogativa do eleitor”, explicou Orleans e Bragança.

Nas considerações finais, ambos os parlamentares relembram para o fato de que o atual sistema usado, administrado e contabilizado pelo Tribunal Superior Eleitoral custa aos cofres públicos cerca de R$ 9 bilhões anualmente.

Somente essas cifras – somadas ao fundão eleitoral – já seriam motivos suficientes para a extinção desse processo centralizado e concentrado em um órgão que poderia ser unificado às justiças federal e estadual durante o processo eleitoral.

Fonte: Jornal da Cidade Online

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POLÍTICA: BOLSONARO RESTABELECE A VERDADE QUE O STF TENTA ESCONDER

Bolsonaro dá dura resposta ao STF e restabelece a verdade

Luiz Fux e Jair Bolsonaro - Foto: STF; PRLuiz Fux e Jair Bolsonaro – Foto: STF; PR

Nesta quinta-feira, 29, o Supremo Tribunal Federal (STF) afirmou que ‘não proibiu o governo federal de agir na pandemia”.

“Uma mentira contada mil vezes não vira verdade!”, disse a Corte, por meio das redes sociais.

O fato tomou uma proporção enorme e gerou grande revolta nas redes sociais.

Até que o próprio presidente Jair Bolsonaro, decidiu explicar todo o caso.

Em fortes palavras, Bolsonaro disse tudo o que estava “engasgado”.

Leia na íntegra:

O Presidente da República e o STF.

– O Governo Federal agiu e segue agindo, durante toda a pandemia, enviando recursos a Estados e Municípios, bem como material hospitalar. Mobilizou toda sua estrutura federal, incluindo as aeronaves da FAB, para transportar remédios, oxigênio, materiais diversos e, sobretudo, pacientes.

– O nosso Governo também criou programas para a manutenção de empregos (PRONAMPE), bem como despendeu R$ 320 bilhões para atender os mais necessitados que foram obrigados a ficar em casa, sem meios de sobrevivência, via Auxílio Emergencial.

– Fake news desestimularam o tratamento inicial da doença, desrespeitando, inclusive, parecer do Conselho Federal de Medicina que atribui ao médico a decisão de receitar, com aquiescência do paciente ou familiar, o tratamento off-label (fora da bula).

– O Supremo Tribunal Federal (STF) decidiu, em abril de 2020, que “não compete ao Poder Executivo afastar, unilateralmente, as decisões dos governos estaduais, distrital e municipais que adotaram importantes medidas restritivas como a imposição de quarentena, suspensão de atividades de ensino, restrições de comércio, atividades culturais e à circulação de pessoas.”

– Desta forma, o STF delegou poderes para que estados e municípios fechassem o comércio, decretassem lockdown, fechassem igrejas, prendessem homens e mulheres em praças públicas ou praias, realizassem toque de recolher, etc.

– O Governo Federal, por duas vezes, foi ao STF para que decretos de governadores, que violavam incisos do art. 5° da Constituição Federal, que trata das liberdades individuais, fossem declarados inconstitucionais. Lamentavelmente estas ações sequer foram analisadas.

– Em nenhum momento este governo deixou de respeitar o sagrado direito à liberdade de expressão de todos. Cometem atos antidemocráticos exatamente os que querem, pelo uso da força, calar quem se manifesta.

– Sempre defendi, mesmo sob críticas, que o vírus e o desemprego deveriam ser combatidos de forma simultânea e com a mesma responsabilidade. A fome também mata.

– A vacina é uma realidade em nosso Governo. Fora os países produtores da mesma, o Brasil é aquele que mais investe em imunizantes e que mais vacinou sua população.

– Mais do que nunca, o momento continua sendo o da união de todos no combate ao mal comum: o vírus, que é mortal para muitos.

QUE DEUS ABENÇOE O NOSSO BRASIL.

Presidente Jair Bolsonaro.

Fonte: Jornal da Cidade Online

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POLÍTICA: DEPUTADO DE SÃO PAULO MANDA DURO RECADO PARA DÓRIA

Deputado solta o verbo e revela porque Doria ainda está no poder em São Paulo (veja o vídeo)

João Doria (Reprodução)João Doria (Reprodução)

O deputado estadual Frederico D’avila, eleito por São Paulo, conhece de perto a realidade do estado e as dificuldades que o povo tem enfrentado por conta das medidas de João Doria. Em entrevista exclusiva à TV JCO, o parlamentar mandou um duro recado ao governador. Depois dessa, a calça apertou mais ainda…

“Doria é muito mentiroso, traidor, na menor oportunidade que ele tem para ferroar alguém pelas costas, ele vai apunhalar. Então ele que volte a fazer as coisas dele no ambiente privado, fazer o sistema ‘pega trouxa’ dele lá no Lide, ganhar dinheiro nas costas dos outros, mas não na população do estado de São Paulo ou mesmo na população brasileira, que a gente não merece isso”, detonou.

D’avila ainda admitiu ter sido enganado por João Doria:

“Eu fiz campanha para ele, pedi voto, por conta da situação que nós estávamos vivendo aqui e infelizmente a gente tem que dar mão à palmatória, se arrepender e dizer que errou, mas também eu não sabia que Doria era tão picareta, tão mau-caráter, tão salafrário como ele se apresentou. Então, infelizmente nós escolhemos o pior”, lamentou.

Por que João Doria ainda está no poder?

Há quem pergunte por que Wilson Witzel, governador do Rio, sofreu impeachment, e João Doria continua à frente do governo de São Paulo. D’avila explicou que isso tem a ver com as finanças do estado:

“O Governo do Estado de São Paulo vem de uma gestão sólida em matéria fiscal, então o caixa do Estado de São Paulo, diferente do Rio, é um caixa robusto. O governador Alckmin deixou o governo em condições financeiras muito boas. E o que Doria fez? Dobrou as verbas publicitárias e inundou imprensa com verbas publicitárias advindas dos cofres do Estado de São Paulo, inclusive, no ano de pandemia, ele teve a pachorra de dobrar os gastos de publicidade, de 90 milhões de reais em 2019, para 170 milhões de reais em 2020”, explicou.

E a distribuição de dinheiro público não para por aí, como revela o deputado:

“Essa distribuição de recursos não ocorre só com a imprensa, mas também aqui na Assembleia Legislativa. A gente vê muitos deputados aqui que se curvam aos interesses do Palácio dos Bandeirantes, e o povo é refém dessa situação”, revelou.

Confira:

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POLÍTICA: PRESIDENTE DO PTB VOLTOU A DISPARAR CRÍTICAS CONTRA CONTRA EX-PRESIDENTE E IRONIZOU PESQUISAS

Roberto Jefferson abre fogo contra tudo e todos e lança mais uma bomba na web (veja o vídeo)

Roberto Jefferson - Foto: TV JCORoberto Jefferson – Foto: TV JCO

O presidente do Partido Trabalhista Brasileiro (PTB), Roberto Jefferson, voltou a disparar críticas contra o ex-presidente e ex-presidiário Lula e ironizou as pesquisas publicadas recentemente que apontam o petista venceria Bolsonaro na disputa pela Presidência da República:

“A escolha entre Bolsonaro e Lula é fácil, mas os mamadores de dinheiro público que estão com o bico seco vão fazer de tudo para que a população acredite que o presidiário está ganhando até no primeiro turno. Temos que combater essas mentiras”, disparou ele.

E ainda satirizou o fato de que o ex-presidiário não tem participado de nenhuma das manifestações que a esquerda vem tentando organizar:

“Não existe uma foto sequer de Lula indo a uma padaria, uma praça, ou mesmo comendo um cachorro-quente na esquina.

Como quer ser presidente um sujeito que sequer tem coragem de sair na rua?”, apontou ele.

Entre os assuntos que aborda no vídeo, além do suposto ataque sofrido pela deputada federal Joice Hasselmann e as articulações de uma suposta ‘terceira via’ para enfrentar Bolsonaro nas eleições presidenciais de 2022, Jefferson alfinetou a CPI da Covid, que até o momento não conseguiu base para sustentar nenhuma de suas narrativas contra Bolsonaro:

“Ora ora. A gravação dos irmãos Miranda não existia. O celular com as conversas de pressões para compra de vacinas já não existe mais. O pedido de propina não foi gravado.

A corrupção não foi paga. Que maravilha esse ‘escândalo’ de corrupção. Já o de Lula foi todo documentado”, declarou ele.

Recentemente, Roberto Jefferson concedeu uma entrevista polêmica à TV JCO:

Fonte: Jornal da Cidade Online
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POLÍTICA: CIRO NOGUEIRA ACABA DE CONFIRMAR SUA CHEFIA NA CASA CIVIL

Ciro Nogueira encontra Bolsonaro e confirma que assumirá Casa Civil

Jair Bolsonaro e o senador do PP se reuniram na manhã desta terça-feira (27); pelas redes sociais, Ciro afirmou que buscará ‘equilíbrio’ e ‘avanços’

Rafaela Lara, da CNN, em São Paulo

 Atualizado 27 de julho de 2021 às 10:35

Senador Ciro Nogueira encontra Bolsonaro e confirma que assumirá Casa Civil - Agenda Capital

O senador Ciro Nogueira (PP-PI) se reuniu com o presidente Jair Bolsonaro (sem partido) na manhã desta terça-feira (27). Pelas redes sociais, ele confirmou que assumirá o cargo de ministro-chefe da Casa Civil e disse que buscará “equilíbrio” e “avanços”.

“Acabo de aceitar o honroso convite para assumir a chefia da Casa Civil, feito pelo presidente Jair Bolsonaro. Peço a proteção de Deus para cumprir esse desafio da melhor forma que eu puder, com empenho e dedicação em busca do equilíbrio e dos avanços de que nosso país necessita”, escreveu o senador.

A reunião confirma a reforma ministerial anunciada por Bolsonaro na última semana. Com a confirmação, Ciro deverá buscar reconciliação com o Judiciário e se tornar um novo interlocutor entre o Executivo e o Supremo Tribunal Federal (STF).

Segundo informações do analista de política da CNN Caio Junqueira, Ciro terá aval político para as negociações em nome do governo com o Congresso, Judiciário e partidos.

O encontro entre Ciro e Bolsonaro deveria ter ocorrido na tarde desta segunda-feira (26), no entanto, o senador, que estava no México, enfrentou problemas técnicos com o voo e a data da reunião foi alterada.

Atualmente, quem ocupa o posto de ministro-chefe da Casa Civil é o general Luiz Eduardo Ramos. A confirmação de Ciro na Casa Civil é apenas uma parte da reforma ministerial de Bolsonaro.

Com a saída de Ramos do atual posto, ele deve ser realocado para a Secretaria-Geral da Presidência, atualmente chefiada por Onyx Lorenzoni. Lorenzoni, que já ocupou o cargo de ministro-chefe da Casa Civil, assumiria uma versão recriada da pasta do Trabalho, sob o nome do Ministério do Emprego e Previdência.

Na última semana, Bolsonaro afirmou que a aproximação do governo com o Centrão se dá “pela governabilidade” e que o nome atribuído aos partidos políticos de Centro é “pejorativo”.

Ele ainda disse que o PP passa a ser uma possibilidade de filiação para uma provável disputa das eleições em 2022. Bolsonaro está há mais de um ano sem partido e já foi filiado ao PP.

Fonte: Jornal da Cidade Online

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POLÍTICA: FORÇAS ARMADAS POR MEIO DE SEUS CHEFES MILITARES NÃO ADMITEM A REALIZAÇÃO DAS ELEIÇÕES DE 2022 SEM GARANTIA DO VOTO IMPRESSO

General Braga Netto diz que “sem voto auditável não tem eleição em 2022”, aponta Estadão

General Braga Netto - Foto: ReproduçãoGeneral Braga Netto – Foto: Reprodução

Reportagem publicada no jornal O Estado de São Paulo, nesta quinta-feira (22), afirmou que o presidente da câmara, deputado federal Arthur Lira, teria recebido um recado do ministro da Defesa, General Walter Braga Netto, por meio de um interlocutor político.

A mensagem seria a de que as Forças Armadas, por meio de seus chefes militares, do Exército, Marinha e Aeronáutica, não admitem a realização das eleições de 2022 sem a garantia do voto impresso auditável.

