OPINIÃO: AUMENTAR FUNDO ELEITORAL EM TEMPO DE CRISE É UM ESCÁRNIO, SEGUNDO ALEXANDRE GARCIA

Alexandre Garcia: É um escárnio aumentar fundo eleitoral em momento de crise

No quadro Liberdade de Opinião desta sexta-feira (16), o jornalista avaliou a aprovação da Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO) para 2022 no Congresso

Da CNN, em São Paulo

16 de julho de 2021 às 10:10

Alexandre Garcia: É um escárnio aumentar fundo eleitoral em momento de crise

No quadro Liberdade de Opinião desta sexta-feira (16), Alexandre Garcia avaliou a aprovação da Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO) para 2022 no Congresso, que determina as metas e prioridades para os gastos do governo. A matéria segue agora para sanção do presidente Jair Bolsonaro (sem partido).

Entre os principais pontos do texto aprovado, está o aumento dos recursos destinados ao financiamento da campanha eleitoral do próximo ano. Segundo técnicos da comissão mista de orçamento, o fundo vai ser de R$ 5,7 bilhões em 2022, ano de eleições presidenciais, quase o triplo do registrado em 2018 e 2020, quando o fundo era de R$ 2 bilhões.

“Parece que somos 212 milhões patetas, se concordarmos com esse absurdo. Isso é um escândalo, um escárnio. O Produto Interno Bruto (PIB) brasileiro está aumentando, segundo a última previsão, cerca de 5,2% [neste ano]. Mas no ano passado caiu 4,1%. Temos um saldo, portanto, de crescimento de 1,1%. A LDO que foi aprovada na Câmara e no Senado prevê um aumento de salário mínimo para R$ 1.147, ou seja, vai aumentar menos de 5%. Agora, o nosso dinheiro, do contribuinte, pagador de impostos, é parte do seu suor. Desse dinheiro eles aumentaram o fundo eleitoral em 285%. Com que cara ficamos com isso? De pateta”, disse o jornalista.

“A maioria dos deputados e senadores votou pela aprovação disso. Alguns fizeram manifestações contrárias, mas foram minoria. Agora vai para sanção presidencial, mas como é que [o presidente] vai vetar uma coisa que vai contrariar todos os partidos políticos e a maioria dos deputados e senadores?”, questionou Garcia. “É um senhor desafio para o presidente da República. Num momento de crise, aumentar fundo eleitoral para gastar nas eleições em 285% é um escárnio.”

O Liberdade de Opinião tem a participação de Sidney Rezende e Alexandre Garcia. O quadro vai ao ar diariamente na CNN.

As opiniões expressas nesta publicação não refletem, necessariamente, o posicionamento da CNN ou seus funcionários.

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OPINIÃO: PEDIDO DE PRISÃO DE ALEXANDRE DE MORAES ESTÁ MUITO BEM FUNDAMENTADA E RICA EM DENÚNCIAS

O pedido de prisão de Alexandre de Moraes: Uma jogada brilhante com inúmeros reflexos

Imagem em destaque

O pedido de prisão de Alexandre o “Glande”, está muito bem fundamentado, e a peça está rica nas denúncias.

A PGR não tem data para se pronunciar, mas é obrigada a dar uma resposta.

A jogada parece brilhante, pois agora os togados se veem obrigados a acobertar, ou entregar a cabeça da serpente. E qualquer uma das escolhas vai ser desgastante.

Vamos lembrar que a denúncia foi também para a Corte Interamericana de Direitos Humanos, que julga agora em Agosto, outras ações antigas contra o ministro.

O pedido vir em Julho, aumenta a pressão por uma justificativa mais plausível, e vai expor as interferências nos poderes até dos outros ministros.

Eu diria que esse ato foi muito bem calculado. Eu só me preocupo com o advogado que fez o pedido.

Vamos imaginar que se houvesse mesmo uma “ruptura” pelo menos teria justificativas sólidas, mesmo com as reclamações dos globalistas.

Misture isso com a panguagem de Aziz, que acabou provocando as Forças Armadas, e as constantes provocações aos militares, e teremos um fortalecimento do bloco que apoia Jair.

A mídia tradicional se vê encurralada, tendo de parar a narrativa que até os militares não estão mais com Bolsonaro. Mais que isso; os núcleos do exército começam a endossar a declaração do presidente do STM, que disse que a galera está “Esticando demais a corda”.

A CPI que naufraga, tenta sobreviver ao recesso de férias, mas com os recentes depoimentos, não consegue mais sustentar as narrativas. O congresso já comenta que a parte da oposição no centrão tinha caido em uma armadilha quando montou a CPI, e com a firme posição de Lira, tudo indica que foi mesmo um Cavalo de Tróia bem sucedido do governo.

Vendo que o líder da Câmara não pautava o impeachment, a oposição começou a atacar e pedir a cabeça do deputado em Alagoas. Mas a estratégia deu ruim, e agora, Lira aproximou-se mais ainda de Bolsonaro. O pessoal tenta atrapalhar, mas não estuda os redutos eleitorais. Eles não sabem que Lira e Renan brigam pelo poder no estado, e que o desgaste do senador que é relator na comissão, privilegia os candidatos (Biu) de Lira. Existe a possibilidade, segundo comentários de alguns amigos de lá, que pode vir ele mesmo como candidato a governador.

Nos bastidores da indicação para a vaga de Marco Aurélio, os senadores do G7, tentaram conversar com os outros senadores para colocar Mendonça na espera, mas Pacheco acabou por desiludir os amigos, por saber que os senadores não iriam barrar um evangélico um ano antes do pleito. Claro que Malafaia fez questão de lembrar isso. Então esperem tranquilos uma confirmação.

Pelo que se observa agora, o plano é criar uma atmosfera de mágoa de Aras contra o presidente, por ter indicado Mendonça. Augusto, que terá a PGR reconduzida, receberá a maior parte das denúncias contra o presidente após a confirmação de Mendonça. Porém o governo já entendeu o lance, e deve ter conversado sobre boas estimativas para o futuro do atual PGR.

E o papo deve ter sido bacana, pois na semana passada a Procuradoria grudou no Flávio Dino, que é oposição declarada. Fato que mela um pouco a super coligação que Kassab queria montar até 2022.

Os casos de Xing ling começam a cair vertiginosamente, e a imunização brasileira passa a ser referência na América Latina. A (Pfizer) conduziu um estudo dizendo que a (v.a.c.i.n.a) pode proteger até de novas cepas, e o mercado adorou. As projeções do PIB, aumentaram ainda mais, e agora o Brasil passa a ser um dos melhores investimentos para capital estrangeiro.

A próxima jogada agora é de Guedes.

Ele anunciou as privatizações, e ajudou o mercado a retomar o fôlego, com o declínio da (Pandemia). O próximo lance é apostar nos 124 bilhões que vão chegar da possível inflação. Se ele converter esse dinheiro em um novo programa Super Bolsa família em Julho do ano que vem, vai inundar o mercado no consumo, trazendo mais empregos, maximizando ainda mais o superciclo que o Brasil pega agora, e vai até Agosto do ano que vem.

Com o fracasso de uma possível “superliga” contra Jair, concretizado pelos atos de violência na Paulista, as candidaturas fragmentam. Ciro e Milk sabem disso, mas vão tentar pleitear do mesmo jeito. Só negociam com Lula após um primeiro turno.

Eles vão pagar para ver, e tentar apostar no desgaste ao presidente.

A jogada inteligente do governo, foi ampliar a internet por todo o país. Locais que eram pautados apenas pela midia tradicional, agora tem acesso a outros veículos. Quem lembra como Jair se elegeu em 2018, vai entender o que eu quero dizer. Se olhar as pesquisas de 2019 e 2020, já vai notar uma alteração na percepção do eleitor no Nordeste e Norte.

A única possibilidade de Bolsonaro perder, seria em uma fraude eleitoral. E por isso, é mais que importante que exista uma manifestação nacional de pauta única para o “Voto auditável, com contagem pública de votos”.

Com bastante adesão.

Esse é o único pedido nesse texto.

Mas as notícias são boas não?

Victor Vonn Serran

Fonte: Jornal da Cidade Online

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OPINIÃO: ATÉ FILME DE TERROR DE STEPHEN KING TEM MAIS PREVISIBILIDADE E LÓGICA DO QUE O COMANDO DA CPI

Daniel” revisitado… Ministro chantageado – E agora? (veja o vídeo)

Luís Roberto Barroso e José Dirceu - Foto: José Cruz, Fábio Rodrigues Pozzebom/Agência BrasilLuís Roberto Barroso e José Dirceu – Foto: José Cruz, Fábio Rodrigues Pozzebom/Agência Brasil

Em meio ao prorroga ou não prorroga a CPI, uma vez mais o tal G7 pede guarida ao STF. O que causa espanto não é a prorrogação em si, mas, o próprio legislativo pedir a interferência do judiciário em matéria interna corporis.

Até filme de terror de Stephen King tem mais previsibilidade e lógica que o comando da CPI.

O G7 argumentou, pediu, bateu pé, fez manha, mas o Pacheco não respondeu, e eu tenho de admitir amigo ouvinte leitor, que nesse ponto a lógica em tese existe. Não foi o STF que mandou abrir a CPI e o Pacheco cumpriu rapidinho? Parece fazer todo sentido, agora que o G7 não concluiu nada, não encontrou objeto que embase o seu relatório, está pedindo ao STF que ordene ao Pacheco para prorrogar.

Pois é, o sistema é bruto, é disruptivo, é tão lógico quanto o rabo abanando o cachorro ou poste mijando nele. É da mesma espécie da jabuticaba, genuinamente nacional, a tartaruga na no alto do poste, ninguém sabe como chegou lá, só se sabe que alguém colocou.

Nem vou discorrer sobre a insanidade do núcleo de uma CPI ter mais crime nas costas que o Charles Manson, que o bandido da luz vermelha. Faria inveja ao Lúcio Flávio, que se sentiria um punguista. O Brasil não é um país pra amadores, basta salientar que os dois bandidos que mencionei viraram filme, música, livro e muita gente batizou seus filhos em homenagem, a eles.

Será que teremos na próxima geração crianças chamadas Humberto Costa, Randolfe Rodrigues, Omar Aziz, Renan Calheiros e companhia bela? Deus tenha piedade de nossas crianças. E tudo isto acontecendo em meio a revelações bombásticas do Daniel.

Sim, Daniel, o pseudônimo de Dirceu que em seus momentos de cárcere, tal qual Maquiavel, escreveu cartas ao príncipe. Bom, na verdade não temos príncipe, então ele escreveu cartas aos petistas militantes mesmo. À época um jornal paulista de grande circulação fez até editorial.

O então recém-chegado à corte, pareceu ter ficado tão consternado e bem impressionado com as tais cartas, haja vista entender a si mesmo como um iluminado, agraciado com a longa toga negra. Então empossado ministro do STF, Barroso soltou Dirceu, pareceu que o coração amoleceu, na discussão pública com Gilmar Mendes disse que entendeu que todos são iguais perante a lei, claro, uns são mais iguais que outros.

Uma vez mais Gilmar Mendes afirmou que um ministro estaria sendo vítima de chantagem. Não fosse o assunto de extrema gravidade, ficou o dito pelo não dito e Dias Toffoli apareceu com a cara toda machucada, só vi pugilista com a face tão lesionada, maltratada, marcada, atingida, partida. Foi acidente doméstico, segundo o próprio. O tapete persa deve ter lhe dado uma solapada.

Barroso solta Dirceu e Toffoli parece um sparring. Seria mais de um ministro sendo chantageado? Um agente da CIA visita o Brasil. Com que finalidade ele se deslocaria dos EUA pra cá? Teria informações sigilosas e comprometedoras a contar? Só sei que menos de 24 horas depois, o presidente twitta. Abro aspas “- Vamos supor uma autoridade filmada numa cena com menores (ou com pessoas do mesmo sexo ou com traficantes) e esse alguém (“Daniel”) passe a fazer chantagem ameaçando divulgar esse vídeo.” Fecho aspas!

Tenho que confessar, novela brasileira com estilo de mexicana cansa, estressa, mas, explica muita coisa. Temos reclamado das mudanças de posicionamento do STF há muito tempo. Estaria Daniel por trás de tudo isso? O 9 fingers solto, não entra nesta conta?

Ahhh, meu amigo ouvinte leitor, há mais mistérios entre o céu e Brasília do que sonharia nossa extensa cartilha política. Aguardemos as cenas dos próximos capítulos, mas, uma coisa é certa, parece que aquele que chamavam de Bozo da Corte, fez poker face no “baralho capado”, será que já temos um “Best of it”!!

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OPINIÃO: LIMPEZA NAS ESTRUTURAS DA NAÇÃO FEITA PELO GOVERNO BOLSONARO TEM INCOMODADO AS ELITES ACOSTUMADAS A MAMAR NAS TETAS DO ESTADO

O GRANDE GOLPE

Fotomontagem: JCO (Reprodução)Fotomontagem: JCO (Reprodução)

Em 2019, Jair Bolsonaro começa a governar e a mudar o Brasil. Inicia uma limpeza nas estruturas da nação. As elites encasteladas e acostumadas a mamar nas tetas do estado se sentem incomodadas. Não se conformam. Não aceitam. Repetem que a eleição de Bolsonaro foi um “erro”.

Eles, os que estão há 23 anos no poder é que deveriam governar. Eles é que são os bons. Eles é que deveriam ter recebido os votos de Bolsonaro.

Dois anos e meio depois, partem para o golpe final. Estão desesperados, pois em 2022 existem eleições e eles serão varridos do poder que ainda detém espalhados pelos Ministérios, pois continuará o desmonte das pautas de esquerda e o trabalho de “despetização” do governo, novos senadores serão eleitos e julgarão os juízes corruptos do Supremo, novos deputados federais, novos governadores e o Cartel de Imprensa será desmontado.

O desespero é geral. Urge a derrubada do Presidente.

Eis o resumo do grande golpe e seus atores:

– O Supremo Barroso manda instalar a CPI da pandemia a pedido de Randolfe Rodrigues e seus apaniguados. Dominam a CPI os piores elementos do Senado, todos suspeitos de desviar dinheiro público. Elegem Omar Aziz, Presidente, relator, Renan Calheiros, vice, Randolfe Rodrigues. Os três criam dentro da CPI o grupo denominado G7, para que possam controlar todas as ações e fazer as mais espalhafatosas acusações contra o Presidente.

– Os elementos do G7, sintonizados ao Consórcio de Imprensa, que na verdade é um Cartel encarregado de produzir panfletos políticos contra o governo, formado por Estadão, G1, O Globo, Extra, Folha e UOL repercutem o discurso do G7. Repetem exatamente as mesmas matérias e distribuem para todo Brasil. Não existe espaço para o contraditório.

– O STF, hoje, lamentavelmente, uma das instituições com maior rejeição no país, sua credibilidade se aproxima de zero, já não se dá ao trabalho de guardar as aparências, acolhe tudo o que as esquerdas pleiteiam. Tudo é feito às claras, com arrogância daqueles que se consideram estar acima de tudo. Interpretam a Constituição a seu bel-prazer. Isso comprova que a democracia está em perigo.

Os três grupos votaram, trabalharam contra Bolsonaro e perderam.

Os três grupos, mais os artistas, as ongs, os sindicatos trabalharam juntos contra o Presidente e levaram uma surra de votos da população.

Os três grupos, mais os institutos de pesquisas, junto com os Partidos de esquerda PT, PSOL, PCB, PSB e mais o PSDB, os maiores Partidos Políticos do país, com todos os seus senadores, deputados, vereadores, Prefeitos, Governadores, a máquina do estado, dinheiro de corrupção, levaram uma surra de Bolsonaro e do povo e perderam as eleições.

O povo votou e escolheu Bolsonaro porque se identificou com suas lutas.

Os donos do poder, aturdidos, jamais se conformaram. Nunca aceitaram o resultado. Desde o primeiro dia de governo eles decidiram derrubar o Presidente e suas pautas.

E repetiram abertamente: “Ganhou, mas não governa”.

Vamos amarrar as pontas:

– Uma CPI + Um Cartel de Imprensa + Juízes do STF. O funcionamento da guilhotina do grupo é assim:

As esquerdas denunciam o governo, o STF recebe e aceita, o Cartel repercute 24 horas por dia. Essa é a cantilena. Todos os dias.

Esse é o cenário.

Eis porque uma denúncia sem sentido, de um deputado que tem tantas acusações quanto os senadores da CPI, é importante. Ela fortalece o grupo. Vitamina o golpe. Inventa uma narrativa fantástica, como tantas que já foram inventadas. A última é uma manchete covarde da Folha:

“Governo Bolsonaro pediu propina de US$ 1 por dose, diz vendedor de vacina”.

Aí vem a explicação: “Representante da empresa Davati Medical Supply afirmou à repórter Constança Rezende que proposta partiu de Roberto Dias, diretor do Ministério da Saúde”.

Isto é, um dos Diretores do Ministério da Saúde, remanescente de governos anteriores, pede propina, e o jornal diz que quem pediu foi Bolsonaro.

Imediatamente o Diretor foi exonerado pelo Ministro da Saúde.

Precisamos dar uma resposta à altura.

Precisamos proteger o Presidente.

Precisamos proteger nossos votos contra os golpistas.

Essa é a maior trama para retomada de poder já esquematizada dentro do Brasil.

Fonte: Jornal da Cidade Online

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OPINIÃO: ALEXANDRE GARCIA AVALIA DECISÃO DO STF DE SUSPENDER CONVOCAÇÃO DE GOVERNADORES NA CPI DA PANDEMIA

Alexandre Garcia: A não convocação de governadores esvazia a CPI da Pandemia

No quadro Liberdade de Opinião, o jornalista avaliou a decisão do Supremo Tribunal Federal (STF) de suspender a convocação de governadores à comissão

Da CNN, em São Paulo

25 de junho de 2021 às 10:04

Alexandre Garcia: A não convocação de governadores esvazia a CPI da Pandemia

No quadro Liberdade de Opinião desta sexta-feira (25), Alexandre Garcia avaliou a decisão do Supremo Tribunal Federal (STF) de suspender a convocação de governadores na CPI da Pandemia.

Sete dos onze ministros do Supremo se manifestaram e, até aqui, a decisão é unânime. Está valendo o argumento central da relatora, a ministra Rosa Weber, de que a CPI tem poder de investigação, mas não pode extrapolar a Constituição, que impede que deputados e senadores investiguem chefes de executivos locais.

“Quem sai ganhando nessa foi [Wilson] Witzel, que aproveitou a CPI para fazer sua defesa e foi muito bem tratado pelo relator [Renan Calheiros]. A decisão do STF é que o chefe do poder executivo não pode ser convocado, então não podem [depor] 5.570 prefeitos, os governadores e o presidente da República. Acho que isso dá uma esvaziada na CPI”, comentou o jornalista.

“Mas, por outro lado, dá um fortalecimento para quem aparentemente foi prejudicado, que é o autor do requerimento das 45 assinaturas, o senador [Eduardo] Girão. Ele claramente queria investigar os governadores, mas ele se fortalece porque já que os governadores do Consórcio Nordeste não vão [à CPI], há mais um motivo para convocar o diretor-executivo do Consórcio Nordeste, Carlos Gabas.”

Fonte: CNN

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OPINIÃO:O RELATOR E O PRESIDENTE DA CPI DA PANDEMIA ENFRENTARAM A EXPERIÊNCIA PARLAMENTAR DO DEPUTADO FEDERAL OSMAR TERRA QUE BARROU A TRUCULÊNCIA DA DUPLA

A acachapante vitória de Osmar Terra na CPI contra a jocosidade e truculência da dupla Aziz e Renan

Foto: Jefferson Rudy/Agência SenadoFoto: Jefferson Rudy/Agência Senado

A jocosidade do relator da CPI da Pandemia, senador Renan Calheiros e a ironia de seu presidente, senador Omar Aziz, enfrentaram uma muralha na manhã desta terça, 22.

A experiência parlamentar do deputado federal Osmar Terra barrou a truculência da dupla.

Sem se alterar e sentindo-se em casa como parlamentar, Terra rebateu cada ironia e entrelinha. O gaúcho fez os dois perderem o rebolado e expôs a fragilidade desses inquisidores antibolsonaristas.

Sem preparo, os cabeças da CPI estão presos unicamente à cruzada contra o presidente Jair Bolsonaro, o verdadeiro alvo desta comissão. Até o senador Randolfe Rodrigues acabou dando um chilique e rodou a baiana em um embate paralelo com o senador Ciro Nogueira.

Médico, ex-ministro de Temer e de Bolsonaro, deputado por vários mandatos, Osmar Terra colocou os pontos nos “is” quando tentaram lhe imputar a defesa da “imunidade de rebanho”. Deixou claro que nunca foi estratégia, como tentava impor a dupla inquisidora. Ele apenas constatava uma verdade científica nos fins da pandemia.

Quem virou bola murcha foi o senador baiano Otto Alencar, que também é médico. Travestido de Professor Raimundo, tentava criar pegadinhas com respostas pré-elaboradas.

A grande contribuição de Osmar Terra foi desmontar a tese do gabinete paralelo e a defesa de imunidade de rebanho. A CPI começou a desmoronar nessa terça. Ficaram expostos o despreparo e os reais objetivos de seus dirigentes.

Texto de Cláudio Magnavita. Diretor de redação do Correio da Manhã. (Publicado originalmente no Correio da Manhã).

Fonte: Jornal da Cidade Online

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OPINIÃO: SERÁ QUE O EXÉRCITO E O SUPERIOR TRIBUNAL MILITAR ESTÃO SENDO AFRONTADOS COM DECISÃO DA MINISTRA CARMEN LÚCIA?

A decisão de Cármen Lúcia: Uma afronta ao Exército e ao Superior Tribunal Militar?

Fotomontagem: Nelson Jr/STF e Antonio Cruz/Agência BrasilFotomontagem: Nelson Jr/STF e Antonio Cruz/Agência Brasil

A ministra Cármen Lúcia deu um prazo de 5 dias para que o Ministério da Defesa preste informações sobre o sigilo imposto pelo Exército Brasileiro no processo administrativo aberto contra o general Eduardo Pazuello.

A determinação da ministra atende a mais uma ação de partidos de esquerda, sempre dispostos a infernizar a vida do presidente da República e prejudicar o Governo Federal.

É uma decisão absurda, onde não se vislumbra qualquer amparo legal.

Faz parte do insano jogo da politicagem de uma turma que trabalha incansavelmente contra o país.

Ademais, o Exército Brasileiro não deve satisfação de seus atos ao Supremo Tribunal Federal.

As questões que envolvem os militares possuem como foro competente para julgamento o Superior Tribunal Militar.

Assim, impossibilitada de inquirir o Exército, a ministra dirigiu-se ao Ministério da Defesa, órgão do Poder Executivo.

Entretanto, é evidente que o ministério não tem as informações que a ministra deseja.

A via torta que Cármen Lúcia está tentando trilhar para chegar ao Exército é uma aberração.

E só contribui para alimentar a insegurança jurídica que vivenciamos presentemente.

Gonçalo Mendes Neto. Jornalista.

