POESIA: ELEGIA 1938, POR CAETANO VELOSO EM TODA POESIA

Nesta sexta-feira voltamos a apresentar a série TODA POESIA, aqui na coluna POESIA, com o ícone da MPB Caetano Veloso recitando magistralmente o poema “Elegia 1938” do imortal Carlos Drumond de Andrade. Por isso, convido você a assistir a mais esse show desse espetacular artista brasileiro!

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POESIA: ENGOLE O CHORO, POR ALLAN DIAS CASTRO

POESIA: ENGOLE O CHORO, POR ALLAN DIAS CASTRO
Allan Dias Castro, como nasce um poema

Hoje eu trago um dos vídeos de apresentação do livro Voz ao verbo de Allan Dias Castro, contando como amenizou sua timidez desentalando os sentimentos da garganta. E você, consegue dar voz ao que sente? A ideia do livro foi justamente dividir essa trajetória e servir de companhia pra quem quiser encontrar sua forma de se expressar no mundo. Então, assista agora mesmo ao vídeo a seguir e saiba como ele venceu a timidez passou a ser o grande poeta que é hoje.

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POESIA: BOLERO DE ISABEL, POR JESSIER QUIRINO

Nesta sexta-feira você vai o outro lado artístico do incrível Jessier Quirino: o de cantor., aqui na coluna POESIA. Ele canta e toca o Bolero de Isabel, uma canção de sua autoria do ano 2000, inspirada no clássico Bolero, do compositor francês Maurice Ravel. Um show que você não pode perder!

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POESIA: EM TEMPOS DE DOR, POR BRÁULIO BESSA

Nesta terça-feira você vai ouvir  palavras que são como um elixir da vida na voz de Bráulio Bessa, Em tempos de dor. E ele diz assim: “Eu queria falar, no meu poema de hoje, sobre como a gente encara a dor. A gente está vivendo um momento muito dolorido, e as pessoas se aproximam pela alegria e também pela dor. A diferença é que o sorriso é laço; e a dor é nó. Isso significa que sempre haverá alguém por perto quando doer” – Bráulio Bessa

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POESIA: AS APARÊNCIAS ENGANAM, POR BRÁULIO BESSA

Sábado é dia de relaxar, de distração e de entretenimento. Então é dia de POESIA e POESIA de verdade é com Bráulio Bessa, que em tempos de pandemia está cada vez mais escasso. Mas a gente busca e acaba encontrando novidade no cipoal de obras primas de sua autoria. Portanto, aproveite, se deleite, se regozije e curta, “As aparências enganam”, mais uma das travessuras desse poeta incrível!

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POESIA: QUANDO VIER A PRIMAVERA DE FERNANDO PESSOA, POR KIKA HAMAOUI

Kika Hamaoui é autora e roteirista da Rede Globo, formada em Filosofia pela PUC-RIO. Escreveu os livros “Dois-Mundos de Antônia”, “Replexidão” e “Teus Navios são Tuas Coragens”. Nesta quinta-feira ela recita “Quando vier a primavera” de Fernando Pessoa, aqui no quadro TODA POESIA da coluna POESIA. Então, assista e aprecie o vídeo a seguir e tenha um excelente dia!  

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POESIA: AMAR POR MARÍLIA PÊRA NO TODA POESIA

Começamos a semana com um destaque muito especial, aqui na coluna POESIA. A saudosa Marília Pêra recita AMAR de Carlos Drumond de Andrade com a maestria que só ela tem. Um momento único que você não pode deixar de assistir nesta segunda-feira, na série TODA POESIA!

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POESIA: PROCURA-SE UM AMOR DE ADRIANO FALCÃO, POR MANUELA MESQUITA EM TODA POESIA

Nesta quinta-feira continuamos com a série TODA POESIA, aqui na coluna POESIA, com Manuela Mesquita recitando “Procura-se um amor, do poeta Adriano Falcão. Então, o que está esperando para apreciar e curtir esse espetáculo?

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POESIA: O ATO GRATUITO, POR ARACY BALABANIAN

Nesta segunda-feira continuaremos a série intitulada TODA POESIA, com as poesias mais famosas, dos mais famosos escritores, autores e filósofos, na voz de artistas famosos. Hoje com o poema “O ato gratuito”, da imortal Clarice Lispector, na voz da não menos famosa atriz, Aracy Balabanian. Então, se sente numa poltrona confortável e ouça, curta e sonhe!

