DESENVOLVIMENTO PESSOAL: DICAS PARA O COMBATE À ANSIEDADE COM ROSSANDRO KLINJEY

O destaque da nossa coluna DESENVOLVIMENTO PESSOAL desta quinta-feira é o combate a ansiedade em tempos de pandemia. Sofrer de ansiedade é comum durante um momento como esse. Por isso, o Rossandro Klinjey preparou um conteúdo muito especial para ajudar você. Convido você a assistir o vídeo a seguir, refletir e fazer o seu juízo de valor. 

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DESENVOLVIMENTO PESSOAL: GENTILEZA SEMPRE GERA GENTILEZA

Gentileza projeto de vida

O que é gentileza? Vai além das regras de convivência e de etiqueta. O profeta Gentileza já dizia que “Gentileza gera Gentileza”. O que dizem as religiões sobre o assunto. Leandro Karnal se impôs como meta para 2021: ser mais gentil. Qual o seu projeto para 2021?

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REFLEXÃO: POR QUE AS MUDANÇAS DE PARADIGMAS SÓ OCORREM APÓS UM EVENTO IMPACTANTE?

   A nossa coluna REFLEXÃO desta quinta-feira nos trás um texto impressionante que, com certeza, vai causar impacto em você. No seu modo de pensar e enxergar as coisas. Algo vai mudar dentro de você. Vai quebrar paradigmas na sua consciência. Por isso você não pode deixar de lê-lo, refletir e fazer o seu juízo de valor!

As coisas não mudam. Nós mudamos!

Todos nós filtramos o universo de acordo com nossas próprias expectativas, crenças e princípios de vida. Por isso, uma mesma cena pode comover uma pessoa e não causar absolutamente nada em outra. Cada uma delas teve uma diferente reação àquilo que viu, com um filtro mental  diferente.

Walter Barbosa

A resistência à mudança pode nos causar dor - A Mente é Maravilhosa

A forma como vemos o mundo é chamada de “paradigma”, palavra grega que foi “reapresentada” ao mundo científico por Thomas Kuhn, em seu livro A Estrutura das Revoluções Científicas, que mostrou que todas as grandes revoluções aconteceram devido a mudanças na forma de ver o mundo, na ruptura com o modo como estávamos olhando para o universo. A ciência não mudou; depois de Kuhn, nós mudamos.

Esta é a parte curiosa. Todos nós filtramos o universo de acordo com nossas próprias expectativas, crenças e princípios de vida. Por isso, uma mesma cena pode comover uma pessoa e não causar absolutamente nada em outra. Cada uma delas teve uma diferente reação àquilo que viu, com um filtro mental diferente. Stephen R. Covey conta uma história que viveu no metrô de Nova Iorque:

“Eu  me recordo de uma mudança de paradigma que me aconteceu em uma manhã de domingo, no metrô de Nova Iorque. As pessoas estavam calmamente sentadas, lendo jornais, divagando, descansando com os olhos semicerrados. Era uma cena calma, tranquila Subitamente um  homem entrou no vagão do metrô com os filhos. As crianças faziam algazarra e se comportavam mal, de modo que o clima mudou instantaneamente. O homem sentou-se ao meu lado e fechou os olhos, aparentemente ignorando a situação. As crianças corriam de um lado para o outro, atiravam coisas e chegavam até a puxar os jornais dos passageiros, incomodando a todos. Mesmo assim o homem não fazia nada

Ficou impossível evitar a irritação. Eu não conseguia acreditar que ele pudesse ser tão insensível a ponto de deixar que seus filhos incomodassem os outros daquele jeito sem tomar uma atitude. Dava para perceber facilmente que as demais pessoas estavam irritadas também. A certa altura, enquanto ainda conseguia manter a calma e o controle, virei para ele e disse:

Senhor, seus filhos estão perturbando muitas pessoas. Será que não poderia dar um jeito neles?  O homem olhou para mim, como se estivesse tomando consciência da situação naquele exato momento, e disse calmamente:

Sim, creio que o senhor tem razão. Acho que deveria fazer alguma coisa. Acabamos de sair do hospital, onde a mãe deles morreu há uma hora. Eu não sei o que pensar, e parece que eles também não conseguem lidar com isso.

