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DESENVOLVIMENTO PESSOAL: 5 LIÇÕES QUE IRÃO IMEDIATAMENTE MUDAR SUA VIDA, POR MARCO AURÉLIO

Nesta terça-feira você vai aprender 5 Lições que irão imediatamente mudar sua vida, retiradas do livro Meditações do Imperador Marco Aurélio, um ícone do Estoicismo e grande exemplo de líder que, infelizmente não existe mais. Ouça o Podcast a seguir e transforme a sua vida e o seu DESENVOLVIMENTO PESSOAL!

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DESENVOLVIMENTO PESSOAL: SAIBA COMO TER UMA VIDA EXTRAORDINÁRIA EM 6 PASSOS COM IVAN MAIA

Uma verdadeira injeção de ânimo, positividade e energia vibracional em alta frequência é o vídeo que você vai assistir agora, com o extraordinário e espetacular Ivan Maia, aqui na nossa coluna DESENVOLVIMENTO PESSOAL. Ele vai lhe ensinar em 6 passos como transformar a sua vidinha numa vida extraordinária e espetacular. Portanto, não perca tempo, aperte no play e comece logo a assistir essa aula fantástica!

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DESENVOLVIMENTO PESSOAL: CUIDANDO DA ALMA – EPISÓDIO #10 – NÃO ESTOU SÓ, DEUS ESTÁ COMIGO! POR ROSSANDRO KLINJEY

No episódio #10 da ´série CUIDANDO DA ALMA, o talentoso Rossandro Klinjey nos faz questionamentos muito fortes, para sua reflexão. Esses são os questionamentos que todo ser humano precisa fazer. Portanto, convido você a questionar, refletir e fazer o seu juízo de valor. 

Onde está Deus?

Ele não vê o meu sofrimento?

Se esqueceu de mim?

Como vou superar tanta dor?

Existem momentos nos quais estamos tão envolvidos pelo medo e pela incerteza que perdemos de vista a presença de Deus. São circunstâncias tão difíceis que muitas vezes questionaríamos se Ele realmente nos ama e está conosco em nosso sofrimento. Mas, não estamos sozinhos, não importa o quão difíceis sejam as dores que laceram a nossa alma.

Onde está Deus?

José Soares Cardoso

– Onde está Deus? Pergunta o cientista, Ninguém O viu jamais. Quem Ele é? Responde às pressas, o materialista: – Deus é somente uma invenção da fé!

O pensador dirá, sensatamente: – Não vejo Deus, mas sinto que Ele existe! A natureza mostra claramente Em que o poder do Criador consiste. Mas o poeta dirá, com segurança

De quem afirma porque tem certeza: – Eu vejo Deus no riso da criança, No céu, no mar, na luz da natureza! Contemplo Deus brilhando nas estrelas No olhar das mães fitando os filhos seus, Nas noites de luar claras e belas, Que em tudo pulsa o coração de Deus!

Eu vejo Deus nas flores e nos prados, Nos astros a rolar pelo Infinito, Escuto Deus na voz dos namorados, E sinto Deus na lágrima do aflito! Percebo Deus na frase que perdoa, Contemplo Deus na mão que acaricia Escuto Deus na criatura boa E sinto Deus na paz e na alegria! Eu vejo Deus no médico salvando, Pressinto Deus na dor que nos irmana. Descubro Deus no sábio procurando Compreender a natureza humana! Eu vejo Deus no gesto da bondade, Escuto Deus nos cânticos do crente. Percebo Deus no sol, na liberdade E vejo Deus na planta e na semente! Eu vejo Deus, enfim, por toda parte. Que tudo fala dos poderes seus, Descubro Deus nas expressões da Arte, No amor dos homens também sinto Deus! Mas onde eu sinto Deus com mais beleza, Na sua mais sublime vibração, Não é no coração da natureza, É dentro do meu próprio coração.

José Soares Cardoso , Onde está Deus? São Paulo: Editora Tempos Novos Ltda., 1976.

 

Fonte: Rossandro Klinjey

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DESENVOLVIMENTO PESSOAL: CUIDANDO DA ALMA – EPISÓDIO #9 – ROSSANDRO KLINJEY

O episódio #9 da série CUIDANDO DA ALMA, que estamos apresentando, aqui na coluna DESENVOLVIMENTO PESSOAL, trás uma história impactante, de muita dor e sofrimento, mas é um exemplo emblemático de como podemos e devemos sair da Zona de Conforto por nossa própria iniciativa como prevenção e evitarmos, muitas vezes, situações extremamente desagradáveis!

Provavelmente já houve um tempo em que você ouviu alguém dizer: “Não posso fazer isso. Isso está definitivamente fora da minha zona de conforto”. Uma zona de conforto é definida como “um lugar ou situação onde a pessoa se sente segura, à vontade e sem estresse”. É essa bolha familiar em que nos mantemos para evitar quaisquer desafios inesperados que a vida possa lançar sobre nós. Nós nos conhecemos melhor do que ninguém, então gravitamos em atividades e rotinas que sabemos que funcionam melhor em nossas vidas. Existir apenas nesta bolha coloca um escudo protetor ao nosso redor que nos impede de crescer, aprender e desenvolver novas habilidades. Sair de nossas zonas de conforto é algo que todos nós já experimentamos antes, seja em uma escala maior ou menor. Bem, você, nessa conversa com Mariana de Oliveira, que é mãe do Dudu que nasceu com mielomeningocele, uma malformação na coluna, e passou a fazer tratamento da AACD. Mas, como ela enfrenta desafios. Como possui doença de Crohn e sofreu perfuração intestinal que evoluiu para uma infecção generalizada (sepse), tevee que amputar as pernas e os dedos. E agora, ante esses desafios, se tornou Palestrante Inspiracional e Consultora Empresarial. 

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DESENVOLVIMENTO PESSOAL: CUIDANDO DA ALMA – EPISÓDIO #8 – SAINDO DA ZONA DE CONFORTO, POR ROSSANDRO KLINJEY

No episódio desta terça-feira na série CUIDANDO DA ALMA, por Rossandro Klinjey, da coluna DESENVOLVIMENTO PESSOAL, ele nos mostra como sair da Zona de Conforto citando uma passagem bíblica relevante: “pedi e vos será dado”. Essas enigmáticas palavras precisam ser interpretadas corretamente para evitar desvios e perda de tempo inútil. E neste ponto o competente psicólogo tem as palavras certas para esclarecer o enigma!

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DESENVOLVIMENTO PESSOAL: CUIDANDO DA ALMA – EPISÓDIO #7 – SAINDO DA ZONA DE CONFORTO RUMO AO CRESCIMENTO, POR ROSSANDRO KLINJEY

O extraordinário Rossandro Klinjey tem uma mensagem muito importante para lhe transmitir no 7º episódio do CUIDANDA DA ALMA: Saindo da Zona de Conforto rumo ao crescimento. Todos nós somos confrontados com situações em que precisamos mudar algo ou mesmo apenas fazer algo disruptivo, mas o medo do desconhecido muitas vezes nos impede de agir. Nossa voz interior começa a nos convencer de que nem tudo está tão ruim, de que não temos garantias de que as mudanças serão boas. E assim criamos limites internos que nos fazem se sentir seguros apenas porque tudo nos é familiar, e é exatamente essa estrutura interna que nos obriga a nos agarrarmos a relacionamentos que perderam sua utilidade e se tornaram tóxicos, a um trabalho que não nos traz satisfação e até mesmo à maneira usual de pensar que não acrescente mais em nossa vida e visão de mundo. Essas armações internas formam nossa zona de conforto. Simplificando, este é um estado em que você se sente “à vontade”. Mas, você pode pensar, o que há de errado com conforto e segurança? Nada, exceto que eles impedem muito o desenvolvimento e o domínio de coisas novas, inclusive do desenvolvimento espiritual. No episódio de hoje falaremos sobre a como sair da zona de conforto rumo ao nosso crescimento. Então, seja bem-vindo(a), ao CUIDANDO DA ALMA.

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DESENVOLVIMENTO PESSOAL: CUIDANDO DA ALMA – OS SINAIS DE DESVIO ESPIRITUAL E EMOCIONAL MAIS COMUNS – 6º EPISÓDIO, POR ROSSANDRO KLINJEY

No 6º episódio da série CUIDANDO DA ALMA que estamos apresentando, aqui na coluna DESENVOLVIMENTO PESSOAL, sob o comando do extraordinário Rossandro Klinjey, ele aborda “Os sinais de desvio espiritual e emocional mais comuns”. São as coisas que você não encarou ou mascarou e lá na frente vai ter que enfrentar. Então saiba o que fazer para não passar por toda essa perda de tempo e desperdício de energia.

O desvio espiritual é uma “tendência a usar ideias e práticas espirituais para contornar ou evitar enfrentar questões emocionais não resolvidas, feridas psicológicas e tarefas de desenvolvimento inacabadas”. – John Welwood.

O desvio espiritual é mecanismo de defesa que muitas pessoas experimentam em sua própria jornada de despertar. É uma experiência comum. Quando alguém passa por um processo de despertar espiritual, pode sentir uma grande opressão e, por isso mesmo, pode tomar a decisão de não lidar com os problemas que estão sendo chamados a curar e encarar de frente. O despertar já é difícil o suficiente por si só. Eu compreendo totalmente. No entanto, é importante não se esconder daquilo que foi iluminado e precisa ser curado em sua vida. Nenhum de nós gosta de lidar com a dor, mas é a dor que nos leva a descobrir quem somos, o que nos serve e o que não nos serve mais, para que possamos viver em plenitude. É disso que se trata encarar a sombra, e quanto mais cedo começarmos a trabalhar para encarar e curar o eu sombrio, mais cedo as coisas começarão a virar em uma direção positiva.

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DESENVOLVIMENTO PESSOAL: CUIDANDO DA ALMA, EPISÓDIO #5 – O FALSO DESPERTAR ESPIRITUAL E A ALIENAÇÃO, POR ROSSANDRO KLINJEY

No quinto episódio da série CUIDANDO DA ALMA do psicólogo Rossandro Klinjey, a qual estamos reproduzindo aqui na coluna DESENVOLVIMENTO PESSOAL , Ele afirma que, quando a prática espiritual é usada para compensar nossos desafios pessoais com a baixa autoestima, isolamento social, sentimento de não pertencimentos, mágoa e outras questões emocionais, nós corrompemos a função de nossa espiritualidade. Usar as nossas práticas espirituais para encobrir nossos problemas é uma estratégia comum, mas, ao fazermos isso, fugimos de nossa intrasferível tarefa de trabalhar as questões desafiadores de nossa personalidade, de nossos traumas. Quer ver mais? Então assista ao vídeo completo a seguir!

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DESENVOLVIMENTO ESPIRITUAL: OBSERVE SEUS PENSAMENTOS COMO PENSAMENTOS E NÃO COMO REALIDADE E ELES SE TORNAM SEUS ALIADOS

Da mesma forma, os pensamentos podem ser vistos como peças libertadoras da sabedoria. Se você observa seus pensamentos como pensamentos, em vez de confundi-los com a realidade, eles se tornam aliados, companheiros no caminho  e podem se transformar em peças libertadoras da sabedoria. Conheça aqui os cinco passos ou símbolos no processo do desenvolvimento do ego. A palavra sânscrita para esses símbolos, skandhas, significa, literalmente, agregados ou amontoados ou agrupamentos momentâneos de eventos mentais e físicos.   Os skandhas iluminam o processo quíntuplo de fixação mental, engajando-se numa batalha perdida do ego contra o mundo. Contudo, os mesmos eventos mentais são a base de um cessar-fogo, uma entrada para a paz luminosa e sem lutas. Convido você a ler o texto completo a seguir e expandir um pouco mais a sua consciência!

Como funciona a sua mente

Os pensamentos podem ser vistos como peças libertadoras. Se você os observa como pensamentos, em vez de confundi-los com a realidade, eles se tornam aliados. Você se abre a uma percepção ampla e saboreia a vastidão do mundo

Gaylon Ferguson*

Poder da mente: 6 passos para dominar seus pensamentos

William James, um dos fundadores da psicologia moderna, disse que nossa experiência primária do mundo é de “um grande florescimento, uma enorme confusão”. Atualmente pesquisadores mostram que os recém-nascidos têm mais habilidades para compreender experiências do que James acreditava, mas mesmo adultos ficamos confusos sobre como funciona a nossa mente. Sabemos que temos mente e experiências psicológicas, mas quem somos realmente? Como a mente atua para moldar nossas experiências do mundo, nossa experiência de estar vivo? Como ver claramente o rápido desabrochar da mente e do mundo?

A psicologia budista examina a nossa experiência diária de clareza e confusão a respeito da mente e do eu. Os mais antigos mapas budistas do nosso senso de eu mostram cinco passos no processo do desenvolvimento do ego. A palavra sânscrita para esses símbolos, skandhas, significa, literalmente, agregados ou amontoados. Os skandhas são agrupamentos momentâneos de eventos mentais e físicos. Aliás, mente e corpo – o mental e o físico – são os principais tipos de eventos. Nós nos experimentamos mesmo como seres corporificados num mundo de outras formas físicas, como árvores e automóveis, e nos movemos ao lado de outros seres vivos, com suas próprias experiências mentais de sofrimento e tranquilidade.

Os cinco skandhas ou “amontoados” do nosso ser básico são: (1) forma; (2) sentimento; (3) percepção;(4) conceito; e (5) consciência. Vamos examinar, passo a passo, como eles constroem nosso senso de eu. Forma – O primeiro skandha é chamado de forma, significando tanto o corpo físico quanto o corpo do mundo. A forma é a base do nosso ser, o senso fundamental de que somos este corpo e esta mente. A separação entre corpo e mente é a distinção primária da nossa experiência. Meu corpo tem um peso na balança, mas meus pensamentos  têm substância incerta. Eles importam, particularmente para mim, mas não são materiais. Meu corpo e minha mente estão juntos, mas em desconfortável tensão.

Como em qualquer relacionamento dualista, corpo e mente podem se combinar harmoniosamente juntos durante algum tempo, mas podem também cair em profunda divisão, com discussões e separações em trincheiras. Quando tudo está indo bem, meu corpo coopera com o que minha mente parece querer dele: “Vamos tomar o café da manhã agora, não?” Mas às vezes o corpo se rebela e desenvolve uma dor no joelho exatamente quando eu queria dar uma corrida, ou adormece durante um encontro importante.

Corpo e mente  são como irmãos em disputa, porém unidos. Se estamos fisicamente cansados ou famintos, a experiência e o julgamento que fazemos dos outros podem ser contaminados pela fadiga e o baixo nível de açúcar. Um estudo recente mostrou que os juízes de Israel concedem indulto em 65% dos casos ouvidos imediatamente após terem comido, e em quase zero casos ouvidos exatamente  antes de um intervalo ou ao final do dia. Assim, o primeiro insight quanto ao funcionamento da mente é: entender a experiência mental requer estreita atenção ao skandha da forma.

Sentimento – A fase seguinte do surgimento do eu é chamada de sentimento, referente a gostar, desgostar ou sermos indiferentes ao que percebemos. Como nos sentimos a respeito das formas e seres que encontramos? Eles parecem atrativos ou ameaçadores? Sentimos como se estivéssemos correndo em direção a eles ou nos afastando? Esses sentimentos intuitivos – que não são emoções suficientemente maduras – formam a base para os impulsos subsequentes em direção ao que estamos experimentando, ou na direção contrária. “Um casaco  quente no inverno? Gosto muito disso. Quente demais ao sol do meio-dia? Não gosto.” Gosto, aversão, atração, repulsão, neutralidade – seguimos em círculo dia e noite.

Os devaneios e pesadelos são todos “temperados” pelo sentimento. Os sentimentos são o pano de fundo para toda a nossa experiência, uma textura mutante de encontro e troca com o mundo. Não que não existam seres benevolentes e malévolos, aqueles que nos desejam o bem e os que nos querem causar malefício.