POEMA: Clarice Lispector (1925-1977), contista, cronista e romancista de destaque na literatura brasileira, não é brasileira nata: nasceu na atual Ucrânia e veio para o Brasil ainda criança. Com 12 anos transfere-se do Recife onde morava até então para o Rio de Janeiro para cursar o secundário. Mas já escrevia antes disso: aos sete anos mandava contos ao semanário infantil. Sempre recusados. Ainda estudante escreve seu 1° romance (Perto do Coração Selvagem). Lispector tem um prosa introspectiva e intimista, que explora os caráter do ser humano e os conflitos interiores, com um estilo dramático e por vezes inteligentemente irônico. Além de vários romances como A hora da Estrela e A Paixão segundo G.H., Clarice redigiu também contos.

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POESIA: O TEU RISO DE PABLO NERUDA RECITADO POR LUMA CARVALHO

Continuando com a série intitulada TODA POESIA, com as poesias mais famosas, dos mais famosos escritores, autores e filósofos, na voz de artistas famosos, aqui na coluna POESIA, na edição de hoje temos o poema “O teu riso” do Nobel de Literatura Chileno Pablo Neruda  recitado pela professora e atriz Luma Carvalho. Então, se acomode na poltrona e ouça com atenção essa pérola!

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POESIA: MATUTO EM LUA DE MEL, POR JESSIER QUIRINO

O extraordinário Jessier Quirino é o nosso destaque desta quinta-feira, aqui na coluna POESIA, com o poema “Matuto em lua de mel”, que é uma narrativa sobre um casal de nubentes, durante o passeio, e nos chamegos de cama depois do casamento. Portanto, não perca essa incrível narrativa que só esse espetáculo de artista sabe fazer e divirta-se até umas horas!

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POESIA: UMA ESPERANÇA DE CLARICE LISPECTOR, POR ARACY BALABANIAN

Neste sábado vamos iniciar uma série intitulada TODA POESIA, com as poesias mais famosas, dos mais famosos escritores, autores e filósofos, na voz de artistas famosos. Iniciando hoje com o poema “Uma Esperança”, da imortal Clarice Lispector, na voz da não menos famosa atriz, Aracy Balabanian. Então, se sente numa poltrona confortável e ouça, curta e sonhe!

POEMA: Clarice Lispector (1925-1977), contista, cronista e romancista de destaque na literatura brasileira, não é brasileira nata: nasceu na atual Ucrânia e veio para o Brasil ainda criança. Com 12 anos transfere-se do Recife onde morava até então para o Rio de Janeiro para cursar o secundário. Mas já escrevia antes disso: aos sete anos mandava contos ao semanário infantil. Sempre recusados. Ainda estudante escreve seu 1° romance (Perto do Coração Selvagem). Lispector tem um prosa introspectiva e intimista, que explora os caráter do ser humano e os conflitos interiores, com um estilo dramático e por vezes inteligentemente irônico. Além de vários romances como A hora da Estrela e A Paixão segundo G.H., Clarice redigiu também contos.

 

Conto: Uma Esperança – Clarice Lispector

Interpretação: Aracy Balabanian

Música: Fyrsta – Ólafur Arnalds

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POESIA: VOZ AO VERBO 149 – PACIÊNCIA, POR ALLAN DIAS CASTRO

POESIA: VOZ AO VERBO 149 – PACIÊNCIA, POR ALLAN DIAS CASTRO
Allan Dias Castro, como nasce um poema

Na coluna POESIA desta terça-feira o grande poeta brasileiro Allan Dias Castro vai deixar um belo e reflexivo recado para você pensar, que fala sobre desentalar o quase da garganta, através do Voz ao verbo 149 – Paciência e lhe convida a recomeçar sempre que precisar. Então, convido você a assistir o vídeo completo a seguir!

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POESIA: RIO PEQUENO, POR ROLANDO BOLDRIN

Sábado é dia de distração e diversão e hoje você vai se deliciar com os causos e contos de Rolando Boldrin e de quebra uma palhinha com “Rio Pequeno” de Tonico e João Melini em homenagem a Tonico e Tinoco. É talento demais pra uma só pessoa. Então não perca esse show inesquecível!

