OPINIÃO: UMA MUDANÇA RADICAL NA CULTURA EDUCACIONAL BRASILEIRA PRECISA ACONTECER IMEDIATAMENTE

OPINIÃO

CARO(A) LEITOR(A),

ENTRANDO NO TÚNEL DO TEMPO PARA VERIFICAR O QUE SE TORNOU REALIDADE OU NÃO DESDE O INÍCIO DO GOVERNO BOLSONARO, PODEMOS CONSTATAR QUE NADA MUDOU NA EDUCAÇÃO BRASILEIRA. SENÃO VEJAMOS:

ESTOU COM O PRESIDENTE BOLSONARO E NÃO ABRO NESSA QUESTÃO DOS CONCURSOS PÚBLICOS. EXPLICO O PORQUÊ!

NA ESTEIRA DA EQUIVOCADA POLÍTICA DE EDUCAÇÃO NESTE PAÍS, CRESCEU UMA CULTURA TAMBÉM EQUIVOCADA DE UM ESTADO MÃE QUE A TODOS ACOLHE SOB O SEU MANTO PROTETOR ESTATIZANTE E TRANSFORMOU NUM SONHO ENTRE 7 A CADA 10 JOVENS BRASILEIROS SER SERVIDOR PÚBLICO. COM ISSO PROLIFERARAM COMO ERVA DANINHA EM TERRENO BALDIO OS FAMIGERADOS CURSINHOS PREPARATÓRIOS PARA CONCURSOS PÚBLICOS, BEM COMO AS FACULDADES E UNIVERSIDADES, SEM CRITÉRIOS EM DETRIMENTO DA QUALIDADE. ALÉM DO FATO DE O ENSINO DE BASE ESTAR TOTALMENTE DEBILITADO NAS ESCOLAS PÚBLICAS. DESTA FORMA SE PRODUZIU UM SEM NÚMERO DE ESTUDANTES COM O ILUSÓRIO SONHO DE OBTER UM CANUDO DE NÍVEL SUPERIOR COM O ÚNICO INTUITO DE PASSAR EM UM CONCURSO PÚBLICO. PORTANTO EQUIVOCADA A POLÍTICA EDUCACIONAL E EQUIVOCADO O SONHO DE 90% DOS POBRES ESTUDANTES SEM A MENOR CHANCE DE PASSAR NUM CONCURSO PÚBLICO, DADO QUE APENAS 10% DESSA MASSA ESTUDANTIL ESTÁ APTA A CONCORRER DE VERDADE NUM CONCURSO. UM DESPERDÍCIO TERRÍVEL, LAMENTÁVEL, POIS SE TRATA DE VIDAS, DO FUTURO DE MILHARES DE JOVENS QUE PODERIAM TER CONDUZIDO SUAS VIDAS DE FORMA DIFERENTE, COM MELHOR APROVEITAMENTO DE SEUS TALENTOS NATOS SE O FOCO FOSSE OUTRO.

ESSA CULTURA PRECISA MUDAR SE NÓS QUISERMOS QUE O BRASIL TENHA FUTURO, POIS ESTAMOS COM PELO MENOS 50 ANOS DE ATRASO COM RELAÇÃO AOS PAÍSE DE PIB SEMELHANTE AO NOSSO EM TERMOS EDUCACIONAIS E O FUTURO ESTÁ NA RETOMADA DA PRODUÇÃO, NA GERAÇÃO DE EMPREGOS E NA QUALIFICAÇÃO TÉCNICA DESTES JOVENS QUE ESTÃO PERAMBULANDO NAS PORTAS DOS CURSINHOS DESSE PAÍS.

BOLSONARO DIZ QUE DIFICILMENTE BRASIL TERÁ CONCURSOS PÚBLICOS NOS PRÓXIMOS ANOS

Redação

Publicado em 

Por  Dificilmente teremos concurso no Brasil nos próximos poucos anos”. | ASMETRO-SI

O presidente Jair Bolsonaro disse neste sábado que dificilmente haverá concursos públicos no Brasil nos “próximos poucos anos”, tendo em vista as restrições do orçamento público. O presidente afirmou que o ministro da Economia, Paulo Guedes, já decidiu restringir a realização de novos concursos para conter os gastos com pessoal do governo federal.

A declaração foi feita pelo presidente ao afirmar que não é o governo quem cria empregos. Segundo ele, o presidente poderia fazer isso apenas com concursos ou abrindo cargos comissionados na máquina pública, mas o caminho para reduzir as taxas de desemprego, afirmou, é estimulando o crescimento da economia brasileira por meio de investimentos privados. Ele citou como um fator em favor disso especialmente a aprovação da reforma da Previdência , que tramita na Câmara dos Deputados. Ele também relacionou o aumento da violência ao desemprego.

“Em todas as minhas andanças pelo mundo, parece que a palavra mágica passou a ser reforma da Previdência. Muita gente quer investir aqui. E gente de dentro do Brasil. Estão esperando isso que virou algo mágico. Se a Previdência sair, voltamos a ter confiança e os investimentos virão. E atrás disso vem emprego. Pessoal cobra de mim. Emprego não sou eu. Eu emprego quando crio cargo de comissão ou quando faço concurso.”— afirmou o presidente.

Bolsonaro acrescentou que poucas áreas do governo estão autorizadas pelo Ministério da Economia a realizar concursos e citou as polícias Federal e Rodoviária Federal. Em março, o governo endureceu as regras para realização de concursos. Um decreto aumentou as exigências para órgãos do governo pedirem novas seleções de servidores estatutários. É preciso apresentar ao Ministério da Economia ao menos 14 tipos de informação para fundamentar o pedido, demonstrando por exemplo que as atividades não poderiam ser prestadas por equipes terceirizadas.

“Paulo Guedes decidiu basicamente que poucas áreas terão concurso, porque não tem como pagar mais. O problema é esse. A gente até gostaria em uma área ou outra. Abri uma exceção para a Polícia Federal e a Polícia Rodoviária Federal. Fora isso, dificilmente teremos concurso no Brasil nos próximos poucos anos.” — disse o presidente Bolsonaro.

Da Redação

Fonte: Conexão Política

Continuar lendo OPINIÃO: UMA MUDANÇA RADICAL NA CULTURA EDUCACIONAL BRASILEIRA PRECISA ACONTECER IMEDIATAMENTE

OPINIÃO: O PODER EMANA DO POVO E A SUA ARMA É O SUFRÁGIO UNIVERSAL

Caro cidadão,
O sufrágio universal é o direito de participar ativamente das eleições, de poder votar e de poder ser votado. É a mais legítima e democrática forma do cidadão exercer a cidadania. Ele é universal pelo fato de não haver restrição de sexo, cor, raça, ideologia ou classe social. O voto é o instrumento que permite a prática do sufrágio. É a única e mais poderosa arma que o indivíduo possui para decidir o seu futuro e o destino da nação. Quando falo o destino da nação não estou exagerando nem sendo demagogo. Estou sendo literal.
Tem um ditado que diz: “Você faz as suas escolhas e as suas escolhas fazem você”. Não há nada tão certo quanto isso. Quando escolhemos um candidato à presidência da república para governar o nosso país é como se tivéssemos uma empresa e nomeássemos um gestor para administrá-la. Quando fazemos isso temos a esperança que esse gestor através da sua competência traga bons lucros, prosperidade e crescimento para a nossa empresa. Assim acontece na política. Ocorre que uma decisão errada ou um erro de avaliação pode trazer o prejuízo, a desordem e o caos.
Ocorre que, como tudo na vida para que possamos nos habilitar a exercer ou fazer qualquer coisa precisamos de conhecimento, de estudo e de reflexão e quanto maior a responsabilidade maior é a necessidade de conhecimento e sabedoria. Assim como só podemos manusear uma arma de fogo se fizermos antes um treinamento e tivermos conhecimento do poder de fogo e do estrago que essa arma é capaz de provocar.
Então é preciso que o eleitor conheça a história de cada candidato e de seu partido, bem como a história das ideologias políticas a nível mundial e o que cada ideologia proporcionou para a humanidade ao longo da sua caminhada. Tudo isso precisa ser avaliado para que tenhamos condições de decidir o melhor para o nosso futuro.
Particularmente nessa eleição está havendo um crescimento das pessoas interessadas em conhecer melhor sobre tudo isso dada a acirrada polarização e das dúvidas com relação a natureza e origem de cada candidato. Portanto quero crer que o candidato escolhido fará uma gestão voltada para os interesses do país, pois ficou claro que o povo acordou e descobriu que o poder está em suas mãos, que o processo democrático esta consolidado, que depois de dos dois últimos impeachments  e de todos os movimentos populares de rua, bem como do evento das redes sociais, perder o cargo mais importante do país é só uma questão de vontade popular.

Por Valério Wagner Braga

Continuar lendo OPINIÃO: O PODER EMANA DO POVO E A SUA ARMA É O SUFRÁGIO UNIVERSAL

BANDIDOLATRIA DE LULA VAI NA CONTRAMÃO DOS PRINCÍPIOS DA SOCIEDADE QUE BUSCA JUSTIÇA E PUNIÇÃO A CRIMINOSOS, SEGUNDO CORONEL DA AERONÁUTICA

Coronel da Aeronáutica faz dura crítica à bandidolatria: “A esquerda não tem freio moral” (veja o vídeo)

Jorge Schwerz - Foto: ReproduçãoJorge Schwerz – Foto: Reprodução

As declarações de Lula para mostrar todo o seu lado humanitária em defesa dos sequestradores do empresário Abílio Diniz, em 1989, continuam a chocar o povo brasileiro.

Lula quis se vangloriar de uma péssima atitude que teve em 1998, quando intermediou com FHC e Renan Calheiros a liberdade dos criminosos envolvidos no sequestro de Diniz.

A declaração de Lula vai na contramão dos princípios morais da sociedade que busca por justiça e punição a criminosos.

Em análise pontual sobre o fato, o Coronel da reserva da Força Aérea Brasileira, Jorge Scherwz, resumiu o problema de forma perfeita:

“A esquerda não tem freio moral”.

E é justamente a falta de limites morais para  fazer qualquer coisa para se chegar ao poder, que fez a sociedade brasileira ter acordado e ter eleito Bolsonaro em 2018.

Em 2022, o povo brasileiro terá a oportunidade de encerrar a vida política de Lula nas urnas, dando-lhe um freio moral.

Fonte: Jornal da Cidade Online

Continuar lendo BANDIDOLATRIA DE LULA VAI NA CONTRAMÃO DOS PRINCÍPIOS DA SOCIEDADE QUE BUSCA JUSTIÇA E PUNIÇÃO A CRIMINOSOS, SEGUNDO CORONEL DA AERONÁUTICA

OPINIÃO: O COMPROMISSO COM A VERDADE DEVE SER A MÁXIMA DE QUALQUER VEÍCULO DE COMUNICAÇÃO

O compromisso com a verdade deve ser o princípio fundamental de qualquer veículo de comunicação e de quem faz jornalismo sério. O site O ANTAGONISTA quando começou tinha esse compromisso e eu acompanho e publico as suas notícias desde que comecei este blog. Porém venho notando que a veracidade e confiabilidade dos seus ditos furos de reportagem vêm sendo atacados e antagonizados pelos próprios protagonistas das tais notícias publicadas pelo veículo. Neste ramo credibilidade é tudo. Por isso deixo aqui o meu alerta ao tão notório site para que tenha mais zelo e cuidado com o que publica para não cair na val comum das fake news.

Joice desmente categoricamente o site O Antagonista

O que querem os afamados jornalistas responsáveis pela editoria do site?

A ideia é sempre serem “antagonistas”? Sem qualquer preocupação com o país e a verdade.

Há poucos dias ‘plantaram’ a notícia de que a deputada Joice Hasselmann articulava para ser ministra, no lugar do General Santos Cruz.

Pura futrica, sem qualquer sentido.

Aliás, de que onde saiu essa história? Qual a fonte?

Parece que foi mera intuição. Exercício de adivinhação e de conspiração, sem nenhuma base lógica.

Eis que agora são obrigados a receber o categórico desmentido da própria Joice, que asseverou:

“O Antagonista MENTE DE NOVO. Como NENHUM “jornalista” me procurou, vou reestabelecer a verdade. 1 – Nunca articulei NADA envolvendo ministério. 2- DESCONHEÇO qualquer articulação do Francischini. 3 – Eu, Santos Cruz e Lorenzoni estamos mais unidos do que nunca. DESISTAM!”.

No ranking nacional do ‘Alexa’, O Antagonista despencou da posição de número 50 para 104.

E continua em queda livre…

Amanda Acosta

Articulista e repórter
amanda@jornaldacidadeonline.com.br

Fonte: Jornal da Cidade On Line

Continuar lendo OPINIÃO: O COMPROMISSO COM A VERDADE DEVE SER A MÁXIMA DE QUALQUER VEÍCULO DE COMUNICAÇÃO

OPINIÃO: O SISTEMA PRESIDENCIAL DE COALIZÃO É UM CÂNCER E ESTÁ FALIDO

Caro(a) leitor(a),
A partir desta edição da coluna OPINIÃO vamos relembrar alguns comentários feitos aqui sobre as atitudes tresloucada e impropérios dos componentes do STF de 2018 até hoje mostrando em que mato sem cachorro o povo brasileiro se meteu e para onde estamos caminhando às vésperas de mais uma eleição presidencial.

   Não é de hoje que se tornou público e notório as relações perigosas de Dias Toffoli com advogados suspeitos e executivos das empreiteiras OAS e ODEBRESCHT, como por exemplo a reforma feita na casa dele pela OAS ou da atuação da mulher dele em uma banca de advocacia e que depositava uma mesada de R$ 100 mil em sua conta. Esses fatos foram manchete em vários jornais de grande circulação, não é segredo pra ninguém! Mas, infelizmente, a nossa bendita Constituição praticamente blindou esses togados e para puni-los ´quase impossível. Até quando vamos ficar de braços cruzados assistindo a tudo isso e morrendo de inanição? Então, não dá mais para continuar da forma que está. Temos que fazer uma revolução na nossa política. Mudar o regime político é primordial e essencial. O presidencialismo de coalizão é totalmente inviável. Precisamos de um novo plebiscito para aprovar a mudanção para o parlamentarismo. Isso precisa crescer nas redes sociais. Por isso, você que é brasileiro, patriota e quer dias melhores para o seu país, divulgue essa publicação para o máximo de pessoas possível!

As “relações perigosas” e as perguntas que Dias Toffoli se nega a responder

Dias Toffoli

O empresário Marcelo Odebrecht revelou que o ministro Dias Toffoli era “O Amigo do Amigo do Meu Pai”.

Por conta disso, uma revista foi censurada e surgiu, em seguida, o malfadado “Inquérito das Fake News”.

Uma verdadeira “Ditadura da Toga” foi instalada no Brasil.

Autoridades que deveriam zelar pelo cumprimento do texto constitucional, estão pisoteando a nossa Constituição.

Paralelamente, no caso específico do ex-presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), questionado pela revista que havia mandado censurar, sobre uma teia de ‘relações perigosas’ que mantinha, ele permanece calado.

Diz a revista:

“Marcelo Odebrecht detalha tratativas da empreiteira com advogados de confiança de Toffoli à época em que ele era advogado-geral da União para cooptá-lo com o fim de favorecer a empreiteira.

A reportagem mostrou ainda detalhes de pagamentos de outra empreiteira, a OAS, para uma reforma na casa do ministro.

No depoimento, prestado em maio passado, Marcelo apontou os advogados Sérgio Renault e Luiz Tarcísio Teixeira Ferreira como os intermediários da relação da empreiteira com Toffoli. A frente de aproximação com o então advogado-geral da União do governo Lula teria sido coordenada por Adriano Maia, então diretor jurídico do grupo.

A respeito dessa teia de relações, vista pelo grupo de procuradores que até junho atuava nos casos da Lava Jato que envolve autoridades com foro privilegiado como possível ‘fato penalmente relevante’, que merece ser investigado, as seguintes perguntas foram enviadas a Toffoli:

Em algum momento o sr., como advogado-geral da União, seja como ministro do Supremo, habilitou os advogados Luiz Tarcísio Teixeira Ferreira e Sérgio Renault a atuarem como seus interlocutores junto à Odebrecht? Se sim, por quê?

Em que bases se dava a relação do sr. com os referidos advogados?

Que relação o sr. mantinha com o advogado Adriano Maia no período em que atuou como advogado-geral da União?”

Toffoli permanece no mais absoluto silêncio.

Fonte: Jornal da Cidade Online

Continuar lendo OPINIÃO: O SISTEMA PRESIDENCIAL DE COALIZÃO É UM CÂNCER E ESTÁ FALIDO

OPINIÃO: O CASAMENTO DO PETISTA ONDE NÃO FOI COLOCADO EM PRÁTICA A DOUTRINA PREGADA PELO PARTIDO

Revelações inusitadas que vem à tona sobre o casamento do ex-presidiário com Janja

Noiva com vestido branco. Vestido: peça que transmite nobreza e feminilidade. Branco em referência à pureza e a castidade pregados pela moral cristã. Valiosos símbolos do casamento monogâmico e tradicional. Só a noiva precisa estar de branco: cultura patriarcal. O noivo, apesar de ex-presidiário, agora se veste como um burguês.

As crianças: menina com roupa de menina, menino com roupa de menino. Diferenças de sexo/gênero respeitadas e até acentuadas. Menino vestido como um homenzinho, meninas vestidas como mulherzinhas. Na educação das crianças colocamos aquilo que esperamos que eles sigam ao crescerem.

Penteados e roupas que remetem à nobreza. Maquiagem para reforçar a beleza da mulher, elemento cultural milenar que lembra que a beleza é mais importante na mulher do que no homem.

Festa para celebrar o casamento, afinal, o casamento tradicional e monogâmico aos moldes cristãos é bom demais para a mulher.

A noiva está sorridente, foi ela quem escolheu cada detalhe que provavelmente foi pago pelo homem (com dinheiro que ele tirou não-sabemos-de-onde). A noiva não prefere ser tratada como Simone de Beauvoir, ela quer um casamento decente. Aliás, usa um vestido decente.

O objetivo do matrimônio? Assegurar a transferência do patrimônio/herança à esposa e aos possíveis filhos. Também servir como declaração pública de amor e fidelidade (neste caso, marketing também).

Tudo isso para eles.

Para você, o fim do acúmulo de capital e o fim da religião tradicional da sua família. Você é fundamentalista, radical e preconceituoso. Seu estilo de vida outrora comum, agora é machista. Para os seus filhos? Ideologia de gênero. Destruir identidades, destruir padrões, romper com valores morais tradicionais e familiares. Para seus filhos, confusão mental e doutrinação marxista-ateísta-feminista na escola. Para sua filha, dizem que casamento é opressão. Para seu filho, dizem que a essência masculina é tóxica.

Resista a essa calhorda. Se você é homem, seja homem, queira ser homem. Se é mulher, seja mulher, queira ser mulher. Tenha sua religião, respeite sua família, faça e defenda seu patrimônio, cultive seus valores, eduque seus filhos — jamais entregue-os a essa gente.

Ana Caroline Campagnolo. Deputada estadual em Santa Catarina. Professora e historiadora.

Fonte: Jornal da cidade Online

Continuar lendo OPINIÃO: O CASAMENTO DO PETISTA ONDE NÃO FOI COLOCADO EM PRÁTICA A DOUTRINA PREGADA PELO PARTIDO

OPINIÃO: O PODER EMANA DO POVO E A SUA ARMA É O SUFRÁGIO UNIVERSAL

Caro cidadão,
O sufrágio universal é o direito de participar ativamente das eleições, de poder votar e de poder ser votado. É a mais legítima e democrática forma do cidadão exercer a cidadania. Ele é universal pelo fato de não haver restrição de sexo, cor, raça, ideologia ou classe social. O voto é o instrumento que permite a prática do sufrágio. É a única e mais poderosa arma que o indivíduo possui para decidir o seu futuro e o destino da nação. Quando falo o destino da nação não estou exagerando nem sendo demagogo. Estou sendo literal.
Tem um ditado que diz: “Você faz as suas escolhas e as suas escolhas fazem você”. Não há nada tão certo quanto isso. Quando escolhemos um candidato à presidência da república para governar o nosso país é como se tivéssemos uma empresa e nomeássemos um gestor para administrá-la. Quando fazemos isso temos a esperança que esse gestor através da sua competência traga bons lucros, prosperidade e crescimento para a nossa empresa. Assim acontece na política. Ocorre que uma decisão errada ou um erro de avaliação pode trazer o prejuízo, a desordem e o caos.
Ocorre que, como tudo na vida para que possamos nos habilitar a exercer ou fazer qualquer coisa precisamos de conhecimento, de estudo e de reflexão e quanto maior a responsabilidade maior é a necessidade de conhecimento e sabedoria. Assim como só podemos manusear uma arma de fogo se fizermos antes um treinamento e tivermos conhecimento do poder de fogo e do estrago que essa arma é capaz de provocar.
Então é preciso que o eleitor conheça a história de cada candidato e de seu partido, bem como a história das ideologias políticas a nível mundial e o que cada ideologia proporcionou para a humanidade ao longo da sua caminhada. Tudo isso precisa ser avaliado para que tenhamos condições de decidir o melhor para o nosso futuro.
Particularmente nessa eleição está havendo um crescimento das pessoas interessadas em conhecer melhor sobre tudo isso dada a acirrada polarização e das dúvidas com relação a natureza e origem de cada candidato. Portanto quero crer que o candidato escolhido fará uma gestão voltada para os interesses do país, pois ficou claro que o povo acordou e descobriu que o poder está em suas mãos, que o processo democrático esta consolidado, que depois de dos dois últimos impeachments  e de todos os movimentos populares de rua, bem como do evento das redes sociais, perder o cargo mais importante do país é só uma questão de vontade popular.

Por Valério Wagner Q. Braga

Continuar lendo OPINIÃO: O PODER EMANA DO POVO E A SUA ARMA É O SUFRÁGIO UNIVERSAL

OPINIÃO: PARA SERGIO MORO O JOGO AINDA NÃO ESTÁ PERDIDO, POR WAGNER BRAGA

Caro(a) leitor(a),

Francamente, as vezes penso que tudo que está acontecendo no cenário político nacional é um grande teatro em um jogo de cartas marcadas, onde já está tudo combinado e no final o vencedor vai governar o país sob a égide do sistema, mais uma vez. Sendo assim, fica tudo como está, não muda nada e o brasileiro continua sendo o babaca que sempre foi.

Senão vejamos:

As coisas são óbvias demais para que não consigamos perceber. De um lado temos os conservadores liberais de direita que apostam em Jair Bolsonaro, um cara que assumiu o comando do país prometendo, mundos e fundos e, até agora nada cumpriu em termos de reformas e melhoria da qualidade de vida do povo brasileiro. Ao contrário, tudo piorou devido a insegurança jurídica gerada pelo comportamento esdruxulo do STF e do judiciário de uma maneira geral. A maior conquista da democracia e da nossa Constituição de 1988, a liberdade de expressão, acaba de ser sepultada definitivamente com a condenação pelo STF do deputado Daniel Silveira, a 9 anos de prisão por falar mal do STF, lançando mão das suas prerrogativas de imunidade parlamentar. É claro que Jair Bolsonaro não tem culpa direta por isso, mas tem indiretamente pelo fato de não ter assumido publicamente que praticou rachadinha juntamente com seus filhos. Se o tivesse feito, hoje ele seria um herói nacional e ficaria conhecido como o homem que acabou com a corrupção no Brasil. Porque, além desse imbróglio da rachadinha, que é o fantasma do Jair Bolsonaro e seus filhos não ter ido adiante, já que todo e qualquer político está envolvido com isso, não existiria mais nenhuma acusação de corrupção sobre seus ombros e ele já estaria previamente eleito, pois a única coisa que a esquerda se pega é nesse caso de rachadinha. Da mesma forma nenhuma das insanidades que o STF praticou rasgando diariamente a Constituição teria prosperado também.

Do outro lado temos um condenado da justiça, ex-presidiário, que notoriamente não pode sair às ruas de tão impopular que é se encontra em 1º lugar em todas as pesquisas de opinião, com larga margem. Isso não faz sentido. e no meio está o ex-juiz Sergio Moro, que já foi para a maioria da população um herói e hoje, apesar de continuar sendo um homem honesto, probo, corajoso e justo não conseguiu popularidade suficiente para decolar sua candidatura a presidente da República em nenhum dos partidos que se filiou. Sempre achei Sergio Moro um homem de uma inteligência bem acima da média e um grande estrategista. O seu desejo de continuar fazendo parte das pesquisas mostra isso. Mas o jogo político é muito pesado, principalmente para quem está aparentemente sozinho.

Só quero registrar aqui que, nunc acreditei que ele tivesse desistido da candidatura à presidente da república como muitos da própria imprensa acreditou. Só não faço a menor ideia de como ele pretende voltar ao jogo novamente. Aguardemos cenas dos próximos capítulos.

Sergio Moro pede que institutos continuem incluindo seu nome em pesquisas

Sergio Moro

José Cruz | Agência Brasil

O ex-juiz federal e ex-ministro da Justiça e Segurança Pública, Sergio Moro (Podemos), ainda vislumbra a possibilidade de concorrer ao Palácio do Planalto.

Conforme registrou o Conexão Política, o nome de Moro foi rejeitado entre a cúpula do União Brasil, que deu preferência ao líder do partido, Luciano Bivar, para disputar a presidência da República.

Após ser surpreendido com a decisão, o ex-magistrado também tem visto o Tribunal de Contas da União (TCU) ampliar uma série de investidas, visando realizar novas investigações sobre as relações dele com a Alvarez & Marsal, consultoria especializada em reestruturação de empresas em dificuldades financeiras.

Apesar de o União Brasil ter realmente descartado sua candidatura, Sergio Moro fez contato com institutos de pesquisa e pediu para que o nome dele siga nas sondagens eleitorais.

Segundo apurações da nossa equipe de jornalismo, Moro pretende insistir nessa questão até meados de julho. Em agosto, portanto, tomará uma decisão definitiva sobre a sua trajetória política.