Podem imaginar o que senti naquele momento? Meu paradigma mudou. De repente, eu vi as coisas de um modo diferente, e como eu estava vendo as coisas de outro modo, eu pensava, sentia e agia de um jeito diferente. Minha irritação desapareceu. Não precisava mais controlar minha atitude ou meu comportamento, meu coração ficou inundado com o sofrimento daquele homem. Os sentimentos  de compaixão e solidariedade fluíram livremente.”

O mundo não mudou, não é? Mas você mudou, ao ler o texto. Mudou de paradigma, e isso causou uma reação diferente em seu corpo. Você e eu nunca vemos a realidade total. Vemos apenas uma parcela dela, que selecionamos, em grande parte inconscientemente. A sua única prisão real está em cima dos seus ombros. E só você tem a chave mestra.

Como afirmava Henry David Thoreau: “As coisas não mudam; nós mudamos”.

Fonte: Revista Sophia set/out  2020 nº 87

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DESENVOLVIMENTO PESSOAL: CERTAS ATITUDES NÃO DEVEM SER FEITAS, DIVIDO RISCO DE PERDER TODO SEU DINHEIRO

DESENVOLVIMENTO PESSOAL: CERTAS ATITUDES NÃO DEVEM SER  FEITAS,  DIVIDO RISCO DE PERDER TODO SEU DINHEIRO
Notas de Reais e dólar para artes. Foto. Sérgio Lima, 30-07-2018. Foto: Sérgio Lima/Poder 360

6 coisas que você NUNCA deve fazer com seu dinheiro |

11 de nov. de 2020

Fonte:
Seja Uma Pessoa Melhor
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DESENVOLVIMENTO PESSOAL: FALAR, DAR VOZ AOS NOSSOS PENSAMENTOS E SENTIMENTOS É UMA ATIVIDADE COMUM ENTRE TOODS NÓS

           A palavra e o Caminho

  “Algo dentro de nós ecoa em resposta à expressão dos elos desatados, os nós que nos impedem de explorar nossas possibilidades mais profundas. A pessoa é chamada de sábio porque se reconhece que esse algo está dentro de cada um.”

Tim Boyd*

Menos estresse e mais memória; 7 benefícios do contato com a natureza - 15/09/2018 - UOL VivaBem

Com frequência as coisas mais profundas são encontradas naquilo que é familiar, mas muitas vezes elas são negligenciadas. Há uma atividade comum em que todos nos engajamos falar, dar voz a nossos pensamentos e sentimentos. A maioria de nossa fala tende a ser casual, mais ou menos por hábito ou cortesia. Todos nós já ouvimos a pergunta “Como está você?” num dia em que não estamos nos sentindo bem, e respondemos de imediato “Bem!” – porque essa é a conduta social.

Se pensarmos um pouco mais sobre o dom divino da fala, poderíamos ser mais conscientes   no modo como a usamos. A fala é um reflexo de um poder divino que está dentro de todos nós. muito considerada nas Escrituras de inúmeros povos do mundo. Na Bíblia, as primeiras palavras do Evangelho de João afirmam que “no princípio era o Verbo” – a fala não como nós a entendemos, mas talvez no sentido do som que traz todas as coisas à existência.

Quando João fala da vinda do Grande Instrutor, do surgimento de um Avatar, a linguagem usada é: “E o Verbo se fez carne, e habitou entre nós.” Uma compreensão clara do poder da palavra, corretamente entendida, é algo que perpassa as religiões do mundo.

Em A Doutrina Secreta, H. P Blavatsky escreveu sobre som e a fala: “Pronunciar uma palavra é evocar um pensamento, e torná-lo presente: a potência magnética da fala humana é o começo de toda manifestação no Mundo Oculto.” Blavatsky escreve a respeito da capacidade da fala de magnetizar, de atrair para si. Isso não se relaciona apenas às práticas ocultas conscientes, mas às conversas normais em que nos engajamos do momento a momento.

Na maioria das vezes usamos a fala sem sabedoria. Segundo Blavatsky, emitir uma palavra é evocar um pensamento e torná-lo presente. Toda palavra que dizemos, seja casual ou profunda, traz um pensamento à nossa presença e à presença dos outros. Ela prossegue dizendo: “Emitir um nome não é apenas definir um ser, mas colocá-lo sob a influência de uma ou mais potências ocultas.” Assim, ao simplesmente dizermos um nome, nós nos engajamos num ato que registra a participação de “potências” cooperativas.