O fato, segundo o jornal, teria ocorrido no último dia 8 de julho, mesmo dia em que o presidente Jair Bolsonaro disse, diante de apoiadores, na entrada do Palácio da Alvorada, que “ou fazemos eleições limpas no Brasil ou não temos eleições”

A matéria diz também que Lira, após ouvir o recado, mostrou preocupação, em reunião a portas fechadas, chegando a dizer que a situação era gravíssima.

O ministro do Supremo Tribunal Federal Luís Roberto Barroso, entretanto, escreveu em suas redes sociais, na manhã desta quinta (22), afirmando que o ministro da Defesa, general Walter Braga Neto jamais colocou em risco ou ameaçou as eleições no país:

“Conversei com o Ministro da Defesa e com o Presidente da Câmara e ambos desmentiram, enfaticamente, qualquer episódio de ameaça às eleições. Temos uma Constituição em vigor, instituições funcionando, imprensa livre e sociedade consciente e mobilizada em favor da democracia”.

A PEC 135/19, do voto impresso auditável, tem recebido ataques por parlamentares de esquerda e ainda por outros que se dizem, mesmo, apoiadores do governo, mas que seguem, entretanto, recomendações de suas legendas partidárias, pela não aprovação da mesma.

A base governista, liderada pela deputada Bia Kicis, autora da proposta, e pelo deputado Filipe Barros, o relator, resistiu a uma tentativa de derrubada da matéria, no último dia de trabalhos no congresso, antes do recesso de meio de ano. A votação agora está previamente marcada para o próximo dia 4 de agosto.

Movimentos a favor da aprovação da PEC prometem reunir milhões de pessoas em todo o país, em manifestação no próximo dia 1 de agosto.

Segundo o próprio Braga Netto, em discurso na manhã desta quinta-feira (22) a matéria do Estadão é uma “desinformação”.

Leia o que disse o ministro:

“Hoje, foi publicada uma reportagem na imprensa, que atribui a mim mensagens tentando criar uma narrativa sobre ameaças feitas por interlocutores a presidente de outro poder. O ministro da Defesa não se comunica com os presidentes dos poderes por meio de interlocutores. Trata-se de mais uma desinformação que gera instabilidade entre os poderes da República e um momento que exige a união nacional. O Ministério da Defesa reitera que as Forças Armadas atuam e sempre atuação dentro dos limites dentro previstos na Constituição.”

Fonte: Jornal da Cidade Online

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POLÍTICA: ALHEIO AO QUE DIZ A PUTREFATA GRANDE MÍDIA GOVERNO FEDERAL ACABA DE NOMEAR MAIS UM GENERAL PARA ATUAR EM UM CARGO CHAVE

O jornalismo militante chora, o governo ignora e mais um general entra em campo: “Por minha pátria eu morro”

General Ridauto Fernandes - Foto: ReproduçãoGeneral Ridauto Fernandes – Foto: Reprodução

O governo mais uma vez dá clara demonstração de que não tem nenhuma preocupação com o que diz a nossa putrefata grande mídia.

As grandes redações, infestadas de jornalistas militantes, desde o início do mandato do presidente Jair Bolsonaro, criticam de maneira açodada a presença de militares em postos chaves.

Certamente preferiam figuras como Geddel Vieira Lima, José Dirceu, Humberto Costa e outros igualmente alinhados com o pensamento dessa gente asquerosa.

Alheio a tudo isso, o governo federal acaba de nomear mais um general para atuar em um cargo chave.

O general Ridauto Fernandes, acaba de assumir o comando da diretoria de logística do Ministério da Saúde.

Homem sério e um fervoroso patriota.

E logo na chegada deixou isso bem claro:

“Militares de carreira são escravos de seus valores. Isso é o que a sociedade não entende. E, como seres humanos, são diferentes uns dos outros. Inclusive quanto à escala de valores, que varia de um para o outro. De um modo geral, varia pouco.

O que quero dizer com isso, em relação ao tema abordado pelo ex-MR-8 Gabeira, é que, por alguns valores, um militar passa (facilmente) por cima de muita coisa. Desculpem os que se sentirem ofendidos, mas por minha Pátria eu morro. E também mato e faço coisas que não vou listar aqui, para não provocar chiliques.

Se eu achar que minha Pátria estiver precisando, aceito de cabeça erguida humilhações e cusparadas. E, se achar que minha Pátria estiver precisando, providenciarei para que aquele que a esteja agredindo seja neutralizado. Adoro essa palavra, neutralizado. Que ideia essa, Gabeira. Pensar que a imagem do Exército e das Forças Armadas será arranhada, triscada sequer, porque o Presidente da República mandou um de seus ministros, que também é militar, fazer algo com que não concorda e o ministro, DISCIPLINADO, aceitou.

Que ideia, Gabeira. Essa convivência próxima que vc mesmo diz que teve com certas lideranças militares não lhe ensinou nada? Mas não sou ingênuo de achar que vc apenas se enganou.

Ah, não. Cada palavra sua é medida e pensada. E visa colocar integrantes das Forças Armadas, os menos experientes e menos preparados, contra seus Chefes. Tem coisa bem mais perigosa que humilhar generais, posso te assegurar. Quando vc diz que derrotará Bolsonaro e quantos militares estiverem a seu lado, estou imaginando que será pelo voto e pela via legal.

É isso? Porque, se a ideia for outra forma QUALQUER, confesso que teria um grande prazer em estar ao lado do Presidente. Nem sempre cumprir o dever é algo sacrificante. Acha que o Exército mudou em 50 anos? Adoraria mostrar que não mudou.”

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POLÍTICA: EMBAIXADOR DA CHINA RECEBE SÁBIA RESPOSTA DE ERNESTO ARAÚJO POR CRÍTICAS A CRENÇA DE BRASILEIROS

Contra crença de brasileiros, embaixador da China desafia Deus e recebe sábia resposta de Ernesto Araújo

Fotomontagem - Foto: Agência Brasil / Ministério das Relações ExterioresFotomontagem – Foto: Agência Brasil / Ministério das Relações Exteriores

Quem é Deus? O Povo é Deus, é o povo que faz a história e determina a história.

Com este post no Twitter, o embaixador chinês no Brasil, Yang Wanming, voltou a atacar os brasileiros, ainda que indiretamente, agora tocando em um assunto extremamente delicado, a religião.

O post que defende o ateísmo, portanto afirmando a inexistência de Deus e, consequentemente, do próprio Cristianismo, vai contra a crença da grande maioria da população do país, formada por católicos e evangélicos.

Wanming, entretanto, não ficou sem a devida e sábia resposta, em outro post, do ex-ministro de Relações Exteriores, Ernesto Araújo.

“Quis ut Deus? (Quem é como Deus?) Essa é a tradução latina do nome hebraico מיכאל – Micael, o Arcanjo Miguel que enfrenta o demônio e sua arrogância. Para os cristãos, Deus é Pai, Filho e Espírito Santo, a Trindade envolta em mistério mas presente na nossa vida e nosso coração”, escreveu Araújo.Reprodução Internet

Esta não é a primeira polêmica do embaixador chinês por aqui. No ano passado, o governo de Xi Jinping cobrou do governo brasileiro e do Congresso Nacional, que chamassem a atenção do deputado federal Eduardo Bolsonaro, após o parlamentar ter dito que a China deveria ser responsabilizada pela disseminação do vírus que causou a pandemia do novo coronavírus.

Na época, entretanto, além do pedido formal, o próprio Yang Wanming resolveu responder, em mensagem oficial da embaixada no Brasil, na qual afirmava que Eduardo havia “contraído vírus mental”, após visita a Miami, atacando também os Estados Unidos.

O fatos demonstram que Yang Wanming não tem preparo para ocupar o cargo atual e, talvez, esteja desdenhando de forças as quais, definitivamente, desconhece.

Fonte: Jornal da Cidade Online

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POLÍTICA: CASO BOLSONARO SE LICENCIE DO CARGO PARA TRATAMENTO MÉDICO HÁ DÚVIDAS DE QUEM PODERÁ ASSUMIR A PRESIDÊNCIA

Saiba quem assume a Presidência da República numa eventual licença de Bolsonaro

Integrantes da equipe do vice-presidente Hamilton Mourão disseram à CNN que ele só deve retornar ao Brasil no domingo

Pedro Teixeira,
da CNN em Brasília
 Atualizado 15 de julho de 2021 às 07:58

 

Mesmo com o presidente Jair Bolsonaro (sem partido) internado, não há definição se ele pedirá algum tipo de licença ou se deve seguir despachando do hospital. Caso ele se licencie do cargo para o tratamento médico, há dúvidas sobre quem poderá assumir a presidência.

Isso porque o vice-presidente Hamilton Mourão (PRTB) viajou nesta quarta-feira (14) para Angola, onde vai participar da cúpula da comunidade dos países de língua portuguesa. À CNN, integrantes da equipe de Mourão disseram que ele só deve retornar ao Brasil no domingo (18).

Caso Bolsonaro precise se licenciar nesse período, o presidente da Câmara, Arthur Lira (PP-AL), seria o próximo na linha sucessória. Mas ele enfrentaria um impasse jurídico quanto a isso, pois se tornou réu em duas ações no Supremo Tribunal Federal (STF).

Em uma delas, o presidente da Câmara é acusado de ter recebido propina de R$ 106 mil. Já a outra ação, que foi arquivada em março deste ano, Lira e outros dirigentes do Progressistas eram acusados de comandar um esquema de corrupção na Petrobras.

O presidente da Câmara nega as acusações.

Se Lira for impedido de assumir a presidência da República num eventual afastamento do presidente Jair Bolsonaro, o próximo na linha sucessória é o presidente do Senado, Rodrigo Pacheco (DEM-MG).

Nota do hospital

O Hospital Vila Nova Star enviou na noite desta quarta-feira (14) uma nota à imprensa afirmando que Bolsonaro seguirá internado para “tratamento clínico conservador”, sem explicar exatamente no que consiste tal tratamento.

Segundo a nota, assinada pelo médico Antônio Luiz de Vasconcellos Macedo e sua equipe médica, o presidente foi diagnosticado com um quadro de “suboclusão intestinal”, isto é, obstrução do intestino.

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POLÍTICA: FUX EXPLICOU O MOTIVO DO CONVITE À BOLSONARO PARA REUNIÃO OFICIAL

Algo está mudando… Fux destaca lado humano de Bolsonaro (veja o vídeo)

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POLÍTICA: ASSEMBLÉIA LEGISLATIVA DO RS HOMENAGEIA MINISTRO DA INFRAESTRUTURA TARCÍSIO GOMES COM MEDALHA DO MÉRITO FARROUPILHA

Tarcísio é homenageado com a “distinção máxima” da Assembleia Legislativa do RS

Tarcísio de Freitas - Foto: Reprodução/InternetTarcísio de Freitas – Foto: Reprodução/Internet

Durante solenidade na Assembleia Legislativa do Rio Grande do Sul, na quinta-feira (08), o ministro da Infraestrutura, Tarcísio Gomes de Freitas, recebeu a Medalha do Mérito Farroupilha.

“Saio daqui muito mais motivado para plantar o nosso futuro e um Brasil melhor”, disse Tarcísio.

A homenagem, em virtude dos serviços prestados à infraestrutura do Rio Grande do Sul, é a maior distinção concedida pela Assembleia Legislativa do estado, e foi uma iniciativa dos deputados estaduais Tenente-Coronel Zucco e Ernani Polo.

“Nossa missão é plantar o que as gerações futuras vão colher. Temos a obrigação de plantar um futuro, um Brasil melhor.

Só assim chegaremos ao fim da nossa trajetória e poderemos dizer que não vivemos em vão”, declarou o ministro, durante o seu agradecimento.

Fonte:Jornal da Cidade Online

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POLÍTICA: MINISTRO DO DESENVOLVIMENTO REGIONAL DEU UMA VERDADEIRA AULA SOBRE PERSEGUIÇÃO ABSURDA DOS PARLAMENTARES CONTRA O GOVERNO

Didático, Ministro do Desenvolvimento Regional destrói CPI e escancara perseguição: “Já estão na décima narrativa” (veja o vídeo)

Fotomontagem: Agência Senado / Agência Brasil Fotomontagem: Agência Senado / Agência Brasil

Em visita ao Rio Grande do Norte, o ministro do Desenvolvimento Regional, Rogério Marinho deu uma verdadeira aula sobre as perseguições absurdas movidas contra o governo pelos parlamentares de oposição na CPI da Pandemia, em curso no senado federal.

