PROTESTOS PELA MORTE DE GEORGE FLOYD NOS EUA JÁ CHEGA AO SÉTIMO DIA E AVANÇAM EM 75 CIDADES AMERICANAS

 

Protestos pela morte de George Floyd nos Estados Unidos chegam a 75 cidades americanasProtestos pela morte de George Floyd nos Estados Unidos chegam a 75 cidades americanas

Um vídeo viralizou nesta semana pelos Estados Unidos. Nele, George Floyd, um homem negro, é imobilizado por um policial branco, que pressiona o joelho na garganta de Floyd, mesmo ele estando algemado e no chão.

Para a polícia, ele se parecia com a descrição de um suspeito de falsificação de dinheiro. Foram nove minutos imobilizados e pelo menos cinco com o pescoço pressionado, sob protestos das testemunhas.

Desde segunda-feira (25), quando George Floyd foi morto, milhares de pessoas estão indo às ruas diariamente para protestar contra a morte dele. Na madrugada deste domingo (31), as manifestações chegaram a 75 cidades, segundo o jornal americano “The New York Times”. E a agressividade entre manifestantes e policiais aumentou. Quatro pessoas morreram e 1.700 foram presas.

Fonte: G1

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TENSÃO AUMENTA ENTRE EUA E CHINA, APESAR DE GUERRA SER AMEAÇA AINDA DISTANTE

EUA x China: Tensão aumenta, mas pandemia e eleição adiam confronto

Avanço tecnológico e militar chinês assusta os poderosos norte-americanos, mas possibilidade de uma guerra, ainda que fria, é apenas ameaça distante

Giovanna Orlando, do R7

 

China acusa EUA de tentarem provocar uma Guerra Fria China acusa EUA de tentarem provocar uma Guerra Fria

Trocas de farpas constantes, ataques racistas e culpabilização de outro país por uma pandemia, sanções econômicas fortes e falta de diplomacia são a receita perfeita para uma possível nova Guerra Fria entre Estados Unidos e China.

Depois de uma guerra comercial que durou 2 anos e os constantes ataques vindos de Donald Trump desde que ele assumiu a presidência, em 2017, a China acusou o país de estar tentando provocar um conflito entre os dois países.

A grande dúvida é se esse conflito seria armado ou no mesmo formato que a Guerra Fria disputada entre EUA e União Soviética, em 1947, em que não houve um confronto direto, mas os países competiam entre si no campo econômico e tecnológico, além de financiarem guerras e guerrilhas em diversos países.

Segundo o professor de Relações Internacionais, especialista em China e ex-embaixador brasileiro no país asiático, Fausto Godoy, os Estados Unidos se sentem ameaçados pelo desenvolvimento e crescimento econômico da China.

Para ele, o avanço chinês e domínio na área da tecnologia é o que assusta os americanos, já que a China de hoje não é a mesma do século passado, que se sustentava com exportação de produtos baratos e enfrentava a pobreza e a miséria, e agora está conquistando o espaço e o mercado que foi deixado de lado pelos Estados Unidos quando Trump começou a valorizar e focar na economia interna.

“A China assusta. A China de hoje não é uma China miserável”, explica. “Isso é uma guerra tecnológica travestida de guerra comercial.”

Para ele, um conflito armado e uma nova Guerra Fria não são viáveis e não há a menor chance de que os países apostariam em um confronto direto agora, tanto pela questão da pandemia do novo coronavírus quanto pela proximidade das eleições nos EUA, nas quais Donald Trump busca uma reeleição.

Já o professor de Relações Internacionais da ESPM e economista Leonardo Trevisan diz que sempre existe a possibilidade de um conflito armado entre as duas potências ou então um esfriamento de relações no mesmo formato que a Guerra Fria.

“A China é uma potência militar em ascensão”, diz o professor, que destaca que o país agora tem controle do Mar do Sul, uma região antes sob domínio norte-americano. “Esse é um controle preocupante.”

Para Trevisan, a tensão entre os dois países começou a aumentar com a posse de Donald Trump, em 2017, que tem um discurso mais duro e uma retórica mais agressiva que os democratas, e que há dois anos os problemas vêm se empilhando, como uma guerra comercial, a administração do yuan, gerando uma guerra financeira, e uma guerra tecnológica, já que a China se tornou a referência no mundo e é o único país a ter 5G.

Além das guerras diplomáticas travadas, os Estados Unidos e a China também se desentendem quanto a Hong Kong.

Desde 2019, a região autônoma de Hong Kong entrou no noticiário internacional por causa dos protestos contra o governo chinês, pedindo maior autonomia e democracia. Os protestos foram majoritariamente liderados por jovens, que se reuniam semanalmente em marchas gigantescas pela cidade, que por vezes foram marcadas pela violência policial e vandalismo.