É claro que, em nossa conversação normal, não aplicamos um nível de pensamento tão profundo. Estamos apenas conversando, e para nós não é algo tão sério ou importante. Mas a verdade é que nosso discurso é sempre algo com essa profundidade. Pronunciar um nome é definir um ser e colocá-lo sob a influência de forças divina   ou daquelas forças mais adequa das à fala irrefletida e a uma mente que não é refinada.

Em Aos Pés do Mestre, os mexericos são descritos como perversos. Por quê? O foco de nossa fala é um nome – o nome de uma pessoa. No ato de falar a respeito de Maria, João, Pedro, Suzana ou quem quer que seja que tragamos à nossa conversa, estamos definindo um ser e colocando-o sob influência de uma variedade de forças, e, em virtude da potência magnética da fala, ela atrai todo tipo de influências vindas do pensamento dos fofoqueiros.

Portanto, há uma grande responsabilidade envolvida no modo como usamos a linguagem. Ela pode tornar-se uma bênção ativa no mundo à nossa volta, ou uma maldição. Embora não pensemos em nós mesmos como pessoas que possam causar malefícios a outrem, por causa da natureza casual de nosso pensamento e de nossa fala a respeito dos outros, certamente fazemos tais coisas inconscientemente.

Para algumas pessoas, parece uma desculpa apropriada dizer: “Eu não sabia disso!” Mas, para aqueles que se comprometeram com um   caminho de conscientização cada vez mais profundo, isso não é aceitável. Mesmo se formos a um tribunal, nos dirão que ignorar a lei não é desculpa. Isso é especialmente verdadeiro com as leis universais e as consequências kármicas resultantes.

A experiência que temos do karma resulta amplamente de certos hábitos mentais desenvolvidos ao longo do tempo, hábitos que, por sua natureza, se repetem. Uma mente que foi habituada a responder ao longo de uma determinada linha atrai as consequências que correspondem a esse modo de pensar. Assim, a pessoa irada sente-se isolada, a desonesta é desconfiada e assim por diante. Quando percebemos isso, a desculpa da inconsciência em causar mal aos outros por meio da fala não nos cabe.

Buscar o que nos nutre

Uma   primeira  dama  dos EUA, Eleanor Roosevelt, envolveu-se de forma profunda em ações humanitárias. Ela, certa vez, fez um comentário a respeito da fala “Mentes pequenas falam sobre pessoas; mentes médias falam a respeito de eventos; as grandes mentes falam sobre ideias.” Isso não é da perspectiva de alguém que estava especificamente engajada num caminho espiritual, porque provavelmente podemos dizer que as mentes maiores falam a respeito do divino, de Deus ou da realidade, e que as mentes ainda maiores permanecem silenciosas. Mas todos nós habitamos diferentes áreas desse espectro da fala, em diferentes momentos.

A ideia é tentar refinar os espectros que habitamos, e é nisso que estamos constantemente   engajados. Num certo sentido nossa questão é a dieta, seja do alimento com o qual nutrimos os nossos corpos, as nossas emoções ou as nossas mentes. Os materiais com os quais nos alimentamos criam os  corpos  que habitamos – os corpos físico, emocional e mental. Por isso, devemos procurar o melhor alimento possível.

As coisas que dizemos são importantes, mas também temos que prestar atenção às coisas que ouvimos. As ideias e conversas que nos permitimos ouvir e repetir têm igual importância. Toda grande tradição espiritual proporciona a prática de algo semelhante a mantras, orações, canções espirituais, poesia elevadora. Elas fornecem combinações específicas de sons para falarmos e ouvirmos.

O mantra deve ser enunciado em voz alta, não apenas porque é bom ouvi-lo, mas porque esses sons, e as ideias que eles corporificam, fazem com que as correspondentes substâncias dentro de nós ecoem – tornem-se ativas. À medida que se tornam ativas, elas também se tornam mais capazes de reproduzir essa atividade. Cada vez que são avivadas, fica mais fácil para esses materiais repetirem suas atividades.

É aconselhável se engajar em práticas de repetição de poesia, CONGERDESIGN/PIXABAY Sophia 87 FINAL. indd 8 29/10/2020 09:17:24 SOPHIA • SET/OUT 2020 9 mantra e oração. A poesia não é para ser lida silenciosamente, é para ser soada pela voz, ouvida pelo ouvido, vibrada nos ossos. Esta é a prática, mas acredito que não a levamos a sério. Busquemos tempo para ouvir a poesia edificante do nosso país e de vários outros países do mundo. Apenas ouçamos, e vejamos como somos tocados internamente.

