OPINIÃO: PRECISAMOS SER A MUDANÇA QUE QUEREMOS NO NOSSO PAÍS

O Brasil nas nossas mãos: O futuro depende de nós

Foto: Agência BrasilFoto: Agência Brasil

Futuro já começou …precisamos ser a mudança que queremos para o nosso País. A realidade só muda pelo conhecimento e pela informação que provoca decisões e produz ações…o resto é mi mi mi, o que não falta na atualidade.

Tudo muda e certamente o mundo mudou nos últimos 30 anos: para pior e para melhor…,mas o que realmente mudou?

O fato é que a sociedade mudou muito pouco, quando falamos em política e comportamento político social, se pararmos para pensar… não me refiro à conjunção de fatores que elegeram um Candidato Conservador.

Como assim?

Calma, calma: vou explicar…

Atenção: Este é um Artigo Loooongo com mais de 3.200 palavras (desculpem rsss): caso queiram, podem acessar a versão Áudio/Podcast cujo link está no final da página, mas recomendo LER ou OUVIR e compartilhar pois certamente muitas “fichas vão cair” nesse momento crucial de nossa história face as eleições, processo que já começou.

Aos que preferem ler, vamos em frente…

Dias atrás revi uma entrevista “antiga” do Enéas Carneiro no “roda viva” de 1994 (que recomendo ver, mesmo por curiosidade), onde o então candidato à presidência, esse “personagem inesquecível” que nos deixou aos 68 anos em 2007, vítima de uma leucemia mieloide aguda, falava de suas ideias e plataforma como candidato, então pela segunda vez à Presidência (na primeira com seus 15 segundos de TV onde ficaram notabilizadas frases de efeito sempre finalizando com o tradicional bordão “meu nome é Eneeeeeas” e desta feita com cerca de 1 minuto e 17 segundo de TV onde se constituiria num dos maiores fenômenos eleitorais do Brasil, chegando em Terceiro Lugar na corrida Presidencial de 94 com cerca de 4.6 milhões de votos): um grande feito para um Conservador num ambiente já contaminado pela esquerda (também conhecida como a “Social Democracia Progressista de FHC”).

Nessa entrevista, que mais parecia a “santa inquisição”, o Enéas era submetido a um grupo de “jornalistas” nitidamente de extrema esquerda já simpatizantes de Lula, que seria fragorosamente derrotado por FHC (o candidato das Oligarquias, então) nas eleições de 94 por 34.3 milhões de votos, contra 17.1 milhões de votos de Lula, em turno único àquela época.

Era a segunda vez que um candidato considerado Conservador (ele próprio se dizia Conservador, mas acima de tudo um Nacionalista), mesmo com um conjunto de ideias meio malucas (como defender intervenção do Estado e Liberdade de mercado, algo certamente incompatível), se submetia ao “escrutínio” jornalístico de plantão algo que depois do Dr. Eneas, se é que ele de fato era um Conservador, jamais voltaria a acontecer até 2018 com Bolsonaro…

Um hiato de 24 anos (de Janeiro de 1995 até Janeiro de 2019) nos quais seriamos ASSALTADOS pelos governos PROGRESSISTAS (mesmo dando um desconto aos 2 últimos anos com o Temer, após o impedimento de Dilma)…principalmente nos últimos 14 com o PT.

Nessa entrevista do Eneas, vemos que o ambiente não mudou tanto assim (mesmo que a corrupção tenha sido atacada e combatida, todas as instituições continuam aparelhadas)…quem aparentemente mudou fomos nós… pois ficamos mais “espertos” e mais bem informados com a Internet; as redes sociais; o WhatsApp: e os novos canais independentes de mídia e jornalismo, nem sempre tendenciosos como os que tínhamos até então e que dominavam o pedaço, “fazendo nossas cabeças”, pois tinham na ocasião, a credibilidade que hoje não tem.

A mudança da População seria inevitável: CONHECIMENTO É PODER…

Ao rever o programa, se não soubéssemos a data, poderíamos dizer que a entrevista estaria sendo realizado hoje e veríamos algumas das posições defendidas por Enéas, como o potencial de riquezas do Brasil e os interesses escusos presentes no Establishment, sempre contrários aos interesses dos brasileiros e privilegiando a “elite” detentora do poder.

Não quero me ater às posições do Enéas, algumas das quais, discordo como a ideia de um “estado controlador”, o que se assemelha ao “socialismo”, embora ele se apresentasse com veemência como um ser liberal e a favor da “livre iniciativa”.

Mas sobretudo, na ocasião, a opinião expressa por Enéas sobre Lula chamava a atenção…algo que se materializou como uma profecia sinistra, anos depois. A história apenas confirmou o que Enéas já sabia e alertava aos brasileiros que naquela época não entendiam muito bem, infelizmente e assim, fomos enganados (já que até então Lula sempre fora visto apenas como um Ativista Sindical populista).

Dessa forma, quando finalmente Lula “sucedeu” FHC, tornando-se presidente pela primeira vez eleito em Outubro de 2002, continuaríamos a ser enganados por muito mais tempo, onde nada mudaria se não houvesse ocorrido o “acidente” da tal “terceira via”, me refiro a Bolsonaro, claro, produzido pela força e efeito “desconhecido até então”, da opinião pública que surgiu nas redes sociais e me refiro as Tias, Tios e Avós do Zap, principalmente, que refletiam um estado de consciência jamais visto e que fora produzido pelos escândalos de corrupção e pela ação da lava jato. Mais uma vez: CONHECIMENTO É PODER.

Eneas falava sobretudo do despreparo de Lula e de seu inegável desvio de caráter, algo que se revelou ainda pior quando este foi alçado ao poder… e essa história conhecemos bem. Mas Eneas se enganou: LULA ERA AINDA PIOR QUE ELE IMAGINAVA.

Nas eleições de 1994, depois da experiencia frustrada da Eleição de Collor (um candidato de orientação neoliberal) que herdara uma inflação de 1764% a. a. do fracassado governo Sarney (e hoje ficamos assustados e com razão pelo efeito da pandemia que nos trará uma inflação pouco acima de 8% a.a. e onde a Argentina chega a 50% a.a. sendo a sexta pior no mundo), e assim, chegávamos a um pleito onde tínhamos 9 candidatos à presidência dentre eles, além de FHC e Lula, o próprio Enéas, o Darcy Ribeiro, o Leonel Brizola, o Orestes Quércia e o Espiridião Amin, mas onde o FHC seria imbatível e teria como grande cabo eleitoral o “Plano Real” fruto de cabeças brilhantes, principalmente a do Economista Gustavo Franco, que debelaria definitivamente a Hiperinflação no País. FHC na ocasião era o Ministro da Fazenda do Governo Itamar Franco que herdara o Governo após o impedimento de Collor.

O sucesso do Plano Real que contava com o apoio de 70% da população (com o qual Eneas discordava, por razões obvias), contribuiria não apenas para eleger FHC em 1994, como para o reelege-lo em 1998, desta vez com a coligação que detinha mais de 70% dos Deputados e Senadores do Congresso, onde PFL, PMDB, PPB e PTB passavam a deter cargos no primeiro escalão do governo, dando início ao famigerado “teatro das tesouras” já que nas eleições seguintes teríamos a eleição de Lula que assumiria o governo (já razoavelmente aparelhado) em Janeiro de 2003, assim “convencendo” o Establishment de que faria o “jogo do poder das elites” e daí em diante, até o impedimento de Dilma (ao que tudo indica algo promovido pelo próprio Lula e pelo PSDB), teríamos 14 anos onde o Brasil foi destruído por governos “ditos” progressistas (PSDB e PT), o que representou então, os 22 anos de aparelhamento que saqueou o Brasil e os Brasileiros, quase inviabilizando o País como ocorreu com outros países “geridos” pela esquerda no mundo, mas principalmente na América Latina, tomada pelos participantes do “foro de São Paulo”, uma outra história hoje bem conhecida por muita gente.

MAS HOUVE UMA MUDANÇA IMPORTANTE DE 2016 PARA CÁ

Se a conclusão é a de que na política muito pouco mudou, como afirmei, na sociedade vivemos mudanças na forma de comunicação o que impactou a forma de como o “jogo político” passou a ser jogado à partir do impedimento de Dilma, basta ver de como as “redes” deram um susto no Establishment em 2018 e que à ocasião, já considerava como “favas contadas” a permanência dos “progressistas” no poder, mas como na poesia de “Drummond”: tinha uma “pedra no caminho”…uma pedra chamada Dilma… e não me refiro a sua duvidosa reeleição vencendo o Aécio, mas à estratégia malsucedida de substitui-la por alguém da “turma” das “Tesouras”, algo que não se materializou nas eleições de 2018 após a transição Temer.

Mesmo que a política e o modelo de subserviência no Brasil tenha sido mantido, principalmente com base no caráter corporativista que nos trouxe a constituição de 1988 (e suas incontáveis emendas mais que convenientes), a classe política foi de mal a pior, a julgar pelos 13 candidatos que concorreram à presidência em 2018, o que evidenciava o “vácuo” de bons políticos que vivemos nos últimos 20 anos: as pessoas envelhecem; outras morrem e nem sempre seus sucessores, de sangue ou não, tem o carisma e a expertise de seus mentores, muito menos em tempos de redes sociais.

Isso, sem dúvida, facilitou a vitória de uma terceira via em 2018 (interrompendo o “teatro das tesouras” à brasileira) no caso com a eleição do Bolsonaro, um improvável candidato da direita Conservadora num país dominado pela esquerda “progressista” (outro nome dado ao Socialismo), tanto na política, quanto de um aparelhado sistema judicial; da mídia; da cultura; da educação e dos principais setores da nossa sociedade que representam a economia.

Produziu-se assim, por um conjunto de fatores que já apresentei em outros artigos, a inflexão da curva que parece se materializar mesmo com tantas forças em contrário, algo que nem as fraudulentas pesquisas de “opinião” tem o poder de mudar, caso haja eleições limpas em 2022. Sendo um processo, os dados ainda estão rolando, mas reverter a inflexão por vias normais é algo pouco provável, mesmo pelo conjunto de forças de oposição.

Se por um lado tivemos e temos um processo de “doutrinação” nas duas últimas gerações, principalmente via Cultura e Educação, sabemos que a maior longevidade de uma população mais informada a cada dia, a mesma que produziu a “virada” nas urnas nos últimos anos, permanece engajada e possivelmente aumentou em número.

O tempo e a experiencia são os pais da razão e hoje a comunicação é absolutamente uma questão de curadoria onde há opções…ainda.

Uma população ativamente envolvida na política nacional é tudo que o Establishment gostaria de evitar, mas tem fracassado mesmo com todo aparato envolvido na censura e restrição nas liberdades de expressão. Pela primeira vez na nossa história a informação circula apesar dos canais uma vez que os vetores são a própria população.

Sociologicamente falando, a grande maioria da populações brasileira se apresenta como “conservadora nas pautas de “costumes” e “liberal nas pautas econômicas” e nada indica que isso vá mudar nos próximos anos: é um fenômeno Global mesmo que a oposição raivosa também seja global…globalista, para ser mais preciso.

Os eleitores jovens hoje entre 18 e 24 anos representam 19 milhões do eleitorado Brasileiro (onde apenas 1.3 milhão estão na faixa de 16 a 17) e, mesmo que seja um contingente importante, se encontra dividido. Assim, o contingente sênior dos cerca de 148 milhões de eleitores brasileiros é, como falei, majoritariamente composto por conservadores na pauta de costumes e liberal em termos de economia, defensores de um Estado menor, mais ágil e atento às suas reais funções de gestão em relação ao bem estar da população e ao desenvolvimento do potencial natural e agroindustrial que possuímos, o que nos coloca como uma potência econômica indiscutível, o que assusta e preocupa muita gente que concorre com o Brasil pelos mercados Globais: há sem dúvida um conflito de interesses que só vai se acirrar.

DITO ISSO, PARA ONDE VAMOS?

Tenho total convicção de que as eleições de 2022 serão as mais importantes da nossa história pois, não apenas podem impedir o retorno de criminosos que tomaram o país por quase 30 anos (e muitos ainda estão lá…, me refiro ao poder), mas também porque implicam na continuidade do processo de renovação das nossas “casas políticas” e também nos Estados: como enfatizei no último artigo, temos três jogos em andamento e não apenas o da eleição presidencial.

Assim, considero da maior importância o engajamento e conscientização de todos nós para a responsabilidade de cada um de nossos voto. Com base nisso, algo que vou repetir à exaustão até Outubro de 2022, o que está em jogo é o futuro do Brasil e dos Brasileiros, me refiro ao futuro imediato e não algo longínquo lá no horizonte.

Para começar, vou repetir o final do meu artigo publicado no JCO em 08/05/2021, sob o título SURGEM NO HORIZONTE OS SINAIS DE UM NOVO BRASIL.

Segue… e vale ler ou reler e propagar:

Se paramos para verificar como se apresentam os grupos de políticos que atuam nas casas políticas (também nos Estados e Assembleias), identificamos as seguintes configurações:

Os dinossauros honestos. Políticos honestos da velha guarda que são raríssimos;

Os dinossauros Bandidos, que entre os dinossauros são a maioria (muitos dos quais denunciados em processos da lava jato e que são os chamados “rabo preso” junto ao STF via foro privilegiado;

Os filhos dos dinossauros, que com honrosas exceções são frutas que não caem muito longe do pé, algo como filho de peixe, que são responsáveis em preservar as dinastias de poder que foram criadas ao longo da história da “Republica”…

A nova geração que tem algum poder pois são alavancados por algum tipo de interesse que tem poder. Muitas vezes interesses genuínos e outras vezes não.

A nova geração que representa o chamado “baixo clero” (mesmo que no baixo clero tenhamos integrantes de vários grupos) que, embora tenham boas pautas, não tem poder para implementá-las (Bolsonaro foi um destes). Esses, em sua maioria, são os representantes de boa parte da população: aqueles que tem a missão dificílima de enfrentar o establishment quase que sem nenhuma munição.

Guardadas as proporções, a estratificação é mais ou menos essa, o que nos mostra que boa parte da nova geração de políticos que tem poder é cooptada pelo sangue ou pela corrupção. E outra parte é formada por jovens políticos que representam as minorias sem grande poder de realização ou por outras vezes são também oportunistas buscando uma têta para mamar.

E visando manter o aparelhamento, temos no parlamento duas ferramentas que possibilitam perpetuar o “cabresto” de boa parte dos membros: me refiro a 1) o foro privilegiado que representa uma espécie de “salvo conduto” para garantir o poder da cooptação dos políticos e 2) a não prisão até o trânsito em julgado (a não possibilidade de prisão em segunda instância) que torna quase inimputáveis de pena os corruptores, que são representantes das oligarquias e facções criminosas que mandam no Parlamento (algo que se estende ao poder nos Estados e municípios).

Nem vou entrar aqui no sistema eleitoral que elege “gente sem voto” popular…me refiro ao “sistema proporcional”(QE e QP) que se aplica a Deputados e vereadores, mas que sugiro buscarem informações sobre esse famigerado sistema.

O PODER DO VOTO OU QUE O VOTO PRECISA TER

Por todas essas razões, estamos como falei, diante da mais importante eleição da nossa história. E não podemos de forma alguma renunciar ao VOTO CONSCIENTE e FISCALIZADO (se não auditado) para que a lisura do pleito possa cumprir o seu papel de representar o estágio de consciência e informação do eleitorado brasileiro… algo que de fato precisará ser consolidado nas próximas eleições (e quando digo próximas, me refiro aos próximos 20 anos, mas sobretudo às eleições de 2022).

Nessa hora e, desde já (lembrando que o Establishment já se encontra e franco processo eleitoral e a CPI, não deixa nenhuma dúvida quanto a isso), é preciso que cada eleitor cumpra o seu dever de casa para consolidar o processo de mudança que desejamos e precisamos.

E qual é o dever de casa de cada um dos eleitores brasileiros?

Segue uma lista breve, dos principais pontos que considero fundamentais:

Conheça os seus candidatos (algo como você nunca fez): faça pesquisas e se for o caso, crie até um breve dossiê da vida pregressa de cada um deles… não é difícil fazer: fontes não faltam. O importante é saber da idoneidade deles e do que já fizeram de bom pela sociedade, principalmente se já tiveram mandatos e pleiteiam reeleição.

Conheça e entenda as ligações dos seus candidatos com organizações diversas e com outras pessoas que representam interesses setoriais. Não se deixe enganar, muitos deles estarão mudando seus discursos e apagando “evidências” de ligações comprometedoras com gente ruim (para dizer o mínimo).

Veja a reputação e as ações dessas relações e veja as reais intenções dessas ligações. Quem os seus candidatos apoiam ou defendem?

Avalie a capacidade do candidato, me refiro mesmo ao perfil dos candidatos em relação à missão que você pretende atribuir a eles (não se esqueça que o que se atribui é um mandato, ou seja, uma missão de te representar): e não se esqueça que os políticos que você ajuda a eleger são uma espécie de espelho seu, das suas convicções e das aspirações para você mesmo e para a sociedade em geral.

Faça uma avaliação crítica do que pensa cada um dos candidatos que você poder vir a escolher, me refiro ao que eles defendem em termos de pautas que melhoram a vida da coletividade. Fuja de candidatos que se vestem de “chavões” retóricos que são pura demagogia e que não tem nenhuma sintonia com a realidade: lembremos que política é mesmo “a arte do possível” e que o que não está calcado na realidade é mesmo retórica para te enganar.

Se alguns dos teus candidatos estão em mandato, faça uma pesquisa de como votaram as pautas mais importantes dos últimos anos: comece por exemplo por como votou a PL 4754/2016 que visa manter/preservar o ativismo judicial que tanto mal tem feito ao país…,mas tem muitas outras votações importantes disponíveis que podem dizer quem é quem em relação ao que importa: me refiro a Parlamento; Estados e Municípios em geral.

Bem, é isso…

Aproveito para transcrever neste artigo, mensagem de vídeo que recebi e que circula nas redes, definindo os tipos de ladrão:

Segundo Francois-Marie Arouet, filósofo mais conhecido pelo seu pseudônimo VOLTAIRE, há dois tipos de ladrões:

O Ladrão Comum: que é aquele que rouba sua carteira, seu dinheiro, seu relógio, seu celular… e;

O Ladrão Político: que é aquele que rouba o seu futuro, o seu conhecimento, os seus sonhos, a sua educação, a sua saúde, o seu salário, as suas forças…o seu sorriso;

A grande diferença entre esses dois ladrões é que o Ladrão Comum te escolhe para roubar os teus bens…enquanto o Ladrão Político é você que o escolhe para te roubar.

E há ainda outra importante diferença, não menos importante: o Ladrão Comum é procurado pela Justiça e o Ladrão Político é, em geral, PROTEGIDO POR ELA.

Em que pese essa definição haver sido feita por Voltaire no século XVIII, de lá para cá, como afirmei no início deste artigo, nada mudou significativamente…pelo contrário, ficou ainda mais fácil, sutil e sofisticada a arte de te roubar por ambos os tipos de Ladrão.

Então que fique claro:

O processo de mudança do Estado e da sociedade não é uma corrida de 100 metros rasos e sim, uma imensa e sofrida maratona. E nesse imenso desafio, o VOTO representa o único bem que torna todos nós IGUAIS em termos de nos atribuir poder: numa sociedade democrática o VOTO é capaz de mudar a realidade e promover um futuro melhor.

Comece HOJE MESMO a construir o seu VOTO para 2022 (a oposição já começou): não é uma tarefa fácil e nem rápida, mas necessária para resgatar o Brasil que queremos para nós, nossos filhos e nossos netos.

NÃO ACEITE MAIS SER ROUBADO POR POLÍTICO LADRÃO!

Foto de JMC Sanchez
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OPINIÃO: A CPI É UM BARRACO DEDICADO A ATIVIDADES SUSPEITAS QUE CORROMPEM SUAS ATRIBUIÇÕES CONSTITUCIONAIS

A CPI pelo avesso…

Foto reproduçãoFoto reprodução

Suponhamos que você se oponha ao governo federal e queira o presidente politicamente destruído, mas seja, ao mesmo tempo, uma pessoa intelectualmente honesta.

Suponhamos, em seu favor, que seus padrões morais não se verguem a orientações como as lançadas diariamente à militância fanática.

Não, você não é desse tipo. Você é uma pessoa esclarecida e habilitada ao uso da razão para buscar a verdade e, claro, com intentos políticos segundo suas convicções.

Parabéns a você, que é o tipo de adversário com quem tenho prazer em conversar, principalmente se, em meio à essa zoeira, sabe conservar o bom humor.

Então eu lhe pergunto: se lhe coubesse a responsabilidade de montar uma CPI para investigar possíveis ilícitos administrativos ou penais que tenham ocorrido no curso do enfrentamento ao coronavírus, entregaria o comando dela aos senadores Omar Aziz, Randolfe Rodrigues e Renan Calheiros, respectivamente como presidente, vice-presidente e relator?

Tenho certeza de que não! Essas pessoas, com suas biografias e folhas corridas, investidas do poder especial confiado pela Constituição às comissões parlamentares de inquérito, iriam fazer dela aquilo que fizeram, um barraco de condutas inconvenientes, de abusos e desvios de finalidade.

Uma pessoa sensata não entregaria o comando de tal instrumento legislativo a inimigos declarados do governo investigado; perceberia que pesam em desfavor de tal comissão suspeitas graves, a inibir o correto uso dos meios para chegar a fins coerentes com a busca sincera da verdade.

“Mas toda CPI é um instrumento do Poder Legislativo e, também, um instrumento da política; é impossível dissociar as duas funções dentro de um parlamento”, talvez alegasse você, leitor de esquerda, tentando salvar de Renan Calheiros o relatório de Renan Calheiros. No entanto, o êxito de qualquer CPI, principalmente sob o ponto de vista político, depende de sua credibilidade. E essa é uma palavra chave, tanto na política, quanto na comunicação social.

Imagine, só para argumentar, que a CPI não fosse dirigida por três inimigos declarados do presidente, mas por três filhos de Bolsonaro e que os apoiadores de seu governo, não bastante isso, tivesse maioria de 7 a 4 na comissão. Você crê, sinceramente, que o trabalho desenvolvido por eles teria aceitação da sociedade, mereceria credibilidade, mereceria a sua credibilidade? Claro que não.

Por isso, posso afirmar que essa CPI não é um circo, mas um barraco dedicado a atividades suspeitas, que corrompem suas atribuições constitucionais e só tem consideração e cobertura jornalística de uma imprensa que ingressou com determinação, junto à sociedade brasileira, num processo de destruição da confiança que um dia teve.

Foto de Percival Puggina

Percival Puggina

Membro da Academia Rio-Grandense de Letras, é arquiteto, empresário e escritor e titular do site www.puggina.org, colunista de dezenas de jornais e sites no país. Autor de Crônicas contra o totalitarismo; Cuba, a tragédia da utopia; Pombas e Gaviões; A tomada do Brasil. Integrante do grupo Pensar+.

Fonte: Jornal da Cidade Online

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OPINIÃO: ESSE É O FIO DA MEADA. AGORA É SÓ PUXAR E DESENROLAR O NOVELO QUE A SUJEIRA TODA APARECE

Caro(a) leitor(a),

O conteúdo do artigo a seguir é apenas um exemplo ou uma pequena amostragem da realidade que se move nas entranhas do corporativismo do judiciário neste imenso país. Não precisa ser muito inteligente ou perspicaz para perceber que isso se repete, não apenas na Bahia, mas em todos os estados da federação, bem como em todas as instâncias do poder judiciário. É o mesmo tipo de expediente vulgarmente conhecido como rachadinha, no qual o presidente Bolsonaro e seus filhos estão envolvidos e que, praticamente, ninguém tem mais dúvidas que é uma prática enraizada nas entranhas do legislativo em todas as suas instâncias, das Câmaras Municipais até o Senado da República. Nos dois casos a ilicitude e a delinquência, infelizmente, já virou regra. No executivo a coisa também anda por ai, com a diferença de que uma grande quantidade de cargos nesse poder é de confiança, não tendo a famigerada estabilidade existente no legislativo e no judiciário. Por isso a imensa dificuldade que Bolsonaro enfrenta para fazer a limpeza que planejou e não tenho dúvida que ainda há bastante gente pendurada nos cargos do executivo por conta da tal rachadinha, cruz pesadíssima que Bolsonaro carrega e lhe tira a devida moral para concluir a operação. 

Portanto, estamos diante de uma estrutura podre, carcomida e viciada, mas que pode ser recuperada. São ações como essa do artigo a seguir que dá esperança de que há uma chance de mudança para fazer uma faxina geral nessa podridão toda. Mas é preciso que uma nova geração sem vícios e com uma nova moral assuma essa faxina, com muita disposição e coragem.  Esse é o fio da meada. É só puxar e desenrolar o novelo que a sujeira toda aparece.

Magistrada e filho fazem acordo de delação e entregam desembargadores, advogados, empresários e políticos

Fotomontagem ilustrativa

O acordo de delação premiada aberto pela desembargadora Sandra Inês Rusciolelli, e o filho, Vasco Rusciolelli, é algo escandaloso e devastador.

A dupla narrou em 39 anexos uma série de pagamentos ilícitos vinculados a decisões de magistrados do Tribunal de Justiça da Bahia.

Homologada pelo ministro do Superior Tribunal de Justiça (STJ), Og Fernandes, em junho deste ano, a delação revela venda de sentenças, formação de quadrilha, grilagens de terra, dentre outros crimes.

Em mais de 600 páginas entregues ao Ministério Público Federal, a magistrada e seu filho apontaram uma série de “atos de corrupção” que, segundo eles, “permeiam as entranhas do Tribunal de Justiça da Bahia”.

O acordo de colaboração foi feito para recuperar R$ 4 milhões obtidos ilegalmente no esquema. A partir da delação, o acordo prevê 20 anos de prisão para Sandra Inês e 22 para Vasco Rusciolelli.

Segundo delatores, a ação teve início na gestão da desembargadora Maria do Socorro Barreto Santiago como presidente do Tribunal de Justiça baiano. O esquema seria liderado inicialmente por ela, em uma suposta rede de operadores formada pelo genro, uma filha, além de servidores, juízes e desembargadores.

Os delatores ainda afirmam que o desembargador Gesivaldo Britto, que assumiu a presidência do TJ em fevereiro de 2018, passou a chefiar o esquema incluindo novos membros, entre eles servidores, advogados, juízes e desembargadores.

Ao todo, a delação cita 12 desembargadores do TJ baiano, 12 juízes, 15 advogados, 15 parentes dos envolvidos, e 16 pessoas entre servidores públicos e políticos.

Fonte: Jornal da Cidade Online

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OPINIÃO: PL DE DISTRIBUIÇÃO GRATUITA DE ABSORVENTE VETADO PELO PRESIDENTE POR NÃO EXISTIR NO TEXTO A FONTE DOS RECURSOS PARA VIABILIZÁ-LO

Tabata Amaral e a insanidade do PL dos absorventes

Foto: Fabio Rodrigues Pozzebom/Agência BrasilFoto: Fabio Rodrigues Pozzebom/Agência Brasil

O projeto de lei que estabelece a distribuição ‘’gratuita’’ de absorventes para mulheres de baixa renda foi vetado pelo presidente Jair Bolsonaro. Ao justificar o ato, ele disse não existir no texto a fonte dos recursos necessários para viabilizá-lo.

Pouco tempo depois a deputada Tabata Amaral (PSB-SP) reagiu e falou que o presidente mentiu. Como não poderia deixar de ser, ela aproveitou para repetir as mesmas groselhas feministas a respeito do atual governo – a imensa maioria delas totalmente desconectadas com a realidade.

Sem mais delongas: o PL é uma insanidade do começo ao fim. Carrega consigo os germes da mentalidade estatista, do Estado provedor de direitos sem contrapartida alguma.

É um gasto desnecessário para um problema que milagrosamente virou pauta importante no governo Bolsonaro. E claro, será mais uma conta criada por políticos irresponsáveis para o contribuinte pagar.

Primeiro que essa distribuição de absorventes é tudo, menos gratuita. O valor do custo é de R$ 68 milhões. Pode parecer pouco para o erário federal, mas todos nós sabemos o que acontece com um programa estatal: uma vez criado, a tendência é aumentar mais e mais. Como todo programa estatal exige dinheiro para ser custeado e o governo não tem outra fonte de recursos a não ser o dinheiro dos impostos, quem pagará a conta é o contribuinte.

Imposto gera distorção econômica e quase sempre atinge a classe média e os pobres, então a ideia de beneficiar mulheres em condição socioeconômica crítica cai por terra.

O veto do presidente Bolsonaro bastou para classificá-lo como monstro insensível – visão compartilhada por liberais que até ontem eram fiscalistas convictos. Aqui a ironia é visível.

Bolsonaro foi chamado de populista por causa do auxílio emergencial, fura-teto e irresponsável com as contas públicas. Agora é o exato oposto.

O Congresso aprova um PL totalmente insano como esse, praticando o suprassumo do populismo, mas só o presidente merece o rótulo de populista, pois vetar um gasto desnecessário é realmente uma traição imperdoável ao liberalismo. Eis a nada nova coerência dos livres.

As consequências mais imediatas do projeto bastam para rejeitá-lo imediatamente. Só que para, além disso, vem o significado da coisa. Ele arrebata de vez a questão e mostra o quanto a iniciativa é danosa. E para tal objetivo é necessário compreender o engodo da democracia como paraíso terrestre e suas consequências.

Vivemos na era da democracia, tão celebrada por intelectuais, políticos e demais integrantes do establishment. Em que pese os inquéritos ilegais junto com as violações cada vez maiores da liberdade de expressão vistos recentemente no Brasil, a democracia triunfou tanto aqui como no resto do Ocidente sem resistência alguma. Seus defensores mais ardorosos costumam utilizar o exemplo dos Estados Unidos como prova inequívoca do sucesso da democracia – omitindo as opiniões extremamente negativas dos Founding Fathers sobre ela.