Antes uma província britânica, Hong Kong foi devolvida à China em 1998 e funciona desde então com a política de “um país, dois sistemas”, o que permite que Hong Kong tenha uma espécie de autonomia econômica e legislativa com relação à China e possa negociar com outros parceiros comerciais sem estar diretamente ligado ao governo chinês.

O professor Fausto Godoy explica que Hong Kong era “uma desculpa da China para uma abertura para o mundo”. Segundo o professor, o governo chinês criou na região as 32 zonas econômicas, que permitiam que estrangeiros usassem o espaço físico e mão de obra chinesa para fabricar seus produtos, que seriam vendidos depois pela Inglaterra, dona da região. Com isso, a China se beneficiava com transferência de tecnologia até conseguir se firmar como uma referência mundial.

Com a transformação da China em um dos principais exportadores de tecnologia no mundo, Hong Kong perdeu seu propósito, diz o especialista, que ressalta que a autonomia e “liberdade” de Hong Kong só dura até 2049, quando a região será incorporada ao território chinês e fará parte da China.

Os Estados Unidos também tinham negócios com Hong Kong e a decisão de não reconhecer mais a autonomia da região foi vista como uma espécie de interferência, já que a China diz que o assunto é interno, diz Trevisan, que ressalta que as atitudes dos dois países já eram esperadas.

Por hora, nenhum dos dois países ameaçou diretamente o outro ou anunciou planos de um ataque iminente. Esse cenário extremo é o mais improvável, segundo Godoy, que acredita que, caso haja alguma forma de conflito, “a China vai comprar a briga da maneira dela e vai revidar da maneira que ela acha conveniente”.

Para Trevisan, a possibilidade de uma guerra agora “é um passo perigoso demais”, ainda mais levando em conta que os Estados Unidos tem o exército mais poderoso do mundo e um batalhão e porta-aviões no Mar do Sul da China.

“Não há dúvidas que os EUA tem uma força militar muito maior que a China. A China tem aliados na Ásia e acordos com a Rússia, que tem força militar e armamento nuclear, mas nas vésperas de uma eleição isso não aconteceria”, diz.

Caso um confronto estourasse na Ásia, os EUA teriam a ajuda dos dois maiores PIB’s asiáticos, o Japão e a Coreia do Sul, enquanto a China teria ajuda do restante da Ásia e, possivelmente, até da Austrália.

“Os aliados da China são mais numerosos, mas em questão de força, de qualidade, os Estados Unidos estão à frente”, conclui.

Fonte: R7

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CANDIDATO DEMOCRATA À PRESIDÊNCIA DA REPÚBLICA DECLARA APOIO A PROTESTOS NOS EUA

CANDIDATO DEMOCRATA À PRESIDÊNCIA DA REPÚBLICA DECLARA APOIO A PROTESTOS NOS EUA
Former Vice President Joe Biden speaks at the Kilcawley Center at Youngstown State University, Monday, Oct. 29, 2018, in Youngstown, Ohio. (AP Photo/Tony Dejak)

 

Biden declara apoio a protestos nos EUA, mas condena distúrbios

Candidato democrata à presidência disse compreender o drama dos negros no país e disse que é correto protestar contra a brutalidade policial

INTERNACIONAL

Da EFE

 

Biden declara apoio às manifestações nos EUA Biden declara apoio às manifestações nos EUA

O ex-vice-presidente dos Estados Unidos, e atual pré-candidato democrata à presidência, Joe Biden condenou neste domingo (31) os distúrbios ocorridos nos últimos dias derivados dos protestos contra o assassinato de George Floyd, homem negro sufocado até a morte por um policial branco, e afirmou que o país não pode permitir que a dor o destrua.

“Somos uma nação com dor, mas não podemos permitir que esta dor nos destrua. Somos uma com raiva, mas não podemos permitir que a raiva nos consuma. Somos uma nação exausta, mas não podemos permitir que o cansaço nos derrote”, disse em comunicado.

Biden acrescentou que, nos últimos dias, foi feito um manifesto de que os EUA são um país “furioso por justiça”.

“Qualquer pessoa consciente pode compreender o trauma que os negros experimentam neste país, desde indignações diárias à violência extrema, como o horrível assassinato de George Floyd”, declarou.

Floyd morreu enquanto estava sendo detido na segunda-feira passada, em Minneapolis. O policial Derek Chauvin pressionou Floyd contra o chão com o joelho em seu pescoço durante quase nove minutos, provocando uma morte por sufocamento.

A brutalidade policial desencadeou uma onda de protestos e distúrbios, com saques, incêndios e repressão da polícia em Minneapolis e outras cidades dos EUA.