Os sentimentos também são uma experiência mental. É, em parte, o deleite de nossa própria mente que saboreamos ao comer uma maçã. O skandha do sentimento aponta para o aspecto principalmente mental de toda a nossa experiência. Nossa mente acompanha a experiência de qualquer coisa. Isso parece óbvio a princípio, mas é um dos principais insights das tradições contemplativas. As experiências agradáveis ou desagradáveis do que quer que seja sempre têm um aspecto interno, e damos a esse aspecto o nome de mente.

Percepção – O estágio seguinte no desenvolvimento do eu é chamado de percepção. Estes são discernimentos mais específicos do que as avaliações gerais de sentimentos. Trata-se de “eu gosto muito não só do calor do meu casaco, mas também da sua cor azul e textura macia”. Essa percepção de qualidades desejáveis e  agradáveis estão todas tingidas pelas tendências do passado; nós prejulgamos uma coisa baseados nos sentimentos prévios.

Esses julgamentos perceptivos ocorrem a partir do meu ponto de vista, não da perspectiva de um “eu” que gradualmente se solidifica – a experiência que uma mariposa teria do casaco seria muito diferente. Percebemos isso como “um casaco de lã muito bom, azul e bonito” porque, pelo menos por enquanto, ele parece estar “do meu lado”, do lado de um eu central. Existe um senso nascente de que o casaco me completa, assim eu o agarro para tê-lo comigo. É como se, agarrando firmemente o casaco (substitua-o por qualquer coisa que sirva para você), eu também esteja agarrando-me a um eu.

O egocentrismo desse “perceber” chega para pousar na recompensa psicológica: o casaco suéter faz bem, estou melhor do que quando eu estava sem ele, estou muito mais sólido  num mundo em rápida mudança.

É como se o skandha da percepção fosse um desatualizado operador de uma central que temerosamente rastreia nossas ligações telefônicas segundo um critério simples: a meu favor ou contra mim? Como resultado, nossa experiência do mundo chega convenientemente empacotada em coisas que percebemos como boas para nós e coisas que não o são.

O problema é que o operador age com pressa e ansiedade, mal parando para perguntar o nome de quem liga ou a natureza do chamado. O operador muito rapidamente decide completar algumas ligações “amistosas” e a negar acesso a outras “inimigas”.

Isso seria muito útil e eficiente se fosse um processo preciso. Infelizmente, muitas vezes é uma série cômica de erros dolorosos, uma opinião preconceituosa baseada em padrões habituais: “Eu me lembro de você pelo agradável tom de voz, você é um ótimo amigo, deixe-me completar logo sua ligação.” Ou “Não, eu nunca ouvi falar de você, mas sua voz feia me lembra  uma pessoa desagradável, adeus.” Portanto, a percepção acrescenta nomes e rótulos de “reconhecimento” baseados na experiência passada. Vemos também impulsos correspondentes desenvolvendo-se para agarrar ativamente a experiência ou afastar-se dela.

Nosso superocupado e sensível operador da central também não consegue levar em conta o fato crucial da mudança. Todos nós já descobrimos que uma pessoa de quem duvidávamos ontem pode ser um  amigo amanhã – e vice-versa. Essa descoberta do novo é o que bloqueia o downloading de percepções passadas.

Percepção – O processo de desenvolvimento do ego endurece mais com o quarto skandha: conceito ou formação mental. Com o conceito, damos adjetivos para o tipo de pessoa que Maria é – boa, agradável – e para o tipo de pessoa que João representa  mau, desagradável. Este é o reino dos enredos e ideologias. É o aspecto dualista da mente, que chamamos de falso intelecto – ele usa categorias conceituais fixas para nós mesmos e para os outros.

Nesse reino  de visões distorcidas nós nos enganamos habilmente com base em julgamentos precipitados, intuições nebulosas, notícias de ontem:“ Ah, agora percebi, eu sou este tipo de pessoa e você é daquele tipo. Não podemos mais ser amigos.” Neste estágio, desenvolvemos sofisticadas interpretações de nós mesmos e de nossa experiência, muito além do sentimento básico de sim e não. É uma dimensão de explicações psicológicas: “Eu sou este tipo de pessoa porque isso já aconteceu antes.”

Não devemos negar o poder de causas e condições anteriores na formação dos seres que nós nos tornamos. Mas a tentação é transformar a água corrente de uma visão nova em cubos de gelo, em ideias fixas. Eu repito muitas e muitas vezes para mim mesmo, e para quem quiser ouvir velhas histórias sobre quem eu  sou, o que eu era e no que estou me tornando (e também quem você é e por que você é assim). Deixamos a humildade do não saber para trás e nos abrigamos num matagal de  conceitos.- Percepção –

Finalmente descobrimos a experiência mental do quinto skandha. O momentum acumulado da divisão inicial mente-corpo, o senso positivo ou negativo que temos dos outros, os rótulos para nós mesmos e para o mundo culminam numa vívida exibição de emoções e pensamentos.

Este skandha é a familiar corrente de consciência que experimentamos na vida diária – nossa corrente mental. A psicologia budista divide-a em oito consciências separadas. Além dos familiares sentidos de consciências (ver, ouvir, cheirar, saborear e tocar), o Budismo acrescenta um sexto sentido  consciencial, o mental. Assim como a consciência auditiva cuida dos sons, a sexta consciência da mente cuida dos pensamentos e das emoções. Ela também sintetiza a experiência das outras consciências num todo coerente, como um habilidoso editor de filme que coordena imagem, som e comentários discursivos.

Subjacentes aos seis sentido  conscienciais, podemos vislumbrar outras duas consciências: uma corrente subconsciente de ansiedade e emoções conflituosas (klesha, “consciência do incômodo”) e uma percepção nebulosa de fundo (alaya, “consciência depósito”), que às vezes rememoramos e chamamos de “eu”. Essas correntes subterrâneas são grandes inspiradoras; elas surgem ocasionalmente com velhos ressentimentos, ciúmes, paixões fixas e negações fortemente motivadas.

O skandha da consciência completa o desenvolvimento do ego iludido. Agora nos sentimos separados, independentes, sozinhos – apesar das amplas evidências do contrário.

Não estamos separados do ambiente. Se estivéssemos, como poderíamos  respirar, comer, beber e nos sustentar? De onde vem a língua que falamos, escrevemos e lemos? Nenhum de nós é autoproduzido, como nos  lembram nossos pais. Longe de sermos simples e unitários, nós nos elevamos como um conjunto dinâmico de acontecimentos físicos mentais, incluindo respiração, sono, sonho e despertar. Temos aspectos emocionais, psicológicos e fisiológicos, e embora eles ocasionalmente discordem entre si, também cooperam e se harmonizam.

Um insight sobre como nossas mentes funcionam não é um fim em si mesmo. A tradição não oferece esse ensinamento como simples conhecimento intelectual. Você deve usar esse mapa para se familiarizar cada vez mais, através da experiência direta, com os processos que chama de “eu” e “minha mente”.

Desenvolver uma amizade harmoniosa  consigo mesmo é a parte principal da senda budista do despertar. Os ensinamentos sobre os cinco skandhas convidam a uma experiência mais profunda de si mesmo. O que você encontra quando examina sua experiência de corpo e mente? Não estamos falando de dogmas – a questão não é confirmar se o mapa está “correto”. Parte da questão é notar que o mapa não é o território. Imagine um mapa do Canadá do tamanho do Canadá: ele seria inútil. Você foi convidado a ser um explorador de seus terrenos internos e externos.

Ao se engajar nessa exploração psicológica, um de seus melhores companheiros será o sentimento de amizade para consigo mesmo e para com os outros. A amizade significa considerar esses cinco processos mentais não como sinais de fraqueza ou inadequação, mas como aspectos de sua humanidade básica. Com o cultivo da amizade você pode experimentar os skandhas (e o que quer que surja no caminho) com verdadeira gratidão.

Os skandhas apontam, primeiramente, para a cura da separação mente-corpo. Se você prestar atenção ao corpo e à mente como uma experiência real, e apenas uma ideia distante, então começou bem. Isso é tradicionalmente chamado de “plena atenção ao corpo”. É um senso simples de boas-vindas e inclusão da sua experiência física – sem louvar ou condenar o corpo.

O mesmo serve para os outros skandhas. Se você consegue simplesmente sentir seus sentimentos, sem rejeitá-los ou contar a si mesmo histórias que justifiquem que você está certo, então os sentimentos se tornam sinais claros de estar vivo. Você não precisa representá-los nem reprimi-los. Isso é liberdade; isso supera a avidez e a fixação, e permite que seus sentimentos possam se elevar, marcar presença e ir embora. Você gosta que a vida borbulhe com emoções coloridas, com experiências sinceras. Você aprecia ser humano.

Da mesma forma, os pensamentos podem ser vistos como peças libertadoras da sabedoria. Se você observa seus pensamentos como pensamentos, em vez de confundi-los com a realidade, eles se tornam aliados, companheiros no caminho. Em vez de confinar sua percepção dos sentidos nas caixas estreitas de “por mim” e “contra mim”, você se abre a uma percepção ampla de visão e audição, e saboreia a vastidão do mundo.

Nessa viagem, tanto a claridade quanto a confusão estão entretecidas na experiência mental do dia a dia. Os skandhas iluminam o processo quíntuplo de fixação mental, engajando-se numa batalha perdida do ego contra o mundo. Contudo, os mesmos eventos mentais são a base de um cessar-fogo, uma entrada para a paz luminosa e sem lutas.

Cada momento no desabrochar de sua experiência é uma oportunidade de dar as boas-vindas a si mesmo, a seus sentimentos, à sua mente e às outras pessoas. A chave para trabalhar com a mente e compreender seus processos está no calor e na amizade inatas da própria mente. Você não precisa de um corpo-mente melhor. O desafio é ser amigo da sua mente e do seu corpo.

Fonte: Revista Sophia- Ano 19- nº 89

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DESENVOLVIMENTO PESSOAL: CUIDANDO DA ALMA – EPISÓDIO #4 – QUAL O PODER DOS NOSSOS PENSAMENTOS?, POR ROSSANDRO KLINJEY

Continuando a série RENASCER – CUIDANDO DA ALMA com o psicólogo Rossandro Kilnjey, você vai refletir sobre “Qual o poder dos nossos pensamentos?”. O quanto os nossos pensamentos comandam a nossa vida, o quanto somos reféns dos nossos pensamentos e o que podemos fazer para nos libertarmos disso? São questionamentos que vão ser respondidos neste vídeo pelo competente psicólogo e vão lhe ajudar a assumir o comando da sua vida!

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DESENVOLVIMENTO PESSOAL: CUIDANDO DA ALMA – EPISÓDIO #03 – COMO O EGO FOGE DO DESENVOLVIMENTO ESPIRITUAL, POR ROSSANDRO KLINJEY

Continuando a apresentar a série de vídeos do renomado psicólogo Rossandro Klinjey CUIDANDO DA ALMA, aqui na coluna DESENVOLVIMENTO PESSOAL, vamos assistir ao episódio #03, onde o psicólogo explica como o ego foge do desenvolvimento espiritual, de uma forma didática e de fácil entendimento, utilizando uma linguagem metafórica que torna a palestra atraente e agradável. Então, assista, aprecie, reflita e faça o seu juízo de valor!

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DESENVOLVIMENTO PESSOAL: CUIDANDO DA ALMA, SÉRIE RENASCER EPISÓDIO 2, POR ROSSANDRO KLINJEY

A nossa coluna DESENVOLVIMENTO PESSOAL desta terça-feira apresentamos o segundo episódio do CUIDANDO DA ALMA, série-Renascer, com o extraordinário psicólogo Rossandro Klinjey. No primeiro episódio ele nos levou à gênese da questão, o que é nascer, falando sobre as dimensões biológica, histórica, social, cultural, familiar, psicológica e espiritual. Se você não viu, assista neste link – https://youtu.be/ZsBSVCd2-CQ​. Agora a mentoria inicia a jornada do desenvolvimento espiritual. Como tudo na vida, embarcar em seu caminho espiritual é uma escolha e é preciso consciência para não ficar preso nas armadilhas de sua jornada espiritual. A primeira armadilha que o eminente psicólogo vai trabalhar aqui é a necessidade exagerada de aceitação e de querer agradar a todos. Ao sairmos dela ganharemos a autonomia e autorresponsabilidade necessária para realizar nossa jornada de desenvolvimento espiritual. Então não perca essa grande oportunidade de expandir sua consciência!

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AUTOCONHECIMENTO: SERÁ REALMENTE POSSÍVEL MANTER UMA INTIMIDADE GENUÍNA E UMA COMUNICAÇÃO HONESTA ANO APÓS ANO?

Em toda evolução há fracassos antes que algo novo surja. Todas as alegrias e tristezas que os casais enfrentam para se ver face a face  são uma experiência rica, que pode nos levar adiante num território não mapeado. Aprender a se relacionar conscientemente vai muito além da nossa satisfação pessoal. Quando o casal não honra nem aprecia um ao outro, prejudicam seu casamento e criam um vórtice de dor que atravessa gerações. Por isso convido você a ler o artigo completo a seguir e entender como foi a evolução dos relacionamentos ao longo da evolução da humanidade e assim ter condições de corrigir erros de percurso baseado em toda essa experiência.

RELACIONAMENTOS  CONSCIENTES

John Welwood*

Com os problemas que os casais enfrentam hoje, as pessoas se perguntam como agir num empreendimento tão difícil. Será realmente possível estabelecer intimidade genuína e comunicação honesta, e mantê-las ano após ano? Ou isso será apenas uma fantasia? Agora que permanecer solteiro tornou-se uma alternativa mais aceitável, qual é o objetivo de atravessar o tumulto e a luta que um relacionamento de longo prazo impõe?

Até recentemente, família, sociedade e religião determinavam a forma e a função do relacionamento e do casamento em particular. A família escolhia ou vetava o parceiro. O casal tinha um conjunto definido de papéis dentro de uma família ampla de pais, avós, primos, tios e tias. A família tinha lugar num clã, que era parte de nações maiores que compartilhavam valores sociais, morais e religiosos. Situado no centro dessa rede ampla, o casamento tinha contexto e propósito bem definidos; dava apoio à sociedade e a sociedade o apoiava.

Nas palavras do antigo livro chinês da sabedoria, o I Ching, “a família é a sociedade em embrião [e] o alicerce da família é o relacionamento entre marido e mulher”.

Hoje, pela primeira vez na história, as relações de um casal carecem de diretrizes claras e de um significado social atrativo. Nunca antes os casais tinham sido unidades tão autônomas, separados da família maior, da comunidade e de valores compartilhados, como também de ensinamentos espirituais que ajudavam a encontrar um lugar no Cosmo. Se, como afirmou Margareth Mead, “não há sociedade no mundo onde as pessoas permaneceram casadas sem enormes pressões da comunidade para fazê-lo”, o que manterá os casais juntos, agora que as pressões desapareceram?

Como restaram poucas razões extrínsecas convincentes para duas pessoas compartilharem uma jornada de vida, só as qualidades internas de amor e conexão podem manter um casal unido. Isso significa que as pessoas devem se analisar como nunca antes. É importante avaliar como é essa nova situação. Estamos em território desconhecido. Se estamos com dificuldade de encontrar o nosso caminho, podemos parar de nos culpar; a culpa não é nossa.

Infelizmente, a maioria de nós tem pouca consciência do que temos de enfrentar. Iludidos por imagens populares de casamentos fáceis e destituídos de percepção histórica, presumimos que o casamento foi legado da forma como conhecemos, ou que os casais de antigamente tinham uma chave que nós perdemos. Contudo, ao olhar para a história dos relacionamentos, não encontramos harmonia. O que a história do casamento revela é desentendimento e mesmo brutalidade. Ao longo da maior parte da história ele raramente foi uma instituição harmoniosa.

Nossas dificuldades com os relacionamentos refletem um problema de todas as épocas e extratos sociais: a necessidade de resolver o conflito entre suas duas metades – os modos masculino e feminino de ser. A consciência, que evolui integrando elementos aparentemente contraditórios, dará um salto enorme quando transformar o velho antagonismo homem-mulher numa aliança criativa. Nossas lutas com a intimidade, que parecem tão desencorajadoras, são– a partir dessa perspectiva evolutiva mais ampla – o principal veículo para esse importante avanço.