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OPINIÃO: R$ 320 MIL É MUITO POUCO PARA INDENIZAÇÃO POR DANOS MORAIS

Caro(a) leitor(a),

A dra. Nise Yamaguchi foi muito complacente e “injusta” ao cobrar apenas R$ 320 mil de indenização pelo enorme vexame, humilhação e desonra que passou no plenário da CPI da Covid. Um milhão para cada senador imbecil ainda seria muito pouco, se levarmos em consideração o tamanho da audiência a que a Dra. estava submetida. Um vexame em cadeia nacional, ao vivo e em cores, onde milhões de telespectadores presenciaram uma verdadeira curra. Portanto, ela não pode perder essa oportunidade de processar esses bandidos do colarinho branco, todos indiciados ou condenados pela justiça. Os valores neste país estão de cabeça para baixo. Nunca se viu tanta bizarrice!

Presidente da CPI nega misoginia e acusa Nise de ter mentido no depoimento

Junto com Otto Alencar, Omar Aziz está sendo processado pela imunologista por conta de sua conduta durante a oitiva da especialista.

Publicado em 20.06.2021

Edilson Rodrigues | Agência Senado

O presidente da Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) da Pandemia, senador Omar Aziz (PSD-AM), afirmou neste domingo (20) estar “tranquilo” em relação ao processo judicial impetrado pela médica oncologista e imunologista Nise Yamaguchi.

“Estou tranquilo. Sou presidente de uma CPI. Meu comportamento é igual com todos, não há diferença”, garantiu.

Na ação, conforme noticiado pelo Conexão Política, a profissional de saúde cobra de Aziz e do senador Otto Alencar (PSD-BA) uma indenização por danos morais no valor total de R$ 320 mil, além de pedir que a Procuradoria-Geral da República (PGR) investigue se houve crime de abuso de autoridade.

A especialista alega ainda ter sido vítima de misoginia, preconceito contra mulheres e humilhação durante a oitiva no dia 1º de junho. O valor indenizatório, caso a médica vença a demanda judicial, será doado às redes hospitalares que atendem crianças com câncer.

Ainda sobre o episódio, Aziz acusou Nise de mentir durante o depoimento. Segundo ele, a CPI fará requerimento para ter acesso aos prontuários dos pacientes que ela atendeu.

“Ela nos disse que foi a Brasília três vezes e a CPI detectou que ela foi 13 vezes, das quais oito ela pagou com dinheiro vivo. Ela tem muito mais a explicar do que eu. Eu estou tranquilo. Acho bom ela não se preocupar comigo e com o senador Otto. E sim com os pacientes que ela atendeu e que morreram”, finalizou.

Marcos Rocha

Editor-chefe do Conexão Política e natural de Campo Grande (MS).
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OPINIÃO: MISTÉRIO QUE RONDAVA KAJURU, O SENADOR INCÓGNITA NA POLÍTICA FOI REVELADO

Perdido e isolado, Kajuru é abandonado por seus próprios eleitores (veja o vídeo)

Jorge Kajuru - Foto: Ludmilla Gondim/Câmara Municipal de GoiâniaJorge Kajuru – Foto: Ludmilla Gondim/Câmara Municipal de Goiânia

Por muito tempo o Kajuru foi uma incógnita na política, falava alto, era estridente, de vez em quando comprava briga com ministros do STF, se dizia de esquerda, depois que não era de esquerda nem de direita, afirmava torcer pelo Bolsonaro e depois vazou a conversa privada que teve com ele.

Mas finalmente o mistério que rondava o hoje Senador parece ter sido solucionado, Kajuru é simplesmente um Idiota. Só que não é qualquer idiota, é o idiota mais perigoso de todos; o Idiota Motivado!

Após um mandato teatral, como vereador, sua atuação no Senado tem feito com que as pessoas que se arrependeram de votar nele passem a sentir além do arrependimento, também a vergonha.

Em sua mais nova investida, Kajuru resolveu atacar influenciadores que ganharam dinheiro monetizando seus vídeos através do Google (Youtube). Detalhe; o próprio Kajuru faz isso, e pior, ele mesmo assume que usa assessores de seu gabinete (pagos obviamente com dinheiro público) para gerenciar seus canais nas redes sociais. O último levantamento apontava que Kajuru já havia recebido R$ 48 mil reais do Google.

Agora, o Senador que adora arrotar sua bravura, diz que “não tem medo de requerer a convocação” dos influenciadores que tiveram seus nomes jogados na lama por emitir opiniões que desagradam a grande mídia e os Senadores da CPI anti-bolsonarista.

Kajuru quer saber se este youtubers e jornalistas estão sendo financiados por alguém (um questionamento esdrúxulo já que ele mesmo ganha dinheiro com anúncios no YouTube e sabe como o processo funciona). Os alvos principais serão o veterano jornalista Alexandre Garcia, o professor Gustavo Gayer e o Jornalista Allan dos Santos. Três nomes que constam na lista de influenciadores que a CPI diz terem propagado Fake News.

É compreensível a frustração de Kajuru, afinal com esforço e mérito próprio, pessoas como o Gustavo Gayer conseguiram em 1 ano o que ele não conseguiu em três décadas; credibilidade.

Confira:

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OPINIÃO: A ESQUERDA NÃO ADMITE FRAUDE NAS URNAS, MAS NÃO RECONHECE O PRESIDENTE ELEITO. O PRESIDENTE ELEITO AFIRMA QUE HOUVE FRAUDE, MAS NÃO ADMITE ANULAR AS ELEIÇÕES. DEU PRA ENTENDER?

Caro(a) leitor(a),

Estamos passando por uma situação muito delicada e ao mesmo tempo esdruxula politicamente nesse país. O ódio exacerbado e as provocações constantes de ambas as partes , iniciadas bem lá atrás, ainda na campanha das eleições de 2018 nos faz viver um eterno clima de disputa política, como se o resultado das urnas, numa eleição pacífica e democrática não fosse suficiente ou tivesse a legitima outorga para dar o devido poder a um presidente. Começando pelo próprio presidente, devidamente empossado, afirma que houve fraude no primeiro turno, onde ele teria sido eleito. Ora, se houve fraude no primeiro turno ele está admitindo que a sua posse é ilegítima. Do outro lado uma esquerda inconformada, com o apoio da grande imprensa não reconhece Bolsonaro como o legitimo presidente do Brasil boicotando 24 horas por dia, sete dias por semana esse governo que agoniza e não consegue governar. Então o cotidiano, a vida do brasileiro e do Brasil se reduz a um interminável palanque eleitoral, com um lado que não acredita que houve fraude nas eleições e desta forma legitimando-a, mas insistindo em não reconhecer um governo eleito democraticamente e do outro um presidente que foi eleito democraticamente insistindo em dizer que houve fraude nas eleições que o elegeram. Isso não é apenas esdruxulo, mas bizarro e surreal.

Bolsonaro emociona multidão ao fazer gesto semelhante ao de Ayrton Senna (veja o vídeo)

Foto Reprodução/InternetFoto Reprodução/Internet

Durante a motociata ocorrida em São Paulo no último sábado (12), o presidente Jair Bolsonaro emocionou seus apoiadores ao fazer um gesto semelhante ao do ídolo brasileiro Ayrton Senna.

O passeio de moto que foi organizado por apoiadores do presidente, levou uma multidão às ruas, para acompanhar a passagem do mandatário.

Ao descer de sua moto, o presidente recebeu a bandeira do Brasil de um dos participantes e, aos gritos de “mito”, foi ovacionado.

Confira:

Fonte: Jornal da Cidade Online

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OPINIÃO: ENQUANTO CIDADÃO PAULISTANO É OBRIGADO FICAR EM CASA, GOVERNADOR TOMA SOL EM HOTEL DE LUXO

O repugnante momento de lazer do cara que colocou a PM para agir contra os cidadãos em praias e praças

Foto Reprodução/InternetFoto Reprodução/Internet

Enquanto você está sem emprego, vendo faltar comida em casa, dependendo de um auxílio governamental (ou nem isso), a Pantera Cor-de-Rosa toma sol no Fairmont Copacabana, onde cada diária custa um salário mínimo (aquele que milhões de paulistas deixaram de receber, graças à sua conduta vergonhosa como governador).

O cara que fechou o estado mais importante do país, que colocou a PM para agir contra os cidadãos em praias e praças, que fez sei lá quantos discursos contra aglomerações e pelo uso de máscaras, foi retocar a marquinha em público, sem máscara.

Justo ele, que adiantou feriados e instituiu toque de recolher, para que ninguém viajasse sem necessidade, justificou que o “click” foi tirado em um “momento de descanso e lazer com a família”.

Não tem o que comentar. Não existe nenhuma análise a ser feita. Se fôssemos um país sério, esse homem seria apedrejado em praça pública.

No lodo da política tupiniquim, de onde saem os personagens mais abjetos, a baixeza de João Doria se destaca.

No lixão, é o chorume!

O Brasil não é para amadores

Foto de Felipe Fiamenghi

Felipe Fiamenghi

Fonte: Jornal da Cidade Online

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OPINIÃO: O TRATAMENTO PRECOCE É UMA QUESTÃO DE LIVRE ARBÍTRIO

Caro(a) leitor(a),

Na minha humilde OPINIÃO o campo de batalha que se formou no Brasil em torno do tratamento precoce é algo simplesmente surreal e bizarro. Primeiro porque remédios como ivermectina e cloroquina estão no mercado há pelo menos 70 anos e já se sabe de todos os efeitos colaterais que por ventura possam surgir nos pacientes que utilizarem como tratamento precoce e cabe ao médico única e exclusivamente a prerrogativa de orientar ao paciente o seu uso. E este uso é consensual médico/paciente. Segundo porque tudo na vida é uma questão de crença. Se o paciente acredita que um determinado remédio pode salvar a sua vida, ninguém tem o direito de tolhe-lo desse arbítrio, pois como sabemos, todo e qualquer remédio para ser produzido precisa passar pela fase de testes em humanos, onde uma parte dessas cobaias recebem um placebo e historicamente parte desses pacientes que recebem placebo se curam simplesmente pela força da fé e/ou crença. Então, isso é apenas uma questão de livre arbítrio. A escolha é do paciente junto com o médico e cada um que cuide da sua vida!

Ludmila Ferber diz que venceu Covid-19 com tratamento precoce: ‘Funciona’

Cantora cristã diz ter seguido protocolo.

Published on 06.06.2021

Reprodução | Facebook

Em um vídeo publicado na última sexta-feira (4), a cantora gospel Ludmila Ferber, um dos principais nomes do segmento cristão, revelou ter testado positivo para a Covid-19.

Ao lado do ex-senador Magno Malta, Ludmila contou que contraiu a doença em setembro do ano passado. Além dela, outros familiares também foram infectados.

Lutando contra um câncer de pulmão há quase três anos, ela surpreendeu ao dizer que fez uso do ‘tratamento precoce’— adotando medicamentos como cloroquina e ivermectina.

“Sim, foi em setembro do ano passado [que contraiu a Covid]. Mas eu dou graças a Deus que eu fiz o tratamento precoce. Então, eu passei pela Covid de uma forma impressionante. Estamos aí para testemunhar: funciona!”, afirmou.

Embora o novo coronavírus (Sars-CoV-2) ainda seja um mistério em muitos aspectos, médicos e pesquisadores do mundo todo já sabem que o pulmão é o órgão mais afetado pela doença.

Nos pulmões, o vírus infecta células dos alvéolos —onde ocorre a troca de gases entre o pulmão e corrente sanguínea— passando a se multiplicar, matando a célula hospedeira e atuando rapidamente para contaminar outras células.

Ainda no vídeo, Ludmila fez questão de frisar que seguiu o protocolo de modo completo.

“Fiz todo o protocolo. Não só eu, mas parte da minha família também fez o tratamento precoce”, completou.

O ex-senador, por sua vez, reiterou o que foi dito pela pastora evangélica e lamentou o cenário que o país atravessa, afirmando que há uma ‘inversão de valores’.

“Então quem nega o protocolo não é negacionista, negacionista é quem quer o protocolo pra que as pessoas não precisem ser entubadas e serem levadas a UTI, nós estamos vivendo uma inversão, um drama espiritual no país“, acrescentou Malta.

Jornalista, professor e comentarista político. Cobre os bastidores de Brasília no Conexão Política.

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OPINIÃO: REDE GLOBO ABRE OFICIALMENTE A TEMPORADA DE CAÇA AO PRESIDENTE DA REPÚBLICA

Caro(a) leitor(a),

O artigo a seguir deixa bem claro o modus operandi da Rede Globo, quando convoca um senador de oposição e outro da situação para debater, mas tem na sua bancada de jornalistas uma militância comprometida em única e tão somente destituir o presidente Bolsonaro provocando um impeachment. O vídeo, ao final do artigo comprova isso, na medida que expõe a agressividade e deselegância da jornalista Natuza Nery, como eu nunca havia visto antes. Foi necessário a apresentadora pedir os comerciais. Fiquei impressionado com o comportamento da jornalista, a quem eu tanto admirava. É algo que não me contaram, eu presenciei. Portanto, está escancarada e definitivamente aberta a temporada de caça da TV Globo ao presidente Jair Bolsonaro. Convido você a assistir ao vídeo e constatar esse vexame!

Marcos Rogério derruba ‘armação’ em debate da GloboNews e faz repórter perder a educação e a elegância (veja o vídeo)

Fotomontagem reproduçãoFotomontagem reprodução

A Globo News reuniu para um debate sobre a CPI da Covid os senadores Marcos Rogério e Otto Alencar.

Preparado, inteligente e habilidoso, o senador de Rondônia não permitiu que o plano adredemente preparado pela emissora prevalecesse.

A Globo visivelmente se agarra na CPI para tentar criminalizar o presidente Jair Bolsonaro. Joga com todas as suas forças pelo impeachment.

O que a Globo quer, na realidade, é o retorno dos ‘bons’ tempos de outrora, quando faturava enormes verbas publicitárias com o carimbo oficial do Governo Federal.

Para tanto, precisa derrubar Bolsonaro.

Nesse sentido tem planejado sua programação, tentando dar ares de credibilidade as encenações protagonizadas pelos senadores do famigerado grupo G7.

Eis que surge um jovem senador, até então desconhecido do grande público, e simplesmente diz, com absoluta propriedade, a verdade que tentam esconder e desmantela a armação da emissora.

O mundo desaba e a jornalista Natuza Nery sobe nas tamancas.

No vídeo abaixo, a performance do brilhante parlamentar e a intervenção imprópria e deselegante da jornalista, que tenta encenar pose de vitima, mas não convence.

Gonçalo Mendes Neto. Jornalista.

Veja o vídeo:

da Redação

Fonte: Jornal da Cidade Online

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OPINIÃO:A CPI E A MISS DESMATAMENTO NO GOVERNO DE DILMA ROUSSEFF

A CPI e Kátia Abreu: Seu machado e a ‘miss’ desmatamento (veja o vídeo)

Kátia Abreu - Foto: Leopoldo Silva/Agência SenadoKátia Abreu – Foto: Leopoldo Silva/Agência Senado

Chegou a vez de falarmos da miss do Greenpeace, eleita em 2009, miss desmatamento, quando ainda era ministra da agricultura do desgoverno Dilma Rousseff.

Deixou um legado rural, fez um campeão em desmatamento, seu próprio filho, Irajá, como deputado, conseguiu emplacar até lei pra benefício de sua própria fazenda no Tocantins.

Além disso, ela e o marido aparecem na lista da Odebrecht, codinome muito bem desenvolvido, Machado. Pra uma desmatadora é o codinome perfeito. Confesso que queria ter a genial criatividade dos criadores de codinomes do departamento de operações estruturadas da construtora Odebrecht.

Foi dito em delação que receberam mais de 500 mil reais em propinas.

Meu amigo leitor já sabe de quem estou falando? A senadora bajuladora da China, capacho da ditadura chinesa, pelega, submissa, baba ovo, quinta-coluna, tapetinho, passadeira, escova-botas, lambe-esporas, turibularia, sabuja, Kátia Abreu.

Foi ela quem disse que deitaria no chão para que passassem por cima se isto implicasse em receber vacinas, tudo em óbvia alusão à China, a quem fez lobby junto ao ex-ministro Ernesto Araújo, para benefício da Huawei, pela concorrência em licitação pela tecnologia 5G no Brasil.

Este episódio foi o pivô da queda do ex-ministro das relações exteriores, uma vez que ele veio a público afirmar o lobbysmo na senadora pelo Tocantins.

Ao fazê-lo, o senado se revoltou em sua clara demonstração de corporativismo, e pediu a cabeça de Araújo, tal qual Salomé requisitou a cabeça de João Batista em uma bandeja para seu regozijo. Sobrinha neta de Herodes Antipas, então governador de territórios romanos ao sul do oriente médio, a messalina era filha da própria irmã do governador, Herodíade, com quem se casou.

Tendo dançado para o governador, conseguiu a atenção máxima e a promessa da realização de seu desejo, fosse qual fosse. Salomé fez a exigência e tendo recebido a cabeça de Araújo, digo, de João Batista, presenteou a própria mãe que era diariamente ofendida por João Batista, pela verdade de sua pregação.

Assim é a vida desde os primórdios, todo aquele que ousa repetir a verdade tende a ser eliminado.

Não esqueçamos que Kátia Abreu já efetuou roubo, vez que usou de certa violência para pegar a pasta com as atas dos votos na eleição da presidência da própria casa do congresso na qual trabalha e representa seu povo de Tocantins, como ela gosta de frisar.

Essa sua ação, se podemos denominar assim, foi lembrada e com o escárnio escancarado em nosso face, o presidente da CPI, Omar Aziz, diz que agora toda eleição na casa conta com duas pastas, uma para os trabalhos e outra para a afanadora Kátia Abreu.

Com este 4º episódio de credenciais dos senadores da república, além do show de alguns outros que apresentarei nos próximos episódios, parece evidente a urgência da reforma política necessária em nossa nação.

A moral e a ética são palavras de bolso comezinha que são utilizadas por atletas, múmias, misses do desmatamento e esposos de presidiária, ou seja, palavras de valor saem das bocas sujas de senadores sem estirpe, sem caráter, sem decência e sem amor às pessoas que os elegeram em seus estados. O único amor que conhecem e estão deixando cada vez mais claro, é o amor ao poder que não querem largar como um cachorro faminto não larga seu osso.

Osso mesmo, no jargão popular brasileiro, é ter que assistir um circo para idiotas diário em rede nacional.

Confira:

 

Fonte: Jornal da Cidade Online

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OPINIÃO: AS FALSAS NARRATIVAS DA “MÍDIA DO ÓDIO” TENTAM CAUSAR CONSTRANGIMENTOS ÀS FORÇAS ARMADAS, EM ESPECIAL O COMANDO DO EXÉRCITO BRASILEIRO

A autorizaçao de Pazuello e a falsa narrativa da “mídia do ódio”, uma farsa editorial

Foto reproduçãoFoto reprodução

A imprensa, o rádio, a literatura, a pintura, a música, o cinema, o teatro, são poderosas armas ideológicas de nosso partido (Kruschev)

Desde domingo, 23/05, grande parte da imprensa e meios de comunicação vem bombardeando o país, histericamente, com falsas narrativas sobre a presença do ex-ministro da Saúde Eduardo Pazuello, em colossal passeata de motociclistas no Rio de Janeiro, em apoio e homenagem ao Presidente da República, Jair Bolsonaro.

Para que se tenha uma ideia da magnitude do evento, mil policiais militares de quatro batalhões do Rio atuaram no esquema de segurança.

Entretanto é digno de registro que nenhum incidente foi registrado e todas as vias públicas foram encontradas perfeitamente limpas, sem restos de lanches (como pão com mortadela), sem lixo, sem vestígios de xixi ou fezes humanas – tal como ocorria nos governos petistas, que emporcalhavam tudo.

As falsas narrativas, todas com intenção de causar constrangimentos às Forças Armadas, em especial ao Comando do Exército, informam que a participação de Pazuello na manifestação “pode abrir uma nova crise militar no governo”. Percebam o malicioso “nova” colocado no texto, em mais outra falsa narrativa, para passar a falsa impressão de que há crises.

Destaco alguns títulos de notícias encontrados (dentre dezenas), escritas por alguns arautos do apocalipse:

– Exército ficará desmoralizado se não punir Pazuello;

– Para militares, Pazuello foi desleal com comandante;

– (Pazuello) “colocou em xeque a disciplina do Exército”.

Percebe-se claramente o objetivo dessa farsa editorial, planejada por grupos com interesses escusos: semear discórdia e divisões internas nas Forças Armadas, enfraquecendo-as. Para reflexão, apresento um excerto que li, há muitos anos, numa orientação do antigo Ministério da Guerra da URSS:

“Uma das tarefas fundamentais e primordiais, independentemente da situação política, é a decomposição das Forças Armadas e das Polícias burguesas. O enfraquecimento destes poderosos elementos far-se-á externamente por campanhas de descrédito…”

De modo geral as críticas (na verdade, meros pretextos) à participação de Pazuello no magnífico encontro de milhares de motociclistas no Rio de Janeiro decorreriam do fato dele ser general de divisão da ativa, estando proibido de se manifestar publicamente a respeito de assuntos de natureza político-partidária sem que esteja autorizado previamente.

Importante lembrar que era um domingo, Pazuello estava num evento absolutamente informal entre motoqueiros na condição de ex-ministro e não estava fardado. Em momento algum sua condição de militar foi invocada; nem mesmo essa condição contribuiu para potencializar o evento. As milhares de pessoas presentes viram o ex-ministro da Saúde, não o general.

Ainda assim, procurando a legislação a respeito, encontrei o Decreto nº 4.346 (Regulamento Disciplinar do Exército), de 26 de agosto de 2002. O referido Regulamento traz o Anexo I, intitulado “Lista de Transgressões” que, no item 57, tem a seguinte redação:

57. Manifestar-se, publicamente, o militar da ativa, sem que esteja autorizado, a respeito de assuntos de natureza político-partidária.

Em primeiro lugar, para desmistificar as falsas narrativas e fugir das armadilhas, não consta Eduardo Pazuello teria se manifestado a respeito de “assunto de natureza política-partidaria”. Essa é mais uma mentira que deve ser desconstruída.

Em segundo lugar e considerando-se que o ex-ministro Pazuello teria se manifestado em questão de natureza “político-partidária” (hipótese que se coloca apenas para fins de reflexão e argumentação), teríamos que enfrentar a questão da suposta “falta de autorização”. Houve ou não houve autorização?

EDUARDO PAZUELLO É AUTORIZADO PELO PRESIDENTE DA REPÚBLICA

Pois bem, ao contrário do que levianamente afirmam, o General de Divisão Eduardo Pazuello foi autorizado a participar do evento e até a manifestar-se sobre assunto de natureza “política-partidária”, caso quisesse.

O caso é de evidência e simplicidade franciscana. Equivale a um fato notório, que não precisa ser provado, conforme preconiza o CPC, art. 374, I. Ele foi autorizado pela autoridade suprema das Forças Armadas, o Presidente da República, nos termos do art. 142, caput, da Constituição Federal:

“As Forças Armadas, constituídas pela marinha, pelo Exército e pela Aeronáutica, são instituições nacionais permanentes e regulares, organizadas com base na hierarquia e na disciplina, sob a autoridade suprema do Presidente da República”.