Tal visão idealizada da democracia é obviamente falsa. Seu triunfo se confunde com o advento do Estado moderno, resultando no aumento impressionante no tamanho e nos poderes do governo sobre todas as áreas das nossas vidas. Ou seja, os representantes eleitos possuem mais poder que qualquer rei absolutista da Idade Moderna, pois os meios à disposição são maiores e mais eficazes que os de um Luís XIV, por exemplo. Como mostra o livro de Hans-Hermann Hoppe, Democracia, o Deus que falhou, a democracia estimula os donos do poder a utilizarem os recursos disponíveis de forma irresponsável, uma vez que os falta a condição hereditária de um rei. Com mandatos limitados pelo voto, os ‘’zeladores’’ da administração pública irão aproveitá-los da melhor forma possível para si, gerando as dívidas governamentais praticamente impagáveis vistas na grande maioria das nações.

Foi exatamente assim que o Congresso agiu ao aprovar o PL dos absorventes. Criaram uma despesa absurda, fizeram populismo pensando na vantagem imediata das eleições e promoveram a ‘’boa’’ e velha dependência do Estado de mais uma parcela da população. Tudo isso com o dinheiro do povo, é claro.

O pior dessa história é que não há o menor absurdo do PL após uma breve análise da atual Constituição brasileira. Criada em 1988, a nossa Carta Magna praticamente institucionalizou o welfare state com sua concessão absurda de múltiplos direitos. E direito nada mais é que uma obrigação que alguém possui para com uma parte contemplada. No caso da Constituição, a entidade obrigada a prover tais direitos legalmente estabelecidos é o Estado. Se mulheres de baixa renda têm direito a um absorvente, o dever de contemplá-las com tal acessório é do Estado – o PL da deputada Tabata vem apenas para reafirmar tal quadro.

Não há como defender o PL dos absorventes. Todos os aspectos possíveis que poderiam justificar a sua aceitação acabam servindo de base para rejeitá-lo. No mundo normal seria assim. Mas estamos no país dos insanos, do Ministério da Verdade, dos autoproclamados intelectuais que nada sabem e dos jornalistas que tudo omitem. Nesse país tudo é razoável – inclusive essa iniciativa sem pé nem cabeça.

P.S: Antes que os analfabetos funcionais – que não são poucos neste país – compreendam tal texto como apelo a um regime ditatorial pelo simples fato da crítica à democracia, faz-se necessário lembrar que (I) a ditadura não necessariamente é o oposto da democracia, (II) existem formas e regimes de governo a garantirem melhor as liberdades que a democracia e (III) sob muitos aspectos a própria democracia pavimenta o caminho para a ditadura. No mundo normal – repito o comando – tal explicação seria desnecessária. Mas no Brasil dos inquéritos ilegais e de censura ao jornalismo independente, é isso ou ir para a cadeia. É a tragicomédia nossa de cada dia.

Foto de Carlos Júnior

Carlos Júnior

Jornalista

Fonte: Jornal da Cidade Online

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OPINIÃO: CHEGA AO FIM DO DESCARAMENTO DO PARLAMENTO QUE PRESIDE A CPI ONDE A CONTAMINAÇÃO É TÃO GRANDE QUANTO A HIPOCRISIA

O fim da CPI: Sem “bitcoio”, “creptomoeda” e totalmente desmoralizada (veja o vídeo)

Foto: Agência SenadoFoto: Agência Senado

O fim, enfim, chegou! O relatório virá pra provar tudo! Pra nós e pra eles! Chega de dar milho pra bode, estamos cansados de levar marrada!

O alardeado relatório poderá estar recheado de informações de extrema relevância, claro, pra uma seleta militância, no entanto poderá ser útil pra sabermos onde aplicar em bitcoio, uma creptomoeda recém descoberta e que já está em alta. O que desespera é o que já sabemos, o bom português anda muito em falta.

Essa CPI talvez seja o único caso de uma comissão parlamenta de inquérito em que o relatório precedeu o próprio processamento, não foi mera casuística, foi um completo descaramento, de que a contaminação no parlamento é tão grande quanto a sua hipocrisia, no entanto, o que nos traz um naco de alegria é que na oitiva de Raimundo da VTLOG, que o relator queixava-se da contratação, enfaticamente bradado por ele, sem licitação, fora contratada pelo próprio senado, na presidência de seu relator ilibado.

Ora, ora, que ironia do destino, o feitiço vira contra o feiticeiro, a porca torce o rabo e acaba por entortar o pepino. Árvore de tronco bom é igual resistência do conservador, enverga, mas, não quebra, segura mais esta seu covarde, crápula, o atleta senador!

No relatório que agora não terá apoteose, entenderam que daria muito na cara e a exposição desnecessária de que é tudo falcatrua, do início ao fim dessa CPI, sabemos que não se tira, nada de bom, absolutamente nada daí.

Pra eles, Bolsonaro já está condenado. A CPI tinha lado, querem até mesmo mudar os procedimentos pra ir direto a plenário e no congresso já ser julgado, mas, o melhor sonho deles se realizaria se o presida já fosse “impichado”!

Tava tudo escrito, tava tudo armado. Esse relatório, mais do que se havia imaginado, esculpido e escarrado aos moldes e faces de quem o havia relatado, político renomado e reconhecido como um corrupto inveterado que, como já disse e repito, pagava pensão da filha que teve com a amante coelhinha, através de erário propinado!

Como tudo que acontece no senado, ele pediu pra sair pra não ser julgado e não ter o mandato caçado, no entanto, você já sabe amigo ouvinte, o mesmo modus operandi no STF também foi utilizado pra que o nine fingers tivesse a possibilidade de ver seu retrato novamente estampado, desta vez, não no mural de bandido procurado, e sim, concorrendo ao eleitorado.

Agora, finalmente parece ter acabado, o que, eu já disse e repeti diversas vezes, jamais deveria ter começado, todo o dinheiro público do pagador de impostos que foi gasto, tão malgasto, tão malversado, que aos moldes da “miditância”, foi em benefício deles “despiorado”.

A despeito do trabalho incansável de todo o governo federal, pelo senado, desprestigiado, atacam ministros a torto e à direito pra ver se conseguem emplacar seu mote, porque agora já não conseguem lucrar com aquela nefasta contabilidade da morte e pra infelicidade de muitos, agora o circo fechou!

O fim da CPI não será apoteótico, mas o efeito deletério que a “miditância” vai fazer de tudo pra emplacar, esse, você pode estar certo, será quase hipnótico, um evento distópico, claro que eles vão comemorar. O presidente não será o alvo da vez, por um simples e único motivo que nem preciso te explicar, ele é o alvo de sempre, o erro que ele cometeu, foi nesse falso estado democrático de direito, querer ser presidente, com um único e verdadeiro intuito que não se enxerga em toda a gente, a defesa da pátria e da liberdade de uma nação independente!

Lembram do Brasil? O país do futuro? Aquele slogan repetido à exaustão e que nunca havíamos visto chegar, pois é, este é o país que o Bolsonaro vai nos deixar, apesar de tudo que fizeram com ele e de tentarem nos calar, ele e sua equipe não pararam um só minuto de trabalhar!

Nem os mais céticos, nem os mais isentões, aqueles que acreditam em terceira, quarta ou quinta via, que acabam, vira e mexe, sendo cooptados por quintas coluna, não poderão negar o legado que o presidente Bolsonaro vai, até o fim do mandato, nos ter deixado.

Agora, falta algo muito importante em defesa da nossa liberdade, é o fim do passaporte sanitário, essa ditadura monstruosa que transforma pessoas em seres de segunda classe e abandonados. Isto precisa acabar!

O assassinato de reputações ao vivo e à cores chega ao fim, o circo solta as lonas e as embrulha, nosso estômago terá, enfim, um alívio. Resta fazer justiça e limpar também, o nome da Prevent Senior, aquela mentirada toda orquestrada que, como sempre tenho dito, começou com o ministro mutreta, falar mal do único convênio que atende a maturidade com cortesia e dignidade.

A quem isso interessa, é a pergunta que tem que ficar, tão certo quanto o tal passaporte sanitário, o povo clama e eu repito, chega desse calvário! Isso, definitivamente, tem que acabar!

Fonte: Jornal da Cidade Online

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OPINIÃO: O BRASIL NÃO TEM PARTIDO DE DIREITA E DE ESQUERDA TEM UM BANDO DE SALAFRÁRIOS QUE SE REÚNEM PARA ROUBAR JUNTOS

Os “golpistas” foram às ruas e descobriram que “é pouca teta para muita gente”!

Foto: TV Brasil; Reprodução; Agência BrasilFoto: TV Brasil; Reprodução; Agência BrasiL

“Brasil não tem partido de direita, de esquerda, de nada, tem um bando de salafrários que se reúnem pra roubar juntos.” (Autor: desconhecido).

Segundo os ex-advogados de partidos de esquerda que viraram Ministros do Supremo ir às ruas pedir a saída de autoridades é crime.

Afirmam os ex-advogados de partidos de esquerda que viraram Ministros do Supremo que ninguém pode pedir que eles saiam. É golpe.

Proferem que sair às ruas, em manifestação pacífica, pedindo que autoridades supremas “desapareçam do país” é um “Ato Antidemocrático” e isso dá uns 20 anos de cadeia e o sujeito que falar alguma coisa é imediatamente preso! Eles são “autoridades supremas”, afiançam.

Ora, ora, Bolsonaro teve 58 milhões de votos.

Os ex-advogados que viraram Ministros, nenhum voto!

Neste sábado, 02 de outubro, ostentando “A Campanha Nacional Fora Bolsonaro”, dezenas de partidos diferentes foram às ruas. Exigiam o Impeachment de Bolsonaro, pois afirmam que há 150 denúncias contra ele na Câmara. Denúncias que eles mesmos fizeram. Denúncias sem pé-nem-cabeça. Denúncias vazias. Coisas como: “Bolsonaro comeu cachorro-quente na rua”; “Bolsonaro estava sem máscara”; “Bolsonaro enfiou o dedo no nariz”. “Bolsonaro é genocida”, sem entender sequer o significado da palavra “genocida”.

Notem que o objetivo de se acumular um grande número de pedidos de “Impeachment” sem qualquer tipo de prova deixa Bolsonaro engessado pelos dois lados:

1) É conveniente para os políticos, que podem pressioná-lo dizendo que a qualquer momento podem examinar os pedidos;

2) É conveniente para os “Golpistas” que perderam no voto, pois eles alegam um motivo ou denúncia feita por eles mesmos, com um único objetivo: depor o Presidente!

Pela lei do Supremo todos deveriam ser presos, pois Bolsonaro é a autoridade máxima do país. Ou então a lei não é igual para todos!

Se são presos os brasileiros que protestam contra o Supremo, por que o Supremo não manda prender e processar os “Golpistas” que foram às ruas, de forma clara, sem subterfúgios, pedir a deposição de Bolsonaro?

Bolsonaro teve 58 milhões de votos.

Os ex-advogados que viraram Ministros, nenhum!

Os “Golpistas” que foram às ruas são os mesmos que foram surrados por Bolsonaro no voto: (PT, PSOL, PSB, PDT, PCdoB, PCB, UP, PSTU, Rede, PV e PCO), também estavam presentes representantes do Cidadania, DEM, MDB, PL, Podemos, Solidariedade, PSDB, PSD, Novo e PSL.

Bolsonaro teve 58 milhões de votos. Nenhuma dessas lideranças que confirmaram presença nesse “ato antidemocrático” e dirigentes desses partidos, que são os novos “Golpistas”, votou em Bolsonaro: Ciro Gomes e Carlos Lupi, ambos do PDT, Gleisi Hoffmann e Fernando Haddad, do PT, o vice-presidente da “CPI do Genocídio”, senador Randolfe Rodrigues (Rede-AP), Alessandro Vieira (Cidadania-SE), Guilherme Boulos (PSOL), Manuela D’Ávila (PCdoB), Carlos Siqueira (PSB), Juliano Medeiros (PSOL), Orlando Silva (PCdoB), Alessandro Molon (PSB), Tabata Amaral (PSB), Erica Malunguinho (PSOL), Marina Helou (Rede), entre outros.

Aos “Golpistas” que foram às ruas, somaram-se ainda: religiosos, artistas, esportistas, estudantes, presidentes de centrais sindicais e de diferentes organizações, Raimundo Bonfim (CMP), Bruna Brelaz (UNE), Gilmar Mauro (MST), Natalia Szermeta (MTST), Douglas Belchior (Coalizão Negra por Direitos), Sonia Coelho (Marcha Mundial de Mulheres), Rozana Barroso (União Brasileira de Estudantes Secundaristas), Sérgio Nobre (CUT), Adilson Cordeiro (CTB) e Índio (Intersindical).

Todo receberam, em 2018, uma boa chibatada-voto do povo brasileiro.

Mas, amigos, o melhor dos “Golpistas” estava por vir: como é muita gente que detesta o trabalho e o ubre da vaquinha-governo possui poucas tetas, todos queriam mamar ao mesmo tempo, começou um grande desentendimento.

Sequiosos e descontentes, os petistas reivindicaram para si as melhores tetas ou melhor dizendo, todas as tetas. Os outros que também queriam mamar protestaram e aconteceu o seguinte, segundo o blog da Malu Gaspar, de O Globo:

– “Canalha”, foi o nome pelo qual o presidente do PCO, Rui Costa Pimenta, chamou o candidato do PDT, Ciro Gomes, pouco antes de ele subir ao palanque. Militantes petistas, vestidos com camisas da CUT e gritando “vai para Paris!” cercaram o carro do pedetista e agrediram assessores, seguranças e aliados.

– O ataque contra o pedetista, com paus e pedras, foi mais grave. Mas sobraram vaias também para a ex-petista Heloísa Helena, hoje na Rede Sustentabilidade, e para o presidente do PSB.

A velha Mídia que cobria o evento silenciou. Brigas, discórdias, falta de público para apoiar o “Golpe” e os “Golpistas”. Sua opção foi esconder os fatos. Dizer que tudo transcorreu normalmente. Alguns se pronunciaram sobre as agressões. Eis algumas falas:

Siqueira, do PSB:- “Nos entristece isso acontecer num momento em que buscamos a unidade. Temos que refletir se vale a pena continuar dessa forma.”

Antônio Neto, Presidente do PDT de São Paulo: – “Eles não gostam quando a gente denuncia que o PT adotou o mesmo modelo econômico do PSDB e o mesmo presidencialismo de coalizão, que levou ao mensalão e ao petrolão. Mas uma coisa é o Fora Bolsonaro, outra coisa é a eleição”.

No domingo, depois dos ataques, Ciro deu uma entrevista coletiva em que pediu aos petistas uma “trégua de Natal” entre eles para derrubarem Bolsonaro.

A presidente do PT, Gleisi Hoffmann, troçou.

“O PT está em trégua há muito tempo”, disse ela à colunista Mônica Bergamo, da “Folha de S. Paulo”.

Foto de Carlos Sampaio

Carlos Sampaio

Professor. Pós-graduação em “Língua Portuguesa com Ênfase em Produção Textual”. Universidade Federal do Amazonas (UFAM)

Fonte: Jornal da Cidade Online

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OPINIÃO: O CIRCO DOS HORRORES TRAVESTIDO DE CPI ESTÁ EM FASE TERMINAL DE SUA SUSPEITOSA E LONGA TRAJETÓRIA

Notas incisivas sobre a CPI da pandemia

Foto: Marcelo Camargo/Agência BrasilFoto: Marcelo Camargo/Agência Brasil

A partir da superfície dos acontecimentos – da ponta exposta dos “icebergs” –, há que se penetrar no âmago da realidade subjacente e alçar a gigantesca montanha de múltiplas determinações que constituem a complexa composição do concreto submerso.

Às vezes, a aparência esconde ou distorce a essência dos fatos, desviando-lhe o foco e a atenção. Outras, ao contrário, sinaliza e taquigrafa o seu significado mais profundo, servindo como “ponta do novelo” à diligente linha de observação. Este é o desafio de toda análise que busca a conexão de sentido entre as coisas, em bases empíricas evidentes.

A dita “CPI da COVID”, ora em fase terminal de sua suspeitosa e longa trajetória, é um exemplo dessa premissa.

Pois ela não representa (ou expressa) apenas o “circo de horrores” (descortesias, abusos de autoridade, ilegalidades) performados por seus ignóbeis protagonistas de plantão, conquanto expõe, em tempo real, perante toda a sociedade brasileira – e sem disfarces(!) –, a própria natureza degenerada e putrefata do sistema político vigente – na sua totalidade.

Não se pode ignorar que as digitais da “CPI do Circo” são as mesmas do Senado Federal (que a constituiu), do Congresso Nacional (que a acolheu) e do STF (que a determinou).

Exibe e ostenta, dessa feita, semelhante caráter e idêntica genética de suas correspondentes e sobrepostas instâncias hierárquicas – dessas sendo, tão somente, uma heurística e típica amostragem.

Em todo o seu fulgor e sem-vergonhice, eis que a cleptocracia dominante resplandece, exemplarmente, nas figuras corrompidas e abjetas dos destacados dirigentes da citada CPI, os senadores Omar Aziz (presidente) e Renan Calheiros (relator) – ambos réus em célebres e volumosos “prontuários” em tramitação nas Cortes Superiores de Justiça –, tanto quanto nas dos demais consortes da encenação, todos escolhidos a dedo para representarem, no picadeiro do deboche e das vaidades, tal execrável (e desmoralizada) pantomima.

É o crime institucionalizado, por meio de seus perniciosos agentes, que se apresenta, ao vivo e a cores, na condução dos “trabalhos” da CPI, movido por seus indisfarçáveis e facciosos propósitos; julgando, sem moral, cidadãos íntegros e honestos; imputando, injusta e impunemente, delitos inexistentes a seletivos “convidados”; assassinando biografias, honras e reputações; e agredindo, arbitrária e acintosamente, direitos e liberdades fundamentais – com a agravante conivência dos meios de comunicação de massa, o apoio fascistóide de “agências de checagem” e o silêncio cúmplice e ensurdecedor de entidades como OAB, ABI, CNBB e outras congêneres (outrora defensoras dos direitos humanos e dos assentidos princípios civilizatórios universais).

Mais grave ainda, na moldura desse terrífico e vergonhoso quadro, é que as corriqueiras ações criminosas não raramente são secundadas e lastreadas justo por quem deveria desempenhar, por dever de ofício (e antes de todos!), o permanente contrapeso republicano ao arbítrio, a defesa intransigente do estado de direito e o zelo implacável pela efetuação máxima da justiça: o Supremo Tribunal Federal – hoje, paradoxalmente, transformado em escritório advocatício “oficial” da delinquência e algoz inclemente e indecoroso da “Constituição Cidadã”.

Sim, o Brasil, de ponta-cabeça, encontra-se absolutamente capturado pelas mãos de impostores e pilantras que, definitivamente desmascarados, já não ligam para a repercussão de suas ostensivas transgressões, muito menos para as proporcionais e expectadas ameaças de punição previstas em lei – que nunca se consumam perante uma (in)Justiça conluiada.

Predomina o império da barbárie, da plena desfaçatez dos poderosos, do supremo escárnio e achaque, em processo progressivo de assentamento e consolidação – a tratar o sentimento popular e a vontade majoritária da sociedade com o máximo desdém e repugnante e iniludível cinismo.

O simbolismo espetaculoso da cafajeste armação montada pela CPI da Pandemia é um retrato fiel, em quinta dimensão, da putrefação do atual sistema político brasileiro – e da totalitária e revoltante impunidade reinante, previamente concertada nos ignotos esgotos secretos do anojoso “mecanismo”, entre todas as suas mais ilustres e repugnantes “ratazanas”.

É o crime organizado (os novos “donos do poder”), infiltrado no Congresso Nacional e no STF, quem manda no pedaço – ao qual não restaram, ao que tudo indica, outras instituições de contrapeso a coibir, de fato e em definitivo, os seus devastadores abusos meliantes: seja a Presidência da República (resignada a “piruetas” e cativa em sua notória e flagrante atonia), sejam as Forças Armadas (cada vez mais desmoralizadas em sua insípida e inócua pusilanimidade).

Este é o confiscado (e prostrado) país, enfim, que emerge das profundezas submersas de suas entranhas à superfície mais visível – e ilustrativa – da reveladora CPI, aí atonados os seus principais dramas, as suas arraigadas idiossincrasias e, sobretudo, o seu inexorável e angustiante naufrágio civilizatório – ante a ausência de timoneiros capacitados e à altura de tão desafiadora e turbulenta travessia.

Alex Fiúza de Melo. Professor Titular (aposentado) de Ciência Política da Universidade Federal do Pará (UFPA). Mestre em Ciência Política (UFMG) e Doutor em Ciências Sociais (UNICAMP), com Pós-doutorado em Paris (EHESS) e em Madrid (Cátedra UNESCO/Universidade Politécnica). Reitor da UFPA (2001-2009), membro do Conselho Nacional de Educação (2004-2008) e Secretário de Ciência e Tecnologia do Estado do Pará (2011-2018).

Fonte: Jornal da Cidade Online

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OPINIÃO: UMA IMAGEM DIZ MUITO MAIS DO QUE MIL PALAVRAS

Caro(a) leitor(a),

A ameaça comunista é real e iminente e avança em todo o mundo. Para  a nossa sorte e de todos os brasileiros patriotas, que querem um país livre, democrático e desenvolvido, a esquerda brasileira é desunida, frágil, pequena e acima de tudo burra. Que continue assim e chegará as eleições de 2022 esfacelada e sem a menor chance de retornar ao poder. O vídeo abaixo é um exemplo nítido disso.

Atos esquerdopatas acabam em confusão e polícia – Sobrou até para o Ciro (veja o vídeo)

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O eterno presidenciável de primeiro turno (e seus fieis 10% de eleitorado), Ciro Gomes, foi vaiado na avenida Paulista, em mais uma esvaziada manifestação contra o presidente Jair Bolsonaro, neste sábado (2).

A rixa e falta de união de uma esquerda que derrete e praticamente não existe mais – ainda que a velha mídia insista em ‘mantê-la viva, ligada aos aparelhos’ – é apenas o retrato do que eles sabem fazer de melhor: Confusão.

Foi o que se viu ontem, assim como em todas as manifestações anteriores. Correria, polícia, troca de socos e empurrões, xingamentos e desrespeito ao patrimônio público.

Lula, que teve o nome gritado pelos esquerdopatas, sequer deu as caras (de novo!), muito provavelmente preferindo ficar em casa, tomando sua cervejinha gelada paga com dinheiro público e assistindo ao futebol na TV!

Veja o vídeo:

Fonte: Jornal da Cidade Online

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OPINIÃO: NOSSO PAÍS É UM MANICÔMIO ONDE OS NORMAIS SÃO TRATADOS COMO LOUCOS

Alexandre Garcia e a luta contra os medíocres autoritários

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Há inúmeras maneiras de compreender os acontecimentos e o estado das coisas no Brasil. Alguns fatos são sintomáticos, eles falam por si. Como não poderia deixar de ser, nossa grande nação nos brinda diariamente com tais registros.

É o caso da demissão de Alexandre Garcia da CNN Brasil. Tal fato fala por si, mas os desdobramentos e as reações são ótimos indícios para que se compreenda o ponto em que chegamos. Nosso país é um manicômio no qual os normais são tratados como loucos justamente por não compartilharem da loucura que é a cláusula pétrea nacional.

Alexandre Garcia foi demitido da CNN por dar sua opinião em um quadro chamado… liberdade de opinião. A ironia é inevitável. Logo depois de falar sobre um determinado tema, o canal emitiu uma nota repetindo a verborragia enfadonha do mainstream sobre o assunto. Ou seja, a liberdade de expressão existe apenas para repetir o que é tido como verdade do Evangelho pelo beautiful people, caso contrário é fake news indigna de atenção.

Os imbecis que controlam – ou tentam controlar – o debate público não suportam o contraditório. Qualquer pessoa com mais de dois neurônios dá risada ao ver uma reportagem como a do Jornal Nacional que falava de uma organização criminosa cujo objetivo era falar mal de político.

O medo do confronto é constrangedor. Mas os iluminados da grande mídia tratam a opinião divergente como enganosa, e na pior das hipóteses, uma falsidade intencionalmente divulgada.

Por essas e outras que tais figuras nunca vão entender por qual motivo perderam credibilidade de forma tão rápida nos últimos anos.

Tanto é assim que os imbecis mais tarimbados comemoraram a demissão de Alexandre Garcia.

Eu poderia citar inúmeros exemplos, mas fico em apenas um pelo simbolismo: João Amoêdo. O cacique do Partido Novo, que iludiu tanta gente com o canto de sereia liberal, disse que o jornalista foi demitido por ‘’mentir e desinformar’’, e aproveitou para lembrar a eficiência do meio privado na questão – sem esquecer do corriqueiro fetiche pelo presidente Jair Bolsonaro.

Aqui a coisa fica interessante. Amoêdo sabe muito bem que Alexandre Garcia não foi demitido por ‘’mentir e desinformar’’, mas simplesmente por emitir uma opinião que contrasta com a hegemônica do mainstream. Quantos jornalistas conservadores não foram alvos da mesmíssima coisa ao defenderem suas posições?

Ora, a liberdade de expressão é pilar de qualquer regime que mereça o status de democrático, além de elemento indispensável do liberalismo. Se o indivíduo que é tido como símbolo de um partido liberal aplaude a mordaça e a perseguição contra quem quer que seja, essa atitude diz mais sobre ele do que sobre o jornalista.

Como a simples opinião de um jornalista – ou quem quer que seja – pode incomodar tanto os supostos donos da verdade? Qual a razão de perseguir o sr. Alexandre Garcia e promover um verdadeiro assassinato de reputação contra ele?

Bom, como eu disse anteriormente, o Brasil é um verdadeiro manicômio. Compreender o que se passou na província nos últimos cinquenta ou sessenta anos é vital para elucidar as questões colocadas no parágrafo anterior.

A coisa é mais ou menos assim: derrotada de todas as maneiras em 1964, a esquerda realizou nos anos seguintes um profundo debate a respeito do que deu errado.

Um povo recalcitrante ao comunismo botou para correr um presidente impopular que desrespeitava a Constituição e promovia a degradação do país ao tentar fazê-lo uma nova Cuba. Fazendo uma profunda análise estratégica da situação, os intelectuais esquerdistas – sim, naquela época eles ainda existiam – chegaram à conclusão de que as ideias da revolução não eram compartilhadas pelas massas, tornando impossível a chegada dos camaradas ao poder. Só tinha uma única estratégia disponível para tal façanha: a proposta por Antonio Gramsci, o teórico comunista italiano preso por Mussolini e autor dos Cadernos do Cárcere.

Gramsci analisou o insucesso da Revolução Russa em relação ao apoio popular e concluiu que o erro foi tomar o poder antes de ter a hegemonia. Poder é o controle do aparato estatal, enquanto hegemonia é o controle psicológico das massas. Ao ter a hegemonia, a esquerda teria o poder absoluto, pois controlaria a sociedade pela força e pelo consentimento. E para conquistar a bendita hegemonia seria necessário mudar a cultura, os valores e o que poderia ou não ser dito. Daí a importância dos intelectuais na tarefa, os novos guias do povo rumo ao paraíso socialista. Não por acaso o gramscismo enxerga mais valor em um jornalista teoricamente isento que muda aos poucos o teor do noticiário que um pregador revolucionário enragé.

Se hegemonia é controle psicológico total, não são permitidos pensamentos ou certas posições que ameaçam o novo senso comum. Isso explica o porquê da ausência da intelectualidade conservadora em todos os campos do debate público, uma vez que os ditames gramscianos foram aplicados ipsis litteris no Brasil. Explica também o ódio gerado nos imbecis quando um Alexandre Garcia defende uma posição tida por eles como heresia. E claro, revela o hospício que virou o nosso amado país.

Foto de Carlos Júnior

Carlos Júnior

Jornalista

Fonte: Jornal da Cidade Online

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OPINIÃO: A NAÇÃO BRASILEIRA DEVE COMEÇAR REIVINDICAR COM A CONTUNDÊNCIA DAS RUAS UMA REFORMA POLÍTICA

Hora da reforma política

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Após concluídas, pelo Congresso Nacional, as reformas Fiscal e Administrativa, ora em curso – que se somam à Previdenciária, já efetivada –, surge o momento de a nação brasileira começar a reivindicar, com a contundência das ruas, para a próxima legislatura (que iniciará em 2023), aquela Política, em vista da alteração radical e urgente das regras que regem, atualmente, os processos de escolha dos representantes da sociedade aos principais espaços decisórios do Estado federativo.

Não se trata de uma questão trivial, na medida em que incide, diretamente, na cultura corporativa (e antirrepublicana) já cimentada dos partidos políticos e na camada de proteção dos privilégios desfrutados pela classe política, a quem foi outorgado, pela Constituição de 1988, poder desproporcional sobre a Presidência da República, favorecendo, nos termos da lei, a prevalência do império dos conchavos e da chantagem – conforme os interesses cabulosos de ocasião.

Parte substantiva dos problemas vivenciados, diuturnamente, pelos cidadãos brasileiros – e fonte primordial dos impasses e crises sistemáticas que conspiram em favor do atraso e da paralisia – decorrem, diretamente, do modelo de regramento que, em bases institucionais já obsoletas, define a forma de triagem dos delegados do povo e demais autoridades públicas alçados à responsabilidade de comandar os destinos do país – a exemplo das Casas Legislativas, das Cortes Superiores e das instâncias máximas do Poder Executivo.

As estruturas (ordenamentos organizacionais), por certo, não garantem, de per se, a qualidade dos sujeitos que as ocupam e operacionalizam, mas podem influenciar, positivamente ou não – conforme o rigor e a transparência dos correspondentes parâmetros de seletividade e monitoramento –, a designação, comportamento e desempenho dos diversos agentes, minimizando as disfunções de costume.

Os padrões institucionais (leis, normas, regulamentos, processos de seleção e avaliação, etc.) definem, em boa medida, o caráter e o perfil da gestão pública, cuja engenharia condiciona a ambientação e a estirpe das ações estatais, em todos os campos e domínios de sua manifestação e expressão.