Biden reconheceu que “é correto e necessário” protestar contra a brutalidade policial, “uma resposta completamente americana”, mas advertiu que “queimar comunidades e a destruição desnecessária não são, nem a violência que coloca vidas em risco”.

“Nunca deveria ser permitido o ato de protestar ofusque a razão do nosso protesto”, comentou.

O pré-candidao pediu para que os Estados Unidos se juntem a ele para fazer o país atravessar “o limiar turbulento para uma nova fase de progresso, inclusão e oportunidade”.

“Como presidente, vou ajudar a liderar esta conversa e, mais importante ainda, vou ouvir. Vou manter o compromisso que assumi com o irmão de George, Philonise, de que George não será uma mera hashtag”, enfatizou.

“Devemos e vamos chegar a um ponto em que todos, independentemente da raça, acreditem que ‘proteger e servir’ significa protegê-los e servi-los. Só ficando juntos é que ficaremos mais fortes do que antes. Mais iguais, mais justos, mais esperançosos e mais próximos da nossa união mais perfeita”, concluiu.

Fonte: R7

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DUPLA OFENSIVA DE TRUMP – TIRA EUA DA OMS E CORTE DE RELAÇÕES COM HONG KONG

A dupla ofensiva de Trump com a histórica decisão de tirar os Estados Unidos da OMS

Presidente aponta suposta proximidade da entidade com Pequim, a quem acusa de ter escondido a verdade sobre a pandemia de coronavírus

ANTONIA LABORDE

Washington – 30 MAY 2020 – 11:17 BRT

Donald Trump ao concluir seu anúncio na sexta-feira, na Casa Branca.Donald Trump ao concluir seu anúncio na sexta-feira, na Casa Branca.

presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, lançou nesta sexta-feira uma ofensiva dupla contra a China. Anunciou a retirada de seu país da Organização Mundial da Saúde (OMS) pela suposta proximidade da entidade com Pequim, a quem acusa de ter escondido a verdade sobre a pandemia de coronavírus, e também investiu contra o Governo chinês pela aprovação de uma nova lei de Segurança Nacional para impor o controle de Pequim sobre o território autônomo de Hong Kong. O mandatário ordenou que seja iniciado o processo para cortar a relação especial com o enclave, o que será um duro golpe para o mercado financeiro internacional e para Pequim.

Trump acusou a China de não cumprir suas promessas de respeitar o status da ex-colônia britânica, e anunciou que ordenou ao Governo americano que inicie um processo para eliminar as “isenções políticas” que dão a Hong Kong “um tratamento diferente e especial”. A decisão de pôr fim aos benefícios comerciais é uma represália contra Pequim por ter aprovado a polêmica lei de Segurança Nacional, que busca controlar o território autônomo e acabar com os protestos pró-democracia.

Em outro golpe contra China, o presidente anunciou que o encerramento das relações com a OMS. “A China pressionou a OMS para enganar o mundo”, afirmou. “A China ignorou as obrigações de prestar informações à OMS e pressionou a organização para que o mundo subestimasse o coronavírus”, acrescentou. A decisão ocorre em meio à pandemia provocada pelo coronavírus, ao qual Trump se referiu novamente como “o vírus de Wuhan”, referindo-se à cidade chinesa em que ele começou a se propagar, e ao qual atribuiu falsamente um milhão de mortes no mundo, quando até o momento são 370.000. O presidente já havia congelado temporariamente a contribuição para a OMS em meados de abril, que beira os 500 milhões de dólares (2,67 bilhões de reais) ao ano e representa cerca de 15% do orçamento da organização.

Entre as ações anunciadas por Trump estão também sanções contra autoridades chinesas que Washington considere que tenham minado a liberdade de Hong Kong, a suspensão da entrada nos EUA de cidadãos chineses que signifiquem um “risco” de segurança e a investigação de empresas do gigante asiático que atuam nos Estados Unidos. O presidente americano não aceitou perguntas de jornalistas ao fazer o anúncio na Casa Branca.

O secretário de Estado, Mike Pompeo, já havia preparado o terreno para essas medidas ao comunicar na quarta-feira ao Congresso que sua pasta já não considera que Hong Kong tenha autonomia em relação a Pequim. Trump insistiu sexta-feira que a ex-colônia britânica já não é “suficientemente autônoma” da China para que seja mantido seu status comercial especial.

O debate e a aprovação da polêmica lei de Segurança Nacional no Legislativo chinês reativaram a oposição contra Pequim em Hong Kong, onde ativistas preparam novos protestos por temer que a nova legislação prejudique o regime de liberdades e direitos que a antiga colônia britânica mantém desde sua devolução à China, em 1997. A lei diz que serão respeitadas a “jurisdição geral” do Governo central e a “ampla autonomia” de Hong Kong —autonomia que, pelo que foi combinado com Londres, deve se prolongar até 2047—, mas ao mesmo tempo prevê punição por qualquer atividade “separatista” ou “terrorista”, “subversão dos poderes do Estado” e “ingerência de potências estrangeiras”.