Antes de chegar a um período em que pudéssemos dizer que definitivamente estávamos no caminho  espiritual, muitos de nós geralmente passamos por um período de busca, muitas vezes sem sequer ter consciência de que já estávamos buscando.

Há um belo poema de Robert Frost que se refere a esse momento do nosso desabrochar, chamado A estrada não percorrida: “Duas estradas bifurcam num bosque amarelo, /E lamentei não ter podido viajar pelas duas/E ser um viajante; durante longo tempo permaneci/E observei uma delas até onde conseguia,/Onde ela se dobrava num matagal;/Depois peguei a outra, tão justa, tão razoável,/E tendo talvez a melhor reivindicação,/Porque era gramada e Sophia 87 FINAL. indd 9 29/10/2020 09:17:25 10 SOPHIA • SET/OUT 2020 queria o desgaste;/Embora quanto a isso o passar por lá/Verdadeiramente as tivesse desgastado por igual, /E naquela manhã ambas estavam igualmente/Cheias de folhas que ainda não tinham sido pisadas./Oh, eu segui a primeira por mais um dia!/Mas sabendo como um caminho leva a outro,/ Duvidei se algum dia retornaria./ Contarei esta história com um suspiro/Em algum lugar daqui aeras incontáveis:/Duas estradas bifurcado num bosque e eu/Segui a menos trilhada,/E isso fez toda a diferença.”

É um momento de escolha que nos leva a essa bifurcação. Por que não a outra estrada, que nos teria levado numa direção completamente diferente? Não sabemos, mas, tanto por opção quanto por acaso, nós nos encontramos aqui.

Um grande poeta Sufi chamado Jalal ad-Din Muhamad Rumi fala a respeito da natureza da nossa busca do devocional para alcançar Sophia 87 FINAL.indd 10 29/10/2020 09:17:26SOPHIA • SET/OUT 2020 11 esse amigo divino. Seu poema é intitulado Amigo: “Amigo, nossa proximidade é assim:/Onde quer que ponhas o pé, /Sente-me na firmeza sob ti./O que tem isso a ver com esse amor?/Eu vejo teu mundo, mas não a ti.”

Para onde quer que olhemos vemos as manifestações do divino, mas o bem-amado amigo divi-

no que buscamos não é visto em lugar algum deste mundo. Essa é a natureza do caminho espiritual e do fogo da aspiração dentro de nós. Isso é o que nos impulsiona. Por que iria alguém continuar sem conseguir ver esse divino, invisível, sempre presente, que nos cerca e nos apoia como a própria firmeza sob nossos pés?

Um fragmento de um poema escrito por um dos grandes poetas de língua inglesa fala a respeito de uma experiência verdadeira, que é familiar a todos nós em algum momento. Ele foi membro da Sociedade Teosófica e conheceu Helena Blavatsky na Inglaterra. Seu nome é William Butler Yeats. Os versos vêm de um poema intitulado Vacilação: “Meu quinquagésimo aniversário viera e se fora,/ Eu estava sentado, um homem solitário,/Numa loja cheia de gente em Londres,/Um livro aberto e uma xícara vazia/Sobre a tampa de mármore da mesa./Enquanto da loja a rua eu observava,/O meu corpo de repente se inflamou;/E durante mais ou menos vinte minutos/Pareceu tão grande a minha felicidade,/Que eu fui abençoado e podia abençoar.”

Nesse momento de despertar (para ele, cerca de vinte minutos), o senso de felicidade foi tão profundo que, sem sombra de dúvida, sabia que fora abençoado, e que tinha a capacidade de abençoar os. Esta é uma experiência que provavelmente todos nós tivemos, pelo menos em alguns momentos.

No Mundaka Upanishad (III.2.8), podemos ler: “Assim como os rios perdem o nome e a forma quando desaparecem no oceano, o sábio deixa   para  trás  todos os traços quando desaparece na luz. Percebendo a verdade, ele se torna a verdade; passa para além de todo sofrimento, além da morte; todos os nós de seu coração são desatados.”

