POLÍTICA: SECRETÁRIO DE EDUCAÇÃO DO PARÁ RENATO FEDER FOI NOMEADO MINISTRO DA EDUCAÇÃO

Bolsonaro escolhe Renato Feder para ser novo ministro da Educação

Secretário de Educação do Paraná deve assumir a pasta após saída de Carlos Decotelli, que foi nomeado, mas sequer tomou posse

Por R7 – Publicado em 03/07/2020 às 09:04

Feder é o escolhido por Bolsonaro para Educação

O presidente Jair Bolsonaro (sem partido) escolheu, nesta sexta-feira (3), o secretário de educação do Paraná, Renato Feder, para assumir o Ministério da Educação.A decisão pelo nome de Feder confirma que o nome do secretário estava no radar antes de Carlos Decotelli ser nomeado.

O currículo de Feder, de acordo com informações que constam da página da Secretaria de Educação e Esportes do Paraná, possui graduação e mestrado em instituições de ensino de São Paulo.

Feder se formou em Administração pela FGV (Fundação Getúlio Vargas) e fez mestrado em Economia na USP (Universidade de São Paulo). Ainda foi professor da EJA (Educação de Jovens e Adultos), deu aulas de matemática por 10 anos e foi diretor de escola por 8 anos. O currículo inclui ainda assessoria voluntária da Secretaria da Educação do Estado de São Paulo.

Aos 24 anos, em 2003, assumiu uma empresa de tecnologia, que se tornou bilionária. Deixou o cargo de CEO da empresa para assumir a secretaria do Paraná.

Agora, como titular do ministério, terá que assumir uma frente para coordenar uma resposta educacional em relação à pandemia do novo coronavírus. Entre os principais desafios, estão a realização das provas do Enem (Exame Nacional de Ensino Médio) e volta às aulas.

Ministério da Educação

O último titular da pasta foi resultado de uma articulação feita pelos ministros militares do Planalto. A seleção do novo ministro, inclusive, se transformou numa nova disputa entre a ala militar e ideológica.

Carlos Decotelli, o último a exercer a função de ministro da Educação, deixou o cargo na última terça-feira (30) após cinco dias. A demissão foi a maneira avaliada para encerrar a crise com as inverídicas informações no currículo dele.

Bolsonaro anunciou Decotelli para a Educação no dia 25, por meio de redes sociais. Na ocasião, escreveu que o nomeado era bacharel em Ciências Econômicas pela UERJ, mestre pela FGV, doutor pela Universidade de Rosário (Argentina) e pós-doutor pela Universidade de Wuppertal (Alemanha).

No entanto, o próprio reitor da Universidade Nacional de Rosário negou que Decotelli tenha obtido o título. Depois, a Universidade de Wuppertal também negou que o nomeado possuía a certificação de pós-doutor.

Em seguida, mais uma incoerência, desta vez, com instituições brasileiras. A FGV informou que Decotelli não foi professor da fundação, como o próprio registrou em seu currículo, além de abrir investigação para apurar suspeita de plágio em sua tese de mestrado. Decotelli, após as contestações, alterou o próprio currículo.

As incoerências em sua formação profissional ameaçaram o titular na pasta, que caiu após cinco dias, antes mesmo de tomar posse. Decotelli foi o terceiro ministro da Educação no governo de Jair Bolsonaro, após problemáticas gestões de Ricardo Vélez e Abraham Weintraub – sendo este último investigado pelo STF (Supremo Tribunal Federal).