“Estou ao lado de um presidente da República que é atacado todos os dias porque defende as famílias, porque defende a bandeira verde e amarela, porque fala em Deus e porque defende valores e fala a verdade na língua do povo e isso incomoda aqueles que são donos da opinião publica brasileira.

O ministro disse ainda que a CPI já está em sua décima narrativa, e é tocada, de forma passiional, por um relator que tem dezessete inquéritos contra ele, enquanto o governo já ultrapassa 900 dias sem corrupção:

“A décima versão é que há a maior corrupção da historia do brasil, na compra de uma vacina que não ocorreu, no superfaturamento que não houve, e no erro formal que foi corrigido 48 horas depois, em um nota de importação e exportação.”

E completou:

“Acho que eles esta esquecidos que 6 bilhões foram devolvidos aos cofres públicos por aqueles que roubaram, surrupiaram, extorquiram e vilipendiaram o recurso do trabalhador brasileiro”

Fonte: Jornal da Cidade Online

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POLÍTICA: SUPER PEDIDO DE IMPEACHMENT É ENGAVETADO POR LIRA ACABANDO COM A FARRA MIDIÁTICA

Em menos de 24 horas, Lira acaba com “farra” e engaveta “superpedido” de impeachment

Foto: Marcelo Camargo/Agência BrasilFoto: Marcelo Camargo/Agência Brasil

O medíocre ‘superpedido’ de impeachment protocolado de maneira extremamente midiática nesta quarta-feira (30) na Câmara dos Deputados, deve ficar engavetado.

O presidente da casa, deputado Arthur Lira, rapidamente se manifestou sobre o assunto e garantiu que nada será feito agora.

Aos jornalistas, Lira explicou o seguinte:

“O que houve nesse superpedido? Uma compilação de tudo o que já existia nos outros e esses depoimentos, quem tem que apurar é a CPI. É para isso que ela existe. Então, ao final dela a gente se posiciona aqui, porque na realidade impeachment, como ação política, a gente não faz com discurso, a gente faz com materialidade”.

Questionado se vai rejeitar o pedido, Lira ironizou dizendo que há outros 120 requerimentos na fila.

Quanto a malfadada CPI da Pandemia, Lira, que sempre foi contra a sua instalação, novamente ironizou:

“Vou esperar a CPI, está fazendo um belíssimo trabalho, bem imparcial”.

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POLÍTICA: MINISTRO DAS COMUNICAÇÕES, FÁBIO FARIA DESMENTE GOVERNADORA FÁTIMA NA ATRIBUIÇÃO À COMPRA DE VACINAS PARA O ESTADO

Direto do RN, Fábio Faria desmascara petista Fátima Bezerra: “Cara de pau! Mentirosa!” (veja o vídeo)

Fábio Faria e Fátima Bezerra - Foto: ReproduçãoFábio Faria e Fátima Bezerra – Foto: Reprodução

Acompanhando o presidente Jair Bolsonaro em visita ao estado do Rio Grande do Norte, o ministro das Comunicações Fábio Faria não perdeu a oportunidade de dizer o que pensa sobre a petista Fátima Bezerra, governadora do estado.

Para o ministro, a petista é “cara de pau” e “mentirosa” pois atribuiu ao governo estadual do RN a compra de vacinas contra a covid-19.

“Aqui o governo federal do presidente Bolsonaro via MDR [Ministério do Desenvolvimento Regional] já investiu R$ 280 milhões, vai passar de R$ 300 [milhões]. E apenas R$ 20 [milhões] da governadora do Estado, que era para colocar para Oiticica, o dinheiro não está aqui”, disse.

E acrescentou:

“No site oficial, a governadora cara de pau dizendo que toda semana adquire 50 mil vacinas para o Estado do Rio Grande do Norte. Ela não adquire nenhuma, porque todas as vacinas até hoje aplicadas no Brasil foram compradas, adquiridas e pagas pelo presidente Jair Messias Bolsonaro. A governadora nada mais faz do que receber as vacinas e distribuir para os prefeitos aplicarem”.

O povo bradou aos gritos de “mentirosa”.

Confira:

Fonte: Jornal da Cidade Online

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POLÍTICA: SEGUNDO ONYX LORENZONI, BOLSONARO QUER QUE A PF INVESTIGUE DEPUTADO QUE INVENTOU A “SUPOSTA ” CORRUPÇÃO NO CONTRATO PARA COMPRA DA VACINA COVAXIN

Onyx desmascara deputado e Bolsonaro aciona a PF (veja o vídeo)

Onyx Lorenzoni - Foto: Alan Santos/PROnyx Lorenzoni – Foto: Alan Santos/PR

Nesta quarta-feira, 23, o ministro da Secretaria-Geral da Presidência, Onyx Lorenzoni, revelou que o presidente Jair Bolsonaro quer que a Polícia Federal abra um processo para investigar as declarações do deputado federal Luís Miranda (DEM-DF) que inventou a suposta “corrupção” no contrato para a compra da vacina indiana Covaxin.

“O presidente da República, Jair Bolsonaro, determinou que a Polícia Federal abra uma investigação sobre as declarações do deputado Luís Miranda, sobre as atividades do seu irmão, servidor do Ministério da Saúde, e sobre todas essas circunstâncias expostas no dia de hoje”, disse Onyx.

Segundo Onyx, será aberto um processo interdisciplinar na Controladoria-Geral da União para investigar as atividades de Luís Ricardo.

O parlamentar teve acesso direto e indevido aos contratos firmados pelo Ministério da Saúde.

Em fortes palavras, o ministro não poupou críticas ao deputado:

“Deus tá vendo [ele] mentir deslavadamente. […] Vai ter que pagar, vai ter que se ver conosco”.

Confira:

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POLÍTICA: CPIs DA COVID-19 E DA ARENA DAS DUNAS SERÃO INSTALADAS SIMULTANEAMENTE PELA ALERN

ALRN irá instalar simultaneamente CPIs da Covid e da Arena das Dunas

Assembleia Legislativa prepara CPI para investigar contrato da Arena das Dunas após auditoria apontar prejuízo de R$ 421 milhões | Rio Grande do Norte | G1

Virgínia Coelli destaca em seu blog. Já está definido. A Assembleia Legislativa irá instalar as duas CPIs simultaneamente. As CPIs da Covid e da Arena das Dunas.

A jornalista informa que as duas comissões irão trabalhar devem ocupar pelo menos 20 dos 24 deputados , e cada uma delas terá cinco membros e cinco suplentes.

Fonte: Blog do BG

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POLÍTICA: BRASILEIRO HONESTO NÃO CAI NA ARMADILHA DA NARRATIVA DA ESQUERDA E DA CPI COM RELATÓRIO PRONTO

Forte “recado” de general, presidente do Superior Tribunal Militar, deve frear ímpeto maligno da CPI

Fotomontagem - Foto: Jefferson Rudy/Agência SenadoFotomontagem – Foto: Jefferson Rudy/Agência Senado

É fato que todo brasileiro honesto, que não cai na armadilha da narrativa de esquerda e tem o olhar isento sobre os fatos que movem a política nacional, já sabe que a CPI da Pandemia, em curso no senado federal, foi criada única e exclusivamente com a finalidade de culpabilizar o Governo Federal.

Essa é a CPI da Inquisição, da Cortina de Fumaça e, principalmente, a CPI do Relatório Pronto.

Renan Calheiros, uma figura extremamente desgastada politicamente, e mesmo desmoralizado entre os seus pares, já sem o poder absoluto de outrora, que o tornou uma figura quase inatingível mesmo com os 17 inquéritos em curso no STF, buscava formas de “ressurgir no cenário nacional”.

Foi a partir daí que uniu-se o “útil” Renan ao “agradável” para a esquerda, louca por encontrar motivos para apear Jair Bolsonaro do poder. O “marionete” entraria em cena, como o relator da CPI.

Após quase um mês de um verdadeiro circo transmitido em cadeia nacional, já não há mais dúvidas de que o político alagoano entrou por aquela sala da comissão já com um relatório pronto debaixo do braço. Escolheu suas vítimas em conluio com a caterva de senadores oposicionistas, ávida pelo sangue conservador. Os questionou repetidamente, os induziu, os humilhou. Mas também se absteve, covardemente, de trocar sequer uma palavra, quando teve à sua frente, as mentes brilhantes que embasaram com provas e bom-senso tudo o que o governo propôs para combater um vírus desconhecido.

Mas para os que criaram a CPI, a partir, olha só, da ordem de um ministro do Supremo, tudo faz sentido. Desde os ataques até as fugas estratégicas.

Não importa mais o que venha acontecer nos próximos 60 dias, aproximadamente do colegiado, Quem entrar por aquela porta, depor e sair em seguida, seja a favor ou contra o governo de Bolsonaro, é apenas mais um para fazer o volume necessário para preencher as câmeras de televisão e as páginas de sites e jornais (quase todos, aliás, também com seus relatórios prontos, em reportagens mais do que determinadas e escolher o culpado).

É certo que, deste relatório, podemos esperar, sim, um pedido de impeachment do presidente da República. Mas é incerto que o congresso nacional tenha a coragem ou a “velha falta de isenção”, suficientes para dar prosseguimento a tal absurdo.

Sabemos que os partidos de direita jamais aceitariam isso, menos ainda os de centro, hoje em maioria, tanto na câmara quanto no senado, que começam somente agora a colher os sonhados frutos de uma aliança necessária e até benéfica, em que todos os lados ganham politicamente, e principalmente o brasileiro, que vê, finalmente, o país decolar sem as amarras impostas por um rancoroso Rodrigo Maia.

Há ainda o peso das ruas que se mostra por meio das gigantescas manifestações orgânicas da sociedade em apoio ao presidente e, ainda mais, nas incríveis recepções que reúnem milhares em torno da figura de Bolsonaro. Quem seria louco em abrir mão de ter a chance de explorar tamanha popularidade?

Sobraria, então, para o poder judiciário. Sim, o mesmo poder que determinou, na canetada, a abertura do tribunal de inquisição que vemos neste colegiado, é o que poderia, também no papel, intervir no processo, talvez afastando o presidente “até que se concluam as investigações”. Os que lêem este texto, provavelmente terão essa teoria como um verdadeiro absurdo. Mas não foi dessa forma que o Brasil se viu virado do avesso? Não foi o STF que deu poder absoluto a governadores e prefeitos no âmbito de uma pandemia desconhecida, tirando justamente o poder de Bolsonaro?

Seria isso tudo o que temos assistido, ainda mais desde abril do ano passado, uma série de ações arquitetadas já de olho em duas possibilidades?

A primeira o processo de impeachment, improvável em um governo que anda na linha e não tem uma única acusação de corrupção

A segunda, mais plausível, justamente, por meio do afastamento judicial, com o apoio da grande mídia aparelhada e cheia de ódio e vingança que escorre pelo canto da boca.

O que foi narrado acima parece ser de conhecimento inclusive dos mais altos escalões das Forças Armadas, que acompanham do alto de seu dever de imparcialidade, mas que também têm a obrigação de garantir a ordem, se a mesma estiver de fato em perigo.

Na semana passada, o próprio presidente do Superior Tribunal Militar (STM), Luiz Carlos Gomes Mattos em entrevista à revista Veja deu a entender que “há algo fora do normal no ar”.

“Houve alguma acusação de corrupção contra o presidente Bolsonaro? Ele se elegeu para combater a corrupção. De todas as maneiras estão tentando atribuir alguma coisa a ele e não conseguiram até agora. Deviam deixar o presidente governar mas não deixam. Quem critica Bolsonaro faz isso de manhã, de tarde, de noite, tudo atribuem ao presidente. Será que você aguentaria isso? E alguma coisa boa atribuem? O Brasil está crescendo, a economia está crescendo, mesmo com todas as dificuldades”, disse o General.