Boas regras impulsionam, tendencialmente, bons mandatários e, consequentemente, boas práticas e saudáveis realizações. O reverso, por suposto, o efeito contrário – sobretudo se urdido para favorecer, disfarçadamente, o corporativismo e a corrupção, ancorados, em “última instância” (graças a um Judiciário faccioso), na presumível impunidade.

Não é ao acaso, pois, que a ampla maioria dos políticos que ocupam as cadeiras do Parlamento brasileiro e a quase totalidade dos juízes guindados às Cortes Superiores de Justiça são constituídas por personalidades corroídas e biltres, descompromissadas com as causas populares e o interesse coletivo e sequestradoras das instituições em prol de suas inescrupulosas e egocêntricas ambições – e assim continuará a sê-lo enquanto perdurarem as regras vigentes.

Se são os indivíduos, com suas aptidões, mentalidade e caráter, que movem as estruturas (instituições), balizando suas atuações, em contrapartida são essas que amoldam, a seu turno, com suas prescrições configurativas, os seus ocupantes – num permanente jogo dialético de reciprocidade causa-efeito.

Ainda que a ideia de “república” seja, por natureza, uma utopia – no sentido da impossibilidade de sua realização in totum –, ela cumpre, todavia, o papel civilizador de motivação e sinalização do caminho a ser perseguido por uma sociedade na busca perene (e sempre inacabada) da realização do bem comum – traduzido no predomínio da “vontade geral” sobre os préstimos mais particulares e egoístas de indivíduos e corporações.

Tal crença permite conceber e projetar, idealmente, a política como a arte, por excelência, do serviço comunitário (por que não?!), espelhada na máxima doação (individual e coletiva) à nobre e magnânima causa pública (da coletividade em geral) – ao invés de mero artifício a serviço do oportunismo, da extorsão e da vigarice.

Assim, a utopia republicana deve ser a premissa, o valor, o fulgor de toda arquitetura institucional comprometida com o resgate do interesse geral nos meandros das arenas decisórias do Estado, desde o arranjo de sua composição diretiva (regramentos criteriosos de escolha dos dirigentes) aos condicionantes sobredeterminantes da atuação desses mesmos agentes, por meio de eficazes e transparentes mecanismos de controle social.

Para tal, importa, como pressuposto, o enfrentamento de uma questão crucial e inescapável, a servir de referência e guia para toda ação instituinte, nessa perspectiva, projetada: qual a melhor estratégia (padrão institucional) a ser implementada(o) com o propósito de se garantir, minimamente, que pessoas ética e profissionalmente qualificadas sejam meritoriamente selecionadas para as funções públicas (conforme as finalidades em cada caso), evitando-se (ou minorando-se) o uso degenerado do poder para fins não-republicanos?

Eis, aqui, o fundamento de toda reforma política que vise, honestamente, à conquista (ao menos por aproximação) da referida utopia – ainda que por etapas sucessivas e progressos cumulativos.

Nesse diapasão, no encalço de tamanha façanha, vale rastrear quais seriam os principais itens a merecer focagem numa pretensa reforma política em âmbito nacional, capazes de patrocinar transformações efetivas na dinâmica do poder em favor do conjunto da sociedade (satisfação da “vontade geral”), ao mesmo tempo que impeditivos (ou inibidores) da captura do Estado por astuciosas e sabotadoras oligarquias corporativas de ocasião – como ocorre nos dias hoje (e praxe na tradição).

Em termos propositivos, NOVE, pelo menos, deveriam ser os focos prioritários de mudança, indistintamente benéficos ao aperfeiçoamento republicano do sistema político nacional – conforme justificado mais abaixo – e cujos indicativos ressoam padrões internacionais já adotados e experimentados (ao menos parcialmente) por inúmeros regimes democráticos do Ocidente, com resultados extremamente positivos e promissores, a saber:

1 – FIM DO VOTO OBRIGATÓRIO

2 – FIM DO FINANCIAMENTO PÚBLICO DE PARTIDOS E CAMPANHAS

3 – VOTO DISTRITAL

4 – FIM DAS COLIGAÇÕES POLÍTICAS PARA FINS ELEITORAIS

5 – FIM DO VOTO PROPORCIONAL

6 – FIM DA REELEIÇÃO PARA CARGOS EXECUTIVOS

7 – DELIMITAÇÃO MÁXIMA DE MANDATOS PARA CARGOS LEGISLATIVOS 8 – APROVAÇÃO DAS CANDIDATURAS AVULSAS

9 – CRITÉRIOS RIGOROSOS PARA A ESCOLHA DE JUÍZES ÀS CORTES SUPERIORES

O item 1 determina o fim da tutela do Estado sobre a liberdade de iniciativa dos indivíduos (o Estado não pode ser o “curador” da sociedade!).

O item 2 obriga a que todos os partidos se sustentem por adesão espontânea e voluntária de seus apoiadores e correligionários – e não mais por imposto obrigatório e postiço, imperialmente debitado do conjunto da sociedade para as corporações partidárias (agremiações artificiais e pouco representativas tendem, neste caso, a desaparecer).

O 3 circunscreve toda candidatura ao correspondente (e mais restrito) espaço territorial de atuação do pretendente, facilitando, posteriormente, o seu controle pelos respectivos eleitores.

O 4 impede os acordos eleitoreiros e oportunistas entre agremiações, remetendo a legitimidade das coligações apenas para o exercício efetivo dos mandatos (e não previamente).

O 5 garante que os eleitos sejam justo aqueles que obtiverem a maioria preferencial e majoritária dos votos – e não mais os “puxados” pelos votos de outrem (tendentes à máxima “fidelidade partidária” e mínima deferência aos anseios populares).

O 6 interdita (ou minora) a ação executiva dos governantes unicamente em função de sua permanência prolongada no poder (podendo caber, neste caso, a fixação do mandato governativo em cinco anos).

O 7 restringe o prolongamento indefinido das trajetórias políticas individuais – ficando a sugestão de admissão, no máximo, de quatro mandatos (subsequentes ou intercalados) –, coibindo-se, assim, o pernicioso e daninho “carreirismo político” (política não pode ser profissão!) e impelindo, em consequência, os partidos à renovação permanente de seus quadros e lideranças (ao invés do costumeiro e imorredouro “caciquismo”).

O 8 permite que cidadãos não identificados com nenhuma corporação partidária (por razões programáticas ou de constrangimento circunstancial) pudessem vir a se candidatar, impedindo, ao mesmo tempo, que os partidos políticos detenham o monopólio do espaço político.

Por fim, o item 9 – importantíssimo! – remodela os cânones de escolha dos ministros das Cortes Superiores do Poder Judiciário, transferindo tal função dos Poderes Executivo e Legislativo (como ocorre hoje) para a esfera interpares da própria Magistratura (o que refrearia a influência política na seleção dos juízes), com o estabelecimento de uma maior e mais isenta autonomia de atuação dos Tribunais, além de critérios mais rigorosos e meritocráticos de seleção de seus respectivos togados: notório saber; competência jurídica comprovada; experiência acumulada (mínimo de 30 anos na função); faixa etária a partir dos 60 anos (o que reduz as “tentações” do uso da toga para benefícios pessoais futuros e a ilusão do sentimento de “deidade”); reputação ilibada (por reconhecimento social e entre pares); mandato máximo de dez anos (com salutar limitação ao exercício da função).

São todas propostas que têm em mira o interesse mais amplo e legítimo da sociedade no seu conjunto (res publica), em contraste àquele mais restrito e espúrio das corporações e seus asseclas – sempre sujeito a motivações pouco (ou nada) magnificentes.

A sociedade brasileira precisa compreender, de uma vez por todas, que o seu futuro depende muito mais da qualidade republicana de suas instituições – da arquitetura e engenharia de sua composição e funcionamento – que dos dotes individuais – sempre ocasionais e passageiros (quando não falsificados) – de seus políticos.

Que não existe, enfim – e nunca existirá –, “salvador da pátria”; mas que a Pátria é uma construção coletiva e permanente de todos no tempo, respaldada nas virtudes e qualificação educacional do conjunto dos compatrícios e na solidez e justeza cívica de suas instituições.

Alex Fiúza de Mello. Professor Titular (aposentado) de Ciência Política da Universidade Federal do Pará (UFPA). Mestre em Ciência Política (UFMG) e Doutor em Ciências Sociais (UNICAMP), com Pós-doutorado em Paris (EHESS) e em Madrid (Cátedra UNESCO/Universidade Politécnica). Reitor da UFPA (2001-2009), membro do Conselho Nacional de Educação (2004-2008) e Secretário de Ciência e Tecnologia do Estado do Pará (2011-2018).

Fonte: Jornal da Cidade Online

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OPINIÃO: SITUAÇÃO NO BRASIL NÃO ESTÁ FÁCIL PRA NINGUÉM GRAÇAS A IMBECILIDADE DO “FIQUE EM CASA A ECONOMIA A GENTE VER DEPOIS”

Ruim em casa, pior fora dela: A leviandade do “fica em casa e a economia a gente vê depois” (veja o vídeo)

Foto Reprodução/InternetFoto Reprodução/Internet

Na adolescência, muitos já ouviram seus pais falarem essa frase, geralmente dita naqueles momentos de reclamação em face a algo que desagradava, parece que estamos vivendo algo parecido dentro de nossa grande casa chamada Brasil, pois a situação não está fácil para ninguém, não é?

Grande parte disso é devido a “doença que veio da Ásia”, também não podemos esquecer da imbecilidade do “fica em casa e a economia a gente vê depois” propalada pois muitos idiotas úteis, pela extrema imprensa e pelos canalhas opositores políticos do presidente Jair Bolsonaro.

Outro detalhe, que eclodiu de longo prazo passado, foram as sistemáticas obras do PT, executadas em ditaduras comunistas/socialistas com dinheiro dos contribuintes brasileiros, em um grande esquema com construtoras para financiarem seu projeto de poder no Brasil e na América Latina.

Mas mesmo com todos essas revezes, o Brasil se destacou economicamente no mundo quando comparado com outras nações mais desenvolvidas, e quando a comparação é com os vizinhos sul-americanos, que em maioria são comunistas/socialistas, o destaque é abismal, pois os mesmos têm vivido as resultantes infernais de miséria, fome e morte que a esquerda sempre promove.

A extrema imprensa que é aparelhada por essa ideologia criminosa, segue os ditames nefastos de mentiras e manipulações e quando as notícias são boas, a cortina do silêncio cai instantaneamente; mas procurando os fatos fora da grande mídia, podemos comprovar o quanto o Governo Brasileiro é profícuo nas mãos de Jair Bolsonaro.

Ao visitar o site do Fundo Monetário Internacional (FMI) pude constatar em seu Relatório Anual que o desempenho econômico do Brasil foi muito além do esperado, destacando que “em parte devido à resposta enérgica das autoridades”, projetam um crescimento de 5,3% para o Brasil e queda da dívida pública de 99% para 92% do Produto Interno Bruto (PIB).

Também elogiaram o governo brasileiro por sua resposta política frente à “doença que veio da Ásia”, pois segundo o Fundo, essas políticas reduziram significativamente a gravidade da recessão de 2020 e amorteceram seu impacto sobre os pobres e vulneráveis como o programas emergenciais e ao mesmo tempo o Brasil preparou terreno para uma forte recuperação em 2021.

As reformas institucionais que Bolsonaro promoveu também foram parabenizadas pelo Fundo, pois visam criar bases para uma economia mais competitiva colocando o Brasil no radar dos grandes investidores internacionais.

A previsão do Fundo para o crescimento econômico da maior economia da América Latina é de expansão de 5,3% do PIB (Produto Interno Bruto) já em 2021.

“A incerteza em torno das perspectivas é excepcionalmente alta, mas os riscos para o crescimento são vistos como amplamente equilibrados”, disse o Relatório Anual na conclusão de suas consultas do Artigo IV.

Mas te pergunto: Você assistiu algo naquela rede de TV que o nome rima com BOBO? Deve ser porque eles acham que os Brasileiros são bobos né?

E não é só na REDE BOBO, mas toda a extrema imprensa atua de forma repugnante, a teta das verbas públicas secaram e o comprometimento com seus antigos PaTrões os fazem maquinar dia e noite contra o Governo Bolsonaro e a população é quem paga essa conta.

Imaginem se hoje o Brasil estivesse nas mãos da maldita esquerda, assim como está a Venezuela, que se tornou um inferno de Fome e Morte, ou ainda como a faminta Argentina, onde partes de seus cidadãos tiveram que desenterrar frangos podres para dar de comer aos seus filhos???

Para não ficarmos somente aqui no eixo sul-americano, sabiam que na comunista Coréia do Norte, o presidente Kim Jong-un confisca os animais de estimação das famílias à força e os bichinhos são abatidos e vendidos para restaurantes e zoológicos estatais, pois a criação de cães, segundo os comunistas é uma tendência “contaminada pela ideologia burguesa capitalista”, portanto você que é ativista dos direitos do animais e que é esquerdista, fica a dica para você recuperar sua mentalidade destruída por essa ideologia maldita.

Esses fatos irrefutáveis nos provam duas coisas:

1) O quanto devemos ser gratos a Deus pelo fato do governo do Brasil estar nas mãos de um presidente que teme a Deus, se preocupa com o povo na amplitude da saúde e da economia e é de direita.

2) O quanto devemos abominar a extrema imprensa que está a serviço da esquerda, do globalismo e que agem criminosamente contra o presidente e o povo do Brasil.

Por isso eu estimulo você que está lendo esse artigo a colaborar com criadores de conteúdo, influenciadores e com aquela pequena parte da imprensa que tenta, sob muitas perseguições, trazer a verdade para os Brasileiros, a exemplo do Jornal da Cidade Online que teve seu canal desmonetizado pelo TSE sem qualquer justificativa, investigação, inquérito ou base constitucional, mas continua com muito empenho o seu trabalho.

Você que está lendo isso tem o grande poder de ampliar a narrativa dessas vozes que lutam em propagar a verdade, o simples curtir, compartilhar e se inscrever nesses canais de comunicação já ajudam de alguma forma, indicar para amigos, tudo isso forma simples e gratuita que todos podem fazer para quebrarmos a hegemonia mentirosa da esquerda.

Confira:

Foto de Bosco Foz

Bosco Foz

Jornalista, Gestor Público, Proprietário do canal Bosco Foz.

Fonte: Jornal da Cidade Online

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OPINIÃO: NO BRASIL FAKE NEWS DEIXOU DE SER EXCEÇÃO E VIROU REGRA

Caro(a) leitor(a),

O descaramento da dita imprensa marrom está ficando insuportável. Num país onde foi instaurado inconstitucionalmente um processo judicial contra “fake news” com o intuito de atingir traiçoeiramente os conservadores as famigeradas “fake news” passaram de exceção à regra no âmbito do jornalismo brasileiro, como é o caso do artigo a seguir, que mostra mais uma das muitas mentiras e fofocas inventadas pelos jornalistas esquerdopatas. A coisa se torna tão bizarra e surreal que o próprio nome “esquerdopata” foi inventado pelo outrora jornalista conservador, Reinaldo Azevedo e agora um esquedopata de carteirinha. Por isso o termo nunca esteve tão bem colocado, pois é realmente uma patologia das mais complexas de se entender. Eles perderam totalmente a vergonha e o pudor. Estão contando uma mentira atrás da outra e descaradamente sem medo nenhum de serem desmascarados. Por isso é necessário que publicações como esta viralize e chegue ao máximo de pessoas possível para que o afegão médio tome conhecimento dessa grande farsa e possa se defender. Então, peço a você que compartilhe com força essa publicação!

Noblat inventa mentira descarada e é desmascarado por Rogério Marinho

Rogério Marinho e Ricardo Noblat - Foto: ReproduçãoRogério Marinho e Ricardo Noblat – Foto: Reprodução

Neste domingo (26) o ministro do Desenvolvimento Regional, Rogério Marinho, usou suas contas nas redes sociais para desmentir uma fake news que vem sendo disseminada pelo jornalista Ricardo Noblat, e repetida por diversos sites.

Noblat, em sua coluna no site Metrópoles, afirmou que, durante um almoço no Lake’s Restaurante, em Brasília, ocorrido ontem (25), Marinho teria dito que ‘está difícil sustenta-lo’, enquanto se referia ao presidente Jair Bolsonaro.

O ministro usou sua conta no Twitter para desmentir a matéria:

“É estarrecedor o ponto a que chegaram alguns jornalistas, que atuavam na cobertura política, mas agora usam seu espaço para propagar ataques, fofocas e mentiras.

Não disse e nunca diria tal bobagem. O senhor Ricardo Noblat falta com a verdade”, afirmou Marinho.

E ainda lembrou, àqueles que fingiram esquecer, o apoio popular demonstrado ao presidente durante as históricas manifestações ocorridas no 7 de setembro, que levaram multidões às ruas:

“O Presidente da República é sustentado pelo apoio daqueles que sabem a transformação que seu governo está promovendo.

As ruas tomadas por multidões demonstram isso. É triste também o desrespeito à minha família, envolvida involuntariamente nessa intriga. A que interesses servem esse tipo de conduta?”.

Noblat novamente desmoralizado!

Confira:

Fonte: Jornal da Cidade Online

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OPINIÃO: APESAR DO DISCURSO DE ESTADISTA AINDA HÁ OS QUE NÃO BUSCAM SE INFORMAR NAS FONTES PRIMÁRIAS E CAEM NAS NARRATIVAS MARXISTAS

O que não foi dito sobre o discurso histórico…

Jair Bolsonaro (Reprodução)Jair Bolsonaro (Reprodução)

Apesar do histórico discurso de estadista na 76ª Assembleia Geral das Nações Unidas (ONU) 2021, ainda há os que não buscam nas fontes primárias (íntegra, aqui) para se informar e caem em narrativas da Direita marxista – que até isso copia de sua irmã siamesa, a esquerda!

Se você disser que foi conciso, posso concordar – afinal, ali não é palanque, não cabem discursos emocionados – mas se você ler, sem pressa, verá que cada frase contém muita informação e algumas mensagens cifradas. Pra quem entende de política, pingo é letra, taokey?

Como sempre, a esquerda esperneou – claro!

Chamou a atenção algumas coisas que foram ditas e outras que não foram, por parte da Direita marxista. Explico.

Trata-se de um público intelectualizado e, ao mesmo tempo, excessivamente emotivo por sua formação marxista, mesmo que não a percebam. Por qualquer motivo que me escapa – penso que não terem tido benesses pessoais ou tê-las perdido, pode ser uma explicação – a Direita marxista reagiu mal.

Um ex-ministro gaguejou imediatamente após o discurso, taxando-o de “tecnocrático” – o que é uma injustiça. Insisto na leitura da íntegra para fazer sua própria análise, mesmo que tenha assistido o vídeo. A rápida leitura feita pelo Presidente não permite captar tudo. É preciso refletir.

Outro ex-ministro, no período do discurso, nada comenta sobre o evento – que até a esquerda cobriu – e posta foto de si mesmo. Deslocado, enquanto todos acompanhavam o Presidente, mostra que já não é mais um apoiador e indica uma futura oposição, principalmente, se for eleito.

Na outra ponta, “ícone” da Direita marxista evita mostrar seu descontentamento, entra em modo “assopra” e desmente jornalista de esquerda, mas não faz um único elogio ao brilhante discurso!

A coisa avança para políticos caroneiros, que chegam a cortar palavras importantes do discurso, para postar nas redes e aparentar apoio, mas no fundo não concordando: falam (com reservas) o que os conservadores gostariam de ouvir. Também não merecem se reeleger.

Esse é o quadro!

Insisto na tese de que precisamos formar diretamente milhões de pessoas, mesmo a conta gotas, incentivando a pensar por si mesmas e estar atentas às coisas que são ditas ou omitas, ao excesso de emoção ou a falta dela.

São sinais que precisam ser percebidos: o tom de voz, o que está sendo dito, o que não está e até os sinais faciais! Logo vem as eleições e não podemos errar mais.

Chega de dar audiência para gente que quer apenas clientes. Eles não estão ali defendendo o Brasil! Chega de ser manipulado! Vamos às fontes e prestigiar as reais mídias conservadoras! Ler livros, refletir. Argumentar e não repetir chavões de quem nem é conservador!

É preciso reagir: pense, analise e reflita por si mesmo! Dialogue e busque a verdade. Vamos apoiar os valores defendidos pelo Presidente: Deus, Família, Liberdade, Democracia e o Povo!

A verdadeira defesa do Brasil depende de cada um de nós!

Angelo Lorenzo

Fonte: Jornal da Cidade Online

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OPINIÃO: “QUEREMOS DESTRUIR A FAMÍLIA SIM”, AFIRMA ATIVISTA LGBT

Destruir a família: efeito de uma guerra cultural

Reprodução internetReprodução internet

“Queremos destruir a família, sim”. A fala do ativista LGBT Vitor Zaparoli (que usa o nome social de Amanda Palha), é um retrato fiel do que estamos presenciando: uma tentativa, por todos os lados, de abater o conceito de família.

No discurso, realizado em 2019, o ativista diz com todas as letras que isso é uma estratégia política e que somente assim todos os movimentos feministas e LGBT serão considerados uma ameaça real.

“Seria um ‘retrocesso violento’ dizer que o movimento defende a família”, revela Zaparoli.

Esse episódio revela, na carne, que estamos vivendo uma guerra diferente. A batalha não busca conquistar territórios, mas o horizonte de consciência das pessoas.

As armas não são bombas, mas narrativas com ‘verniz’ de verdade, que tem como objetivo ‘anestesiar’ a sociedade para que se desviem das realidades mais naturais, como por exemplo, dos aspectos biológicos das pessoas. Os filtros ideológicos, neste sentido, atualmente são os nossos olhos e os nossos ouvidos.

A guerra, portanto, é cultural! E qual é a base da cultura ocidental? A família! Ela é a célula que oxigena todo o tecido social e que amplia a vitalidade dos valores perenes, sustentando nossa sociedade de maneira harmônica e responsável. Então, destruir a família é o mesmo que romper com todos os atores dos processos civilizacionais do ocidente (filosofia, direito, religião, dentre outros) e criar uma nova base social fundada na mentalidade revolucionária e em estruturas secundárias, como empresas e associações. Portanto, o bombardeio contra a família tradicional tende a intensificar-se cada dia mais.

Ao caricaturar o conceito tradicional de família, vai se asfixiando as referências milenares das relações e nos papéis desenvolvidos no lar. Isso se manifesta na perversão da educação, no divórcio, na desordem na relação entre pais e filhos, na inversão dos valores morais, na distorção de respeito e autoridade, de responsabilidades com o próximo, na valorização de antivirtudes, em casamentos alternativos, no poliamor, dentre outros aspectos. Querem transformar as características mais naturais do coração da mulher e do homem e retirar suas identidades – e esse ponto é muito importante.

Rompendo com os conceitos de família – que gera equilíbrio social – vai se descaracterizando a identidade humana. O Papa Bento XVI –, alertou-nos que “não se destrói a célula mãe da sociedade sem que se atinja de modo irreversível o ser humano”. E esse processo, tragicamente, não é um desencadeamento natural ou simples obra do “espírito dos tempos”, ou seja, não acontece de maneira natural. Ao contrário, trata-se de um trabalho organizado e muito bem estruturado para implantação de um projeto de poder cultural. Uma das mães do movimento feminista, Shulamith Firestone, disse que é preciso fazer uma “revolução sexual” na qual “as diferenças genitais entre os seres humanos não mais importariam culturalmente”. Nesta marcha, a Ideologia de Gênero vem de maneira acelerada embotando a realidade e desconstruindo a natureza humana.

Onde tudo é família (como um homem e seu cachorro de estimação ou duas mulheres e seu gatinho), nada é família. O resultado é um caos moral, uma inversão de valores, uma construção estereotipada do bom (moral), do belo (emocional) e da verdade (intelectual). Por isso não é de se estranhar leis querendo aprovar o incesto e a pedofilia. Sim, isto já foi legitimado parcialmente em países como o México. É evidente, então, que existe uma tentativa de destruir o coração da sociedade: pai, mãe, filhos, homem, mulher e criança.

Fonte: Jornal da Cidade Online 

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OPINIÃO: A CARTA CONCILIADORA DE BOLSONARO E SEUS BASTIDORES

Os bastidores da carta de Bolsonaro à nação e o momento exato em que Temer foi chamado

Foto: Agência BrasilFoto: Agência Brasil

Não. Ainda que insistam em dizer, não foi, e vou explicar-lhes a razão.

Para que uma carta tão conciliadora daquelas fosse escrita, Bolsonaro teve que ouvir toda a sua equipe de confiança e fazer uma avaliação bastante concreta e segura da situação.

Teve que ouvir o General Heleno (GSI), o Paulo Guedes, e etc.

Vamos ao que é fato e não ao que é ‘bobajol’ de internet?

No dia anterior à manifestação a Bolsa de Valores, diante da expectativa e da incerteza do que se seguiria, experimentou uma queda acentuada e contínua. Isso significa que diante de um cenário instável, estava havendo fuga de investimentos. Se a Bolsa continuasse a cair a nível crítico, o Conselho Monetário Nacional e CVM, cujo Presidente é o Paulo Guedes, teria que ordenar a suspensão do pregão e por fim o fechamento do pregão para evitar uma quebra.

Caso isso ocorresse, o dólar dispararia, o governo seria obrigado a colocar uma enxurrada de dólares no mercado para tentar conter a alta, reduziria sua reserva técnica, ainda assim haveria um enorme impacto sobre o dólar e haveria um sofrimento absoluto da população em geral, com o real perdendo valor.

Empresas que trabalham com custos em dólares mas recebem em reais, por exemplo as empresas aéreas, entrariam numa espécie de recessão instantânea. Esse cenário não seria bom para ninguém.

Era esse caos que a esquerda tanto esperava e tanto provocou, mas não aconteceu. Com a tal carta, Bolsonaro quebrou os argumentos da esquerda!

Juridicamente Bolsonaro foi aconselhado por sua equipe a jogar água na fervura, como forma de eliminar qualquer possibilidade de reação por parte de seus opositores. Deu certo. A oposição ficou com o rabo entre as pernas.

Mas e para conter Moraes? Aí sim entrou o Temer, o cara que criou a fera. De nada adiantava bater de frente com o Supremo. Sendo Moraes o executor do serviço sujo, inteligentemente Bolsonaro chamou o cara que colocou ele lá pra contê-lo! E deu certo!

O nome disso é RECUO ESTRATÉGICO para o bem comum. Além de ter evitado uma catástrofe econômica e tranquilizado o mercado (logo a pontuação na BV subiu de novo), Bolsonaro desarmou todas as minas que haviam plantado pra ele.

E o resultado final?

As minas explodiram nos pés dos opositores do governo, haja visto as vergonhosas e fracassadas ‘mini-infestações’ deste domingo (12), mais cheias de viaturas e curiosos do que propriamente de ‘mini-infectantes’. A esquerda ficou literalmente com cara de babaca, que aliás é a cara que tem ficado desde que Bolsonaro assumiu o poder. Cada tentativa de golpe ou de lacração não passa de uma desmoralização pública.

Entenderam agora? Não é “ceder” ao sistema! É usar o sistema ao seu favor, invertendo as narrativas e fazendo com que os opositores atirem nos próprios pés! Os nomes disso são ESTRATÉGIA e INTELIGÊNCIA POLÍTICA.

Tá certo… A gente passou tantos anos vendo a esquerda ganhando de forma suja, que estranhamos quando alguém ganha de forma limpa. Está perdoado quem pensou que foi covardia.

Não se ganha jogo chutando a bola pro alto!

Foto de Marcelo Rates Quaranta

Marcelo Rates Quaranta

Articulista

Fonte: Jornal da Cidade Online

 

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OPINIÃO: DIANTE DAS MINGUADAS MANIFESTAÇÕES DESTE DOMINGO PARECE QUE BOLSONARO PODERÁ GOVERNAR EM PAZ

Caro(a) leitor(a),

Na coluna PONTO DE VISTA deste domingo eu comentei que as manifestações que seguiriam durante o dia seriam o divisor de águas dessa já bastante longa crise institucional entre os poderes. Elas definiriam se estamos, ainda no começo de uma guerra política ou estaríamos perto do final, com um desfecho positivo de governabilidade para o nosso país. Eu disse que se as manifestações tivessem um substancial número de pessoas nas ruas, tão grande quanto ou maior do que as manifestações do 7 de setembro estaríamos apenas começando uma guerra que chamaria para as ruas todo aquele brasileiro que ainda dorme em berço esplêndido, pois sabemos que a grande maioria da população não quer o avanço do Comunismo no Brasil. E que se essas manifestações fossem exíguas a luta estaria perto do fim, com a fortificação do poder executivo e por consequência a governabilidade. Dando ao Presidente Bolsonaro condições de seguir com a sua agenda até 2022. Pelo resultado das exíguas e minguadas manifestações de hoje tenho a certeza que a segunda versão acontecerá daqui por diante. Até porque a carta à nação de Bolsonaro já começa a fazer efeito trazendo resultados animadores. Aguardemos as cenas dos próximos capítulos.

Agora ele cai! O Brasil vive um momento histórico… Uma multidão de ninguém saiu às ruas

Foto reprodução/TwitterFoto reprodução/Twitter

Uma multidão de ninguém saiu às ruas para protestar contra o governo. Era tanta gente que o trânsito não precisou ser desviado, não foi necessário um esquema especial de segurança e um planejamento de transporte, e o único caminhão que compareceu foi o de lixo, carregando quem estava pela rua com bandeira vermelha na mão.

A esquerda está feliz. Conseguiu chamar a atenção da Globo e da Folha de S.Paulo, que não conseguiram estimar o número de participantes, já que quando eles se espalharam ficaram tão distantes que ninguém podia contar.

A esquerda agora vai dizer que só deu esse tantão de gente porque “respeita as medidas de precaução da covid”, apesar do povo ter chegado num patinete completamente lotado.