Essa autorização, clara e evidente, porém não escrita, não formal, fica explícita diante das próprias circunstâncias, ou seja, a autoridade suprema das Forças Armadas (Presidente da República Jair Bolsonaro) no evento, ao lado de Eduardo Pazuello, inclusive elogiando-o. Os fatos falam e bastam por si só.

Em razão das circunstâncias, não houve um oficio, um memorando ou um ato formal para isso; a rigor, nem haveria necessidade, por se tratar de um domingo. Por óbvio, caso o evento fosse durante um dia útil da semana – quando Pazuello tem que cumprir o seu expediente normal de trabalho – as coisas ocorreriam de outra forma, até para justificar a ausência de Pazuello de sua unidade de lotação.

Portanto, é evidente que apesar das falsas narrativas e nesses tempos de pós-verdades, nesse episódio Pazuello estava devidamente autorizado pelo Presidente da República, autoridade suprema das Forças Armadas.

Caso queiram, o Regulamento Disciplinar do Exército, em seu Anexo I, item 57, pode ser alterado ou adequado, no sentido de esclarecer quem pode (ou não) autorizar, bem como qual deve ou pode ser a forma dessa autorização.

Vale lembrar que qualquer alteração no Regulamento Disciplinar do Exército (Decreto) é de competência privativa do Presidente da República, autoridade suprema das Forças Armadas, nos termos do art. 84, Inciso IV, da Constituição.

“Muitas vezes o óbvio surpreende mais que a realidade” (autor desconhecido)

Em tempos de “censura“, precisamos da ajuda do nosso leitor.

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OPINIÃO: É HORA DE O GENERAL PAZUELLO MOSTRAR PARA O PRESIDENTE DA CPI E DEMAIS INTEGRANTES QUE É UM GENERAL DA ATIVA

Já passou da hora, General!

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“O presidente da CPI da Covid, senador Omar Aziz (PSD), afirmou hoje, durante o UOL Entrevista, que se o ex-ministro da Saúde general Eduardo Pazuello mentir de novo à comissão ‘sairá algemado [da sessão]’.”

Atenção! É hora de o General Pazuello mostrar que é um General da ativa.

É hora de mostrar que não é ladrão, que não é acusado de corrupção (como são acusados os membros da CPI da Covid), que não cometeu nenhum crime e se cometeu não foi acusado, não foi julgado, não foi condenado pela justiça.

Está na CPI como testemunha. Repito: Testemunha!

Foi a CPI para responder perguntas, não para ser desrespeitado.

Foi a CPI para esclarecer e não para ser chamado de mentiroso, pois se Eduardo Braga, Randolfe e o resto do G7 já sabiam de todas as respostas, por que perguntar ao General? Para tratá-lo com grosseria? Para humilhá-lo?

Chega de dar uma de bonzinho, General! Chega de dar uma de educado.

Vista sua farda e não espere que esses elementos investigados por desvios de dinheiro público tenham qualquer piedade de Vossa Senhoria ou do Exército Brasileiro.

Coloque suas estrelas de General no peito e enfrente os Senadores que não tem coragem de punir Ministros do Supremo nomeados por Lula e Dilma, mas tem a audácia de peitar um General.

Exija respeito. A cada grito dê dois. Mostre que não se intimida com a corja de lobos famintos que tenta cooptar o exército e por tabela devorar o Brasil de qualquer jeito.

Desafie Randolfe a mandar prendê-lo, como ele afirmou. Desafie Omar que também afirma que o senhor “sairá algemado”. Desafie Renan. Desafie essa CPI montada exclusivamente para denegrir a imagem de Bolsonaro e do Exército Brasileiro.

Aliás, é hora dos outros Generais entenderem que o endeusamento dos “jornalistas de esquerda” ao Exército Brasileiro é completamente falso e enganoso.

Dizem eles: “Pazuello compromete o valoroso exército”; “Bolsonaro com seu comportamento prejudica as forças armadas”; o “Exército tem seu prestigio, conseguido a duras penas, prejudicado por Bolsonaro e Pazuello”.

Já pensaram por que dizem isso? A ideia é jogar o Exército contra Bolsonaro.

A ideia é jogar o povo contra Bolsonaro.

Com o povo a coisa não colou.

Os jornais e jornalistas brasileiros falam apenas para eles mesmo. É a voz da farsa. Ninguém acredita em uma palavra do que os jornalistas dizem, a não ser os que vivem na bolha do poder à espera de novamente mamarem nas tetas da nação.

Mas o “canto da sereia” colou em alguns “generais melancias” (verde por fora e vermelho por dentro), tal como Santos Cruz.

Esses dão entrevistas “na mídia do ódio” (Globo, Folha, Estadão e o tal consorcio de imprensa que distribui as mesmas notícias para todo Brasil) e concordam inteiramente com a canalha esquerdista fantasiada de jornalista.

É a farsa da imprensa, que não mais engana o povo, mas rasteja para enganar as Forças Armadas.

Já passou da hora, General!

O senhor é testemunha, não um acusado!

O senhor é testemunha, não um criminoso!

O senhor é testemunha, é livre, responda quando quiser!

Entenda que vão acusá-lo de qualquer jeito, sendo inocente ou culpado!

Entenda que vão condená-lo ainda que não existam provas.

Entenda que seus acusadores querem sangue e vingança.

Enfrente-os! Desmascare todos eles! Não se intimide!

Sua sentença já está lavrada!

O que esse grupo quer, agora, é degradá-lo, rebaixá-lo, humilhá-lo, perante as câmeras de TV e do povo brasileiro.

Sua humilhação é a humilhação do Exército e por tabela é a humilhação do povo que apoia o Exército. Não permita mais essa ignominia!

Já passou da hora, General!

Disse o mais conceituado jornalista brasileiro da atualidade, J. R. Guizo, em artigo (“Um Supremo que virou partido”), na Revista Oeste:

“No caso, os ministros do STF que temos no momento formam um partido político de ‘A’ a ‘Z’ — partido que até tem as suas alas, rivalidades e facções internas, mas é partido, sim, na cabeça, corpo e membros. É muito simples.

O STF, na vida real, é um grupo de pessoas que agem na mesma direção de forma intencional, clara e constante. Têm os mesmos objetivos gerais. Dividem os mesmos interesses. É assim que se comporta um partido — e é assim que se comporta o Supremo.

No caso do STF atual, a atividade em comum é a linha ideológica, política e partidária que se vê no PT, nos seus satélites no Congresso e em tudo aquilo que, de forma geral, se identifica com a chamada ‘esquerda’. O tribunal, em suas sentenças, atende de forma quase automática a tudo o que lhe pedem o Psol, as ‘organizações sociais’ e o universo contido no ‘campo progressista’.

Decide, também de maneira praticamente sistemática, contra o governo.

Anula leis e outras decisões do Poder Legislativo quando a esquerda, derrotada no plenário e no resto da ação parlamentar, pede que suas derrotas sejam convertidas em vitórias; diz quem ganha o jogo num campeonato disputado o tempo todo no tapetão.

Prende um deputado e um jornalista, militantes de direita, por terem dito e escrito coisas que desagradaram os ministros.

Conduz há quase dois anos um inquérito inteiramente ilegal contra adversários políticos. Tem um candidato à Presidência da República nas eleições de 2022 — o ex-presidente Lula. Falta alguma coisa?

O STF transformou-se numa vara penal para absolver acusados de ladroagem.”

Entenda o jogo, General. O Alto Comando das Forças Armadas também precisa entender o jogo e apoiar Pazuello. Vejam só:

Caio Copolla fez um abaixo-assinado com 3 milhões de assinaturas. O texto pedia que o Presidente do Senado julgasse membros do Supremo. Os Senadores ignoraram as assinaturas do povo e arquivaram o pedido.

Caio Copolla insistiu e mandou o abaixo-assinado com 3 milhões de assinaturas dos brasileiros ao Supremo, para que este julgasse seus pares. O Supremo ignorou o povo e arquivou o pedido.

Em contrapartida o Ministro Barroso ordenou, sim, Barroso ordenou que o Senado instalasse, imediatamente, uma CPI contra o governo, a pedido dos partidos de oposição que perderam as eleições para Bolsonaro. O Senado obedeceu imediatamente.

E aí temos o circo atual: O Presidente da tal CPI é Omar Aziz que é acusado de desvio de dinheiro público no Amazonas e teve a mulher e os irmão presos em operação da polícia federal. Seu braço direito é Renan Calheiros, o ente mais investigado e acusado entre todos os Senadores.

O Alto Comando Militar precisa entender que nesse jogo é somente o povo que os apoia. Durante 23 três anos foram diminuídos, reduzidos, encolhidos, humilhados, rebaixados, amesquinhados pelas “esquerdas” que os chamavam todos os dias de assassinos; que criaram a “Comissão da Verdade” para punir militares e indenizar os terroristas de esquerda, chamá-los de “heróis” e os militares de bandidos. Jornalistas, intelectuais, políticos, artistas todos participaram dessa farsa durante os governos de FHC/Lula/Dilma/Temer.

O povo não se dobrou. O povo foi às urnas e derrotou a mentira. O povo com seu voto resgatou a honra militar. E o Presidente prestigiou o Exército: Segundo o Tribunal de Contas da União, em junho de 2020 havia mais de 6 mil oficiais em cargos de nomeação política no governo Bolsonaro.

O povo elegeu o governo atual. O povo defende o governo e o seu voto.

O povo, senhores Generais, precisa sair às ruas para também defender o Exército?

Fonte: Jornal da Cidade Online

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OPINIÃO: RENAN CALHEIROS COBRA DO GOVERNADOR DO RIO ALGO QUE PARECE SER SUA ESPECIALIDADE “MOLECAGEM COM DINHEIRO PÚBLICO”

 

Renan Calheiros cai na própria armadilha

Imagem em destaqueEste senhor não cansa de passar vergonha!

Renan Calheiros cobrou o governador do Rio de Janeiro, sobre algo que parece ser sua própria especialidade, o que chamou de “molecagem com dinheiro público”.

Indignado com a “motociata” realizada pelo presidente Jair Bolsonaro no Rio de Janeiro, neste domingo (23), o senador, relator da malfadada CPI da Pandemia, escreveu um tuíte cobrando explicações ao governador fluminense, Cláudio Castro, dando mesmo a entender que deve solicitar a convocação dele ao colegiado.

“A prioridade é barrar a pandemia, mas Bolsonaro rema para trás. A procissão no Rio em louvor ao vírus é declaração de guerra ao SUS. O governador terá que explicar a molecagem com dinheiro público. Pazuello pisoteia disciplina e hierarquia e ri a céu aberto. A CPI terá muito assunto.”, escreveu o parlamentar alagoano.

Pois é, Renan parece estar chegando onde todos querem, afinal: O momento em que as portas da CPI se abrem à convocação de governadores, prefeitos e demais agentes públicos, para que se expliquem sobre, olha só, “a molecagem com o dinheiro público”… … verbas federais bilionárias destinadas à pandemia, e que ninguém sabe onde foram parar.

E já que está mesmo autorizado, Renan Calheiros poderia chamar, após Cláudio Castro, o governador de Alagoas, Renan Filho. E fica ainda uma dica para quando a CPI, enfim, terminar.

Que o próprio Renan Calheiros tome a frente, abra mão do foro privilegiado e se explique sobre os 17 inquéritos que responde no Supremo Tribunal Federal.

Ao que parece, o que não falta ali, é molecagem!

Fonte: Jornal da Cidade Online

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OPINIÃO: DECLARAÇÃO DE QUEIROGA NÃO AGRADOU SENADORES DA CPI DO HORRORES

Queiroga manda o recado que senadores da “CPI dos horrores” não queriam ouvir

Foto: Fabio Rodrigues Pozzebom/Agência BrasilFoto: Fabio Rodrigues Pozzebom/Agência Brasil

Neste domingo (23), em São Luiz, no Maranhão, durante a entrega de 600 mil testes para detecção da Covid, o ministro da Saúde deu uma declaração que certamente não agradou o grupo de senadores que compõem o famigerado G7 na CPI da Covid.

Sem conseguir imputar qualquer crime ou atuação ilícita do governo na pandemia, na tentativa de validar um relatório que Renan já trouxe pronto, o grupo recebeu a informação de que o ministro da saúde, Marcelo Queiroga, deu a garantia de que, ainda em 2021, todos os brasileiros com idade superior a 18 anos, estarão vacinados.

“Nós já adquirimos mais de 500 milhões de doses. Isso é garantia”, reforçou Queiroga.

Assim, fechando o presente ano com toda a população vacinada e com o consequente aquecimento da economia que se vislumbra em 2022, somada a avassaladora popularidade que Bolsonaro vem demonstrando em suas aparições públicas, Brasil afora, o presidente terá todas as condições de assumir a condição de imbatível em qualquer disputa eleitoral.

Fonte: Jornal da Cidade Online

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OPINIÃO: ESSA CPI É A MAIOR FALTA DE RESPEITO COM OS PALHAÇOS PROFISSIONAIS

Caro(a) leitor(a),

O vídeo a seguir deixa explícito o vexame e o constrangimento que os senadores Renan Calheiros e Randolfe Rodrigues passaram ao tentar responder a pergunta feita pela repórter Berenice Leite do Jornal da Cidade Online: eu gostaria de saber, assim como a população, quando é que os senhores irão convocar governadores e prefeitos e investigar a questão do desvio de verbas que eram destinadas ao combate a pandemia? Embromaram, embromaram e não responderam uma pergunta tão óbvia e ululante! Mas é muito claro que eles não têm como responder essa pergunta, simplesmente porque o objetivo dessa CPI é unicamente o ataque direto ao presidente Bolsonaro. É a maior palhaçada já produzida pela nossa política tupiniquim. Uma palhaçada que tem patrocínio do STF, outro antro de palhaços, que deixa qualquer palhaço morto de vergonha! Enfim, pela primeira vez na vida eu torço para que uma CPI vire pizza de verdade! 

Viralizou: A pergunta que desmontou a CPI virou até meme (veja o vídeo)

Imagem em destaque

A forma como ‘vossas excelências’ tentaram escapar dos questionamentos foi tão ridícula que virou meme na internet.

Confira o vídeo que o vereador Paulo Chuchu, de São Bernardo (SP), colocou nas redes e está provocando muitas risadas.

Fonte: Jornal da Cidade Online

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OPINIÃO:DESEQUILIBRADO O DRÁCULA NAS PLANILHAS DA ODEBRECHT, SENADOR HUMBERTO COSTA SUGERIU À PAZUELLO PEDIR DESCULPAS AO BRASIL POR SUA GESTÃO

Senador Humberto Costa, o Sindicato do Crime (PT) é que deve desculpas ao Brasil

Foto reproduçãoFoto reprodução

Nessa quarta-feira (19), durante o depoimento do ex-Ministro da Saúde Eduardo Pazuello na CPI, o Senador Humberto Costa (conhecido pelo codinome “Drácula”, nas planilhas do departamento da propina da Odebrecht) demonstrou profunda irritação com o Senador Flávio Bolsonaro, esbravejando desequilibradamente: “eu exijo respeito!” e “respeite o presidente Lula” (esse tal de Lula é aquele sujeito cínico que comandou o maior esquema de corrupção “nunca antes visto na história deste País”, a partir de 2003.

É que momentos antes o senador Flávio Bolsonaro havia feito o seguinte comentário: “está lembrando do Lula!”, ao se referir à expressão “Pixuleco” usada pelo senador Renan Calheiros insistentemente na CPI.

Contextualizando o assunto, vale lembrar que ao deixar o ministério, Pazuello afirmou “que políticos estavam insatisfeitos com sua gestão por não terem recebido ‘pixulé’, referindo-se a pequenos saldos de projetos que não foram aplicados e que políticos poderiam realocar.

Importante lembrar que Pazuello reuniu todos os saldos não aplicados (os “pixulés”), fez uma única portaria e investiu tudo no combate à Covid-19, salvando vidas, para insatisfação dos dráculas que estavam à espreita.

Ao final de sua manifestação na CPI, Drácula, digo, o senador Humberto Costa sugeriu ao ex-ministro Eduardo Pazuello que pedisse desculpas ao Brasil, por uma suposta má gestão no enfrentamento ao coronavírus.

Pazuello pedir desculpas ao Brasil? É sério isso? A observação do senador Humberto Costa é cínica inversão de valores – se é que o PT tem algum.

Ocorre que quem deve pedir desculpas ao Brasil é Lula, também conhecido como “Amigo” nas planilhas do departamento de corrupção da Odebrecht. A propósito, o “Amigo”, não deveria pedir simples desculpas, mas pedir perdão pela destruição do Brasil durante 13 anos, promovida por ele e pelo PT (um “Sindicato do Crime”, segundo a edição nº 2470, de 13/04/2017, da Revista Isto É).

Como a memória do brasileiro é fraca, vale a pena relembrar a devastação que o PTvírus impôs ao Brasil. Recorro a trechos da citada edição de Isto É (acessada em https://istoe.com.br/um-sindicato-crime/):

“As principais lideranças petistas ou estão presas ou sob investigação. Entre os 98 citados na lista de Edson Fachin, nomes ligados ao ex-presidente Lula ganham destaque e comprovam que o PT se transformou em uma escola de corrupção.

O Partido dos Trabalhadores está no epicentro da lista do ministro Edson Fachin, relator da Lava Jato no Supremo Tribunal Federal, que autorizou a abertura de inquérito contra 98 políticos citados nas delações da Odebrecht. Ao PT cabe o papel de protagonista do esquema de corrupção envolvendo contratos da empreiteira com o governo. Com a divulgação da lista, a legenda perde, de uma vez por todas, a chance de reconstruir sua imagem diante de um Brasil destroçado sistematicamente nos últimos 13 anos, período em que os petistas desfrutaram das benesses do poder e dilapidaram o patrimônio público em três mandatos completos e um interrompido.

A lista de Fachin vem para comprovar o que já era sabido: os líderes do PT arquitetaram o mais amplo e devastador projeto de corrupção que se conhece, uma roubalheira que levou o País a mergulhar numa crise econômica sem precedentes. ‘O lulopetismo representa a maior tragédia da história do Brasil’, diz o historiador e escritor Marco Antonio Villa. ‘O PT será lembrado para sempre pelo legado que deixa, de autor do projeto criminoso de poder que destruiu a estrutura do Estado brasileiro e da ética republicana’.

PROMISCUIDADE

Além dos ex-presidentes e chefes da quadrilha Luiz Inácio Lula da Silva e Dilma Rousseff, petistas como o ex-ministro chefe da Casa Civil, José Dirceu, já preso pelo processo do mensalão, o ex-ministro da Fazenda, Guido Mantega, o ex-ministro do Planejamento, Paulo Bernardo, os senadores Lindbergh Farias e Humberto Costa,a senadora Gleisi Hoffmann, pré-candidata à presidência do PT, e os deputados Vincentinho, Marco Maia, Maria do Rosário e Arlindo Chinaglia são alguns dos mencionados (leia quadro). Todos são acusados de ter participado de esquemas de corrupção, caixa dois, compra de votos, troca de favores e outras ações ilícitas. ‘O PT amplificou um sistema de promiscuidade com empresariado e isso tudo terminou contaminando o conjunto das obras partidárias que fez’, diz o cientista político José Lavareda. ‘Ou seja, o Brasil terá como lembrança do período petista os fatos revelados para a sociedade pela operação Lava Jato’.

Junto com o projeto de poder do PT que faliu o Brasil ao lotear cargos públicos, saquear estatais em bilhões de reais e instaurar uma profunda crise, faliu também o Partido dos Trabalhadores. Nas últimas eleições municipais, o resultado dos escândalos foi visto claramente nas urnas: passou de terceiro partido com mais cidades sob a sua gestão para o décimo, ao eleger apenas 256 prefeitos em todo o Brasil — em 2012, 630 prefeituras eram comandadas pelo PT, um encolhimento de 60%. ‘Muito provavelmente o PT não vai ter mais a influência que um dia teve no Brasil. O partido virou um cadáver difícil de ser administrado politicamente, um estorvo, uma herança que ninguém quer lembrar’, diz Vila. ‘Não dá mais para usar o Bolsa Família para ganhar votos, o PT virou o partido do petrolão’, completa.”

O esquecimento dos fatos passados e a ocultação deliberada da verdade pela Esquerda brasileira tem causa: a construção estratégica, deliberada e reiterada de falsas narrativas, ou seja, a massificação de “pós verdades”. Sem limites, são capazes de transformar bandidos em heróis, algozes em vítimas, diabo em anjo e justos em injustos.

Foto de Milton Córdova Junior

Milton Córdova Junior

Fonte: Jornal da Cidade online

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OPINIÃO: QUANTOS FLAGRANTES VÃO SER NECESSÁRIOS PARA IMPEDIR UM TOGADO CORRUPTO?

Caro(a) leitor(a),

É terrivelmente incrível a cara de pau da milícia de esquerda e do politicamente correto, no caso desta publicação representado pelo corrupto ministro do Supremo Tribunal Federal, Dias Toffoli, num flagrante épico de mudança de voto sem maiores explicações, sobre uma cassação do mandato do prefeito de Volta Redonda (RJ), para a revogação da mesma, cuja verdade, veio a tona agora com o pedido de autorização da PF para investigá-lo baseado na delação premiada de Sergio Cabral. Mesmo assim age como se nada tivesse acontecido e, claro, não podia ser diferente é acobertado pelo corporativismo judiciário que protege a sua casta de tudo e de todos, não importa a injustiça que esteja sendo cometida. Rasga-se a Constituição quando for necessário para preservar a instituição e a pele de todos os togados. Isso precisa acabar minha gente. Essas pessoas precisam se lembrar que devem obediência ao povo e o povo precisa urgentemente fazer alguma coisa da maneira certa. Ir para rua para defender a nossa dignidade, a nossa bandeira e nossos ideais! Por favor compartilhe essa publicação!

O “flagrante” da mudança de voto de Toffoli, motivo pelo qual foi delatado por Cabral (veja o vídeo)

Foto reproduçãoFoto reprodução

O delegado Bernardo Guidali pediu a abertura de 20 novos inquéritos, com base em depoimentos e relatórios da Polícia Federal a partir da delação do ex-governador Sergio Cabral Filho.

No topo da lista está o nome do ministro Dias Toffoli, ex presidente do Supremo Tribunal Federal.

O anexo referente a Toffoli foi classificado como “Caso Criminal 20”.

“Em depoimento, Cabral afirma que Toffoli arquivou doze anexos de sua colaboração, em agosto do ano passado, porque ‘tinha interesse na sua autopreservação, tendo em vista que seria implicado’.

Nesse sentido, para a PF, pode-se afirmar, em tese, que o ministro ‘obstruiu 12 investigações criminais na condição de presidente do Supremo Tribunal Federal’, no ano de 2020, ‘ao determinar o arquivamento’ dos inquéritos encaminhados pelo ministro Edson Fachin, pelo fato de ter ‘mantido tratativas espúrias com o colaborador Sergio Cabral e ser implicado criminalmente em anexo da colaboração premiada na condição de membro de grupo criminoso atuante na venda de decisões judiciais’.”