Na entrevista, Mattos chegou a utilizar um termo que o mesmo Jair Bolsonaro tem repetido com alguma frequência: “A corda está esticando”. Sim, em minha visão pessoal, a corda, de fato já esticou praticamente até o seu limite e, para minha surpresa, ela é mesmo “bem elástica e resistente”.

O que faltaria, então, para que a mesma se rompesse? Talvez a pasta em que será exposto o relatório da CPI contenha em seu interior uma ferramenta. A faca ou a tesoura que será utilizada para cortar ou romper esta corda. Resta saber de quem será a mão que fará uso da mesma e se estará pronto para as consequência.

Fonte: Jornal da Cidade Online

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POLÍTICA: LÍDER DO GOVERNO DO RN CLASSIFICOU COMO “ELEITOREIRA” A CPI DA COVID-19

CONTRADIÇÃO: Líder do governo Fátima defende CPI contra Bolsonaro, mas critica investigação no RN

O líder do Governo Fátima Bezerra (PT) na Assembleia, deputado estadual Francisco do PT, classificou como “eleitoreira” a CPI da Covid que está prestes a ser instalada no parlamento para apurar as ações e omissões da gestão estadual no curso da pandemia.

“A motivação desta CPI nada mais é do que as eleições de 2022, essa é a nossa opinião”, disse o deputado petista em entrevista nesta quarta-feira (16) à 96 FM.

Quando questionado se sua opinião é a mesma em relação à CPI da Covid em curso no Senado, que está apurando as ações e omissões do Governo Federal durante a pandemia, a fala do deputado muda.

“A CPI do Senado ela atingiu os requisitos regimentais, segundo o próprio Supremo Tribunal Federal, portanto ela foi instalada em razão disso. Se ela for transformada em palanque eleitoral também está errado”, pontuou o deputado. Ele acrescenta que “há uma série de ações inadequadas do Governo Federal que justificam aquela CPI”.

Fonte: Blog do BG

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POLÍTICA: GOVERNO FEDERAL ANUNCIA ASSINATURA DE ACORDO DE COOPERAÇÃO COM A NASA

Governo demonstra alta credibilidade no cenário internacional e anuncia parceria com a NASA

Jair Bolsonaro e Marcos Pontes - Foto: Marcelo Camargo/Agência BrasilJair Bolsonaro e Marcos Pontes – Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil

O governo federal anunciou a assinatura de um acordo de cooperação com a NASA, a Agência Espacial Americana, para que o Brasil participe do programa espacial que levará a primeira mulher e o primeiro homem negro à Lua a partir de 2024.

O acordo Artemis foi assinado no Palácio do Planalto, e é mais uma demonstração da alta credibilidade do Brasil no cenário internacional.

“Esse programa retorna com missões tripuladas à lua. Hoje o Brasil se integra a esse esforço. O que a gente vai assinar aqui é um pequeno passo para o Ministério de Ciência, Tecnologia e Inovações, mas um grande salto para o programa espacial brasileiro”, declarou o ministro da Ciência, Tecnologia e Inovações, Marcos Pontes.

Empolgado com o acordo, o ministro afirmou que o programa deve incentivar o setor de pesquisa e tecnologia do país,

O presidente Jair Bolsonaro afirmou, durante o evento, que o acordo fará com que o Brasil ‘entre para a história’:

“O nosso grande objetivo – é do Marcos Pontes e é do nosso ministro da Educação, Milton [Ribeiro] – é estimular o nosso jovem a se interessar por isso, a ver que seu potencial é enorme”, disse Bolsonaro.

O Brasil é o primeiro país da América Latina e o 12º no mundo a entrar para a lista de parceiros do programa. Além de Estados Unidos e Brasil também assinaram o acordo Austrália, Canadá, Itália, Japão, Luxemburgo, Emirados Árabes Unidos, Reino Unido, Coreia do Sul, Nova Zelândia e Ucrânia.

Fonte: Jornal da Cidade Online

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POLÍTICA: BRASIL VOLTOU A SER MEMBRO ROTATIVO DO CONSELHO DE SEGURANÇA DA ONU

Brasil está de volta ao Conselho de Segurança da ONU

Foto: Alan Santos/PRFoto: Alan Santos/PR

Com PIB em alta, apesar de um ano pandêmico, e vacinação contra a Covid-19 a todo o vapor, o Brasil tem mais razões para festejar e ser reconhecido como nação confiável e em desenvolvimento: voltou a ser membro rotativo do Conselho de Segurança da ONU pelo biênio (2022-2023). A escolha foi feita na sexta-feira (11), em Nova York, durante a 75ª Assembleia Geral das Nações Unidas. O país recebeu 181 votos a favor da inclusão.

O Conselho da ONU é responsável pela manutenção da paz e segurança internacional e será a 11ª vez que o Brasil integrará o órgão.

A última vez que o Brasil participou do Conselho de Segurança da ONU foi há 10 anos atrás.

O Itamaraty comemorou a ascensão do Brasil ao órgão e disse que a aprovação reflete “o reconhecimento da histórica contribuição brasileira para a paz e a segurança internacionais”.

Em nota, o Ministério das Relações Exteriores disse que, como membro rotativo, o Brasil pretende “fortalecer as missões de paz da ONU e defender os mandatos que corroborem a interdependência entre segurança e desenvolvimento”.

O Conselho de Segurança é composto por cinco membros permanentes que têm direito a veto: Estados Unidos, China, Rússia, Reino Unido e França e por dez integrantes rotativos, eleitos para mandatos de dois anos cada um.

Em novembro de 2020, quando o Brasil mostrou interesse em voltar ao órgão, os países do Brics, grupo formado por Brasil, Rússia, Índia, China e África do Sul, manifestaram apoio à candidatura do país.

O presidente da Rússia, Vladmir Putin, puxou o coro para que haja uma reforma ampla da ONU para abrigar mais países do grupo no Conselho, que representa o principal árbitro de conflitos no sistema internacional.

Fonte: Jornal da Cidade Online

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POLÍTICA: ALEGANDO MACHISMO, GLEISI HOFFMANN ENTRA COM REQUERIMENTO PARA ALTERAR NOME DA CÂMARA DOS DEPUTADOS

Para combater o “machismo”, Gleisi, visivelmente perturbada, quer mudar nome da Câmara dos Deputados

Gleisi Hoffmann - Foto: Edilson Rodrigues/Agência SenadoGleisi Hoffmann – Foto: Edilson Rodrigues/Agência Senado

As deputadas federais pelo PT, Gleisi Hoffmann (PR) e Erika Kokay (DF), tão acostumadas aos holofotes em Governos do partido, devem estar com saudades dos tempos em que conseguiam as atenções da “mídia do ódio”.

Há meses sem se “pronunciarem” com fatos novos, desta vez, elas vieram com uma “novidade”: apresentaram, juntas, um requerimento para que a Câmara dos Deputados tenha o nome alterado para Câmara Federal.

O motivo? Combater o que elas denominam de “machismo estrutural”.

“Não há outra razão, a não ser o machismo estrutural, que justifique que, em pleno Século 21, a Câmara ainda seja conhecida como Câmara dos Deputados, a despeito de as mulheres representarem a maioria da população brasileira e do enorme esforço da justiça eleitoral brasileira e, até mesmo, dos organismos internacionais e dos tratados firmados pelo país em prol da inclusão da mulher”, alegaram as esquerdistas no documento.

Ignorando as mais de 70 investigações que os órgãos federais de controle estão investigando sobre o desvio dos recursos públicos encaminhados para governadores e prefeitos combaterem a pandemia da Covid-19, as petistas deram entrada no requerimento 1213/2021, nesta segunda-feira (07), e querem que ele seja incorporado ao parecer da Proposta de Emenda à Constituição n° 125, de 2011, sobre a Reforma Eleitoral.

Segundo elas, é preciso utilizar uma “linguagem que desfaz a referência de discriminação ou exclusão de mulheres em favor de uma designação que expressa um lugar para todas e todos”.

Preocupado com outras prioridades para desenvolvimento do Brasil, como a votação das Reformas Tributária e Administrativa, o presidente da Câmara, Arthur Lira (PP-AL), claro, ainda não despachou a medida. Ele tem mais o que fazer.

Fonte: Jornal da Cidade Online

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POLÍTICA: SEGUNDO FÁTIMA BEZERRA, ENTRAR NA JUSTIÇA CONTRA MEDIDAS RESTRITIVAS ABUSIVAS DE GOVERNADORES É DESVIO MENTAL E DE CARÁTER

Bolsonaro tem “desvio mental e de caráter”, diz Fátima Bezerra

Foto: Anderson Riedel/PR

A governadora do Rio Grande do Norte, Fátima Bezerra (PT), criticou a ação judicial do presidente Jair Bolsonaro (sem presidente) contra medidas restritivas adotadas para frear a pandemia do novo coronavírus. Em manifestação enviada ontem ao STF (Supremo Tribunal Federal), ela diz que posições apresentadas pelo presidente são “fruto do desvio mental e de caráter” de Bolsonaro.

Bezerra faz referência ao trecho da petição apresentada pelo presidente em que ele diz que os decretos estaduais de restrição “determinam a paralisação de tudo que é considerado não essencial, como se a sobrevivência exclusivamente biológica fosse a única demanda passível de ser protegida pelo direito”.

“Desconsideram o caráter complexo e multifacetário de expressões da dignidade e da personalidade humana, como a dignidade do trabalho, a dignidade de manter um empreendimento econômico e a dignidade de poder buscar o sustento seu e de seus dependentes”, escreveu o presidente no documento de 27 de maio, assinado em conjunto com o advogado-geral da União, André Mendonça.

Em sua manifestação, a governadora diz que “sem a sobrevivência exclusivamente biológica, ou seja, sem a vida humana, não existe dignidade, personalidade, trabalho, empreendimentos econômicos ou busca pelo sustento próprio ou de quaisquer dependentes”. “A não ser que o requerente [Bolsonaro] consiga demonstrar que existam outros tipos de sobrevivência diversas da biológica.”

Bolsonaro foi ao Supremo pedir que decretos com medidas restritivas adotadas por Rio Grande do Norte, Paraná e Pernambuco fossem derrubadas. Para o presidente, as medidas seriam inconstitucionais por ser uma “afronta aos direitos fundamentais ao trabalho, à livre iniciativa e à subsistência”.

Bezerra discorda, e pontua que a Constituição impõe à União, aos estados e municípios “o dever de zelar pela saúde da população”. A governadora ainda ressalta que a lei sobre enfrentamento à pandemia, assinada por Bolsonaro, permite a adoção de restrições.

Ela também indica que as medidas foram adotadas porque o estado registrava, em meados de maio, um alto número de mortes, de ocupação de leitos de UTI (Unidade de Terapia Intensiva), além da circulação de variantes do coronavírus. As restrições, segundo ela, também são importantes para conter aglomerações em festas clandestinas e eventos sociais, “dos quais as pessoas insistiam e ainda insistem em participar a despeito da gravidade do atual quadro pandêmico”.

Vacinação

Bolsonaro argumentou ao STF que a vacinação contra a covid-19 no país faria com que as restrições “mais excessiva (e desproporcional)”. A governadora rebateu. “É público e notório que a campanha de imunização brasileira ainda se encontra longe do mínimo necessário para se conter a pandemia.”

Até o momento, cerca de 11% da população já está imunizada. Bezerra diz que a iniciativa de Bolsonaro é uma “ameaça para o sistema público de saúde do Rio Grande do Norte”.

Os governos de Pernambuco e do Paraná também já se manifestaram e defenderam as medidas que tomaram.

O governador paranaense, Ratinho Júnior (PSD), escreveu que, “caso não houvesse a adoção de medidas restritivas”, a situação da pandemia no estado “seria pior”.

“Porque o número de óbitos aumentaria exponencialmente e o sistema de saúde entraria em colapso, impactando não só aqueles que estão acometidos pela doença da covid-19, mas também toda a sociedade que precise de serviços de saúde, quer na rede pública, quer na rede privada”. Ratinho também disse que “o estágio de vacinação atual não permite o abandono das medidas restritivas”.