Separando os pobres vendedores ambulantes que ficaram decepcionados com o sucesso de público, os caras da guarda municipal, o povo que não tinha nada a ver, os cracudos que só observavam e alguns que estavam perdidos, o número de participantes estava estimado em… meio. Algo inédito no mundo.

Agora Lula viu sua força. Agora o Bolsonaro cai.

Os grandes “chamadores” de público como Simone Tebet, Titica Santa Cruz, Mama Falhei, Kim Kata-guri e outros viram agora o quanto são poderosos e conseguem influenciar a população. Estava lindo!

Um maluco puxou o coro “vamos dar as mãos, vamos dar as mãos, vamos dar as mãos, vamos dar”, mas teve que parar no meio da música porque não havia a quem dar as mãos.

A Paulista nunca esteve tão lotada de ninguém! A Av. Atlântica estava tão cheia, que um Boeing 747 pousaria no meio dela sem atropelar uma única alma! Estava lindo!

Avante esquerda! Esquerda? Esquerda? Cadê você, esquerda? Ainda está aí? Alôoooo… É você, satanás (Dna Clotilde)? Vixe! Não tem ninguém!

Fonte: Jornal da Cidade Online

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OPINIÃO: NOSSO PAPEL COMO BRASILEIROS COMUNS NA GUERRA POLÍTICA QUE ACONTECE ATUALMENTE NO BRASIL

A guerra política que acontece no País e o nosso papel, como brasileiros comuns

Foto Reprodução/InternetFoto Reprodução/Internet

Contextualização: ontem, dia 9, escrevi um texto na parte da manhã que envolvia minhas considerações a respeito do que o povo havia feito no dia 7 de setembro, e qual a extensão do ato. Resolvi suspender a sua publicação em virtude da “Carta à Nação” divulgada pelo Presidente da República durante a tarde, para (i) não ofuscar a importância daquele fato, que deveria ser noticiado em primeiro lugar, (ii) me inteirar do ocorrido e formar minha convicção, e (iii) acrescentar os adendos que eu tivesse àquele primeiro texto, que considerava (e ainda considero) importante para organização do pensamento a respeito dos tempos em que vivemos atualmente.

Então, resolvi acrescentar uma segunda parte ao texto escrito ontem, dia 8, com minha análise sobre o movimento do Presidente Bolsonaro na divulgação da tal “Carta à Nação” como consequência dos atos do dia 7.

O texto a seguir foi separado em duas partes. A primeira é a que já estava escrita ontem mesmo, dia 9, produzida antes da tal “Carta à Nação”, divulgada ontem à tarde, e a segunda é, obviamente, de depois.

Sem maiores delongas, passo, portanto, ao texto que produzi.

Parte I: Estamos em uma GUERRA POLÍTICA sem precedentes. Uma guerra pela retirada de poder da casta política que sempre dominou tudo desde a proclamação da República, no final de 1889.

Com efeito, durante toda a República o povo nunca participou ativamente de nada. Mesmo em 1964, período que todos adoram citar, ele, o povo, só foi até um certo momento; depois foi tirado de cena, como sempre foi feito.

Esses tempos atuais representam a primeira vez que o povo assume protagonismo de alguma ação política.

Não há democracia sem povo, e a vontade popular deve ser respeitada. Isso é incontestável, e não admite refutação mesmo entre aqueles que pregam a “relativização da verdade”, na atitude orwelliana dos tempos atuais.

O povo despertou e enxergou que pode ser protagonista dos rumos do país, e não mais apenas sendo mantido com a obrigação de votar nas eleições, para alimentar o sistema com os cargos que têm que ser preenchidos na máquina pública.

Por outro lado, o povo também já enxergou que aliado a esse protagonismo está o poder popular (que, aliás, é um dos postulados da Constituição da República, na expressão “todo o poder emana do povo”, constante do parágrafo único do artigo 1º da Carta).

E aqui, nesse particular, entra em cena a questão do exercício do poder. Olavo de Carvalho ensina que ter poder é se fazer obedecer; seja pelo convencimento ou seja pela força bruta. E diante do poder popular, a vontade da maioria tem que ser imposta. Não se pode ter medo de usar o verbo “impor”, que no léxico significa tornar obrigatória, forçar-se a cumprir.

Assim é em uma democracia. Se a vontade da maioria não é obedecida, ela tem que ser imposta. Não há mal algum nisso, repito. Não se trata de ser “antidemocrático”, trata-se justamente do inverso disso. Não se pode chamar de democracia a ideia de alguém impor a vontade popular da maioria frente à minoria. Viver em uma democracia é saber se resignar ante a vontade da maioria, caso seja minoria.

O povo saiu às ruas no dia 7 de setembro, na maior manifestação popular de toda a história do país, com, basicamente, três objetivos:

(i) estabelecer um marco temporal, fixando na história a data em que tudo começou, no despertar coletivo da população brasileira quanto à sua luta pela liberdade;

(ii) fazer um retrato para o mundo sobre o que vem acontecendo aqui, demonstrando à comunidade internacional o tamanho do movimento popular e a união de propósitos entre os brasileiros;

(iii) e demonstrar apoio ao Presidente da República, na sua luta em favor do povo contra o sistema oligárquico que escraviza o país, deixando claro que apoia e apoiará qualquer medida que ele venha tomar no sentido de impor a vontade popular da maioria sobre a minoria.

Esse é o panorama político em que nos encontramos. E aqui vou ao ponto principal desse meu texto. Não esperem resultados imediatos sobre o que o povo vem fazendo, daqueles de 24 ou até mesmo 48 horas, do tipo ultimato. Temos que ter maturidade para saber conservar o que já conquistamos nesses últimos anos e avançar mais, com consistência.

Entendo o sentimento de impaciência e até frustração de alguns, que têm feito contato comigo, dizendo-se agoniados ante a demora do Presidente em “fazer o que tem que fazer”. Na verdade, esse texto é mesmo endereçado a eles.

É realmente difícil, e entendo essas pessoas. Mas que saibam o seguinte: isso tudo que a minoria oligárquica que controla tudo faz para impedir a maioria do povo de tomar a frente nos destinos do país e garantir que o Presidente da República governe como deve governar é porque o Brasil é um país muito rico, mas muito rico mesmo, que mesmo com todas essas confusões e roubalheiras de sempre, funcionava relativamente bem, de acordo com a “teoria da graxa” que alguns juristas esquerdistas criaram para justificar as coisas erradas.

O sistema está em uma luta fratricida para se manter no poder e expelir o povo – representado por Jair Bolsonaro – do seu meio, tendo-o como um intruso, um invasor, uma persona non grata frente a essa casta oligárquica que controla tudo desde, repito, a proclamação da República.

Esse método de governar o país e de se tocar a máquina pública durou até o final de 2018, pois foi interrompido por Jair Bolsonaro quando foi eleito Presidente da República.

E agora, em um português claro, não querem largar o osso e não permitem que se pare a engrenagem que os alimenta.

A pergunta que alguns fazem é: como agir, frente a isso tudo?

Respondo por mim, que sou apenas um homem comum. De minha parte estarei com o Presidente da República aonde ele estiver, pois reconheço na figura dele a nossa única chance, como brasileiros, de conseguir algum avanço no que almejamos para o país. E estarei também com todos os brasileiros que lutam pela melhoria das coisas e pela demolição desse sistema que nos escraviza a todos, mantendo-nos reféns de um sistema falido, maquiado sob a alcunha de “democracia”, mas que na verdade se traduz em uma demofobia.

Não desanimo e nem me deixo levar pela emoção. Sei que todos nós nascemos nessa época para sairmos em defesa das coisas que amamos – e dentre elas está, em primeiro lugar, a liberdade. Tudo tem um propósito. A única diferença entre mim, você que lê isso aqui, os milhões que foram às ruas no dia 7, e Jair Bolsonaro, é que ele é Presidente da República e nós não.

De resto, ele é igual a nós todos, e deixá-lo de apoiar nas batalhas da GUERRA POLÍTICA significa o risco de nós perdermos o que já conquistamos, e retroceder àquele sistema que jamais podemos permitir que volte.

Devemos, por outro lado, continuar com a mesma demonstração de poder popular, com os mesmos discursos que temos usado, e sem retroceder um centímetro na nossa militância, até que enfim seja tomada alguma medida por parte do Presidente da República que garanta o cumprimento da vontade popular da maioria do povo.

É isso que penso sobre a situação do país e do nosso papel nisso tudo.

9 de setembro de 2021, 10 horas da manhã.

Parte: II

Divulgada a tal “Carta à Nação” por parte do Presidente da República, agora é hora de se avaliar a consequência política dela, e o que pode repercutir na militância de direita e na base de apoio de Bolsonaro.

Ressalvo que tudo o que escrevo aqui é com base em minha própria análise opinativa, de cidadão comum, que não integra governo nem partido político, e que portanto não possui qualquer informação chamada “de bastidores”.

Li a íntegra do documento, com muita atenção, sem me deixar contaminar pela emoção, e refleti bastante. Para mim, Bolsonaro sentou na mesa de negociação “com a moeda boa na mão”.

Ao chamar Michel Temer para servir de interlocutor para pacificação das instituições, especialmente do Supremo Tribunal Federal, na verdade não apenas golpeou a esquerda como desarmou completamente a narrativa de que ele seria antidemocrático ou golpista, e que estava prestes a decretar um regime de exceção, fora do Estado Democrático.

Transferiu a responsabilidade de tudo que envolva a crise institucional que, verdade seja dita, não foi gerada por ele, para o Supremo Tribunal Federal, e principalmente, restabeleceu a confiança imediata dos investidores no Mercado brasileiro, além de pretender avançar pautas no Legislativo que aparentemente não avançariam mais, em virtude da falada crise institucional.

Certamente, se não tivesse sido feito nada, o Governo de Jair Bolsonaro apenas se arrastaria tentando se equilibrar no gelo fino até o final do mandato, sem qualquer avanço no Congresso. E se tivesse sido tomada alguma medida de ruptura constitucional de verdade, daquelas que muita gente esperava, o país ingressaria em um caos econômico, social e político que no final apenas o povo é que sofreria, abrindo caminho para a esquerda radical e raivosa.

Por fim, tem um aspecto engraçado nisso tudo, que mostra como Bolsonaro é de fato uma pessoa de visão: ao “tirar Temer da cartola”, e deixar claro que foi ele quem rascunhou a tal “Carta à Nação”, fazendo questão de dizer que foi, sim, o ex-presidente quem escreveu, ele fez reviver nos ânimos da esquerda a questão do impeachment de Dilma, articulado muito por Temer nos bastidores, que chegou até mesmo a redigir uma carta à presidente naquela ocasião, carta essa que enfureceu os petistas que ainda defendiam a Mulher Sapiens.

A esquerda jamais superou o que Temer fez. Jamais o perdoou, e jamais o perdoará. E, por outro lado, foi Temer quem, agora, resolveu dar a viabilidade à pacificação institucional que Bolsonaro fez sem adentar em qualquer ato de ruptura.

No final, não teve golpe algum do Presidente da República, não teve tanque nas ruas, não teve fechamento de STF, não teve qualquer golpe antidemocrático como já haviam “vendido” para o mundo. Teve uma atitude de um verdadeiro estadista, que apenas com o capital político obtido no amplo apoio popular nas manifestações da véspera pode, com a maquiagem de acenar com a bandeira branca e estender a mão para quem o ataca, na verdade enquadrar todos e colocá-los de volta em seu círculo, transferindo para eles, inteiramente, a responsabilidade por eventuais disruptura na estabilidade do país.

Não tenho dúvidas que Bolsonaro não só garantiu a permanência do seu governo, com o desmantelamento de mais um golpe que se avizinhava para apeá-lo do cargo, como também a neutralização quase completa da esquerda, que nesse exato momento deve estar se perguntado o que aconteceu de errado dessa vez, no seu plano para provocar o caos e desestabilizar o país.

Agora é ter serenidade e paciência para ver os resultados da ação do Presidente da República, que certamente já aparecerão em um curto período de tempo.

10 de setembro de 2021, 11 horas da manhã.

Pensei, refleti, busquei informações, e achei a jogada MUITO BOA. Típica mesmo do nosso “soldado 01”, que vai abrindo caminho e tentando, além de se equilibrar no Poder, ganhar território para a direita, no futuro.

Bolsonaro teve o que se chama de “moeda boa na mão”, para negociar, depois do 7 de setembro.

Amanhã escrevo um texto sobre isso, e vai pro Jornal da Cidade, com minha visão ampla de tudo.

Mas por ora digo o seguinte: NÃO JOGUE FORA ESSE GRANDE AVANÇO QUE CONQUISTAMOS NA DEMONSTRAÇÃO DE FORÇA, achando que Bolsonaro se acovardou. Tenha maturidade emocional para entender que ele na verdade AVANÇOU.

Leia a íntegra da nota, sem emoção e pausadamente. E pare de servir de massa de manobra para a Esquerda, ou de ser usado para narrativas.

Foto de Guillermo Federico Piacesi Ramos
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OPINIÃO: DETENÇÃO SEM CRIME COMPROVADO E INQUÉRITO SIGILOSO É CONSTITUCIONAL?

A detenção de um empresário americano no Brasil por ordem de Moraes, num inquérito sigiloso… É normal?

Foto reproduçãoFoto reprodução

O fundador da rede social Gettr, Jason Miller, relatou no programa “Pingos nos Is” como foi detido pela PF na saída do país, depois de ter participado do congresso conservador CPAC. Após passar pelo controle de passaporte, ele foi abordado por agentes da PF.

A primeira dificuldade foi com a língua. Os agentes não falavam inglês e não havia um tradutor. Uma funcionária do aeroporto se ofereceu para ajudar. Jason questionou sobre o motivo. Os agentes informaram que tinha uma ordem do ministro Alexandre de Moraes de questioná-lo.

Então ele perguntou se ele estava sendo acusado de algo, os agentes afirmaram que não, mas que ele só poderia sair do país após a oitiva.

Ele questionou então se estaria preso. Novamente, disseram que não, só queriam fazer algumas perguntas.

Quando ele perguntou o motivo, disseram que o inquérito era sigiloso e eles não poderiam informar.

Perguntaram o que ele estava fazendo no Brasil. Ele disse que veio para o CPAC, dar uma palestra.

Perguntaram se ele era o executivo da rede social Gettr. Ele disse que sim.

Perguntaram, então, qual era a sua fonte de renda. Nesse momento, ele solicitou um advogado. Entrou em contato com a embaixada americana, que enviou a assessoria jurídica.

No meio tempo, os agentes disseram que ele poderia ir embora se assinasse um documento.

Ele disse que não assinaria nada, porque não entende português.

A assessoria jurídica chegou, recomendou que ele ficasse em silêncio, porque os advogados não tiveram acesso ao inquérito.

Depois de três horas detido, ele pode sair do país.

Alguém consegue achar isso normal?

Leandro Ruschel

Fonte: Jornal da Cidade Online

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OPINIÃO: O QUE FAZER DIANTE DA DEMONSTRAÇÃO GENUINAMENTE DEMOCRÁTICA DO SUPREMO CIVISMO E AUTODETERMINAÇÃO POPULAR?

E agora, o que fazer?

Jair Bolsonaro (Reprodução)Jair Bolsonaro (Reprodução)

O 7 de setembro se consumou. Foi uma manifestação jamais vista na história da república! Um momento épico!

O povo, expressamente, país inteiro, ao vivo e a cores, de todas as classes e idades, externalizou para o mundo todo, de forma translúcida e inquestionável, a sua vontade soberana, muito além da expectativa de seus mais otimistas apoiadores e/ou sanhosos antagonistas – inclusive indicando as medidas a serem cumpridas por quem, na condição de delegados eleitos (e, portanto, de subordinados), tem esse dever!

Foi uma demonstração genuinamente democrática, de supremo civismo e autodeterminação popular, pautada no cumprimento, à risca, do célebre axioma cunhado pelo principal autor da Declaração de Independência dos Estados Unidos, Thomas Jefferson, um dos principais ícones do pensamento republicano moderno:

“Quando a injustiça se torna lei, a resistência torna-se um dever”.

A democracia, na sua mais radical e límpida acepção, é exatamente isso: a vontade popular manifesta; o governo direto do povo, sempre que possível – como reza, aliás, o parágrafo único, do artigo primeiro da Constituição de 1988. As instituições são apenas a representação formal e a tradução oficial do estado de direito pactuado, não podendo substituir-se jamais (como pretendem os falsos “iluministas”) ao soberano originário.

Assim posto, ato contínuo à marcante e histórica efeméride, eis que surge a mesma pergunta de cem anos atrás, ironicamente formulada nos dias que se sucederam à eclosão da afamada Revolução Russa, de 1917, tão logo ultimada a derrubada do regime czarista:

O QUE FAZER?

No caso brasileiro, contudo, ao avesso do episódio russo, toda a mobilização nacional se direcionou, justo, contra a ruptura institucional patrocinada pelos arautos da “velha ordem” (com o STF no comando); contra o golpe de Estado, por esses, promulgado; contra o fato de a Constituição e o ordenamento jurídico terem sido, notória e paradoxalmente, rompidos por aqueles que deveriam, na exata medida (inclusive por dever constitucional), ser os seus máximos guardiões.

Ao fim e ao cabo, fato é que se rompeu o Pacto Social, com o retorno, ao menos temporariamente, à situação de vulnerabilidade generalizada que o filósofo contratualista moderno Thomas Hobbes (séc. XVI/XVII) comparou à de um “estado de natureza” – em que a “lei” deixa de ser a razão, para ser a força.

De uma forma ou de outra, a realidade é que, diante de um quadro de ameaça frontal à liberdade e à justiça, não há mais espaço e tempo para titubeios ou postergações: por bem ou por mal (pela força do direito ou pelo direito à força), conforme já autorizado pelo povo – e em vista da recomposição do próprio estado democrático de direito –, “intervenções cirúrgicas” (mesmo que dolorosas) terão de acontecer, incontinenti, no tecido político necrosado, sob pena da instalação, em definitivo, do estado de arbítrio, violência e barbárie – com atingimento irreparável da medula óssea que alimenta todo o organismo social.

O “câncer primário”, como é de conhecimento comum, já está diagnosticado e precisa ser urgentemente extirpado do corpo político letalmente combalido: localiza-se no STF – não a instituição em si (necessária e insubstituível), mas os seus atuais (e patógenos) componentes. Os “tumores secundários”, à sua vez, com suas “células” corrompidas, encontram-se disseminados nos principais órgãos do Congresso Nacional e em outras partes mais tópicas da restante contextura político-institucional – a merecer, igualmente, intervenções cirúrgicas pontuais ou tratamento quimioterápico condizente, conforme o caso.

Não haverá outra oportunidade para tão ansiada (e necessária) profilaxia. Ou se conclui, passo seguinte, a complexa (e inadiável) cirurgia – com bisturi apropriado à retirada das melindrosas “lesões” –, ou a metástase da corrupção e do totalitarismo levará, inevitavelmente, a óbito (e sem redenção futura) o que resta da república e da democracia no Brasil.

O momento propício para se eliminar os principais “nódulos” da maligna oligarquia cleptocrática enraizada no poder, com foco em seus notórios e repulsivos representantes, é agora: ou vai, ou racha!

Se rachar – isto é, se se recuar ou contemporizar diante de velhacos –, tudo estará terminantemente perdido e irremediavelmente desmoralizado: as mobilizações populares (que deixarão de existir), o Presidente da República (que confirmará a suspeita de sua apregoada debilidade) e as Forças Armadas (no que concerne ao seu papel constitucional de agente moderador e garantidor da ordem e do equilíbrio entre os Poderes). Todos, sem exceção, cairão no descrédito duradouro e no limbo da desonra.

O povo, humilhado e traído, recolher-se-á à própria casa, terminando por ficar, daqui em diante (quiçá, pelos próximos cem anos), condenado ao calabouço da apatia volitiva e da passividade servil, à mercê de seus circunstanciais opressores. As fracassadas lideranças, a seu turno, restarão condenadas e judiadas pelos tiranetes de plantão, sem dó, nem piedade. Já o episódio em si, apesar de sua inesquecível e simbólica eloquência, entrará para a história como um retumbante fracasso – uma “aventura” que não teve, à altura, os pretendidos e meritórios protagonistas.

Sim, não se desenha outra alternativa no horizonte: ou se aproveita o auspicioso momento e se instaura, de uma vez por todas, a genuína república e a verdadeira democracia – salvando-se a autoestima popular e a plena liberdade de expressão (com garantias institucionais à realização da vontade soberana por meio do voto impresso e auditável) –, ou tempos tenebrosos se abaterão, inexoravelmente, sobre a sofrida pátria tupiniquim, com a institucionalização inapelável da tirania, do despotismo e da opressão – em que haverá choro e ranger de dentes.

Já dizia o grande democrata e célebre presidente norte-americano, Abraham Lincoln (1861 – 1865), para não deixar nenhuma sombra de dúvida aos seus contemporâneos (e à posteridade) quanto ao fundamento pétreo mais determinante (e pragmático) de toda verdadeira democracia:

“O povo (…) é o senhor legítimo tanto do Congresso, quanto dos Tribunais; não para derrubar a Constituição, mas para derrubar os homens que a pervertem”.

Sim: não há melhor tradução – e explicação – para os últimos acontecimentos e sua justificação. Resta tão somente, agora, a finalização do anunciado desígnio.

Alex Fiúza de Mello. Professor Titular (aposentado) de Ciência Política da Universidade Federal do Pará (UFPA). Mestre em Ciência Política (UFMG) e Doutor em Ciências Sociais (UNICAMP), com Pós-doutorado em Paris (EHESS) e em Madrid (Cátedra UNESCO/Universidade Politécnica). Reitor da UFPA (2001-2009), membro do Conselho Nacional de Educação (2004-2008) e Secretário de Ciência e Tecnologia do Estado do Pará (2011-2018).

Fonte: Jornal da Cidade Online

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OPINIÃO: CANTORES SERTANEJOS DÃO UMA VERDADEIRA AULA À “UNS TAIS ARTISTAS DA MPB”

A segunda aula de música dos cantores sertanejos para “uns tais artistas da MPB”

Foto: Reprodução InstagramFoto: Reprodução Instagram

Na semana passada eu escrevi aquele texto falando a respeito da atitude idiota de alguns desses artistas da MPB, por terem se negado a gravar com o Sérgio Reis, em função de opção política.

Disse que na verdade que eles é que perderam, já que o Sérgio Reis tem uma carreira tão consolidada quanto o Roberto Carlos, e na verdade eles é que estão no ostracismo e deveriam levantar as mãos para o céu pelo convite… que eles recusaram.

Então vamos para alguns dados complementares na aula de hoje.

Esses ‘artistóides’ são aqueles que se acham os politicamente corretos, os donos da verdade, os cheios de razão e os arautos da luta popular, não é?

É… Mas não são.

Quando o Henrique Prata, grande pecuarista e presidente do Hospital do Câncer de Barretos, grita pedindo ajuda para a instituição, sabem quem é que comparece e quem é que atende ao chamado no primeiro momento e vai com alegria?

Eu vou lhes dizer! É o Chitão, o Xororó, o Leonardo, o Fernando, o Sorocaba, o Gustavo Lima, o Daniel, o Marrone, o Zezé, o Luciano e mais um monte de sertanejos!

O falecido Cristiano Araújo chegou a arrecadar R$ 2 milhões para as obras do Hospital do Câncer de Barretos, cuja unidade foi construída no norte do país para atender a uma demanda de mais de 6 mil atendimentos GRATUITOS, de gente POBRE que antes era obrigada a se deslocar para o interior de São Paulo.

Ninguém viu Caetano Veloso, Chico Buarque, Maria Rita, Zé Ramalho, Zélia Duncan, Chico César ou qualquer outro “cheirosinho” do “elenão” se manifestando em coisa alguma e por ninguém! São os “socialistas” que só olham para seus próprios umbigos.

Não sou fã de música sertaneja mas gosto da maiorias dos artistas sertanejos, pois muitos deles eu tive a honra e o prazer de conhecer pessoalmente.

São pessoas que apesar de terem ficado ricas, continuam sendo simples, humanas, e que reconhecem que só chegaram onde estão por causa do público. Por isso, com um imenso carinho procuram retornar ao público parte do que receberam.

Vocês Já viram algum desses arautos do socialismo fazer alguma coisa por alguém?

Chico Buarque, o “comunista de Scotch” não conhece Barretos e sequer passou na porta de uma entidade como o Hospital do Câncer. E por acaso ele iria perder tempo com o povo? Ele sempre andou muito ocupado andando pelas ruas de Paris pensando em “igualdade” “fraternidade” e “Liberdade”.

Esse bando de outros idiotas (muitos deles de repertório limitado) segue mais ou menos a mesma cartilha do “grande” Chico Buarque. Como aquela menina que vive de encheção de saco no Twitter, a Zélia Duncan, que é filha de dois funcionários públicos federais (TST), cresceu num apartamento funcional do Bloco “C” na SQS 109, no Plano Piloto, sempre foi filhinha de mamãe e está aí pagando de “alma socialista” sem fazer nada por ninguém.

Ah, tenha paciência, vai! Quem não te conhece que te compre, Zélia, e eu te conheço desde que tu usava fraldas! Lembra? Nossos pais trabalhavam juntos e eu também morava no mesmo bloco, queridinha!

Enquanto uns enchem o peito para discursos de papagaio e nunca fizeram bosta nenhuma por ninguém, os outros são prática sem alardes!

De qualquer forma nenhum dos alucinados que negaram a participação no disco do Serjão, merecia realmente estar nele. Não foi o caso do Chico Buarque e da Zélia Duncan. Apenas os citei como exemplos de “socialistas de garganta” para mostrar em que padrão essa gente está, pois o discurso não corresponde à prática.

Se quiserem a gente pode falar de música até a pós-graduação! Mas serão tantas verdades que é melhor eu ficar calado.

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OPINIÃO: ATIRADORES DIGITAIS USAM SUAS PRÓPRIAS LÍNGUAS COMO METRALHADORAS DISPARANDO INSULTOS E XINGAMENTOS CONTRA O GOVERNO E O POVO

A língua da oposição ao governo é mais letal do que fuzil: Uma resposta a Eliane Cantanhêde

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Língua ou fuzil? A língua da oposição ao governo é mais letal do que o fuzil!

O jornalismo militante declara guerra contra o presidente Bolsonaro e seus apoiadores. Os atiradores digitais usam as suas próprias línguas como metralhadoras, e disparam insultos e xingamentos direcionados ao governo federal e ao povo.

Na última quinta-feira (26), o jornalista William Waack, em um artigo de opinião publicado no Estadão, questionou o “quadro mental” do presidente Bolsonaro, e chamou seus apoiadores de “fanáticos imbecilizados”.

Neste domingo (29), foi a vez da jornalista Eliane Cantanhêde, em seu artigo no jornal “O Estado de S. Paulo”, sob o título:

“Vitória ou morte! O grito de Bolsonaro é para jogar o País numa guerra inútil e insana.”

E o seguinte subtítulo:

“Ninguém ameaça matar o presidente, ele é que tem obsessão em fuzis e sua tropa é que ataca os outros. Logo, o presidente precisa, urgentemente, de um médico”.

E continua com a seguinte afirmação:

“O presidente Jair Bolsonaro quer botar o povo na rua no Sete de Setembro com a fake News de que é ‘impedido de governar’ pelo Supremo e o Congresso, materializando seu sonho infantil e doentio de estar em guerra” …

Interessante observar que ambos os jornalistas só têm visibilidade porque Bolsonaro existe. Depois de anos de um jornalismo financiado pelos governos esquerdistas, reproduzindo matérias pagas por seus patrões, não é de admirar que, com o desmame financeiro, só resta ódio e birra por quem lhes tirou as tetas.

Com a proximidade do 7 de Setembro, com o País mais inflamado pelos últimos acontecimentos, como a prisão ilegal e imoral dos apoiadores do presidente; com a censura das redes sociais e dos canais de direita/conservador; a derrota do voto auditável; com um “inquérito do fim do mundo” correndo solto; com a CPI com o declarado propósito de “afastar o presidente”, etc.

O STF e toda a oposição vem ininterruptamente plantando a ideia de que o presidente é um irresponsável, louco, genocida, que precisa ser afastado para o bem da nação. E pior: diz que os seus apoiadores são desvairados, cruéis, perigosos e arruaceiros. Quando na verdade, eles é que são tudo isso.

O “modus operandi” da esquerda destrutiva é caracterizado pela comunicação hipnótica e manipulação das massas. Sua arma mais potente é a língua. Discurso impecável ancorado nas minorias, facilmente manipuláveis, recortam para si só as virtudes, e atribuem sempre, ao adversário, de maneira inflexível, todas as atrocidades que cometem.

Acusado de ter “sonho infantil e doentio de estar em guerra”; há nessa premissa uma meia verdade.

O sonho é lúcido, fundado no desejo de construir, nunca de destruir. O sonho desse “bruto” coincidiu com o sonho de seus mais de 58 milhões de eleitores, pessoas comuns, empresários, profissionais liberais, com o claro objetivo de tirar do poder o PT, esse partido corrupto, com tudo o que ele representa: corrupção, falcatrua, destruição, balburdia etc. Portanto, esse sonho pode até ser infantil, mas, não doentio.

Doentio é o sonho da extrema esquerda, que INCAPAZ de aceitar o resultado das urnas, quer “tomar o poder”.

Sofrem da doença do vício pelo poder ilimitado e eterno. Os acometidos por essa doença, não se reconhecem doentes, por isso, não há cura.

A jornalista ilustra isso ao dizer que o presidente comete o recém inventado crime de fake News, ao declarar-se IMPEDIDO DE GOVERNAR. Com todas as tramas e provocações explicitadas, é acusado de fake News.

E ironicamente, ainda pergunta:

“Bolsonaro está sendo impedido de fazer o quê?”

Basta ler uma matéria na “Revista Oeste” (agosto, 26); para saber que em dois anos, o Supremo Tribunal Federal (STF) tomou 123 decisões que afetaram diretamente o presidente Jair Bolsonaro. É pouco?