FALE COMIGO: raul@conexaopolitica.com.br — diretor de redação do Conexão Política e natural de Recife (PE).

Fonte: Conexão Política

Continuar lendo OPINIÃO: PARA SERGIO MORO O JOGO AINDA NÃO ESTÁ PERDIDO, POR WAGNER BRAGA

OPINIÃO: O DESCASO DO GOVERNO PETISTA COM A SEGURANÇA PÚBLICA CHEGA A SER BIZARRO

Caro(a) leitor(a),

O artigo a seguir escancara a precária e miserável situação da segurança pública no Estado do Rio Grande do Norte sob o comando do desgoverno petista regido pela analfabeta Fátima Bezerra. O fato que você vai se deparar ao ler o tal artigo é o exemplo mais emblemático do que é uma administração petista com viés socialista que menospreza a polícia e mantém a bandidagem na rua e a delinquência sem punição, pois considera os criminosos um bando de coitados, vitimas da sociedade que precisa e deve acolhê-los. Quando um prefeito, de um pequeno município, que faz parte da base de apoio do próprio governo estadual chega ao ponto de fazer uma vaquinha para comprar 4 pneus par uma viatura da Polícia Militar em seu município é porque algo bizarro está acontecendo. Não é apenas o fato desse prefeito estar passando a mão na cabeça da governadora, tirando-lhe a responsabilidade de arcar com a manutenção de um veículo de sua jurisdição. É pelo fato de isso indicar ou sugerir que o restante da máquina pública estadual está dessa para muito pior, pois se não tem condições fazer a manutenção de uma simples viatura alocada num município com pouco mais de 5.000 habitantes, vai ter condições de manter o que?

Prefeito psolista expõe o descaso da petista Fátima Bezerra com a Polícia do RN

Fátima Bezerra - Foto: PTFátima Bezerra – Foto: PT

Fatima Bezerra é governadora petista do Rio Grande do Norte e vem fazendo uma gestão vergonhosa.

Como todo petista, a governadora põe a agenda do partido à frente dos interesses da população potiguar.

Agora Fátima Bezerra, está sendo desmoralizada por um prefeito do PSOL em Janduís, no interior do estado.

O chefe do executivo municipal, Salomão Gurgel, fez uma “vaquinha” para comprar novos pneus para a única caminhonete que a Polícia Militar tem para o patrulhamento da cidade.

Imagem em destaque

Aliás, isso é outro clichê das administrações socialistas, o desprezo total pela atividade policial.

Abandonado pelo governo estadual não restou outra saída ao prefeito de Janduís, Salomão Gurgel (PSOL), mesmo sendo parceiro das principais lideranças políticas do Governo Fátima Bezerra (PT), precisou abrir uma “vaquinha” na internet para conseguir recursos para trocar pneus da viatura da PM.

Também pudera, enquanto os municípios do Rio Grande do Norte ficavam à mingua, a governadora desperdiçava valiosos recursos e tempo com o famigerado Consorcio Nordeste.

O povo sofre nas garras da esquerda!

Fonte: Jornal da Cidade Online

Continuar lendo OPINIÃO: O DESCASO DO GOVERNO PETISTA COM A SEGURANÇA PÚBLICA CHEGA A SER BIZARRO

OPINIÃO: TODA UMA CLASSE DE ADVOGADOS EM TORNO DE SILVEIRA E CONTRA ALEXANDRE DE MORAES

Caro(a) leitor(a),

Na minha humilde OPINIÃO o caso Daniel Silveira é um dos maiores engodos da política nacional de todos os tempos. Algo tão bizarro e surreal que beira as raias da insanidade mental e não tem a menor condição de continuar acontecendo. Isso precisa acabar sob pena de transformarmos essa imberbe e frágil democracia numa anarquia, um certo tipo de regime político comandado pelo caos. Portanto não há que se pensar em como poderia ser o nosso país sendo comandado por um governante com esse tipo de ideologia, porque isso, simplesmente não funciona, mas a esquerda faz questão de insistir nesse modelo econômico e político falido, testado e reprovado em inúmeros países, tanto da América do Sul como no Leste Europeu. Então é de suma importância trabalharmos no sentido de combater essa estratégia. E também divulgarmos com vontade e para muita gente.

Mais de mil advogados se manifestam em defesa de Daniel Silveira, mas o desfecho do caso parece que já está definido

Foto: Reila Maria/Câmara dos DeputadosFoto: Reila Maria/Câmara dos Deputados

Os advogados publicaram manifesto na sexta-feira (1) em defesa do deputado federal Daniel Silveira, que há mais de ano cumpre medidas impostas pelo ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Alexandre de Moraes.

O magistrado o acusa de ameaçar as instituições democráticas e os integrantes da Corte Máxima do Brasil em virtude de vídeos publicados nas redes sociais.

O Movimento Advogados de Direita do Brasil afirma que o parlamentar sofre “perseguição política judicial e ideológica” em um inquérito “inconstitucional e ilegal” e acrescentam que até o advogado de defesa de Silveira, Paulo Faria, está sendo impedido de cumprir sua função porque o próprio STF toma medidas arbitrárias contra ele e o cliente.

“O senhor ministro do STF, relator do inquérito inconstitucional e ilegal instaurado como instrumento de perseguição política judicial e ideológica contra o deputado Daniel Silveira, revela inquestionável insubmissão à Constituição Federal do Brasil, às leis processuais penais aplicáveis, à imunidade constitucional de deputado federal, às prerrogativas do advogado de defesa, ao princípio acusatório, ao devido processo legal, ao contraditório e à ampla defesa, tornando o deputado federal Daniel Silveira não somente um perseguido político, mas um prisioneiro político do ministro Alexandre de Moraes”, diz o Movimento em trecho do Manifesto.

“Numa época de instabilidade jurídica e política, cabe a nós, advogados, cumprirmos nosso papel constitucional em defesa daqueles que têm seus direitos individuais e garantias fundamentais violados”, completa o grupo.

De fato, a atitude de Moraes foi censurada pelo próprio ministro do Supremo, Kássio Nunes Marques. O magistrado argumentou que as medidas a que Silveira se submete são inconstitucionais.

“Vivemos em uma democracia, onde o estado de direito vige, não sendo, portanto, admitida a imposição de qualquer medida privativa e/ou restritiva de direito não prevista no ordenamento jurídico legal e sobretudo constitucional”, afirmou.

Porém, tudo indica, que esse movimento não terá efeito prático. O jornalista Guilherme Amado já antecipou o que irá acontecer:

“Os ministros do Supremo vêm conversando, desde o início de março, para julgar e condenar Silveira pelos crimes de coação, ameaça contra os ministros e incitação de animosidade entre as Forças Armadas e o STF. A pena também incluiria a cassação de seu mandato.”  Fonte: Jornal da Cidade Online

Continuar lendo OPINIÃO: TODA UMA CLASSE DE ADVOGADOS EM TORNO DE SILVEIRA E CONTRA ALEXANDRE DE MORAES

OPINIÃO: LULA APOSTA NA CARA DE PAU PARA ATURDIR E CONVENCER O POVO BRASILEIRO

Caro(a) leitor(a),

Muitas vezes eu penso que estou tendo um pesadelo terrível e interminável, pois o que estamos vivendo na política brasileira é algo surreal e bizarro. As duas coisas ao mesmo tempo. Não consigo entender como um meliante notório, condenado há mais de 20 anos de cadeia, que já foram comprovados todos os seus crimes. Alguém que ao se fazer uma consulta no google sobre quem é o maior ladrão do mundo ele é o primeiro a aparecer em vários sites e deveria estar na cadeia cumprindo pena pelos seus crimes está na corrida eleitoral para presidente outra vez. Com se não bastasse, o meliante, vem vociferando ideias marxistas a torto e a direito, para quem quiser ouvir, tais como: regulação da imprensa e agora colocar o MTST para governar o país junto com ele. O cara joga com o blefe o tempo todo e está conseguindo enganar muita gente novamente, pois conta com a imprensa marrom ao seu lado para ajudar a espalhar todo tipo de fake news, pelos quatro cantos do país.

Vozes conscientes precisam se exaltar e desmistificar tudo o que vem sendo plantado pela esquerda nesse país e no mundo, pois a situação é bem parecida nos outros países do ocidente. Por isso, você que está lendo essa publicação não pode se omitir de divulgar esse conteúdo para o máximo de pessoas possíveis. 

09/03/2022 22:26
Apoio

Lula diz que MTST será protagonista em eventual novo governo do PT

Por Gazeta do Povo

Ex-presidente Lula.Ex-presidente Lula.| Foto: Ricardo Stuckert/PT.

O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) afirmou que o Movimento dos Trabalhadores Sem Teto (MTST) não será “coadjuvante” em um eventual novo governo petista. Lula divulgou um vídeo direcionado ao grupo, liderado por Guilherme Boulos (Psol), pois o movimento decidiu apoiá-lo nas eleições presidenciais de 2022. No vídeo, o ex-presidente agradeceu o MTST pelo apoio e reforçou compromissos com pautas voltadas a programas de habitação.

“Se a gente voltar a governar esse país não pense que vai ter moleza não. Nós vamos nos encontrar muitas vezes. Para discutir a qualidade da casa, como gerenciar essas casas, e vocês irão assumir responsabilidades”, disse Lula. “Nós vamos voltar e vamos mudar este país e vocês não serão apenas coadjuvantes. Serão sujeitos da história, porque vão ter que ajudar a construir programa, ajudar a conquistar e a governar”, ressaltou.

“Eu conversei com o companheiro Boulos sobre a situação que estamos fazendo agora. Muitos projetos de casas foram abandonados. O Minha Casa Minha Vida parou”, apontou o petista. O Psol discute o apoio ao PT nas eleições presidenciais deste ano, mas os partidos ainda têm divergências. Boulos é pré-candidato ao governo de São Paulo, mas os petistas insistem na candidatura de Fernando Haddad no estado.
Leia mais em: https://www.gazetadopovo.com.br/eleicoes/breves/lula-diz-que-mtst-sera-protagonista-em-eventual-novo-governo-do-pt/
Copyright © 2022, Gazeta do Povo. Todos os direitos reservados.

Fonte: Gazeta do Povo

Continuar lendo OPINIÃO: LULA APOSTA NA CARA DE PAU PARA ATURDIR E CONVENCER O POVO BRASILEIRO

OPINIÃO: ESSE FILME EU JÁ ASSISTI COM CAIO COPPOLLA

Caro(a) leitor(a),

Quem conhece o comentarista político Adrilles Jorge, ex-BBB, tem a total noção sobre o pensamento político do rapaz. Até uma criança que tenha a assistido alguns comentários dele tem essa noção, pois o Adrilles é muito, mas muito explícito em todas as suas opiniões, seja lá sobre o que for. Se tem uma pessoa no cenário televisivo que se posiciona com muita facilidade e clareza, essa pessoa é Adrilles Jorge. Portanto a atitude da emissora demitindo-o da sua função por causa de um simples gesto que alguns lacradores de plantão considerou uma saudação nazista foi, antes de mais nada, pueril. Digo pueril porque não dá para classificar nem como infantil e precipitada. Ou por outra, alguém que dá emissora que não gostava do rapaz estava esperando a primeira oportunidade para demiti-lo. Se assim o for, a Jovem Pan, empresa que goza da mais alta credibilidade diante de uma imensa massa de seguidores do espectro centro/direita, não apenas foi pueril e precipitada, como atendeu ao desejo da imensa maioria dos lacradores de esquerda, já que o competente comentarista batia diariamente na esquerda com comentários soberbos e impecáveis, com um raciocínio impressionantemente rápido e conciso. Também perdeu, hoje, o seu melhor comentarista político e que dava a maior audiência. Esse filme eu já assisti. Esperemos as cenas dos próximos capítulos para ver acontecer o mesmo que aconteceu com Caio Coppolla, que foi demitido da mesma forma e depois a emissora foi atrás, desta vez contratando-o a peso de ouro. Burrice? Sim, uma grande burrice!

Adrilles fala sobre nota da Jovem Pan após sua demissão: “Enojado”

Assunto segue repercutindo nas redes discursos.

Reprodução | Jovem Pan News

O comentarista Adrilles Jorge, demitido do grupo Jovem Pan após ser acusado de ter feito, no ar, um gesto considerado nazista, veio a público para comentar a nota emitida pela emissora depois que sua saída foi confirmada.

Em resposta, o analista político disse que ficou “enojado” com o comunicado.

A declaração ocorreu durante uma entrevista ao jornalista Paulo Figueiredo Filho.

“Essa nota, quem principiou fazer essa nota para salvar a imagem da empresa, entre aspas, para atacar, defenestrar e massacrar um ex-funcionário que todo mundo sabe que nunca foi, e chega a ser ridículo eu ter que dizer isso, nazista, isso me deixou enojado, quem fez essa nota, esse sim, fez um trabalho de nazismo“, afirmou Adrilles.

Para ele, apesar de a nota não fazer menção direta a ele, o texto m remeteu à sua demissão e, consequentemente, pode abrir margem para induzir pessoas a pensarem que ele é nazista.

“Você acha que um cara que tá vendo a programação e que sabe que eu fui cancelado por causa de um suposto gesto nazista, que na verdade era um tchau, vai pensar o quê? Que o nazista era eu, que o cara que ultrapassou o limite da liberdade de expressão e teria falado abertamente a favor do nazismo sou eu”, questionou.

“Bastava o vídeo [para justificar a saudação] o vídeo apareceu uma hora depois da minha demissão, era muito simples, [alguém poderia dizer]: “Ah, os patrocinadores estão furiosos”, [então] mostra o vídeo, vocês vão banir o cara por nazismo, o cara que dá tchau assim, o cara que falou meia hora contra o nazismo”, completou.

FALE COMIGO: raul@conexaopolitica.com.br — diretor de redação do Conexão Política e natural de Recife (PE).

Fonte: Conexão Política

Continuar lendo OPINIÃO: ESSE FILME EU JÁ ASSISTI COM CAIO COPPOLLA

OPINIÃO: GUERRA INTERNA DO PTB É A PROVA CABAL DE QUE BOLSONARO ACERTOU EM IR PARA OUTRO PARTIDO

A “arapuca” da qual Bolsonaro escapou…

Foto DivulgaçãoFoto Divulgação

Essa guerra interna do PTB, envolvendo inclusive articulação para manter Roberto Jefferson preso e tomar a presidência do partido, é a prova cabal de que Bolsonaro acertou ao ir para outro partido.

Quando Bolsonaro fechou com o PL, a turminha do Movimento Conservador deu chilique, dizendo que o presidente deveria ir para o PTB, argumentando que o partido getulista era o único conservador do Brasil e blá-blá-blá.

Agora imaginem o presidente tendo que articular chapas em todos estados do Brasil, e tendo que lidar ao mesmo tempo com a instabilidade interna do partido.

O tempo sempre mostra que Bolsonaro tem razão.

Ricardo Santi

Fonte: Jornal da Cidade Online

Continuar lendo OPINIÃO: GUERRA INTERNA DO PTB É A PROVA CABAL DE QUE BOLSONARO ACERTOU EM IR PARA OUTRO PARTIDO

OPINIÃO: A DECISÃO INTRÉPIDA E OUSADA DO TUDO OU NADA COM UMA PITADA TRAIÇOEIRA DE EGOLATRIA DE MORO

A candidatura de Moro: Fantasia e Realidade

Foto: José Cruz/Agência BrasilFoto: José Cruz/Agência Brasil

Em 2018, ao aceitar o convite do então candidato à Presidência da República, Jair Bolsonaro, para ser o seu futuro Ministro da Justiça – o que implicava em abandonar a carreira de magistrado que o havia consagrado nacionalmente por conta da Operação Lava Jato –, Sérgio Moro sinalizou ao país que passara a apostar em duas novas possibilidades à sua subsequente trajetória profissional, abdicando de seu convencional status: (1) ora a sua indicação ao Supremo Tribunal Federal (STF) pelo póstero mandatário da nação (àquela altura Bolsonaro já despontava como provável vencedor do pleito), (2) ora o seu ingresso na carreira política – neste caso (considerado o sacrifício da renúncia enunciada), para voos mais audazes e arrojados.

Ambas eram apostas de alto risco, de bosquejo incerto e denodado (ponderada a conjuntura gelatinosa que se anunciava), mas que assinalavam, não obstante, em seus simbólicos e alusivos tracejos (e independentemente das verdadeiras motivações de foro íntimo do protagonista), uma decisão intrépida e ousada, própria de alguém que, nos limites da parada, havia decidido ir para o tudo ou nada – quem sabe, com uma pitada traiçoeira de incontrolável egolatria.

Transcorridos, desde então, os imprevisíveis lapsos do tempo, com suas inexoráveis flutuações e vicissitudes, eis que, frustrado o apetecido e (talvez) prioritário “plano A”, restou, ao personagem, tão somente o “B” – cujo pretencioso e aspirado fito, a seu turno, tampouco decresceu ou subtraiu-se em patamar de ambição e audácia: a chefia suprema do Estado e do Governo.

Se Moro, com prévio reconhecimento público em seu desempenho ministerial (do que careceu), houvesse aguardado um pouco mais para tomar a decisão de seu afastamento do Governo Bolsonaro (e em estilo menos espetaculoso e controverso) para se anunciar candidato alternativo ao poder, provavelmente o seu intento estaria obtendo resultados bem mais positivos que os irrisórios quocientes de momento, de difícil progressão. Talvez já fosse até o virtual Presidente, alavancado pela imagem “mítica” que, a muito custo, já houvera erigido e, nesse caso, conseguido manter – encarnando a opção preferencial à malfadada e reducionista disputa entre lulismo e bolsonarismo.

Mas Moro precipitou-se. Pisou na bola. Seguiu maus conselhos. Foi usado. Instrumentalizado. Traiu-se no próprio ego. E hoje carrega o irreversível fardo de uma figura controvertida e suspeitosa, às avessas de suas cintilantes e saudosas insígnias do passado. Ao final de tudo, para arranhar ainda mais a sua já prejudicada e vulnerável moldura, colocou em dúvida, com suas atitudes suspicazes, o próprio caráter e honradez – replicando em si mesmo o mal que costuma imputar aos seus mais notórios e sabidos adversários.

A forjada candidatura de Moro, hoje em dia, sem perspectivas reais de sucesso (inclusive porque o carisma de reluzente magistrado não se transplantou para o nebuloso e insosso político), está servindo apenas para inviabilizar, na largada, a denominada “terceira via”, em todas as suas plantadas e cobiçadas expectações: atrapalhou as pretensões ambiciosas do atual presidente do Senado, Rodrigo Pacheco; implodiu os anseios presunçosos do ex-ministro Luiz Henrique Mandetta; esvaziou as aspirações megalomaníacas e oníricas de Ciro Gomes; reduziu a zero as chances (de antemão microscópicas) de Simone Tebet; e naufragou, de vez, as fantasias gananciosas e burlescas de João Dória – ao que Bolsonaro e Lula agradecem.

Tivesse Sérgio Moro permanecido na magistratura, com a sua popularidade em alta, dificilmente o STF (na essência, um tribunal “político”), por temor da repercussão social, teria avançado em sua sanha de rever e implodir a Operação Lava Jato, ao passo que o país poderia ter prosperado, sem retrocessos, em seu esforço institucional de luta contra o crime e a corrupção e, assim, prosseguido num outro rumo, àquela altura esperançoso, tendo por orientação o enfrentamento calibrado e progressivo do pernicioso e malfadado patrimonialismo devasso (o “câncer primário” do sistema) – como inspirava a (até então) vitoriosa Operação.

Mas a história – para o regozijo da cleptocracia reagente – não foi essa. Brecou. Retrocedeu. Involuiu. E, agora, a “contribuição” morista, esvaziada dos resultados de outrora, não passa de mais um sonho frustrado, de uma sôfrega quimera – em cuja ficção a envaidecida “biografia” do autor, hoje manchada e apequenada (a exemplo de tantas), cogitou-se mais relevante que os

compromissos mais largos e nobres para com os destinos do país.

Ao fim e ao cabo, pesado tudo na balança, a conclusão realística é que Moro perdeu (para si mesmo) a ocasião e a chance. Atravessou o samba. Desacertou na régua e no compasso. E sairá do jogo menor do que entrou.

Alex Fiúza de Mello. Professor Titular (aposentado) de Ciência Política da Universidade Federal do Pará (UFPA). Mestre em Ciência Política (UFMG) e Doutor em Ciências Sociais (UNICAMP), com Pós-doutorado em Paris (EHESS) e em Madrid (Cátedra UNESCO/Universidade Politécnica). Reitor da UFPA (2001-2009), membro do Conselho Nacional de Educação (2004-2008) e Secretário de Ciência e Tecnologia do Estado do Pará (2011-2018).

Fonte:Jornal da Cidade Online

Continuar lendo OPINIÃO: A DECISÃO INTRÉPIDA E OUSADA DO TUDO OU NADA COM UMA PITADA TRAIÇOEIRA DE EGOLATRIA DE MORO

OPINIÃO: CRIANÇA TEM PARADA CARDÍACA EM CIDADE PAULISTA APÓS TOMAR VACINA E VACINAÇÃO É SUSPENSA

Caro(a) leitor(a),

Até quando vamos continuar fazendo vista grossa diante dos fatos corriqueiramente acontecendo, dia após dia, nas nossas barbas e o poder público afirmando que é apenas, “mais”, uma coincidência? A cada dia mais e mais casos de efeitos adversos se sucedem após as pessoas se vacinarem contra a Covid-19, mas os profissionais de saúde que deveriam investigar a fundo cada intercorrência para ter absoluta certeza de que nada tem a ver com a vacinação teimam em permanecer na zona de conforto se limitando apenas a “achar” que é uma mera coincidência. Isso não é ciência, isso é achismo e de achismo o mundo está superlotado. Por isso mesmo estamos onde estamos: na merda!

Por isso, você que está lendo esse breve artigo, precisa se posicionar e marcar presença nesse debate, pois chega de ficarmos acomodados assistindo os desmandos e o caos se instalarem e ficamos a ver navios!

Cidade paulista suspende vacinação infantil após parada cardíaca em criança

Governo Doria acha precipitado associar o caso à substância contra covid-19.

Piron Guillaume | Unsplash

A prefeitura municipal de Lençóis Paulista (SP) divulgou uma nota oficial no início da noite desta quarta-feira (19) informando que suspendeu por sete dias a vacinação infantil em razão de uma criança de dez anos ter sofrido uma parada cardíaca 12 horas após ser vacinada contra a covid-19.

De acordo com a família, a criança está estável e consciente. Pelo que se sabe, a prefeitura não teve acesso ao prontuário médico da criança, que foi atendida na rede privada. A Secretaria de Saúde estadual, no entanto, afirmou que é precipitado e irresponsável afirmar que o caso ocorrido está associado à vacinação.

“O Comitê [de combate à covid-19 do município] deixa claro que não existe dúvida sobre a importância da vacinação infantil, mas diante do ocorrido será dado esse prazo para o acompanhamento e monitoramento diário das 46 crianças lençoenses vacinadas até o momento”, diz a nota do Executivo municipal.

“Além disso, esse prazo é necessário para aprofundamento sobre o caso de forma específica e envio de relatórios aos órgãos de controle federais e estaduais”, acrescenta o texto.

Segundo a prefeitura, na noite desta última terça-feira (17), aproximadamente 12 horas após ser vacinada com o imunizante da Pfizer, a criança de dez anos apresentou alterações nos batimentos cardíacos e desmaiou, conforme relato feito pelo pai.

Ela foi levada à rede de saúde particular para atendimento profissional, onde foi reanimada. Após ser estabilizada, foi transferida para o Hospital da Unimed, em Botucatu (SP), onde permanece sob observação.

A administração municipal de Lençóis Paulista informou ainda que pais ou responsáveis que desejam vacinar seus filhos antes da retomada da imunização devem ligar na Central Saúde do município para realizar agendamento. A vacinação em adultos continua normalmente.

Governo Doria

Em nota, a Secretaria de Estado da Saúde declarou que é precipitado e irresponsável afirmar que o caso ocorrido tem associação com a vacinação. A pasta destacou que todas as substâncias aprovadas pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) são seguras e eficazes e são responsáveis diretamente na redução de mortes, casos graves e internações por covid-19.

De acordo com a secretaria, o Centro de Vigilância Epidemiológica (CVE) está acompanhando e analisará o caso de Lençóis Paulista. O CVE informou que todos os casos de eventos adversos são analisados por uma comissão de especialistas antes de qualquer confirmação.

“É, portanto, precipitado e irresponsável afirmar que o caso do município está associado à vacinação. Na maioria das vezes, os casos de eventos adversos pós-vacinação são coincidentes, sem qualquer relação causal com o imunizante”, diz o comunicado.

Farmacêutica

Em nota oficial, a Pfizer garantiu que o relato de potencial evento adverso foi submetido à área de farmacovigilância, conforme estabelece o processo global da empresa.

Ainda de acordo com a farmacêutica, “não há alertas de segurança graves relacionados ao imunizante” e a “companhia realiza habitualmente o acompanhamento de relatos de potenciais eventos adversos de seus produtos, mantendo sempre informadas as autoridades sanitárias brasileiras, de acordo com a regulamentação vigente”.

 Comentários

FALE COMIGO: marcos@conexaopolitica.com.br — editor-chefe do Conexão Política e natural de Campo Grande (MS).

Fonte: Conexão Política

Continuar lendo OPINIÃO: CRIANÇA TEM PARADA CARDÍACA EM CIDADE PAULISTA APÓS TOMAR VACINA E VACINAÇÃO É SUSPENSA

OPINIÃO: TEXTO DE ROMANCISTA FEZ A LACROSFERA ESTREMECER

Artigo da Folha cai como uma bomba na lacrosfera

Foto reproduçãoFoto reprodução

A Folha de S.Paulo, com sua redação repleta de militantes, esporadicamente consegue surpreender com a publicação de artigos opinativos de pessoas que realmente pensam, diferentemente de seus jornalistas.