Fonte: Agora RN

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POLÍTICA: PROJETO DAS FAKE NEWS PODE SER VETADO POR BOLSONARO

Bolsonaro diz que pode vetar projeto das fake news aprovado no Senado

Projeto aprovado no Senado cria um marco inédito na regulamentação do uso das redes sociais, obrigando empresas a rastrear mensagens enviadas por aplicativos e identificar conteúdos impulsionados

Por Redação – Publicado em 02/07/2020 às 00:19

Presidente da República Jair Bolsonaro

O presidente Jair Bolsonaro afirmou nesta quarta-feira (1º) que pode vetar o projeto das fake news, aprovado na terça (30/06) no Senado e que ainda precisa passar pela Câmara dos Deputados. Em conversa com apoiadores em frente ao Palácio da Alvorada, o presidente disse acreditar que a proposta “não vai vingar” e deve ser rejeitado pelos deputados.“Acho que na Câmara vai ser difícil aprovar. Agora, se for, cabe a nós ainda a possibilidade de veto, tá Ok? Acho que não vai vingar esse projeto, não”, disse Bolsonaro.

O projeto cria um marco inédito na regulamentação do uso das redes sociais, obrigando empresas a rastrear mensagens enviadas por aplicativos e identificar conteúdos impulsionados.

O tema ganhou relevância nas eleições de 2018 e foi pautado pelo Senado neste ano de disputas municipais. Companhias do setor, porém, apontam risco de censura à livre manifestação do pensamento.

Bolsonaro afirmou ter conversado com um senador que disse a ele ter se equivocado ao votar favoravelmente à proposta e acredita que isso ocorreu com outros congressistas. Ele não disse, no entanto, qual parlamentar teria relatado o equívoco.

Ao fim da conversa, o presidente disse que “tem que ter liberdade”. “Ninguém mais do que eu é criticado na internet. Nunca reclamei. E, no meu Facebook, quando o cara faz baixaria eu bloqueio. É um direito meu”, reagiu.

A proposta foi defendida pelo presidente do Senado, Davi Alcolumbre (DEM-AP). Em suas redes sociais, o senador disse que a nova lei é imprescindível para a proteção da vida de todos os brasileiros. “Liberdade de expressão não pode ser confundida com agressão, violência ou ameaça”, escreveu no Twitter.

fonte: Agora RN

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POLÍTICA: REITOR DO ITA É FAVORITO PARA ASSUMIR O MEC

Favorito para o MEC, segundo o Estadão, é o reitor do Instituto Tecnológico de Aeronáutica, Anderson Correia

 EDUCAÇÃOPOLÍTICA

O favorito para o MEC, segundo o Estadão, é o reitor do Instituto Tecnológico de Aeronáutica, Anderson Correia.

“Evangélico e com perfil técnico, ele passou a aglutinar apoio de vários grupos que indicam nomes ao presidente Jair Bolsonaro (…).

Além da ala militar, o nome de Correia é aprovado por especialistas do terceiro setor, como Viviane Senna.

O comando da Aeronáutica já teria autorizado sua saída do ITA.”

Fonte: Blog do BG

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POLÍTICA: TJ-RJ CONTRARIA STF AO CONCEDER FORO A FLÁVIO BOLSONARO

Para ministros ouvidos do STF, TJ-RJ contrariou corte ao conceder foro a Flávio Bolsonaro, o que pode gerar reversão no caso

 JUDICIÁRIOPOLÍTICA

Ministros do Supremo Tribunal Federal (STF) ouvidos pelo blog nesta segunda-feira (29) avaliam que o Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro contrariou decisão da corte de 2018 ao conceder foro especial ao senador Flavio Bolsonaro (Republicanos-RJ) no caso das “rachadinhas”.

Para esses ministros, o entendimento é claro: encerrado o mandato, cessa a prerrogativa do foro. Eles lembram, inclusive, de casos de políticos como o ex-presidente Michel Temer (MDB) e o deputado federal Aecio Neves (PSDB-MG), que, investigados por crimes supostamente cometidos fora do mandato, foram enviados para a primeira instância.

Por isso, acreditam alguns magistrados, ao analisarem recurso questionando a decisão do TJ-RJ, a tendência do STF deve ser a de reverter a concessão do foro privilegiado ao senador filho do presidente Jair Bolsonaro.

Esta é, por exemplo, a expectativa do partido Rede Sustentabilidade. Na sexta-feira (26), o partido ingressou com uma ação no STF questionado a decisão do TJ-RJ que, para o partido, “confronta” a decisão do STF.

