OPINIÃO: ESTÁ SE TORNANDO CADA VEZ MAIS ÓBVIO QUE O CONFRONTO ENTRE PODERES NÃO É BOM PARA A DEMOCRACIA

 

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Está se tornando cada vez mais óbvio que o confronto entre os poderes não é bom para a democracia.

Insatisfeito com as medidas de isolamento social adotada por governadores e prefeitos, o presidente Jair Bolsonaro afirmou que avalia editar um decreto para garantir a “liberdade de culto, de poder trabalhar e o direito de ir e vir”, e que a medida “não poderá ser contestada por nenhum tribunal”, pois “não podemos continuar com essa política de feche tudo, fique em casa”.

Segundo ele, as ruas já começam a pedir que se baixe um decreto para que haja a liberdade de ir e vir, conforme dispõe o art. 5º, XV da Constituição, e que, caso ele edite o decreto, o mesmo não será contestado por nenhum tribunal. Bolsonaro também falou sobre o apoio que recebeu do povo no dia 1º de maio, comparando a lealdade do povo à das Forças Armadas:

“Os militares, quando se tornam praça, juram dar a vida pela pátria. Os que estiveram nas ruas nesse 1º de maio, bem como outros milhões que não puderam ir às ruas, darão sua vida por liberdade”.

A respeito da CPI, Bolsonaro reclamou do pedido de informações sobre os lugares que anda, dizendo que, em muitos finais de semana, visita comunidades pobres em Brasília, o que, como é natural, provoca aglomerações. Disse, também, que respeitava a CPI, mas que vai continuar a ouvir o povo, andando em comunidades e fazendo tudo o que o povo quer que ele faça.

Até ai, tudo bem. O problema está em saber qual será a reação se, por acaso, O STF invalidar o decreto por ele editado. Tudo indica que, se isso acontecer, o confronto está armado. Bolsonaro não é de recuar. Como chefe do Executivo sua função principal é administrar a coisa pública.

Nessa função ele possui algumas ferramentas a seu dispor, como o de poder adotar medidas provisórias que é, basicamente, uma lei federal, e que, a princípio, não precisa passar pelo crivo do Congresso Nacional para fazer efeito imediato, bem como editar decretos ligados à administração do Estado. A permissão constitucional de o presidente baixar decretos é uma forma de equilibrar a força com os outros dois Poderes e permitir mais agilidade na administração pública.

Para Bolsonaro dizer que se baixar um decreto extinguindo o isolamento social decretado por governadores e prefeitos nenhum tribunal poderá contestá-lo é porque se sente apoiado por forças que podem garantir sua decisão.

Para a manutenção do estado democrático e de direito o ideal seria a harmonia entre os três poderes, atualmente discordantes. Quando renunciamos a nossa liberdade natural para nos subordinarmos ao Estado, o fizemos em troca da paz e do progresso. No grau civilizatório presente, a democracia nos permite descortinar o futuro segundo a vontade geral, que é, justamente, viver em liberdade. O momento é de reflexão. Que o Supremo Tribunal Federal seja o guardião da Constituição (artigo 102 da CF/88), o Legislativo faça as leis de acordo com os interesses do país e o Executivo administre com independência, e que os três, ao final de tudo, preservem a Lei Suprema.

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Luiz Holanda

Advogado e professor universitário

 

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OPINIÃO: O POVO NÃO TEM QUE SAIR EM DEFESA DE BOLSONARO E SIM DA CONSTITUIÇÃO E DE SI PRÓPRIO

OPINIÃO: O POVO NÃO TEM QUE SAIR EM DEFESA DE BOLSONARO E SIM DA CONSTITUIÇÃO E DE SI PRÓPRIO
Bolsonaro anda de moto e visita deputada Bia Kicis em Brasília

Caro(a) leitor(a),

O que estamos assistindo de camarote no cenário da política brasileira é algo único, inusitado e muito estranho. Aqui podemos usar o termo popular “faca de dois gumes”. Haja vista as arbitrariedades do STF à margem da Constituição, se faz necessário uma ação firme da parte do titular do poder neste país: o Povo, como já foi dito por mim  na coluna PONTO DE VISTA. E o Povo começa a fazer a sua parte, indo às ruas como o fez no domingo passado, feriado nacional pelo dia do trabalho. O presidente Jair Bolsonaro na sua sede insaciável de poder se aproveita dessas ocasiões para protagonizar episódios como o deste domingo com os motociclistas. O Povo precisa e deve, mais do que nunca voltar às ruas, diante da situação esdruxula, bizarra e surreal pela qual estamos passando. Mas não para defender Bolsonaro de coisa nenhuma. Ele é maior de idade, raposa velha na política, conhece a Constituição de cabo a rabo, está muito bem assessorado e se vier a se dar mal é única e exclusivamente por sua decisão e culpa. Se tem algo ou alguém que precisa de defesa nesse momento é a nossa débil e frágil Constituição e em consequência o próprio Povo brasileiro. Por isso, não podemos confundir as coisas. É hora de muita responsabilidade, pois um erro pode levar o nosso país para o caos absoluto e isso está por um fio para acontecer. Neste momento sejamos patriotas e vamos compartilhar essa mensagem com força!

Motociclistas se unem a Bolsonaro em homenagem ao Dia das Mães

Este é o 2° ato consecutivo em apoio ao presidente neste mês de maio.

Publicado em 09.05.2021

Marcos Corrêa | PR

O presidente Jair Bolsonaro realizou um passeio de moto de aproximadamente 1 hora em homenagem ao Dia das Mães na manhã deste domingo (9) passando pelas ruas de Brasília.

Ele foi acompanhado por centenas de motociclistas, inclusive o deputado Hélio Lopes (PSL-RJ), que postou em suas redes sociais o trajeto percorrido pelo presidente e pelos demais motociclistas.

O passeio foi anunciado por Bolsonaro durante sua live de quinta-feira (6). Na ocasião, o presidente falou que esperava cerca que 1 mil motociclistas o acompanhassem no passeio em homenagem ao Dia das Mães.

Neste domingo, ele postou sobre o passeio em suas contas no Facebook e no Twitter.

“Esse passeio hoje aqui, com toda certeza, havendo convite, iremos para São Paulo, Rio de Janeiro e Belo Horizonte. É uma demonstração não política, uma demonstração de amor à Pátria, demonstração de todos aqueles que querem paz, tranquilidade, e liberdade acima de tudo. Pode ter certeza, nosso exército são vocês, o que vocês determinarem, nós faremos”, afirmou o mandatário.

Jornalista, professor e comentarista político. Cobre os bastidores de Brasília no Conexão Política.

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OPINIÃO: FINALMENTE FORMADO UM “COLETIVO” AMPLAMENTE MAJORITÁRIO, É SÓ ESPERAR O ESTRAGO

Foto reproduçãoFoto reprodução

“Sinto-me autorizado a alertar a nação brasileira de que esse é apenas o primeiro passo. É uma maioria de circunstância que tem todo o tempo a seu favor para continuar sua sanha reformadora.” (Joaquim Barbosa, quando o plenário retirou dos réus do mensalão a pena por formação de quadrilha).

Quem acompanhou como eu o surgimento do PT desde a trincheira oposta não pode se surpreender com o resultado dessa obra política quando consegue uma cadeira do STF. Menos ainda se ocupa, ali, várias cadeiras.

Finalmente, formado um “coletivo” amplamente majoritário, é só esperar o estrago. Ele se tornará cada vez mais audacioso e arbitrário. Como uma espécie de MST institucional, não respeitará cerca nem divisa com os outros poderes e tratará como inimigo quem pensa diferente.

E são dezenas de milhões os que pensam diferente! Exatamente por serem tantos, por nunca terem visto tantos inimigos em seu miniuniverso, membros do nosso STF adotam, a torto e a direito, a clássica conduta birrenta e autoritária do petismo quando antagonizado.

O presidente da República, por exemplo, é um que pensa diferente. Seus eleitores pensam diferente. Para tornar a desgraça ainda maior, aconteceu em nosso Supremo que os ministros mais antigos, anteriores ao PT e ao PSDB, aderiram ao mesmo ativismo e protagonismo.

Anote aí este presságio e guarde em alguma gaveta que retenha anotações importantes, para posterior fact-checking: o pior ainda está por vir porque o domínio das ideias de esquerda no ensino de Direito é sufocante. Há tempos, as carreiras jurídicas de Estado vêm sendo ideologicamente tomadas em proporções alarmantes e o cenário não parece reversível sequer a médio prazo. Mas essa é outra história.

O que nos interessa aqui são os rompantes que surgem a toda hora, com a expedição de ordens contra o Executivo e o Legislativo. Nada mais parecido com o PT. Alegam os ministros que o STF só “age se provocado”. Entendo, entendo. A simples presença de alguém “à direita” no Palácio do Planalto já é provocação suficiente para o “coletivo” do outro lado da praça.

O STF legado pelo PT é petismo com “data venia”, mas com a mesma perda de limites, a mesma irrazão. Nos anos imediatamente anteriores a 2018, a sociedade percebeu não apenas que estava sendo roubada, como lhe demonstrava a Operação Lava Jato, mas estava, também, sendo submetida a uma lavagem cerebral para lhe subtrair princípios, valores, liberdade de pensamento e expressão, amor à pátria, unidade nacional – enfim, que lhe impunham um cortejo de males.

Essas duas constatações elegeram Bolsonaro e levaram o STF a interferir nos outros poderes como nunca fez nos longos anos destrambelhados do petismo no poder.

O STF mandou o governo realizar o Censo este ano. Não fazê-lo é inconstitucional. Não o realizar em 2020 não era inconstitucional. Em 2021 passou a ser. Por quê? Porque o Congresso garfou o dinheiro do censo e o STF do petismo perdeu, há muito, o rumo do bom senso. Há que preservar a “sanha reformadora”.

Foto de Percival Puggina

Percival Puggina

Membro da Academia Rio-Grandense de Letras, é arquiteto, empresário e escritor e titular do site www.puggina.org, colunista de dezenas de jornais e sites no país. Autor de Crônicas contra o totalitarismo; Cuba, a tragédia da utopia; Pombas e Gaviões; A tomada do Brasil. Integrante do grupo

Fonte: Jornal da Cidade Online

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OPINIÃO: A ÚNICA SAÍDA PARA O POVO BRASILEIRO SÃO AS GRANDES MANIFESTAÇÕES

Caro(a) leitor(a),

A situação política deste grande país chegou num check mate, onde o povo brasileiro vai ter de escolher entre ficar em casa obedecendo aos seus governantes estaduais e municipais fazendo o lockdown da burrice ou ir para as ruas empunhar a bandeira verde e amarela do nosso Brasil em nome da manutenção e sobrevivência da nossa jovem e incipiente democracia. Ir para as ruas significa aglomerar, aglomerar significa correr o risco de se infectar com Covid-19, se infectar com a Covid-19 significa correr o risco de morrer. Mas se formos às ruas cumprindo protocolos como usar máscara, portando álcool em gel e tentando manter o distanciamento de pelo menos 1,5 metros, diminuiremos substancialmente esse risco. Ao passo que, se ficarmos em casa, calados, sem tomar nenhuma atitude estaremos apenas esperando a morte chegar e ela virá através do desemprego, da pobreza, da fome e do caos. Ir às ruas requer um risco calculado e cuja chance de morte está abaixo de 1¢ de probabilidade. Ficar em casa será a morte certa da nossa democracia e o iminente caminho para virarmos uma Venezuela, pois o nosso país está desgovernado, já a procuração que passamos para os nossos representantes foi rasgada juntamente com a nossa Constituição, por todos os poderes constituídos. Estamos em guerra e em tempos de guerra o que menos importa é a vida individual de cada cidadão, mas a defesa da integridade e da soberania da nação. Isso é algo pelo qual justifica darmos a vida se assim for necessário. Então só nos resta assumir as rédeas da situação na condição de legítimos detentores do poder. Portanto, vamos às ruas, não em apoio a Bolsonaro, mas a Democracia e vamos mostrar quem realmente manda nesse país e que isso aqui não é uma republiqueta de bananas!

Manifestação em defesa de Bolsonaro tem grande adesão na Avenida Paulista: ‘Eu autorizo’, gritava a multidão

Maior concentração foi registrada entre as ruas Pamplona e Itapeva.

Publicado em 02.05.2021

Reprodução | Douglas Garcia

Em São Paulo, manifestantes foram às ruas neste sábado (1°), Dia do Trabalhador, em um ato de apoio ao presidente Jair Bolsonaro (sem partido), com pedido de acionamento do Artigo 142 da Constituição, na Avenida Paulista.

A concentração teve início por volta das 9h, nas proximidades da sede da Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp). Com forte adesão desde cedo, um trio elétrico foi posicionado com uma faixa gigante exigindo a reabertura econômica em todo o estado durante a pandemia da Covid-19.

Utilizando máscaras e trajes nas cores verde e amarelo, apoiadores do presidente registraram maior volume nas ruas Pamplona e Itapeva, em ambos os sentidos da Paulista.

Com bandeiras do Brasil e diversas faixas e cartazes, a multidão gritava: ‘Eu autorizo, presidente’, em referência à recente fala do chefe do Executivo sobre aguardar um sinal da população para intervir com maior vigor contra medidas autoritárias de Estados e Municípios.

Várias figuras políticas discursaram no veículo, entre elas Carla Zambelli (PSL), Douglas Garcia (PTB) e Roberto Jefferson (PTB).

Ao todo, segundo a Companhia de Engenharia de Tráfego (CET), os manifestantes ocuparam 4 quarteirões, da Alameda Campinas até a Alameda Ministro Rocha Azevedo.

Jornalista, professor e comentarista político. Cobre os bastidores de Brasília no Conexão Política.

Fonte: Conexão Política

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OPINIÃO: SE A CORDA ARREBENTAR AS CONSEQUÊNCIAS SÃO IMPREVISÍVEIS

Caro(a) leitor(a),

A corda está esticando muito e pode arrebentar a qualquer momento. Algo que venho alertando aqui na coluna OPINIÃO há algum tempo. Até o momento as Forças Armadas têm conseguindo se manter à margem dessa celeuma política entre os três poderes da república. Também tenho alertado que Bolsonaro não é diferente de nenhum outro governante extremista, seja da esquerda ou da direita. Até porque esses polos se encontram nos extremos e o que os caracteriza é o “autoritarismo”. Lula tentou muito dar um golpe, mas nunca conseguiu a adesão das Forças Armadas. Bolsonaro não é diferente. O infindável número de postos ocupados por militares em seu governo que o diga, mas ele sabe que as Forças Armadas não o apoiariam numa ofensiva autoritária contra as instituições dos outros poderes. Entretanto, ao que parece está preparando uma cartada arriscada, mas que poderá dar certo. Ao colocar as Forças Armadas nas ruas para garantir o restabelecimento do artigo 5º da Constituição poderá provocar um clima de confronto com os poderes legislativo e judiciário que arrebentará a corda e teremos uma situação sem volta, onde as Forças Armadas finalmente serão obrigadas a se posicionar e ai, só Deus sabe o que poderá acontecer. Elas poderão se submeter a imposição de Bolsonaro ou se rebelar e destituí-lo. Então, vamos aguardar as cenas dos próximos capítulos!

Bolsonaro diz que pode colocar Forças Armadas nas ruas para “restabelecer todo o artigo 5º da Constituição”

Se aplicada, medida deve ser feita cumprindo todos os requisitos da Constituição.

Publicado em 25.04.2021

Alan Santos | PR

O presidente Jair Bolsonaro afirmou nesta sexta-feira (23) que há, sim, um plano para um eventual ‘caos no Brasil’.

Segundo ele, existe a possibilidade de as Forças Armadas irem às ruas para “restabelecer todo o artigo 5º da Constituição [que estabelece o direito da livre locomoção no território nacional em tempo de paz]“.

“O que eu me preparo? Não vou entrar em detalhes. Essa política de lockdown, fique em casa, toque de recolher, isso é um absurdo. Se tivermos problema, nós temos o plano de como entrar em casa. Eu falo ‘o meu [Exército]’ o pessoal reclama, mas eu sou o chefe supremo das Forças Armadas. Se precisar, iremos para as ruas, não para manter o povo dentro de casa, mas para restabelecer todo o artigo 5.º da Constituição”, afirmou o presidente, em entrevista à TV A Crítica, do Amazonas.

Ainda segundo o mandatário, medidas que promovem o distanciamento social extremo descumprem a Constituição e retiram as liberdades individuais do cidadão.

“Se eu decretar isso, vai ser cumprido esse decreto. As Forças Armadas podem ir para a rua sim, dentro das quatro linhas da Constituição, para fazer cumprir o artigo 5.º, direito de ir e vir, acabar com essa covardia de toque de recolher, direito ao trabalho, liberdade religiosa e de culto, para cumprir tudo aquilo que está sendo descumprido por alguns governadores e alguns poucos prefeitos, mas trabalha toda a sociedade. É um poder excessivo que lamentavelmente o Supremo Tribunal Federal delegou”, afirmou.

Por fim, garantiu à população que se tal decisão for aplicada, não haverá nenhum tipo de excesso.

“Agora, eu não posso extrapolar. Isso que alguns querem, que extrapole. Estou junto com os 23 ministros, da Damares ao Braga Netto, praticamente conversado sobre isso daí: o que fazer se um caos generalizado se implantar no Brasil. Pela fome, pela maneira covarde que alguns querem impor essas medidas restritivas para o povo ficar dentro de casa. O caldo não entornou ano passado em função do auxílio emergencial”, completou.

Jornalista, professor e comentarista político. Cobre os bastidores de Brasília no Conexão Política.

Fonte: Conexão Política

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OPINIÃO: AUTORIDADE QUE PUNE CHICO DE IGUAL MODO DEVE PUNIR FRANCISCO

Pau que bate em Chico, bate sempre em Chico

Foto: Alan Santos/PRFoto: Alan Santos/PR

No senso popular, se uma autoridade pune Chico cidadão comum, pé-de-chinelo, haverá de punir, por iguais motivos, o rico e famoso Francisco de sapato italiano.

Até uma singela e popular expressão como essa, de equidade de tratamento e de justiça, colide com usos e costumes dos nossos ministros do STF.

Naquele pomposo recanto da pátria, se peneiram antecedentes e a Constituição Federal tem entrelinhas. Usam-na “ao gosto”, como é dito sobre certos condimentos em receitas culinárias. O quê? Só porque me fazem rir, não estou sendo sério? Eu?

Foi exatamente essa vontade de rir que senti quando o ministro Barroso determinou que o presidente do Senado instalasse a CPI da covid-19.

Senti vontade de rir quando o notório Renan Calheiros se perfilou para integrá-la e negocia, agora, assumir posição de mando, logo ele que, presidindo o Senado, foi coveiro de muitas dessas comissões.

Senti vontade de rir quando Bolsonaro revidou, solicitando ao boquirroto senador Kajuru que retrucasse o STF com um mandato de segurança pedindo que a Corte determinasse a abertura do processo de impeachment contra Alexandre de Moraes. Não vai levar, pensei, porque a Casa já mostrou ser em Chico, e só em Chico, que o pau bate e rebate.

Ri, também, ao ler o teor da decisão do membro novato levado à Corte pelas mãos de Bolsonaro. Claramente, o ministro Nunes Marques abriu o processo que lhe caiu no colo perguntando-se: “Como argumentar para negar isto?”, porque é assim que tantos votos são dados em matérias de repercussão política. Para decisões que tem gerado inédita insegurança ao país, confere-se, ali, aspecto jurídico a opiniões prévias, individuais ou colegiadas. “Dadas todas as vênias”, é o que depreendo do que assisto, no exercício do meu direito de crer mais no meu ver do que no meu ouvir.

Desde o início do governo, é só nele que o pau do Supremo bate, e o faz com mais vigor e determinação do que a oposição congressual. A Corte se olha no espelho benevolente da mídia militante, que gosta do que assiste e ouve sem questionar. Aliás, a análise mais profunda e a única crítica ao STF que identifiquei na mídia nacional, nesse tempo todo, foi uma vistoria do cardápio dos ministros, onde foram pescadas lagostas e identificados vinhos.

Não há setor de atividade em que a Corte se sinta inconveniente, intrometida, ou desequilibrando a harmonia dos poderes. Usa e abusa da prerrogativa de avaliar a conveniência e a qualidade de ações político-administrativas. Opera no Brasil um sistema de freios sem contrapesos, que vai da nomeação de um diretor da Polícia Federal até uma lei municipal na linha da escola sem partido, votada e aprovada para coibir abusos.

Mesmo quando o STF invade de modo totalmente irracional, ilegal, ardiloso a autonomia da Câmara dos Deputados, criando a ridícula figura do flagrante eterno, viabilizando prisão a qualquer hora e lugar, essa arbitrariedade pretoriana vai menos contra o Parlamento do que contra o Chico governista.

Há 10 pedidos de impeachment de ministros do STF na gaveta do presidente do Senado, mas isso não tira o sono da República. Está tudo programado para não acontecer.

Fonte: Jornal da Cidade Online

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OPINIÃO: O ESCÂNDALO DO PANAMÁ É A OPORTUNIDADE DE RESGATARMOS A VERGONAH E A DIGNIDADE DO POVO BRASILEIRO

Caro(a) leitor(a),

Na minha modesta OPINIÃO, num momento como o que estamos vivendo, um caso como o que está relatado no artigo a seguir deveria ser alvo de grande repercussão na grande imprensa e em todas as mídias eletrônicas, pois trata-se de um processo de corrupção e lavagem de dinheiro oriundo de outro país, o Panamá. Mais do que nunca, com a Operação Lava Jato iminentemente exterminada, é mais do que necessário aproveitar a ocasião para tirar da lama em que foram jogadas a vergonha e a dignidade do povo brasileiro e também mostrarmos ao mundo que este país é o pioneiro no combate a corrupção e lavagem de dinheiro no atacado.  Onde está o nosso PGR para levar adiante uma denúncia e tentar recuperar os milhões de dólares roubados dos nossos bolsos? Onde está a grande imprensa que não divulga uma notícia como esta? E já que é assim, nós brasileiros patriotas temos que fazer isso. Por isso eu peço a você que leu esse artigo, que compartilhe com que puder essa publicação para fazermos as autoridades usarem as suas prerrogativas em prol de quem paga os seus gordos salários!

50 pessoas em julgamento pelo caso Odebrecht no Panamá

US $ 49,5 milhões foram recuperados, segundo autoridades do país.

Thaís Garcia

Publicado em 18.04.2021

Rovena Rosa | Agência Brasil

Nesta última segunda-feira (12), a promotoria anticorrupção do Panamá solicitou o pedido de julgamento de 50 pessoas acusadas de lavagem de dinheiro no caso Odebrecht.

O Ministério Público anticorrupção do Panamá justifica o pedido devido à denúncia de entrega de propina de mais de 100 milhões de dólares pela construtora brasileira para a concessão e pagamento de obras no país centro-americano.

O MP também solicitou o julgamento de uma pessoa/instituição jurídica e a demissão de outras 29 pessoas, encaminhando finalmente às autoridades judiciais o volumoso dossiê da investigação iniciada há mais de quatro anos.

Segundo nota do Ministério Público sobre a investigação, foi apurado que o caixa não contabilizado da Odebrecht utilizou bancos nacionais e internacionais do Panamá para transferir dinheiro ilícito a servidores públicos e seus familiares.