Os críticos da nova lei, como os Estados Unidos, a União Europeia e o Reino Unido, entre outros, veem com preocupação uma medida que pode ter sérias consequências para o centro financeiro asiático.

No final do ano passado, Trump assinou uma lei aprovada quase por unanimidade no Congresso em apoio às manifestações de Hong Kong. Essa lei estabelece sanções para as autoridades chinesas que não respeitarem os direitos humanos e inclui a revisão periódica da condição especial concedida por Washington ao território autônomo, com todos os direitos de uma economia aberta.

Fonte: El País

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EM ALGUNS PAÍSES CÃES SÃO TREINADOS PARA FAREJAR E IDENTIFICAR INFECTADOS POR COVID-19

A missão destes cães é farejar o coronavírus

Países estão treinando cachorros para detectar imediatamente os infectados pela covid-19

MIGUEL ÁNGEL CRIADO

30 MAY 2020 – 12:25 BRT

Um dos labradores que estão sendo treinados no Reino Unido para detectar o coronavírus.Um dos labradores que estão sendo treinados no Reino Unido para detectar o coronavírus.MEDICAL DETECTION DOGS

Há um ano, uma revista médica publicou um estudo curioso com cães que sentiam o cheiro dos pés de crianças. Cerca de 200 crianças gambianas, 30 delas com malária, dormiram uma noite usando meias de nylon fornecidas por cientistas britânicos. Meses depois, dois cães cheiraram cada meia. Os resultados mostraram que os animais detectaram as crianças que estavam doentes, mesmo assintomáticas. Agora, com a pandemia de coronavírus, uma dúvida começou a circular na comunidade científica: será que cachorros também seriam capazes de farejar os contaminados pela covid-19? Cientistas de vários países estão realizando pesquisas em busca da resposta. E acreditam que sim.

Um deles é Steve Lindsay, entomologista da Universidade de Durham (Reino Unido). Dedicado à pesquisa na área de saúde pública, Lindsay foi um dos autores do estudo com crianças da Gâmbia. Naquela ocasião, conseguiram que dois cães da organização britânica Medical Detection Dogs (MDD), treinados para isso, detectassem a presença do Plasmodium falciparum, o agente patogênico que provoca a malária. E os cachorros fizeram isso muito bem. Na média, os dois cães detectaram 73,3% das 30 crianças com malária (o que indica uma alta sensibilidade) e 91% das 145 que não estavam doentes (indicador de especificidade). Mas a malária é causada por um protozoário, enquanto a covid-19 é provocada por um vírus. É como comparar um mamífero com uma planta.

“O causador da covid-19 é um organismo muito diferente do da malária, mas há evidências de que vírus diferentes produzem odores diferentes”, diz Lindsay. “Pode ser que o odor seja provocado pelo agente infeccioso em si, por seus metabólitos ou pelo dano causado no corpo”, acrescenta. “Não sabemos se a covid-19 tem [cheiro], mas vamos descobrir”, conclui.

Lindsay faz parte de um projeto financiado pelas autoridades britânicas para treinar seis cães da organização MDD na detecção do coronavírus. Já estão sendo coletadas amostras de vários hospitais de Londres. Os animais vão aprender a diferenciar o vírus em compostos orgânicos voláteis liberados por resíduos biológicos, como a urina, ou presos em máscaras. “Quando tivermos amostras suficientes, esperamos que os primeiros resultados cheguem em um período de oito a dez semanas”, diz Lindsay.

Diferentes resíduos humanos, fezes, urina, suor e o próprio ar exalado, liberam compostos orgânicos voláteis que fazem parte do chamado volatiloma. O sistema olfativo canino é tão sensível que é capaz de detectar concentrações de uma substância tão baixas como uma parte por trilhão. O acúmulo de estudos com pacientes com câncerParkinson ou doenças contagiosas indica que os cachorros também podem diferenciar entre o estado saudável ou patológico desse volatiloma, incluindo o provocado por vírus.

“Não sabemos o odor específico que detectam, mas sabemos que podem diferenciar entre determinadas infecções virais”, diz por e-mail Craig Anglet, codiretor do Programa de Ciências para o Desempenho Canino da Universidade de Auburn (EUA). Anglet foi o principal autor de um dos primeiros experimentos (ele acredita que seja o primeiro) de detecção de vírus com cães.