Subestimado por ser simplório e rude, acostumado a viver na selva, Bolsonaro não se deixa amansar, sob o risco de arrancar-lhe o coro.

O que já ocorreu, no atentado contra a sua vida, com a facada “cravada de maneira mais ou menos correta”, mas, não total”, descrita assim pelo ator Paulo Betti.

Bolsonaro continua a receber inúmeras ameaças à sua vida, de forma declarada, inclusive pelos jornalistas seus colegas, em dezenas de artigos, publicados desejando a sua morte.

… “ninguém ameaça matar o presidente?” Que fake News mais deslavada, senhora!?

Estão com medo do povo nas ruas?

O presidente só não foi arrancado do poder porque as ruas desmentem as pesquisas forjadas. O dia Sete de Setembro, será visto pelo mundo todo.

Milhares, milhões de Patriotas vestidos de verde e amarelo, com faixas de protesto contra os usurpadores do poder e da nossa liberdade.

A jornalista fala com todas as letras que o STF é responsável pelo Plano Nacional de Imunização contra a covid; e acusa o presidente de “empurrar as culpas do governo para o STF”.

Mais uma fake News de dona Cantanhêde. Pois, o Brasil inteiro sabe que o STF decidiu que estados e municípios têm autonomia para adotar medidas sobre a covid 19. Um ato absurdo, de profundo desrespeito ao presidente. E mais: essa foi uma atitude deliberada, para aplicar o lockdown, máscaras, vacinas e toda a campanha de terror, em nome da ciência, a favor da vida… e bla, bla, bla.

Confiram a petulância dessa mulher, que tem horror a fuzis imaginário, mas, não tem medo de usar a sua língua como uma metralhadora veloz, apontada para o chefe maior da Nação; e para os seus apoiadores, que são xingados e rotulados de: “patinhos”, “bobos”, “gado”, “feras perigosas”; “fanáticos imbecilizados” etc.

“Milhões caem feito patinhos e viram feras contra os críticos e a realidade”. Ah, é mesmo?

Onde estão os “críticos da realidade” que não escreveram uma nota sequer, contra os desvios de dinheiro por parte de prefeitos e governadores? Os hospitais de campanha fantasmas? Os respiradores superfaturados? As mortes, a La Mandetta, por falta de ar?

A jornalista parece sofrer de miopia. Chegou ao cúmulo de dizer que a recente fala do presidente sobre FUZIL É UM PRETEXTO PARA FALAR DE GUERRA AO COMUNISMO. E diz que NÃO HÁ COMUNISMO, só mistificação contra quem defende as coisas boas da vida. Vejam:

“O pretexto para falar de fuzis, prisão e morte é a guerra ao comunismo. Que comunismo? É só a mistificação contra quem defende Amazônia, educação pública, nossa música, nosso cinema, nosso teatro, os povos originários, a boa diplomacia, a saúde e a vida. Como o País é livre, cada um escolhe seu rumo: a favor da vida, da ciência, dos direitos, dos valores e das riquezas nacionais ou contra as instituições, as eleições, a democracia e a Amazônia. A maioria defende feijão. A minoria histérica, fuzil.”

Apesar do pensamento ridículo, transcrevi o último parágrafo para que todos saibam o grau de insanidade dessa pessoa e de todos que com ela concordem. Para ela COMUNISMO é só delírio da direita, não existe; e, o desejo do presidente de acabar com o comunismo, é só mistificação, ou seja, só uma farsa, uma mentira que a direita inventou para destruir a reputação do povo mais perfeito que já existiu, e que agora, na era Bolsonaro, sofre o ataque constante e a ameaça real de guerra iminente, do ‘golpe’ no dia 07 de setembro.

Reparem que ela se posiciona como detentora de todas as qualidades, da educação, das artes, da saúde e claro, da ciência. E do outro lado, está quem é contra as instituições, as eleições, a democracia e a Amazônia. Traduzindo: o louco do presidente e seus perigosíssimos e fanáticos apoiadores.

Senhora Eliane, no auge dos seus 70 anos de idade, além de apresentar desempenho medíocre como jornalista e comentarista; nada aprendeu sobre ser humano e a psicologia das massas.

Pois eu lhe digo: quem está produzindo uma “guerra inútil e insana”, são todos aqueles que se denominam oposição.

Bolsonaro é o homem mais importante do planeta, na atualidade.

Responsável pelo despertar político coletivo da maioria da população do Brasil.

Albert Einstein, nos diz que:

“A mente que se abre a uma nova ideia jamais voltará ao seu tamanho original”.

O ser humano precisa do feijão e do sonho para viver.

O sonho da direita é acabar com o comunismo/socialismo, para que todas as pessoas tenham a liberdade de produzir o seu próprio feijão.

Não há comparação do valor do feijão com o valor do fuzil.

A declaração do presidente foi apenas metafórica.

“O povo armado jamais será escravizado”

Não se trata de fuzil, e sim de liberdade.

Foto de Bernadete Freire Campos

Bernadete Freire Campos

Psicóloga com Experiência de mais de 30 anos na prática de Psicologia Clinica, com especialidades em psicopedagogia, Avaliação Psicológica, Programação Neurolinguística; Hipnose Clínica; Hipnose Hospitalar ; Hipnose Estratégica; Hipnose Educativa ; Hipnose Ericksoniana; Regressão, etc. Destaque para hipnose para vestibulares e concursos.

Fonte: Jornal da Cidade Online

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OPINIÃO: NESTE MOMENTO IR PARA AS RUAS É UMA QUESTÃO DE VIDA OU MORTE

Caro(a) leitor(a),

O momento que vivemos é extremamente delicado, que talvez nem eu e nem a imensa maioria dos brasileiros tenha a real noção do que está por vir. Por isso a pergunta do autor do artigo a seguir: você está preparado?

Não. Creio que ninguém está preparado para o que está por vir, pois nem mesmo os atuais comandantes das forças armadas vivenciaram a última ruptura institucional, o golpe de 1964. 

Então, fazer previsões neste momento é no mínimo imprudente. Mas o que podemos fazer é a obrigação de patriota. Lutar pela nossa liberdade e pela nossa soberania e neste momento a única coisa que podemos fazer é ir para as ruas gritar e bradar pela nossa liberdade. Liberdade de expressão e liberdades individuais, pois as eleições ainda estão muito distantes e seria a outra forma de manifestar a nossa indignação e insatisfação. Mas não há mais tempo. Não há o que esperar. A situação de emergência e se não tomarmos uma atitude agora, amanhã poderá ser muito tarde.

Então vamos todos às ruas, pra luta e rumo a liberdade!

7 de setembro de 2021, você está preparado? (veja o vídeo)

Foto: Marcelo Camargo/Agência BrasilFoto: Marcelo Camargo/Agência Brasil

A hora está chegando e não há uma alma em nossa nação que não esteja ansiosa pelo dia 7 de setembro e seus desfechos, mas existe uma grande questão: VOCÊ ESTÁ PREPARADO?

Desde quando uma das esferas do Poder da República promoveu uma ruptura institucional, devido ao seu profundo e insistente ATIVISMO JUDICIAL e uma inegável militância política, nossa nação ficou inquieta e a harmonia entre os poderes ruiu!

O povo elegeu um presidente que tem feito o Brasil avançar a cotoveladas e saltando obstáculos maquiavelicamente instalados por uma horda que insiste em controlar o país, promovendo monstruosidades jurídicas, decisões arbitrárias, amordaçando opiniões, confiscando a renda de cidadãos, executando prisões ilegais, e junto a alguns políticos e com a extrema imprensa são incansáveis em atacar o chefe do executivo.

O povo que não é mais bobo, têm até agora assistido atônito a tudo isso e aguardando que tudo se resolva, porém o tempo tem passado, a situação piorado e o risco de um golpe é enorme, pois tudo tem se desenhado da mesma forma como foi na Venezuela que sofreu um golpe via suprema corte e afundou o país em um inferno socialista.

Por isso chegou a hora de darmos um BASTA antes que seja tarde demais, não podemos permitir que uns poucos que se julgam “deuses” controlem nossa nação e que “vendam” nosso país aos interesses internacionais.

Mas volto a perguntar:

VOCÊ ESTÁ PREPARADO? sim, não, não sabe!

Então eu te convido a assistir a esse vídeo com muito atenção para que nós, juntos venhamos a estar preparados com INFORMAÇÃO, ORGANIZAÇÃO e EXECUÇÃO ESTRATÉGICA.

Nesse vídeo vou te apresentar e disponibilizar as bases para que você, seu grupo e sua cidade estejam preparados e armados para o dia que entrará para HISTÓRIA DO BRASIL e pode até mesmo do mundo ante a importância do Brasil no cenário geopolítico mundial.

João Bosco (Bosco Foz).

Veja o vídeo:

Fonte: Jornal da Cidade Online

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OPINIÃO: O PAÍS JÁ VIVE UMA “RUPTURA INSTITUCIONAL” E ESTÁ SOB COMANDO DE UMA “DITADURA DE TOGA” PRATICADA PELO STF

Ana Paula Henkel diz que a ruptura já aconteceu e que vivemos uma “Ditadura da Toga” (veja o vídeo)

Reprodução InternetReprodução Internet

A comentarista política da Rádio Jovem Pan, Ana Paula Henkel fez uma análise em que apresenta uma série de fatores que demonstram que o país já vive uma “ruptura institucional” e está sob o comando de uma “ditadura de toga” praticada pelo Supremo Tribunal Federal.

Henkel cita a entrega de autos do Inquérito das Fake News, cujos conteúdos são negados aos advogados dos réus, mas que acabam de ser totalmente disponibilizados para a CPI da Pandemia, em curso no Senado Federal.

O objetivo seria iniciar uma verdadeira perseguição aos que são acusados de divulgar Fake News e que teriam, olha só, causado desinformação que levou ao aumento do número de mortos pela pandemia.

Ana Paula ainda faz críticas à bajulação desmedida da mídia a parlamentares corruptos que comandam a CPI, e à superexposição dos próprios membros do STF.

A indignação da comentarista da Pan só confirma aquilo que todo brasileiro com o mínimo de integridade e bom senso ja sabe. O Brasil da ruptura institucional é aquele em que o subjetivo se torna prova incontestável, enquanto os fatos mais graves, devidamente materializados, são levados em conta somente se for conveniente.

Veja o vídeo:

 

Fonte: Jornal da Cidade Online

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OPINIÃO: NINGUÉM SABE COMO ESSA CRISE ENTRE OS PODERES VAI ACABAR

A resposta de Aras: “O máximo do direito, o máximo da injustiça”

Foto: Marcelo Camargo/Agência BrasilFoto: Marcelo Camargo/Agência Brasil

Ninguém sabe como essa crise entre os poderes vai acabar.

A luta intensificou-se nos últimos dias, acrescida de alguns transtornos dramáticos.

Um quarto poder entrou briga, a Procuradoria Geral da República (PGR), sob o comando do procurador Augusto Aras, vítima dos mais violentos ataques pessoais e profissionais contra a sua moderação.

No meio desse cataclismo, o risco de uma ruptura  constitucional é iminente, embora não se saiba com certeza qual será o seu resultado final, que pode até ser catastrófico, a depender das reações internas e externas. Considerando o acirramento dos ânimos, um grupo de moderados colocou em andamento um processo de trégua, muito embora os sinais de reconciliação sejam escassos.

Augusto Aras respondeu aos ataques dos seus detratores com um artigo intitulado “O máximo do direito, o máximo da injustiça”. Críticas não lhe faltaram, embora o alvo não seja ele, mas sim quem o indicou: o presidente Bolsonaro. Os amigos sabem que ele, como procurador-geral da República, sempre foi uma pessoa civilizada, não dada a arroubos nem a atitudes imprudentes, pois sempre agiu com parcimônia e ponderação.

Como membro do Ministério Público, não deixa de ser um agente do poder executivo e também do poder judiciário. O MP, no seu nascimento, sempre foi considerado como uma magistratura autônoma, com função de fiscalizar a execução das leis. Carvalho de Mendonça o considerava um agente do governo, enquanto Ruy Barbosa e alguns outros o consideravam como parte do judiciário.

Segundo Ruy, é “um elemento integrante e substancial da magistratura, investido nas funções de justiça”.

Ortolon classificou-o como agente do executivo “como parte integrante da ordem judiciária”. Diante de tudo isso, outra não poderia ser a atitude de Aras em não querer os holofotes de uma fama momentânea, em detrimento de sua profissionalização.

Realmente, não vai ser por intermédio da mídia e dos discursos contra o presidente da Republica que a atual crise será resolvida. Aras tem sido alvo de questionamentos por sua atuação em casos envolvendo o governo, mas sabe que tem que de agir com serenidade, justamente para não ser acusado de omissões em relação às violentas medidas judiciais que querem que ele tome contra Bolsonaro.

Segundo ele, quando a atuação jurídica se imiscui com o dia a dia da retórica política, é possível invocar a Constituição para defender absurdos. Foi nela que o vice-presidente e senador norte-americano John Caldwell Calhoun (1782-1850) se baseou para sustentar sua posição antiabolicionista em sua época.

Foi assim que constatamos, em 34 anos de carreira pública, que certos excessos e violações à Constituição Federal e à lei orgânica que estrutura e organiza o Ministério Público resultaram em graves lesões aos princípios constitucionais, mormente republicano e da administração pública, com reflexos nocivos nos direitos e garantias fundamentais, levando ao questionamento da amplitude da instituição..

Até Bolsonaro afirma ser preciso um “diálogo entre os Poderes”, e que está à disposição para se encontrar com o presidente do Supremo e com os presidentes do Senado e da Câmara.

“O que precisa, aproveitando a nota do ministro Fux, ele tem razão em muita coisa aqui, é um diálogo entre os Poderes. Até em guerra, os comandantes de exércitos adversários conversam, até para saber se o outro quer armistício. Da minha parte, conversar com vossa excelência, ministro Fux, está aberto o diálogo, não tem problema nenhum”, afirmou Bolsonaro.

O Diálogo demonstra que as partes têm força. O diálogo, como dizia Epicteto, prova que a justiça tem de ter um fundamento racional e que está acima da força, que, por sinal, não está acima nem pode atingir o homem internamente. O artigo de Aras é uma confissão de que ele quer o máximo de direito e o mínimo de injustiça.

E isso, entre nós, só pode ser alcançado através de um diálogo.

Foto de Luiz Holanda

Luiz Holanda

Advogado e professor universitário

Fonte: Jornal da Cidade Online

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OPINIÃO: AS PERIPÉCIAS DE UM DESCONHECIDO RAPAZ E O MISTERIOSO CASO DE “UM CERTO SÍTIO EM ATIBAIA”

O misterioso caso do Sítio de Atibaia: Dava para fazer uma série da Netflix…

Foto reprodução

Refiro-me ao misterioso caso de “um certo sítio em Atibaia”. Aliás, esse foi o título de artigo que escrevi em 16 de novembro de 2018. Nele, relato as peripécias de um desconhecido rapaz, de nome Fernando, que sonhava ter um confortável sítio na Serra de Itapetinga para afetuosos encontros familiares.

Um dinheirinho daqui, outro dali, juntou o suficiente para adquirir uma propriedade. Antiga e mal cuidada, demandava novos investimentos. Fernando, porém, tinha a têmpera dos vencedores. Para empreitada, ninguém melhor do que a maior empreiteira do Brasil.

Requisitado, Marcelo Odebrecht deslocou gente de suas hidrelétricas, portos e plataformas de petróleo, subiu a serra e assumiu a encrenca: casa, alojamento, garagem, adega, piscina, laguinho, campinho de futebol. Tudo por Fernando e para Fernando. A cozinha, porém, não correspondia, às expectativas do exigente rapaz. E veio para Atibaia a segunda maior empreiteira do Brasil. A poderosa OAS de Leo Pinheiro encarou a sofisticada engenharia de forno e fogão. E então, ooops! Telefonia ruim, sinal de internet fraco! A Oi, conhecida por sua dedicação aos clientes, acionada, correu para instalar uma torre na serra e atender à demanda do desconhecido cliente Fernando.

Quando tudo estava pronto, surge Lula, como retirante – com mulher, filhos, netinhos e se instala para ficar. Anos mais tarde, já no curso de um processo penal, a Polícia Federal foi inspecionar o estabelecimento e não encontrou um palito de fósforos que pudesse ser atribuído ao desafortunado e desalojado Fernando. Do pedalinho ao xarope para tosse, incluindo adega, santinha de devoção, estoque de DVD, fotos de família, era tudo de Lula.

O ex-presidente foi condenado pela juíza Gabriela Hardt a mais de 11 anos de prisão e o TRF-4 aumentou a pena. Nos três anos seguintes, o STF foi desencadeando uma sequência de mudanças de “convicção” que cortou a água da Lava Jato. Acabou com a possibilidade de prisão após condenação em segunda instância, deixou de lado as anteriores rejeições a pedidos de habeas corpus em favor do réu, Curitiba deixou de ser o juízo natural para o caso de Lula, afirmou a suspeição de Sérgio Moro, declarou nulas as provas do processo e a juíza de Brasília, Pollyana Coelho Alves, por óbvia falta de provas (!), encerrou o caso.

Dava ou não dava para fazer uma série da Netflix contando estes fatos que transitam acriticamente nos grandes noticiários, para os quais é preciso que os críticos do STF nunca tenham razão?

Foto de Percival Puggina

Percival Puggina

Membro da Academia Rio-Grandense de Letras, é arquiteto, empresário e escritor e titular do site www.puggina.org, colunista de dezenas de jornais e sites no país. Autor de Crônicas contra o totalitarismo; Cuba, a tragédia da utopia; Pombas e Gaviões; A tomada do Brasil. Integrante do grupo Pensar+.

Fonte: Jornal da Cidade Online

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OPINIÃO: O IMPASSE ENTRE A CLEPTOCRACIA OLIGÁRQUICA E A VONTADE POPULAR DE TRANSFORMAÇÃO DA “VELHA ORDEM” PATRIMONIALISTA CHEGOU

A significância do 7 de setembro

Imagem em destaque

A “guerra brasileira”, isto é, o conflito ostensivo entre a cleptocracia oligárquica (pela retomada absoluta do poder) e a vontade popular de transformação da “velha ordem” patrimonialista chegou, finalmente, a um impasse. Sem mais acordo possível entre os segmentos em disputa, num quadro de desfazimento vertiginoso do Estado democrático de Direito – graças às decisões arbitrárias do STF – e de agudização dos ataques recíprocos entre as forças oponentes – o Presidente Jair Bolsonaro na outra ponta da linha –, o traçado já visível no horizonte é de iminente aguçamento da peleja, com eclosão de uma protestação massiva, de seguimento imprevisível, programada para o dia 7 de setembro de 2021 – se não antes!

Até lá, múltiplos e surpreendentes movimentos, de ambas as “trincheiras”, a favor ou contra a propalada efeméride, ganharão destaque no noticiário nacional, com demarcação contínua da evolução da temperatura do ambiente e contabilidade gradativa da correlação de forças presente no cenário.

De um lado, os tradicionais “donos do poder”, comandados, no front, pelos ministros do STF e lideranças dos partidos de oposição, não cessarão seus ataques ao Governo, já tendo tramado, de comum acordo, levar a contenda às últimas consequências, sem recuos ou autocontenção – inclusive com descumprimento de preceitos constitucionais, se necessário –, em vista da derrubada de Bolsonaro a qualquer preço, nem que seja, como último cartucho, via fraude eleitoral – como suspeitosamente sinalizado na recente derrota da PEC do voto auditável, no plenário da Câmara dos Deputados.

De outro, o outsider e “incômodo” Presidente, acercado das Forças Militares e prestigiado pela maioria expressiva da população, investe na reação a todas essas tentativas de sua deposição, já tendo pressentido que não haverá condescendência alguma à sua pessoa por parte dos antagonistas de plantão, tampouco acordo possível, restando-lhe apenas empunhar, a essa altura, as mesmas armas dos adversários, assim como operar idêntico e radical estratagema, sem outra alternativa ou opção: o confronto direto.

Não sem razão, e apostando na tática do enfrentamento como a melhor defesa, Bolsonaro acaba de vetar o ambicioso “Fundão” eleitoral de 6 bilhões de reais, encaminhado para sanção pelo Congresso Nacional, e de apresentar, no mesmo diapasão, pedido de impeachment do ministro Alexandre de Moraes (STF) ao Senado, sinalizando que não confia nos parlamentares, muito menos na Suprema Corte (seus algozes de primeira hora), mas exclusiva e tão somente no povo, seu único escudo e derradeiro recurso.

Em reação à iniciativa – e já havido declarado, previamente, por meio de seu presidente Luiz Fux, o rompimento do diálogo com o Executivo –, o STF publicou Nota de repúdio à atitude de “confrontação” do Presidente da República, recebida por Suas Excelências togadas como inadmissível ofensa e ameaçadora afronta à autoridade “suprema” e “inviolável” da corporação – mais uma vez exposta, por consequência, ao veredicto popular.

O que ocorrerá, assim, no dia 7 de setembro de 2021, a contar do caráter e atmosfera das manifestações previstas, determinará, impreterivelmente, os rumos da história do Brasil e o destino do atual Governo. De uma forma ou de outra, positiva ou negativamente (conforme a ótica do observador), representará um ponto de inflexão na marcha dos acontecimentos, influenciando os desdobramentos futuros da “guerra brasileira” em curso e a sua ansiada ultimação.

Ou Bolsonaro sairá reforçado do prenunciado acontecimento, com autoridade respaldada para intervir com mais contundência na cena política, inflados o seu poder de mando e legitimidade, ou será fragorosamente derrotado e encolhido em estatura, sem qualquer outra possiblidade de recuperação de prestígio no decorrer da disputada prorrogação da contenda.

Agora é tudo ou nada. “Matar” ou “morrer” (politicamente). Não haverá meio termo, nem “coluna do meio”, a partir de então. Tampouco “terceira via”.

Tudo dependerá da dimensão do evento – a ocorrer em todo o território nacional, mas com foco estrategicamente concentrado em São Paulo e em Brasília – e de sua efetiva pujança e organicidade.

Os organizadores do inusitado protesto estimam o comparecimento de, pelo menos, 500 mil a 1 milhão de pessoas em cada uma das duas principais “vitrines” da manifestação – a Av. Paulista (SP) e a Praça dos Três Poderes (DF) –, com a participação de brasileiros de todas as origens, gêneros e idades, provenientes de todas as regiões e rincões do país.

Será um momento particularmente emblemático, de extremo e invulgar simbolismo, a demarcar o tamanho e a proporção da disposição popular em realmente fazer valer a sua vontade nesse momento de caos institucional e em resgatar, de uma vez por todas, o peso de sua soberania (como consagrado na Constituição), assumindo o papel imprescindível de sujeito histórico de seu destino comum.

Diante do golpe de Estado já instaurado pelo sequioso establishment, sob a liderança do STF, não haverá outra ocasião tão favorável, mais à frente, para uma eficaz reação popular em prol da recomposição da ordem constitucional esquartejada. Ou se ergue, agora, por iniciativa do próprio povo, o contragolpe ao totalitarismo reinante – de predicados nitidamente fascistas –, ou a ditadura da toga impor-se-á, em definitivo, em solo tupiniquim – contra a qual não haverá, depois, a quem recorrer.

Eis a dura e inescapável encruzilhada!

Os pretensos restauradores do precedente status quo – célebres e contumazes corruptos, de distintas estampas e “credos” – já demonstraram, de todas as maneiras (e com todas as armas), que não medirão esforços em recuperar, a qualquer custo, a integralidade do controle estatal para os seus conhecidos (ainda que inconfessos) propósitos cabulosos.

Lançaram-se em combate obstinado desde janeiro de 2019; prosseguiram, impunemente, em sua persistente escalada autoritária; e, pelos últimos e extremados movimentos – absolutamente fora das quatro linhas da ordem constitucional –, ratificam que não recuarão um palmo sequer de seus delitosos intentos, sob qualquer hipótese ou cenário. Estão em campo para matar ou morrer.

E se é este o panorama inequívoco da presente conjuntura, ou o povo enfrenta, enquanto é tempo, os incorrigíveis inimigos da democracia e da república, depondo-os, seletivamente, de seus espaços de poder, ou uma reação futura, somente às vésperas das eleições de 2022, será absolutamente inócua e tardia, já tendo os déspotas de ocasião avançado e consolidado, até lá, os seus tentáculos de tenebrosa dominação – inclusive com cobiçoso apoio internacional.

O “7 de setembro”, portanto, pelas circunstâncias peculiares envolvidas, terá de ser diferente em gênero, número e grau das manifestações anteriores. Terá de ser mais volumoso, em quantidade de gente, e mais incisivo, na qualidade da ação. Terá de vir pra ficar e perdurar, sem dispersão, até a conquista definitiva (por “bem” ou por “mal”) das priorizadas reivindicações.

É o exercício direto do poder democrático, legitimamente já previsto no parágrafo único do artigo primeiro da Constituição de 1988 – contra o qual não cabe questionamento consciencioso.

Se as manifestações fracassarem, estará decretado, de antemão, o triunfo do “mecanismo” (desnudado pela Lava Jato), com o consequente enfraquecimento do Presidente da República e de seus respectivos aliados. Se forem um sucesso, o Presidente sairá reforçado do episódio, podendo, então, em nome do povo, com sua explícita autorização (não haverá outra oportunidade!), usar da própria Constituição para intervir, cirurgicamente, no pedaço de tecido político necrosado, extirpando, pontualmente, aqueles patógenos causadores da fatídica morbidade institucional – tudo dentro da lei e da ordem.

Como há quase 200 anos, a contar do andar da carruagem, o “grito do Ipiranga” poderá, sim (quiçá!), reverberar novamente, como um “brado retumbante”, “no céu da pátria nesse instante”, reescrevendo com o máximo simbolismo, em “raios fúlgidos” – e na mesma e icônica data de antanho –, a história contemporânea do país:

INDEPENDÊNCIA OU MORTE!

LIBERDADE OU OPRESSÃO! – só que, desta vez, ecoado diretamente pelo povo (e não mais pelas elites), com mais potência e expressão, proclamando-se, finalmente, na justa medida e adequada ancoragem, a verdadeira República e a autêntica Democracia.

ALEA JACT EST!

Alex Fiúza de Mello. Professor Titular (aposentado) de Ciência Política da Universidade Federal do Pará (UFPA). Mestre em Ciência Política (UFMG) e Doutor em Ciências Sociais (UNICAMP), com Pós-doutorado em Paris (EHESS) e em Madrid (Cátedra UNESCO/Universidade Politécnica). Reitor da UFPA (2001-2009), membro do Conselho Nacional de Educação (2004-2008) e Secretário de Ciência e Tecnologia do Estado do Pará (2011-2018).

Fonte: Jornal da Cidade Online

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OPINIÃO: CHEGAMOS AO ÁPICE DA CANALHICE QUANDO AO NOTICIAR A ASCENSÃO DE UM GRUPO INTOLERANTE GENOCIDA, JORNALISTA ATENTA AO FATO DESESPERADOS EM FUGA PELA VIDA NÃO USAVAM MÁSCARAS

O Talibã no poder e a hipocrisia latente da esquerda

Reprodução InternetReprodução Internet

Alguns fatos expõem toda a imbecilidade da esquerda.

O Talibã tomando o poder no Afeganistão, com certeza, foi um desses momentos.

A hipocrisia fica latente. Mesmo com cenas dantescas, como professores chorando na despedida das alunas (que não podem mais estudar), ou de refugiados despencando de um avião (pois preferiram arriscar a morte quase certa do que aceitar a permanência no regime radical que se instalou), existem os que ainda “comemoram” por pura e simples birrinha “anti-americana”.

Chegamos ao ápice da canalhice quando, ao noticiar a ascensão de um grupo intolerante, radical e genocida (no verdadeiro sentido da palavra), uma jornalista se atenta ao fato de que, no desespero da fuga, ao correr pela sobrevivência, as vítimas não usaram máscaras.

Estamos falando de um grupo TERRORISTA, que tem estupros e assassinatos como “modus operandi”, governando um país inteiro com apoio da China, uma potência nuclear. Mas, na lacrolândia, o importante é o uso de máscaras e a “derrota” dos EUA.

São tão descolados da realidade que, ao “descobrirem” que, com os radicais no poder, os gays serão EXTERMINADOS em nome da fé, começaram a modificar a localização dos “apps de namoro”, para tentarem se comunicar com os homossexuais que ficaram presos dentro das fronteiras.

Não sabem, ou fingem não saber, que a internet é rara e ABSOLUTAMENTE CONTROLADA dentro de países totalitários (exatamente como na China, Coréia do Norte, Cuba e Venezuela, que tanto defendem). Nos raros momentos onde existe conexão, NINGUÉM se arriscará a acessar um “app de pegação”, aumentando o risco de terminar enforcado em praça pública.

Isso só pode ser feito por quem vive no “sofrimento” do “capitalismo malvadão”; idiota o suficiente pra acreditar que é oprimido em um país onde pode chamar o Presidente de Genocida, acusar o governo de Fascista e não sofrer nenhuma consequência por isso.

Hipócritas, idiotas, sem qualquer empatia, sem qualquer senso de realidade, presos em um mundo mentiroso de fantasias, preocupados apenas com militância e lacração, que não conseguem aceitar a verdade nem quando esta arromba a porta e senta nas suas cabeças.

Crianças birrentas, incapazes de respeitar a dor e o sofrimento alheio, que sequer deveriam ter suas análises ouvidas; quem dirá consideradas.