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POESIA: O MAIOR DESEJO PARA 2021, POR ALLAN DIAS CASTRO

POESIA: O MAIOR DESEJO PARA 2021, POR ALLAN DIAS CASTRO
Allan Dias Castro, como nasce um poema

Nossa primeira postagem de 2021, aqui na coluna POESIA vem da inspiração do incrível Allan Dias Castro recitando “O maior desejo para 2021”, onde ele, dentre outros trocadilhos, Troca o “CALMA, VAI PASSAR”, por “CALMA, TÔ PASSANDO AÍ”. Então assista ao vídeo deste artista incrível e se inspire junto com ele para começar bem 2021!

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POESIA: CONFISSÃO DE CABOCLO, POR ROLANDO BOLDRIN

Nesta quinta-feira você vai ter a oportunidade de entender porque Rolando Boldrin é um monstro da dramaturgia ao assisti-lo recitando o poema “Confissão de caboclo”, com mais de 10 minutos de duração, que só pessoas muito talentosas, especiais e extraordinárias como ele conseguem executar. Então, se acomode na poltrona e comece a assistir essa obra de arte!

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POESIA: VOZ AO VERBO 148 – ÁRVORES, POR ALLAN DIAS CASTRO

POESIA: VOZ AO VERBO 148 – ÁRVORES, POR ALLAN DIAS CASTRO
Allan Dias Castro, como nasce um poema

Vamos começar a semana com POESIA para alegrar o coração e amenizar a caminhada. Hoje vamos com Allan Dias Castro declamando Voz ao verbo 148 – Árvores: “Aquele que nos joga pedra está tentando agredir para dividir a ferida que carrega”. Assista, curta, reflita!

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POESIA: VIRGULINO LAMPIÃO DEPUTADO FEDERÁ, POR JESSIER QUIRINO

O destaque da edição de quinta-feira, aqui na coluna POESIA é o inigualável cordelista, contador de causos e poeta Jessier Quirino, que declama com maestria “Vigulino Lampião Deputado Federá”, que é um poema discurso, com uma suposta fala do rei do cangaço na tribuna do Congresso. Foi escrito no início dos anos 90 e publicado no livro Paisagem de Interior, em 1996, pela Editora Bagaço.

Então, você não pode perder esse espetáculo desse incrível artista!

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POESIA: SEJA FÃ DE VOCÊ MESMO, POR BRÁULIO BESSA

Nesta terça-feira, aqui na coluna POESIA vamos reviver um dos momento emocionantes do inenarrável Bráulio Bessa no programa Encontro com Fátima, onde ele declamou, de sua autoria, “Seja fã de você mesmo”. Vamos curtir e se emocionar mais uma vez!

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POESIA: BRÁULIO BESSA_ AS COISAS SIMPLES DA VIDA

Te convido a curtir mais uma das  maravilhosas poesias do inigualável Bráulio Bessa. Que  ficou famoso após postar vídeos na internet para resgatar a tradicional literatura de cordel. Foi desta forma que seus vídeos com declamações já ultrapassaram 250 milhões de visualizações, tendo como marcas registradas o sotaque e o inseparável chapéu. Ele também é o criador do projeto ‘Nação Nordestina’, que divulga a cultura do Nordeste na internet e que tem mais de um milhão de fãs/seguidores, o que o consagrou como ativista. Por tudo isso, Bráulio ganhou a alcunha de “embaixador do Nordeste. Seus videos na internet fizeram tanto sucesso que ele ganhou um quadro semanal no programa Encontro com Fátima Bernardes, da TV Globo, no qual ele apresenta a Cultura Nordestina sob um olhar poético.Bráulio foi o primeiro cearense a palestrar na sede do Facebook. Suas palestras já foram assistidas por mais de 100 mil pessoas.

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POESIA: JESSIER QUIRINO, SOU DOS BARES O MENOR

Neste Domingo o destaque, aqui na coluna POESIA é o maravilhoso e inigualável Jessier Quirino recitando, de sua autoria, “Sou dos bares o menor” é uma brincadeira poética com sinônimos de “bar” e a respectiva narrativa de acontecidos e bebidos dentro do estabelecimento. Então vamos curtir e apreciar o talento único desse artista.

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POESIA: SE AME E SEJA AMOR. SE PERMITA ERRAR, POR BRÁULIO BESSA

Na coluna POESIA desta terça-feira vamos rememorar uma das mais lindas apresentações do incrível Bráulio Bessa no programa Encontro com Fátima Bernardes da Rede Globo, quando ele declamou “Se ame e seja amor. Se permita errar”, 24 de novembro de 2017. Então se acomode na sua poltrona, se concentra para se emocionar!