E neste final de semana, um texto de autoria do poeta, romancista e antropólogo Antonio Risério – autor de “A Utopia Brasileira e os Movimentos Negros”, “Sobre o Relativismo Pós-Moderno e a Fantasia Fascista da Esquerda Identitária” e “As Sinhás Pretas da Bahia” – fez a lacrosfera estremecer.

O título do artigo já deixou a galera militante em polvorosa:

Racismo de negros contra brancos ganha força com identitarismo.

Sob discurso antirracista, o racismo negro se manifesta por organizações supremacistas, demonstra Antonio Risério.

“Ataques de negros contra asiáticos, brancos e judeus invalidam a tese de que não existe racismo negro em razão da opressão a que estão submetidos. Sob a capa do discurso antirracista, esquerda e movimento negro reproduzem projeto supremacista, tornando o neorracismo identitário mais norma que exceção.”

Abaixo, reproduzimos o texto na íntegra. É longo, mas vale a pena ser lido:

Todo o mundo sabe que existe racismo branco antipreto. Quanto ao racismo preto antibranco, quase ninguém quer saber. Porém, quem quer que observe a cena racial do mundo vê que o racismo negro é um fato.

A universidade e a mídia norte-americanas insistem no discurso da inexistência de qualquer tipo de “black racism”. Casos desse racismo se sucedem, mas a ordem-unida ideológica manda fingir que nada aconteceu.

Ilustração de rosto masculino dividido no meio, costurado, com a boca aberta, como se gritasse. De um lado ele é negro, de cabelos pretos e olhos castanhos e do outro, loiro de olhos azuis.

O dogma reza que, como pretos são oprimidos, não dispõem de poder econômico ou político para institucionalizar sua hostilidade antibranca. É uma tolice. Ninguém precisa ter poder para ser racista, e pretos já contam, sim, com instrumentos de poder para institucionalizar o seu racismo.

A história ensina: quem hoje figura na posição de oprimido pode ter sido opressor no passado e voltar a ser no futuro. Muçulmanos escravizaram e mataram multidões de pretos durante séculos de tráfico negreiro na África.

No entanto, a visão atualmente dominante, marcada por ignorância e fraudes históricas, quando não pode negar o racismo negro, argumenta que o racismo branco do passado desculpa o racismo preto do presente. Mas o racismo é inaceitável em qualquer circunstância. A universidade e a elite midiática, porém, negaceiam.

Em “Coloring the News”, William McGowan lembra uma série de ataques racistas de pretos contra brancos no metrô de Washington. Em um deles, um grupo de adolescentes negros gritava: “Vamos matar todos os brancos!”. O Washington Post, contudo, não tratou o conflito como conduta racial criminosa e sim como “confronto de duas culturas”.

McGowan sublinha que a recusa em reconhecer a realidade do racismo antibranco é particularmente evidente na cobertura midiática de crimes de pretos contra brancos.

De nada adianta a motivação racial ser ostensiva, como no caso de ataques a idosos brancos no Brooklyn, quando um membro da gangue preta declarou: “Fizemos um acordo entre nós de não roubar mulheres pretas. Só pegaríamos mulheres brancas. Foi um pacto que todos fizemos. Só gente branca”.

O “detalhe” não foi mencionado nas reportagens do jornal The New York Times, e a postura foi a mesma quando três adolescentes brancos foram atacados por uma gangue de jovens pretos no Michigan. Os rapazes pretos curraram a moça branca e fuzilaram um jovem branco.

O New York Times não indigitou o caráter racial do crime e o relegou a uma materiazinha de um só dia. Se os papéis fossem invertidos, uma gangue de jovens brancos currando uma mocinha preta e assassinando um jovem negro, o assunto seria explorando amplamente —e em mais de uma reportagem. Lá, como aqui, o “double standard” midiático é um fato.

Merece destaque o racismo preto antijudaico, que não é de hoje. Em Crown Heights, no verão de 1991, os pretos promoveram um formidável quebra-quebra que se estendeu por quatro dias, durante o qual gritavam “Heil Hitler” em frente a casas de judeus.

Mas a elite midiática, do New York Times à ABC, contornou sistematicamente o racismo, destacando que séculos de opressão explicavam tudo.

Vemos o racismo negro também contra asiáticos. Na história racial de Nova York, negros aparecem tanto como vítimas quanto como agressores criminosos. Judeus e asiáticos, ao contrário, quase que só se dão mal.

Em um boicote preto a um armazém do Brooklyn, cujos proprietários eram coreanos, os pretos foram inquestionavelmente racistas. Diziam aos moradores do bairro que não comprassem coisas de “pessoas que não se parecem com nós” e chamavam os coreanos de “macacos amarelos”.

Curiosamente, por mais de três meses, a grande mídia não deu a menor atenção ao boicote. Um jornalista do New York Post denunciou: “Se fosse boicote da Ku Klux Klan a um armazém de um negro, logo se tornaria assunto nacional. Por que as regras são outras quando as vítimas são coreanas?”.

Não são poucos, de resto, os comerciantes coreanos que perderam a vida em enfrentamentos com “consumidores” negros. Há casos de militantes pretos extorquindo amarelos. Extorsão e violência racistas, é claro.

Sob a capa do discurso antirracista, o racismo negro se manifesta por meio de organizações poderosas como a Nação do Islã, supremacista negra, antissemita e homofóbica.

Discípula, de resto, de Marcus Garvey —admirador de Hitler (seu antissemitismo chegou a levá-lo a procurar uma parceria desconcertante com a Ku Klux Klan) e de Mussolini—, que virou guru de Bob Marley e do reggae jamaicano, fiéis do culto ao ditador Hailé Selassié, o Rás Tafari, suposto herdeiro do Rei Salomão e da Rainha de Sabá.

A propósito, a Frente Negra Brasileira, na década de 1930, não só fez o elogio aberto de Hitler, inclusive tratando Zumbi como um “Führer de ébano”, como apoiou o Estado Novo de Getúlio Vargas, versão tristetropical do fascismo italiano —e o próprio Abdias do Nascimento, guru de nossos atuais movimentos negros, foi militante integralista.

O líder da Nação do Islã, Louis Farrakhan, sempre exibiu também um franco e ostensivo racismo antijudaico. Hoje, o Black Lives Matter pede a morte dos judeus em manifestações públicas.

Em um artigo recente no jornal Le Monde (“Biden, au coeur du combat identitaire”), Michel Guerrin sublinhou que o “antissemitismo está bem presente no poderoso movimento Black Lives Matter”.

A turma discursa contra o “genocídio” palestino, “organiza manifestações onde podemos ouvir ‘matem os judeus’, é próxima do líder da Nação do Islã, Louis Farrakhan, que fez o elogio de Hitler, e tem como cofundadora da sua seção em Toronto, Canadá, Yusra Khogali, que praticamente chegou a pedir o assassinato de brancos”.

O racismo antijudaico de pretos pobres dos guetos pode contar com alguma pequena motivação cotidiana, mas o que pesa mesmo é o antissemitismo generalizado nas lideranças da esquerda multicultural-identitária.

Tudo bem criticar o governo de Israel. Os próprios israelenses costumam fazê-lo, vivendo em um regime democrático, ave raríssima no Oriente Médio. Outra coisa é pregar o desaparecimento de Israel, como querem o Irã e alguns movimentos de esquerda. Aqui, o antissemitismo. O ódio multicultural-identitário a Israel parece não ter limites.

Tomo Yusra Khogali —jovem mulata sudanesa que não diz uma palavra sobre as atrocidades de negros contra negros em seu país natal, vivendo antes no Canadá, onde se compraz em xingar a opressão branca— como um caso exacerbado disso tudo.

Ela não só confessou que tem ímpetos de assassinar todos os brancos. Expôs também uma fantasia “acadêmica” que bem pode ser classificada como a primeira imbecilidade produzida por um “neorracismo científico”.

Não devemos fazer vistas grossas ao racismo negro, ao mesmo tempo que esquadrinhamos o racismo branco com microscópios implacáveis. O mesmo microscópio deve enquadrar todo e qualquer racismo, venha de onde vier.

Como em um texto do escritor negro LeRoi Jones: “Nossos irmãos estão se movimentando por toda parte, esmagando as frágeis faces brancas. Nós temos que fazer o nosso próprio mundo, cara, e não podemos fazê-lo a menos que o homem branco esteja morto”.

Resta, então, a pergunta fundamental. O neorracismo identitário é exceção ou norma? Infelizmente, penso que é norma. Decorre de premissas fundamentais da própria perspectiva identitária, quando passamos da política da busca da igualdade para a política da afirmação da diferença.

Ao afirmar uma identidade, não podemos deixar de distinguir, dividir, separar. Não existe identitarismo que não traga em si algum grau e alguma espécie de fundamentalismo.

Nesse fundamentalismo, se o que conta é a afirmação de um essencialismo racial, reagindo ressentido a estigmatizações passadas, dificilmente os sinais supremacistas não serão invertidos. As implicações disso me parecem óbvias.

Fonte: Jornal da Cidade Online

Continuar lendo OPINIÃO: TEXTO DE ROMANCISTA FEZ A LACROSFERA ESTREMECER

OPINIÃO: FAKE NEWS EM CIMA DE FAKE NEWS! ONDE É QUE ISSO VAI PARAR?

Caro(a) leitor(a),

O artigo e o vídeo a seguir seguramente pode se constituir e se enquadrar em uma publicação fora de contexto e desse modo ser considerada uma FAKE NEWS. Senão vejamos:

A publicação pegou uma fala de Moro em entrevista à Revista Veja onde ele diz:

“Bolsonaro não queria combater nada. Queria apenas se blindar, ficar longe do alcance da Justiça. Ele me disse que eu tinha que sair do governo porque não aceitava protegê-lo de investigações. Prefiro ser alvo de críticas injustas e até de mentiras a permanecer com cúmplice de coisa errada”.

É nítido e fácil de verificar que isso foi uma conversa de bastidores, privada, entre Bolsonaro e Moro, que agora o então ex-juiz revela para enfatizar o porquê de sua saída do Governo Bolsonaro. Ele também revela isso em seu livro, com outras palavras. Também é muito fácil deduzir que essa conversa provavelmente foi verídica, pois as atitudes de Bolsonaro tentando blindar os seus filhos são mais do que explícitas. Só um imbecil não percebe isso e dai para ele ter feito esse pedido a Moro é só uma questão de lógica. Qualquer com mais de dois neurônios consegue deduzir isso.

O que Moro afirmou na entrevista é mais do que óbvio, é ululante. É sabido por todos os brasileiro o esforço, tempo e a energia desperdiçados por Bolsonaro para proteger seus filhos contra  processo das “rachadinhas”, imputando inclusive a troca do Diretor da PF, em detrimento dos graves problemas que assolam o nosso país.

O vídeo a seguir com o qual estão tentando justificar como o verdadeiro motivo pelo qual Moro pediu demissão é apenas uma cortina de fumaça para encobrir o verdadeiro motivo e faz parte da estratégia de Bolsonaro no processo de fritura de Sergio Moro. Um argumento frágil e sem sustentação.

Moro faz grave acusação contra Bolsonaro, mas a verdade vem à tona e desmascara o ex-herói (veja o vídeo)

Crédito: Podemos|ReproduçãoCrédito: Podemos|Reprodução

O ex-juiz tornou-se uma figura cambaleante, digna de piedade.

Estupidamente, ele acredita piamente nos conselhos e nas previsões de seu ‘marqueteiro’, o anta mor Diogo Mainardi, e vai chegando ao mais alto grau de desmoralização, jogando efetivamente a sua biografia na lata de lixo.

Em sua mais recente entrevista, certamente seguindo a orientação de seu deturpado ‘marqueteiro’, Moro inventa uma escandalosa mentira envolvendo o presidente Jair Bolsonaro.

Ele diz o seguinte para a Revista Veja:

“Bolsonaro não queria combater nada. Queria apenas se blindar, ficar longe do alcance da Justiça. Ele me disse que eu tinha que sair do governo porque não aceitava protegê-lo de investigações. Prefiro ser alvo de críticas injustas e até de mentiras a permanecer com cúmplice de coisa errada”.

O pedido que o presidente Bolsonaro fez ao seu ex-ministro foi outro, bem diferente. E o motivo que fez Moro deixar o governo também é claramente revelado num episódio repleto de ‘testemunhas’.

A escandalosa mentira de Moro é desmascarada pelo analista político Gustavo Gayer.

Veja o vídeo:

Fonte: Jornal da Cidade Online

Continuar lendo OPINIÃO: FAKE NEWS EM CIMA DE FAKE NEWS! ONDE É QUE ISSO VAI PARAR?

OPINIÃO: OS LACRADORES DO JORNALISMO MILITANTE DE ESQUERDA SÃO MOVIDOS PELO ÓDIO E PELA IGNORÂNCIA

Caro(a) leitor(a),

Num país como o Brasil há espaço para um ex torneiro mecânico analfabeto ser presidente da república, para uma anta ignorante com apenas dois neurônios  na cabeça ser presidente da república, para jornalistas estúpidos lacrarem pedindo censura para outras pessoas que estão apenas exercendo o seu direito de se expressar publicamente, mas não há espaço para uma simples dona de casa, como é o caso da Bárbara, que tem milhões de seguidores falar a verdade sobre a militância do jornalismo de esquerda. Os jornalistas estúpidos, apesar de terem diploma de curso superior não fazem a menor ideia do que seja realmente democracia e muito menos uma ditadura do proletariado. Acham que se o Comunismo entrar no nosso país eles continuarão com liberdade para exercerem sua profissão só porque foram colaboradores e ajudaram a esse regime funesto chegar ao poder. Será inocência ou ignorância mesmo? 

Jornalista da Globo, após levar invertida, ameaça Bárbara

Imagem em destaque

O jornalista global, Renan Brites Peixoto (quem??), tá ‘bravinho’ com a Bárbara do canal Te Atualizei.

Com razão, a Bárbara cometeu um ‘erro imperdoável’ e replicou para seus milhões de seguidores os tuites do jornalista que dispõe de apenas alguns milhares de seguidores.

Dando assim visibilidade e responsabilidade ao tal Renan.

E de responsabilidade a Globo não gosta.

Na réplica, o jornalista defendeu a “censura” à Bárbara e a ameaçou, caso Bolsonaro não se reeleja, de prisão !?! Que estranho!

Aliás todo staff da Globo parece estar ansioso por uma ditatura. Nessa mesma semana a jurássica Miriam Leitão sugeriu que Bolsonaro fosse banido das redes sociais assim como foi o americano Donald Trump.

Toda essa confusão porque Barbara recebeu o ‘selo azul’ do twitter.

Após o protesto do ‘jornaliste’ Renan Brites o Ministério Público Federal (MPF) cobrou explicações do Twitter sobre quais os critérios usados pela empresa para conferir o selo de verificação a determinados usuários – como ‘determinados usuarios’ o MPF-SP quer dizer ‘Barbara do Te Atualizei’.

O ofício, assinado pelo procurador Yuri Corrêa da Luz também pede esclarecimentos sobre medidas de combate à desinformação implementadas na rede. O prazo para resposta é de dez dias úteis.

Que bom morar num estado onde a criminalidade é zero, a corrupção é zero e o Ministério Público está com pouco trabalho. Assim nossos promotores podem dedicar seu tempo a rusgas entre internautas.

Fonte: Jornal da Cidade Online

Continuar lendo OPINIÃO: OS LACRADORES DO JORNALISMO MILITANTE DE ESQUERDA SÃO MOVIDOS PELO ÓDIO E PELA IGNORÂNCIA

OPINIÃO: EM TEMPOS DE FAKE NEWS NADA MAIS FAKE DO QUE AS PESQUISAS ELEITORAIS

Ministério Público e Justiça precisam se manter atentos sobre pesquisas eleitorais - Jornal Opção

Caro(a) leitor(a),

Já parou pra pensar o porquê de tanta pesquisa nas últimas semanas, neste fim de ano? E o porquê de coincidentemente todas elas darem o mesmo resultado, com Lula praticamente se elegendo no 2º turno?

Você já parou para refletir sobre uma coisa?

  • Veja bem, nas duas vezes em que Lula se sagrou presidente da república, no tempo em que ainda não existia mensalão ou petrolão, ele precisou, nas duas vezes, ir para o 2º turno para se eleger presidente. Agora que ele foi desmascarado, condenado em segundo e até terceira instâncias e cumpriu mais de 500 dias de cana. Agora que todo o Brasil já sabe que Lula é o maior ladrão do mundo, um chefe de quadrilha, líder de ORCRIM, capaz, inclusive de mandar matar pelo poder e que não consegue nem aparecer publicamente que leva ovo na cabeça,  a imprensa marrom acha que pode meter na cabeça dos brasileiros que vence no primeiro turno de uma provável eleição. Isso é achar que todos os brasileiros são idiotas, imbecis e senis. É um desrespeito enorme e deveria ser considerado crime esse tipo de pesquisa eleitoral.

Mas tudo isso está acontecendo por puro desespero da esquerda vagabunda e sanguessuga que sabendo de tudo isso tenta a sua última cartada antes da virada do ano, quando as pesquisas eleitorais vão ser submetidas a auditoria para verificação da sua veracidade. A partir de então vamos conhecer a real intenção do eleitorado brasileiro e então toda essa farsa será desmascarada. Aguardemos então o ano novo que nos reserva muito boas surpresas!

Continuar lendo OPINIÃO: EM TEMPOS DE FAKE NEWS NADA MAIS FAKE DO QUE AS PESQUISAS ELEITORAIS

OPINIÃO: O ATUAL MINISTRO DA INFRAESTRUTURA, TARCÍSIO DE FREITAS DISPUTARÁ O GOVERNO DE SÃO PAULO

O povo de SP está em festa! Tarcísio aceitou e vai concorrer ao governo do estado

Tarcísio de Freitas - Foto: Isac Nóbrega/PRTarcísio de Freitas – Foto: Isac Nóbrega/PR

Coube ao ex-ministro do Meio Ambiente, Ricardo Salles, dar a notícia que o povo de São Paulo esperava ansiosamente.

O atual ministro da Infraestrutura, Tarcísio de Freitas, disputará o governo de São Paulo.

Na publicação, Salles disse com certa tristeza, que Tarcísio escolheu Paulo Skaf, ex-presidente da Fiesp, para concorrer ao Senado. O próprio Salles alimentava esperança de ser o candidato de Bolsonaro ao senado por São Paulo.

Foi prontamente corrigido pela Deputada Carla Zambelli (PSL-SP):

“Ricardo, não está decidido quem será o candidato ao senado. Acho que você se precipitou”.

Apesar do pito, as palavras de Zambelli são um alento para as esperanças de Salles.

Será difícil emplacar Paulo Skaff numa chapa da direita porque ele tem toda uma história com o PSB. E não podemos esquecer do ex-ministro da educação, Abraham Weintraub, o único bolsonarista com um base organizada no estado. Uma saída seria lhe entregar a vaga ao senado ou talvez até a vaga de vice-governador, como Tarcisio não é paulista, Weintraub poderia dar uma face mais paulista à chapa.

Nesse caso o PTB daria guarida Weintraub.

Esse é um xadrez complexo que só deve se desenrolar em junho de 2022

Neste momento, onde estamos assistindo a liberdade de expressão ser devastada e conservadores sendo calados, precisamos da ajuda de todos os patriotas…

Faça a assinatura do JCO agora e tenha acesso ao conteúdo exclusivo da destemida Revista A Verdade.

Fonte: Jornal da Cidade Online

Continuar lendo OPINIÃO: O ATUAL MINISTRO DA INFRAESTRUTURA, TARCÍSIO DE FREITAS DISPUTARÁ O GOVERNO DE SÃO PAULO

OPINIÃO: PELA PRIMEIRA VEZ O EDITORIAL GLOBO RECONHECE QUE ERROU AO APOIAR O FECHAMENTO DAS ESCOLAS

Caro(a) leitor(a),

Finalmente um editorial de O Globo reconhece o erro absurdo que foi, um verdadeiro “crime” manter as crianças longe das escolas durante tanto tempo. Pelo fato de ser algo realmente  tão absurdo e que compromete definitivamente o futuro dessas crianças, é que acho que um exame de consciência foi feito por esse editorial e não conseguiu se conter ao reconhecer esse fato. É claro que tudo tem limite nessa vida, até mesmo insanidade mental. Só acho que uma insignificante “mea culpa” não é suficiente para reparar todo o dano causado. Por isso o Grupo Globo precisa fazer mais, muito mais, do que apenas pedir desculpas e reconhecer os seus erros.

Editorial de “O Globo” reconhece que foi um “crime” deixar as crianças longe da escola na pandemia

Foto: Elza Fiuza/Agência BrasilFoto: Elza Fiuza/Agência Brasil

É inacreditável, mas gradativamente a verdade está aparecendo.

Aqueles que implantaram o terror estão sendo obrigados a reconhecer os seus erros.

E não foram poucos…

O editorial de “O Globo” deste domingo (12) considera que foi um “crime” manter as crianças fora da escola por tantos meses.

Na realidade, muitos foram os crimes praticados.

O texto, aliás, é muito claro e elucidativo:

Imagem em destaque

“Foi um crime — não há outra palavra — manter as crianças longe da escola por tantos meses. Um crime de reparação longa e custosa, que deixará marcas profundas em toda uma geração. É essa a conclusão inescapável a tirar do relatório ‘A path to recovery’ (Um caminho para a recuperação), iniciativa conjunta de Unesco, Unicef e Banco Mundial publicada neste mês.”

E prossegue o texto:

“O fechamento das escolas, avalia o relatório, afetou 1,6 bilhão de crianças em 188 países. Na média, foram 121 dias de aula totalmente perdidos e 103 parcialmente. O ensino remoto ou híbrido apresentou resultados insatisfatórios, e a perda de aprendizado foi brutal. Quase dois anos depois da eclosão da pandemia, as aulas não tinham voltado ao normal para mais de 400 milhões. O documento estima em US$ 17 trilhões, ou 14% do PIB mundial, as perdas ao longo da vida dos afetados. Obviamente, os danos não se resumem ao custo econômico.”

E diz mais o editorial do jornal:

“A questão agora é como resgatar o que foi perdido. ‘As consequências para a geração atual de crianças e jovens serão duradouras se não agirmos rápido’, afirma o documento. A primeira — e mais óbvia — medida é reabrir as escolas imediatamente. Nesse ponto, apesar das resistências e exceções, até que o Brasil já tomou a atitude sensata. Mas só isso não basta. ‘Para evitar que as perdas se tornem permanentes, é essencial que os países implementem um pacote de recuperação do aprendizado; mesmo que o conjunto específico de intervenções possa ser diferente, o objetivo deveria ser garantir que as crianças e adolescentes fiquem na escola e alcancem pelo menos o mesmo nível de competência das gerações que não foram expostas à pandemia’.”

E a conclusão:

“As ferramentas sugeridas pelo relatório para isso vão da ampliação da carga horária à revisão de metodologia e pedagogia. Mas primeiro é preciso entender a urgência da questão. Ela deveria ser a prioridade imediata não apenas do ministério ou das secretarias estaduais e municipais de educação, mas de todos os candidatos que tentarão conquistar o voto dos brasileiros nas urnas no ano que vem. Ignorá-la seria cometer um novo crime contra as mesmas vítimas: nossas crianças e nosso futuro.”

Fonte: Jornal da Cidade Online

Continuar lendo OPINIÃO: PELA PRIMEIRA VEZ O EDITORIAL GLOBO RECONHECE QUE ERROU AO APOIAR O FECHAMENTO DAS ESCOLAS

OPINIÃO: MAIOR ITINERÁRIO DOS PARTIDOS PROGRESSISTAS É DESCONSTRUIR A FAMÍLIA JUDAICO-CRISTÃ

O principal alvo dos movimentos progressistas: A família judaico-cristã

Fotomontagem ilustrativaFotomontagem ilustrativa

A família tradicional é a base e o centro da tradição judaico-cristã, que é a responsável pela formação dos valores do Ocidente. Por isso, desconstruir a família é o maior itinerário dos movimentos progressistas. Recentemente fiz um artigo sobre os efeitos danosos para a sociedade quando a família é atacada (Destruir a família: efeito de uma guerra cultural). Hoje tentarei explicar a base filosófica usada por Karl Marx para legitimar o falecimento da família judaico-cristã.

Essa ideia começou já no Manifesto Comunista, livro que Marx sugere que os laços familiares são fontes de opressão. Contudo, foi em “A Origem da Família, da Propriedade Privada e do Estado”, de 1884, que o pensamento (esquizofrênico) do revolucionário alemão ganhou altura.

O livro foi escrito por Friedrich Engels, mas seus argumentos foram retirados dos escritos de Marx, que faleceu um ano antes do material ser publicado.

A publicação usa uma tese (até hoje sem nenhuma comprovação científica) do antropólogo Lewis Morgan.

A ideia é que a primeira sociedade era matriarcal. Nela existia sexo livre, sem compromisso, e os filhos só conheciam a mãe; não sabiam quem era o pai.

A mãe, a mulher, era a referência na sociedade, a figura mais importante.

Com os processos de mudanças sociais, começa a existir circulação de mercadoria e troca de bens, nascendo o acúmulo de riqueza e da propriedade privada.

Os homens, ao aumentar seus bens, não têm para quem deixar sua herança, pois não sabem quem são os filhos.

Então, nasce a necessidade de “aprisionar” a mulher, oprimindo ela e os filhos, exigindo fidelidade; e nascendo assim a família patriarcal.

Pela força simbólica do capital e pela força física, o sexo masculino “escraviza” todos do lar. Esta família, portanto, é fonte de toda a opressão, das desigualdades e originalmente é perversa; uma sociedade perfeita, idealizada pelo comunismo, com todos sendo iguais, não pode ter essa tirania do homem.

A conclusão é de que a origem da desigualdade entre as classes começou nesta desigualdade individual dentro da família tradicional da cultura judaico-cristã. É preciso, por isso, abolir com esse modelo de família, origem do problema, para retirar da sociedade a dialética de opressor e oprimido e criar uma sociedade igual.

Apesar de ser uma tese confusa, sem base antropológica confiável, com um senso vazio de realidade e uso medíocre de ciência, o livro teve repercussão, especialmente na Revolução Russa.