“Não alcançamos a liberdade buscando a liberdade, mas sim a verdade. A liberdade não é um fim, mas uma consequência.” (TOLSTÓI, Leon)

Fonte: Jornal da Cidade online

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OPINIÃO: SUPREMO TALIBÃ FEDERAL, POR J. R. GUZZO

Caro(a) leitor(a),

Eu não poderia deixar de publicar, aqui na coluna OPINIÃO do Blog do Saber esse artigo tão bem escrito, onde o experiente jornalista e cronista político J. R. Guzzo demonstra toda a sua revolta e indignação com as atitudes ditatoriais dos membros do nosso Supremo Tribunal Federal, intitulado pelo indignado J. R. Guzzo de SUPREMO TALIBÃ FEDERAL dada as inúmeras e incontáveis vezes em que os togados do STF, literalmente, rasgaram a Constituição a qual juraram defendê-la. Convido você a ler o artigo completo a seguir e verificar que a coisa não está de brincadeira. Conto com a sua indignação e colaboração no intuito de compartilhar essa publicação com o máximo de pessoas que puder!

Ric@rdo | Bolsonaro2022 🇧🇷 on Twitter: "Pela minha liberdade e, pela liberdade de outros 210 milhões de brasileiros, informo ao supremo talibã federal q estarei nas ruas dia 07 de setembro ... #

SUPREMO TALIBÃ FEDERAL

Os ministros do STF têm o aplauso ativo e entusiasmado da mídia, das classes intelectuais e de todo o vasto mundo que pode ser escrito como a elite urbana do Brasil

J. R. Guzzo
20 AGO 2021 – 11:11
O deputado Daniel Silveira, preso pelo Supremo Tribunal Federal desde o último mês de junho, pediu ao Supremo Tribunal Federal — que é ao mesmo tempo policial, carcereiro e juiz em todo o processo de sua prisão — autorização para utilizar o seu telefone celular. Sua intenção era voltar a participar dos trabalhos na Câmara dos Deputados — se o seu mandato não foi cassado até agora, e ninguém assumiu o seu lugar, por que não poderia trabalhar a distância, em regime de “prisão office?”
Como o presidente da Câmara não deixa — num caso possivelmente único na história parlamentar do mundo livre, esse presidente e a maioria dos demais deputados são a favor da prisão —, Silveira entrou com um mandado de segurança no STF, reivindicando o exercício do seu direito. No STF? Pura perda de tempo, é claro. A ministra Cármen Lúcia, a quem coube julgar o pedido, naturalmente disse “não”; quem é ela para desagradar o colega Alexandre Moraes e outros peixes gordos do STF, que fazem questão de exterminar o deputado e sua carreira? Mas Cármen, além de obedecer, resolveu pensar — e o resultado foi mais um desses momentos de superação que só os 11 ministros conseguem apresentar hoje em dia ao público pagante. Ela disse em seu despacho, acredite se quiser, que não podia ir contra a decisão do presidente da Câmara para não violar a “independência entre os Poderes”.
Ficamos assim, então. O STF pode perfeitamente enfiar na cadeia, por quanto tempo quiser, um deputado federal em pleno exercício do seu mandato, algo que faz em desrespeito absoluto às imunidades parlamentares e à Constituição brasileira. Mas não pode contrariar o deputado Arthur Lira quando ele resolve que Silveira está proibido de usar o telefone celular e de exercer o seu mandato em esquema de tornozeleira remota. Quando prende um deputado, o STF não ofende em nada a “independência entre os Poderes”, segundo o seu entendimento da vida e do mundo. Depois da prisão, vira um defensor extremado da ideia de “separação” do Legislativo e Judiciário. Que nexo faz um negócio desses?
Não faz nexo nenhum, como continua incompreensível a prisão, dias atrás, do presidente do PTB, despachado para o presídio de Bangu por ordem do mesmo ministro do Supremo — hoje o marechal de campo de uma cruzada heroica, segundo a mídia, as elites e as empreiteiras de obras públicas, contra aquilo que ele considera “atos antidemocráticos”, “fake news” nas redes sociais e delitos de bolsonarismo em geral. Mas aí é que está a chave do sucesso crescente do STF: ninguém, a começar pela classe política, está interessado numa Corte Suprema que faça nexo. Tudo o que importa é perguntar o seguinte: “Como a gente faz para obedecer?”
A partir de agora, o dinheiro tem de ir para uma conta do TSE
Jefferson foi preso em flagrante, mas até agora o ministro Moraes e o grupo de policiais que opera sob o seu comando direto não conseguiram descrever que crime ele estava praticando na hora em que o camburão chegou — ou nas 24 horas anteriores, ou em qualquer outro momento. É certo que Jefferson, como Silveira, fala as maiores barbaridades do STF e da conduta dos seus ministros; também organiza manifestações de rua contra todos eles, com caminhoneiros, tratores e um cantor de música caipira. Mas qual é a lei que proíbe essas coisas?
O ex-deputado poderia ser processado por injúria, difamação e até mesmo calúnia pelos ministros, como está previsto no Código Penal. Só que não foi; esses delitos, aliás, não permitem a prisão de ninguém. Foi preso e pode ficar em Bangu até o fim da vida, ou enquanto o STF quiser, por “atentado contra a democracia”. Que atentado, exatamente? Formação de grupos clandestinos para tomar o governo? Aquisição secreta de armas? Treinamento de guerrilha? Distribuição de senhas, codinomes e “pontos”? Planos detalhados para fazer a ocupação do governo? Captura da central de eletricidade? Ninguém diz nada.
O mesmo mistério envolve a última e talvez mais extravagante decisão da “Resistência a Favor da Democracia” instalada nas Cortes Superiores de Justiça deste país. Um funcionário do Tribunal Superior Eleitoral, no cargo de “corregedor”, mandou que as grandes plataformas de comunicação social — Twitter, YouTube, Facebook, etc. — parem imediatamente de pagar as somas que devem aos canais com orientação política de direita, pela transmissão dos seus conteúdos. A partir de agora, o dinheiro tem de ir para uma conta do TSE. É isso, e não se discute mais o assunto.
Nem na Justiça? Nem na Justiça. Segundo os altos tribunais federais, este é um caso que não pode ser apreciado pelo Judiciário brasileiro; tudo deve ser resolvido lá em cima. O TSE não tem absolutamente nada a ver com a publicação de notícias, de comentários e de opiniões nas redes sociais; trata, exclusivamente, de questões eleitorais, que vão do registro de candidatos à apuração dos resultados da eleição. Mas o que é a lei, a mera lei, diante da missão de salvar a democracia no Brasil, coisa muitíssimo mais importante, segundo o STF e seus subúrbios? O resultado é que blogs e sites com posições de direita, ou bolsonaristas, ou anticomunistas, foram punidos sem que a punição tenha sido determinada por nenhum juiz, em nenhum processo judicial, com direito de defesa e as outras garantias mínimas estabelecidas pela lei brasileira.
A decisão não saiu do nada, é claro. O corregedor do TSE decidiu, para justificar o castigo, que os canais aos quais aplicou o bloqueio financeiro estavam publicando “fake news” — assim mesmo, em inglês, como se não fosse obrigatório o uso do idioma nacional em todos os documentos oficiais. Muito bem: e daí? E se os comunicadores punidos realmente publicaram notícias falsas? Que diabo a repartição pública que cuida de eleições tem a ver com isso? Mais: não existe, em nenhuma lei, o crime de “publicar notícia falsa”, ou fazer “desinformação”. Como alguém pode ser castigado por cometer um crime que não existe? Da mesma forma que nos casos anteriores, divulgar mentiras num veículo de comunicação pode dar processo criminal por injúria, difamação ou calúnia — além de penas cíveis como pagamento de indenizações em dinheiro e retratação dos autores ou dos órgãos de imprensa que fizeram a publicação. Mas é isso, e só isso. Não cabe ao TSE ou a nenhum braço do Estado, fora as varas de Justiça, decretar punições contra quem usa o direito de livre expressão, garantido pelo Artigo 5 da Constituição.
Pela decisão tomada, além disso tudo, o TSE acaba de dar a si próprio o direito de definir o que é verdade e o que é mentira no território brasileiro. Pode? O corregedor, com a colaboração da polícia — sempre ela, a polícia, ocupando o primeiro plano em todas essas histórias —, decidiu, autorizado não se sabe por quem, que as notícias publicadas pelos sites “A” ou “B” são falsas; as dos sites “C” e “D” são verdadeiras. Como são falsas, na opinião do burocrata do TSE, têm de ser punidas — mesmo que a lei brasileira não estabeleça nenhuma punição para isso. É algo inédito no Direito universal.
Daniel Silveira, Roberto Jefferson e os canais de comunicação de direita formam uma soma
Os casos narrados acima comprovam que estão indo para o espaço, por ação direta dos tribunais supremos e superiores, três regras absolutamente fundamentais no presente sistema legal brasileiro. A primeira é que ninguém está obrigado a fazer ou deixar de fazer alguma coisa a não ser em virtude da lei. A segunda é que ninguém pode ser acusado por crime que não esteja definido por lei anterior; além disso, todo e qualquer crime tem de ser “tipificado”, como dizem os juristas — ou seja, tem de ser descrito com absoluta clareza para valer alguma coisa. A terceira determina que só o Ministério Público tem o direito legal de acusar criminalmente alguém — e que o cidadão só pode ser julgado por um juiz de Direito, após o devido processo judicial.
Não são coisas que o Brasil deve à “Constituição Cidadã” e a outras bobagens do nosso folclore político-ideológico; estão aí desde sempre e fazem parte, em todo o mundo civilizado, dos direitos fundamentais dos seres humanos. O desrespeito sistemático e crescente a esse e a outros mandamentos da lei transforma o país, cada vez mais, numa republiqueta subdesenvolvida de Terceiro Mundo — e numa sociedade que vai se acostumando a viver num estado de exceção. Não é assim em tudo, claro — o que faria do Brasil uma Cuba ou uma Venezuela, onde milhares de infelizes lotam hoje as prisões. Mas é exatamente assim em tudo o que o STF quer que seja.
Daniel Silveira, Roberto Jefferson e os canais de comunicação de direita formam uma soma; tudo isso está indo na mesma direção. O STF, a menos que se transforme em algo diferente do que tem sido, parece perfeitamente decidido a continuar assim. Por que não? Os ministros têm o aplauso ativo e entusiasmado da mídia, das classes intelectuais e de todo o vasto mundo que pode ser escrito como a elite urbana do Brasil. Estão numa disputa de força com o presidente da República e seus sistemas de apoio — e vêm ganhando todas as paradas. Não encontram planos, ações organizadas nem preparo do outro lado.
O STF está funcionando cada vez mais como um Supremo Talibã Federal.
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OPINIÃO: JORNALISTA RODRIGO CONSTANTINO FAZ ANÁLISE DA ATUAL DEMOCRACIA BRASILEIRA

Em análise esclarecedora, Constantino escancara: “O supremo arrebentou a corda” (veja o vídeo)

Alexandre de Moraes - Foto: STFAlexandre de Moraes – Foto: STF

O jornalista Rodrigo Constantino fez uma análise durante o podcast ‘O Papo É’ da Gazeta do povo sobre o atual cenário da democracia brasileira, “abalada” na última sexta-feira (13) com a prisão do presidente nacional do Partido Trabalhista Brasileiro, Roberto Jefferson, acusado de participar de uma suposta milícia digital.

A ordem de prisão foi decretada pelo ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Alexandre de Moraes e vem gerando uma série de discussões em torno de uma possível ruptura institucional causada pela arbitrariedade de ministros do STF:

“Não está em jogo, aqui, o que a gente pensa da postura do Roberto Jefferson. Está em jogo, aqui, que, uma vez mais, o Alexandre de Moraes, que relata um inquérito ilegal […] está, literalmente, ignorando as instruções do país.

Aí ele vai lá e manda prender, contra a opinião da PGR, um presidente de um partido.

Acho que nem no Regime Militar tivemos coisas parecidas.

Então já temos um jornalista, um parlamentar com imunidade e um presidente de um partido presos no Brasil, hoje, pelo crime de opinião, com base em um inquérito ilegal e sem nenhuma sustentação constitucional. Então está muito claro que eles estão tentando testar limites”, apontou sagazmente Constantino.

Na opinião do jornalista, as ações de alguns ministros do STF seriam uma tentativa de forçar o presidente Jair Bolsonaro a adotar medidas drásticas para manter os limites e a independência entre os Poderes:

“Eles estão querendo ver partir, do presidente, a ruptura. […] se partir do presidente alguma reação drástica, aí é aquela história da profecia auto-realizada: ‘eu falei que ele era antidemocrático’”, afirmou ele.

E alertou que o povo deve ficar atento ao que vem ocorrendo já que, caso não sejam tomadas providências em contrapartida, a situação tende a piorar:

“Vamos acordar para o que está acontecendo. Uma vez a porteira aberta, amanhã o alvo pode ser qualquer um”.

Confira:

 

Fonte: Jornal da Cidade Online

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OPINIÃO: O ATIVISMO JURÍDICO AVANÇA SUTILMENTE ENQUANTO A DEMOCRACIA MORRE POR INANIÇÃO

Caro(a) leitor(a),

Aos poucos e sutilmente a esquerda avança impondo restrições que se traduzem no cerceamento das liberdades individuais. É como quando se coloca uma rã na panela com água em banho maria e vai aquecendo lentamente. Aos poucos a rã entra em inanição e morre sem saber que morreu. É assim que vejo e que me sinto diante das coisas que estão acontecendo não apenas no Brasil, mas em todo o mundo como é o caso da certificação de vacinação imposta pelo governo do presidente Macron na França, como você pode conferir no artigo a seguir. Aqui no Brasil essa iniciativa não vem do governo federal, mas do ativismo do poder judiciário capitaneado justamente pelo STF, a maior das instâncias jurídicas, com as prisões arbitrárias, que já são três. É como eu disse, começa sutilmente e vai seguindo lentamente até se tornar algo normal e comum. Nesse momento a democracia estará morta e a ditadura implantada sem que tenhamos notado. Por isso precisamos ter atitude e fazer o mesmo que o povo francês fez, indo às ruas com representatividade e mostrar quem manda realmente. Então, clamo aos movimentos de rua brasileiros que se mobilizem o quanto antes contra as atrocidades do STF antes que seja muito tarde!

Mais de 200 mil franceses vão às ruas contra certificado de vacinação

Governo Macron impôs apresentação de documento que comprove imunização.

SYBARTS | Flickr

Centenas de milhares de franceses voltaram às ruas neste último sábado (14) para protestar contra as medidas do governo de Emmanuel Macron, que impõe a obrigatoriedade do passaporte de vacinação no país. A informação é do El País.

A exigência do certificado está em vigor há quase uma semana. Informações oficiais do Ministério do Interior apontam que cerca de 215 mil manifestantes bradaram contra a restrição às liberdades individuais, que eles consideram uma “ditadura sanitária”.

Na última segunda (9), as autoridades francesas passaram a exigir autorizações para que as pessoas possam realizar determinadas atividades fora de casa.

Para entrar em bares e restaurantes, viajar, visitar familiares ou acompanhar alguém ao hospital será preciso apresentar uma prova de imunização completa, teste negativo recente ou certificado de recuperação da doença.

A regra está em vigor desde o final de julho para adentrar em museus, cinemas e teatros. A partir de amanhã (16), o certificado também será necessário para ir ao shopping, no caso de estabelecimentos com mais de 20 mil metros quadrados em regiões onde a taxa de incidência da peste chinesa é de mais de 200 casos a cada 100 mil habitantes.

Confira algumas imagens das manifestações divulgadas nas redes sociais:

 

 

 

 

FALE COMIGO: marcos@conexaopolitica.com.br — editor-chefe do Conexão Política e natural de Campo Grande (MS).

Fonte: Conexão Política

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OPINIÃO: A DERROTA ALHEIA É MOTIVO DE COMEMORAÇÃO PARA OS INVEJOSOS E VINGATIVOS

Aos invejosos e vingativos, só resta vibrar com a derrota alheia

Fotomontagem reprodução: Agência BrasilFotomontagem reprodução: Agência Brasil

Estamos vivendo a era do schadenfreude: aos invejosos e vingativos, só resta vibrar com a derrota alheia.

Nesta terça-feira (10), assistimos a mais um episódio da série: “vamos tomar o poder”.

A PEC do voto impresso auditável, foi reprovada na Câmara dos Deputados, fato esse, já esperado e comemorado pela oposição.

Depois de muitas chacotas, depreciação, piadas e tentativa de criminalizar o pedido do povo, as mídias sociais revelaram uma explosão de comentários eufóricos, comemorando a “derrota de Bolsonaro”, e não da PEC.

As manifestações de satisfação e alegria histérica com a não aprovação do voto impresso auditável é de tamanha amplitude, que me lembrei imediatamente de uma palavra, que pode caracterizar a doença do momento: Schadenfreude.

A palavra, sem equivalente em português, emprestada da língua alemã, pode ser traduzida como “sentir alegria ou satisfação com o dano alheio” (schaden: dano, prejuízo; freude: alegria, prazer). O Schadenfreude acontece em duas esferas: a privada e a pública.

“A schadenfreude pública — que se expressa abertamente mostrando escárnio, ironia ou sarcasmo perante a desventura sofrida por um terceiro.” Na língua portuguesa, o sentimento de satisfação pelo infortúnio de outro expressa-se na exclamação “bem-feito a ele ou ela” (schadenfreude pública). (Wikipédia).

Com a polarização política no Brasil, podemos observar uma explosão de schadenfreude, principalmente direcionado à figura do Bolsonaro, que dia sim e outro também, provoca “alegria” sádica nos opositores diante das ameaças de danos físico, moral ou político. Eles se deliciaram com a derrota de ontem.

Filósofos e historiadores já disseram que sentir prazer na desgraça do outro é um sentimento perverso, sádico, uma falha moral.

É verdade que nós, seres humanos, sempre tivemos atração pelas tragédias, desde os tempos dos duelos dos gladiadores e dos enforcamentos públicos, que atraiam multidões. E continuamos a nos digladiar nesses tempos modernos, tanto na esfera privada quanto pública.

Na origem do sentimento de alegria pelo dano do outro está a INVEJA.

Schadenfreude é também chamado de “o prazer perverso”, quando a pessoa sente ou confessa alegria quando alguém, que está numa posição melhor que ele, “se ferra na vida”. Ou, no caso em questão, pensam que o presidente Bolsonaro “se ferrou”.

Uma raça vil de homens que se apoderam de cargos políticos, e se expandem com a desenvoltura das cobras criadas, envoltos em seus espíritos mesquinhos, medíocres e invejosos.

O que despertou a fúria dos “donos do Brasil” foi a manifestação de 1º de agosto, que mostrou uma realidade muito diferente das falsas pesquisas, que insistem em apontar o presidente Bolsonaro como decadente, quando na realidade, eles se depararam com um homem amado e apreciado por seus apoiadores, e aí, não tiveram alternativa, a não a ser o instinto de rebaixá-lo ao nível deles.

Uma tática de rebaixar o objeto de comparação para afirmar a sua superioridade. Todas as acusações ao presidente são, a rigor, confissões projetivas, ou seja: “acuse-o do que você é”.

E assim se configura a inveja diabólica, que inadvertidamente, põe fogo na nação, mergulhando a todos nas chamas das injustiças, e aos falsos vencedores, na alegria vã, que por vã, não pode durar.

“Não existe tal coisa como um infortúnio tão mau que as pessoas hábeis não saibam dele tirar proveito, como também não existe uma felicidade tal que os mais volúveis não transformem em prejuízo próprio. François De La Rochefoucauld“

Foto de Bernadete Freire Campos

Bernadete Freire Campos

Psicóloga com Experiência de mais de 30 anos na prática de Psicologia Clinica, com especialidades em psicopedagogia, Avaliação Psicológica, Programação Neurolinguística; Hipnose Clínica; Hipnose Hospitalar ; Hipnose Estratégica; Hipnose Educativa ; Hipnose Ericksoniana; Regressão, etc. Destaque para hipnose para vestibulares e concursos.

Fonte: Jornal da Cidade Online

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OPINIÃO: A URNA ELETRÔNICA INVIOLÁVEL QUE APERTAVA O 1 E APARECIA O 13

O botão quebrado e o incrível caso da urna inviolável de Barroso, onde se digitava 1 e aparecia o 13!

Foto: Reprodução; STFFoto: Reprodução; STF

Era tudo inviolável, meus amigos. Então apareceu a urna de Morro Agudo (SP) e os moradores iam para cabine, apertavam 1 e aparecia o 13.

Foi em 2018, lá só dava 3! Apertava qualquer tecla e o 3 saltava atrás.

Um espetáculo!

Mas, segundo a Folha de S.Paulo a “Urna eletrônica em que o 13 aparecia sem querer tinha botão quebrado e não fraude, mostra inquérito da PF. Peritos da PF não encontraram falhas no software ou no sistema após denúncia de moradores de Morro Agudo (SP)”.

Parece que o “botão quebrado” da “Urna Inviolável de Barroso” era mágico: a tal urna de Morro Agudo, aleatoriamente acrescentava o 3 quando os eleitores votavam para outros candidatos. Beleza pura, uma nova urna inteligente que tinha um defeito no botão! Pasmem, um botão inteligente com defeito, onde o eleitor digitava 1 e brotava o 13!

Foi durante o 1º turno da eleição presidencial de 2018, segundo a Folha, “Eleitores de Morro Agudo (a 380 km de São Paulo) reclamaram que, após digitar o número 1, o equipamento acrescentava o 3 automaticamente, o que beneficiava o candidato Fernando Haddad (PT). Os peritos da PF foram acionados, analisaram a urna e concluíram se tratar de um problema físico no teclado e não de falha no software ou no sistema da urna”.

Eis a pergunta que não quer calar: se as urnas são invioláveis, por que o teclado emperrou exatamente no número 3?

Continua a Folha:

“Os peritos concluíram que o software instalado era igual ao do TSE e que a configuração estava correta. Segundo os peritos, a inserção no número 3 ocorria em vários casos, não só após o 1, por causa de uma falha física no teclado da urna de 9 anos de uso. Ressalta-se que esse evento de o número 3 ser enviado arbitrariamente, sem digitação do usuário, foi observado em momentos aleatórios, após digitação de distintas teclas, em diferentes telas de votação, para os variados cargos”, diz trecho da conclusão.

Ora, se a urna espetacular de Barroso fosse a prova de fraudes, pois segundo a PF o software era igual ao do TSE, teria imediatamente travado tudo e nada poderia ser digitado nem computado!

No entanto a tal urna continuou funcionando, normalmente, mesmo com o botão quebrado, segundo a PF, e computando votos: digitava 1 a urna acrescentava o 3! Ou, segundo a federal, para qualquer outro número a tal urna sempre acrescentava o 3.

Conclui-se, então, que a urna inteligente aprendeu sozinha a digitar o 3.

Hackers invadem e fraudam tudo: o sistema de segurança americano, o sistema bancário, as conversas de Moro com os Procuradores, os sistemas do The New York Times, Google, Yahoo!, Microsoft, dados confidenciais do governo americano ao WikiLeaks, a Amazon, CNN, eBay, Yahoo!, a Dell…

…, mas somente as urnas de Barroso são invioláveis e “infraudáveis”!

Foto de Carlos Sampaio

Carlos Sampaio

Professor. Pós-graduação em “Língua Portuguesa com Ênfase em Produção Textual”. Universidade Federal do Amazonas (UFAM)

Fonte: Jornal da Cidade Online

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OPINIÃO: A IMPORTÂNCIA DO VOTO DE 2022 ESTÁ SENDO DECIDIDO EM 2021 POR LOBBYS NADA REPUBLICANOS COM ESTRATÉGIAS DEFINIDAS NOS PORÕES DO PODER NA CALADA DA NOITE

Sua liberdade e nosso futuro em risco (ouça o podcast)

Foto: José Cruz/Agência BrasilFoto: José Cruz/Agência Brasil

Entenda por que o seu voto nunca foi tão importante quanto o será em 2022 e é claro, ele está sendo decidido agora, em 2021, por um conjunto de lobbys e artimanhas nada “Republicanos” e absolutamente escancarados, mesmo que muito da estratégia seja definida nos “porões do poder” e na calada da noite.

E se você pensa que isso tem a ver com IDEOLOGIA, acorde: estamos falando de poder e controle… de controlar e manipular você.

Um aviso:

Este é um texto longo e se você desejar acessar a versão Podcast (áudio) ela está disponível no final da página.

Antes de entrar no tema deste artigo, algo para refletir:

Para os que pensam que o Presidente Bolsonaro é ingênuo ou despreparado, sugiro conhecer melhor a ACADEMIA MILITAR DAS AGULHAS NEGRAS (AMAN), fundada em 17 de Dezembro de 1792 (há 228 anos)… e, como diz o ditado: “a melhor maneira de perder uma luta é subestimar a força do adversário”.

Estamos presenciando um fenômeno de popularidade de um presidente, como jamais vimos na nossa história recente, por mais que a mídia queira te “convencer do contrário”: os olhos e a percepção da realidade não deixam dúvidas e isso tem a ver com um estágio de maturidade da nossa sociedade que também é inédito.

Dito isso, vamos ao tema…

Que Urnas Eletrônicas inauditáveis são potencialmente fraudáveis, acho que não resta mais a menor sombra de dúvidas, mas é preciso entender qual é, de fato, a importância do Voto, do seu voto nesses tempos sombrios em que estamos vivendo: e não apenas no Brasil, mas também no mundo, embora para nós é vital o que rola por aqui pois decide nossas liberdades, nossa soberania e enfim: nossas vidas.

Se por um lado, tivemos escancaradas uma infinidade de crimes contra a Pátria e contra o Povo, perpetradas por governos ditos PROGRESSISTAS, que promoveram um revezamento pernicioso, na verdade criminoso, por mais de duas décadas no poder e principalmente, nos últimos 13 anos em que o PT no poder, esteve no comando de uma Organização criminosa que a Operação LAVA JATO revelou com fartas e robustas provas, mesmo que o sistema judiciário Nacional tenha se articulado para colocar em liberdade a maioria desses criminosos, por uma série de manobras que também culminaram com a soltura e o “resgate político” do líder dessa Orcrim.

ENTENDA MELHOR QUAIS OS RISCOS QUE CORREMOS

Quando em 1889 o Golpe de Estado que derrubou a Monarquia instituiu a chamada REPÚBLICA, dava-se início a um processo de tomada do poder (poder econômico e político, quero dizer) por um conjunto de Oligarquias, que desde então “bancaria” a política nacional aparelhando praticamente todos os poderes sob a regência das seis constituições que foram promulgadas e que sempre de alguma forma foram manipuladas e utilizadas (mesmo que nunca como agora) no sentido de garantir o poder econômico e o controle político, dos grupos Oligárquicos que comandaram o Brasil até aqui.

Até aqui nenhuma novidade, não é?

Só que isso mudou…na verdade está mudando de forma acelerada…

Nas últimas décadas e de forma crescente, o que vimos e acompanhamos (me refiro aos mais atentos, claro) foi uma nova configuração geopolítica sendo formada e eu me refiro aos desdobramentos que chamamos de Globalização. Estamos falando da “Globalização Econômica e logo, da globalização política já que o esquema é o mesmo só que agora envolve o “poder globalista” que forma uma espécie de clube de Bilionários, as Oligarquias Globais: mesmo que nessa transição ainda tenhamos presentes Oligarquias Locais que, aos poucos, vão sendo reconfiguradas.

Quando falo em Oligarquias, não me refiro às Organizações criminosas, como o PCC, por exemplo, presentes no País e que também detêm poder, dinheiro e atuam no aparelhamento de várias instituições, mas como diz o ditado “cada macaco no seu galho”: o “parasitismo” que orbita o universo do poder tem várias ramificações e configurações para coexistir em “harmonia” uns com os outros.

Apenas explicando um pouco melhor o termo “Globalismo” dentro da chamada Globalização:

Globalização é um processo que tem início quando no século XV as “grandes navegações” espalharam o “Capitalismo” Burguês pelo mundo, principalmente intensificado a partir da revolução Industrial e de uma Burguesia Industrial que viria a seguir, a partir do século XVIII.

Assim, a Globalização pode ser entendida em quatro fazes distintas de evolução onde a última delas está relacionado à queda do Muro de Berlim e a Derrocada da União Soviética na década de 60 com grandes mobilizações sociais, mas sobretudo a partir de 1989 quando o modelo geopolítico global passa por profundas transformações.

Podemos dizer que os desdobramentos resultantes da Segunda Revolução Industrial a partir de 1850 até início do século XX; da terceira revolução industrial em meados do século XX (1950) culminam com a Quarta Revolução Industrial que estamos chamando agora de Revolução 4.0 e representa a Revolução Digital que promove a integração/consolidação e transformação das anteriores numa espécie de fusão e dessa forma, determinam uma nova ERA que eu chamo de ERA DIGITAL e que afeta profundamente a humanidade em todos os sentidos, impondo novos Paradigmas e determinando um MUNDO NOVO.

Sim, de um mundo Geopoliticamente Novo (inclusive pelo crescimento e expansão da CHINA POPULAR como uma grande potência Capitalista, mesmo que preservando seu regime Socialista, que sujeita as pessoas aos rigores do PCC e seu conhecido controle social). Assim, temos uma nova sociedade Global DIGITAL, que afeta o equilíbrio e as forças de “controle global” determinando uma nova “guerra de interesses” que substituiu de forma ainda mais avassaladora o que conhecemos como guerra fria e que envolvia os EUA e a Ex-União Soviética.

O Mundo virou um gigantesco “tabuleiro de xadrez” disputado pelo Metacapital!

Ou seja, à partir da década de 90 entramos nesse mundo no qual a GLOBALIZAÇÃO DIGITAL muda profundamente as relações dentro do CAPITALISMO MUNDIAL, e assim surge o que podemos chamar de GLOBALISMO e que agora desemboca em algo que estamos chamando de METACAPITALISMO e com ele, uma profunda remodelação via uma “agenda global Capitalista” promovida principalmente pelo “clube dos Bilionários” e diria, com a inclusão dos novos bilionários que passam a conviver com as dinastias Bilionárias presentes nos Oligopólios, Monopólios e Cartéis Globais anteriores, mas que se alinha aos sistemas de governos socialistas e de esquerda, como explicarei melhor.