Sem uma noção de história, presumimos que nossas tentativas de combinar o amor romântico, o prazer do sexo e o compromisso monogâmico num mesmo relacionamento são naturais. Contudo, nenhuma sociedade tentou ou foi bem-sucedida em reunir amor, sexo e casamento. A dificuldade de uni-los levou pensadores como Margaret Mead a concluir: “O casamento norte-americano ideal é […] uma das formas mais difíceis de casamento que a raça humana já tentou.” Sem entender a enormidade disso, vamos ter ressentimentos quando nossos relacionamentos não funcionarem. Para encontrar rumo ter uma visão clara de como proceder, precisamos entender que tentamos fazer algo nunca feito antes.

Perspectivas históricas

Nas origens da humanidade, há pouca evidência de que o amor entre casais tivesse um lugar importante, e não conseguimos detectar claramente o papel original do casamento. As antigas sociedades se centravam no poder mágico do feminino, a Grande Mãe, a fértil fonte de vida. Como os homens não eram percebidos como pais das crianças, não tinham papel importante na família. A palavra matrimônio – literalmente “herança da mulher” – veio a significar casamento presumivelmente porque um homem tinha que se casar com uma mulher para ter uma propriedade. A propriedade era das mulheres (porque  provavelmente foram as primeiras a cultivar a terra e a organizar comunidades para cuidar das crianças) e era transmitida pelo lado feminino Quando os homens dominaram a agricultura, as ferramentas e o armazenamento de alimentos, indo de caçadores a lavradores, desenvolveram um novo modo de consciência, menos dependente das rotinas de sobrevivência do corpo e da terra. À medida que esse novo modo ganhou ascendência, foi usado contra o feminino, estabelecendo uma forma institucionalizada de domínio que hoje é conhecido como sistema patriarcal.

A Grécia antiga pouco fez para melhorar a relação homem-mulher. Os homens se casavam para procriar, ter uma dona de casa obediente e adquirir propriedades, mas davam pouco valor ao amor da esposa. Platão foi o primeiro a proclamar a enobrecedora virtude do amor, mas o objeto apropriado desse amor não era a mulher, e sim os homens jovens.

Embora os antigos romanos tivessem mais apetite erótico como casal, tinham pouca noção de amor baseado no respeito mútuo. O pai possuía esposa e filhos como propriedade e podia legalmente fazer o que quisesse com eles, inclusive condená-los à morte, sob certas circunstâncias. Durante os últimos anos do Império Romano as mulheres ganharam mais direitos, mas o casamento se desintegrou quando homens e mulheres buscaram cada vez mais o prazer sexual fora de suas fronteiras.

Após esta fase, era de se esperar que o Cristianismo tornasse salutar as relações entre casais. Porém, os antigos cristãos mostravam um grande desprezo pelas mulheres, o sexo e o casamento. Os gregos reuniram amor e sexo homossexual; os romanos uniram sexo e casamento; e o Cristianismo antigo separou os três. A Igreja considerava o celibato um ideal; tolerava o casamento com relutância, mas advertia, nas palavras de São Jerônimo: “Aquele que ama ardentemente sua própria esposa é um adúltero.” Aparentemente o homem era virtuoso se amasse o próximo, mas execrado se amasse a esposa.

Como um homem podia amar a descendente de Eva, culpada pela queda da humanidade? A literatura  eclesiástica descrevia a mulher em termos como “portal do inferno, confusão para o homem, besta insaciável, uma ansiedade contínua, uma guerra incessante, uma ruína diária”. Durante a Inquisição a Igreja estabeleceu o terror contra a mulher que detivesse propriedades e poder.

Um frade do século XV, em suas Regras de Casamento, exortou os maridos: “Repreenda-a severamente, intimide-a e aterrorize-a. E se isso ainda não funcionar […] pegue uma  vara e bata-lhe com força”.

No período medieval as mulheres eram consideradas propriedade. Os casamentos eram arranjados entre famílias; os pais escolhiam a esposa dos filhos com base nas posses, no status e na linhagem. O pai era um pequeno rei e a família, os súditos.

Quando o respeito pelo feminino tinha atingido um ponto tão baixo, houve uma grande mudança: a propagação do amor romântico – algo radicalmente novo – pelos trovadores de Provença no século XII. O feminino voltou a ser objeto de veneração. As regras do jogo entre homens e mulheres mudaram da conquista para o galanteio. Pela primeira vez a ternura e a gentileza, o respeito, a fidelidade e os sentimentos românticos se tornaram ideais nas relações. Nunca antes a sociedade havia  aprovado, o sequer concedido, essa legitimidade ao sentimento romântico.

Contudo, o amor cortês continuou a dividir amor e sexo, assim como amor e casamento. O cavalheiro se apaixonava por uma dama casada. Este tipo de “amor puro” era incompatível com o sexo. Os amantes podiam se tocar, beijar e acariciar, mas o ato sexual era considerado falso amor. Nas palavras de um trovador, “pouco ou nada sabe do serviço de mulheres quem deseje possuir sua dama inteiramente”. Com a conquista sexual descartada, as provações para conquistar o amor de uma dama tornaram-se uma senda de caráter, desenvolvimento e purificação. A qualidade refinada do amor era o que permitiria ao homem realizar o ideal de se tornar um cavalheiro. Apesar das inovações radicais, era uma noção de relacionamento romântico distorcida e idealizada.

Duas principais influências sobre a poesia amorosa trovadoresca parecem ser responsáveis por isso: a heresia dos cátaros, uma seita cristã que adorava o divino feminino e “Os antigos romanos tinham pouca noção de amor baseado no respeito mútuo. O pai possuía esposa e filhos como propriedade. Durante os últimos anos do Império Romano as mulheres ganharam mais direitos, mas o casamento se desintegrou quando homens e mulheres buscaram cada vez mais o prazer sexual fora de suas fronteiras.” condenava o contato sexual com mulheres (o amor era algo celestial, não manchado pelo desejo); e a tradição sufi de poesia devocional escrita para Deus, personificado e adorado como o amado. Ela proporcionou um molde ao amor secular por uma mulher. tornaram-se uma senda de caráter, desenvolvimento e purificação. A qualidade refinada do amor era o que permitiria ao homem realizar o ideal de se tornar um cavalheiro. Apesar das inovações radicais, era uma noção de relacionamento romântico distorcida e idealizada.

Até hoje podemos ver essa distorção em letras de canções de amor. O“ amor puro” se mantinha separado da realização sexual, e também era considerado incompatível com o casamento, como mostra uma famosa decisão dos Tribunais do Amor, que estabeleciam as convenções do romance: “Declaramos que o amor não pode exercer poderes entre duas pessoas que sejam casadas. Os amantes dão tudo ao outro livremente, se qualquer compulsão ou necessidade mas as pessoas casadas têm o dever de ceder aos desejos do outro.”

Assim, amor e casamento, paixão celestial e realização terrena foram estabelecidos como uma trágica contradição, que ao longo do tempo inúmeros amantes atormentados só conseguiram resolver através da morte.

Somente na era vitoriana a sociedade tentou unir amor e casamento. Como os trovadores, os vitorianos idealizavam a mulher e viam seu amor como enobrecedor da natureza mais abjeta do homem, não como amante clandestina, mas como esposa. Porém, as mulheres tinham que pagar um alto preço por esse status: a negação da sexualidade. A mulher que desfrutasse ou mesmo fizesse alusão ao sexo era considerada decaída; não podia servir como “anjo da casa”, que elevava os homens e a sociedade com suas virtudes. Ao tentar introduzir o amor romântico no casamento, os vitorianos retiraram completamente o fogo da relação. O prazer sexual estava relegado às casas de prostituição vitorianas.

Na Revolução Industrial, no final do século XIX, os pais saíam de casa para trabalhar, e a antiga estrutura de autoridade patriarcal se esfacelou. Os filhos buscaram liberdade na escolha de parceiros. Um método radical – o namoro – apareceu nos anos 1920, dando um golpe fatal no controle dos pais. Ao mesmo tempo, uma nova consciência feminina surgiu e as mulheres buscaram direitos. As mulheres geralmente percebem melhor que os homens como o amor, o sexo e o compromisso podem aprofundar uma relação. Quando as mulheres finalmente puderam mostrar o que elas queriam do casamento, as relações entraram em uma nova era.

“O mito de  Eros e Psique aponta a separação entre amor e consciência. O casamento tradicional tem sido como o amor no escuro, e só pode pros- seguir no piloto automático. Agora que não funciona mais, estamos passando as provações de Psique.”

O próximo passo

Será possível ter um compromisso profundo e duradouro junto com o amor romântico, a liberdade individual e a paixão sexual num mesmo relacionamento? Estamos buscando uma meta impossível? O que exatamente estamos tentando realizar?

Ao olhar para a história, fica claro que a maioria dos casais tentou viver sem compartilhar intimidade. Hoje, porém, buscamos um relacionamento pleno, mental, emocional, sexual e espiritualmente. Isso é extremamente saudável. Apesar das dificuldades, a tentativa de reunir amor, sexo e casamento é um avanço essencial no caminho evolutivo. Se bem-sucedida, resulta em algo novo: intimidade genuína, onde dois parceiros dividem aspirações e sentimentos profundos e se conhecem mais plenamente.

Esse tipo de intimidade é um passo importante na cura da oposição  masculino-feminino e na união das duas metades da humanidade. Precisamos dessa cura para sobre viver e ficar em paz. O mundo sofre um grave desequilíbrio; milhares de anos em busca de explorar a terra e o feminino  criaram uma ferida profunda na consciência humana. Ninguém consegue escapar de seus efeitos, que perpassam nossa vida interna e externa. Internamente há uma divisão entre mente e corpo, intelecto e sentimento, poder e ternura, fazer e ser. Externamente vemos a destruição da natureza em todo o planeta. Se o potencial evolutivo do amor é curar divisões e trazer plenitude, fica claro, ao olhar para a história, que ele ainda precisa ser realizado. A genuína união entre masculino e feminino deve ocorrer no plano interno, dentro de nós, e externo, entre casais.

O casamento moderno, apesar de contribuições como igualdade e flexibilidade de funções, levou a becos sem saída. O casamento tradicional sufocava a liberdade, mas nos anos a lamparina ele foge, e ela enfrenta uma série de provações para reencontrá-lo. Depois das provações o casal se une de maneira ampla, e seu amor prossegue à luz do dia.

O mito aponta a separação entre consciência (Psique) e amor (Eros). O casamento tradicional tem sido como o amor no escuro, e só pode prosseguir no piloto automático. Agora que não funciona mais, estamos passando as provações de Psique.

Aprender a se relacionar conscientemente vai muito além da nossa satisfação pessoal. Quando o casal não honra nem aprecia um ao outro, prejudicam seu casamento e criam um vórtice de dor que atravessa gerações. Os filhos reproduzem essa dor em suas próprias famílias e no mundo. Juntando essas feridas e seus efeitos, tem-se toda uma sociedade em sofrimento. Assim, encarar o outro de forma honesta é um passo essencial na limpeza da desordem no planeta. Se pudermos encarar nossas dificuldades com os relacionamentos como parte de uma evolução humana e planetária, podemos parar de nos repreender pelos fracassos e usar o sofrimento de maneira consciente, como ferramenta para despertar. Em toda evolução há fracassos antes que algo novo surja. Todas as alegrias e tristezas que os casais enfrentam para se ver face a face são uma experiência rica, que pode nos levar adiante num território não mapeado.

As gerações futuras encontrarão seu caminho mais facilmente com o que fazemos agora. Se nós enfrentarmos esses desafios, usando-os como oportunidade de explorar nossos poderes mais profundos e de expandir a visão de quem somos, podemos  desenvolver a sabedoria que nossa era precisa, e ver nascer uma nova visão de amor e comunidade – ajudando a nos iluminar como indivíduos e, nesse processo, a moldar um novo mundo.

Fonte: Revista Sophia –ano 19-nº 89

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DESENVOLVIMENTO PESSOAL: VIVER, AMAR, APRENDER E DEIXAR UM LEGADO PARA UMA VIDA PLENA

Hoje o desenvolvedor de pessoas Ivan Maia nos da uma aula fenomenal que vai mudar, vai transformar a sua vida e vai lhe proporcionar uma vida muito melhor, através de quatro passos simples. Então convido você a assistir ao vídeo completo a seguir, refletir e fazer o seu juízo de valor sobre esses quatro passos simples!

Você pode ter uma vida melhor, muito melhor, se apenas seguir 4 passos simples:

1- Viver – é ver a vida como um grande parque de diversões e magia, ao invés de um espetáculo de terror e sofrimento.

2- Amar – é entregar-se ao amor verdadeiro, que não é o que você sente pelas outras pessoas, e sim como age com as outras pessoas.

3- Aprender – é nunca se permitir parar de crescer, é aprender a cada dia uma nova coisa, é olhar para si mesmo e perguntar-se o que está faltando inserir na vida.

4- Deixa um legado – é entender que na vida seremos sempre lembrados pelos problemas que resolvemos ou pelos problemas que criamos. É importar-se de deixar algo que valha mais que a própria vida.

Pense, reflita, pare e mergulhe em si mesmo. Busque as respostas e elas virão. Portanto, viva, ame, aprenda e dixe um legado.

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DESENVOLVIMENTO PESSOAL: SEJA UMA PESSOAL PRODUTIVA, NÃO APENAS ACUMULE FERRAMENTAS DE PRODUTIVIDADE

No vídeo de hoje, aqui na coluna DESENVOLVIMENTO PESSOAL, Albano do Seja Uma Pessoa Melhor, vai lhe apresentar as 5 áreas e técnicas para que você seja uma pessoa produtiva, alinhando seus pensamentos e ações ao seu AUTOCONHECIMENTO, através da ação e não apenas acumulando ferramentas de produtividade. Assista ao vídeo, reflita e faça o seu juízo de valor!

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DESENVOLVIMENTO PESSOAL: CUIDANDO DA ALMA, O QUE É NASCER?, EPISÓDIO 01 – POR ROSSANDRO KLINJEY

Terça-feira é dia de DESENVOLVIMENTO PESSOAL e a partir de hoje vamos publicar aqui a série do renomado Rossandro Klinjey “CUIDANDO DA ALMA”, onde o primeiro episódio aborda o que é renascer, mas começando por “O que é nascer?”. Uma live que vai esclarecer pontos importantes no comportamento humano que, muitas vezes, não conseguimos compreender. Portanto, convido você a assistir, refletir e fazer seu juízo de valor!

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DESENVOLVIMENTO PESSOAL: APRENDA COMO NÃO DEIXAR O MEDO TE DOMINAR, POR IVAN MAIA

O renomado e competente palestrante e desenvolvedor de pessoas Ivan Maia nos trás uma mensagem importantíssima nesta terça-feira, aqui na coluna DESENVOLVIMENTO PESSOAL do Blog do Saber. O tema escolhido é: Quais são seus medos? Ele vai te ensinar a como não deixar o medo, o nosso maior inimigo, te dominar. “Quando você enfrenta o medo ele foge, mas quando você não o encara ele toma conta de você e da sua vida! Assista ao vídeo, reflita e tire suas conclusões!