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POESIA: JESSIER QUIRINO- EM, DE DOMINGO AGORA A OITO

Nada melhor do que um domingo para apreciar essa bela e divertida POESIA do incrível Jessier Quirino. “De domingo agora a oito” é um poema alfinetada. Publicado em 2006 no livro Bandeira Nordestina pela Editora Bagaço, busca, explicitamente, o humor, para expor as mazelas políticas nacionais e os pisões nos nossos pisados. Se gostar, aperte no pitoco! Curta, compartilhe e se inscreva no nosso canal.

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POESIA: HEN HEM… QUE COISA MAIS LINDA, POR JESSIER QUIRINO

Hoje tem POESIA de primeira com o incomparável e incrível Jessier Quirino recitando “Hen hem, que coisa mais linda”. É desses poemas que surgem da necessidade de se usar uma palavra do nosso linguajar e que pedem até alguma inflexão na fala, para obter o sentido. O texto carinhoso provoca esse entendimento: Hen hem! Então assista ao vídeo e divirta-se com o talentoso poeta!

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POESIA: NUNCA VAI EXISTIR A PERFEIÇÃO, PRINCIPALMENTE PARA QUEM IDEALIZA EM ALGUÉM

Neste sábado vamos de POESIA com o extraordinário Allan Dias Castro Revisitando o texto “Imperfeitos”, direto da página 94 do livro Voz ao verbo, onde o próprio Allan declama essa obra prima de poema. eNTÃO feche os olhos e faça essa viagem insólita!

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POESIA: UM MATUTO EM NEW YORK – BRÁULIO BESSA

Quinta-feira é dia de POESIA no Blog do Saber e hoje vamos de Bráulio Bessa nas américas. O consagrado poeta declama mais uma de suas muitas obras de arte diretamente da Time Square, em Nova York e mais uma vez da um show, mesmo tremendo que nem vara verde. Assista a mais essa imperdível apresentação desse incrível talento!

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POESIA: A LIÇÃO QUE A MORTE DEU, POR BRÁULIO BESSA

Nesta quarta-feira a coluna POESIA deste blog tem o prazer de publicar mais uma obra prima do inigualável Bráulio Bessa, que você vai amar de ver. A lição que a morte deu, declamado num cenário mais do que original, a paisagem seca e desolada do sertão nordestino. O lugar de onde veio esse ícone da arte brasileira. Então assista ao vídeo a seguir e pasme com tanto talento e desenvoltura!

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POESIA: VOCÊ QUER UMA AMOR PRA VIDA INTEIRA?

POESIA: VOCÊ QUER UMA AMOR PRA VIDA INTEIRA?
Allan Dias Castro, como nasce um poema

Vamos começar a semana com muita alegria, entusiasmo sensibilidade com um poema de Allan Dias Castro, aqui na coluna POESIA. Desta vez ele declama “Diariamente”, do seu livro de poesias Voz ao verbo 145. Então assista ao vídeo e se delicie com as pérolas desse artista sensacional.

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POESIA: HOMI NÃO CHORA, POR ROLANDO BOLDRIN

Neste sábado vamos assistir, aqui na coluna POESIA, a mais um show do inigualável Rolando Boldrin, declamando um poema de sua autoria inspirado em seu Pai, cujo título é “Homi não chora”. Então não deixe de ver, curtir e refletir sobre essa obra prima da nossa cultura.

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POESIA: NÃO JULGUE SEM CONHECER, POR BRÁULIO BESSA

A nossa coluna POESIA desta terça-feira nos trás mais um magnífico poema do incrível Bráulio Bessa, que nesta pandemia teve que se recolher para a sua intimidade e nos deixou um tanto que órfãos da sensibilidade. Hoje ele vem declamar “Não julgue sem conhecer” e por quê não dizer, “Não julgue para não ser julgado?”.

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POESIA: CORDEL CONTRA TODO TIPO DE PRECONCEITO POR BRÁULIO BESSA

Pesquisando a gente encontra e eu encontrei algumas pérolas do grande cordelista Bráulio Bessa nesse período de pandemia, onde ele não tem se apresentado no programa Encontro com Fátima Bernardes. Nesta edição da coluna POESIA você vai conhecer “Cordel contra todo tipo de preconceito” de sua autoria. Então vamos ouvir, curtir e refletir sobre seus versos!

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POESIA: A PAIXÃO SEGUNDO SEU MATEUS, POR JESSIER QUIRINO

Na nossa coluna POESIA deste domingo você vai curtir e se divertir muito com mais um causo excepcionalmente bem contado pelo incomparável Jessier Quirino. Desta vez ele declama “A Pixão segundo Seu Mateus”. Um espetáculo simplesmente imperdível!