Nos inquéritos arquivados por Toffoli apareciam como alvos senadores do MDB, ministros do STJ, como o atual presidente da corte, Humberto Martins, e ministros do TCU, como Bruno Dantas, Raimundo Carreiro e Vital do Rêgo.

“Nos novos anexos são delatados o ministro Aroldo Cedraz, do TCU, o deputado Aécio Neves e a senadora Rose de Freitas, do MDB do Espírito Santo, cujo irmão e um assessor foram presos nesta semana acusados de corrupção no porto capixaba.”

No vídeo abaixo, os dois votos de Toffoli. O primeiro voto, quando acompanha a relatora e decide pela cassação do prefeito de Volta Redonda (RJ). Na sequência, o segundo voto, quando muda de posição e vota a favor do prefeito, razão de ter sido delatado.

Vejam que logo após votar, Toffoli é advertido pela relatora, que diz que, com uma nova decisão, estariam julgando novamente o mesmo caso – o que não é permitido pela lei. Toffoli reage com ironia.

Veja o vídeo:

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OPINIÃO: ESTÁ SE TORNANDO CADA VEZ MAIS ÓBVIO QUE O CONFRONTO ENTRE PODERES NÃO É BOM PARA A DEMOCRACIA

 

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Está se tornando cada vez mais óbvio que o confronto entre os poderes não é bom para a democracia.

Insatisfeito com as medidas de isolamento social adotada por governadores e prefeitos, o presidente Jair Bolsonaro afirmou que avalia editar um decreto para garantir a “liberdade de culto, de poder trabalhar e o direito de ir e vir”, e que a medida “não poderá ser contestada por nenhum tribunal”, pois “não podemos continuar com essa política de feche tudo, fique em casa”.

Segundo ele, as ruas já começam a pedir que se baixe um decreto para que haja a liberdade de ir e vir, conforme dispõe o art. 5º, XV da Constituição, e que, caso ele edite o decreto, o mesmo não será contestado por nenhum tribunal. Bolsonaro também falou sobre o apoio que recebeu do povo no dia 1º de maio, comparando a lealdade do povo à das Forças Armadas:

“Os militares, quando se tornam praça, juram dar a vida pela pátria. Os que estiveram nas ruas nesse 1º de maio, bem como outros milhões que não puderam ir às ruas, darão sua vida por liberdade”.

A respeito da CPI, Bolsonaro reclamou do pedido de informações sobre os lugares que anda, dizendo que, em muitos finais de semana, visita comunidades pobres em Brasília, o que, como é natural, provoca aglomerações. Disse, também, que respeitava a CPI, mas que vai continuar a ouvir o povo, andando em comunidades e fazendo tudo o que o povo quer que ele faça.

Até ai, tudo bem. O problema está em saber qual será a reação se, por acaso, O STF invalidar o decreto por ele editado. Tudo indica que, se isso acontecer, o confronto está armado. Bolsonaro não é de recuar. Como chefe do Executivo sua função principal é administrar a coisa pública.

Nessa função ele possui algumas ferramentas a seu dispor, como o de poder adotar medidas provisórias que é, basicamente, uma lei federal, e que, a princípio, não precisa passar pelo crivo do Congresso Nacional para fazer efeito imediato, bem como editar decretos ligados à administração do Estado. A permissão constitucional de o presidente baixar decretos é uma forma de equilibrar a força com os outros dois Poderes e permitir mais agilidade na administração pública.

Para Bolsonaro dizer que se baixar um decreto extinguindo o isolamento social decretado por governadores e prefeitos nenhum tribunal poderá contestá-lo é porque se sente apoiado por forças que podem garantir sua decisão.

Para a manutenção do estado democrático e de direito o ideal seria a harmonia entre os três poderes, atualmente discordantes. Quando renunciamos a nossa liberdade natural para nos subordinarmos ao Estado, o fizemos em troca da paz e do progresso. No grau civilizatório presente, a democracia nos permite descortinar o futuro segundo a vontade geral, que é, justamente, viver em liberdade. O momento é de reflexão. Que o Supremo Tribunal Federal seja o guardião da Constituição (artigo 102 da CF/88), o Legislativo faça as leis de acordo com os interesses do país e o Executivo administre com independência, e que os três, ao final de tudo, preservem a Lei Suprema.

Foto de Luiz Holanda
Luiz Holanda

Advogado e professor universitário

 

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OPINIÃO: O POVO NÃO TEM QUE SAIR EM DEFESA DE BOLSONARO E SIM DA CONSTITUIÇÃO E DE SI PRÓPRIO

OPINIÃO: O POVO NÃO TEM QUE SAIR EM DEFESA DE BOLSONARO E SIM DA CONSTITUIÇÃO E DE SI PRÓPRIO
Bolsonaro anda de moto e visita deputada Bia Kicis em Brasília

Caro(a) leitor(a),

O que estamos assistindo de camarote no cenário da política brasileira é algo único, inusitado e muito estranho. Aqui podemos usar o termo popular “faca de dois gumes”. Haja vista as arbitrariedades do STF à margem da Constituição, se faz necessário uma ação firme da parte do titular do poder neste país: o Povo, como já foi dito por mim  na coluna PONTO DE VISTA. E o Povo começa a fazer a sua parte, indo às ruas como o fez no domingo passado, feriado nacional pelo dia do trabalho. O presidente Jair Bolsonaro na sua sede insaciável de poder se aproveita dessas ocasiões para protagonizar episódios como o deste domingo com os motociclistas. O Povo precisa e deve, mais do que nunca voltar às ruas, diante da situação esdruxula, bizarra e surreal pela qual estamos passando. Mas não para defender Bolsonaro de coisa nenhuma. Ele é maior de idade, raposa velha na política, conhece a Constituição de cabo a rabo, está muito bem assessorado e se vier a se dar mal é única e exclusivamente por sua decisão e culpa. Se tem algo ou alguém que precisa de defesa nesse momento é a nossa débil e frágil Constituição e em consequência o próprio Povo brasileiro. Por isso, não podemos confundir as coisas. É hora de muita responsabilidade, pois um erro pode levar o nosso país para o caos absoluto e isso está por um fio para acontecer. Neste momento sejamos patriotas e vamos compartilhar essa mensagem com força!

Motociclistas se unem a Bolsonaro em homenagem ao Dia das Mães

Este é o 2° ato consecutivo em apoio ao presidente neste mês de maio.

Publicado em 09.05.2021

Marcos Corrêa | PR

O presidente Jair Bolsonaro realizou um passeio de moto de aproximadamente 1 hora em homenagem ao Dia das Mães na manhã deste domingo (9) passando pelas ruas de Brasília.

Ele foi acompanhado por centenas de motociclistas, inclusive o deputado Hélio Lopes (PSL-RJ), que postou em suas redes sociais o trajeto percorrido pelo presidente e pelos demais motociclistas.

O passeio foi anunciado por Bolsonaro durante sua live de quinta-feira (6). Na ocasião, o presidente falou que esperava cerca que 1 mil motociclistas o acompanhassem no passeio em homenagem ao Dia das Mães.

Neste domingo, ele postou sobre o passeio em suas contas no Facebook e no Twitter.

“Esse passeio hoje aqui, com toda certeza, havendo convite, iremos para São Paulo, Rio de Janeiro e Belo Horizonte. É uma demonstração não política, uma demonstração de amor à Pátria, demonstração de todos aqueles que querem paz, tranquilidade, e liberdade acima de tudo. Pode ter certeza, nosso exército são vocês, o que vocês determinarem, nós faremos”, afirmou o mandatário.

Jornalista, professor e comentarista político. Cobre os bastidores de Brasília no Conexão Política.

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OPINIÃO: FINALMENTE FORMADO UM “COLETIVO” AMPLAMENTE MAJORITÁRIO, É SÓ ESPERAR O ESTRAGO

Foto reproduçãoFoto reprodução

“Sinto-me autorizado a alertar a nação brasileira de que esse é apenas o primeiro passo. É uma maioria de circunstância que tem todo o tempo a seu favor para continuar sua sanha reformadora.” (Joaquim Barbosa, quando o plenário retirou dos réus do mensalão a pena por formação de quadrilha).

Quem acompanhou como eu o surgimento do PT desde a trincheira oposta não pode se surpreender com o resultado dessa obra política quando consegue uma cadeira do STF. Menos ainda se ocupa, ali, várias cadeiras.

Finalmente, formado um “coletivo” amplamente majoritário, é só esperar o estrago. Ele se tornará cada vez mais audacioso e arbitrário. Como uma espécie de MST institucional, não respeitará cerca nem divisa com os outros poderes e tratará como inimigo quem pensa diferente.

E são dezenas de milhões os que pensam diferente! Exatamente por serem tantos, por nunca terem visto tantos inimigos em seu miniuniverso, membros do nosso STF adotam, a torto e a direito, a clássica conduta birrenta e autoritária do petismo quando antagonizado.

O presidente da República, por exemplo, é um que pensa diferente. Seus eleitores pensam diferente. Para tornar a desgraça ainda maior, aconteceu em nosso Supremo que os ministros mais antigos, anteriores ao PT e ao PSDB, aderiram ao mesmo ativismo e protagonismo.

Anote aí este presságio e guarde em alguma gaveta que retenha anotações importantes, para posterior fact-checking: o pior ainda está por vir porque o domínio das ideias de esquerda no ensino de Direito é sufocante. Há tempos, as carreiras jurídicas de Estado vêm sendo ideologicamente tomadas em proporções alarmantes e o cenário não parece reversível sequer a médio prazo. Mas essa é outra história.

O que nos interessa aqui são os rompantes que surgem a toda hora, com a expedição de ordens contra o Executivo e o Legislativo. Nada mais parecido com o PT. Alegam os ministros que o STF só “age se provocado”. Entendo, entendo. A simples presença de alguém “à direita” no Palácio do Planalto já é provocação suficiente para o “coletivo” do outro lado da praça.

O STF legado pelo PT é petismo com “data venia”, mas com a mesma perda de limites, a mesma irrazão. Nos anos imediatamente anteriores a 2018, a sociedade percebeu não apenas que estava sendo roubada, como lhe demonstrava a Operação Lava Jato, mas estava, também, sendo submetida a uma lavagem cerebral para lhe subtrair princípios, valores, liberdade de pensamento e expressão, amor à pátria, unidade nacional – enfim, que lhe impunham um cortejo de males.

Essas duas constatações elegeram Bolsonaro e levaram o STF a interferir nos outros poderes como nunca fez nos longos anos destrambelhados do petismo no poder.

O STF mandou o governo realizar o Censo este ano. Não fazê-lo é inconstitucional. Não o realizar em 2020 não era inconstitucional. Em 2021 passou a ser. Por quê? Porque o Congresso garfou o dinheiro do censo e o STF do petismo perdeu, há muito, o rumo do bom senso. Há que preservar a “sanha reformadora”.

Foto de Percival Puggina

Percival Puggina

Membro da Academia Rio-Grandense de Letras, é arquiteto, empresário e escritor e titular do site www.puggina.org, colunista de dezenas de jornais e sites no país. Autor de Crônicas contra o totalitarismo; Cuba, a tragédia da utopia; Pombas e Gaviões; A tomada do Brasil. Integrante do grupo

Fonte: Jornal da Cidade Online

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OPINIÃO: A ÚNICA SAÍDA PARA O POVO BRASILEIRO SÃO AS GRANDES MANIFESTAÇÕES

Caro(a) leitor(a),

A situação política deste grande país chegou num check mate, onde o povo brasileiro vai ter de escolher entre ficar em casa obedecendo aos seus governantes estaduais e municipais fazendo o lockdown da burrice ou ir para as ruas empunhar a bandeira verde e amarela do nosso Brasil em nome da manutenção e sobrevivência da nossa jovem e incipiente democracia. Ir para as ruas significa aglomerar, aglomerar significa correr o risco de se infectar com Covid-19, se infectar com a Covid-19 significa correr o risco de morrer. Mas se formos às ruas cumprindo protocolos como usar máscara, portando álcool em gel e tentando manter o distanciamento de pelo menos 1,5 metros, diminuiremos substancialmente esse risco. Ao passo que, se ficarmos em casa, calados, sem tomar nenhuma atitude estaremos apenas esperando a morte chegar e ela virá através do desemprego, da pobreza, da fome e do caos. Ir às ruas requer um risco calculado e cuja chance de morte está abaixo de 1¢ de probabilidade. Ficar em casa será a morte certa da nossa democracia e o iminente caminho para virarmos uma Venezuela, pois o nosso país está desgovernado, já a procuração que passamos para os nossos representantes foi rasgada juntamente com a nossa Constituição, por todos os poderes constituídos. Estamos em guerra e em tempos de guerra o que menos importa é a vida individual de cada cidadão, mas a defesa da integridade e da soberania da nação. Isso é algo pelo qual justifica darmos a vida se assim for necessário. Então só nos resta assumir as rédeas da situação na condição de legítimos detentores do poder. Portanto, vamos às ruas, não em apoio a Bolsonaro, mas a Democracia e vamos mostrar quem realmente manda nesse país e que isso aqui não é uma republiqueta de bananas!

Manifestação em defesa de Bolsonaro tem grande adesão na Avenida Paulista: ‘Eu autorizo’, gritava a multidão

Maior concentração foi registrada entre as ruas Pamplona e Itapeva.

Publicado em 02.05.2021

Reprodução | Douglas Garcia

Em São Paulo, manifestantes foram às ruas neste sábado (1°), Dia do Trabalhador, em um ato de apoio ao presidente Jair Bolsonaro (sem partido), com pedido de acionamento do Artigo 142 da Constituição, na Avenida Paulista.

A concentração teve início por volta das 9h, nas proximidades da sede da Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp). Com forte adesão desde cedo, um trio elétrico foi posicionado com uma faixa gigante exigindo a reabertura econômica em todo o estado durante a pandemia da Covid-19.

Utilizando máscaras e trajes nas cores verde e amarelo, apoiadores do presidente registraram maior volume nas ruas Pamplona e Itapeva, em ambos os sentidos da Paulista.

Com bandeiras do Brasil e diversas faixas e cartazes, a multidão gritava: ‘Eu autorizo, presidente’, em referência à recente fala do chefe do Executivo sobre aguardar um sinal da população para intervir com maior vigor contra medidas autoritárias de Estados e Municípios.

Várias figuras políticas discursaram no veículo, entre elas Carla Zambelli (PSL), Douglas Garcia (PTB) e Roberto Jefferson (PTB).

Ao todo, segundo a Companhia de Engenharia de Tráfego (CET), os manifestantes ocuparam 4 quarteirões, da Alameda Campinas até a Alameda Ministro Rocha Azevedo.

Jornalista, professor e comentarista político. Cobre os bastidores de Brasília no Conexão Política.

Fonte: Conexão Política

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OPINIÃO: SE A CORDA ARREBENTAR AS CONSEQUÊNCIAS SÃO IMPREVISÍVEIS

Caro(a) leitor(a),

A corda está esticando muito e pode arrebentar a qualquer momento. Algo que venho alertando aqui na coluna OPINIÃO há algum tempo. Até o momento as Forças Armadas têm conseguindo se manter à margem dessa celeuma política entre os três poderes da república. Também tenho alertado que Bolsonaro não é diferente de nenhum outro governante extremista, seja da esquerda ou da direita. Até porque esses polos se encontram nos extremos e o que os caracteriza é o “autoritarismo”. Lula tentou muito dar um golpe, mas nunca conseguiu a adesão das Forças Armadas. Bolsonaro não é diferente. O infindável número de postos ocupados por militares em seu governo que o diga, mas ele sabe que as Forças Armadas não o apoiariam numa ofensiva autoritária contra as instituições dos outros poderes. Entretanto, ao que parece está preparando uma cartada arriscada, mas que poderá dar certo. Ao colocar as Forças Armadas nas ruas para garantir o restabelecimento do artigo 5º da Constituição poderá provocar um clima de confronto com os poderes legislativo e judiciário que arrebentará a corda e teremos uma situação sem volta, onde as Forças Armadas finalmente serão obrigadas a se posicionar e ai, só Deus sabe o que poderá acontecer. Elas poderão se submeter a imposição de Bolsonaro ou se rebelar e destituí-lo. Então, vamos aguardar as cenas dos próximos capítulos!

Bolsonaro diz que pode colocar Forças Armadas nas ruas para “restabelecer todo o artigo 5º da Constituição”

Se aplicada, medida deve ser feita cumprindo todos os requisitos da Constituição.

Publicado em 25.04.2021

Alan Santos | PR

O presidente Jair Bolsonaro afirmou nesta sexta-feira (23) que há, sim, um plano para um eventual ‘caos no Brasil’.

Segundo ele, existe a possibilidade de as Forças Armadas irem às ruas para “restabelecer todo o artigo 5º da Constituição [que estabelece o direito da livre locomoção no território nacional em tempo de paz]“.

“O que eu me preparo? Não vou entrar em detalhes. Essa política de lockdown, fique em casa, toque de recolher, isso é um absurdo. Se tivermos problema, nós temos o plano de como entrar em casa. Eu falo ‘o meu [Exército]’ o pessoal reclama, mas eu sou o chefe supremo das Forças Armadas. Se precisar, iremos para as ruas, não para manter o povo dentro de casa, mas para restabelecer todo o artigo 5.º da Constituição”, afirmou o presidente, em entrevista à TV A Crítica, do Amazonas.

Ainda segundo o mandatário, medidas que promovem o distanciamento social extremo descumprem a Constituição e retiram as liberdades individuais do cidadão.

“Se eu decretar isso, vai ser cumprido esse decreto. As Forças Armadas podem ir para a rua sim, dentro das quatro linhas da Constituição, para fazer cumprir o artigo 5.º, direito de ir e vir, acabar com essa covardia de toque de recolher, direito ao trabalho, liberdade religiosa e de culto, para cumprir tudo aquilo que está sendo descumprido por alguns governadores e alguns poucos prefeitos, mas trabalha toda a sociedade. É um poder excessivo que lamentavelmente o Supremo Tribunal Federal delegou”, afirmou.

Por fim, garantiu à população que se tal decisão for aplicada, não haverá nenhum tipo de excesso.

“Agora, eu não posso extrapolar. Isso que alguns querem, que extrapole. Estou junto com os 23 ministros, da Damares ao Braga Netto, praticamente conversado sobre isso daí: o que fazer se um caos generalizado se implantar no Brasil. Pela fome, pela maneira covarde que alguns querem impor essas medidas restritivas para o povo ficar dentro de casa. O caldo não entornou ano passado em função do auxílio emergencial”, completou.

Jornalista, professor e comentarista político. Cobre os bastidores de Brasília no Conexão Política.

Fonte: Conexão Política

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OPINIÃO: AUTORIDADE QUE PUNE CHICO DE IGUAL MODO DEVE PUNIR FRANCISCO

Pau que bate em Chico, bate sempre em Chico

Foto: Alan Santos/PRFoto: Alan Santos/PR

No senso popular, se uma autoridade pune Chico cidadão comum, pé-de-chinelo, haverá de punir, por iguais motivos, o rico e famoso Francisco de sapato italiano.

Até uma singela e popular expressão como essa, de equidade de tratamento e de justiça, colide com usos e costumes dos nossos ministros do STF.

Naquele pomposo recanto da pátria, se peneiram antecedentes e a Constituição Federal tem entrelinhas. Usam-na “ao gosto”, como é dito sobre certos condimentos em receitas culinárias. O quê? Só porque me fazem rir, não estou sendo sério? Eu?

Foi exatamente essa vontade de rir que senti quando o ministro Barroso determinou que o presidente do Senado instalasse a CPI da covid-19.

Senti vontade de rir quando o notório Renan Calheiros se perfilou para integrá-la e negocia, agora, assumir posição de mando, logo ele que, presidindo o Senado, foi coveiro de muitas dessas comissões.

Senti vontade de rir quando Bolsonaro revidou, solicitando ao boquirroto senador Kajuru que retrucasse o STF com um mandato de segurança pedindo que a Corte determinasse a abertura do processo de impeachment contra Alexandre de Moraes. Não vai levar, pensei, porque a Casa já mostrou ser em Chico, e só em Chico, que o pau bate e rebate.

Ri, também, ao ler o teor da decisão do membro novato levado à Corte pelas mãos de Bolsonaro. Claramente, o ministro Nunes Marques abriu o processo que lhe caiu no colo perguntando-se: “Como argumentar para negar isto?”, porque é assim que tantos votos são dados em matérias de repercussão política. Para decisões que tem gerado inédita insegurança ao país, confere-se, ali, aspecto jurídico a opiniões prévias, individuais ou colegiadas. “Dadas todas as vênias”, é o que depreendo do que assisto, no exercício do meu direito de crer mais no meu ver do que no meu ouvir.

Desde o início do governo, é só nele que o pau do Supremo bate, e o faz com mais vigor e determinação do que a oposição congressual. A Corte se olha no espelho benevolente da mídia militante, que gosta do que assiste e ouve sem questionar. Aliás, a análise mais profunda e a única crítica ao STF que identifiquei na mídia nacional, nesse tempo todo, foi uma vistoria do cardápio dos ministros, onde foram pescadas lagostas e identificados vinhos.

Não há setor de atividade em que a Corte se sinta inconveniente, intrometida, ou desequilibrando a harmonia dos poderes. Usa e abusa da prerrogativa de avaliar a conveniência e a qualidade de ações político-administrativas. Opera no Brasil um sistema de freios sem contrapesos, que vai da nomeação de um diretor da Polícia Federal até uma lei municipal na linha da escola sem partido, votada e aprovada para coibir abusos.

Mesmo quando o STF invade de modo totalmente irracional, ilegal, ardiloso a autonomia da Câmara dos Deputados, criando a ridícula figura do flagrante eterno, viabilizando prisão a qualquer hora e lugar, essa arbitrariedade pretoriana vai menos contra o Parlamento do que contra o Chico governista.

Há 10 pedidos de impeachment de ministros do STF na gaveta do presidente do Senado, mas isso não tira o sono da República. Está tudo programado para não acontecer.

Fonte: Jornal da Cidade Online

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OPINIÃO: O ESCÂNDALO DO PANAMÁ É A OPORTUNIDADE DE RESGATARMOS A VERGONAH E A DIGNIDADE DO POVO BRASILEIRO

Caro(a) leitor(a),

Na minha modesta OPINIÃO, num momento como o que estamos vivendo, um caso como o que está relatado no artigo a seguir deveria ser alvo de grande repercussão na grande imprensa e em todas as mídias eletrônicas, pois trata-se de um processo de corrupção e lavagem de dinheiro oriundo de outro país, o Panamá. Mais do que nunca, com a Operação Lava Jato iminentemente exterminada, é mais do que necessário aproveitar a ocasião para tirar da lama em que foram jogadas a vergonha e a dignidade do povo brasileiro e também mostrarmos ao mundo que este país é o pioneiro no combate a corrupção e lavagem de dinheiro no atacado.  Onde está o nosso PGR para levar adiante uma denúncia e tentar recuperar os milhões de dólares roubados dos nossos bolsos? Onde está a grande imprensa que não divulga uma notícia como esta? E já que é assim, nós brasileiros patriotas temos que fazer isso. Por isso eu peço a você que leu esse artigo, que compartilhe com que puder essa publicação para fazermos as autoridades usarem as suas prerrogativas em prol de quem paga os seus gordos salários!