Íntegra do texto do vídeo:

ERA UMA VEZ um país das Mil e Uma Noites. Neste país havia um rei que era muito polêmico por causa de seus atos. Ele pegava os prisioneiros de guerra e os levava para uma enorme sala. Os prisioneiros eram enfileirados no centro da sala e o rei gritava: – Eu vou dar uma chance para vocês, olhem para o canto direito da sala. Ao olharem, os prisioneiros viam alguns soldados armados de arco e flecha prontos para atirar. – Agora, olhem para o canto esquerdo. Ao olharem, todos os presos notavam que havia uma terrível Porta Negra de aspecto dantesco. Crânios humanos serviam como decoração e a maçaneta era a mão de um cadáver. Algo horripilante só de imaginar, quanto mais para ver. O rei posicionava-se no centro da sala e gritava: – Agora escolham: vocês querem morrer cravados de flechas, ou abrir rapidamente aquela Porta Negra e entrarem lá enquanto eu tranco vocês? Decidam, vocês têm livre-arbítrio, escolham! Todos os prisioneiros na hora da decisão, olhavam para a terrível Porta Negra com mais de 4 metros de altura, com desenhos de caveiras, sangue humano, esqueletos, aspecto infernal, e coisas escritas do tipo “Viva a Morte”. Um a um todos agiam assim: olhavam para ela e para os arqueiros da morte e diziam para o Rei: – Prefiro ser atravessado por flechas a abrir essa Porta Negra e ser trancado lá dentro. Milhares optaram pelo que estavam vendo: a morte feia pelas flechas. Mas um dia a guerra acabou. Passado algum tempo, um daqueles soldados do pelotão da flechada estava varrendo a enorme sala quando eis que surge o rei. O soldado, com toda reverência e meio sem jeito, perguntou: – Sabe, ó grande rei, eu sempre tive uma curiosidade, não se zangue com minha pergunta, mas…o que tem além daquela Porta Negra? O rei respondeu: – Lembra que eu dava aos prisioneiros duas escolhas? Pois bem, vá e abra a Porta Negra. O soldado, trêmulo, virou cautelosamente a maçaneta e sentiu um raio puro de sol beijar o chão feio da enorme sala. Abriu mais um pouquinho a porta e mais luz e um gostoso cheiro de verde inundaram o local. Ele notou que a porta negra abria para um caminho que apontava para uma grande estrada. Foi aí que o soldado percebeu: a porta negra dava para a Liberdade. O medo, apenas o medo do que não se podia ver fez todos os prisioneiros optarem pela Morte. Todos nós temos uma Porta Negra. Para uns, a Porta Negra é o medo do Desconhecido. Para outros, é um Cliente Difícil. Ou uma frustração qualquer, do tipo Medo de Arriscar, Medo de Assumir, ou Medo de se Relacionar, ou Medo de ser Rejeitado, ou Medo de Inovar, ou Medo de Mudar ou Medo de Voar Mais Alto. Para alguns, a Porta Negra é a Incerteza que a Falta de Preparo atemoriza. Ou uma Trava Imaginária que as Inseguranças da Vida fabricaram durante a Educação. Mas, se você pode perder, você pode vencer. Se você der um passo além do Medo você vai encontrar o raio de sol entrando em sua vida. Não se apavore com as aparências da Era do Caos que um Mundo Globalizado nos assusta. Gosto daquele quadro que mostra o Criador batendo na Porta do Coração. O pintor pintou essa Porta sem maçaneta por fora, colocou-a por dentro para ilustrar que só você pode abrir: são suas decisões. Você pode olhar ao redor e só ver Portas Negras. Não tenha medo. Decida decidir. Escolha escolher abrir essa Porta. As Dificuldades profissionais e todas as Negativas de todos os Clientes Difíceis são Portas Negras mas, se você escolher avançar assim mesmo, você verá que além dessa Porta existe a Solução que você vende, há o Lucro que você oferece e um Cliente Satisfeito pelas coisas que você fala e assinando o cheque que você deseja. Portas Negras são ótimas. Se você não tiver medo delas, elas apontarão para o Êxito Profissional, para o Desempenho de Alta Performance, para o Sucesso Econômico e para a Liberdade que você sempre sonhou. Abra essa Porta. E deixe o sol inundar sua vida…e seu destino.

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DESENVOLVIMENTO PESSOAL: VOLTE RAPIDAMENTE A TER DISPOSIÇÃO E PRODUTIVIDADE

Aqui na coluna DESENVOLVIMENTO PESSOAL desta terça-feira você vai saber como combater a preguiça e a procrastinação, num resumo animado que mostra, por meio de dicas práticas, como voltar rapidamente a ter mais disposição e produtividade. Então assista ao vídeo e saia da mesmice, mude de atitude e seja uma pessoa melhor!

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DESENVOLVIMENTO PESSOAL: COMO LIBERTAR SUA VIDA EM 7 ETAPAS, POR IVAN MAIA

Existem 7 dores que explicam todo o sofrimento que você vê nos seres humanos de hoje em dia. Você já deve ter reparado quantas pessoas estão tristes, desanimadas, depressivas, especialmente nessa época de pandemia que estamos atravessando. E se já havia gente triste antes, agora então, você nem pode imaginar! O nome desse vídeo é Como Libertar Sua Vida em 7 Etapas.

Milhões de pessoas sofrem, e isso ocorre porque eu, você e elas não fomos ensinados sobre as 7 áreas e sobre as dores que cada uma delas gera em nossas vidas pela nossa ignorância desse fato. Veja a proporção disso na vida de uma pessoa que está atravessando uma fase ruim: ela está com uma dor PROFISSIONAL, pois perdeu o emprego na pandemia; em seguida começa a dor FINANCEIRA, que a seguir gera a dor FAMILIAR, pois sem dinheiro os casamentos e relacionamentos se abalam profundamente. Isso tudo acarreta a dor FÍSICA, pois as preocupações e a tristeza geram doenças, e as doenças levam à morte. Então vem a dor ESPIRITUAL, pois sua fé fica abalada, suas crenças na tragédia superam sua crença em Deus e ela perde as esperanças. Percebe o quanto isso é grave?

Então assista ao vídeo a seguir com uma palestra incrível de Ivan Maia onde ele explica como e porque isso tudo acontece e o que fazer para se libertar disso!

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DESENVOLVIMENTO PESSOAL: A VERDADE QUE VOCÊ PRECISA SABER ESTÁ NA SUA CARA E VOCÊ NÃO VÊ

É uma grande pena que o Dr. Bruce Lipton só fale, e muito rapidamente sobre o filme MATRIX, que tentou deixar uma mensagem muito importante para a humanidade sobre o que está acontecendo com muita sutileza com a realidade das pessoas que vivem de ilusão e infelizmente são subservientes das forças sombrias. Por isso o título do vídeo do Dr. Bruce Lipton é: “A verdade que você tem que saber”. Sim, estamos sempre sendo poupados da verdade e por isso vivemos de ilusão. Então ouça esse chamado e assista ao vídeo completo a seguir, reflita e faça o seu juízo de valor!

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DESENVOLVIMENTO PESSOAL: A MUDANÇA DE HÁBITOS É SEMPRE BEM VINDA QUANDO É PARA MELHOR

Vamos começar a nossa sexta-feira aprendendo como ser uma pessoa mais organizada, já que o fim de semana se aproxima e temos mais tempo para algumas arrumações. Este é o tema da nossa coluna DESENVOLVIMENTO PESSOAL. Conheça 9 hábitos que vão lhe tornar uma pessoa mais organizada e menos estressada!

9 hábitos para se tornar uma pessoa organizada

Pequenas mudanças de hábitos podem promover uma rotina menos estressante; confira

Escrito por Paula Santos

Redação Minha Vida

Em 11/3/2021

Ser uma pessoa organizada não é algo que vem de berço. Muitas pessoas alegam dificuldade em deixar as coisas arrumadas ou sua rotina preparada para a semana, afirmando que simplesmente não possuem o gene da organização.

Entretanto, uma pessoa se torna organizada por meio de hábitos cultivados no dia a dia, seguindo um planejamento com determinação. Logo, mesmo quem se considera desorganizado, pode aprender novas formas de comportamento, moldando um novo jeito de agir e pensar.

“Organização pura e simples não existe, porque sozinha, ela não dura. O que existe é a mudança nos hábitos”, conta Roberta Andrade, personal organizer da HEKATÊ. Pensando nisso, a especialista separou nove hábitos que, quando seguidos, podem te ajudar a se tornar uma pessoa mais organizada. Confira:

1- Planeje-se no dia anterior

Aproveite o cansaço do fim do dia para tomar decisões corriqueiras, como escolher o café da manhã e a roupa que irá usar no dia seguinte. Desta forma, você evita o consumo de energia pela manhã para decidir entre café ou chocolate quente e, caso acorde em atraso, já saberá qual roupa vestir.

2- Aproveite o tempo do micro-ondas

A chamada “mágica do micro-ondas” é uma dica que pode ajudar a otimizar o tempo. “Ao invés de colocar seu leite ou almoço para esquentar e ficar na internet, utilize estes minutos para fazer algum tipo de organização, como olhar a gaveta de utensílios ou tirar a louça da máquina”, explica Roberta.

3- Monte seu cardápio

Tire um dia para organizar seu cardápio com antecedência, colocando no papel tudo o que mais gosta. Ao dividir o que será consumido nas próximas semanas, é possível ter maior controle sob sua alimentação, se atentando aos tipos de comida que serão escolhidos.

4- Não acumule a louça

Não deixe que sua louça se acumule – nem para lavar, nem após secar. Para isso, tenha o hábito de esvaziar a máquina de lavar ou o escorredor ao menos uma vez ao dia.

5- Guarde os objetos

“Casa com vida é uma casa com bagunça, mas quando ela não volta para o lugar, se torna um problema. Crie o hábito de voltar objetos espalhados pela casa aos seus devidos lugares todas as noites”, ensina a personal organizer. Assim, é possível começar o dia seguinte com a casa em ordem.

6- Controle seus e-mails

Tenha o hábito de checar seus e-mails em horários pré-estabelecidos e, para evitar passar muito tempo navegando na internet, coloque um alarme para lembrar o momento de migrar para uma próxima atividade.

7- Não acumule cartas

Evite montar uma pilha de cartas. Processe tudo assim que elas chegarem, conferindo se é uma conta para pagar, uma notificação ou algo que pode ir direto para o cesto de lixo.

8- Use a agenda do celular

Ative a agenda do celular para te ajudar a lembrar de seus compromissos. Desta forma, você não irá perder nenhuma atividade importante.

9- Pratique o desapego

“Comece a olhar tudo que está ao seu redor e se pergunte: Eu uso? Eu amo? Eu preciso? Excesso de itens gera estresse e contribui para a bagunça”, finaliza Roberta.

Paula Santos

Fonte: Minha Vida

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DESENVOLVIMENTO PESSOAL: UMA PESQUISA QUE PODE LHE DAR UM NORTE NO RELACIONAMENTO COM SEU CHEFE

Uma pesquisa feita com trabalhadores de escritório americanos é o destaque, aqui na coluna DESENVOLVIMENTO PESSOAL e revelou que eles preferem receber mais feedback de seus gerentes do que dinheiro. A Onepoll, realizadora da pesquisa em nome da Motisovity deu um mergulho no relacionamento desses trabalhadores com seus chefes e o resultado foi surpreendente. Então, leia o artigo completo a seguir e descubra como se relacionar melhor com seus superiores hierárquicos!

Chefes admiráveis ​​levam a funcionários mais produtivos, afirma pesquisa

Os trabalhadores de escritório americanos preferem receber mais feedback de seus gerentes do que mais dinheiro, revelou uma nova pesquisa.

A pesquisa com 2.000 americanos examinou o papel vital que os relacionamentos entre gerente e trabalhador desempenham no local de trabalho.

Mais de um terço dos entrevistados são trabalhadores de escritório (muitos dos quais agora estão trabalhando em casa devido à pandemia). Eles listaram mais feedback sobre seu papel como a coisa número um (53%) que eles querem ver mais de seu chefe, superando a remuneração extra (48%) e comunicação mais honesta (48%).

A pesquisa, conduzida pela OnePoll em nome da Motivosity, deu um mergulho em nosso relacionamento com nossos chefes.

Os resultados revelaram que, dos entrevistados que já trabalharam (78%), sete em cada dez admiram um de seus gerentes como modelo.

No que diz respeito às principais qualidades que os entrevistados apreciam em um chefe, a atitude positiva encabeça a lista com 46%.

Habilidades de comunicação (46%) e habilidades organizacionais (43%) também chegaram entre as três primeiras.

Logan Mallory, vice-presidente de marketing da Motivosity disse: “Os gerentes são a chave para as grandes culturas da empresa. Eles afetam a forma como as pessoas se sentem ao ir trabalhar todos os dias. Essencialmente, 46% de sua equipe está pedindo líderes que tragam uma atitude positiva para o trabalho e se comuniquem de forma consistente. Isso requer uma abordagem intencional e as ferramentas certas, mas não requer orçamentos enormes ou anos de treinamento. ”

Uma influência positiva, como um chefe admirável, pode ter uma influência de longo prazo, pois 71% dos entrevistados disseram que seus modelos influenciam seu comportamento diariamente.

A pessoa média tem quatro modelos em sua vida, e variam de membros da família como mães (59%), pais (61%) e avós (44%) a pessoas que os entrevistados nunca conheceram.

Além das relações pessoais, 45% dos entrevistados disseram admirar uma figura histórica e dois em cada cinco (42%) admiram um escritor.

Quarenta por cento têm um político como motivador, enquanto mais de um terço (35%) admira um ativista e 38% consideram um diretor ou ator digno de elogio.

“Os membros da equipe se esforçam ao máximo quando trabalham para alguém que respeitam e confiam”, disse Logan Mallory, da Motivosity. “Os melhores gerentes agem mais como treinadores: defina as prioridades certas, faça check-in com 1 a 1 consistente e adote uma abordagem consultiva em vez de ser diretivo. Se os gerentes fizerem isso e garantirem que o trabalho diário de sua equipe seja notado e apreciado, fará toda a diferença. ”

PRINCIPAIS COISAS QUE OS TRABALHADORES QUEREM MAIS DE SEUS CHEFES

  1. Mais feedback sobre sua função 53%
  2. Mais dinheiro 48%
  3. Comunicação mais honesta 48%
  4. Título superior 47%
  5. Mais apreciação 41%
  6. Mais reconhecimento 41%
  7. Reuniões individuais mais frequentes 40%
  8. Mais responsabilidades 38%
  9. Mais transparência na direção da empresa 38%
  10. Mais disposição para ouvir meus comentários / preocupações 21%

PRINCIPAIS COISAS QUE OS TRABALHADORES QUEREM MENOS DE SEUS CHEFES

  1. Menos reuniões inúteis 55%
  2. Menos emergências de última hora 47%
  3. Menos microgestão 40%
  4. Menos solicitações para que eu trabalhe até tarde / horas extras 32%

Fonte: Good News Network

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DESENVOLVIMENTO PESSOAL: OU SENTA E CHORA, OU LEVANTA E ENFRENTA, POR MARIO SERGIO CORTELLA

DESENVOLVIMENTO PESSOAL: OU SENTA E CHORA, OU LEVANTA E ENFRENTA, POR MARIO SERGIO CORTELLA
SP - 22/07/2016 - ISTOE - OS GURUS DA INTELECTUALIDADE BRASILEIRA. MARIO SERGIO CORTELLA - FOTO: FELIPE GABRIEL

Neste domingo, estamos publicando mais vídeo do extraordinário Mario Sergio Cortella, aqui na coluna DESENVOLVIMENTO PESSOAL para lhe ajudar a superar os, às vezes, terríveis obstáculos que essa pandemia nos impõe. Ele usa uma das máximas Shakesperiana:   “Ou afunda ou nada” (“or sink or swin”), para dizer que, em determinados momentos, a exemplo da atual realidade pandêmica, nos defrontamos com escolhas que não envolvem alternativas fáceis. Nessas situações é fundamental exercitarmos nossa capacidade de enfrentamento. Então convido você, que está passando por dificuldades incríveis para assistir a esse vídeo motivacional e mudar a sua vida!

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DESENVOLVIMENTO PESSOAL: EXERCÍCIOS DE MENTALIZAÇÃO PARA ALCANÇAR A SUA MELHOR VERSÃO

Na coluna DESENVOLVIMENTO PESSOAL desta quinta-feira temos mais uma palestra da extraordinária May Andrade com uma verdadeira aula sobre reprogramação do subconsciente, através de exercícios de mentalização, o primeiro passo do meu método da Autocura, responsável pela realização dos seus sonhos. Então, não perca essa oportunidade e expanda sua consciência!

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DESENVOLVIMENTO PESSOAL: 5 MANEIRAS DE TER MAIS ENERGIA

Este é um vídeo que você não pode perder, pois vai transformar a sua vida. Você vai descobrir como obter mais energia e disposição  ao longo do seu dia, através de 5 dicas simples, mas preciosas, que Albano do Seja Uma Pessoa Melhor vai lhe dar e se você realmente executar nunca mais sentirá cansaço, físico, mental ou sexual!