O dinheiro repassado, que chega a 100 milhões de dólares, “impactou diretamente na concessão e no pagamento das obras que o conglomerado estava desenvolvendo em nosso país”, diz o comunicado divulgado segunda-feira (12) segundo informações da AP.

A promotoria anticorrupção destacou que os réus utilizaram corporações panamenhas e estrangeiras, frontman ou interpostos, seguros, contratos fictícios e financiamento de campanhas políticas.

O comunicado do Ministério Público panamenho não cita os nomes dos chamados a julgamento. Isso fez com que alguns críticos exigisse que a identidade dos acusados ​​fosse revelada.

O Ministério Público destacou que ao longo da investigação foram recuperados US $ 49,5 milhões para o Estado, dos quais US $ 37,8 milhões correspondem a adiantamentos feitos pela Odebrecht como parte de uma multa acordada de US $ 220 milhões.

O MP acrescentou ainda que outros US $ 36,6 milhões foram apreendidos e que incluem bens e dinheiro dos arguidos.

Caso Odebrecht Panamá

A Odebrecht admitiu, no final de dezembro de 2016, ter pago quase US $ 800 milhões em propinas em 12 países da América Latina e África, O objetivo era acessar mais de cem obras multimilionárias, segundo o Departamento de Justiça dos Estados Unidos.

No caso do Panamá, a gigante brasileira pagou propinas de mais de 100 milhões, incluindo o período de 2009-2014, em que Ricardo Martinelli geriu, de acordo com as investigações, segundo a AFP.

Ele também teria feito contribuições para campanhas eleitorais, como o partido do então candidato a vice-presidente Juan Carlos Varela nas eleições de 2009, para as quais o ex-presidente (2014-2019) está sendo processado.

Dois filhos do ex-presidente Martinelli foram implicados no caso da Odebrecht, embora neguem as denúncias, segundo a TVN Notícias.

A Odebrecht, que chegou ao Panamá durante o governo Martín Torrijos (2004-2009), tornou-se a maior empreiteira do Estado panamenho e fazia parte do consórcio que construiu as linhas 1 e 2 do Metrô do Panamá, colocadas em operação no final das administrações Martinelli (2014) e Varela (2019), respectivamente.

Fonte: Conexão Política

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OPINIÃO: STF ESTÁ EXTRAPOLANDO SEUS LIMITES CONSTITUCIONAIS E TORNANDO O BRASIL UM “PAÍS DE PRIVILEGIADOS”

Supremo extrapola seus limites constitucionais

Foto: Nelson Jr./SCO/STFFoto: Nelson Jr./SCO/STF

Nas últimas semanas, pautas parlamentares foram decididas pelo Supremo Tribunal Federal (STF), como a prisão em flagrante do deputado federal Daniel Silveira, a suspensão de decretos que ampliam a compra de armas, a instalação da CPI da Covid, entre outras.

O que a Suprema Corte pretende?

Violar o sistema acusatório constitucional, criar um “país dos privilegiados”, tornar-se o órgão mais poderoso do Brasil? A verdade é que seus membros têm pactos com a “velha ordem”.

Ali estão sem voto algum, sem representar qualquer brasileiro por direito, sem concurso, sem procuração.

Ali estão porque foram indicados e com isso, tornam-se devedores.

Pretendem ser agentes de mudanças, mas mudanças que atendam interesses, em vez de atuarem como verdadeiros guardiões da Constituição, função oficial do cargo que exercem. Passam a legislar. Não raro, a maioria do pleno do STF, muitos tribunais inferiores e mesmo juízes singulares enveredam por igual caminho, substituindo-se ao Congresso Nacional, ou estabelecendo certa interatividade, quando não proatividade, com o texto constitucional.

A Suprema Corte tem se posicionado acima da supremacia popular.

Aonde vamos chegar?

O voto impresso, o imposto sindical, o aborto, o casamento homoafetivo, a liberdade de expressão, o abuso de autoridade, o fim do foro privilegiado, a revisão da anistia e muitas outras pautas parlamentares relevantes são decididas pelos nobres ministros sem preocupação em atender os anseios do povo brasileiro.

A corte determina o destino de uma nação e ponto final, não há espaço para opiniões contrárias.

Os diversos habeas corpus julgados pelo Supremo constituem, em determinados casos, uma invasão da competência do Superior Tribunal de Justiça, responsável pela solução definitiva dos casos civis e criminais.

O Supremo não se contenta em decidir somente quando há divisão, para solucionar um impasse. Mesmo nas situações de entendimento obtido por consenso, o STF opta por invalidar a decisão tomada pelos demais tribunais. Vide o caso da anulação de todas as condenações de Lula.

Os ministros, inclusive, usam ultimamente a tática do “policial bom e do policial mau”, com o princípio do contraste da percepção. Em seus julgamentos, há variações que vão do estilo “voto medíocre” ao “voto excelente”, há um revezamento entre eles para que cada um possa ser o “herói” da vez, talvez como tentativa de disfarçar o real compromisso assumido com os políticos que os indicaram no passado.

A cada novo julgamento, os ministros se superam nos argumentos pífios. O resultado só poderia ser um – a revolta do povo brasileiro.

Não é à toa que pedidos de impeachment de ministros, que circulam na internet, tenham milhões de assinaturas.

Os cidadãos não assistem mais aos desmandos passivos. Quando os ministros da Alta Corte soltam os presos da Lava Jato, alegando que excessos foram cometidos, as pessoas se indignam e optam por manifestar seu descontentamento nas ruas, ou por expressar sua revolta na rede. E outros presos condenados em segunda instância acabam tendo sua liberdade concedida.

A grande maioria condena os absurdos legais e morais promovidos pelo Supremo e hoje há diversos meios para que todos possam divulgar a decepção que sentem.

Inclusive, diversos juristas de renome já divulgaram publicamente equívocos do STF, que parece não acreditar e não confiar nas instituições às quais a Constituição atribuiu o poder de investigar. Esses especialistas condenam uma atuação baseada no autoritarismo e na ilegalidade.

Essas “revoltas” populares atingem seus objetivos diversas vezes. Em passado recente, cerca de 190 deputados federais assinaram o requerimento para instalação da CPI destinada a matar a Operação Lava Jato. Houve grande repercussão negativa. O medo com a proximidade das eleições fez com que os deputados mudassem de ideia e resolvessem coletar assinaturas, desta vez para impedir a criação da tal Comissão de Inquérito Parlamentar. Ou seja, como representantes do povo, ouviram o que os eleitores queriam, senão por bem, ouviram por mal.

Com o aumento da insegurança jurídica, a representação popular teme perder substância, uma vez que os que dela têm mandato já perderam o pudor.

Nesse quadro, protestar ainda é uma das armas mais eficazes para obter algum êxito contra os abusos.

É importante observar que não adianta apenas criticar deputados e senadores se o próprio povo fez essa escolha ao eleger seus candidatos. No caso dos parlamentares, há ainda algum consolo: é possível mudar os mandatários na próxima eleição ou nas seguintes. Porém, o ativismo político do Judiciário, como mudar?

A missão da manutenção da ordem estabelecida nos últimos vinte anos pode sucumbir, assim como a vontade dos representantes do povo. Não é hora de andar para trás.

O Judiciário já é há muito tempo conhecido por sua distância da população, seu excesso de autonomia, suas decisões em sigilo. É uma caixa-preta intocável e os ministros da Egrégia Corte representam uma casta jurídica repleta de privilégios. Mais do que em qualquer outro momento da história, o Supremo terá, daqui pra frente, que demonstrar de que lado está em relação ao combate à corrupção e impunidade. Ou seja, se está ou não do lado do povo que o sustenta.

Termino citando novamente Rui Barbosa:

“A pior ditadura é a ditadura do Poder Judiciário. Contra ela, não há a quem recorrer”.

E agora, Abraham Lincoln:

“Nós, os cidadãos , somos os legítimos senhores do Congresso e dos tribunais, não para derrubar a Constituição, mas para derrubar os homens que pervertem a Constituição”.

Fonte: Jornal da Cidade Online

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OPINIÃO: VAMOS HONRAR O NOSSO SENADOR KAJURU COMPARTILHANDO ESSA POSTAGEM COM FORÇA

Caro(a) leitor(a),

O que podemos dizer do senador Jorge Cajuru? Aqui no nordeste nos dizemos que um cara como ele é um “Cabra Macho”. Fazer o que ele fez é algo raríssimo na política, aqui no Brasil, merece todo o nosso respeito e aplauso. Ele não apenas protocolou o pedido de impeachment contra o ministro Alexandre de Moraes do STF, com mais de 3 milhões de assinaturas, com impetrou mandado de segurança no mesmo STF, forçando a corte a se pronunciar sobre o assunto. Coisa que jamais aconteceu antes na história republicana. Parabéns a Kajuru e o mínimo que nós, brasileiros podemos fazer é compartilhar com força essa postagem para que esse impeachment se concretize! 

Kajuru pressiona STF e impetra mandado de segurança por impeachment de Moraes (veja o vídeo)

Fotomontagem: Jorge Kajuru e Alexandre de Moraes (Reprodução - Câmara e STF)Fotomontagem: Jorge Kajuru e Alexandre de Moraes (Reprodução – Câmara e STF)

Na última sexta-feira (09), o senador Jorge Kajuru entrou com um mandado de segurança no Supremo Tribunal Federal (STF), para que a Corte agilize o impeachment aberto por ele contra o ministro Alexandre de Moraes.

O pedido de impeachment, entregue por Kajuru no final de março, foi acompanhado por um abaixo-assinado com mais de 3 milhões de assinatura.

“O pedido principal do mandado de segurança é que o ministro Barroso determine, como ele fez ontem (8), no mandado de segurança determinando a instalação de CPI, que ele também faça o mesmo, determine ao presidente do Senado que respeite o regimento interno”, informou o advogado Paulo Faria, responsável por apresentar o pedido ao STF.

“Impetramos um mandado de segurança contra o presidente do Senado e o presidente da mesa diretora do Senado para que eles adotem as medidas cabíveis necessárias de acordo com o regimento interno do Senado Federal”, explicou ele.

Em um vídeo publicado neste sábado (10), o advogado Luan Amâncio analisa esta e outras situações sobre o ministro do STF, Alexandre de Moraes:

Veja o vídeo:

Fonte: Jornal da Cidade Online

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OPINIÃO:COM A DEMISSÃO DO MINISTRO DA DEFESA O GENERAL AZEVEDO, TEVE FIM O GOLPE ORGANIZADO PELO STF

O contragolpe ao golpe! Por que o general Azevedo e Silva foi demitido?

Imagem em destaque

Em seis de setembro de 2018, um mês antes, pois, das eleições de outubro de 2018 a oposição já sabia que Bolsonaro estava eleito. O General Villas Boas, então Comandante do Exército após reunião do Alto Comando do Exército indicou o general Azevedo e Silva para assessorar Dias Toffoli no Supremo e assim poder auscultar os bastidores daquela instituição.

Uma vez eleito e tomando posse como Presidente, Bolsonaro nomeou o General Azevedo e Silva para Ministro da Defesa apoiado na recomendação do General Augusto Heleno.

Há que se notar que o Presidente Bolsonaro ao longo de seus dois primeiros anos de presidência rompeu com certas “tradições” dessagrando o “establishment” e desagradando ainda mais ao Supremo Tribunal Federal que se apossou de Rodrigo Maia para ser o intérprete em “off” do plano de desestabilização da presidência da república.

Não por menos, sabia Rodrigo Maia, a quem já havia sido prometido pelo Supremo sua continuidade como presidente da Câmara, que sua função seria a de afastar o Presidente Bolsonaro mediante uma forma a não deixar rastros que ele, Rodrigo Maia, saberia como fazê-lo. Abre-se aqui um parêntese para lembrar telefonema dado por João Doria ao ministro Paulo Guedes durante o qual o governador de São Paulo alerta Guedes para que deixe o Ministério da Economia dizendo que Bolsonaro iria deixar de ser Presidente, e que Guedes deveria salvar sua biografia.

Um incidente comentado pelo próprio Paulo Gudes em entrevista que prestou à revista Veja revelando as palavras de Doria. Que se preste também a atenção sobre o fato retratado até pela grande mídia, das constantes viagens de Rodrigo Maia a São Paulo para encontros com João Dória. As coisas se encaixam.

As promessas do Supremo a Rodrigo Maia, na pessoa de Gilmar Mendes, deram errado. Na votação sobre a interpretação do artigo da Constituição que vedava à reeleição dos presidentes da Câmara e do Senado, o plenário não votou todo ele no mesmo dia até porque a votação foi on-line. Entretanto, não custa lembrar que os quatro primeiros votos dados à continuidade de Rodrigo Maia e de Davi Alcolumbre à frente das presidências da Câmara e do Senado, foram dados no primeiro dia de votação do tema, estabelecendo um placar de 4 a 0 a favor da Maia e de Alcolumbre.

Votaram a favor Gilmar Mendes, Ricardo Lewandowski, Edson Fachin, e Dias Toffoli.

O argumento usado nesses votos foi o de que a Constituição não falava que era proibido a reeleição depois de dois mandatos seguidos apenas dizia que era vedado. Se alguém tem ainda dúvida sobre como o Supremo vota não terá mais depois do presente relato. A interpretação da Constituição dessas quatro figuras toscas que desgraçam o país não seria nem validada nos cursos do idioma português na parte reservada à interpretação de textos.

Os protestos da opinião pública foram muito fortes e o placar final foi de 6 a 5 contra a reeleição de Maia e de Alcolumbre, levando Rodrigo Maia ao desespero e a uma depressão não sarados até hoje. Seu plano junto com o Supremo sofrera a primeira derrota.

O plano era mais extenso. Entrava no jogo a deputada Joyce Hasselmann. Ela submeteria à Câmara dos Deputados um pedido de Projeto de Lei para afastar Bolsonaro da presidência da república sob a alegação de insanidade mental e esse projeto, bancado por Rodrigo Maia, teria seu julgamento de constitucionalidade e objetividade apreciados pelo Supremo Tribunal Federal, que faria a sua parte no crime longamente planejado para dar legalidade à perda da Presidência de um presidente eleito por 58 milhões de votos.

Uma aparente frustração das intenções do Supremo Tribunal Federal deve ser considerada como “simplesmente aparente frustração”.

O Supremo Tribunal Federal não cessou e prosseguiu. Por iniciativa de Dias Toffoli (de lembrar que Azevedo e Silva foi seu assessor) foi criado o tal “INQUÉRITO” que todos os ministros do Supremo sabem tratar-se de uma peça ilegal, inconstitucional, mas que atende aos seus propósitos de criar dificuldades para o Presidente da República, para gerar fatos que possam alimentar a imprensa na sua campanha de derrubar o Presidente da República de qualquer forma, mesmo que mintam os dois, Supremo e imprensa para a formalização desse intento.

De se ver e de se entender a função desse “inquérito como sendo o elemento vestido com uma roupagem de legalidade. Poder afrontar a Presidência da República através da mentira contada todos os dias até que ela possa ser, pelo vício do ouvir, admitida como a verdade para se afastar o Presidente.

A Polícia Federal já entregou ao Supremo suas conclusões investigatórias em torno das Fake News, de pessoas presas, jornalista Osvaldo Eustáquio e ativista Sarah Winter, e em seu relatório a PF diz que nada foi encontrado que pudesse ser imputado à essas pessoas injustamente presas, confinadas e abusadas no seu direito de expressão.

A ligação de intimidade de Azevedo e Silva construída com o Supremo pelo tempo que esteve na assessoria de Dias Tóffoli tranquilizou o Supremo ao afirmar ao Supremo que qualquer movimentação do Presidente no sentido de agir contrariamente às instituições de Estado, as Forças Armadas não agiriam nem endossariam em favor do Presidente.

É aí que se tem a notícia que o SNI dirigido pelo General Augusto Heleno através de gravações, desvendou essa proximidade comprometedora do antigo Ministro da Defesa de Bolsonaro.

O Ministro da Defesa foi, então, demitido. Teve fim o golpe organizado pelo Supremo através do excelente serviço prestado à presidência da República pelo Serviço Nacional de Informações, o SNI do General Augusto Heleno, que deu a oportunidade de um contragolpe para cima dos guardiões da Constituição Federal.

André Cumplido

Fonte: Jornal da Cidade Online

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OPINIÃO: PELA PRIMEIRA VEZ EM MUITO TEMPO ESTÁ SE TENTANDO COMBATER O ENSINO PARTIDÁRIO NOS COLÉGIOS

O plano diabólico da esquerda de usar a pandemia para “emburrecer” uma geração de brasileiros

Foto: SVM

Adoutrinação no ensino existe há mais de 50 anos no país. Desde o início dos anos 70, quando a esquerda conquistou a hegemonia no setor, após ter lá sido acomodada pelo regime militar (que ela ama odiar), dita as regras sobre a educação brasileira, em um aparelhamento completo, total e absoluto.

E daí veio o Governo Bolsonaro, a partir de 2019, com sua tentativa hercúlea de enfrentar o problema e lutar pela mudança de rumo da educação.

Pela primeira vez em muito tempo está se tentando combater o ensino partidário nos colégios. Criaram-se escolas cívico-militares, os pais começaram finalmente a prestar atenção verdadeira ao conteúdo de ensino passado aos filhos, por causa da campanha de conscientização feita pela própria direita, apareceu a chance real de começar o desaparelhamento das universidades federais, com a substituição dos reitores, e etc…

Tudo estava caminhando; aos trancos e barrancos, com muita dificuldade, mas estava caminhando. As previsões, apesar de um pouco frustrantes, pela expectativa gerada de mudanças rápidas (que não se implementaram), eram boas: novos métodos de ensino, sem a ideologia do tal Paulo Freire, novas crianças sendo alfabetizadas e começando a receber conteúdo programático, novos ENEM a serem realizados, e por aí vai.

Mas de repente veio a tal pandemia, e os colégios estão fechados há um ano.

Ora, todos sabem que crianças são pessoas em formação, e que o ensino que recebem, lá na base educacional, é o que molda, muitas vezes, o seu caráter. Não me venham dizer que aulas ministradas pela internet são suficientes para uma criança, como ser humano em formação. Isso é sabidamente insuficiente, especialmente para aqueles das classes mais baixas, que estudam em colégios públicos.

Toda e qualquer perspectiva que tínhamos de melhora nos índices educacionais, e “desesquerdização” do setor no país, foi por água abaixo.

A questão das aulas das crianças é muito simples: enquanto Bolsonaro for presidente, não tem mais aula no Brasil.

Essa é a verdade!

A esquerda é tão sórdida que ela prefere “emburrecer” uma geração de brasileiros, retirando de crianças o direito de irem aos colégios, apenas para no futuro acusar Bolsonaro de ser o responsável pela formação de milhões de jovens sem qualquer conteúdo educacional, devido ao déficit de aprendizado provocado pela falta de aulas presenciais.

Está na hora de se enxergar isso e interromper imediatamente esse plano diabólico da esquerda.

Foto de Guillermo Federico Piacesi Ramos
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OPINIÃO: O MELIANTE LULA É UM MENTIROSO E O INESCRUPULOSO ARNALDO AZEVEDO UM VIRA-LATA

Caro(a) leitor(a),

Faz tempo que esperava uma oportunidade de dizer quem eu penso que é o senhor Reinaldo Azevedo. Acontece que ao sair da Rádio Jovem Pan, mais precisamente, do programa Os Pingos Nos Is, onde até então se travestia de ativista de direita, ficou na berlinda um bom tempo e eis que ressurge há algum tempo  como militante petista. Como alguém, de meia idade, pode mudar da água pro vinho, assim, de repente? Eu sempre me perguntava. Mas quando descobri que a BAND foi comprada por capital chinês consegui associar e entender as coisas. O Reinaldo Azevedo não tem formação, caráter, princípios e muito menos identidade ideológica. O que ele tem é amor e apego ao dinheiro. Ele não serve a dois senhores, mas ao senhor que lhe pagar mais. E o resultado está ai na entrevista que fez com o meliante Lula da Silva. Então, casou tomé com bebé: o mentiroso e o vira-lata. Assista ao vídeo e verá! 

Lula e o “Dia da Mentira”: Um “casamento perfeito” (veja o vídeo)

Fotomontagem: Reinaldo Azevedo e Lula (Reprodução)Fotomontagem: Reinaldo Azevedo e Lula (Reprodução)

Reinaldo Azevedo fez uma entrevista com o ex-presidente e ex-presidiário Luiz Inácio Lula da Silva, no Dia da Mentira.

Reinaldo, é o mesmo jornalista que disse uma frase marcante anos atrás:

“Quem quebrou o pais, Lula, foi o seu partido. Quem deixou o país com 13 milhões de desempregados foi o PT! Deixa de ser picareta, cara!”

Lula, como sempre, aproveitou o “palanque” para novamente tentar atacar o presidente Jair Bolsonaro. Foi um fiasco.

O advogado Luan Amâncio analisou a entrevista e trouxe revelações importantes sobre as “falácias” ditas pelo ‘ex-criminoso’.

Confira:

Fonte: Jornal da Cidade Online

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OPINIÃO: APÓS ASSASSINATO DE PM NÃO VIMOS A ESQUERDA NEM A MAIORIA DA IMPRENSA ESBOÇAR O MÍNIMO PESAR PELA TRAGÉDIA, APENAS TIRANETES SE FAZENDO DE VÍTIMAS E EXIGINDO RESPEITO

Esquerda: Histórias de amor e ódio à Polícia

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Após o assassinato do PM Wesley Góes, não vimos a esquerda e nem a maioria da imprensa esboçar o mínimo pesar por esta tragédia. Ao contrário! Além de o chamarem de terrorista, no dia seguinte – seguindo o ritual marxista – surgem tiranetes se fazendo de vítima e exigindo respeito.

Afinal, a esquerda odeia ou ama a polícia – quando a usa como instrumento de opressão?

Para entender melhor, é preciso conhecer um pouco do pensamento de Marx.

Em linhas gerais, Marx afirmava que a polícia era um “aparelho de Estado” cujo objetivo seria agir repressivamente em nome da classe dominante para manter subjugada a outra classe. Outra hora falo porquê a ideia das “duas classes conflitantes” não funciona.

Suas primeiras críticas à polícia são de 1843, em A Questão Judaica, quando critica duramente a “Declaração dos Direitos do Homem e do Cidadão”, pós-Revolução Francesa – como se esta tivesse “traído” a revolução:

“A segurança é o conceito social supremo da sociedade burguesa, o conceito da polícia, no sentido de que o conjunto da sociedade só existe para garantir a cada um de seus membros a conservação de sua pessoa, de seus direitos e de sua propriedade. Através do conceito da segurança, a sociedade burguesa não se eleva acima do seu egoísmo. A segurança é, antes, a asseguração do seu egoísmo.”

Para Marx, os Estados investirem em segurança pública é assegurar o egoísmo da classe dominante. E, dois anos depois, em A Ideologia Alemã, ele avança em sua interpretação:

“Os burgueses pagam bem o seu Estado e fazem com que a nação inteira também o faça para que eles, os burgueses, possam pagar mal; eles asseguram para si, mediante bom pagamento aos serviçais do Estado, uma força protetora, uma polícia; para que possam descontar dos seus trabalhadores (como desconto do salário), sem correr riscos.”

Marx acredita que a polícia existe para garantir o poder da classe dominante, numa deturpação grosseira, pois chega a confundir polícia e exército. Ora, e os crimes de estupro, roubo, assassinato e tantos outros? A sociedade não precisa de polícia para lhe fazer justiça?