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POESIA: RECOMEÇO, POR BRÁULIO BESSA

Nesta quinta-feira, atendendo a pedidos estamos republicando um poema maravilhoso do inigualável Bráulio Bessa: “Recomeço”, que publiquei aqui na coluna POESIA em 18/12/2018. Só pra matar a saudade desse cabra da peste talentosíssimo, mas que por causa da pandemia parou de produzir as suas obras primas espetaculares. Então, minha gente, vamos curtir esse craque do cordel em ação!

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POESIA: TRÊS LÁGRIMAS, POR ROLANDRO BOLDRIN

Neste sábado, o nosso destaque aqui na coluna POESIA dispensa apresentação, mas eu vou apresentar: Rolando Boldrin, recitando “Três Lágrimas”, de autoria de Campos Negreiros. Uma obra prima da poesia, um poema sensacional e um narrador incomparável. Então assista, reflita e faça seu juízo de valor!

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POESIA: JESSIER QUIRINO E ENDEREÇO DE MATUTO

Hoje você vai se divertir até umas horas com o inigualável Jessier Quirino,aqui na coluna POESIA declamando mais um grande poema de sua autoria: Endereço de matuto. Preste atenção pra não se perder o fio da meada, pois endereço de matuto não nome de rua, não tem número, nem CEP. Tem é muito referencial como: um açude, um pé de pau, uma subida, um cercado, uma porteira!

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POESIA: DIALETO NORDESTINO – UMA RESPOSTA AO PRECONCEITO, POR BRÁULIO BESSA

O nosso incomparável Bráulio Bessa anda meio esquecido e sumido. Não tem feito suas aparições semanais no programa Encontro com Fátiam Bernardes, como era de costume, por causa da pandemia do coronavírus, mas nós vamos fazer uma homenagem aqui ao nosso maior representante do cordel nordestino. Hoje vamos repostar uma das suas maiores realizações: Dialeto Nordestino – uma resposta ao preconceito. Então vamos matar a saudade e curtir este grande artista!

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POESIA: ONDE NASCE UM POEMA 6 – HORA CERTA, POR ALLAN DIAS CASTRO

POESIA: ONDE NASCE UM POEMA 6 – HORA CERTA, POR ALLAN DIAS CASTRO
Allan Dias Castro, como nasce um poema

O destaque desta sexta-feira na nossa coluna POESIA é o incrível Allan Dias Castro, com o texto Hora Certa, direto da página 23 do livro Voz ao Verbo. Uma reflexão sobre família, sociedade, cobrança, amor próprio. Então assista ao vídeo completo e reflita sobre essa inspiração!

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POESIA: SINTO VERGONHA DE MIM POR ROLANDO BOLDRIN

Segunda-feira é dia de ouvir uma bela poesia para começar bem a semana. Então o destaque de hoje aqui na coluna POESIA é o extraordinário Rolando Boldrin recitando mais um maravilhoso poema, de autoria de Cleide Canton, Sinto Vergonha de Mim. Então vamos assistir a mais esse show do grande artista!

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POESIA: 30 TONELADAS DE AMOR FOI O RESULTADO DA LIVE DE BRÁULIO BESSA E WALDONYS

Hoje você não vai assistir a mais uma espetacular declamação de poesia do Bráulio Bessa. Neste domingo, aqui na coluna POESIA, você vai  assistir ao vídeo que registra a distribuição de 30 toneladas de amor, de empatia, de felicidade, de esperança e de alimentos para nossos irmãos de Alto Santo, CE. A cidade natal deste incomparável artista que merece toda a nossa reverência!

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POESIA: ONDE NASCE UM POEMA 5 – TARJA PRETA, DE ALLAN DIAS CASTRO

POESIA: ONDE NASCE UM POEMA 5 – TARJA PRETA, DE ALLAN DIAS CASTRO
Allan Dias Castro, como nasce um poema

O destaque desta quarta-feira na nossa coluna POESIA é o incrível Allan Dias Castro, com o texto Tarja Preta, direto da página 19 do livro Voz ao Verbo. Uma reflexão sobre não cabermos todos em normas, receitas, ou padronizações, pelo simples fatos de não sermos iguais. Então assista ao vídeo completo e reflita sobre essa inspiração!