Lênin falou destes escritos como sendo uma referência para implantar o comunismo, ou seja, como é na família que está a raiz da desigualdade, logo seria preciso “matá-la” por dentro. Lembrando que a Rússia (União das Repúblicas Socialistas Soviéticas – URSS) foi o primeiro país a legalizar o aborto, flexibilizar o divórcio, implantar uma reforma educacional com o foco na desconstrução de autoridade e, por fim, enfraquecer a família. Isso mostra que as ideias comunistas e o cristianismo jamais podem andar juntos.

O conceito antropológico de construção histórica de família, usado no livro de Engels, nunca foi muito aceito, até pelos marxistas, mas a ideia da família patriarcal como opressora pegou.

Os movimentos feministas, que ganharam força no início do século XX, usaram essa tese para legitimar suas pautas.

Das três gerações das feministas, apenas a primeira tinha resquício de proteção da mulher e da ampliação dos seus direitos. Já nesta geração, mas principalmente nas outras duas, o foco era alterar as estruturas sociais, a identidade individual e, consequentemente, jogaram uma “granada” na alma da família clássica e cristã. As consequências são visíveis hoje.

A classe média, encharcada pelo mundo POP e produtos culturais de consumo, dizem que o comunismo e o socialismo acabaram.

De fato, esses modelos de governo se mostraram utópicos, ineficazes e pavimentaram tiranias e ditaduras. Contudo, um olhar atento e sem filtros ideológicos, percebe que o DNA do pensamento marxista impregnou nas camadas sociais; o espírito revolucionário e crítico, sem fundamentação (baseado na Escola de Frankfurt) está vivo; a dialética de uma classe contra a outra também: homem e mulher, negro e branco, hétero e homossexual, criança e adulto, policial e bandido, burguesia e operariado.

Todas essas características são potencializadas pelo universo cultural, que tem como atores principais a educação, a imprensa, o entretenimento (novelas, filmes, séries) e as manifestações artísticas.

O alvo de todo esse marxismo cultural é, por fim, acabar de vez com todos os valores da família.

O tema é complexo, com muitos outros ingredientes usados para jogar “gasolina” neste cenário.

O importante é entender que só existe uma maneira de frear essas transformações sociais e da identidade do indivíduo: preservarmos a nossa família e lutarmos para que o lar continue sendo a célula vital da sociedade.

Foto de Thiago Lagares

Thiago Lagares

Jornalista

Siga no Instagram: @thiago.lagares

Fonte: Jornal  da Cidade Online

Continuar lendo OPINIÃO: MAIOR ITINERÁRIO DOS PARTIDOS PROGRESSISTAS É DESCONSTRUIR A FAMÍLIA JUDAICO-CRISTÃ

OPINIÃO: PENSE ATÉ 10 VEZES ANTES DE TENTAR LACRAR CAIO COPPOLLA, SUA ORATÓRIA É IMBATÍVEL

Normalmente, pela nossa grade de programação semanal, quinta-feira não é dia da coluna OPINIÃO, mas eu não podia deixar passar essa oportunidade de levar ao seu conhecimento um show de oratória do incrível Caio Cappolla, que da uma verdadeira “surra”, com muita categoria e classe no compositor e cantor Edu Krieger que tentou lacrá-lo por ele ter usado trecho de uma música do cantor para homenagear o seu pai. É simplesmente imperdível e mostra que em termos de retórica o jovem comentarista político é imbatível!

Fonte:

Continuar lendo OPINIÃO: PENSE ATÉ 10 VEZES ANTES DE TENTAR LACRAR CAIO COPPOLLA, SUA ORATÓRIA É IMBATÍVEL

OPINIÃO A HIPOCRISIA DE SOCIOPATAS QUE NÃO SENTEM MENOR REMORSO EM VESTIR UMA CARAPUÇA TRISTE E CULPAR OS OUTROS POR SUAS IRRESPONSABILIDADES

ELES PODEM TUDO! Doria, Claudia Leitte e Daniela Mercury causam mega aglomerações!

Fotomontagem: JCO (Reprodução)Fotomontagem: JCO (Reprodução)

Enquanto você cidadão foi tratado como lixo, xingado e humilhado por tentar trabalhar e prover pra sua família ou ter o mínimo de lazer, os oportunistas milionários se divertiram em suas mansões e lanchas.

Agora eles causam mega aglomerações em seus shows lotados para num futuro bem próximo colocar em você a culpa de um provável aumento de casos.

Chega de tolerar hipócritas como Rede Globo e toda a mídia suja acobertando irresponsáveis como João Doria, Claudia Leitte e Daniela Mercury!

Estamos lidando com sociopatas que não sentem o menor remorso em vestir uma carapuça triste e cínica para dar um sermão sobre como pessoas mais pobres devem se sentir constrangidas por ousarem buscar seu alimento ou tentarem prover aos seus filhos um mínimo de dignidade.

Ninguém mais tem licença para não entender o que está acontecendo. A fome, o desemprego e as mortes no Brasil tem culpados bem definidos. E não é o Presidente da República, mas sim aqueles que você permitiu que tomassem conta da sua vida em troca da promessa de que sua obediência seria recompensada com um breve retorno ao “normal”.

Ou lutamos agora ou seremos refém do que há de pior na humanidade.

Fonte: Jornal da Cidade Online

Continuar lendo OPINIÃO A HIPOCRISIA DE SOCIOPATAS QUE NÃO SENTEM MENOR REMORSO EM VESTIR UMA CARAPUÇA TRISTE E CULPAR OS OUTROS POR SUAS IRRESPONSABILIDADES

OPINIÃO: MAIS JUSTIÇA E MENOS CRUELDADE QUANDO O ASSUNTO É CRÉDITO NOS BANCOS

Caro(a) leitor(a),

Sempre achei muito cruel essa forma de se garantir um empréstimo com a penhora total de um bem que, em grande parte deles, possui um valor venal muitas vezes maior do que o valor emprestado. Como por exemplo, quando o empreendedor precisa de R$ 50 mil e entra como garantia com um bem que custa R$ 500 mil e, posteriormente numa outra demanda fica sem condições de pegar mais dinheiro emprestado no banco. 

O que me impressiona é ter levado tanto tempo para aparecer alguém com essa ideia de fracionar a garantia em função do valor emprestado. Não creio que tenha sido falta de imaginação ou originalidade, mas sim falta de boa vontade. Quanto empresários, ao longo de todo esse tempo não perdeu seus bens desnecessariamente por pura crueldade e/ou má fé dos bancos? Tenho certeza que milhares.

Se esse projeto de Paulo Guedes vingar e tem tudo pra vingar teremos um jogo mais justo e bem jogado, com muito menos histórias de quebradeiras e insucessos empresariais.

Guedes anuncia nova modalidade de crédito que pode liberar até 10 trilhões para a população (veja o vídeo)

Reprodução InternetReprodução Internet

Em conversa com a deputada federal Carla Zambelli (PSL-SP), o ministro da Economia, Paulo Guedes, apresentou uma nova modalidade de crédito para análise e aprovação do Congresso Nacional, que vai permitir a tomada de dinheiro sem a necessidade de entregar bens móveis e imóveis como garantia total.

Se entrar em vigor, o novo sistema pode ampliar as linhas de crédito para micro, pequenos e médios empresários, e também para cidadãos comuns que necessitem de um fôlego financeiro.

Segundo Guedes, a expectativa é ampliar em 10 vezes o valor disponível nos bancos, que poderá chegar a 10 trilhões de reais.

Confira no vídeo:

Fonte: Jornal da Cidade Online

Continuar lendo OPINIÃO: MAIS JUSTIÇA E MENOS CRUELDADE QUANDO O ASSUNTO É CRÉDITO NOS BANCOS

OPINIÃO: PEDIDO DE PRISÃO DE ALLAN DOS SANTOS ORIUNDO DO STF ESTÁ SENDO IGNORADO PELA INTERPOL

Interpol ignora pedido de prisão de Allan dos Santos e põe Moraes em situação delicada

Foto reproduçãoFoto reprodução

Por enquanto, o pedido de prisão do jornalista Allan dos Santos, oriundo do Supremo Tribunal Federal (STF), está sendo simplesmente ignorado pela Interpol.

Algo semelhante nunca havia acontecido ou, pelo menos, não existem informações de outros casos como esse. Isso é péssimo para o ministro Alexandre de Moraes.

Segundo o jornal Folha de S.Paulo, em regra, a inclusão é rápida, mas, desta feita, de forma inédita, ainda não ocorreu e parece que não vai acontecer.

Tudo indica que a Interpol está avaliando o caso para evitar ações contra perseguidos políticos.

Não é difícil imaginar qual será a conclusão do órgão, haja vista que até o momento nem os próprios advogados do ‘investigado’ conseguiram ter acesso aos autos.

Tudo isso pega muito mal para o Poder Judiciário brasileiro, notadamente para a nossa Suprema Corte.

A “Ditadura da Toga”, ora reinante no Brasil, está indo de maneira escancarada para os olhos do mundo.

Disso tudo, certamente advirão consequências…

Aliás, o fato da própria Interpol ignorar um pedido de prisão emitido por um ministro de nossa mais alta corte, já é uma consequência.

Gonçalo Mendes Neto. Jornalista.

Fonte: Jornal da Cidade Online

Continuar lendo OPINIÃO: PEDIDO DE PRISÃO DE ALLAN DOS SANTOS ORIUNDO DO STF ESTÁ SENDO IGNORADO PELA INTERPOL

OPINIÃO: O JOGO JÁ COMEÇOU E AS PEDRAS COMEÇAM A SE MOVER NO TABULEIRO DE XADREZ

Aos poucos o novo cenário político para as eleições 2022 vai se delineando. As pedras no tabuleiro de xadrez já começam a se movimentar e definir posições. O artigo a seguir mostra o General Hamilton Mourão se posicionando junto ao eleitorado do Rio de Janeiro e provavelmente concorrerá para governador, na tentativa de dar um basta ao avanço do crime organizado e ao tráfico de drogas no estado. Isso deve tranquilizar o presidente Bolsonaro, com menos um para ameaçá-lo e se tornar parceiro. Magno Malta desta vez deverá se candidatar pelo Espírito Santo, onde tem mais chance de se eleger com segurança e não ficar mais fora de combate e Tarcísio parece que não escapa de ser candidato a governador por São Paulo para desbancar o calça apertada de uma vez.

Na teoria a imagem parece estar perfeita, mas na prática a coisa pode ser bem mais difícil, Vamos acompanhar de perto esse jogo de xadrez e ver se as previsões se confirmam realmente.

O cenário eleitoral começa a se definir: Mourão no Rio, Tarcísio em SP, Magno Malta no ES e Bolsonaro no PL

Fotomontagem reproduçãoFotomontagem reprodução

O vice-presidente Hamilton Mourão se decidiu, será candidato no Rio de Janeiro, ele já alinhavou com o presidente do PRTB-RJ, Antônio Carlos Santos, e será candidato no estado. Provavelmente a governador, para ser uma alternativa em relação ao candidato mais radical à esquerda, Marcelo Freixo, ex-Psol.

Mourão deve iniciar viagens pelo interior do Rio, falar mais sobre problemas locais, se reunir com empresários cariocas e participar de eventos por lá.

Com o crime organizado ditando regras no estado, a candidatura de um político hostil as forças de segurança como Freixo é uma ameaça real ao, já sitiado, empresariado fluminense.

O general Mourão (e todo o Brasil) contam com o apoio do presidente Bolsonaro à sua candidatura.

Em São Paulo a pressão pela candidatura do ministro da Infraestrutura, Tarcísio de Freitas, está gigante. Tarcísio só não será candidato se não quiser – importante dizer que São Paulo é forte reduto Bolsonarista e o eleitorado está ávido por eleger um ‘bolsonarista raiz’ depois da decepção causada pela traição de João Doria.

Por outro lado Valdemar Costa Neto e seu partido, o PL, caiu em si e viu que não poderia abrir mão de Jair Bolsonaro, depois do que ele fez em 2018 transformando um partido nanico e desconhecido, o PSL, no maior e mais rico partido do Brasil.

A força de Bolsonaro já se faz sentir no partido. Na reunião de cúpula do PL o ex-senador Magno Malta foi convidado e não passou em branco, foi escrita por ele a principal frase da carta que o PL divulgou após a reunião:

“O PL está pronto e alinhado para receber o presidente Jair Bolsonaro em todos os estados”.

Foto de Eduardo Negrão

Eduardo Negrão

Consultor político e autor de “Terrorismo Global” e “México pecado ao sul do Rio Grande” ambos pela Scortecci Editora.

Continuar lendo OPINIÃO: O JOGO JÁ COMEÇOU E AS PEDRAS COMEÇAM A SE MOVER NO TABULEIRO DE XADREZ

OPINIÃO: DOIS PESOS E DUAS MEDIDAS, ASSIM JULGA AS AÇOES O NOSSO JUDICIÁRIO

Caro(a) leitor(a),

Podemos chamar de cara de pau e até mau caratismo as atitudes do judiciário com relação a questão do passaporte sanitário. No  caso das empresas privadas  e públicas o STF já se posicionou como sendo obrigatório para admissão de funcionários, baseado no artigo 225 da Constituição Federal que diz que: “Todos têm direito ao meio ambiente ecologicamente equilibrado, bem de uso comum do povo e essencial à sadia qualidade de vida, impondo-se ao Poder Público e à coletividade o dever de defendê-lo para as presentes e futuras gerações”. Isso também quer dizer que a empresa, seja ela pública ou privada, tem o direito de determinar que tipo de pessoa pode trabalhar nas suas dependências. Mas quando o Governo Federal publica um decreto onde determina regras para a admissão de projetos pela Lei Rouanet o MPF, frequentemente omisso em suas atribuições como denunciante, não perde a oportunidade de se pronunciar, de imediato, contra a medida do governo. Se isso não é perseguição eu preciso reaprender a língua portuguesa!

MPF quer passaporte sanitário em eventos financiados pela Lei Rouanet

Procuradora do DF pede a suspensão definitiva da portaria editada por Mario Frias.

O Ministério Público Federal (MPF) informou ter acionado a Justiça Federal para garantir que todos os eventos culturais com financiamento da Lei Rouanet possam exigir na entrada o passaporte sanitário que comprove a imunização contra a Covid-19.

Na ação civil pública, a procuradora Ana Carolina Roman pede o deferimento de uma liminar a fim de suspender portaria publicada pela Secretaria Especial de Cultura que proíbe a exigência do documento vacinal em projetos financiados pela verba federal.

Pela norma do governo, as atrações culturais que se candidatarem à aprovação pela Rouanet não podem exigir comprovante de vacinação para entrada de público, sob pena de reprovação e multa.

Na petição inicial, contudo, o MPF diz que a medida está “em descompasso com o que se espera dos órgãos públicos no atual cenário epidemiológico”. O órgão argumenta que somente autoridades locais estariam aptas a determinar a adoção ou não de medidas sanitárias em eventos.

Para a procuradora, os passaportes sanitários não cerceiam as liberdades individuais, mas visam a “proteção da coletividade e de manutenção da saúde pública, valores de relevância social que não podem ser suplantados por expectativas de ordem pessoal”.

O secretário especial de Cultura, Mário Frias, argumenta que a exigência do documento para entrada em eventos atinge garantias fundamentais, e que a norma assinada por ele “visa a garantir que medidas autoritárias e discriminatórias não sejam financiadas com dinheiro público federal e violem os direitos mais básicos da nossa civilização”.

A partir de agora, o caso deverá ser analisado pela 3ª Vara Federal Cível do Distrito Federal, segundo informações da Agência Brasil.

Fonte: Conexão Política

Continuar lendo OPINIÃO: DOIS PESOS E DUAS MEDIDAS, ASSIM JULGA AS AÇOES O NOSSO JUDICIÁRIO

OPINIÃO: A PERVERSÃO NAS IDÉIAS E NOS COMPORTAMENTOS DE PERSONALIDADES CULTUADAS PELAS ESQUERDAS

Pensadores pervertidos do século 20 embasam a ideologia de gênero do século 21

Foto Reprodução/InternetFoto Reprodução/Internet

O texto abaixo foi escrito com base em uma live (vídeo abaixo) feita com a participação de Bernadete Campos, psicóloga em Campo Grande (MS); Nara Resende, psicóloga em Uberlândia (MG); Silvia Kimura, jornalista em São Bernardo (SP); e Vania Moreira, professora no Rio de Janeiro (RJ). A live foi transmitida pelo canal do Jornal Brasil Conservador, no dia 27/10/2021.

No presente artigo são apresentados, com mais detalhes, alguns dos principais pensadores do século 19 e 20, que influenciaram a ideologia de gênero. O que une muitos deles é a perversão contida nas suas ideias e nos seus comportamentos. Mesmo assim, essas “personalidades” são até hoje cultuadas e estudadas mundo afora, pelas esquerdas. Então, o objetivo é esclarecer a influência maléfica que esses autores continuam trazendo, principalmente para a juventude.

Além do embasamento didático, a live traz orientações de duas psicólogas, ambas colunistas do Jornal da Cidade Online, Bernadete Freire e Nara Resende. O artigo de hoje ficou por conta da competente educadora Vania Moreira, professora no Rio de Janeiro (RJ). A estudiosa, que é Âncora e redatora do Jornal Brasil Conservador, nos presenteou com um apanhado histórico, que ajudará os pais e educadores a compreenderem de onde vem essas ideias que fizeram a cabeça dos professores, e que por sua vez estão fazendo as cabeças de nossas crianças e adolescentes.

Por: Vania Moreira, professora no Rio de Janeiro (RJ).

Socorro, abriram as portas do hospício!

E se eu te disser que as sementes de todo esse caos moral, social e familiar, com o qual estamos tendo que finalmente lidar, – ideologia de gênero, pedofilia, feminismo, machismo, abortismo, gayzismo, veganismo, cotas raciais, linguagem neutra, aquecimento global, politicamente correto, desarmamento, “pais e mães de pets”, etc. – são pautas cuidadosa e sorrateiramente plantadas há muitos anos atrás? E que vários “pensadores”, surgidos no final do século 19 e meados do século 20, adubaram esse enorme jardim de ervas daninhas, com suas teses alopradas, e, principalmente, com suas condutas amorais, imorais e totalmente perversas e pervertidas?

Nesse contexto, muitos médicos, psiquiatras, psicólogos, filósofos, pedagogos, professores, influenciaram toda a cultura e contracultura do século 20, com ideias e ideais deturpados, mas meticulosamente planejados, com o não tão evidente propósito de destruir os pilares e as tradições do Ocidente, baseados no tripé Deus-Pátria-Família. E, pasmem, não é que conseguiram?!

Tudo começou no final do século 19, com a publicação do Manifesto Comunista (1848), do alemão Karl Marx (1818-1883), que pregava a destruição de toda a ordem vigente, de todo o status quo, para do caos surgir uma nova sociedade, onde todos seriam iguais, e ele próprio, Marx, seria uma espécie de deus; onde o individualismo daria lugar ao coletivismo, numa utopia socioeconômica insana, que não deu certo em país nenhum; ao contrário, esses regimes mataram e escravizaram mais de 100 milhões de homens, mulheres e crianças ao redor do mundo.

Mesmo com toda a destruição, fome, pobreza e fracasso que estes regimes totalitários – comunismo, nazismo, fascismo, maoismo, etc. – causaram a milhões de pessoas e países, toda uma leva de pensadores do século 20 abraçaram e endeusaram a causa comunista. Tudo foi arquitetado com muito método, pois essa engenharia social tinha por objetivo uma ruptura total e agressiva, mas que deveria ser feita de maneira sorrateira e subliminar.

Antonio Gramsci (1891-1937), filósofo marxista, jornalista, historiador e político italiano, membro-fundador do Partido Comunista da Itália, percebendo que pela força a causa socialista não vingaria, maquiavelicamente promoveu a tomada do poder sem armas, mas sim através da cooptação das mentes dos jovens. E assim tem sido feito, nas escolas e universidades, até hoje. E os reflexos são cada vez mais visíveis na sociedade atual, não há como negar.

Some-se a essa revolução gramscista – sem violência, sem tiro, sem bomba – a chegada aos Estados Unidos dos exilados da Escola de Frankfurt, que estavam fugindo do nazismo. Eram todos comunistas, e tomaram as principais universidades americanas. Eles ocuparam cargos de destaque e inflamaram a sociedade com suas ideias devastadoras. Os principais expoentes, dessa escola do mal, foram Adorno e Marcuse, que pregaram a destruição da família e da religião e incitaram a erotização precoce das crianças. Num campo ávido por novas e revolucionárias ideias, eles plantaram e espalharam as sementes da inovação e da destruição.

Na primeira metade do século 20, o mundo e as mentes estavam em ebulição, surgiram a revolução sexual, a pílula anticoncepcional e a contracultura. O conservadorismo começou a ser tachado de atrasado e isso propiciou uma maciça lavagem cerebral feita por pensadores de grande destaque. Mas, ironicamente, essas pessoas eram totalmente fracas, doentes e pervertidas, porém muito influentes e extremamente perigosas.

Apesar do grande prestígio que adquiriram, essas “celebridades” tinham falhas graves de caráter, no que se referia às suas condutas morais e sexuais. Várias sofreram de psicopatologias como distúrbios bipolares, tentativas de suicídio, prisões por pedofilia ou por condutas sexuais inapropriadas, prática do sadomasoquismo e da ninfomania, uso de drogas pesadas, morte por AIDS, ou acabaram suas vidas em manicômios.

Podemos citar alguns desses representantes, tais como Nietzsche (“Não há nada fora de nós [de nossas mentes] que seja objetivo”/ “Deus está morto”), filósofo reverenciado e lido até hoje pela esquerda, Jean Paul Sartre, Simone de Beauvoir (“Ninguém nasce mulher, mas torna-se uma, pois isso é uma construção social”), Michel Foucault (um dos idealizadores da ideologia de gênero), Alfred Charles Kinsey, Wilhelm Reich, entre tantos outros.

Margaret Sanger, fundadora da Parenthood, abandonou os seus filhos por causa da sua ninfomania. Grande fã de eugenia e controle populacional, especialmente entre a população imigrante e as classes sociais mais pobres, chegou a ser próxima do Ku Klux Klan. Ela morreu em 1966, por ter sido uma alcoólatra incontrolável.

Não acredita ou acha que é tudo exagero? Então pesquise por conta própria, porém, recomendo que o faça em buscadores idôneos e não cooptados (como o google). Procure ter mais informações sobre a vida pregressa dessas “personalidades” enlouquecidas, que tanto mal têm feito à sociedade, há anos, ditando a nossa forma de pensar e de agir, mesmo à nossa revelia!

Essas pautas progressistas absurdas têm como objetivo dividir para enfraquecer, enfraquecer para dominar a mente e a vida das pessoas, tornando-as um fantoche nas mãos dos tiranos. Não permitamos mais! Onde foram parar o bom, o belo, o justo? Estamos batendo às portas da barbárie, em pleno século 21, do Terceiro Milênio? Essa engenharia social vai nos condenar a viver o mundo distópico, tão assustadoramente bem descrito no livro “1984”, de George Orwell, onde nada é o que parece?

Cabe a nós recobrarmos as rédeas da nossa vida e não permitir mais os abusos dessa Era da Informação, onde tudo ou é fake news, ou está ao contrário. Vamos enDIREITAr a nossa vida, de novo! Não é tarefa fácil, pois ficamos por décadas adormecidos, mas, enfim despertamos.

No entanto, o tempo urge…

Foto de Bernadete Freire Campos

Bernadete Freire Campos

Psicóloga com Experiência de mais de 30 anos na prática de Psicologia Clinica, com especialidades em psicopedagogia, Avaliação Psicológica, Programação Neurolinguística; Hipnose Clínica; Hipnose Hospitalar ; Hipnose Estratégica; Hipnose Educativa ; Hipnose Ericksoniana; Regressão, etc. Destaque para hipnose para vestibulares e concursos.

Fonte: Jornal da Cidade Online

Continuar lendo OPINIÃO: A PERVERSÃO NAS IDÉIAS E NOS COMPORTAMENTOS DE PERSONALIDADES CULTUADAS PELAS ESQUERDAS

OPINIÃO: SUSPENSÃO DA PRÉ-CANDIDATURA DE CIRO É MAIS UMA ESTRATÉGIA POLÍTICA DA VELHA RAPOSA

Caro(a) leitor(a),

Ao contrário do que Eduardo Negrão, o autor do artigo a seguir, que estamos publicando nesta edição da coluna OPINIÃO, pensa sobre a atitude de Ciro Gomes com relação a suspensão da sua pré-candidatura  à Presidência da República para as eleições de 2022. Eu acho que foi mais uma estratégia de mestre da velha raposa. Na verdade ele encontrou uma forma bastante contundente de pressionar a bancada do PDT a reverter a aprovação da PEC dos precatórios em segundo turno. Caso obtenha sucesso irá usar o episódio como capital político a seu favor na corrida às eleições presidenciais e mostrará a sua força e influência no Congresso Nacional. Então aguardemos o desfecho final de mais esse round no cenário político nacional. 

O desespero de Ciro, a “fuga” às escondidas e a iminente derrota

Ciro Gomes - Foto: José Cruz/Agência BrasilCiro Gomes – Foto: José Cruz/Agência Brasil

O eterno candidato à presidência, Ciro Gomes, comunicou a suspensão de sua pré-candidatura à Presidência da República para as eleições de 2022.

A desculpa dessa vez foi o apoio de deputados federais do PDT, seu partido, à PEC dos Precatórios. O ‘ex-presidenciável’, diz que sua decisão vai valer até que seus correligionários na Câmara dos Deputados reavaliem sua posição no segundo turno da votação, que pode ocorrer ainda nesta quinta ou na semana que vem.

Pelo menos esse foi o discurso, mas o que isso significa na verdade?

O fato é que numa campanha nunca, em hipótese nenhuma, se cogita a desistência. Isso desmobiliza a militância – ainda mais no caso de Ciro que aparece em 4º nas pesquisas.