Na verdade, a Civilização Cristã Ocidental delimitou o sentido de justiça e segurança pública para que as pessoas não vivessem mais sob a lei do mais forte, a qual Marx não se opõe (e aí atraiu o interesse de anarquistas, que são mil vezes mais violentos que os marxistas).

Em Teorias da mais-valia (citado no “Dicionário do pensamento marxista”), Marx disse que “o crime suaviza a monotonia da existência burguesa e fornece enredos para a grande literatura”.

É que Marx e Engels acreditavam que o crime era uma consequência natural do Capitalismo.

Para eles, uma vez implantado o comunismo, não existiriam mais crimes!

É daí que vem a ideia de que o bandido é uma vítima da sociedade capitalista.

Marx cita, para dar crédito à tese do fim da criminalidade sob o comunismo, a Comuna de Paris.

A Comuna de Paris foi a tentativa de uma parte da população parisiense, cerca de 90 mil pessoas, de viver o comunismo num espaço físico delimitado, dentro de Paris, cuja população era de cerca de 1,8 milhão de pessoas. Durou apenas dois meses.

A pergunta é, você pode confiar no testemunho de militantes? Foram os membros da chamada Primeira Internacional ou Associação Internacional dos Trabalhadores (AIT) ligados a Marx e Engels que lideraram a Comuna e seguiam as premissas de Marx. Se fosse bom, por que durou apenas dois meses?

Ah! Marx “justificou”: os comunards foram bonzinhos demais! Ou seja, eles não mataram o suficiente! Não seguiram a tese da Revolução Permanente (citado em A Questão Judaica, p.42).

Mas Lenin não decepcionou Marx.

Curiosamente, ao tomar o poder na URSS, a primeira coisa que Lenin faz é criar uma Polícia Política, altamente repressiva e assassina: a Cheka (se pronuncia, tchecá) destinada a instalar “o terror organizado”, nas palavras do seu chefe Felix Dzerzhinsky, que recrutou… bandidos.

Ou seja: para os marxistas, a polícia só é boa quando utilizada para seus objetivos totalitários.

Entendeu agora porque eles não choram a morte de um trabalhador ou de um Policial Militar, mas de um bandido, “vítima da sociedade”?

Para encerrar, trago o vídeo definitivo, postado por @DallasginR que prova que o último tiro do PM Wesley foi para cima!

Fonte: Jornal da Cidade Online

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OPINIÃO: JÁ ESTAMOS VIVENDO UM ESTADO DE EXCEÇÃO, POR WAGNER BRAGA

Caro(a) leitor(a),

Quando foi a última vez que você viu ou ouviu falar alguém ou algum jornalista pudesse ir preso por causa das suas palavras? Particularmente eu só vi isso acontecer durante os governos militares. Lembro de Juca Chaves ter ido preso por ter dito a célebre frase: Sabe como se reconhece um ladrão? Médici dos pés a cabeça! Em pleno governo do General Emílio Garrastazu Médici, uma ditadura. Depois disso nunca mais ouvi falar em coisas desse tipo. Recentemente tivemos o episódio do Oswaldo Eustáquio, preso porque falou a verdade e depois apareceu paraplégico, numa cadeira de rodas, dentro da cadeia numa circunstância muito tenebrosa, ainda sem uma explicação plausível. Quando um jornalista, como Caio coppolla vem a público dizer que corre risco de ser censurado, investigado e preso, algo de muito estranho está acontecendo num país que se diz democrático. São tempos muito estranhos o que estamos vivendo e não pode continuar assim. Temos de fazer alguma coisa. Temos que pelo menos apoiar o Caio Coppolla nessa empreitada do Impeachment. Dar as mãos a ele e deixar bem claro para todos os poderes que a sociedade brasileira está de acordo com ele. Mais de 3 milhões já fizeram isso. Desta forma para colocar Caio Coppolla na cadeia será necessário colocar todos os 3 milhões de abaixo assinados. Quero ver quem vai ser o cabra macho!

Caio Coppolla diz que corre o risco de ser censurado, investigado e preso

Redação

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Reprodução | CNN Brasil

Bacharel em direito e comentarista político da CNN Brasil, Caio Coppolla voltou a dizer que ele pode ser censurado pelo Supremo Tribunal Federal, alvo de investigações da Polícia Federal e até mesmo preso arbitrariamente após criar, no dia 15 deste mês, um abaixo-assinado virtual para pressionar o presidente do Senado, Rodrigo Pacheco (DEM-MG), a pautar o impeachment do ministro Alexandre de Moraes, do STF.

O analista decidiu gravar um vídeo comentando uma matéria publicada pelo jornal Folha de S. Paulo, assinada pela jornalista Mônica Bergamo, em que juristas e advogados rebateram argumentos que foram apresentados por ele em críticas ao ministro Alexandre de Moraes.

“Eu tenho fundadas razões para acreditar que estou prestes a ser censurado pelo STF, investigado pela Polícia Federal e até preso arbitrariamente. Até o final do vídeo vocês vão entender porque estou correndo esses riscos”, disse.

“No dia 22 de março, a Folha de S. Paulo, que vive publicando informações falsas a meu respeito, quebrou o seu silêncio constrangedor e se manifestou sobre o abaixo-assinado pela análise do pedido impeachment contra o ministro Alexandre de Moraes. Para surpresa de ninguém, a Folha ficou do lado errado e publicou uma coluna difamatória contra mim, defendendo a coluna do ministro Alexandre de Moraes (…) Eis o título do texto, assinado por Mônica Bergamo: ‘Juristas e advogados defendem Alexandre de Moraes contra ‘ataques’ de Caio Coppolla, da CNN. Comentarista tem feito mobilização pelo impeachment do magistrado’”, questionou.

Para Caio, a Folha serve de “assessoria de imprensa de imprensa de advogados milionários e juristas militantes que são bajuladores do STF”.

“(…) É uma iniciativa legitima, republica e pacífica que engajou milhões de brasileiros. Mas a Folha de S. Paulo optou por não noticiar essa mobilização histórica em defesa da Constituição e da liberdade de expressão. Preferiu servir de assessoria de imprensa de advogados milionários e juristas militantes que são bajuladores do STF, onde os seus clientes mais poderosos são julgados. E, para fazer o serviço sujo, esses profissionais do direito utilizaram os serviços da jornalista Mônica Bergamo”, prosseguiu o comentarista.

Coppolla fez questão de confrontar as entidades que assinaram o documento, considerando que essas, segundo ele, servem de ‘peso artificial’ no debate público.

“Perceberam o perfil de quem me ataca gratuitamente? (…) Essa manifestação contra mim e contra o abaixo-assinado é nitidamente política. Não deveria ter nenhuma credibilidade jurídica (…) Por serem reputados como especialistas no direito, essas entidades ganham peso artificial no debate público, mesmo que os fatos narrados sejam flagrantemente falsos. (…) Percebam a quantidade de mentiras que a Folha de S. Paulo veiculou a meu respeito, usando como pretexto a publicação de manifestação militante. Se a senhora Mônica Bergamo tiver um pingo de decência jornalística (…) Ela vai me conceder direito de resposta (…) Eu faço aqui um apelo à sua ética profissional. Me conceda esse justo direito de resposta na sua coluna”, acrescentou.

Por fim, ele lamentou a seletividade no âmbito jurídico, frisando grupos de esquerda. Segundo ele, a Folha de S. Paulo tem gerado desinformação para resultar numa eventual ação de censura contra ele, além de uma possível prisão.

“Sabem quais os objetivos dessas entidades e da Folha de S. Paulo ao veicular esse tipo de desinformação? É criar um contexto jurídico e midiático para ensejar medidas judiciais de censura, de investigação e de prisão contra mim com base na Lei de Segurança Nacional (…) Preparei uma série de conteúdos que serão publicados por outros influenciadores, inclusive no exterior, caso eu seja preso injustamente e minhas contas nas redes sociais sejam bloqueados por uma ordem judicial censora (…) O mais triste é perceber que espírito democrático dos advogados e juristas da esquerda é muito seletivo. Eles só defendem os direitos de quem pensa como eles”, finalizou.

Fonte: Conexão Política

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OPINIÃO: COM INVESTIMENTOS DO GOVERNO FEDERAL, A FIOCRUZ VAI PRODUZIR 6 MILHÕES DE VACINAS POR SEMANA

Produção de 6 milhões de vacinas por semana pela Fiocruz desmente narrativa infame contra Bolsonaro

Fotomontagem ilustrativaFotomontagem ilustrativa

Boa parte da mídia preferiu ignorar a notícia veiculada nos últimos dias, dando conta de que, já a partir desta semana, a Fiocruz irá produzir 6 milhões de doses de vacinas por semana.

Sim, produção brasileira, graças ao investimento e a aposta acertada do Governo Federal.

Essa notícia desmente todas as narrativas criadas contra o presidente Jair Bolsonaro, demonstrando que elesempre teve preocupação com a questão da vacina contra a Covid-19 e trabalhou para que fosse viabilizada.

Assim, além das vacinas já negociadas pelo Governo Federal, teremos ainda no 1º semestre, em torno de 100 milhões de doses produzidas pela Fiocruz e, no geral, mais de 500 milhões de doses até o final do ano, o que garantirá a vacinação de toda a população brasileira.

Fonte: Jornal da Cidade Online

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OPINIÃO: UM CHORO DIFÍCIL DE SER ENTENDIDO POR QUEM NUNCA CHOROU

O choro não é livre… É o choro de fome, fraco, doído… (veja o vídeo)

Fotomontagem reprodução

O choro é imposto, obrigado, sofrido.

É choro de fome, fraco, doído.

O choro é de raiva, magoado, sentido.

Um choro difícil de ser entendido por quem nunca chorou.

Eu sou um cara “duro”. É difícil algo me abalar. Mas confesso que assisti esse vídeo com nó na garganta e me perguntando:

“Quais vidas querem salvar?”

Será que a vida que restará, após todos os desmandos destes projetos de tiranetes, vale a pena ser vivida?

O Brasil é um país cruel. Disso eu sempre tive certeza. É um país que castiga o trabalhador, o empreendedor; que só dá boa vida para corrupto e vagabundo. Mas o que está sendo feito, neste momento, é HEDIONDO!

Estamos falando de uma doença que, EM UM ANO, atingiu 5% da população, com uma letalidade de 2,4% dos diagnosticados. Se considerarmos os assintomáticos, que nem foram testados, o número é ainda menor. O “Lockdown” cria MILHÕES de desempregados e famintos em pouquíssimos dias.

Estamos há UM ANO nas mãos de canalhas, que tiveram BILHÕES para adequar o sistema de saúde e não o fizeram. Compraram respiradores superfaturados em loja de vinhos, renovaram a frota da prefeitura, montaram hospitais de campanha para desmontar logo em seguida. Tudo a serviço da narrativa e da corrupção.

São pessoas como esse senhor, que não vivem no fantástico mundo do Projaquistão, nem recebem os salários nababescos dos marajás do funcionalismo, que sofrem as consequências. É a base da pirâmide que suporta toda a carga.

Não resta um pingo de humanidade, somente covardia, em quem assiste a isso e não se revolta, não desperta, ainda aplaude as medidas totalitárias destes bostas de governadores.

O governante responsável por uma cena assim, pelo choro de um homem que a vida inteira trabalhou honestamente e agora depende de caridade para se alimentar, deveria ser extirpado irrevogavelmente da vida pública. Não pode ter espaço na política para quem faz com que isso aconteça.

“Quando os justos governam, alegra-se o povo; mas quando o ímpio domina, o povo geme.” (PROVÉRBIOS 29:2)

Fonte: Jornal da Cidade Online

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OPINIÃO: O CHORO É LIVRE DE MAJU PRECISA SER COMBATIDO COM VEEMÊNCIA

Caro(a) leitor(a),

É simplesmente incrível como as pisadas de bola da imprensa marrom não têm nem de longe a repercussão de um mero comentário que venha de uma personalidade de direita, como é o caso de Bolsonaro. “O choro é livre” da bela, porém cabeça oca da Maju, foi a maior piada de mau gosto dos últimos tempos, principalmente num momento delicadíssimo como o que estamos passando, onde as mortes por covid/dia quase triplicaram. É realmente totalmente e completamente desproporcional e até covarde o que essa imprensa faz. Precisamos reagir e fazer a nossa parte esclarecendo os fatos e desmascarando essas fake news e descontextualizações espalhadas por essa imprensa marrom. Vamos em frente espalhar a verdade! 

O choro é livre, Maju? A fome, o desemprego e a depressão também são!

Filipe Altamir

Publicado em

Filipe Altamir

Divulgação | Conexão Política

Em apoteose da insensibilidade e completamente desprovida de empatia, a apresentadora Maju Coutinho manda um “o choro é livre” diante das medidas radicais de isolamento após um enorme lapso temporal. O Brasil está sentindo os fortes efeitos da pandemia? Sim, mas existe uma grande janela de oportunidade para investir em mais leitos e aprimorar a estrutura hospitalar como medida preventiva. O choro parece ser livre, mas o cidadão de bem continua preso no desemprego; preso diante da fome e completamente desprovido de liberdade para colocar comida na despensa. Não resta mais liberdade individual para o cidadão brasileiro a não ser chorar e lamentar os impropérios provenientes da classe artística, do jornalismo militante e dos falsos profetas da falsa ciência.

Não posso evitar fazer aquele velho jogo imaginativo e hipotético em cima disso: e se fosse Bolsonaro proferindo um “o choro é livre” diante de um recorde de mortos por coronavírus anunciado diante dele? Isso provavelmente moveria toda a estrutura narrativa e militante cibernética, com elevação ostensiva de hashtags nas redes sociais, pronunciamentos e notas de repúdio, além de manchetes lacradoras e mais uma campanha por impeachment.

Não vai demorar muito também para a esquerda militante iniciar sua operação de passar pano invocando as cartas do baralho do vitimismo. Vão ignorar a insensibilidade da Maju e com certeza vão operar com a retórica de que ela está sofrendo ataques racistas e misóginos, pois é assim que a esquerda responde quando um dos seus cometem os erros. As maiores barbaridades dos seus bajuladores são atenuadas com uma retórica vitimista que adorna todo o sentimentalismo tóxico característico no modus operandi da militância e do virtuosismo retórico da esquerda.

A Maju vomitou um “o choro é livre” como se a medida de isolamento radical fosse a única resposta diante de um caos generalizado cujas proporções só alcançaram esse patamar graças à leniência difuso de governadores e prefeitos. Avisamos aqui que as eleições e o estranho silêncio catacumbal sobre o aumento de contaminações durante as carreatas, aglomerações durante as votações e comícios promoveriam. Essa janela silenciosa foi crucial para uma nova onda de contaminação que se alastrou pelo país inteiro, transmutando-se na sua forma mais agressiva e contagiosa. Enquanto isso os nossos ilustres governadores e prefeitos receberam aportes econômicos estrondosos do governo federal e em nada investiram.

lockdown defendido com tanto afinco pela Maju como uma medida ‘necessária e inevitável’ segue completamente desprovido de comprovação de eficácia, ao contrário do que ela tenta passar. A Argentina passou pelo mais longo e radical lockdown da história e continuou enfrentando picos e recordes de contaminação e óbitos por covid-19. Reino Unido, Itália, Bélgica e outros países também aplicaram o bloqueio total de atividades e são recordistas em contaminação e óbitos por milhão de habitantes.

Suécia, Taiwan, Japão, Coreia do Sul e até mesmo países africanos resolveram adotar um caminho mais sensato: encarar o vírus como um gigantesco problema de saúde pública sem sacrificar a economia. Os resultados são incomparavelmente melhores que os países mais desenvolvidos líderes em lockdown.

O vocabulário militante é bastante claro. Quando falam em ‘ciência’, eles querem dizer que vale apenas os cientistas preferidos, num esquema de cherry peacky, daqueles estudos e pesquisadores que estão mais alinhados à visão de mundo do intelectual ungido e da classe iluminada do “fique em casa”. No mundo pseudocientífico dessa turma, não existe confrontação de teses, falseabilidade e plena dissonância com inúmeros estudos sendo publicados. Só aqueles favoritos são escolhidos para embasar a visão de mundo encantada do isolamento radical.

Fonte: Conexão Política

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OPINIÃO: STF AUTORIZA CONTROLE ABSOLUTO DE GOVERNADORES E PREFEITOS PARA ADOTAREM MEDIDAS CONTRA COVID-19

Chegou a hora de decretar o Estado de Defesa

Foto Ilustrativa - Foto: Antonio Cruz/Agência BrasilFoto Ilustrativa – Foto: Antonio Cruz/Agência Brasil

Em meio a um quadro de pandemia mundial de proporção talvez inédita na história e a uma gravíssima crise econômica e social, mais uma vez o Supremo Tribunal Federal (STF) formou maioria nesta sexta para manter e autorizar o controle absoluto concedido a governadores e prefeitos para adotarem medidas de prevenção à Covid-19, como isolamento social e uso de máscaras.

Em outro julgamento, a Corte também validou a liminar do ministro Ricardo Lewandowski que impediu o governo Jair Bolsonaro de requisitar seringas e agulhas adquiridas pelo estado de São Paulo. Ambas as ações foram discutidas no plenário virtual.

Parece que, a cada dia, a cada decisão, está mais difícil conseguir uma trégua entre os Poderes e de se respeitar a independência entre eles.

Protestos contra as restrições de circulação e lockdown ocorreram em diversas cidades pelo país. A repressão continua ainda maior por parte das forças de segurança e perduram as ilegalidades constitucionais na aplicação de leis e estado de sítio sem embasamento constitucional.

Enquanto isso, a prioridade dos governadores e prefeitos parece ser criar confrontos diretos com o governo federal, sem assumir responsabilidade caso suas ações resultem em catástrofes. Não raro há, ainda, divergências entre governos estaduais e prefeituras.

Inclusive, já é notável o aumento do nível de agressividade dos manifestantes. Inúmeras pessoas se concentraram nos arredores das residências oficiais, nas prefeituras, nos palácios de governos.

Os policiais intervieram muitas vezes com violência e ameaçando multar os veículos em carreatas principalmente os caminhoneiros que se recusaram a sair. Com negócios, empregos e salários em risco, a população mostra estar farta de não se sentir protegida pelos seus governadores. É uma mistura social que reflete a bomba relógio que há muito está para explodir e que foi espoletada pela crise atual.

O Presidente garantiu que teria um plano para colocar em prática caso o STF garanta a ele autonomia para decidir pelos estados e municípios. Algo precisa ser feito e outros poderes não podem usurpar os poderes do executivo e deixar políticas públicas nefastas acabarem com a população, emprego e renda.

A Constituição não é cumprida por ativismo político, que por sua vez não visa o bem do Brasil.

Aras disse que o “agravamento da crise sanitária” poderia justificar declaração de “Estado de Defesa”, recurso que ampliaria poderes do presidente. Art. 136. O Presidente da República pode, ouvidos o Conselho da República e o Conselho de Defesa Nacional, decretar estado de defesa para preservar ou prontamente restabelecer, em locais restritos e determinados, a ordem pública ou a paz social ameaçadas por grave e iminente instabilidade institucional ou atingidas por calamidades de grandes proporções na natureza.

Chegou a hora de o governo central assumir essa situação de calamidade pública, fiscalizando toda a cadeia de produção, tanto do combate à pandemia como da matriz econômica, salvando vidas ceifadas pela incompetência dos seus governadores. Foram enviados bilhões de reais para os estados e a mesma conversa de março de 2020 se repete, além de tentarem tirar o direito de reclamar da população ou de apontar os culpados pelo caos que vivem.

É importante parar de creditar todos os ônus da pandemia e da economia ao governo Bolsonaro. Os incertos resultados da vacinação, do combate ao vírus e a derrocada econômica pelos estados começam a aparecer. Vimos que o proposto pelo STF não deu certo. É hora de declarar o Estado de Defesa e salvar esse país, antes que seja tarde demais.

Fonte:  Jornal da Cidade Online

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OPINIÃO: A DECISÃO DO MINISTRO FACHIN É UMA INDECÊNCIA JURÍDICA E PROCESSUAL

A indecência jurídica que busca, sem disfarce algum, tornar o meliante elegível para tumultuar o processo eleitoral

Fotomontagem: Créditos Marcelo Camargo/Agência BrasilFotomontagem: Créditos Marcelo Camargo/Agência Brasil

A decisão do ministro que deslocou a competência de todos os processos penais onde o ex-presidente foi condenado em três instâncias jurisdicionais por prática de crime de corrupção a penas que somadas ultrapassam 30 anos de cadeia é uma indecência jurídica e processual.

É indecente por ser tecnicamente insustentável e moralmente uma agressão ao Estado Democrático de Direito.

E como tal, deve ser tratada e enfrentada.

Vamos analisar algumas vertentes.

Primeiro, o que busca, sem disfarce algum, é tornar o meliante elegível para tumultuar o processo eleitoral e, por conseguinte, criar um ambiente de hostilidade republicana. Essa é a essência dos fatos. É disso que estamos tratando.

Segundo, traz em seu bojo uma imensa insegurança jurídica (no âmbito interno e na imagem externa do país), posto que desautoriza juízes monocráticos, desembargadores, ministros do STJ e do próprio supremo via de uma decisão monocrática exarada de forma atravessada em um recurso que não admite tecnicamente o que foi feito.

Em síntese, a decisão do ministro diz que o trabalho meticuloso de várias outras instâncias jurisdicionais não valeu absolutamente nada e que todos os magistrados nas várias instâncias onde os processos tramitaram, são asnos processuais por não terem observado uma nulidade que não existe.

Terceiro, na prática significa que o condenado está livre de qualquer sanção penal pela prática dos gravíssimos crimes que cometeu, pois muito dificilmente os processos deslocados para outro foro serão conhecidos, processados e julgados antes que aconteça o que se chama de prescrição penal.

Em resumo, o ministro isentou para todo e sempre o condenado, dando-lhe uma carta de alforria e um salvo conduto, validando no caso a odiosa máxima de que o “crime compensa”.

Quarto, a decisão é o enterro absoluto da operação Lava-Jato, na proporção em que praticamente todos os demais réus poderão requerer e obter os mesmos “benefícios” reconhecidos pelo ministro em favor do meliante.

É só uma questão de tempo para as absolvições acontecerem.

Quinto, a decisão de um ministro é a decisão de um ministro. Mas essa em especial precisa conhecer e enfrentar o clamor público e a reação contundente e civilizada das instituições – sobretudo do Poder Judiciário (ai compreendidos a Magistratura, o Ministério Público e a Advocacia) sob pena de uma total, absoluta e irreversível desmoralização do sistema judicial brasileiro brasileiro capaz de transformar nosso país numa verdadeira esbórnia.

Democraticamente, a nação precisa se posicionar, com urgência!

Não é possível, nem aceitável que ministros de uma Corte que está sob imenso, amplo, extenso e frequente desgaste, lance uma decisão capaz de aumentar o nível das instabilidades que já estão no seu patamar máximo.

Apesar do impacto contundente e da sensação de impotência, não é aceitável, nem se cogita que a população perca a esperança de construirmos um país onde se possa viver com decência!

Nós temos que enfrentar os sem vergonhas com altivez, coragem e pacificamente, para que as vergonhas não passem a ser nossas.