Essas organizações, cada vez menos LOCAIS, são submetidas a um processo de “consolidação” a partir de um intenso movimento de fusões e aquisição de empresas (M&A) em setores básicos (onde rola o dinheiro grosso). E o que vemos é que muitos desses oligopólios se constituíram em praticamente monopólios ou Cartéis Globais que fazem parte de pequenos grupos com imensas e crescentes fatias de mercado.

O dinheiro compra tudo e todos…e está a cada dia mais nas mãos de Metaeconomias como a da CHINA, por exemplo, cujo PIB cresceu cerca de 90 vezes desde a década de 70 (ou mais de 9.000%) principalmente pela expansão de seu posicionamento comercial global.

Com isso, a CHINA tem ido às compras ao redor do mundo, ampliando sua penetração econômica em boa parte das economias ao redor do Globo: notadamente em setores ligados à infraestrutura, comunicações, agronegócios (o que inclui terras produtivas) e reservas minerais.

Não apenas a China tem desenvolvido essa prática, mas ela principalmente… e questões envolvendo 5G, por exemplo, estão longe de ser uma questão de tecnologia: trata-se principalmente de soberania e controle social.

A “DESNACIONALIZAÇÃO” GRADATIVA DAS ECONOMIAS

Poderíamos citar dentre vários, os Oligopólios do setor financeiro Brasileiro onde os 5 maiores bancos detêm mais de 80% dos ativos e 83% dos depósitos e onde já temos a presença de capital internacional, o que deverá se intensificar também via Fintechs, que são os Bancos Digitais, vale acompanhar esse movimento nos próximos anos: já temos um ótimo exemplo por aqui com o NUBANK que acaba de receber um aporte de Us$500 milhões do “Megacapitalista” Warren Buffett e de outros Us$250 milhões da Americana Sands Capital.

Também nessa esteira temos as BIG TECHs, um segmento novo que detêm o maior patrimônio existente na economia mundial atual ou seja, os DADOS das pessoas presentes nas plataformas sociais (cuja penetração estimada pela Hootsuite é de 4.66 Bilhões de pessoas em Janeiro deste ano) que estão concentrados nas mãos de poucas Organizações e estas, cada vez mais alinhadas com grupos de interesses Metacapitalistas ao redor do planeta: algo ainda mais perigoso para nossa liberdade e representando um potencial de manipulação sem precedentes na história da humanidade: o que chamo de DIGITALIZAÇÃO SOCIAL.

Mas o que representa, de fato o METACAPITAL constituído pelos BILIONÁRIOS GLOBAIS (que incluem não apenas pessoas, mas também Governos)?

E porque isso nos põe em risco, principalmente a partir de processos Eleitorais?

Muito simples:

O Movimento Metacapitalista (dos “Bilionários Globais”) adota como estratégia aliar-se aos Interesses Socialistas/Movimentos de Esquerda, ao redor do mundo, por dois motivos principais:

Porque Governos de Esquerda/Socialistas são “compráveis” e, consequentemente “aparelháveis” e dessa forma jogam em favor dos seus interesses (e exemplos não faltam: já que citei o setor Financeiro, basta olhar nas últimas décadas as “taxas de juros reais” (juros descontada a inflação) praticados no Brasil, entre as maiores do mundo historicamente);

E é claro, os Metacapitalistas não tem o interesse em que haja livre concorrência ou que se permitam a entrada de novos concorrentes no seu seleto grupo (e nos setores que dominam) e controlando o Estado, controlam a concorrência e também aumentando o tamanho do Estado facilita o seu enriquecimento, já que o Estado passa a deter um orçamento que o transforma num “comprador gigantesco” de produtos e serviços (basta ver o que ocorreu com o setor de Empreiteiras cuja sangria o atual governo estancou… até agora e cujo impacto se faz sentir significativamente no Orçamento/Caixa do Governo).

E todos esses interesses Globalistas, vem se articulando em Blocos, basta ver os desvios estratosféricos promovidos pelo PT para os integrantes do chamado “Foro de São Paulo”, Organização Socialista manobrada pela Esquerda (algo que poderemos ver no relatório do BNDES durante os governos petistas: onde obras “fabricadas e superfaturadas” envolvendo “nossas empreiteiras” nesses países, geraram propinas estratosféricas rateadas entre os países participantes da Organização) e que, segundo o José Dirceu, representou parte da estratégia que “colocou” no poder governos de Esquerda em praticamente todos os seus integrantes, além de financiar o PT no Brasil, e enriquecer corruptos, é claro: não existe nenhum motivo nobre por detrás disso.

Seus interesses estão sempre posicionados contra a população, que acaba pagando a conta por todo esse APARELHAMENTO e desvios dos recursos que serviriam para suprir as necessidades básicas como: Saúde, educação, segurança pública, saneamento básico e infraestrutura dentre outras.

Importante lembrar que o Estado, via de regra, não é um gerador de recursos e sim os transfere ou deveria transferir para o benefício da população pagadora de impostos, que no Brasil representa uma carga tributária da ordem de 31,64% do PIB em 2020 ( e que vem caindo nos últimos dois anos do atual governo), mas gira historicamente numa média de 35% do PIB.

Para o Metacapital, o importante é manter o domínio e o poder, cada vez mais global, dos meios de produção e dos recursos do planeta: falamos de dinheiro, poder e controle: basta olhar como alguns desses Metacapitalistas como JP Lemann e George Soros (que financia organizações extremistas como “Black Lives Matter” e “Antifas”) investem em Ongs e instituições de ensino/educação visando cooptar também as mentes dos jovens, visando fragmentar e enfraquecer a sociedade: e sabemos que esse é um dos princípios básicos para se estabelecer domínio e controle sobre gerações, de forma a se perpetuar no poder “idiotizando as pessoas”.

E COMO ISSO PODE ESTAR PRESENTE NUM PROCESSO ELEITORAL?

Existem três caminhos principais pelos quais o poder OLIGARQUICO GLOBAL (METACAPITAL) e LOCAL promovem o APARELHAMENTO que lhes permite manter as INSTITUIÇÕES sob controle:

Financiando CAMPANHAS (direta e indiretamente) dos Candidatos que representarão seus interesses, uma vez eleitos;

“Comprando” os Candidatos eleitos que não tenham sido aqueles nos quais investiram inicialmente e que porventura tenham sido eleitos;

Investindo em algum tipo de fraude, caso os sistemas sejam suscetíveis a um processo de manipulação: o que torna o processo de aparelhamento mais rápido e barato;

Mas o que eu quero dizer, afinal?

Que um PROCESSO ELEITORAL LIMPO, SEGURO E AUDITÁVEL com a impressão do comprovante impresso do voto digital e um escrutínio público para apuração dos votos são minimamente o necessário para minimizar a ação devastadora do METACAPILISMO GLOBAL (ou OLIGARQUIAS LOCAIS E TAMBEM GLOBAIS, como queiramos chamar), que tem um poder descomunal de fraudar, manipular, cooptar e controlar as INSTITUIÇÕES DE ESTADO, algo que estamos vendo ocorrer em todo o Planeta: o Brasil não é um caso isolado…

Somos apenas a “bola da vez”, assim como a anterior foi a dos EUA.

A SOCIEDADE BRASILEIRA e as pessoas de Bem deste País, estão se Mobilizando para defender a nossa Nação das ameaças que são REAIS e não “TEORIAS DA CONSPIRAÇÃO” como o Establishment tenta acintosamente propagar COOPTANDO E COMPRANDO A “MÍDIA MEINSTREM” para “impor como normal”, o retorno da Organização Criminosa, já alinhada com seus propósitos e interesses.

Mas NUNCA em tempo algum a maior parcela da POPULAÇÃO BRASILEIRA esteve tão COESA, ALINHADA e ENGAJADA para lutar por nossa liberdade e soberania…

Fonte:Jornal da Cidade Online

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OPINIÃO: PARODIANDO A FRASE DO MEDALHISTA NAS OLIMPÍADAS DE TÓQUIO, “ELES SÃO GRANDES , MAS “NÓS É RUIM”

Chavões e auditorias de Barroso – I

Foto: Rovena Rosa/Agência BrasilFoto: Rovena Rosa/Agência Brasil

“Eles são “Grandes”, mas “Nóis é Ruim”.” (Bruno Fratus, brasileiro, medalha de bronze na Olimpíada de Tóquio).

Pois é, seu Barroso, vou parodiar o Bruno Fratus, que explicou em linguagem popular a fórmula de seu sucesso: não tem medo de gente que se acha grande!

Bruno usou uma metáfora: “grandes” não significa que os adversários são os maiorais, são invencíveis, são gigantes, mas que eles têm apenas uma medida corporal um pouco maior. Não são melhores, não são mais humanos, não são mais inteligentes…

“Ruim” não significa que, por não ter medo, Bruno é mau, péssimo, assassino, sem coração, mas sim, que ele é persistente, invocado, não desiste, resiliente, acredita nele.

Assim também somos nós, os “Ruins” que querem o voto impresso!

O senhor e sua turma são os “Grandes” que nos dizem: – “Calem-se! Obedeçam! Nós somos supremos! Baixem a cabeça!”

Nós dizemos: – “Não! Não temos medo!”

Somos “Ruins” porque somos persistentes, firmes, constantes e verdadeiros! Por isso fomos às ruas defender o voto impresso e auditável.

“Nóis é Ruim”, seu Barroso, por isso vamos contestar seus argumentos, baseados no texto de Gustavo Castanõn, Professor de Filosofia da Universidade Federal de Juiz de Fora, publicado no site Disparada. Diz ele:

– “Vamos aqui explicar, passo a passo, porque os chavões são mentirosos ou enganosos, e, depois, porque as supostas auditorias do sistema brasileiro ou não são realizadas, ou variam entre servir para nada e servir para quase nada.

Vamos primeiro aos chavões. O senhor fez um vídeo em defesa da urna eletrônica brasileira. Sabe o senhor que o vídeo é parte do novo esforço do TSE para desrespeitar pela quarta vez a vontade do Congresso Nacional e do povo brasileiro de modernizar nosso sistema eleitoral.

O senhor afirma, logo no início, que temos: “o melhor sistema de apuração eleitoral do mundo”. Melhor em quê? Segurança? Transparência? Confiabilidade? Auditabilidade? Não!

Em velocidade, talvez sim. A mídia e o TSE desde o fim dos anos 90 acreditam que o sistema brasileiro é melhor porque divulga mais rápido os resultados eleitorais.

Isso, no entanto, deveria ser motivo de preocupação, não comemoração. Uma operação tão complexa como uma eleição num país de 500 mil urnas e 100 milhões de eleitores deveria ter meios de recontagem, checagem e auditoria que tornassem a divulgação mais lenta.

Sua rapidez é sinal não só de uma grande realização tecnológica, mas também da execução de um processo eleitoral sem fiscalização e meios de auditagem concretos das eleições e do sistema em operação. É um processo não redundante onde não há possibilidade de recontagem de votos individuais.

Mais do que isso, as urnas eletrônicas brasileiras são de primeira geração, modelo DRE (Direct Recording Eletronic). Existem ainda as VVPT, de segunda geração com impressão de voto, e as E2E, com escaneamento.

Desde 2014, o modelo DRE, o mais antigo, só é utilizado no Brasil. Por sua insegurança, falta de transparência e dependência total do software para apuração, esse tipo de urna chegou a ser proibida em cortes constitucionais pelo mundo (como Alemanha e Índia). Ele não cumpre o requisito da publicidade necessário para qualquer ato administrativo, como é a contagem de votos.

Em outras palavras, o sistema brasileiro não permite a recontagem dos votos individuais. Portanto, nos dois princípios que mais importam numa eleição, os da legitimidade e segurança, ele é O PIOR SISTEMA DO MUNDO.

Outro chavão é o de que “jamais aconteceu qualquer caso de fraude comprovada”. Isso ao invés de gerar confiança, deveria gerar extrema desconfiança.

O fato de o TSE não ter sido capaz em 26 anos de identificar nenhuma dessas tentativas de fraude, que provavelmente ocorreram, pode indicar que seu sistema de segurança não está protegendo coisa alguma. O sistema é tão frágil que a maioria das falcatruas que podem ocorrer nele não deixam rastros que possam ser detectados pelos atuais meios de auditoria, como lembra o Professor do ITA, Clóvis Fernandes.

Mais um chavão de Barroso: “o processo eleitoral é “totalmente transparente e auditável do primeiro ao último passo (por especialistas)”. Dizer que um processo que só pode ser entendido por engenheiros de sistema e programadores “é totalmente transparente” beira ao ridículo, e poderia dizer, é preconceituoso.

E dizer que ele é “auditável do primeiro ao último passo” quer dizer tão somente que é POSSÍVEL, em tese, auditá-lo, e não que ele é, DE FATO, auditado.

Outros chavões se sucedem, mas não merecem qualquer análise racional e por fim diz que “há um Log da Urna, que registra tudo o que foi feito nela do momento em que é ligada até o momento em que é desligada”. O próprio ministro chama o log de “caixa preta da urna”, que pode ser requisitado por qualquer partido, e nunca, evidentemente, é.

A avaliação desse log, além de requerer conhecimento técnico, não depende de um registro colhido diretamente da urna finda a votação, mas de um arquivo que o próprio TSE envia para os partidos”. Assim caem por terra todos os chavões de Barroso e do TSE.

Fim da parte I, “chavões de Barroso”. Amanhã sai a segunda parte: “Auditorias de Barroso”, onde se desmonta todo castelo de vento.

Foto de Carlos Sampaio

Carlos Sampaio

Professor. Pós-graduação em “Língua Portuguesa com Ênfase em Produção Textual”. Universidade Federal do Amazonas (UFAM)

Fonte: Jornal da Cidade Online

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OPINIÃO: COBRE DO SEU PARLAMENTAR QUE VOTE A FAVOR DO VOTO IMPRESSO AUDITÁVEL, PARA EVITAR QUE O GOLPE ARMADO FUNCIONE

Liberdade inegociável: O povo não sofrerá calado! (veja o vídeo)

Foto Reprodução/InternetFoto Reprodução/Internet

Meu preclaro amigo ouvinte, Advirto, tenha parcimônia e prudência, pra entender todo o contexto do que aqui será dito, tenha um pouco de paciência e ouça até o final!

Este momento de tribulação pelo qual o Brasil está passando, pode mesmo ser chamado de mera tribulação? Insistem em falar em polarização e dizer, como sempre, que são os outros que causam a inquietação.

Toda tática invasiva, basta ver na história da humanidade, sempre é usado como estratégia para a fuga de um verdadeiro debate, afirmar que se trata da defesa de um bem maior, inclusive a defesa da justiça e da liberdade.

Pode parecer mera falácia inserida na minha costumeira prosódia, no entanto eu tenho um grande apreço e respeito por história e costumo rememorar alguns fatos que estão registrados na memória, pontos nevrálgicos da civilização humana, que em muito, certas vezes, se assemelha a uma narrativa de terror insana, como a anexação da Áustria pela Alemanha.

Era sabido que se tratava de Hitler, que se tratava de um estado nazista, ainda assim os países baixos além da Áustria, pareciam fingir que nada errado estava acontecendo. Um estado de torpor e medo que um embate direto causava, parece ter feito que acreditassem e até mesmo negociassem, acreditando na palavra de um ditador!

É preciso lembrar que o poder na Alemanha, eis aqui o drama que pôs o mundo em um combate, foi tomado por meio de eleição, onde não houve nenhum debate, teve incêndio no Reichstag e o convencimento da população que seria o melhor caminho, em nome da liberdade e de sua própria segurança.

Um acordo foi firmado, pois o homúnculo tiranete garantia, que a anexação era para o bem dos austríacos, povo que viveria, seguro em tempos de paz, prometeu a eles um plebiscito, decidiriam seu destino ao final, ainda que se soubesse que era a voz do algoz que representava a essência do mal.

Quando veio a tal eleição, o governo conclamou toda a população, o que estava no pleito era sua livre escolha, pertencer à Alemanha ou manter-se um país independente, muito se parecia com a escolha de Sofia, seria feita diante de um estado inclemente, que já em 1938 demonstrava todo seu poder bélico e o mundo ouvia estarrecido seu discurso colérico, no entanto, ainda assim se fingia, que nada de mais e de mal na Áustria acontecia.

O resultado não poderia ser outro, acreditar que existiria qualquer bonomia no ato de um governo invasor, que acusava o invadido de viver em estado de anomia, nas palavras de seu novo ditador, o império alemão traria prosperidade, riqueza, além de justiça e muita liberdade, claro, desde que fizessem o que ele ordenasse, inclusive a segregação do povo judeu, de quem expropriou muito mais que a liberdade!

A contagem dos votos, por óbvio não foi pública, afinal já dizia Stalin, “quem vota e como vota, nada vale; quem conta os votos é que importa realmente.”

Essa frase retumbaria pela eternidade, marcou, como eu já disse, para o povo austríaco o fim da liberdade, 99,75% dos votos, diziam eles após contagem, aceitavam a anexação. Vou repetir para restar claro, 99,75% dos votos aceitaram a anexação.

Ainda que seja compreensível que por segurança negligenciassem parte da liberdade, esse percentual nunca seria crível, é praticamente a unanimidade aprovando ao invasor, e assim sepultando sua segurança e também a sua liberdade!

Espero que todos possam perceber, a imagem simples que estou tentando lhe contar, a história nos mostra e nos faz entender, que pra ter liberdade é preciso, sempre, vigiar!

Em nome da paz, da justiça e da liberdade, sempre algo intangível, invisível, muitas vezes incompreensível, também chamado de um bem maior, nasceria uma nova Áustria próspera e pacifista, e isto dito e pregado por um governo nazista, como se fosse possível essa afirmação numa mesma sentença, contrariando a compreensão, a sintaxe e qualquer reflexão, era o poder e a força impondo sua presença, aniquilando a vontade de todo um povo e também sua crença.

Isto ocorre em um piscar de olhos, basta estar distraído ou acreditar que jamais aconteça!

Se você meu amigo, minha amiga, ainda não entendeu o que está acontecendo, é melhor que eu já vá lhe dizendo, antes que nada mais possa ser dito e em alguns casos sequer pensado, pois se houve pessoas que serviram de carrascos voluntários durante a pandemia, imagine o que pode acontecer se for um estado de completa hegemonia, de um governo que impede voto auditável, coloca no governo um corrupto ressentido, que se diz a vítima e o perseguido e que voltará justamente para implantar a paz e a verdadeira justiça?!

Ainda que pra muitos a escolha possa parecer óbvia, não se pode subestimar os que acreditam, mais até do que muitos ressentidos, são os que creem que a liberdade é aquela que é determinada, pelo bem de todos como sempre é explicada, você só fará o permitido. Há uma classe de pessoas que aceita qualquer coisa que seja, no lugar dele, decidido.

Seguindo a permissão dos governantes, a classe intelectual e inteligente que escreve faceira e contente, as novas leis que determinem o que será a verdadeira liberdade, aquela que definitivamente, segundo eles, porá todo o povo em exata igualdade, erradicará a fome e a miséria, não haverá ninguém mais que será diferente, e como em um conto de fadas, toda gente viverá feliz e contente, como na Venezuela e em Cuba!

Entretanto, nunca se esqueça, pra eles as benesses do capitalismo, viverão do poder como verdadeiros nababos, enquanto a população será entregue à sua própria sorte, algumas vezes à mingua e à morte, sobrevivendo na escassez do socialismo.

Liberdade é inegociável, uma verdade irrefutável, que não é imposta por lei ou explicada por alguém, muito menos quem insista que você não precise e não possa desfrutar dela completamente.

A liberdade tem outra exigência que ninguém pode dizer como é, muito menos criar resistência, porque é parte inerente e complementa, a liberdade depende da transparência, você tem que ver e entender por si mesmo, não é preciso explicação, muito menos interferência.

A todo o custo deve ser evitado, principalmente quando há alguém que garanta e diga que é representante do iluminismo da inteligência, que repita insistentemente que garante a segurança da eleição, como a história já demonstrou, isto não é sonho, mas, facilmente, poderá ser um pesadelo, e fazer da nossa vida, um verdadeiro suplício, um interminável tormento.

Ao menos, pra nós, diferentemente de Cuba e Venezuela, ainda é possível evitar, que o golpe armado funcione, pra isso você precisa cobrar, fale firme com seu parlamentar pra que vote a favor do voto impresso, auditável e com contagem pública dos votos!

Confira:

Fonte: Jornal da Cidade Online
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OPINIÃO: O STF PODE TUDO, INCLUSIVE VIOLAR A CONSTITUIÇÃO?

Magistrada faz advertência desmoralizante sobre o inquérito do STF contra o presidente da República

Imagem em destaque

A juíza Ludmilla Lins Grilo fez uma séria e desmoralizante advertência nas redes sociais:

“Repitam comigo: a Constituição não permite que juízes abram inquéritos criminais. Quem abre é a polícia ou o MP.

Mais uma vez: juiz não pode abrir inquéritos criminais.

Juiz não pode abrir inquéritos criminais.”

Parece que não há dúvida de qual é o alvo da postagem da respeitada magistrada.

Fica, então, a questão: O Supremo Tribunal Federal pode tudo?

Pode, inclusive, violar a Constituição da qual, em tese, é o guardião?

Tudo indica que sim. Ou, pelo menos, os ministros acreditam que sim.

Basta ver o que vem sendo feito no malfadado inquérito da fake news, que, agora, pasmem, vai investigar a maior autoridade do país, o presidente da República.

Pelo menos, é esse o teor do ofício encaminhado pelo ministro Luis Roberto Barroso ao colega Alexandre de Moraes, algo que viola frontalmente o sistema de garantias estabelecido pela nossa lei maior.

Confira:

Como se vê, o objeto da investigação é o pronunciamento de Bolsonaro denunciando fragilidades de nosso sistema eleitoral e clamando pelo voto impresso auditável. Ou seja, o presidente será investigado por defender uma eleição mais segura.

Nesse sentido, a própria juíza Ludmila Lins Grilo fez questão de comentar um vídeo postado pelo TSE onde o tribunal afirma que o sistema já possibilita a auditoria.

“O TSE fez um vídeo dizendo que o boletim de urna, por si só, já possibilita a auditoria, como se não fosse justamente o seu conteúdo que estivesse sob suspeita. O boletim de urna não é a prova, é o INVESTIGADO.”

Assim, as divergências entre Bolsonaro e Barroso parecem irreversíveis.

É o embate anunciado.

Um tem a força do povo. O outro tem a força da toga.

Quem vencerá?

Gonçalo Mendes Neto. Jornalista.

FONTE: Jornal da Cidade Online

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OPINIÃO: AUMENTAR FUNDO ELEITORAL EM TEMPO DE CRISE É UM ESCÁRNIO, SEGUNDO ALEXANDRE GARCIA

Alexandre Garcia: É um escárnio aumentar fundo eleitoral em momento de crise

No quadro Liberdade de Opinião desta sexta-feira (16), o jornalista avaliou a aprovação da Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO) para 2022 no Congresso

Da CNN, em São Paulo

16 de julho de 2021 às 10:10

Alexandre Garcia: É um escárnio aumentar fundo eleitoral em momento de crise

No quadro Liberdade de Opinião desta sexta-feira (16), Alexandre Garcia avaliou a aprovação da Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO) para 2022 no Congresso, que determina as metas e prioridades para os gastos do governo. A matéria segue agora para sanção do presidente Jair Bolsonaro (sem partido).

Entre os principais pontos do texto aprovado, está o aumento dos recursos destinados ao financiamento da campanha eleitoral do próximo ano. Segundo técnicos da comissão mista de orçamento, o fundo vai ser de R$ 5,7 bilhões em 2022, ano de eleições presidenciais, quase o triplo do registrado em 2018 e 2020, quando o fundo era de R$ 2 bilhões.

“Parece que somos 212 milhões patetas, se concordarmos com esse absurdo. Isso é um escândalo, um escárnio. O Produto Interno Bruto (PIB) brasileiro está aumentando, segundo a última previsão, cerca de 5,2% [neste ano]. Mas no ano passado caiu 4,1%. Temos um saldo, portanto, de crescimento de 1,1%. A LDO que foi aprovada na Câmara e no Senado prevê um aumento de salário mínimo para R$ 1.147, ou seja, vai aumentar menos de 5%. Agora, o nosso dinheiro, do contribuinte, pagador de impostos, é parte do seu suor. Desse dinheiro eles aumentaram o fundo eleitoral em 285%. Com que cara ficamos com isso? De pateta”, disse o jornalista.

“A maioria dos deputados e senadores votou pela aprovação disso. Alguns fizeram manifestações contrárias, mas foram minoria. Agora vai para sanção presidencial, mas como é que [o presidente] vai vetar uma coisa que vai contrariar todos os partidos políticos e a maioria dos deputados e senadores?”, questionou Garcia. “É um senhor desafio para o presidente da República. Num momento de crise, aumentar fundo eleitoral para gastar nas eleições em 285% é um escárnio.”

O Liberdade de Opinião tem a participação de Sidney Rezende e Alexandre Garcia. O quadro vai ao ar diariamente na CNN.

As opiniões expressas nesta publicação não refletem, necessariamente, o posicionamento da CNN ou seus funcionários.

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OPINIÃO: PEDIDO DE PRISÃO DE ALEXANDRE DE MORAES ESTÁ MUITO BEM FUNDAMENTADA E RICA EM DENÚNCIAS

O pedido de prisão de Alexandre de Moraes: Uma jogada brilhante com inúmeros reflexos

Imagem em destaque

O pedido de prisão de Alexandre o “Glande”, está muito bem fundamentado, e a peça está rica nas denúncias.

A PGR não tem data para se pronunciar, mas é obrigada a dar uma resposta.

A jogada parece brilhante, pois agora os togados se veem obrigados a acobertar, ou entregar a cabeça da serpente. E qualquer uma das escolhas vai ser desgastante.

Vamos lembrar que a denúncia foi também para a Corte Interamericana de Direitos Humanos, que julga agora em Agosto, outras ações antigas contra o ministro.

O pedido vir em Julho, aumenta a pressão por uma justificativa mais plausível, e vai expor as interferências nos poderes até dos outros ministros.

Eu diria que esse ato foi muito bem calculado. Eu só me preocupo com o advogado que fez o pedido.

Vamos imaginar que se houvesse mesmo uma “ruptura” pelo menos teria justificativas sólidas, mesmo com as reclamações dos globalistas.

Misture isso com a panguagem de Aziz, que acabou provocando as Forças Armadas, e as constantes provocações aos militares, e teremos um fortalecimento do bloco que apoia Jair.

A mídia tradicional se vê encurralada, tendo de parar a narrativa que até os militares não estão mais com Bolsonaro. Mais que isso; os núcleos do exército começam a endossar a declaração do presidente do STM, que disse que a galera está “Esticando demais a corda”.

A CPI que naufraga, tenta sobreviver ao recesso de férias, mas com os recentes depoimentos, não consegue mais sustentar as narrativas. O congresso já comenta que a parte da oposição no centrão tinha caido em uma armadilha quando montou a CPI, e com a firme posição de Lira, tudo indica que foi mesmo um Cavalo de Tróia bem sucedido do governo.

Vendo que o líder da Câmara não pautava o impeachment, a oposição começou a atacar e pedir a cabeça do deputado em Alagoas. Mas a estratégia deu ruim, e agora, Lira aproximou-se mais ainda de Bolsonaro. O pessoal tenta atrapalhar, mas não estuda os redutos eleitorais. Eles não sabem que Lira e Renan brigam pelo poder no estado, e que o desgaste do senador que é relator na comissão, privilegia os candidatos (Biu) de Lira. Existe a possibilidade, segundo comentários de alguns amigos de lá, que pode vir ele mesmo como candidato a governador.

Nos bastidores da indicação para a vaga de Marco Aurélio, os senadores do G7, tentaram conversar com os outros senadores para colocar Mendonça na espera, mas Pacheco acabou por desiludir os amigos, por saber que os senadores não iriam barrar um evangélico um ano antes do pleito. Claro que Malafaia fez questão de lembrar isso. Então esperem tranquilos uma confirmação.

Pelo que se observa agora, o plano é criar uma atmosfera de mágoa de Aras contra o presidente, por ter indicado Mendonça. Augusto, que terá a PGR reconduzida, receberá a maior parte das denúncias contra o presidente após a confirmação de Mendonça. Porém o governo já entendeu o lance, e deve ter conversado sobre boas estimativas para o futuro do atual PGR.

E o papo deve ter sido bacana, pois na semana passada a Procuradoria grudou no Flávio Dino, que é oposição declarada. Fato que mela um pouco a super coligação que Kassab queria montar até 2022.

Os casos de Xing ling começam a cair vertiginosamente, e a imunização brasileira passa a ser referência na América Latina. A (Pfizer) conduziu um estudo dizendo que a (v.a.c.i.n.a) pode proteger até de novas cepas, e o mercado adorou. As projeções do PIB, aumentaram ainda mais, e agora o Brasil passa a ser um dos melhores investimentos para capital estrangeiro.

A próxima jogada agora é de Guedes.

Ele anunciou as privatizações, e ajudou o mercado a retomar o fôlego, com o declínio da (Pandemia). O próximo lance é apostar nos 124 bilhões que vão chegar da possível inflação. Se ele converter esse dinheiro em um novo programa Super Bolsa família em Julho do ano que vem, vai inundar o mercado no consumo, trazendo mais empregos, maximizando ainda mais o superciclo que o Brasil pega agora, e vai até Agosto do ano que vem.

Com o fracasso de uma possível “superliga” contra Jair, concretizado pelos atos de violência na Paulista, as candidaturas fragmentam. Ciro e Milk sabem disso, mas vão tentar pleitear do mesmo jeito. Só negociam com Lula após um primeiro turno.

Eles vão pagar para ver, e tentar apostar no desgaste ao presidente.

A jogada inteligente do governo, foi ampliar a internet por todo o país. Locais que eram pautados apenas pela midia tradicional, agora tem acesso a outros veículos. Quem lembra como Jair se elegeu em 2018, vai entender o que eu quero dizer. Se olhar as pesquisas de 2019 e 2020, já vai notar uma alteração na percepção do eleitor no Nordeste e Norte.