Nessa mesma semana outro presidenciável, o apresentador Jose Luiz Datena, também jogou a toalha. Ou seja, esse seria o grande momento para Ciro se apresentar como líder da ‘resistência oposicionista’ mas ele preferiu abrir mão dessa oportunidade para choramingar no Twitter:

“Há momentos em que a vida nos traz surpresas fortemente negativas e nos coloca graves desafios. É o que sinto, neste momento, ao deparar-me com a decisão de parte substantiva da bancada do PDT de apoiar a famigerada PEC dos Precatórios. A mim só me resta um caminho: deixar a minha pré-candidatura em suspenso até que a bancada do meu partido reavalie sua posição. Temos um instrumento definitivo nas mãos, que é a votação em segundo turno, para reverter a decisão e voltarmos ao rumo certo”.

Dos 24 deputados do PDT, 15 votaram a favor da proposta do governo Bolsonaro, 6 contra e três não compareceram à sessão. O texto-base da PEC foi aprovado com 312 votos a favor, apenas quatro a mais do que o mínimo necessário.

O partido de Ciro foi o único de oposição a orientar pela aprovação da proposta. A verdade é que Ciro, assim como Lula e Datena estão sentindo nas ruas o maciço apoio popular à Jair Bolsonaro e não tem Datafolha que segure a população.

Foto de Eduardo Negrão

Fonte: Jornal da Cidade Online

Continuar lendo OPINIÃO: SUSPENSÃO DA PRÉ-CANDIDATURA DE CIRO É MAIS UMA ESTRATÉGIA POLÍTICA DA VELHA RAPOSA

OPINIÃO: O BRASIL TEM DADO A HOMENS MEDÍOCRES A CHANCE DE REDENÇÃO

Alcolumbre é um dos grandes responsáveis pelas desgraças que acometem o país

Davi Alcolumbre - Foto: Fabio Rodrigues Pozzebom/Agência BrasilDavi Alcolumbre – Foto: Fabio Rodrigues Pozzebom/Agência Brasil

O Brasil é um país singular. Não sei se sou o primeiro a falar isso, mas faço questão de reafirmar tal constatação nesse artigo. Temos tantas singularidades que nos particularizam como nação que faltam linhas ou mesmo palavras em nosso vernáculo para descrever tal estado de coisas.

Poderia citar muitas, mas uma em específico serve para o tema dessa coluna: o Brasil tem dado a homens medíocres a possibilidade da redenção. Tantas figuras desprezíveis já tiveram a chance de fazer a coisa certa e jogaram no lixo tal oportunidade.

Continuaram medíocres, com a diferença de adicionarem gratuitamente a antipatia nacional para si.

O senador Davi Alcolumbre (DEM-AP) é o exemplo mais cristalino deste quadro. Por pura birra com o governo, ele resolveu por bem emperrar ad infinitum a sabatina de André Mendonça, escolhido pelo presidente Jair Bolsonaro para ocupar uma das onze vagas no Supremo Tribunal Federal.

Arrogando para si o poder de presidente da CCJ (Comissão de Constituição e Justiça) do Senado, o sr. Alcolumbre julga ser o dono absoluto da pauta, desprezando até mesmo a posição de senadores oposicionistas – um deles é Alessandro Vieira (CIDADANIA-SE), que não perdeu a chance de dar uma belíssima enquadrada em seu colega por não marcar a bendita sabatina.

Não é a primeira vez do senador Alcolumbre. Ele já atrasou o Brasil em outras ocasiões por deixar de fazer a coisa certa. Se há algum homem público neste país que poderia ter evitado as nossas desgraças atuais e fez de tudo para não as impedir, esse homem é Davi Alcolumbre.

A criação de uma CPI para investigar ilegalidades cometidas pelo Poder Judiciário – especialmente o STF – foi discutida pelos principais atores políticos em 2019. O grupo ‘’Muda Senado’’, suprassumo do lavajatismo, levou adiante a iniciativa, defendendo a necessidade de frear o ativismo judicial.

Eu mesmo defendi a CPI da Lava Toga em artigo que fiz para o Instituto Liberal – colocado depois na Gazeta do Povo por Rodrigo Constantino – por entendê-la como uma simples reafirmação de um dos princípios que norteiam qualquer democracia sólida: a transparência. Sem um Judiciário confiável e transparente, cai um pilar importante da nossa República.

Pois bem, o que fez o senador Alcolumbre, na época presidente do Senado? Teimou em não abrir a CPI – ela dependia do seu consentimento para ganhar vida. Chegou ao cúmulo do ridículo ao falar que a Lava Toga não faria bem ao país.

A mais alta instância do Poder Judiciário rasga a Constituição, promove uma insegurança jurídica absurda, interfere constantemente nos outros poderes e atua politicamente na perseguição aos conservadores, mas a tentativa de investigar e enquadrar os agentes que promovem o apequenamento do Brasil é que realmente faria mal? O sr. Alcolumbre deve viver em mundo paralelo.

A melhor solução possível para frear o ativismo togado sempre foi pensada e exaustivamente debatida por aqueles cientes do problema. Da CPI da Lava Toga ao impeachment de ministros do STF, avolumaram-se as sugestões, os caminhos a seguir para o enfrentamento da questão.

Para os mais legalistas – incluindo este humilde colunista – e defensores fiéis de saídas dentro da lei, o impeachment sempre foi o caminho ideal. A Constituição estabelece que o Senado é a instituição que pode impedir um ministro do STF com a aprovação do processo por maioria qualificada de no mínimo 54 senadores.

A abertura do processo depende do aval do presidente da casa, decidindo pelo prosseguimento ou pelo arquivamento do pedido.

Durante o governo Bolsonaro, ficou mais escancarado do que nunca que a atual composição do Supremo desrespeita a Constituição e provoca danos enormes ao país. Nada mais nada menos que 52 pedidos de impeachment foram apresentados desde a posse de Jair Bolsonaro, sendo a maioria esmagadora no período em que Davi Alcolumbre foi presidente do Senado.

Pois bem, o sr. Alcolumbre arquivou todos de uma tacada só após a tentativa vergonhosa de driblar a letra da lei e empreender uma reeleição inconstitucional na Casa Alta. O meio legal de menor desgaste foi simplesmente desprezado.

O sr. Alcolumbre sempre alegou o cumprimento irrestrito da lei para não levar adiante as soluções para o enfrentamento do maior – e mais atual – problema do Brasil. Cabe aqui alguns esclarecimentos importantes. Alcolumbre levou adiante o famigerado PL das Fake News do seu desafeto Alessandro Vieira.

Mesmo com todas as críticas por parte de setores importantes da sociedade civil e das óbvias ilegalidades da iniciativa, ele deu de ombros e bancou praticamente sozinho a votação da matéria. Em que lugar ficou o seu espírito legalista, o mesmo a servir de justificativa para não enfrentar o ativismo judicial do STF? A duplicidade moral do senador Alcolumbre é uma coisa impressionante.

Revejam a manifestação do senador Esperidião Amin (PP-SC) sobre o PL das Fake News e tirem suas próprias conclusões. Não há a menor possibilidade de defesa razoável da matéria sob qualquer ponto de vista, mas Davi Alcolumbre fez questão de colocá-lo em pauta, em um dos episódios que mais apequenaram e mancharam o Senado.

Agora o sr. Alcolumbre trava irresponsavelmente a sabatina de André Mendonça. Como confiar nas intenções de um senador outrora alvo de inquérito no STF e acusado de empreender uma ‘’rachadinha’’ milionária?

Esse senhor é responsável diretamente pelos nossos problemas mais urgentes por ter tido a oportunidade de findá-los e nada fazer.

Foto de Carlos Júnior

Carlos Júnior

Jornalista

Fonte: Jornal da Cidade Online

Continuar lendo OPINIÃO: O BRASIL TEM DADO A HOMENS MEDÍOCRES A CHANCE DE REDENÇÃO

OPINIÃO: REABERTURA DAS INVESTIGAÇÕES DO ATENTADO CONTRA BOLSONARO CAI COMO UMA BOMBA PARA O PRÓXIMO ANO ELEITORAL

Cai como uma bomba o retorno das investigações nas proximidades de ano eleitoral

Foto reproduçãoFoto reprodução

Com a reabertura da investigação sobre o atentado contra o presidente, muitas coisas podem finalmente ser esclarecidas, e outros envolvidos podem ser descobertos.

O TRF-1 autorizou a quebra do sigilo e movimentações financeiras dos advogados de Adélio.

Parte intrigante é saber que, além de tentar ser candidato a deputado federal, e ter sido filiado por muitos anos no PSOL, segundo as apurações do Delegado Francischini, o criminoso entrou na Câmara dos Deputados em 2013, para falar com um deputado, que o recebeu adiantado em sua agenda.

As investigações sobre quem era esse deputado, nunca vieram a público.

Adélio, segundo ele mesmo e relatos de seus familiares, sempre foi uma pessoa humilde, que morou em casas precárias e barracões. Em depoimento já disse ter passado por muitas dificuldades alimentares.

É no mínimo suspeito, que ao chegar a Juiz de Fora, onde estaria Bolsonaro em campanha, pagasse a hospedagem de muitos dias a vista, e tivesse uma série de aparelhos como celulares e notebooks no quarto, junto com amparo legal prontamente disponível, de advogados de renome.

A imputação de doente mental, sem nunca passar por nenhum tipo de internação, e a velocidade na qual o diagnóstico do indivíduo foi construído, sempre levantou suspeitas sobre a idoneidade das informações. Na época, tanto o ministro da justiça (Moro), quanto o delegado do caso, corroboraram as conclusões.

O retorno das investigações nas proximidades de ano eleitoral, cai como uma bomba nas candidaturas adversárias. A OAB pode tentar levar a questão ao STF, que optaria por manter a decisão do TRF, já que não tende a invadir competências, os ministros optem por evitar polêmicas.

Caso o laudo aponte mais suspeitos, e fique constatada a real tentativa de assassinato pelo cunho político, muitos dos adversários do presidente podem perder o sono no que tende a eleição do ano que vem, e o motivo é simples:

Bolsonaro poderia de fato, se reeleger no primeiro turno, sem nenhuma dificuldade.

Foto de Victor Vonn Serran

Victor Vonn Serran

Articulista

Fonte: Jornal da Cidade Online

Continuar lendo OPINIÃO: REABERTURA DAS INVESTIGAÇÕES DO ATENTADO CONTRA BOLSONARO CAI COMO UMA BOMBA PARA O PRÓXIMO ANO ELEITORAL

OPINIÃO: A INSANA DEFESA DA DEPUTADA À QUADRILHA QUE ATERRORIZAVA CIDADES INTEIRAS

A deputada do PSOL e a defesa insana da quadrilha que sitiava e aterrorizava cidades inteiras

Imagem em destaque

A deputada Andreia de Jesus, obviamente do PSOL, presidente da Comissão de Direitos Humanos da ALMG, cobrou que as mortes na Operação conjunta da PMMG e PRF, contra uma quadrilha do Novo Cangaço, sejam apuradas.

A parlamentar classificou o episódio como “muito triste” e a operação como “muito violenta”. Ainda se solidarizou com as famílias dos criminosos, dizendo:

“É lamentável. Me coloco no lugar das mães que hoje choram seus filhos” e afirmou: “operação exitosa não deixa óbitos”.

Eu fico pensando em que mundo uma pessoa dessas vive e em que tipo de merda tem nas cabeças dos eleitores desta cidadã.

Estamos falando de uma quadrilha que tinha como “modus operandi” sitiar e aterrorizar cidades inteiras. Com eles, foram apreendidas armas de guerra, como um fuzil .50 BMG, e explosivos o suficiente para demolir um quarteirão. O número de munições era maior do que o estoque de uma Companhia da PM de uma cidade pequena: Mais de 5.000!

Tenho absoluta certeza que a deputada não faz ideia de como seja trocar tiro de fuzil em uma área rural, onde até barricadas são escassas. Imagine, então, “desentocar” criminosos com armamento pesado, protegidos dentro de uma casa, enquanto a policia se aproxima em campo aberto. É insano! No primeiro minuto, qualquer defensor de vagabundo, que enche o peito para dizer que “a ação policial deve ser apurada”, já estaria com as calças borradas e chamando a mamãe.

Os criminosos escolheram seu destino. Se houvesse rendição, estariam todos presos. Preferiram o caixão à cadeia.

Operação exitosa, cara deputada, é quando vidas inocentes são preservadas.

Operação exitosa, cara deputada, é quando todos os policiais voltam para casa, para suas famílias.

Operação exitosa, cara deputada, é quando vagabundo é posto fora de combate, não importa se em pé ou deitado.

Operação exitosa, cara deputada, é quando o palhaço chora e a caveira ri.

Se quer fazer algo quanto à operação, homenageie os policiais; dê-lhes uma congratulação por bravura. Com risco das próprias vidas, em troca de um salário muito inferior ao seu, pouparam a população de um banho de sangue.

Em um dia, fizeram mais pelo povo mineiro do que fez a digníssima em toda a sua vida, com sua demagogia e sua bunda pregada na cadeira, debaixo do ar condicionado do seu gabinete.

“Quando a arma que mata garante a liberdade e o direito de viver, os anjos choram, mas não condenam.” (BOPE – PMERJ).

Foto de Felipe Fiamenghi

Felipe Fiamenghi

O Brasil não é para amadores

Fonte: Jornal da Cidade Online

Continuar lendo OPINIÃO: A INSANA DEFESA DA DEPUTADA À QUADRILHA QUE ATERRORIZAVA CIDADES INTEIRAS

OPINIÃO: DEPOIS DE VIR À TONA O SISTEMA DE RACHADINHA JÁ CIRCULA NO SENADO A POSSIBILIDADE DE ALCOLUMBRE RENUNCIAR

Desesperado, Alcolumbre chega ao fim do poço e deve renunciar para não ser cassado

Davi Alcolumbre - Foto: Agência SenadoDavi Alcolumbre – Foto: Agência Senado

Depois que o seu esquema de “rachadinha” foi exposto pela revista Veja, já começa a circular no Senado a possibilidade de renúncia do senador Davi Alcolumbre.

Relembre: O senador nomeou 6 assessoras de gabinete, das quais ele embolsava mais de 90% do salário delas, pelo menos uma confessou ter sido nomeada com salário de R$ 14.000,00 do qual ela recebia apenas R$ 1.350,00, ou seja, menos de 10%. Ao todo, o esquema desviou dois milhões de reais.

Amplamente documentada com extratos e depoimentos das vítimas, isso já seria mais do que suficiente para cassação de um parlamentar. Mas, não para por aí: no início do mês de outubro, Alcolumbre foi objeto de várias acusações de nepotismo cruzado, rachadinha e desvio de dinheiro público (de salário) envolvendo uma autoridade do Judiciário do seu estado, o Amapá.

Para completar o inferno astral do senador Alcolumbre, o seu colega de Sergipe, senador Alessandro Vieira apresentou uma notícia crime pedindo que o Supremo Tribunal Federal investigue as acusações.

Isso, na verdade, é “uma sentença de morte política”, porque dificilmente Alcolumbre vai se safar dessa situação. A saída seria Alcolumbre renunciar ao mandato, evitando assim ao menos a perda de direitos políticos por oito anos.

Não se vê mais nem traços daquele senador que agia como um leão feroz barrando a nomeação de um ministro do STF e andando com o peito estufado pelos corredores do Senado.

Foto de Eduardo Negrão

Eduardo Negrão

Consultor político e autor de “Terrorismo Global” e “México pecado ao sul do Rio Grande” ambos pela Scortecci Editora.

Fonte: Jornal da Cidade Online

Continuar lendo OPINIÃO: DEPOIS DE VIR À TONA O SISTEMA DE RACHADINHA JÁ CIRCULA NO SENADO A POSSIBILIDADE DE ALCOLUMBRE RENUNCIAR

OPINIÃO: O NOVELO COMEÇOU A SER DESENROLADO E A SUJEIRA DO JUDICIÁRIO JÁ ESTÁ APRECENDO COM MAIS FREQUÊNCIA

Caro(a) leitor(a),

No dia 18 de outubro, aqui na coluna OPINIÃO eu comentei sobre o acordo de delação premiada aberto pela desembargadora Sandra Inês Rusciolelli, e o filho, Vasco Rusciolelli, um verdadeiro escândalo dentro do judiciário da BA. Na ocasião eu escrevi que “Isso é só o fio da meada, se puxar o fio a sujeira toda do judiciário virá a tona.

Em menos de 15 dias temos outro acordo de delação premiada fechado. Dessa vez a coisa aconteceu no Rio de Janeiro com o desembargador Mário Guimarães Neto, do Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro, que já havia sido afastado do cargo desde abril de 2020. Não é necessário dizer que isso ocorre com uma frequência bem maior do que possamos imaginar em todas as instâncias do judiciário brasileiro e em todos os estados da federação. 

Portanto, ainda é muito tímido o processo de moralização e de limpeza dos esgotos infestados de ratazanas do nosso judiciário, mas já um alento duas notícias como essas em menos de 15 dias. Vamos torcer que o efeito dominó dispare e tenhamos muitas outras delações na sequência para conseguirmos tirar no nosso judiciário da latrina.

Magistrado acusado de receber propina de R$ 6 milhões fecha acordo de delação premiada

Foto reproduçãoFoto reprodução

Em abril de 2020, o Superior Tribunal de Justiça (STJ) afastou do exercício do cargo, o desembargador Mário Guimarães Neto, do Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro.

Acusado de beneficiar empresários de ônibus, o magistrado teria recebido R$ 6 milhões em propina, de acordo com a denúncia oferecida pelo Ministério Público Federal (MPF).

O MPF acusa o magistrado da prática dos seguintes crimes: corrupção, lavagem e evasão de divisas pelo recebimento de propina.

Para tanto, empresários de ônibus teriam sido favorecidos em mais de 40 processos.

Surpreendentemente, Mario Guimarães Neto acaba de fechar uma delação premiada na PGR.

Será esse o início de uma tão esperada lava toga?

Fonte: Jornal da Cidade Online

Continuar lendo OPINIÃO: O NOVELO COMEÇOU A SER DESENROLADO E A SUJEIRA DO JUDICIÁRIO JÁ ESTÁ APRECENDO COM MAIS FREQUÊNCIA

SEGUNDO COLUNISTA, ESTRANHAMENTE MODELO FAMOSA QUE ESTÁ MANTENDO CASO COM MINISTRO DO STF FOI NOMEADA PARA CARGO NO CNJ

O “romance” revelado e as estruturas de Brasília em colapso

Foto reproduçãoFoto reprodução

O colunista Leo Dias afirmou, em sua coluna no portal Metrópoles, que um dos ministros do Supremo Tribunal Federal (STF), está tendo um caso com uma ex-modelo, famosa nos anos 80.

Segundo o colunista, os dois são amigos de longa data.

Eles teriam passado o feriado do dia 12 de outubro juntos, em um luxuoso hotel de São Paulo.

O romance já virou notícia nas rodas da alta cúpula do governo federal em Brasília.

Nos bastidores de Brasília a informação já está correndo solta e mexendo com a “comodidade” de alguns setores.

O que incomoda e causa estranheza é a nomeação da tal modelo para um cargo no Conselho Nacional de Justiça (CNJ) para integrar um grupo de trabalho denominado “Observatório dos Direitos Humanos do Poder Judiciário”.

As estruturas estão em colapso.

Fonte: Jornal da Cidade Online

Continuar lendo SEGUNDO COLUNISTA, ESTRANHAMENTE MODELO FAMOSA QUE ESTÁ MANTENDO CASO COM MINISTRO DO STF FOI NOMEADA PARA CARGO NO CNJ

OPINIÃO: PRESIDENTE DA OAB, FELIPE SANTA CRUZ SE ENTUSIASMA PARA SE CANDIDATAR À GOVERNADOR DO RIO DE JANEIRO

Mais magro, Felipe Santa Cruz se prepara para alçar “voo de galinha”

Foto reproduçãoFoto reprodução

O atual presidente da Ordem dos Advogados do Brasil, Felipe Santa Cruz, está entusiasmado com a possibilidade de ser candidato a governador do Rio de Janeiro.

Ora, convenhamos, depois de Pezão, Garotinho, o mega-condenado Cabral e Wilson Witzel é quase natural que qualquer aloprado se sinta a altura do cargo.

Por outro lado, a gestão de Felipe Santa Cruz na OAB, causou tanto desconforto no meio jurídico que levou o congresso a apresentar um projeto de lei 3612/20, visando alterar o processo eleitoral na entidade.

Atualmente a diretoria da OAB nacional é eleita apenas pelos conselhos federais. O referido projeto de lei estabelece eleição direta para presidente e demais membros da diretoria nacional.

De qualquer forma a candidatura de Santa Cruz não deve preocupar o eleitorado fluminense ao qual ele é um ilustre desconhecido.

Na verdade trata-se de um peão no tabuleiro do presidente nacional do PSD, Gilberto Kassab, que lança o presidente da OAB com a mesma intenção que ele solta balões de ensaio com o senador Rodrigo Pacheco para presidente da república.

Kassab é inteligente demais para acreditar nas chances tanto de um, como do outro, mas sabe que os lançando pode mais a frente negociar uma vaga de vice numa chapa com chances reais de vitória ou até um apoio num segundo turno – onde míseros 2% ou 3% de votos valem ouro.

E, acreditem, Kassab sabe valorizar as suas ‘commodities eleitorais’.

Foto de Eduardo Negrão

Eduardo Negrão

Consultor político e autor de “Terrorismo Global” e “México pecado ao sul do Rio Grande” ambos pela Scortecci Editora.

Continuar lendo OPINIÃO: PRESIDENTE DA OAB, FELIPE SANTA CRUZ SE ENTUSIASMA PARA SE CANDIDATAR À GOVERNADOR DO RIO DE JANEIRO

OPINIÃO: CONTRA A NARRATIVA DA ESQUERDA EXISTEM OS FATOS QUE DENUNCIAM OS GOVERNOS PETISTAS

Caro(a) leitor(a),

Na minha modesta OPINIÃO discursos como o do Ministro Rogério Marinho no artigo publicado a seguir devem dar o tom da política daqui por diante. Não sou bolsonarista e acho que quem me acompanha, aqui no Blog do Saber sabe disso, mas para derrotarmos a narrativa da esquerda e principalmente dos petistas nas eleições de 2022 temos que usar armas poderosíssimas que se chamam FATOS. Usar, inclusive, o máximo possível de imagens , já que, como diz o velho ditado: “uma imagem fala mais do que mil palavras”, para mostrar como foram os governos petistas, pois o povo tem memória curta e precisa ser reavivada. O melhor de tudo é que a malandragem do PT, achando que se perpetuaria no poder, não teve o menor cuidado nem pudor de fazer as falcatruas e golpes bem feitos. Então as provas materiais são inúmeras. Por exemplo: o Porto de Mariel ou o metrô de Caracas, ambos têm contrato feito pelo próprio BNDES, tem as evidências do inadimplemento, tem as obras prontas e funcionando e alguns delatores como provas cabais das delinquências cometidas. Isso tudo precisa ser mostrado daqui pra frente com bastante frequência.

Ministro sobe o tom detona governos petistas, que investiam verbas em outros países (veja o vídeo)

Rogério Marinho - Foto: Alex Ferreira/Câmara dos DeputadosRogério Marinho – Foto: Alex Ferreira/Câmara dos Deputados

Ao participar de um evento no nordeste do país, o ministro do Desenvolvimento Regional, Rogério Marinho, fez um forte discurso criticando governos anteriores, que destinavam verbas, que deveriam ser utilizadas para melhorar a vida do povo brasileiro, para investir em países de comando esquerdista, como Cuba e Venezuela.

Segundo o ministro, a fórmula de sucesso do governo Bolsonaro é, exatamente, fazer o oposto dos governos anteriores: investir no Brasil.

Ao compartilhar o vídeo com seu discurso no YouTube, Marinho reforçou o intuito do governo federal, de utilizar as verbas brasileiras para fazer o Brasil crescer:

“Nós sabemos que no passado não faltava dinheiro para grandes obras estruturantes, para portos, aeroportos, estradas, hidroelétricas, metrôs, mas na Venezuela, na Nicarágua, em Cuba, nos países da África.

Para o povo brasileiro o discurso, o pouco, o que sobrava. Para os outros a abundância.

Agora não, o governo do presidente Jair Bolsonaro trabalha em benefício do Brasil, para honrar os impostos do cidadão brasileiro”, escreveu ele.

Confira:

Fonte: Jornal da Cidade Online

Continuar lendo OPINIÃO: CONTRA A NARRATIVA DA ESQUERDA EXISTEM OS FATOS QUE DENUNCIAM OS GOVERNOS PETISTAS

OPINIÃO: PRECISAMOS SER A MUDANÇA QUE QUEREMOS NO NOSSO PAÍS

O Brasil nas nossas mãos: O futuro depende de nós

Foto: Agência BrasilFoto: Agência Brasil

Futuro já começou …precisamos ser a mudança que queremos para o nosso País. A realidade só muda pelo conhecimento e pela informação que provoca decisões e produz ações…o resto é mi mi mi, o que não falta na atualidade.

Tudo muda e certamente o mundo mudou nos últimos 30 anos: para pior e para melhor…,mas o que realmente mudou?

O fato é que a sociedade mudou muito pouco, quando falamos em política e comportamento político social, se pararmos para pensar… não me refiro à conjunção de fatores que elegeram um Candidato Conservador.

Como assim?

Calma, calma: vou explicar…

Atenção: Este é um Artigo Loooongo com mais de 3.200 palavras (desculpem rsss): caso queiram, podem acessar a versão Áudio/Podcast cujo link está no final da página, mas recomendo LER ou OUVIR e compartilhar pois certamente muitas “fichas vão cair” nesse momento crucial de nossa história face as eleições, processo que já começou.

Aos que preferem ler, vamos em frente…

Dias atrás revi uma entrevista “antiga” do Enéas Carneiro no “roda viva” de 1994 (que recomendo ver, mesmo por curiosidade), onde o então candidato à presidência, esse “personagem inesquecível” que nos deixou aos 68 anos em 2007, vítima de uma leucemia mieloide aguda, falava de suas ideias e plataforma como candidato, então pela segunda vez à Presidência (na primeira com seus 15 segundos de TV onde ficaram notabilizadas frases de efeito sempre finalizando com o tradicional bordão “meu nome é Eneeeeeas” e desta feita com cerca de 1 minuto e 17 segundo de TV onde se constituiria num dos maiores fenômenos eleitorais do Brasil, chegando em Terceiro Lugar na corrida Presidencial de 94 com cerca de 4.6 milhões de votos): um grande feito para um Conservador num ambiente já contaminado pela esquerda (também conhecida como a “Social Democracia Progressista de FHC”).