A pesquisa de Anglet, publicada em 2016, consistiu em treinar dois labradores retriever expondo-os a diferentes culturas celulares. Alguns estavam infectados com o vírus do herpes bovino (o objeto do estudo) e outros com o da influenza bovina, para medir sua capacidade de discriminação, enquanto uma terceira parte estava saudável. Depois de dois meses de treinamento, os dois cães alcançaram uma especificidade próxima de 100% ao localizar amostras com o vírus do herpes —um em 85% dos casos e o outro, em 96%. Mas agora não se trata de culturas celulares, mas de detectar humanos infectados, inclusive os assintomáticos.

“Um cão pode fazer uma varredura em 1.000 pessoas se aprende a detectar o cheiro do suor ou da respiração humana, por exemplo”, afirma a coordenadora do grupo de pesquisa DogRisk da Universidade de Helsinque (Finlândia), Anna Hielm-Björkman. Em um trabalho ainda não publicado, Hielm-Björkman comprovou que seus cães podem detectar determinados tipos de câncer. “Nem no câncer nem na covid-19 temos pistas do rastro que os cães identificam. Acreditamos que, nos dois casos, seria um coquetel de moléculas em metabólitos presentes na urina. No câncer, poderiam ser metabólitos resultantes do crescimento anormal dos tecidos e, na covid-19, poderiam vir da tempestade de citocinas”, explica.

Quer seja o odor do vírus ou do dano que ele provoca, pesquisadores finlandeses e britânicos, bombeiros franceses e veterinários dos EUA já estão realizando experimentos. Se funcionarem, logo poderá haver cães cheirando humanos nas fronteiras, nos aeroportos, na entrada de eventos de massa ou na porta de casas de repouso.

Fonte: El País

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EMBAIXADOR BRASILEIRO NA ESPANHA MANDA CARTA RESPOSTA AO EL PAÍS POR EDITORIAL OFENSIVO AO BRASIL

Embaixador brasileiro na Espanha acusa jornal de ‘guerra’ contra Bolsonaro

André Spigariol CNN, em Brasília

29 de Maio de 2020 às 13:09

Jair Bolsonaro.O presidente da República, Jair Bolsonaro (sem partido), fala com simpatizantes e imprensa em frente ao Palácio da Alvorada, em Brasília, 

O embaixador brasileiro na Espanha, Pompeu Andreucci Neto, disse nesta quinta-feira (28) que o jornal espanhol “El País” promove uma “perseguição” e uma “guerra” contra o Brasil, “sua gente e seu presidente”. As palavras constam em uma carta dele enviada ao periódico, em resposta ao editorial “Brasil em perigo”, publicado na terça-feira (26).

“Sem que jamais tenham exercido um mandato político, sem que nunca tenham governado sequer um bairro, a senhora e seis editorialistas se arrogam o direito de dar lições ao Brasil e à sua gente sobre como se comportar, como se governar e como conduzir a economia”, diz Andreucci, dirigindo-se à diretora do ‘El País’, Soledad Gallego-Díaz.

“Muitas vezes, sem jamais nem mesmo ter visitado o Brasil, do conforto dos seus escritórios climatizados na Europa, os senhores pretendem ensinar ao povo brasileiro, aquele que tenta ganhar a vida na labuta do dia a dia, como conduzir seus negócios, como pensar e como viver. Que pretensão mais descabida!”, exclama o representante do presidente Jair Bolsonaro na Espanha.

Brasil en España

@EmbBrasilEspana

Como respuesta a las mentiras y vituperios publicados por “El País” en su editorial del pasado día 26, el Embajador de Brasil en España ha hecho llegar una carta de protesta a la Directora de ese periódico, doña Soledad Gallego-Díaz.

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No editorial publicado na última terça, o “El País” acusa o governo brasileiro de fazer uma “gestão errática da pandemia”, somada a “uma grave crise político-institucional com flertes com o golpismo, que, além de muito grave, desvia a atenção no momento em que o combate ao coronavírus deve ser a prioridade de toda a classe política brasileira”, diz o jornal.

“O presidente, Jair Bolsonaro, não apenas age de forma irresponsável, ignorando a quarentena, mas demitiu dois ministros da saúde e boicota os esforços dos governadores para tentar controlar uma epidemia cuja magnitude real é desconhecida, porque a quantidade de testes realizados é mínima”, criticam os espanhóis.

O embaixador brasileiro diz ainda que as instituições brasileiras estão funcionando normalmente e rejeita a ameaça de golpe no país. “A obsessão de ‘El País’ pelo Brasil não esconde sua vocação neocolonialista. Basta de ingerência; basta de opiniões desprovidas de qualquer bom senso; basta de artigos histéricos que ultrapassam os limites da normalidade clínica”, escreve.