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DESENVOLVIMENTO PESSOAL: COMO ILUMINAR A ESCURIDÃO DE SUA VIDA, POR IVAN MAIA

Onde há luz não há trevas ou escuridão, onde há o bem o mal não sobrevive, onde há a inteligência não existe a ignorância. Por isso você precisa assistir o vídeo a seguir onde o palestrante e mentor Ivan Maia fala sobre Como Iluminar a Escuridão de Sua Vida. Não deixe de ver. Isso pode fazer uma enorme diferença na sua vida!

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DESENVOLVIMENTO PESSOAL: DESCUBRA QUAL FLORAL USAR DURANTE A PANDEMIA

Na coluna DESENVOLVIMENTO PESSOAL desta quinta-feira a Terapeuta Holística, Palestrante, com vasta experiência em aconselhamento e sensitiva, Marcia Vizentini, trás ensinamentos preciosos sobre a terapia através florais, em particular sobre as essências florais de Bach. Ela explica qual floral usar em tempos de pandemia. Então, o que está esperando? Comece logo a leitura do artigo a seguir!

Qual Floral usar durante a Pandemia?

Essência de floral de bach
MAXSHOT / Getty Images / Canva

A grande pandemia de 2020 não só cria doenças do trato respiratório mas também depressão, desânimo e um humor geralmente sombrio. As essências florais de Bach certas podem iluminar a mente novamente.

Inúmeras pessoas em todo o mundo estão atualmente na solidão causada pelo vírus corona. Mas os humanos geralmente vivem em matilhas. Somente quando estamos juntos é que realmente nos sentimos bem, e onde essa união está ausente ou ocorre apenas a uma certa distância as doenças mentais se instalam em muitas pessoas. O isolamento é uma tortura frequentemente usada em ditaduras e muito bem-sucedida por um bom motivo. Poucas pessoas conseguem se ocupar consigo mesmas por um longo período de tempo de forma que possam sobreviver à ausência de seus amigos ou parentes por semanas sem prejudicar sua alma.

A essência floral de Bach da Mustard ou Mostarda do Campo ajuda a combater o desânimo!

Campo de flor de mostarda

Boggy / Canva

O problema dos transtornos de humor devido ao isolamento ou quarentena é uma circulação mental descendente. Os medos reais e irreais são intensificados porque não há contraparte que interrompa a espiral ou não permita que ela surja em primeiro lugar. Mesmo os contatos online pela internet ajudam apenas até certo ponto, porque as relações interpessoais não funcionam apenas visualmente e linguisticamente. A presença pessoal, o calor e o carisma de uma pessoa são outros componentes importantes da convivência.

Mas como a essência floral de Bach pode ajudar contra a solidão? Na Essência da Flor de Bach, as vibrações que emanam da planta são transferidas para a água da nascente na qual as flores são armazenadas durante o preparo. A mostarda do campo, nome da essência Mustard, contém diferentes minerais, proteínas, vitamina C, pró-vitamina e glicosídeos de óleo de mostarda, mas menos do que a mostarda comum.

A mostarda do campo não é uma planta cultivada, mas de acordo com as diretrizes de Edward Bach, o desenvolvedor da terapia floral de Bach, ela cresce selvagem. Bach atribuiu a essência Mustard ou mostarda do campo em sua sistemática ao clima de depressão, solidão e melancolia como um oposto a essas emoções. Mustard ou mostarda do campo garante que o clima se anime novamente e os pensamentos sombrios sejam afastados. Para indicação do uso de florais, consulte sempre um terapeuta floral.

Marcia Vizentini
Escrito por Marcia Vizentini
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DESENVOLVIMENTO PESSOAL: SAIBA TUDO SOBRE UMA INCRÍVEL MOLÉCULA CHAMADA ÓXIDO NÍTRICO

O destaque desta quarta-feira, aqui na coluna DESENVOLVIMENTO PESSOAL, é uma substância que, juntamente com o Magnésio, são as substâncias mais importantes para a manutenção da nossa saúde integral e plena, mas que quase ninguém sabe, incluindo quase toda a comunidade médica mundial, ou até sabem, mas precisam das pessoas doentes para garantirem o seu pão de cada dia. Esta substância, que na verdade, é um gás, se chama Óxido Nítrico.

Óxido Nítrico – Para que Serve essa Incrível Molécula?

óxido nítrico: corpo humano

 

Podemos dizer que o Óxido Nítrico (NO) serve para que você consiga guardar em sua memória tardia as informações que aprenderá neste conteúdo – e isso é apenas um dos exemplos das diversas atividades que essa molécula, conhecida como uma das mais importantes intermediadoras de processos celulares, realiza.

Até a década de 1980, sabia-se apenas que o Óxido Nítrico (NO) era um gás encontrado na atmosfera, considerado poluente e com potencial extremamente carcinógeno. Hoje já se tem conhecimento que ele também está presente no corpo humano e é gerado de forma natural.

Diferentemente da sua forma tóxica na atmosfera, no organismo ele oferece benefícios. Sua síntese é feita a partir do aminoácido L-Arginina e pode ser estimulada por diversos hábitos, incluindo uma alimentação adequada. Ficou curioso? Neste blog post você aprenderá mais sobre:

    • Para que serve o Óxido Nítrico; 
    • Suplementação com Óxido Nítrico;
    • 4 dicas para aumentar o Óxido Nítrico de forma natural no corpo;
    • 6 alimentos que estimulam a produção de Óxido Nítrico pelo corpo.

Para que serve o Óxido Nítrico

Para que você entenda melhor as funções que o Óxido Nítrico desempenha, separamos as atuações dele pelos sistemas do corpo humano. Confira a seguir:

Sistema Nervoso

Como já mencionado, o Óxido Nítrico tem participação no aprendizado e na memória. Além disso, no sistema nervoso, ele também tem funções de neurotransmissor entre as células.

Sistema Cardiovascular

A função dessa molécula no sistema cardiovascular foi muito estudada, sendo atribuído a ela um papel protetor na hipertensão, na aterosclerose, na doença arterial coronariana e nas doenças tromboembólicas, como indicou o estudo Óxido nítrico, doenças cardiovasculares e exercício físico.

O Óxido Nítrico serve como um dilatador e age sobre as células das paredes dos vasos sanguíneos, causando o relaxamento do músculo liso e aumentando o fluxo sanguíneo.

Por isso também que o NO ajuda a evitar a fadiga muscular e a aumentar a velocidade do ganho de massa. Isso se dá em  decorrência do maior quantidade de aminoácidos no sangue, força e resistência.

Sistema Respiratório

No sistema respiratório, a função do Óxido Nítrico é dilatar os brônquios. Como resultado, isso ajuda a manter a oxigenação do organismo de forma eficaz.

Sistema Imunitário

Quando produzido pelo sistema imune, o Óxido Nítrico serve como composto nocivo para bactérias, inibindo a replicação e proliferação de vírus, protegendo contra infeções, resfriados e outras doenças.

Sistema Reprodutor

O Óxido Nítrico também desempenha um papel importante na ereção. Isso explica o mecanismo de alguns medicamentos que envolvem essa molécula no tratamento da disfunção erétil.

É por essas e outras funções que o Óxido Nítrico é também conhecido como “A Incrível Molécula de Sinalização Biológica” ou “A Molécula da Saúde”.

Agora que você já tem conhecimento de tamanha importância desse gás no organismo, deve estar se perguntando sobre o que fazer para otimizar sua produção. Confira a seguir!

Suplementação com Óxido Nítrico

Os suplementos de Óxido Nítrico, na verdade, contêm ativos pensados para estimular e regular a produção de NO no corpo –  e não o gás em si. A ingestão varia de acordo com a marca, mas o importante é seguir a recomendação do produto.

Existem poucos relatos com relação aos efeitos colaterais da suplementação com Óxido Nítrico, visto que ele é uma molécula naturalmente produzida pelo organismo. Porém, alguns suplementos contêm junto cafeína, um estimulante que pode gerar complicações para as pessoas mais sensíveis. Vale ficar atento!

4 dicas para aumentar o Óxido Nítrico de forma natural no corpo

Não é só com suplementos que uma pessoa consegue otimizar o papel do Óxido Nítrico no organismo. Com algumas estratégias, pode-se potencializar os efeitos do gás de forma natural. Veja abaixo 4 dicas:

1. Aumente a ingestão de antioxidantes

Os antioxidantes ajudam a diminuir a quebra e a prolongar a vida do Óxido Nítrico em seu corpo.

2. Limite o uso de enxaguantes bucais

Antisséptico bucal contém agentes com ação antimicrobiana que matam muitos tipos de bactérias na boca, incluindo aquelas que ajudam a produzir Óxido Nítrico.

3. Pratique exercício físico diariamente

Exercitar-se todos os dias também é uma forma de aumentar a quantidade de Óxido Nítrico no sangue. Com essa prática, o coração precisa bater mais forte para levar oxigênio ao corpo – o que acaba gerando maior quantidade de molécula a ser liberada.

4. Alimente-se bem

Uma boa maneira de aumentar os níveis de Óxido Nítrico no organismo é por meio da alimentação. No próximo tópico você verá alguns alimentos que estimulam a produção do gás.

6 alimentos que estimulam a produção de Óxido Nítrico pelo corpo

1. Spirulina

spirulina recebeu o título de “O Melhor Alimento para o Futuro” pela Organização Mundial da Saúde (OMS) e estimula a produção do gás no organismo.

Um estudo publicado no periódico Hypertension, relatou que três meses de consumo da alga-azul resultaram em melhorias na pressão arterial e função endotelial de pacientes hipertensos e com sobrepeso.

2. Beterraba

A beterraba impulsiona a produção de Óxido Nítrico, já que esse alimento é rico em nitratos.

3. Espinafre

Assim como a beterraba, o espinafre é uma excelente fonte de nitratos, compostos que atuam como precursor do gás.

4. Chocolate amargo

Chocolate com teor de cacau superior a 70% é uma boa fonte de flavonoides, composto necessários para a produção de Óxido Nítrico.

5. Sementes e nozes

As sementes e nozes são grandes fonte de arginina, que estimula a produção da molécula de NO.

6. Melancia

A melancia contém citrulina, que quando ingerida é convertida em arginina por meio de enzimas. Dentro do corpo, ela acelera a produção de Óxido Nítrico.

Fonte: Ocean Drop

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DESENVOLVIMENTO PESSOAL: NUNCA DEIXE OS OUTROS DERRUBAREM VOCÊ, POR IVAN MAIA

Acredite em você, seja um surdo seletivo, não ouça o que seus “parentes” , “falsos amigos” e cérebros de ervilha dizem, acredite em você e ouça a sua intuição. Este é o grande recado que o palestrante e desenvolvedor de pessoas Ivan Maia nos trás no vídeo fantástico a seguir, aqui na coluna DESENVOLVIMENTO PESSOAL desta sexta-feira!

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DESENVOLVIMENTO PESSOAL: SAIBA QUAIS OS BENEFÍCIOS DO CONTÁGIO PELO VÍRUS DA EMPATIA

         O vírus da empatia

Se esse vírus nos contagiar, teremos respeito para com o outro, aí inclusos a quebra da propagação da doença, a solidariedade para com os afetados e as vítimas dos efeitos sociais, psicológicos e econômicos da pandemia

Fernando Gaspar*

Resultado de imagem para fotos de empatia

Necessitamos uns dos outros. É um fato essencial. É a primeira grande lição espiritual e física da vida humana, se analisada retrospectivamente. Afinal, ao nascer, dependemos completamente dos nossos pais.

Na verdade, a necessidade da colaboração entre duas pessoas retroage à concepção. A lição se repete ao longo de toda a vida, nos mais diversos aspectos sociais. Já abordamos o tema em outro artigo. Em certas circunstâncias, a interdependência se torna mais evidente, mais aguda. É o caso de uma pandemia, onde um responde pela doença do outro. Nessas ocasiões, mais do que nunca, deveríamos optar pela empatia, pelo engajamento e pela solidariedade em prol da saúde.

Quando o mundo vive a propagação de uma doença contagiosa e para a qual não há tratamento específico, mas a perspectiva de uma vacina, então entra em cena a importância crítica dos cuidados preventivos. Nesse contexto, nossa saúde depende diretamente da higidez e dos cuidados de outras pessoas, pois a transmissão da infecção se dá de um infectado para um são, de diferentes modos, inclusive pelo ar, segundo a OMS. A preocupação consigo nos leva a desejar que todos cooperem para quebrar a cadeia de transmissão, inclusive aderindo a programas de vacinação, uma grande conquista científica.

Além de amor próprio, necessitamos, literalmente, de amor ao próximo, já que a proximidade é um fator crucial para o contágio. Acontece que grande parte dos infectados tem poucos ou nenhum sintoma. Deste modo, a conscientização de que cada um pode ser vetor silencioso para a doença ou a morte de outros é crucial para que todos adotem medidas higiênicas preconizadas pela ciência e pelas autoridades. Exige-se, portanto, uma  preocupação consigo e com os demais. Ninguém é excluído: “amai (até) vossos inimigos”, porque todos são potenciais vetores da doença e da morte, indiscriminadamente.

O grupo do neurocientista Giácomo Rizzolatti descreveu, em 1996, a existência dos chamados neurônios espelhos. Eles constataram, inicialmente, que certas áreas do cérebro são ativadas quando executamos determinadas atividades ou simplesmente observamos sua execução por outras pessoas. A existência dessas células sugere a importância da interação como um aspecto evolutivo e oferece uma base biológica adicional para a empatia.

Preocupar-se com os demais, colocar-se no lugar deles, é ter empatia. Sabe-se que a Covid-19 pode ser mais grave em certos grupos, como idosos e portadores de doenças. Cabe ao forte e ao jovem cuidar-se, tendo em vista a possibilidade de levar o vírus até aquelas pessoas. Dessa forma, posicionando-se na perspectiva de terceiros, deveremos adotar a postura fraterna, que implica no reconhecimento de que somos irmãos, considerando-se nossa origem espiritual e planetária, com destinos comuns. Sem dúvida, é nosso dever não infectar.

                            Unidade e interdependência

Estamos todos submetidos às mesmas leis universais. Do ponto de vista espiritual, o budista em geral reconhece ao menos duas dessas leis, a do karma e a do renascimento. A primeira faz retornar a cada um conforme suas obras, em todas as dimensões da vida. Diz o Vinaya Pitaka: “Quando os frutos da retribuição estiverem maduros, não há onde se ocultar.” Já o renascimento significa reviver nas formas. Ambas as leis têm implicações morais e éticas.

No olhar do filósofo Adolfo Váz quez, no livro Ética, a moral envolve os costumes, os hábitos e os valores de um grupo social numa dada época e lugar, sendo, portanto, variável. O comportamento moral, por sua vez é objeto de uma ciência chamada ética. Assim, aplicada à Teosofia, o reconhecimento das leis do karma e do renascimento pode mudar a moral e suas consequências éticas.

Como o ponto central da moral é a atuação, influência ou repercussão sobre o outro, a empatia ganha especial relevância. No Budismo, esse aspecto surge sob a forma de compaixão. Tocado pela possibilidade causar, de modo involuntário, o adoecimento do próximo, o budista cuida-se. Consequentemente, zela pelos demais. O cristão pode atribuir a mesma atitude à misericórdia com vistas à providência divina. De qualquer modo, o sentimento de simpatia alheia evoca o senso de unidade entre os seres, um flagrante monismo cósmico, que deve nortear nossas ações com vistas à empatia.

O próprio vírus é um exemplo de unidade e interdependência. O SarsCov-2, causador da Covid-19, é um parasita intracelular, como qualquer vírus. Logo, ele depende da célula hospedeira para se multiplicar e se propagar. Esse mecanismo viral é, por si só, um exemplo de dependência. A propósito, em termos teleológicos, o vírus possivelmente não “deseja” a morte do hospedeiro, uma vez que, quanto mais tempo este sobreviver, mais vírus serão produzidos. É sabido que os seres visam perpetuar-se, e colaboram nesse sentido.