Brava gente brasileira, tenho a honra de alertá-los: a hora é de luta!

Fonte: Jornal da Cidade Online

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OPINIÃO: O MAL AVANÇA PRINCIPALMENTE PORQUE OS QUE PODIAM LUTAR ABANDONAM OCAMPO DEBATALHA OU SE VENDEM AO INIMIGO

O autor do artigo a seguir, aqui na coluna OPINIÃO desta segunda-feira é Murray N. Rothbard (1926-1995). Ele foi um decano da Escola Austríaca e o fundador do moderno libertarianismo. Também foi o vice-presidente acadêmico do Ludwig von Mises Institute e do Center for Libertarian Studies. O artigo que publico hoje, de sua autoria, nunca esteve tão atual, já que as forças do mal estão avançando com muita velocidade, não só no nosso pobre e débil país, mas também a nível mundial. Estamos vendo o politicamente correto avançar por todas as partes e isso está acontecendo justamente porque muitos que podiam lutar contra esse avança estão se retirando do campo de batalha ou se vendendo ao inimigo. Convido você a ler o artigo completo a seguir que analisa esse comportamento em detalhes. 

Sobre como resistir ao mal — há os que se vendem, e há os que se retiram da luta

Os últimos são ainda piores que os primeiros

Como pode alguém, encontrando-se cercado por uma crescente maré de transgressões, de desrespeito à liberdade mais básica, e de maldade, não lutar até suas últimas forças contra ela?

Há tempos estamos sendo submergidos por uma inundação de perversidades na forma de coletivismo, socialismo, igualitarismo, niilismo e autoritarismo.

Sempre foi muito óbvio para mim que temos uma imperiosa obrigação moral de lutar contra esses males – para o nosso próprio bem, para o de nossos entes queridos, de nossa prosperidade, de nossos amigos, de nossos vizinhos e de nosso país.

Sendo assim, sempre foi um mistério para mim por que as pessoas que enxergaram e identificaram estes males – e, consequentemente, foram convocadas a combatê-lo – abandonam esta luta, aos poucos ou de uma vez. Como pode alguém enxergar a verdade, entender seu premente dever, e, então, simplesmente desistir e até mesmo ir além e trair a causa e seus companheiros de luta?

E, no entanto, nos dois movimentos e em suas variantes aos quais já estive associado — libertário e conservador —, isto acontece o tempo todo.

Conservadorismo e libertarianismo, no fim, são movimentos “radicais”, ou seja, eles se opõem radical e fortemente a todas as tendências de estatismo e imoralidade. Logo, como pode alguém que se juntou a um movimento destes — seja como ideólogo, ativista ou financiador – simplesmente abandonar a luta?

Recentemente, perguntei a um perspicaz amigo por que um conhecido nosso abdicou da luta. Ele respondeu que “ele é o tipo de pessoa que deseja uma vida tranquila, que só quer se sentar à frente da TV e não quer ouvir falar de nenhum problema”. Ok, mas, neste caso, disse eu angustiado, “por que então estas pessoas se tornaram ‘radicais’? Por que elas orgulhosamente se proclamam ‘conservadores’ ou ‘libertários’?” Infelizmente não obtive nenhuma resposta.

E o fato é que, se você quer realmente mudar o estado das coisas — tanto moral quanto economicamente —, esqueça qualquer tipo de vida tranquila ou sossegada. Não vai acontecer.

Em algumas ocasiões, as pessoas desistem da luta porque, dizem elas, trata-se de uma causa perdida. Perdemos, elas dizem. A derrota é inevitável. O grande economista Joseph Schumpeter escreveu em 1942 que o socialismo é inevitável, e que o capitalismo está condenado não por suas falhas, mas pelo seus próprios êxitos, os quais deram origem a um grupo de intelectuais invejosos e malignos que iria subverter e destruir o capitalismo por dentro. Os críticos acusaram Schumpeter de pregar o derrotismo aos defensores do capitalismo. Schumpeter respondeu que, se alguém disser que um barco está inevitavelmente afundando, seria isto a mesma coisa de dizer: “não faça o melhor que pode para salvar o barco”?

Da mesma maneira, assuma por um minuto que a luta contra os malefícios estatais seja uma causa perdida: por que isto implica abandonar a batalha?

Em primeiro lugar, por pior que as coisas estejam, lutar significa que o inevitável pode ao menos ser adiado. Por que isto não valeria a pena? Não é melhor perder daqui a trinta anos do que perder agora?

Em segundo lugar, na pior das hipóteses, é muito divertido provocar e irritar o inimigo; deixar o monstro incomodado. Por si só, isto já vale a pena.

Não se deve pensar no processo de luta contra o inimigo como um tormento sério e melancólico. Ao contrário: é altamente inspirador e revigorante ir à guerra contra um oceano de problemas em vez de simplesmente se render passivamente. E, ao oferecer essa oposição, há a chance de alguns ganhos; no mínimo, haverá alguma resistência e não se estará entregando ao inimigo a vitória gratuitamente.

E, por fim, ora!, se você de fato luta contra o inimigo, você pode sim vencê-lo! Pense nos bravos que lutaram contra o comunismo na Polônia e na União Soviética e que nunca desistiram, que enfrentaram adversidades aparentemente impossíveis de serem superadas. Ninguém acreditava neles; todas as chances estavam contra eles. E então, do nada, bingo!, um dia o comunismo sucumbiu.

Com certeza as chances de vencer são bem maiores se você lutar do que se você simplesmente desistir.

Os que se corrompem e os que abandonam

Nos movimentos conservador e libertário foram duas as principais formas de desistência, de abandono da causa.

A forma mais comum e mais patentemente óbvia é aquela com a qual todos nós estamos bem familiarizados: vender-se.

O jovem libertário ou conservador entra no governo – ou no Executivo, ou no Congresso, ou em um cargo administrativo – ansioso e pronto para a batalha de reduzir o estado em prol de sua estimada causa radical. E então alguma coisa acontece: às vezes, gradualmente; outras, com uma impressionante rapidez. Esse jovem começa a frequentar alguns coquetéis frequentados pelo alto escalão, descobre que o inimigo parece ser muito agradável, começa a se envolver com a marginália, começa a fazer concessões e, sem perceber, já está dando extrema importância a alguma comissão ordinária, ou a algum insignificante corte de imposto ou emenda. E, com o tempo, ele se mostra disposto a abandonar totalmente a batalha em troca deum pomposo cargo no governo ou de um bom contrato no setor privado ganho em decorrência de suas conexões políticas.

E, à medida que esse processo de corrompimento continua, ele descobre que a coisa que mais o incomoda não é o inimigo estatista, mas sim os seus antigos aliados que se transformaram em meros “resmungões e criadores de caso”, que não param de fazer cobranças, vivem fazendo sermões sobre princípios e até mesmo o atacam por ter traído a causa.

E, assim, rapidamente, esse jovem e O Inimigo se tornam indistinguíveis.

Todos nós conhecemos bem este roteiro de corrompimento, e é fácil e correto ficar indignado com esta traição moral a uma causa que é justa — a batalha contra o mal — e aos seus antes estimados camaradas.

Mas existe outra forma de abandono que não é tão evidente e é ainda mais insidiosa – e não me refiro à simples perda de forças e entusiasmo. Nesta forma, que tem ocorrido bastante no movimento libertário e também em setores do conservadorismo, o militante simplesmente decide que a causa é perdida e, então, desiste de tudo, abandonando resolutamente este mundo corrupto e imoral, refugiando-se em alguma comunidade pura e nobre formado exclusivamente por semelhantes. Para os randianos, este seria o “Vale de Galt”, do romance de Ayn Rand A Revolta de Atlas.

Outros libertários seguem tentando formar alguma comunidade underground, com o intuito de “capturar” uma pequena cidade, ou de ficar “underground” em um floresta ou em plataformas marítimas, ou até mesmo construir um novo país libertário em uma ilha, nas montanhas ou onde quer que seja.

Já os conservadores têm seu próprio jeito de isolamento e retirada. Em cada caso, surge o apelo de abandonar o mundo perverso, e de formar uma pequena comunidade alternativa em algum refúgio isolado.

Muito tempo atrás, rotulei este posicionamento de “isolacionismo”. Poderiam chamar esta estratégia de “neo-Amish”, exceto pelo fato de que os Amish são fazendeiros produtivos, e recuo que estes grupos jamais chegariam a este estágio.

A justificativa para este isolacionismo sempre vem acompanhado de uma Moral Superior, e também de termos pseudo-psicológicos. Estes “puristas”, por exemplo, dizem que eles – ao contrário de nós, combatentes incautos – estão “vivendo a liberdade”, que eles estão enfatizando “o positivo” em vez do “negativo”, que estão “vivenciando a liberdade” e vivendo uma “vida libertária pura”, enquanto que nós, pobres almas, ainda estamos vivendo no corrupto e apodrecido mundo real.

Há anos tenho respondido para estes grupos de isolacionistas que o mundo real, no fim das contas, é bom; que nós libertários podemos ser anti-estado, mas que não somos categoricamente anti-sociedade ou contrários ao mundo real, por mais contaminado que ele possa estar. Propomos continuar a luta para salvar valores, princípios e pessoas que estimamos, mesmo que o campo de batalha fique lamacento. Igualmente, eu citaria o grande libertário Randolph Bourne, que proclamou que nós somos patriotas, não no sentido de patriotas adeptos ao estado, mas ao país, à nação, a nossas gloriosas tradições e cultura que estão sob vil ataque (de políticos, de progressistas, de parasitas, de desarmamentistas e de demais tipos de degenerados autoritários).

Nossa atitude deveria ser, nas famosas palavras de Dos Passos (apesar de ele tê-las dito como um marxista), “tudo bem, somos duas nações”. Sim, nosso país, como existe hoje, são duas nações; uma é a nação deles, a nação do inimigo corrupto, de seu sistema de educação pública de lavagem cerebral deles, de toda a sua burocracia estatal, de sua grande mídia, e de todo o seu autoritarismo; e a outra é a nossa nação, muito maior, formada pela maioria; uma nação muito mais nobre que representa o antigo e mais verdadeiro país. Nós somos a nação que irá vencer, que irá retomar o país, não importa quanto tempo isto leve. É na verdade um grave pecado abandonar esta nação necessitada de vitórias.

Mas estaríamos então enfatizando “o negativo”? Em certo sentido, sim; mas o que mais deveríamos destacar quando nossos valores, nossos princípios, nossos próprios seres estão sob ataque de um adversário insaciável?

Porém, primeiro temos que entender que no próprio ato de acentuar o negativo também estamos enfatizando o positivo. Por que lutamos contra – e, sim, até mesmo odiamos – o mal? Somente porque amamos o bem, e nossa ênfase no “negativo” é apenas o outro lado da moeda, a consequência lógica de nossa devoção ao bem, aos princípios e valores positivos que prezamos. Não há razão para não podermos enfatizar e espalhar nossos valores positivos ao mesmo tempo em que lutamos contra nossos inimigos. Na realidade, os dois andam juntos.

No fim, há uma diferença crucial entre os dois

O que é realmente fascinante e crucial é que estes dois caminhos – mesmo que pareçam ser diametralmente opostos – acabam inexoravelmente no mesmo lugar.

Os corrompidos abandonam a causa e traem seus camaradas por dinheiro e status; os isolacionistas, compreensivelmente abominando os vendidos, concluem que o mundo real é impuro e se retiram dele.

Em ambos os casos, seja em nome do “pragmatismo” ou em nome da “pureza”, a causa, a luta contra o mal no mundo real, é abandonada.

No entanto, há claramente uma grande diferença moral nos dois caminhos.

O vendido é moralmente mal; já o isolacionista, por sua vez, é – dizendo com educação – extremamente equivocado. É perda de tempo tentar convencer um corrompido; não vale a pena tentar dialogar com eles. Já os isolacionistas têm que entender que lutar contra o mal não significa trair a causa, longe disso. E abandonar o mundo real não ajuda em nada a luta pela liberdade.

O isolacionista, em sua atitude, se torna indiferente ao poder e à opressão, gosta de relaxar e mostrar que não liga para o autoritarismo à sua volta se a sua “alma interior está livre”.

Sim, claro, é bom ter liberdade para nossa alma interior. Sou bem familiarizado com os velhos clichês sobre como a mente é livre e como o prisioneiro também é livre no fundo de seu coração.

Porém, podem me chamar de vil materialista, mas acredito, e creio que todos os libertários e conservadores também acreditam sinceramente, que o homem merece mais do que isso, que nós não temos que nos contentar com a liberdade interior do prisioneiro em uma cela, que devemos entonar o bom e velho coro de “Liberdade e Propriedade”, que devemos exigir liberdade em nosso mundo real externo de dimensão e espaço. Eu acredito que é disso que se trata a luta. E que sempre foi disso que se tratou.

Coloquemos dessa forma: não temos que deixar nossas vidas, nossas propriedades, nosso país, o mundo real, para os bárbaros. Nunca. Vamos agir no espírito daquele magnífico poema que James Russel Lowell criou para a bela melodia Welsh:

Uma vez para cada homem e nação chega o momento de decidir/na contenda entre a verdade e a falsidade, se para o lado do bem ou do mal deve ir.

Alguma grande causa, o novo Messias de Deus, oferecendo a cada um o flagelo ou o florir.

E a escolha vale para a eternidade entre aquela escuridão e a luz que há de vir.

Embora a causa do mal prospere, ainda é a verdade sozinha forte; embora sua parcela seja o cadafalso, e ainda que aquele cadafalso distorça o futuro, por trás do sombrio desconhecido, Deus se ergue firme em meio às sombras mantendo os olhos sobre os Seus filhos.

autor
Murray N. Rothbard
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OPINIÃO: ROBERTO JEFFERSON IMPETROU PEDIDO DE IMPEACHMENT CONTRA O MINISTRO ALEXANDRE DE MORAES

Jefferson, o pedido de impeachment contra Moraes e as duas situações colocadas na mesa

 

Foto: Valter Campanato/Agência BrasilFoto: Valter Campanato/Agência Brasil

Mal se ajeitou na cadeira da presidência, Rodrigo Pacheco, recebeu o pedido de impeachment contra o ministro Alexandre de Moraes.

Adivinha quem impetrou?

Claro, tinha que ser Roberto Jefferson.

Outros pedidos foram impetrados depois, mas o dele foi primeiro.

Ao pedir o impeachment Moraes, duas situações foram colocadas na mesa: testou o novo presidente e apertou os ministros do Supremo.

Testou a disposição do novo presidente em atender o povo, pois é inegável o anseio popular contra os desmandos dos ministros do Supremo.

Ainda mais que, foi a ala conservadora que apoiou Rodrigo Pacheco por causa de Bolsonaro. E, a segunda intenção é de fato colocar os ministros nos seus devidos lugares.

Não é de hoje que funciona assim, Jefferson, age como que instintivamente, sem esperar o argumento do adversário. Inteligente e com os pés fincados ao chão não teme represálias. Sabe o que faz.

Assim que percebeu a lerdeza do Senado em receber o pedido de Impeachment contra Alexandre, Jefferson denunciou todos os ministros na Comissão Interamericana de Direitos Humanos, na OEA.

Numa tacada só, demonstrou certa chateação com a omissão do Senado, de quebra, defendeu Daniel Silveira e desnudou para o mundo o quanto o judiciário brasileiro não está bem.

Logo após ir ao Senado, depois a OEA, Jefferson, com a Constituição em punho, apresentou uma ADPF contra a lei de segurança nacional usada por Moraes em relação a prisão do deputado Daniel Silveira, Oswaldo Eustáquio, Sara Winter, entre outros.

Não para por aí: ao perceber que a prisão de Daniel Silveira fora inconstitucional, Jefferson lhe estendeu as mãos. Mal o PSL tinha fechado a boca dizendo que iria expulsá-lo, Jeferson se prontificou em acolher o deputado.

Jefferson nem titubeia, se move como se tivesse nascido para isso.

Com instinto aguçado demonstra habilidade política como poucos e não desiste quando entende que está fazendo o certo.

Jefferson, já colocou no chão poderosos e mesmo após anos mantém-se firme como se tivesse nascido para uma missão que não está disposto morrer sem cumprir.

A própria vida de Jefferson serve como motivação para quem o segue encaixando num ditado judaico: se você não fizer algo pelo mundo, deveria ter vergonha de morrer.

 

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OPINIÃO: ESTOU SEMPRE PRONTO PARA SERVIR A PÁTRIA, RESPONDEU GENERAL APÓS CONVITE PARA PRESIDIR A PETROBRÁS

 

Foto: Marcelo Camargo/Agência BrasilFoto: Marcelo Camargo/Agência Brasil

“Estou sempre pronto a servir a Pátria!”, respondeu sem vacilar o general Joaquim Silva e Luna à pergunta: “Pronto para nova missão?”

Era um telefonema de Bolsonaro a Silva e Luna, chamando o general que pôs ordem na Itaipu para, agora, presidir a Petrobras.

A história é interessante. Ao organizar seu governo, Bolsonaro convidou Silva e Luna para ser o diretor-geral brasileiro da Itaipu Binacional, convite que o general pernambucano aceitou sem se fazer de rogado.

E, assumindo o cargo, logo determinou a mudança da sede administrativa da empresa para Foz do Iguaçu, local onde a usina tem suas instalações.

Até então, a sede estava em Curitiba (a uns 640 km de distância), num imóvel de luxo cujo aluguel custava R$ 208 mil mensais.

Além disso, dispensando o conforto de Curitiba, ele fixou sua residência em Foz do Iguaçu, decisão inédita que o tornou o primeiro diretor-geral brasileiro a morar na localidade em que a usina funciona.

De caráter óbvio, tais medidas produziram uma redução de gastos com diárias e passagens aéreas para o deslocamento entre Curitiba e Foz.

Os dados não são atuais, mas revelam como era antes. Um relatório de controle interno registrou que, no ano de 2014, os gastos com diárias e passagens para funcionários e gestores chegaram a R$ 8,8 milhões.

Em suma, ele mandou diretores para o local de trabalho, cortou luxos (inclusive carros oficiais) e acabou com “patrocínios” distribuídos sem critério, obtendo, em apenas dois anos, uma economia de R$2,5 bilhões: uma gestão marcada pela austeridade e pela otimização dos recursos.

E agora ele é chamado a uma “nova missão”: dar um jeito na Petrobras.

Segundo os jornalões, Bolsonaro andava furibundo (normal!) com Roberto Castelo Branco, então presidente da Petrobras.

Porque houve quatro aumentos de preços da gasolina em apenas dois meses, somando 27%, muito acima da inflação do período; e porque, durante a pandemia, Castelo Branco ficou em casa, trabalhando em “home office”.

Para mais, quando os caminhoneiros ameaçaram entrar em greve contra os constantes aumentos de preços do diesel, Castelo Branco esquivou-se dizendo que o problema não era da Petrobras.

Mas Cláudio Humberto, no Diário do Poder, tem afirmado que os preços escorchantes dos combustíveis têm a ver com o custo da Petrobras, isto é, com sua política de salários e vantagens para funcionários.

Conforme levantamento do Diário do Poder, “Os brasileiros pagam, sem saber, truques que multiplicam salários dos 52 mil funcionários da Petrobras. Os salários [dos mais favorecidos, sem contabilizar o dos executivos] chegam a R$107 mil mensais, sem contar os penduricalhos”.

O levantamento vai além, radiografando a estatal: “Na Petrobrás, os valores somados de ‘auxílios’ (babá, creche, cuidador, alimentação, refeição etc.) acrescentam quase R$3 mil aos salários.”

“Um dos mais caros privilégios do pessoal da Petrobras, a ‘assistência à saúde’, soma mais de R$2,3 bilhões por ano bancados pelo brasileiro.”

E quando está mal, por má gestão ou vítima de roubo como na “era PT”, a Petrobras recorre ao Tesouro Nacional para cobrir prejuízos.

É preciso saber onde está o nó.

A Constituição Federal, no art. 177, garante para a União (leia-se “para a Petrobras”) o monopólio na lavra e refinação do petróleo e importação ou exportação de derivados – uma blindagem contra a concorrência.

Como resultado, além do excesso de impostos a encarecer o combustível na bomba, o consumidor paga por uma Petrobras imunizada contra a livre concorrência e quase privativa de seus empregados.

Será que o general Silva e Luna consegue meter a mão nesse vespeiro? É a missão a que está sendo chamado.

Se conseguir realizar parte do que fez na Itaipu Binacional, haverá de consagrar-se como um dos maiores presidentes da Petrobras.

 

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OPINIÃO: O VÍRUS INVISÍVEL TORNOU VISÍVEL NOSSA FALTA DE HUMANIDADE

Foto: Leopoldo Silva/Agência SenadoFoto: Leopoldo Silva/Agência Senado

Publicado ontem nesse jornal o artigo: “a doença é coletiva… o vírus invisível tornou visível a nossa falta de humanidade”, solicitei aos leitores que quisessem contribuir apontando caminhos de como melhorar a nossa humanidade, independente dos governos. Nós, como povo, o que podemos fazer?

Eis algumas respostas:

“Sim, a doença é coletiva e com tudo que vemos, em termos de corrupção, mentiras e promiscuidade, isso em todas as áreas que deveriam dar bom exemplo (políticos, universidades, religiões, mídia, artistas etc.), estamos vivenciando a ‘Sodoma e Gomorra’ do século 21. Parece-me que a cura é um asteroide de enxofre sobre o planeta para destruir tudo. E olha que não sou religiosa e nem catastrófica, acreditem.”

“Texto perfeito! Pra quem pensa que a autora estava usando ironia, sinto muito, não é!!! É a verdade nua e crua…Todos somos culpados, uns mais do que outros!”

“Podemos começar assumindo que esse vírus chinês não é tão letal como querem fazer crer. Se fosse teríamos um número muito maior de vítimas fatais, e não teríamos um número tão grande de curados nem, tampouco, pacientes assintomáticos. Podemos continuar lembrando de outras pandemias anteriores, onde, ao invés de aterrorizar e desinformar a população, foram tomadas as medidas apropriadas como isolar os doentes, preservando os sãos, e buscando tratamentos precoces. Também seria uma boa medida abandonar o pânico e não colaborar com os ditadores que querem vizinhos denunciando vizinhos, que ficam buscando motivos políticos para usar o medo de morrer, incutido e amplificado nas mentes mais suscetíveis, para atingir seus objetivos de poder. Também seria ótimo abandonar a ilusão de que vacinas experimentais irão encerrar essa crise, e não ficar acusando o próximo de negacionista porque não concorda em ser cobaia. São algumas sugestões.”

“Observem que o texto tem o viés analítico do comportamento humano frente ao caos, pois independente de culpa do vírus ‘Ching Ling’, a história mostra que a solidariedade e união do ser humano são cruciais para vencer qualquer crise humanitária, porém a politização e o uso inescrupuloso da Pandemia pelos algozes do povo, tem feito o fator humanidade desaparecer! É possível ser humano, ser solidário e denunciar os ferrenhos corruptos do poder! Uma coisa não anula a outra…”

“Todo poder emana do povo, mas precisa haver União de pensamento em saber enxergar a realidade e manifestações pacíficas. O dia que conseguirmos alcançar esse patamar as coisas vão mudar. A mudança tem que partir da mente e do coração do povo. Vamos esperar por um milagre E acreditem: Eles acontecem!”