Esta não é a primeira vez que o embaixador se dirige dessa forma à redação do “El País”. Em outubro do ano passado, Andreucci escreveu uma carta a Soledad Gallego-Díaz para repudiar o artigo “Brasil à Beira do Precipício”, do jornalista Breno Altman, também publicado pelo jornal.

Fonte: CNN

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SOB PRESSÃO POLICIAL BRANCO QUE ASFIXIOU E MATOU HOMEM NEGRO É PRESO E ACUSADO DE ASSASSINATO EM 3º GRAU E HOMICÍDIO CULPOSO

Protestos contra morte de homem negro nas mãos de policial branco se espalham pelos Estados Unidos

Derek Chauvin, o ex-policial de Minneapolis que pressionou com o joelho o pescoço de George Floyd e o matou, foi preso e acusado de assassinato em terceiro grau e homicídio culposo

ANTONIA LABORDE

Washington – 29 MAY 2020 – 16:03 BR

Mulher repreende policial durante os protestos em Minneapolis.Mulher repreende policial durante os protestos em Minneapolis.

Os protestos pelos abusos da polícia contra a população negra norte-americana, que explodiram em Minneapolis depois da morte, na segunda-feira, de George Floyd, que teve seu pescoço pressionado com o joelho por um policial durante vários minutos enquanto reclamava que não podia respirar, espalharam-se nesta quinta e sexta-feira pelos Estados Unidos. Em várias cidades do país, grupos de manifestantes saíram às ruas para exigir justiça. Em Minneapolis, aonde chegaram mais de 500 membros da Guarda Nacional, a polícia usou bombas de gás lacrimogêneo e balas de borracha para dispersar pessoas que estavam saqueando lojas e incendiando edifícios. No final da sexta-feira, um grupo de manifestantes se reuniu no entorno da Casa Branca, que ficou isolada.

A delegacia em que trabalhava Derek Chauvin, o policial branco que pressionou com o joelho o pescoço de Floyd, foi incendiada na noite de quinta-feira. Chauvin e outros três policiais foram demitidos. O advogado do condado de Hennepin, Mike Freeman, acusou Chauvin de assassinato em terceiro grau e homicídio culposo na manhã desta sexta. O ex-policial foi preso.

O prefeito de Minneapolis, Jacob Frey, disse à CNN que a decisão de acusar Chauvin é apenas um “primeiro passo”. “Somos uma nação em uma encruzilhada, e a decisão de hoje do advogado do condado é um primeiro passo essencial em um caminho mais longo em direção à justiça e à cura de nossa cidade”, disse em comunicado nesta sexta-feira. “Para a nossa comunidade negra que, durante séculos, foi forçada a suportar a injustiça em um mundo simplesmente relutante em corrigi-la ou reconhecê-la, sei que qualquer esperança que você sente hoje é temperada com ceticismo e uma indignação justa”, disse Frey.

Depois da explosão de violência, o presidente Donald Trump ameaçou enviar militares à cidade de Minnesota e chamou de “bandidos” os manifestantes. “Assumiremos o controle se começarem as dificuldades, mas, quando começam os saques, começam os disparos”, escreveu o mandatário no Twitter. Suas palavras lhe custaram um alerta da rede social, que considerou que a mensagem “glorifica a violência”. Os distúrbios continuaram durante a madrugada desta sexta, na qual o correspondente da CNN Omar Jimenez, um repórter negro, foi detido juntamente à sua equipe, enquanto fazia uma transmissão ao vivo para a TV. Todos já estão em liberdade.

“Esses bandidos estão desonrando a memória de George Floyd e não vou deixar que isso ocorra. Acabo de falar com o governador [do Estado] Tim Walz e lhe disse que o Exército está com ele até o fim. Assumiremos o controle se começarem as dificuldades mas, quando começam os saques, começam os disparos. Obrigado!”, escreveu depois da uma hora da madrugada o presidente americano.

As centenas de pessoas que foram às ruas clamando justiça após a morte de Floyd na segunda-feira se multiplicaram com o passar dos dias. Na quinta-feira ocorreram protestos em uma dezena de cidades, entre elas Los AngelesMemphis e Nova York. Nesta última houve um confronto com a polícia, que acabou com a detenção de 40 manifestantes. Os protestos foram organizadas por movimentos de defesa dos direitos dos negros, como Black Lives Matter, que denunciam o racismo policial.

As manifestações começaram depois da divulgação de um vídeo em que Floyd, detido por suspeita de fraude, chora e geme de dor enquanto está imobilizado no chão pelo policial: “Dói tudo… Água ou algo, por favor. Por favor, por favor. Não posso respirar, agente, não posso respirar”, dizia Floyd a Chauvin, sem que este aliviasse a pressão. Em alguns minutos, ele ficou inconsciente e, depois de ser levado para um hospital, morreu.