50 pessoas em julgamento pelo caso Odebrecht no Panamá

US $ 49,5 milhões foram recuperados, segundo autoridades do país.

Thaís Garcia

Publicado em 18.04.2021

Rovena Rosa | Agência Brasil

Nesta última segunda-feira (12), a promotoria anticorrupção do Panamá solicitou o pedido de julgamento de 50 pessoas acusadas de lavagem de dinheiro no caso Odebrecht.

O Ministério Público anticorrupção do Panamá justifica o pedido devido à denúncia de entrega de propina de mais de 100 milhões de dólares pela construtora brasileira para a concessão e pagamento de obras no país centro-americano.

O MP também solicitou o julgamento de uma pessoa/instituição jurídica e a demissão de outras 29 pessoas, encaminhando finalmente às autoridades judiciais o volumoso dossiê da investigação iniciada há mais de quatro anos.

Segundo nota do Ministério Público sobre a investigação, foi apurado que o caixa não contabilizado da Odebrecht utilizou bancos nacionais e internacionais do Panamá para transferir dinheiro ilícito a servidores públicos e seus familiares.

O dinheiro repassado, que chega a 100 milhões de dólares, “impactou diretamente na concessão e no pagamento das obras que o conglomerado estava desenvolvendo em nosso país”, diz o comunicado divulgado segunda-feira (12) segundo informações da AP.

A promotoria anticorrupção destacou que os réus utilizaram corporações panamenhas e estrangeiras, frontman ou interpostos, seguros, contratos fictícios e financiamento de campanhas políticas.

O comunicado do Ministério Público panamenho não cita os nomes dos chamados a julgamento. Isso fez com que alguns críticos exigisse que a identidade dos acusados ​​fosse revelada.

O Ministério Público destacou que ao longo da investigação foram recuperados US $ 49,5 milhões para o Estado, dos quais US $ 37,8 milhões correspondem a adiantamentos feitos pela Odebrecht como parte de uma multa acordada de US $ 220 milhões.

O MP acrescentou ainda que outros US $ 36,6 milhões foram apreendidos e que incluem bens e dinheiro dos arguidos.

Caso Odebrecht Panamá

A Odebrecht admitiu, no final de dezembro de 2016, ter pago quase US $ 800 milhões em propinas em 12 países da América Latina e África, O objetivo era acessar mais de cem obras multimilionárias, segundo o Departamento de Justiça dos Estados Unidos.

No caso do Panamá, a gigante brasileira pagou propinas de mais de 100 milhões, incluindo o período de 2009-2014, em que Ricardo Martinelli geriu, de acordo com as investigações, segundo a AFP.

Ele também teria feito contribuições para campanhas eleitorais, como o partido do então candidato a vice-presidente Juan Carlos Varela nas eleições de 2009, para as quais o ex-presidente (2014-2019) está sendo processado.

Dois filhos do ex-presidente Martinelli foram implicados no caso da Odebrecht, embora neguem as denúncias, segundo a TVN Notícias.

A Odebrecht, que chegou ao Panamá durante o governo Martín Torrijos (2004-2009), tornou-se a maior empreiteira do Estado panamenho e fazia parte do consórcio que construiu as linhas 1 e 2 do Metrô do Panamá, colocadas em operação no final das administrações Martinelli (2014) e Varela (2019), respectivamente.

Fonte: Conexão Política

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OPINIÃO: STF ESTÁ EXTRAPOLANDO SEUS LIMITES CONSTITUCIONAIS E TORNANDO O BRASIL UM “PAÍS DE PRIVILEGIADOS”

Supremo extrapola seus limites constitucionais

Foto: Nelson Jr./SCO/STFFoto: Nelson Jr./SCO/STF

Nas últimas semanas, pautas parlamentares foram decididas pelo Supremo Tribunal Federal (STF), como a prisão em flagrante do deputado federal Daniel Silveira, a suspensão de decretos que ampliam a compra de armas, a instalação da CPI da Covid, entre outras.

O que a Suprema Corte pretende?

Violar o sistema acusatório constitucional, criar um “país dos privilegiados”, tornar-se o órgão mais poderoso do Brasil? A verdade é que seus membros têm pactos com a “velha ordem”.

Ali estão sem voto algum, sem representar qualquer brasileiro por direito, sem concurso, sem procuração.

Ali estão porque foram indicados e com isso, tornam-se devedores.

Pretendem ser agentes de mudanças, mas mudanças que atendam interesses, em vez de atuarem como verdadeiros guardiões da Constituição, função oficial do cargo que exercem. Passam a legislar. Não raro, a maioria do pleno do STF, muitos tribunais inferiores e mesmo juízes singulares enveredam por igual caminho, substituindo-se ao Congresso Nacional, ou estabelecendo certa interatividade, quando não proatividade, com o texto constitucional.

A Suprema Corte tem se posicionado acima da supremacia popular.

Aonde vamos chegar?

O voto impresso, o imposto sindical, o aborto, o casamento homoafetivo, a liberdade de expressão, o abuso de autoridade, o fim do foro privilegiado, a revisão da anistia e muitas outras pautas parlamentares relevantes são decididas pelos nobres ministros sem preocupação em atender os anseios do povo brasileiro.

A corte determina o destino de uma nação e ponto final, não há espaço para opiniões contrárias.

Os diversos habeas corpus julgados pelo Supremo constituem, em determinados casos, uma invasão da competência do Superior Tribunal de Justiça, responsável pela solução definitiva dos casos civis e criminais.

O Supremo não se contenta em decidir somente quando há divisão, para solucionar um impasse. Mesmo nas situações de entendimento obtido por consenso, o STF opta por invalidar a decisão tomada pelos demais tribunais. Vide o caso da anulação de todas as condenações de Lula.

Os ministros, inclusive, usam ultimamente a tática do “policial bom e do policial mau”, com o princípio do contraste da percepção. Em seus julgamentos, há variações que vão do estilo “voto medíocre” ao “voto excelente”, há um revezamento entre eles para que cada um possa ser o “herói” da vez, talvez como tentativa de disfarçar o real compromisso assumido com os políticos que os indicaram no passado.

A cada novo julgamento, os ministros se superam nos argumentos pífios. O resultado só poderia ser um – a revolta do povo brasileiro.

Não é à toa que pedidos de impeachment de ministros, que circulam na internet, tenham milhões de assinaturas.

Os cidadãos não assistem mais aos desmandos passivos. Quando os ministros da Alta Corte soltam os presos da Lava Jato, alegando que excessos foram cometidos, as pessoas se indignam e optam por manifestar seu descontentamento nas ruas, ou por expressar sua revolta na rede. E outros presos condenados em segunda instância acabam tendo sua liberdade concedida.

A grande maioria condena os absurdos legais e morais promovidos pelo Supremo e hoje há diversos meios para que todos possam divulgar a decepção que sentem.

Inclusive, diversos juristas de renome já divulgaram publicamente equívocos do STF, que parece não acreditar e não confiar nas instituições às quais a Constituição atribuiu o poder de investigar. Esses especialistas condenam uma atuação baseada no autoritarismo e na ilegalidade.

Essas “revoltas” populares atingem seus objetivos diversas vezes. Em passado recente, cerca de 190 deputados federais assinaram o requerimento para instalação da CPI destinada a matar a Operação Lava Jato. Houve grande repercussão negativa. O medo com a proximidade das eleições fez com que os deputados mudassem de ideia e resolvessem coletar assinaturas, desta vez para impedir a criação da tal Comissão de Inquérito Parlamentar. Ou seja, como representantes do povo, ouviram o que os eleitores queriam, senão por bem, ouviram por mal.

Com o aumento da insegurança jurídica, a representação popular teme perder substância, uma vez que os que dela têm mandato já perderam o pudor.

Nesse quadro, protestar ainda é uma das armas mais eficazes para obter algum êxito contra os abusos.

É importante observar que não adianta apenas criticar deputados e senadores se o próprio povo fez essa escolha ao eleger seus candidatos. No caso dos parlamentares, há ainda algum consolo: é possível mudar os mandatários na próxima eleição ou nas seguintes. Porém, o ativismo político do Judiciário, como mudar?

A missão da manutenção da ordem estabelecida nos últimos vinte anos pode sucumbir, assim como a vontade dos representantes do povo. Não é hora de andar para trás.

O Judiciário já é há muito tempo conhecido por sua distância da população, seu excesso de autonomia, suas decisões em sigilo. É uma caixa-preta intocável e os ministros da Egrégia Corte representam uma casta jurídica repleta de privilégios. Mais do que em qualquer outro momento da história, o Supremo terá, daqui pra frente, que demonstrar de que lado está em relação ao combate à corrupção e impunidade. Ou seja, se está ou não do lado do povo que o sustenta.

Termino citando novamente Rui Barbosa:

“A pior ditadura é a ditadura do Poder Judiciário. Contra ela, não há a quem recorrer”.

E agora, Abraham Lincoln:

“Nós, os cidadãos , somos os legítimos senhores do Congresso e dos tribunais, não para derrubar a Constituição, mas para derrubar os homens que pervertem a Constituição”.

Fonte: Jornal da Cidade Online

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OPINIÃO: VAMOS HONRAR O NOSSO SENADOR KAJURU COMPARTILHANDO ESSA POSTAGEM COM FORÇA

Caro(a) leitor(a),

O que podemos dizer do senador Jorge Cajuru? Aqui no nordeste nos dizemos que um cara como ele é um “Cabra Macho”. Fazer o que ele fez é algo raríssimo na política, aqui no Brasil, merece todo o nosso respeito e aplauso. Ele não apenas protocolou o pedido de impeachment contra o ministro Alexandre de Moraes do STF, com mais de 3 milhões de assinaturas, com impetrou mandado de segurança no mesmo STF, forçando a corte a se pronunciar sobre o assunto. Coisa que jamais aconteceu antes na história republicana. Parabéns a Kajuru e o mínimo que nós, brasileiros podemos fazer é compartilhar com força essa postagem para que esse impeachment se concretize! 

Kajuru pressiona STF e impetra mandado de segurança por impeachment de Moraes (veja o vídeo)

Fotomontagem: Jorge Kajuru e Alexandre de Moraes (Reprodução - Câmara e STF)Fotomontagem: Jorge Kajuru e Alexandre de Moraes (Reprodução – Câmara e STF)

Na última sexta-feira (09), o senador Jorge Kajuru entrou com um mandado de segurança no Supremo Tribunal Federal (STF), para que a Corte agilize o impeachment aberto por ele contra o ministro Alexandre de Moraes.

O pedido de impeachment, entregue por Kajuru no final de março, foi acompanhado por um abaixo-assinado com mais de 3 milhões de assinatura.

“O pedido principal do mandado de segurança é que o ministro Barroso determine, como ele fez ontem (8), no mandado de segurança determinando a instalação de CPI, que ele também faça o mesmo, determine ao presidente do Senado que respeite o regimento interno”, informou o advogado Paulo Faria, responsável por apresentar o pedido ao STF.

“Impetramos um mandado de segurança contra o presidente do Senado e o presidente da mesa diretora do Senado para que eles adotem as medidas cabíveis necessárias de acordo com o regimento interno do Senado Federal”, explicou ele.

Em um vídeo publicado neste sábado (10), o advogado Luan Amâncio analisa esta e outras situações sobre o ministro do STF, Alexandre de Moraes:

Veja o vídeo:

Fonte: Jornal da Cidade Online

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OPINIÃO:COM A DEMISSÃO DO MINISTRO DA DEFESA O GENERAL AZEVEDO, TEVE FIM O GOLPE ORGANIZADO PELO STF

O contragolpe ao golpe! Por que o general Azevedo e Silva foi demitido?

Imagem em destaque

Em seis de setembro de 2018, um mês antes, pois, das eleições de outubro de 2018 a oposição já sabia que Bolsonaro estava eleito. O General Villas Boas, então Comandante do Exército após reunião do Alto Comando do Exército indicou o general Azevedo e Silva para assessorar Dias Toffoli no Supremo e assim poder auscultar os bastidores daquela instituição.

Uma vez eleito e tomando posse como Presidente, Bolsonaro nomeou o General Azevedo e Silva para Ministro da Defesa apoiado na recomendação do General Augusto Heleno.

Há que se notar que o Presidente Bolsonaro ao longo de seus dois primeiros anos de presidência rompeu com certas “tradições” dessagrando o “establishment” e desagradando ainda mais ao Supremo Tribunal Federal que se apossou de Rodrigo Maia para ser o intérprete em “off” do plano de desestabilização da presidência da república.

Não por menos, sabia Rodrigo Maia, a quem já havia sido prometido pelo Supremo sua continuidade como presidente da Câmara, que sua função seria a de afastar o Presidente Bolsonaro mediante uma forma a não deixar rastros que ele, Rodrigo Maia, saberia como fazê-lo. Abre-se aqui um parêntese para lembrar telefonema dado por João Doria ao ministro Paulo Guedes durante o qual o governador de São Paulo alerta Guedes para que deixe o Ministério da Economia dizendo que Bolsonaro iria deixar de ser Presidente, e que Guedes deveria salvar sua biografia.

Um incidente comentado pelo próprio Paulo Gudes em entrevista que prestou à revista Veja revelando as palavras de Doria. Que se preste também a atenção sobre o fato retratado até pela grande mídia, das constantes viagens de Rodrigo Maia a São Paulo para encontros com João Dória. As coisas se encaixam.

As promessas do Supremo a Rodrigo Maia, na pessoa de Gilmar Mendes, deram errado. Na votação sobre a interpretação do artigo da Constituição que vedava à reeleição dos presidentes da Câmara e do Senado, o plenário não votou todo ele no mesmo dia até porque a votação foi on-line. Entretanto, não custa lembrar que os quatro primeiros votos dados à continuidade de Rodrigo Maia e de Davi Alcolumbre à frente das presidências da Câmara e do Senado, foram dados no primeiro dia de votação do tema, estabelecendo um placar de 4 a 0 a favor da Maia e de Alcolumbre.

Votaram a favor Gilmar Mendes, Ricardo Lewandowski, Edson Fachin, e Dias Toffoli.

O argumento usado nesses votos foi o de que a Constituição não falava que era proibido a reeleição depois de dois mandatos seguidos apenas dizia que era vedado. Se alguém tem ainda dúvida sobre como o Supremo vota não terá mais depois do presente relato. A interpretação da Constituição dessas quatro figuras toscas que desgraçam o país não seria nem validada nos cursos do idioma português na parte reservada à interpretação de textos.

Os protestos da opinião pública foram muito fortes e o placar final foi de 6 a 5 contra a reeleição de Maia e de Alcolumbre, levando Rodrigo Maia ao desespero e a uma depressão não sarados até hoje. Seu plano junto com o Supremo sofrera a primeira derrota.

O plano era mais extenso. Entrava no jogo a deputada Joyce Hasselmann. Ela submeteria à Câmara dos Deputados um pedido de Projeto de Lei para afastar Bolsonaro da presidência da república sob a alegação de insanidade mental e esse projeto, bancado por Rodrigo Maia, teria seu julgamento de constitucionalidade e objetividade apreciados pelo Supremo Tribunal Federal, que faria a sua parte no crime longamente planejado para dar legalidade à perda da Presidência de um presidente eleito por 58 milhões de votos.

Uma aparente frustração das intenções do Supremo Tribunal Federal deve ser considerada como “simplesmente aparente frustração”.

O Supremo Tribunal Federal não cessou e prosseguiu. Por iniciativa de Dias Toffoli (de lembrar que Azevedo e Silva foi seu assessor) foi criado o tal “INQUÉRITO” que todos os ministros do Supremo sabem tratar-se de uma peça ilegal, inconstitucional, mas que atende aos seus propósitos de criar dificuldades para o Presidente da República, para gerar fatos que possam alimentar a imprensa na sua campanha de derrubar o Presidente da República de qualquer forma, mesmo que mintam os dois, Supremo e imprensa para a formalização desse intento.

De se ver e de se entender a função desse “inquérito como sendo o elemento vestido com uma roupagem de legalidade. Poder afrontar a Presidência da República através da mentira contada todos os dias até que ela possa ser, pelo vício do ouvir, admitida como a verdade para se afastar o Presidente.

A Polícia Federal já entregou ao Supremo suas conclusões investigatórias em torno das Fake News, de pessoas presas, jornalista Osvaldo Eustáquio e ativista Sarah Winter, e em seu relatório a PF diz que nada foi encontrado que pudesse ser imputado à essas pessoas injustamente presas, confinadas e abusadas no seu direito de expressão.

A ligação de intimidade de Azevedo e Silva construída com o Supremo pelo tempo que esteve na assessoria de Dias Tóffoli tranquilizou o Supremo ao afirmar ao Supremo que qualquer movimentação do Presidente no sentido de agir contrariamente às instituições de Estado, as Forças Armadas não agiriam nem endossariam em favor do Presidente.

É aí que se tem a notícia que o SNI dirigido pelo General Augusto Heleno através de gravações, desvendou essa proximidade comprometedora do antigo Ministro da Defesa de Bolsonaro.

O Ministro da Defesa foi, então, demitido. Teve fim o golpe organizado pelo Supremo através do excelente serviço prestado à presidência da República pelo Serviço Nacional de Informações, o SNI do General Augusto Heleno, que deu a oportunidade de um contragolpe para cima dos guardiões da Constituição Federal.

André Cumplido

Fonte: Jornal da Cidade Online

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OPINIÃO: PELA PRIMEIRA VEZ EM MUITO TEMPO ESTÁ SE TENTANDO COMBATER O ENSINO PARTIDÁRIO NOS COLÉGIOS

O plano diabólico da esquerda de usar a pandemia para “emburrecer” uma geração de brasileiros

Foto: SVM

Adoutrinação no ensino existe há mais de 50 anos no país. Desde o início dos anos 70, quando a esquerda conquistou a hegemonia no setor, após ter lá sido acomodada pelo regime militar (que ela ama odiar), dita as regras sobre a educação brasileira, em um aparelhamento completo, total e absoluto.

E daí veio o Governo Bolsonaro, a partir de 2019, com sua tentativa hercúlea de enfrentar o problema e lutar pela mudança de rumo da educação.

Pela primeira vez em muito tempo está se tentando combater o ensino partidário nos colégios. Criaram-se escolas cívico-militares, os pais começaram finalmente a prestar atenção verdadeira ao conteúdo de ensino passado aos filhos, por causa da campanha de conscientização feita pela própria direita, apareceu a chance real de começar o desaparelhamento das universidades federais, com a substituição dos reitores, e etc…

Tudo estava caminhando; aos trancos e barrancos, com muita dificuldade, mas estava caminhando. As previsões, apesar de um pouco frustrantes, pela expectativa gerada de mudanças rápidas (que não se implementaram), eram boas: novos métodos de ensino, sem a ideologia do tal Paulo Freire, novas crianças sendo alfabetizadas e começando a receber conteúdo programático, novos ENEM a serem realizados, e por aí vai.

Mas de repente veio a tal pandemia, e os colégios estão fechados há um ano.

Ora, todos sabem que crianças são pessoas em formação, e que o ensino que recebem, lá na base educacional, é o que molda, muitas vezes, o seu caráter. Não me venham dizer que aulas ministradas pela internet são suficientes para uma criança, como ser humano em formação. Isso é sabidamente insuficiente, especialmente para aqueles das classes mais baixas, que estudam em colégios públicos.

Toda e qualquer perspectiva que tínhamos de melhora nos índices educacionais, e “desesquerdização” do setor no país, foi por água abaixo.

A questão das aulas das crianças é muito simples: enquanto Bolsonaro for presidente, não tem mais aula no Brasil.

Essa é a verdade!

A esquerda é tão sórdida que ela prefere “emburrecer” uma geração de brasileiros, retirando de crianças o direito de irem aos colégios, apenas para no futuro acusar Bolsonaro de ser o responsável pela formação de milhões de jovens sem qualquer conteúdo educacional, devido ao déficit de aprendizado provocado pela falta de aulas presenciais.

Está na hora de se enxergar isso e interromper imediatamente esse plano diabólico da esquerda.

Foto de Guillermo Federico Piacesi Ramos
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OPINIÃO: O MELIANTE LULA É UM MENTIROSO E O INESCRUPULOSO ARNALDO AZEVEDO UM VIRA-LATA

Caro(a) leitor(a),

Faz tempo que esperava uma oportunidade de dizer quem eu penso que é o senhor Reinaldo Azevedo. Acontece que ao sair da Rádio Jovem Pan, mais precisamente, do programa Os Pingos Nos Is, onde até então se travestia de ativista de direita, ficou na berlinda um bom tempo e eis que ressurge há algum tempo  como militante petista. Como alguém, de meia idade, pode mudar da água pro vinho, assim, de repente? Eu sempre me perguntava. Mas quando descobri que a BAND foi comprada por capital chinês consegui associar e entender as coisas. O Reinaldo Azevedo não tem formação, caráter, princípios e muito menos identidade ideológica. O que ele tem é amor e apego ao dinheiro. Ele não serve a dois senhores, mas ao senhor que lhe pagar mais. E o resultado está ai na entrevista que fez com o meliante Lula da Silva. Então, casou tomé com bebé: o mentiroso e o vira-lata. Assista ao vídeo e verá! 

Lula e o “Dia da Mentira”: Um “casamento perfeito” (veja o vídeo)

Fotomontagem: Reinaldo Azevedo e Lula (Reprodução)Fotomontagem: Reinaldo Azevedo e Lula (Reprodução)

Reinaldo Azevedo fez uma entrevista com o ex-presidente e ex-presidiário Luiz Inácio Lula da Silva, no Dia da Mentira.

Reinaldo, é o mesmo jornalista que disse uma frase marcante anos atrás:

“Quem quebrou o pais, Lula, foi o seu partido. Quem deixou o país com 13 milhões de desempregados foi o PT! Deixa de ser picareta, cara!”

Lula, como sempre, aproveitou o “palanque” para novamente tentar atacar o presidente Jair Bolsonaro. Foi um fiasco.

O advogado Luan Amâncio analisou a entrevista e trouxe revelações importantes sobre as “falácias” ditas pelo ‘ex-criminoso’.

Confira:

Fonte: Jornal da Cidade Online

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OPINIÃO: APÓS ASSASSINATO DE PM NÃO VIMOS A ESQUERDA NEM A MAIORIA DA IMPRENSA ESBOÇAR O MÍNIMO PESAR PELA TRAGÉDIA, APENAS TIRANETES SE FAZENDO DE VÍTIMAS E EXIGINDO RESPEITO

Esquerda: Histórias de amor e ódio à Polícia

Imagem em destaque

Após o assassinato do PM Wesley Góes, não vimos a esquerda e nem a maioria da imprensa esboçar o mínimo pesar por esta tragédia. Ao contrário! Além de o chamarem de terrorista, no dia seguinte – seguindo o ritual marxista – surgem tiranetes se fazendo de vítima e exigindo respeito.

Afinal, a esquerda odeia ou ama a polícia – quando a usa como instrumento de opressão?