A única possibilidade de Bolsonaro perder, seria em uma fraude eleitoral. E por isso, é mais que importante que exista uma manifestação nacional de pauta única para o “Voto auditável, com contagem pública de votos”.

Com bastante adesão.

Esse é o único pedido nesse texto.

Mas as notícias são boas não?

Victor Vonn Serran

Fonte: Jornal da Cidade Online

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OPINIÃO: ATÉ FILME DE TERROR DE STEPHEN KING TEM MAIS PREVISIBILIDADE E LÓGICA DO QUE O COMANDO DA CPI

Daniel” revisitado… Ministro chantageado – E agora? (veja o vídeo)

Luís Roberto Barroso e José Dirceu - Foto: José Cruz, Fábio Rodrigues Pozzebom/Agência BrasilLuís Roberto Barroso e José Dirceu – Foto: José Cruz, Fábio Rodrigues Pozzebom/Agência Brasil

Em meio ao prorroga ou não prorroga a CPI, uma vez mais o tal G7 pede guarida ao STF. O que causa espanto não é a prorrogação em si, mas, o próprio legislativo pedir a interferência do judiciário em matéria interna corporis.

Até filme de terror de Stephen King tem mais previsibilidade e lógica que o comando da CPI.

O G7 argumentou, pediu, bateu pé, fez manha, mas o Pacheco não respondeu, e eu tenho de admitir amigo ouvinte leitor, que nesse ponto a lógica em tese existe. Não foi o STF que mandou abrir a CPI e o Pacheco cumpriu rapidinho? Parece fazer todo sentido, agora que o G7 não concluiu nada, não encontrou objeto que embase o seu relatório, está pedindo ao STF que ordene ao Pacheco para prorrogar.

Pois é, o sistema é bruto, é disruptivo, é tão lógico quanto o rabo abanando o cachorro ou poste mijando nele. É da mesma espécie da jabuticaba, genuinamente nacional, a tartaruga na no alto do poste, ninguém sabe como chegou lá, só se sabe que alguém colocou.

Nem vou discorrer sobre a insanidade do núcleo de uma CPI ter mais crime nas costas que o Charles Manson, que o bandido da luz vermelha. Faria inveja ao Lúcio Flávio, que se sentiria um punguista. O Brasil não é um país pra amadores, basta salientar que os dois bandidos que mencionei viraram filme, música, livro e muita gente batizou seus filhos em homenagem, a eles.

Será que teremos na próxima geração crianças chamadas Humberto Costa, Randolfe Rodrigues, Omar Aziz, Renan Calheiros e companhia bela? Deus tenha piedade de nossas crianças. E tudo isto acontecendo em meio a revelações bombásticas do Daniel.

Sim, Daniel, o pseudônimo de Dirceu que em seus momentos de cárcere, tal qual Maquiavel, escreveu cartas ao príncipe. Bom, na verdade não temos príncipe, então ele escreveu cartas aos petistas militantes mesmo. À época um jornal paulista de grande circulação fez até editorial.

O então recém-chegado à corte, pareceu ter ficado tão consternado e bem impressionado com as tais cartas, haja vista entender a si mesmo como um iluminado, agraciado com a longa toga negra. Então empossado ministro do STF, Barroso soltou Dirceu, pareceu que o coração amoleceu, na discussão pública com Gilmar Mendes disse que entendeu que todos são iguais perante a lei, claro, uns são mais iguais que outros.

Uma vez mais Gilmar Mendes afirmou que um ministro estaria sendo vítima de chantagem. Não fosse o assunto de extrema gravidade, ficou o dito pelo não dito e Dias Toffoli apareceu com a cara toda machucada, só vi pugilista com a face tão lesionada, maltratada, marcada, atingida, partida. Foi acidente doméstico, segundo o próprio. O tapete persa deve ter lhe dado uma solapada.

Barroso solta Dirceu e Toffoli parece um sparring. Seria mais de um ministro sendo chantageado? Um agente da CIA visita o Brasil. Com que finalidade ele se deslocaria dos EUA pra cá? Teria informações sigilosas e comprometedoras a contar? Só sei que menos de 24 horas depois, o presidente twitta. Abro aspas “- Vamos supor uma autoridade filmada numa cena com menores (ou com pessoas do mesmo sexo ou com traficantes) e esse alguém (“Daniel”) passe a fazer chantagem ameaçando divulgar esse vídeo.” Fecho aspas!

Tenho que confessar, novela brasileira com estilo de mexicana cansa, estressa, mas, explica muita coisa. Temos reclamado das mudanças de posicionamento do STF há muito tempo. Estaria Daniel por trás de tudo isso? O 9 fingers solto, não entra nesta conta?

Ahhh, meu amigo ouvinte leitor, há mais mistérios entre o céu e Brasília do que sonharia nossa extensa cartilha política. Aguardemos as cenas dos próximos capítulos, mas, uma coisa é certa, parece que aquele que chamavam de Bozo da Corte, fez poker face no “baralho capado”, será que já temos um “Best of it”!!

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OPINIÃO: LIMPEZA NAS ESTRUTURAS DA NAÇÃO FEITA PELO GOVERNO BOLSONARO TEM INCOMODADO AS ELITES ACOSTUMADAS A MAMAR NAS TETAS DO ESTADO

O GRANDE GOLPE

Fotomontagem: JCO (Reprodução)Fotomontagem: JCO (Reprodução)

Em 2019, Jair Bolsonaro começa a governar e a mudar o Brasil. Inicia uma limpeza nas estruturas da nação. As elites encasteladas e acostumadas a mamar nas tetas do estado se sentem incomodadas. Não se conformam. Não aceitam. Repetem que a eleição de Bolsonaro foi um “erro”.

Eles, os que estão há 23 anos no poder é que deveriam governar. Eles é que são os bons. Eles é que deveriam ter recebido os votos de Bolsonaro.

Dois anos e meio depois, partem para o golpe final. Estão desesperados, pois em 2022 existem eleições e eles serão varridos do poder que ainda detém espalhados pelos Ministérios, pois continuará o desmonte das pautas de esquerda e o trabalho de “despetização” do governo, novos senadores serão eleitos e julgarão os juízes corruptos do Supremo, novos deputados federais, novos governadores e o Cartel de Imprensa será desmontado.

O desespero é geral. Urge a derrubada do Presidente.

Eis o resumo do grande golpe e seus atores:

– O Supremo Barroso manda instalar a CPI da pandemia a pedido de Randolfe Rodrigues e seus apaniguados. Dominam a CPI os piores elementos do Senado, todos suspeitos de desviar dinheiro público. Elegem Omar Aziz, Presidente, relator, Renan Calheiros, vice, Randolfe Rodrigues. Os três criam dentro da CPI o grupo denominado G7, para que possam controlar todas as ações e fazer as mais espalhafatosas acusações contra o Presidente.

– Os elementos do G7, sintonizados ao Consórcio de Imprensa, que na verdade é um Cartel encarregado de produzir panfletos políticos contra o governo, formado por Estadão, G1, O Globo, Extra, Folha e UOL repercutem o discurso do G7. Repetem exatamente as mesmas matérias e distribuem para todo Brasil. Não existe espaço para o contraditório.

– O STF, hoje, lamentavelmente, uma das instituições com maior rejeição no país, sua credibilidade se aproxima de zero, já não se dá ao trabalho de guardar as aparências, acolhe tudo o que as esquerdas pleiteiam. Tudo é feito às claras, com arrogância daqueles que se consideram estar acima de tudo. Interpretam a Constituição a seu bel-prazer. Isso comprova que a democracia está em perigo.

Os três grupos votaram, trabalharam contra Bolsonaro e perderam.

Os três grupos, mais os artistas, as ongs, os sindicatos trabalharam juntos contra o Presidente e levaram uma surra de votos da população.

Os três grupos, mais os institutos de pesquisas, junto com os Partidos de esquerda PT, PSOL, PCB, PSB e mais o PSDB, os maiores Partidos Políticos do país, com todos os seus senadores, deputados, vereadores, Prefeitos, Governadores, a máquina do estado, dinheiro de corrupção, levaram uma surra de Bolsonaro e do povo e perderam as eleições.

O povo votou e escolheu Bolsonaro porque se identificou com suas lutas.

Os donos do poder, aturdidos, jamais se conformaram. Nunca aceitaram o resultado. Desde o primeiro dia de governo eles decidiram derrubar o Presidente e suas pautas.

E repetiram abertamente: “Ganhou, mas não governa”.

Vamos amarrar as pontas:

– Uma CPI + Um Cartel de Imprensa + Juízes do STF. O funcionamento da guilhotina do grupo é assim:

As esquerdas denunciam o governo, o STF recebe e aceita, o Cartel repercute 24 horas por dia. Essa é a cantilena. Todos os dias.

Esse é o cenário.

Eis porque uma denúncia sem sentido, de um deputado que tem tantas acusações quanto os senadores da CPI, é importante. Ela fortalece o grupo. Vitamina o golpe. Inventa uma narrativa fantástica, como tantas que já foram inventadas. A última é uma manchete covarde da Folha:

“Governo Bolsonaro pediu propina de US$ 1 por dose, diz vendedor de vacina”.

Aí vem a explicação: “Representante da empresa Davati Medical Supply afirmou à repórter Constança Rezende que proposta partiu de Roberto Dias, diretor do Ministério da Saúde”.

Isto é, um dos Diretores do Ministério da Saúde, remanescente de governos anteriores, pede propina, e o jornal diz que quem pediu foi Bolsonaro.

Imediatamente o Diretor foi exonerado pelo Ministro da Saúde.

Precisamos dar uma resposta à altura.

Precisamos proteger o Presidente.

Precisamos proteger nossos votos contra os golpistas.

Essa é a maior trama para retomada de poder já esquematizada dentro do Brasil.

Fonte: Jornal da Cidade Online

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OPINIÃO: ALEXANDRE GARCIA AVALIA DECISÃO DO STF DE SUSPENDER CONVOCAÇÃO DE GOVERNADORES NA CPI DA PANDEMIA

Alexandre Garcia: A não convocação de governadores esvazia a CPI da Pandemia

No quadro Liberdade de Opinião, o jornalista avaliou a decisão do Supremo Tribunal Federal (STF) de suspender a convocação de governadores à comissão

Da CNN, em São Paulo

25 de junho de 2021 às 10:04

Alexandre Garcia: A não convocação de governadores esvazia a CPI da Pandemia

No quadro Liberdade de Opinião desta sexta-feira (25), Alexandre Garcia avaliou a decisão do Supremo Tribunal Federal (STF) de suspender a convocação de governadores na CPI da Pandemia.

Sete dos onze ministros do Supremo se manifestaram e, até aqui, a decisão é unânime. Está valendo o argumento central da relatora, a ministra Rosa Weber, de que a CPI tem poder de investigação, mas não pode extrapolar a Constituição, que impede que deputados e senadores investiguem chefes de executivos locais.

“Quem sai ganhando nessa foi [Wilson] Witzel, que aproveitou a CPI para fazer sua defesa e foi muito bem tratado pelo relator [Renan Calheiros]. A decisão do STF é que o chefe do poder executivo não pode ser convocado, então não podem [depor] 5.570 prefeitos, os governadores e o presidente da República. Acho que isso dá uma esvaziada na CPI”, comentou o jornalista.

“Mas, por outro lado, dá um fortalecimento para quem aparentemente foi prejudicado, que é o autor do requerimento das 45 assinaturas, o senador [Eduardo] Girão. Ele claramente queria investigar os governadores, mas ele se fortalece porque já que os governadores do Consórcio Nordeste não vão [à CPI], há mais um motivo para convocar o diretor-executivo do Consórcio Nordeste, Carlos Gabas.”

Fonte: CNN

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OPINIÃO:O RELATOR E O PRESIDENTE DA CPI DA PANDEMIA ENFRENTARAM A EXPERIÊNCIA PARLAMENTAR DO DEPUTADO FEDERAL OSMAR TERRA QUE BARROU A TRUCULÊNCIA DA DUPLA

A acachapante vitória de Osmar Terra na CPI contra a jocosidade e truculência da dupla Aziz e Renan

Foto: Jefferson Rudy/Agência SenadoFoto: Jefferson Rudy/Agência Senado

A jocosidade do relator da CPI da Pandemia, senador Renan Calheiros e a ironia de seu presidente, senador Omar Aziz, enfrentaram uma muralha na manhã desta terça, 22.

A experiência parlamentar do deputado federal Osmar Terra barrou a truculência da dupla.

Sem se alterar e sentindo-se em casa como parlamentar, Terra rebateu cada ironia e entrelinha. O gaúcho fez os dois perderem o rebolado e expôs a fragilidade desses inquisidores antibolsonaristas.

Sem preparo, os cabeças da CPI estão presos unicamente à cruzada contra o presidente Jair Bolsonaro, o verdadeiro alvo desta comissão. Até o senador Randolfe Rodrigues acabou dando um chilique e rodou a baiana em um embate paralelo com o senador Ciro Nogueira.

Médico, ex-ministro de Temer e de Bolsonaro, deputado por vários mandatos, Osmar Terra colocou os pontos nos “is” quando tentaram lhe imputar a defesa da “imunidade de rebanho”. Deixou claro que nunca foi estratégia, como tentava impor a dupla inquisidora. Ele apenas constatava uma verdade científica nos fins da pandemia.

Quem virou bola murcha foi o senador baiano Otto Alencar, que também é médico. Travestido de Professor Raimundo, tentava criar pegadinhas com respostas pré-elaboradas.

A grande contribuição de Osmar Terra foi desmontar a tese do gabinete paralelo e a defesa de imunidade de rebanho. A CPI começou a desmoronar nessa terça. Ficaram expostos o despreparo e os reais objetivos de seus dirigentes.

Texto de Cláudio Magnavita. Diretor de redação do Correio da Manhã. (Publicado originalmente no Correio da Manhã).

Fonte: Jornal da Cidade Online

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OPINIÃO: SERÁ QUE O EXÉRCITO E O SUPERIOR TRIBUNAL MILITAR ESTÃO SENDO AFRONTADOS COM DECISÃO DA MINISTRA CARMEN LÚCIA?

A decisão de Cármen Lúcia: Uma afronta ao Exército e ao Superior Tribunal Militar?

Fotomontagem: Nelson Jr/STF e Antonio Cruz/Agência BrasilFotomontagem: Nelson Jr/STF e Antonio Cruz/Agência Brasil

A ministra Cármen Lúcia deu um prazo de 5 dias para que o Ministério da Defesa preste informações sobre o sigilo imposto pelo Exército Brasileiro no processo administrativo aberto contra o general Eduardo Pazuello.

A determinação da ministra atende a mais uma ação de partidos de esquerda, sempre dispostos a infernizar a vida do presidente da República e prejudicar o Governo Federal.

É uma decisão absurda, onde não se vislumbra qualquer amparo legal.

Faz parte do insano jogo da politicagem de uma turma que trabalha incansavelmente contra o país.

Ademais, o Exército Brasileiro não deve satisfação de seus atos ao Supremo Tribunal Federal.

As questões que envolvem os militares possuem como foro competente para julgamento o Superior Tribunal Militar.

Assim, impossibilitada de inquirir o Exército, a ministra dirigiu-se ao Ministério da Defesa, órgão do Poder Executivo.

Entretanto, é evidente que o ministério não tem as informações que a ministra deseja.

A via torta que Cármen Lúcia está tentando trilhar para chegar ao Exército é uma aberração.

E só contribui para alimentar a insegurança jurídica que vivenciamos presentemente.

Gonçalo Mendes Neto. Jornalista.

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OPINIÃO: R$ 320 MIL É MUITO POUCO PARA INDENIZAÇÃO POR DANOS MORAIS

Caro(a) leitor(a),

A dra. Nise Yamaguchi foi muito complacente e “injusta” ao cobrar apenas R$ 320 mil de indenização pelo enorme vexame, humilhação e desonra que passou no plenário da CPI da Covid. Um milhão para cada senador imbecil ainda seria muito pouco, se levarmos em consideração o tamanho da audiência a que a Dra. estava submetida. Um vexame em cadeia nacional, ao vivo e em cores, onde milhões de telespectadores presenciaram uma verdadeira curra. Portanto, ela não pode perder essa oportunidade de processar esses bandidos do colarinho branco, todos indiciados ou condenados pela justiça. Os valores neste país estão de cabeça para baixo. Nunca se viu tanta bizarrice!

Presidente da CPI nega misoginia e acusa Nise de ter mentido no depoimento

Junto com Otto Alencar, Omar Aziz está sendo processado pela imunologista por conta de sua conduta durante a oitiva da especialista.

Publicado em 20.06.2021

Edilson Rodrigues | Agência Senado

O presidente da Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) da Pandemia, senador Omar Aziz (PSD-AM), afirmou neste domingo (20) estar “tranquilo” em relação ao processo judicial impetrado pela médica oncologista e imunologista Nise Yamaguchi.

“Estou tranquilo. Sou presidente de uma CPI. Meu comportamento é igual com todos, não há diferença”, garantiu.

Na ação, conforme noticiado pelo Conexão Política, a profissional de saúde cobra de Aziz e do senador Otto Alencar (PSD-BA) uma indenização por danos morais no valor total de R$ 320 mil, além de pedir que a Procuradoria-Geral da República (PGR) investigue se houve crime de abuso de autoridade.

A especialista alega ainda ter sido vítima de misoginia, preconceito contra mulheres e humilhação durante a oitiva no dia 1º de junho. O valor indenizatório, caso a médica vença a demanda judicial, será doado às redes hospitalares que atendem crianças com câncer.

Ainda sobre o episódio, Aziz acusou Nise de mentir durante o depoimento. Segundo ele, a CPI fará requerimento para ter acesso aos prontuários dos pacientes que ela atendeu.

“Ela nos disse que foi a Brasília três vezes e a CPI detectou que ela foi 13 vezes, das quais oito ela pagou com dinheiro vivo. Ela tem muito mais a explicar do que eu. Eu estou tranquilo. Acho bom ela não se preocupar comigo e com o senador Otto. E sim com os pacientes que ela atendeu e que morreram”, finalizou.

Marcos Rocha

Editor-chefe do Conexão Política e natural de Campo Grande (MS).
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OPINIÃO: MISTÉRIO QUE RONDAVA KAJURU, O SENADOR INCÓGNITA NA POLÍTICA FOI REVELADO

Perdido e isolado, Kajuru é abandonado por seus próprios eleitores (veja o vídeo)

Jorge Kajuru - Foto: Ludmilla Gondim/Câmara Municipal de GoiâniaJorge Kajuru – Foto: Ludmilla Gondim/Câmara Municipal de Goiânia

Por muito tempo o Kajuru foi uma incógnita na política, falava alto, era estridente, de vez em quando comprava briga com ministros do STF, se dizia de esquerda, depois que não era de esquerda nem de direita, afirmava torcer pelo Bolsonaro e depois vazou a conversa privada que teve com ele.

Mas finalmente o mistério que rondava o hoje Senador parece ter sido solucionado, Kajuru é simplesmente um Idiota. Só que não é qualquer idiota, é o idiota mais perigoso de todos; o Idiota Motivado!

Após um mandato teatral, como vereador, sua atuação no Senado tem feito com que as pessoas que se arrependeram de votar nele passem a sentir além do arrependimento, também a vergonha.

Em sua mais nova investida, Kajuru resolveu atacar influenciadores que ganharam dinheiro monetizando seus vídeos através do Google (Youtube). Detalhe; o próprio Kajuru faz isso, e pior, ele mesmo assume que usa assessores de seu gabinete (pagos obviamente com dinheiro público) para gerenciar seus canais nas redes sociais. O último levantamento apontava que Kajuru já havia recebido R$ 48 mil reais do Google.

Agora, o Senador que adora arrotar sua bravura, diz que “não tem medo de requerer a convocação” dos influenciadores que tiveram seus nomes jogados na lama por emitir opiniões que desagradam a grande mídia e os Senadores da CPI anti-bolsonarista.

Kajuru quer saber se este youtubers e jornalistas estão sendo financiados por alguém (um questionamento esdrúxulo já que ele mesmo ganha dinheiro com anúncios no YouTube e sabe como o processo funciona). Os alvos principais serão o veterano jornalista Alexandre Garcia, o professor Gustavo Gayer e o Jornalista Allan dos Santos. Três nomes que constam na lista de influenciadores que a CPI diz terem propagado Fake News.

É compreensível a frustração de Kajuru, afinal com esforço e mérito próprio, pessoas como o Gustavo Gayer conseguiram em 1 ano o que ele não conseguiu em três décadas; credibilidade.

Confira:

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OPINIÃO: A ESQUERDA NÃO ADMITE FRAUDE NAS URNAS, MAS NÃO RECONHECE O PRESIDENTE ELEITO. O PRESIDENTE ELEITO AFIRMA QUE HOUVE FRAUDE, MAS NÃO ADMITE ANULAR AS ELEIÇÕES. DEU PRA ENTENDER?

Caro(a) leitor(a),

Estamos passando por uma situação muito delicada e ao mesmo tempo esdruxula politicamente nesse país. O ódio exacerbado e as provocações constantes de ambas as partes , iniciadas bem lá atrás, ainda na campanha das eleições de 2018 nos faz viver um eterno clima de disputa política, como se o resultado das urnas, numa eleição pacífica e democrática não fosse suficiente ou tivesse a legitima outorga para dar o devido poder a um presidente. Começando pelo próprio presidente, devidamente empossado, afirma que houve fraude no primeiro turno, onde ele teria sido eleito. Ora, se houve fraude no primeiro turno ele está admitindo que a sua posse é ilegítima. Do outro lado uma esquerda inconformada, com o apoio da grande imprensa não reconhece Bolsonaro como o legitimo presidente do Brasil boicotando 24 horas por dia, sete dias por semana esse governo que agoniza e não consegue governar. Então o cotidiano, a vida do brasileiro e do Brasil se reduz a um interminável palanque eleitoral, com um lado que não acredita que houve fraude nas eleições e desta forma legitimando-a, mas insistindo em não reconhecer um governo eleito democraticamente e do outro um presidente que foi eleito democraticamente insistindo em dizer que houve fraude nas eleições que o elegeram. Isso não é apenas esdruxulo, mas bizarro e surreal.

Bolsonaro emociona multidão ao fazer gesto semelhante ao de Ayrton Senna (veja o vídeo)

Foto Reprodução/InternetFoto Reprodução/Internet

Durante a motociata ocorrida em São Paulo no último sábado (12), o presidente Jair Bolsonaro emocionou seus apoiadores ao fazer um gesto semelhante ao do ídolo brasileiro Ayrton Senna.

O passeio de moto que foi organizado por apoiadores do presidente, levou uma multidão às ruas, para acompanhar a passagem do mandatário.

Ao descer de sua moto, o presidente recebeu a bandeira do Brasil de um dos participantes e, aos gritos de “mito”, foi ovacionado.

Confira:

Fonte: Jornal da Cidade Online

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OPINIÃO: ENQUANTO CIDADÃO PAULISTANO É OBRIGADO FICAR EM CASA, GOVERNADOR TOMA SOL EM HOTEL DE LUXO

O repugnante momento de lazer do cara que colocou a PM para agir contra os cidadãos em praias e praças

Foto Reprodução/InternetFoto Reprodução/Internet

Enquanto você está sem emprego, vendo faltar comida em casa, dependendo de um auxílio governamental (ou nem isso), a Pantera Cor-de-Rosa toma sol no Fairmont Copacabana, onde cada diária custa um salário mínimo (aquele que milhões de paulistas deixaram de receber, graças à sua conduta vergonhosa como governador).

O cara que fechou o estado mais importante do país, que colocou a PM para agir contra os cidadãos em praias e praças, que fez sei lá quantos discursos contra aglomerações e pelo uso de máscaras, foi retocar a marquinha em público, sem máscara.

Justo ele, que adiantou feriados e instituiu toque de recolher, para que ninguém viajasse sem necessidade, justificou que o “click” foi tirado em um “momento de descanso e lazer com a família”.

Não tem o que comentar. Não existe nenhuma análise a ser feita. Se fôssemos um país sério, esse homem seria apedrejado em praça pública.

No lodo da política tupiniquim, de onde saem os personagens mais abjetos, a baixeza de João Doria se destaca.

No lixão, é o chorume!

O Brasil não é para amadores

Foto de Felipe Fiamenghi

Felipe Fiamenghi

Fonte: Jornal da Cidade Online

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OPINIÃO: O TRATAMENTO PRECOCE É UMA QUESTÃO DE LIVRE ARBÍTRIO

Caro(a) leitor(a),

Na minha humilde OPINIÃO o campo de batalha que se formou no Brasil em torno do tratamento precoce é algo simplesmente surreal e bizarro. Primeiro porque remédios como ivermectina e cloroquina estão no mercado há pelo menos 70 anos e já se sabe de todos os efeitos colaterais que por ventura possam surgir nos pacientes que utilizarem como tratamento precoce e cabe ao médico única e exclusivamente a prerrogativa de orientar ao paciente o seu uso. E este uso é consensual médico/paciente. Segundo porque tudo na vida é uma questão de crença. Se o paciente acredita que um determinado remédio pode salvar a sua vida, ninguém tem o direito de tolhe-lo desse arbítrio, pois como sabemos, todo e qualquer remédio para ser produzido precisa passar pela fase de testes em humanos, onde uma parte dessas cobaias recebem um placebo e historicamente parte desses pacientes que recebem placebo se curam simplesmente pela força da fé e/ou crença. Então, isso é apenas uma questão de livre arbítrio. A escolha é do paciente junto com o médico e cada um que cuide da sua vida!

Ludmila Ferber diz que venceu Covid-19 com tratamento precoce: ‘Funciona’

Cantora cristã diz ter seguido protocolo.

Published on 06.06.2021

Reprodução | Facebook

Em um vídeo publicado na última sexta-feira (4), a cantora gospel Ludmila Ferber, um dos principais nomes do segmento cristão, revelou ter testado positivo para a Covid-19.

Ao lado do ex-senador Magno Malta, Ludmila contou que contraiu a doença em setembro do ano passado. Além dela, outros familiares também foram infectados.

Lutando contra um câncer de pulmão há quase três anos, ela surpreendeu ao dizer que fez uso do ‘tratamento precoce’— adotando medicamentos como cloroquina e ivermectina.

“Sim, foi em setembro do ano passado [que contraiu a Covid]. Mas eu dou graças a Deus que eu fiz o tratamento precoce. Então, eu passei pela Covid de uma forma impressionante. Estamos aí para testemunhar: funciona!”, afirmou.

Embora o novo coronavírus (Sars-CoV-2) ainda seja um mistério em muitos aspectos, médicos e pesquisadores do mundo todo já sabem que o pulmão é o órgão mais afetado pela doença.

Nos pulmões, o vírus infecta células dos alvéolos —onde ocorre a troca de gases entre o pulmão e corrente sanguínea— passando a se multiplicar, matando a célula hospedeira e atuando rapidamente para contaminar outras células.

Ainda no vídeo, Ludmila fez questão de frisar que seguiu o protocolo de modo completo.

“Fiz todo o protocolo. Não só eu, mas parte da minha família também fez o tratamento precoce”, completou.

O ex-senador, por sua vez, reiterou o que foi dito pela pastora evangélica e lamentou o cenário que o país atravessa, afirmando que há uma ‘inversão de valores’.

“Então quem nega o protocolo não é negacionista, negacionista é quem quer o protocolo pra que as pessoas não precisem ser entubadas e serem levadas a UTI, nós estamos vivendo uma inversão, um drama espiritual no país“, acrescentou Malta.

Jornalista, professor e comentarista político. Cobre os bastidores de Brasília no Conexão Política.

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OPINIÃO: REDE GLOBO ABRE OFICIALMENTE A TEMPORADA DE CAÇA AO PRESIDENTE DA REPÚBLICA

Caro(a) leitor(a),

O artigo a seguir deixa bem claro o modus operandi da Rede Globo, quando convoca um senador de oposição e outro da situação para debater, mas tem na sua bancada de jornalistas uma militância comprometida em única e tão somente destituir o presidente Bolsonaro provocando um impeachment. O vídeo, ao final do artigo comprova isso, na medida que expõe a agressividade e deselegância da jornalista Natuza Nery, como eu nunca havia visto antes. Foi necessário a apresentadora pedir os comerciais. Fiquei impressionado com o comportamento da jornalista, a quem eu tanto admirava. É algo que não me contaram, eu presenciei. Portanto, está escancarada e definitivamente aberta a temporada de caça da TV Globo ao presidente Jair Bolsonaro. Convido você a assistir ao vídeo e constatar esse vexame!

Marcos Rogério derruba ‘armação’ em debate da GloboNews e faz repórter perder a educação e a elegância (veja o vídeo)

Fotomontagem reproduçãoFotomontagem reprodução

A Globo News reuniu para um debate sobre a CPI da Covid os senadores Marcos Rogério e Otto Alencar.

Preparado, inteligente e habilidoso, o senador de Rondônia não permitiu que o plano adredemente preparado pela emissora prevalecesse.

A Globo visivelmente se agarra na CPI para tentar criminalizar o presidente Jair Bolsonaro. Joga com todas as suas forças pelo impeachment.

O que a Globo quer, na realidade, é o retorno dos ‘bons’ tempos de outrora, quando faturava enormes verbas publicitárias com o carimbo oficial do Governo Federal.

Para tanto, precisa derrubar Bolsonaro.

Nesse sentido tem planejado sua programação, tentando dar ares de credibilidade as encenações protagonizadas pelos senadores do famigerado grupo G7.

Eis que surge um jovem senador, até então desconhecido do grande público, e simplesmente diz, com absoluta propriedade, a verdade que tentam esconder e desmantela a armação da emissora.

O mundo desaba e a jornalista Natuza Nery sobe nas tamancas.

No vídeo abaixo, a performance do brilhante parlamentar e a intervenção imprópria e deselegante da jornalista, que tenta encenar pose de vitima, mas não convence.

Gonçalo Mendes Neto. Jornalista.

Veja o vídeo:

da Redação

Fonte: Jornal da Cidade Online

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