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POESIA: “FLOR DE MARACUJÁ” RECITADO POR ROLANDO BOLDRIN

Um início de semana bastante inspirador e poético aqui no Blog do Saber e na coluna POESIA. Comemorando os 9 anos de Sr. Brasil na TV Cultura, Rolando Boldrin declama “FLOR DO MARACUJÁ” (Catulo da Paixão Cearense). Assista ao vídeo e veja que beleza de poema!

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POESIA: ONDE NASCE UM POEMA 4 – FASE DOIS – POR ALLAN DIAS CASTRO

POESIA: ONDE NASCE UM POEMA 4 – FASE DOIS – POR ALLAN DIAS CASTRO
Allan Dias Castro, como nasce um poema

Neste sábado vamos continuar a série de poesias do livro Voz ao Verbo “Onde nasce um poema 04 – “fase dois” de Allan Dias Castro na nossa coluna POESIA. Então relaxe na sua poltrona e assista ao vídeo.

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POESIA: OS INSONDÁVEIS MISTÉRIOS DO SENTIR EM FORMA DE POESIA

A nossa coluna POESIA deste domingo está um pouco diferente. Só pra variar publicamos uma REFLEXÃO sobre os Insondáveis mistérios do sentir em forma de poema de autoria de Luiz Roberto Bodstein. Um mergulho da alma nos meandros do coração e a sua conexão com o cérebro. Então convido você a ler essa obra prima da sensibilidade, refletir e fazer o seu juízo de valor!

Insondáveis mistérios do sentir

Mulher olhando para o rio sozinha
123RF/ Kitz Corner

Na mais despida e pura das minhas vivências
algo se projetou para além dos limites do conhecimento:
ao se mostrar necessário tocar um outro ser,

calo o racional e abro espaço para o coração.

Logo escuto sua voz falando do que está cheio o peito,

e não apenas do que dita o cérebro,

dizendo das coisas que não se diz,

ouvindo tudo que das palavras não ouço,

atento ao que brota da consciência maior.

Mulher com as mãos juntas em seu busto

Giulia Bertelli/Unsplash

Nas curvas das letras o fenômeno se repete:

as palavras correm no papel enquanto o sentimento

é que segue à frente do meu pensamento,

bem do âmago do ser para a porta de saída!

E é nesse momento mágico que sinto os dedos a serviço

do mesmo coração que pede espaço.

Pessoa escrevendo com caneta em um papel
Aaron Burden/Unsplash

E eis que um resultado mágico acontece

ao me descobrir aprendendo com o que me sai dos lábios,

e com o que me é revelado pela ponta dos dedos

como se eles e eu fôssemos coisas distintas

e nada mais me coubesse além de servir-lhes de intérprete.

Lábios e mãos atuam como meros instrumentos

Apressando-se a servir ao seu senhor supremo,

Nada além de um regato brotando daquele recanto físico

que se aprofunda nos insondáveis mistérios do espírito

Tendo no coração seu único comando.

Mulher segurando uma folha em forma de coração
Jakob Owens/Unsplash

O coração é o guia e eu apenas me deixo guiar.

Ele encarnando o mestre e eu seu aprendiz.

O coração na cátedra do saber mais elevado,

eu deleitado pelo inebriante prazer de me sentir alimentado.

Consciência em forma liquida que me percorre as veias

Seguindo por todo o corpo em direção à mente,

que então lhe dá abrigo, solícita e agradecida,

como quem recebe o hóspede Intensamente aguardado

para usufruir de sua extasiante presença.

Hóspede que não se apega apenas ao que sabe,

mas, de forma ainda mais inebriante,

ao que sabe que nunca vai saber!

Luiz Roberto Bodstein
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POESIA: ONDE NASCE UM POEMA 3 – SIMPLESMENTE – ALLAN DIAS CASTRO

POESIA: ONDE NASCE UM POEMA 3 – SIMPLESMENTE – ALLAN DIAS CASTRO
Allan Dias Castro, como nasce um poema

Nesta quinta-feira vamos continuar a série de poesias do livro Voz ao Verbo “Onde nasce um poema 03 – Simplesmente” de Allan Dias Castro na nossa coluna POESIA. Então relaxe na sua poltrona e assista ao vídeo.

O texto “Simplesmente” foi feito depois do lançamento do livro Voz ao Verbo, mas certamente estará no próximo que eu lançar. Gosto dele pela sinceridade e, claro, simplicidade que expressa algo tão difícil (pelo menos pra mim) que é expressar um sentimento. (Allan Dias Castro)

Fonte:

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