“A decisão do TJ do Rio é anacrônica, porque é baseada em uma proteção privilegiada que já foi afastada pela Suprema Corte”, afirmou ao blog o líder da Rede no Senado, senador Randolfe Rodrigues. Ele disse que ainda não foi sorteado o relator da ação.

Nos bastidores, procuradores do Ministério Público do Rio também consideraram que a decisão dos desembargadores está em total desacordo com a jurisprudência do STF e do STJ. Publicamente, o MP afirmava na semana passada que iria esperar a divulgação da decisão do TJ para decidir quais medidas serão tomadas.

Fonte: Blog do BG

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POLÍTICA: DIRETOR DO ESTADÃO CRITICA STF E REVELA PARA IMPRENSA AS INTENÇÕES DE CELSO DE MELO

 

Diretor do Estadão detona o STF, não poupa a “grande imprensa” e revela o “vazamento” de Celso de Mello

Fernão Lara Mesquita e Celso de Mello

Ao menos uma voz na grande mídia brasileira parece ter coragem e dignidade suficientes, além de patriotismo e espírito realmente democrático, para se levantar contra os absurdos que vem sendo cometidos pelo Supremo Tribunal Federal (STF).

O jornalista e diretor do Estadão Fernão Lara Mesquita.

Na terça-feira (16), ele já havia criticado fortemente o STF, num texto intitulado “Será que vai ter golpe?”.

Não satisfeito e ante o avanço do autoritarismo da corte, Mesquita, em novo texto, desta vez foi ainda mais contundente.

Eis o titulo:

“Bye, bye democracia. Estamos em pleno pesadelo de Rui Barbosa. E não há a quem recorrer”.

O jornalista expõe com clareza e coragem o atual momento brasileiro:

“Na antidemocracia brasileira o povo vem sempre em último lugar: manda nada quem tem muito voto, pensa que manda quem tem uns poucos e manda em tudo quem não tem nenhum. E são estes os únicos que duram para além do que o povo quiser que durem.”

E prossegue, atribuindo responsabilidade a própria grande imprensa:

“Bolsonaro late, mas quem morde é ‘o Leviatã’. Sem que haja, aqui ou no mundo, qualquer lei ou definição do que seja isso, o STF, de cujas atribuições legais está expressamente excluída a de fazer inquéritos, com apoio unânime da ‘grande imprensa’, decretou por 10 a 1 a ‘legalidade’ do ‘inquérito das fake news’ que iniciou 15 meses atrás sem provocação, outra violação da ordem constitucional, com um ato de censura à imprensa, a terceira violação.”

Fernão Lara Mesquita constata a ‘condição terminal da nossa democracia’ e relata o vazamento para a imprensa efetivado pelo ministro Celso de Mello:

“As contradições insanáveis desse enunciado atestam a condição terminal da nossa ‘democracia’. Como uma aberração lógica, jurídica e formal como está venceu a vergonha de ser afirmada em público pelos papas do formalismo eu não sei. Mas é o único meio de derrubar com a mesma cajadada Jair Bolsonaro e seu vice general de Exército, possivelmente antes que ele possa nomear os ministros que teriam vagas no Supremo ao longo do seu mandato, a ‘cereja no bolo’ prometida nos primeiros dias de maio pelo caudaloso ministro Celso de Mello ao anunciar o rito sumário para essa tentativa (e o STF vazar para a imprensa os ‘planos B e C’ publicados no mesmo dia, nos mesmos termos, em todos os jornais).

O STF, o “novo normal”:

“Desde que o STF se autoatribuiu a função de legislar, legalizar a ilegalidade ou criminalizar o que estava na lei – seja para prender, seja para soltar – virou ‘o novo normal’. Opera como aquelas máquinas chinesas de construir pontes e ferrovias: tira da frente e atira no abismo as leis que não servem à sua agenda política e lança, do vagão de trás para a frente da locomotiva, vestidinhas de regimento interno ou o que for, as que necessita para avançar o próximo metro, antes ou até mesmo depois de fazê-lo.”