Nós sentimos a beleza e o poder dessas palavras. “Algo” dentro de nós ecoa em resposta à expressão dos elos desatados, os nós que nos impedem de explorar nossas possibilidades mais profundas. Não é algo que esteja sendo dado de fora por algum sábio. A pessoa é chamada de sábio porque se reconhece que esse algo está dentro de cada um de nós, e sabe-se  como  falar com ele.

Finalmente, da caneta de um outro membro da Sociedade Teosófica, Edwin Arnold, em A Luz da Ásia, temos os últimos quatro versos deste poema a respeito da iluminação do Buda: “O orvalho está sobre o lótus! – nasce, Grande Sol!/E levanta a minha folha e, me mistura com a onda./Omani padame hum, chega o Amanhecer!/A Gota de orvalho desliza para o Oceano brilhante!”

“Para onde quer que olhemos vemos as manifestações do divino. Por que iria alguém continuar sem ver esse divino sempre presente, que nos cerca e nos apoia como a própria firmeza sob nossos pés?”“Qual a distância daqui ao céu? Não é distante, meu amigo: Um único passo para o interior, Porá   fim a todas as tuas jornadas.” Angelus Silesius (1620).

Fonte: Revista Sophia  ano 18 nº 87

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DESENVOLVIMENTO PESSOAL: CURADORIA EMOCIONAL, POR ROSSANDRO KLINJEY

Nesta quarta-feira você vai assistir, aqui na coluna DESENVOLVIMENTO PESSOAL, mais uma mini-palestra do renomado psicólogo e palestrante Rossandro Klinjey. Desta vez sobre Curadoria Emocional. “Quando a notícia da pandemia veio como uma bomba sobre todos nós, eu também fiz o mesmo movimento que muitas pessoas fizeram: exposição ao máximo de informação possível, estado de alerta… foi aí que eu percebi a minha própria necessidade de realizar uma curadoria das minhas emoções, que me ajudou a aceitar a realidade como ela é e perceber as ações que eu poderia tomar diante do cenário em que estamos.” Rossandro Klinjey.

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DESENVOLVIMENTO PESSOAL: ARTETERAPIA É UMA TRADIÇÃO MILENAR QUE UTILIZA RECURSOS ARTÍSTICOS COMO FORMA HARMÔNICA DE SE CONHECER

A Arteterapia é o destaque desta terça-feira, aqui na coluna DESENVOLVIMENTO PESSOAL. Você vai saber o que é, para que serve, quem a pratica, por que é tão importante e como pode ajudar pessoas a viverem mais e melhor. Então convido você a ler o artigo completo a seguir e conhecer essa arte milenar!

O que é arteterapia?

A Arteterapia resgata uma tradição milenar ao utilizar diversos recursos artísticos como uma forma harmônica de se conhecer, comunicar-se, relacionar-se e estar no mundo. Considerando as condições atuais de vida, com suas múltiplas exigências para inserção pessoal e profissional num mercado de trabalho cada vez mais exigente; e tendo em vista a necessidade de conciliar tais exigências com uma qualidade de vida cada vez melhor, a Arteterapia é uma forma de atuação profissional, criativa, prazerosa e auto-realizadora que acolhe, em suas múltiplas interfaces, não só a demanda social, como contempla a realização humana através da integração e harmonia dos aspectos físico, educacional, emocional e mental de todos os envolvidos.

A Arteterapia visa entender o ser humano em sua totalidade, destacando-se por ser uma abordagem que atinge diversas faixas etárias e diversas realidades.

Ela tem uma aplicabilidade abrangente, de fácil entendimento, com retorno arte terapêutico satisfatório em pouco tempo, inclusive no ambiente escolar.

O Curso de Pós-Graduação Lato Sensu em Arteterapia apresenta caráter interdisciplinar no sentido de que o seu conteúdo programático oferecido por meio de todas as disciplinas, atividades complementares e práticas supervisionadas, está interligado de forma transversal de ensino e aprendizagem.

Além disso, por seu caráter múltiplo, abrange diversas teorias da arte, das terapias e da criatividade, de forma a preparar o especialista para o exercício de suas atividades de acordo com as exigências da contemporaneidade, mas sempre de acordo com o paradigma de educação inclusiva, baseada nos conceitos de valores humanos preconizados pela UNESCO.