Traduzido nas palavras dos leitores, concordo com todos os pensamentos aqui colocados. Entretanto, alguns talvez não tenham entendido o que quero dizer com falta de humanidade. Motivo pelo qual faço as minhas considerações pontuais.

Em tempos de caos e crise, é comum que se busque algum culpado. Mas, é loucura culpar um único homem, acusar de genocida e ser responsabilizado pelas milhares de mortes.

A pandemia foi politizada e historicamente ilustrada pelo pensamento do líder de oposição que exaltou a natureza por ter criado o coronavírus e assim dar uma força para derrubar o presidente.

O projeto de “tomar o poder” ganhou força e já conta com alianças nunca imaginadas. São mais de quatro anos de desgaste e polarização.

Desde a campanha das eleições presidenciais, a população enveredou-se na selva das mídias sociais e passou a usar as palavras como armas para ferir uns aos outros. Desde então nos categorizamos como sendo de direita ou de esquerda. Hoje sem exagero, a sua orientação política conta mais do que a sua orientação sexual e quase sempre com critérios discriminatórios.

A política na filosofia, “é a ciência que tem por objetivo a felicidade humana e divide-se em ética (que se preocupa com a felicidade individual do homem na pólis) e na política propriamente dita (que se preocupa com a felicidade coletiva da pólis).”

Apontei no meu artigo anterior, que maior doença do momento está no campo da ética individual e coletiva. A crise é VERTICAL, vem de cima, não há harmonia entre os poderes. O poder executivo, eleito pelo povo, sofre diuturnamente com os ataques vindos de parte do Legislativo e do Judiciário. E este, conta com as redes de televisão e mídias esquerdistas, para criar uma narrativa de que estão do lado do bem e da democracia. A direita que ocupa o poder legítimo é humilhada e escorraçada todos os dias. A prisão de apoiadores do presidente virou prática comum. O inquérito das fakes News é a maior das aberrações.

A forma como a população vem sendo tratada por ordens de prefeitos e governadores, é de um autoritarismo Hitleriano. Ontem foi um vendedor ambulante que foi preso com sopapos e violência; hoje um homem foi espancado por estar na rua após o toque de recolher. Sabem o que é mais assustador? Eles descobrem, não sei como, que o “infrator” é de direita. Há uma tese em curso, que é preciso “educar” com severidade os apoiadores do presidente.

Como veem, não dá para separar a política da pandemia…

Diante do exposto, fica evidente que a desinformação, a insegurança e o medo têm provocado negacionismo de alguns indivíduos, que não acreditam em tratamento preventivo e no precoce, e muitos morrem à míngua. E há as pessoas que rejeitam o uso de máscara, e se recusam a obedecer aos tiranos que nos querem reféns. Mas, a doença é real. Tem gente morrendo próximo a nós. Podemos fazer um esforço em aceitar os protocolos. Não como uma obediência cega. Trata-se da obediência que vem do entendimento de que ao nosso redor, tem gente “morrendo” de medo, que fica mais segura quando você coloca a máscara de proteção. Por respeito, por cuidado, por caridade, por amor ao próximo, devemos acatar as regras de higiene e convivência. Assim, damos uma utilidade nobre para esse acessório.

Quando digo que o Brasil fracassa no quesito humanidade, quero dizer que não é mais possível suportar as incertezas de mais um ano de pandemia, sem clamar por um pouco de paz nas redes.

A direita vem recebendo censura nas redes sociais, e ganhando rótulos diversos. Contudo, sabemos que o verdadeiro motivo é restringir o alcance dos conservadores nas mídias diversas. Afinal, o nosso presidente foi eleito por essa via. E 2022 está chegando.

Mais um motivo para os apoiadores do presidente colaborarem em relação à pandemia. Ele será julgado pelo voto. E tem crescido o número de pessoas (inclusive de direita), que não aprovam a forma como ele trata a pandemia. Apesar de ter direcionado bilhões para esse fim. Não estão interessados nos desvios do dinheiro e nem em punir os verdadeiros genocidas. Nunca o motivo foi salvar vidas.

Estamos vivendo um momento de muito desgaste nas relações humanas. O nível de desesperança e a sensação de impotência é o sentimento predominante. A saúde mental foi abalada desde o inicio da pandemia. Mas, agora está posta como quarta onda, o que deve significar que devamos dar atenção ao aumento preocupante dos transtornos psicológicos e psiquiátricos. Ninguém está imune, pois, essa é a primeira vez que profissionais da saúde e pacientes passam pela experiência de compartilhar os mesmos medos e ansiedades. O transtorno do estresse pós traumático, a depressão, síndrome do pânico e outros. Nunca como agora precisamos tanto uns dos outros. A falta intimidade física e psicológica, aliada a falta de perspectiva de futuro traz consequências devastadora para a vida das pessoas, em especial, as crianças e jovens. A pessoa humana tem instintos gregário, ou seja, tem necessidade de estarem umas com as outras, de

fazer laços afetivos, e dessa ligação nasce o amor e a solidariedade.

“A humanidade não se divide em heróis e tiranos. As suas paixões, boas e más, foram-lhe dadas pela sociedade, não pela natureza.” Charles Chaplin, (1923).

Que tal testar positivo para humanidade?

Fonte: Jornal da Cidade Online

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OPINIÃO: A ESQUERDA PODE TUDO, JUSTIFICA TUDO E FICA POR ISSO MESMO?

Caro(a) leitor(a),

É muito interessante como a esquerdopatia tem justificativa para tudo que passa pelo miolo mole dessa gente e o pior é que conseguem convencer as autoridades que avaliam e filtram o que pode e o que não pode ser livremente veiculado nas mídias em geral. Essa trupe consegue emplacar coisas como “Precisamos Matar o Presidente”, uma peça teatral que pretende incentivar o assassinato do presidente Bolsonaro. É algo surreal e bizarro. Não a ideia, não a vontade, mas a possibilidade de isso ser liberado livremente. A ideia, avontade e o pensamento existe em qualquer lugar do mundo. O que assusta e é de arrepiar é justamente essa possibilidade já citada. É incrível, mas é iminentemente real!

Grupo brasileiro vai estrear peça teatral ‘Precisamos Matar o Presidente’

Redação

Publicado em 26.02.2021

Por  

 

Reprodução

O grupo carioca Blabonga Cia Teatral, segundo o portal Diário do Rio, vai lançar a peça teatral “Precisamos matar o presidente”, do diretor e ator Davi Porto.

De acordo com o site, os organizadores do evento visam expandir um modelo de encenação virtual para apresentar ao público, a partir do dia 06 de março.

O conteúdo será transmitido online através da plataforma Doity.

Dessa vez, sob pretexto de manifestação artística e cultural, o grupo mira no atual governo, sob comando do presidente Jair Bolsonaro.

O espetáculo assim como qualquer outra arte nasce de uma necessidade. Seja ela financeira, romântica ou existencial. A pandemia acabou unindo todas essas necessidades que juntas ultrapassaram toda a relutância que existia de levar o teatro para o mundo virtual. Somada a necessidade surgiu o descaso do governo atual, que ainda transformou cada artista em inimigo do estado”, disse o diretor da obra, Davi Porto, ao Diário do Rio.

E acrescentou:

Eu acredito que na vida política tem muito aquela coisa de você repudiar as pessoas, de você discordar das pessoas. Isto é uma ordem natural, mas de repente tudo que restou foi o ódio. Entender esse ódio, esse sentimento e a relação com a vida dos artistas foi algo que me cativou. A ideia não é matar o presidente. A ideia não é matar ninguém. A ideia é transformar essa força, esse ódio, esse sentimento motriz em algo como o teatro.”

Reação

O secretário nacional de Fomento à Cultura do governo federal, André Porciúncula, usou as redes sociais para repudiar a peça teatral. Segundo ele, esse tipo de conteúdo tem sido promovido por ausência de dinheiro público, que em gestões anteriores eram disponibilizadas sem tanto rigor fiscal.

“Eis o tipo de ‘peça’ que uma elite militante doentia (agora desesperada com a perda do dinheiro público) promoveu na cultura nas últimas décadas. O resgate cultural será lento e trabalhoso, mas devolveremos a cultura a sanidade dos valores do homem comum”, declarou.

Lei de Segurança Nacional 

A exposição da peça teatral ‘Precisamos Matar o Presidente’ deve reacender um debate ainda mais aprofundado sobre Lei de Segurança Nacional (LSN).

Recentemente, o ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), usou como base a LSN para ordenar a prisão de Daniel Silveira, deputado federal, detido no dia 16 deste mês após publicar um vídeo em que tece críticas e xingamentos aos integrantes da Corte. No conteúdo divulgado em suas redes sociais, o parlamentar disse que os onze ministros do Supremo deveriam ser destituídos do cargo.

Um dos artigos citados da lei, citado por Moraes, foi o 18, que classifica como crime o ato de “tentar impedir, com emprego de violência ou grave ameaça, o livre exercício de qualquer dos Poderes da União ou dos estados”.

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OPINIÃO: O MAL- CARATISMO DOS POLÍTICOS É ASSUSTADORAMENTE PREVISÍVEL

O toque de recolher, a voz de prisão e a violação de cláusulas pétreas da Constituição Federal

Foto: Elói Corrêa/GOVBA

Há poucos dias eu escrevi que o retorno às aulas seria um ótimo pretexto para decretarem um novo lockdown. A intenção era muito clara e as narrativas que surgiam na imprensa não deixavam dúvidas. O mau-caratismo dos políticos brasileiros é assustadoramente previsível.

Começou! Nem precisou esperar muito tempo. Nem deram tempo, aliás, de voltarem às aulas efetivamente. Conseguiram culpar o “colapso do sistema de saúde”, que já deveria estar adequado à pandemia HÁ UM ANO. Cidades do interior de São Paulo puxaram a fila; a capital, que desativou um hospital de campanha inteiro por falta de pacientes, anunciou novas medidas a partir de quinta-feira e nos outros estados já existem cidades emitindo decretos.

As “regras” estabelecidas pelos prefeitos, inclusive já distribuídas em boletins internos da Policia Militar, deixariam Kim Jong Un morrendo de inveja.

Estamos falando de “Toque de Recolher”, desde o início da noite, 19:00 ou 20:00, dependendo da cidade, até o amanhecer do dia seguinte; proibição de vendas de bebidas alcoólicas, serviços de delivery e até abastecimento de veículos particulares; além de presença de guarnições nas ruas com ordens de PRENDER os cidadãos que descumprirem as determinações, permitindo a circulação apenas de trabalhadores de “setores essenciais” ou cidadãos em emergência.

Sim! A ordem das autoridades é para dar VOZ DE PRISÃO para quem for abordado sem uma receita médica, cupom fiscal de medicamento ou atestado de atendimento em unidade de saúde.

É bizarro. Vivemos em um país que considera um “tabu” falar sobre o AI-5, que prende manifestantes que “atentam contra as instituições”, mas que cidadãos podem ser algemados por saírem nas ruas, em praças ou praias; que prefeitos, como aval do STF, violam cláusulas pétreas da Constituição Federal e decretam medidas que fariam Costa e Silva parecer um liberal.

Bolsonaro, que tanto foi acusado de pretender instalar uma “ditadura”, é o ÚNICO político do país que ainda levanta a voz para defender a liberdade do povo. Um povo apavorado, acovardado e desarmado, que está aceitando bovinamente tornar-se prisioneiro.

Não adianta reclamar. Ou daremos uma resposta DEFINITIVA, mostrando que atingimos o limite da tolerância, ou esses filhos das putas não vão parar até que o último pequeno negócio brasileiro tenha fechado as portas e o povo não tenha mais qualquer resquício de liberdade.

Já faz um ano que estão usando politicamente a pandemia. Já faz um ano que, como ovelhas, aceitamos todos os desmandos de prefeitos e governadores. ELES QUEREM O CAOS. Isso já ficou mais do que claro, para qualquer um com o mínimo de capacidade de raciocínio. Querem um país quebrado e um povo dependente. Querem o fracasso do Governo Federal e a criação de um cenário onde o assistencialismo canhoto seja um argumento eleitoral decisivo. Cabe a nós permitirmos ou não que eles consigam.

 

“Estou firmemente convencido que só se perde a liberdade por culpa da própria fraqueza.” (GANDHI)

Fonte: Jornal da Cidade Online

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OPINIÃO: ESPELHANDO-SE NOS EXEMPLOS DO STF E SE ACHANDO AUTORIDADE ABSOLUTA, JUIZ FEDERAL DEU 72 HORAS PARA O PRESIDENTE EXPLICAR TROCA DE COMANDO DA PETROBRÁS

Todas as respostas para o juiz de 1ª instância que quer explicações do presidente sobre a troca no comando da Petrobras

O Juiz Federal André Prado de Vasconcelos, da 7ª Vara Federal de Minas Gerais, espelhando-se nos exemplos do STF e achando-se autoridade absoluta, deu um prazo de 72 horas para a maior autoridade do país, o Presidente da República, “explicar” por que é que trocou o comando da Petrobrás.

Não sou porta-voz do Presidente, mas ele não precisa explicar nada. Deixa que eu explico.

Primeiro, senhor Juiz, porque ele quis e ninguém tem nada a ver com isso, muito menos o senhor. Se está faltando trabalho na vara federal em que o senhor trabalha, a ponto de sobrar tempo para pedir que uma autoridade do Executivo “se explique”, então precisamos rever o seu salário.

Segundo, senhor Juiz, ele o fez porque essa é uma atribuição exclusiva do Presidente da República, e que, por estar escrito na Constituição Federal (o senhor conhece? É um livrinho! Eu recomendo a leitura!) ele não precisa dar explicações a ninguém, muito menos a um Juiz de primeira instância.

Terceiro, senhor, juiz, não há ato ilícito algum para ser questionado, arguido, explicado ou interrogado. A preocupação deveria ser com os que roubam o país e não com aqueles que querem impedir o roubo, o senhor não acha?

Quarto, se cada Juiz do Brasil resolver “questionar” os atos executivos do Presidente da República, e o Presidente perder seu tempo tendo que “se explicar”, o país vai se tornar ingovernável. Tá certo que a justiça é lenta, não anda, juiz tem férias duas vezes por ano, muitos acumulam processos e muitos crimes prescrevem por falta de julgamento… Mas nós não queremos isso para o executivo causado por falta de tempo para trabalhar, por ter que ficar se explicando, não é mesmo?

Quinto, senhor Juiz, embora alguns juízes achem que no Brasil a pulga manda no cachorro, as coisas não funcionam assim. Pulgas continuam sendo pulgas e devem ter consciência do quão minúsculas e insignificantes elas são perto dos cachorros.

Presidente… Se há alguém para quem o senhor realmente deve explicações dos seus atos, é para os milhões de brasileiros que votaram no senhor. O resto que leia a Constituição ou entenda pelos jornais.

Foto de Marcelo Rates Quaranta

Fonte: Jornal da Cidade Online

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OPINIÃO: O STF E OS GRAVES ERROS JURÍDICOS QUE CONFLITAM COM A CONSTITUIÇÃO

STF e Poder Absoluto: Tempos Imprevisíveis

Fotomontagem: JCO

Neste artigo, fica fácil compreender os graves erros jurídicos que conflitam com a Constituição e com as leis no Caso da Prisão do Deputado Daniel Silveira. Senão vejamos.

Imaginemos a figura de um homicida que executou seus atos com requintes de crueldade. Sem as garantias legais ele é julgado e preso, sem ser interrogado, dado a gravidade de seu crime! Isto é possível?

Vamos refletir, a atitude dele foi repugnante pela sociedade, mas em nome disto podemos desfazer das garantias constitucionais? De verificar as provas efetivas? De verificar se o tipo (delito) mais grave é aplicável ao caso? Se ele pode ser preso pelos requisitos da prisão preventiva? Se as qualificadoras e causas de aumento de pena estão comprovadas?

Pois é, o direito serve pra isso: estabilidade e paz social julgando-se conforme a Constituição e as leis! E neste ponto o juiz é um sujeito imparcial, exatamente para que haja um julgamento justo, mesmo que repugnante a atitude do acusado.

Qualquer ato diverso abre brecha para outras ilegalidades! Ao juiz é dado aplicar a lei e a Constituição.

Vejamos que, o fato em si não pode ser julgado a revelia da forma, caso contrario estaremos diante de uma abusividade, de uma arbitrariedade.

Os Advogados, por exemplo, possuem prerrogativas legais, não é permitido que em uma defesa ou numa exposição oral hajam exageros, mas isso pode ocorrer e nem por isso perdemos nossas prerrogativas, posto que assim determina a lei, para que haja uma paridade entre juiz, Advogado, Promotor, e impossibilite que a parte num processo seja prejudicada por um ataque a sua defesa técnica (O Advogado).

De outra feita, fica claro que não há possibilidade do julgador ser a própria vitima e acusador! Isso por um motivo óbvio, se é vítima, está tomado pela emoção, e não será imparcial, aplicará a “lei de talião” (olho por olho, dente por dente), ou seja não deixará de realizar uma “vingança pessoal”.

A brecha foi aberta! Estamos diante de tempos imprevisíveis! O Poder Judiciário agora tem carta branca para suas decisões, uma vez que os outros poderes se eximiram no dever de velar pela Constituição!

Prestemos atenção no seguinte! No caso em tela, o Deputado poderia ser punido até com a Cassação de seu Mandado, mas pela Casa legislativa. Poderia sofrer processo penal a ser iniciado pelo PGR, de acordo com a opinio delict do titular da ação penal (O Promotor de justiça).

Portanto, não se está defendendo ofensas ou injúrias, mas sim a forma, e o respeito ao sistema do acusatório, a Constituição e as leis penais!

O que foi feito claramente foi num sentido de “vingança pessoal” o que nunca pode partir de um julgador! O que, por conseguinte, foi Referendado pela Câmara, que, como informou a emissora CNN possui 1/3 de deputados investigados pelo STF!!!

O povo está cansado de decisões incompreensíveis do STF, da sua omissão no caso dos processos de EXPURGOS DE POUPANÇA que até hoje não foram julgados, mais de 10 anos parados sem uma decisão enquanto os idosos a que tinham direito a tal ação estão morrendo. Este é apenas um dos exemplos de tantos outros!

E o mais perigoso para o Estado de Direito é a irrecorribilidade das decisões proferidas pela Suprema Corte! Pois a quem podemos recorrer quando a decisão provém do STF, ou a sua omissão?

De fato a prisão foi ilegal posto que está em dissonância da forma, do sistema acusatório, sem as cautelas da lei e da constituição.

O que estava em jogo não era a grosseria, ou a forma repugnante como o Deputado falou, mas a regularidade de termos Poderes com funções definidas, respeitadas e protegidas sem que houvesse a permissão para transgressão a lei e à Constituição.

Por fim, o totalitarismo provém daquele que dita as normas e os demais obedecem, o poder absoluto próprio das Ditaduras deriva da falta de controle e liberdade de opinião.

Neste sentido vemos que a forma com que se deu a Prisão do Deputado foi ditatorial proveniente de sentimentos de “vingança pessoal”, sem observância das competências legais, da forma, do sistema do acusatório, da razoabilidade de respeito a Separação dos Poderes! De fato, nenhum poder pode ser absoluto.

Diante disto o que esperarmos do futuro? Infelizmente nos remete a tempos imprevisíveis, perigosos e sombrios.

Rodrigo Salgado Martins. Presidente do Instituto Nacional de Advocacia (INAD)

Fonte: Jornal da Cidade Online

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SERÁ QUE A IGREJA CATÓLICA ESTÁ SENDO MANIPULADA NA CAMPANHA DA FRATERNIDADE DE 2021?

Campanha da Fraternidade de 2021: Estão querendo manipular a Igreja Católica

Imagem em destaque

Os católicos sabem da importância aqui no Brasil da Campanha da Fraternidade, que ocorre todos os anos no período da Quaresma, como meio de conversão e evangelização popular.

Nesse contexto, a CNBB – Confederação Nacional dos Bispos do Brasil publicou o texto-base da Campanha da Fraternidade de 2021, que incluiu a ideologia de gênero e agenda LGBT.

Isso é um completo absurdo.

É a comprovação evidente do sucesso de um velho plano comunista idealizado por Kruschev no final dos anos 50.

Simples assim!

Não relativizemos isso. Não procuremos justificativas para tolerar o intolerável. Não confundamos o pensamento secular dogmático da Igreja Católica, construído por pessoas como Agostinho e Tomás de Aquino, com os ativismos baratos de militantes de esquerda cuja única função é implodir a Igreja por dentro, enfraquecendo-a.

Que me perdoem pelo que afirmo: os bispos da CNBB responsáveis por uma campanha dessa não são homens santos, movidos pela “imitação de Cristo”, como ensinado lá na Idade Média pelo padre Tomás de Kempis. São meros “agentes da transformação”, com a missão de implementar o plano de desinformação comunista clássica no seio da Igreja.

Mais atual do que nunca se apresenta o artigo constante do meu livro, “escritos conservadores”, chamado “a infiltração marxista na Igreja Católica” (pp. 72-75), onde analisei o fenômeno.

Cada vez mais me convenço de que esse meu livro é, em certo ponto, profético.

Foto de Guillermo Federico Piacesi Ramos

Guillermo Federico Piacaense Ramos

Fonte: Jornal da cidade Online

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OPINIÃO: MINISTROS DO STF TREMEM NA BASE COM A INDICAÇÃO DE BIA KICIS PARA A CCJ

Caro(a) leitor(a),

A cada dia fica mais explícito e claro as “segundas intenções” dos ministros do Supremo Tribunal Federal e arrisco a dizer má fé, com relação a natureza de seus julgamentos, de suas atitudes subversivas e da total desobediência a algo que deveriam ser guardiões: a Constituição. Primeiro, se eles observassem realmente a Constituição não existiriam pedidos de Impeachment no Senado. Segundo, o fato de Davi Alcolumbre ter, ao apagar das luzes, arquivado todos eles só confirma o conluio entre  legislativo e judiciário, além de mostrar que tais pedidos têm fundamento. Terceiro, a reação de desconforto dos ministros a indicação da deputada Bia Kicis para presidente da CCJ só confirma que o STF está mais para uma ORCRIM do que para uma instituição cuja função é manter a lei e a ordem à luz da Constituição brasileira.

Alvos de pedido de impeachment, ministros do STF reagem à indicação de Bia Kicis à CCJ, diz colunista

Publicado em 04.02.2021

Marcello Casal Jr. | Agência Brasil

Os ministros do Supremo Tribunal Federal (STF), reagiram o nome indicado para a presidência da Comissão de Constituição e Justiça da Câmara dos Deputados (CCJ).

Trata-se da deputada federal Bia Kicis (PSL-DF), aliada do governo Jair Bolsonaro.

Segundo a coluna de Andreia Sadi, do G1, alguns ministros foram ouvidos por ela e disseram que a indicação de Bia “desmoralizaria” os trabalhos da comissão que cuida exatamente da legalidade de propostas, como emendas constitucionais.

Vale frisar que Bia Kicis é uma das deputadas mais leais a Jair Bolsonaro. Desde que foi eleita, a parlamentar segue defendendo diuturnamente a agenda conservadora que foi responsável por eleger o presidente da República em 2018.

Ela, inclusive, já pediu impeachment de Gilmar Mendes e Alexandre de Moraes, ambos ministros do STF.

Conforme registrou o Conexão Política, antes de ingressar na carreira política, Bia Kicis foi procuradora de Justiça no Distrito Federal durante 24 anos.