Nessa discussão, naturalmente  emerge nossa relação com outros reinos da natureza, a começar pelos micróbios. Os micro-organismos constituem os seres vivos mais abundantes do mundo. Em relação a eles, os humanos são minoria: eis um recado para que respeitemos adiversidade  e as minorias entre nós mesmos, humanos, haja vista ser comum agirmos contra minorias. Sejamos empáticos. Afinal, se aquela lógica numérica fosse aplicada a nós, e não apenas entre nós, seríamos subjugados ou extintos em prol de outras criaturas. Outro ponto é que não devemos subestimar uma doença somente porque uma  minoria adoece gravemente; afinal, todos são importantes. Neste caso, pensar o contrário é faltar com a empatia e a fraternidade.

A despeito de sermos uma minoria entre os seres vivos, somos portadores de características singulares e sofisticadas, como a inteligência e a autoconsciência. Esses atributos nos fazem poderosos, o que torna nossa responsabilidade junto à natureza muito maior, se comparada a outras criaturas. Nossa possibilidade de intervir, para o bem ou para o mal, é enorme. Assim sendo, pela felicidade e bem-estar geral, é um dever pender essa balança para o bem comum, considerando-se a ecologia, da qual não podemos nos furtar.

Sob certo aspecto, a pandemia é um exemplo de desequilíbrio ecológico. Especialistas associam a atual crise sanitária ao desrespeito à natureza. Segundo eles, o desmatamento e o confinamento de animais silvestres trouxeram um antigo vírus das florestas para a cidade. Isso já aconteceu com o HIV e o Ebola. Como resultado, temos uma doença transmissível, as mortes e as sequelas da doença, e do isolamento social, passando pela economia e pela subsistência dos povos. Isso ocorre quando nos falta empatia para com a natureza.

O vírus expõe nossa condição de filhos da Terra e do Cosmo. Ele não faz distinção e representa uma ameaça potencial para qualquer pessoa, a despeito de gênero, idade, raça, nacionalidade, profissão, status, opção política, etc. No papel de vilão, é irônico constatar que o vírus é  me- nos preconceituoso e seletivo que os humanos. Ele pode invadir qualquer um. Unidos pela vulnerabilidade, os humanos deveriam reproduzir o caráter universal do vírus e fomentar uma visão que supere as aparentes diferenças entre nós. O vírus que não distingue ninguém deveria nos tornar mais espiritualizados; ele deveria ser o vírus da empatia, mas isso depende de nossa postura e atitudes.

Para o teósofo Pablo Sender, em Theosophy and Conscious Mind, o “As essências visíveis e invisíveis  do universo nos une à nossa origem. Estamos ligados por elementos comuns. Essa interligação se torna mais notável numa crise como a atual. Se no dia a dia a cooperação é o motor da vida, agora ela se faz particularmente valiosa.” problema fundamental na raiz dos nossos equívocos é a ignorância a respeito do que realmente somos. De fato, não por acaso Delfos diz: “Conhece-te a ti mesmo e conhecereis o universo e os deuses.” Nas dimensões sutis da existência há a essência que tudo permeia e de onde tudo provém O acesso consciente a esses níveis contém a chave do autoconhecimento e, por conseguinte, da sabedoria universal. E quanto mais profunda a autoconsciência, maior o poder de empatia, de amor e compaixão. Mas qual a origem da autoconsciência?

P. Blavatsky afirma que a autoconsciência individual surge na mente e por causa dela. A noção de ego está atrelada à mente. Por outro lado, os níveis mais profundos dos seres, para além da mente, são níveis coletivos, impessoais. Esses últimos planos de existência unificam a tudo e a todos, representam a raiz precípua de onde qualquer coisa se origina, do mineral ao homem, passando pelos diversos seres vivos ou os ditos inanimados, como os vírus cristalizados.

Em geral, os teósofos tomam o plano espiritual como a raiz fundamental e primeira de tudo que existe. De seus raios surge a miríade de possibilidades. Mas esse nível é indescritível, inconsciente (em nossa perspectiva mental) e por isso já foi tido pelos antigos como sendo nada, embora seja o incompreensível tudo–  assim como o infinitamente grande ou pequeno é um nada para nossos

Comparado ao espírito, buddh já possui certa consciência (que, na verdade, é estupenda, dada sua magnitude), embora para a mente ele seja ainda inconsciente. Para fins de comparação, imaginemos nosso corpo: estamos conscientes dele, mas nós mesmos estamos mergulhados num Cosmo esplendidamente infinito e ignoto. Embora o Cosmo seja o espetaculoso poder total, em nossa limitada visão ele é inconsciente.  sentidos. Importa considerar, portanto, que o espírito é um elemento universal. Para alcançar a mente, ele lança mão de um veículo intermediário chamado, em sânscrito, buddhi.

Segundo Blavatsky, buddhi pode ser comparado a uma folha de papel em branco. O espaço onde este se situa é Atman (Espírito), ao passo que o papel pode ser comparado a uma “condensação” transitória do raio do Atman, chamado buddhi. Esse papel, que é uma unidade onde tudo se inscreve, não admite dualidade ou egoísmo, até porque aí tudo se delineia e o ego inexiste. Na prática, é a fonte longínqua da empatia que resulta no altruísmo. É a origem do amor universal e irrestrito. A empatia é, portanto, um reflexo desses planos impessoais profundos e elevados na mente e nas emoções do ser humano.

A dependência mútua nos une por fios invisíveis, assim como as essências visíveis e invisíveis do universo nos une à nossa origem. O átomo em nosso corpo teve origem numa estrela que, num instante crítico e remoto, explodiu. Estamos ligados por elementos comuns. Num outro nível, essa interligação se torna mais notável numa crise como a atual. Se no dia a dia a cooperação é o motor da vida, agora ela se faz particularmente valiosa. Se não cultivarmos o amor ao próximo, respeitando-o, jamais seremos plenamente felizes.

Para usar uma metáfora, podemos concluir que se o “vírus da empatia” nos contagiar, teremos o devido respeito pela natureza e para com o outro, aí inclusos o autocuidado e a quebra da cadeia de propagação da doença. Deve aparecer a solidarieda- de para com os afetados pela enfermidade, suas sequelas e para com as vítimas dos efeitos sociais, psicológicos e econômicos. Afinal, na borrasca surgem grandes oportunidades para que a espiritualidade e o amor fraterno que estão na essência das religiões se manifestem.

Fonte:  REVISTA SOPHIA • NOV/DEZ 2020

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DESENVOLVIMENTO PESSOAL: ILUDIDOS PELO ACASO E O DILEMA SORTE OU AZAR

Na nossa coluna DESENVOLVIMENTO PESSOAL deste domingo trago a resenha animada do livro Iludidos pelo acaso, do autor Nassim Nicholas Taleb, que trata do dilema Sorte ou Azar e das desculpas amarelas que damos para justificar. Você não pode deixar de assistir esse vídeo altamente esclarecedor!

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DESENVOLVIMENTO PESSOAL: RESUMO ANIMADO DO BEST SELLER “OMILAGRE DA MANHÔ, POR ALBANO

O Best Seller “O milagre da manhã” de Hal Elrod é o destaque, aqui na coluna DESENVOLVIMENTO PESSOAL deste sábado. Graças a Albano do “Seja Uma Pessoa Melhor” temos um super resumo animado em 6 minutos que vão transformar a sua vida, caso você assista até o fim e ponha em prática seus ensinamentos. Então, o que está esperando?  Comece agora assistir e mude a sua realidade!

Fonte: Seja Uma Pessoa Melhor

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DESENVOLVIMENTO PESSOAL: FAÇA, MESMO SEM VONTADE, POR PRDRO CALABREZ

O renomado psicólogo e palestrante Pedro Calabrez é o destaque da nossa coluna AUTOCONHECIMENTO desta sexta-feira, onde aborda um tema muito importante para toda a humanidade. Ele nos fala sobre as armadilha e cascas de banana que nós mesmos colocamos na nossa caminhada, cuja principal delas é a Zona de Conforto, que ele denomina dessa forma, mas no FAÇA, MESMO SEM VONTADE. Portanto, convido você a assistir ao vídeo completo a seguir  e entender como essas armadilha nos tiram do nosso foco!

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DESENVOLVIMENTO PESSOAL: COMO SER UMA PESSOA DESEJÁVEL SEM SER BONZINHO DEMAIS

Começar a semana aprendendo coisas que nos ajudam a ser uma pessoa melhor é a nossa proposta, aqui na coluna DESENVOLVIMENTO PESSOAL. Portanto, nesta segunda-feira temos uma resenha animada sobre como ser uma pessoa aceitável e desejável pelos outros sem que elas a explorem ou não queiram se relacionar com você. Sobre o equilíbrio entre ser bobo ou esperto demais. Enfim, ser uma pessoa de sucesso nos relacionamentos. Se você quer ser alguém assim assista a esse vídeo!

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DESENVOLVIMENTO PESSOAL: TRANSFORME SUA MANEIRA DE VER SUAS METAS PARA PODER ALCANÇÁ-LAS

DESENVOLVIMENTO PESSOAL é uma prática diária e sendo assim vivemos de metas a serem alcançadas, mas essas metas não são alcançadas. Não é sobre O QUE você quer ser, mas QUEM você quer ser. Mude esse paradigma e alcance facilmente suas metas. O vídeo a seguir é sobre as suas metas para esse ano. Então, o que está esperando para alcançá-las?

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DESENVOLVIMENTO PESSOAL: UMA RESUMO ANIMADODO LIVRO A ARTE DA GUERRA DE SUN TZU

Nesta quarta-feira você vai ver, aqui na coluna DESENVOLVIMENTO PESSOAL, um resumo animado, feito por Albano do Seja Uma Pesoa Melhor, de um livro que tem mais de dois mil anos, cujas ideias sobrevivem até hoje graças a profunda sabedoria contida em suas breves páginas. Na vida tudo é conhecimento e estratégia. Portanto, quem conhece a si mesmo e conhece o inimigo alcançará a vitória e quem, além disso, conhece o tempo e o terreno a alcançará de modo absoluto!

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DESENVOLVIMENTO PESSOAL: NENHUM SUCESSO NA VIDA COMPENSA O FRACASSO NO LAR, POR STEPHEN KANITZ

Um artigo publicado na revista VEJA em 20 de fevereiro de 2002, de autoria do renomado administrador de empresas e colunista desta célebre revista é o destaque, aqui na coluna DESENVOLVIMENTO PESSOAL desta quinta-feira, sobre o grande dilema do provedor de família diante da escolha entre FAMÍLIA X TRABALHO como prioridade.

Diário de Aprendizagem: A FAMÍLIA EM PRIMEIRO LUGAR

A família em primeiro lugar

O administrador Stephen Kanitz, colunista da revista Veja, escreveu em edição de fevereiro de 2002 mais ou menos o seguinte:

Há vinte anos presenciei uma cena que modificou radicalmente minha vida. Foi num almoço com um empresário respeitado e bem mais velho que eu.

O encontro foi na própria empresa. Ele não tinha tempo para almoçar com a família em casa, nem com os amigos num restaurante. Os amigos tinham de ir até ele.

Seus olhos estavam estranhos. Achei até que vi uma lágrima no olho esquerdo. “Bobagem minha”, pensei. Homens não choram, especialmente na frente dos outros.

Mas, durante a sobremesa, ele começou a chorar copiosamente. Fiquei imaginando o que eu poderia ter dito de errado. Supus que ele tivesse se lembrado dos impostos pagos no dia.

“Minha filha vai se casar amanhã”, disse sem jeito, “e só agora a ficha caiu. Percebo que mal a conheci.

Conheço tudo sobre meu negócio, mal conheço minha própria filha. Dediquei todo o tempo à minha empresa e me esqueci de me dedicar à família.”

Voltei para casa arrasado. Por meses, me lembrava dessa cena e sonhava com ela. Prometi a mim mesmo e a minha esposa que nunca aceitaria seguir uma carreira assim.

Colocar a família em primeiro lugar não é uma proposição tão aceita por aí. Normalmente, a grande discussão é como conciliar família e trabalho. Será que dá?

O cinema americano vive mostrando o clichê do executivo atarefado que não consegue chegar a tempo para a peça de teatro da filha ou ao campeonato mirim de seu filho.

Ele se atrasou justamente porque tentou conciliar trabalho e família. Só que surgiu um imprevisto de última hora, e a cena termina com o pai contando uma mentira ou dando uma desculpa esfarrapada.

Se tivesse colocado a família em primeiro lugar, esse executivo teria chegado a tempo. Teria levado pessoalmente a criança ao evento.

Teria dado a ela o suporte psicológico necessário nos momentos de angústia que antecedem um teatro ou um jogo.

A questão é justamente essa. Se você, como eu e a grande maioria das pessoas, tem de conciliar família com amigos, trabalho, carreira ou política, é imprescindível determinar quem você coloca em primeiro lugar.

Colocar a família em primeiro lugar tem um custo com o qual nem todos podem arcar. Implica menos dinheiro, fama e projeção social.

Muitos de seus amigos poderão ficar ricos, mais famosos que você e um dia olhá-lo com desdém. Nessas horas, o consolo é lembrar um velho ditado que define bem por que priorizar a família vale a pena:

“Nenhum sucesso na vida compensa um fracasso no lar.”

Qual o verdadeiro sucesso de ter um filho drogado por falta de atenção, carinho e tempo para ouvi-lo no dia-a-dia?

De que adianta ser um executivo bem-sucedido e depois chorar durante a sobremesa porque não conheceu sequer a própria filha?

* * *

O lar constitui o cadinho redentor das almas. Merece nosso investimento em recursos de afeto, compreensão e boa vontade, a fim de dilatar os laços da estima.

Os que compõem o lar são os marcos vivos das primeiras grandes responsabilidades do Espírito encarnado.

Assim, acima de todas as contingências de cada dia, compete-nos ser o cônjuge generoso e o melhor pai, o filho dedicado e o companheiro benevolente.

Afinal, na família consangüínea, temos o teste permanente de nossas relações com toda a Humanidade.

Redação do Momento Espírita, baseado no artigo de Stephen Kanitz, revista Veja, seção Ponto de vista, de 20 de fevereiro de 2002 e no cap. 19 do livro Conduta espírita, do Espírito André Luiz, psicografia de Waldo Vieira, ed. Feb

Fonte: Momento de Reflexão

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DESENVOLVIMENTO PESSOAL: QUAL É A SUA VOCAÇÃO? POR LEANDRO KARNAL

Neste vídeo, o professor Leandro Karnal fala sobre dom, vocação e talento. O quanto de nossas habilidades são inatas e quanto delas é fruto de aprendizado? Existe uma pré-disposição com a qual a pessoa nasce para desenvolver esse ou aquele talento? Existe dom, vocação? Ou depende do ambiente onde a pessoa é criada e a quais estímulos ela é submetida? A pessoa nasce brilhante ou é tornada brilhante? Qual o papel da Educação no desenvolvimento de habilidades? Como o estímulo da família pode ajudar a florescer um talento?

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DESENVOLVIMENTO PESSOAL: DESCUBRA COMO MELHORAR SEUS RELACIONAMENTOS, POR IVAN MAIA

Nesta quarta-feira vamos aprender um pouco mais com Ivan Maia sobre RELACIONAMENTOS, aqui na coluna DESENVOLVIMENTO PESSOAL. Hoje ele nos ensina como melhorar seus relacionamentos. Dá dicas preciosas que podem melhorar muito os seus relacionamentos e a sua qualidade de vida. Então, vem comigo assistir esse vídeo maravilhoso!

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DESENVOLVIMENTO PESSOAL: SUAS DECISÕES E AÇÕES DEFINEM O QUE VOCÊ TERÁ, POR IVAN MAIA

Estamos de volta com as palestras de Ivan Maia, pois estão convergindo com a minha linha de pensamento e com as coisas que falo. Como tenho dito diuturnamente para você que, só você é 100% responsável pela sua realidade, ele também diz a mesma coisa com outras palavras. Então ele diz: “Você precisa entender e reconhecer que a sua vida de hoje, quer ela esteja ótima, quer ela esteja lastimável, é apenas o reflexo de suas DECISÕES E AÇÕES do passado. Toa ação e decisão sua altera e define a sua vida. Portanto, pare e defina agora o que você deseja ter na vida e saiba que Suas Decisões e Ações Definem o que Você Terá”. Então você precisa assistir o que um cara que tem mais de 1 milhão de seguidores tem a dizer!