OBJETIVOS:

Capacitar o aluno para ser facilitador, através do processo criativo, utilizando técnicas arteterapêuticas e metodologia específica tendo como tripé a teoria, a prática supervisionada e o desenvolvimento pessoal promovendo o desenvolvimento da consciência de indivíduos.

Atuar de forma a contribuir com o desenvolvimento científico da área.

Buscar compreender a manifestação artística como um conhecimento científico, técnico e filosófico, fundamental na constituição da identidade humana.

Promover a compreensão da fundamentação teórica da Arteterapia, no que concerne à sua história, à história das artes plásticas e expressivas, à psicologia, psicopatologia e necessidades especiais.

Capacitar o aluno a exercer a docência em cursos superiores.

Reconhecer e identificar o processo arteterapêutico como um processo de transformação intrapessoal e interpessoal.

Desenvolver projetos em diferentes setores de atuação.

DESTINA-SE:

Este curso é destinado a todos os profissionais das áreas artísticas, educacionais, comunicação, sociais, médicas, psicológicas, terapêuticas e áreas afins portadores de diplomas de graduação..

Não há necessidade de habilidades artísticas por parte do aluno. 

CERTIFICAÇÃO E ASPECTO LEGAL:

A Pós graduação em Arteterapia promovido pelo Instituto Freedom em São Paulo, em parceria com a FAVI – Faculdade Vicentina de Curitiba segue as normas da AATESP. Comprove entrando no site da AATESP e clique em cursos – www.aatesp.com.br

Bem como atende os parâmetro pela UBAAT (União Brasileira de Associações de Arteterapia) em relação ao conteúdo programático, carga horária, disciplinas obrigatórias, docentes arteterapeutas reconhecidos pelas Associações de Arteterapia do seu Estado, código de ética, etc.). Confira entrando no site da UBAAT e clicando em cursos. www.ubaat.org

Fonte: institutofreedom.com.br

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DESENVOLVIMENTO PESSOAL: SAIBA COMO TER UMA VIDA MAIS SAUDÁVEL E PRODUTIVA ATRAVÉS DO FOCO

Nesta quarta-feira a terapeuta Vania Kipriadis Ferro vem nos instruir e informar acerca da importância do foco em nossas vidas e falar de como algumas atividades artísticas podem ajudar a criar uma Atenção Plena, especialmente a Cerâmica. Ele diz que modelar argila traz um potencial enorme e trabalha essa questão. Por isso, lhe convido a ler com “atenção” o texto completo a seguir e aprender uma das técnicas capaz de lhe manter no presente e tornar sua vida mais produtiva e saudável!

Foco – para uma vida mais produtiva e saudável

Alvo com flechas acertada no meio e flechas voando

Ou… o que a Cerâmica pode fazer pelo seu bem-estar.

A sua mente pula de galho em galho como um macaco agitado?

Você não consegue se concentrar no mesmo assunto por mais de alguns minutos?

Está com muitas tarefas e não consegue priorizar as demandas?

Recebeu uma enxurrada de informações e precisa se organizar mentalmente para absorvê-las de forma adequada?

Bem, se você respondeu “sim” a alguma das perguntas acima, você faz parte de uma grande parcela da população que sofre com Falta de Foco. Isso é mais normal do que você imagina. Quem nunca?

Existem algumas técnicas que podem ajudar a solucionar essa questão, ou pelo menos minimizar. Nesses tempos digitais, onde estamos conectados com vários estímulos ao mesmo tempo, isso pode ser muito perturbador no dia a dia. Inclusive já escrevi aqui mesmo sobre esse tema, sugerindo o uso do floral de Bach White Chestnut. Tomar esse floral pode ser uma das formas de ajudar a manter o foco e a priorizar tarefas.

Mas hoje o foco é outro. Vamos falar de como algumas atividades artísticas podem ajudar a criar uma Atenção Plena, especialmente a Cerâmica.

Modelar argila traz um potencial enorme e trabalha essa questão. Você já experimentou?

Argila = Terra, e como elemento em si, nos coloca em Conexão com o Presente, é Corpo, matéria, nos enraíza, germina, frutifica e alimenta. Segundo Jean Chevalier e Alain Gheerbrant (*) a Terra é um símbolo de fecundidade e regeneração, eminentemente feminino, nossa “Terra-Mãe”, que deu origem aos seres humanos.