Documento assinado pelo procurador-geral pernambucano, Ernani Varjal Medicis Pinto, também traz críticas a Bolsonaro, dizendo que a ação do presidente no STF “passa ao largo da complexidade do enfrentamento à pandemia”. “Roga-se bom senso de todas as esferas de governo para a superação da emergência sanitária”, escreveu Pinto, que diz que preservar vidas é obrigação dos governantes.

A ação de Bolsonaro no STF tem relatoria do ministro Luís Roberto Barroso. Não há prazo para que ele se manifeste após os estados terem apresentado suas posições. Procurada, a Presidência ainda não respondeu ao UOL sobre as falas do governo do Rio Grande do Norte.

Fonte: Blog do BG

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POLÍTICA: EXÉRCITO BRASILEIRO NÃO CEDEU AS PICUINHAS DA “MÍDIA DO ÓDIO” NEM DE OPOSITORES AO GOVERNO BOLSONARO

Exército se impõe e não cede à pressão dos “esquerdopatas” e da “mídia do ódio”

Foto: Marcelo Camargo/Agência BrasilFoto: Marcelo Camargo/Agência Brasil

O Exército Brasileiro não cedeu às picuinhas da “mídia do ódio” nem tampouco de opositores ao Governo do presidente Jair Bolsonaro e mostrou, mais uma vez, que quem determina as decisões internas das Forças Armadas são os próprios militares.

A esquerda bem que tentou uma forçada de barra, utilizando-se da “mídia do ódio” para coagir a alta cúpula do Exército a abrir processo administrativo contra o General Eduardo Pazuello, ex-Ministro da Saúde, que esteve presente em uma motociata, no Rio de Janeiro, no final de maio.

Porém, após deliberação interna e, em resposta ao pedido formulado pelo jornal O GLOBO, que faz claramente oposição ao presidente da República, o Exército respondeu que o processo contém informações pessoais e, citando o dispositivo da Lei de Acesso à Informação (LAI) que garante, nessas situações, o sigilo por 100 anos, não se sujeitou às exigências da emissora carioca.

“A documentação solicitada é de acesso restrito aos agentes públicos legalmente autorizados e à pessoa a que ela se referir”, justifica o Exército, em nota.

“Magoada”, a Rede Globo, que perdeu contratos com o Governo Federal desde que Jair Bolsonaro assumiu a cadeira da presidência, choramingou a não entrega dos documentos e disse que cabe recurso à decisão do Exército junto à Controladoria-Geral da União (CGU); demonstrando que ainda não quer perder a “quebra-de-braço”.

Fonte: Jornal da Cidade Online

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POLÍTICA: CPI DA COVID ULTRAPASSOU TODOS OS SEUS LIMITES

Omar Aziz e sua CPI conseguem acabar de vez com “bom humor” de canal humorístico: Os palhaços somos nós (veja o vídeo)

Fotomontagem: JCOFotomontagem: JCO

O sinal de que a CPI da COVID ultrapassou todos os limites e chegou ao seu ocaso, foi o último vídeo publicado no Youtube pelo canal Hipócritas.

Conhecidos por tratar de questões sérias, como política e economia, sempre mantendo um tom irônico e bem humorado, desta vez, a crítica ao que o Brasil está assistindo na TV foi sem qualquer “bom humor ou o mínimo de brincadeira”.

“É o Circo Parlamentar de Inquérito, com palhaços, animais adestrados, malabarismo verbal e transmitido em rede nacional pela Globo da morte”.

“Renan Calheiros, o relator responde a oito inquéritos, incluindo corrupção lavagem de dinheiro e organização criminosa”.

“Dra. Nise Yamaguchi, médica, oncologista, imunologista, com doutorado em pneumologia, 40 anos de experiência na área, foi desrespeitada, insultada, descredibilizada e teve que ouvir do homem acusado de desviar 260 milhões da saúde, que as pessoas desconsiderassem o que a especialista em saúde falava”.

É UM CIRCO MESMO, E A DIFERENÇA É QUE OS PALHAÇOS SOMOS NÓS!

Veja o vídeo:

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POLÍTICA: VEJA O COMENTÁRIO DE LACOMBE SOBRE O QUE CHAMA DE LADAINHA DA CPI DA PANDEMIA

De saco cheio, Lacombe “pisoteia” narrativas da CPI (veja o vídeo)

Luís Ernesto Lacombe (Reprodução)Luís Ernesto Lacombe (Reprodução)

E um tom mais crítico e irônico do que de costume, o jornalista e apresentador Luís Ernesto Lacombe, da Rede TV, publicou, em seu canal do Youtube, um novo vídeo em que comenta o que chama de Ladainhas da CPI da Pandemia, em curso no senado federal.

Lacombe cobra a falta de critérios e de análise dos fatos por parte dos parlamentares que acusam o governo federal de utilizar medicamentos, supostamente, sem eficácia comprovada:

“Uma ladainha que critica o governo federal e apenas ele, como se os governos estaduais e municipais não tivessem feito o mesmo […] vão dizer que Bolsonaro não só comprou o remédio como obrigou todos os médicos da rede publica a receita-los, e talvez descubra que muitos pacientes tiveram capsulas empurrados goela abaixo pelo próprio presidente.”

Lacombe diz que há estudos que a oposição e grande imprensa fazem questão de ignorar e médicos lutando para exercer sua liberdade profissional, com a experiência de milhares deles na observação e nos resultados pessoais, no tratamento da doença provocada pelo novo coronavírus:

“A cantilena principal da CPI da COVID deveria ser encerrada no imperativo da ultima fala da infectologista Roberta Lacerda em meu programa na TV – Deixem os médicos em paz”, fala Lacombe.

A segunda ladainha da comissão segundo o jornalista é a que trata da questão da compra das vacinas:

“Conta a historia de que o governo poderia ter iniciado a vacinação em outubro ou novembro do ano passado. E se o Mandetta disse, tá dito e não adianta respirar fundo. Tínhamos que ter começado antes ate do Reino Unido, o primeiro a aplicar uma dose da vacina no mundo, em 8 de dezembro do ano passado. Sim, se tivéssemos desenvolvido o imunizante e se não dependêssemos da importação de insumos e também se estivéssemos entre os países rico. E vamos pular a parte em que demonstraram que o contrato assinado com a Pfizer ficou melhor para o Brasil do que o primeiro contrato proposto pelo laboratório.

Confira:

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POLÍTICA: SEGUNDO MINISTROS DO TURISMO E DA INFRAESTRUTURA, O GOVERNO EFETUA MAIS DE 3. 240 OBRAS E MAIS DE 90 MILHÕES DE DOSES DE VACINA DISTRIBUIDAS

Governo efetua mais de 3.240 obras de infraestrutura no Turismo e distribui mais de 90 milhões de doses de vacina

Foto: Alan Santos/PRFoto: Alan Santos/PR

A deputada federal Carla Zambelli (PSL-SP) conversou com os Ministros do Turismo, Gilson Machado e da Saúde, Marcelo Queiroga e ficou surpresa ao saber que o Governo Federal efetua 3.247 obras de infraestrutura no turismo do Brasil, além das realizadas pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Ipham).

“No Brasil, hoje, são 3.247 obras de infraestrutura. Fora as do Ipham. São orlas, pórticos, teatros, reformas”, explicou o Ministro do Turismo, acrescentando que “nunca houve tantas ações no país”.

“(As obras de Turismo) eram monumentos ao descaso. Agora, o dinheiro do brasileiro, graças a Deus, está servindo ao brasileiro e não à Venezuela, Argentina, África… Tá sendo usado aqui dentro”, comemorou.

Em seguida, ela falou com o Ministro da Saúde, o cardiologista Marcelo Queiroga, sobre o êxito na campanha de vacinação contra a Covid-19 no país. Foram mais de 90 milhões de doses distribuídas para os Estados da Federação. Mais de 60 milhões de doses aplicadas.

“E, agora, este mês de junho, nós vamos ultrapassar a marca de mais de 100 milhões de doses distribuídas”, completou o médico.

“Só no Estado de São Paulo, nos últimos dois dias, distribuímos 1,5 milhão de doses”, informou.

“Então, seguindo a recomendação do presidente Bolsonaro, nós vamos, até o final do ano, vacinar toda a população brasileira acima de 18 anos e pôr fim à pandemia da Covid-19. E, aí, vamos ‘ativar’ a nossa economia e o turismo no Brasil”, avisou.

Fonte: Jornal da Cidade online

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POLÍTICA: GOVERNADORES BATERAM O MARTELO SOBRE PROTOCOLAR AÇÃO CONJUNTA NO STF PARA SUSPENDER CONVOCAÇÕES PELOS MEMBROS DA CPI

Governadores decidem apresentar ação conjunta ao STF para suspender convocações na CPI

Foto: Edilson Rodrigues/ Agência Senado

Governadores bateram o martelo sobre a decisão de protocolar uma ação conjunta no Supremo Tribunal Federal (STF) para suspender suas convocações pelos membros da CPI da Covid. Como a coluna informou, a iniciativa está em debate desde ontem, quando a Comissão convocou nove chefes de Estado para prestarem depoimento.

O plano é apresentar até esta segunda-feira, ao Supremo, uma Arguição de Descumprimento de Preceito Fundamental (ADPF), que tem como finalidade combater atos que desrespeitam preceitos fundamentais da Constituição. A peça, que está em elaboração, apontará a violação do artigo 50 da Constituição, que não prevê a convocação do presidente da República para prestar depoimento na CPI.

Fonte: Blog do BG

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CPI COM 10 ASSINATURAS PARA INVESTIGAR GASTOS DURANTE A PANDEMIA FAZ GOVERNADORA DO RN PASSAR MAL

Bastidores da Política Estadual: Governadora teria passando mal após tomar conhecimento das dez assinaturas da CPI

Com 10 assinaturas, a CPI da Covid para investigar os gastos do governo Fátima Bezerra durante a pandemia será protocolada na quinta-feira, às 10h, na Assembleia Legislativa. A informação foi confirmada pelo deputado estadual Gustavo Carvalho, em seu perfil no Instagram.

“CPI com 10 assinaturas confirmadas será protocolada quinta-feira às 10h na assembléia legislativa. Apuração de gastos e investimentos do RN com recursos encaminhados para a pandemia”, escreveu o parlamentar na publicação.

PASSOU MAL 

Segundo Fontes, a Governadora Fátima teria passado mal  quando tomou conhecimento das dez assinaturas para a CPI. Nossa fonte narrou que o clima de angustia foi generalizando. Alguns pesos fortes ligados ao governo, vão tentar a todo custo fazer com que o presidente da Assembleia engavete o andamento da CPI.

A PRESSÃO É  GRANDE 

A pressão em cima do  presidente da Assembleia, Deputado Ezequiel Ferreira, está é grande, tanto do governo Fátima que quer a todo custo frear a CPI, como dos deputados que quererem que a CPI siga a diante. Como Presidente, Ezequiel tem o poder de retarda a CPI e comprar uma briga com seus colegas, ou seguir com a mesma e comprar uma briga com o governo Fátima.

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POLÍTICA: GRUPO DE GOVERNADORES AVALIA INGRESSAR COM PEDIDOS NO STF PARA NÃO SEREM OBRIGADOS A COMPARECER COMO TESTEMUNHAS NA CPI DA COVID-19

Governadores avaliam recorrer ao STF para não comparecerem à CPI da Pandemia

Nesta quarta-feira (26), a comissão de inquérito pretende votar a convocação de dez governadores, mais da metade da Região Norte

Gustavo Uribe

Por Gustavo Uribe, CNN  

 Atualizado 26 de maio de 2021 às 09:14

Política - Governadores planejam acionar STF para recorrer caso sejam convocados pela CPI - 26/05/2021

Com a possibilidade de convocação pela CPI da Pandemia, um grupo de governadores avalia ingressar com pedidos no STF (Supremo Tribunal Federal) para não serem obrigados a comparecer na condição de testemunhas.

Segundo apurou a CNN, a possibilidade tem sido considerada por alguns governadores da Região Norte. Eles representam mais da metade do total de requerimentos apresentados para a convocação de chefes de gestões estaduais.

A ideia estudada é que, caso sejam aprovados requerimentos de convocação contra eles em sessão marcada para esta quarta-feira (26), eles ingressem com pedidos em sequência na Suprema Corte.