Nessa entrevista, que mais parecia a “santa inquisição”, o Enéas era submetido a um grupo de “jornalistas” nitidamente de extrema esquerda já simpatizantes de Lula, que seria fragorosamente derrotado por FHC (o candidato das Oligarquias, então) nas eleições de 94 por 34.3 milhões de votos, contra 17.1 milhões de votos de Lula, em turno único àquela época.

Era a segunda vez que um candidato considerado Conservador (ele próprio se dizia Conservador, mas acima de tudo um Nacionalista), mesmo com um conjunto de ideias meio malucas (como defender intervenção do Estado e Liberdade de mercado, algo certamente incompatível), se submetia ao “escrutínio” jornalístico de plantão algo que depois do Dr. Eneas, se é que ele de fato era um Conservador, jamais voltaria a acontecer até 2018 com Bolsonaro…

Um hiato de 24 anos (de Janeiro de 1995 até Janeiro de 2019) nos quais seriamos ASSALTADOS pelos governos PROGRESSISTAS (mesmo dando um desconto aos 2 últimos anos com o Temer, após o impedimento de Dilma)…principalmente nos últimos 14 com o PT.

Nessa entrevista do Eneas, vemos que o ambiente não mudou tanto assim (mesmo que a corrupção tenha sido atacada e combatida, todas as instituições continuam aparelhadas)…quem aparentemente mudou fomos nós… pois ficamos mais “espertos” e mais bem informados com a Internet; as redes sociais; o WhatsApp: e os novos canais independentes de mídia e jornalismo, nem sempre tendenciosos como os que tínhamos até então e que dominavam o pedaço, “fazendo nossas cabeças”, pois tinham na ocasião, a credibilidade que hoje não tem.

A mudança da População seria inevitável: CONHECIMENTO É PODER…

Ao rever o programa, se não soubéssemos a data, poderíamos dizer que a entrevista estaria sendo realizado hoje e veríamos algumas das posições defendidas por Enéas, como o potencial de riquezas do Brasil e os interesses escusos presentes no Establishment, sempre contrários aos interesses dos brasileiros e privilegiando a “elite” detentora do poder.

Não quero me ater às posições do Enéas, algumas das quais, discordo como a ideia de um “estado controlador”, o que se assemelha ao “socialismo”, embora ele se apresentasse com veemência como um ser liberal e a favor da “livre iniciativa”.

Mas sobretudo, na ocasião, a opinião expressa por Enéas sobre Lula chamava a atenção…algo que se materializou como uma profecia sinistra, anos depois. A história apenas confirmou o que Enéas já sabia e alertava aos brasileiros que naquela época não entendiam muito bem, infelizmente e assim, fomos enganados (já que até então Lula sempre fora visto apenas como um Ativista Sindical populista).

Dessa forma, quando finalmente Lula “sucedeu” FHC, tornando-se presidente pela primeira vez eleito em Outubro de 2002, continuaríamos a ser enganados por muito mais tempo, onde nada mudaria se não houvesse ocorrido o “acidente” da tal “terceira via”, me refiro a Bolsonaro, claro, produzido pela força e efeito “desconhecido até então”, da opinião pública que surgiu nas redes sociais e me refiro as Tias, Tios e Avós do Zap, principalmente, que refletiam um estado de consciência jamais visto e que fora produzido pelos escândalos de corrupção e pela ação da lava jato. Mais uma vez: CONHECIMENTO É PODER.

Eneas falava sobretudo do despreparo de Lula e de seu inegável desvio de caráter, algo que se revelou ainda pior quando este foi alçado ao poder… e essa história conhecemos bem. Mas Eneas se enganou: LULA ERA AINDA PIOR QUE ELE IMAGINAVA.

Nas eleições de 1994, depois da experiencia frustrada da Eleição de Collor (um candidato de orientação neoliberal) que herdara uma inflação de 1764% a. a. do fracassado governo Sarney (e hoje ficamos assustados e com razão pelo efeito da pandemia que nos trará uma inflação pouco acima de 8% a.a. e onde a Argentina chega a 50% a.a. sendo a sexta pior no mundo), e assim, chegávamos a um pleito onde tínhamos 9 candidatos à presidência dentre eles, além de FHC e Lula, o próprio Enéas, o Darcy Ribeiro, o Leonel Brizola, o Orestes Quércia e o Espiridião Amin, mas onde o FHC seria imbatível e teria como grande cabo eleitoral o “Plano Real” fruto de cabeças brilhantes, principalmente a do Economista Gustavo Franco, que debelaria definitivamente a Hiperinflação no País. FHC na ocasião era o Ministro da Fazenda do Governo Itamar Franco que herdara o Governo após o impedimento de Collor.

O sucesso do Plano Real que contava com o apoio de 70% da população (com o qual Eneas discordava, por razões obvias), contribuiria não apenas para eleger FHC em 1994, como para o reelege-lo em 1998, desta vez com a coligação que detinha mais de 70% dos Deputados e Senadores do Congresso, onde PFL, PMDB, PPB e PTB passavam a deter cargos no primeiro escalão do governo, dando início ao famigerado “teatro das tesouras” já que nas eleições seguintes teríamos a eleição de Lula que assumiria o governo (já razoavelmente aparelhado) em Janeiro de 2003, assim “convencendo” o Establishment de que faria o “jogo do poder das elites” e daí em diante, até o impedimento de Dilma (ao que tudo indica algo promovido pelo próprio Lula e pelo PSDB), teríamos 14 anos onde o Brasil foi destruído por governos “ditos” progressistas (PSDB e PT), o que representou então, os 22 anos de aparelhamento que saqueou o Brasil e os Brasileiros, quase inviabilizando o País como ocorreu com outros países “geridos” pela esquerda no mundo, mas principalmente na América Latina, tomada pelos participantes do “foro de São Paulo”, uma outra história hoje bem conhecida por muita gente.

MAS HOUVE UMA MUDANÇA IMPORTANTE DE 2016 PARA CÁ

Se a conclusão é a de que na política muito pouco mudou, como afirmei, na sociedade vivemos mudanças na forma de comunicação o que impactou a forma de como o “jogo político” passou a ser jogado à partir do impedimento de Dilma, basta ver de como as “redes” deram um susto no Establishment em 2018 e que à ocasião, já considerava como “favas contadas” a permanência dos “progressistas” no poder, mas como na poesia de “Drummond”: tinha uma “pedra no caminho”…uma pedra chamada Dilma… e não me refiro a sua duvidosa reeleição vencendo o Aécio, mas à estratégia malsucedida de substitui-la por alguém da “turma” das “Tesouras”, algo que não se materializou nas eleições de 2018 após a transição Temer.

Mesmo que a política e o modelo de subserviência no Brasil tenha sido mantido, principalmente com base no caráter corporativista que nos trouxe a constituição de 1988 (e suas incontáveis emendas mais que convenientes), a classe política foi de mal a pior, a julgar pelos 13 candidatos que concorreram à presidência em 2018, o que evidenciava o “vácuo” de bons políticos que vivemos nos últimos 20 anos: as pessoas envelhecem; outras morrem e nem sempre seus sucessores, de sangue ou não, tem o carisma e a expertise de seus mentores, muito menos em tempos de redes sociais.

Isso, sem dúvida, facilitou a vitória de uma terceira via em 2018 (interrompendo o “teatro das tesouras” à brasileira) no caso com a eleição do Bolsonaro, um improvável candidato da direita Conservadora num país dominado pela esquerda “progressista” (outro nome dado ao Socialismo), tanto na política, quanto de um aparelhado sistema judicial; da mídia; da cultura; da educação e dos principais setores da nossa sociedade que representam a economia.

Produziu-se assim, por um conjunto de fatores que já apresentei em outros artigos, a inflexão da curva que parece se materializar mesmo com tantas forças em contrário, algo que nem as fraudulentas pesquisas de “opinião” tem o poder de mudar, caso haja eleições limpas em 2022. Sendo um processo, os dados ainda estão rolando, mas reverter a inflexão por vias normais é algo pouco provável, mesmo pelo conjunto de forças de oposição.

Se por um lado tivemos e temos um processo de “doutrinação” nas duas últimas gerações, principalmente via Cultura e Educação, sabemos que a maior longevidade de uma população mais informada a cada dia, a mesma que produziu a “virada” nas urnas nos últimos anos, permanece engajada e possivelmente aumentou em número.

O tempo e a experiencia são os pais da razão e hoje a comunicação é absolutamente uma questão de curadoria onde há opções…ainda.

Uma população ativamente envolvida na política nacional é tudo que o Establishment gostaria de evitar, mas tem fracassado mesmo com todo aparato envolvido na censura e restrição nas liberdades de expressão. Pela primeira vez na nossa história a informação circula apesar dos canais uma vez que os vetores são a própria população.

Sociologicamente falando, a grande maioria da populações brasileira se apresenta como “conservadora nas pautas de “costumes” e “liberal nas pautas econômicas” e nada indica que isso vá mudar nos próximos anos: é um fenômeno Global mesmo que a oposição raivosa também seja global…globalista, para ser mais preciso.

Os eleitores jovens hoje entre 18 e 24 anos representam 19 milhões do eleitorado Brasileiro (onde apenas 1.3 milhão estão na faixa de 16 a 17) e, mesmo que seja um contingente importante, se encontra dividido. Assim, o contingente sênior dos cerca de 148 milhões de eleitores brasileiros é, como falei, majoritariamente composto por conservadores na pauta de costumes e liberal em termos de economia, defensores de um Estado menor, mais ágil e atento às suas reais funções de gestão em relação ao bem estar da população e ao desenvolvimento do potencial natural e agroindustrial que possuímos, o que nos coloca como uma potência econômica indiscutível, o que assusta e preocupa muita gente que concorre com o Brasil pelos mercados Globais: há sem dúvida um conflito de interesses que só vai se acirrar.

DITO ISSO, PARA ONDE VAMOS?

Tenho total convicção de que as eleições de 2022 serão as mais importantes da nossa história pois, não apenas podem impedir o retorno de criminosos que tomaram o país por quase 30 anos (e muitos ainda estão lá…, me refiro ao poder), mas também porque implicam na continuidade do processo de renovação das nossas “casas políticas” e também nos Estados: como enfatizei no último artigo, temos três jogos em andamento e não apenas o da eleição presidencial.

Assim, considero da maior importância o engajamento e conscientização de todos nós para a responsabilidade de cada um de nossos voto. Com base nisso, algo que vou repetir à exaustão até Outubro de 2022, o que está em jogo é o futuro do Brasil e dos Brasileiros, me refiro ao futuro imediato e não algo longínquo lá no horizonte.

Para começar, vou repetir o final do meu artigo publicado no JCO em 08/05/2021, sob o título SURGEM NO HORIZONTE OS SINAIS DE UM NOVO BRASIL.

Segue… e vale ler ou reler e propagar:

Se paramos para verificar como se apresentam os grupos de políticos que atuam nas casas políticas (também nos Estados e Assembleias), identificamos as seguintes configurações:

Os dinossauros honestos. Políticos honestos da velha guarda que são raríssimos;

Os dinossauros Bandidos, que entre os dinossauros são a maioria (muitos dos quais denunciados em processos da lava jato e que são os chamados “rabo preso” junto ao STF via foro privilegiado;

Os filhos dos dinossauros, que com honrosas exceções são frutas que não caem muito longe do pé, algo como filho de peixe, que são responsáveis em preservar as dinastias de poder que foram criadas ao longo da história da “Republica”…

A nova geração que tem algum poder pois são alavancados por algum tipo de interesse que tem poder. Muitas vezes interesses genuínos e outras vezes não.

A nova geração que representa o chamado “baixo clero” (mesmo que no baixo clero tenhamos integrantes de vários grupos) que, embora tenham boas pautas, não tem poder para implementá-las (Bolsonaro foi um destes). Esses, em sua maioria, são os representantes de boa parte da população: aqueles que tem a missão dificílima de enfrentar o establishment quase que sem nenhuma munição.

Guardadas as proporções, a estratificação é mais ou menos essa, o que nos mostra que boa parte da nova geração de políticos que tem poder é cooptada pelo sangue ou pela corrupção. E outra parte é formada por jovens políticos que representam as minorias sem grande poder de realização ou por outras vezes são também oportunistas buscando uma têta para mamar.

E visando manter o aparelhamento, temos no parlamento duas ferramentas que possibilitam perpetuar o “cabresto” de boa parte dos membros: me refiro a 1) o foro privilegiado que representa uma espécie de “salvo conduto” para garantir o poder da cooptação dos políticos e 2) a não prisão até o trânsito em julgado (a não possibilidade de prisão em segunda instância) que torna quase inimputáveis de pena os corruptores, que são representantes das oligarquias e facções criminosas que mandam no Parlamento (algo que se estende ao poder nos Estados e municípios).

Nem vou entrar aqui no sistema eleitoral que elege “gente sem voto” popular…me refiro ao “sistema proporcional”(QE e QP) que se aplica a Deputados e vereadores, mas que sugiro buscarem informações sobre esse famigerado sistema.

O PODER DO VOTO OU QUE O VOTO PRECISA TER

Por todas essas razões, estamos como falei, diante da mais importante eleição da nossa história. E não podemos de forma alguma renunciar ao VOTO CONSCIENTE e FISCALIZADO (se não auditado) para que a lisura do pleito possa cumprir o seu papel de representar o estágio de consciência e informação do eleitorado brasileiro… algo que de fato precisará ser consolidado nas próximas eleições (e quando digo próximas, me refiro aos próximos 20 anos, mas sobretudo às eleições de 2022).

Nessa hora e, desde já (lembrando que o Establishment já se encontra e franco processo eleitoral e a CPI, não deixa nenhuma dúvida quanto a isso), é preciso que cada eleitor cumpra o seu dever de casa para consolidar o processo de mudança que desejamos e precisamos.

E qual é o dever de casa de cada um dos eleitores brasileiros?

Segue uma lista breve, dos principais pontos que considero fundamentais:

Conheça os seus candidatos (algo como você nunca fez): faça pesquisas e se for o caso, crie até um breve dossiê da vida pregressa de cada um deles… não é difícil fazer: fontes não faltam. O importante é saber da idoneidade deles e do que já fizeram de bom pela sociedade, principalmente se já tiveram mandatos e pleiteiam reeleição.

Conheça e entenda as ligações dos seus candidatos com organizações diversas e com outras pessoas que representam interesses setoriais. Não se deixe enganar, muitos deles estarão mudando seus discursos e apagando “evidências” de ligações comprometedoras com gente ruim (para dizer o mínimo).

Veja a reputação e as ações dessas relações e veja as reais intenções dessas ligações. Quem os seus candidatos apoiam ou defendem?

Avalie a capacidade do candidato, me refiro mesmo ao perfil dos candidatos em relação à missão que você pretende atribuir a eles (não se esqueça que o que se atribui é um mandato, ou seja, uma missão de te representar): e não se esqueça que os políticos que você ajuda a eleger são uma espécie de espelho seu, das suas convicções e das aspirações para você mesmo e para a sociedade em geral.

Faça uma avaliação crítica do que pensa cada um dos candidatos que você poder vir a escolher, me refiro ao que eles defendem em termos de pautas que melhoram a vida da coletividade. Fuja de candidatos que se vestem de “chavões” retóricos que são pura demagogia e que não tem nenhuma sintonia com a realidade: lembremos que política é mesmo “a arte do possível” e que o que não está calcado na realidade é mesmo retórica para te enganar.

Se alguns dos teus candidatos estão em mandato, faça uma pesquisa de como votaram as pautas mais importantes dos últimos anos: comece por exemplo por como votou a PL 4754/2016 que visa manter/preservar o ativismo judicial que tanto mal tem feito ao país…,mas tem muitas outras votações importantes disponíveis que podem dizer quem é quem em relação ao que importa: me refiro a Parlamento; Estados e Municípios em geral.

Bem, é isso…

Aproveito para transcrever neste artigo, mensagem de vídeo que recebi e que circula nas redes, definindo os tipos de ladrão:

Segundo Francois-Marie Arouet, filósofo mais conhecido pelo seu pseudônimo VOLTAIRE, há dois tipos de ladrões:

O Ladrão Comum: que é aquele que rouba sua carteira, seu dinheiro, seu relógio, seu celular… e;

O Ladrão Político: que é aquele que rouba o seu futuro, o seu conhecimento, os seus sonhos, a sua educação, a sua saúde, o seu salário, as suas forças…o seu sorriso;

A grande diferença entre esses dois ladrões é que o Ladrão Comum te escolhe para roubar os teus bens…enquanto o Ladrão Político é você que o escolhe para te roubar.

E há ainda outra importante diferença, não menos importante: o Ladrão Comum é procurado pela Justiça e o Ladrão Político é, em geral, PROTEGIDO POR ELA.

Em que pese essa definição haver sido feita por Voltaire no século XVIII, de lá para cá, como afirmei no início deste artigo, nada mudou significativamente…pelo contrário, ficou ainda mais fácil, sutil e sofisticada a arte de te roubar por ambos os tipos de Ladrão.

Então que fique claro:

O processo de mudança do Estado e da sociedade não é uma corrida de 100 metros rasos e sim, uma imensa e sofrida maratona. E nesse imenso desafio, o VOTO representa o único bem que torna todos nós IGUAIS em termos de nos atribuir poder: numa sociedade democrática o VOTO é capaz de mudar a realidade e promover um futuro melhor.

Comece HOJE MESMO a construir o seu VOTO para 2022 (a oposição já começou): não é uma tarefa fácil e nem rápida, mas necessária para resgatar o Brasil que queremos para nós, nossos filhos e nossos netos.

NÃO ACEITE MAIS SER ROUBADO POR POLÍTICO LADRÃO!

Foto de JMC Sanchez
Continuar lendo OPINIÃO: PRECISAMOS SER A MUDANÇA QUE QUEREMOS NO NOSSO PAÍS

OPINIÃO: A CPI É UM BARRACO DEDICADO A ATIVIDADES SUSPEITAS QUE CORROMPEM SUAS ATRIBUIÇÕES CONSTITUCIONAIS

A CPI pelo avesso…

Foto reproduçãoFoto reprodução

Suponhamos que você se oponha ao governo federal e queira o presidente politicamente destruído, mas seja, ao mesmo tempo, uma pessoa intelectualmente honesta.

Suponhamos, em seu favor, que seus padrões morais não se verguem a orientações como as lançadas diariamente à militância fanática.

Não, você não é desse tipo. Você é uma pessoa esclarecida e habilitada ao uso da razão para buscar a verdade e, claro, com intentos políticos segundo suas convicções.

Parabéns a você, que é o tipo de adversário com quem tenho prazer em conversar, principalmente se, em meio à essa zoeira, sabe conservar o bom humor.

Então eu lhe pergunto: se lhe coubesse a responsabilidade de montar uma CPI para investigar possíveis ilícitos administrativos ou penais que tenham ocorrido no curso do enfrentamento ao coronavírus, entregaria o comando dela aos senadores Omar Aziz, Randolfe Rodrigues e Renan Calheiros, respectivamente como presidente, vice-presidente e relator?

Tenho certeza de que não! Essas pessoas, com suas biografias e folhas corridas, investidas do poder especial confiado pela Constituição às comissões parlamentares de inquérito, iriam fazer dela aquilo que fizeram, um barraco de condutas inconvenientes, de abusos e desvios de finalidade.

Uma pessoa sensata não entregaria o comando de tal instrumento legislativo a inimigos declarados do governo investigado; perceberia que pesam em desfavor de tal comissão suspeitas graves, a inibir o correto uso dos meios para chegar a fins coerentes com a busca sincera da verdade.

“Mas toda CPI é um instrumento do Poder Legislativo e, também, um instrumento da política; é impossível dissociar as duas funções dentro de um parlamento”, talvez alegasse você, leitor de esquerda, tentando salvar de Renan Calheiros o relatório de Renan Calheiros. No entanto, o êxito de qualquer CPI, principalmente sob o ponto de vista político, depende de sua credibilidade. E essa é uma palavra chave, tanto na política, quanto na comunicação social.

Imagine, só para argumentar, que a CPI não fosse dirigida por três inimigos declarados do presidente, mas por três filhos de Bolsonaro e que os apoiadores de seu governo, não bastante isso, tivesse maioria de 7 a 4 na comissão. Você crê, sinceramente, que o trabalho desenvolvido por eles teria aceitação da sociedade, mereceria credibilidade, mereceria a sua credibilidade? Claro que não.

Por isso, posso afirmar que essa CPI não é um circo, mas um barraco dedicado a atividades suspeitas, que corrompem suas atribuições constitucionais e só tem consideração e cobertura jornalística de uma imprensa que ingressou com determinação, junto à sociedade brasileira, num processo de destruição da confiança que um dia teve.

Foto de Percival Puggina

Percival Puggina

Membro da Academia Rio-Grandense de Letras, é arquiteto, empresário e escritor e titular do site www.puggina.org, colunista de dezenas de jornais e sites no país. Autor de Crônicas contra o totalitarismo; Cuba, a tragédia da utopia; Pombas e Gaviões; A tomada do Brasil. Integrante do grupo Pensar+.

Fonte: Jornal da Cidade Online

Continuar lendo OPINIÃO: A CPI É UM BARRACO DEDICADO A ATIVIDADES SUSPEITAS QUE CORROMPEM SUAS ATRIBUIÇÕES CONSTITUCIONAIS

OPINIÃO: ESSE É O FIO DA MEADA. AGORA É SÓ PUXAR E DESENROLAR O NOVELO QUE A SUJEIRA TODA APARECE

Caro(a) leitor(a),

O conteúdo do artigo a seguir é apenas um exemplo ou uma pequena amostragem da realidade que se move nas entranhas do corporativismo do judiciário neste imenso país. Não precisa ser muito inteligente ou perspicaz para perceber que isso se repete, não apenas na Bahia, mas em todos os estados da federação, bem como em todas as instâncias do poder judiciário. É o mesmo tipo de expediente vulgarmente conhecido como rachadinha, no qual o presidente Bolsonaro e seus filhos estão envolvidos e que, praticamente, ninguém tem mais dúvidas que é uma prática enraizada nas entranhas do legislativo em todas as suas instâncias, das Câmaras Municipais até o Senado da República. Nos dois casos a ilicitude e a delinquência, infelizmente, já virou regra. No executivo a coisa também anda por ai, com a diferença de que uma grande quantidade de cargos nesse poder é de confiança, não tendo a famigerada estabilidade existente no legislativo e no judiciário. Por isso a imensa dificuldade que Bolsonaro enfrenta para fazer a limpeza que planejou e não tenho dúvida que ainda há bastante gente pendurada nos cargos do executivo por conta da tal rachadinha, cruz pesadíssima que Bolsonaro carrega e lhe tira a devida moral para concluir a operação. 

Portanto, estamos diante de uma estrutura podre, carcomida e viciada, mas que pode ser recuperada. São ações como essa do artigo a seguir que dá esperança de que há uma chance de mudança para fazer uma faxina geral nessa podridão toda. Mas é preciso que uma nova geração sem vícios e com uma nova moral assuma essa faxina, com muita disposição e coragem.  Esse é o fio da meada. É só puxar e desenrolar o novelo que a sujeira toda aparece.

Magistrada e filho fazem acordo de delação e entregam desembargadores, advogados, empresários e políticos

Fotomontagem ilustrativa

O acordo de delação premiada aberto pela desembargadora Sandra Inês Rusciolelli, e o filho, Vasco Rusciolelli, é algo escandaloso e devastador.

A dupla narrou em 39 anexos uma série de pagamentos ilícitos vinculados a decisões de magistrados do Tribunal de Justiça da Bahia.

Homologada pelo ministro do Superior Tribunal de Justiça (STJ), Og Fernandes, em junho deste ano, a delação revela venda de sentenças, formação de quadrilha, grilagens de terra, dentre outros crimes.

Em mais de 600 páginas entregues ao Ministério Público Federal, a magistrada e seu filho apontaram uma série de “atos de corrupção” que, segundo eles, “permeiam as entranhas do Tribunal de Justiça da Bahia”.

O acordo de colaboração foi feito para recuperar R$ 4 milhões obtidos ilegalmente no esquema. A partir da delação, o acordo prevê 20 anos de prisão para Sandra Inês e 22 para Vasco Rusciolelli.

Segundo delatores, a ação teve início na gestão da desembargadora Maria do Socorro Barreto Santiago como presidente do Tribunal de Justiça baiano. O esquema seria liderado inicialmente por ela, em uma suposta rede de operadores formada pelo genro, uma filha, além de servidores, juízes e desembargadores.

Os delatores ainda afirmam que o desembargador Gesivaldo Britto, que assumiu a presidência do TJ em fevereiro de 2018, passou a chefiar o esquema incluindo novos membros, entre eles servidores, advogados, juízes e desembargadores.

Ao todo, a delação cita 12 desembargadores do TJ baiano, 12 juízes, 15 advogados, 15 parentes dos envolvidos, e 16 pessoas entre servidores públicos e políticos.

Fonte: Jornal da Cidade Online

Continuar lendo OPINIÃO: ESSE É O FIO DA MEADA. AGORA É SÓ PUXAR E DESENROLAR O NOVELO QUE A SUJEIRA TODA APARECE

OPINIÃO: PL DE DISTRIBUIÇÃO GRATUITA DE ABSORVENTE VETADO PELO PRESIDENTE POR NÃO EXISTIR NO TEXTO A FONTE DOS RECURSOS PARA VIABILIZÁ-LO

Tabata Amaral e a insanidade do PL dos absorventes

Foto: Fabio Rodrigues Pozzebom/Agência BrasilFoto: Fabio Rodrigues Pozzebom/Agência Brasil

O projeto de lei que estabelece a distribuição ‘’gratuita’’ de absorventes para mulheres de baixa renda foi vetado pelo presidente Jair Bolsonaro. Ao justificar o ato, ele disse não existir no texto a fonte dos recursos necessários para viabilizá-lo.