E anuncia o pesadelo:

“Estamos em pleno pesadelo de Rui Barbosa. Nada mais é certo e sabido, senão que cada porta do inferno que o STF resolver abrir só o STF poderá fechar – ou voltar a abrir – se e quando quiser. Não há a quem recorrer.”

Abaixo, a integra do texto:

 

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POLÍTICA: TSE REJEITA CASSAÇÃO DA CHAPA DE BOLSONARO NA 1ª DE SEIS AÇÕES

Por unanimidade, TSE rejeita ação que pedia cassação da chapa de Bolsonaro

Coligação vencedora era acusada de ter sido responsável pela colocação de outdoors irregulares em 33 municípios. Tramitam no tribunal outras cinco ações.

Por Veja – Publicado em 24/06/2020 às 09:25

O ministro Og Fernandes, relator (ao centro), durante julgamento de ação de cassação da chapa de Bolsonaro

O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) decidiu arquivar nesta terça-feira, 23, uma ação que pedia a cassação da chapa Jair Bolsonaro–Hamilton Mourão em razão da suposta utilização irregular de outdoors durante a campanha presidencial de 2018. A ação havia sido apresentada pela chapa liderada pelo candidato Fernando Haddad (PT), que argumenta que a campanha vencedora estava envolvida na colocação de peças publicitárias em 33 municípios de 13 estados, já que todas apresentavam semelhanças.A maioria dos ministros entendeu que não poderia se atribuir à chapa a responsabilidade pela colocação de outdoors e que o episódio não teve o condão de impactar significativamente o resultado da eleição. Votaram Og Fernandes, Luís Felipe Salomão, Tarcísio Vieira de Carvalho Neto, Sérgio Banhos, Alexandre de Moraes, Edson Fachin e Luís Roberto Barroso, presidente do TSE – os três últimos pertencem também ao Supremo Tribunal Federal (STF).

Há ainda outras cinco ações na Corte pedindo a cassação da chapa. Duas delas, apresentadas pelas coligações dos ex-presidenciáveis Marina Silva (Rede) e Guilherme Boulos (PSOL), acusam a chapa Bolsonaro-Mourão de abuso eleitoral na invasão hacker da página “Mulheres Unidas contra Bolsonaro”, no Facebook, em setembro de 2018, em meio à campanha eleitoral.

A página, que reunia à época 2,7 milhões de usuários da rede social e fazia críticas ao então candidato, foi invadida e teve o nome alterado para “Mulheres COM Bolsonaro #17”. O perfil de Bolsonaro no Twitter publicou uma foto da página invadida e modificada e escreveu “obrigado pela consideração, Mulheres de todo o Brasil!”. Para as coligações de Marina e Boulos, a invasão seguida da postagem seria um “forte elemento da provável participação do ora Investigado no episódio ou, no mínimo, de sua ciência”.

Moraes pediu vista e adiou a conclusão do julgamento das ações em meio a um debate fora do mérito, uma discussão “preliminar” entre os ministros do TSE sobre a produção de novas provas a pedido dos autores da ação, a exemplo de perícias técnicas para que se descubra a identidade dos autores da invasão hacker.

O ministro Edson Fachin abriu divergência nesse caso com o relator Og Fernandes, que já havia se posicionado pela improcedência das ações no mérito. Fernandes entende que não há provas sobre a autoria e participação nas invasões e que o delito não é grave o suficiente para impactar o pleito. Em seu voto, Fachin atendeu ao pedido das defesas pela produção de mais provas e foi seguido pelos ministros Tarcísio Vieira de Carvalho e Carlos Velloso Filho. Além de Og Fernandes, foi contra a solicitação das chapas de Boulos e Marina o ministro Luís Felipe Salomão. No momento em que Moraes pediu vista, restavam o voto dele e o de Barroso sobre a questão preliminar.