Para entender melhor, é preciso conhecer um pouco do pensamento de Marx.

Em linhas gerais, Marx afirmava que a polícia era um “aparelho de Estado” cujo objetivo seria agir repressivamente em nome da classe dominante para manter subjugada a outra classe. Outra hora falo porquê a ideia das “duas classes conflitantes” não funciona.

Suas primeiras críticas à polícia são de 1843, em A Questão Judaica, quando critica duramente a “Declaração dos Direitos do Homem e do Cidadão”, pós-Revolução Francesa – como se esta tivesse “traído” a revolução:

“A segurança é o conceito social supremo da sociedade burguesa, o conceito da polícia, no sentido de que o conjunto da sociedade só existe para garantir a cada um de seus membros a conservação de sua pessoa, de seus direitos e de sua propriedade. Através do conceito da segurança, a sociedade burguesa não se eleva acima do seu egoísmo. A segurança é, antes, a asseguração do seu egoísmo.”

Para Marx, os Estados investirem em segurança pública é assegurar o egoísmo da classe dominante. E, dois anos depois, em A Ideologia Alemã, ele avança em sua interpretação:

“Os burgueses pagam bem o seu Estado e fazem com que a nação inteira também o faça para que eles, os burgueses, possam pagar mal; eles asseguram para si, mediante bom pagamento aos serviçais do Estado, uma força protetora, uma polícia; para que possam descontar dos seus trabalhadores (como desconto do salário), sem correr riscos.”

Marx acredita que a polícia existe para garantir o poder da classe dominante, numa deturpação grosseira, pois chega a confundir polícia e exército. Ora, e os crimes de estupro, roubo, assassinato e tantos outros? A sociedade não precisa de polícia para lhe fazer justiça?

Na verdade, a Civilização Cristã Ocidental delimitou o sentido de justiça e segurança pública para que as pessoas não vivessem mais sob a lei do mais forte, a qual Marx não se opõe (e aí atraiu o interesse de anarquistas, que são mil vezes mais violentos que os marxistas).

Em Teorias da mais-valia (citado no “Dicionário do pensamento marxista”), Marx disse que “o crime suaviza a monotonia da existência burguesa e fornece enredos para a grande literatura”.

É que Marx e Engels acreditavam que o crime era uma consequência natural do Capitalismo.

Para eles, uma vez implantado o comunismo, não existiriam mais crimes!

É daí que vem a ideia de que o bandido é uma vítima da sociedade capitalista.

Marx cita, para dar crédito à tese do fim da criminalidade sob o comunismo, a Comuna de Paris.

A Comuna de Paris foi a tentativa de uma parte da população parisiense, cerca de 90 mil pessoas, de viver o comunismo num espaço físico delimitado, dentro de Paris, cuja população era de cerca de 1,8 milhão de pessoas. Durou apenas dois meses.

A pergunta é, você pode confiar no testemunho de militantes? Foram os membros da chamada Primeira Internacional ou Associação Internacional dos Trabalhadores (AIT) ligados a Marx e Engels que lideraram a Comuna e seguiam as premissas de Marx. Se fosse bom, por que durou apenas dois meses?

Ah! Marx “justificou”: os comunards foram bonzinhos demais! Ou seja, eles não mataram o suficiente! Não seguiram a tese da Revolução Permanente (citado em A Questão Judaica, p.42).

Mas Lenin não decepcionou Marx.

Curiosamente, ao tomar o poder na URSS, a primeira coisa que Lenin faz é criar uma Polícia Política, altamente repressiva e assassina: a Cheka (se pronuncia, tchecá) destinada a instalar “o terror organizado”, nas palavras do seu chefe Felix Dzerzhinsky, que recrutou… bandidos.

Ou seja: para os marxistas, a polícia só é boa quando utilizada para seus objetivos totalitários.

Entendeu agora porque eles não choram a morte de um trabalhador ou de um Policial Militar, mas de um bandido, “vítima da sociedade”?

Para encerrar, trago o vídeo definitivo, postado por @DallasginR que prova que o último tiro do PM Wesley foi para cima!

Fonte: Jornal da Cidade Online

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OPINIÃO: JÁ ESTAMOS VIVENDO UM ESTADO DE EXCEÇÃO, POR WAGNER BRAGA

Caro(a) leitor(a),

Quando foi a última vez que você viu ou ouviu falar alguém ou algum jornalista pudesse ir preso por causa das suas palavras? Particularmente eu só vi isso acontecer durante os governos militares. Lembro de Juca Chaves ter ido preso por ter dito a célebre frase: Sabe como se reconhece um ladrão? Médici dos pés a cabeça! Em pleno governo do General Emílio Garrastazu Médici, uma ditadura. Depois disso nunca mais ouvi falar em coisas desse tipo. Recentemente tivemos o episódio do Oswaldo Eustáquio, preso porque falou a verdade e depois apareceu paraplégico, numa cadeira de rodas, dentro da cadeia numa circunstância muito tenebrosa, ainda sem uma explicação plausível. Quando um jornalista, como Caio coppolla vem a público dizer que corre risco de ser censurado, investigado e preso, algo de muito estranho está acontecendo num país que se diz democrático. São tempos muito estranhos o que estamos vivendo e não pode continuar assim. Temos de fazer alguma coisa. Temos que pelo menos apoiar o Caio Coppolla nessa empreitada do Impeachment. Dar as mãos a ele e deixar bem claro para todos os poderes que a sociedade brasileira está de acordo com ele. Mais de 3 milhões já fizeram isso. Desta forma para colocar Caio Coppolla na cadeia será necessário colocar todos os 3 milhões de abaixo assinados. Quero ver quem vai ser o cabra macho!

Caio Coppolla diz que corre o risco de ser censurado, investigado e preso

Redação

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Reprodução | CNN Brasil

Bacharel em direito e comentarista político da CNN Brasil, Caio Coppolla voltou a dizer que ele pode ser censurado pelo Supremo Tribunal Federal, alvo de investigações da Polícia Federal e até mesmo preso arbitrariamente após criar, no dia 15 deste mês, um abaixo-assinado virtual para pressionar o presidente do Senado, Rodrigo Pacheco (DEM-MG), a pautar o impeachment do ministro Alexandre de Moraes, do STF.

O analista decidiu gravar um vídeo comentando uma matéria publicada pelo jornal Folha de S. Paulo, assinada pela jornalista Mônica Bergamo, em que juristas e advogados rebateram argumentos que foram apresentados por ele em críticas ao ministro Alexandre de Moraes.

“Eu tenho fundadas razões para acreditar que estou prestes a ser censurado pelo STF, investigado pela Polícia Federal e até preso arbitrariamente. Até o final do vídeo vocês vão entender porque estou correndo esses riscos”, disse.

“No dia 22 de março, a Folha de S. Paulo, que vive publicando informações falsas a meu respeito, quebrou o seu silêncio constrangedor e se manifestou sobre o abaixo-assinado pela análise do pedido impeachment contra o ministro Alexandre de Moraes. Para surpresa de ninguém, a Folha ficou do lado errado e publicou uma coluna difamatória contra mim, defendendo a coluna do ministro Alexandre de Moraes (…) Eis o título do texto, assinado por Mônica Bergamo: ‘Juristas e advogados defendem Alexandre de Moraes contra ‘ataques’ de Caio Coppolla, da CNN. Comentarista tem feito mobilização pelo impeachment do magistrado’”, questionou.

Para Caio, a Folha serve de “assessoria de imprensa de imprensa de advogados milionários e juristas militantes que são bajuladores do STF”.

“(…) É uma iniciativa legitima, republica e pacífica que engajou milhões de brasileiros. Mas a Folha de S. Paulo optou por não noticiar essa mobilização histórica em defesa da Constituição e da liberdade de expressão. Preferiu servir de assessoria de imprensa de advogados milionários e juristas militantes que são bajuladores do STF, onde os seus clientes mais poderosos são julgados. E, para fazer o serviço sujo, esses profissionais do direito utilizaram os serviços da jornalista Mônica Bergamo”, prosseguiu o comentarista.

Coppolla fez questão de confrontar as entidades que assinaram o documento, considerando que essas, segundo ele, servem de ‘peso artificial’ no debate público.

“Perceberam o perfil de quem me ataca gratuitamente? (…) Essa manifestação contra mim e contra o abaixo-assinado é nitidamente política. Não deveria ter nenhuma credibilidade jurídica (…) Por serem reputados como especialistas no direito, essas entidades ganham peso artificial no debate público, mesmo que os fatos narrados sejam flagrantemente falsos. (…) Percebam a quantidade de mentiras que a Folha de S. Paulo veiculou a meu respeito, usando como pretexto a publicação de manifestação militante. Se a senhora Mônica Bergamo tiver um pingo de decência jornalística (…) Ela vai me conceder direito de resposta (…) Eu faço aqui um apelo à sua ética profissional. Me conceda esse justo direito de resposta na sua coluna”, acrescentou.

Por fim, ele lamentou a seletividade no âmbito jurídico, frisando grupos de esquerda. Segundo ele, a Folha de S. Paulo tem gerado desinformação para resultar numa eventual ação de censura contra ele, além de uma possível prisão.

“Sabem quais os objetivos dessas entidades e da Folha de S. Paulo ao veicular esse tipo de desinformação? É criar um contexto jurídico e midiático para ensejar medidas judiciais de censura, de investigação e de prisão contra mim com base na Lei de Segurança Nacional (…) Preparei uma série de conteúdos que serão publicados por outros influenciadores, inclusive no exterior, caso eu seja preso injustamente e minhas contas nas redes sociais sejam bloqueados por uma ordem judicial censora (…) O mais triste é perceber que espírito democrático dos advogados e juristas da esquerda é muito seletivo. Eles só defendem os direitos de quem pensa como eles”, finalizou.

Fonte: Conexão Política

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OPINIÃO: COM INVESTIMENTOS DO GOVERNO FEDERAL, A FIOCRUZ VAI PRODUZIR 6 MILHÕES DE VACINAS POR SEMANA

Produção de 6 milhões de vacinas por semana pela Fiocruz desmente narrativa infame contra Bolsonaro

Fotomontagem ilustrativaFotomontagem ilustrativa

Boa parte da mídia preferiu ignorar a notícia veiculada nos últimos dias, dando conta de que, já a partir desta semana, a Fiocruz irá produzir 6 milhões de doses de vacinas por semana.

Sim, produção brasileira, graças ao investimento e a aposta acertada do Governo Federal.

Essa notícia desmente todas as narrativas criadas contra o presidente Jair Bolsonaro, demonstrando que elesempre teve preocupação com a questão da vacina contra a Covid-19 e trabalhou para que fosse viabilizada.

Assim, além das vacinas já negociadas pelo Governo Federal, teremos ainda no 1º semestre, em torno de 100 milhões de doses produzidas pela Fiocruz e, no geral, mais de 500 milhões de doses até o final do ano, o que garantirá a vacinação de toda a população brasileira.

Fonte: Jornal da Cidade Online

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OPINIÃO: UM CHORO DIFÍCIL DE SER ENTENDIDO POR QUEM NUNCA CHOROU

O choro não é livre… É o choro de fome, fraco, doído… (veja o vídeo)

Fotomontagem reprodução

O choro é imposto, obrigado, sofrido.

É choro de fome, fraco, doído.

O choro é de raiva, magoado, sentido.

Um choro difícil de ser entendido por quem nunca chorou.

Eu sou um cara “duro”. É difícil algo me abalar. Mas confesso que assisti esse vídeo com nó na garganta e me perguntando:

“Quais vidas querem salvar?”

Será que a vida que restará, após todos os desmandos destes projetos de tiranetes, vale a pena ser vivida?

O Brasil é um país cruel. Disso eu sempre tive certeza. É um país que castiga o trabalhador, o empreendedor; que só dá boa vida para corrupto e vagabundo. Mas o que está sendo feito, neste momento, é HEDIONDO!

Estamos falando de uma doença que, EM UM ANO, atingiu 5% da população, com uma letalidade de 2,4% dos diagnosticados. Se considerarmos os assintomáticos, que nem foram testados, o número é ainda menor. O “Lockdown” cria MILHÕES de desempregados e famintos em pouquíssimos dias.

Estamos há UM ANO nas mãos de canalhas, que tiveram BILHÕES para adequar o sistema de saúde e não o fizeram. Compraram respiradores superfaturados em loja de vinhos, renovaram a frota da prefeitura, montaram hospitais de campanha para desmontar logo em seguida. Tudo a serviço da narrativa e da corrupção.

São pessoas como esse senhor, que não vivem no fantástico mundo do Projaquistão, nem recebem os salários nababescos dos marajás do funcionalismo, que sofrem as consequências. É a base da pirâmide que suporta toda a carga.

Não resta um pingo de humanidade, somente covardia, em quem assiste a isso e não se revolta, não desperta, ainda aplaude as medidas totalitárias destes bostas de governadores.

O governante responsável por uma cena assim, pelo choro de um homem que a vida inteira trabalhou honestamente e agora depende de caridade para se alimentar, deveria ser extirpado irrevogavelmente da vida pública. Não pode ter espaço na política para quem faz com que isso aconteça.

“Quando os justos governam, alegra-se o povo; mas quando o ímpio domina, o povo geme.” (PROVÉRBIOS 29:2)

Fonte: Jornal da Cidade Online

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OPINIÃO: O CHORO É LIVRE DE MAJU PRECISA SER COMBATIDO COM VEEMÊNCIA

Caro(a) leitor(a),

É simplesmente incrível como as pisadas de bola da imprensa marrom não têm nem de longe a repercussão de um mero comentário que venha de uma personalidade de direita, como é o caso de Bolsonaro. “O choro é livre” da bela, porém cabeça oca da Maju, foi a maior piada de mau gosto dos últimos tempos, principalmente num momento delicadíssimo como o que estamos passando, onde as mortes por covid/dia quase triplicaram. É realmente totalmente e completamente desproporcional e até covarde o que essa imprensa faz. Precisamos reagir e fazer a nossa parte esclarecendo os fatos e desmascarando essas fake news e descontextualizações espalhadas por essa imprensa marrom. Vamos em frente espalhar a verdade! 

O choro é livre, Maju? A fome, o desemprego e a depressão também são!

Filipe Altamir

Publicado em

Filipe Altamir

Divulgação | Conexão Política

Em apoteose da insensibilidade e completamente desprovida de empatia, a apresentadora Maju Coutinho manda um “o choro é livre” diante das medidas radicais de isolamento após um enorme lapso temporal. O Brasil está sentindo os fortes efeitos da pandemia? Sim, mas existe uma grande janela de oportunidade para investir em mais leitos e aprimorar a estrutura hospitalar como medida preventiva. O choro parece ser livre, mas o cidadão de bem continua preso no desemprego; preso diante da fome e completamente desprovido de liberdade para colocar comida na despensa. Não resta mais liberdade individual para o cidadão brasileiro a não ser chorar e lamentar os impropérios provenientes da classe artística, do jornalismo militante e dos falsos profetas da falsa ciência.

Não posso evitar fazer aquele velho jogo imaginativo e hipotético em cima disso: e se fosse Bolsonaro proferindo um “o choro é livre” diante de um recorde de mortos por coronavírus anunciado diante dele? Isso provavelmente moveria toda a estrutura narrativa e militante cibernética, com elevação ostensiva de hashtags nas redes sociais, pronunciamentos e notas de repúdio, além de manchetes lacradoras e mais uma campanha por impeachment.

Não vai demorar muito também para a esquerda militante iniciar sua operação de passar pano invocando as cartas do baralho do vitimismo. Vão ignorar a insensibilidade da Maju e com certeza vão operar com a retórica de que ela está sofrendo ataques racistas e misóginos, pois é assim que a esquerda responde quando um dos seus cometem os erros. As maiores barbaridades dos seus bajuladores são atenuadas com uma retórica vitimista que adorna todo o sentimentalismo tóxico característico no modus operandi da militância e do virtuosismo retórico da esquerda.

A Maju vomitou um “o choro é livre” como se a medida de isolamento radical fosse a única resposta diante de um caos generalizado cujas proporções só alcançaram esse patamar graças à leniência difuso de governadores e prefeitos. Avisamos aqui que as eleições e o estranho silêncio catacumbal sobre o aumento de contaminações durante as carreatas, aglomerações durante as votações e comícios promoveriam. Essa janela silenciosa foi crucial para uma nova onda de contaminação que se alastrou pelo país inteiro, transmutando-se na sua forma mais agressiva e contagiosa. Enquanto isso os nossos ilustres governadores e prefeitos receberam aportes econômicos estrondosos do governo federal e em nada investiram.

lockdown defendido com tanto afinco pela Maju como uma medida ‘necessária e inevitável’ segue completamente desprovido de comprovação de eficácia, ao contrário do que ela tenta passar. A Argentina passou pelo mais longo e radical lockdown da história e continuou enfrentando picos e recordes de contaminação e óbitos por covid-19. Reino Unido, Itália, Bélgica e outros países também aplicaram o bloqueio total de atividades e são recordistas em contaminação e óbitos por milhão de habitantes.

Suécia, Taiwan, Japão, Coreia do Sul e até mesmo países africanos resolveram adotar um caminho mais sensato: encarar o vírus como um gigantesco problema de saúde pública sem sacrificar a economia. Os resultados são incomparavelmente melhores que os países mais desenvolvidos líderes em lockdown.

O vocabulário militante é bastante claro. Quando falam em ‘ciência’, eles querem dizer que vale apenas os cientistas preferidos, num esquema de cherry peacky, daqueles estudos e pesquisadores que estão mais alinhados à visão de mundo do intelectual ungido e da classe iluminada do “fique em casa”. No mundo pseudocientífico dessa turma, não existe confrontação de teses, falseabilidade e plena dissonância com inúmeros estudos sendo publicados. Só aqueles favoritos são escolhidos para embasar a visão de mundo encantada do isolamento radical.

Fonte: Conexão Política

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OPINIÃO: STF AUTORIZA CONTROLE ABSOLUTO DE GOVERNADORES E PREFEITOS PARA ADOTAREM MEDIDAS CONTRA COVID-19

Chegou a hora de decretar o Estado de Defesa

Foto Ilustrativa - Foto: Antonio Cruz/Agência BrasilFoto Ilustrativa – Foto: Antonio Cruz/Agência Brasil

Em meio a um quadro de pandemia mundial de proporção talvez inédita na história e a uma gravíssima crise econômica e social, mais uma vez o Supremo Tribunal Federal (STF) formou maioria nesta sexta para manter e autorizar o controle absoluto concedido a governadores e prefeitos para adotarem medidas de prevenção à Covid-19, como isolamento social e uso de máscaras.

Em outro julgamento, a Corte também validou a liminar do ministro Ricardo Lewandowski que impediu o governo Jair Bolsonaro de requisitar seringas e agulhas adquiridas pelo estado de São Paulo. Ambas as ações foram discutidas no plenário virtual.

Parece que, a cada dia, a cada decisão, está mais difícil conseguir uma trégua entre os Poderes e de se respeitar a independência entre eles.

Protestos contra as restrições de circulação e lockdown ocorreram em diversas cidades pelo país. A repressão continua ainda maior por parte das forças de segurança e perduram as ilegalidades constitucionais na aplicação de leis e estado de sítio sem embasamento constitucional.

Enquanto isso, a prioridade dos governadores e prefeitos parece ser criar confrontos diretos com o governo federal, sem assumir responsabilidade caso suas ações resultem em catástrofes. Não raro há, ainda, divergências entre governos estaduais e prefeituras.

Inclusive, já é notável o aumento do nível de agressividade dos manifestantes. Inúmeras pessoas se concentraram nos arredores das residências oficiais, nas prefeituras, nos palácios de governos.

Os policiais intervieram muitas vezes com violência e ameaçando multar os veículos em carreatas principalmente os caminhoneiros que se recusaram a sair. Com negócios, empregos e salários em risco, a população mostra estar farta de não se sentir protegida pelos seus governadores. É uma mistura social que reflete a bomba relógio que há muito está para explodir e que foi espoletada pela crise atual.

O Presidente garantiu que teria um plano para colocar em prática caso o STF garanta a ele autonomia para decidir pelos estados e municípios. Algo precisa ser feito e outros poderes não podem usurpar os poderes do executivo e deixar políticas públicas nefastas acabarem com a população, emprego e renda.

A Constituição não é cumprida por ativismo político, que por sua vez não visa o bem do Brasil.

Aras disse que o “agravamento da crise sanitária” poderia justificar declaração de “Estado de Defesa”, recurso que ampliaria poderes do presidente. Art. 136. O Presidente da República pode, ouvidos o Conselho da República e o Conselho de Defesa Nacional, decretar estado de defesa para preservar ou prontamente restabelecer, em locais restritos e determinados, a ordem pública ou a paz social ameaçadas por grave e iminente instabilidade institucional ou atingidas por calamidades de grandes proporções na natureza.

Chegou a hora de o governo central assumir essa situação de calamidade pública, fiscalizando toda a cadeia de produção, tanto do combate à pandemia como da matriz econômica, salvando vidas ceifadas pela incompetência dos seus governadores. Foram enviados bilhões de reais para os estados e a mesma conversa de março de 2020 se repete, além de tentarem tirar o direito de reclamar da população ou de apontar os culpados pelo caos que vivem.

É importante parar de creditar todos os ônus da pandemia e da economia ao governo Bolsonaro. Os incertos resultados da vacinação, do combate ao vírus e a derrocada econômica pelos estados começam a aparecer. Vimos que o proposto pelo STF não deu certo. É hora de declarar o Estado de Defesa e salvar esse país, antes que seja tarde demais.

Fonte:  Jornal da Cidade Online

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OPINIÃO: A DECISÃO DO MINISTRO FACHIN É UMA INDECÊNCIA JURÍDICA E PROCESSUAL

A indecência jurídica que busca, sem disfarce algum, tornar o meliante elegível para tumultuar o processo eleitoral

Fotomontagem: Créditos Marcelo Camargo/Agência BrasilFotomontagem: Créditos Marcelo Camargo/Agência Brasil

A decisão do ministro que deslocou a competência de todos os processos penais onde o ex-presidente foi condenado em três instâncias jurisdicionais por prática de crime de corrupção a penas que somadas ultrapassam 30 anos de cadeia é uma indecência jurídica e processual.

É indecente por ser tecnicamente insustentável e moralmente uma agressão ao Estado Democrático de Direito.

E como tal, deve ser tratada e enfrentada.

Vamos analisar algumas vertentes.

Primeiro, o que busca, sem disfarce algum, é tornar o meliante elegível para tumultuar o processo eleitoral e, por conseguinte, criar um ambiente de hostilidade republicana. Essa é a essência dos fatos. É disso que estamos tratando.

Segundo, traz em seu bojo uma imensa insegurança jurídica (no âmbito interno e na imagem externa do país), posto que desautoriza juízes monocráticos, desembargadores, ministros do STJ e do próprio supremo via de uma decisão monocrática exarada de forma atravessada em um recurso que não admite tecnicamente o que foi feito.

Em síntese, a decisão do ministro diz que o trabalho meticuloso de várias outras instâncias jurisdicionais não valeu absolutamente nada e que todos os magistrados nas várias instâncias onde os processos tramitaram, são asnos processuais por não terem observado uma nulidade que não existe.