Pouco tempo depois a deputada Tabata Amaral (PSB-SP) reagiu e falou que o presidente mentiu. Como não poderia deixar de ser, ela aproveitou para repetir as mesmas groselhas feministas a respeito do atual governo – a imensa maioria delas totalmente desconectadas com a realidade.

Sem mais delongas: o PL é uma insanidade do começo ao fim. Carrega consigo os germes da mentalidade estatista, do Estado provedor de direitos sem contrapartida alguma.

É um gasto desnecessário para um problema que milagrosamente virou pauta importante no governo Bolsonaro. E claro, será mais uma conta criada por políticos irresponsáveis para o contribuinte pagar.

Primeiro que essa distribuição de absorventes é tudo, menos gratuita. O valor do custo é de R$ 68 milhões. Pode parecer pouco para o erário federal, mas todos nós sabemos o que acontece com um programa estatal: uma vez criado, a tendência é aumentar mais e mais. Como todo programa estatal exige dinheiro para ser custeado e o governo não tem outra fonte de recursos a não ser o dinheiro dos impostos, quem pagará a conta é o contribuinte.

Imposto gera distorção econômica e quase sempre atinge a classe média e os pobres, então a ideia de beneficiar mulheres em condição socioeconômica crítica cai por terra.

O veto do presidente Bolsonaro bastou para classificá-lo como monstro insensível – visão compartilhada por liberais que até ontem eram fiscalistas convictos. Aqui a ironia é visível.

Bolsonaro foi chamado de populista por causa do auxílio emergencial, fura-teto e irresponsável com as contas públicas. Agora é o exato oposto.

O Congresso aprova um PL totalmente insano como esse, praticando o suprassumo do populismo, mas só o presidente merece o rótulo de populista, pois vetar um gasto desnecessário é realmente uma traição imperdoável ao liberalismo. Eis a nada nova coerência dos livres.

As consequências mais imediatas do projeto bastam para rejeitá-lo imediatamente. Só que para, além disso, vem o significado da coisa. Ele arrebata de vez a questão e mostra o quanto a iniciativa é danosa. E para tal objetivo é necessário compreender o engodo da democracia como paraíso terrestre e suas consequências.

Vivemos na era da democracia, tão celebrada por intelectuais, políticos e demais integrantes do establishment. Em que pese os inquéritos ilegais junto com as violações cada vez maiores da liberdade de expressão vistos recentemente no Brasil, a democracia triunfou tanto aqui como no resto do Ocidente sem resistência alguma. Seus defensores mais ardorosos costumam utilizar o exemplo dos Estados Unidos como prova inequívoca do sucesso da democracia – omitindo as opiniões extremamente negativas dos Founding Fathers sobre ela.

Tal visão idealizada da democracia é obviamente falsa. Seu triunfo se confunde com o advento do Estado moderno, resultando no aumento impressionante no tamanho e nos poderes do governo sobre todas as áreas das nossas vidas. Ou seja, os representantes eleitos possuem mais poder que qualquer rei absolutista da Idade Moderna, pois os meios à disposição são maiores e mais eficazes que os de um Luís XIV, por exemplo. Como mostra o livro de Hans-Hermann Hoppe, Democracia, o Deus que falhou, a democracia estimula os donos do poder a utilizarem os recursos disponíveis de forma irresponsável, uma vez que os falta a condição hereditária de um rei. Com mandatos limitados pelo voto, os ‘’zeladores’’ da administração pública irão aproveitá-los da melhor forma possível para si, gerando as dívidas governamentais praticamente impagáveis vistas na grande maioria das nações.

Foi exatamente assim que o Congresso agiu ao aprovar o PL dos absorventes. Criaram uma despesa absurda, fizeram populismo pensando na vantagem imediata das eleições e promoveram a ‘’boa’’ e velha dependência do Estado de mais uma parcela da população. Tudo isso com o dinheiro do povo, é claro.

O pior dessa história é que não há o menor absurdo do PL após uma breve análise da atual Constituição brasileira. Criada em 1988, a nossa Carta Magna praticamente institucionalizou o welfare state com sua concessão absurda de múltiplos direitos. E direito nada mais é que uma obrigação que alguém possui para com uma parte contemplada. No caso da Constituição, a entidade obrigada a prover tais direitos legalmente estabelecidos é o Estado. Se mulheres de baixa renda têm direito a um absorvente, o dever de contemplá-las com tal acessório é do Estado – o PL da deputada Tabata vem apenas para reafirmar tal quadro.

Não há como defender o PL dos absorventes. Todos os aspectos possíveis que poderiam justificar a sua aceitação acabam servindo de base para rejeitá-lo. No mundo normal seria assim. Mas estamos no país dos insanos, do Ministério da Verdade, dos autoproclamados intelectuais que nada sabem e dos jornalistas que tudo omitem. Nesse país tudo é razoável – inclusive essa iniciativa sem pé nem cabeça.

P.S: Antes que os analfabetos funcionais – que não são poucos neste país – compreendam tal texto como apelo a um regime ditatorial pelo simples fato da crítica à democracia, faz-se necessário lembrar que (I) a ditadura não necessariamente é o oposto da democracia, (II) existem formas e regimes de governo a garantirem melhor as liberdades que a democracia e (III) sob muitos aspectos a própria democracia pavimenta o caminho para a ditadura. No mundo normal – repito o comando – tal explicação seria desnecessária. Mas no Brasil dos inquéritos ilegais e de censura ao jornalismo independente, é isso ou ir para a cadeia. É a tragicomédia nossa de cada dia.

Foto de Carlos Júnior

Carlos Júnior

Jornalista

Fonte: Jornal da Cidade Online

Continuar lendo OPINIÃO: PL DE DISTRIBUIÇÃO GRATUITA DE ABSORVENTE VETADO PELO PRESIDENTE POR NÃO EXISTIR NO TEXTO A FONTE DOS RECURSOS PARA VIABILIZÁ-LO

OPINIÃO: CHEGA AO FIM DO DESCARAMENTO DO PARLAMENTO QUE PRESIDE A CPI ONDE A CONTAMINAÇÃO É TÃO GRANDE QUANTO A HIPOCRISIA

O fim da CPI: Sem “bitcoio”, “creptomoeda” e totalmente desmoralizada (veja o vídeo)

Foto: Agência SenadoFoto: Agência Senado

O fim, enfim, chegou! O relatório virá pra provar tudo! Pra nós e pra eles! Chega de dar milho pra bode, estamos cansados de levar marrada!

O alardeado relatório poderá estar recheado de informações de extrema relevância, claro, pra uma seleta militância, no entanto poderá ser útil pra sabermos onde aplicar em bitcoio, uma creptomoeda recém descoberta e que já está em alta. O que desespera é o que já sabemos, o bom português anda muito em falta.

Essa CPI talvez seja o único caso de uma comissão parlamenta de inquérito em que o relatório precedeu o próprio processamento, não foi mera casuística, foi um completo descaramento, de que a contaminação no parlamento é tão grande quanto a sua hipocrisia, no entanto, o que nos traz um naco de alegria é que na oitiva de Raimundo da VTLOG, que o relator queixava-se da contratação, enfaticamente bradado por ele, sem licitação, fora contratada pelo próprio senado, na presidência de seu relator ilibado.

Ora, ora, que ironia do destino, o feitiço vira contra o feiticeiro, a porca torce o rabo e acaba por entortar o pepino. Árvore de tronco bom é igual resistência do conservador, enverga, mas, não quebra, segura mais esta seu covarde, crápula, o atleta senador!

No relatório que agora não terá apoteose, entenderam que daria muito na cara e a exposição desnecessária de que é tudo falcatrua, do início ao fim dessa CPI, sabemos que não se tira, nada de bom, absolutamente nada daí.

Pra eles, Bolsonaro já está condenado. A CPI tinha lado, querem até mesmo mudar os procedimentos pra ir direto a plenário e no congresso já ser julgado, mas, o melhor sonho deles se realizaria se o presida já fosse “impichado”!

Tava tudo escrito, tava tudo armado. Esse relatório, mais do que se havia imaginado, esculpido e escarrado aos moldes e faces de quem o havia relatado, político renomado e reconhecido como um corrupto inveterado que, como já disse e repito, pagava pensão da filha que teve com a amante coelhinha, através de erário propinado!

Como tudo que acontece no senado, ele pediu pra sair pra não ser julgado e não ter o mandato caçado, no entanto, você já sabe amigo ouvinte, o mesmo modus operandi no STF também foi utilizado pra que o nine fingers tivesse a possibilidade de ver seu retrato novamente estampado, desta vez, não no mural de bandido procurado, e sim, concorrendo ao eleitorado.

Agora, finalmente parece ter acabado, o que, eu já disse e repeti diversas vezes, jamais deveria ter começado, todo o dinheiro público do pagador de impostos que foi gasto, tão malgasto, tão malversado, que aos moldes da “miditância”, foi em benefício deles “despiorado”.

A despeito do trabalho incansável de todo o governo federal, pelo senado, desprestigiado, atacam ministros a torto e à direito pra ver se conseguem emplacar seu mote, porque agora já não conseguem lucrar com aquela nefasta contabilidade da morte e pra infelicidade de muitos, agora o circo fechou!

O fim da CPI não será apoteótico, mas o efeito deletério que a “miditância” vai fazer de tudo pra emplacar, esse, você pode estar certo, será quase hipnótico, um evento distópico, claro que eles vão comemorar. O presidente não será o alvo da vez, por um simples e único motivo que nem preciso te explicar, ele é o alvo de sempre, o erro que ele cometeu, foi nesse falso estado democrático de direito, querer ser presidente, com um único e verdadeiro intuito que não se enxerga em toda a gente, a defesa da pátria e da liberdade de uma nação independente!

Lembram do Brasil? O país do futuro? Aquele slogan repetido à exaustão e que nunca havíamos visto chegar, pois é, este é o país que o Bolsonaro vai nos deixar, apesar de tudo que fizeram com ele e de tentarem nos calar, ele e sua equipe não pararam um só minuto de trabalhar!

Nem os mais céticos, nem os mais isentões, aqueles que acreditam em terceira, quarta ou quinta via, que acabam, vira e mexe, sendo cooptados por quintas coluna, não poderão negar o legado que o presidente Bolsonaro vai, até o fim do mandato, nos ter deixado.

Agora, falta algo muito importante em defesa da nossa liberdade, é o fim do passaporte sanitário, essa ditadura monstruosa que transforma pessoas em seres de segunda classe e abandonados. Isto precisa acabar!

O assassinato de reputações ao vivo e à cores chega ao fim, o circo solta as lonas e as embrulha, nosso estômago terá, enfim, um alívio. Resta fazer justiça e limpar também, o nome da Prevent Senior, aquela mentirada toda orquestrada que, como sempre tenho dito, começou com o ministro mutreta, falar mal do único convênio que atende a maturidade com cortesia e dignidade.

A quem isso interessa, é a pergunta que tem que ficar, tão certo quanto o tal passaporte sanitário, o povo clama e eu repito, chega desse calvário! Isso, definitivamente, tem que acabar!

Fonte: Jornal da Cidade Online

Continuar lendo OPINIÃO: CHEGA AO FIM DO DESCARAMENTO DO PARLAMENTO QUE PRESIDE A CPI ONDE A CONTAMINAÇÃO É TÃO GRANDE QUANTO A HIPOCRISIA

OPINIÃO: O BRASIL NÃO TEM PARTIDO DE DIREITA E DE ESQUERDA TEM UM BANDO DE SALAFRÁRIOS QUE SE REÚNEM PARA ROUBAR JUNTOS

Os “golpistas” foram às ruas e descobriram que “é pouca teta para muita gente”!

Foto: TV Brasil; Reprodução; Agência BrasilFoto: TV Brasil; Reprodução; Agência BrasiL

“Brasil não tem partido de direita, de esquerda, de nada, tem um bando de salafrários que se reúnem pra roubar juntos.” (Autor: desconhecido).

Segundo os ex-advogados de partidos de esquerda que viraram Ministros do Supremo ir às ruas pedir a saída de autoridades é crime.

Afirmam os ex-advogados de partidos de esquerda que viraram Ministros do Supremo que ninguém pode pedir que eles saiam. É golpe.

Proferem que sair às ruas, em manifestação pacífica, pedindo que autoridades supremas “desapareçam do país” é um “Ato Antidemocrático” e isso dá uns 20 anos de cadeia e o sujeito que falar alguma coisa é imediatamente preso! Eles são “autoridades supremas”, afiançam.

Ora, ora, Bolsonaro teve 58 milhões de votos.

Os ex-advogados que viraram Ministros, nenhum voto!

Neste sábado, 02 de outubro, ostentando “A Campanha Nacional Fora Bolsonaro”, dezenas de partidos diferentes foram às ruas. Exigiam o Impeachment de Bolsonaro, pois afirmam que há 150 denúncias contra ele na Câmara. Denúncias que eles mesmos fizeram. Denúncias sem pé-nem-cabeça. Denúncias vazias. Coisas como: “Bolsonaro comeu cachorro-quente na rua”; “Bolsonaro estava sem máscara”; “Bolsonaro enfiou o dedo no nariz”. “Bolsonaro é genocida”, sem entender sequer o significado da palavra “genocida”.

Notem que o objetivo de se acumular um grande número de pedidos de “Impeachment” sem qualquer tipo de prova deixa Bolsonaro engessado pelos dois lados:

1) É conveniente para os políticos, que podem pressioná-lo dizendo que a qualquer momento podem examinar os pedidos;

2) É conveniente para os “Golpistas” que perderam no voto, pois eles alegam um motivo ou denúncia feita por eles mesmos, com um único objetivo: depor o Presidente!

Pela lei do Supremo todos deveriam ser presos, pois Bolsonaro é a autoridade máxima do país. Ou então a lei não é igual para todos!

Se são presos os brasileiros que protestam contra o Supremo, por que o Supremo não manda prender e processar os “Golpistas” que foram às ruas, de forma clara, sem subterfúgios, pedir a deposição de Bolsonaro?

Bolsonaro teve 58 milhões de votos.

Os ex-advogados que viraram Ministros, nenhum!

Os “Golpistas” que foram às ruas são os mesmos que foram surrados por Bolsonaro no voto: (PT, PSOL, PSB, PDT, PCdoB, PCB, UP, PSTU, Rede, PV e PCO), também estavam presentes representantes do Cidadania, DEM, MDB, PL, Podemos, Solidariedade, PSDB, PSD, Novo e PSL.

Bolsonaro teve 58 milhões de votos. Nenhuma dessas lideranças que confirmaram presença nesse “ato antidemocrático” e dirigentes desses partidos, que são os novos “Golpistas”, votou em Bolsonaro: Ciro Gomes e Carlos Lupi, ambos do PDT, Gleisi Hoffmann e Fernando Haddad, do PT, o vice-presidente da “CPI do Genocídio”, senador Randolfe Rodrigues (Rede-AP), Alessandro Vieira (Cidadania-SE), Guilherme Boulos (PSOL), Manuela D’Ávila (PCdoB), Carlos Siqueira (PSB), Juliano Medeiros (PSOL), Orlando Silva (PCdoB), Alessandro Molon (PSB), Tabata Amaral (PSB), Erica Malunguinho (PSOL), Marina Helou (Rede), entre outros.

Aos “Golpistas” que foram às ruas, somaram-se ainda: religiosos, artistas, esportistas, estudantes, presidentes de centrais sindicais e de diferentes organizações, Raimundo Bonfim (CMP), Bruna Brelaz (UNE), Gilmar Mauro (MST), Natalia Szermeta (MTST), Douglas Belchior (Coalizão Negra por Direitos), Sonia Coelho (Marcha Mundial de Mulheres), Rozana Barroso (União Brasileira de Estudantes Secundaristas), Sérgio Nobre (CUT), Adilson Cordeiro (CTB) e Índio (Intersindical).

Todo receberam, em 2018, uma boa chibatada-voto do povo brasileiro.

Mas, amigos, o melhor dos “Golpistas” estava por vir: como é muita gente que detesta o trabalho e o ubre da vaquinha-governo possui poucas tetas, todos queriam mamar ao mesmo tempo, começou um grande desentendimento.

Sequiosos e descontentes, os petistas reivindicaram para si as melhores tetas ou melhor dizendo, todas as tetas. Os outros que também queriam mamar protestaram e aconteceu o seguinte, segundo o blog da Malu Gaspar, de O Globo:

– “Canalha”, foi o nome pelo qual o presidente do PCO, Rui Costa Pimenta, chamou o candidato do PDT, Ciro Gomes, pouco antes de ele subir ao palanque. Militantes petistas, vestidos com camisas da CUT e gritando “vai para Paris!” cercaram o carro do pedetista e agrediram assessores, seguranças e aliados.

– O ataque contra o pedetista, com paus e pedras, foi mais grave. Mas sobraram vaias também para a ex-petista Heloísa Helena, hoje na Rede Sustentabilidade, e para o presidente do PSB.

A velha Mídia que cobria o evento silenciou. Brigas, discórdias, falta de público para apoiar o “Golpe” e os “Golpistas”. Sua opção foi esconder os fatos. Dizer que tudo transcorreu normalmente. Alguns se pronunciaram sobre as agressões. Eis algumas falas:

Siqueira, do PSB:- “Nos entristece isso acontecer num momento em que buscamos a unidade. Temos que refletir se vale a pena continuar dessa forma.”

Antônio Neto, Presidente do PDT de São Paulo: – “Eles não gostam quando a gente denuncia que o PT adotou o mesmo modelo econômico do PSDB e o mesmo presidencialismo de coalizão, que levou ao mensalão e ao petrolão. Mas uma coisa é o Fora Bolsonaro, outra coisa é a eleição”.

No domingo, depois dos ataques, Ciro deu uma entrevista coletiva em que pediu aos petistas uma “trégua de Natal” entre eles para derrubarem Bolsonaro.

A presidente do PT, Gleisi Hoffmann, troçou.

“O PT está em trégua há muito tempo”, disse ela à colunista Mônica Bergamo, da “Folha de S. Paulo”.

Foto de Carlos Sampaio

Carlos Sampaio

Professor. Pós-graduação em “Língua Portuguesa com Ênfase em Produção Textual”. Universidade Federal do Amazonas (UFAM)

Fonte: Jornal da Cidade Online

Continuar lendo OPINIÃO: O BRASIL NÃO TEM PARTIDO DE DIREITA E DE ESQUERDA TEM UM BANDO DE SALAFRÁRIOS QUE SE REÚNEM PARA ROUBAR JUNTOS

OPINIÃO: O CIRCO DOS HORRORES TRAVESTIDO DE CPI ESTÁ EM FASE TERMINAL DE SUA SUSPEITOSA E LONGA TRAJETÓRIA

Notas incisivas sobre a CPI da pandemia

Foto: Marcelo Camargo/Agência BrasilFoto: Marcelo Camargo/Agência Brasil

A partir da superfície dos acontecimentos – da ponta exposta dos “icebergs” –, há que se penetrar no âmago da realidade subjacente e alçar a gigantesca montanha de múltiplas determinações que constituem a complexa composição do concreto submerso.

Às vezes, a aparência esconde ou distorce a essência dos fatos, desviando-lhe o foco e a atenção. Outras, ao contrário, sinaliza e taquigrafa o seu significado mais profundo, servindo como “ponta do novelo” à diligente linha de observação. Este é o desafio de toda análise que busca a conexão de sentido entre as coisas, em bases empíricas evidentes.

A dita “CPI da COVID”, ora em fase terminal de sua suspeitosa e longa trajetória, é um exemplo dessa premissa.

Pois ela não representa (ou expressa) apenas o “circo de horrores” (descortesias, abusos de autoridade, ilegalidades) performados por seus ignóbeis protagonistas de plantão, conquanto expõe, em tempo real, perante toda a sociedade brasileira – e sem disfarces(!) –, a própria natureza degenerada e putrefata do sistema político vigente – na sua totalidade.

Não se pode ignorar que as digitais da “CPI do Circo” são as mesmas do Senado Federal (que a constituiu), do Congresso Nacional (que a acolheu) e do STF (que a determinou).

Exibe e ostenta, dessa feita, semelhante caráter e idêntica genética de suas correspondentes e sobrepostas instâncias hierárquicas – dessas sendo, tão somente, uma heurística e típica amostragem.

Em todo o seu fulgor e sem-vergonhice, eis que a cleptocracia dominante resplandece, exemplarmente, nas figuras corrompidas e abjetas dos destacados dirigentes da citada CPI, os senadores Omar Aziz (presidente) e Renan Calheiros (relator) – ambos réus em célebres e volumosos “prontuários” em tramitação nas Cortes Superiores de Justiça –, tanto quanto nas dos demais consortes da encenação, todos escolhidos a dedo para representarem, no picadeiro do deboche e das vaidades, tal execrável (e desmoralizada) pantomima.

É o crime institucionalizado, por meio de seus perniciosos agentes, que se apresenta, ao vivo e a cores, na condução dos “trabalhos” da CPI, movido por seus indisfarçáveis e facciosos propósitos; julgando, sem moral, cidadãos íntegros e honestos; imputando, injusta e impunemente, delitos inexistentes a seletivos “convidados”; assassinando biografias, honras e reputações; e agredindo, arbitrária e acintosamente, direitos e liberdades fundamentais – com a agravante conivência dos meios de comunicação de massa, o apoio fascistóide de “agências de checagem” e o silêncio cúmplice e ensurdecedor de entidades como OAB, ABI, CNBB e outras congêneres (outrora defensoras dos direitos humanos e dos assentidos princípios civilizatórios universais).

Mais grave ainda, na moldura desse terrífico e vergonhoso quadro, é que as corriqueiras ações criminosas não raramente são secundadas e lastreadas justo por quem deveria desempenhar, por dever de ofício (e antes de todos!), o permanente contrapeso republicano ao arbítrio, a defesa intransigente do estado de direito e o zelo implacável pela efetuação máxima da justiça: o Supremo Tribunal Federal – hoje, paradoxalmente, transformado em escritório advocatício “oficial” da delinquência e algoz inclemente e indecoroso da “Constituição Cidadã”.

Sim, o Brasil, de ponta-cabeça, encontra-se absolutamente capturado pelas mãos de impostores e pilantras que, definitivamente desmascarados, já não ligam para a repercussão de suas ostensivas transgressões, muito menos para as proporcionais e expectadas ameaças de punição previstas em lei – que nunca se consumam perante uma (in)Justiça conluiada.

Predomina o império da barbárie, da plena desfaçatez dos poderosos, do supremo escárnio e achaque, em processo progressivo de assentamento e consolidação – a tratar o sentimento popular e a vontade majoritária da sociedade com o máximo desdém e repugnante e iniludível cinismo.

O simbolismo espetaculoso da cafajeste armação montada pela CPI da Pandemia é um retrato fiel, em quinta dimensão, da putrefação do atual sistema político brasileiro – e da totalitária e revoltante impunidade reinante, previamente concertada nos ignotos esgotos secretos do anojoso “mecanismo”, entre todas as suas mais ilustres e repugnantes “ratazanas”.

É o crime organizado (os novos “donos do poder”), infiltrado no Congresso Nacional e no STF, quem manda no pedaço – ao qual não restaram, ao que tudo indica, outras instituições de contrapeso a coibir, de fato e em definitivo, os seus devastadores abusos meliantes: seja a Presidência da República (resignada a “piruetas” e cativa em sua notória e flagrante atonia), sejam as Forças Armadas (cada vez mais desmoralizadas em sua insípida e inócua pusilanimidade).

Este é o confiscado (e prostrado) país, enfim, que emerge das profundezas submersas de suas entranhas à superfície mais visível – e ilustrativa – da reveladora CPI, aí atonados os seus principais dramas, as suas arraigadas idiossincrasias e, sobretudo, o seu inexorável e angustiante naufrágio civilizatório – ante a ausência de timoneiros capacitados e à altura de tão desafiadora e turbulenta travessia.

Alex Fiúza de Melo. Professor Titular (aposentado) de Ciência Política da Universidade Federal do Pará (UFPA). Mestre em Ciência Política (UFMG) e Doutor em Ciências Sociais (UNICAMP), com Pós-doutorado em Paris (EHESS) e em Madrid (Cátedra UNESCO/Universidade Politécnica). Reitor da UFPA (2001-2009), membro do Conselho Nacional de Educação (2004-2008) e Secretário de Ciência e Tecnologia do Estado do Pará (2011-2018).

Fonte: Jornal da Cidade Online

Continuar lendo OPINIÃO: O CIRCO DOS HORRORES TRAVESTIDO DE CPI ESTÁ EM FASE TERMINAL DE SUA SUSPEITOSA E LONGA TRAJETÓRIA

OPINIÃO: UMA IMAGEM DIZ MUITO MAIS DO QUE MIL PALAVRAS

Caro(a) leitor(a),

A ameaça comunista é real e iminente e avança em todo o mundo. Para  a nossa sorte e de todos os brasileiros patriotas, que querem um país livre, democrático e desenvolvido, a esquerda brasileira é desunida, frágil, pequena e acima de tudo burra. Que continue assim e chegará as eleições de 2022 esfacelada e sem a menor chance de retornar ao poder. O vídeo abaixo é um exemplo nítido disso.

Atos esquerdopatas acabam em confusão e polícia – Sobrou até para o Ciro (veja o vídeo)

Fotomontagem reproduçãoFotomontagem reprodução

O eterno presidenciável de primeiro turno (e seus fieis 10% de eleitorado), Ciro Gomes, foi vaiado na avenida Paulista, em mais uma esvaziada manifestação contra o presidente Jair Bolsonaro, neste sábado (2).

A rixa e falta de união de uma esquerda que derrete e praticamente não existe mais – ainda que a velha mídia insista em ‘mantê-la viva, ligada aos aparelhos’ – é apenas o retrato do que eles sabem fazer de melhor: Confusão.

Foi o que se viu ontem, assim como em todas as manifestações anteriores. Correria, polícia, troca de socos e empurrões, xingamentos e desrespeito ao patrimônio público.