Fake news

Outras quatro ações, duas movidas pelo PT e duas pelo PDT, acusam a campanha de Bolsonaro de caixa dois, abuso de poder econômico e uso indevido de meios de comunicação digitais no disparo em massa de mensagens no WhatsApp. Esses processos são os que mais preocupam o governo depois que o PT pediu que fossem compartilhadas as provas do inquérito que apura a disseminação de notícias falsas e ataques virtuais a ministros do Supremo Tribunal Federal (STF) e familiares deles, entre outras autoridades, em tramitação no Supremo.

Ao autorizar que a Polícia Federal deflagrasse uma operação no âmbito da investigação, Alexandre de Moraes, relator do inquérito no Supremo, determinou a quebra dos sigilos bancário e fiscal de empresários suspeitos de financiar o esquema de fake news entre julho de 2018 e abril de 2020, incluindo Luciano Hang, dono da rede de lojas Havan, que está entre os investigados em três ações no TSE. Em manifestação à Corte Eleitoral, as defesas de Bolsonaro e Mourão se manifestaram contra a inclusão das provas nas ações eleitorais. A Procuradoria-Geral Eleitoral (PGE) defendeu o compartilhamento de provas do STF. O relator, Og Fernandes, deixou a cargo de Moraes decidir quais evidências podem ou não ser compartilhadas.

Uma sétima ação, que acusava a chapa vencedora de ter se beneficiado da cobertura jornalística da TV Record e do portal R7 foi arquivada – está em fase de recurso. A denúncia também havia sido apresentada pela coligação encabeçada pelo PT.

Fonte: Veja

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SAÚDE: RAPHAEL CÂMARA FOI NOMEADO SECRETÁRIO DE ATENÇÃO PRIMÁRIA À SAÚDE

Médico pró-vida é nomeado Secretário de Atenção Primária do Ministério da Saúde

 POLÍTICASAÚDE


O governo federal nomeou o médico Raphael Câmara Medeiros Parente para o cargo de secretário de Atenção Primária à Saúde do Ministério da Saúde. A nomeação foi assinada pelo ministro-chefe da Casa Civil, Walter Braga Netto.

O nome dele foi publicado no Diário Oficial da União (DOU) nesta terça-feira (23) depois de a secretaria ficar quase dois meses sem titular – Erno Harzheim foi exonerado do cargo em 30 de abril, ainda na gestão de Nelson Teich à frente do ministério.

Raphael Parente é doutor em Ciências, mestre em Epidemiologia e médico do departamento de Ginecologia da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), além de integrante do Conselho Federal de Medicina.

O nome dele aparece em vários artigos publicados em jornais e na internet relacionados à questão do aborto. Em alguns, ele é apresentado como um “defensor do direito à vida”.

A Secretário de Atenção Primária à Saúde é responsável, entre outras coisas, pela gestão de postos de saúde, ambulatórios e atendimentos de “saúde da família”. A Secretaria também tem entre as atribuições desenvolver estratégias para o acesso de primeiro contato ao sistema de saúde, fortalecer a Estratégia Saúde da Família e implementar políticas para a equidade em saúde.

É considerada, portanto, uma das áreas estratégicas dentro do Ministério da Saúde.

A Atenção Primária à Saúde ganhou status de Secretaria a partir de um decreto assinado, em maio de 2019, pelo presidente Jair Bolsonaro (sem partido).

Fonte: Blog do BG

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POLÍTICA: FLÁVIO BOLSONARO LAVA ROUPA SUJA EM PÚBLICO INSINUANDO QUE PRISÃO DE QUEIROZ TEM O DEDO DE WITZEL

Flávio Bolsonaro sugere investigação da filha do juiz que mandou prender Queiroz, e fala de “boquinha” com Witzel

  JUDICIÁRIOPOLÍCIAPOLÍTICA

senador Flávio Bolsonaro publicou nessa quinta-feira (18) em suas redes sociais um vídeo em que sugere ao Ministério Público (MP) a investigação de Natália Nicolau, filha do juiz Flavio Itabaiana de Oliveira Nicolau, que expediu o mandado de prisão de Fabricio Queiroz e Marcia de Oliveira.