Terceiro, na prática significa que o condenado está livre de qualquer sanção penal pela prática dos gravíssimos crimes que cometeu, pois muito dificilmente os processos deslocados para outro foro serão conhecidos, processados e julgados antes que aconteça o que se chama de prescrição penal.

Em resumo, o ministro isentou para todo e sempre o condenado, dando-lhe uma carta de alforria e um salvo conduto, validando no caso a odiosa máxima de que o “crime compensa”.

Quarto, a decisão é o enterro absoluto da operação Lava-Jato, na proporção em que praticamente todos os demais réus poderão requerer e obter os mesmos “benefícios” reconhecidos pelo ministro em favor do meliante.

É só uma questão de tempo para as absolvições acontecerem.

Quinto, a decisão de um ministro é a decisão de um ministro. Mas essa em especial precisa conhecer e enfrentar o clamor público e a reação contundente e civilizada das instituições – sobretudo do Poder Judiciário (ai compreendidos a Magistratura, o Ministério Público e a Advocacia) sob pena de uma total, absoluta e irreversível desmoralização do sistema judicial brasileiro brasileiro capaz de transformar nosso país numa verdadeira esbórnia.

Democraticamente, a nação precisa se posicionar, com urgência!

Não é possível, nem aceitável que ministros de uma Corte que está sob imenso, amplo, extenso e frequente desgaste, lance uma decisão capaz de aumentar o nível das instabilidades que já estão no seu patamar máximo.

Apesar do impacto contundente e da sensação de impotência, não é aceitável, nem se cogita que a população perca a esperança de construirmos um país onde se possa viver com decência!

Nós temos que enfrentar os sem vergonhas com altivez, coragem e pacificamente, para que as vergonhas não passem a ser nossas.

Brava gente brasileira, tenho a honra de alertá-los: a hora é de luta!

Fonte: Jornal da Cidade Online

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OPINIÃO: O MAL AVANÇA PRINCIPALMENTE PORQUE OS QUE PODIAM LUTAR ABANDONAM OCAMPO DEBATALHA OU SE VENDEM AO INIMIGO

O autor do artigo a seguir, aqui na coluna OPINIÃO desta segunda-feira é Murray N. Rothbard (1926-1995). Ele foi um decano da Escola Austríaca e o fundador do moderno libertarianismo. Também foi o vice-presidente acadêmico do Ludwig von Mises Institute e do Center for Libertarian Studies. O artigo que publico hoje, de sua autoria, nunca esteve tão atual, já que as forças do mal estão avançando com muita velocidade, não só no nosso pobre e débil país, mas também a nível mundial. Estamos vendo o politicamente correto avançar por todas as partes e isso está acontecendo justamente porque muitos que podiam lutar contra esse avança estão se retirando do campo de batalha ou se vendendo ao inimigo. Convido você a ler o artigo completo a seguir que analisa esse comportamento em detalhes. 

Sobre como resistir ao mal — há os que se vendem, e há os que se retiram da luta

Os últimos são ainda piores que os primeiros

Como pode alguém, encontrando-se cercado por uma crescente maré de transgressões, de desrespeito à liberdade mais básica, e de maldade, não lutar até suas últimas forças contra ela?

Há tempos estamos sendo submergidos por uma inundação de perversidades na forma de coletivismo, socialismo, igualitarismo, niilismo e autoritarismo.

Sempre foi muito óbvio para mim que temos uma imperiosa obrigação moral de lutar contra esses males – para o nosso próprio bem, para o de nossos entes queridos, de nossa prosperidade, de nossos amigos, de nossos vizinhos e de nosso país.

Sendo assim, sempre foi um mistério para mim por que as pessoas que enxergaram e identificaram estes males – e, consequentemente, foram convocadas a combatê-lo – abandonam esta luta, aos poucos ou de uma vez. Como pode alguém enxergar a verdade, entender seu premente dever, e, então, simplesmente desistir e até mesmo ir além e trair a causa e seus companheiros de luta?

E, no entanto, nos dois movimentos e em suas variantes aos quais já estive associado — libertário e conservador —, isto acontece o tempo todo.

Conservadorismo e libertarianismo, no fim, são movimentos “radicais”, ou seja, eles se opõem radical e fortemente a todas as tendências de estatismo e imoralidade. Logo, como pode alguém que se juntou a um movimento destes — seja como ideólogo, ativista ou financiador – simplesmente abandonar a luta?

Recentemente, perguntei a um perspicaz amigo por que um conhecido nosso abdicou da luta. Ele respondeu que “ele é o tipo de pessoa que deseja uma vida tranquila, que só quer se sentar à frente da TV e não quer ouvir falar de nenhum problema”. Ok, mas, neste caso, disse eu angustiado, “por que então estas pessoas se tornaram ‘radicais’? Por que elas orgulhosamente se proclamam ‘conservadores’ ou ‘libertários’?” Infelizmente não obtive nenhuma resposta.

E o fato é que, se você quer realmente mudar o estado das coisas — tanto moral quanto economicamente —, esqueça qualquer tipo de vida tranquila ou sossegada. Não vai acontecer.

Em algumas ocasiões, as pessoas desistem da luta porque, dizem elas, trata-se de uma causa perdida. Perdemos, elas dizem. A derrota é inevitável. O grande economista Joseph Schumpeter escreveu em 1942 que o socialismo é inevitável, e que o capitalismo está condenado não por suas falhas, mas pelo seus próprios êxitos, os quais deram origem a um grupo de intelectuais invejosos e malignos que iria subverter e destruir o capitalismo por dentro. Os críticos acusaram Schumpeter de pregar o derrotismo aos defensores do capitalismo. Schumpeter respondeu que, se alguém disser que um barco está inevitavelmente afundando, seria isto a mesma coisa de dizer: “não faça o melhor que pode para salvar o barco”?

Da mesma maneira, assuma por um minuto que a luta contra os malefícios estatais seja uma causa perdida: por que isto implica abandonar a batalha?

Em primeiro lugar, por pior que as coisas estejam, lutar significa que o inevitável pode ao menos ser adiado. Por que isto não valeria a pena? Não é melhor perder daqui a trinta anos do que perder agora?

Em segundo lugar, na pior das hipóteses, é muito divertido provocar e irritar o inimigo; deixar o monstro incomodado. Por si só, isto já vale a pena.

Não se deve pensar no processo de luta contra o inimigo como um tormento sério e melancólico. Ao contrário: é altamente inspirador e revigorante ir à guerra contra um oceano de problemas em vez de simplesmente se render passivamente. E, ao oferecer essa oposição, há a chance de alguns ganhos; no mínimo, haverá alguma resistência e não se estará entregando ao inimigo a vitória gratuitamente.

E, por fim, ora!, se você de fato luta contra o inimigo, você pode sim vencê-lo! Pense nos bravos que lutaram contra o comunismo na Polônia e na União Soviética e que nunca desistiram, que enfrentaram adversidades aparentemente impossíveis de serem superadas. Ninguém acreditava neles; todas as chances estavam contra eles. E então, do nada, bingo!, um dia o comunismo sucumbiu.

Com certeza as chances de vencer são bem maiores se você lutar do que se você simplesmente desistir.

Os que se corrompem e os que abandonam

Nos movimentos conservador e libertário foram duas as principais formas de desistência, de abandono da causa.

A forma mais comum e mais patentemente óbvia é aquela com a qual todos nós estamos bem familiarizados: vender-se.

O jovem libertário ou conservador entra no governo – ou no Executivo, ou no Congresso, ou em um cargo administrativo – ansioso e pronto para a batalha de reduzir o estado em prol de sua estimada causa radical. E então alguma coisa acontece: às vezes, gradualmente; outras, com uma impressionante rapidez. Esse jovem começa a frequentar alguns coquetéis frequentados pelo alto escalão, descobre que o inimigo parece ser muito agradável, começa a se envolver com a marginália, começa a fazer concessões e, sem perceber, já está dando extrema importância a alguma comissão ordinária, ou a algum insignificante corte de imposto ou emenda. E, com o tempo, ele se mostra disposto a abandonar totalmente a batalha em troca deum pomposo cargo no governo ou de um bom contrato no setor privado ganho em decorrência de suas conexões políticas.

E, à medida que esse processo de corrompimento continua, ele descobre que a coisa que mais o incomoda não é o inimigo estatista, mas sim os seus antigos aliados que se transformaram em meros “resmungões e criadores de caso”, que não param de fazer cobranças, vivem fazendo sermões sobre princípios e até mesmo o atacam por ter traído a causa.

E, assim, rapidamente, esse jovem e O Inimigo se tornam indistinguíveis.

Todos nós conhecemos bem este roteiro de corrompimento, e é fácil e correto ficar indignado com esta traição moral a uma causa que é justa — a batalha contra o mal — e aos seus antes estimados camaradas.

Mas existe outra forma de abandono que não é tão evidente e é ainda mais insidiosa – e não me refiro à simples perda de forças e entusiasmo. Nesta forma, que tem ocorrido bastante no movimento libertário e também em setores do conservadorismo, o militante simplesmente decide que a causa é perdida e, então, desiste de tudo, abandonando resolutamente este mundo corrupto e imoral, refugiando-se em alguma comunidade pura e nobre formado exclusivamente por semelhantes. Para os randianos, este seria o “Vale de Galt”, do romance de Ayn Rand A Revolta de Atlas.

Outros libertários seguem tentando formar alguma comunidade underground, com o intuito de “capturar” uma pequena cidade, ou de ficar “underground” em um floresta ou em plataformas marítimas, ou até mesmo construir um novo país libertário em uma ilha, nas montanhas ou onde quer que seja.

Já os conservadores têm seu próprio jeito de isolamento e retirada. Em cada caso, surge o apelo de abandonar o mundo perverso, e de formar uma pequena comunidade alternativa em algum refúgio isolado.

Muito tempo atrás, rotulei este posicionamento de “isolacionismo”. Poderiam chamar esta estratégia de “neo-Amish”, exceto pelo fato de que os Amish são fazendeiros produtivos, e recuo que estes grupos jamais chegariam a este estágio.

A justificativa para este isolacionismo sempre vem acompanhado de uma Moral Superior, e também de termos pseudo-psicológicos. Estes “puristas”, por exemplo, dizem que eles – ao contrário de nós, combatentes incautos – estão “vivendo a liberdade”, que eles estão enfatizando “o positivo” em vez do “negativo”, que estão “vivenciando a liberdade” e vivendo uma “vida libertária pura”, enquanto que nós, pobres almas, ainda estamos vivendo no corrupto e apodrecido mundo real.

Há anos tenho respondido para estes grupos de isolacionistas que o mundo real, no fim das contas, é bom; que nós libertários podemos ser anti-estado, mas que não somos categoricamente anti-sociedade ou contrários ao mundo real, por mais contaminado que ele possa estar. Propomos continuar a luta para salvar valores, princípios e pessoas que estimamos, mesmo que o campo de batalha fique lamacento. Igualmente, eu citaria o grande libertário Randolph Bourne, que proclamou que nós somos patriotas, não no sentido de patriotas adeptos ao estado, mas ao país, à nação, a nossas gloriosas tradições e cultura que estão sob vil ataque (de políticos, de progressistas, de parasitas, de desarmamentistas e de demais tipos de degenerados autoritários).

Nossa atitude deveria ser, nas famosas palavras de Dos Passos (apesar de ele tê-las dito como um marxista), “tudo bem, somos duas nações”. Sim, nosso país, como existe hoje, são duas nações; uma é a nação deles, a nação do inimigo corrupto, de seu sistema de educação pública de lavagem cerebral deles, de toda a sua burocracia estatal, de sua grande mídia, e de todo o seu autoritarismo; e a outra é a nossa nação, muito maior, formada pela maioria; uma nação muito mais nobre que representa o antigo e mais verdadeiro país. Nós somos a nação que irá vencer, que irá retomar o país, não importa quanto tempo isto leve. É na verdade um grave pecado abandonar esta nação necessitada de vitórias.

Mas estaríamos então enfatizando “o negativo”? Em certo sentido, sim; mas o que mais deveríamos destacar quando nossos valores, nossos princípios, nossos próprios seres estão sob ataque de um adversário insaciável?

Porém, primeiro temos que entender que no próprio ato de acentuar o negativo também estamos enfatizando o positivo. Por que lutamos contra – e, sim, até mesmo odiamos – o mal? Somente porque amamos o bem, e nossa ênfase no “negativo” é apenas o outro lado da moeda, a consequência lógica de nossa devoção ao bem, aos princípios e valores positivos que prezamos. Não há razão para não podermos enfatizar e espalhar nossos valores positivos ao mesmo tempo em que lutamos contra nossos inimigos. Na realidade, os dois andam juntos.

No fim, há uma diferença crucial entre os dois

O que é realmente fascinante e crucial é que estes dois caminhos – mesmo que pareçam ser diametralmente opostos – acabam inexoravelmente no mesmo lugar.

Os corrompidos abandonam a causa e traem seus camaradas por dinheiro e status; os isolacionistas, compreensivelmente abominando os vendidos, concluem que o mundo real é impuro e se retiram dele.

Em ambos os casos, seja em nome do “pragmatismo” ou em nome da “pureza”, a causa, a luta contra o mal no mundo real, é abandonada.

No entanto, há claramente uma grande diferença moral nos dois caminhos.

O vendido é moralmente mal; já o isolacionista, por sua vez, é – dizendo com educação – extremamente equivocado. É perda de tempo tentar convencer um corrompido; não vale a pena tentar dialogar com eles. Já os isolacionistas têm que entender que lutar contra o mal não significa trair a causa, longe disso. E abandonar o mundo real não ajuda em nada a luta pela liberdade.

O isolacionista, em sua atitude, se torna indiferente ao poder e à opressão, gosta de relaxar e mostrar que não liga para o autoritarismo à sua volta se a sua “alma interior está livre”.

Sim, claro, é bom ter liberdade para nossa alma interior. Sou bem familiarizado com os velhos clichês sobre como a mente é livre e como o prisioneiro também é livre no fundo de seu coração.

Porém, podem me chamar de vil materialista, mas acredito, e creio que todos os libertários e conservadores também acreditam sinceramente, que o homem merece mais do que isso, que nós não temos que nos contentar com a liberdade interior do prisioneiro em uma cela, que devemos entonar o bom e velho coro de “Liberdade e Propriedade”, que devemos exigir liberdade em nosso mundo real externo de dimensão e espaço. Eu acredito que é disso que se trata a luta. E que sempre foi disso que se tratou.

Coloquemos dessa forma: não temos que deixar nossas vidas, nossas propriedades, nosso país, o mundo real, para os bárbaros. Nunca. Vamos agir no espírito daquele magnífico poema que James Russel Lowell criou para a bela melodia Welsh:

Uma vez para cada homem e nação chega o momento de decidir/na contenda entre a verdade e a falsidade, se para o lado do bem ou do mal deve ir.

Alguma grande causa, o novo Messias de Deus, oferecendo a cada um o flagelo ou o florir.

E a escolha vale para a eternidade entre aquela escuridão e a luz que há de vir.

Embora a causa do mal prospere, ainda é a verdade sozinha forte; embora sua parcela seja o cadafalso, e ainda que aquele cadafalso distorça o futuro, por trás do sombrio desconhecido, Deus se ergue firme em meio às sombras mantendo os olhos sobre os Seus filhos.

autor
Murray N. Rothbard
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OPINIÃO: ROBERTO JEFFERSON IMPETROU PEDIDO DE IMPEACHMENT CONTRA O MINISTRO ALEXANDRE DE MORAES

Jefferson, o pedido de impeachment contra Moraes e as duas situações colocadas na mesa

 

Foto: Valter Campanato/Agência BrasilFoto: Valter Campanato/Agência Brasil

Mal se ajeitou na cadeira da presidência, Rodrigo Pacheco, recebeu o pedido de impeachment contra o ministro Alexandre de Moraes.

Adivinha quem impetrou?

Claro, tinha que ser Roberto Jefferson.

Outros pedidos foram impetrados depois, mas o dele foi primeiro.

Ao pedir o impeachment Moraes, duas situações foram colocadas na mesa: testou o novo presidente e apertou os ministros do Supremo.

Testou a disposição do novo presidente em atender o povo, pois é inegável o anseio popular contra os desmandos dos ministros do Supremo.

Ainda mais que, foi a ala conservadora que apoiou Rodrigo Pacheco por causa de Bolsonaro. E, a segunda intenção é de fato colocar os ministros nos seus devidos lugares.

Não é de hoje que funciona assim, Jefferson, age como que instintivamente, sem esperar o argumento do adversário. Inteligente e com os pés fincados ao chão não teme represálias. Sabe o que faz.

Assim que percebeu a lerdeza do Senado em receber o pedido de Impeachment contra Alexandre, Jefferson denunciou todos os ministros na Comissão Interamericana de Direitos Humanos, na OEA.

Numa tacada só, demonstrou certa chateação com a omissão do Senado, de quebra, defendeu Daniel Silveira e desnudou para o mundo o quanto o judiciário brasileiro não está bem.

Logo após ir ao Senado, depois a OEA, Jefferson, com a Constituição em punho, apresentou uma ADPF contra a lei de segurança nacional usada por Moraes em relação a prisão do deputado Daniel Silveira, Oswaldo Eustáquio, Sara Winter, entre outros.

Não para por aí: ao perceber que a prisão de Daniel Silveira fora inconstitucional, Jefferson lhe estendeu as mãos. Mal o PSL tinha fechado a boca dizendo que iria expulsá-lo, Jeferson se prontificou em acolher o deputado.

Jefferson nem titubeia, se move como se tivesse nascido para isso.

Com instinto aguçado demonstra habilidade política como poucos e não desiste quando entende que está fazendo o certo.

Jefferson, já colocou no chão poderosos e mesmo após anos mantém-se firme como se tivesse nascido para uma missão que não está disposto morrer sem cumprir.

A própria vida de Jefferson serve como motivação para quem o segue encaixando num ditado judaico: se você não fizer algo pelo mundo, deveria ter vergonha de morrer.

 

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OPINIÃO: ESTOU SEMPRE PRONTO PARA SERVIR A PÁTRIA, RESPONDEU GENERAL APÓS CONVITE PARA PRESIDIR A PETROBRÁS

 

Foto: Marcelo Camargo/Agência BrasilFoto: Marcelo Camargo/Agência Brasil

“Estou sempre pronto a servir a Pátria!”, respondeu sem vacilar o general Joaquim Silva e Luna à pergunta: “Pronto para nova missão?”

Era um telefonema de Bolsonaro a Silva e Luna, chamando o general que pôs ordem na Itaipu para, agora, presidir a Petrobras.

A história é interessante. Ao organizar seu governo, Bolsonaro convidou Silva e Luna para ser o diretor-geral brasileiro da Itaipu Binacional, convite que o general pernambucano aceitou sem se fazer de rogado.

E, assumindo o cargo, logo determinou a mudança da sede administrativa da empresa para Foz do Iguaçu, local onde a usina tem suas instalações.

Até então, a sede estava em Curitiba (a uns 640 km de distância), num imóvel de luxo cujo aluguel custava R$ 208 mil mensais.

Além disso, dispensando o conforto de Curitiba, ele fixou sua residência em Foz do Iguaçu, decisão inédita que o tornou o primeiro diretor-geral brasileiro a morar na localidade em que a usina funciona.

De caráter óbvio, tais medidas produziram uma redução de gastos com diárias e passagens aéreas para o deslocamento entre Curitiba e Foz.

Os dados não são atuais, mas revelam como era antes. Um relatório de controle interno registrou que, no ano de 2014, os gastos com diárias e passagens para funcionários e gestores chegaram a R$ 8,8 milhões.

Em suma, ele mandou diretores para o local de trabalho, cortou luxos (inclusive carros oficiais) e acabou com “patrocínios” distribuídos sem critério, obtendo, em apenas dois anos, uma economia de R$2,5 bilhões: uma gestão marcada pela austeridade e pela otimização dos recursos.

E agora ele é chamado a uma “nova missão”: dar um jeito na Petrobras.

Segundo os jornalões, Bolsonaro andava furibundo (normal!) com Roberto Castelo Branco, então presidente da Petrobras.

Porque houve quatro aumentos de preços da gasolina em apenas dois meses, somando 27%, muito acima da inflação do período; e porque, durante a pandemia, Castelo Branco ficou em casa, trabalhando em “home office”.

Para mais, quando os caminhoneiros ameaçaram entrar em greve contra os constantes aumentos de preços do diesel, Castelo Branco esquivou-se dizendo que o problema não era da Petrobras.

Mas Cláudio Humberto, no Diário do Poder, tem afirmado que os preços escorchantes dos combustíveis têm a ver com o custo da Petrobras, isto é, com sua política de salários e vantagens para funcionários.

Conforme levantamento do Diário do Poder, “Os brasileiros pagam, sem saber, truques que multiplicam salários dos 52 mil funcionários da Petrobras. Os salários [dos mais favorecidos, sem contabilizar o dos executivos] chegam a R$107 mil mensais, sem contar os penduricalhos”.

O levantamento vai além, radiografando a estatal: “Na Petrobrás, os valores somados de ‘auxílios’ (babá, creche, cuidador, alimentação, refeição etc.) acrescentam quase R$3 mil aos salários.”

“Um dos mais caros privilégios do pessoal da Petrobras, a ‘assistência à saúde’, soma mais de R$2,3 bilhões por ano bancados pelo brasileiro.”

E quando está mal, por má gestão ou vítima de roubo como na “era PT”, a Petrobras recorre ao Tesouro Nacional para cobrir prejuízos.

É preciso saber onde está o nó.

A Constituição Federal, no art. 177, garante para a União (leia-se “para a Petrobras”) o monopólio na lavra e refinação do petróleo e importação ou exportação de derivados – uma blindagem contra a concorrência.

Como resultado, além do excesso de impostos a encarecer o combustível na bomba, o consumidor paga por uma Petrobras imunizada contra a livre concorrência e quase privativa de seus empregados.

Será que o general Silva e Luna consegue meter a mão nesse vespeiro? É a missão a que está sendo chamado.

Se conseguir realizar parte do que fez na Itaipu Binacional, haverá de consagrar-se como um dos maiores presidentes da Petrobras.

 

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OPINIÃO: O VÍRUS INVISÍVEL TORNOU VISÍVEL NOSSA FALTA DE HUMANIDADE

Foto: Leopoldo Silva/Agência SenadoFoto: Leopoldo Silva/Agência Senado

Publicado ontem nesse jornal o artigo: “a doença é coletiva… o vírus invisível tornou visível a nossa falta de humanidade”, solicitei aos leitores que quisessem contribuir apontando caminhos de como melhorar a nossa humanidade, independente dos governos. Nós, como povo, o que podemos fazer?

Eis algumas respostas:

“Sim, a doença é coletiva e com tudo que vemos, em termos de corrupção, mentiras e promiscuidade, isso em todas as áreas que deveriam dar bom exemplo (políticos, universidades, religiões, mídia, artistas etc.), estamos vivenciando a ‘Sodoma e Gomorra’ do século 21. Parece-me que a cura é um asteroide de enxofre sobre o planeta para destruir tudo. E olha que não sou religiosa e nem catastrófica, acreditem.”