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DESENVOLVIMENTO PESSOAL: TRABALHANDO O PERDÃO – A DECISÃO DE PERDOAR – AULA 3 – POR ROSSANDRO KLINJEY

Nesta quinta-feira, aqui na coluna DESENVOLVIMENTO PESSOAL, nós vamos assistir a 3ª palestra do renomado psicólogo Rossandro Klinjey sobre o perdão. Na sua primeira aula sobre o assunto ele identificou a Mágoa que está dentro de cada um de nós, mas que muitas vezes nem sabemos disso. Na segunda aula ele falou sobre como lidar com a mágoa. Nesta 3ª e última aula ele trata da Decisão de Perdoar. Então, aproveite e não deixe de assistir ao vídeo completo a seguir para aprender a lidar com essa situação!

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DESENVOLVIMENTO PESSOAL: TRABALHANDO O PERDÃO – COMO LIDAR COM A MÁGOA – AULA 2, POR ROSSANDRO KLINJEY

Nesta segunda-feira, aqui na coluna DESENVOLVIMENTO PESSOAL, nós vamos assistir a 2ª palestra do renomado psicólogo Rossandro Klinjey sobre o perdão. Na sua primeira aula sobre o assunto ele identificou a Mágoa que está dentro de cada um de nós, mas que muitas vezes nem sabemos disso. Na aula de hoje ele fala sobre como lidar com a mágoa. Então, aproveite e não deixe de assistir ao vídeo completo a seguir para aprender a lidar com essa situação!

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DESENVOLVIMENTO PESSOAL: FINALIZE 2020 EM UMA NOVA FREQUÊNCIA ATRAVÉS DE LIMPEZA ENERGÉTICA

A limpeza energética é necessária periodicamente para que nos libertemos de energias negativas que podem estar cerceando o nosso campo energético e nos fazendo vibrar em baixas frequências. Então, lhe convido a ler o artigo completo a seguir com dicas poderosas de limpeza energética para encerrar 2020 em uma nova e mais alta frequência.

Dicas de limpeza energética para encerrar 2020 em uma nova frequência

Mulher trabalhando a limpeza de energia com cristal nas mãos
Microgen / 123rf

Você sabia que muitas sensações de peso, falta de energia e até mesmo angústia podem ser sinais de impregnações no seu campo energético?

Numa visão holística, somos muito mais do que o corpo físico. Cada filosofia ou linha espiritual enumera e nomeia uma série de outros corpos além deste que vemos. Provavelmente você já tenha ouvido termos como corpo emocional, corpo mental, corpo astral ou algo semelhante. Estes corpos formam o que chamaremos aqui de campo energético.

Somos formados de energia, como tudo no universo. E sendo energia possuímos determinada vibração. Essa vibração que cada um de nós emana entra em sintonia com outros seres desta e de outras dimensões. Por afinidade, muitos deles se aproximam de nós e permanecem acoplados ao nosso campo energético. Mesmo que a maioria das pessoas não consiga vê-los, pode-se perceber sua presença ou manifestar sintomas como:

  • cansaço sem motivo;
  • sensação de ter a energia sendo sugada;
  • sensação de que os pensamentos repetitivos em sua mente não são seus;
  • angústia, medo ou tristeza repentinos e sem motivo.

Por isso é tão necessário fazer limpezas energéticas frequentes. Ainda mais neste momento de pandemia em que estamos vivendo, em que o medo e a apreensão coletivas nos tornam ainda mais suscetíveis a impregnações energéticas.

No início de qualquer atendimento, por exemplo, eu realizo limpezas energéticas no cliente utilizando o thetahealingTM, técnica energética de reprogramação mental. Pois assim temos a certeza de trabalharmos na sessão somente emoções e memórias da pessoa que está sendo atendida e não as captadas do exterior.

Esse processo de limpeza aumenta também a disposição, traz sensação de paz e relaxamento e ajuda a pessoa a ter maior percepção de sua própria energia.

Pessoas que trabalham com terapias vibracionais ou com práticas espirituais tendem a ter o campo energético ainda mais amplo e devem tomar cuidado redobrado com a própria energia, fazendo no mínimo uma limpeza por semana.

Energia passando pelas mãos de uma pessoa
NikkiZalewski / Getty Images / Canva

Numa limpeza energética profunda, podemos retirar do campo de uma pessoa, dentre outras coisas:

  • Formas pensamento: nossos pensamentos repetitivos criam formas que ocupam espaço em nosso campo energético. Dependendo do tempo e intensidade em que alimentamos essas formas, elas se tornam entidades com vida própria e que em momentos de inconsciência podem dominar parte de nossa mente;
  • Fragmentos de alma: resquícios da energia de outra pessoa que ficam acoplados ao nosso campo energético quando temos relações sexuais ou nutrimos emoções intensas por ela;
  • Excesso de energia eletromagnética: energia proveniente de aparelhos eletrônicos (celulares, modens, roteadores etc.) que são prejudiciais para nossa saúde física;
  • Laços energéticos: quando convivemos muito com alguém (família e parceiros afetivos principalmente), criamos laços que unem alguns de nossos chakras aos deles. Isso faz com que, muitas vezes, nos mantenhamos em estados anteriores de consciência quando estamos na presença dessas pessoas, como, por exemplo, o filho adulto que se comporta de maneira infantilizada na casa dos pais. Esses laços fazem também com que nos sintamos presos a uma pessoa mesmo depois de anos que o relacionamento terminou;
  • Ganchos energéticos: frestas no campo que permitem que pessoas nos suguem. Esse vampirismo pode ocorrer intencionalmente ou não;
  • Ataques psíquicos: sabe aquele xingamento que você recebeu quando fechou sem querer um carro no trânsito? Ou uma crítica e julgamento feitos por alguém? Isso também tem energia e cria uma forma no seu campo energético;
  • Espíritos errantes: desencarnados que perderam o portal de acesso à quarta dimensão. Muitos deles não tem a consciência de que faleceram e permanecem vagando até serem encaminhados à luz.
  • Espíritos caídos: seres que vivem intencionalmente na Terra, causando interferências negativas e se alimentam de emoções e pensamentos de baixa frequência, tais como raiva, ódio, medo, culpa.

Conhecendo um pouco dessas impregnações, percebe-se a importância da limpeza energética se tornar um hábito que contribuirá para uma vida mais leve, livre e equilibrada.

Mesmo que você não faça uma sessão terapêutica para limpeza do seu campo neste momento, existem práticas simples que você mesmo pode fazer em casa. Elas ajudarão a aumentar sua consciência a respeito da sua energia, elevar a frequência e proteger-se das impregnações.

Mulher meditando
Poike / Getty Images Pro / Canva

Consciência sobre os próprios pensamentos e emoções

O autoconhecimento é a base para o bem-estar e evolução. Então é muito importante que você pratique autopercepção. Pelo menos 90% dos pensamentos que reproduzimos não são nossos, têm origem nos ambientes que frequentamos, nos conteúdos que consumimos e no inconsciente coletivo.

Portanto, questione-se sempre que estiver se sentindo pesado: “Este pensamento é meu mesmo?”, “Essa emoção é minha?”, “Quem em mim está falando nesse momento?”, “Essa dor é minha?”.

Perceba a resposta em seu próprio corpo. Com um pouco de prática, a resposta ficará cada vez mais clara. Se a resposta for negativa, intencione devolver o pensamento ou sentimento à origem. Você pode visualizar essa energia sendo retirada do seu campo energético, encoberta de luz e entregue a quem pertence.

Banhos

Sal grosso e flor de lavanda

Cmfotoworks / Getty Images / Canva

O banho de sal grosso funciona como uma espécie de radiestesia natural, ele descarrega as energias densas do seu campo. Importante que faça em um momento de tranquilidade, intencionando a limpeza das energias percebidas.

Para isso, dissolva 3 colheres de sopa de sal em 1 litro de água fervente. Tome o banho higiênico de costume e depois despeje a água com sal morna sobre todo o corpo. Pode ser feito a cada 15 dias.

Na sequência, você pode realizar banhos de ervas para recarregar seu campo com energias positivas. Algumas das ervas mais indicadas são alecrim, manjericão e louro. Faça a infusão de 1 colher de sopa da erva escolhida para 1 litro de água. Despeje o líquido em todo o corpo após o banho higiênico. Pode ser utilizado por até 7 dias após o banho de sal grosso.

Elevação da frequência energética com aromaterapia

Canela, flores diversas e essências

Anna-Ok / Getty Images Pro / Canva

Os óleos essenciais, base da aromaterapia, possuem uma frequência vibracional muito mais alta do que a humana. A maioria dos óleos essenciais vibra entre 70 e 180 MHz, sendo que o óleo essencial de rosas chega a 320 MHz. Por outro lado, um ser humano saudável possui frequência em torno de 62 a 68 Mhz, mensurados pelo aurameter.

Por isso, ao utilizar os óleos essenciais, somos harmonizados, temos uma elevação imediata na frequência do nosso campo energético. Com a frequência elevada, seres de frequência mais baixa não entrarão em sintonia conosco.

Os óleos essenciais mais indicados para limpeza são: melaleuca, eucalipto, capim-limão e junípero.

Além de utilizarmos os óleos em banhos, semelhante ao que fazemos com as ervas, sugiro a utilização em massagens corporais, principalmente dos ombros e costas. Para isso, misture 3 gotas do óleo essencial escolhido diluído em 1 colher de sopa do óleo vegetal da sua escolha (amêndoas, coco, linhaça, macadâmia, azeite etc.). Repita a aplicação sempre que se sentir pesado e sem energia.

Depois é possível utilizar outros óleos essenciais, como alecrim, laranja, limão ou hortelã-pimenta no colar aromático ou difusor ambiental para manter sua frequência elevada.

Placas radiônicas em casa

Uma maneira muito prática de cuidar da nossa energia e do nosso ambiente é a utilização de placas radiônicas na cama.

Placas radiônicas são gráficos que emanam energia com uma finalidade específica. Elas ajudam não só a limpar as contaminações energéticas já mencionadas, como também a bloquear as energias telúricas patogênicas. E mais do que isso, colaboram na manutenção do equilíbrio mental e aumento da vitalidade.

Pessoa praticando radiestesia com pêndulo e placa
NikkiZalewski / Getty Images / Canva

O conjunto de placas radiônicas para se utilizar embaixo do colchão é composto de 8 gráficos:

  • Na região da cabeça: SCAP, Yoshua e Pentagrama;
  • Na região do tórax: Pirâmide TAO e Desenho de Luxor;
  • Na região do quadril: Alta Vitalidade e Antidor;
  • Nos pés: Keiti

As placas têm eficiência pelo período médio de 6 meses. Depois devem ser substituídas por novas.

Para concluir, quero lembrar você que nos acostumamos com o peso, a dor e com a falta de energia. Nem por isso este é nosso estado normal. O ser humano se adapta a muitas situações que o adoecem. E antes de uma doença se manifestar fisicamente, ela dá sinais em níveis mais sutis.

Pode ser que você se sinta cansado, sem disposição, triste ou com a mente turbulenta. Isso não significa que esse estado vá permanecer para sempre. A mudança é sempre possível e pode ser mais fácil do que você supõe.

2021 bate à nossa porta. Vamos nos preparar para que ele seja mais leve, alegre e cheio de prosperidade? Estar consciente o máximo de tempo possível sobre o que você emana com seus pensamentos e emoções e fazer da limpeza energética um hábito de autocuidado podem ser o primeiro passo para a criação de uma nova realidade individual no ano que virá.

Então experimente uma das práticas propostas e depois compartilhe com a gente como se sentiu.

Juliana Bernardo
Escrito por Juliana Bernardo

 

Fonte: Eu Sem Fronteiras

 

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DESENVOLVIMENTO PESSOAL: EXERCÍCIO DE REPROGRAMAÇÃO MENTAL PARA O DINHEIRO

Na nossa caminhada do AUTOCONHECIMENTO, nesta quinta-feira trago para você, aqui na coluna DESENVOLVIMENTO PESSOAL um Exercício de Reprogramação Mental para o Dinheiro, que a May Andrade vai nos ensinar, através dos ensinamentos do sensacional Best Seller Joseph Murphy no livro “Como atrair o dinheiro”. Aqui você vai aprender quantas vezes você precisa repetir uma frase para que seu subconsciente mude o padrão mental. Então, o que está esperando? Assista logo esse vídeo altamente esclarecedor e mude a sua realidade!

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DESENVOLVIMENTO PESSOAL: O QUE HÁ POR TRÁS DE QUEM DEU CERTO NA VIDA

Nesta quarta-feira , aqui na coluna DESENVOLVIMENTO PESSOAL, vamos assistir a uma mini palestra do Professor, escritor, historiador e um dos maiores pensadores da atualidade, Leandro Karnal, sobre “O que há por trás de quem deu certo na vida”. Nesta palestra ele afirma que sua felicidade depende de você. Portanto, não perca essa oportunidade de descobrir o que há por trás de quem deu certo na vida!

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DESENVOLVIMENTO PESSOAL: SUPERE DEFINITIVAMENTE SEUS MEDOS

Neste sábado vamos assistir, aqui na coluna DESENVOLVIMENTO PESSOAL a mais um resumo animado de Albano, do Seja uma pessoa melhor, sobre como superar definitivamente os seus medos. Como vencer seus medos e anseios por meio de uma técnica comprovada cientificamente e já usada mundo afora. Então, não perca tempo, se acomode em sua poltrona e assista ao vídeo completo a seguir e liberte-se definitivamente dos seus medos!

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DESENVOLVIMENTO PESSOAL: IDENTIFICANDO A MÁGOA – SEMANA DO PERDÃO – AULA 1

A partir de hoje, aqui na coluna DESENVOLVIMENTO PESSOAL, nós vamos assistir as palestras do renomado psicólogo Rossandro Klinjey sobre o perdão. Na sua primeira aula sobre o assunto ele vai identificar a Mágoa que está dentro de cada um de nós, mas que muitas vezes nem sabemos disso. Então, aproveite e não deixe de assistir ao vídeo completo a seguir para descobrir quais as mágoa que você tem e não sabe!

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DESENVOLVIMENTO PESSOAL: AS 5 CRENÇAS LIMITANTES QUE TRAVAM O NOSSO CRESCIMENTO PESSOAS E ESPIRITUAL

Nesta sexta-feira, aqui na coluna DESENVOLVIMENTO PESSOAL temos um artigo que trata das crenças limitantes que são incutidas em nossas mentes desde que nascemos e que atrapalham e atrasam a nossa evolução. Por isso lhe convido a ler esse artigo esclarecedor que abrir a sua mente e lhe ajudar a se libertar desses dogmas e crenças que travam o nosso crescimento pessoal e espiritual.

5 coisas estúpidas que a sociedade cobra de você

Handsome bearded man resting after work and drinking coffee

Recentemente, escrevi um artigo que repercutiu muito, o assunto em questão era o quanto a sociedade que vivemos é doente e porque não aceitar o que ela nos oferece como normal é, na verdade, algo saudável a se fazer, embora isso possa nos estigmatizar socialmente e até nos fazer parecer loucos perante aos outros seres humanos.

É claro, em última análise, a sociedade nada mais é do que fruto da nossa própria criação — uma manifestação da nossa mente coletiva. A sociedade, portanto, pode ser mudada no momento em que tomarmos essa decisão, mas antes que possamos fazê-lo, primeiro precisamos mudar nós mesmos.

A melhor maneira para mudarmos é questionando as crenças que nutrimos por tradição e começar a pensar por nós mesmos a fim de descobrirmos uma forma de viver que realmente contribua para o nosso bem-estar. Por esse motivo, eu gostaria de te apresentar 5 coisas estúpidas e muito prejudiciais que a sociedade tem te ensinado e cobrado, juntamente com os motivos pelos quais você não deveria acreditar e nem segui-las:

1) “Você precisa obedecer às autoridades”

Desde muito cedo, a sociedade nos influenciou a não acreditarmos em nós mesmos, a não escutar a nossa voz interior e nem usar o nosso pensamento crítico. Se ousássemos fazer o contrário, estávamos destinados a nos meter em problemas.