O argumento é de que há um precedente jurídico que desobriga chefes de governos estaduais a comparecerem a uma comissão de inquérito do Congresso Nacional.

Em 2012, o então governador de Goiás, Marconi Perillo, conseguiu autorização para não comparecer à CPI do Cachoeira.

Na época, o ministro Marco Aurélio Mello, do STF, concedeu liminar sob o argumento de que uma comissão de inquérito do Congresso Nacional não pode impor a presença de um chefe do Poder Executivo.

Nesta quarta-feira (26), devem ser analisados requerimentos para a convocação dos governadores do Amazonas, Amapá, Rondônia, Roraima, Pará, Tocantins,  Distrito Federal, Rio de Janeiro, Rio Grande do Sul e Santa Catarina.

Nestes estados, houve investigação da Polícia Federal durante a pandemia. A tropa de choque do Palácio do Planalto tem insistido na necessidade de investigar a destinação de recursos federais para estados e municípios.

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POLÍTICA: PRESIDENTE DA CPI OMAR AZIZ, CORTA DE FORMA DESMORALIZANTE AS ASINHAS DE RENAN CALHEIROS

Aziz “corta as asas” de Renan: “A CPI não será usada para isso. Não há motivo para mandar prender ninguém.”

Omar Aziz e Renan Calheiros. Fotos: Geraldo Magela e Roque de Sá/Agência SenadoOmar Aziz e Renan Calheiros. Fotos: Geraldo Magela e Roque de Sá/Agência Senado

O senador Renan Calheiros, o “atleta” nas planilhas da Odebrecht, pediu na tarde desta quarta-feira (12), a prisão de Fabio Wajngarten, ex-secretário de comunicação do governo Bolsonaro.

O motivo do ‘abuso de autoridade’ parece evidente. Wajngarten não disse o que Renan queria ouvir.

“Vossa excelência mais uma vez mente. Mentiu diante dos áudios publicados, mentiu em relação à entrevista que concedeu. Mas esse é o primeiro caso de alguém que, em desprestígio da verdade, mente. O presidente pode até decidir diferentemente. Mas eu vou, diante do flagrante evidente, pedir a prisão de vossa senhoria”.

Demonstrando incômodo pelo fato de Renan tentar de todas as formas assumir o protagonismo da CPI, o presidente da comissão, senador Omar Aziz, tratou de ‘cortar as asas’ do relator, de maneira até desmoralizante.

“A CPI não será usada para isso. Não há motivo para mandar prender ninguém.”

E disse mais:

“Eu não tomarei essa decisão. Eu tenho tomado decisões muito equilibradas até o momento. Mas daí, a eu ser carcereiro de alguém, não. Eu não sou carcereiro de ninguém. Não vou transformar o país num lugar pior (…).”

Fonte: Jornal da Cidade Online

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POLÍTICA: DEPOIMENTO DO DIRETOR-PRESIDENTE DA ANVISA DERRUBA NARRATIVAS DE INFLUÊNCIA DE BOLSONARO NA AGÊNCIA

Alexandre Garcia: Caiu a narrativa de que Bolsonaro tinha influência na Anvisa

No quadro Liberdade de Opinião desta quarta (12), o jornalista avaliou o depoimento do diretor-presidente Anvisa, Antonio Barra Torres, à CPI da Pandemia

Da CNN, em São Paulo

12 de maio de 2021 às 09:40

Alexandre Garcia analisa fala de Bolsonaro na ONU - Liberdade de Opinião - YouTube

No quadro Liberdade de Opinião desta quarta-feira (12), Alexandre Garcia avaliou o depoimento do diretor-presidente da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), Antonio Barra Torres, à CPI da Pandemia. Ele falou que as declarações do presidente Jair Bolsonaro (sem partido) sobre vacinas vão contra o que a Anvisa defende.

“O depoimento foi brilhante. Mas foi isso, derrubou todas as narrativas, né. Ele chegou com a realidade, inclusive [derrubou] com aquela narrativa de que a amizade dele com o presidente da República faria com que abrisse uma fraqueza na Anvisa para que o presidente influenciasse nas decisões da agência”, iniciou o jornalista.

“Caiu a narrativa de que havia influência. Há uma amizade [entre os dois] e essa amizade é separada. Tanto que já ouvi o próprio presidente dizendo que não conversa assuntos de Anvisa com Barra Torres, talvez conversem assuntos de motos.”

O Liberdade de Opinião tem a participação de Sidney Rezende e Alexandre Garcia. O quadro vai ao ar diariamente na CNN.

As opiniões expressas nesta publicação não refletem, necessariamente, o posicionamento da CNN ou seus funcionários.

Fonte: CNN

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POLÍTICA: BLINDAGEM DE GOVERNADORES E PREFEITOS PELA CPI DA COVID É UMA FRAUDE CONTRA O POVO BRASILEIRO

Isso é uma fraude contra o povo brasileiro”, afirma senador Eduardo Girão sobre “blindagens” da CPI da Covid (veja o vídeo)

Foto: Edilson Rodrigues/Agência SenadoFoto: Edilson Rodrigues/Agência Senado

Em postagem no Twitter, nesta quarta-feira (5), o senador Eduardo Girão (Podemos-CE), denunciou que os integrantes da Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) da Covid-19 estariam “blindando” governadores e prefeitos para não investigar onde foram investidos os recursos federais encaminhados pelo Governo Bolsonaro a Estados e municípios no combate à pandemia do coronavírus.

“BLINDAGEM A GOVERNADORES E PREFEITOS É FRAUDE COM O POVO BRASILEIRO! Se quisermos fazer justiça, precisamos ouvir alternadamente os agentes públicos dos dois pedidos legítimos de CPI. Para cada pedido com foco no governo federal, deverá ter outros relativo a Estados e municípios!”

“O meu requerimento é um requerimento muito claro. Não tem como a gente tentar interpretar da maneira como a gente quer. O meu requerimento, assinado por 45 colegas respeitáveis aqui, a maioria do Senado Federal, é para investigar bilhões de reais de verbas federais enviadas para Estados e municípios. Não tem outra forma de se entender diferente. Inclusive, eu relaciono os fatos determinados, que são operações da Polícia Federal que todo o Brasil tomou conhecimento”, advertiu.

“Se a gente entender diferente do que a gente fez, do pedido de CPI aprovado e a pensado, é uma interpretação que a gente quer! Seja para “blindar” “A”, “B” ou “C”, eu acredito que isso é uma fraude contra o povo brasileiro”, concluiu.

De fato, o senador tem razão. Não se poderia esperar algo diferente com Renan, Aziz e Randolfe direcionando os trabalhos.

A CPI está completamente desmoralizada e o povo está vendo tudo.

Confira o vídeo:

Fonte: Jornal da Cidade Online

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POLÍTICA: ELEIÇÕES DE 2022 SE APROXIMANDO E O SUJO JÁ COMEÇA FALAR DO MAL LAVADO

Ciro abre “fogo” contra Lula, revela “sujeiras” do governo petista e causa alvoroço na “esquerdalha” (veja o vídeo)

Lula e Ciro Gomes - Foto: Ricardo Stuckert/Instituto LulaLula e Ciro Gomes – Foto: Ricardo Stuckert/Instituto Lula

Nesta segunda-feira (03), Ciro Gomes, já em clima de campanha para as eleições de 2022 e devidamente “comandado” pelo marqueteiro João Santana, publicou um vídeo intitulado ‘Uma verdade sobre Lula’.

A publicação, de menos de um minuto, contém uma avaliação sobre Lula durante a “era PT”.

“Eu gostaria que você tivesse paciência de escutar coisas que não está acostumado. Uma delas: o governo Lula deu pouco aos pobres e muito aos ricos”, diz ele, no vídeo.

As declarações de Ciro não agradaram os lulopetistas.

Com 2022 se aproximando, o “fogo na esquerdalha” começou.

É o sujo falando do mal lavado.

Confira:

Fonte: Jornal da Cidade Online
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POLÍTICA: EM NOTA, MILITARES CRITICAM CPI DA COVID E DEMONSTRAM APOIO A BOLSONARO

Acabou a paciência dos militares! O silêncio foi rompido… (veja o vídeo)

Foto: Marcello Casal Jr/Agência BrasilFoto: Marcello Casal Jr/Agência Brasil

Na última quarta-feira (28), o Clube Militar publicou nota criticando a instalação da CPI da Covid e demonstrando seu apoio ao presidente Jair Bolsonaro.

“Temos ‘Marcolas e Fernandinhos Beira-mar’ investigando. O resultado dessa ‘investigação’ já sabemos: culpar o Presidente por aquilo que não o deixaram fazer”, diz a nota.

A publicação questiona tanto os investigadores quanto quem deve ser investigado pela CPI:

“O Estado de Direito, que pressupõe respeito às leis vigentes, particularmente a Constituição Federal só serve para aulas em cursos universitários, porque, na pratica, não é respeitado pelo Legislativo e Judiciário. Esse mesmo tribunal [STF], que ignora a Constituição, conferiu poderes para governadores e prefeitos usarem a pandemia para desviarem dinheiro público e não tratar adequadamente a população, agora culpando o presidente que eles impediram de coordenar as ações.”

A nota também expressa apoio ao presidente, e àqueles que precisam trabalhar em meio à pandemia:

“Que as algemas voltem a ser utilizadas, mas não nos trabalhadores que querem ganhar o sustento dos seus lares, e sim nos verdadeiros criminosos que estão a serviço do ‘Poder das Trevas’”.

Em vídeo, o advogado Luan Amâncio analisou a nota nos mínimos detalhes.

Confira:

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INFRAESTRUTURA: SEGUNDO O MINISTRO DA INFRAESTRUTURA, “INOCENTES ÚTEIS” TENTAM BARRAR A CONSTRUÇÃO DA FERROGRÃO

Lobby privado tenta barrar a Ferrogrão, porque ferrovia será o maior regulador de tarifa no Brasil, denuncia Tarcísio

Imagem em destaque

Tarcísio Gomes de Freitas, Ministro da Infraestrutura do Governo Bolsonaro, afirmou, na sexta-feira (23), em live promovida pelo Sindicato da Indústria da Construção do Estado do Pará, que “inocentes úteis” tentam barrar a construção da Ferrogrão, um projeto que prevê a ligação ferroviária do Médio-Norte de Mato Grosso ao Porto de Miritituba, no Pará, e pretende ser o principal centro de escoamento de grãos de MT, papel hoje exercido pela BR-163.

“A questão grande da Ferrogrão é que ela vai ser o maior regulador de tarifa do Brasil. Então aqueles que vão competir com a ferrovia não querem a Ferrogrão. E aí é muito fácil usar do discurso ambiental contra a ferrovia (…). E o cara que cobra hoje o frete rodoviário ou faz o transporte de ferrovia cobrando o preço rodoviário não quer que essa ferrovia saia. O jogo é muito claro”, explicou.

Segundo o ministro, o discurso ambiental contra a obra é uma “cortina de fumaça” criada por quem não quer o ambiente de competição que será imposto com o novo traçado.

“A questão da Ferrogrão não tem nada a ver com o meio ambiente. Isso é uma ‘cortina de fumaça’. A grande questão da ferrovia é que ela será o maior regulador de tarifa do Brasil. Aqueles que vão competir com a Ferrogrão não querem isso”.

“É muito fácil usar o discurso ambiental contra uma ferrovia. O que é um absoluto contrassenso. Como é que uma ferrovia não é um negócio sustentável? Só no Brasil”, ironizou.

E acrescentou:

“Há uma utilização de inocentes úteis para barrar o projeto de uma ferrovia que vai ser transformadora para a nossa logística”.

Freitas desabafou que ONGs e povos indígenas estariam sendo usados por interesses diversos ao da proteção ambiental e do respeito a essas comunidades.

“Aí vou lá, patrocino uma ONG, pega um indígena e boto debaixo do braço. Vou lá na Redação de um jornal pra dizer que a ferrovia é ruim ou contrato um consultor para dizer que a ferrovia não faz sentido”, disparou, acrescentando que a iniciativa privada apoiou o projeto.

“Se não fizesse sentido (a ferrovia), nós já teríamos abandonado”, garantiu.

Tarcísio comentou ainda o que seria uma contradição se opor ao projeto.