Para pessoas que vivem no “mundo da Lua”, que têm dificuldade em focar no Presente, ou que são distraídas, trabalhar com a terra pode ser útil – ajuda a manter os “pés no chão”, encarar a realidade sem subterfúgios, com mais senso de praticidade e realização = ação. Contribui para melhor nos posicionar, “marcar território”, confere mais objetividade.

Trabalhar com a terra favorece a concretização de pensamentos, sonhos, intenções, emoções. Na medida em que o indivíduo cria, e transfere algo que está no inconsciente para uma forma de argila, real – que ele toca, sente, cheira, vê –, se abre uma possibilidade de entendimento, de conscientização e elaboração do assunto sobre o qual estamos tratando.

Já observou crianças construindo castelos à beira da praia? Percebeu como elas ficam inteiramente concentradas nessa tarefa? Pois é, a terra nos ajuda a manter esse foco no Presente, e como resultado nos traz equilíbrio, nos centra e harmoniza. De quebra, possibilita-nos entrar em contato com nossa mais profunda essência.

Fonte:

Vania Kipriadis Ferro
Escrito por :  Vania Kipriadis Ferro
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DEESENVOLVIMENTO PESSOAL: O PODER DO SILÊNCIO E SUAS 5 VANTAGENS

Neste domingo, aqui na coluna DESENVOLVIMENTO PESSOAL você vai saber o porquê do silêncio ser tão poderoso! Neste vídeo você vai ver 5 vantagens de ser mais quieto, numa resenha resumo animado do livro as 48 leis do poder de Robert Greene feita pelo talentoso Albano do Seja Uma Pessoa Melhor.

Fonte: 

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DESENVOLVIMENTO PESSOAL: POR TRÁS DE UM COMPORTAMENTO QUE SE REPETE HÁ SEMPRE CRENÇAS LIMITANTES

As crenças limitantes são como comportas numa represa que impedem as águas de seguirem o curso do rio e desaguarem no destino final, que é o mar. No nosso caso essa crenças impedem que sigamos em frente superando nossos limites, auto-performando, expandindo a consciência rumo a nossa melhor versão. Lendo o artigo completo a seguir você vai aprender a identificar e mudar suas crenças limitantes.

CRENÇAS LIMITANTES AFETAM SUA CAPACIDADE DE REALIZAÇÃO

Aprenda a identificar e mudar pensamentos e comportamentos repetitivos

Mari Mel Ostermann

Por MARI MEL OSTERMANN

Leia em 4 min.

Arquivos Crenças Limitantes - Instituto EFT Brasil

Em algum nível, sempre teremos crenças. Afinal, elas sustentam diretrizes de pensamento e o próprio entendimento da realidade. Essas crença limitantes afetam sua capacidade de realização.

Nossa cultura é um conjunto dessas crenças e a sociedade se organiza a partir delas, enquanto os indivíduos comportam-se seguindo a bússola das suas crenças pessoais. É importante deixar claro que crença é qualquer verdade que eu confio, qualquer ponto de vista que assumo como verdade.

“Se você pensa que pode ou se pensa que não pode, de qualquer forma você está certo”, Henry Ford.

Então, os ideais, as filosofias, as medicinas, as religiões, ou seja, todo o conjunto de criações humanas é manifestado a partir de crenças.

Por exemplo: dizer que o DNA influencia na minha saúde é uma crença – Altamente verificável, com muito sentido para um grande número de pessoas e mensurável pela ciência. Então, acreditamos nesta afirmação.E isso passa a ser culturalmente uma verdade.

Muitos mestres e líderes espirituais conseguem de certa forma “burlar” estas “verdades”, estas crenças estabilizadas. E quando isso acontece, fala-se do poder da fé – que, entre outras interpretações, é quando resolvemos assumir uma crença, mesmo sem ter argumentos para ela.

Assim, resolvo acreditar que algo é possível, mesmo que para os céticos esta mesma coisa pareça estar distante do aceitável. A própria ciência é uma usina de reciclagem de crenças, com as verdades novas substituindo as antigas e por aí vai.

POR TRÁS DE UM COMPORTAMENTO QUE SE REPETE HÁ SEMPRE CRENÇAS LIMITANTES

É interessante dizer que a energia segue a intenção de cada um. Por esse motivo, atente para o direcionamento das suas crenças, para onde deposita sua energia, pois o que fortalecemos, fortalecido será. E é aí que entram os perigos das crenças limitantes, as quais todos nós temos, isso é mais que natural.