“Texto perfeito! Pra quem pensa que a autora estava usando ironia, sinto muito, não é!!! É a verdade nua e crua…Todos somos culpados, uns mais do que outros!”

“Podemos começar assumindo que esse vírus chinês não é tão letal como querem fazer crer. Se fosse teríamos um número muito maior de vítimas fatais, e não teríamos um número tão grande de curados nem, tampouco, pacientes assintomáticos. Podemos continuar lembrando de outras pandemias anteriores, onde, ao invés de aterrorizar e desinformar a população, foram tomadas as medidas apropriadas como isolar os doentes, preservando os sãos, e buscando tratamentos precoces. Também seria uma boa medida abandonar o pânico e não colaborar com os ditadores que querem vizinhos denunciando vizinhos, que ficam buscando motivos políticos para usar o medo de morrer, incutido e amplificado nas mentes mais suscetíveis, para atingir seus objetivos de poder. Também seria ótimo abandonar a ilusão de que vacinas experimentais irão encerrar essa crise, e não ficar acusando o próximo de negacionista porque não concorda em ser cobaia. São algumas sugestões.”

“Observem que o texto tem o viés analítico do comportamento humano frente ao caos, pois independente de culpa do vírus ‘Ching Ling’, a história mostra que a solidariedade e união do ser humano são cruciais para vencer qualquer crise humanitária, porém a politização e o uso inescrupuloso da Pandemia pelos algozes do povo, tem feito o fator humanidade desaparecer! É possível ser humano, ser solidário e denunciar os ferrenhos corruptos do poder! Uma coisa não anula a outra…”

“Todo poder emana do povo, mas precisa haver União de pensamento em saber enxergar a realidade e manifestações pacíficas. O dia que conseguirmos alcançar esse patamar as coisas vão mudar. A mudança tem que partir da mente e do coração do povo. Vamos esperar por um milagre E acreditem: Eles acontecem!”

Traduzido nas palavras dos leitores, concordo com todos os pensamentos aqui colocados. Entretanto, alguns talvez não tenham entendido o que quero dizer com falta de humanidade. Motivo pelo qual faço as minhas considerações pontuais.

Em tempos de caos e crise, é comum que se busque algum culpado. Mas, é loucura culpar um único homem, acusar de genocida e ser responsabilizado pelas milhares de mortes.

A pandemia foi politizada e historicamente ilustrada pelo pensamento do líder de oposição que exaltou a natureza por ter criado o coronavírus e assim dar uma força para derrubar o presidente.

O projeto de “tomar o poder” ganhou força e já conta com alianças nunca imaginadas. São mais de quatro anos de desgaste e polarização.

Desde a campanha das eleições presidenciais, a população enveredou-se na selva das mídias sociais e passou a usar as palavras como armas para ferir uns aos outros. Desde então nos categorizamos como sendo de direita ou de esquerda. Hoje sem exagero, a sua orientação política conta mais do que a sua orientação sexual e quase sempre com critérios discriminatórios.

A política na filosofia, “é a ciência que tem por objetivo a felicidade humana e divide-se em ética (que se preocupa com a felicidade individual do homem na pólis) e na política propriamente dita (que se preocupa com a felicidade coletiva da pólis).”

Apontei no meu artigo anterior, que maior doença do momento está no campo da ética individual e coletiva. A crise é VERTICAL, vem de cima, não há harmonia entre os poderes. O poder executivo, eleito pelo povo, sofre diuturnamente com os ataques vindos de parte do Legislativo e do Judiciário. E este, conta com as redes de televisão e mídias esquerdistas, para criar uma narrativa de que estão do lado do bem e da democracia. A direita que ocupa o poder legítimo é humilhada e escorraçada todos os dias. A prisão de apoiadores do presidente virou prática comum. O inquérito das fakes News é a maior das aberrações.

A forma como a população vem sendo tratada por ordens de prefeitos e governadores, é de um autoritarismo Hitleriano. Ontem foi um vendedor ambulante que foi preso com sopapos e violência; hoje um homem foi espancado por estar na rua após o toque de recolher. Sabem o que é mais assustador? Eles descobrem, não sei como, que o “infrator” é de direita. Há uma tese em curso, que é preciso “educar” com severidade os apoiadores do presidente.

Como veem, não dá para separar a política da pandemia…

Diante do exposto, fica evidente que a desinformação, a insegurança e o medo têm provocado negacionismo de alguns indivíduos, que não acreditam em tratamento preventivo e no precoce, e muitos morrem à míngua. E há as pessoas que rejeitam o uso de máscara, e se recusam a obedecer aos tiranos que nos querem reféns. Mas, a doença é real. Tem gente morrendo próximo a nós. Podemos fazer um esforço em aceitar os protocolos. Não como uma obediência cega. Trata-se da obediência que vem do entendimento de que ao nosso redor, tem gente “morrendo” de medo, que fica mais segura quando você coloca a máscara de proteção. Por respeito, por cuidado, por caridade, por amor ao próximo, devemos acatar as regras de higiene e convivência. Assim, damos uma utilidade nobre para esse acessório.

Quando digo que o Brasil fracassa no quesito humanidade, quero dizer que não é mais possível suportar as incertezas de mais um ano de pandemia, sem clamar por um pouco de paz nas redes.

A direita vem recebendo censura nas redes sociais, e ganhando rótulos diversos. Contudo, sabemos que o verdadeiro motivo é restringir o alcance dos conservadores nas mídias diversas. Afinal, o nosso presidente foi eleito por essa via. E 2022 está chegando.

Mais um motivo para os apoiadores do presidente colaborarem em relação à pandemia. Ele será julgado pelo voto. E tem crescido o número de pessoas (inclusive de direita), que não aprovam a forma como ele trata a pandemia. Apesar de ter direcionado bilhões para esse fim. Não estão interessados nos desvios do dinheiro e nem em punir os verdadeiros genocidas. Nunca o motivo foi salvar vidas.

Estamos vivendo um momento de muito desgaste nas relações humanas. O nível de desesperança e a sensação de impotência é o sentimento predominante. A saúde mental foi abalada desde o inicio da pandemia. Mas, agora está posta como quarta onda, o que deve significar que devamos dar atenção ao aumento preocupante dos transtornos psicológicos e psiquiátricos. Ninguém está imune, pois, essa é a primeira vez que profissionais da saúde e pacientes passam pela experiência de compartilhar os mesmos medos e ansiedades. O transtorno do estresse pós traumático, a depressão, síndrome do pânico e outros. Nunca como agora precisamos tanto uns dos outros. A falta intimidade física e psicológica, aliada a falta de perspectiva de futuro traz consequências devastadora para a vida das pessoas, em especial, as crianças e jovens. A pessoa humana tem instintos gregário, ou seja, tem necessidade de estarem umas com as outras, de

fazer laços afetivos, e dessa ligação nasce o amor e a solidariedade.

“A humanidade não se divide em heróis e tiranos. As suas paixões, boas e más, foram-lhe dadas pela sociedade, não pela natureza.” Charles Chaplin, (1923).

Que tal testar positivo para humanidade?

Fonte: Jornal da Cidade Online

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OPINIÃO: A ESQUERDA PODE TUDO, JUSTIFICA TUDO E FICA POR ISSO MESMO?

Caro(a) leitor(a),

É muito interessante como a esquerdopatia tem justificativa para tudo que passa pelo miolo mole dessa gente e o pior é que conseguem convencer as autoridades que avaliam e filtram o que pode e o que não pode ser livremente veiculado nas mídias em geral. Essa trupe consegue emplacar coisas como “Precisamos Matar o Presidente”, uma peça teatral que pretende incentivar o assassinato do presidente Bolsonaro. É algo surreal e bizarro. Não a ideia, não a vontade, mas a possibilidade de isso ser liberado livremente. A ideia, avontade e o pensamento existe em qualquer lugar do mundo. O que assusta e é de arrepiar é justamente essa possibilidade já citada. É incrível, mas é iminentemente real!

Grupo brasileiro vai estrear peça teatral ‘Precisamos Matar o Presidente’

Redação

Publicado em 26.02.2021

Por  

 

Reprodução

O grupo carioca Blabonga Cia Teatral, segundo o portal Diário do Rio, vai lançar a peça teatral “Precisamos matar o presidente”, do diretor e ator Davi Porto.

De acordo com o site, os organizadores do evento visam expandir um modelo de encenação virtual para apresentar ao público, a partir do dia 06 de março.

O conteúdo será transmitido online através da plataforma Doity.

Dessa vez, sob pretexto de manifestação artística e cultural, o grupo mira no atual governo, sob comando do presidente Jair Bolsonaro.

O espetáculo assim como qualquer outra arte nasce de uma necessidade. Seja ela financeira, romântica ou existencial. A pandemia acabou unindo todas essas necessidades que juntas ultrapassaram toda a relutância que existia de levar o teatro para o mundo virtual. Somada a necessidade surgiu o descaso do governo atual, que ainda transformou cada artista em inimigo do estado”, disse o diretor da obra, Davi Porto, ao Diário do Rio.

E acrescentou:

Eu acredito que na vida política tem muito aquela coisa de você repudiar as pessoas, de você discordar das pessoas. Isto é uma ordem natural, mas de repente tudo que restou foi o ódio. Entender esse ódio, esse sentimento e a relação com a vida dos artistas foi algo que me cativou. A ideia não é matar o presidente. A ideia não é matar ninguém. A ideia é transformar essa força, esse ódio, esse sentimento motriz em algo como o teatro.”

Reação

O secretário nacional de Fomento à Cultura do governo federal, André Porciúncula, usou as redes sociais para repudiar a peça teatral. Segundo ele, esse tipo de conteúdo tem sido promovido por ausência de dinheiro público, que em gestões anteriores eram disponibilizadas sem tanto rigor fiscal.

“Eis o tipo de ‘peça’ que uma elite militante doentia (agora desesperada com a perda do dinheiro público) promoveu na cultura nas últimas décadas. O resgate cultural será lento e trabalhoso, mas devolveremos a cultura a sanidade dos valores do homem comum”, declarou.

Lei de Segurança Nacional 

A exposição da peça teatral ‘Precisamos Matar o Presidente’ deve reacender um debate ainda mais aprofundado sobre Lei de Segurança Nacional (LSN).

Recentemente, o ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), usou como base a LSN para ordenar a prisão de Daniel Silveira, deputado federal, detido no dia 16 deste mês após publicar um vídeo em que tece críticas e xingamentos aos integrantes da Corte. No conteúdo divulgado em suas redes sociais, o parlamentar disse que os onze ministros do Supremo deveriam ser destituídos do cargo.

Um dos artigos citados da lei, citado por Moraes, foi o 18, que classifica como crime o ato de “tentar impedir, com emprego de violência ou grave ameaça, o livre exercício de qualquer dos Poderes da União ou dos estados”.

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OPINIÃO: O MAL- CARATISMO DOS POLÍTICOS É ASSUSTADORAMENTE PREVISÍVEL

O toque de recolher, a voz de prisão e a violação de cláusulas pétreas da Constituição Federal

Foto: Elói Corrêa/GOVBA

Há poucos dias eu escrevi que o retorno às aulas seria um ótimo pretexto para decretarem um novo lockdown. A intenção era muito clara e as narrativas que surgiam na imprensa não deixavam dúvidas. O mau-caratismo dos políticos brasileiros é assustadoramente previsível.

Começou! Nem precisou esperar muito tempo. Nem deram tempo, aliás, de voltarem às aulas efetivamente. Conseguiram culpar o “colapso do sistema de saúde”, que já deveria estar adequado à pandemia HÁ UM ANO. Cidades do interior de São Paulo puxaram a fila; a capital, que desativou um hospital de campanha inteiro por falta de pacientes, anunciou novas medidas a partir de quinta-feira e nos outros estados já existem cidades emitindo decretos.

As “regras” estabelecidas pelos prefeitos, inclusive já distribuídas em boletins internos da Policia Militar, deixariam Kim Jong Un morrendo de inveja.

Estamos falando de “Toque de Recolher”, desde o início da noite, 19:00 ou 20:00, dependendo da cidade, até o amanhecer do dia seguinte; proibição de vendas de bebidas alcoólicas, serviços de delivery e até abastecimento de veículos particulares; além de presença de guarnições nas ruas com ordens de PRENDER os cidadãos que descumprirem as determinações, permitindo a circulação apenas de trabalhadores de “setores essenciais” ou cidadãos em emergência.

Sim! A ordem das autoridades é para dar VOZ DE PRISÃO para quem for abordado sem uma receita médica, cupom fiscal de medicamento ou atestado de atendimento em unidade de saúde.

É bizarro. Vivemos em um país que considera um “tabu” falar sobre o AI-5, que prende manifestantes que “atentam contra as instituições”, mas que cidadãos podem ser algemados por saírem nas ruas, em praças ou praias; que prefeitos, como aval do STF, violam cláusulas pétreas da Constituição Federal e decretam medidas que fariam Costa e Silva parecer um liberal.

Bolsonaro, que tanto foi acusado de pretender instalar uma “ditadura”, é o ÚNICO político do país que ainda levanta a voz para defender a liberdade do povo. Um povo apavorado, acovardado e desarmado, que está aceitando bovinamente tornar-se prisioneiro.

Não adianta reclamar. Ou daremos uma resposta DEFINITIVA, mostrando que atingimos o limite da tolerância, ou esses filhos das putas não vão parar até que o último pequeno negócio brasileiro tenha fechado as portas e o povo não tenha mais qualquer resquício de liberdade.

Já faz um ano que estão usando politicamente a pandemia. Já faz um ano que, como ovelhas, aceitamos todos os desmandos de prefeitos e governadores. ELES QUEREM O CAOS. Isso já ficou mais do que claro, para qualquer um com o mínimo de capacidade de raciocínio. Querem um país quebrado e um povo dependente. Querem o fracasso do Governo Federal e a criação de um cenário onde o assistencialismo canhoto seja um argumento eleitoral decisivo. Cabe a nós permitirmos ou não que eles consigam.

 

“Estou firmemente convencido que só se perde a liberdade por culpa da própria fraqueza.” (GANDHI)

Fonte: Jornal da Cidade Online

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OPINIÃO: ESPELHANDO-SE NOS EXEMPLOS DO STF E SE ACHANDO AUTORIDADE ABSOLUTA, JUIZ FEDERAL DEU 72 HORAS PARA O PRESIDENTE EXPLICAR TROCA DE COMANDO DA PETROBRÁS

Todas as respostas para o juiz de 1ª instância que quer explicações do presidente sobre a troca no comando da Petrobras

O Juiz Federal André Prado de Vasconcelos, da 7ª Vara Federal de Minas Gerais, espelhando-se nos exemplos do STF e achando-se autoridade absoluta, deu um prazo de 72 horas para a maior autoridade do país, o Presidente da República, “explicar” por que é que trocou o comando da Petrobrás.

Não sou porta-voz do Presidente, mas ele não precisa explicar nada. Deixa que eu explico.

Primeiro, senhor Juiz, porque ele quis e ninguém tem nada a ver com isso, muito menos o senhor. Se está faltando trabalho na vara federal em que o senhor trabalha, a ponto de sobrar tempo para pedir que uma autoridade do Executivo “se explique”, então precisamos rever o seu salário.

Segundo, senhor Juiz, ele o fez porque essa é uma atribuição exclusiva do Presidente da República, e que, por estar escrito na Constituição Federal (o senhor conhece? É um livrinho! Eu recomendo a leitura!) ele não precisa dar explicações a ninguém, muito menos a um Juiz de primeira instância.

Terceiro, senhor, juiz, não há ato ilícito algum para ser questionado, arguido, explicado ou interrogado. A preocupação deveria ser com os que roubam o país e não com aqueles que querem impedir o roubo, o senhor não acha?

Quarto, se cada Juiz do Brasil resolver “questionar” os atos executivos do Presidente da República, e o Presidente perder seu tempo tendo que “se explicar”, o país vai se tornar ingovernável. Tá certo que a justiça é lenta, não anda, juiz tem férias duas vezes por ano, muitos acumulam processos e muitos crimes prescrevem por falta de julgamento… Mas nós não queremos isso para o executivo causado por falta de tempo para trabalhar, por ter que ficar se explicando, não é mesmo?

Quinto, senhor Juiz, embora alguns juízes achem que no Brasil a pulga manda no cachorro, as coisas não funcionam assim. Pulgas continuam sendo pulgas e devem ter consciência do quão minúsculas e insignificantes elas são perto dos cachorros.

Presidente… Se há alguém para quem o senhor realmente deve explicações dos seus atos, é para os milhões de brasileiros que votaram no senhor. O resto que leia a Constituição ou entenda pelos jornais.

Foto de Marcelo Rates Quaranta

Fonte: Jornal da Cidade Online

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OPINIÃO: O STF E OS GRAVES ERROS JURÍDICOS QUE CONFLITAM COM A CONSTITUIÇÃO

STF e Poder Absoluto: Tempos Imprevisíveis

Fotomontagem: JCO

Neste artigo, fica fácil compreender os graves erros jurídicos que conflitam com a Constituição e com as leis no Caso da Prisão do Deputado Daniel Silveira. Senão vejamos.

Imaginemos a figura de um homicida que executou seus atos com requintes de crueldade. Sem as garantias legais ele é julgado e preso, sem ser interrogado, dado a gravidade de seu crime! Isto é possível?

Vamos refletir, a atitude dele foi repugnante pela sociedade, mas em nome disto podemos desfazer das garantias constitucionais? De verificar as provas efetivas? De verificar se o tipo (delito) mais grave é aplicável ao caso? Se ele pode ser preso pelos requisitos da prisão preventiva? Se as qualificadoras e causas de aumento de pena estão comprovadas?

Pois é, o direito serve pra isso: estabilidade e paz social julgando-se conforme a Constituição e as leis! E neste ponto o juiz é um sujeito imparcial, exatamente para que haja um julgamento justo, mesmo que repugnante a atitude do acusado.

Qualquer ato diverso abre brecha para outras ilegalidades! Ao juiz é dado aplicar a lei e a Constituição.

Vejamos que, o fato em si não pode ser julgado a revelia da forma, caso contrario estaremos diante de uma abusividade, de uma arbitrariedade.

Os Advogados, por exemplo, possuem prerrogativas legais, não é permitido que em uma defesa ou numa exposição oral hajam exageros, mas isso pode ocorrer e nem por isso perdemos nossas prerrogativas, posto que assim determina a lei, para que haja uma paridade entre juiz, Advogado, Promotor, e impossibilite que a parte num processo seja prejudicada por um ataque a sua defesa técnica (O Advogado).

De outra feita, fica claro que não há possibilidade do julgador ser a própria vitima e acusador! Isso por um motivo óbvio, se é vítima, está tomado pela emoção, e não será imparcial, aplicará a “lei de talião” (olho por olho, dente por dente), ou seja não deixará de realizar uma “vingança pessoal”.

A brecha foi aberta! Estamos diante de tempos imprevisíveis! O Poder Judiciário agora tem carta branca para suas decisões, uma vez que os outros poderes se eximiram no dever de velar pela Constituição!

Prestemos atenção no seguinte! No caso em tela, o Deputado poderia ser punido até com a Cassação de seu Mandado, mas pela Casa legislativa. Poderia sofrer processo penal a ser iniciado pelo PGR, de acordo com a opinio delict do titular da ação penal (O Promotor de justiça).

Portanto, não se está defendendo ofensas ou injúrias, mas sim a forma, e o respeito ao sistema do acusatório, a Constituição e as leis penais!

O que foi feito claramente foi num sentido de “vingança pessoal” o que nunca pode partir de um julgador! O que, por conseguinte, foi Referendado pela Câmara, que, como informou a emissora CNN possui 1/3 de deputados investigados pelo STF!!!

O povo está cansado de decisões incompreensíveis do STF, da sua omissão no caso dos processos de EXPURGOS DE POUPANÇA que até hoje não foram julgados, mais de 10 anos parados sem uma decisão enquanto os idosos a que tinham direito a tal ação estão morrendo. Este é apenas um dos exemplos de tantos outros!

E o mais perigoso para o Estado de Direito é a irrecorribilidade das decisões proferidas pela Suprema Corte! Pois a quem podemos recorrer quando a decisão provém do STF, ou a sua omissão?

De fato a prisão foi ilegal posto que está em dissonância da forma, do sistema acusatório, sem as cautelas da lei e da constituição.

O que estava em jogo não era a grosseria, ou a forma repugnante como o Deputado falou, mas a regularidade de termos Poderes com funções definidas, respeitadas e protegidas sem que houvesse a permissão para transgressão a lei e à Constituição.

Por fim, o totalitarismo provém daquele que dita as normas e os demais obedecem, o poder absoluto próprio das Ditaduras deriva da falta de controle e liberdade de opinião.

Neste sentido vemos que a forma com que se deu a Prisão do Deputado foi ditatorial proveniente de sentimentos de “vingança pessoal”, sem observância das competências legais, da forma, do sistema do acusatório, da razoabilidade de respeito a Separação dos Poderes! De fato, nenhum poder pode ser absoluto.

Diante disto o que esperarmos do futuro? Infelizmente nos remete a tempos imprevisíveis, perigosos e sombrios.

Rodrigo Salgado Martins. Presidente do Instituto Nacional de Advocacia (INAD)

Fonte: Jornal da Cidade Online

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SERÁ QUE A IGREJA CATÓLICA ESTÁ SENDO MANIPULADA NA CAMPANHA DA FRATERNIDADE DE 2021?

Campanha da Fraternidade de 2021: Estão querendo manipular a Igreja Católica

Imagem em destaque

Os católicos sabem da importância aqui no Brasil da Campanha da Fraternidade, que ocorre todos os anos no período da Quaresma, como meio de conversão e evangelização popular.

Nesse contexto, a CNBB – Confederação Nacional dos Bispos do Brasil publicou o texto-base da Campanha da Fraternidade de 2021, que incluiu a ideologia de gênero e agenda LGBT.

Isso é um completo absurdo.

É a comprovação evidente do sucesso de um velho plano comunista idealizado por Kruschev no final dos anos 50.

Simples assim!

Não relativizemos isso. Não procuremos justificativas para tolerar o intolerável. Não confundamos o pensamento secular dogmático da Igreja Católica, construído por pessoas como Agostinho e Tomás de Aquino, com os ativismos baratos de militantes de esquerda cuja única função é implodir a Igreja por dentro, enfraquecendo-a.

Que me perdoem pelo que afirmo: os bispos da CNBB responsáveis por uma campanha dessa não são homens santos, movidos pela “imitação de Cristo”, como ensinado lá na Idade Média pelo padre Tomás de Kempis. São meros “agentes da transformação”, com a missão de implementar o plano de desinformação comunista clássica no seio da Igreja.

Mais atual do que nunca se apresenta o artigo constante do meu livro, “escritos conservadores”, chamado “a infiltração marxista na Igreja Católica” (pp. 72-75), onde analisei o fenômeno.

Cada vez mais me convenço de que esse meu livro é, em certo ponto, profético.

Foto de Guillermo Federico Piacesi Ramos

Guillermo Federico Piacaense Ramos

Fonte: Jornal da cidade Online

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