A indicação da deputada foi aprovada ontem à tarde pela bancada do PSL. A escolha ainda precisa ser sancionada pelos demais integrantes da CCJ.

É necessário o voto da maioria para a parlamentar assumir o posto.

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OPINIÃO: A HIPOCRISIA AVANÇA A PASSOS LARGOS E NIGUÉM ESTÁ FAZENDO NADA

Caro(a) leitor(a),

A manchete a seguir já diz tudo sobre o comportamento da esquerda que vem assolando não só o nosso país, mas boa parte dos países onde a democracia imperava soberana há muito tempo, como é o caso dos Estados Unidos. A hipocrisia é patente e explícita. E o pior é que eles agem assim com a cara e a coragem e estão ganhando terreno. A direita e os liberais  precisam aprendera lutar e combater esses sangue-sugas  que estão tentando destruir todas as conquistas da democracia. Não podemos ficar inertes, de braços cruzados. Temo de fazer a nossa parte. Eu já estou fazendo a minha e você?

Bispos respondem à hipocrisia de Biden: ‘Pare de financiar abortos ou pare de alegar ser católico’

Publicado em 01.02.2021

 

O bispo da cidade texana de Tyler, Joseph Strickland, enviou uma mensagem a Joe Biden, instando-o a parar de usar fundos federais para promover e financiar o aborto em todo o mundo. “Você alega ser católico, mas obviamente está ignorando os ensinamentos princípios básicos da fé católica. Por favor, tome a decisão de seguir o ensino católico ou pare de alegar ser católico”, disse ele no Twitter.

“Presidente Biden, por favor, pare de gastar nossos dólares de impostos para financiar abortos em todo o mundo. Você afirma ser católico, mas obviamente está ignorando os ensinamentos básicos da fé católica. Por favor, tome a decisão de seguir o ensino católico ou parar de alegar ser católico”, escreveu o Bispo J. Strickland, em 30 de janeiro.

 

Não foi a primeira que autoridades católicas se expressaram a respeito da hipocrisia da “fé” de Biden.

Na semana passada, o arcebispo americano Joseph F. Naumann, presidente do Comitê de Atividades Pró-Vida da Conferência dos Bispos dos EUA, e David J. Malloy, presidente do Comitê Internacional de Justiça e Paz, expressaram sua firme oposição à nova ordem executiva assinada por Biden que reverte o legado pró-vida de Donald Trump e permite o envio de fundos financiados pelos contribuintes para ONGs que promovem e fornecem abortos em outros países.

Ambos denunciaram que a decisão do Governo Biden, que anula a chamada “Política da Cidade do México“, que separa o aborto das atividades de planejamento familiar, impedindo entidades que oferecem aconselhamento ou promovem o aborto de receber financiamento público, viola a dignidade humana e é incompatível com o ensino católico.

A Política da Cidade do México foi criada pelo presidente Ronald Reagan para proteger os bebês em gestação do aborto. Todo presidente democrata reverteu a regra, usando dinheiro dos EUA para promover o aborto. E todo presidente republicano restabeleceu a política.

Nesse sentido, os bispos lamentaram que “um dos primeiros atos oficiais de Biden como presidente promova ativamente a destruição de vidas humanas nos países em desenvolvimento”. “Esta ordem é incompatível com o ensino católico”, disseram eles, enquanto conclamavam Biden a priorizar “os mais vulneráveis, incluindo os nascituros”.

Biden, que foi vice-presidente junto a Barack Obama em um mandato no qual organizações pró-aborto como a Planned Parenthood recebia 4.000 milhões de dólares em recursos federais, também eliminou a proibição de que recursos públicos sejam usados ​​para subsidiar clínicas de abortistas e encaminhar pacientes para o aborto.

Joseph F. Naumann também falou sobre a decisão de Joe Biden, chamando-a de “perturbadora e trágica” por negar aos nascituros seu direito humano mais básico, o direito à vida. Naumann lembrou que “desde o primeiro século, a Igreja afirma o mal moral de cada aborto provocado, um ensinamento que não mudou e permanece o mesmo”.

“A remoção das restrições do Estado pavimentou o caminho para a morte violenta de mais de 62 milhões de crianças não-nascidas e de inúmeras mulheres que experimentam a dor da perda, do abandono e da violência”, acrescentou.

Cristã e Correspondente Internacional na Europa.

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OPINIÃO: DA CARTEIRADA AO FURA-FILA ESSA DE LEVAR VANTAGEM EM TUDO TEM QUE ACABAR

Caro(a) leitor(a),

A elite brasileira não se emenda mesmo. Parece que vamos ter de esperar muito tempo ainda para ver as pessoas respeitando os direitos individuais dos cidadãos e agindo com honestidade e transparência. É incrível, mas depois de tudo que passamos nesse país esses indivíduos que se valem dos cargos públicos e do poder ainda não aprenderam a lição. O texto a seguir do nosso colaborador Ricardo Paz diz tudo e representa a indignação de uma grande parcela da população brasileira.

FLAGRANTE DE HIPOCRISIA

Não tem cabimento a quantidade de VIPs no Brasil, incluindo políticos, altos assessores e endinheirados em geral, que está furando a fila para receber a vacina do coronavírus. E o povo simplesmente não se revolta! A atitude elitista, desrespeitando os grupos de prioridade, expõe o (mau) caráter de quem se acha mais importante do que os outros (algumas autoridades tentam justificar o “primeiro eu” com a conversa mole de que é para incentivar as pessoas a tomar a vacina). Essa atitude lembra as cenas do filme Titanic, quando os riquinhos se achavam no direito de passar na frente dos demais passageiros para adentrar os barcos salva-vidas. É isso que está acontecendo em várias cidades do país. E o povo, historicamente condicionado a se sentir inferior aos “doutores” da aristocracia brasileira (como diria o antropólogo Roberto Damatta), assiste passivamente a mais uma sabotagem pelos compatriotas abastados. Não fossem os MPEs (nos estados onde os promotores de justiça realmente atuam em prol do bem de todos!) e o MPF, não haveria qualquer possibilidade de consequência a esses canalhas furadores de fila. Até quando o povo brasileiro terá o governo, e as elites, que (não) merece?
Ricardo Paz
Trabalhador
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OPINIÃO: ALEXANDRE DE MORAES PROÍBE EUSTÁQUIO DE SE COMUNICAR ATÉ COM UM MORTO

Em decisão estapafúrdia, Moraes proíbe Eustáquio até de se comunicar com um morto

Fotomontagem: Oswaldo Eustáquio e a esposa. E o saudoso senador Arolde de Oliveira.Fotomontagem: Oswaldo Eustáquio e a esposa. E o saudoso senador Arolde de Oliveira.

A decisão do ministro Alexandre de Moraes em que muda o regime prisional do jornalista Oswaldo Eustáquio, passando de fechado para domiciliar, além de mais um atentado a Constituição, é eivada de erros e de uma determinação esdrúxula e absolutamente absurda.

Anote-se que o “benefício” alcançado pelo jornalista, só ocorreu porque no período em que ficou preso em regime fechado, Eustáquio perdeu o movimento dos seus membros inferiores.

Está impossibilitado de andar.

Por outro lado, o jornalista está proibido de frequentar toda e qualquer rede social em nome próprio ou ainda através de sua assessoria, ou de qualquer outra pessoa física ou jurídica.

Sim. É esta a decisão do ministro. Um absurdo. Eustáquio não possui sequer condenação. A injustiça é ainda maior agora, quando a Polícia Federal acaba de enviar ao Supremo Tribunal Federal (STF), um relatório informando que, ao término de dezenas de diligências realizadas, não encontrou elementos suficientes para indiciar pessoas pela realização ou financiamento dos tais atos antidemocráticos.

Parece que nessa história, “antidemocrático” é o inquérito instaurado pelo STF. Aliás. “Tirânico” seria a melhor definição.

Eis o item “3” do despacho de Alexandre de Moraes:

Imagem em destaque

Noutras palavras, Eustáquio está impossibilitado de andar e ‘proibido’ de falar.

Todavia existe algo ainda pior na decisão.

Moraes citou nominalmente um cidadão já falecido e proibiu Eustáquio de se comunicar com ele.

Trata-se do honrado e saudoso senador Arolde de Oliveira.

Eis o item “2” da missiva tirânica:

Pois é, o senador faleceu no dia 21 de outubro do ano passado.

Caso Eustáquio seja ‘médium’ não poderá manter contato com Arolde.

Tudo isso só demonstra a enorme fragilidade da decisão de Moraes.

A rigor, um atentado contra o estado democrático de direito.

Estranho é o silêncio generalizado.

Gonçalo Mendes Neto. Jornalista.

Fonte: Jornal da Cidade Online

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OPINIÃO: A UTILIZAÇÃO DA MASSA COMO UM EXÉRCITO DE IDIOTAS ÚTEIS APTOS A TRABALHAREM PELO PATRULHAMENTO DAS MIUDEZAS E COISAS IRRELEVANTES

Consequências de um povo que já perdeu o senso de proporções

Fotomontagem ilustrativaFotomontagem ilustrativa

1. O Brasil é o país com o maior número de recuperados do covid no mundo (ou um dos maiores, se não for o maior). Mas as pessoas se apegam apenas aos números absolutos de mortes com o vírus no corpo (e não necessariamente pelo vírus), de 216.000, equivalente a 0,1% da população brasileira (simplesmente não enxergam que o nosso país tem 216.000.000 de habitantes, uma das maiores populações do mundo).

2. Um desembargador, em seu discurso de posse como Presidente do Tribunal de Justiça de seu Estado, fala o óbvio ululante, que as pessoas precisam voltar ao seu trabalho e pararem de virar refém do medo, nessa questão do coronavírus, espalhado de maneira politizada pela mídia, e é chamado de “negacionista” pelos veículos de comunicação.

3. O Brasil é um país com dimensão continental, no qual existem milhares de colégios e instituições de ensino públicas, espalhados por todas as regiões. Nesse sentido, o Governo Federal compra leite condensado para abastecer os estabelecimentos com o insumo que depois virará pudim, a ser servido como sobremesa para crianças, adolescentes e jovens, e quando as pessoas “descobrem” que o dinheiro público foi gasto com a aquisição do produto ficam horrorizadas, achando que ele foi adquirido para o uso pessoal do Presidente da República, apenas porque na época da campanha ele disse gostar de comer a iguaria.

3.1 Da mesma forma se dá com os chicletes aquiridos para os integrantes da Força Aérea do país. Todo mundo que já andou de avião sabe que o ouvido entope por causa da pressão, e que mascar chicletes ajuda a desentupi-lo. Pessoas ficam indignadas com o gasto de milhões de reais em chicletes, quando não enxergam o valor unitário de cada produto, de míseros R$ 0,20.

A falta de percepção da realidade ao redor, pela corrupção da inteligência feita por anos de doutrinação, provoca exatamente isso que vivemos hoje: a utilização da massa como um exército de idiotas úteis, aptos a trabalharem pelo patrulhamento das miudezas e das coisas irrelevantes.

As pessoas não conseguem mais assimilar os fatos, que dão lugar apenas às “sensações”, ao “emocional”. Falam tanto sobre “racionalidade”, mas são escravos das próprias sensações, estimuladas e direcionadas por aqueles que as utilizam como massa de manobra na perversão das proporcionalidades.

A esquerda trabalha muito bem com essa estratégia: “se quando estivemos no Governo nos chamaram de corruptos e perdulários, pelos nossos desvios e gastos, vamos chamá-los disso também. A mídia nos apoiará, e o povo, no final, não saberá distinguir um do outro.”

A esquerda – política e midiática – é criminosa, e como tal deve ser tratada.

FONTE: Jornal da Cidade Online

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PONTO DE VISTA: O GRANDE DITADOR CONTINUA NA CONTRAMÃO DA HISTÓRIA

Caro(a) leitor(a),

Cumprindo a minha promessa de acompanhar de perto todos os passos desse impostor chamado João Dória, vulgo Ditadoria, não poderia deixar passar essa oportunidade de trazer a baila um fato importantíssimo que a grande imprensa da esquerda não fala nada. Um levantamento feito pela Revista Oeste que considera o estado de São Paulo um país fictício para elaborar uma lista das nações com o maior número de mortes por milhão de habitantes, com base nos dados da Organização Mundial da Saúde (OMS). Mostrou um ranking liderado pela Bélgica, seguida por Eslovênia, República Tcheca, Itália, Bósnia e Herzegovina, Reino Unido, Macedônia, Bulgária, Hungria, Estados Unidos, Peru, Espanha, Croácia, São Paulo, Panamá, México, França, Suécia, Armênia, Argentina e Brasil (desconsiderando o estado paulista). Segundo a publicação, São Paulo teria 1.137 mortes por milhão de habitantes, ante 973 do Brasil. Diante destes números, qual a explicação do Ditadoria , que falou tanto em ciência, em fique em casa, que provocou rigorosas quarentenas no Estado de São Paulo e que a partir de segunda-feira pretende decretar uma rigorosa restrição, com toque de recolher, como ocorreu e ainda ocorre, nas grandes ditaduras. Portanto, está mais do que claro que este impostor nunca se baseou na ciência para manter São Paulo sob o seu total controle, inclusive com a obrigatoriedade da vacinação. O que você acha disso? Se concorda e gostou, por favor divulgue esta postagem!

Doria coloca todo o estado de SP na Fase Vermelha durante noite e finais de semana

Publicado em 22.01.2021

Por  

 

Arquivo | Governo do Estado de São Paulo

Com as taxas de ocupação de unidades de terapia intensiva (UTI) acima de 71% por causa do vírus chinês, o governo de São Paulo decidiu colocar todo o estado em quarentena aos finais de semana, feriados e no período noturno, sempre após as 20h nos dias úteis. A medida passa a valer na segunda-feira (25). A quarentena deve durar, pelo menos, até o dia 7 de fevereiro.

Aos sábados, domingos, feriados e após as 20h nos dias úteis, só poderão funcionar os serviços considerados essenciais das áreas de logística, saúde, segurança e abastecimento. O restante das atividades econômicas, tal como o comércio, terá que ser fechado nesses dias e horários.

A quarentena já vale para o feriado do dia 25 de janeiro, aniversário da cidade de São Paulo.

Essa foi a terceira reclassificação do Plano São Paulo somente neste mês de janeiro. A primeira ocorreu no dia 8 de janeiro e a expectativa do governo era de que a próxima seria somente no dia 5 de fevereiro. No entanto, o governo acabou fazendo uma nova reclassificação no plano na última sexta-feira (15).

Na última reclassificação, apenas a região de Marília havia ficado na fase 1-vermelha. Agora, com a nova alteração no Plano São Paulo, sete regiões vão ficar na fase 1-vermelha e só poderão reabrir os serviços considerados essenciais. São elas: Marília, Presidente Prudente, Bauru, Sorocaba, Taubaté, Franca e Barretos.

As demais regiões do estado, incluindo a Grande São Paulo e a capital paulista, vão ficar na fase 2-laranja. Na fase 2-laranja, academias, salões de beleza, restaurantes, cinemas, teatros, shoppings, concessionárias, escritórios e parques estaduais podem funcionar por oito horas diárias, com atendimento presencial limitado a 40% e encerramento às 20h. O consumo local em bares está proibido nessa fase.

O governo determinou ainda que nenhuma região passará para as fases 3-amarela ou 4-verde até o dia 8 de fevereiro.

Sem essas mudanças no Plano São Paulo, restringindo mais a circulação das pessoas, e com o atual ritmo de crescimento de infecções pela covid-19, o governador João Doria (PSDB) acredita que em 28 dias o estado poderia ter um esgotamento dos leitos de unidades de terapia intensiva (UTI), segundo informações da Agência Brasil.

Editor-chefe do Conexão Política; residente e natural de Campo Grande/MS | FALE COMIGO: marcos@conexaopolitica.com.br

Fonte: Conexão Política

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OPINIÃO: O DIA QUE A CHINA COMEÇAR A CAIR, A QUEDA SERÁ RÁPIDA E FORTE

O acerto de contas

Xi JinpingXi Jinping

O dia que a China começar a cair, a queda será rápida e forte.

Estamos de fato sob a 3ª onda revolucionária comunista, da dominação econômica chinesa, como eu sempre falo.

Mas essa ação chinesa é patrocinada/facilitada por outros poderes obscuros, que a usam para no final tirar proveito da situação futuramente

Ela tem dia e hora para acabar.

Quando a China não for mais útil à elite global, como está sendo agora no remanejamento do tabuleiro mundial, será mastigada e cuspida fora.

Vai ser um acerto de contas épico, que gerará um verdadeiro “expurgo” nos tempos modernos.

Quem viver, verá.

O problema é que no meio disso tudo ficaremos nós, o dito “mundo livre”, que sofre agora com a 3ª onda revolucionária comunista e continuará sofrendo depois do acerto de contas global com os chineses.

Foto de Guillermo Federico Piacesi Ramos

Guillermo Federico Piacesi Ramos

Advogado e escritor.

Fonte: Jornal da Cidade Online

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OPINIÃO: A GANÂNCIA DE UM GESTOR PODE SER O COMEÇO DE SUA RUÍNA

O “erro crucial” de João Doria

João DoriaJoão Doria

João Doria pode se ferrar, de verde e amarelo, com a falta de insumos da China.

Aliás, Doria mostrou que a ganância de um gestor pode ser o início de sua ruína.

Doria assinou um contrato com a fábrica da Coronavac sem valor determinado.

Ou seja, não há preço estipulado.

Para piorar, com sua vontade de sair como herói, vendeu tudo o que comprou por um preço determinado ao governo federal.

Ou seja: ele pode ter que pagar muito mais pela vacina do que o preço que vendeu.

Isso caracteriza ainda mais um crime de responsabilidade.

E isso é causa de impeachment e inelegibilidade.

Por isso o desespero de responsabilizar o governo federal, falando que a falta era por questões políticas.

Mas esqueceu de combinar com o embaixador chinês…

Pode ser o fim da linha de Doria.

Flavia Ferronato. Advogada. Coordenadora Nacional do Movimento Advogados do Brasil.

Fonte: Jornal da Cidade Online

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OPINIÃO: UMA QUESTÃO DO ENEM ESCANCARA A DOUTRINAÇÃO DOS FALSOS EDUCADORES

A doutrinação dos falsos educadores escancarada em uma questão do Enem

Foto reprodução

A prova do Enem do dia 17 de janeiro de 2021 trouxe uma questão cujo enunciado descrevia a grande diferença de remuneração entre os jogadores de futebol Marta e Neymar. Comparava a quantidade de gols de cada um pela seleção e o salário anual de ambos. Uma foto montagem com os dois traz a pergunta no alto: “Quanto vale o gol?”, insinuando que a remuneração deveria variar em razão do número de gols marcados pela seleção.

Ao final, o enunciado afirma que “O esporte é uma manifestação cultural na qual se estabelecem relações sociais. Considerando o texto, o futebol é uma modalidade que”. Em seguida vem cinco opções de resposta que constrangem o candidato a concordar que é a identidade masculina do futebol que confere maior remuneração aos jogadores homens.

A leitura dessa questão gera algumas preocupações:

A primeira, é constatar que os professores que formam a banca da mais importante prova do país não conseguiram entender que o futebol é uma atividade profissional e empresarial, que gera remunerações proporcionais ao retorno de público e mídia que os atletas trazem para suas equipes e patrocinadores.

O aspecto cultural do futebol nada tem a ver com o padrão de remuneração, mas o enunciado e as opções da questão induzem os candidatos a afirmarem que a diferença de remuneração é meramente identitária (identidade masculina), e não uma consequência lógica do maior interesse dos expectadores em assistirem o Neymar e sua equipe.

O segundo, e mais grave fator de preocupação, é ver os candidatos ao ingresso nas universidades serem induzidos a concluir que estudar não é tão importante, pois a resposta dessa e de outras questões decorre de uma leitura superficial do texto. A possibilidade de acertar facilmente sem qualquer conhecimento prévio desmoraliza o esforço do aluno, que é essencial para sua evolução. Parece ser esse um dos objetivos dos elaboradores de questões como essa.

Por fim, é preocupante constatar que os alunos são estimulados a pensarem de forma elitista e leviana. Por que comparar apenas a remuneração das estrelas e não dos demais jogadores, homens e mulheres?

Por que escolher o critério dos gols marcados para avaliar a remuneração, se o futebol é um esporte coletivo em que a maioria dos jogadores não tem a função precípua de marcar gols, mas de prepará-los ou evitá-los?

E, principalmente, qual o sentido de escolher os gols marcados pela seleção como critério para aferir a justiça das remunerações se não é a CBF que paga os salários e se a grande maioria dos jogadores, homens e mulheres, não chega à seleção?

A questão induz ao raciocínio simplório, leviano e assistemático, típico dos falsos educadores que imperam nas escolas e universidades brasileiras. A utilização da posição de poder para induzir milhares de alunos a optarem por distorções como essa representa um grande abuso de poder e desserviço à educação brasileira. Não é à toa que a colocação do Brasil nas avaliações do PNUD é repetidamente humilhante.

Fernando Lemme Weiss. Advogado. Mestre e doutor em Direito Público pela UERJ

Fonte: Jornal da Cidade Online

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OPINIÃO: O GRANDE MAL DA HUMANIDA É A IGNORÂNCIA

Ignorância, o grande mal da humanidade

Imagem em destaque

Depois de assistir tantos conflitos devido à pandemia do Coronavírus, dentre os quais, brigas por vacinas, imposição de máscaras, “fica em casa”, não ao tratamento precoce, e outros mais, que possivelmente vão surgir enquanto a “torneira das verbas” estiver aberta, tenho a certeza que o grande mal da humanidade é a ignorância.

Basta parar para observar comentários nas redes sociais ou participar de uma breve conversa com amigos, que logo percebo o quanto as pessoas sofrem, não pela falta de remédios ou mesmo pela pandemia, e sim por desconhecerem a verdade. Uma hora não querem tomar determinado remédio ou vacina, outra hora querem. Como a falta de conhecimento deixa o povo vulnerável à manipulação!

Contudo, não vejo a falta de conhecimento por comodismo, e sim por medo. Medo de adoecer, medo de sofrer, medo da morte. Medo de descobrirem a verdade e perceberem o quanto foram e estão sendo enganados, pelo simples fato de se deixarem adoecer pela ignorância.

Grande parte da população brasileira, quiçá mundial, não sabe o real motivo dessa guerra “invisível”, porém perceptível. Muitos acreditam que é porque o povo quer sair e se divertir. Outros porque pensam que as pessoas são desobedientes às leis, e tem aqueles que só precisam de um motivo para serem do contra.

Somos todos escravos da nossa própria estupidez. Nos tornamos sórdidos com nossos amigos, familiares, colegas de trabalho e até mesmo com os poucos que lutam por nossa liberdade. Não a liberdade das correntes, e sim a liberdade da falta de conhecimento.

Ficamos ouvindo mídias que poluem nossos ouvidos e visões com desinformação em benefício próprio. Acordos entre mídias, políticos e “impérios” arrecadam bilhões para nos manterem desinformados, alienados, escravos de propagandas enganosas, modismo, sofismo, promessas e demagogias.

Quando vamos perceber que nosso pensamento não tem legenda?

Quando vamos perceber que somos donos de nossas ideias e sentimentos?

Quando vamos perceber que basta apertar um botão para desligar qualquer canal de televisão e dar um basta em poluidores de mentes.