Mas quando alguma delas começam a atrapalhar individual ou coletivamente, pode gerar sofrimento. É quando o racismo fortalece a crença de que uma raça é melhor que a outra, ou quando se acredita que uma pessoa nunca poderá ganhar dinheiro se não tiver terminado a escola ou a faculdade.

Mesmo sentindo o sofrimento a partir de alguma situação (sinal de que há desarmonia interna ou externa), muitas vezes não conseguimos mudar com facilidade nosso comportamento. Afinal, por trás de um comportamento que se repete, sempre existem crenças limitantes enraizadas.

E algumas crenças até identificamos com certa facilidade, não é? Mas mesmo tendo consciência de sua existência, nem sempre conseguimos abandoná-la rapidamente.

As crenças são como programas instalados em nós, rodando automaticamente, atuando especialmente no nosso cérebro reptiliano – nossa parte encefálica mais primitiva, que é responsável pelas funções básicas de sobrevivência, luta e fuga.

É a nossa parte responsável pelo medo, sentimento de escassez e aquela sem ou quase nenhuma energia criativa. Conscientemente queremos mudar o resultado das nossas ações e comportamentos ou aliviar nossa pressão emocional ou crítica.

Até tentamos fazer isso com vontade, mas sentimos dificuldades. É aí que agem as crenças limitantes. Elas conversam com nossas “sombras”, que são materiais psíquicos mal resolvidos que atuam nas nossas escolhas e formas de ver o mundo. Assim como nossa “sombra”, as tais crenças limitantes, por assumirem o posto de verdade, podem limitar nossas possibilidades de realização.

A maior parte de nossas crenças limitantes vem dos outros

A maioria dessas crenças limitantes que tendem ser nocivas em algum ponto da vida são adquiridas, em sua maioria, por terceiros – pais, professores, amigos, cultura.

Elas são transformadas em verdades inconscientemente, por não questionarmos as informações que nos foram dadas desde pequenos, mas também por uma necessidade emocional de certeza e segurança.

Assim, de forma inconsciente, criamos uma limitação que interfere na nossa capacidade de fazer dinheiro sem esforço. Vamos criando nosso universo segundo as nossas convicções.

Então, mesmo parecendo desafiador nos perguntamos sobre nossas verdades enraizadas, é necessária a observação do que acreditamos e nos parece seguro, para que consigamos pegar nossas crenças no flagra na hora que aparecerem.

Assim, podemos parar de retroalimentar e repetir as questões das quais queremos nos livrar, enfraquecendo a matriz da crença.

Por exemplo, perceba se fala ou alimenta pensamentos do tipo: “Não consigo fazer isso nunca” ou “Você sempre está de mau-humor”, e assim por diante! Observe para não semear o que não quer colher.

COMO IDENTIFICAR E MUDAR SUAS CRENÇAS LIMITANTES

  • Perceba todas as vezes que você disser que algo não é possível. Observe e pergunte a si mesmo: “a quem pertence essa crença”?. Em geral “compramos” crenças culturais dos nossos grupos pessoais. Então vale refletir: como seria se eu não acreditasse nisso? Meu mundo seria mais expandido?
  • Perceba sempre a forma que adjetiva algo. Exemplo: ganhar dinheiro é difícil, homens são egoístas, tempo chuvoso é ruim, mulher sempre se dá mal, etc. Sempre que tiver esses pensamentos, acrescente: este é um ponto de vista e não a verdade absoluta.
  • Busque desenvolver um olhar neutro sobre as coisas e situações, suspendendo seus valores e opiniões por um instante. Olhe com frescor e veja o que se apresenta se você não tivesse conceitos pré-concebidos a respeito de algo ou alguém.
  • Troque as crenças limitantes por uma afirmação poderosa. Busque formar frases positivas e no presente, que apresentem a possibilidade de ser livres da limitação. Por exemplo: Ganhar dinheiro neste país é difícilSubstitua por algo comoMinha natureza é abundante em qualquer lugar. O dinheiro vem fácil para mim.

É isso. Podemos, sim, recuperar nosso livre arbítrio e escolhermos diferente. Podemos abrir mão de verdades que nem são nossas. Podemos expandir nossa visão sobre o mundo e sobre nosso próprio poder. Podemos ser cada dia mais felizes. Eis aqui uma crença nada limitante!

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