Segundo o senador, Natália possui uma “boquinha” com o governador do Rio de Janeiro, Wilson Witzel.

Em nota, o governo do estado esclarece que Natália Menescal Braga Itabaiana Nicolau trabalha hoje na Casa Civil do Estado como secretária II e possui vasta experiência na área cível e de direito público, sendo advogada e exercendo a profissão em escritórios de advocacia.

O governo rebate também a suposição de ligação entre o juiz Flavio Itabaiana e o governador Wilson Witzel.

A nota ressalta que a nomeação da advogada ocorreu 15 dias antes da distribuição eletrônica do processo de Flávio Bolsonaro ao Juízo de Direito da 27° Vara Criminal, onde atua o pai da servidora, e que a distribuição eletrônica do processo é aleatória.

A assessoria do juiz também enviou uma nota para a CNN. Confira abaixo.

A filha do dr. Flávio Itabaiana foi nomeada em 01/04/2019, sendo certo que trabalha diariamente, cabendo, contudo, ao governo do estado informar se ela é ou não funcionária fantasma. O magistrado ressalta que não foi a pedido dele que ela foi nomeada para trabalhar lá, pois não tem qualquer contato com o governador nem com qualquer outra pessoa do Palácio Guanabara. A 1ª medida cautelar só foi distribuída ao Juízo da 27ª Vara Criminal depois, mais precisamente em 15/04/2019, quando, inclusive, o Senador Flávio Bolsonaro e o Governador Wilson Witzel ainda se relacionavam bem. O fato de ela trabalhar lá não o  torna impedido nem suspeito de processar e julgar o feito. Basta a leitura dos arts 252, 253 e 254 do Código de Processo Penal para se constatar isso.

Art. 253. Nos juízos coletivos, não poderão servir no mesmo processo os juízes que forem entre si parentes, consangüíneos ou afins, em linha reta ou colateral até o terceiro grau, inclusive. Ver tópico (1904 documentos)

Art. 254. O juiz dar-se-á por suspeito, e, se não o fizer, poderá ser recusado por qualquer das partes: Ver tópico (10267 documentos)

I – se for amigo íntimo ou inimigo capital de qualquer deles; Ver tópico (1505 documentos)

II – se ele, seu cônjuge, ascendente ou descendente, estiver respondendo a processo por fato análogo, sobre cujo caráter criminoso haja controvérsia; Ver tópico (110 documentos)

III – se ele, seu cônjuge, ou parente, consangüíneo, ou afim, até o terceiro grau, inclusive, sustentar demanda ou responder a processo que tenha de ser julgado por qualquer das partes; Ver tópico (104 documentos)

IV – se tiver aconselhado qualquer das partes; Ver tópico (375 documentos)

V – se for credor ou devedor, tutor ou curador, de qualquer das partes; Ver tópico (173 documentos)

Vl – se for sócio, acionista ou administrador de sociedade interessada no processo.

Fonte: Blog do BG

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POLÍTICA: CARLOS NADALIN É SOLUÇÃO CASEIRA QUE AGRADA ALA OLAVISTA PARA ASSUMIR MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO

Secretário ‘olavista’ é cotado para assumir o Ministério da Educação

Solução caseira atenderia ao desejo da ala ideológica do governo de ter um substituto que agrade à base bolsonarista

Por Agência Estado – Publicado em 18/06/2020 às 09:13

Carlos Nadalim ao lado de Weintraub

O presidente Jair Bolsonaro estuda nomear o secretário nacional de Alfabetização, Carlos Nadalim, para o lugar de Abraham Weintraub no comando do Ministério da Educação. A exemplo de Weintraub, Nadalim é seguidor do guru bolsonarista Olavo de Carvalho e defensor do homeschooling – a educação domiciliar, sem precisar, necessariamente, da escola regular.A solução caseira atenderia ao desejo da ala ideológica do governo de ter um substituto que agrade à base bolsonarista. A demissão de Weintraub é um aceno para uma pacificação com o Supremo Tribunal Federal e com o Congresso, que pressionam pela saída do ministro.