“O troço é tão maluco que, quando a gente fala em pavimentar a BR-319, vem os ambientalistas (e dizem): ‘um absurdo fazer a pavimentação da BR-319. Caberia aqui uma ferrovia’. Quando a gente fala em fazer a Ferrogrão, (dizem): ‘um absurdo fazer uma ferrovia aqui. Aqui tem que duplicar a BR-163’. Espera aí, gente, decide aí. Esse papo é de maluco”.

“(A ferrovia) vai deixar nosso produtor o mais eficiente do mundo, que ele já é eficiente da porteira para dentro e vai ser eficiente da porteira para fora. Que aquele cara que já produz 80 sacas por hectare – contra 40 sacas por hectare do americano – vai começar a transportar grãos com 40% menos de frete”, comemorou.

Pelas contas do Governo Federal, a ferrovia de 933 quilômetros de expansão vai custar aos cofres públicos R$ 21,5 bilhões. Desse total, R$ 8,4 bilhões serão investidos para colocar a linha férrea em operação, o que deve acontecer em 2030.

O Governo do presidente Jair Bolsonaro pretende leiloar o projeto ainda este ano, mas aguarda permissão do Tribunal de Contas da União (TCU). Além disso, precisa derrubar liminar no Supremo Tribunal Federal (STF) que, surpreendentemente, suspendeu mudanças nos limites da Floresta Nacional do Jamanxim para a passagem da ferrovia.

Fonte: Jornal da Cidade Online

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POLÍTICA: SENADORES GOVERNISTAS ESTÃO TENTANDO TIRAR RENAN CALHEIROS DA CPI DA COVID

Senadores governistas vão ao STF contra Renan na CPI da Covid e mantém batalha judicial

Foto: Edilson Rodrigues / Edilson Rodrigues/Agência Senado

Senadores governistas que integram a CPI da Covid apresentaram um mandado de segurança ao Supremo Tribunal Federal (STF) para tentar tirar Renan Calheiros (MDB-AL), escolhido ontem como relator, do colegiado. Na peça, Marcos Rogério (DEM-RO), Jorginho Mello (PL-SC) e Eduardo Girão (Podemos-CE) alegam que parlamentares que possuem parentesco em primeiro grau com possíveis alvos da investigação devem ser considerados impedidos. Renan é pai do governador de Alagoas. A comissão tem como um dos focos apurar o envio de recursos federais a estados e municípios.

Se aceita, a medida também poderia afetar outro senador do MDB, Jader Barbalho (PA), que é pai do governador do Pará, Helder Barbalho. Jader ocupa vaga de suplente na Comissão Parlamentar de Inquérito.

“Tendo em vista as previsões legislativas acima elencadas, mostrase evidente a vedação, por força do ordenamento jurídico pátrio, a participação de parlamentares que possuam parentes em linha reta ou colateral até terceiro grau em Comissões Parlamentares de Inquérito. Cumpre salientar que entre os membros da CPI encontra-se dois parlamentares que possuem parentes em gestões estaduais”, diz trecho do documento.

Para embasar o pedido, os senadores citam requerimentos apresentados por eles para localizar processos que indiquem possíveis desvios de recursos federais na pandemia. Os requerimentos ainda dependem da aprovação da maioria da comissão — os governistas estão em minoria, com quatro dos 11 membros titulares.

“Veja-se, portanto, que o Estado de Alagoas não é apenas mera hipótese quanto à investigação em curso, mas uma certeza, vez que já há requerimento quanto aos recursos enviados a todos os Estados, o Distrito Federal e as Capitais. Ademais, sabe-se que as provas serão reunidas, também, em relação ao Estado de Alagoas, para o respectivo exame e Juízo de valor quanto à correção ou não da aplicação dos recursos”, afirmam os parlamentares na ação.

Entre os requerimentos, Marcos Rogério apresentou uma solicitação ao colegiado para que todos os governadores e os prefeitos das capitais enviem informações sobre a aplicação dos recursos enviados, com as notas de empenho, ordens bancárias, notas fiscais, extratos bancários e processos administrativos de despesa.

Fonte: Blog do BG

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POLÍTICA: AÇÕES E OMISSÕES DE GOVERNOS NA PANDEMIA SERÃO APURADAS PELA CPI DA COVID INSTALADA PELO SENADO

Senado instala CPI da Covid para apurar ações e omissões na pandemia; assista

Inquérito deve ser dividido em quatro frentes e focar tanto no enfrentamento à pandemia pelo governo federal quanto no uso de verbas por estados e municípios

Murillo Ferrari, da CNN, em São Paulo, e Bia Gurgel, da CNN, em Brasília
Atualizado 27 de abril de 2021 às 12:09

Senado federal abriu nesta terça-feira (27) a sessão para instalação da Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) que vai apurar ações e omissões do governo federal no enfrentamento à pandemia da Covid-19, bem como o uso de verbas federais por parte de estados e municípios no combate à doença.

A primeira reunião da comissão, em que seus membros elegem o presidente e o vice-presidente da CPI, começou com disputas em torno da possibilidade de o senador Renan Calheiros (MDB-AL) ser indicado para a relatoria da comissão.

A sessão foi aberta pelo senador Otto Alencar (PSD-BA), responsável por abrir os trabalhos da CPI por ser seu membro mais velho da comissão. Na sequência, o senador Ciro Nogueira (Progressistas-PI) pediu a suspensão da sessão alegando que senadores que foram indicados para a CPI da Covid já são membros de outras comissões de investigação, o que não seria permitido.

Alencar indeferiu o pedido, dizendo que a CPI da Covid não é temática e que em muitas outras comissões funcionaram dessa forma e essa situação não foi questionada anteriormente. Além disso, as demais CPIs existentes no Senado estão paralisadas, não configurando, portanto, essa obstrução.

Na sequência, o senador Jorginho Mello (PL-SC) apresentou questão de ordem alegando que há parlamentares impedidos de votar. Ele justificou que haveria conflito de interesses por parte de Renan, assim como por seu suplente, Jader Barbalho (MDB-PA), já que ambos têm parentesco consanguíneo com possíveis investigados pela CPI.

“O que quero destacar é que uma importante investigação não pode ser continuada se existir uma desconfiança”, disse Mello.

Por volta das 11h desta terça-feira (27), enquanto os senadores ainda debatiam a possível suspeição de Renan, o desembargador Francisco de Assis Betti, vice-presidente no exercício da Presidência do TRF-1ª Região, suspendeu a liminar concedia na véspera que impedia a indicação de Renan para a relatoria da CPI.

No texto que reverteu a liminar, o desembargador Betti escreveu que a decisão de suspender a execução da medida judicial foi tomada em via excepcional para “evitar grave lesão à ordem, à saúde, à segurança e à economia públicas”.

Um dos senadores a se manifestar contra as questões de ordem, Randolfe Rodrigues (Rede-AP) disse ser insensato tentar “impedir um colega parlamentar do exercício do mandato [de participar da CPI]”.

“O que for argumentado aqui pra impedir a designação de senadores, inclusive pra participar da CPI (…) isso é impedir o exercício do mandato. Existe a CPI das Fake News em que membros da comissão são investigados e mesmo assim ninguém questionou impedimento para participar”, disse.

“E ninguém aqui tem que temer nada dessa CPI. A CPI não persegue pessoas ou fatos. Se o Governo não tem nenhuma omissão ou ação que levou ao agravamento da pandemia, de termos de janeiro até agora mais mortes do que no ano passado, se não teve instabilidade, não tem porque medidas protelatórias para instalarmos [a CPI].

Ele também afirmou que a decisão judicial liminar contra Renan, antes de ser derrubada, era esdrúxula.

Flávio Bolsonaro critica articulação a favor de Renan

Apesar de não fazer parte da CPI, o senador Flávio Bolsonaro (Republicanos-RJ) também se manifestou na sessão de instalação da CPI.

“Aquele parlamentar que tiver nessa CPI e quiser subir nos caixões dos quase 400 mil mortos para atacar o presidente e antecipar as eleições vai ser visto pela população. Com certeza está todo mundo de olho nisso aqui”, afirmou.

Ele disse ainda que, em função das indicações feitas por seu bloco para a composição da comissão, defenderá que o Republicanos deixe o bloco formado ainda por MDB e Progressistas.

Se meu nome fosse sugerido, por exemplo, é óbvio que haveria imparcialidade. Ele [Renan], como possível relator, já disse que foi omisso e incompetente, mas que na CPI vai ser imparcial. Beira o ridículo.”

Ele afirmou esperar ainda questões judiciais caso o nome de Renan seja confirmado como o relator da comissão.

O rito da sessão de instalação da CPI

Após a escolha do presidente e do vice-presidente da CPI, será feita a indicação do relator da comissão. Mais cedo, o senador Omar Aziz (PSD-AM) – mais cotado para presidir a CPI – confirmou à CNN que vai indicar Renan Calheiros (MDB-AL) caso seja confirmado no comando da CPI.

CPI da Covid, como a comissão é chamada, foi protocolada pelo senador Randolfe Rodrigues (Rede-AP), líder da oposição, e inicialmente era focada só nas ações do governo federal. Por pressão dos aliados do presidente Jair Bolsonaro (sem partido), incorporou também a aplicação de verbas da União pelos entes regionais.

A CPI foi instalada em cumprimento a determinação do Supremo Tribunal Federal (STF), em decisão do ministro Luís Roberto Barroso referendada pelo plenário da Corte.

O apelo ao STF, feito pelos senadores Jorge Kajuru (Podemos-GO) e Alessandro Vieira (Cidadania-SE), teve como base o argumento de que uma CPI com as assinaturas e pré-requisitos mínimos deveria ser instalada independentemente da posição do presidente do Senado, Rodrigo Pacheco (DEM-MG).

A comissão é composta por 11 membros titulares e 7 suplentes. O prazo inicial para o funcionamento da CPI é de 90 dias, mas pode ser renovado pelo mesmo período – se houver essa ampliação, a CPI poderá funcionar até outubro de 2021, um ano antes do primeiro turno das eleições de 2022.

O que a CPI vai investigar?

possível plano de trabalho da CPI da Pandemia, obtido pela CNN, prevê a divisão da comissão em quatro frentes: vacinas e outras medidas para a contenção do vírus, colapso da saúde em Manaus, insumos para tratamento de enfermos e emprego de recursos federais. O documento, no entanto, ainda pode ser alterado por parlamentares que farão parte da comissão.

Caso o plano usado na CPI seja esse, ministros como Paulo Guedes, da Economia, e ex-membros do governo, como o ex-chanceler Ernesto Araújo e o ex-secretário de Comunicação Social Fábio Wajngarten, podem ser chamados para prestar esclarecimentos.

Em entrevista à CNN, o senador Omar Aziz (PSD-AM), candidato a presidir a CPI da Covid, defendeu que o ex-ministro da Saúde Luiz Henrique Mandetta seja o primeiro convocado a depor na comissão. “Foi onde tudo começou”, argumentou o parlamentar amazonense.

Ele também disse que outro objetivo da comissão será entender por que o governo federal não negociou com a Pfizer, em agosto de 2020, a compra de 70 milhões de vacinas contra o novo coronavírus.

Os ex-ministros da Saúde Nelson Teich e Eduardo Pazuello, além do atual chefe da pasta, Marcelo Queiroga, também devem ser convocados.

Outro ponto que deve ser investigado é a recomendação, por parte do Ministério da Saúde, do uso de hidroxicloroquina no tratamento da doença – medicamento que não tem comprovação científica da eficácia em pacientes com Covid-19.

Outro fatos a ser investigado é a demora na assinatura do contrato entre o Instituto Butantan e o Ministério para a compra dos primeiros 46 milhões de doses da Coronavac.

Quais os limites da CPI?

A CPI tem poder de convocar autoridades, requisitar documentos, recomendar ao Ministério Público que inquéritos sejam instaurados e até determinar a quebra de sigilo bancário, fiscal telefônico.

A investigação pode convocar basicamente qualquer pessoa que considere relevante para apurar os fatos investigados, incluindo ministros de Estado. Os intimados são obrigados a comparecer e devem prestar seus depoimentos sob juramento de dizer a verdade.