Nossa liberdade não precisa de chaves para tirar as algemas. Nossa liberdade precisa de leitura, de sermos curiosos para descobrir o que está por trás das cortinas desse teatro chamado vida.

Podemos nos ajudar a sermos todos livres, independentes. Quem sabe ler, ensine a ler, quem sabe a verdade mostre-a aquele que está próximo, sem imposições, sem lados.

Nem esquerda e nem direita. Sem protecionismo. Precisamos de equilíbrio. Não é o povo que precisa ser expurgado para sermos livres, e sim aqueles que noticiam, que fazem e aplicam as leis.

É hora de nos unir, pensar em nossas famílias, nossas crianças, em nossa vida. Nossa liberdade está em nossas escolhas.

Podemos estabelecer a paz em nossas vidas a partir do momento que temos conhecimento e esclarecimento que, nós, o povo que vota, que escolhe, que trabalha, que mantém um país, somos a raiz da liberdade. Vamos sacudir nosso tronco para que os frutos podres e as folhas mortas caiam e não prejudiquem mais nossa evolução.

Nossa saúde está na coragem de lutarmos pelo que acreditamos.

Tenhamos fé e estabeleçamos uma nova aliança com Ele, que é quem verdadeiramente nos guia.

Para tanto, é necessário eliminarmos o grande mal que nos assola, a ignorância, e só assim estaremos imunes à perversidade da Nova Ordem Mundial.

Fonte: Jornal da Cidade Online

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OPINIÃO: NÃO PODEMOS PERMITIR A EXPANSÃO DO IMPERIALISMO EUROPEU SOBRE A ÁFRICA

Enquanto as civilizações admitirem déspotas como Emmanuel Macron no poder caminharemos a passos de formiga e sem vontade em direção ao caos político e a degradação das sociedades. Palavras como as que ele proferiu, retratadas no texto a seguir deixa muito claro o seu perfil de colonizador, explorador e sanguessuga. É assim que raciocinam e agem os ditadores, opressores e facínoras que escravizam povos nos países do 3º mundo. Isso precisa acabar. É o que está impedindo a humanidade de evoluir a passos largos rumo a 5ª Dimensão. É preciso tolher o avanço da esquerda, do comunismo, do fascismo e do socialismo diabólicos. Portanto, vamos divulgar e expandir o pensamento contrário o máximo possível! 

*O presidente francês Emmanuel Macron disse: “Com uma família que tem sete, oito filhos na África, mesmo se você investir bilhões, nada vai mudar, porque o desafio da África é civilizacional”.
O sociólogo guineense Amadou Douno, professor do  Universidade Ahmadou-Dieng de Conacri, responde a ele: “Os africanos não precisam da sua civilização debochada. Porque com a sua civilização: um homem pode dormir com um homem; uma mulher pode dormir com uma mulher; um único presidente pode ter duas amantes ao mesmo tempo; uma mulher pode dormir com seu cachorro;  uma criança pode insultar seu pai e sua mãe sem problemas; uma criança pode aprisionar seus pais. Com sua civilização, quando os pais estão envelhecendo, eles são levados para o lar de idosos e, finalmente, com sua civilização, um jovem pode viver com uma mulher da idade de sua mãe ou de sua avó sem problemas. Seu caso é uma ilustração perfeita! Os africanos não têm lição de civilização a receber de pessoas como você!  A África é de longe o continente mais rico do mundo, com sua enorme riqueza mineral. O que está atrasando este continente é a pilhagem em larga escala de seus recursos por as grandes potências, a França na liderança!. Toda a miséria da África vem deste país que realiza suas ambições nas costas dos africanos, com a cumplicidade desses traidores que não hesitam em sacrificar gerações inteiras entregando seus países ao antigo poder colonizador. Eles confiam todos os setores-chave de suas economias à França.  Na realidade, eles lideram a estratégia ou visão política desejada pelo ex-colono.  Isso contribui para levar suas populações à miséria e à extrema pobreza. Esta é a causa de golpes de estado, guerras civis, genocídios, fomes,  déspotas à frente desses países que são mantidos no poder pela França, porque atende a todos os seus requisitos! A França não é nada sem a África! No dia em que os países africanos derem as costas à França, este país mergulhará no caos! Enquanto os países africanos não abandonarem esse domínio da antiga potência colonial, assumindo o controle de seu próprio destino, como fizeram os países asiáticos, será muito difícil sair do abismo. O desafio para a África é se livrar da França, porque este último não é a solução para seu subdesenvolvimento, está no coração do problema!”
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OPINIÃO: BENESSES E PROTEÇÃO É A FORMA DE DISFARCE DO FASCISMO

O fascismo sempre vem disfarçado de benesses e de proteção

Fotomontagem ilustrativa: Atila IamarinoFotomontagem ilustrativa: Atila Iamarino

De vez em quando vemos alguém perguntando por que diante de tantas atrocidades cometidas por governos autoritários no século passado, ninguém tenha feito nada quando os tiranos estavam se instalando?

Por que as pessoas ficavam caladas quando alguém como Hitler subia ao poder?

Na verdade, muitos se opuseram, muitos denunciaram, muitos lutaram contra, antes mesmo do regime ter força para matar opositores ou questionadores. O problema é que, boa parte da população, tratava esses avisos como teoria da conspiração. Como exageros de mentes excessivamente preocupadas. Afinal, que mal uma pessoa que só quer nosso bem pode fazer?

Sim, o Fascismo nunca é introduzido debaixo de chicote e pontapés. O Fascismo vem disfarçado de benesses e de proteção. Vem na forma de preocupação com o bem comum, reluzente sob o verniz das boas intenções.

E quando você menos espera, está pedindo autorização de um burocrata estatal para comprar comida ou abraçar seus pais.

E não fique muito assanhado ao relembrar seus tempos de liberdade, para o fascista, nada mais justificável do que eliminar rebeldes que coloquem a sociedade em risco.

Atila Iamarino, o biólogo dos “1 milhão de mortos no Brasil até agosto”, por algum motivo ainda é levado a sério pela grande mídia e pelo marketing do TSE. Atila viu seu canal do YouTube explodir e hoje ganha dezenas de milhares de reais por mês graças às suas previsões “precisas”.

E agora, o queridinho dos alarmistas e dos tiranos, vem advogar pelo autoritarismo com todas as letras.

Está dividido entre calar brasileiros ou a coagir cidadãos.

Eu poderia dizer que discursos assim, onde o ser humano não é visto como um indivíduo, mas sim como propriedade do Estado, é o mesmo discurso base de todos os Regimes Totalitários que mataram milhões no século passado.

Mas é melhor parar. Se eu continuar refutando as previsões de Atila com fatos históricos, acabarei sendo acusado de ser um teórico da conspiração.

Fonte: Jornal da Cidade Online

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OPINIÃO: UMA ESQUERDA CONSCIENTE E RESPONSÁVEL NÃO PODE CONCORDAR COM ESSA CENSURA SOBRE TRUMP

Caro(a) leitor(a),

Qualquer ativista político consciente e responsável sabe que o principal alicerce da Democracia é a liberdade, no seu mais amplo sentido e a liberdade de expressão é não apenas um símbolo disso, mas o seu maior legado. Mas não podemos confundir “liberdade” com libertinagem. Libertinagem tem vários sentidos e um deles é depravação. A depravação no seu mais amplo sentido é falta de limites. Então, a “liberdade” para ser plenamente exercida, quando em sociedade, possui seus limites, que estão expressos em uma legislação. Ao tomar a decisão de bloquear Donald Trump em suas redes sociais seus diretores excederam ou extrapolaram essa legislação e cometeram o crime de cerceamento da liberdade de expressão do líder americano. E qualquer que seja o crime cometido por um cidadão, seja aqui, na China ou no Japão deve ser punido dentro da lei. Portanto, apesar de ser uma contumaz esquerdista, até mesmo a líder alemã, Angela Merkel, não poupou os responsáveis pelos ataques a Donald Trump de cometerem um desatino à liberdade de expressão, mostrando claramente a ameaça ditatorial se insurgindo sempre que tem uma oportunidade e isso nós não podemos permitir! 

O repúdio de Angela Merkel aos ataques sofridos por Donald Trump

Publicado em 

Reuters

Conforme registramos mais cedo, a censura sofrida pelo presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, está gerando debates entre autoridades globais.

Angela Merkel foi uma das líderes que criticou duramente a decisão do Twitter de banir o republicano.

Para a chanceler alemã, as medidas contra Trump trata-se de uma ‘problemática’ do ‘direito fundamental à liberdade de expressão’.

“É possível interferir na liberdade de expressão, mas de acordo com os limites definidos pela legislação”, afirmou o porta-voz da chanceler, Steffen Seibert, em entrevista coletiva nesta segunda-feira (11).

“Não baseando-se na decisão da direção de uma empresa”, prosseguiu.

E completou: “É por isso que a chanceler considera problemático que as contas do presidente dos Estados Unidos nas redes sociais sejam fechadas definitivamente”.

Donald Trump foi banido permanentemente do Twitter na última sexta-feira, 8, dois dias após os conflitos que ocorreram no edifício do Capitólio.

A empresa disse que suspendeu a conta do líder norte-americano por temer que ele pudesse incitar mais violência.

O Facebook, por sua vez, suspendeu a conta do presidente por alguns dias.

A previsão é que o bloqueio prevaleça até a posse de Joe Biden, marcada para 20 de janeiro.

Porém, para Merkel, o governo dos EUA deveria seguir o exemplo da Alemanha na adoção de leis que restringem o incitamento online, em vez de deixar que plataformas como Twitter e Facebook definam suas próprias regras.

Professor, cristão, colunista, e redator. Amo ciências políticas, sou conservador e nordestino com orgulho.

Fonte: Conexão Política

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OPINIÃO: CRIME LEGAL, POR DIVALDO FRANCO

Caro(a) leitor(a),

Não poderia de forma alguma deixar passar em branco o triste e degradante episódio ocorrido na Argentina na semana passada, que legitimou o crime de assassinato de embriões e fetos humanos até a décima quarta semana em prol do conforto e bem estar de mulheres que querem apenas gozar a vida sem sair da zona de conforto. Isso chega a ser um ato de crueldade sem precedentes na história da humanidade. E nesse sentido o Professor Divlado Franco tem toda a razão quando diz que “em não distante tempo, pessoas insensíveis legalizarão a eutanásia, matando os pais que deles venham a depender ou simplesmente pessoas idosas, cujas existências pesem na economia ou futilidades da sociedade”. Por isso lhe convido a ler o texto completo a seguir, refletir e fazer o seu juízo de valor!

CRIME LEGAL

Por Divaldo Franco – Professor, médium e conferencista espírita
Entre os acontecimentos infaustos que assinalaram o ano de 2020, no breve tempo em que se encerravam as narrações das suas desventuras, uma notícia terrivelmente infeliz atingiu-nos a todas criaturas: a Argentina, através do seu Senado, legalizava o aborto até a décima quarta semana de gestação.
A alegria que invadiu o país na madrugada, em que multidão muito volumosa gritava enlouquecida pelas ruas de Buenos Aires – registrada pelas câmaras fotográficas das redes sociais –, sem máscaras nem distância preventiva, numa infernal correria ao prazer, apoiava o crime de morte em detrimento da grandeza da vida.
Aos berros de exaltação do infanticídio sucedeu-se um grande silêncio, e uma nuvem representando a barbárie coletiva desceu sobre o grande país, que a partir de agora se compromete a matar os embriões e fetos humanos até a décima quarta semana.
Neste ritmo em que o conforto da mulher exige a eliminação do filho que não deseja, mas permitiu gerar, quando existem muitos recursos morais e legais que impedem a fecundação, em não distante tempo, pessoas insensíveis legalizarão a eutanásia, matando os pais que deles venham a depender ou simplesmente pessoas idosas, cujas existências pesem na economia ou futilidades da sociedade. Aliás, já tem havido algumas tentativas a esse respeito, que estão aguardando o momento selvagem para o homicídio.
Esquecem-se estes que assim pensam que à juventude sucede a velhice, por mais disfarces estéticos e recursos para a longevidade…
O ato desafiador produzido pelos argentinos assinala a decadência moral deste período cultural e espiritual da humanidade, em que a vida, especialmente a humana, perdeu o significado, voltando aos antiquíssimos padrões da ferocidade e da violência. Os vários milênios de cultura, ética e civilização desaparecem, sucedidos pela brutalidade e paixões ferozes de governantes bárbaros.
Sob todo e qualquer aspecto, é lamentável esse passo, dito legal, na Constituição do país vizinho. No entanto, repetindo Martin Luther King Jr.: “O pior não é o atrevimento dos maus, porém o silêncio dos bons”.
É exatamente o que está acontecendo em relação ao aborto legal e perversamente sempre imoral.
Têm sido poucas as reações de indivíduos e grupamentos religiosos, que tecnicamente respeitam a vida. Sua Santidade, o Papa Francisco, que defende as árvores da Amazônia, está silencioso ante o crime hediondo, desconsiderando o Mandamento “não matarás”, e principalmente aquele que não se pode defender.
Ao vivermos numa sociedade na qual se matam crianças por nascer, apenas por prazer, devemos sentir um grande constrangimento.
Matar é crime nefasto, e tudo devemos realizar para que o amor e suas leis substituam a sua hediondez.
Fonte:
Artigo publicado no jornal A Tarde (BAHIA), coluna Opinião, em 7 de janeiro de 2021.
#divaldofranco #espiritismo #jornalatarde #aborto #argentina
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OPINIÃO: EM DEFESA DO PLANEJAMENTO FAMILIAR E CONTRA O ABORTO

Contra o aborto e em defesa do ‘planejamento familiar natural’

Foto IlustrativaFoto Ilustrativa

Diante da aprovação, pelo senado argentino, da prática do aborto, o qual, em verdade, é o assassinato de uma vida humana individual no início de seu desenvolvimento, muitas abordagens podem ser feitas. Primeiramente, como coloquei acima, o aborto é o assassinato de um indivíduo humano. E, cabe enfatizar, essa é uma realidade física, corpórea.

Basta uma breve análise do que sabemos a partir da embriologia para constatarmos o óbvio: desde a concepção o que há é uma vida humana individual. Já tratei desse ponto aqui:

Em segundo lugar, há também a perspectiva da nossa degenerescência cultural. Uma vez que vivemos em uma cultura crescentemente hedonista, egocêntrica, imediatista e relativista, os valores morais foram sendo, intencional e gradualmente, esquecidos. Mesmo a vida humana passou a ser relativizada.

Por essa razão sequer surpreende que, em cartazes de feministas (ditas “antiespecistas”: não apenas não reconhecem a superioridade moral e intelectual humana, mas, mesmo, colocam os demais animais como mais importantes) celebrando a aprovação do aborto na Argentina, pudéssemos ler mensagens hediondas como, por exemplo, que “as vidas para serem salvas estão nas granjas e nos matadouros, não em nossos úteros”. Para esse tipo de feminismo, um ovo de galinha é mais importante, digno de ser preservado, do que um embrião ou feto humano.

Consequentemente, seguindo esse “raciocínio” obtuso, para essa ideologia anti-humana uma galinha é mais importante, “digna”, do que uma pessoa humana.

Mas também vou me eximir de discorrer sobre esse ponto, pois o que quero ressalvar, aqui, é a importância do “planejamento familiar natural” (PFN), o qual é uma forma de regular naturalmente a natalidade. A meu ver, o ponto central que deveria ser trazido ao debate se refere à questão do sexo no contexto matrimonial e do PFN como meio de regular a natividade.

Abordei a questão das razões para que a união sexual ocorra dentro do casamento aqui:

Em outros termos, o PFN, diferentemente do que ocorre seja com as práticas contraceptivas hoje amplamente aceitas seja com o aborto, seria uma maneira de regular naturalmente os nascimentos sem qualquer violação do bem humano ‘vida’.

Assim, tomemos como ponto de partida nossa Constituição, na qual lemos o seguinte:

“Fundado nos princípios da dignidade da pessoa humana e da paternidade responsável, o planejamento familiar é livre decisão do casal, competindo ao Estado propiciar recursos educacionais e científicos para o exercício desse direito, vedada qualquer forma coercitiva por parte de instituições oficiais ou privadas”.

Com efeito, a Constituição se refere ao “planejamento familiar” de maneira abrangente, de tal forma que ela inclui tanto métodos artificiais anti-natalidade (violadores do bem humano básico vida) quanto métodos naturais, dos quais destaco o PFN.

Desse modo, o mero “planejamento familiar” é sempre uma forma de ação que intencionalmente age contra a vida. Com a aprovação do aborto, por exemplo, a sua prática, agora legalmente autorizada também na Argentina, passou a ser uma espécie de planejamento familiar. Mas, em casos menos extremos, temos, por exemplo, os métodos contraceptivos artificialmente criados, como preservativos, DIU, dentre outros.

Sem embargo, todos esses “métodos” possuem algo em comum: pretendem, ativa e intencionalmente, impedir o desenvolvimento de uma vida humana individual.

E isso por várias razões, das quais destaco desde seu aspecto eugenista originário até o fomento da hedonia, da busca do prazer supostamente sem consequências. Trata-se de eugenia pois sempre se considerou tanto o aborto quanto a contracepção ou, mesmo, a esterilização, um mecanismo de controle populacional, especialmente daqueles grupos considerados “indesejados”.

Seja por concepções equivocadas oriundas de mentes como a de Thomas Malthus, para o qual a população cresceria a um ponto de não haver mais alimentos para todos (uma tese empiricamente equivocada, mas que retorna frequentemente), seja por preconceito, o controle populacional sempre esteve presente na agenda de uma elite interessada em eliminar os “indesejáveis” (fazendo parte, atualmente, da agenda globalista).

Hoje alguns países simplesmente assassinam minorias indesejadas. Por exemplo, Uigures e seguidores do Falun Gong são notória e brutalmente perseguidos na China. Além disso, o aborto se tornou uma maneira eficiente de extermínio baseada em um preconceito abjeto. Basta observarmos que a maior instituição de abortos do mundo, a ‘Planned Parenthood’, foi fundada por Margaret Sanger, que iniciou suas atividades em defesa da eugenia participando de grupos como Ku Klux Klan. Sim, da hedionda KKK.

Por essa razão mais de 80% das clínicas da ‘Planned Parenthood’ se situam próximas a bairros negros e hispânicos: desde o início a ideia era eliminar essas populações, definidas por Sanger como “ervas daninhas”. Não surpreende que ela tenha sido uma influência presente sobre a nefasta ideologia eugenista do nazismo.

Portanto, algumas ideias perversas sempre estiveram por detrás da defesa do aborto e da criação de métodos contraceptivos. E elas avançaram se associando a um dos vícios humanos fundamentais: a busca desregrada (não inteligente) pelo intercurso sexual. Afinal, ou podemos buscar o prazer inteligentemente, como quando associamos a alimentação ao bem vida (saúde), nos alimentando de forma saudável, ou o buscamos de forma não inteligente, como quando nos alimentamos com alimentos tóxicos ao nosso organismo.

Algo similar ocorre no intercurso sexual, em que ou o buscamos de forma não inteligente (desregrada), como no sexo pré-marital motivado pela busca do prazer, ou o buscamos de forma inteligente, o associando ao matrimônio e à vida (abertura à vida, o que não significa que ele tenha como propósito unicamente a procriação). Afinal, não somos meros animais sencientes, mas indivíduos inteligentes.

De qualquer forma, diferentemente do que ocorre com as práticas que poderíamos denominar apenas de “planejamento familiar”, o PFN não atenta contra a vida e contra a dignidade da pessoa humana. Por essa razão ele está em acordo seja com o direito natural, seja com a concepção cristã, particularmente com a católica.

Nesse sentido, como lemos na ‘Humanae Vitae’ (1968), do Papa Paulo VI (1897-1978), “se, portanto, existem motivos sérios para distanciar os nascimentos, que derivem ou das condições físicas ou psicológicas dos cônjuges, ou de circunstâncias exteriores, a Igreja ensina que então é lícito ter em conta os ritmos naturais imanentes às funções geradoras, para usar do matrimônio só nos períodos infecundos e, deste modo, regular a natalidade, sem ofender os princípios morais que acabamos de recordar”.

Noutra parte lemos, ainda:

“a Igreja é coerente consigo própria, quando assim considera lícito o recurso aos períodos infecundos, ao mesmo tempo que condena sempre como ilícito o uso dos meios diretamente contrários à fecundação, mesmo que tal uso seja inspirado em razões que podem aparecer honestas e sérias. Na realidade, entre os dois casos existe uma diferença essencial: no primeiro, os cônjuges usufruem legitimamente de uma disposição natural; enquanto que no segundo, eles impedem o desenvolvimento dos processos naturais.

É verdade que em ambos os casos os cônjuges estão de acordo na vontade positiva de evitar a prole, por razões plausíveis, procurando ter a segurança de que ela não virá; mas, é verdade também que, somente no primeiro caso eles sabem renunciar ao uso do matrimônio nos períodos fecundos, quando, por motivos justos, a procriação não é desejável, dele usando depois nos períodos agenésicos, como manifestação de afeto e como salvaguarda da fidelidade mútua”.

Desse modo, o aspecto central da distinção entre “planejamento familiar” e PFN reside em que no primeiro o casal impede “o desenvolvimento dos processos naturais”, por exemplo, usando contraceptivos, enquanto no PFN o casal usufrui “legitimamente de uma disposição natural”, recorrendo a períodos infecundos. Nesse sentido, o casal não irá causar infertilidade, uma vez que o intercurso será naturalmente infértil.

Há, aqui, uma diferença fundamental quanto à moralidade do ato. Escolher o uso de contraceptivos implica escolher impedir a vida. Nesse caso, se está agindo para causar o impedimento de uma nova vida. Quanto ao PFN, nele não se age contra uma vida, pois ela não precisa ser impedida na medida em que ela não brota nesse contexto agenésico.

Além disso, cabe reiterar o que expliquei no texto cujo link postei acima, a saber, que o intercurso sexual não é apenas voltado à reprodução, mas ele possui um aspecto fundamental: o unitivo. A “manifestação de afeto” da qual nos fala Paulo VI se refere à ‘fides’, a qual pode ser caracterizada como envolvendo não apenas exclusividade e continuidade, mas também a “prontidão e o compromisso de estar unido com seu cônjuge na mente, no corpo e em uma vida doméstica de mútua assistência”.

Essa ideia aparece na tradição cristã na expressão “uma só carne”.

Desse modo, o PFN é uma maneira moralmente legítima de regular a reprodução, especialmente na medida em que não se está agindo tendo como propósito impedir uma nova vida humana individual.

Em verdade, o PFN jamais seria usado por aqueles que pretendem controlar a população. Primeiramente, o PFN demanda algum discernimento. Por exemplo, quanto ao método Billings, no qual a mulher identifica, mediante auto-observação (a partir do muco cervical), seus padrões de infertilidade, identificando também os períodos férteis (caso esteja buscando engravidar).

Em segundo lugar, o PFN exige um comportamento virtuoso, especialmente a castidade e suas virtudes correlatas, pois o casal se abstém do intercurso sexual em períodos férteis (justamente quando há mais fatores biológicos impulsionando o casal ao intercurso).

Enfim, na verdade não se está ‘agindo contra’ a vida no PFN: se está deixando de agir na medida em que se escolhe os períodos inférteis para o intercurso sexual. Em um contexto infértil não há vida para ser impedida.