A situação de Weintraub já era considerada insustentável para uma parte do governo, mas piorou após ele se reunir, no domingo passado, com manifestantes bolsonaristas. O grupo desrespeitou uma ordem do governo do Distrito Federal que proibiu protestos na Esplanada dos Ministérios. O anúncio da demissão deve ser feito hoje pelo presidente.

Uma das possibilidades aventadas no Palácio do Planalto é Nadalim assumir de forma interina, dando tempo para que Bolsonaro encontre um nome para comandar a pasta de forma definitiva. Assim, o presidente repetiria o que fez no Ministério da Saúde, onde nomeou o general Eduardo Pazuello.

Nadalim é apontado com um dos articuladores da demissão de Ricardo Vélez Rodríguez, antecessor de Weintraub. Na época, militares e olavistas disputavam cargos na pasta. Com a chegada de Weintraub, os ideológicos ganharam poder.

Weintraub, que é economista, deve assumir um cargo num banco no exterior. O ministro tem o apreço da família Bolsonaro e o presidente busca uma saída “sem traumas” para o auxiliar. O desfecho, segundo auxiliares do Planalto, foi costurado em conversas reservadas entre o presidente e o ministro.

Ontem, Weintraub não participa da cerimônia de posse dos ministros Fábio Faria (Comunicações) e Marcos Pontes (Ciência e Tecnologia). Estiveram presentes o presidente do STF, Dias Toffoli, o presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), e líderes do Centrão.

Fonte: Agora RN

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PARA BOLSONARO, É PRECISO COLOCAR O BRASIL NO RUMO DA DEMOCRACIA.

Bolsonaro: ‘Está chegando a hora de colocar tudo em seu devido lugar’


Em conversa com apoiadores na manhã desta quarta-feira (17), o presidente Jair Bolsonaro afirmou que há abusos do Supremo Tribunal Federal e que “está chegando a hora de colocar tudo em seu devido lugar”.

Ao ouvir uma apoiadora que fazia parte do grupo de extrema-direita 300 pelo Brasil afirmar que seria presa, Bolsonaro se irritou com o que considerou conselhos da mulher e disse saber o que está fazendo.

“Estou fazendo exatamente o que tem que ser feito. Eu não vou ser o primeiro a chutar o pau da barraca. Eles estão abusando, isso está a olhos vistos. O ocorrido no dia de ontem, quebrar sigilo de parlamentar, não tem história vista numa democracia por mais frágil que seja. Está chegando a hora de colocar tudo em seu devido lugar”, disse.

Além da operação de busca e a apreensão da Polícia Federal que envolveu 21 aliados bolsonaristas, incluindo o deputado federal Daniel Silveira (PSL-RJ), o ministro do STF Alexandre de Moraes determinou a quebra de sigilos bancário, fiscal e telemático (de comunicações) de 11 deputados federais.

Além de Silveira, estão na lista Bia Kicis (PSL-DF) e Carla Zambelli (PSL-SP), também muito próximas a Bolsonaro. As investigações apuram o financiamento de manifestações de cunho antidemocrático que pedem uma intervenção militar no Brasil e o fechamento do Supremo e do Congresso Nacional.

Bolsonaro disse ainda que terrorismo é “meter carro-bomba em guarita do Exército”, e não “isso que alguns estão achando por aí”. O presidente disse ainda que “vai chegar a hora”, sem, no entanto, dizer ao que estava se referindo.

Na noite de terça, em uma sequência de tuítes, o presidente afirmou que tomaria “medidas legais” para “proteger a Constituição e a liberdade do dos brasileiros”.

“Não devo nada a ninguém do que estou fazendo. Está chegando a hora de acertarmos o Brasil no rumo da prosperidade e todos entenderem o que é democracia. Democracia não é o que eu quero, nem você, nem o que um Poder quer, o que outro Poder quer”, afirmou aos apoiadores.

Fonte: Blog do BG

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