Consequentemente, ao invés de criarmos e caminhar pelo nosso próprio caminho, nós seguimos um caminho predeterminado por outros, quer gostemos ou não.

A melhor maneira para mudarmos é começar a pensar por nós mesmos.

Nós temos aceitado como normal a cegueira de acreditar no que as autoridades nos dizem e a obedecer todas as regras que nos são impostas, sem parar para questionar essas crenças a fim de encontrar a verdade para que possamos viver da maneira que queremos e não da forma que a sociedade espera.

Não é surpresa que a maioria das pessoas não consiga pensar por si só e nem acatar a responsabilidade que tem pela própria vida, o que resulta em ser vítima das decisões que os outros tomam por ela.

2) “Você precisa se casar”

O amor é um pássaro livre e na maior parte dos casos, o casamento é uma prisão. A sociedade tem nos levado a acreditar que para ser um casal feliz e amável é preciso se casar. A realidade, no entanto, não poderia ser mais distante e isso é óbvio pelo fato de que metade dos casais casados acabam no divórcio.

O casamento é uma forma das pessoas possuírem a outra, de torná-la seu objeto e controlá-la a fim de se sentirem seguros com a ideia de que ela estará ali para sempre.

Mas como alguém pode saber o quanto esse amor durará?

O amor vem e vai, mas às vezes ele se vai rápido demais. Então, forçar esse tipo de relação com alguém que você não sabe se amará no futuro é algo estúpido e imaturo.

3) “Você precisa comprar várias coisas para ser feliz”

Muitos de nós acreditam que para ser feliz é preciso comprar várias coisas, especialmente as mais caras.

A publicidade nos enganou ao nos fazer acreditar que a felicidade é encontrada nos objetos materiais e a não ser que tenhamos um monte deles, não somos capazes de nos divertir.

Mas não importa quantas posses tenhamos, nos sentimos sedentos a ter mais, porque adquirir objetos materiais simplesmente não pode satisfazer as nossas necessidades emocionais.

O que nós realmente precisamos para sermos felizes é aprender a nos relacionar com os outros, a perseguir as nossas paixões, a desenvolver uma atitude plena e a sermos gratos pelas dádivas que a vida nos oferece — e dinheiro nenhum no mundo pode comprar isso!

4) “Você precisa ser rico para alcançar o sucesso

No nosso sistema econômico baseado em dívidas, todos precisamos de dinheiro para cobrir as nossas necessidades básicas e ter tempo e recurso para adquirir aquelas coisas que nos dão satisfação.

No entanto, muitas pessoas confundem a acumulação financeira com uma vida de sucesso. Elas pensam que para ser feliz é necessário ter uma conta bancária bastante recheada.

O sucesso não vem do dinheiro, mas sim de aprender a viver em harmonia.

É claro, elas não são responsáveis por isso. Desde que estávamos no primário nos levaram a acreditar que ter dinheiro é o maior objetivo da vida — sem ele, a vida é sem significado e sem propósito e se falhamos em obtê-lo, então falhamos com nós mesmos.

Desse modo, vemos quase todo mundo se matando para ganhar mais e não importa o quanto ganhem, ainda assim, eles se sentem tristes e apáticos porque não entendem que o sucesso não vem do dinheiro, mas sim de aprender a viver em harmonia com nós mesmos e com os outros.

5) “Você precisa ser religioso para ser uma boa pessoa”

Outra coisa estúpida que a sociedade te cobra é ser “religioso”. Muitas pessoas têm sido ensinadas por seus pais, escola e igreja que para ter uma boa moral e agir de boa fé com seus semelhantes é preciso acreditar cegamente em uma religião e seguir seus dogmas sem o direito de dúvidas.

Mas eu te digo uma coisa: isso é um absurdo!

Ser religiosamente doutrinado é algo que te suprime de várias maneiras. Isso acontece porque seguir os dogmas de uma religião significa que você agirá de determinadas formas porque uma escritura ou uma figura de poder te instruiu, e não porque você realmente quis e isso é extremamente negativo tanto para você quanto para o bem-estar do mundo todo.

Primeiramente, suprimir-se enche sua psique de “ódio próprio” porque quando você não se sente completo, amado e aceito por ser quem você é, como você pode se amar? Você só consegue se odiar. E como uma pessoa que se odeia é capaz de amar os outros? Não dá, amar a si mesmo é o primeiro passo para amar o próximo.

Além do mais, fazer certas coisas só porque sua religião diz que são boas pode ser algo realmente prejudicial tanto para você quanto para as pessoas ao seu redor, ainda que você tenha as melhores das intenções. Não é à toa, que algumas das piores atrocidades da humanidade tenham sido feitas em nome da religião.

Por último, mas não menos importante, quando você acredita que a sua religião é a única verdadeira, você passa a ver as outras crenças e seus seguidores como seus inimigos. Assim, a religião organizada gera ódio e conflito entre as pessoas.

Tendo dito tudo isso, a maioria das principais religiões do mundo tem importantes lições para ensinar, então estude-as e aprenda o que puder delas, mas certifique-se de descartar o que você sentir que não é certo ou útil. E acima de tudo, não aliene-se a nenhuma ideologia, seja ela religiosa ou não.

***

Sendo profundamente seres sociais com uma imensa necessidade de nos conectarmos e sermos amados pelos outros, muitos de nós vivem a fim de receber a aprovação social, com medo de que se agirem de outra forma serão abandonados e terão que enfrentar a solidão.

Porém, dessa forma só nos reprimimos e sacrificamos o nosso bem-estar. Obviamente, forçar-se a agir de determinada forma só porque te mandaram não é a decisão mais sábia e saudável a se tomar.

É claro, rebelar-se contra a sociedade é algo difícil, mas absolutamente necessário para que você possa trazer paz, felicidade e liberdade para sua vida e também para criar um mundo mais bonito para todo mundo.

Portanto, se você deseja viver melhor, você precisa deixar de lado suas crenças tóxicas que lhe foram impostas e arranjar coragem para dizer NÃO às estúpidas expectativas da sociedade, não importa quais obstáculos tenha que enfrentar na sua jornada.


Escrito por Amanda Prieto da Equipe Eu Sem Fronteiras

Fonte: Eu Sem Fronteiras

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DESENVOLVIMENTO PESSOAL: TRABALHANDO O PERDÃO – IDENTIFICANDO A MÁGOA – AULA 1, POR ROSSANDRO KLINJEY

A partir de hoje, aqui na coluna DESENVOLVIMENTO PESSOAL, vamos apresentar uma série do psicólogo Rossandro Klinjey sobre o Perdão. E a primeira aula é “Identificando a mágoa”. Então, se você tem pendências a resolver não deixe de assistir esse vídeo para a prender como se libertar das magoas!

Fonte:

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DESENVOLVIMENTO PESSOAL: DESCOBRINDO O TAROT

Uma oportunidade de conhecer o que é o TAROT é o destaque, aqui na coluna AUTOCONHECIMENTO desta quinta-feira. Temos um artigo esclarecedor sobre esse jogo milenar, praticado por povos do mundo inteiro. Saiba até onde é jogo e a partir de onde ele inflencia sua vida!

Arcano Pessoal — Descubra o seu e mergulhe em autoconhecimento!

Imagem de uma mesa com cinco cartas de tarot dispostas sobre um pano verde brilhante. Ao lado um vaso com rosas coloridas.
Komahouse / Pixabay

O tarô é um jogo milenar, praticado por povos do mundo inteiro. Nesse jogo, algumas pessoas buscam as previsões do futuro, orientação profissional ou até mesmo um pouco de conforto.

As cartas do tarô são divididas em arcanos maiores, composto por 22 cartas, e o restante corresponde às cartas que estão em um baralho comum, contendo os naipes de copas, espadas, paus e ouros, completando, assim, as 78 cartas do tarô.

No jogo, as imagens que são apresentadas representam mensagens positivas ou negativas, referentes ao passado, ao presente ou ao futuro, dependendo da situação que aparecerem no jogo.

Os arcanos maiores representam nosso eu interior, o que está “escondido” em nossa alma, enquanto os arcanos menores expressam nossa personalidade, ou seja, o que apresentamos aos outros, como eles nos veem.

Nosso autoconhecimento, é revelado através do arcano pessoal, capaz de mostrar quem somos em nossa essência, algo muito particular que pode nos fazer descobrir nosso lugar ou posição neste mundo. Interessante, não é mesmo?

Se você está curioso para saber como pode conhecer seu arcano pessoal, saiba que é totalmente possível de uma maneira bem simples, veja:

Some os números do dia, do mês e do ano de seu nascimento. O resultado obtido deve ser reduzido até um número menor que 22 (número das cartas dos arcanos maiores do tarô).

Exemplo: Data de nascimento: 03 de janeiro de 1990: 03 + 01 + 1990 = 1994 = 1 + 9 + 9 + 4= 23

Como o resultado é maior que 22, somam-se os algarismos: 23 = 2 + 3 = 5

O arcano Pessoal de Ana é o de número 5, a carta O Hierofante.

Em outro exemplo, podemos ter a data de nascimento de Mateus, que é dia 7 de agosto de 1975:

07 + 08 + 1975 = 1990 = 1 + 9 + 9 + 0 = 19

O arcano pessoal de Mateus é o de número 19, a carta O Sol.

Imagem de uma mesa forrada com um tecido roxo e sobre ela três cartas do tarot. Ao lado uma pedra lilás e um pote com uma vela acesa.
JOAN A BROWN / Pixabay

1 – O MAGO

A ideia principal é que o mago use o bastão para captar o poder mágico de cima e distribuí-lo para a mesa, que simboliza o plano da matéria. Na cabeça do mago, há um chapéu simbólico, representando o infinito

Na mesa, vimos uma espada, simbolizando muito trabalho e muita luta. Algumas moedas simbolizam a aquisição e o trabalho a ser realizado, o vidro representa o naipe da alma, simbolizando o amor e o sacrifício.

Possíveis significados: Iniciativa, habilidade, poder de influência.

2 – A PAPISA

Uma mulher está sentada em um trono, vestindo roupas pesadas, segurando um livro e/ou chaves nas mãos. Está no portal da alma humana e a guarda só permite passar quem decifrar o seu mistério: lealdade e integridade.

Possíveis significados: Paciência, compreensão, intuição

3 – A IMPERATRIZ

Outra mulher, mas, dessa vez, com roupas mais leves e roupas que a personagem severa de antes. Ela ainda estava no trono, com uma coroa no topo da cabeça e um cetro e escudo.

Possíveis significados: Crescimento, vivacidade, modificação

4 – O IMPERADOR

Um homem sentado em um trono com as pernas cruzadas faz o número 4. Ele usa uma coroa, um cetro no topo da cabeça e um escudo sob os pés. É um símbolo de autoridade material

Possíveis significados: Estabilidade, ordem, continuidade

5 – O PAPA

Ele é uma pessoa severa, vestindo uma túnica de padre, segurando o cajado do padre em uma das mãos e abençoando os dois ajoelhados à sua frente na outra. Uma figura de poder parece estar alertando que deve respeitar a moralidade e a legitimidade.

Possíveis significados: Percepção intuitiva, organização, virtude.

Imagem de fundo preto e em destaque quatro cartas de tarot entre elas a carta da justiça e do julgamento.
Alain Aubry / Pixabay

6 – OS AMANTES

Duas mulheres e um homem estão supostamente vivendo em um triângulo amoroso. Acima das três horas, o cupido escondeu o Sol.

Possíveis significados: Momento de escolha, dúvida, livre arbítrio.

7 – O CARRO

A carruagem foi puxada por dois cavalos do claro ao escuro. Uma pessoa na carruagem segurando um cetro parece impedir cada cavalo de puxar a carruagem para um lado.

Possíveis significados: Força e determinação, momento de partir para novos projetos

8 – A JUSTIÇA

Uma mulher está sentada em um trono, segurando uma balança em uma mão e uma espada na outra.

Possíveis significados: Equilíbrio, objetividade, decisão, “colher o que se plantou”.

9 – O EREMITA

Um homem com uma longa barba branca segura uma vara em uma das mãos e uma lanterna na outra.

Possíveis significados: Introversão, autodescoberta, maturidade, sabedoria, silenciar sobre o que se pretende fazer.

10 – A RODA DA FORTUNA

No topo da roda, está uma esfinge alada segurando uma espada. Por um lado, um animal sobe; por outro lado, o outro animal cai.

Possíveis significados: Mudanças inesperadas, o alternar da sorte, karma.

11 – A FORÇA

Uma mulher abre a boca do leão suavemente, não usa força, mas usa seu próprio poder para controlar a besta sob seu próprio controle

Possíveis significados: Domínio, vitalidade, sucesso.

Imagem de várias cartas de tarot nas cores azul, amarelo e branco.
Keith Gonzalez / Pixabay

12 – O ENFORCADO

Um homem de cabeça para baixo foi preso pelos pés. Ele não trabalhou muito para recuperar o controle de sua vida, ele se sacrificou para aceitar sua situação.

Possíveis significados: Situação difícil, crise, resignação.

13 – A carta sem nome (A MORTE)

O crânio é colhido. No solo, as mãos e as cabeças cortadas e as plantinhas germinadas indicam que renasceram.

Possíveis significados: O fim de uma situação, é necessário que algo termine para que aconteça um renascimento, um reinício.

14 – A TEMPERANÇA

Um anjo sobre um rio carrega dois vasos. Ele tempera duas forças opostas, jogando água de um vaso para outro.

Possíveis significados: Paz, conciliação, a paciência é uma virtude importante para a realização dos desejos.

15 – O DIABO

Um grande demônio alado está sobre um muro que prende duas figuras humanas em correntes.

Possíveis significados: Ambição, desejo, ilusão.

16 – A TORRE

Uma torre solitária é destruída por um raio. Duas figuras caem dela.

Possíveis significados: Transformação, o fim possivelmente desastroso de uma situação, prejuízo.

17 – A ESTRELA

Uma mulher nua jogou a água de suas duas jarras no lago. No fundo, estrelas brilham. Depois do desastre, a vida está cheia de esperança.

Possíveis significados: Sorte, otimismo, realização.

18 – A LUA

Em primeiro plano, aparecem lagostas no lago e há dois cães latindo, latindo ao redor do lago. Ao fundo, você pode ver a Lua Crescente e duas torres.

Possíveis significados: Depressão, tristeza, inconsciente, anseios.

Imagem da carta de tarot Sol disposta sobre uma mesa forrada com uma toalha alaranjada e decorada com vários tipos de pedras e cristais.
Jean Didier / Pixabay

19 – O SOL

Tudo é alegria nessa carta. Duas crianças brincando sob o Sol.

Possíveis significados: Alegria, sorte, prosperidade.

20 – O JULGAMENTO

Um anjo, frente as nuvens, toca uma trombeta. Seres humanos nus se erguem de suas tumbas.

Possíveis significados: renovação, transcendência, chamados, novidades.

21 – O MUNDO

Uma mulher seminua parece estar caminhando ou dançando no centro de uma coroa oval que simboliza o infinito. Em cada canto da guirlanda, está uma figura mítica: no canto superior esquerdo, um anjo simboliza a pessoa que transcendeu o material. No canto superior direito, a águia simboliza o espírito de voar sobre a criação. No canto inferior esquerdo, o touro simboliza o plano físico; no canto inferior direito, o leão é a personificação do pensamento divino no plano físico.

Possíveis significados: A perfeição, o melhor momento, o ápice de uma situação é a melhor carta do tarô.

0 ou 22 – O LOUCO:

Um homem com roupa de palhaço, carregando uma trouxa de coisas nos ombros. Ele segurava uma vara em sua outra mão e um cachorrinho em uma perna.

Possíveis significados: O recomeço, risco, impulsividade, um momento de evolução. O louco que se lança no abismo ou em uma nova situação.

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É importante ressaltar que a interpretação completa do jogo de tarô depende da leitura dessas cartas com outras relacionadas ao jogo. De fato, os arcanos maiores têm a missão de indicar as diretrizes divinas, que são praticamente certas em seu destino, mas, para uma visão ampla das revelações, é necessário fazer o jogo completo.

Eu Sem Fronteiras
Escrito por Eu Sem Fronteiras

Fonte: Eu Sem Fronteiras

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