Uma CPI não tem poder de julgar nem tem competência para punir investigados. Assim, não pode, por exemplo, determinar medidas cautelares, como prisões provisórias ou indisponibilidade de bens. Também não pode expedir mandado de busca e apreensão, apreender passaporte ou determinar escutas telefônicas – medidas que dependem de decisão judicial.

Ao final dos trabalhos, a comissão produzi um relatório de conclusão, que será encaminhado ao Ministério Público ou à Advocacia-Geral da União, para haver a responsabilização civil e criminal de possíveis infratores ou para tomarem outras medidas legais necessárias.

Fonte: CNN

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POLÍTICA: NO JULGAMENTO POLÍTICO PARA SALVAR LULA DOS SEUS CRIMES ESTÃO COLOCANDO SÉRGIO MORO COMO BODE EXPIATÓRIO

Estão colocando Sergio Moro como bode expiatório para salvar o Lula”, ressalta advogado (veja o vídeo)

Sérgio Moro (Reprodução)Sérgio Moro

O ativismo judicial e as táticas da esquerda foram alguns dos temas do debate que reuniu o advogado e jornalista Paulo Faria, e o advogado Danilo Garcia na TV Jornal da Cidade Online.

Para o advogado Danilo Garcia, a suspeição de Moro é um julgamento político, e existe algo importante nessa história que está sendo estrategicamente ignorado: Lula teria praticado crime de lesa pátria, por conta da evasão de divisas brasileiras para ditaduras comunistas.

“É um julgamento político, não estou aqui dizendo se o Moro merece ou não merece apreço jurídico. Estou falando que estão colocando Moro como bode expiatório para salvar o ex-presidente Lula dos crimes por ele, e por sua organização partidária, para não dizer criminosa, praticados contra o erário brasileiro.

Muito me perguntarão que crimes? Ora, o Brasil tem bastante miséria, bastante área que precisa de incentivo fiscal financeiro para que possa prosperar, por que mandaram nosso dinheiro para Cuba, Venezuela, para África?

Dinheiro brasileiro que deveria ser empregado no Brasil. Maior que este crime não há. É crime de lesa pátria. Só por este crime o Lula deveria ser recolhido preso e jamais voltar ao cenário político. Estão usando o Moro como bode expiatório para justificar essas anulações absurdas. E assim tornar ele eletivo novamente. Estão querendo pegar o ex-juiz Sérgio Moro como bode expiatório para justificar o injustificável.

Para inocentar aquele que não é inocente, para apaziguar aquele partido político que não pensou no Brasil e nos brasileiros. Que só pensou em si e no seu plano perpétuo de reeleição e de manutenção no poder. Então, mais uma vez essa decisão do STF é uma decisão de ativismo judicial explícito e implícito. Ilegal do ponto de vista constitucional. Repugnante”, frisou.

“Esta questão de ideologia, de sexo, de catalogar as pessoas por cor de pele é a tática da esquerda”

Já o advogado Paulo Faria apontou algumas estratégias usadas pela esquerda, como a vitimização, e a cooptação da juventude e das ditas ‘minorias’:

“A esquerda trata as pessoas com pena, esperando submissão delas. Não é pelas capacidades ou competência. Nós, em vez de vivermos no país da meritocracia, vivemos no país da cleptocracia. Então é preciso mudar isso depois de 14 anos de governo petista.

E hoje temos esses jovens de 20/30 anos que foram formados na era petista, nós estamos vendo aí a porcaria que está o país. Nós estamos pagando o preço alto por ter colocado um analfabeto como o Lula no poder. Além de uma mulher, que representou muito mal as mulheres, porque mulher não é aquilo que estava na presidência da República, não. Ela acabou com o país.

Nem uma loja de 1,99 ela conseguiu fazer funcionar. Mas isso não é porque é mulher, é porque a pessoa é incompetente de pai e mãe. Então esta questão de ideologia, de sexo, de catalogar as pessoas por cor de pele é a tática da esquerda. Por exemplo a criminalização da homofobia, o STF legislando, é o ativismo judicial.

Aí acontece o seguinte quanto a essa lei da igualdade salarial, o presidente vai ter que sancionar, porque se ele não sancionar, ele vai ser chamado de misógino”, explicou Faria.

Fonte: Jornal da Cidade Online

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POLÍTICA: MARQUETEIRO DO PT PRESO POR LAVAGEM DE DINHEIRO É O NOVO CONTRATADO DO PDT

PDT contrata o marqueteiro João Santana, preso por lavagem de dinheiro

Foto: Reprodução/Internet

O PDT contratou o jornalista João Santana, responsável pelas campanhas de Luis Inácio Lula da Silva (2006) e Dilma Roussef (2010 e 2014) para “ajudar” na área de comunicação da sigla. Santana foi o marqueteiro oficial do PT por longos anos. O investimento reforça a ideia de que Ciro Gomes vai, realmente, disputar eleição presidencial de 2022.

João Santana está tão otimista com seu “pupilo” que, em entrevista concedida ao programa “Roda Viva”, da TV Cultura, em outubro de 2020, chegou a dizer que Lula deveria ser vice na chapa encabeçada por Ciro.

“O Lula está em uma condição que não pode nem perder nem ganhar, porque assumiria o governo sangrando. Ele é o melhor perfil de vice que se pode ter”, disparou, acrescentando que também poderia trabalhar para uma candidatura de esquerda, na disputa de 2022.

Ciro Gomes e o presidente da legenda, Carlos Lupi, comemoraram a contratação no Twitter.

João Santana foi um dos investigados na Operação Lava Jato. Ele foi condenado a mais de sete anos de prisão por lavagem de dinheiro, em 2017. Mas, aderiu a um acordo de delação premiada e, por isso, cumpriu apenas um ano e seis meses de reclusão no regime fechado diferenciado. Ou seja: recolhimento domiciliar integral com uso de tornozeleira eletrônica. Em seguida, passou aos regimes semiaberto e aberto.

O fato é que nenhum marketing se iguala ao do presidente Jair Bolsonaro. Ele passeia, cumprimenta, entra e sai de residências por todo o Brasil; provando que o trabalho honesto e fiel aos princípios determinados nas eleições de 2018 continuam sendo um eficiente “boca a boca”. E o melhor: sem um tostão investido.

Fonte: Jornal da Cidade Online

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POLÍTICA: WITZEL É A PURA HIPOCRISIA DA CORRUPÇÃO DISFARÇADA DE LÁGRIMAS TENTANDO O GOLPE DO CONVENCIMENTO

Em depoimento ao Tribunal que decidirá o seu futuro, Witzel chora

Wilson Witzel (Reprodução)Wilson Witzel (Reprodução)

O governador afastado do Rio de Janeiro, Wilson Witzel, se emocionou e chorou durante o interrogatório ocorrido nesta quarta-feira (7) no Tribunal Especial Misto, que reúne desembargadores e deputados estaduais, para julgar o processo de impeachment. Antes do interrogatório, que durou pouco mais de cinco horas, Witzel anunciou que estava dispensando seu advogado e pediu um prazo de 20 dias para constituir um novo advogado, mas o pedido de adiamento foi negado.

Antes de Witzel, foi interrogado o ex-secretário de Saúde Edmar Santos, que é réu colaborador e pediu para não ter sua imagem ou depoimento divulgado, amparado por uma decisão do Superior Tribunal de Justiça (STJ), pedindo para ser coberto por um pano, o que foi aceito pelo tribunal. Quando foi retomado o julgamento, Witzel pediu para ler um texto e chorou, ao iniciar sua defesa.

“São 35 anos de vida pública. Passei por várias instituições. Foram 18 anos como magistrado federal. Fui militar da Marinha de Guerra por cinco anos. Vida pública movida pelo sentimento de ideal. Eu não deixei a magistratura para ser ladrão. O que estão fazendo com a minha família é muito cruel”, desabafou Witzel.

Ao longo do interrogatório, Witzel negou insistentemente ter recebido qualquer tipo de vantagem indevida. Ele foi inquirido pelos desembargadores e deputados sobre o por quê ter readmitido a empresa de saúde Unir, que cuidava de unidades de Saúde e havia sido desclassificada.

“Tomei a decisão. Era uma hipótese em que havia situações nos autos que não haviam sido apreciadas apropriadamente. Não mandei que a Unir fosse recontratada. Jamais essa decisão foi tomada com qualquer vantagem indevida”, sustentou.

Witzel também frisou que, durante o seu governo, havia uma orientação expressa para que secretários não se envolvessem com empresários.

“Eu não admitia reunião de secretários com empresários. Se chegasse ao meu conhecimento, seriam exonerados”.

Processo

O andamento do processo de impeachment de Witzel foi aprovado em sessão da Assembleia Legislativa do Estado do Rio de Janeiro (Alerj) no dia 23 de setembro de 2020, em votação unânime de 69 votos a favor e nenhum contra. Em novembro do ano passado, o Tribunal Especial Misto acolheu, também por unanimidade, a denúncia para o prosseguimento do processo de impeachment do governador afastado. Na mesma sessão, foi decidido o corte de um terço do salário de Witzel e que deixasse de ocupar, junto com a família, a residência oficial do governo do estado, no Palácio Laranjeiras, na zona sul do Rio.

O Tribunal Especial Misto é composto pelos desembargadores Teresa Castro Neves, Maria da Glória Bandeira de Mello, Inês da Trindade, José Carlos Maldonado e Fernando Foch e pelos deputados estaduais Waldeck Carneiro (PT), relator do processo, Alexandre Freitas (Novo), Chico Machado (PSD), Dani Monteiro (PSOL) e Carlos Macedo (REP).

O tribunal é presidido pelo desembargador Henrique Carlos de Andrade Figueira, que também é presidente do Tribunal de Justiça (TJ). Com o fim da fase de interrogatórios, as partes têm 10 dias para apresentar suas alegações finais.

Fonte: Jornal da Cidade Online

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POLÍTICA: GOVERNO DO RN SANCIONA LEI QUE ESTABELECE MULTA PARA QUEM FURAR FILA DA CAMPANHA DE VACINAÇÃO

Fátima sanciona lei que prevê multa de até R$ 20 mil para quem furar fila de vacinação contra Covid-19 no RN

 DIVERSOS

Fátima Bezerra decreta toque de recolher no RN de 22h às 5h a partir deste sábado

O Governo do Rio Grande do Norte instituiu a Lei nº 10.860, que estabelece multa de R$ 10 a R$ 20 mil para quem furar a fila da campanha de vacinação contra a Covid-19. A penalidade será aplicada para a pessoa responsável pela aplicação da vacina, ou seu superior hierárquico, como também para a própria pessoa que se vacinou estando fora do grupo de prioridade estabelecido pelo plano de vacinação. A norma será publicada na edição do Diário Oficial do Estado (DOE) desta quarta-feira (31).

A lei, de iniciativa do deputado estadual Hermano Moraes, ainda estabelece o dobro da pena caso o infrator seja funcionário ou agente público. A multa será aplicada sem prejuízo civil ou penal, mediante procedimento administrativo pelo órgão estadual competente.

O valor da multa deverá considerar a gravidade das consequências, tendo como princípio a função pedagógica da lei, apelando para a conscientização das pessoas. As multas serão recolhidas ao Fundo Estadual de Saúde (FES-RN).

LEI SOBRE DESCARTE DE MÁSCARAS

Outra lei sancionada pela governadora Fátima Bezerra, a Lei nº 10.859, de 30 de março de 2021, estabelece normas para o descarte de máscaras de proteção individual e outros equipamentos de proteção individual (EPIs). Proposta pela deputada estadual Cristiane Dantas, a lei é considerada como medida de redução da transmissão do coronavírus e de proteção aos profissionais que trabalham na coleta e ao meio ambiente. Fica proibido o descarte das máscaras e EPIs em ruas e vias, logradouros públicos, praças, rodovias e outras áreas protegidas.

Além de orientações de como deve ser acomodada a máscara descartada e/ou EPI, a lei edita que o descarte deve ser identificado como “perigo de contaminação – Covid-19”, além de ser acomodados em sacos separados do lixo comum e não descartar em lixo reciclável. Em estabelecimentos comerciais, deverá haver um recipiente exclusivo para o descarte das máscaras e EPIs.

Fonte: Blog do BG
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