Lula, que teve o nome gritado pelos esquerdopatas, sequer deu as caras (de novo!), muito provavelmente preferindo ficar em casa, tomando sua cervejinha gelada paga com dinheiro público e assistindo ao futebol na TV!

Veja o vídeo:

Fonte: Jornal da Cidade Online

Continuar lendo OPINIÃO: UMA IMAGEM DIZ MUITO MAIS DO QUE MIL PALAVRAS

OPINIÃO: NOSSO PAÍS É UM MANICÔMIO ONDE OS NORMAIS SÃO TRATADOS COMO LOUCOS

Alexandre Garcia e a luta contra os medíocres autoritários

Foto reproduçãoFoto reprodução

Há inúmeras maneiras de compreender os acontecimentos e o estado das coisas no Brasil. Alguns fatos são sintomáticos, eles falam por si. Como não poderia deixar de ser, nossa grande nação nos brinda diariamente com tais registros.

É o caso da demissão de Alexandre Garcia da CNN Brasil. Tal fato fala por si, mas os desdobramentos e as reações são ótimos indícios para que se compreenda o ponto em que chegamos. Nosso país é um manicômio no qual os normais são tratados como loucos justamente por não compartilharem da loucura que é a cláusula pétrea nacional.

Alexandre Garcia foi demitido da CNN por dar sua opinião em um quadro chamado… liberdade de opinião. A ironia é inevitável. Logo depois de falar sobre um determinado tema, o canal emitiu uma nota repetindo a verborragia enfadonha do mainstream sobre o assunto. Ou seja, a liberdade de expressão existe apenas para repetir o que é tido como verdade do Evangelho pelo beautiful people, caso contrário é fake news indigna de atenção.

Os imbecis que controlam – ou tentam controlar – o debate público não suportam o contraditório. Qualquer pessoa com mais de dois neurônios dá risada ao ver uma reportagem como a do Jornal Nacional que falava de uma organização criminosa cujo objetivo era falar mal de político.

O medo do confronto é constrangedor. Mas os iluminados da grande mídia tratam a opinião divergente como enganosa, e na pior das hipóteses, uma falsidade intencionalmente divulgada.

Por essas e outras que tais figuras nunca vão entender por qual motivo perderam credibilidade de forma tão rápida nos últimos anos.

Tanto é assim que os imbecis mais tarimbados comemoraram a demissão de Alexandre Garcia.

Eu poderia citar inúmeros exemplos, mas fico em apenas um pelo simbolismo: João Amoêdo. O cacique do Partido Novo, que iludiu tanta gente com o canto de sereia liberal, disse que o jornalista foi demitido por ‘’mentir e desinformar’’, e aproveitou para lembrar a eficiência do meio privado na questão – sem esquecer do corriqueiro fetiche pelo presidente Jair Bolsonaro.

Aqui a coisa fica interessante. Amoêdo sabe muito bem que Alexandre Garcia não foi demitido por ‘’mentir e desinformar’’, mas simplesmente por emitir uma opinião que contrasta com a hegemônica do mainstream. Quantos jornalistas conservadores não foram alvos da mesmíssima coisa ao defenderem suas posições?

Ora, a liberdade de expressão é pilar de qualquer regime que mereça o status de democrático, além de elemento indispensável do liberalismo. Se o indivíduo que é tido como símbolo de um partido liberal aplaude a mordaça e a perseguição contra quem quer que seja, essa atitude diz mais sobre ele do que sobre o jornalista.

Como a simples opinião de um jornalista – ou quem quer que seja – pode incomodar tanto os supostos donos da verdade? Qual a razão de perseguir o sr. Alexandre Garcia e promover um verdadeiro assassinato de reputação contra ele?

Bom, como eu disse anteriormente, o Brasil é um verdadeiro manicômio. Compreender o que se passou na província nos últimos cinquenta ou sessenta anos é vital para elucidar as questões colocadas no parágrafo anterior.

A coisa é mais ou menos assim: derrotada de todas as maneiras em 1964, a esquerda realizou nos anos seguintes um profundo debate a respeito do que deu errado.

Um povo recalcitrante ao comunismo botou para correr um presidente impopular que desrespeitava a Constituição e promovia a degradação do país ao tentar fazê-lo uma nova Cuba. Fazendo uma profunda análise estratégica da situação, os intelectuais esquerdistas – sim, naquela época eles ainda existiam – chegaram à conclusão de que as ideias da revolução não eram compartilhadas pelas massas, tornando impossível a chegada dos camaradas ao poder. Só tinha uma única estratégia disponível para tal façanha: a proposta por Antonio Gramsci, o teórico comunista italiano preso por Mussolini e autor dos Cadernos do Cárcere.

Gramsci analisou o insucesso da Revolução Russa em relação ao apoio popular e concluiu que o erro foi tomar o poder antes de ter a hegemonia. Poder é o controle do aparato estatal, enquanto hegemonia é o controle psicológico das massas. Ao ter a hegemonia, a esquerda teria o poder absoluto, pois controlaria a sociedade pela força e pelo consentimento. E para conquistar a bendita hegemonia seria necessário mudar a cultura, os valores e o que poderia ou não ser dito. Daí a importância dos intelectuais na tarefa, os novos guias do povo rumo ao paraíso socialista. Não por acaso o gramscismo enxerga mais valor em um jornalista teoricamente isento que muda aos poucos o teor do noticiário que um pregador revolucionário enragé.

Se hegemonia é controle psicológico total, não são permitidos pensamentos ou certas posições que ameaçam o novo senso comum. Isso explica o porquê da ausência da intelectualidade conservadora em todos os campos do debate público, uma vez que os ditames gramscianos foram aplicados ipsis litteris no Brasil. Explica também o ódio gerado nos imbecis quando um Alexandre Garcia defende uma posição tida por eles como heresia. E claro, revela o hospício que virou o nosso amado país.

Foto de Carlos Júnior

Carlos Júnior

Jornalista

Fonte: Jornal da Cidade Online

Continuar lendo OPINIÃO: NOSSO PAÍS É UM MANICÔMIO ONDE OS NORMAIS SÃO TRATADOS COMO LOUCOS

OPINIÃO: A NAÇÃO BRASILEIRA DEVE COMEÇAR REIVINDICAR COM A CONTUNDÊNCIA DAS RUAS UMA REFORMA POLÍTICA

Hora da reforma política

Fotomontagem reproduçãoFotomontagem reprodução

Após concluídas, pelo Congresso Nacional, as reformas Fiscal e Administrativa, ora em curso – que se somam à Previdenciária, já efetivada –, surge o momento de a nação brasileira começar a reivindicar, com a contundência das ruas, para a próxima legislatura (que iniciará em 2023), aquela Política, em vista da alteração radical e urgente das regras que regem, atualmente, os processos de escolha dos representantes da sociedade aos principais espaços decisórios do Estado federativo.

Não se trata de uma questão trivial, na medida em que incide, diretamente, na cultura corporativa (e antirrepublicana) já cimentada dos partidos políticos e na camada de proteção dos privilégios desfrutados pela classe política, a quem foi outorgado, pela Constituição de 1988, poder desproporcional sobre a Presidência da República, favorecendo, nos termos da lei, a prevalência do império dos conchavos e da chantagem – conforme os interesses cabulosos de ocasião.

Parte substantiva dos problemas vivenciados, diuturnamente, pelos cidadãos brasileiros – e fonte primordial dos impasses e crises sistemáticas que conspiram em favor do atraso e da paralisia – decorrem, diretamente, do modelo de regramento que, em bases institucionais já obsoletas, define a forma de triagem dos delegados do povo e demais autoridades públicas alçados à responsabilidade de comandar os destinos do país – a exemplo das Casas Legislativas, das Cortes Superiores e das instâncias máximas do Poder Executivo.

As estruturas (ordenamentos organizacionais), por certo, não garantem, de per se, a qualidade dos sujeitos que as ocupam e operacionalizam, mas podem influenciar, positivamente ou não – conforme o rigor e a transparência dos correspondentes parâmetros de seletividade e monitoramento –, a designação, comportamento e desempenho dos diversos agentes, minimizando as disfunções de costume.

Os padrões institucionais (leis, normas, regulamentos, processos de seleção e avaliação, etc.) definem, em boa medida, o caráter e o perfil da gestão pública, cuja engenharia condiciona a ambientação e a estirpe das ações estatais, em todos os campos e domínios de sua manifestação e expressão.

Boas regras impulsionam, tendencialmente, bons mandatários e, consequentemente, boas práticas e saudáveis realizações. O reverso, por suposto, o efeito contrário – sobretudo se urdido para favorecer, disfarçadamente, o corporativismo e a corrupção, ancorados, em “última instância” (graças a um Judiciário faccioso), na presumível impunidade.

Não é ao acaso, pois, que a ampla maioria dos políticos que ocupam as cadeiras do Parlamento brasileiro e a quase totalidade dos juízes guindados às Cortes Superiores de Justiça são constituídas por personalidades corroídas e biltres, descompromissadas com as causas populares e o interesse coletivo e sequestradoras das instituições em prol de suas inescrupulosas e egocêntricas ambições – e assim continuará a sê-lo enquanto perdurarem as regras vigentes.

Se são os indivíduos, com suas aptidões, mentalidade e caráter, que movem as estruturas (instituições), balizando suas atuações, em contrapartida são essas que amoldam, a seu turno, com suas prescrições configurativas, os seus ocupantes – num permanente jogo dialético de reciprocidade causa-efeito.

Ainda que a ideia de “república” seja, por natureza, uma utopia – no sentido da impossibilidade de sua realização in totum –, ela cumpre, todavia, o papel civilizador de motivação e sinalização do caminho a ser perseguido por uma sociedade na busca perene (e sempre inacabada) da realização do bem comum – traduzido no predomínio da “vontade geral” sobre os préstimos mais particulares e egoístas de indivíduos e corporações.

Tal crença permite conceber e projetar, idealmente, a política como a arte, por excelência, do serviço comunitário (por que não?!), espelhada na máxima doação (individual e coletiva) à nobre e magnânima causa pública (da coletividade em geral) – ao invés de mero artifício a serviço do oportunismo, da extorsão e da vigarice.

Assim, a utopia republicana deve ser a premissa, o valor, o fulgor de toda arquitetura institucional comprometida com o resgate do interesse geral nos meandros das arenas decisórias do Estado, desde o arranjo de sua composição diretiva (regramentos criteriosos de escolha dos dirigentes) aos condicionantes sobredeterminantes da atuação desses mesmos agentes, por meio de eficazes e transparentes mecanismos de controle social.

Para tal, importa, como pressuposto, o enfrentamento de uma questão crucial e inescapável, a servir de referência e guia para toda ação instituinte, nessa perspectiva, projetada: qual a melhor estratégia (padrão institucional) a ser implementada(o) com o propósito de se garantir, minimamente, que pessoas ética e profissionalmente qualificadas sejam meritoriamente selecionadas para as funções públicas (conforme as finalidades em cada caso), evitando-se (ou minorando-se) o uso degenerado do poder para fins não-republicanos?

Eis, aqui, o fundamento de toda reforma política que vise, honestamente, à conquista (ao menos por aproximação) da referida utopia – ainda que por etapas sucessivas e progressos cumulativos.

Nesse diapasão, no encalço de tamanha façanha, vale rastrear quais seriam os principais itens a merecer focagem numa pretensa reforma política em âmbito nacional, capazes de patrocinar transformações efetivas na dinâmica do poder em favor do conjunto da sociedade (satisfação da “vontade geral”), ao mesmo tempo que impeditivos (ou inibidores) da captura do Estado por astuciosas e sabotadoras oligarquias corporativas de ocasião – como ocorre nos dias hoje (e praxe na tradição).

Em termos propositivos, NOVE, pelo menos, deveriam ser os focos prioritários de mudança, indistintamente benéficos ao aperfeiçoamento republicano do sistema político nacional – conforme justificado mais abaixo – e cujos indicativos ressoam padrões internacionais já adotados e experimentados (ao menos parcialmente) por inúmeros regimes democráticos do Ocidente, com resultados extremamente positivos e promissores, a saber:

1 – FIM DO VOTO OBRIGATÓRIO

2 – FIM DO FINANCIAMENTO PÚBLICO DE PARTIDOS E CAMPANHAS

3 – VOTO DISTRITAL

4 – FIM DAS COLIGAÇÕES POLÍTICAS PARA FINS ELEITORAIS

5 – FIM DO VOTO PROPORCIONAL

6 – FIM DA REELEIÇÃO PARA CARGOS EXECUTIVOS

7 – DELIMITAÇÃO MÁXIMA DE MANDATOS PARA CARGOS LEGISLATIVOS 8 – APROVAÇÃO DAS CANDIDATURAS AVULSAS

9 – CRITÉRIOS RIGOROSOS PARA A ESCOLHA DE JUÍZES ÀS CORTES SUPERIORES

O item 1 determina o fim da tutela do Estado sobre a liberdade de iniciativa dos indivíduos (o Estado não pode ser o “curador” da sociedade!).

O item 2 obriga a que todos os partidos se sustentem por adesão espontânea e voluntária de seus apoiadores e correligionários – e não mais por imposto obrigatório e postiço, imperialmente debitado do conjunto da sociedade para as corporações partidárias (agremiações artificiais e pouco representativas tendem, neste caso, a desaparecer).

O 3 circunscreve toda candidatura ao correspondente (e mais restrito) espaço territorial de atuação do pretendente, facilitando, posteriormente, o seu controle pelos respectivos eleitores.

O 4 impede os acordos eleitoreiros e oportunistas entre agremiações, remetendo a legitimidade das coligações apenas para o exercício efetivo dos mandatos (e não previamente).

O 5 garante que os eleitos sejam justo aqueles que obtiverem a maioria preferencial e majoritária dos votos – e não mais os “puxados” pelos votos de outrem (tendentes à máxima “fidelidade partidária” e mínima deferência aos anseios populares).

O 6 interdita (ou minora) a ação executiva dos governantes unicamente em função de sua permanência prolongada no poder (podendo caber, neste caso, a fixação do mandato governativo em cinco anos).

O 7 restringe o prolongamento indefinido das trajetórias políticas individuais – ficando a sugestão de admissão, no máximo, de quatro mandatos (subsequentes ou intercalados) –, coibindo-se, assim, o pernicioso e daninho “carreirismo político” (política não pode ser profissão!) e impelindo, em consequência, os partidos à renovação permanente de seus quadros e lideranças (ao invés do costumeiro e imorredouro “caciquismo”).

O 8 permite que cidadãos não identificados com nenhuma corporação partidária (por razões programáticas ou de constrangimento circunstancial) pudessem vir a se candidatar, impedindo, ao mesmo tempo, que os partidos políticos detenham o monopólio do espaço político.

Por fim, o item 9 – importantíssimo! – remodela os cânones de escolha dos ministros das Cortes Superiores do Poder Judiciário, transferindo tal função dos Poderes Executivo e Legislativo (como ocorre hoje) para a esfera interpares da própria Magistratura (o que refrearia a influência política na seleção dos juízes), com o estabelecimento de uma maior e mais isenta autonomia de atuação dos Tribunais, além de critérios mais rigorosos e meritocráticos de seleção de seus respectivos togados: notório saber; competência jurídica comprovada; experiência acumulada (mínimo de 30 anos na função); faixa etária a partir dos 60 anos (o que reduz as “tentações” do uso da toga para benefícios pessoais futuros e a ilusão do sentimento de “deidade”); reputação ilibada (por reconhecimento social e entre pares); mandato máximo de dez anos (com salutar limitação ao exercício da função).

São todas propostas que têm em mira o interesse mais amplo e legítimo da sociedade no seu conjunto (res publica), em contraste àquele mais restrito e espúrio das corporações e seus asseclas – sempre sujeito a motivações pouco (ou nada) magnificentes.

A sociedade brasileira precisa compreender, de uma vez por todas, que o seu futuro depende muito mais da qualidade republicana de suas instituições – da arquitetura e engenharia de sua composição e funcionamento – que dos dotes individuais – sempre ocasionais e passageiros (quando não falsificados) – de seus políticos.

Que não existe, enfim – e nunca existirá –, “salvador da pátria”; mas que a Pátria é uma construção coletiva e permanente de todos no tempo, respaldada nas virtudes e qualificação educacional do conjunto dos compatrícios e na solidez e justeza cívica de suas instituições.

Alex Fiúza de Mello. Professor Titular (aposentado) de Ciência Política da Universidade Federal do Pará (UFPA). Mestre em Ciência Política (UFMG) e Doutor em Ciências Sociais (UNICAMP), com Pós-doutorado em Paris (EHESS) e em Madrid (Cátedra UNESCO/Universidade Politécnica). Reitor da UFPA (2001-2009), membro do Conselho Nacional de Educação (2004-2008) e Secretário de Ciência e Tecnologia do Estado do Pará (2011-2018).

Fonte: Jornal da Cidade Online

Continuar lendo OPINIÃO: A NAÇÃO BRASILEIRA DEVE COMEÇAR REIVINDICAR COM A CONTUNDÊNCIA DAS RUAS UMA REFORMA POLÍTICA

OPINIÃO: SITUAÇÃO NO BRASIL NÃO ESTÁ FÁCIL PRA NINGUÉM GRAÇAS A IMBECILIDADE DO “FIQUE EM CASA A ECONOMIA A GENTE VER DEPOIS”

Ruim em casa, pior fora dela: A leviandade do “fica em casa e a economia a gente vê depois” (veja o vídeo)

Foto Reprodução/InternetFoto Reprodução/Internet

Na adolescência, muitos já ouviram seus pais falarem essa frase, geralmente dita naqueles momentos de reclamação em face a algo que desagradava, parece que estamos vivendo algo parecido dentro de nossa grande casa chamada Brasil, pois a situação não está fácil para ninguém, não é?

Grande parte disso é devido a “doença que veio da Ásia”, também não podemos esquecer da imbecilidade do “fica em casa e a economia a gente vê depois” propalada pois muitos idiotas úteis, pela extrema imprensa e pelos canalhas opositores políticos do presidente Jair Bolsonaro.

Outro detalhe, que eclodiu de longo prazo passado, foram as sistemáticas obras do PT, executadas em ditaduras comunistas/socialistas com dinheiro dos contribuintes brasileiros, em um grande esquema com construtoras para financiarem seu projeto de poder no Brasil e na América Latina.

Mas mesmo com todos essas revezes, o Brasil se destacou economicamente no mundo quando comparado com outras nações mais desenvolvidas, e quando a comparação é com os vizinhos sul-americanos, que em maioria são comunistas/socialistas, o destaque é abismal, pois os mesmos têm vivido as resultantes infernais de miséria, fome e morte que a esquerda sempre promove.

A extrema imprensa que é aparelhada por essa ideologia criminosa, segue os ditames nefastos de mentiras e manipulações e quando as notícias são boas, a cortina do silêncio cai instantaneamente; mas procurando os fatos fora da grande mídia, podemos comprovar o quanto o Governo Brasileiro é profícuo nas mãos de Jair Bolsonaro.

Ao visitar o site do Fundo Monetário Internacional (FMI) pude constatar em seu Relatório Anual que o desempenho econômico do Brasil foi muito além do esperado, destacando que “em parte devido à resposta enérgica das autoridades”, projetam um crescimento de 5,3% para o Brasil e queda da dívida pública de 99% para 92% do Produto Interno Bruto (PIB).

Também elogiaram o governo brasileiro por sua resposta política frente à “doença que veio da Ásia”, pois segundo o Fundo, essas políticas reduziram significativamente a gravidade da recessão de 2020 e amorteceram seu impacto sobre os pobres e vulneráveis como o programas emergenciais e ao mesmo tempo o Brasil preparou terreno para uma forte recuperação em 2021.

As reformas institucionais que Bolsonaro promoveu também foram parabenizadas pelo Fundo, pois visam criar bases para uma economia mais competitiva colocando o Brasil no radar dos grandes investidores internacionais.

A previsão do Fundo para o crescimento econômico da maior economia da América Latina é de expansão de 5,3% do PIB (Produto Interno Bruto) já em 2021.

“A incerteza em torno das perspectivas é excepcionalmente alta, mas os riscos para o crescimento são vistos como amplamente equilibrados”, disse o Relatório Anual na conclusão de suas consultas do Artigo IV.

Mas te pergunto: Você assistiu algo naquela rede de TV que o nome rima com BOBO? Deve ser porque eles acham que os Brasileiros são bobos né?

E não é só na REDE BOBO, mas toda a extrema imprensa atua de forma repugnante, a teta das verbas públicas secaram e o comprometimento com seus antigos PaTrões os fazem maquinar dia e noite contra o Governo Bolsonaro e a população é quem paga essa conta.

Imaginem se hoje o Brasil estivesse nas mãos da maldita esquerda, assim como está a Venezuela, que se tornou um inferno de Fome e Morte, ou ainda como a faminta Argentina, onde partes de seus cidadãos tiveram que desenterrar frangos podres para dar de comer aos seus filhos???

Para não ficarmos somente aqui no eixo sul-americano, sabiam que na comunista Coréia do Norte, o presidente Kim Jong-un confisca os animais de estimação das famílias à força e os bichinhos são abatidos e vendidos para restaurantes e zoológicos estatais, pois a criação de cães, segundo os comunistas é uma tendência “contaminada pela ideologia burguesa capitalista”, portanto você que é ativista dos direitos do animais e que é esquerdista, fica a dica para você recuperar sua mentalidade destruída por essa ideologia maldita.

Esses fatos irrefutáveis nos provam duas coisas:

1) O quanto devemos ser gratos a Deus pelo fato do governo do Brasil estar nas mãos de um presidente que teme a Deus, se preocupa com o povo na amplitude da saúde e da economia e é de direita.

2) O quanto devemos abominar a extrema imprensa que está a serviço da esquerda, do globalismo e que agem criminosamente contra o presidente e o povo do Brasil.

Por isso eu estimulo você que está lendo esse artigo a colaborar com criadores de conteúdo, influenciadores e com aquela pequena parte da imprensa que tenta, sob muitas perseguições, trazer a verdade para os Brasileiros, a exemplo do Jornal da Cidade Online que teve seu canal desmonetizado pelo TSE sem qualquer justificativa, investigação, inquérito ou base constitucional, mas continua com muito empenho o seu trabalho.

Você que está lendo isso tem o grande poder de ampliar a narrativa dessas vozes que lutam em propagar a verdade, o simples curtir, compartilhar e se inscrever nesses canais de comunicação já ajudam de alguma forma, indicar para amigos, tudo isso forma simples e gratuita que todos podem fazer para quebrarmos a hegemonia mentirosa da esquerda.

Confira:

Foto de Bosco Foz

Bosco Foz

Jornalista, Gestor Público, Proprietário do canal Bosco Foz.

Fonte: Jornal da Cidade Online

Continuar lendo OPINIÃO: SITUAÇÃO NO BRASIL NÃO ESTÁ FÁCIL PRA NINGUÉM GRAÇAS A IMBECILIDADE DO “FIQUE EM CASA A ECONOMIA A GENTE VER DEPOIS”

OPINIÃO: NO BRASIL FAKE NEWS DEIXOU DE SER EXCEÇÃO E VIROU REGRA

Caro(a) leitor(a),

O descaramento da dita imprensa marrom está ficando insuportável. Num país onde foi instaurado inconstitucionalmente um processo judicial contra “fake news” com o intuito de atingir traiçoeiramente os conservadores as famigeradas “fake news” passaram de exceção à regra no âmbito do jornalismo brasileiro, como é o caso do artigo a seguir, que mostra mais uma das muitas mentiras e fofocas inventadas pelos jornalistas esquerdopatas. A coisa se torna tão bizarra e surreal que o próprio nome “esquerdopata” foi inventado pelo outrora jornalista conservador, Reinaldo Azevedo e agora um esquedopata de carteirinha. Por isso o termo nunca esteve tão bem colocado, pois é realmente uma patologia das mais complexas de se entender. Eles perderam totalmente a vergonha e o pudor. Estão contando uma mentira atrás da outra e descaradamente sem medo nenhum de serem desmascarados. Por isso é necessário que publicações como esta viralize e chegue ao máximo de pessoas possível para que o afegão médio tome conhecimento dessa grande farsa e possa se defender. Então, peço a você que compartilhe com força essa publicação!

Noblat inventa mentira descarada e é desmascarado por Rogério Marinho

Rogério Marinho e Ricardo Noblat - Foto: ReproduçãoRogério Marinho e Ricardo Noblat – Foto: Reprodução

Neste domingo (26) o ministro do Desenvolvimento Regional, Rogério Marinho, usou suas contas nas redes sociais para desmentir uma fake news que vem sendo disseminada pelo jornalista Ricardo Noblat, e repetida por diversos sites.

Noblat, em sua coluna no site Metrópoles, afirmou que, durante um almoço no Lake’s Restaurante, em Brasília, ocorrido ontem (25), Marinho teria dito que ‘está difícil sustenta-lo’, enquanto se referia ao presidente Jair Bolsonaro.

O ministro usou sua conta no Twitter para desmentir a matéria:

“É estarrecedor o ponto a que chegaram alguns jornalistas, que atuavam na cobertura política, mas agora usam seu espaço para propagar ataques, fofocas e mentiras.

Não disse e nunca diria tal bobagem. O senhor Ricardo Noblat falta com a verdade”, afirmou Marinho.

E ainda lembrou, àqueles que fingiram esquecer, o apoio popular demonstrado ao presidente durante as históricas manifestações ocorridas no 7 de setembro, que levaram multidões às ruas:

“O Presidente da República é sustentado pelo apoio daqueles que sabem a transformação que seu governo está promovendo.

As ruas tomadas por multidões demonstram isso. É triste também o desrespeito à minha família, envolvida involuntariamente nessa intriga. A que interesses servem esse tipo de conduta?”.

Noblat novamente desmoralizado!

Confira:

Fonte: Jornal da Cidade Online

Continuar lendo OPINIÃO: NO BRASIL FAKE NEWS DEIXOU DE SER EXCEÇÃO E VIROU REGRA

Fim do conteúdo

Não há mais páginas para carregar