Depois que o vídeo começou a circular, a polícia informou que Floyd, um guarda de segurança de 46 anos, morreu devido a um “incidente médico”. Um relatório do Departamento de Bombeiros publicado na quinta-feira detalhou que os paramédicos da ambulância que o transportaram verificaram seu pulso “várias vezes”, mas sem resultado. O Departamento de Justiça anunciou que a investigação federal sobre a morte de Floyd tem “prioridade máxima”. A investigação se concentrará em descobrir se os quatro policiais envolvidos, todos demitidos após a morte de Floyd, “privaram deliberadamente [o falecido] de um direito ou privilégio protegido pela Constituição ou pelas leis dos Estados Unidos”, segundo uma declaração da Divisão do FBI em Minneapolis.

Fonte: El País

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APÓS DESFERIR FRASE ESTÚPIDA DE “SAQUES LEVAM A TIROTEIO” TRUMP RECUA NO TWEETER

Trump recua após ameaçar ‘força letal’ contra em manifestantes de Mineápolis

Reuters

29 de Maio de 2020 às 23:42

O presidente dos EUA Donald Trump em pronunciamento na Casa BrancaO presidente dos EUA Donald Trump, em pronunciamento na Casa Branca (29.mai.2020)

Em sua conta no Twitter, o presidente dos Estados Unidos (EUA), Donald Trump, tentou voltar atrás da ameaça de uma resposta com “força letal” aos protestos violentos em Mineápolis pelo assassinato de um homem negro desarmado por policiais locais.

Depois que seu comentário online de que “saques levam a tiroteio” atraiu um aviso do Twitter e uma ampla condenação dos democratas, Trump disse que entendeu porque o incidente provocou protestos em todo o país sobre a violência policial contra afro-americanos.

Mas o presidente acrescentou que eles não devem se voltar para a “anarquia sem lei”. “Os saqueadores não devem abafar as vozes de tantos manifestantes pacíficos”, disse ele na Casa Branca. “Eu entendo a mágoa, eu entendo a dor.”

Trump disse que expressou sua tristeza à família de George Floyd, um homem negro visto ofegante em vídeo enquanto um policial branco pressionava o joelho em seu pescoço. O policial, Derek Chauvin, foi preso e acusado de homicídio culposo e assassinato em terceiro grau.

Trump, republicano que concorrerá à reeleição em novembro, tem um histórico de inflamar tensões raciais. Ele culpou “ambos os lados” pela violência entre supremacistas brancos e contra-manifestantes de esquerda em Charlottesville, na Virgínia, em 2017, e chamou alguns imigrantes que cruzam a fronteira EUA-México de estupradores.

Fonte: CNN

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DUAS FARMACÊUTICAS TOMAM ATITUDES. A MODERNA DÁ INÍCIO A TESTES COM VACINA E A SANOFI SUSPENDE USO DE CLOROQUINA

Moderna anuncia início de vacinas testes e Sanofi interrompe uso de cloroquina

Da CNN, em São Paulo

29 de Maio de 2020 às 19:36

Vacina, Covid-19Imagem ilustrativa de vacina contra a Covid-19

Duas farmacêuticas iniciaram nesta sexta-feira (29) uma etapa importante na luta contra o coronavírus. A Moderna divulgou que começou a administrar uma vacina experimental contra a Covid-19 em pacientes que participam de um estudo. Já a Sanofi interrompeu temporariamente o recrutamento de novos pacientes de Covid-19 para dois testes clínicos de hidroxicloroquina e, não fornecerá mais o remédio para tratar a doença até as dúvidas a respeito de sua confiabilidade serem esclarecidas.

A Moderna iniciará a aplicação das vacinas experimentais em participantes de um estudo intermediário e afirmou que poderá inscrever até 600 pacientes neste teste.

A empresa estendeu um acordo para garantir grandes volumes de lipídios usados para produzir sua vacina experimental contra Covid-19, enquanto a empresa de biotecnologia norte-americana procura aumentar a capacidade e produzir doses suficientes para atender à demanda global esperada.

A Moderna planeja fornecer milhões de doses por mês em 2020 e dezenas de milhões por mês em 2021, se a vacina for bem-sucedida.

Ainda não existem tratamentos ou vacinas aprovados para a Covid-19, e os especialistas preveem que uma vacina segura e eficaz pode levar de 12 a 18 meses desde o início do desenvolvimento.

Em outro estudo para o tratamento da doença, a farmacêutica Sanofi afirmou que não utilizará por enquanto a hidroxicloroquina e nem fornecerá mais o remédio para tratar pacientes.