OBS. Para quem quiser se aprofundar na abordagem teórica, de cunho jusnaturalista, recomendo esse artigo: “Every Marital act ought to be open to new life: Toward a clearer understanding” (Finnis, J. et al).

Nele podem ser encontradas as bases teóricas da posição que assumi no texto acima.

Foto de Carlos Adriano Ferraz

Carlos Adriano Ferraz

Graduado em Filosofia pela Universidade Federal de Pelotas (UFPEL), Mestre em Filosofia pela Universidade Federal de Santa Maria (UFSM), doutor em Filosofia pela Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul (PUCRS), com estágio doutoral na State University of New York (SUNY). Foi Professor Visitante na Universidade Harvard (2010). É professor da Universidade Federal de Pelotas (UFPEL), bem como membro do Docentes pela Liberdade (DPL) nacional e diretor do DPL/R

Fonte: Jornal da Cidade Online

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OPINIÃO: ESTÁ MUITO CLARO QUE O CONGRESSO NACIONAL NÃO REPRESENTA OS INTERESSES DO POVO BRASILEIRO

Caro(a) leitor(a),

A Consultoria Metapolítica fez um levantamento e concluiu que o ministro da Economia, Paulo Guedes, solicitou ao Congresso Nacional 19 medidas a fim de blindar a economia brasileira contra os efeitos da pandemia do vírus chinês. Entretanto, o Congresso Nacional só aprovou apenas 3 delas. No final dessa postagem você pode verificar a lista completa das medidas, com o status da tramitação e a possibilidade de deliberação no curto prazo. Isso mostra que o governo tomou várias iniciativas para solucionar os mais diversos problemas e que se não conseguiu êxito não foi culpa do próprio governa, mas sim do Congresso Nacional que coloca os seus interesses particulares acima dos interesses da nação. É muito importante explicitar esse tipo de coisa para que o povo brasileiro tenha noção do quão errado votou nas últimas eleições e perceber que tudo começa no voto, nas urnas. Portanto, precisamos ampliar a nossa consciência para mudar essa triste realidade, que se repete eleição após eleição. Isso precisa mudar. O povo brasileiro precisa aprender a votar. E a mídia, com suas redes sociais e a informação cada vez chegando mais rápido aos usuários está facilitando esse processo de cognição e decisão do eleitor. Então, caro(a) leitor(a) se interesse mais por política, pois só assim conseguiremos deixar de ser um país terceiro mundista!

Projetos de Guedes para destravar economia durante pandemia empacam no Congresso

Marcos Rocha

Publicado em 07.01.2021

Por  

 

Cristiano Mariz

Levantamento da consultoria Metapolítica, a pedido do jornal digital Poder360, aponta que o ministro da Economia, Paulo Guedes, solicitou ao Congresso Nacional 19 medidas a fim de blindar a economia brasileira contra os efeitos da pandemia do vírus chinês.

Contudo, até o fim de 2020, somente 3 propostas haviam sido aprovadas pelo Parlamento.

São elas: Marco Legal do Saneamento Básico – conjunto de regras que tratam da regulação do setor, abrindo espaço para a iniciativa privada; Lei de Falências – altera os procedimentos de falência e recuperação judicial; Plano de Equilíbrio Fiscal – repassa R$ 60 bilhões para estados e municípios, além de vetar o reajuste do funcionalismo até dezembro de 2021.

De acordo com o diretor da Metapolítica, Jorge Ramos Mizael, os avanços nos projetos dependerão da definição das novas presidências da Câmara e do Senado.

Na Câmara, por exemplo, há uma forte disputa entre os blocos dos deputados Arthur Lira (PP-AL) e Baleia Rossi (MDB-SP).

Lira se aproximou do governo federal ao longo de 2020 e é tido como o favorito de Bolsonaro para o posto.

Baleia, por sua vez, já foi oficializado como o nome apoiado por Rodrigo Maia (DEM-RJ) e partidos de esquerda.

“Se o Arthur Lira for o eleito, ele tem condições de imprimir um ritmo mais forte para essas matérias do governo e do Paulo Guedes, em especial”, opinou Mizael.

O levantamento completo você confere clicando AQUI.

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OPINIÃO: ATÉ PALHAÇADA PRECISA DE UM LIMITE. MESMO NUM PAÍS SURREAL COMO O BRASIL

Caro(a) leitor(a),

Confesso que ainda me impressiona ver e ouvir notícias como essa a seguir. Eu fico me perguntando como é que alguém, nos dias atuais, pode achar que o que o comportamento de um servidor público, como Dória é normal. Como alguém em sua sã consciência pode achar que as coisas que o governador Doria faz pode ser normal e fazer bem à sociedade? Para mim é surreal. Eu jamais daria o meu voto para alguém que se comportasse dessa maneira. Eu já disse aqui, que iria acompanhar todos os movimentos desse psicopata e estou acompanhando, A cada dia o rastro de sujeira que ele deixa é mais  explicito. Infelizmente vivemos no país de Alice das maravilhas, no país das bizarrices, onde tudo, absolutamente tudo é normal. Ai até perdemos a noção do que é certo ou errado, do que é aceitável ou não e do que é deglutível ou não. Um país onde um palhaço, como João Doria faz, desfaz e fica por isso mesmo. Sem falar no pior, quando chegar 2022 se candidatar a presidente da república e ainda correr o risco de ser eleito. Que país é esse?

O agro se une e amanhã é o dia de grande manifestação contra o “ditador da calça apertada” (veja o vídeo)

Fotomontagem: João DoriaFotomontagem: João Doria

Produtores rurais de São Paulo organizam um grande protesto para a esta quinta-feira (7) contra o fim da isenção de 4,14% sobre o ICMS dos produtos agrícolas, mais uma aberração do governador João Doria.

O movimento convocado pelas redes sociais, denominado “tratoraço”, irá ocorrer preferencialmente perto de supermercados, com o intuito de que a população receba a mensagem de que quem irá “pagar a conta dos impostos é o povo”.

Mais de 150 municípios de diversas regiões paulistas já confirmaram participação no tratoraço.

Os organizadores do movimento divulgaram uma lista de produtos que devem ter o preço aumentado com o fim da isenção do ICMS. Veja quais são:

– Leite longa vida: 8,4%

– Carnes: 8,9%

– Medicamentos para Aids e Câncer na rede privada:14%

– Cadeira de rodas e equipamentos para pessoas com deficiência: 5%

– Têxteis, couros e calçados: 7,3%

– Energia elétrica para estabelecimento rural: 13,6%

Doria caminha a passos largos para a plena desmoralização.

Veja o vídeo:

Fonte: Jornal da Cidade Online

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OPINIÃO: BATE BOCA ENTRE COMENTARISTAS DA GLOBONEWS SÓ MOSTRA FALTA DE FUNDAMENTAÇÃO NOS ARGUMENTOS

Caro(a) leitor(a),

Estamos de volta com a coluna OPINIÃO, nesta primeira segunda-feira do ano de 2021, aproveitando para opinar sobre o bate boca entre dois comentaristas da Globo News, Demétrio Magnoli e Gerson Camarotti, que já começaram o ano se estranhando e como não poderia deixar de ser, sobre pandemia, aglomeração e ciência. A hipocrisia dos esquerdopatas, como Camarotti, é de dar vergonha a qualquer um que tenha um mínimo de cognição. Quer dizer que só há contaminação ou propagação do coronavírus em aglomerações de laser? Quando o trabalhador se aglomera no vagão do metrô ou do trem para ir ao trabalho o vírus não atua? Que ciência é essa? Me explica ô Camarotti! Deixa de ser hipócrita cara e cai na real que seus argumentos são totalmente infundados. Fazer oposição só por fazer é puro enchimento de bucha. Eu não entendo como a Globo paga um salário altíssimo para um imbecil como esse. Sinceramente, há coisas que são incompreensíveis, mesmo partindo de uma emissora do porte e da audiência de uma GLOBO!

“Funcionários” da Globo brigam ao vivo, em pleno ar (veja o vídeo)

Imagem em destaque

O programa “Em pauta”, atração da Globonews, não teve um bom começo de ano. Pelo menos, não no sentido de harmonia e paz entre os seus colaboradores.

Logo na primeira edição ao vivo de 2021, os comentaristas Demétrio Magnoli e Gerson Camarotti se estranharam na TV; enquanto debatiam sobre as aglomerações nas praias durante o réveillon.

Com posições bem opostas, o clima esquentou entre os colegas de profissão e a apresentadora, Cecília Flesch, precisou intervir para acalmar os ânimos.

Magnoli defendeu os banhistas que decidiram ir às praias no final de ano, depois de passarem 2020 inteiro confinados em casa. E completou que muitos estavam indo a trabalho e que isso não deveria ser julgado.

“Você diria que ele (banhista) é execrável, depois de passar um ano inteiro se aglomerando nos trens para trabalhar em setores essenciais, porque agora ele se aglomerou na Praia Grande?”, questionou Magnoli a Camarotti.

Ao passo que o colega respondeu:

“Demétrio, você que está colocando essa palavra ‘execrável’. Você que tem que responder essa pergunta! Você tem a recomendação da ciência e a ciência tem que ser pra todos”, despistou, sem responder, Camarotti.

Camarotti ainda disse:

“Agora, a ciência tem que ser seguida. Não dá pra ter exceção. É incompreensível a situação social do país. Uma coisa é trabalho e sobrevivência. Outra coisa é festividade. É preciso ter bom senso, Demétrio”, rebateu, sem informar se o vírus da Covid-19 era disseminado apenas em lugares de lazer.

A apresentadora Cecília bem que tentou interromper a fala sem fundamento de Camarotti algumas vezes, mas o jornalista continuou argumentando sobre “ciência”.

E Demetrio fulminou:

“Com certeza, é preciso ter bom senso. Não existe só uma ciência chamada epidemiologia. Existe uma outra ciência chamada Sociologia e outra chamada Antropologia”.

E Cecília interviu:

“Mas, Demétrio, infelizmente, não somos nós que vamos resolver esse dilema aqui, né? Existe muita reclamação”, finalizou Flesch.

Confira o vídeo da briga:

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OPINIÃO: PREFEITO DE MIRANDÓPOLIS COMPARA DÓRIA COM HITLER

Prefeito detona Doria e o compara a Hitler: “Na Alemanha, começou assim” (veja o vídeo)

Fotomontagem: Everton Sodario e João DoriaFotomontagem: Everton Sodario e João Doria

Em entrevista ao programa Pingo nos Is, da Jovem Pan, o prefeito reeleito de Mirandópolis, Everton Sodario (PSL), fez duras críticas ao governador de São Paulo, João Doria.

Segundo Sodario, as ameaças feitas pelo “ditador da calça apertada” são comparáveis ao nazista Adolf Hitler.

“Ele [Doria] ameaçou com algumas ligações de secretários de Estado me ligando e dizendo: ‘prefeito se o senhor não revogar o seu decreto [contrário ao lockdown], nós iremos acionar o Ministério Público, e o senhor terá problemas com a Justiça’”, disse.

Everton Sodário ainda disse mais:

“Temos de nos unir contra o autoritarismo. […] Hitler, na Alemanha, começou assim. Ele não com o Exército nas ruas. Ele começou com decretos, com ordens, que supostamente eram para beneficiar a população. E nós estamos vendo esse tipo de atitude por parte do governador João Doria.”

Contrário desde o início da pandemia de covid-19 a regras de isolamento social e fechamento de setores da economia, Sodario afirmou ter se sentido ameaçado ao tentar seguir outras estratégias, além das impostas pelo governo estadual.

Fonte: Jornal da Cidade Online

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OPINIÃO: PRESIDENTE DA OAB E SEU ATIVISMO DESMEDIDO E ABSURDO

O ativismo absurdo e desmedido do presidente da OAB

Felipe Santa CruzFelipe Santa Cruz

Segundo o site Metrópoles “a OAB cogita pedir o impeachment de Bolsonaro por demora em começar a vacinação”.

“Segundo Santa Cruz, a entidade quer que o governo federal inicie uma campanha nacional de vacinação deforma imediata.”

Vamos esclarecer alguns pontos.

Em primeiro lugar não é a OAB quem quer o impeachment de Bolsonaro. É o Felipe Santa Cruz, que transformou a entidade em propriedade sua, com o apoio de um pequeno grupinho de ativistas de esquerda que o seguem.

Em segundo lugar, Santa Cruz não é honesto. Ele sabe que a vacinação não depende do Bolsonaro e sim da aprovação das vacinas pela ANVISA, que é absolutamente independente do Presidente e tem autonomia para decidir quanto a prazos e procedimentos de testagens. Mas mesmo assim está usando uma narrativa absolutamente falsa para colocar em prática seu ativismo, usando uma entidade que não é dele e não é partido político.

Não seria essa a hora de os advogados sérios desse país se unirem e pedirem a remoção de Santa Cruz da presidência? Essa sim justificável por ele ter transformado a OAB num grupo terrorista velado.

Assim fica até difícil de acreditar na competência da classe… Se não conseguem representar a si mesmos para defender a entidade a que pertencem e livrá-la da camarilha que a transformou numa facção política, é a mim e a você que vão representar e defender num tribunal?

Fonte: Jornal da Cidade Online

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OPINIÃO: MAIS UMA FICÇÃO DA LEI PENAL BRASILEIRA “CUMPRIR PENA EM CASA”

OPINIÃO: MAIS UMA FICÇÃO DA LEI PENAL BRASILEIRA  “CUMPRIR PENA EM CASA”
Viviane Vieira do Amaral Arronenzi

A juíza Viviane e o menino João Hélio: “Cumprir pena em casa” é mais uma ficção da lei penal brasileira

Fotomontagem reproduçãoFotomontagem reprodução

Na véspera do Natal deste já tão difícil ano de 2020, um crime hediondo chocou o Brasil: no Rio de Janeiro, a juíza Viviane Vieira do Amaral Arronenzi foi brutalmente assassinada a facadas pelo ex-marido, diante das três filhas do casal: gêmeas de 7 anos de idade e a mais velha com 9 anos.

O crime bárbaro, como não poderia deixar de ser, gerou justa indignação. Gerou também alguns comentários absolutamente equivocados sobre nossa legislação penal, e demonstrou pela enésima vez a hipocrisia de parte de nossas “classes falantes”.

Uma profissional da Justiça criminal (de outro estado) disse que a legislação brasileira é muito branda “com os crimes praticados contra as mulheres”.

“Contra as mulheres”? Vejamos.

Em 2007, o menino João Hélio, de apenas 6 anos de idade, morreu após ser arrastado pelo asfalto das ruas da Zona Norte do Rio de Janeiro, preso pelo cinto de segurança ao automóvel de sua mãe, que havia acabado de ser roubado por 5 elementos que acharam que não valia a pena parar o carro para salvar a vida do menino.

Os assaltantes arrastaram João Hélio por 7 quilômetros pelas ruas de Oswaldo Cruz, Madureira, Campinho e Cascadura, em alta velocidade; o menino ia batendo no asfalto, e assim perdeu alguns dedos e parte da cabeça; o crânio ficou esfacelado (pedaços de massa encefálica foram encontrados na rua Cerqueira Dalto, na região) e o corpo, irreconhecível.

Presos dias depois, os latrocidas foram condenados a penas de cerca de 40 anos de prisão – com exceção de um deles que, por ter 17 anos de idade, não podia ser processado criminalmente (muito novo para entender o que fez com João Hélio, diz a ficção estabelecida pela legislação brasileira).

Mas as penas de 40 anos também não passavam de ficção. Em agosto de 2019, um dos homens condenados pela morte de João Hélio, Carlos Roberto da Silva, conhecido como ”Carlinhos Sem Pescoço”, deixou o Instituto Penal Plácido de Sá Carvalho, na Zona Oeste do Rio, pois ganhou o direito de cumprir a pena EM CASA.

“Cumprir pena em casa” é mais uma ficção da lei penal brasileira.

Cerca de 12 anos após o crime, todos os assassinos de João Hélio já estavam de volta às ruas, graças a uma legislação que, como se vê, não é “muito branda com crimes contra mulheres” – é absurdamente frouxa com crimes contra mulheres, com crimes contra meninos de 7 anos de idade, com crimes contra juízes, com crimes contra empregadas domésticas mortas por causa de um celular, etc. etc.

Lembram do caso Suzane Von Richtoffen, a jovem de família rica que em 2002 matou os próprios pais, auxiliada pelo namorado e pelo irmão do namorado? Os três assassinos foram condenados a 39 anos de prisão – pura ficção; nossa benevolente legislação permitiu que os irmãos Cravinhos pudessem voltar a circular pelas ruas de São Paulo já em 2013. Suzane teve que aguardar mais um pouco (até 2014…).

A mesma história se repete no caso Nardoni (a menina morta ao ser arremessada da janela pelo pai e pela madrasta) e em tantos e tantos outros casos: latrocidas, assassinos, assaltantes, traficantes e outros criminosos voltam às ruas após cumprirem menos (na maioria das vezes, muito menos) da metade das penas a que foram condenados.

Há alguns anos, um grupo de juízes, promotores e procuradores criou o Movimento de Combate à Impunidade, propondo leis mais severas e punições mais efetivas para criminosos de todo o tipo. Fizemos um seminário em 2017 – “Segurança Pública como Direito Fundamental” – com foco nos direitos DAS VÍTIMAS e seus familiares, e não nos direitos imaginários dos criminosos. Na época, os promotores de Justiça Diego Pessi e Leonardo Giardin de Souza (que participaram do seminário) haviam lançado o hoje clássico “Bandidolatria e Democídio”, mostrando a relação entre os assombrosos índices de criminalidade brasileiros e o tratamento cada vez mais leniente dos criminosos pela legislação e pela jurisprudência dos tribunais.

A militância “progressista” reagiu com ira. Chegaram a tentar reunir um grupo na frente do prédio onde ocorreu o seminário para protestar e vaiar os palestrantes. O grupo não tinha mais de 10 pessoas, comandadas por duas ou três advogadas ligadas ao PSOL – mas faziam barulho!

“Fascistas! Punitivistas! Reacionários! Prender não resolve!”, gritavam.

Curiosamente, esses mesmos setores que afirmam que punição não é solução e que “prender não resolve”, estão desde a véspera do Natal exigindo leis com punição mais dura para crimes contra as mulheres e uma pena de prisão exemplar para o assassino da juíza Viviane.

São os mesmos setores que se esforçam para barrar qualquer mudança na Lei de Execução Penal que permita que um latrocida condenado a 40 anos de prisão cumpra integralmente sua pena – ou pelo menos mais de dois terços dela.

Eles fingem não entender que criminosos não têm medo de notas de repúdio (como bem lembrou meu amigo Roberto Motta) – o que os criminosos temem é ter que passar o resto da vida na cadeia.

Mas os nossos “progressistas” vão continuar lutando para que isso não aconteça com latrocidas, homicidas e muito menos (valha-nos Deus!) com os traficantes, esses “pequenos comerciantes de drogas” que não representam qualquer risco para a população porque, como sabemos todos (principalmente os cariocas), “tráfico é um crime que não tem relação com violência” – daí porque uma das principais bandeiras dessa turma é a soltura de traficantes.

Muitos desses que aparentam sentir profunda indignação com o hediondo crime de que foi vítima a juíza Viviane são os mesmos que pediram ou aplaudiram a decisão ilegal do STF que, na prática, liberou a atividade do crime organizado em mais de 1.400 comunidades no estado do Rio de Janeiro ao proibir operações policiais nessas localidades usando como esdrúxulo pretexto a pandemia do coronavírus.

Como se vê, a indignação deles com criminosos é altamente seletiva; depende do caso se enquadrar ou não na agenda da militância “progressista-identitária”.

Nossa sincera solidariedade à família da juíza Viviane, bem como à família do menino João Hélio – cuja morte, infelizmente, não mereceu “nota de repúdio” dos “progressistas” – e de tantas e tantas vítimas esquecidas, não importando gênero, cor da pele, orientação sexual ou o que for.

O Brasil, em 2017, teve mais de 60 mil vítimas de homicídio e latrocínio – das quais cerca de 90% eram do sexo masculino. Por mais que a militância “progressista” tente negar a realidade, esse morticínio não tem como causa principal o machismo, ou a “cultura do patriarcado”.

Também não são a desigualdade de gênero, a cor da pele ou a preferência sexual que explicam os inacreditáveis mais de dois milhões de “assaltos” (roubos, em geral à mão armada) sofridos por brasileiros anualmente (um a cada 3 minutos, provavelmente um recorde mundial).

O que explica esses índices de criminalidade surreais é a IMPUNIDADE.

Eu desejaria do fundo do coração que o assassino da juíza Viviane passasse os próximos 40 anos na cadeia (e quando eu digo “cadeia” me refiro a cadeia de verdade, ou seja, prisão em regime FECHADO).

Infelizmente, porém, a militância dos bondosos “progressistas” contra o “punitivismo” não deixa que isso aconteça. Existe o risco de, quando o assassino de Viviane voltar às ruas no regime semiaberto (inclusive na saída temporária do Dia dos Pais), suas filhas mais novas sejam ainda adolescentes.

Desde o último dia 24 a turma do “Prender não resolve, companheiros!” está mordendo a língua, e pedindo punição exemplar para o criminoso.

Mas será por pouco tempo: no próximo confronto entre policiais e traficantes, eles voltam a torcer pelo lado que habitualmente apoiam.

Não se deixem enganar por essa hipocrisia.

Marcelo Rocha Monteiro. Procurador de Justiça no Estado do Rio de Janeiro.

Fonte: Jornal da Cidade Online

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OPINIÃO: POSICIONAMENTO DO VATICANO ACERCA DO USO DE FETOS ABORTADOS NA INDÚSTRIA FARMACÊUTICA

A agenda abortista, uma das mais financiadas do Planeta

Imagem em destaque

Há anos, quando eu disse que o aborto é uma indústria, fui chamado de doido de todas as formas. Agora leio essa manchete, publicada na grande imprensa, sobre o posicionamento do Vaticano acerca do uso de fetos abortados na indústria farmacêutica.

Que coisa, não?

A agenda abortista é uma das mais financiadas do Planeta. Recebe quantidades pornográficas de dinheiro dos principais metacapitalistas do mundo. É escancaradamente defendida até pela própria ONU, sob o belo nome de “saúde sexual e reprodutiva”. POR QUE?

É impressionante que as algumas pessoas ainda acreditem que bilionários, como Soros, Rockfeller e Rothschild, se importem com a “liberdade feminina” a ponto de injetarem MILHÕES de dólares em uma causa para a qual existem DEZENAS de métodos de prevenção. E tudo pelo mais puro “humanismo”, sem qualquer interesse financeiro…

Chega a ser irônico: Grupos “anti-capitalismo” e “anti-patriarcado” sendo financiados pelos “Mestres do capitalismo”; todos homens velhos e brancos, sem sequer perceberem que são usados como massa de manobra para o favorecimento dos interesses mais espúrios do Capital.

No mundinho cor-de-rosa dos “revolucionários”, onde unicórnios peidam arcos-íris em meio a nuvens de algodão doce, eles não conseguem ver a podridão dos bastidores e, então, juram estar defendendo os mais nobres ideais.

Meros produtos da doutrinação ideológica. Idiotas! Úteis, mas idiotas.

“A imaginação humana é imensamente mais pobre do que a realidade.” (PAVESE, Cesare)

Fonte: Jornal da Cidade Online

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