A empresa vinha realizando dois testes clínicos aleatórios e controlados de hidroxicloroquina contra Covid-19. Esperava-se que o primeiro testasse 210 pacientes dos EUA, França, Bélgica e Holanda no estágio inicial da doença que não estavam hospitalizados, e o segundo se concentraria em cerca de 300 pacientes hospitalizados com Covid-19 moderada ou grave na Europa.

A decisão veio depois de a Organização Mundial da Saúde (OMS) parar seu grande teste de hidroxicloroquina, o que levou vários governos europeus a proibirem o uso do remédio, que é recomendado para tratar malária, artrite reumatoide e lúpus, mas que não tem comprovação de eficácia contra a Covid-19.

A Sanofi e a rival Novartis prometeram doar dezenas de milhões de doses do medicamento para Covid-19. No mês passado, a empresa francesa disse que já dobrou sua capacidade de produção em oito instalações e que se prepara para aumentá-la ainda mais.

Fonte: CNN

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SETORES DO KIRCHNERISMO PRESSIONAM E CONSEGUEM CANCELAMENTO DE PALESTRA VIRTUAL DE MORO NA UNIVERSIDADE DE BUENOS AIRES

SETORES DO KIRCHNERISMO PRESSIONAM E CONSEGUEM CANCELAMENTO DE PALESTRA VIRTUAL DE MORO NA UNIVERSIDADE DE BUENOS AIRES
Brasília- DF 30-03-2017 Juiz Sergio Moro durante depoimento na comissão de reforma do Código de Processo Penal.o Lula Marques/Agência PT

Universidade de Buenos Aires cancela palestra de Sergio Moro após uma cascata de críticas

Personalidades kirchneristas repudiaram a participação do ex-ministro de Jair Bolsonaro em uma conferência sobre corrupção

MAR CENTENERA

Buenos Aires – 28 MAY 2020 – 22:38 BRT

O ex-ministro da Justiça Sergio Moro a chegar a um hotel em Brasilia.O ex-ministro da Justiça Sergio Moro 

A Universidade de Buenos Aires (UBA) fechou as portas para Sergio Moro, ex-juiz e ex-ministro da Justiça de Jair Bolsonaro. O magistrado estrela da Lava Jato participaria no dia 10 de junho de uma palestra virtual da Faculdade de Direito intitulada Combate à Corrupção, Democracia e Estado de Direito. No entanto, a UBA recuou e Moro revelou que a conferência havia sido cancelada “por pressão político-partidária”.

Moro trocou os tribunais pela política ao lado de Jair Bolsonaro, mas há um mês renunciou ao posto de ministro depois de ter feito graves acusações contra o presidente de extrema direita e de ter denunciado “interferências políticas” em suas tarefas.

O anúncio da participação de Moro na UBA foi criticado por setores do kirchnerismo e da esquerda, que o acusam de parcialidade pelo fato de ter feito parte do Governo Bolsonaro, que se beneficiou eleitoralmente da prisão do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva. “Repúdio absoluto ao miserável Sergio Moro e à atividade organizada pelo @DerechoUBA”, escreveu no Twitter o deputado situacionista Rodolfo Tailhade. A ex-embaixadora argentina na Grã-Bretanha, Alicia Castro, definiu Moro como “um emblema da corrupção e da manipulação da Justiça com fins partidários” e o acusou de ter provocado “sem provas o julgamento e o sequestro eleitoral” de Lula.

Uma das integrantes do conselho consultivo da Faculdade de Direito, a advogada Natalia Volosín, apresentou sua renúncia como forma de repúdio à presença de Moro. “Para nós, que estamos comprometidos com a luta contra a corrupção, Moro foi nefasto”, escreveu Volosín em sua carta de renúncia.

Depois que a UBA cancelou o evento sem dar explicações, Moro expressou seu desconforto em uma declaração divulgada pelo jornal La Nación. “Fui convidado pela Universidade de Buenos Aires para falar sobre o Estado de Direito e a luta contra a corrupção e fui informado de que a palestra havia sido cancelada por pressão político-partidária. Não corresponde a mim avaliar os motivos”, afirmou o ex-juiz. “Recebi convites semelhantes de universidades do Brasil e do exterior e nunca tive este tipo de problema”, concluiu.

A suspensão da atividade reavivou as críticas, agora da oposição, que acusou a principal universidade pública argentina de censura. “VERGONHA. E a liberdade de cátedra? E o debate de ideias? Se onde as ideias devem se multiplicar e crescer se cai na censura, a liberdade de toda a sociedade é afetada. Parece que a autonomia de que se orgulha o presidente @alferdez não é respeitada por toda a sua coalizão”, tuitou o ex-ministro da Educação de Maurico Macri, Esteban Bullrich.

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